Dr. Ajuda
18/10/2022 17:00h

O Dr. Eduardo Yanasse dá mais detalhes sobre o assunto

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Você já fez ou conhece alguém que fez cirurgia e precisou de anestesia geral? Para maioria das pessoas quando falamos anestesia geral vem e uma imagem de alguém dormindo e medo. Esse assunto costuma assustar as pessoas, talvez por não entenderem direito como ela funciona. O Dr. Eduardo Yanasse dará mais detalhes sobre o assunto. 

A anestesia não é simplesmente fazer a pessoa dormir. Além dessa perda da consciência, que na medicina chamamos de hipnose, a anestesia geral pode incluir a amnésia, que é a perda temporária da memória que é exatamente para a pessoa não se lembrar do que ocorreu; analgesia que é tirar a dor e o relaxamento dos músculos para facilitar ao máximo a cirurgia.

Entendido isso, como é o passo a passo da Anestesia Geral? O que acontece com voce durante a anestesia? Eu vou dividir em algumas partes para ficar mais fácil.

  1. Checagem: Antes de iniciar o procedimento, é preciso que esteja tudo pronto para que o procedimento seja o mais seguro possível. Então, antes de começar a anestesia, você vai ser monitorizado com pressão arterial, oxímetro de pulso, eletrocardiograma, e isso vai ser mantido até o final, inclusive na sala de recuperação pós-anestésica. Depois de tudo pronto, os dados confirmados, equipamentos checados e paciente monitorizado, estamos prontos para começar. 
  2. A segunda fase é chamada de Indução da anestesia. Aqui introduzimos as medicações que falei pela veia ou por meio de gases inalatórios. Ambos se distribuem pelo corpo todo através da corrente sanguínea produzindo o efeito que a gente deseja: tirar a dor e a consciência, promover a amnésia e o relaxamento muscular que falei. Uma vez dormindo, o anestesista então realiza a intubação traqueal, que nada mais é que colocar um tubo especial no interior da traqueia. E por que isso é feito? Basicamente por duas funções mais importantes:  Controlar a respiração  (Esse tubo fica conectado a um aparelho de anestesia que contém um ventilador mecânico que o anestesista controla. Assim controlamos a respiração e oxigenação do paciente e isso nos dá uma segurança muito maior)  Além desse controle da respiração o tubo na traqueia também protege o pulmão de uma aspiração. A partir desse momento é que a cirurgia propriamente dita pode começar
  3. Terceira fase: manutenção. O paciente pode ser mantido nesse plano de anestesia pelo tempo que for necessário através de infusões contínuas de anestésicos pela veia, ou então inalatórios pelo tubo orotraqueal e isso vai sendo tateado conforme a necessidade ao longo do procedimento. 
  4. Quarta e última fase: Reversão ou Despertar do paciente. Tanto as medicações na veia quanto os inalatórios vão sendo reduzidas ou desligadas, e as vezes, usamos outros medicamentos que revertem os efeitos das medicações anestésicas. O tempo que leva até o paciente acordar é individual, depende do metabolismo da pessoa, do tempo de cirurgia, do procedimento que foi feito, da quantidade e tipo de anestésico utilizado, mas de uma maneira geral, uma vez desligada as medicações, em poucos minutos o paciente acorda. 

Aquele tubo na traqueia é retirado assim que o paciente esteja respirando sozinho e com segurança.

Com a anestesia revertida o paciente acorda! Estando sem tubo, respirando sozinho e com segurança, o paciente será levado para a sala de recuperação pós-anestésica, onde ele vai permanecer monitorizado, e observado até recuperar a lucidez e ter condições de alta para ir para o quarto. 

Para saber mais detalhes sobre o assunto, assista ao vídeo no canal Dr. Ajuda. 

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Dr. Ajuda
28/09/2022 17:00h

A Dra. Anna Domingues dá mais detalhes sobre o assunto

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Você conhece alguém que tenha síndrome de Down? Sabe quais são os problemas de saúde ligados a essa condição? A Dra. Anna Domingues dá mais detalhes sobre o assunto.

Muitos de vocês devem conhecer ou já devem ter conhecido pessoas com síndrome de Down. Também chamada de Trissomia do cromossomo 21, a síndrome de Down é uma condição genética em que no 21º par de cromossomos em vez de dois, há três cromossomos. A presença deste cromossomo extra faz com que, além de características específicas que já vamos falar adiante, algumas doenças sejam mais comuns.

Mas o que caracteriza a síndrome de Down?

Ela se caracteriza por uma tríade, ou seja, existem três componentes comuns a todas as pessoas dessa população: 

  1. Características fenotípicas, ou seja, quando olhamos para essas pessoas vemos traços no rosto e corpo muito parecidos. Entre eles, podemos destacar olhos amendoados, rosto mais arredondado e menor, orelhas mais baixas, estatura mais baixa, mãos e pés menores, língua maior (e muitas vezes para fora), pescoço mais curto e com excesso de tecido, excesso de peso, nariz pequeno e achatado, entre muitos outros.
  2. Fraqueza muscular, que chamamos de hipotonia. A hipotonia faz com que toda a musculatura tenha menos força tanto para movimentação quanto para sustentação. Essa característica, junto com ligamentos mais frouxos e articulações mais flexíveis, faz com que tenhamos que prestar muita atenção ao desenvolvimento motor na infância; já na vida adulta ela exige atenção a lesões de pés, mãos, joelho, quadril e tronco. Ter hipotonia não significa que não será possível realizar movimentos como falar, comer ou andar. Tudo é possível, porém cada indivíduo terá seu tempo de aprendizado e de aquisição de determinada habilidade, além de precisar de acompanhamento específico para que não se machuque e para que aprenda adequadamente a realizar cada movimento. 
  3. Deficiência intelectual, comum a todos os indivíduos que possuem essa síndrome. Esse é um aspecto que deve ser enfatizado, porque muitas pessoas têm uma visão errada. Não existe grau da deficiência e, portanto, não falamos em grau da síndrome de down. É comum ouvirmos as pessoas falarem “Nossa, que grau leve. Nem parece que essa pessoa tem síndrome de down”. Uma fala como essa, além de carregar o estigma de que ter síndrome de down é algo ruim, traz consigo a ideia de que o desenvolvimento desses indivíduos é pré-definido e limitado. O desenvolvimento intelectual é algo extremamente complexo e que não tem um único fator como determinante. 

Precisamos incentivar as famílias a estimularem ao máximo essas crianças. É muito importante que as famílias brinquem e façam tudo que fariam com outros filhos (desde que não haja restrições médicas), para que eles atinjam o potencial de desenvolvimento que podem atingir. Como não é possível saber qual é esse potencial, as oportunidades oferecidas são cruciais. Nas crianças com síndrome de Down, parte desse estímulo deve vir de maneira direcionada, a partir de terapias semanais ou quinzenais com fisioterapeuta, fonoaudióloga e terapeuta ocupacional. Quando falamos de desenvolvimento, o papel dessas profissionais é preparar o corpo desde pequeno para cada habilidade a ser conquistada.

Problemas de saúde mais comuns:

Pessoas com síndrome de Down frequentemente precisam de óculos por conta de diferentes problemas visuais. Além disso, tanto após o nascimento, como ao longo da vida, é frequente a existência de deficiência auditiva. Outras alterações comuns são da tireóide, problemas cardíacos e pulmonares como pneumonia de repetição e asma. 

Para terminar, não podemos perder de vista que cada indivíduo é único e que a síndrome não determina o seu destino. Ela deve ser encarada como mais uma característica. Mas entender quais os cuidados específicos que cada pessoa requer é essencial para que seu desenvolvimento seja pleno, dentro de cada potencial. Uma pessoa com síndrome de Down pode ser perfeitamente saudável e conquistar seus sonhos assim como qualquer um. Nem todos vão ter problemas de saúde e não há um padrão de desenvolvimento igual a todos. Portanto, se tiver perguntas, converse com um médico especialista.

Para saber mais detalhes sobre o assunto, assista ao vídeo no canal Dr. Ajuda.

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Dr. Ajuda
24/09/2022 13:00h

Neste episódio a Dra. Tatiana torres dá mais detalhes sobre o assunto

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Você sabe o que é infarto? Sabe os cuidados que devem ser seguidos após um infarto? Neste episódio a Dra. Tatiana torres dá mais detalhes sobre o assunto.

Todas as partes do nosso corpo precisam de sangue com nutrientes e oxigênio para viver. Se por alguma razão o sangue não chega uma determinada parte do corpo, essa parte começa a morrer, isso é o que chamamos de infarto.

Existe infarto de vários lugares do corpo como cérebro, também conhecido por derrame ou AVC, no pulmão, no rim, mas sem dúvida o mais conhecido é o infarto do coração ou do músculo do coração chamado Miocárdio, o que na medicina chamamos de IAM, Infarto Agudo do Miocárdio.

O que causa o infarto no coração?

Na maioria das vezes o infarto ocorre quando há um súbito entupimento nas chamadas artérias coronárias, que são os vasos sanguíneos que levam o sangue com nutrientes e oxigênio para o músculo do coração. Essa obstrução normalmente é causada por uma placa de gordura na artéria, que se rompe, favorecendo a formação de um coágulo em cima dessa placa. Esse coágulo é que acaba entupindo a artéria e dessa forma impede o fluxo do sangue para parte do músculo do coração que assim, como eu falei, começa a morrer definindo o infarto.

Uma vez que isso acontece a pessoa normalmente começa a ter alguns sintomas. O mais frequente é a dor no peito, uma dor forte no peito em aperto ou opressão, podendo irradiar para os ombros, braço esquerdo, boca do estômago ou até na mandíbula. As vezes a dor no peito pode estar acompanhada de outros sintomas como falta de ar, suador, enjoos e vômitos.  

No hospital, o paciente recebe diversos tratamentos e medicamentos específicos com objetivo de diminuir o sofrimento do coração e principalmente levar sangue a área infartada. Na maioria das vezes faz parte também do tratamento a desobstrução da artéria entupida com medicamentos que dissolvem o coágulo de sangue, ou através do cateterismo cardíaco e da angioplastia. Em casos mais complexos em que não é possível tratar a artéria, a correção das obstruções das artérias coronárias se faz por uma cirurgia aberta do coração, com a colocação de pontes. Então se está entupido aqui e não é possível desentupir o que se faz é uma ponte que leva o sangue de um lugar ao outo pulando o local da obstrução. Essa ponte é feita com as veias safena ou com artérias como a artéria mamária. Daí o nome ponte safena e ponte mamária. 

Tratamento

  1. Quando o paciente recebe alta após uma internação por infarto, é liberado com uma lista de medicações como remédios para pressão, para o colesterol, medicamentos específicos para o coração e para diminuírem a chance de formar novos coágulos com antiplaquetários e, a depender do caso, anticoagulantes deixando o que é conhecido popularmente como sangue mais fino.
  2. Parar de fumar
  3. Dieta adequada
  4. Manter atividade física
  5. Retorno a atividade sexual

Para saber mais detalhes sobre o assunto, assista ao vídeo no canal Dr. Ajuda.

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Dr. Ajuda
16/09/2022 17:00h

O Dr. Douglas Calderoni dá mais detalhes sobre o assunto.

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Recentemente temos observado várias pessoas que escrevem, postam ou falam coisas e depois se arrependem. Muitas vezes são situações que acarretam grandes prejuízos para a vida.

Existe também àqueles que tem reações exageradas e de forma impensadas, podendo até mesmo se colocar em risco de vida. Conhece alguém assim, impulsivo? O Dr. Douglas Calderoni dá mais detalhes sobre o assunto.

A impulsividade é um padrão de comportamentos caracterizados por ações não planejadas. Pensamos e temos vontade de fazer ou falar várias coisas, mas quando refletimos melhor percebemos que aquilo não tem fundamento. 

Pessoas com aumento de impulsividade não conseguem filtrar esses pensamentos e vão rapidamente para a ação, muitas vezes se arrependendo depois. Esse tema Impulsividade sempre foi relevante porque muitas vezes esses comportamentos trazem prejuízos pessoais, sociais, familiares e chegam até mesmo a sua integridade física, mas atualmente ele se tornou ainda mais importante por causa das redes sociais. Um texto, uma foto ou mesmo um vídeo mostrando um ato impulsivo pode viralizar e se espalhar para milhares de pessoas tendo consequências desastrosas para a pessoa.

Em primeiro lugar é importante saber que a impulsividade é normal do ser humano, é uma característica da nossa personalidade. Algumas pessoas são mais impulsivas outras menos. No dia a dia, além dos exemplos da Internet que eu falei ocorrem com frequência atos impulsivos. Quem nunca comprou algo que não estava precisando? Ou ficou irritado com uma coisa sem deixar a pessoa nem terminar de falar? 

Isso é normal se ocorrer de forma eventual. Deixa de ser normal e é isso que eu quero destacar se ocorrerem com muita frequência ou com grande intensidade causando prejuízos aquela pessoa. Nesse caso a impulsividade pode ser um sintoma de uma doença e por isso deve chamar sua atenção. Eu vou citar alguns exemplos de subtipos de impulsividade para você entender melhor:

  • Transtorno Explosivo Intermitente: É a incapacidade da pessoa de lidar com o impulso de raiva e agressividade. Como agredir pessoas, ameaçar, xingar, quebrar objetos etc. Para ser caracterizado um transtorno esse comportamento deve ser frequente. Todo mundo pode ter tido um dia de fúria, mas se é só um dia não é Transtorno.
  • Oniomania: Nada mais é do que realizar compras de forma impulsiva e frequente se arrependendo posteriormente. Muitas vezes nem usando o que comprou.
  • Cleptomania: É a dificuldade de conter um impulso de pegar algo que não é seu, ou seja, furtar. Os objetos geralmente são de pequeno valor e desnecessários, mas a pessoa sente uma forte tensão, um impulso para pegar aquele objeto e um alívio posterior seguido de arrependimento.
  • Automutilações: A pessoa não consegue resistir a um impulso de se ferir de alguma forma.

Há também os que tem dificuldade de controle dos impulsos em relação ao desejo sexual e se colocam em situações bastante desagradáveis por isso, os que tem impulsos de colocar fogo como no caso da Piromania, dentre outros.

Quero deixar claro que você não precisa ter alguns desses subtipos para sofrer com a impulsividade. Se você achar que está tendo atos impulsivos com mais frequência que o normal e isso está te trazendo prejuízos a sua vida, ou conhece alguém com essas características não deixe de procurar um psicólogo e um psiquiatra. O tratamento com terapia e em alguns casos com medicação melhora muito a qualidade de vida dessas pessoas.

Para saber mais detalhes sobre o assunto, assista ao vídeo no canal Dr. Ajuda.

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Dr. Ajuda
09/09/2022 17:00h

A Dra. Tatiana Aguiar dá mais detalhes sobre o assunto

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Você conhece alguém que Ronca? Sabe se tem Apneia do Sono? Você sabe quando suspeitar desse problema? A Dra. Tatiana Aguiar dá mais detalhes sobre o assunto.

Apnéia do Sono é um distúrbio do sono em que a pessoa deixa de respirar por alguns segundos diversas vezes durante a noite.  Por definição consideramos Sindrome da Apneia do Sono quando em um intervalo de 1 hora a pessoa que está dormindo tem 5 momentos em que deixa de respirar por alguns segundos.

Quais são os sintomas da Apneia do Sono? 

Você deve reparar inicialmente nos sintomas durante o sono:

  • Você ronca alto durante a noite?
  • Tem o Sono agitado? 
  • Acorda muitas vezes durante o sono?
  • Levanta-se muitas vezes para urinar à noite que é o que chamamos de noctúria? 

Você pode começar a apresentar os sintomas decorrentes desse cansaço que são:

  • Cansaço diário
  • Sonolência 
  • Acorda com a boca seca 
  • Dor de cabeça pela manhã
  • Alteração no humor, irritabilidade e dificuldade em se concentrar
  • Perda de memória
  • Diminuição do desejo sexual

O diagnóstico da apneia do sono é feito através de um exame chamado polissonografia que é realizada à noite em um laboratório de sono sob a supervisão de um técnico. 

Apneia do Sono tem cura? 

É difícil falar em cura da Apneia. Preferimos falar em controle da doença, o que na prática significa tratamento com cirurgias, fonoterapia, aparelhos de avanço da mandíbula ou CPAP, com consequente redução dos sintomas e melhora na qualidade de vida.

Por tudo isso que eu falei espero que tenha ficado clara a importância dessa doença. Se você notou algum dos sintomas que eu descrevi, fique atento e não deixe de procurar um médico, no caso um Otorrinolaringologista ou Médico do Sono.

Para saber mais detalhes sobre o assunto, assista ao vídeo no canal Dr. Ajuda. 

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Dr. Ajuda
08/09/2022 17:00h

O Dr. Andre Paggiaro dá mais detalhes sobre o que fazer quando você tem uma queimadura

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Você já se queimou e não soube quais cuidados tomar? Estava com uma bolha e não sabia o que fazer? O Dr. Andre Paggiaro dá mais detalhes sobre o que fazer quando você tem uma queimadura.

O que fazer logo depois que você se queimou? São 3 pontos principais: 

  1. Deve-se o mais rapidamente possível resfriar o local da queimadura com água corrente gelada por 20 minutos. Nem todos sabem, mas se você queima a mão na panela quente, mesmo você retirando o dedo do contato com a panela, a sua pele continua queimando. Apenas o resfriamento interrompe o processo de queimadura. Mas, isso não deve ser feito com gelo pelo risco de causar queimadura pelo frio.
  2. Remover roupas, joias, piercings e próteses da área queimada, antes que ela inche
  3. Cubra a lesão com um tecido limpo. 

E quando você deve procurar um pronto socorro?

Em situações de queimaduras maiores, é aconselhável procurar por atendimento médico. A maior parte dos pacientes será tratada de maneira ambulatorial, voltando regulamente para trocas de curativos. Queimaduras em áreas consideradas nobres (mãos, pés, face, genitais, articulação), lesões em uma grande área do corpo, lesões de terceiro grau, queimaduras causadas por eletricidade ou químicas indicam a necessidade de internação em centros especializados para o tratamento de queimados. 

E se tiver bolhas o que fazer? O que são essas bolhas?

Uma bolha é uma bolsa de líquidos formada abaixo de uma pele que foi queimada. Ainda existem dúvidas quanto ao tratamento ideal. Existem duas alternativas corretas: se ela estiver íntegra, podemos mantê-la intacta até que se rompam espontaneamente e a partir de então, limpamos os restos de pele morta. Ou, pode-se optar por rompê-la com uma tesoura ou lâmina, logo no começo do tratamento para evitar o risco de infecção.  Nesse tipo de situação vale a pena consultar um profissional de saúde. 

Além disso, existem muitos mitos sobre substâncias milagrosas que teoricamente ajudariam na cicatrização. Entretanto, elas podem prejudicar a ferida e piorar a gravidade da lesão. Nunca aplicar substâncias como: pasta de dente, pó de café, extrato de tomate, iogurte, clara de ovo crua ou gelo.

Para saber mais detalhes sobre o assunto, assista ao vídeo no canal Dr. Ajuda.

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Dr. Ajuda
02/09/2022 17:00h

O Dr. Jose Atta dá mais detalhes sobre o assunto

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Existe um mito na população de que o tempo frio e a exposição ao frio levam a problemas de saúde. Isso é verdade! Mas a relação entre frio e doenças tem mais a ver com mortalidade cardiovascular em adultos que com “gripes” em crianças. O Dr. Jose Atta dá mais detalhes sobre o assunto.

Existe sim uma maior incidência de quadros respiratórios agudos nos meses de inverno e primavera, mas não porque o tempo frio predispõe a doenças virais, mas sim porque aumenta a circulação de vírus nessa época, já que as pessoas tendem a ficar mais tempo em ambiente fechados, em maior contato com outras pessoas e mais expostas a doenças de transmissão por contato pessoal.

Além disso, o frio pode desencadear crises de asma. Ar frio é um dos estímulos para fechamento das vias aéreas, e as crises asmáticas costumam aparecer mais nessa época de mais frio. Assim como a asma, crises de rinite também pode aparecer mais nessa época, também por causa da exposição ao ar frio e seco, e os sintomas respiratórios altos se tornam mais evidentes, podendo ser confundidos com resfriados ou gripes. Por causa desse aumento da circulação de vírus nos meses de inverno, há um consequente aumento da mortalidade por gripe nesses meses, nas populações mais suscetíveis- idosos, crianças recém-nascidas, pessoas com algumas doenças crônicas.

Apesar de não haver uma relação nítida entre aparecimento de gripe e exposição ao frio, sabemos que nos meses de inverno as pessoas morrem mais, principalmente de causas cardiovasculares e de causas respiratórias. Dentre as causas respiratórias, as infecções desencadeando crises de asma e de bronquite crônica são as maiores causadoras desse excesso de mortalidade, assim como o aumento dos níveis de poluição atmosférica. 

Além disso, algumas doenças dermatológicas ficam mais evidentes nos meses de frio, como por exemplo a dermatite atópica.

Resumindo:

  1. Frio não causa gripe (gripe é doença causada por vírus)
  2. Aumenta sim a incidência de gripe nos meses de inverno, por causa das aglomerações e ambientes fechados
  3. Previne-se gripes e resfriados lavando as mãos frequentemente (e não colocando cachecol)
  4. Aumenta os casos de asma, rinite e bronquite crônica nos meses de inverno
  5. Há um excesso de mortalidade associado às quedas de temperatura, tanto por mortes cardiovasculares quanto por mortes respiratórias 

Para saber mais detalhes sobre o assunto, assista ao vídeo no canal Dr. Ajuda.

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Dr. Ajuda
01/09/2022 17:00h

A Dra. Helena Rangel dá mais detalhes sobre o assunto

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Você já ouviu falar em “barriga d’água” ou calazar? Esses são os nomes mais conhecidos para uma doença infecciosa chamada de Leishmaniose Visceral, uma doença muito séria e bastante letal. A Dra. Helena Rangel dá mais detalhes sobre o assunto.

A primeira coisa que você precisa saber é que a Leishmaniose Visceral é uma doença que, se não for tratada, pode ser letal em 90% dos casos. É por isso que é muito importante conhecer os sintomas, os tratamentos e principalmente as formas de prevenção.

Essa doença acontece no ser humano de forma acidental depois da picada de um mosquito do gênero Lutzomia, conhecido como mosquito palha, birigui ou tatuquira. Depois de picar algum animal que serve de reservatório para o protozoário causador da doença, o mosquito pode picar o ser humano, transmitindo a Leishmania chagasi e, assim, fechar o ciclo.

Esse mosquito gosta de picar no final da tarde e precisa de solo úmido e matéria orgânica para colocar seus ovos. Ele é encontrado nas regiões Norte e Nordeste, normalmente em regiões de florestas e matas fechadas. No entanto, recentemente ele também pode ser encontrado em regiões rurais próximas a algumas cidades grandes e capitais. Os reservatórios desse protozoário podem ser animais urbanos, como o cachorro, ou silvestres, como raposas e gambás. Ou seja, a Leishmania é levada desses animais reservatórios para o ser humano pelo mosquito e entra no nosso corpo por meio da picada. Alguns dias após a picada começam os primeiros sintomas. 

Algumas pessoas vão ter uma resposta imune adequada e não vão desenvolver nenhum sintoma. Mas em outras, principalmente em crianças, os sintomas iniciais são: Febre, apatia, emagrecimento, palidez e aumento do volume da barriga, com aumento do fígado e do baço. 

O diagnóstico é feito a partir da história clínica, e um exame de sangue simples pode sugerir a doença quando se observa anemia, glóbulos brancos e plaquetas baixas. Mas essa alteração não é específica da leishmaniose, algumas outras doenças podem apresentar esses mesmos sintomas e alterações laboratoriais, como por exemplo cânceres do sangue e linfomas. Portanto, o diagnóstico é mais certeiro quando se encontra o parasita em alguma amostra do corpo, como por exemplo em uma biópsia de medula óssea, baço ou gânglio. O tratamento somente pode ser realizado pela veia ou por injeção no musculo, com antiparasitários e antifúngicos. O tempo de tratamento depende da medicação utilizada e vai de 5 a 30 dias; e tem alguns efeitos colaterais, como arritmias cardíacas, pancreatite e insuficiência renal.

Dicas de prevenção: Você deve sempre se lembrar das medidas comportamentais para evitar encontrar o mosquito, como uso de repelentes e mosquiteiros e evitar sair descoberto no horário do final de tarde. Em segundo lugar, você deve prestar atenção no seu melhor amigo; sim, o seu cachorro, já que ele pode ser reservatório do protozoário.

Para saber mais detalhes sobre o assunto, assista ao vídeo no canal Dr. Ajuda.

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Dr. Ajuda
31/08/2022 17:00h

A Dra. Nelly Kim dá mais detalhes sobre o assunto

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Você já teve ou tem dificuldade de atingir o orgasmo? Gostaria de saber como chegar lá? A Dra. Nelly Kim dá mais detalhes sobre o assunto.

O orgasmo feminino é o momento de clímax do prazer sexual. Ele pode ser definido como uma sensação de intenso prazer, resultando em reações fisiológicas e sensação de bem-estar e felicidade. Pode vir acompanhado de alguns sintomas, como alteração do estado de consciência, contrações musculares rítmicas, seguidas de relaxamento e sentimentos positivos.

Existem várias formas de se atingir o orgasmo

  • Penetração na relação sexual
  • Masturbação ao se estimular o clitóris
  • Uso de vibradores
  • Estimulação do mamilo
  • E outros.

E existem também relatos de orgasmos espontâneos em mulheres, ou seja, sem estimulação de nenhum órgão sexual, apenas com a fantasia ou o estímulo visual. 

Mas qual é a diferença entre orgasmo vaginal e orgasmo clitoriano?

Somente um terço das mulheres afirma que chega ao orgasmo através da penetração. As demais relatam ter tido orgasmo apenas através de estímulo do clitóris e não há problema algum nisso.

O orgasmo vaginal não se diferencia muito do clitoriano em relação à intensidade do prazer, o que acontece é que a origem está em lugares diferentes, já que fibras nervosas responsáveis pelo orgasmo, que têm origem no clitóris, passam pela entrada da vagina, próximo à uretra (que é aquele orifício por onde sai a urina). Essa região é conhecida como ponto G e é importante salientar que não esse ponto não é um órgão ou estrutura que se pode sentir, é apenas uma região com maior sensibilidade para o prazer. Por isso é mais difícil obter o orgasmo sem estimular o clitóris e somente com a penetração, pois o pênis estimula mais o fundo da vagina e as fibras nervosas mais sensíveis ficam na sua entrada. Quando a mulher tem desejo e se sente excitada, em condições normais muitas glândulas presentes na vagina começam a liberar secreção para lubrificar a vagina e facilitar a penetração, é uma forma de evitar dor e lesão por atrito.

Aqui vão dicas de como ter um orgasmo com maior facilidade:

  1. Inicialmente, se você acha que está com problema associado ao orgasmo é sempre importante passar por uma avaliação médica para ter certeza de que não há nada de errado com sua saúde que possa estar impedindo ou dificultando seu orgasmo. 
  2. O ponto mais importante é a masturbação. Muitas mulheres, principalmente por questões culturais, ainda se sentem inseguras com essa prática. Mas não há nada de errado com a masturbação e ela é o ponto chave para atingir o orgasmo
  3. Trabalhar aspectos psicológicos, como problemas de autoestima e amor-próprio, é fundamental, além de tratar traumas passados. 
  4. Meditação sempre traz benefícios para todos os aspectos da função sexual porque ela ajuda a não perder a concentração e a focar no prazer.
  5. Existem medicações que podem contribuir para a melhora do orgasmo, sempre prescritas por um médico. 
  6. Caso o seu parceiro tenha alguma dificuldade sexual, como dificuldade de ereção ou não conseguir segurar a ejaculação, ele deve procurar um urologista. 

Para saber mais detalhes sobre o assunto, assista ao vídeo no canal Dr. Ajuda. 

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Dr. Ajuda
23/08/2022 17:00h

O Dr. Bruno Miotto dá mais detalhes sobre o assunto

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Você tem colesterol ou triglicérides alto? Sabe como tratar e prevenir? O Dr. Bruno Miotto dá mais detalhes sobre o assunto.

Ter colesterol alto no sangue é uma causa importante para ter problemas cardiovasculares. Os fatores genéticos não podem ser controlados. Nesse caso, você deve controlar a doença e esse controle é feito por medicações e hábitos saudáveis. Para quem não tem a doença esses hábitos saudáveis são a prevenção da doença. 

Dez hábitos que ajudam no controle e prevenção da dislipidemia

  1. Reduza o consumo de alimentos de origem animal, como carnes e queijos amarelos.
  2. Evite alimentos açucarados ou açúcar refinado
  3. Coma cereais integrais, vegetais, frutas e alimentos com fibras regularmente.
  4. Evite frituras.
  5. Procure não comer pratos prontos congelados.
  6. Pratique exercícios físicos regularmente.
  7. Evite consumo de bebidas alcoólicas.
  8. Não fume.
  9. Mantenha um peso adequado. 
  10. Controle as doenças que como eu falei podem levar ao aumento do colesterol como diabetes, hipotiroidismo, dentre outros.

Essas medidas são para evitar a doença quando possível e são fundamentais no tratamento de quem acaba de descobrir que tem dislipidemia.

Quanto maior o seu risco de ter infarto ou AVC (que é o derrame), mais baixo deve ser o seu LDL. Para saber qual o seu risco de ter uma doença cardiovascular o médico deve incluir uma série de informações sobre a sua saúde em uma tabela que chamamos de escore. O escore calcula o seu risco e com base no seu risco sabemos qual o nível de colesterol LDL que devemos chegar com o tratamento. 

Quem deve fazer o exame de sangue para fazer o diagnóstico de dislipidemia? Todos!

Independente do resultado, é importante tomar as medidas de prevenção e se for diagnosticado com dislipidemia não deixe de procurar um médico de preferência um cardiologista.

Para saber mais detalhes sobre o assunto, assista ao vídeo no canal Dr. Ajuda.

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Brasil 61