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Baixar áudioA Região Sul terá uma segunda-feira (20) de tempo instável, com maior concentração de chuva no Rio Grande do Sul e predomínio de muitas nuvens em Santa Catarina e no Paraná. As condições mais severas ficam restritas ao território gaúcho, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Rio Grande do Sul, a capital, Porto Alegre, terá temperaturas entre 17°C e 21°C, com céu nublado e previsão de pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas. A instabilidade também predomina nas demais regiões, onde são esperadas pancadas de chuva e trovoadas.
Em Santa Catarina, Florianópolis terá temperaturas entre 19°C e 25°C, com muitas nuvens e chuva isolada. No estado, o Oeste Catarinense, o Meio-Oeste, o Planalto Sul e parte da Grande Florianópolis apresentam previsão de muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada. Já o Planalto Norte, o Vale do Itajaí e o Litoral Norte devem registrar predomínio de muitas nuvens, sem previsão significativa de chuva.
No Paraná, Curitiba terá temperaturas entre 15°C e 26°C, com predomínio de muitas nuvens. A mesma condição é esperada para grande parte do estado, enquanto as regiões Centro-Sul, Sudoeste e Oeste Paranaense poderão registrar muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA Região Centro-Oeste terá uma segunda-feira (20) de tempo estável, com variação na cobertura de nuvens entre os estados. O Distrito Federal e Goiás permanecem com predomínio de poucas nuvens, enquanto Mato Grosso e Mato Grosso do Sul apresentam céu com muitas nuvens ao longo do dia, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Distrito Federal, a previsão para Brasília é de poucas nuvens, com temperaturas entre 15°C e 30°C.
Em Goiás, Goiânia também terá poucas nuvens durante o dia. Nas demais áreas do estado, o tempo segue estável, sem previsão de chuva significativa. Os termômetros na capital variam entre 15°C e 30°C.
Em Mato Grosso, Cuiabá terá muitas nuvens, com mínima de 26°C e máxima de 36°C. A condição também se estende às demais regiões, onde a nebulosidade predomina.
Já em Mato Grosso do Sul, a previsão para Campo Grande indica muitas nuvens, com temperaturas entre 19°C e 30°C. Esse cenário de céu encoberto deve predominar em todo o estado.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA Região Sudeste terá uma segunda-feira (20) de tempo estável, favorecida pela predominância de ar seco sobre grande parte da região. O céu deve permanecer com poucas nuvens em boa parte dos estados, enquanto o Espírito Santo registra maior cobertura de nebulosidade, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Em São Paulo, a previsão é de poucas nuvens, com temperaturas entre 13°C e 27°C na capital. No restante do estado, o mesmo cenário deve predominar em todas as regiões.
No Rio de Janeiro, a capital terá poucas nuvens, com mínima de 13°C e máxima de 31°C. A previsão indica condições semelhantes em todas as regiões do estado.
Em Minas Gerais, Belo Horizonte terá poucas nuvens, com temperaturas entre 11°C e 24°C. O tempo permanece estável nas demais regiões do estado.
No Espírito Santo, a capital Vitória terá muitas nuvens, com mínima de 16°C e máxima de 26°C. A maior cobertura de nebulosidade também deve alcançar as demais regiões do estado.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA Região Norte inicia a segunda-feira (20) com previsão de muitas nuvens e chuva isolada na maior parte dos estados. As instabilidades permanecem concentradas principalmente sobre áreas da Amazônia, enquanto o Tocantins terá condições de tempo mais estáveis, com predomínio de poucas nuvens, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Tocantins, a capital Palmas terá poucas nuvens, com temperaturas entre 23°C e 35°C. Nas demais áreas do estado, a previsão também indica tempo estável, especialmente nas regiões Ocidental e Oriental do Tocantins, onde o predomínio é de pouca nebulosidade.
No Pará, Belém terá muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas, com mínima de 24°C e máxima de 33°C. O mesmo cenário se estende por grande parte das demais regiões, enquanto áreas do Sudoeste e do Sudeste Paraense apresentam apenas variação de nebulosidade.
No Amapá, Macapá registra previsão de muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas, com temperaturas entre 24°C e 32°C. A condição também predomina nas regiões Norte e Sul do estado, favorecendo a ocorrência de chuva ao longo do dia.
Em Roraima, Boa Vista terá muitas nuvens com chuva isolada, com mínima de 25°C e máxima de 33°C. A previsão é semelhante para as regiões Norte e Sul de Roraima, onde a nebulosidade permanece elevada.
No Amazonas, a capital Manaus terá muitas nuvens com chuva isolada, com temperaturas variando entre 25°C e 33°C. A previsão também vale para o Norte, Centro, Sudoeste e Sul Amazonense.
Em Rondônia, Porto Velho terá muitas nuvens com chuva isolada, com mínima de 23°C e máxima de 36°C. Nas regiões Leste Rondoniense e Madeira-Guaporé, o tempo segue com bastante nebulosidade e possibilidade de chuva ao longo do dia.
No Acre, Rio Branco terá muitas nuvens com chuva isolada, com temperaturas entre 22°C e 32°C. A mesma condição é prevista para o Vale do Acre e o Vale do Juruá, onde a umidade favorece a formação de áreas de instabilidade.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA Região Nordeste terá uma segunda-feira (20) de contraste entre o litoral e o interior. A circulação de umidade favorece a ocorrência de chuva isolada na faixa leste da região, enquanto o interior permanece com predomínio de muitas nuvens e tempo mais estável ao longo do dia, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Na Bahia, Salvador terá muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas, com temperaturas entre 21°C e 26°C. Nas demais áreas do estado, a chuva tende a se concentrar no Leste Baiano. Enquanto o Centro Norte, o Centro Sul, o Vale São-Franciscano e o Extremo Oeste Baiano permanecem com muitas nuvens e baixa possibilidade de precipitação.
Em Sergipe, Aracaju registra muitas nuvens com chuva isolada, com mínima de 22°C e máxima de 26°C. A previsão para o interior sergipano é de muitas nuvens, sem expectativa de chuva significativa.
Em Alagoas, Maceió terá muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas, com temperaturas variando entre 22°C e 27°C. A instabilidade também alcança parte do Leste Alagoano, enquanto o Agreste e o Sertão permanecem com muitas nuvens.
Em Pernambuco, Recife terá muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas, com mínima de 23°C e máxima de 27°C. As condições de chuva também atingem parte da Mata Pernambucana, enquanto o Agreste e o Sertão Pernambucano apresentam muitas nuvens e tempo mais estável.
Na Paraíba, João Pessoa também terá muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas, com temperaturas entre 23°C e 27°C. No restante do estado, a instabilidade se concentra na Mata Paraibana, enquanto o Agreste, a Borborema e o Sertão Paraibano permanecem com muitas nuvens.
No Rio Grande do Norte, Natal terá muitas nuvens com chuva isolada, com mínima de 24°C e máxima de 27°C. A previsão indica muitas nuvens nas regiões do Agreste, Central e do Oeste Potiguar.
No Ceará, Fortaleza registra muitas nuvens com chuva isolada, com temperaturas entre 25°C e 29°C. A chuva tende a se concentrar no litoral, enquanto as demais áreas permanecem com muitas nuvens.
No Piauí, Teresina terá muitas nuvens, com mínima de 23°C e máxima de 35°C. A previsão é de tempo estável nas demais regiões piauienses.
No Maranhão, São Luís terá muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas, com temperaturas entre 23°C e 35°C. A instabilidade também alcança o Norte Maranhense, enquanto o Oeste, o Centro, o Leste e o Sul Maranhense apresentam predomínio de muitas nuvens ao longo do dia.
A radiação solar e o vento promovem a evaporação; o vapor resfriado condensa em núcleos, formando nuvens e, quando as gotículas ou cristais crescem o suficiente, ocorre precipitação. Considera-se precipitação toda água líquida ou sólida que cai das nuvens e alcança o solo (garoa, chuva, chuva/garoa congelante, neve, granizo, graupel, etc.). Sua quantidade é medida por pluviômetro (com registro contínuo via pluviógrafo) e expressa preferencialmente em milímetros.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) promoveu uma agenda de cooperação internacional em saúde em Lisboa, Portugal, que resultou na assinatura de novos acordos entre instituições brasileiras e portuguesas para ampliar a colaboração nas áreas de saúde, ciência, tecnologia e inovação. A iniciativa também buscou fortalecer a internacionalização do ecossistema de saúde brasileiro e expandir oportunidades para empresas nacionais no mercado internacional.
Entre os acordos formalizados durante o evento, estão os voltados à ampliação da cooperação científica, tecnológica e institucional entre Brasil e Portugal. Segundo a ApexBrasil, os atos assinados pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) fortalecem as atividades institucionais da fundação no escritório da ApexBrasil em Lisboa.
A cooperação entre ApexBrasil e Fiocruz foi formalizada por meio de Acordo de Cooperação Técnica. A parceria tem o objetivo de ampliar a cooperação em promoção comercial, atração de investimentos, cooperação científica e internacionalização de instituições e empresas brasileiras do setor de saúde.
A Agência também afirmou que o instrumento consolida a atuação conjunta das instituições na promoção internacional do ecossistema de saúde brasileira.
Além disso, a Fiocruz e as universidades de Coimbra e de Aveiro também assinaram acordos, bem como um protocolo envolvendo Infarmed e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para ampliar a cooperação regulatória entre Brasil e Portugal.
Durante o encontro, o presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller, destacou que o Sistema Único de Saúde (SUS) representa um dos maiores ativos do Brasil e contribui para fortalecer a imagem do país no exterior.
"Esse direito à saúde universal que o Brasil tem, esse desafio que o Brasil se colocou democraticamente de oferecer saúde a todos, de forma gratuita, de forma universal, é um grande ativo que o Brasil tem. Nós, que trabalhamos o Brasil e o que o Brasil tem de melhor, temos muito orgulho disso", afirmou Müller.
Segundo Müller, além de garantir atendimento à população brasileira, o SUS também é reconhecido internacionalmente por acolher estrangeiros que passam pelo país.
"Vocês sempre dizem que o SUS atende 220 milhões de pessoas, ou seja, todos os brasileiros. Nós brincamos que atende mais, porque volta e meia encontramos alguém, um estrangeiro, que foi atendido pelo Sistema Único de Saúde no Brasil. O nosso SUS é universal, atende a todos os brasileiros, mas também atende os estrangeiros que estão lá. Isso dá muito orgulho para a gente”, disse.
O evento contou com a participação do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, da ministra da Saúde de Portugal, Ana Paula Martins, além de representantes da Fiocruz, da Anvisa, do Infarmed, das universidades de Coimbra e de Aveiro e de outras instituições parceiras.
Na avaliação do presidente da ApexBrasil, a internacionalização da saúde brasileira vai além da exportação de produtos. Segundo ele, a agenda reúne uma estratégia de construção de parcerias entre empresas, centros de pesquisa, universidades e governos com enfoque em inovação e capazes de gerar oportunidades para o Brasil.
“O escritório da ApexBrasil em Lisboa foi concebido justamente para aproximar esses atores e transformar cooperação em desenvolvimento, negócios e inserção internacional”, afirmou.
Na avaliação do presidente da Fiocruz, Mario Moreira, os acordos representam um avanço na cooperação bilateral e abrem novas frentes de atuação conjunta entre os dois países.
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Baixar áudioOs casos de vírus sincicial respiratório (VSR), principal causa de bronquiolite em crianças pequenas, apresentam tendência de redução em grande parte do Brasil. No entanto, a circulação do vírus ainda permanece elevada em diversos estados, segundo o novo Boletim InfoGripe, divulgado nesta quinta-feira (16) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O levantamento também aponta queda nas internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) nas tendências de curto e longo prazo, considerando a Semana Epidemiológica 27, entre os dias 5 e 11 de julho.
A análise mostra que a diminuição das hospitalizações por SRAG entre crianças de até 4 anos é impulsionada, principalmente, pela redução dos casos associados ao VSR. Já entre jovens, adultos e idosos, a queda está relacionada à diminuição das internações por influenza A, enquanto, na faixa etária de 5 a 14 anos, a redução ocorre sobretudo em razão da menor circulação do rinovírus.
Apesar do cenário mais favorável, os pesquisadores alertam que o VSR ainda provoca elevado número de casos graves em diversos estados. O crescimento das infecções permanece concentrado na Região Sul, além de Minas Gerais e Maranhão. Em outras unidades da Federação, embora haja sinais de estabilização ou queda, os níveis de circulação do vírus seguem elevados.
No panorama nacional, cinco estados apresentam incidência de SRAG em nível de alerta, risco ou alto risco, com tendência de crescimento nas últimas semanas: Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Outras 17 unidades da Federação continuam registrando incidência elevada de SRAG, porém sem crescimento sustentado.
O boletim também aponta um leve aumento das hospitalizações por Covid-19 no Amazonas, embora a incidência permaneça baixa. Em relação à influenza A, os casos graves continuam elevados em Minas Gerais, Paraná e Roraima, mesmo após o período de sazonalidade da doença em grande parte do país.
Outro destaque do levantamento é o impacto desigual das doenças respiratórias conforme a idade. A maior incidência de SRAG continua concentrada em crianças de até 2 anos, principalmente em decorrência do VSR. Já a maior mortalidade é registrada entre pessoas com 65 anos ou mais, tendo a influenza A como principal agente associado.
Em 2026, o Brasil já contabiliza 115.203 casos de SRAG. Entre as amostras com diagnóstico positivo para vírus respiratórios, o VSR responde pela maior parcela dos registros, seguido por rinovírus, influenza A, influenza B e Sars-CoV-2.
Diante do cenário, a Fiocruz reforça a importância de manter a vacinação em dia e adotar medidas de prevenção, como higienizar frequentemente as mãos, cobrir nariz e boca ao tossir ou espirrar, evitar contato com outras pessoas quando houver sintomas respiratórios e utilizar máscara caso seja necessário sair de casa.
Para acompanhar as próximas semanas epidemiológicas, acesse o Calendário Epidemiológico do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN).
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Baixar áudioO relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2021, deputado federal Jorge Goetten (Republicanos-SC), apresentou ao ministro do Empreendedorismo, Paulo Henrique Pereira, uma proposta que amplia também os limites do Simples Nacional. A ideia é incluir os dispositivos no mesmo pacote de mudanças que trata do novo enquadramento do Microempreendedor Individual (MEI).
A reunião ocorreu na última quarta-feira (15), em Brasília. Segundo Goetten, a proposta foi construída a partir de contribuições recebidas durante encontros realizados em diversos estados com representantes do setor produtivo, entidades empresariais e empreendedores.
O relator defende que a atualização do Simples Nacional apenas corrige a desvalorização causada pela inflação e que pode ser implantada a partir de 2028. Os limites do regime simplificado não são revistos há 8 anos e, na visão do parlamentar, o reajuste evitaria que milhões de pequenas empresas sejam desenquadradas, o que em muitos casos pode significar a ida para a informalidade ou falência.
A atualização do limite de faturamento do MEI é considerada um ponto pacificado entre Executivo e Legislativo. No fim de junho, o governo federal encaminhou uma proposta que prevê a ampliação gradual do teto anual de faturamento da categoria, passando dos atuais R$ 81 mil para R$ 110 mil em 2027 e chegando a R$ 140 mil em 2028.
Já os novos limites para o Simples Nacional ainda enfrentam resistência da equipe econômica do governo. O Ministério da Fazenda estima custo potencial de R$ 50 bilhões por ano com a proposta ampliada, mas pediu prazo até o início de agosto para apresentar os cálculos.
Ao receber as sugestões, Paulo Henrique Pereira elogiou o trabalho realizado pela comissão especial que analisa o PLP 108/21 e afirmou que vai levar a nova proposta para avaliar a possibilidade de uma convergência junto a outros ministérios.
Representantes do setor privado ficaram satisfeitos com a elevação do teto de receita para o MEI, mas esperam negociações para todo o regime simplificado. Entidades empresariais, lideradas pela Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), querem ainda a inclusão de dispositivo de reajuste automático anual pela inflação e prometem inviabilizar as discussões caso as demandas não sejam atendidas.
Criado para facilitar o recolhimento de impostos em uma única guia centralizada e com descontos, os limites de faturamento, em vigor desde 2018, são:
Dados da Receita Federal revelam que há 16.291.125 microempreendedores individuais registrados no Brasil e outras 7.348.088 empresas enquadradas no Simples Nacional.
Copiar o textoO sorteio da Mega-Sena concurso 3033 acontece neste sábado, 17 de julho de 2026, a partir das 21h (horário de Brasília). Realizado pela Caixa Econômica Federal, o evento será transmitido ao vivo pelas redes oficiais. Acompanhe aqui a cobertura completa e confira os números assim que forem divulgados oficialmente.
A CAIXA Loterias divulgou que, "a partir de 19 de julho de 2026, os sorteios dos concursos regulares das modalidades lotéricas realizados aos sábados passarão a ocorrer aos domingos, às 11h, no Espaço da Sorte, em São Paulo (SP)."
Com a ampliação do prazo, as apostas simples poderão ser efetuadas até as 22h de sábado, por meio das unidades lotéricas, do Portal Loterias CAIXA e do aplicativo Loterias CAIXA.
Para participar, basta escolher de 6 a 15 números entre os 60 disponíveis no volante. A aposta mínima custa R$ 5,00, e quanto mais números você marcar, maior o preço — mas também maiores as chances de ganhar. Os sorteios acontecem três vezes por semana, às terças, quintas e sábados, sempre às 21h (horário de Brasília).
| Números apostados | Probabilidade de acertar 6 dezenas |
|---|---|
| 6 números | 1 em 50.063.860 |
| 7 números | 1 em 7.151.980 |
| 8 números | 1 em 1.787.995 |
| 9 números | 1 em 595.998 |
| 10 números | 1 em 238.399 |
| 15 números | 1 em 10.003 |
Para aumentar as chances de ganhar, é possível participar de bolões organizados pelas lotéricas ou formar um grupo de apostas. O valor mínimo por cota é de R$ 6,00, e o bolão pode ter de 2 a 100 cotas.
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Parte da arrecadação das apostas da Mega-Sena é destinada a programas sociais do governo federal, como:
Copiar o textoO sorteio da Lotofácil 3739 ocorre na noite deste sábado (18), no ESPAÇO DA SORTE em São Paulo (SP)
O sorteio da Lotofácil concurso 3739 acontece neste sábado, 17 de julho de 2026, a partir das 21h (horário de Brasília). Realizado pela Caixa Econômica Federal, o evento será transmitido ao vivo pelas redes oficiais. Acompanhe aqui a cobertura completa e confira os números assim que forem divulgados oficialmente.
A CAIXA Loterias divulgou que, "a partir de 19 de julho de 2026, os sorteios dos concursos regulares das modalidades lotéricas realizados aos sábados passarão a ocorrer aos domingos, às 11h, no Espaço da Sorte, em São Paulo (SP)."
Com a ampliação do prazo, as apostas simples poderão ser efetuadas até as 22h de sábado, por meio das unidades lotéricas, do Portal Loterias CAIXA e do aplicativo Loterias CAIXA.
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
|---|---|
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15 |
R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48,00 |
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17 |
R$ 408,00 |
|
18 |
R$ 2.448,00 |
|
19 |
R$ 11.628,00 |
|
20 |
R$ 46.512,00 |
De segunda-feira a sábado, às 21h.
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.
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Baixar áudioA previsão do tempo para este domingo (19), segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), indica avanço das instabilidades sobre o Rio Grande do Sul. No estado, há previsão de céu nublado com pancadas de chuva e trovoadas, principalmente na metade sul.
Em Porto Alegre, a temperatura varia entre 18°C e 25°C, com chuva e trovoadas previstas ao longo do dia. Já Curitiba e Florianópolis terão muitas nuvens, mas sem previsão de chuva significativa, com máximas de 25°C.
A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100% em toda a Região Sul.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para este domingo (19), segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), indica predomínio de tempo firme na maior parte da Região Centro-Oeste. O sol aparece entre poucas nuvens em Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso, enquanto Mato Grosso do Sul terá aumento da nebulosidade.
Brasília, Goiânia e Cuiabá terão poucas nuvens ao longo do dia. Em Campo Grande, a previsão é de muitas nuvens, mas sem expectativa de chuva significativa.
As temperaturas seguem elevadas, chegando aos 34°C em Cuiabá, 30°C em Campo Grande, 28°C em Goiânia e 26°C em Brasília.
A umidade relativa do ar merece atenção e varia entre 20% e 85%, principalmente durante a tarde
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoNebulosidade aumenta, mas o tempo permanece estável na maior parte dos estados
Baixar áudioA previsão do tempo para este domingo (19), segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), aponta aumento da nebulosidade em toda a Região Sudeste. Apesar do céu mais encoberto, o tempo segue estável na maior parte dos estados.
São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Vitória terão muitas nuvens durante o dia. As temperaturas permanecem agradáveis nas capitais, com máximas de 27°C em São Paulo, 31°C no Rio de Janeiro, 24°C em Belo Horizonte e 26°C em Vitória.
Os índices de umidade relativa do ar variam entre 30% e 100%, com menores valores observados principalmente no interior paulista e mineiro durante a tarde.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para este domingo (19), segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), indica manutenção das instabilidades em grande parte da Região Norte. A combinação entre calor e elevada umidade favorece muitas nuvens e ocorrência de chuva isolada em estados como Amazonas, Pará, Amapá, Rondônia, Acre e Roraima.
Em Manaus, o dia será de muitas nuvens, com temperaturas entre 25°C e 33°C. Já Belém terá muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada e máxima de 34°C. Em Macapá, a previsão também é de muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, enquanto Boa Vista deve registrar pancadas de chuva ao longo do dia. Porto Velho também terá possibilidade de chuva isolada, e Rio Branco permanece com muitas nuvens.
No Tocantins, o cenário muda. Palmas terá poucas nuvens e predomínio de tempo firme, com máxima de 34°C.
A umidade relativa do ar varia entre 25% e 98% em toda a região.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoO sorteio da Loteria Federal concurso 6084 acontece neste sábado, 17 de julho de 2026, a partir das 20h (horário de Brasília). Realizado pela Caixa Econômica Federal, o evento será transmitido ao vivo pelas redes oficiais. Acompanhe aqui a cobertura completa e confira os números assim que forem divulgados oficialmente.
A CAIXA Loterias divulgou que, "a partir de 19 de julho de 2026, os sorteios dos concursos regulares das modalidades lotéricas realizados aos sábados passarão a ocorrer aos domingos, às 11h, no Espaço da Sorte, em São Paulo (SP)."
Com a ampliação do prazo, as apostas simples poderão ser efetuadas até as 22h de sábado, por meio das unidades lotéricas, do Portal Loterias CAIXA e do aplicativo Loterias CAIXA.
A Loteria Federal é uma modalidade tradicional oferecida pela Caixa Econômica Federal e se destaca pelo formato simples de participação. O apostador adquire um bilhete com um número impresso e, caso o número de seu bilhete coincida com o sorteado, ele leva o prêmio correspondente.
O bilhete inteiro é composto por 10 frações. Também é possível comprar frações do bilhete, com o valor do prêmio proporcional à quantidade de frações adquiridas.
As extrações regulares ocorrem duas vezes por semana, às quartas e aos sábados, e podem ser acompanhadas ao vivo pelo canal oficial da Caixa.
Além do prêmio principal, a Loteria Federal também premia bilhetes com aproximações e unidades do número sorteado, conforme as regras de cada extração.
O prêmio pode ser recebido em qualquer casa lotérica ou nas agências da Caixa. Para valores mais altos, o pagamento deve ser feito diretamente em uma agência da Caixa, mediante apresentação de documento de identificação com CPF e do bilhete ou fração original premiada.
A chance de ganhar na Loteria Federal varia conforme o tipo de extração e a quantidade de bilhetes emitidos em cada concurso. Quanto maior a emissão, maior o número de bilhetes concorrendo ao prêmio principal.
Para mais informações, acesse Loterias Caixa.
Copiar o textoInstabilidades seguem concentradas na faixa litorânea, enquanto o interior permanece com calor
Baixar áudioA previsão do tempo para este domingo (19), segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), aponta muitas nuvens em toda a Região Nordeste. As maiores condições para chuva permanecem na faixa litorânea, especialmente entre Rio Grande do Norte e Sergipe.
Fortaleza, João Pessoa, Recife e Maceió terão muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada. Em Aracaju, o céu permanece com muitas nuvens durante todo o dia. Salvador terá muitas nuvens com formação de nevoeiro.
No Maranhão e no Piauí, São Luís apresenta possibilidade de chuva isolada, enquanto Teresina permanece com muitas nuvens e calor, alcançando máxima de 35°C.
As temperaturas variam entre 22°C e 35°C na região. A umidade relativa do ar oscila entre 30% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) reforçou a estratégia de diversificação dos destinos das exportações brasileiras diante das tarifas impostas pelos Estados Unidos e lançou um painel de inteligência comercial para auxiliar empresas a avaliar os impactos das medidas e identificar oportunidades em outros mercados.
Segundo a agência, a resposta aos desafios tarifários está baseada em ampliar a presença dos produtos brasileiros em novos mercados e fortalecer a defesa dos interesses dos setores produtivos brasileiros junto às autoridades norte-americanas.
Como parte da estratégia de apoio aos exportadores, a ApexBrasil lançou o Painel de Medidas Tarifárias dos EUA. A plataforma gratuita permite consultar, por código SH6 (seis primeiros dígitos da NCM – Nomenclatura Comum do Mercosul) ou descrição do produto, se a mercadoria está sujeita a sobretaxas, possui isenções e quais mercados internacionais podem representar alternativas de exportação.
A ferramenta também reúne informações sobre a evolução das exportações entre Brasil e Estados Unidos e acompanha medidas como as tarifas da Seção 232 (aplicadas sob justificativa de segurança nacional a setores como aço, alumínio e cobre), a tarifa temporária da Seção 122 (tarifa global de 10% adotada em fevereiro, após decisão da Suprema Corte Americana, com término previsto para o próximo dia 24) e as investigações comerciais da Seção 301 (sobre práticas comerciais brasileiras, com tarifa de 25% a partir do dia 22 de julho), oferecendo aos exportadores informações para subsidiar o planejamento de suas operações no comércio exterior.
A participação dos Estados Unidos nas exportações brasileiras caiu de 19,1% em 2005 para 10,8% em 2025, segundo levantamento da ApexBrasil. No período, o número de estados que têm o mercado norte-americano como principal destino das vendas externas recuou de 17 para seis, enquanto a China passou a liderar em 14 estados.
Apesar da menor dependência, a exposição às tarifas varia entre os setores. Enquanto o sucroalcooleiro destina apenas 2,6% das exportações aos Estados Unidos, produtos como mel natural (84%), filés de tilápia (94,3%) e sebo bovino (96,1%) concentram grande parte das vendas no mercado norte-americano e são mais vulneráveis às medidas tarifárias.
Durante coletiva de imprensa nesta sexta (17), o presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller, reforçou que a agência acompanha de perto a evolução das medidas tarifárias dos Estados Unidos por meio de seu escritório no país e atua diretamente ao lado dos setores produtivos brasileiros na defesa de seus interesses.
“Estamos atuando diretamente com 20 setores apoiando na elaboração dos materiais no processo do A 301, com dados de inteligência, com posicionamento, com dados técnicos e científicos, inclusive. Nós vamos continuar o trabalho junto com o setor privado brasileiro, junto com as empresas brasileiras, junto com as entidades brasileiras na diversificação. Vamos continuar trabalhando junto com as empresas e as entidades americanas, inclusive, para aumentar a isenção nos Estados Unidos”, reforçou.
A ApexBrasil vai investir pelo menos R$ 130 milhões junto com associações e entidades parceiras em programas da agência na estratégia de diversificação, que será anunciada no início de agosto.
Müller ressaltou ainda que a agência vai trabalhar para ampliar a presença de produtos isentos no mercado americano.
A ApexBrasil treinou cerca de 20 setores produtivos para a defesa de interesses e forneceu consultoria individualizada para dez deles formularem suas defesas técnicas e participarem de audiências públicas nos Estados Unidos. Entre os resultados está a exclusão dos quartzitos brasileiros da lista de produtos sobretaxados, conquista obtida pelo setor de rochas ornamentais.
Mesmo diante desse cenário, o Brasil registrou recorde de US$ 348,3 bilhões em exportações em 2025.
A ApexBrasil estruturou sua atuação em frentes para reduzir os impactos das tarifas impostas pelos Estados Unidos, apostando na diversificação de mercados e na defesa dos interesses dos exportadores brasileiros.
No ano passado, a agência realizou mais de 80 ações de promoção comercial, conectando 2.400 empresas a novos mercados. Após a adoção das barreiras comerciais norte-americanas, 72% das empresas apoiadas conseguiram abrir pelo menos um novo destino para exportação.
A estratégia também prevê a ampliação da atuação em mercados como União Europeia, México, Canadá, América Central e Caribe.
Copiar o textoVeja o qual o melhor método para prevenir a gravidez na adolescência
Baixar áudio“Só em 2023, foram mais de 300 mil partos em meninas entre 10 e 19 anos no Brasil”, alerta o pediatra especialista em saúde do adolescente Dr. Benito Lourenço (CRM: 87.729/SP). Isso significa que uma em cada oito gestantes no país ainda é adolescente.
A gravidez nessa fase traz riscos sérios: maior chance de diabetes gestacional, anemia, infecções e complicações no parto. O impacto social também é profundo, já que muitas jovens abandonam os estudos, adiam ou perdem oportunidades profissionais.
Falar apenas sobre camisinha não basta. Apesar de importante, sua taxa de falha é alta quando usada sozinha. Métodos contraceptivos de longa duração, como DIU e implante hormonal, são muito mais eficazes, com taxa de falha inferior a 0,4% ao ano.
Esses métodos estão disponíveis no SUS e podem ser indicados para adolescentes. Informação, diálogo e acesso são essenciais para mudar essa realidade.
Tenha acesso aos conteúdos do Doutor Ajuda. Acesse o site.
Copiar o textoOs novos beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que tiveram benefícios concedidos a partir de maio deste ano receberão o 13º salário em novembro, desde que o benefício dê direito ao abono. O repasse aos segurados segue o calendário regular de pagamentos já previsto pelo INSS.
O abono anual para aposentados, pensionistas e demais beneficiários que já recebiam benefícios até abril foi antecipado pelo INSS. Os repasses foram realizados nos meses de abril e maio.
Para os segurados que passaram a receber o benefício depois da antecipação do pagamento pelo INSS, o 13º salário será pago entre 24 de novembro 11 e 7 de dezembro, de acordo com o número final do cartão de benefício.
A tabela de pagamento de benefícios 2026 pode ser acessada no site oficial do INSS, em: www.gov.br/inss.
O 13º salário é devido aos titulares de benefícios previdenciários, como aposentadoria e pensão por morte, e, quando houver previsão legal, também aos beneficiários de benefícios concedidos por legislação especial. Os beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC/Loas) não têm direito ao abono anual, já que se trata de um benefício assistencial.
Em relação aos benefícios temporários ou concedidos após o período da antecipação, como o benefício por incapacidade temporária e o salário maternidade, o valor do 13º é calculado de forma proporcional ao período de recebimento do benefício. O montante é pago durante sua vigência, conforme as regras aplicáveis.
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Baixar áudioA atividade econômica brasileira apresentou leve crescimento de 0,1% em maio, na comparação com abril, segundo o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), divulgado pelo Banco Central nesta sexta-feira (17). Considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB), o indicador é utilizado por economistas e pelo mercado financeiro para acompanhar, mês a mês, o ritmo da economia brasileira.
O resultado mostra uma desaceleração em relação aos meses anteriores, mas mantém a atividade econômica em trajetória positiva. Entre os setores analisados, a indústria apresentou o melhor desempenho, com alta de 0,4%, enquanto os serviços cresceram 0,1%. A agropecuária, por sua vez, registrou retração de 1,0%, o que limitou um avanço mais expressivo do indicador. Sem considerar esse setor, o IBC-Br teria avançado 0,2% no mês.
Na comparação com maio de 2025, a atividade econômica cresceu 0,8%, demonstrando que a economia segue em nível superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Já no acumulado dos últimos 12 meses, o indicador aponta expansão de 1,4%, reforçando um cenário de crescimento moderado, ainda influenciado pelos efeitos da política monetária e pelo comportamento dos diferentes setores produtivos.
O IBC-Br é calculado pelo Banco Central a partir de informações sobre a produção da indústria, o desempenho do comércio e dos serviços, a agropecuária e a arrecadação de impostos. Apesar de utilizar metodologia diferente da adotada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para o cálculo do PIB, o índice é amplamente acompanhado por investidores, empresas e formuladores de políticas públicas como um sinal antecipado da evolução da economia brasileira.
Os dados divulgados nesta sexta-feira indicam que, embora o crescimento da atividade econômica tenha perdido força em maio, os principais segmentos da economia, especialmente indústria e serviços, continuam sustentando o desempenho do país. Os próximos resultados do IBC-Br e dos indicadores oficiais do IBGE deverão mostrar se essa desaceleração é pontual ou se representa uma tendência para os próximos meses.
Copiar o textoDe acordo com a Abirochas, a nova sobretarifa imposta pelos Estados Unidos às exportações brasileiras manteve a isenção apenas para as rochas ornamentais já beneficiadas anteriormente — aquelas classificadas na NCM 6802.99.90 (nomenclatura brasileira) —, deixando outros segmentos do setor expostos à nova tributação. O cenário exige atenção das empresas exportadoras e do poder público, especialmente porque o mercado norte-americano responde por mais da metade do faturamento brasileiro no setor.
No primeiro semestre de 2026, os EUA concentraram 51,6% das exportações brasileiras de rochas ornamentais, o equivalente a US$ 364,2 milhões de um total de US$ 705 milhões. Desse montante destinado ao mercado americano, 76,9% — cerca de US$ 280 milhões — foram registrados justamente na NCM 6802.99.90, a classificação contemplada pela isenção. A manutenção desse benefício, segundo a Abirochas, atende sobretudo aos interesses do setor imobiliário norte-americano, e não necessariamente às demandas socioeconômicas brasileiras.
Em razão disso, a entidade aponta duas frentes prioritárias para o setor. A primeira é a ampliação do alcance da isenção já concedida: além dos quartzitos maciços e do quartzo natural, outras rochas e seus produtos comerciais podem ser enquadrados na NCM 6802.99.90, o que poderia elevar de 76,9% para até 90% a parcela das exportações para os EUA protegida da sobretarifa. “Para orientar esse enquadramento, recomenda-se consultar o Informe ABIROCHAS 06/2025”. A segunda frente diz respeito às exportações em outras classificações fiscais — granitos, mármores, rochas carbonáticas, ardósias, pedra-sabão, entre outros — que, embora representem fatia menor do faturamento com os americanos, podem ser fortemente prejudicadas pela nova tributação e demandam mecanismos institucionais de incentivo às empresas afetadas.
O recado central do setor é claro: a isenção existente precisa ser aproveitada ao máximo por meio do correto enquadramento das rochas na NCM beneficiada, enquanto os segmentos descobertos exigem resposta rápida do ponto de vista comercial e institucional. Com os EUA respondendo por mais da metade das receitas de exportação, qualquer distorção tarifária tem peso direto sobre a competitividade da cadeia produtiva brasileira de rochas ornamentais.
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Baixar áudioA Agência Nacional de Mineração (ANM) distribuiu mais de R$ 461 milhões aos estados e municípios produtores de minerais. O montante corresponde à Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM) — os royalties da mineração — arrecadada em junho e repassada ao longo do mês de julho.
Do total, cerca de R$ 92 milhões foram destinados aos estados e ao Distrito Federal, enquanto os municípios receberam aproximadamente R$ 368 milhões.
Segundo a ANM, o estado que mais recebeu recursos foi Minas Gerais, com mais de R$ 42,6 milhões. Na sequência aparecem Pará, com cerca de R$ 34,2 milhões, e Goiás, com R$ 3,2 milhões.
Clique aqui para conferir o valor da CFEM distribuído para cada estado e município
Os maiores repasses da CFEM foram destinados aos seguintes municípios produtores:
Criada pela Constituição Federal de 1988, a CFEM é uma compensação financeira paga pelas empresas mineradoras aos estados, Distrito Federal e municípios como contrapartida pela exploração econômica dos recursos minerais em seus territórios.
A legislação determina que os valores não podem ser usados para o pagamento de dívidas, exceto aquelas contraídas com a União ou com entidades federais. Também é proibido utilizar os recursos para custear despesas permanentes com pessoal.
A principal exceção é a área da educação. Nesse caso, os recursos podem financiar despesas educacionais, incluindo o pagamento de professores da rede pública, especialmente os que atuam na educação básica em tempo integral.
A ANM ressalta que estados, Distrito Federal e municípios beneficiados devem divulgar anualmente a destinação dos valores recebidos. Além disso, pelo menos 20% da receita da CFEM deve ser aplicada em ações voltadas para:
A divulgação dessas informações deve seguir as regras da Lei de Acesso à Informação (Lei nº 12.527/2011). Os dados detalhados sobre a arrecadação e a distribuição da CFEM podem ser consultados no portal da ANM, enquanto o Banco do Brasil disponibiliza a consulta dos repasses efetuados às contas dos entes federativos.
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Baixar áudioO dólar fechou o último pregão cotado a R$ 5,10, após alta de 0,50%.
A valorização da moeda norte-americana foi influenciada pelo aumento da cautela entre os investidores no mercado internacional. O movimento ocorreu em meio às vendas de ações de fabricantes de chips e à nova alta dos preços do petróleo, após ataques registrados no Oriente Médio.
Além disso, o barril do petróleo Brent voltou a subir, refletindo a continuidade das tensões entre Estados Unidos e Irã, fator que reforçou a busca por ativos considerados mais seguros.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,86.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1956 | 0,1705 | 0,1450 | 31,7770 | 0,1580 | 0,2743 | 0,2795 |
| USD | 5,1114 | 1 | 0,8744 | 0,7434 | 162,43 | 0,8076 | 1,4019 | 1,4326 |
| EUR | 5,8651 | 1,1437 | 1 | 0,8502 | 185,77 | 0,9237 | 1,6032 | 1,6386 |
| GBP | 6,8767 | 1,3453 | 1,1763 | 1 | 218,51 | 1,0865 | 1,8858 | 1,9274 |
| JPY | 3,14703 | 0,615669 | 0,53829 | 0,457635 | 1 | 0,4972 | 0,86310 | 0,88199 |
| CHF | 6,3291 | 1,2382 | 1,0827 | 0,9204 | 201,14 | 1 | 1,7358 | 1,7740 |
| CAD | 3,6461 | 0,7133 | 0,6237 | 0,5303 | 115,88 | 0,5761 | 1 | 1,0220 |
| AUD | 3,5798 | 0,6980 | 0,6103 | 0,5189 | 113,37 | 0,5638 | 0,9785 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
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Baixar áudioO Ibovespa fechou o último pregão aos 173.714,08 pontos, após queda de 0,05%.
O principal índice da Bolsa brasileira registrou leve baixa em uma sessão marcada pelo avanço das ações da Petrobras, favorecidas pela valorização dos preços do petróleo. Em sentido contrário, os papéis do setor bancário pesaram sobre o índice, refletindo a alta dos juros futuros.
O mercado também acompanhou a entrada líquida de recursos de investidores estrangeiros na B3, que reforçou o saldo positivo do mês. Além disso, a sessão foi marcada pelo vencimento de opções sobre ações na Bolsa brasileira.
Ações em alta no Ibovespa
Recrusul SA Pfd (RCSL4F) +17,78%
Ações em queda no Ibovespa
Bardella SA Industrias Mecanicas Pfd (BDLL4) −11,98%
Fiset Fl Ref Pfd (FSRF11F) −11,11%
O volume total negociado na B3 foi de R$ 23.828.757.594, em meio a 2.983.349 em negócios.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
Copiar o textoO concurso 3738 da Lotofácil foi realizado nesta sexta-feira (17/07/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. 3 apostadores acertaram as 15 dezenas e levaram para casa o prêmio de R$ 407.776,92. Os bilhetes premiados foram adquiridos em Salvador (BA), Uberlândia (MG) e Santo André (SP).
O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3739, que será realizado no sábado, 18 de julho de 2026, está estimado em R$ 2.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
02 - 03 - 04 - 05 - 07 - 08 - 10 - 11 - 13 - 14 - 17 - 18 - 20 - 23 - 24
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
|---|---|
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15 |
R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48,00 |
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17 |
R$ 408,00 |
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18 |
R$ 2.448,00 |
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19 |
R$ 11.628,00 |
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20 |
R$ 46.512,00 |
De segunda-feira a sábado, às 21h.
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
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Baixar áudioA Região Sul terá um sábado (18) de contrastes nas condições do tempo. A instabilidade segue concentrada sobre o Rio Grande do Sul, enquanto Santa Catarina apresenta maior presença de nuvens e o Paraná permanece sob influência de uma massa de ar seco, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Rio Grande do Sul, a previsão para Porto Alegre é de céu nublado com pancadas de chuva e trovoadas, com temperaturas entre 21°C e 30°C. As instabilidades também devem atingir a maior parte do estado, onde são esperadas pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas ao longo do dia.
Em Santa Catarina, Florianópolis terá muitas nuvens, com mínima de 16°C e máxima de 24°C. A nebulosidade predomina em praticamente todo o estado com possibilidade de pancadas de chuva isoladas em áreas do oeste e do sul catarinense.
No Paraná, o tempo segue mais estável. Em Curitiba, a previsão é de poucas nuvens, com temperaturas entre 13°C e 24°C. A condição de tempo firme também deve prevalecer nas demais regiões, favorecendo períodos de sol ao longo do dia.
Céu totalmente encoberto por oito oitavos na camada de nuvens. A cobertura de nuvens é estimada em oitavos (oktas) da abóbada celeste, somando-se todas as nuvens presentes naquela camada específica.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoMassa de ar seco mantém o predomínio de poucas nuvens nos estados da região
Baixar áudioA atuação de uma massa de ar seco favorece a estabilidade atmosférica no Centro-Oeste neste sábado (18). A previsão indica predomínio de poucas nuvens em praticamente toda a região, com registro de névoa seca em áreas do Distrito Federal e de Goiás, condição típica do período de estiagem.
No Distrito Federal, a previsão é de poucas nuvens com névoa seca. Em Brasília, os termômetros variam entre 10°C e 26°C. Nas demais áreas do território distrital, o tempo segue estável, sem previsão de chuva.
Em Goiás, também são esperadas poucas nuvens com névoa seca na capital. Em Goiânia, a temperatura mínima prevista é de 15°C, com máxima de 29°C. Nas regiões Norte, Noroeste, Oeste, Leste, Sul e Central do estado, o predomínio é de poucas nuvens ao longo do dia.
Em Mato Grosso, Cuiabá terá poucas nuvens, com temperaturas entre 23°C e 33°C. A mesma condição deve prevalecer nas demais regiões do estado, mantendo o tempo firme.
Em Mato Grosso do Sul, Campo Grande registra poucas nuvens, com mínima de 21°C e máxima de 32°C. Nas demais regiões, a previsão também é de poucas nuvens e ausência de chuva.
Período anormalmente seco, em uma região específica, suficientemente prolongado para que a escassez de água provoque sério desequilíbrio hidrológico.
Suspensão de partículas muito finas de poeira e/ou fumaça no ar. Embora invisíveis individualmente a olho nu, são numerosas o suficiente para reduzir a visibilidade e conferir ao ar um aspecto opaco ou leitoso.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoMassa de ar seco mantém o tempo estável nos quatro estados
Baixar áudioA Região Sudeste terá tempo estável neste sábado (18), sob influência de uma massa de ar seco, que reduz a formação de nuvens e inibe a ocorrência de chuva na maior parte dos estados, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Em São Paulo, a capital registra temperatura mínima de 13°C e máxima de 26°C, com poucas nuvens ao longo do dia. Nas demais áreas do estado, o tempo segue estável.
No Rio de Janeiro, a previsão para a capital é de 14°C de mínima e 30°C de máxima, também com poucas nuvens. O tempo permanece firme nas demais regiões.
Em Minas Gerais, Belo Horizonte terá mínima de 12°C e máxima de 25°C, com poucas nuvens. A estabilidade atmosférica também predomina nas demais regiões do estado.
No Espírito Santo, Vitória terá mínima de 17°C e máxima de 27°C, com poucas nuvens. Nas demais áreas do estado, o tempo segue estável, sem previsão de chuva significativa.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA Região Norte terá, neste sábado (18), predomínio de muitas nuvens sobre grande parte dos estados, com ocorrência de chuva isolada em áreas da Amazônia. No Tocantins, a atuação de uma massa de ar seco mantém o tempo estável, favorecendo temperaturas elevadas.
No Acre, a previsão para Rio Branco é de muitas nuvens, com temperaturas entre 22°C e 32°C. Nas demais áreas do estado, o céu também deve permanecer com bastante nebulosidade ao longo do dia.
No Amapá, Macapá terá muitas nuvens, com mínima de 25°C e máxima de 32°C. A condição de nebulosidade também predomina nas regiões Norte, Central e Sul do estado.
No Amazonas, Manaus deve registrar muitas nuvens com pancadas de chuva, com temperaturas entre 25°C e 33°C. A instabilidade também alcança municípios das regiões do Centro Amazonense, Sudoeste Amazonense e Norte Amazonense, enquanto as demais áreas permanecem com muita nebulosidade.
No Pará, Belém terá muitas nuvens com chuva, com mínima de 24°C e máxima de 33°C. A previsão indica céu com muitas nuvens com possibilidade de chuva nas demais áreas da região.
Em Rondônia, Porto Velho terá muitas nuvens, com temperaturas variando entre 21°C e 32°C. A mesma condição é prevista para as regiões Leste Rondoniense e Madeira-Guaporé.
Em Roraima, Boa Vista terá muitas nuvens, com mínima de 25°C e máxima de 33°C. O cenário se repete nas regiões Norte, Sul e Centro-Sul do estado.
No Tocantins, Palmas terá poucas nuvens, com temperaturas entre 22°C e 37°C. O tempo firme também predomina nas regiões Ocidental, Oriental e Central do estado, mantendo o calor e reduzindo a possibilidade de chuva.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoMassa de ar seco mantém o interior da região com tempo estável
Baixar áudioO sábado (18) será marcado pelo contraste entre o interior e o litoral do Nordeste. Enquanto áreas do sertão e do interior permanecem sob influência de uma massa de ar seco, favorecendo tempo firme e temperaturas elevadas, a circulação de umidade mantém o céu com muitas nuvens e condições para chuva em trechos da faixa leste da região, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Maranhão, a previsão é de muitas nuvens em São Luís, com temperaturas entre 26°C e 32°C. Nas demais áreas do estado, o tempo segue com predomínio de nebulosidade, especialmente no Norte Maranhense e no Leste Maranhense, enquanto o Centro, o Oeste e o Sul Maranhense terão períodos de variação de nuvens, sem expectativa de chuva significativa.
No Piauí, Teresina terá muitas nuvens, com mínima de 25°C e máxima de 35°C. O tempo permanece estável em grande parte do estado, principalmente no Centro-Norte, Sudeste e Sudoeste Piauiense, favorecido pela atuação do ar seco.
No Ceará, Fortaleza registra muitas nuvens com chuva isolada, com temperaturas entre 24°C e 30°C. A instabilidade também alcança o Norte Cearense e o Noroeste Cearense, enquanto o Sertões Cearenses, o Centro-Sul e o Sul Cearense apresentam maior predomínio de tempo firme.
No Rio Grande do Norte, Natal terá muitas nuvens com pancadas de chuva, com mínima de 23°C e máxima de 29°C. As condições de instabilidade se concentram no Leste Potiguar, enquanto o Agreste, o Central Potiguar e o Oeste Potiguar terão céu com variação de nuvens e períodos de tempo estável.
Na Paraíba, João Pessoa também terá muitas nuvens com pancadas de chuva, com temperaturas entre 23°C e 28°C. A chuva tende a ocorrer principalmente no Leste Paraibano, enquanto a Borborema, o Agreste e o Sertão Paraibano permanecem com menor cobertura de nuvens ao longo do dia.
Em Pernambuco, a previsão para Recife é de muitas nuvens com pancadas de chuva, com mínima de 23°C e máxima de 28°C. As precipitações devem ocorrer com maior frequência na Mata Pernambucana e na Região Metropolitana do Recife, enquanto o Agreste e o Sertão Pernambucano seguem com tempo mais estável.
Em Alagoas, Maceió terá muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas, com temperaturas entre 24°C e 29°C. A instabilidade permanece concentrada no Leste Alagoano, enquanto o Agreste e o Sertão Alagoano registram predomínio de nuvens e menores condições para chuva.
No Sergipe, Aracaju terá muitas nuvens, com mínima de 21°C e máxima de 29°C. No interior, o Leste Sergipano apresenta maior nebulosidade, enquanto o Agreste e o Sertão Sergipano permanecem com tempo estável durante o sábado.
Na Bahia, Salvador terá poucas nuvens, com temperaturas entre 21°C e 29°C. O tempo firme predomina também no Centro-Sul Baiano, Vale São-Franciscano, Centro-Norte Baiano e Extremo Oeste Baiano, enquanto o Litoral Norte e o Nordeste Baiano apresentam maior variação de nebulosidade ao longo do dia.
Período anormalmente seco, em uma região específica, suficientemente prolongado para que a escassez de água provoque sério desequilíbrio hidrológico.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioNo primeiro semestre de 2026, 20 dos 27 estados brasileiros registraram queda nas exportações para os Estados Unidos, reflexo das tarifas adicionais impostas pelo governo norte-americano desde o ano passado. A retração foi impulsionada pela redução de 8,7% nas vendas de produtos industriais, sobretudo de semimanufaturados de ferro e aço, ferro fundido bruto, pasta química de madeira não conífera, óleos de petróleo e semimanufaturados de outras ligas de aço. Os dados são da Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Na última quarta-feira (15), o governo dos Estados Unidos anunciou uma nova tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros. A medida, que passa a valer a partir do próximo dia 22 de julho, decorre de uma investigação iniciada em julho de 2025 com base na Seção 301 da legislação comercial norte-americana.
Em junho deste ano, o Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) concluiu que práticas brasileiras relacionadas a comércio digital, tarifas preferenciais, combate à corrupção, propriedade intelectual, acesso ao etanol e combate ao desmatamento seriam restritivas ao comércio estadunidense.
Com base nessa avaliação, o governo norte-americano decidiu aplicar a tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros, preservando uma lista de 2.126 códigos tarifários. Entre os itens isentos da medida estão café, suco de laranja e carne.
O presidente da CNI, Ricardo Alban, afirma que os efeitos das tarifas impostas pelos Estados Unidos já são percebidos pela indústria brasileira e tendem a se intensificar com a nova sobretaxa.
“Diante do anúncio de hoje, o cenário tende a piorar, corroendo ainda mais a competitividade da indústria brasileira. Não podemos poupar esforços para reverter essa lógica e retomar a relação que Brasil e Estados Unidos construíram”, afirma.
Apesar da queda nas exportações, os Estados Unidos seguem como o principal destino dos produtos da indústria de transformação brasileira no primeiro semestre de 2026. Por isso, a CNI avalia com preocupação o anúncio da nova tarifa de 25%, que tende a ampliar os impactos sobre a competitividade da indústria nacional e sobre os estados mais dependentes do mercado norte-americano.
Confira as unidades federativas mais afetadas pela tarifa adicional de 25% e a parcela das exportações do setor sujeito à nova tarifa:
| Estado | Valor exportado aos EUA de Jan a Jun de 2026 (US$) | Variação 26-25 | % dos EUA nas exportações do estado |
|---|---|---|---|
| São Paulo | 6,0 bi | -4,3% | 17,1% |
| Rio de Janeiro | 2,9 bi | 15,4% | 10,3% |
| Minas Gerais | 1,9 bi | -18,9% | 8,6% |
| Espírito Santo | 1,4 bi | -19,2% | 27,5% |
| Rio Grande do Sul | 744,3 mi | -22,6% | 7,6% |
| Santa Catarina | 582,9 mi | -32,9% | 9,5% |
| Paraná | 499,6 mi | -32,9% | 4,2% |
| Goiás | 462,5 mi | 42,1% | 6,6% |
| Pará | 416,7 mi | -31,4% | 3,2% |
| Bahia | 373,2 mi | -14,0% | 6,3% |
| Mato Grosso do Sul | 371,0 mi | 13,7% | 6,3% |
| Ceará | 349,8 mi | -36,9% | 33,4% |
| Maranhão | 332,9 mi | -0,6% | 14,8% |
| Mato Grosso | 209,6 mi | 25,8% | 1,1% |
| Rondônia | 127,9 mi | 49,1% | 6,2% |
| Sergipe | 94,3 mi | -35,9% | 52,3% |
| Pernambuco | 35,9 mi | -33,4% | 3,6% |
| Amazonas | 35,8 mi | -2,6% | 6,1% |
| Rio Grande do Norte | 27,0 mi | -72,0% | 4,2% |
| Tocantins | 19,0 mi | -52,1% | 1,0% |
| Alagoas | 15,5 mi | -64,9% | 4,4% |
| Piauí | 11,6 mi | -17,7% | 2,4% |
| Paraíba | 10,3 mi | 5,9% | 15,8% |
| Distrito Federal | 5,5 mi | 34,2% | 3,0% |
| Amapá | 2,8 mi | -41,2% | 4,0% |
| Acre | 1,5 mi | -62,8% | 2,4% |
| Roraima | 0,2 mi | -33,7% | 0,2% |
A gerente de Comércio e Integração Internacional da CNI, Constanza Negri, afirma que a ampliação da lista de produtos isentos da tarifa adicional reflete o trabalho conjunto realizado pelos setores privados brasileiro e norte-americano ao longo da investigação conduzida pelos Estados Unidos.
"Por um lado, a ampliação das isenções trouxe alívio para os setores contemplados. Mas do ponto de vista geral da indústria, ainda está longe do cenário ideal, porque uma série de setores continuarão sendo taxados com uma alíquota adicional bem maior do que eles enfrentam hoje em dia”, diz.
Segundo Negri, mais de 50% das exportações brasileiras dos setores de madeira, minerais não metálicos e produtos químicos, por exemplo, passaram a enfrentar tarifas adicionais de, no mínimo, 25%.
A especialista alerta que os impactos vão além do comércio exterior. “Se levarmos em consideração que as exportações brasileiras para os Estados Unidos são aquelas que mais geram emprego no Brasil, estamos diante de um cenário no qual a competitividade da indústria brasileira será colocada em risco e sob uma pressão adicional”, avalia.
Para a gerente da CNI, a prioridade deve ser intensificar o diálogo entre os dois países para buscar uma solução negociada. "É necessário intensificar o diálogo para se atingir um consenso com os Estados Unidos, para que possa ser revertido esse cenário atual, onde são gerados prejuízos para o lado brasileiro e os Estados Unidos”, orienta.
Negri acrescenta que a indústria brasileira segue atuando em parceria com o governo federal, fornecendo análises técnicas sobre os impactos das tarifas e discutindo alternativas para reduzir os efeitos da medida sobre a competitividade das exportações brasileiras.
O governo brasileiro repudiou a decisão dos Estados Unidos de impor uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros. Em nota divulgada pela Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República, o governo afirma que não reconhece a legitimidade da investigação que embasou a medida e argumenta que o processo não encontra respaldo nas regras do sistema multilateral de comércio. O texto também sustenta que não há justificativa para a adoção de medidas unilaterais contra o Brasil.
“O dia 15 de julho de 2026 passará para a história das relações entre Brasil e EUA como um marco lastimável”, afirma a nota.
O comunicado informa ainda que o Brasil recorrerá aos instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade Econômica e voltará a acionar o mecanismo de solução de conflitos da Organização Mundial do Comércio (OMC).
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Baixar áudioSeis anos após a aprovação do Marco Legal do Saneamento, a participação da iniciativa privada nos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário segue em expansão. Levantamento da Associação e Sindicato Nacional das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (Abcon Sindcon) mostra que empresas privadas já atuam em 2.720 municípios brasileiros, o equivalente a 48,8% das cidades do país.
De acordo com a entidade, desde a aprovação da Lei nº 14.026, em 2020, foram realizados novos leilões, concessões e parcerias que ampliaram a presença da iniciativa privada no setor. Hoje, os contratos firmados representam mais de R$ 177 bilhões em investimentos, destinados à ampliação da infraestrutura de abastecimento de água e coleta e tratamento de esgoto.
O levantamento também aponta que a atuação privada beneficia milhões de brasileiros e tem contribuído para acelerar obras, ampliar a cobertura dos serviços e melhorar a eficiência operacional dos sistemas de saneamento.
Segundo a Abcon Sindcon, o Marco Legal trouxe maior segurança jurídica para os investimentos e criou um ambiente favorável para a expansão do setor. A entidade destaca que a continuidade desse processo será fundamental para que o Brasil alcance as metas de universalização dos serviços de saneamento previstas para os próximos anos.
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Baixar áudioMais de nove em cada dez municípios brasileiros registraram ao menos um desastre climático entre 1991 e 2024. É o que revela um estudo desenvolvido por cientistas do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), da Universidade de São Paulo (USP) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O levantamento analisou 59.658 ocorrências relacionadas à falta ou ao excesso de chuvas e reforça o avanço dos eventos climáticos extremos no país.
Ao todo, 5.096 dos 5.570 municípios brasileiros foram afetados por pelo menos um desastre no período analisado. As ocorrências foram classificadas em quatro categorias: secas, tempestades, inundações, que incluem alagamentos e enxurradas, e deslizamentos de terra.
O Nordeste concentrou o maior número de municípios atingidos, seguido pelas regiões Sudeste, Sul, Norte e Centro-Oeste. O estudo também mostra que milhares de cidades enfrentaram mais de um tipo de desastre ao longo das últimas três décadas, evidenciando a recorrência desses eventos em diferentes regiões do país.
Os impactos também aparecem nos indicadores sociais e econômicos. Segundo a pesquisa, os eventos climáticos extremos provocaram 4.774 mortes, 3.031 desaparecimentos e afetaram mais de 129,7 milhões de pessoas. As perdas econômicas ultrapassaram US$ 123,8 bilhões, considerando danos à infraestrutura, prejuízos materiais e impactos sobre a atividade econômica.
Na avaliação dos pesquisadores, os desastres climáticos não podem ser compreendidos apenas como fenômenos naturais. O estudo aponta que seus impactos são intensificados pelas mudanças climáticas, pela ocupação de áreas vulneráveis, pela expansão urbana desordenada e por deficiências no planejamento e na gestão pública.
Os cientistas também alertam que os impactos podem ser ainda maiores do que os registrados oficialmente, devido à subnotificação de ocorrências e às limitações dos sistemas de informação. Para os pesquisadores, fortalecer as Defesas Civis municipais, ampliar o monitoramento e aperfeiçoar os sistemas de registro são medidas fundamentais para reduzir os danos causados pelos eventos climáticos extremos e aumentar a capacidade de prevenção e resposta das cidades brasileiras.
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Esta reportagem foi produzida com base em um artigo publicado pela Agência FAPESP, de autoria da jornalista Luciana Constantino
Copiar o textoMedida busca equilibrar a cobrança de dívidas previdenciárias com a manutenção dos serviços públicos
Baixar áudioO Senado aprovou um projeto de lei que limita a 5% a parcela que a União poderá reter dos repasses do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) para quitar dívidas previdenciárias de estados e municípios. O Projeto de Lei (PL) 4.275/2021 segue agora para análise da Câmara dos Deputados.
A proposta busca preservar a capacidade financeira dos entes federativos, garantindo recursos para a manutenção de serviços públicos como saúde, educação e infraestrutura, sem impedir o pagamento dos débitos previdenciários.
Segundo dados da Confederação Nacional de Municípios (CNM), as retenções de recursos ultrapassaram R$ 5 bilhões em 2020 e 2021, afetando cerca de um quarto dos municípios brasileiros.
O projeto é de autoria do senador Rogério Carvalho (PT-SE) e teve como relatora a senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO). O parecer foi lido em Plenário pelo senador Nelsinho Trad (PSD-MS).
No relatório, a senadora afirma que a limitação das retenções é necessária diante dos impactos que esses descontos têm sobre a disponibilidade financeira de estados e municípios.
O FPE e o FPM são mecanismos pelos quais a União distribui parte da arrecadação de impostos aos estados e municípios. Esses recursos são uma das principais fontes de financiamento das administrações locais e ajudam a custear despesas em áreas como saúde, educação e infraestrutura.
Atualmente, quando um estado ou município possui dívidas previdenciárias com a União, parte dos repasses desses fundos pode ser retida para quitar os débitos.
Se o projeto for aprovado também pela Câmara dos Deputados e sancionado pelo presidente da República, esses descontos ficarão limitados a 5% do valor de cada repasse. A expectativa é evitar que retenções elevadas comprometam o caixa dos entes federativos, preservando sua capacidade de manter os serviços públicos enquanto as dívidas continuam sendo quitadas.
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Baixar áudioFoi publicada na noite desta quarta-feira (15) a medida provisória 1.376 de 2026, do governo federal, que permite a renegociação de dívidas de produtores rurais. A ideia era discutida no Congresso Nacional, pelo Projeto de Lei (PL) 5.122/2023, mas um acordo entre a presidência da Câmara dos Deputados, o Executivo e a bancada do agronegócio alterou o formato do socorro financeiro.
A matéria cria linhas de crédito destinadas a agricultores e pecuaristas de diferentes portes afetados por eventos climáticos adversos ou pela redução nos preços de comercialização de seus produtos. O pacote deve repactuar mais de R$ 100 bilhões em dívidas, com um impacto anual nas contas públicas inferior a R$ 4 bilhões, de acordo com estimativas do Ministério da Fazenda.
Para ter acesso às condições diferenciadas, os produtores devem comprovar perdas de, no mínimo, 30% em duas ou mais safras entre 2019 e 2025. Os limites das linhas de crédito e as taxas de juros variam a cada caso:
Dívidas que excedem os valores estipulados, até o máximo de R$ 8 milhões, também podem ser renegociadas diretamente com as instituições financeiras. Os interessados têm até o dia 12 de novembro para contratar o novo empréstimo e prazo de 8 anos para quitá-los.
O prazo também vale para produtores emitirem novas Cédulas de Produto Rural (CPR) – título que os bancos podem comprar para garantir os ganhos futuros da produção. Nesse caso, entretanto, os valores devem ser utilizados exclusivamente para o pagamento de CPRs anteriores.
A vedação ao uso de recursos do Fundo Social do Pré-Sal e dos fundos constitucionais do Norte e do Nordeste foi uma das alterações que a equipe econômica do governo fez em relação ao texto discutido no Congresso. No lugar, foi criado um fundo privado garantidor de crédito para dívidas rurais que possibilita aos bancos oferecer condições mais vantajosas em caso de inadimplência, uma demanda do setor agropecuário.
O novo fundo deverá receber aporte de R$ 2 bilhões da União e ter a participação de produtores rurais e instituições financeiras. Estados e municípios têm adesão facultativa.
O resgate financeiro para produtores rurais vem sendo discutido há quase três anos no Legislativo. O principal impasse entre governistas e parlamentares favoráveis à matéria era a abrangência de adesão às renegociações e o consequente custos das operações. Com a MP publicada, avaliada pela Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) como ‘acordo possível’, o projeto de lei deve ser arquivado.
Por se tratar de medida provisória, os efeitos já estão valendo. No entanto, o Congresso Nacional agora tem até 120 dias, sem contar o recesso, para decidir se transforma a medida em lei, tornando as regras definitivas.
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Baixar áudioMais de R$ 2,42 bilhões serão distribuídos aos municípios brasileiros nesta segunda-feira (20) por meio do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). O montante corresponde ao segundo decêndio de julho e é cerca de 2% maior do que o transferido no mesmo período do ano passado, quando os repasses somaram R$ 2,38 bilhões.
O especialista em orçamento público Cesar Lima avalia que o segundo decêndio de julho confirma um primeiro semestre positivo para o FPM. No entanto, ele ressalta que a alta da inflação nos últimos meses deve ser considerada na análise do crescimento dos repasses.
"Esse decêndio vem 2% maior que o do ano passado. Fechamos um primeiro semestre positivo. Contudo, não devemos esquecer que tivemos uma alta inflacionária nos últimos meses por conta da conjuntura internacional e da crise do petróleo. Temos que avaliar o quanto esse crescimento foi positivo em termos reais. Até o momento, os valores vêm correspondendo às expectativas. Agora, é importante que o gestor aproveite a parcela extra de 1% recebida neste mês para colocar as contas dos municípios em dia”, destaca Lima.
No dia 10 de julho, os municípios brasileiros receberam junto com a primeira parcela de julho do FPM a parcela extra de 1%, que ultrapassou R$ 9,9 bilhões. O valor extra é garantido pela Emenda Constitucional 84/2014 e os recursos já são esperados pelas prefeituras.
São Paulo concentra o maior volume de recursos neste segundo decêndio de julho, com quase R$ 300 milhões. Entre os municípios paulistas com os maiores repasses estão Araraquara, Piracicaba e São Bernardo do Campo, cada um com valores superiores a R$ 1,3 milhão.
Na sequência aparece Minas Gerais, com mais de R$ 297,3 milhões. No estado, Patos de Minas, Contagem e Divinópolis estão entre os municípios que recebem os maiores valores, todos acima de R$ 1,38 milhão.
Até 15 de julho de 2026, 22 municípios estavam impedidos de receber recursos do FPM. Confira a lista:
São José da Laje (AL)
Segundo o Tesouro Nacional, os bloqueios podem ocorrer por diversas razões, entre elas a falta de recolhimento da contribuição ao Pasep, pendências previdenciárias junto ao INSS, débitos inscritos na dívida ativa da União pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e a não prestação de informações ao Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde (SIOPS).
A suspensão dos repasses é temporária. Após a regularização das pendências, os recursos voltam a ser transferidos aos municípios e podem ser utilizados em áreas como saúde, educação, infraestrutura e pagamento de pessoal.
O FPM é integrado por parcelas da arrecadação do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). A divisão dos recursos entre os municípios acompanha coeficientes definidos pelo Tribunal de Contas da União (TCU), calculados especialmente baseados na população de cada cidade, conforme dados oficiais.
Os repasses são realizados a cada dez dias e, quando a data programada coincide com fim de semana ou feriado, o crédito é antecipado para o primeiro dia útil anterior.
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Baixar áudioO preço do boi gordo teve aumento de 0,59% nesta sexta-feira (17). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 331,15.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 16/07/2026 | 331,15 | 0,59% | -1,56% | 64,91 |
| 15/07/2026 | 329,20 | 0,34% | -2,14% | 64,84 |
| 14/07/2026 | 328,10 | 1,08% | -2,47% | 64,65 |
| 13/07/2026 | 324,60 | -0,63% | -3,51% | 63,25 |
| 10/07/2026 | 326,65 | 0,60% | -2,90% | 63,91 |
No mercado de frango, os valores apresentam estabilidade na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. O quilo do frango congelado é vendido a R$ 7,32 e o frango resfriado a R$ 7,34.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 16/07/2026 | 7,32 | 0,00% | 0,83% |
| 15/07/2026 | 7,32 | 0,69% | 0,83% |
| 14/07/2026 | 7,27 | 0,00% | 0,14% |
| 13/07/2026 | 7,27 | 0,14% | 0,14% |
| 10/07/2026 | 7,26 | 0,97% | 0,00% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 16/07/2026 | 7,34 | 0,00% | 1,10% |
| 15/07/2026 | 7,34 | 0,69% | 1,10% |
| 14/07/2026 | 7,29 | 0,00% | 0,41% |
| 13/07/2026 | 7,29 | 0,41% | 0,41% |
| 10/07/2026 | 7,26 | 0,97% | 0,00% |
Já a carcaça suína especial também mantém estabilidade nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 8,40.
Entre os estados analisados, o suíno vivo registra aumento no preço em Santa Catarina, onde o animal é comercializado a R$ 4,98.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 16/07/2026 | 8,40 | 0,00% | -1,41% |
| 15/07/2026 | 8,40 | -0,59% | -1,41% |
| 14/07/2026 | 8,45 | -1,17% | -0,82% |
| 13/07/2026 | 8,55 | -0,70% | 0,35% |
| 10/07/2026 | 8,61 | 0,00% | 1,06% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 16/07/2026 | MG - posto | 5,76 | 0,00% | -1,87% |
| 16/07/2026 | PR - a retirar | 4,85 | 0,00% | 4,75% |
| 16/07/2026 | RS - a retirar | 5,00 | 0,00% | -0,99% |
| 16/07/2026 | SC - a retirar | 4,98 | 0,40% | -1,39% |
| 16/07/2026 | SP - posto | 5,20 | 0,00% | -1,52% |
Os dados são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.
Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
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Baixar áudioO preço do café arábica abre esta sexta-feira (17) com recuo de 1,81%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.706,75 na cidade de São Paulo.
O café robusta também teve recuo de 1,37%, sendo comercializado a R$ 1.092,56.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 16/07/2026 | 1.706,75 | -1,81% | 8,11% | 334,53 |
| 15/07/2026 | 1.738,26 | -0,97% | 10,11% | 342,38 |
| 14/07/2026 | 1.755,35 | 1,53% | 11,19% | 345,88 |
| 13/07/2026 | 1.728,97 | 0,38% | 9,52% | 336,90 |
| 10/07/2026 | 1.722,48 | -2,29% | 9,11% | 337,01 |
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 16/07/2026 | 1.092,56 | -1,37% | 2,90% | 214,14 |
| 15/07/2026 | 1.107,68 | 0,24% | 4,32% | 218,18 |
| 14/07/2026 | 1.105,01 | 0,75% | 4,07% | 217,74 |
| 13/07/2026 | 1.096,83 | 0,84% | 3,30% | 213,72 |
| 10/07/2026 | 1.087,74 | -1,97% | 2,44% | 212,82 |
O preço do açúcar cristal apresenta queda de 0,47% na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 91,15.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 16/07/2026 | 91,15 | -0,47% | -0,13% | 17,87 |
| 15/07/2026 | 91,58 | -0,58% | 0,34% | 18,04 |
| 14/07/2026 | 92,11 | 1,53% | 0,92% | 18,15 |
| 13/07/2026 | 90,72 | -0,54% | -0,60% | 17,68 |
| 10/07/2026 | 91,21 | -1,08% | -0,07% | 17,85 |
Em Santos (SP), houve declínio de 1,57%, e a mercadoria é negociada a R$ 106,51 na média de preços sem impostos.
Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 16/07/2026 | 104,84 | -1,57% | -3,67% | 20,57 |
| 15/07/2026 | 106,51 | -0,36% | -2,13% | 21,00 |
| 14/07/2026 | 106,90 | -0,47% | -1,77% | 21,07 |
| 13/07/2026 | 107,40 | 0,02% | -1,31% | 20,98 |
| 10/07/2026 | 107,38 | -1,86% | -1,33% | 21,02 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 64,87, após aumento de 0,15%.
| Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* | |
|---|---|---|---|---|
| 16/07/2026 | 64,87 | 0,15% | 2,03% | 12,72 |
| 15/07/2026 | 64,77 | 0,20% | 1,87% | 12,76 |
| 14/07/2026 | 64,64 | 0,03% | 1,67% | 12,74 |
| 13/07/2026 | 64,62 | 0,17% | 1,64% | 12,59 |
| 10/07/2026 | 64,51 | 0,22% | 1,46% | 12,62 |
Os dados são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.
O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
Copiar o textoTrigo registra queda de preço no Rio Grande do Sul e aumento no Paraná
Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia esta sexta-feira (17) com declínio no interior do Paraná e na região litorânea de Paranaguá.
No mercado paranaense, o grão apresenta alta de 0,60%, com a saca negociada a R$ 133,94. Em Paranaguá, o aumento foi de 0,42%, levando a cotação para R$ 140,58.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 16/07/2026 | 133,94 | 0,60% | 5,11% | 26,25 |
| 15/07/2026 | 133,14 | 0,15% | 4,48% | 26,22 |
| 14/07/2026 | 132,94 | -0,28% | 4,32% | 26,20 |
| 13/07/2026 | 133,31 | 0,55% | 4,61% | 25,98 |
| 10/07/2026 | 132,58 | -0,08% | 4,04% | 25,94 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 16/07/2026 | 140,58 | 0,42% | 5,24% | 27,55 |
| 15/07/2026 | 139,99 | -0,46% | 4,80% | 27,57 |
| 14/07/2026 | 140,63 | -0,16% | 5,28% | 27,71 |
| 13/07/2026 | 140,86 | 0,30% | 5,45% | 27,45 |
| 10/07/2026 | 140,44 | 0,14% | 5,14% | 27,48 |
O trigo mantém a redução de preço no Rio Grande do Sul e aumento no Paraná.
No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.403,33. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.307,53.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 16/07/2026 | 1.307,53 | -0,37% | -1,65% | 256,28 |
| 15/07/2026 | 1.312,38 | 0,00% | -1,29% | 258,50 |
| 14/07/2026 | 1.312,38 | -0,22% | -1,29% | 258,60 |
| 13/07/2026 | 1.315,29 | 0,32% | -1,07% | 256,29 |
| 10/07/2026 | 1.311,07 | -0,11% | -1,38% | 256,52 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 16/07/2026 | 1.403,33 | 0,77% | 2,54% | 275,06 |
| 15/07/2026 | 1.392,65 | -0,06% | 1,76% | 274,31 |
| 14/07/2026 | 1.393,53 | 0,00% | 1,82% | 274,59 |
| 13/07/2026 | 1.393,52 | 1,30% | 1,82% | 271,53 |
| 10/07/2026 | 1.375,69 | 0,00% | 0,52% | 269,16 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
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Baixar áudioVocê já parou para pensar em como suas articulações trabalham para você? Elas conectam os ossos, permitindo movimentos suaves e harmônicos - desde os dedos das mãos até a coluna vertebral. São elas que nos permitem caminhar, dançar e realizar tarefas do dia a dia.
Com o tempo, as articulações podem perder flexibilidade e sofrer desgastes, mas com cuidados certos, é possível mantê-las saudáveis em qualquer idade.
Pratique exercícios, cuide da alimentação e proteja seus músculos para uma vida ativa e sem limitações!
Veja o vídeo com a explicação do especialista:
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