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Baixar áudioO comércio eletrônico tem ampliado as oportunidades para empresas brasileiras alcançarem novos mercados internacionais. Nesse contexto, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) promove, em São Paulo, uma rodada de negócios que reúne 14 compradores internacionais e cerca de 40 empresas brasileiras interessadas em expandir seus negócios no mercado externo.
A iniciativa integra a programação do E-Xport Meeting 2026, evento voltado à internacionalização de empresas brasileiras por meio do comércio eletrônico. Além das rodadas de negócios, a programação reúne representantes dos sete escritórios internacionais da ApexBrasil para aproximar empresários brasileiros das oportunidades identificadas em mercados estratégicos.
Segundo o presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller, a proposta é ampliar a participação das empresas brasileiras no comércio eletrônico internacional.
"Nós estamos trazendo 14 compradores internacionais, que vão se encontrar com mais ou menos 40 empresas brasileiras, que querem comercializar e vender seus produtos no e-commerce. Toda a Apex está aqui, nós trouxemos todos os nossos escritórios do mundo inteiro para trazer para cá, para esse grande evento aqui em São Paulo, as oportunidades que o Brasil tem para exportar via o e-commerce."
Dados apresentados durante o evento mostram que o Brasil ocupa atualmente a 8ª posição entre os maiores mercados de comércio eletrônico do mundo e poderá registrar crescimento de 60% até 2030, em comparação com 2025. No cenário global, o e-commerce deve movimentar US$ 5,1 trilhões neste ano, consolidando-se como um dos principais canais para expansão dos negócios internacionais.
Nesta edição, o Exporta Mais Brasil, iniciativa integrada ao E-Xport Meeting, promove encontros entre compradores internacionais e empresas brasileiras dos segmentos de alimentos, bebidas, cosméticos e cuidados pessoais. A programação inclui ainda palestras, inteligência de mercado e visitas técnicas para apresentar a capacidade produtiva da indústria nacional a potenciais parceiros comerciais.
A iniciativa integra a estratégia da ApexBrasil de ampliar a presença de micro, pequenas e médias empresas brasileiras no comércio internacional, utilizando o comércio eletrônico como porta de entrada para novos mercados.
Um dos diferenciais do E-Xport Meeting 2026 é a participação dos representantes dos sete escritórios internacionais da ApexBrasil, localizados nos Estados Unidos, China, Rússia, Colômbia, Índia, Emirados Árabes Unidos e Bélgica.
Durante o evento, os representantes compartilham experiências acumuladas nos principais destinos das exportações brasileiras e apresentam oportunidades identificadas em seus respectivos mercados. Também orientam empresários sobre tendências de consumo, exigências regulatórias e estratégias para ampliar a presença de produtos brasileiros no comércio eletrônico internacional.
Para a diretora de Negócios da ApexBrasil, Maria Paula Velloso, a integração entre especialistas da Agência, compradores internacionais e empresas brasileiras permite transformar informações sobre mercados externos em oportunidades concretas de negócios.
"Ao longo dos três dias de programação, reunimos especialistas e representantes dos escritórios da ApexBrasil em diferentes regiões do mundo para compartilhar informações sobre mercados e oportunidades. As rodadas de negócios complementam esse trabalho ao aproximar empresas brasileiras de compradores internacionais e transformar conhecimento em conexões comerciais que podem gerar novos negócios."
A participação das equipes internacionais permite que empresas brasileiras tenham acesso a informações qualificadas sobre mercados estratégicos e fortaleçam sua preparação para exportar por meio dos canais digitais.
A indústria brasileira de chocolates esteve entre os destaques do E-Xport Meeting 2026, que reuniu compradores estrangeiros interessados em conhecer fornecedores nacionais e ampliar parcerias comerciais. Como parte da programação, empresários internacionais visitaram fábricas da região de São Paulo para conhecer de perto a capacidade produtiva, a inovação e a qualidade dos produtos brasileiros antes das rodadas de negócios.
Uma das empresas visitadas foi a Mestiço Chocolates, que abriu as portas de sua nova fábrica para receber a delegação internacional. Para a fundadora da empresa, Claudia Gamba, o encontro representou uma oportunidade de apresentar o potencial da indústria brasileira diretamente a compradores de diferentes mercados.
"Foi uma honra receber esse grupo na nossa fábrica e mostrar, com muito orgulho, um pouco do chocolate brasileiro. Estamos ampliando nossa produção e essa foi a primeira vez que abrimos a fábrica para visitantes. Poder apresentar nossos produtos a compradores internacionais interessados no Brasil torna esse momento ainda mais especial."
As visitas técnicas integraram as ações do projeto Brasil Sweets & Snacks, desenvolvido pela ApexBrasil em parceria com a Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas (Abicab). Paralelamente, as rodadas de negócios também reuniram empresas do segmento de cosméticos e cuidados pessoais, ampliando as oportunidades de negócios para diferentes setores da indústria brasileira.
Entre os participantes estava o diretor da empresa indiana Smush, Sahil Khanna, que destacou o potencial dos fornecedores brasileiros para o desenvolvimento de novos produtos no mercado indiano.
"Conseguimos nos reunir com muitas empresas brasileiras e estamos muito animados com a possibilidade de levar um pouco da beleza brasileira para a Índia. Estamos em busca de parceiros que possam fornecer ingredientes e produtos brasileiros para lançarmos uma linha inspirada no Brasil no mercado indiano. Encontramos empresas com grande potencial e acreditamos que essa conexão pode gerar resultados importantes para os dois países."
Segundo a fundadora da empresa de cosméticos indiana Smush, Smriti Mamgain, foi possível encontrar parceiros interessantes, com produtos locais, para vender na Índia.
Copiar o textoO euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,86
Baixar áudioO dólar fechou esta segunda-feira (3) cotado a R$ 5,08, operando próximo da estabilidade após o alívio das tensões geopolíticas no Oriente Médio.
A suspensão dos ataques dos EUA ao Irã e a sinalização de um acordo entre os países reduziram a busca pela moeda americana como ativo de proteção.
O índice DXY, que mede a força do dólar frente a outras moedas globais, fechou aos 99,73 pontos.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,86.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1968 | 0,1703 | 0,1459 | 30,9335 | 0,1595 | 0,2764 | 0,2799 |
| USD | 5,0817 | 1 | 0,8690 | 0,7444 | 157,18 | 0,8105 | 1,4046 | 1,4285 |
| EUR | 5,8720 | 1,1508 | 1 | 0,8567 | 180,90 | 0,9328 | 1,6166 | 1,6439 |
| GBP | 6,8313 | 1,3434 | 1,1673 | 1 | 211,16 | 1,0887 | 1,8867 | 1,9187 |
| JPY | 3,23260 | 0,636153 | 0,55275 | 0,473530 | 1 | 0,5156 | 0,89351 | 0,90855 |
| CHF | 6,2698 | 1,2339 | 1,0721 | 0,9185 | 193,95 | 1 | 1,7331 | 1,7626 |
| CAD | 3,6179 | 0,7119 | 0,6187 | 0,5300 | 111,92 | 0,5770 | 1 | 1,0171 |
| AUD | 3,5718 | 0,7001 | 0,6083 | 0,5211 | 110,05 | 0,5674 | 0,9834 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
Copiar o textoO volume total negociado na B3 foi de R$ 21.700.000.000,00, em meio a 2.847.949 negócios
Baixar áudioO Ibovespa fechou estável nesta segunda-feira (3), aos 178.000 pontos.
O anúncio de trégua entre Estados Unidos e Irã derrubou as cotações do petróleo no mercado internacional.
Com isso, o recuo das ações de petroleiras e mineradoras acabou pesando sobre o desempenho da bolsa brasileira.
Ações em alta no Ibovespa
Randoncorp S.A. (RAPT3) +41,77%
Randoncorp S.A. (RAPT3F) +38,74%
Ações em queda no Ibovespa
Fiset Fl Ref Pfd (FSRF11F) −22,22%
Gafisa S.A. (GFSA3F) −20,00%
O volume total negociado na B3 foi de R$ 21.700.000.000,00, em meio a 2.847.949 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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Baixar áudioAs despesas públicas primárias dos estados da região Centro-Oeste somaram R$ 109,2 bilhões entre 1º de janeiro e 27 de julho de 2026, segundo a plataforma Gasto Brasil, desenvolvida pela Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) em parceria com a Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Confira os gastos estaduais.
Com mais de 2,8 milhões de habitantes, os gastos do Distrito Federal alcançaram R$ 35,5 bilhões no período. O total corresponde a 9,5% do Produto Interno Bruto (PIB) da unidade federativa em 2025, estimado em R$ 365,7 bilhões, e equivale a uma despesa per capita de aproximadamente R$ 12,3 mil.
Em Goiás, as despesas somaram R$ 31,8 bilhões, o equivalente a 9,2% do PIB estadual do ano passado (R$ 336,7 bilhões). O gasto per capita foi de aproximadamente R$ 4,4 mil, com base em uma população de 7 milhões de habitantes.
Luiz Cláudio Ledra, presidente da Associação Comercial e Industrial de Anápolis (Acia), gostaria de ver a gestão desses gastos semelhante ao que ocorre em uma empresa bem dirigida. “O empresário sabe que dentro de uma empresa, não basta ter receita. É preciso ter uma gestão, planejamento, prioridades, controle e resultados. E com dinheiro público, deve ser da mesma forma. Cada real arrecadado da sociedade precisa voltar em serviços melhores, seja na infraestrutura, seja na saúde, na educação, na segurança, na inovação, para que a gente tenha condições reais para o desenvolvimento econômico”, afrimou o representante setorial.
Em Mato Grosso, os gastos alcançaram R$ 26,1 bilhões, valor equivalente a 9,3% do PIB estadual de 2025 (R$ 273 bilhões). A despesa per capita foi de cerca de R$ 6,9 mil, considerando os 3,6 milhões de habitantes do estado.
“É de fundamental importância que o empresariado tenha noção, e a sociedade como um todo, do que o Estado brasileiro consome. Porque as pessoas pagam impostos sem reclamar porque não têm consciência do que tão pagando. Então, é nosso papel do associativismo demonstrar para a sociedade e criar esse espaço, inclusive de pressão, em cima do próprio governo nos três níveis”, salientou Jonas Alves, presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do estado (Facmat).
Por fim, em Mato Grosso do Sul, onde a população soma 2,7 milhões de habitantes, as despesas públicas estaduais atingiram R$ 15,8 bilhões entre janeiro e julho de 2026. O montante representa uma despesa per capita de aproximadamente R$ 5,6 mil e a 8,4% em relação ao PIB local do ano passado (R$ 184,4 bilhões).
Na avaliação de Omar Aukar, presidente da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), o painel possibilita uma reflexão mais aprofundada sobre a qualidade dos gastos e não apenas a quantidade. “Não se trata apenas de gastar menos, mas de gastar melhor, com planejamento, prioridades bem definidas e foco em resultados. Quando o dinheiro público é aplicado de forma eficiente, toda a sociedade ganha, inclusive o ambiente de negócios, que passa a ter mais segurança para investir e crescer”, disse o empresário.
Somando todas as esferas públicas (União, DF, estados e municípios), a despesa governamental ultrapassou a marca de R$ 3,2 trilhões desde o início de 2026. O governo federal concentra a maior parte dos gastos, com mais de R$ 1,4 trilhão (46% do total) do gasto público, enquanto estados (R$ 843,7 bilhões) e os municípios (R$ 827,2 bilhões) dividem o restante.
O total de pagamentos feitos pelas administrações supera em mais de R$ 800 bilhões o valor arrecadado com impostos. De acordo com dados da plataforma Impostômetro apurados no mesmo dia, a arrecadação no país é de R$ 2,3 trilhões.
Análises como essa e muitas outras farão parte do Painel de Gasto Brasil a partir do dia 11 de agosto. O lançamento das novas funcionalidades, uma parceria entre a CACB e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), vai ocorrer na Câmara dos Deputados e traz recortes econômicos, detalhamento dos gastos por população, índice de qualidade das informações e novos indicadores para ampliar a transparência das despesas públicas.
Para o presidente da CACB, da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP), Alfredo Cotait Neto, acompanhar as despesas públicas é fundamental para aprimorar a gestão. Segundo ele, o país precisa avançar em medidas como reforma administrativa, planejamento, controle fiscal e definição de critérios para investimentos públicos.
“Esta conta também não é nossa. Nós lançamos o Gasto Brasil, onde mostramos que o Governo está gastando mais do que arrecada. Nós temos que trabalhar para falar para o governo: corte de gastos já! Equilíbrio nas contas. É isso que o povo está pedindo”, destacou Cotait Neto.
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Baixar áudioA obrigatoriedade de inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) para pessoas físicas que exercem determinadas atividades econômicas e precisam emitir documentos fiscais foi adiada para 1º de janeiro de 2027. A decisão, já anunciada pela Receita Federal e pelo Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CGIBS), foi oficializada pelo Decreto nº 13.075/2026.
A exigência faz parte das mudanças previstas pela reforma tributária sobre o consumo (Lei Complementar nº 214/2025) e inicialmente entraria em vigor em 1º de julho de 2026. Com o adiamento, os contribuintes terão mais tempo para se adaptar, enquanto a Receita Federal desenvolve um sistema simplificado de inscrição no CNPJ, inspirado no modelo utilizado pelo Microempreendedor Individual (MEI).
No entanto, a mudança não significa que toda pessoa física será obrigada a abrir um CNPJ. A exigência se aplica apenas aos contribuintes que exerçam determinadas atividades econômicas e que, pelas regras da reforma tributária, estejam sujeitos à emissão de documentos fiscais para recolhimento da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).
Entre os grupos que podem ser alcançados pela medida estão:
Até 31 de dezembro de 2026, permanecem válidos os mecanismos atualmente utilizados para a identificação fiscal das pessoas físicas nas situações abrangidas pela regulamentação da CBS.
A Receita Federal e o CGIBS também divulgaram, por meio do Ato Conjunto RFB/CGIBS nº 4/2026, o cronograma para o início da obrigatoriedade de emissão dos documentos fiscais eletrônicos com destaque do IBS e da CBS.
O calendário orienta contribuintes, profissionais da área fiscal e desenvolvedores de sistemas sobre os prazos para adequação às novas exigências da reforma tributária.
Além de definir as datas em que cada documento fiscal eletrônico passará a ser obrigatório, o ato também informa quando serão disponibilizados os leiautes técnicos dos documentos que ainda não tiveram os padrões técnicos publicados.
Segundo a Receita Federal e o CGIBS, determinadas datas poderão sofrer ajustes pontuais em razão de necessidades técnicas ou operacionais que surjam durante a implementação. A previsão, no entanto, é manter o cronograma de implantação da reforma tributária.
O calendário leva em consideração as particularidades dos diferentes setores da economia, o prazo necessário para adequação dos sistemas emissores e a realização de testes prévios pelos contribuintes.
Ainda na primeira quinzena de agosto, será divulgado o cronograma de disponibilização dos ambientes para emissão dos documentos fiscais.
O ato também prevê a criação de um programa de conformidade para 2026, com caráter prioritariamente orientador durante a implantação da reforma. A ferramenta deve incluir medidas de autorregularização para que os contribuintes possam corrigir informações durante a fase de adaptação, respeitados os limites e as condições estabelecidos na legislação.
O cronograma completo para a emissão dos documentos fiscais eletrônicos pode ser consultado neste link.
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Baixar áudioAs prefeituras já podem solicitar o parcelamento de dívidas com a União, previsto na Emenda Constitucional nº 136/2025 (PEC dos Precatórios). Os municípios interessados em aderir à medida devem enviar um ofício de manifestação de interesse à Secretaria do Tesouro Nacional até o dia 9 de setembro, com as respectivas leis autorizativas publicadas no Diário Oficial do município. Os débitos podem ser pagos em até 360 parcelas.
O Decreto nº 13.080/2026 detalha as novas condições financeiras para os entes municipais. Além de permitir o parcelamento em até 360 parcelas mensais sucessivas, também há possibilidade de redução de juros e mudanças dos indexadores originais das dívidas pelo IPCA.
Conforme o Tesouro Nacional, o decreto se aplica somente às dívidas contratuais administradas pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN).
O município deve enviar um ofício à Secretaria do Tesouro Nacional (STN), por meio do e-mail [email protected], até o dia 9 de setembro.
Confira o que o documento deve conter:
Em nota, a Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos (FNP) destacou que o município pode optar pela amortização de percentual do saldo devedor, com transferência de valores, bens móveis ou imóveis, créditos junto ao setor privado ou União. Também é possível optar pela compensação financeira da exploração de gás, petróleo, recursos hídricos ou minerais, entre outros. Para algumas opções, é preciso uma lei municipal específica.
As prefeituras também podem optar pelo compromisso de investimento dos juros que deixarão de ser pagos à União em áreas como educação, saneamento, habitação, adaptação climática, transportes ou segurança pública.
A prefeitura que optar por essa modalidade deverá apresentar um plano de aplicação dos recursos, com a identificação das obras e intervenções previstas, os benefícios esperados e o cronograma físico-financeiro. Além disso, será obrigada a prestar contas, semestralmente, ao tribunal de contas e ao Poder Legislativo municipal.
As prestações serão calculadas conforme a Tabela Price e vencem no dia 15 do mês seguinte ao de assinatura do contrato/aditivo. Em caso de amortização, o saldo devedor será atualizado após a transferência dos ativos à União.
A legislação estabelece situações onde o município poderá ser excluído do parcelamento. Confira:
Em caso de contratação de empréstimo para pagar prestações do parcelamento;
Caso haja exclusão do ente, o município perde os benefícios financeiros obtidos com a adesão e o saldo devedor será recalculado.
O site do Tesouro disponibiliza uma página com respostas para sanar dúvidas das prefeituras sobre a aplicação do decreto, no site: www.tesourotransparente.gov.br. Na mesma página, também é possível acessar um quadro com todas as combinações possíveis de juros a serem pagos à União, percentuais de amortização extraordinária e de investimento.
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Baixar áudioAtenção! A Agência-Barco Chico Mendes, da CAIXA, já tem as datas de atendimento definidas para agosto.
A embarcação conta com os serviços de desbloqueio de cartões e cadastro de senhas para recebimento de benefícios sociais, como FGTS, Seguro-Desemprego, Bolsa Família e INSS, entre outros serviços. Vale lembrar que no barco não tem movimentação de dinheiro em espécie.
Confira o cronograma:
Inicialmente, a embarcação vai atender a população de Barcelos, entre os dias 3 e 5 de agosto.
Depois, os serviços CAIXA serão prestados à população de Novo Airão, do dia 6 ao dia 7.
Em seguida, a embarcação seguirá para Alvarães, com serviços oferecidos em 19 de agosto.
A Agência-Barco segue para Uarini, onde oferecerá os serviços CAIXA aos moradores, do dia 20 ao dia 21.
Já entre os dias 24 e 26 de agosto, será a vez da população de Fonte Boa receber os atendimentos.
Entre os dias 27 e 28 de agosto, os serviços serão oferecidos aos moradores de Jutaí.
Para finalizar o calendário do mês, a embarcação estará em Tonantins, do dia 31 de agosto ao dia 1° de setembro
O horário de atendimento da Agência-Barco Chico Mendes é das 9 horas da manhã às 3 horas da tarde.
Para mais detalhes, acesse caixa.gov.br.
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Baixar áudioO dólar fechou o último pregão cotado a R$ 5,07, após alta de 0,44%.
A moeda norte-americana avançou em linha com o fortalecimento do dólar no mercado internacional, movimento que pressionou a maior parte das moedas de países emergentes.
A sessão também foi marcada por problemas técnicos na B3, que interromperam temporariamente as negociações de contratos de juros futuros e do dólar futuro. A bolsa informou que trabalhou para normalizar as operações ao longo do dia.
No cenário doméstico, os investidores repercutiram os dados divulgados pelo Banco Central, que apontaram déficit primário de R$ 55,3 bilhões para o setor público consolidado em junho.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,86.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1973 | 0,1705 | 0,1458 | 31,0586 | 0,1592 | 0,2765 | 0,2798 |
| USD | 5,0779 | 1 | 0,8673 | 0,7417 | 157,43 | 0,8072 | 1,4015 | 1,4251 |
| EUR | 5,8651 | 1,1530 | 1 | 0,8551 | 181,41 | 0,9311 | 1,6159 | 1,6429 |
| GBP | 6,8397 | 1,3483 | 1,1694 | 1 | 212,13 | 1,0886 | 1,8901 | 1,9216 |
| JPY | 3,21968 | 0,635203 | 0,55124 | 0,471531 | 1 | 0,5127 | 0,89024 | 0,90440 |
| CHF | 6,2794 | 1,2389 | 1,0742 | 0,9187 | 194,83 | 1 | 1,7359 | 1,7636 |
| CAD | 3,6167 | 0,7135 | 0,6188 | 0,5291 | 112,23 | 0,5760 | 1 | 1,0160 |
| AUD | 3,5743 | 0,7024 | 0,6086 | 0,5204 | 110,62 | 0,5665 | 0,9836 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
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Atenção! A Agência-Barco Ilha do Marajó já tem data para chegar! E, em agosto, a região vai receber os serviços em duas embarcações, já que a população também terá acesso aos atendimentos no PrevBarco, em uma parceria da CAIXA com o INSS.
As embarcações oferecem os serviços de desbloqueio de cartões e cadastro de senhas para recebimento de benefícios sociais, como FGTS, Seguro-Desemprego, Bolsa Família e INSS, entre outros serviços. Vale lembrar que no barco não tem movimentação de dinheiro em espécie.
Confira o cronograma:
O PrevBarco vai atender três localidades neste mês. Os serviços começam por Soure do dia 10 ao dia 14. Em seguida, a embarcação vai para Ponta de Pedras, onde fica de 17 a 21.
Já entre os dias 24 e 28 de agosto, os atendimentos serão oferecidos à população de Muaná.
Os serviços na Agência-Barco Ilha do Marajó começam em Curralinho, com atendimentos do dia 3 ao dia 5.
Em seguida, a embarcação segue para Ponta de Pedras para oferecer os serviços CAIXA nos dias 6 e 7.
Após, os moradores de Limoeiro do Ajuru recebem os atendimentos nos dias 17 e 18 de agosto.
Depois a embarcação vai para São Sebastião da Boa Vista, e fica por lá entre os dias 19 e 21 de agosto prestando atendimentos.
Já do dia 24 ao dia 28, a Agência-Barco Ilha do Marajó estará em Gurupá.
Por fim, nos dias 31 de agosto e 1° de setembro, a população de Bagre contará com os serviços do banco.
O horário de atendimento é das 9 horas da manhã às 3 da tarde.
Para mais detalhes, acesse caixa.gov.br.
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Baixar áudioEm meio aos esforços para ampliar a presença brasileira em novos mercados internacionais, Brasil e Coreia do Sul avançaram nas negociações para fortalecer o comércio bilateral e ampliar investimentos entre os dois países. A estratégia foi reforçada na última terça-feira (28), durante o Brazil-Korea Business Roundtable, promovido pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) em parceria com a Federação de Indústrias Coreanas (FKI), em São Paulo.
O encontro reuniu o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, o presidente da Coreia do Sul, Lee Jae Myung, o presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller, além de representantes do governo e lideranças empresariais dos dois países. O objetivo foi ampliar as relações econômicas e identificar novas oportunidades de negócios em setores considerados estratégicos para as duas economias.
A aproximação ganha relevância diante da estratégia brasileira de diversificar os destinos das exportações e reduzir a concentração das vendas externas em poucos mercados. Atualmente, a corrente de comércio entre Brasil e Coreia do Sul movimenta cerca de US$ 11 bilhões, mas o Brasil responde por apenas 1% das importações sul-coreanas, índice considerado abaixo do potencial da relação bilateral.
Segundo o presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller, a expectativa é ampliar a presença dos produtos brasileiros no mercado asiático e abrir novas oportunidades para diferentes setores da economia.
“No setor do agronegócio, no anúncio da abertura do mercado de carnes, vamos continuar com as frutas, com o café, com as nossas outras proteínas. Forte também na área de minerais raros, eles são o segundo maior produtor de semicondutores que a gente vai avançar muito com eles. E também na área de indústria, o setor farmacêutico, o setor de TI e também, principalmente, o setor da nossa indústria aeronáutica e também na indústria de defesa. Então foi um grande fórum empresarial realizado pela ApexBrasil pra gente diversificar ainda mais as exportações do nosso país.”
Entre as oportunidades apontadas durante o fórum estão a ampliação das exportações brasileiras de proteínas animais, frutas, café, etanol e biocombustíveis, além do fortalecimento da cooperação em minerais críticos, semicondutores, inteligência artificial, indústria farmacêutica, aeroespacial e defesa. A Coreia do Sul é atualmente a 13ª maior economia do mundo e o 11º maior importador global, sendo considerada um mercado estratégico para a expansão do comércio exterior brasileiro.
O encontro também resultou na assinatura de seis memorandos de entendimento entre empresas e instituições brasileiras e sul-coreanas. Os acordos abrangem áreas como promoção comercial, inovação tecnológica, pesquisa, saúde, indústria aeroespacial e defesa, fortalecendo a cooperação econômica entre os dois países.
Para o setor produtivo, o diálogo entre governos e empresas contribui para reduzir barreiras comerciais e ampliar investimentos brasileiros no exterior. O diretor de Relações Institucionais da Ambev, Rodrigo Moccia, destacou a importância da aproximação para empresas que já atuam internacionalmente.
"É uma alegria para a Ambev, uma empresa brasileira que tem operação no mundo inteiro, que gera emprego e renda localmente, poder discutir com governo de outros países, com outros empresários um pouco dos desafios que as empresas brasileiras enfrentam fora do país. Foi mais um sucesso. O presidente da Coreia esteve reunido conosco por mais de uma hora falando um pouco sobre as oportunidades de investimento lá e os desafios que a gente pode superar. Então super obrigado à Apex pelo convite. Contem com a Ambev nos próximos encontros”, destacou.
A realização do fórum ocorreu cinco meses após a missão empresarial organizada pela ApexBrasil em Seul, que reuniu cerca de 450 empresários brasileiros e sul-coreanos. A visita do presidente Lee Jae Myung ao Brasil e a assinatura de sete memorandos de cooperação entre os governos, em Brasília, reforçam o movimento de aproximação entre os dois países e a estratégia brasileira de ampliar mercados para suas exportações, atrair investimentos e fortalecer a inserção do país nas cadeias globais de valor.
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