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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

Regras de Uso

1º - A utilização gratuita e livre dos materiais produzidos pelo Brasil 61 só será permitida depois que este termo de parceria for aceito pelo usuário, prevendo as seguintes regras:

a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o radialista realize o login no site da Agência do Rádio - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

ADENDOS IMPORTANTES SOBRE A PARCERIA

a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 Mais não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

Ao clicar em ACEITO, a emissora aqui cadastrada afirma concordar e estar ciente de todas as condições apresentadas neste Termo de Utilização de Conteúdo.

Paraná

03/07/2020 00:00h

Estudo será composto com pacientes que contraíram o coronavírus e terá a colaboração de 16 instituições de pesquisa do Paraná e de São Paulo

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Pesquisadores de dezesseis instituições do Paraná e de São Paulo investigam se há fatores genéticos que tornam uma pessoa mais ou menos propensa a desenvolver quadros graves da Covid-19. O projeto intitulado “Abordagem genômica para investigar variações genéticas do Sars-CoV-2 (coronavírus) e no hospedeiro humano” também pode auxiliar na busca de alvos terapêuticos.

Metodologia

O estudo usará pacientes que contraíram o coronavírus e os dividirá em três grupos: um com pessoas que apresentaram quadro clínico grave e mantidos em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) com auxílio de ventiladores pulmonares; outro com pacientes com quadro clínico moderado, internados na enfermaria e sem necessidade de serem encaminhados para a UTI; e por fim, pacientes com sintomas leves ou assintomáticos em isolamento social. 

Em Araraquara, no interior de São Paulo, serão coletadas trinta amostras de pacientes, dez para cada grupo dividido na pesquisa. 

De cada grupo serão colhidas amostras nasais para determinação de carga viral por RT-PCR (tipo de exame) e coleta de cinco mililitros de sangue para extração de DNA e sequenciamento. As coletas estão previstas para ocorrerem entre o final de julho e início de agosto. 

“Os pesquisadores estão observando qual é o perfil genético desses diferentes grupos com o objetivo de fazer o que chamamos de ‘medicina individualizada’, ou seja, procurar diferenças de respostas à terapia, alvos terapêuticos envolvidos na mudança genética, criar uma grande rede genômica de pacientes que possam fazer com que os clínicos consigam melhor definir quem é aquele que melhor responde às terapias que atualmente estão disponíveis”, explica a professora da Universidade Estadual de São Paulo no campus de Araraquara, Christiane Pienna Soares.

“É uma proposta interessante. O material genético vai ser sequenciado, vai avaliar se temos mudanças de alguma sequência entre os grupos que poderiam caracterizar evoluções diferentes”, completa a professora. 

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Instituições participantes

O projeto será desenvolvido pela Rede Genômica IPEC/Guarapuava, com pesquisadores de doze instituições de pesquisa do Paraná: a Universidade Estadual de Londrina (UEL), Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro), Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP), Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), Universidade Estadual do Paraná (Unespar) e a Universidade Federal do Paraná (UFPR), Faculdades Pequeno Príncipe (FPE-Curitiba), Instituto Carlos Chagas (Fiocruz/PR), Laboratório Central do Estado do Paraná (LACEN) e a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR).

O estudo conta ainda com quatro instituições paulistas: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, Faculdade de Ciências Farmacêuticas (UNESP-Araraquara), Universidade de Araraquara (Uniara) e a Faculdade de Medicina de Marília (Famema). Além delas, o projeto também agrega parcerias com professores da USP Ribeirão Preto, da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP e com a universidade americana de Illinois, entre outros.

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25/06/2020 11:40h

Senador defende entrada da iniciativa privada para fornecer serviços de água e esgoto com qualidade e espera mudança como a que ocorreu na telefonia

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O novo marco do saneamento é a chave para levar serviços de água e esgoto com qualidade aos brasileiros. É o que acredita o senador Oriovisto Guimarães (PODE-PR), defensor da proposta que abre concorrência no setor na tentativa de alavancar investimentos. Apesar de o Paraná ter índices de cobertura acima da média nacional, o parlamentar lembra que é preciso olhar para o restante do país.

“100 milhões de brasileiros não têm esgoto tratado e cerca de 30 milhões não tem sequer água potável e encanada em casa. Está mais do que na hora de mudar isso. É uma vergonha, o Brasil está atrás de muitos países”, critica.

Senado aprova novo marco do saneamento e abre caminho para atrair investimentos privados no setor

Saneamento no Brasil é prejudicado por excesso de normas e de agências reguladoras

Dados do Painel Saneamento Brasil, baseados no Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), revelam que, na região Sul, mais da metade da população (54%) não tem coleta de esgoto, o equivalente a 16 milhões de pessoas. Em outra estatística negativa, 45,4% do esgoto coletado não é tratado. Além disso, a parcela da população sem acesso à água chega a quase 10%. 

Para reverter esse quadro crítico, Oriovisto Guimarães enxerga o novo marco legal como primeiro passo em direção à universalização dos serviços, principalmente por permitir, por meio de licitação, a entrada de investimentos privados. 

“Talvez muitos não lembram do que acontecia com a telefonia, quando em cada estado tinha uma companhia telefônica estatal. Você declarava um aparelho telefônico no Imposto de Renda, de tão valioso que era e, às vezes, ficava na linha para conseguir uma ligação durante anos. Com a privatização vocês teve concorrência, o valor do telefone veio a zero e você tem quantas linhas quiser. Mudou completamente e acho que vai ocorrer de forma semelhante com o saneamento”, compara.

“As empresas públicas vão continuar existindo e continuar concorrendo, mas hoje elas estão mortas. Não têm dinheiro para investir em nada e é por isso que não fazem nada. Então, é preciso que haja dinheiro novo nisso e precisa haver concorrência”, completa Guimarães.

Mudanças

Fundamentada no modelo concorrencial entre empresas públicas e privadas, a nova lei estabelece que os contratos em vigor possam ser prorrogados por até 30 anos. A condição é que cumpram metas até 2033, limite máximo estabelecido pelo Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab) para que o fornecimento de água potável e coleta e tratamento de esgoto sejam universalizados. 

Já os novos contratos entre municípios e empresas operadoras passam a ser de concessão, com abertura de licitação e escolha da melhor proposta em termos técnicos e econômicos. Atualmente, a maioria dos acordos, conhecidos como contratos de programa, são feitos sem concorrência e não preveem metas de cobertura e expansão dos serviços. 

Outra novidade é a formação de blocos regionais para a prestação do serviço, onde uma empresa escolhida por licitação pode operar em mais de uma cidade. Esse mecanismo é uma tentativa de ajudar locais que individualmente não teriam capacidade de atrair investimentos.

Para o professor de Direto Concorrencial e Econômico do Ibmec SP Bruno Renzetti, isso é importante para que os serviços de saneamento cheguem a municípios do interior e áreas rurais. 

“Por muitas vezes, o saneamento ultrapassa o interesse local de uma única cidade. Então, o bloco de municípios vem suprir essa questão e buscar uma maior coordenação entre os diferentes municípios para que não decidam sozinhos sobre saneamento, principalmente quando compartilham instalações”, explica.

Para guiar as mudanças previstas no marco regulatório, a Agência Nacional de Águas (ANA) passa a emitir normas de referência e padrões de qualidade para os serviços de abastecimento de água, esgotamento sanitário, gestão de lixo urbano e drenagem de águas pluviais. A ideia é unificar normas e processos, já que existem no país mais de 50 agências reguladoras regionais e estaduais.
 

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Economia
29/05/2020 04:00h

Encomenda feita pelo Departamento Penitenciário Nacional manteve emprego de mais de 10 mil trabalhadores do estado e deu sobrevida a empresas do setor

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A região de Apucarana, um dos mais importantes polos têxteis do país, tem passado por uma situação diferente durante a pandemia. Nos últimos meses, indústrias locais têm ajustado as linhas de produção e confeccionado máscaras de proteção, em vez de peças de vestuários e bonés. Em maio, o segmento trabalha para fabricar cinco milhões de máscaras que serão usadas por profissionais de saúde que atendem detentos em todo o país – a encomenda foi feita pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen), vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública. 

Para que isso fosse possível, as empresas, em parceria com a Federação das Indústrias do Paraná (FIEP), se adaptaram para suprir a demanda por máscaras e outros equipamentos de proteção e, ao mesmo tempo, salvar empregos.

“Mais de 150 indústrias transformaram a sua produção fazendo esse novo produto, que é utilizado na linha de frente do combate ao covid-19. O resultado foi a saúde financeira da indústria. Sem isso, mais de 10 mil pessoas trabalhando em muitas dessas empresas estariam hoje desempregadas”, revela o gerente de Assuntos Estratégicos da FIEP, João Arthur Mohr.

Além de evitar demissões e suprir a demanda por insumos de saúde, a iniciativa foi um alívio para os empresários de Apucarana e região. Isso porque as vendas deram um novo fôlego a muitos negócios que estavam sem receita e de portas fechadas.

“Nós estamos produzindo um material de proteção que estava em falta no mercado. O setor de confecção de Apucarana está vendendo máscara para prefeituras, hospitais, farmácias, para o Depen e várias outras entidades”, elenca a presidente do Sindicato das Indústrias do Vestuário de Apucarana e Vale do Ivaí (SIVALE), Elizabete Ardigo.

Como adequar a linha de produção não é uma tarefa fácil, a FIEP presta assistência e orienta as empresas sobre normas de fabricação exigidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

Em outro esforço para reduzir os impactos da covid-19 no estado, a entidade que representa o setor industrial comprou todo o material necessário para a produção das máscaras, o que inclui 24 toneladas de tecido. Com essa quantidade, as indústrias paranaenses de confecção poderão entregar oito milhões de unidades. Por conta da crise financeira, a FIEP negocia o melhor preço com os fornecedores e, posteriormente, é paga pelos empresários.


 

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Saúde
26/05/2020 08:19h

Equipamentos de proteção são produzidos em quatro unidades do SENAI, em parceria com indústrias e instituições; 16 respiradores já foram recuperados

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Visando contribuir no combate à pandemia do coronavírus no Brasil, a Federação das Indústrias do Paraná (FIEP) já distribuiu 23 mil máscaras voltadas para uso de profissionais de saúde que atuam na linha de frente em hospitais do estado.

O modelo desenvolvido pela FIEP é o da máscara facial (face shield), que conta com uma proteção de plástico transparente à frente do rosto. Os equipamentos são produzidos em parceria com empresas da área de gestão de plástico e que possuem impressora 3D. A distribuição ocorre através da Coordenadoria Estadual da Defesa Civil.

“Os recursos são oriundos do próprio SENAI. Temos muitos voluntários também. A equipe do Exército está nos ajudando gratuitamente na produção. A rede toda custeia essa produção de maneira própria”, explica o gerente executivo de Tecnologia e Inovação do Sistema FIEP, Fabrício Lopes.

As máscaras são fabricadas em quatro unidades: no FabLab da Indústria de Curitiba; no Instituto SENAI de Tecnologia (IST) em Metalmecânica de Maringá e nas Faculdades da Indústria de São José dos Pinhais e Londrina.

Na capital, empresas da região fabricam os suportes das máscaras, que são entregues à equipe do SENAI. Por sua vez, a entidade fabrica os visores com acetato e separa os kits para entrega a profissionais de saúde. No IST em Metalmecânica de Maringá, a produção dos suportes é feita na própria unidade, mas os visores estão sendo fornecidos por parceiros. Já nas Faculdades da Indústria em São José dos Pinhais e Londrina estão produzindo os suportes por meio de impressão 3D.

A capital e outros 20 municípios já receberam as máscaras produzidas pela FIEP, entre eles Colombo, Quatro Barras e Mandirituba. 
Respiradores

Além dos equipamentos de proteção individual, as equipes da FIEP também trabalham na manutenção de respiradores, em ação encabeçada pelo SENAI em todo o país.

No Paraná, há dois pontos de reparo desses aparelhos, um em Maringá e o outro em Curitiba. Até o momento, as unidades da FIEP já receberam 75 equipamentos, dos quais 16 já foram devolvidos e estão aptos para serem utilizados. 



“A manutenção é baseada em um protocolo que foi desenvolvido em conjunto com a Anvisa, tanto para proteger os técnicos que estão realizando a manutenção, além dos voluntários, e garantir que o respirador volte para o hospital na condição adequada de atender os pacientes”, reforça Fabrício Lopes.

Qualquer hospital de Curitiba e demais regiões que tenha algum equipamento como esse e que precise de conserto pode solicitar o serviço por meio do e-mail inovaçã[email protected] 
 

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Brasil
10/04/2020 03:55h

Entidade que representa a indústria no estado forneceu equipamento para ajudar a suprir demanda local de profissionais da saúde

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Para contribuir no combate ao novo coronavírus, a aceleradora de startups da Federação das Indústrias do Paraná (FIEP) cedeu à Secretaria de Saúde de Pato Branco uma impressora 3D confecção de máscaras faciais. Por conta da alta procura, esses itens, indispensáveis para profissionais que trabalham em hospitais e unidades básicas, estão em falta no mercado. 

A Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) e as startups Tesserato e Compre 3D também participam da iniciativa. Ao todo, 12 impressoras 3D estão em uso para fabricação dos insumos. Dez equipamentos são operados em Pato Branco e os outros dois em Vitorino. Até o momento, já foram produzidas 261 máscaras.

Para o diretor de Educação e Tecnologia da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e diretor-geral do SENAI, Rafael Lucchesi, o gesto de solidariedade da FIEP demonstra como empresários e entidades da indústria têm colaborado na luta contra a covid-19.

“A indústria pode ter um papel importante em um conjunto de desafios, como na produção de meios de combate à doença, sobretudo na área de equipes médicas. Está faltando álcool gel e máscaras na área de enfermagem. Toda a infraestrutura industrial do SENAI tem dado um apoio importante nessa direção”, aponta Lucchesi.

Toda ajuda nesse momento, segundo o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação de Pato Branco, Géri Dutra, é bem-vinda. “Tem sido muito importante o trabalho [da FIEP] junto ao município de Pato Branco, bem como outros municípios da região para produzir equipamentos e na distribuição de insumos para a produção de máscaras”, reconhece o gestor.

Você que é morador de Pato Branco ou de cidades vizinhas também pode ajudar nessa corrente do bem. Quem puder colaborar com empréstimos de impressoras 3D ou doar matéria-prima, deve entrar em contato pelo e-mail: [email protected] ou pelo WhatsApp: (46) 99120-9664. A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação de Pato Branco permanece disponível para tirar dúvidas e receber doações pelo telefone: (46) 3220-6080.

Trabalho mútuo

Em Londrina, uma equipe das Faculdades da Indústria SENAI confecciona, paralelamente, suportes para máscaras faciais por meio da impressora 3D que está disponível na instituição. A ação faz parte de uma iniciativa realizada em conjunto com outras entidades do município que, junto com o SENAI, já produziram, no total, cerca de 400 suportes em uma semana. 

Depois de prontas, as máscaras são doadas para unidades públicas de saúde, entre elas o Hospital Universitário, que concentra o atendimento de referência a pacientes com covid-19 na região. A meta original de produção do grupo é de confeccionar até duas mil máscaras.

Outra equipe das Faculdades da Indústria desenvolve ação semelhante em São José dos Pinhais e fabrica máscaras faciais completas, também com impressoras 3D. A ação é uma parceria com indústrias locais, que se uniram para produzir as duas mil máscaras necessárias para atender a demanda da cidade. 

No total, nove impressoras estão em operação. Em menos de uma semana, já foram confeccionadas 200 máscaras para doação a profissionais de da saúde. Além da impressão de máscaras, a unidade realiza testes para encontrar alternativas que façam com que a fabricação desses itens tenha custo menor e seja mais rápida. 

Arte: Agência do Rádio Mais
 

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Saúde
21/03/2020 07:34h

Mutirão reúne Exército, secretarias de Segurança Pública e Saúde, Corpo de Bombeiros, Defesa Civil e técnicos da vigilância ambiental

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O Paraná vai mobilizar cerca de 700 pessoas contra a dengue neste sábado. Um mutirão que reúne Exército, secretarias de Segurança Pública e Saúde, Corpo de Bombeiros, Defesa Civil e técnicos da vigilância ambiental.

A dengue alcançou níveis impressionantes no Paraná. Foram registradas 49 mortes desde o início do período epidemiológico, em agosto de 2019, segundo boletim da Secretaria de Saúde.  Uma das cidades onde o mutirão vai passar é Santa Isabel do Ivaí, que registrou 1.800 casos nos últimos seis meses. Uma das recordistas no Paraná, atrás somente de Paranavaí.

Segundo o diretor da Saúde da cidade, muitas ações têm sido feitas como arrastões e visitas diárias às residências. O que fez com o número de casos reduzisse pela metade.  “A gente começou com 190 notificações, há 15 dias, 1 mês atrás. Hoje diminuiu muito. É um reflexo trabalho das agentes, da população também né. A população falha um pouquinho. Mas, o pessoal tá em cima, tá cobrando", afirma Claudio Barbosa, diretor da Saúde de Santa Isabel do Ivaí.  

A parceria com diversos setores também tem ajudado muito no combate à dengue em Santa Isabel do Ivaí. Além disso, o secretário explica que o Edes Egipti tem sido encontrado em diversos lugares, além da água parada. “Antigamente, a pessoa  achava que o mosquitinho só dava na agua limpa. Hoje, ele é encontrado em agua suja, dentro de uma fossa, em caixa de gordura", acrescenta.

 O mutirão em todo o Estado tem como tarefa eliminar os criadouros de larvas do mosquito em locais menos aparentes. A estratégia fez sucesso nas cidades que estavam no topo da lista de incidências ,como Nova Cantu e Barbosa Ferraz.

Todo o esforço tem como objetivo reduzir os altos índices no Paraná.  De acordo com o Ministério da Saúde, além do estado, o Acre e o Mato Grosso do Sul têm as maiores médias do Brasil, com mais de 300 casos a cada 100 mil habitantes.

E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes. 
 

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Saúde
17/03/2020 04:44h

Nos últimos seis meses, na região, foram registrados mais de 12,6 mil casos da doença

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Dos 29 municípios da microrregião de Paranavaí, 27 estão com alto risco de viverem um surto de dengue neste ano. Nos últimos seis meses, na região, foram registrados mais de 12,6 mil casos da doença. A cada 21 moradores, um teve dengue neste ano. Os dados são da Secretaria de Saúde do estado do Paraná. 

A cidade de Paranavaí é a que registrou o maior número de casos: foram 4,8 mil desde agosto, segundo dados das autoridades estaduais de saúde. Em segundo lugar, vem Santa Isabel do Ivaí, com cerca de 1,8 mil casos. Isso significa que um quinto da população da cidade teve dengue nos últimos seis meses. É a segunda maior incidência de dengue de todo o estado. 

O Secretário de Saúde do Paraná, Beto Preto, afirma que os esforços estão sendo feitos, mas ressaltou a importância do apoio da população no combate ao mosquito da dengue.  

“Estamos com essa preocupação, informando, dialogando, pois queremos atingir todos os municípios que estão no ápice da sua epidemia em casos novos de dengue. O trabalho está sendo feito, mas eu quero reiterar que nenhum resultado será satisfatório se não houver a participação ativa da comunidade, da população.”

Na região do Paranavaí, as únicas duas cidades que estão com baixo risco de surto de dengue são Marilena e Santa Cruz de Monte Castelo. Mas é importante lembrar que todo o estado do Paraná está em estado de alerta contra a dengue, decretado pelo governo estadual. 78 municípios já enfrentam epidemia de dengue.

O Diretor do Departamento de Imunizações da Sec. Saúde do Ministério da Saúde, Júlio Croda, lembra que combater os focos do mosquito transmissor é responsabilidade de toda a população e que isso deve ser feito com frequência. 

“Elimine os focos na sua residência. Essa eliminação tem que ser semanalmente. Você pode eleger um dia, geralmente, aos fins de semana, para fazer essa busca no sentido de encontrar e eliminar esses focos.”

Dados do Ministério da Saúde revelam que, em 2019, foram notificados mais de um milhão e meio de casos prováveis de dengue, em todo país. A taxa de incidência, para cada grupo de 100 mil habitantes, ultrapassou 735 ocorrências. 

E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes.

Arte: Ítalo Novais/Sabrine Cruz

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Política
17/03/2020 04:07h

Comissão mista que analisa o tema deve criar novas regras para acabar com guerra fiscal entre estados e mudar fórmula de arrecadação do ICMS

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A comissão mista especial que analisa a reforma tributária no Congresso Nacional discute o texto que atualizará o modelo de cobrança de impostos no Brasil. Os senadores e deputados do colegiado vão se basear nos textos apresentados na PEC 110/2019 e PEC 45/2019, que tramitam no Senado e na Câmara, para elaborar as novas normas.  

Segundo o deputado federal Enio Verri (PT-PR), uma das necessidades que o novo modelo deve observar é a simplificação tributária, já que isso vai ajudar o Brasil a se tornar mais “produtivo” e com “maior capacidade econômica” para receber novos investimentos. A expectativa do parlamentar é que seja elaborado um texto que atinja os anseios dos contribuintes, inclusive com geração de emprego e renda.

“Qualquer intenção de construir uma síntese das duas reformas é positiva. Particularmente, a bancada está animada com essa reforma, embora a gente entenda que ela é apenas um bom início para o debate. A proposta do ex-deputado Luiz Carlos Hauly e proposta do deputado Baleia Rossi têm muitas coisas em comum, dá para construir um texto único”, entende o parlamentar.

Os textos unificam a cobrança de impostos sobre bens e serviços nos estados, municípios e governo federal, e, em contrapartida, criam o Imposto Sobre Bens e Serviços (IBS) e o Imposto Seletivo (IS). As propostas modernizam ainda o sistema de arrecadação tributária com a adoção de procedimentos digitais e reformulam a dinâmica dos impostos cumulativos que, atualmente, são cobrados durante as etapas de produção das mercadorias. Esse formato é o principal alvo de críticas do setor produtivo.   

O senador Oriovisto Guimarães (PODE-PR) avalia que o país ainda não tem condições de reduzir a carga tributária porque União, estados e municípios precisam manter a arrecadação. Aumentar as cobranças, segundo Guimarães, também não convém porque a população já paga muitos impostos. Por isso, a solução para o país seria, ao menos, “tornar o sistema tributário mais claro e objetivo”.

“Nesse momento, aumentar a carga tributária é inviável. Se não tem como baixar o quanto se cobra, que pelo menos simplifique a forma de arrecadação. Hoje, é um absurdo. Uma empresa tem que manter um departamento com 10 ou 15 funcionários, dependendo do tamanho da companhia, só para preencher papel referente ao pagamento de imposto”, critica.

ICMS 

A fórmula de arrecadação do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) também deve ser revista pelos parlamentares da comissão mista da reforma tributária. A princípio, a ideia de deputados e senadores é agregar essa tributação ao IBS, com alíquota padronizada em todos os entes da federação, com parte do valor flexível e sob competência dos estados, como prevê o texto da PEC 45/2019.

Além disso, a cobrança do imposto estadual deve ter a dinâmica invertida. No modelo atual, o ICMS é cobrado no estado onde o produto é fabricado. Com a criação do IBS, o tributo passa a ser retido no destino da mercadoria. A tática pode contribuir para diminuir a “guerra fiscal” e tornar a concorrência mais justa entre as unidades da Federação.
 

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Saúde
12/03/2020 12:00h

Foram mais de 25,2 mil casos prováveis no período entre 29 de dezembro até 1º fevereiro

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O Paraná está em estado alerta por conta da dengue. Foram mais de 25,2 mil casos prováveis no período entre 29 de dezembro até 1º fevereiro. O dado é do último Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde.

Entre as medidas destacadas no decreto de alerta no estado está o Comitê Intersetorial de Controle da Dengue, que é composto por representantes de todas as áreas do Governo e sociedade civil organizada para intensificar o combate aos focos do mosquito Aedes aegypti.
O Secretário de Saúde do Paraná, Beto Preto, diz que os esforços estão sendo feitos, mas ressaltou a importância do apoio da população no combate ao mosquito da dengue. 

“Estamos com essa preocupação, informando, dialogando, pois queremos atingir todos os municípios que estão no ápice da sua epidemia em casos novos de dengue o trabalho está sendo feito. Mas quero reiterar que nenhum resultado será satisfatório se não houver a participação ativa da comunidade, da população.”

ARB MAIS

O balanço das autoridades estaduais de saúde aponta, de agosto de 2019 a fevereiro deste ano, 76,3 mil casos prováveis de dengue, 325 municípios no Paraná. Londrina, Paranavaí e Maringá tiveram mais casos notificados. 
O Rodrigo Said explica que com essas condições, é fundamental que a população escute as orientações das autoridades de saúde e ajudem no combate à dengue.

“Nessa época do ano, o mosquito pode completar seu ciclo de reprodução, de se eclosão dos ovos até o inseto adulto em dez dias. Então, a gente chama a população para participar efetivamente para reduzir os criadouros dentro do seu domicílio.” 

E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes. Ministério da Saúde, Governo Federal. Pátria Amada Brasil. 

ARB MAIS

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Saúde
15/01/2020 05:17h

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Em 2019, dos 399 municípios do Paraná, 330 estiveram em estado de alerta com o mosquito Aedes aegypti. No ano passado, as cidades, com maiores índices de infestação predial do inseto, concentraram-se na região norte e oeste do estado, onde ficam Foz do Iguaçu, Cascavel, Maringá, Londrina, Jacarezinho, Cornélio Procópio, Paranavaí, Umuarama, Cia Norte e Campo Mourão.

Em 2020, esses, e os demais municípios do estado, principalmente nos centros urbanos com grandes aglomerações populacionais, a população precisa ficar atenta para os cuidados de prevenção à proliferação do mosquito transmissor. 

Técnico da Divisão de Vigilância Ambiental da Secretaria Estadual de Saúde do Paraná, Ronaldo Trevisan, conta que o estado trabalha as informações das doenças transmitidas pelo mosquito, principalmente, dengue, chikungunya e zika, para estabelecer alertas e ações de combate.  
No ano passado, Paraná teve 41.652 casos suspeitos de dengue, 237 de chikungunya e 47 de zika. 

“Isso está sendo indicado para os municípios, para mobilização da população, para o desenvolvimento em todas as ações por meio das suas equipes de campo, para que nós tenhamos como levar para todo cidadão a condição de, realmente, não ter criadouro de mosquito nos nossos domicílios, também cuidando das vias públicas, praças públicas e os órgãos e prédios públicos para que também não haja criadouro do mosquito”.

O morador de Foz do Iguaçu, Carlos Eduardo de Santi, médico-veterinário, teve dengue. Ele suspeita que foi picado pelo mosquito transmissor perto de casa, onde os vizinhos, segundo ele, jogam lixo nos terrenos baldios da região. 

Ele conta que, quando começou a sentir dor de cabeça, nos olhos e na nuca, desconfiou, a princípio, de uma pequena enxaqueca. Mas, o quadro clínico se agravou e, no médico, foi avisado que estava com dengue. 

“A dengue que eu peguei foi tipo 4, que é o sorotipo viral de pouca circulação na cidade. Aqui nós temos historicamente já o 1, o 2 e o 3 nas grandes epidemias que a cidade teve, e mesmo nos momentos entre epidemias, a circulação do vírus tipo 4 é muito pequena. Então, eu fui talvez um dos primeiros a ter, nesse ano com certeza, e a gente se preocupa, por pouca gente estar imunizada”.

Dos 399 municípios paranaenses, 96 deles tiveram, no ano passado, ocorrências de casos contraídos na própria cidade. Em todo estado do Paraná, a incidência de dengue, em grupos de 100 mil habitantes, é de mais de 364 casos. 

E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes. 

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