Paraná

24/12/2022 00:21h

A cidade tem registrado, nos últimos anos, índices altos de infestação predial, de acordo com a série histórica do Levantamento Rápido de Índices para o Aedes aegypti, o LIRAa

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A população de Campo Mourão (PR) e dos outros 13 municípios da microrregião precisa ficar alerta contra o mosquito transmissor da dengue, da chikungunya e da Zika. É que a cidade tem registrado, nos últimos anos, índices altos de infestação predial, de acordo com a série histórica do Levantamento Rápido de Índices para o Aedes aegypti, o LIRAa. O levantamento permite, por amostragem, saber a quantidade de imóveis que abrigam recipientes com larvas do mosquito.
 
Além disso, o Estado do Paraná registrou, entre janeiro e dezembro deste ano (SE49), 162.629 casos prováveis de dengue, segundo informações do mais recente boletim epidemiológico do Ministério da Saúde. Ainda, de acordo com o documento, no período, foram 339 casos prováveis de chikungunya e 32 casos prováveis de Zika (SE46).

Com o risco de surto das três doenças, os moradores de Campo Mourão devem redobrar os cuidados para diminuir a infestação do Aedes aegypti, especialmente em época de chuva. A melhor maneira para isso é descartar ou higienizar semanalmente e proteger qualquer objeto que acumule água e possa servir de criadouro. A enfermeira da Estratégia de Saúde da Família, Adryenne de Carvalho Mello, compartilha algumas medidas simples e eficazes para interromper o ciclo de vida do mosquito.

“Esvaziar garrafas, não estocar pneus em áreas descobertas, não acumular água em lajes ou calhas, colocar areia nos vasos de planta e cobrir bem tonéis e caixas-d’água são algumas iniciativas básicas. Todo local de água parada deve ser eliminado, pois é lá que o mosquito transmissor coloca os seus ovos”. 

Adryenne de Carvalho Mello lembra que todas as faixas etárias têm o mesmo risco de contrair a dengue e que outras doenças, como a chikungunya, a Zika e até a COVID-19 podem ter sintomas parecidos. Para não haver dúvida em relação ao diagnóstico e ao tratamento mais adequado, a enfermeira orienta buscar atendimento na Unidade de Saúde mais próxima a qualquer sinal de mal-estar.

“Normalmente, o primeiro sintoma da dengue é a febre alta (39° a 40°C), de início repentino, que geralmente dura de 2 a 7 dias, acompanhada de dor de cabeça, dor no corpo e nas articulações, prostração (fadiga), fraqueza, dor atrás dos olhos e erupções cutâneas. Na fase febril, é difícil diferenciar a doença de outras enfermidades. Por isso, é importante consultar um médico em caso de suspeita.”

Segundo informações da Secretaria de Estado da Saúde do Paraná, de 31 de julho de 2022 até o momento, 189 municípios paranaenses registraram casos da dengue. 

Por isso, todo dia é dia de combater o mosquito. E de ficar atento aos sintomas também. Saiba mais sobre as formas de prevenção aos focos do Aedes aegypti e consulte as orientações no site www.gov.br/combataomosquito. 

 

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ZIKA: Saiba quais os sintomas da doença

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24/12/2022 00:17h

A cidade tem registrado, nos últimos anos, índices altos de infestação predial, de acordo com a série histórica do Levantamento Rápido de Índices para o Aedes aegypti, o LIRAa.

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LOC.: A população de Dois Vizinhos e dos outros 18 municípios da microrregião de Francisco Beltrão (PR) precisa ficar alerta contra o mosquito transmissor da dengue, da chikungunya e da Zika. É que a cidade tem registrado, nos últimos anos, índices altos de infestação predial, de acordo com a série histórica do Levantamento Rápido de Índices para o Aedes aegypti, o LIRAa. O levantamento permite, por amostragem, saber a quantidade de imóveis que abrigam recipientes com larvas do mosquito.
 
Além disso, o Estado do Paraná registrou, entre janeiro e dezembro deste ano (SE49), 162.629 casos prováveis de dengue, segundo informações do mais recente boletim epidemiológico do Ministério da Saúde. Ainda, de acordo com o documento, no período, foram 339 casos prováveis de chikungunya e 32 casos prováveis de Zika (SE46).

Com o risco de surto das três doenças, os moradores de Dois Vizinhos devem redobrar os cuidados para diminuir a infestação do Aedes aegypti, especialmente em época de chuva. A melhor maneira para isso é descartar ou higienizar semanalmente e proteger qualquer objeto que acumule água e possa servir de criadouro. A enfermeira da Estratégia de Saúde da Família, Adryenne de Carvalho Mello, compartilha algumas medidas simples e eficazes para interromper o ciclo de vida do mosquito.

TEC./SONORA: Adryenne de Carvalho Mello, enfermeira da Estratégia de Saúde da Família.

“Esvaziar garrafas, não estocar pneus em áreas descobertas, não acumular água em lajes ou calhas, colocar areia nos vasos de planta e cobrir bem tonéis e caixas-d’água são algumas iniciativas básicas. Todo local de água parada deve ser eliminado, pois é lá que o mosquito transmissor coloca os seus ovos”. 

LOC.: Adryenne de Carvalho Mello lembra que todas as faixas etárias têm o mesmo risco de contrair a dengue e que outras doenças, como a chikungunya, a Zika e até a COVID-19 podem ter sintomas parecidos. Para não haver dúvida em relação ao diagnóstico e ao tratamento mais adequado, a enfermeira orienta buscar atendimento na Unidade de Saúde mais próxima a qualquer sinal de mal-estar.

TEC./SONORA: Adryenne de Carvalho Mello, enfermeira da Estratégia de Saúde da Família. 

“Normalmente, o primeiro sintoma da dengue é a febre alta (39° a 40°C), de início repentino, que geralmente dura de 2 a 7 dias, acompanhada de dor de cabeça, dor no corpo e nas articulações, prostração (fadiga), fraqueza, dor atrás dos olhos e erupções cutâneas. Na fase febril, é difícil diferenciar a doença de outras enfermidades. Por isso, é importante consultar um médico em caso de suspeita.”

LOC.: Segundo informações da Secretaria de Estado da Saúde do Paraná, de 31 de julho de 2022 até o momento, 189 municípios paranaenses registraram casos da dengue. 

Por isso, todo dia é dia de combater o mosquito. E de ficar atento aos sintomas também. Saiba mais sobre as formas de prevenção aos focos do Aedes aegypti e consulte as orientações no site www.gov.br/combataomosquito. 

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A população de Dois Vizinhos e dos outros 18 municípios da microrregião de Francisco Beltrão (PR) precisa ficar alerta contra o mosquito transmissor da dengue, da chikungunya e da Zika. É que a cidade tem registrado, nos últimos anos, índices altos de infestação predial, de acordo com a série histórica do Levantamento Rápido de Índices para o Aedes aegypti, o LIRAa. O levantamento permite, por amostragem, saber a quantidade de imóveis que abrigam recipientes com larvas do mosquito.
 
Além disso, o Estado do Paraná registrou, entre janeiro e dezembro deste ano (SE49), 162.629 casos prováveis de dengue, segundo informações do mais recente boletim epidemiológico do Ministério da Saúde. Ainda, de acordo com o documento, no período, foram 339 casos prováveis de chikungunya e 32 casos prováveis de Zika (SE46).

Com o risco de surto das três doenças, os moradores de Dois Vizinhos devem redobrar os cuidados para diminuir a infestação do Aedes aegypti, especialmente em época de chuva. A melhor maneira para isso é descartar ou higienizar semanalmente e proteger qualquer objeto que acumule água e possa servir de criadouro. A enfermeira da Estratégia de Saúde da Família, Adryenne de Carvalho Mello, compartilha algumas medidas simples e eficazes para interromper o ciclo de vida do mosquito.

“Esvaziar garrafas, não estocar pneus em áreas descobertas, não acumular água em lajes ou calhas, colocar areia nos vasos de planta e cobrir bem tonéis e caixas-d’água são algumas iniciativas básicas. Todo local de água parada deve ser eliminado, pois é lá que o mosquito transmissor coloca os seus ovos”. 

Adryenne de Carvalho Mello lembra que todas as faixas etárias têm o mesmo risco de contrair a dengue e que outras doenças, como a chikungunya, a Zika e até a COVID-19 podem ter sintomas parecidos. Para não haver dúvida em relação ao diagnóstico e ao tratamento mais adequado, a enfermeira orienta buscar atendimento na Unidade de Saúde mais próxima a qualquer sinal de mal-estar.

“Normalmente, o primeiro sintoma da dengue é a febre alta (39° a 40°C), de início repentino, que geralmente dura de 2 a 7 dias, acompanhada de dor de cabeça, dor no corpo e nas articulações, prostração (fadiga), fraqueza, dor atrás dos olhos e erupções cutâneas. Na fase febril, é difícil diferenciar a doença de outras enfermidades. Por isso, é importante consultar um médico em caso de suspeita.”

Segundo informações da Secretaria de Estado da Saúde do Paraná, de 31 de julho de 2022 até o momento, 189 municípios paranaenses registraram casos da dengue. 

Por isso, todo dia é dia de combater o mosquito. E de ficar atento aos sintomas também. Saiba mais sobre as formas de prevenção aos focos do Aedes aegypti e consulte as orientações no site www.gov.br/combataomosquito. 

 

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24/12/2022 00:12h

As três cidades têm registrado, nos últimos anos, índices altos de infestação predial, de acordo com a série histórica do Levantamento Rápido de Índices para o Aedes aegypti, o LIRAa.

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A população de Nova Londrina, Loanda, Amaporã e dos outros 26 municípios da microrregião de Paranavaí (PR) precisa ficar alerta contra o mosquito transmissor da dengue, da chikungunya e da Zika. É que as três cidades têm registrado, nos últimos anos, índices altos de infestação predial, de acordo com a série histórica do Levantamento Rápido de Índices para o Aedes aegypti, o LIRAa. O levantamento permite, por amostragem, saber a quantidade de imóveis que abrigam recipientes com larvas do mosquito.
 
Além disso, o Estado do Paraná registrou, entre janeiro e dezembro deste ano (SE49), 162.629 casos prováveis de dengue, segundo informações do mais recente boletim epidemiológico do Ministério da Saúde. Ainda, de acordo com o documento, no período, foram 339 casos prováveis de chikungunya e 32 casos prováveis de Zika (SE46).

Com o risco de surto das três doenças, os moradores de Nova Londrina, Loanda e Amaporã devem redobrar os cuidados para diminuir a infestação do Aedes aegypti, especialmente em época de chuva. A melhor maneira para isso é descartar ou higienizar semanalmente e proteger qualquer objeto que acumule água e possa servir de criadouro. A enfermeira da Estratégia de Saúde da Família, Adryenne de Carvalho Mello, compartilha algumas medidas simples e eficazes para interromper o ciclo de vida do mosquito.

“Esvaziar garrafas, não estocar pneus em áreas descobertas, não acumular água em lajes ou calhas, colocar areia nos vasos de planta e cobrir bem tonéis e caixas-d’água são algumas iniciativas básicas. Todo local de água parada deve ser eliminado, pois é lá que o mosquito transmissor coloca os seus ovos”. 

Adryenne de Carvalho Mello lembra que todas as faixas etárias têm o mesmo risco de contrair a dengue e que outras doenças, como a chikungunya, a Zika e até a COVID-19 podem ter sintomas parecidos. Para não haver dúvida em relação ao diagnóstico e ao tratamento mais adequado, a enfermeira orienta buscar atendimento na Unidade de Saúde mais próxima a qualquer sinal de mal-estar.

“Normalmente, o primeiro sintoma da dengue é a febre alta (39° a 40°C), de início repentino, que geralmente dura de 2 a 7 dias, acompanhada de dor de cabeça, dor no corpo e nas articulações, prostração (fadiga), fraqueza, dor atrás dos olhos e erupções cutâneas. Na fase febril, é difícil diferenciar a doença de outras enfermidades. Por isso, é importante consultar um médico em caso de suspeita.”

Segundo informações da Secretaria de Estado da Saúde do Paraná, de 31 de julho de 2022 até o momento, 189 municípios paranaenses registraram casos da dengue. 

Por isso, todo dia é dia de combater o mosquito. E de ficar atento aos sintomas também. Saiba mais sobre as formas de prevenção aos focos do Aedes aegypti e consulte as orientações no site www.gov.br/combataomosquito. 

 

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DENGUE: Casos prováveis crescem 172,4% em um ano, aponta boletim do Ministério da Saúde

DENGUE: Febre alta e dor no corpo? Saiba quais os sintomas da doença

CHIKUNGUNYA: Doença se caracteriza por dores nas articulações

CHIKUNGUNYA: Região Nordeste registra maior incidência da doença em 2022

ZIKA: Saiba quais os sintomas da doença

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24/12/2022 00:07h

As quatro cidades têm registrado, nos últimos anos, índices altos de infestação predial, de acordo com a série histórica do Levantamento Rápido de Índices para o Aedes aegypti, o LIRAa

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A população de Assis Chateaubriand, Formosa do Oeste, Santa Helena, Guaíra e dos outros 17 municípios da microrregião de Toledo (PR) precisa ficar alerta contra o mosquito transmissor da dengue, da chikungunya e da Zika. É que as quatro cidades têm registrado, nos últimos anos, índices altos de infestação predial, de acordo com a série histórica do Levantamento Rápido de Índices para o Aedes aegypti, o LIRAa. O levantamento permite, por amostragem, saber a quantidade de imóveis que abrigam recipientes com larvas do mosquito.
 
Além disso, o Estado do Paraná registrou, entre janeiro e dezembro deste ano (SE49), 162.629 casos prováveis de dengue, segundo informações do mais recente boletim epidemiológico do Ministério da Saúde. AindaZ de acordo com o documento, no período, foram 339 casos prováveis de chikungunya e 32 casos prováveis de zika (SE46).

Com o risco de surto das três doenças, os moradores de Assis Chateaubriand, Formosa do Oeste, Santa Helena e Guaíra devem redobrar os cuidados para diminuir a infestação do Aedes aegypti, especialmente em época de chuva. A melhor maneira para isso é descartar ou higienizar semanalmente e proteger qualquer objeto que acumule água e possa servir de criadouro. A enfermeira da Estratégia de Saúde da Família, Adryenne de Carvalho Mello, compartilha algumas medidas simples e eficazes para interromper o ciclo de vida do mosquito.

“Esvaziar garrafas, não estocar pneus em áreas descobertas, não acumular água em lajes ou calhas, colocar areia nos vasos de planta e cobrir bem tonéis e caixas-d’água são algumas iniciativas básicas. Todo local de água parada deve ser eliminado, pois é lá que o mosquito transmissor coloca os seus ovos”. 

Adryenne de Carvalho Mello lembra que todas as faixas etárias têm o mesmo risco de contrair a dengue e que outras doenças, como a chikungunya, a Zika e até a COVID-19 podem ter sintomas parecidos. Para não haver dúvida em relação ao diagnóstico e ao tratamento mais adequado, a enfermeira orienta buscar atendimento na Unidade de Saúde mais próxima a qualquer sinal de mal-estar.

“Normalmente, o primeiro sintoma da dengue é a febre alta (39° a 40°C) de início repentino, que geralmente dura de 2 a 7 dias, acompanhada de dor de cabeça, dor no corpo e nas articulações, prostração (fadiga), fraqueza, dor atrás dos olhos e erupções cutâneas. Na fase febril, é difícil diferenciar a doença de outras enfermidades. Por isso, é importante consultar um médico em caso de suspeita.”

Segundo informações da Secretaria de Estado da Saúde do Paraná, de 31 de julho de 2022 até o momento, 189 municípios paranaenses registraram casos da dengue. 

Por isso, todo dia é dia de combater o mosquito. E de ficar atento aos sintomas também. Saiba mais sobre as formas de prevenção aos focos do Aedes aegypti e consulte as orientações no site www.gov.br/combataomosquito. 
 

 

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DENGUE: Casos prováveis crescem 172,4% em um ano, aponta boletim do Ministério da Saúde

DENGUE: Febre alta e dor no corpo? Saiba quais os sintomas da doença

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CHIKUNGUNYA: Região Nordeste registra maior incidência da doença em 2022

ZIKA: Saiba quais os sintomas da doença

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24/12/2022 00:01h

A cidade tem registrado, nos últimos anos, índices altos de infestação predial, de acordo com a série histórica do Levantamento Rápido de Índices para o Aedes aegypti, o LIRAa.

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A população de São Miguel do Iguaçu e dos outros dez municípios da microrregião de Foz do Iguaçu (PR) precisa ficar alerta contra o mosquito transmissor da dengue, da chikungunya e da Zika. É que a cidade tem registrado, nos últimos anos, índices altos de infestação predial, de acordo com a série histórica do Levantamento Rápido de Índices para o Aedes aegypti, o LIRAa. O levantamento permite, por amostragem, saber a quantidade de imóveis que abrigam recipientes com larvas do mosquito.
 
Além disso, o Estado do Paraná registrou, entre janeiro e dezembro deste ano (SE49), 162.629 casos prováveis de dengue, segundo informações do mais recente boletim epidemiológico do Ministério da Saúde. Ainda, de acordo com o documento, no período, foram 339 casos prováveis de chikungunya e 32 casos prováveis de Zika (SE46).

Com o risco de surto das três doenças, os moradores de São Miguel do Iguaçu devem redobrar os cuidados para diminuir a infestação do Aedes aegypti, especialmente em época de chuva. A melhor maneira para isso é descartar ou higienizar semanalmente e proteger qualquer objeto que acumule água e possa servir de criadouro. A enfermeira da Estratégia de Saúde da Família, Adryenne de Carvalho Mello, compartilha algumas medidas simples e eficazes para interromper o ciclo de vida do mosquito.

“Esvaziar garrafas, não estocar pneus em áreas descobertas, não acumular água em lajes ou calhas, colocar areia nos vasos de planta e cobrir bem tonéis e caixas-d’água são algumas iniciativas básicas. Todo local de água parada deve ser eliminado, pois é lá que o mosquito transmissor coloca os seus ovos”. 

Adryenne de Carvalho Mello lembra que todas as faixas etárias têm o mesmo risco de contrair a dengue e que outras doenças, como a chikungunya, a Zika e até a COVID-19 podem ter sintomas parecidos. Para não haver dúvida em relação ao diagnóstico e ao tratamento mais adequado, a enfermeira orienta buscar atendimento na Unidade de Saúde mais próxima a qualquer sinal de mal-estar.

“Normalmente, o primeiro sintoma da dengue é a febre alta (39° a 40°C,) de início repentino, que geralmente dura de 2 a 7 dias, acompanhada de dor de cabeça, dor no corpo e nas articulações, prostração (fadiga), fraqueza, dor atrás dos olhos e erupções cutâneas. Na fase febril, é difícil diferenciar a doença de outras enfermidades. Por isso, é importante consultar um médico em caso de suspeita.”

Segundo informações da Secretaria de Estado da Saúde do Paraná, de 31 de julho de 2022 até o momento, 189 municípios paranaenses registraram casos da dengue. 

Por isso, todo dia é dia de combater o mosquito. E de ficar atento aos sintomas também. Saiba mais sobre as formas de prevenção aos focos do Aedes aegypti e consulte as orientações no site www.gov.br/combataomosquito

 

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DENGUE: Casos prováveis crescem 172,4% em um ano, aponta boletim do Ministério da Saúde

DENGUE: Febre alta e dor no corpo? Saiba quais os sintomas da doença

CHIKUNGUNYA: Doença se caracteriza por dores nas articulações

CHIKUNGUNYA: Região Nordeste registra maior incidência da doença em 2022

ZIKA: Saiba quais os sintomas da doença

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23/12/2022 23:54h

As três cidades têm registrado, nos últimos anos, índices altos de infestação predial, de acordo com a série histórica do Levantamento Rápido de Índices para o Aedes aegypti, o LIRAa

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A população de Capitão Leônidas Marques, Corbélia, Nova Aurora e dos outros 15 municípios da microrregião de Cascavel (PR) precisa ficar alerta contra o mosquito transmissor da dengue, da chikungunya e da Zika. É que as três cidades têm registrado, nos últimos anos, índices altos de infestação predial, de acordo com a série histórica do Levantamento Rápido de Índices para o Aedes aegypti, o LIRAa. O levantamento permite, por amostragem, saber a quantidade de imóveis que abrigam recipientes com larvas do mosquito. 

Além disso, o Estado do Paraná registrou, entre janeiro e dezembro deste ano (SE49), 162.629 casos prováveis de dengue, segundo informações do mais recente boletim epidemiológico do Ministério da Saúde. Ainda, de acordo com o documento, no período, foram 339 casos prováveis de chikungunya e 32 casos prováveis de Zika (SE46).

Com o risco de surto das três doenças, os moradores de Capitão Leônidas Marques, Corbélia e Nova Aurora devem redobrar os cuidados para diminuir a infestação do Aedes aegypti, especialmente em época de chuva. A melhor maneira para isso é descartar ou higienizar semanalmente e proteger qualquer objeto que acumule água e possa servir de criadouro. A enfermeira da Estratégia de Saúde da Família, Adryenne de Carvalho Mello, compartilha algumas medidas simples e eficazes para interromper o ciclo de vida do mosquito.

“Esvaziar garrafas, não estocar pneus em áreas descobertas, não acumular água em lajes ou calhas, colocar areia nos vasos de planta e cobrir bem tonéis e caixas-d’água são algumas iniciativas básicas. Todo local de água parada deve ser eliminado, pois é lá que o mosquito transmissor coloca os seus ovos”. 

Adryenne de Carvalho Mello lembra que todas as faixas etárias têm o mesmo risco de contrair a dengue e que outras doenças, como a chikungunya, a Zika e até a COVID-19 podem ter sintomas parecidos. Para não haver dúvida em relação ao diagnóstico e ao tratamento mais adequado, a enfermeira orienta buscar atendimento na Unidade de Saúde mais próxima a qualquer sinal de mal-estar.

“Normalmente, o primeiro sintoma da dengue é a febre alta (39° a 40°C), de início repentino, que geralmente dura de 2 a 7 dias, acompanhada de dor de cabeça, dor no corpo e nas articulações, prostração (fadiga), fraqueza, dor atrás dos olhos e erupções cutâneas. Na fase febril, é difícil diferenciar a doença de outras enfermidades. Por isso, é importante consultar um médico em caso de suspeita.”

Segundo informações da Secretaria de Estado da Saúde do Paraná, de 31 de julho de 2022 até o momento, 189 municípios paranaenses registraram casos da dengue. 

Por isso, todo dia é dia de combater o mosquito. E de ficar atento aos sintomas também. Saiba mais sobre as formas de prevenção aos focos do Aedes aegypti e consulte as orientações no site www.gov.br/combataomosquito

 

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DENGUE: Casos prováveis crescem 172,4% em um ano, aponta boletim do Ministério da Saúde

DENGUE: Febre alta e dor no corpo? Saiba quais os sintomas da doença

CHIKUNGUNYA: Doença se caracteriza por dores nas articulações

CHIKUNGUNYA: Região Nordeste registra maior incidência da doença em 2022

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11/12/2022 14:18h

Não há previsão de liberação pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR)

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O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) vai manter o bloqueio da Estrada da Graciosa (PR-410), no Litoral, devido a danos no pavimento verificados após os deslizamentos de terra na última semana. Segundo o DER paranaense, não há previsão de liberação. 

De acordo com informações do órgão estadual, o bloqueio entre o km 6 e o km 16 tem barreiras físicas e apoio do Batalhão de Polícia Rodoviária da Polícia Militar do Paraná. A rodovia apresenta uma trinca de aproximadamente 50 metros no pavimento no km 7. O processo para contratação emergencial de empresa para os serviços de recuperação do local já está em tramitação

No Nordeste do país, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) revitalizou 27 quilômetros de pavimento da BR- 232, no estado de Pernambuco. Os serviços de revestimento do asfalto e a implantação da sinalização foram feitos no trecho do km 468 ao km 495 da rodovia, entre os municípios de Mirandiba e Verdejante.
 

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01/12/2022 17:00h

Risco para novos transtornos aumenta com chuvas intensas principalmente nas regiões Sudeste e Sul

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A previsão para os próximos dias é de muita chuva principalmente para as regiões Sudeste e Sul, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). A presença de áreas de instabilidade, com o ar quente e úmido no Brasil, e a circulação de baixa pressão contribuem para a formação de muitas nuvens carregadas sobre o país. Esses fenômenos acontecem principalmente no fim da primavera e durante o período do verão.

De acordo com o meteorologista do Inmet, Mamedes Melo Júnior, a circulação ciclônica nos níveis médios da atmosfera está causando as chuvas volumosas. “Esses fenômenos estão levando essas chuvas com grandes volumes nas áreas do Paraná, parte de São Paulo e até mesmo Santa Catarina. E devem perdurar pelo menos até nesta quinta-feira , talvez até o final de semana nessas áreas. Além dele, na região Sul ainda temos uma circulação forte dos ventos do oceano, levando bastante umidade, o que contribui para fortalecer a nebulosidade e essa chuva continua na região.”  

De acordo com o Inmet, há risco de alagamentos, deslizamentos de encostas e transbordamentos de rios nas áreas. A Defesa Civil alerta para os cuidados em relação às medidas de proteção. “Em caso de tempestade, caso o cidadão esteja ao ar livre, ele deverá sempre procurar um abrigo seguro, longe de árvores, de antenas. Evitar para quem está em casa, o uso do eletrodoméstico, do telefone e, sobretudo, em hipótese alguma, usar o aparelho celular plugado à tomada, pois  corre risco de choque elétrico. Também, caso esteja conduzindo um veículo, o cidadão deverá procurar um local elevado, evitando assim a enxurrada”, explica o secretário de Estado da Defesa Civil (Sedec) do Piauí, José Augusto Nunes. 

Em virtude das fortes chuvas, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) está acompanhando e monitorando as rodovias concedidas, com o propósito de garantir a segurança dos usuários e a fluidez do tráfego.

Segundo a ANTT, equipes de fiscalização estão em alerta e apoiando o trabalho das concessionárias e dos órgãos envolvidos. “Constantemente as concessionárias monitoram todo o trecho concedido por meio de câmeras de CFTV espalhadas ao longo do sistema. Essas câmeras são centralizadas em centros de controle operacional de cada uma das concessionárias e todos eles são interligados ao centro nacional de supervisão operacional da agência. Além disso, todas as concessionárias, mantêm equipes de inspeção nas rodovias”, esclarece o superintendente de Infraestrutura Rodoviária da ANTT, Roger da Silva Pegas. 

O superintendente acrescenta ainda que as orientações aos motoristas podem ser acompanhadas nos portais e perfis oficiais nas redes sociais das concessionárias e ANTT. “Os motoristas são orientados em relação a qualquer evento extraordinário, através de painéis de mensagem variável dispostos ao longo dos trechos de rodovia e principalmente nas praças de pedágio. Portanto, a qualquer momento em que for verificada alguma chuva forte, uma interrupção, ou algo que possa impactar na fluidez de tráfego, as mensagens são inseridas nos painéis existentes das concessionárias. Essas informações também podem ser encontradas dentro do portal da ANTT, onde é possível verificar as alterações existentes no trecho rodoviário e possíveis rotas alternativas. Uma alternativa também são as redes sociais das concessionárias.” 

Próximos 15 dias

Segundo o INMET, a previsão para as próximas duas semanas é de bastante umidade pelas áreas central e norte do país. A irregularidade nas chuvas é causada principalmente pelo fenômeno La Niña, que modifica toda a circulação geral da atmosfera. 

“Há uma previsão para o mês dezembro de que essa chuva continue com bons volumes, especialmente na região Norte e na parte central do Brasil. Vamos continuar tendo chuvas parecidas com as de novembro, em menos quantidade do que em novembro, mas que ainda indica boas chuvas neste período de dezembro tanto no Goiás quanto na parte da região sudeste", informa o meteorologista Mamedes Melo.

De acordo com o INMET, para a região Sul do Brasil, pode haver ausência de chuvas no Rio Grande do Sul, mas não está descartada a ocorrência de temporais ao longo do mês de dezembro, já no fim da primavera. “Esse tempo mais severo pode acontecer, ele pode vir ainda com aquele pacote fechado em algumas áreas do Brasil: com queda de granizo, rajadas de vento, descarga elétrica, isso não está descartado que possa vir a acontecer ao longo de todo o mês de dezembro, e por que não dizer, ao longo de todo o período do verão”, observa o meteorologista.

O que fazer em situações de alerta

Se a população identificar um risco potencial de deslizamento, a orientação é procurar a Defesa Civil pelo telefone 199 ou pelas comissões de Defesa Civil municipais. Para receber alertas pelo Whatsapp, é necessário se cadastrar pelo número (61) 2034-4611 e, em seguida, interagir com o chatbot (robô de atendimento). A Defesa Civil Nacional orienta também os moradores das regiões de risco a se inscreverem nos serviços de alerta, enviando um SMS com o CEP do local onde moram ou do local em questão, para o número 40199.

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29/11/2022 11:47h

Risco de alagamentos, deslizamentos de encostas e transbordamentos de rios em parte da região é grande

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O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), por meio da Defesa Civil Nacional, segue monitorando a situação das fortes chuvas que atingem Santa Catarina e Paraná. Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), parte desses estados está em alerta vermelho, o que indica grande perigo de acumulados de chuvas até a noite desta quarta-feira (30).

De acordo com o Inmet, os acumulados podem superar 100 milímetros por dia. Com isso, o risco de alagamentos, deslizamentos de encostas e transbordamentos de rios em algumas regiões é elevado.

Entre as áreas que devem ser mais afetadas pelo desastre estão a Região Metropolitana de Curitiba, Vale do Itajaí, Grande Florianópolis, Sudeste Paranaense, Norte Catarinense, Sul Catarinense e a Região Serrana e o Nordeste Rio-grandense.

Diante da previsão, o Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad) opera com equipes de plantão para acompanhar o registro de qualquer ocorrência significativa e já comunicou as defesas civis estaduais do risco.

O coordenador-geral de Gerenciamento de Desastres da Defesa Civil Nacional, Tiago Molina Schnorr, pede para que a população fique atenta às informações oficiais e aos locais onde serão divulgados os alertas, além de adotar medidas de autoproteção.

“É fundamental que a população adote algumas medidas de prevenção, como desligar aparelhos elétricos e quadro geral de energia. Em caso de enxurrada, colocar documentos e objetos de valor em sacos plásticos. Já em situação de grande perigo confirmada, é importante procurar abrigo e evitar permanecer ao ar livre. A população precisa ficar atenta às informações oficiais e aos locais onde serão divulgados os alertas, além de adotar medidas de autoproteção”, observou.

Equipes do Corpo de Bombeiros de Santa Catarina e o Paraná seguem trabalhando nas operações de busca no deslizamento de terra na BR-376. Segundo a Defesa Civil do Paraná, até o momento, um óbito foi confirmado. Ainda não há informações oficiais sobre o número de pessoas desaparecidas.

Para receber alertas por WhatsApp

Para ter acesso ao serviço, é necessário se cadastrar pelo telefone (61) 2034-4611 ou pelo link e, em seguida, interagir com o chatbot (robô de atendimento), enviando um simples "Oi". Após essa primeira interação, o usuário poderá compartilhar sua localização atual ou escolher qualquer outra do seu interesse e, dessa forma, receber as mensagens que serão encaminhadas pelos órgãos de defesa civil locais.

Após o envio de qualquer mensagem pelo usuário, o robô encaminhará a pergunta se a pessoa deseja receber os alertas da Defesa Civil. Se sim, será disponibilizado no chatbot os termos de uso e política de privacidade, que regulamentam o projeto, e o pedido para o aceite do usuário.

Na sequência, será solicitado ao usuário que envie a localização que deseja receber os alertas. Podem ser cadastradas várias localizações diferentes, pensando nos lugares que frequenta, que deseja monitorar ou mesmo se for fazer alguma viagem.

São três diferentes possibilidades para o cadastro das localizações: a pessoa pode compartilhar a localização na mensagem (toque em Anexar > Localização); digitar o CEP e clicar em enviar ou, simplesmente, digitar o nome do município e enviar. Essas áreas de interesse podem ser editadas a qualquer momento.

Para receber alertas por SMS

A Defesa Civil Nacional orienta os moradores das regiões de risco a se inscreverem nos serviços de alerta, enviando um SMS com o CEP do local onde mora, ou outro local de interesse, para o número 40199.

Não há limite de locais cadastrados e o serviço é totalmente gratuito para a população. A partir da previsão de desastre, a população receberá um aviso contendo informações de risco e orientações para a autoproteção.

Outra recomendação é ficar atento aos alertas publicados no Twitter da Defesa Civil Nacional (@defesacivilbr) e do Instituto Nacional de Meteorologia (@inmet_).

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23/11/2022 18:40h

Decreto publicado pelo governo estadual não é válido para áreas essenciais, como saúde e segurança pública

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Com o início da Copa do Mundo do Catar, os governos estaduais publicaram decretos que estabelecem o funcionamento dos serviços locais para os dias de jogo do Brasil. Em 11 de novembro, o Ministério da Economia já havia divulgado uma portaria com as regras para o expediente dos servidores federais. O Brasil estreia nesta quinta-feira (24), às 16h, contra a Sérvia. 

No Paraná, segundo a norma estabelecida pelo Executivo local para a primeira fase da competição, há dois horários definidos. Para os jogos que começam às 16h, ou seja, a partida de estreia e o último jogo, no dia 2 de dezembro, contra Camarões, o expediente será das 8h30 às 14h30. Para a segunda partida, dia 28 de novembro, às 13h, das 8h às 12h. 

“Quanto às horas não trabalhadas, a regra é que haja a compensação. Pode utilizar do banco de horas, que pode já ter, ou então compensa, literalmente prolongando a jornada. A prorrogação é de no máximo duas horas por dia”, explica o mestre em Direito das Relações Sociais e Trabalhistas, Washington Barbosa. 

Barbosa destaca ainda que a compensação de horas é mais frequente na iniciativa privada. “A prática de banco de horas de compensação de jornada é comum tanto na administração privada quanto na pública. Na privada, ela é muito mais comum. De poucos anos para cá, a administração pública tem colocado controle de horário. Até a própria lei regula esse tipo de situação. Pode utilizar sim o banco de horas ou mesmo compensação de jornada”, enfatiza. 

Se a seleção brasileira se classificar para as etapas seguintes da Copa do Mundo, o expediente nos órgãos do governo paranaense será revisto conforme a definição dos próximos confrontos da equipe do Brasil na competição.

Serviços essenciais

Para os serviços considerados essenciais, por outro lado, o decreto não vale. De acordo com o comunicado, ficam ressalvados serviços considerados imprescindíveis, como os de emergência prestados nas áreas da saúde e segurança pública.

“Considera-se atividade especial aquelas que são essenciais ao desenvolvimento, à manutenção das pessoas. Podemos citar, por exemplo, postos de gasolina, serviços de segurança e saúde. Podemos falar da questão relacionada à manutenção de elevadores, caldeiras em indústrias. Neste caso, elas não podem, durante os jogos, serem afastadas do trabalho”, diz Barbosa. 

Copa do Mundo: servidores públicos federais vão ter expediente reduzido nos jogos do Brasil 

Bancos

Os bancos também seguirão expediente diferente em dias de jogo do Brasil no Catar, conforme decisão comunicada pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

No caso de jogos às 13h, o funcionamento das agências será das 8h30 às 11h30. Nos dias de jogos às 16h, o horário de funcionamento será das 9h às 14h. Em todas as partidas, considera-se o horário de Brasília.

Se o Brasil avançar para as etapas seguintes e tiver algum jogo marcado para meio-dia, o horário de atendimento ao público será das 9h às 11h e das 15h30 às 16h30. Segundo a Febraban, a decisão considera questões como a segurança das agências e de transporte de valores.

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Brasil 61