VoltarPesquisa eleitoral e cenário fiscal repercutem no mercado
Baixar áudioO dólar comercial registrou valorização de 1,15% nesta quinta-feira (15), fechando o dia vendido a R$ 5,08.
Moeda norte-americana avançava 0,33% no mercado à vista, enquanto investidores acompanhavam cenário eleitoral e movimentações no exterior
O dólar iniciou a sessão em alta frente ao real, após pesquisa da Quaest indicar empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em uma eventual disputa de segundo turno pela Presidência da República. No mercado internacional, por outro lado, a moeda norte-americana recuava em relação a diversas divisas.
Às 9h35, o dólar à vista registrava valorização de 0,33%, cotado a R$ 5,0465. Já o contrato futuro para novembro, o mais negociado no mercado brasileiro, apresentava queda de 0,07%, a R$ 5,0605.
Divulgado na noite de quarta-feira (14), o levaBntamento da Quaest mostrou Flávio Bolsonaro com 46% das intenções de voto, contra 44% de Lula em um cenário de segundo turno. Considerando a margem de erro de dois pontos percentuais, os resultados configuram empate técnico. Outro 1% dos entrevistados se declararam indecisos, enquanto 9% afirmaram que votariam em branco, anulariam o voto ou não participariam da votação.
O levantamento também apontou índices elevados de rejeição entre os dois candidatos: 54% dos eleitores disseram que não votariam em Flávio Bolsonaro, enquanto 53% manifestaram rejeição a Lula.
A possibilidade de uma disputa acirrada entre os presidenciáveis, sinalizada anteriormente por uma pesquisa BTG/Nexus, também repercutia nos mercados financeiros, com reflexos sobre a cotação do dólar e as taxas dos contratos de Depósitos Interfinanceiros (DI).
Segundo informações publicadas pelo Investing.com, parte dos agentes financeiros avalia que uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro poderia ampliar as perspectivas de controle das contas públicas. Até o momento retratado pela reportagem, porém, o senador e seus representantes na área econômica não haviam apresentado propostas concretas de ajuste fiscal.
O leilão de swap cambial destinado à rolagem de contratos com vencimento próximo será realizado na segunda-feira (19).
O índice DXY, que mede a força do dólar frente a outras moedas globais, fechou aos 102,06 pontos.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,70.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1964 | 0,1751 | 0,1479 | 31,0466 | 0,1624 | 0,2787 | 0,2838 |
| USD | 5,0909 | 1 | 0,8914 | 0,7532 | 158,04 | 0,8269 | 1,4186 | 1,4450 |
| EUR | 5,7130 | 1,1219 | 1 | 0,8450 | 177,31 | 0,9277 | 1,5913 | 1,6210 |
| GBP | 6,7591 | 1,3278 | 1,1835 | 1 | 209,84 | 1,0979 | 1,8833 | 1,9184 |
| JPY | 0,0322 | 0,0063 | 0,0056 | 0,0048 | 1 | 0,5232 | 0,0090 | 0,0091 |
| CHF | 6,1558 | 1,2093 | 1,0779 | 0,9108 | 191,12 | 1 | 1,7153 | 1,7473 |
| CAD | 3,5884 | 0,7049 | 0,6283 | 0,5310 | 111,42 | 0,5830 | 1 | 1,0185 |
| AUD | 3,5231 | 0,6922 | 0,6169 | 0,5213 | 109,38 | 0,5723 | 0,9817 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
Copiar o textoVolume total negociado na B3 foi de R$ 40.678.838.819, em meio a 4.927.582 de negócios
Baixar áudioO Ibovespa encerrou esta quinta-feira (15) em queda de 1,13%, aos 204.167 pontos. Durante o pregão, o principal índice da bolsa brasileira oscilou entre a mínima de 203.110 pontos e a máxima de 206.520 pontos.
O desempenho foi influenciado pela repercussão de pesquisas eleitorais, que apontaram empate técnico em uma eventual disputa de segundo turno para a Presidência da República, além de dados de inflação dos Estados Unidos acima do esperado.
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
O volume total negociado na B3 foi de R$ 40.678.838.819, em meio a 4.927.582 de negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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Baixar áudioO dólar comercial fechou em alta nesta quarta-feira (14), cotado a R$ 5,03, com valorização de 0,18% em relação ao pregão anterior. O desempenho da moeda americana foi influenciado principalmente pelos dados de inflação dos Estados Unidos, que reforçaram a cautela dos investidores em relação à política monetária do país.
O índice de preços ao consumidor americano, conhecido como CPI, registrou alta de 0,6% em setembro. No acumulado de 12 meses, a inflação chegou a 3,7%, acima das expectativas do mercado. Os números aumentaram as preocupações de que o Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos, mantenha os juros elevados por mais tempo.
A perspectiva de juros americanos mais altos tende a favorecer a moeda dos Estados Unidos, já que pode tornar os investimentos no país mais atrativos e estimular a entrada de recursos no mercado americano.
No Brasil, os investidores também acompanharam indicadores econômicos e as movimentações do cenário político. A divulgação de dados sobre a atividade do setor de serviços reforçou a percepção de desaceleração da economia brasileira.
Com isso, o dólar encerrou o dia próximo de R$ 5,03, em um pregão marcado pela influência dos indicadores econômicos internacionais e pela cautela no mercado financeiro.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,62.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1988 | 0,1779 | 0,1504 | 31,4774 | 0,1661 | 0,2830 | 0,2846 |
| USD | 5,0386 | 1 | 0,8965 | 0,7580 | 158,32 | 0,8354 | 1,4235 | 1,4344 |
| EUR | 5,6210 | 1,1152 | 1 | 0,8454 | 176,60 | 0,9319 | 1,5876 | 1,6001 |
| GBP | 6,6455 | 1,3192 | 1,1829 | 1 | 208,88 | 1,1021 | 1,8776 | 1,8923 |
| JPY | 3,17698 | 0,631613 | 0,56627 | 0,478721 | 1 | 0,5277 | 0,89913 | 0,90596 |
| CHF | 6,0208 | 1,1970 | 1,0738 | 0,9074 | 189,51 | 1 | 1,7037 | 1,7174 |
| CAD | 3,5334 | 0,7025 | 0,6301 | 0,5326 | 111,25 | 0,5868 | 1 | 1,0079 |
| AUD | 3,5142 | 0,6970 | 0,6250 | 0,5283 | 110,38 | 0,5821 | 0,9922 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
Copiar o textoPrincipal índice da Bolsa brasileira encerrou o pregão desta quarta-feira (14) aos 206.505,98 pontos
Baixar áudioO Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira, fechou em queda de zero vírgula dezoito por cento nesta quarta-feira (14), aos 206.505,98 pontos. O desempenho foi influenciado pelo cenário internacional e por indicadores econômicos brasileiros que aumentaram a cautela dos investidores.
Nos Estados Unidos, a inflação acima das expectativas elevou as preocupações sobre a trajetória dos juros. O índice de preços ao consumidor americano subiu 0,6% em setembro, enquanto a taxa acumulada em 12 meses chegou a 3,7%. Os dados reforçaram a possibilidade de que o Federal Reserve mantenha uma política monetária mais restritiva por mais tempo, cenário que tende a pressionar os mercados de ações.
No Brasil, outro fator acompanhado pelos investidores foi o desempenho do setor de serviços. Segundo os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o volume de serviços recuou 0,1% em agosto, na comparação com julho. Apesar da queda mensal, houve crescimento de 0,6% em relação ao mesmo período do ano anterior.
O resultado abaixo das expectativas reforçou a percepção de perda de ritmo da atividade econômica brasileira, contribuindo para a cautela no mercado.
Entre as ações negociadas na Bolsa, as empresas do setor de petróleo ajudaram a amenizar as perdas do índice, beneficiadas pela valorização da commodity no mercado internacional. Por outro lado, papéis de empresas ligadas ao consumo e outros setores mais sensíveis aos juros pressionaram o desempenho do pregão.
Com o resultado desta quarta-feira, o Ibovespa prolongou o movimento negativo observado na sessão anterior. O mercado segue atento aos indicadores de inflação, às decisões de política monetária nos Estados Unidos e aos dados da economia brasileira, fatores que podem influenciar o comportamento dos ativos nos próximos pregões.
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
O volume total negociado na B3 foi de R$ 114.846.205.978, em meio a 5.591.117 de negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
Copiar o textoInflação acumula alta de 3,95% em 2026 e de 4,58% nos últimos 12 meses, segundo o IBGE
Baixar áudioO Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador oficial da inflação no Brasil, registrou alta de 0,82% em setembro de 2026, após queda de 0,32% em agosto. A variação representa um avanço de 1,14 ponto percentual em relação ao mês anterior. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a inflação acumula alta de 3,95% no ano e de 4,58% nos últimos 12 meses, acima dos 4,22% registrados no período imediatamente anterior. Em setembro de 2025, o índice havia sido de 0,48%.
Todos os nove grupos de produtos e serviços pesquisados pelo IBGE apresentaram alta de preços em setembro. O grupo Habitação registrou a maior variação, de 2,31%, e o maior impacto sobre o índice geral, com contribuição de 0,35 ponto percentual. Na sequência, apareceram Transportes, com alta de 0,89%, e Alimentação e bebidas, com avanço de 0,83%. Ambos contribuíram com 0,18 ponto percentual para o resultado do mês.
A energia elétrica residencial subiu 7,98% em setembro de 2026, tornando-se o item com maior impacto individual sobre o IPCA, com contribuição de 0,32 ponto percentual. O aumento ocorreu no contexto do fim da incorporação do Bônus de Itaipu, creditado nas faturas emitidas em agosto, e da continuidade da bandeira tarifária amarela, que acrescenta R$ 1,885 à conta de luz a cada 100 kWh consumidos.
Também foram incorporados reajustes nas tarifas de energia elétrica em Belém (6,63%), São Luís (5,42%) e Vitória (6,89%). Em sentido contrário, houve redução nas tarifas em Rio Branco (-5,20%) e Fortaleza (-6,65%), a partir de 26 de agosto. Segundo o IBGE, as quedas estão relacionadas à incorporação de recursos da repactuação do Uso de Bem Público (UBP), aprovada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
Ainda no grupo Habitação, o gás encanado registrou alta de 0,05%, influenciado pelos reajustes de 10,21% em Curitiba e de 1,80% no Rio de Janeiro, ambos vigentes desde 1º de agosto. Já a taxa de água e esgoto subiu 0,13%, refletindo o reajuste de 6,94% em Vitória, em vigor desde 1º de setembro.
O grupo Alimentação e bebidas apresentou alta de 0,83% em setembro, após três meses consecutivos de recuo. A alimentação no domicílio subiu 0,96%, pressionada principalmente pelo aumento do tomate (37,76%), da batata-inglesa (24,07%), da cebola (10,14%), do arroz (4,56%) e das carnes (0,63%).
Entre os produtos que ficaram mais baratos, destacaram-se o frango inteiro (-1,96%), o frango em pedaços (-1,41%) e as frutas (-1,12%).
A alimentação fora do domicílio também apresentou aceleração, passando de 0,36% em agosto para 0,48% em setembro. O item refeição subiu de 0,18% para 0,49% no período. Já o lanche desacelerou, passando de 0,62% para 0,47%.
O grupo Transportes registrou alta de 0,89% em setembro, influenciado pelo aumento de 9,66% nas passagens aéreas e pela elevação de 1,41% nos combustíveis.
Entre os combustíveis, os maiores aumentos foram observados no etanol (3,16%), no óleo diesel (1,69%), na gasolina (1,21%) e no gás veicular (0,10%). O subitem táxi teve variação de 0,20%, considerando o reajuste de 8,42% nas tarifas em Belo Horizonte, vigente desde 8 de agosto.
Nos demais grupos pesquisados, Vestuário registrou alta de 0,71%; Comunicação, de 0,64%; Artigos de residência, de 0,27%; e Despesas pessoais, de 0,26%. As menores variações foram observadas em Saúde e cuidados pessoais (0,08%) e Educação (0,04%).
Entre as regiões pesquisadas, a cidade de Vitória apresentou a maior variação do IPCA em setembro, com alta de 1,08%. O resultado foi influenciado pelo aumento de 10,85% na energia elétrica residencial e de 43,19% no tomate.
A menor variação foi registrada em Rio Branco (0,53%), onde as quedas nas passagens aéreas (-14,13%) e nos ovos de galinha (-7,40%) contribuíram para conter o índice.
Nas demais regiões, as variações foram de 1,07% em Goiânia, 1,05% em Belo Horizonte, 0,96% em Porto Alegre, 0,89% em Brasília, 0,83% em São Paulo, 0,82% em São Luís, 0,77% no Rio de Janeiro, 0,74% em Salvador, 0,65% em Recife, 0,64% em Campo Grande, 0,63% em Curitiba, 0,62% em Belém, 0,57% em Fortaleza e 0,55% em Aracaju.
O IPCA é calculado pelo IBGE desde 1980 e considera famílias com rendimentos monetários de um a 40 salários mínimos, independentemente da fonte de renda. A pesquisa abrange dez regiões metropolitanas, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís, Aracaju e Brasília.
Para o cálculo de setembro de 2026, foram comparados os preços coletados entre 1º e 29 de setembro de 2026 com os preços vigentes entre 31 de julho e 31 de agosto de 2026.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) também registrou alta de 0,82% em setembro de 2026, avanço de 1,14 ponto percentual em relação à queda de 0,32% observada em agosto. O indicador acumula alta de 4,01% no ano e de 4,29% nos últimos 12 meses, acima dos 3,98% registrados no período imediatamente anterior. Em setembro de 2025, a taxa havia sido de 0,52%.
Os produtos alimentícios passaram de uma queda de 0,34% em agosto para uma alta de 0,80% em setembro. Já os produtos não alimentícios saíram de -0,31% para 0,83% no mesmo período.
Regionalmente, a maior variação do INPC foi registrada em Belo Horizonte (1,09%), influenciada pelas altas da energia elétrica residencial (6,53%) e da gasolina (3,79%). A menor variação ocorreu em Fortaleza (0,59%), onde as quedas do frango inteiro (-6,44%) e da roupa feminina (-2,39%) contribuíram para o resultado.
O INPC é calculado pelo IBGE desde 1979 e considera famílias com rendimentos monetários de um a cinco salários mínimos, cujo responsável pelos rendimentos é assalariado. A coleta de preços para o índice de setembro ocorreu entre 1º e 29 de setembro de 2026.
Copiar o textoO euro, por sua vez, encerrou o dia cotado a R$ 5,62
Baixar áudioO dólar comercial registrou valorização de 0,69% nesta terça-feira (13), fechando o dia vendido a R$ 5,02.
De acordo com o Investing.com, a moeda americana abriu a sessão em alta frente ao real, após uma pesquisa eleitoral indicar empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em uma eventual disputa de segundo turno pela Presidência da República.
Por volta das nove e meia da manhã, a moeda norte-americana registrava alta de 0,60%, cotada a R$ 5,02 para venda. No mercado futuro, o contrato com vencimento em novembro avançava 0,41%, negociado a R$ 5,03.
O levantamento do instituto Nexus, em parceria com o BTG Pactual, apontou Flávio Bolsonaro com 48% das intenções de voto, contra 45% de Lula. Como a margem de erro era de dois pontos percentuais, os candidatos estavam tecnicamente empatados. A pesquisa foi realizada entre os dias 10 e 12 de outubro.
O índice DXY, que mede a força do dólar frente a outras moedas globais, fechou aos 102,32 pontos.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,62.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1990 | 0,1777 | 0,1501 | 31,5013 | 0,1657 | 0,2829 | 0,2850 |
| USD | 5,0263 | 1 | 0,8931 | 0,7545 | 158,33 | 0,8328 | 1,4219 | 1,4323 |
| EUR | 5,6282 | 1,1197 | 1 | 0,8448 | 177,29 | 0,9325 | 1,5921 | 1,6037 |
| GBP | 6,6616 | 1,3253 | 1,1837 | 1 | 209,85 | 1,1037 | 1,8845 | 1,8983 |
| JPY | 0,0317 | 0,0063 | 0,0056 | 0,0048 | 1 | 0,5260 | 0,0090 | 0,0090 |
| CHF | 6,0354 | 1,2008 | 1,0725 | 0,9060 | 190,13 | 1 | 1,7074 | 1,7198 |
| CAD | 3,5349 | 0,7033 | 0,6280 | 0,5306 | 111,35 | 0,5857 | 1 | 1,0072 |
| AUD | 3,5088 | 0,6982 | 0,6236 | 0,5268 | 110,55 | 0,5814 | 0,9928 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
Copiar o textoVolume total negociado na B3 foi de R$ 45.251.821.256, em meio a 5.761.022 de negócios
Baixar áudioO Ibovespa fechou esta terça-feira (13) em queda de 1,07%, aos 206.825,31 pontos. O principal índice da Bolsa brasileira interrompeu a sequência após o recorde histórico de 209.066,90 pontos registrado na sexta-feira (9), em meio à cautela dos investidores com o cenário eleitoral brasileiro e às tensões geopolíticas no exterior.
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
O volume total negociado na B3 foi de R$ 45.251.821.256, em meio a 5.761.022 de negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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Baixar áudioChuvas intensas e temporais afetaram 2,2 milhões de pessoas na Região Sul do Brasil entre julho e setembro de 2026. No mesmo período, 419 municípios decretaram situação de anormalidade. Os prejuízos chegaram a R$ 1,8 bilhão. As informações foram divulgadas pela Confederação Nacional de Municípios (CNM).
Os dados constam da segunda edição do Boletim El Niño 2026/2027, referente ao período de 1º de julho a 30 de setembro. O levantamento registra ocorrências de deslizamentos, alagamentos, inundações, vendavais e granizo, além de um tornado na região.
No Paraná, o documento aponta impactos em áreas do norte e do noroeste do estado. O Vale do Ribeira também registra ocorrências. Em Santa Catarina, houve danos no Planalto Norte e o Meio-Oeste. Já no Rio Grande do Sul, o boletim menciona registros em diferentes áreas do território estadual, sem especificar os municípios.
O Sul apresentou o terceiro maior volume de prejuízos entre as regiões brasileiras, atrás do Nordeste, com R$ 5,7 bilhões, e do Sudeste, com R$ 4 bilhões.
Considerando os valores arredondados divulgados pela CNM, o R$ 1,8 bilhão estimado para o Sul representa aproximadamente 14% do total nacional, de R$ 12,6 bilhões.
As 2,2 milhões de pessoas afetadas na região correspondem a cerca de 32% do total de 6,9 milhões registrado em todo o país. Esse indicador não deve ser confundido com o número de pessoas que precisaram deixar suas casas, estimado em 87,7 mil no balanço nacional.
O resumo regional não detalha a distribuição dos prejuízos entre Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, nem informa quantas moradias foram atingidas exclusivamente na Região Sul.
Para melhorar a preparação diante de novos desastres, a CNM recomenda revisar os planos municipais de contingência, organizar abrigos e definir rotas de evacuação.
A Nota Técnica nº 12, publicada em maio de 2026, também orienta os gestores a mapear áreas de risco e aprimorar a comunicação com a população.
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Baixar áudioO Nordeste registrou 319 municípios com decretos de situação de emergência e cerca de 1,4 milhão de pessoas afetadas pela seca e pela estiagem entre julho e setembro de 2026. No período, os prejuízos provocados por desastres na região foram estimados em R$ 5,7 bilhões. Os dados são da Confederação Nacional de Municípios (CNM).
As informações fazem parte da segunda edição do Boletim El Niño 2026/2027, que abrange o período de 1º de julho a 30 de setembro. Segundo a CNM, os decretos de emergência foram registrados em municípios dos nove estados nordestinos.
A agricultura concentrou a maior parte das perdas regionais, com R$ 3,4 bilhões em prejuízos.
Entre as cinco regiões brasileiras, o Nordeste apresentou o maior volume de prejuízos. Os R$ 5,7 bilhões estimados representam cerca de 45% dos R$ 12,6 bilhões registrados em todo o país. O Sudeste aparece em seguida, com R$ 4 bilhões, enquanto o Sul contabilizou R$ 1,8 bilhão.
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A CNM relaciona o cenário regional à intensificação da seca e da estiagem no contexto do El Niño. O resumo do levantamento, porém, não detalha quais são os 319 municípios em situação de emergência, como as perdas se distribuem entre os estados nem quantos produtores rurais foram afetados.
Em todo o Brasil, os desastres registrados no trimestre afetaram 6,9 milhões de pessoas em 1.035 municípios. O balanço também contabiliza 25 mortes e 87,7 mil pessoas que tiveram de deixar suas casas. Esses números abrangem diferentes tipos de ocorrência e, portanto, não correspondem exclusivamente aos efeitos da seca e da estiagem no Nordeste.
Para preparar os municípios para possíveis impactos do El Niño, a CNM recomenda revisar os planos de contingência, mapear áreas de risco e organizar a comunicação com a população. As orientações constam da Nota Técnica nº 12, publicada em maio de 2026, sobre os possíveis efeitos do fenômeno nos anos de 2026 e 2027.
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Baixar áudioO custo para manter a moradia tem levado famílias brasileiras a cortar outras despesas para conseguir pagar aluguel ou financiamento. Uma pesquisa da Habitat para a Humanidade Brasil, realizada com 1.400 brasileiros entre abril e junho de 2026, mostra que 74% dos entrevistados reduziram pelo menos um gasto no último ano para arcar com os custos de habitação.
A dificuldade em arcar com os custos do aluguel levou quase metade dos respondentes a reduzir despesas com alimentação. Esse tipo de corte de gastos foi apontado por 48% dos entrevistados.
O levantamento também aponta que 34% precisaram cortar gastos considerados essenciais, como alimentação, medicamentos e vestuário. Além disso, 56% disseram temer que algum imprevisto comprometa a capacidade de continuar vivendo onde estão.
O cenário acende um alerta para o risco de inadimplência. Segundo o especialista em Direito Imobiliário Stefano Ribeiro Ferri, um dos principais sinais de que a família precisa buscar ajuda é quando a moradia passa a consumir uma parcela elevada da renda.
“O ponto central é fazer um diagnóstico das dívidas e da renda antes de assumir novos compromissos. A moradia é uma despesa essencial, mas justamente por isso o planejamento precisa acontecer antes de a família chegar ao ponto de escolher entre pagar o aluguel ou colocar comida na mesa”, destaca Ferri.
Outro sinal que requer atenção dos moradores é quando o pagamento do aluguel depende, de forma constante, de cartão de crédito, empréstimos ou do corte de despesas essenciais.
O especialista indica que o morador procure alternativas para pagamento do aluguel ou financiamento antes mesmo do primeiro atraso.
Veja o que pode ser feito preventivamente em caso do aluguel:
A principal indicação é de que o consumidor não tente apenas adiar o problema por meio de novas dívidas.
A inadimplência pode trazer consequências diferentes conforme o tipo de contrato. No aluguel, a falta de pagamento pode resultar em cobrança dos valores devidos e ação de despejo. Não existe uma regra geral que garanta ao inquilino um período fixo de tolerância antes que o proprietário possa tomar providências.
Já nos financiamentos imobiliários submetidos à alienação fiduciária, o imóvel pode chegar à consolidação da propriedade em nome do credor após o cumprimento do procedimento previsto em lei.
O especialista alerta que deixar de pagar e esperar que a situação se resolva com o tempo pode aumentar os riscos para o consumidor. Segundo ele, quanto mais cedo o consumidor busca informação e tenta negociar, maiores podem ser as chances de resolver a situação habitacional sem gravidade.
“O ideal é não esperar o primeiro atraso para procurar uma solução. A renegociação antecipada costuma oferecer mais alternativas do que uma negociação feita depois que a dívida já se acumulou”, ressalta Ferri.
Outro caminho que pode ser avaliado em determinadas situações é a revisão judicial de cláusulas ou cobranças que sejam efetivamente abusivas ou ilegais. No entanto, a simples redução da capacidade financeira da família não significa, por si só, que o contrato poderá ser alterado pela Justiça. É necessário analisar as condições específicas da contratação.
Stefano Ribeiro Ferri aponta que a revisão judicial não deve ser tratada como solução automática para qualquer dificuldade financeira.
Ele destaca, ainda, que as famílias que enfrentam dificuldades com a moradia também podem avaliar mecanismos previstos nas regras de prevenção e tratamento do superendividamento, principalmente quando o problema do aluguel ou financiamento faz parte de um conjunto maior de dívidas.
A recomendação é fazer um diagnóstico da renda e de todas as dívidas antes de assumir novos compromissos, além de analisar o contrato antes de aceitar uma renegociação. Também é importante não ignorar notificações ou comunicações feitas pelo proprietário ou pela instituição financeira.
Dicas do especialista para evitar que a inadimplência imobiliária se agrave:
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