20/07/2026 04:55h

Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem

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A CAIXA inicia nesta segunda-feira (20), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de junho para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 1. 

Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular. 

O valor também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA. 

Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone. É gratuito. 

O que é Bolsa Família

O Programa Bolsa Família é a transferência mensal de renda do maior programa social do Brasil, reconhecido por tirar milhões de famílias da fome. O modelo atual considera tamanho e características do núcleo familiar: lares com três ou mais pessoas tendem a receber valores maiores do que famílias unipessoais, reforçando a proteção social.

Pagamento do Bolsa Família: objetivos do programa

Além da renda, o Bolsa Família integra políticas públicas para ampliar acesso a saúde, educação e assistência social. O foco é promover dignidade e cidadania, articulando ações complementares (esporte, ciência, trabalho) para a superação da pobreza e a transformação social.

Quem tem direito ao pagamento do Bolsa Família

Para ter direito ao pagamento do Bolsa Família, a renda por pessoa da família deve ser de até R$ 218/mês.

Exemplo: 1 pessoa com salário mínimo (R$ 1.518) em família de 7 integrantes → renda per capita de R$ 216,85. Como está abaixo de R$ 218, a família é elegível ao benefício.

Como receber o pagamento do Bolsa Família (passo a passo)

  1. Inscrição no CadÚnico: mantenha dados corretos e atualizados.
  2. Onde se cadastrar: procure o CRAS ou postos municipais de assistência social.
  3. Documentos: CPF ou título de eleitor.
  4. Seleção mensal automatizada: estar no CadÚnico não garante entrada imediata. Todos os meses o programa identifica e inclui novas famílias que passam a receber o pagamento Bolsa Família.

Quando começa o pagamento Bolsa Família após o cadastro?

Mesmo inscrita no CadÚnico, a família só recebe quando for selecionada pelo sistema do programa. A inclusão é contínua e mensal, de forma automatizada, conforme os critérios de elegibilidade e a atualização cadastral.

Dicas para manter o pagamento do Bolsa Família em dia

  • Atualize o CadÚnico sempre que houver mudança (endereço, renda, composição familiar).
  • Acompanhe o calendário oficial de pagamento e as comunicações do município/CRAS.
  • Guarde seus comprovantes e verifique regularmente a situação do benefício nos canais oficiais.

Bolsa Família: perguntas rápidas (FAQ)

Preciso estar no CadÚnico? Sim, é obrigatório para concorrer ao pagamento do Bolsa Família.

O valor é igual para todos? Não. O modelo considera o tamanho e o perfil familiar, podendo variar.

Cadastro feito = pagamento imediato? Não. A seleção é mensal e automatizada; a família começa a receber quando é incluída.

Onde tirar dúvidas? Procure o CRAS do seu município ou os canais oficiais do programa.

 

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18/07/2026 04:55h

Ferramenta gratuita permite que exportadores consultem o impacto das tarifas norte-americanas sobre seus produtos

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A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) reforçou a estratégia de diversificação dos destinos das exportações brasileiras diante das tarifas impostas pelos Estados Unidos e lançou um painel de inteligência comercial para auxiliar empresas a avaliar os impactos das medidas e identificar oportunidades em outros mercados.

Segundo a agência, a resposta aos desafios tarifários está baseada em ampliar a presença dos produtos brasileiros em novos mercados e fortalecer a defesa dos interesses dos setores produtivos brasileiros junto às autoridades norte-americanas.

Como parte da estratégia de apoio aos exportadores, a ApexBrasil lançou o Painel de Medidas Tarifárias dos EUA. A plataforma gratuita permite consultar, por código SH6  (seis primeiros dígitos da NCM – Nomenclatura Comum do Mercosul) ou descrição do produto, se a mercadoria está sujeita a sobretaxas, possui isenções e quais mercados internacionais podem representar alternativas de exportação.

A ferramenta também reúne informações sobre a evolução das exportações entre Brasil e Estados Unidos e acompanha medidas como as tarifas da Seção 232 (aplicadas sob justificativa de segurança nacional a setores como aço, alumínio e cobre), a tarifa temporária da Seção 122 (tarifa global de 10% adotada em fevereiro, após decisão da Suprema Corte Americana, com término previsto para o próximo dia 24) e as investigações comerciais da Seção 301 (sobre práticas comerciais brasileiras,  com tarifa de 25% a partir do dia 22 de julho), oferecendo aos exportadores informações para subsidiar o planejamento de suas operações no comércio exterior.

Clique e acesse o painel.

Alguns setores seguem mais expostos às tarifas

A participação dos Estados Unidos nas exportações brasileiras caiu de 19,1% em 2005 para 10,8% em 2025, segundo levantamento da ApexBrasil. No período, o número de estados que têm o mercado norte-americano como principal destino das vendas externas recuou de 17 para seis, enquanto a China passou a liderar em 14 estados.

Apesar da menor dependência, a exposição às tarifas varia entre os setores. Enquanto o sucroalcooleiro destina apenas 2,6% das exportações aos Estados Unidos, produtos como mel natural (84%), filés de tilápia (94,3%) e sebo bovino (96,1%) concentram grande parte das vendas no mercado norte-americano e são mais vulneráveis às medidas tarifárias.

Durante coletiva de imprensa nesta sexta (17), o presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller, reforçou que a agência acompanha de perto a evolução das medidas tarifárias dos Estados Unidos por meio de seu escritório no país e atua diretamente ao lado dos setores produtivos brasileiros na defesa de seus interesses.

“Estamos atuando diretamente com 20 setores apoiando na elaboração dos materiais no processo do A 301, com dados de inteligência, com posicionamento, com dados técnicos e científicos, inclusive. Nós vamos continuar o trabalho junto com o setor privado brasileiro, junto com as empresas brasileiras, junto com as entidades brasileiras na diversificação. Vamos continuar trabalhando junto com as empresas e as entidades americanas, inclusive, para aumentar a isenção nos Estados Unidos”, reforçou.

A ApexBrasil vai investir pelo menos R$ 130 milhões junto com associações e entidades parceiras em programas da agência na estratégia de diversificação, que será anunciada no início de agosto.

Müller ressaltou ainda que a agência vai trabalhar para ampliar a presença de produtos isentos no mercado americano.
A ApexBrasil treinou cerca de 20 setores produtivos para a defesa de interesses e forneceu consultoria individualizada para dez deles formularem suas defesas técnicas e participarem de audiências públicas nos Estados Unidos. Entre os resultados está a exclusão dos quartzitos brasileiros da lista de produtos sobretaxados, conquista obtida pelo setor de rochas ornamentais.

Mesmo diante desse cenário, o Brasil registrou recorde de US$ 348,3 bilhões em exportações em 2025.

Diversificação de mercados

A ApexBrasil estruturou sua atuação em frentes para reduzir os impactos das tarifas impostas pelos Estados Unidos, apostando na diversificação de mercados e na defesa dos interesses dos exportadores brasileiros.

No ano passado, a agência realizou mais de 80 ações de promoção comercial, conectando 2.400 empresas a novos mercados. Após a adoção das barreiras comerciais norte-americanas, 72% das empresas apoiadas conseguiram abrir pelo menos um novo destino para exportação.

A estratégia também prevê a ampliação da atuação em mercados como União Europeia, México, Canadá, América Central e Caribe.

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18/07/2026 04:10h

Abono anual para aposentados, pensionistas e demais beneficiários que já recebiam benefícios até abril já foram realizados nos meses de abril e maio; confira o calendário anual de pagamentos

Os novos beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que tiveram benefícios concedidos a partir de maio deste ano receberão o 13º salário em novembro, desde que o benefício dê direito ao abono. O repasse aos segurados segue o calendário regular de pagamentos já previsto pelo INSS.

O abono anual para aposentados, pensionistas e demais beneficiários que já recebiam benefícios até abril foi antecipado pelo INSS. Os repasses foram realizados nos meses de abril e maio.

Para os segurados que passaram a receber o benefício depois da antecipação do pagamento pelo INSS, o 13º salário será pago entre 24 de novembro 11 e 7 de dezembro, de acordo com o número final do cartão de benefício.

A tabela de pagamento de benefícios 2026 pode ser acessada no site oficial do INSS, em:  www.gov.br/inss.

13º salário

O 13º salário é devido aos titulares de benefícios previdenciários, como aposentadoria e pensão por morte, e, quando houver previsão legal, também aos beneficiários de benefícios concedidos por legislação especial. Os beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC/Loas) não têm direito ao abono anual, já que se trata de um benefício assistencial.

Em relação aos benefícios temporários ou concedidos após o período da antecipação, como o benefício por incapacidade temporária e o salário maternidade, o valor do 13º é calculado de forma proporcional ao período de recebimento do benefício. O montante é pago durante sua vigência, conforme as regras aplicáveis.


 

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18/07/2026 04:05h

Indicador do Banco Central, considerado uma prévia do PIB, foi impulsionado pela indústria e pelos serviços, enquanto a agropecuária registrou queda no mês.

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A atividade econômica brasileira apresentou leve crescimento de 0,1% em maio, na comparação com abril, segundo o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), divulgado pelo Banco Central nesta sexta-feira (17). Considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB), o indicador é utilizado por economistas e pelo mercado financeiro para acompanhar, mês a mês, o ritmo da economia brasileira. 


O resultado mostra uma desaceleração em relação aos meses anteriores, mas mantém a atividade econômica em trajetória positiva. Entre os setores analisados, a indústria apresentou o melhor desempenho, com alta de 0,4%, enquanto os serviços cresceram 0,1%. A agropecuária, por sua vez, registrou retração de 1,0%, o que limitou um avanço mais expressivo do indicador. Sem considerar esse setor, o IBC-Br teria avançado 0,2% no mês. 


Na comparação com maio de 2025, a atividade econômica cresceu 0,8%, demonstrando que a economia segue em nível superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Já no acumulado dos últimos 12 meses, o indicador aponta expansão de 1,4%, reforçando um cenário de crescimento moderado, ainda influenciado pelos efeitos da política monetária e pelo comportamento dos diferentes setores produtivos. 


O IBC-Br é calculado pelo Banco Central a partir de informações sobre a produção da indústria, o desempenho do comércio e dos serviços, a agropecuária e a arrecadação de impostos. Apesar de utilizar metodologia diferente da adotada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para o cálculo do PIB, o índice é amplamente acompanhado por investidores, empresas e formuladores de políticas públicas como um sinal antecipado da evolução da economia brasileira.


Os dados divulgados nesta sexta-feira indicam que, embora o crescimento da atividade econômica tenha perdido força em maio, os principais segmentos da economia, especialmente indústria e serviços, continuam sustentando o desempenho do país. Os próximos resultados do IBC-Br e dos indicadores oficiais do IBGE deverão mostrar se essa desaceleração é pontual ou se representa uma tendência para os próximos meses.
 

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18/07/2026 04:00h

Minas Gerais lidera os repasses da CFEM, seguida por Pará e Goiás; Canaã dos Carajás recebe o maior valor entre os municípios

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A Agência Nacional de Mineração (ANM) distribuiu mais de R$ 461 milhões aos estados e municípios produtores de minerais. O montante corresponde à Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM) — os royalties da mineração — arrecadada em junho e repassada ao longo do mês de julho.

Do total, cerca de R$ 92 milhões foram destinados aos estados e ao Distrito Federal, enquanto os municípios receberam aproximadamente R$ 368 milhões

Segundo a ANM, o estado que mais recebeu recursos foi Minas Gerais, com mais de R$ 42,6 milhões. Na sequência aparecem Pará, com cerca de R$ 34,2 milhões, e Goiás, com R$ 3,2 milhões

Clique aqui para conferir o valor da CFEM distribuído para cada estado e município

Municípios que mais receberam recursos

Os maiores repasses da CFEM foram destinados aos seguintes municípios produtores:

  1. Canaã dos Carajás (PA): R$ 60.984.372,74
  2. Parauapebas (PA): R$ 34.590.228,55
  3. Marabá (PA): R$ 21.221.548,39
  4. Nova Lima (MG): R$ 17.386.148,91
  5. Conceição do Mato Dentro (MG): R$ 16.866.925,11
  6. Congonhas (MG): R$ 16.806.479,07
  7. Mariana (MG): R$ 15.465.658,47
  8. Itabirito (MG): R$ 13.432.276,08
  9. Itabira (MG): R$ 13.366.558,04
  10. Paracatu (MG): R$ 10.241.181,17
  11. Barão de Cocais (MG): R$ 10.201.482,06
  12. Santa Bárbara (MG): R$ 9.370.535,55
  13. São Gonçalo do Rio Abaixo (MG): R$ 8.290.974,55
  14. Curionópolis (PA): R$ 6.546.654,94
  15. Ouro Preto (MG): R$ 6.204.820,48
  16. Alto Horizonte (GO): R$: 5.730.753,76
  17. Itatiaiuçu (MG): R$ 4.552.190,43
  18. Brumadinho (MG): R$ 3.874.312,06
  19. Paragominas (PA): R$ 3.652.588,51
  20. Itaituba (PA): R$: 3.075.179,99

Regras para a utilização dos recursos da CFEM

Criada pela Constituição Federal de 1988, a CFEM é uma compensação financeira paga pelas empresas mineradoras aos estados, Distrito Federal e municípios como contrapartida pela exploração econômica dos recursos minerais em seus territórios.

A legislação determina que os valores não podem ser usados para o pagamento de dívidas, exceto aquelas contraídas com a União ou com entidades federais. Também é proibido utilizar os recursos para custear despesas permanentes com pessoal

A principal exceção é a área da educação. Nesse caso, os recursos podem financiar despesas educacionais, incluindo o pagamento de professores da rede pública, especialmente os que atuam na educação básica em tempo integral. 

Transparência e prestação de contas

A ANM ressalta que estados, Distrito Federal e municípios beneficiados devem divulgar anualmente a destinação dos valores recebidos. Além disso, pelo menos 20% da receita da CFEM deve ser aplicada em ações voltadas para

  • diversificação da economia;
  • exploração mineral sustentável;
  • pesquisa científica e tecnológica.

A divulgação dessas informações deve seguir as regras da Lei de Acesso à Informação (Lei nº 12.527/2011). Os dados detalhados sobre a arrecadação e a distribuição da CFEM podem ser consultados no portal da ANM, enquanto o Banco do Brasil disponibiliza a consulta dos repasses efetuados às contas dos entes federativos. 

VEJA MAIS:

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17/07/2026 21:00h

Moeda norte-americana avançou em meio ao aumento da cautela nos mercados internacionais e à alta dos preços do petróleo

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O dólar fechou o último pregão cotado a R$ 5,10, após alta de 0,50%.
A valorização da moeda norte-americana foi influenciada pelo aumento da cautela entre os investidores no mercado internacional. O movimento ocorreu em meio às vendas de ações de fabricantes de chips e à nova alta dos preços do petróleo, após ataques registrados no Oriente Médio.
Além disso, o barril do petróleo Brent voltou a subir, refletindo a continuidade das tensões entre Estados Unidos e Irã, fator que reforçou a busca por ativos considerados mais seguros.

 

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,86.

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

 

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1956 0,1705 0,1450 31,7770 0,1580 0,2743 0,2795
USD 5,1114 1 0,8744 0,7434 162,43 0,8076 1,4019 1,4326
EUR 5,8651 1,1437 1 0,8502 185,77 0,9237 1,6032 1,6386
GBP 6,8767 1,3453 1,1763 1 218,51 1,0865 1,8858 1,9274
JPY 3,14703 0,615669 0,53829 0,457635 1 0,4972 0,86310 0,88199
CHF 6,3291 1,2382 1,0827 0,9204 201,14 1 1,7358 1,7740
CAD 3,6461 0,7133 0,6237 0,5303 115,88 0,5761 1 1,0220
AUD 3,5798 0,6980 0,6103 0,5189 113,37 0,5638 0,9785 1

 

Os dados são da Investing.com
 

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17/07/2026 20:00h

Índice da Bolsa brasileira teve perdas moderadas, com alta das ações da Petrobras e pressão do setor bancário.

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O Ibovespa fechou o último pregão aos 173.714,08 pontos, após queda de 0,05%.
O principal índice da Bolsa brasileira registrou leve baixa em uma sessão marcada pelo avanço das ações da Petrobras, favorecidas pela valorização dos preços do petróleo. Em sentido contrário, os papéis do setor bancário pesaram sobre o índice, refletindo a alta dos juros futuros.
O mercado também acompanhou a entrada líquida de recursos de investidores estrangeiros na B3, que reforçou o saldo positivo do mês. Além disso, a sessão foi marcada pelo vencimento de opções sobre ações na Bolsa brasileira.
 

Maiores altas e quedas 

Ações em alta no Ibovespa

  • B100 S.A. (B1003F) +85,43%

  • Recrusul SA Pfd (RCSL4F) +17,78%

Ações em queda no Ibovespa

  • Bardella SA Industrias Mecanicas Pfd (BDLL4) −11,98%

  • Fiset Fl Ref Pfd  (FSRF11F) −11,11%

O volume total negociado na B3 foi de R$ 23.828.757.594, em meio a 2.983.349 em negócios.

 

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.     

 

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16/07/2026 21:30h

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,85

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O dólar fechou esta quinta-feira em alta, cotado a R$ 5,09, após as novas tarifas comerciais dos EUA aplicadas ao Brasil.  

O governo norte-americano anunciou tarifa de 25%, que começará a valer a partir de quarta-feira (22). 

O índice DXY, que mede a força do dólar frente a outras moedas globais, encerrou o pregão na faixa dos 100,74 pontos. 

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,85.

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

 

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1962 0,1709 0,1451 31,8531 0,1586 0,2755 0,2795
USD 5,0973 1 0,8739 0,7419 162,37 0,8087 1,4044 1,4293
EUR 5,8514 1,1443 1 0,8490 185,81 0,9254 1,6067 1,6355
GBP 6,8701 1,3479 1,1779 1 218,85 1,0899 1,8926 1,9264
JPY 3,13928 0,615896 0,53821 0,456945 1 0,4980 0,86488 0,88028
CHF 6,3030 1,2366 1,0807 0,9175 200,81 1 1,7367 1,7674
CAD 3,6297 0,7121 0,6223 0,5284 115,64 0,5759 1 1,0177
AUD 3,5780 0,6997 0,6114 0,5191 113,60 0,5658 0,9825 1

 

Os dados são da Investing.com
 

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16/07/2026 21:00h

O volume total negociado na B3 foi de R$ 18.924.915.900, em meio a 3.237.444 negócios

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O Ibovespa fechou com recuo de 1,35% nesta quinta-feira (16), aos 173.825 pontos. 

O movimento de baixa na penúltima sessão da semana reflete a cautela do mercado diante do anúncio de novas tarifas comerciais dos EUA aplicadas ao Brasil. 

O índice foi pressionado principalmente pelo recuo de blue chips como Vale e Itaú Unibanco. 

Maiores altas e quedas 

Ações em alta no Ibovespa

  • Azevedo & Travassos SA (AZEV3F) +12,84%
  • Fiset Fl Ref Pfd (FSRF11F) +12,50%

Ações em queda no Ibovespa

  • Oncoclinicas do Brasil Servicos Medicos S.A. (ONCO11F) −20,00%
  • Oncoclinicas do Brasil Servicos Medicos S.A. (ONCO11) −40,00%

O volume total negociado na B3 foi de R$ 18.924.915.900, em meio a 3.237.444 negócios.

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.     

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16/07/2026 04:55h

Plataforma da CACB e da ACSP monitora em tempo real consumo de recursos nas três esferas de gestão de governo

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As despesas públicas do Brasil em 2026 ultrapassaram a marca de R$ 3 trilhões. Os gastos de todos os entes federativos – governo federal, estados, Distrito Federal e municípios – são registrados em tempo real pela plataforma Gasto Brasil, desenvolvida pela Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), em parceria com a Associação Comercial de São Paulo (ACSP).

De acordo com levantamento, entre 1º de janeiro de 2026 e 15 de julho, o governo federal gastou cerca de R$ 1,4 trilhão. Já os municípios, consumiram mais R$ 829 bilhões, acima das despesas dos estados e do DF, que chegaram aos R$ 811 bilhões.

A comparação com o Impostômetro mostra que a despesa pública ultrapassa em R$ 831,8 bilhões a arrecadação de impostos, que, até o momento, chega a R$ 2,2 trilhões.

Criado em 2025, o painel contabiliza apenas aquilo que os governos efetivamente pagam. Cláudio Queiroz, coordenador do Gasto Brasil e consultor da CACB, destaca que o ano eleitoral pode estar influenciando para o atingimento da marca de R$ 3 trilhões, que chegou cerca de 20 dias antes do que no ano passado, e deve deixar a vida daqueles que serão eleitos mais complicada. “Entendo que pode ser, sim, uma probabilidade de os gastos serem um pouco maiores e mais populistas este ano e trazendo um reflexo no exercício seguinte. Seja qual for o governo que for assumir, ele vai ter que apagar um incêndio que já começou”, avalia.

Ainda de acordo com dados da plataforma, os gastos com Previdência, nas três esferas de gestão, alcançaram o valor de R$ 858 bilhões. Para Queiroz, o crescimento de despesas dessa natureza indica que todas as camadas governamentais devem revisar os gastos.

“Só isso representa uma despesa de aproximadamente 74% do total da despesa primária. Isso implica uma má gestão que o governo está tendo. Então, nós estamos tendo gastos diretamente em linhas que não estão trazendo benefício direto para nós”, afirma.

Gasto Brasil: monitoramento

A plataforma Gasto Brasil apresenta os gastos públicos primários de todas as esferas de governo. De forma acessível e integrada, a plataforma fornece informações das despesas com pessoal, previdência, encargos sociais e investimentos, como obras, inversões financeiras em aquisição de imóveis, entre outros gastos, dos governos Federal, estaduais, do Distrito Federal e dos municípios de todos os poderes.

O objetivo do painel é ampliar a transparência das contas públicas brasileiras. Sem fazer uma análise qualitativa desses gastos, a ferramenta facilita a análise de dados e a tomada de decisões a fim de contribuir para o fortalecimento da transparência, da gestão fiscal e da tomada de decisões baseada em evidências.

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