VoltarO euro, por sua vez, encerrou o dia cotado a R$ 5,62
Baixar áudioO dólar comercial registrou uma ligeira valorização de 0,17% nesta quinta-feira (8), fechando o dia vendido a R$ 5,02.
De acordo com a Investing.com, a moeda americana abriu a sessão com pouca oscilação em relação ao real. O mercado financeiro operou em ritmo de espera pela publicação dos dados mais recentes da pesquisa Datafolha sobre as eleições presidenciais, alinhando-se ao comportamento da divisa no cenário internacional, onde apresentou leve avanço frente a moedas emergentes.
Logo no início dos negócios, às 9h11, a cotação do dólar à vista subia 0,18%, negociada a R$ 5,0247. Já o dólar futuro com vencimento para novembro, contrato com maior liquidez na B3, registrava estabilidade com viés de alta de 0,01%, cotado a R$ 5,0440.
Na mesma manhã, às 11h30, o Banco Central programou um leilão de swap cambial para rolagem de posições, disponibilizando uma oferta de 50 mil contratos com vencimento em 3 de novembro.
O índice DXY, que mede a força do dólar frente a outras moedas globais, fechou aos 102,19 pontos.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,62.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1991 | 0,1776 | 0,1505 | 31,4504 | 0,1656 | 0,2833 | 0,2861 |
| USD | 5,0214 | 1 | 0,8919 | 0,7560 | 157,93 | 0,8317 | 1,4225 | 1,4371 |
| EUR | 5,6285 | 1,1211 | 1 | 0,8477 | 177,06 | 0,9324 | 1,5945 | 1,6111 |
| GBP | 6,6415 | 1,3228 | 1,1797 | 1 | 208,89 | 1,1000 | 1,8811 | 1,9009 |
| JPY | 0,0318 | 0,0063 | 0,0056 | 0,0048 | 1 | 0,5266 | 0,0090 | 0,0091 |
| CHF | 6,0375 | 1,2024 | 1,0725 | 0,9091 | 189,89 | 1 | 1,7101 | 1,7279 |
| CAD | 3,5297 | 0,7029 | 0,6271 | 0,5316 | 111,04 | 0,5848 | 1 | 1,0104 |
| AUD | 3,4946 | 0,6959 | 0,6207 | 0,5261 | 109,89 | 0,5787 | 0,9897 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
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Baixar áudioA procura dos brasileiros por crédito aumentou 16,5% no acumulado de 12 meses até agosto de 2026. Os dados são do Indicador de Demanda dos Consumidores por Crédito, da Serasa Experian, divulgado nesta segunda-feira (28).
O levantamento aponta crescimento em todas as unidades da Federação no período. Mato Grosso lidera o resultado nacional, com alta de 36,3%. Na sequência aparecem Acre, com 27,5%, e Amapá, com 26,2%.
Outros estados também registraram avanços expressivos. No Rio Grande do Sul, a procura por crédito cresceu 24,8%. Em Roraima, a alta foi de 24,2%, enquanto Mato Grosso do Sul apresentou aumento de 22,9%.
Na outra ponta, o Distrito Federal teve o menor crescimento entre as unidades da Federação, com 11,2%. São Paulo registrou alta de 11,8%, seguido pelo Rio de Janeiro, com 11,9%.
O indicador também revela diferenças conforme a renda dos consumidores. A maior expansão ocorreu entre aqueles que recebem de um a dois salários mínimos, faixa que registrou aumento de 41% no acumulado de 12 meses.
Entre os consumidores com renda de até um salário mínimo, o crescimento foi de 14,1%. Já nas faixas de cinco a dez salários mínimos e acima de dez salários mínimos, as altas foram de 12% e 7%, respectivamente.
Apesar do avanço no acumulado de 12 meses, a comparação entre agosto de 2026 e o mesmo mês do ano anterior mostra uma alta menor, de 5,5%. Segundo a Serasa Experian, o resultado indica uma desaceleração da procura por crédito.
A economista-chefe da empresa, Camila Abdelmalack, destaca que os juros elevados, os critérios mais rigorosos para a concessão de crédito e o comprometimento da renda exigem cautela por parte dos consumidores.
O indicador considera consultas a CPFs realizadas em processos de avaliação para concessão de crédito. Portanto, o aumento da procura não significa necessariamente que os pedidos tenham sido aprovados ou que os empréstimos tenham sido contratados
Copiar o textoMoeda norte-americana avançou em meio à maior cautela dos investidores no mercado internacional
Baixar áudioO dólar comercial fechou esta quarta-feira (7) em alta de 0,70%, cotado a R$ 5,01. A valorização da moeda norte-americana ocorreu em um dia marcado pela maior cautela dos investidores no mercado internacional.
O movimento foi influenciado pelo fortalecimento dos títulos públicos dos Estados Unidos, os chamados Treasuries, após a divulgação da ata da última reunião do Federal Reserve. O documento reforçou a possibilidade de que os juros norte-americanos permaneçam elevados e de que ocorra uma nova alta ainda neste ano.
Com a perspectiva de juros mais altos nos Estados Unidos, investidores tendem a buscar ativos considerados mais seguros, o que favorece o dólar e aumenta a pressão sobre moedas de países emergentes, como o real.
Segundo analistas, a alta dos Treasuries também contribuiu para o movimento de fortalecimento do dólar em um cenário de maior aversão ao risco.
O avanço da moeda norte-americana ocorreu após o real ter registrado valorização nos últimos dias. No mercado acionário, o movimento de cautela também contribuiu para a queda do Ibovespa, que encerrou o pregão aos 204.302 pontos.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,61.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1994 | 0,1780 | 0,1508 | 31,5270 | 0,1661 | 0,2844 | 0,2863 |
| USD | 5,0138 | 1 | 0,8934 | 0,7569 | 158,07 | 0,8334 | 1,4257 | 1,4370 |
| EUR | 5,6190 | 1,1193 | 1 | 0,8473 | 177,00 | 0,9325 | 1,5958 | 1,6084 |
| GBP | 6,6316 | 1,3215 | 1,1801 | 1 | 208,89 | 1,1013 | 1,8835 | 1,8980 |
| JPY | 0,0317 | 0,0063 | 0,0056 | 0,0048 | 1 | 0,5270 | 0,0090 | 0,0091 |
| CHF | 6,0190 | 1,2006 | 1,0720 | 0,9080 | 189,69 | 1 | 1,7113 | 1,7235 |
| CAD | 3,5167 | 0,7014 | 0,6265 | 0,5309 | 110,89 | 0,5845 | 1 | 1,0074 |
| AUD | 3,4946 | 0,6962 | 0,6217 | 0,5268 | 110,05 | 0,5801 | 0,9924 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
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Baixar áudioO Ibovespa fechou a quarta-feira (7) em queda de 0,74%, aos 204.302,33 pontos. O índice teve a segunda baixa consecutiva depois de alcançar um recorde na segunda-feira.
O movimento foi influenciado principalmente pelo cenário internacional. A ata da última reunião do Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos, mostrou que todos os integrantes apoiaram o aumento dos juros e que a maioria considera possível uma nova alta ainda este ano.
A perspectiva de juros mais elevados nos Estados Unidos aumenta a cautela dos investidores e pode favorecer aplicações consideradas mais seguras, reduzindo o interesse por ativos de maior risco, como ações.
Segundo analistas, a alta dos títulos públicos norte-americanos também vem pressionando os mercados e fortalecendo o dólar.
A devolução de parte dos ganhos recentes das ações de bancos contribuiu para a queda do índice. Os papéis da Vale também pesaram no resultado, com recuo de 2,30%.
Durante o pregão, o Ibovespa chegou à máxima de 206.877,47 pontos e à mínima de 204.176,12 pontos. O volume negociado na B3 foi de R$ 56,8 bilhões.
Ações em alta no Ibovespa
Haga SA Industria e Comercio Pfd (HAGA4F) +15.51%
Ações em queda no Ibovespa
Volume total negociado na B3 foi de R$ 68.482.022.547, em meio a 6.092.911 de negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
Copiar o textoO euro, por sua vez, encerrou o dia cotado a R$ 5,60
Baixar áudioO dólar comercial encerrou a terça-feira (6) com recuo de 0,55%, cotado a R$ 4,97, em reação ao resultado do primeiro turno das eleições.
Pela manhã, a moeda norte-americana registrou recuo de 1,11%, sendo cotada a R$ 4,94, o menor valor verificado durante os pregões nos últimos cinco meses. O movimento dá continuidade ao ritmo do dia anterior, que marcou a primeira reação do mercado após o primeiro turno das eleições brasileiras, no qual Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ficou à frente de Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP).
De acordo com analistas do UBS BB, a taxa de câmbio tende a se estabilizar próxima de R$ 5,00 no curto prazo. Contudo, o banco projeta que, se o cenário do segundo turno confirmar a tendência de domingo e as cotações de petróleo permanecerem favoráveis, a moeda brasileira pode se valorizar, levando o dólar para a faixa entre R$ 4,50 e R$ 4,60 em um horizonte de três a seis meses.
O índice DXY, que mede a força do dólar frente a outras moedas globais, fechou aos 101,87 pontos.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,60.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,2008 | 0,1783 | 0,1512 | 31,7606 | 0,1670 | 0,2854 | 0,2875 |
| USD | 4,9796 | 1 | 0,8881 | 0,7532 | 158,15 | 0,8317 | 1,4210 | 1,4319 |
| EUR | 5,6088 | 1,1260 | 1 | 0,8481 | 178,07 | 0,9364 | 1,5999 | 1,6123 |
| GBP | 6,6141 | 1,3277 | 1,1792 | 1 | 209,97 | 1,1042 | 1,8865 | 1,9011 |
| JPY | 0,0315 | 0,0063 | 0,0056 | 0,0048 | 1 | 0,5259 | 0,0090 | 0,0091 |
| CHF | 5,9873 | 1,2024 | 1,0679 | 0,9057 | 190,17 | 1 | 1,7087 | 1,7218 |
| CAD | 3,5040 | 0,7037 | 0,6249 | 0,5301 | 111,30 | 0,5853 | 1 | 1,0077 |
| AUD | 3,4786 | 0,6984 | 0,6203 | 0,5260 | 110,45 | 0,5808 | 0,9924 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
Copiar o textoVolume total negociado na B3 foi de R$ 58.062.431.354, em meio a 6.546.628 de negócios
Baixar áudioO principal índice da bolsa brasileira encerrou o pregão desta terça-feira (6) em baixa de 0,52%, atingindo os 205.835,29 pontos.
No fechamento da sessão, de acordo com Bora Investir (B3), o Ibovespa registrou sua pontuação máxima em 209.522,60 pontos e atingiu a mínima de 204.725,23 pontos ao longo do dia.
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
O volume total negociado na B3 foi de R$ 58.062.431.354, em meio a 6.546.628 de negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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Baixar áudioO dólar fechou esta segunda-feira (5) em forte baixa de 4,12%, cotado a R$ 4,99. Durante o pregão, a moeda norte-americana chegou a atingir a mínima de R$ 4,95.
A queda foi a maior registrada em um único dia desde 8 de junho de 2018, quando o dólar recuou 5,5%. Na ocasião, o Banco Central anunciou uma série de intervenções para conter a valorização da moeda.
Segundo analistas, o movimento do câmbio refletiu principalmente a expectativa do mercado em relação a uma possível mudança na condução da política econômica, com foco em ajuste fiscal. Parte dos investidores que não estava posicionada para esse cenário passou a comprar reais e vender dólares, contribuindo para a forte queda da moeda norte-americana.
Entre as 31 moedas mais negociadas do mundo, o real foi a que mais se valorizou frente ao dólar nesta segunda-feira. No mercado internacional, o índice DXY, que mede o desempenho da moeda norte-americana em relação a uma cesta de outras moedas, subia 0,6%, aos 102 pontos.
O banco norte-americano Morgan Stanley avalia que, em um cenário de ajuste fiscal, o dólar pode chegar a R$ 4,50 no próximo ano.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,60.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,2002 | 0,1785 | 0,1516 | 31,6363 | 0,1664 | 0,2854 | 0,2873 |
| USD | 4,9936 | 1 | 0,8912 | 0,7567 | 158,00 | 0,8311 | 1,4255 | 1,4345 |
| EUR | 5,6033 | 1,1223 | 1 | 0,8490 | 177,22 | 0,9334 | 1,5996 | 1,6094 |
| GBP | 6,6060 | 1,3217 | 1,1780 | 1 | 208,79 | 1,0979 | 1,8833 | 1,8949 |
| JPY | 3,16079 | 0,632932 | 0,56426 | 0,478939 | 1 | 0,5260 | 0,90222 | 0,90831 |
| CHF | 6,0090 | 1,2033 | 1,0723 | 0,9109 | 189,96 | 1 | 1,7157 | 1,7249 |
| CAD | 3,5034 | 0,7015 | 0,6251 | 0,5310 | 110,84 | 0,5828 | 1 | 1,0062 |
| AUD | 3,4812 | 0,6972 | 0,6213 | 0,5274 | 110,09 | 0,5794 | 0,9939 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
Copiar o textoÍndice encerrou a segunda-feira (5) aos 206.911,89 pontos, na maior alta diária desde março de 2020
Baixar áudioO Ibovespa fechou a segunda-feira (5) em alta de 7,7%, aos 206.911,89 pontos. A valorização foi a maior registrada pelo principal índice da Bolsa brasileira desde 24 de março de 2020, no início da pandemia de Covid-19.
Segundo analistas, a maior possibilidade de avanço de um ajuste fiscal após o resultado do primeiro turno das eleições foi um dos principais fatores para o desempenho positivo do mercado. A expectativa de mudanças na condução da política econômica representou um “divisor de águas” para os investidores, principalmente diante da possibilidade de uma política diferente em relação aos gastos públicos.
Entre as empresas, Magazine Luiza liderou os ganhos, com alta de 24,1%.
Já empresas exportadoras, como Vale, WEG, Suzano e Embraer, encerraram o pregão em baixa. Esses papéis vinham sendo utilizados como uma espécie de proteção por investidores que temiam um cenário eleitoral mais acirrado. Como essas companhias possuem receitas em dólar, a valorização da moeda norte-americana poderia ajudar a compensar eventuais perdas em outras posições.
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
Volume total negociado na B3 foi de R$ 103.400.989.024, em meio a 10.452.278 de negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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Baixar áudioAs exportações brasileiras de vinhos e espumantes somaram US$ 6,79 milhões no primeiro semestre de 2026, uma alta de 23,73% em relação ao mesmo período de 2025. Os produtos chegaram a 79 países, e a ampliação das oportunidades no mercado internacional estará em pauta na ProWine São Paulo 2026, que será realizada entre os dias 6 e 8 de outubro, no Expo Center Norte.
A ação faz parte do Exporta Mais Brasil, iniciativa da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) em parceria com o Conselho Superior do Vinho (Consevitis-RS), por meio do projeto Wines of Brazil. A atividade também integra o Plano de Diversificações de Exportações + Caminhos + Negócios.
Cerca de 20 empresas brasileiras participarão de reuniões com oito compradores internacionais. Os representantes vêm da China, Reino Unido, Suécia, Países Baixos, Angola, Rússia, México e Paraguai.
As empresas brasileiras selecionadas incluem produtores, cooperativas e exportadoras de diferentes portes e regiões do país. A proposta é aproximar os negócios brasileiros de potenciais parceiros comerciais e ampliar as oportunidades de venda em outros mercados.
O número de vinícolas registradas no Brasil cresceu 41,5% entre 2020 e 2025. De acordo com o Anuário do Vinho 2026, publicado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), o país passou de 682 para 965 estabelecimentos no período. As vinícolas estão distribuídas por 327 municípios.
O Rio Grande do Sul concentra a maior parte dos estabelecimentos, com 600 vinícolas. Na sequência aparecem Santa Catarina, com 102, e São Paulo, com 86.
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O crescimento do número de vinícolas acompanha a expansão das exportações brasileiras. No primeiro semestre de 2026, as exportações de vinhos somaram US$ 5,61 milhões, alta de 24,66% em relação ao mesmo período de 2025. Já os espumantes alcançaram US$ 1,18 milhão, crescimento de 19,50%.
Segundo o Wines of Brazil, 19 vinícolas exportadoras apoiadas pelo projeto responderam por 60,81% das empresas brasileiras que exportaram produtos do setor no primeiro semestre de 2026. Entre as empresas exportadoras de espumantes, essa participação foi de 65,83%.
O levantamento também aponta que a produção declarada de vinho ultrapassou 300 milhões de litros em 2025. No mesmo ano, o setor registrou 7.361 empregos diretos.
06/10 | Terça-feira
07/10 | Quarta-feira
08/10 | Quinta-feira
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Baixar áudioNeste Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa, celebrado em 5 de outubro, o cenário do empreendedorismo brasileiro ganha um alerta: as mulheres estão à frente de 41,7% dos pequenos negócios abertos no Brasil, mas representam 44,6% dos empreendimentos que encerram as atividades.
Os dados de 2025, levantados pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), mostram um desafio que vai além da entrada das mulheres no mercado: a capacidade de manter e fazer crescer seus negócios.
No ano passado, foram 4,96 milhões de pequenos negócios abertos no país. Entre os 2,79 milhões que fecharam, a participação feminina foi proporcionalmente maior. Para Ana Cláudia Badra Cotait, presidente do Conselho da Mulher Empreendedora e da Cultura (CMEC), vinculado à Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), a diferença reforça a necessidade de discutir as condições de permanência das mulheres no mercado.
“Não basta incentivar a abertura das empresas pelas mulheres, é preciso olhar para o que acontece depois que elas abrem seus negócios. Como essa empreendedora consegue crédito, se capacita, melhora a gestão e enfrenta os primeiros desafios”, afirma.
Uma das principais dificuldades para a continuidade dos negócios é o acesso ao crédito. Segundo o Sebrae, dos R$ 109 bilhões concedidos em crédito às micro e pequenas empresas, 29,4% foram destinados a negócios liderados por mulheres. O país tinha 10,4 milhões de mulheres empreendedoras no quarto trimestre de 2024.
A presença feminina também não se distribui de forma homogênea entre os diferentes estágios dos negócios. As mulheres têm participação relevante entre os pequenos empreendedores, mas sua presença diminui à medida que as empresas avançam em porte e estrutura, segundo levantamentos do Sebrae.
Para Ana Cláudia, o debate sobre empreendedorismo feminino precisa mudar de foco. Em vez de concentrar esforços apenas na abertura de empresas, é preciso criar condições para que elas atravessem os primeiros anos, tenham acesso a financiamento e possam crescer.
“Empreender exige capital, acesso a crédito e um ambiente de negócios que permita planejar e investir. A mulher já mostrou que quer empreender. O próximo passo é garantir condições para que seu negócio sobreviva e cresça”, afirma.
Para a presidente do CMEC, cabe ao Congresso Nacional colocar essa questão na agenda econômica e discutir medidas que deem às pequenas empresas mais condições para se manter e crescer.
Ao comentar o Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa, o presidente da CACB, da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), Alfredo Cotait Neto, destaca a importância dos pequenos negócios para a economia brasileira, apesar das dificuldades.
“Vamos sempre valorizar muito os empreendedores. Que esse dia seja registrado como um dia importante, sempre com os agradecimentos de toda a sociedade civil do Brasil pelo seu trabalho, seu empenho e pelo empreendedorismo brasileiro”.
Conheça as ações do CMEC para apoiar e fortalecer o empreendedorismo feminino no portal cmecmulher.com.br.
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