03/08/2026 04:55h

Plataforma da CACB e da ACSP com informações sobre gastos da União, estados, Distrito Federal e municípios busca ampliar a transparência das contas públicas

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As despesas públicas primárias dos estados da região Centro-Oeste somaram R$ 109,2 bilhões entre 1º de janeiro e 27 de julho de 2026, segundo a plataforma Gasto Brasil, desenvolvida pela Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) em parceria com a Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Confira os gastos estaduais.

Distrito Federal

Com mais de 2,8 milhões de habitantes, os gastos do Distrito Federal alcançaram R$ 35,5 bilhões no período. O total corresponde a 9,5% do Produto Interno Bruto (PIB) da unidade federativa em 2025, estimado em R$ 365,7 bilhões, e equivale a uma despesa per capita de aproximadamente R$ 12,3 mil.

Goiás

Em Goiás, as despesas somaram R$ 31,8 bilhões, o equivalente a 9,2% do PIB estadual do ano passado (R$ 336,7 bilhões). O gasto per capita foi de aproximadamente R$ 4,4 mil, com base em uma população de 7 milhões de habitantes.

Luiz Cláudio Ledra, presidente da Associação Comercial e Industrial de Anápolis (Acia), gostaria de ver a gestão desses gastos semelhante ao que ocorre em uma empresa bem dirigida. “O empresário sabe que dentro de uma empresa, não basta ter receita. É preciso ter uma gestão, planejamento, prioridades, controle e resultados. E com dinheiro público, deve ser da mesma forma. Cada real arrecadado da sociedade precisa voltar em serviços melhores, seja na infraestrutura, seja na saúde, na educação, na segurança, na inovação, para que a gente tenha condições reais para o desenvolvimento econômico”, afrimou o representante setorial.

Mato Grosso

Em Mato Grosso, os gastos alcançaram R$ 26,1 bilhões, valor equivalente a 9,3% do PIB estadual de 2025 (R$ 273 bilhões). A despesa per capita foi de cerca de R$ 6,9 mil, considerando os 3,6 milhões de habitantes do estado.

“É de fundamental importância que o empresariado tenha noção, e a sociedade como um todo, do que o Estado brasileiro consome. Porque as pessoas pagam impostos sem reclamar porque não têm consciência do que tão pagando. Então, é nosso papel do associativismo demonstrar para a sociedade e criar esse espaço, inclusive de pressão, em cima do próprio governo nos três níveis”, salientou Jonas Alves, presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do estado (Facmat).

Mato Grosso do Sul 

Por fim, em Mato Grosso do Sul, onde a população soma 2,7 milhões de habitantes, as despesas públicas estaduais atingiram R$ 15,8 bilhões entre janeiro e julho de 2026. O montante representa uma despesa per capita de aproximadamente R$ 5,6 mil e a 8,4% em relação ao PIB local do ano passado (R$ 184,4 bilhões).

Na avaliação de Omar Aukar, presidente da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), o painel possibilita uma reflexão mais aprofundada sobre a qualidade dos gastos e não apenas a quantidade. “Não se trata apenas de gastar menos, mas de gastar melhor, com planejamento, prioridades bem definidas e foco em resultados. Quando o dinheiro público é aplicado de forma eficiente, toda a sociedade ganha, inclusive o ambiente de negócios, que passa a ter mais segurança para investir e crescer”, disse o empresário.

Brasil

Somando todas as esferas públicas (União, DF, estados e municípios), a despesa governamental ultrapassou a marca de R$ 3,2 trilhões desde o início de 2026. O governo federal concentra a maior parte dos gastos, com mais de R$ 1,4 trilhão (46% do total) do gasto público, enquanto estados (R$ 843,7 bilhões) e os municípios (R$ 827,2 bilhões) dividem o restante.

O total de pagamentos feitos pelas administrações supera em mais de R$ 800 bilhões o valor arrecadado com impostos. De acordo com dados da plataforma Impostômetro apurados no mesmo dia, a arrecadação no país é de R$ 2,3 trilhões

Análises como essa e muitas outras farão parte do Painel de Gasto Brasil a partir do dia 11 de agosto. O lançamento das novas funcionalidades, uma parceria entre a CACB e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), vai ocorrer na Câmara dos Deputados e traz recortes econômicos, detalhamento dos gastos por população, índice de qualidade das informações e novos indicadores para ampliar a transparência das despesas públicas.

Para o presidente da CACB, da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP), Alfredo Cotait Neto, acompanhar as despesas públicas é fundamental para aprimorar a gestão. Segundo ele, o país precisa avançar em medidas como reforma administrativa, planejamento, controle fiscal e definição de critérios para investimentos públicos. 

“Esta conta também não é nossa. Nós lançamos o Gasto Brasil, onde mostramos que o Governo está gastando mais do que arrecada. Nós temos que trabalhar para falar para o governo: corte de gastos já! Equilíbrio nas contas. É isso que o povo está pedindo”, destacou Cotait Neto.

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03/08/2026 04:25h

Receita Federal divulga cronograma para emissão de documentos fiscais eletrônicos com destaque do IBS e da CBS

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A obrigatoriedade de inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) para pessoas físicas que exercem determinadas atividades econômicas e precisam emitir documentos fiscais foi adiada para 1º de janeiro de 2027. A decisão, já anunciada pela Receita Federal e pelo Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CGIBS), foi oficializada pelo Decreto nº 13.075/2026

A exigência faz parte das mudanças previstas pela reforma tributária sobre o consumo (Lei Complementar nº 214/2025) e inicialmente entraria em vigor em 1º de julho de 2026. Com o adiamento, os contribuintes terão mais tempo para se adaptar, enquanto a Receita Federal desenvolve um sistema simplificado de inscrição no CNPJ, inspirado no modelo utilizado pelo Microempreendedor Individual (MEI)

No entanto, a mudança não significa que toda pessoa física será obrigada a abrir um CNPJ. A exigência se aplica apenas aos contribuintes que exerçam determinadas atividades econômicas e que, pelas regras da reforma tributária, estejam sujeitos à emissão de documentos fiscais para recolhimento da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)

Entre os grupos que podem ser alcançados pela medida estão: 

  • profissionais autônomos e liberais que ganham mais de R$ 40,5 mil por ano;
  • prestadores de serviços que ganham mais de R$ 40,5 mil por ano;
  • produtores rurais com renda bruta acima de R$ 3,6 milhões por ano;
  • pessoas que atuam como fornecedores de bens ou serviços.

Até 31 de dezembro de 2026, permanecem válidos os mecanismos atualmente utilizados para a identificação fiscal das pessoas físicas nas situações abrangidas pela regulamentação da CBS. 

Cronograma para emissão de documentos fiscais eletrônicos

A Receita Federal e o CGIBS também divulgaram, por meio do Ato Conjunto RFB/CGIBS nº 4/2026, o cronograma para o início da obrigatoriedade de emissão dos documentos fiscais eletrônicos com destaque do IBS e da CBS.

O calendário orienta contribuintes, profissionais da área fiscal e desenvolvedores de sistemas sobre os prazos para adequação às novas exigências da reforma tributária

Além de definir as datas em que cada documento fiscal eletrônico passará a ser obrigatório, o ato também informa quando serão disponibilizados os leiautes técnicos dos documentos que ainda não tiveram os padrões técnicos publicados

Segundo a Receita Federal e o CGIBS, determinadas datas poderão sofrer ajustes pontuais em razão de necessidades técnicas ou operacionais que surjam durante a implementação. A previsão, no entanto, é manter o cronograma de implantação da reforma tributária. 

O calendário leva em consideração as particularidades dos diferentes setores da economia, o prazo necessário para adequação dos sistemas emissores e a realização de testes prévios pelos contribuintes

Ainda na primeira quinzena de agosto, será divulgado o cronograma de disponibilização dos ambientes para emissão dos documentos fiscais

O ato também prevê a criação de um programa de conformidade para 2026, com caráter prioritariamente orientador durante a implantação da reforma. A ferramenta deve incluir medidas de autorregularização para que os contribuintes possam corrigir informações durante a fase de adaptação, respeitados os limites e as condições estabelecidos na legislação. 

O cronograma completo para a emissão dos documentos fiscais eletrônicos pode ser consultado neste link.

VEJA MAIS:

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02/08/2026 04:00h

Decreto nº 13.80/2026 permite parcelamento em até 360 parcelas mensais sucessivas, com redução de juros; regras servem apenas para dívidas administradas pelo Tesouro

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As prefeituras já podem solicitar o parcelamento de dívidas com a União, previsto na Emenda Constitucional nº 136/2025 (PEC dos Precatórios). Os municípios interessados em aderir à medida devem enviar um ofício de manifestação de interesse à Secretaria do Tesouro Nacional até o dia 9 de setembro, com as respectivas leis autorizativas publicadas no Diário Oficial do município. Os débitos podem ser pagos em até 360 parcelas.

O Decreto nº 13.080/2026 detalha as novas condições financeiras para os entes municipais. Além de permitir o parcelamento em até 360 parcelas mensais sucessivas, também há possibilidade de redução de juros e mudanças dos indexadores originais das dívidas pelo IPCA. 

Conforme o Tesouro Nacional, o decreto se aplica somente às dívidas contratuais administradas pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN).

Como aderir ao parcelamento de dívidas?

O município deve enviar um ofício à Secretaria do Tesouro Nacional (STN), por meio do e-mail [email protected], até o dia 9 de setembro. 

Confira o que o documento deve conter:

  • Manifestação expressa do prefeito quanto à intenção de aderir ao parcelamento; 
  • Indicação da opção por taxa de juros/amortização/investimento dentre aquelas previstas no art. 4º do Decreto nº 13.080/2026;
  • Indicação detalhada dos ativos a serem transferidos (se houver); 
  • Leis autorizativas publicadas no Diário Oficial do município. 

Possibilidades para as prefeituras 

Em nota, a Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos (FNP) destacou que o município pode optar pela amortização de percentual do saldo devedor, com transferência de valores, bens móveis ou imóveis, créditos junto ao setor privado ou União. Também é possível optar pela compensação financeira da exploração de gás, petróleo, recursos hídricos ou minerais, entre outros. Para algumas opções, é preciso uma lei municipal específica.

As prefeituras também podem optar pelo compromisso de investimento dos juros que deixarão de ser pagos à União em áreas como educação, saneamento, habitação, adaptação climática, transportes ou segurança pública. 

A prefeitura que optar por essa modalidade deverá apresentar um plano de aplicação dos recursos, com a identificação das obras e intervenções previstas, os benefícios esperados e o cronograma físico-financeiro. Além disso, será obrigada a prestar contas, semestralmente, ao tribunal de contas e ao Poder Legislativo municipal.

Condições

As prestações serão calculadas conforme a Tabela Price e vencem no dia 15 do mês seguinte ao de assinatura do contrato/aditivo. Em caso de amortização, o saldo devedor será atualizado após a transferência dos ativos à União.

A legislação estabelece situações onde o município poderá ser excluído do parcelamento. Confira:

Em caso de contratação de empréstimo para pagar prestações do parcelamento;  

  • Inadimplência por três meses consecutivos ou seis alternados no período de 36 meses; 
  • Desligamento voluntário; 
  • Falta de comprovação da aplicação dos investimentos obrigatórios.

Caso haja exclusão do ente, o município perde os benefícios financeiros obtidos com a adesão e o saldo devedor será recalculado.

O site do Tesouro disponibiliza uma página com respostas para sanar dúvidas das prefeituras sobre a aplicação do decreto, no site: www.tesourotransparente.gov.br. Na mesma página, também é possível acessar um quadro com todas as combinações possíveis de juros a serem pagos à União, percentuais de amortização extraordinária e de investimento.
 

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31/07/2026 22:00h

A embarcação conta com os serviços de desbloqueio de cartões e cadastro de senhas para recebimento de benefícios sociais, como FGTS, Seguro-Desemprego, Bolsa Família e INSS, entre outros serviços

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Atenção! A Agência-Barco Chico Mendes, da CAIXA, já tem as datas de atendimento definidas para agosto.

A embarcação conta com os serviços de desbloqueio de cartões e cadastro de senhas para recebimento de benefícios sociais, como FGTS, Seguro-Desemprego, Bolsa Família e INSS, entre outros serviços. Vale lembrar que no barco não tem movimentação de dinheiro em espécie.

Confira o cronograma:

Inicialmente, a embarcação vai atender a população de Barcelos, entre os dias 3 e 5 de agosto.

Depois, os serviços CAIXA serão prestados à população de Novo Airão, do dia 6 ao dia 7.

Em seguida, a embarcação seguirá para Alvarães, com serviços oferecidos em 19 de agosto.

A Agência-Barco segue para Uarini, onde oferecerá os serviços CAIXA aos moradores, do dia 20 ao dia 21.

Já entre os dias 24 e 26 de agosto, será a vez da população de Fonte Boa receber os atendimentos. 

Entre os dias 27 e 28 de agosto, os serviços serão oferecidos aos moradores de Jutaí.

Para finalizar o calendário do mês, a embarcação estará em Tonantins, do dia 31 de agosto ao dia 1° de setembro

O horário de atendimento da Agência-Barco Chico Mendes é das 9 horas da manhã às 3 horas da tarde.

Para mais detalhes, acesse caixa.gov.br. 

 

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31/07/2026 21:30h

Fórum empresarial promovido pela ApexBrasil reforça estratégia de diversificação do comércio exterior e amplia oportunidades em setores como agronegócio, tecnologia, energia, indústria farmacêutica e defesa

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Em meio aos esforços para ampliar a presença brasileira em novos mercados internacionais, Brasil e Coreia do Sul avançaram nas negociações para fortalecer o comércio bilateral e ampliar investimentos entre os dois países. A estratégia foi reforçada na última terça-feira (28), durante o Brazil-Korea Business Roundtable, promovido pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) em parceria com a Federação de Indústrias Coreanas (FKI), em São Paulo.

O encontro reuniu o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, o presidente da Coreia do Sul, Lee Jae Myung, o presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller, além de representantes do governo e lideranças empresariais dos dois países. O objetivo foi ampliar as relações econômicas e identificar novas oportunidades de negócios em setores considerados estratégicos para as duas economias.

A aproximação ganha relevância diante da estratégia brasileira de diversificar os destinos das exportações e reduzir a concentração das vendas externas em poucos mercados. Atualmente, a corrente de comércio entre Brasil e Coreia do Sul movimenta cerca de US$ 11 bilhões, mas o Brasil responde por apenas 1% das importações sul-coreanas, índice considerado abaixo do potencial da relação bilateral.

Segundo o presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller, a expectativa é ampliar a presença dos produtos brasileiros no mercado asiático e abrir novas oportunidades para diferentes setores da economia.

“No setor do agronegócio, no anúncio da abertura do mercado de carnes, vamos continuar com as frutas, com o café, com as nossas outras proteínas. Forte também na área de minerais raros, eles são o segundo maior produtor de semicondutores que a gente vai avançar muito com eles. E também na área de indústria, o setor farmacêutico, o setor de TI e também, principalmente, o setor da nossa indústria aeronáutica e também na indústria de defesa. Então foi um grande fórum empresarial realizado pela ApexBrasil pra gente diversificar ainda mais as exportações do nosso país.”

Entre as oportunidades apontadas durante o fórum estão a ampliação das exportações brasileiras de proteínas animais, frutas, café, etanol e biocombustíveis, além do fortalecimento da cooperação em minerais críticos, semicondutores, inteligência artificial, indústria farmacêutica, aeroespacial e defesa. A Coreia do Sul é atualmente a 13ª maior economia do mundo e o 11º maior importador global, sendo considerada um mercado estratégico para a expansão do comércio exterior brasileiro.

O encontro também resultou na assinatura de seis memorandos de entendimento entre empresas e instituições brasileiras e sul-coreanas. Os acordos abrangem áreas como promoção comercial, inovação tecnológica, pesquisa, saúde, indústria aeroespacial e defesa, fortalecendo a cooperação econômica entre os dois países.

Para o setor produtivo, o diálogo entre governos e empresas contribui para reduzir barreiras comerciais e ampliar investimentos brasileiros no exterior. O diretor de Relações Institucionais da Ambev, Rodrigo Moccia, destacou a importância da aproximação para empresas que já atuam internacionalmente.

"É uma alegria para a Ambev, uma empresa brasileira que tem operação no mundo inteiro, que gera emprego e renda localmente, poder discutir com governo de outros países, com outros empresários um pouco dos desafios que as empresas brasileiras enfrentam fora do país. Foi mais um sucesso. O presidente da Coreia esteve reunido conosco por mais de uma hora falando um pouco sobre as oportunidades de investimento lá e os desafios que a gente pode superar. Então super obrigado à Apex pelo convite. Contem com a Ambev nos próximos encontros”, destacou.

A realização do fórum ocorreu cinco meses após a missão empresarial organizada pela ApexBrasil em Seul, que reuniu cerca de 450 empresários brasileiros e sul-coreanos. A visita do presidente Lee Jae Myung ao Brasil e a assinatura de sete memorandos de cooperação entre os governos, em Brasília, reforçam o movimento de aproximação entre os dois países e a estratégia brasileira de ampliar mercados para suas exportações, atrair investimentos e fortalecer a inserção do país nas cadeias globais de valor.

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31/07/2026 21:00h

Moeda norte-americana avançou acompanhando o fortalecimento do dólar no exterior; falha técnica na B3 marcou o pregão

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O dólar fechou o último pregão cotado a R$ 5,07, após alta de 0,44%.

A moeda norte-americana avançou em linha com o fortalecimento do dólar no mercado internacional, movimento que pressionou a maior parte das moedas de países emergentes.

A sessão também foi marcada por problemas técnicos na B3, que interromperam temporariamente as negociações de contratos de juros futuros e do dólar futuro. A bolsa informou que trabalhou para normalizar as operações ao longo do dia.

No cenário doméstico, os investidores repercutiram os dados divulgados pelo Banco Central, que apontaram déficit primário de R$ 55,3 bilhões para o setor público consolidado em junho.
 

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,86.
 

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
 

Código     BRL     USD     EUR     GBP     JPY     CHF     CAD     AUD
    BRL 1 0,1973 0,1705 0,1458 31,0586 0,1592 0,2765 0,2798
    USD 5,0779 1 0,8673 0,7417 157,43 0,8072 1,4015 1,4251
    EUR 5,8651 1,1530 1 0,8551 181,41 0,9311 1,6159 1,6429
    GBP 6,8397 1,3483 1,1694 1 212,13 1,0886 1,8901 1,9216
    JPY 3,21968 0,635203 0,55124 0,471531 1 0,5127 0,89024 0,90440
    CHF 6,2794 1,2389 1,0742 0,9187 194,83 1 1,7359 1,7636
    CAD 3,6167 0,7135 0,6188 0,5291 112,23 0,5760 1 1,0160
    AUD 3,5743 0,7024 0,6086 0,5204 110,62 0,5665 0,9836 1

Os dados são da Investing.com

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31/07/2026 21:00h

As embarcações oferecem os serviços de desbloqueio de cartões e cadastro de senhas para recebimento de benefícios sociais, como FGTS, Seguro-Desemprego, Bolsa Família e INSS, entre outros serviços

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Atenção! A Agência-Barco Ilha do Marajó já tem data para chegar! E, em agosto, a região vai receber os serviços em duas embarcações, já que a população também terá acesso aos atendimentos no PrevBarco, em uma parceria da CAIXA com o INSS.

As embarcações oferecem os serviços de desbloqueio de cartões e cadastro de senhas para recebimento de benefícios sociais, como FGTS, Seguro-Desemprego, Bolsa Família e INSS, entre outros serviços. Vale lembrar que no barco não tem movimentação de dinheiro em espécie. 

Confira o cronograma:

O PrevBarco vai atender três localidades neste mês. Os serviços começam por Soure do dia 10 ao dia 14. Em seguida, a embarcação vai para Ponta de Pedras, onde fica de 17 a 21.

Já entre os dias 24 e 28 de agosto, os atendimentos serão oferecidos à população de Muaná.

Os serviços na Agência-Barco Ilha do Marajó começam em Curralinho, com atendimentos do dia 3 ao dia 5.

Em seguida, a embarcação segue para Ponta de Pedras para oferecer os serviços CAIXA nos dias 6 e 7.

Após, os moradores de Limoeiro do Ajuru recebem os atendimentos nos dias 17 e 18 de agosto.

Depois a embarcação vai para São Sebastião da Boa Vista, e fica por lá entre os dias 19 e 21 de agosto prestando atendimentos.

Já do dia 24 ao dia 28, a Agência-Barco Ilha do Marajó estará em Gurupá.

Por fim, nos dias 31 de agosto e 1° de setembro, a população de Bagre contará com os serviços do banco. 

O horário de atendimento é das 9 horas da manhã às 3 da tarde.

Para mais detalhes, acesse caixa.gov.br. 

 

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31/07/2026 16:05h

Evento online e ao vivo reunirá executivas, empresárias e profissionais que desejam avançar na carreira; inscrições estão abertas até 3 de agosto

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Empresárias, executivas e profissionais que desejam alcançar cargos de liderança poderão participar, no próximo dia 4 de agosto, às 19h, da primeira edição do Bate-papo com Elas, webinar gratuito e ao vivo promovido pelo Instituto Euvaldo Lodi (IEL). A iniciativa busca fortalecer a liderança feminina na indústria, ampliar redes de relacionamento e incentivar o desenvolvimento profissional das participantes

Com o tema "Acelerando carreiras femininas: preparando mulheres para a alta liderança", o encontro inaugura uma série de debates voltados à troca de experiências entre mulheres que ocupam ou almejam posições estratégicas no mercado

Segundo a superintendente do IEL, Sarah Saldanha, a proposta é criar um espaço de diálogo, inspiração e troca de experiências

"O Bate-papo com Elas tem o objetivo de conectar, inspirar e fortalecer uma rede de mulheres que já estejam em posição de liderança ou que estejam direcionando suas carreiras para essas posições. A ideia é compartilhar experiências, desafios e aprendizados que fazem parte do dia a dia da mulher no mundo corporativo", afirma. 

Além da troca de experiências, o webinar pretende estimular o networking entre as participantes, favorecendo novas oportunidades de negócios e ampliando o protagonismo feminino nos espaços de decisão. 

Quem pode participar

O evento é voltado tanto para mulheres que já ocupam cargos de liderança — como executivas, empresárias e proprietárias de negócios — quanto para profissionais que estão em processo de transição de carreira ou que almejam assumir funções de gestão

Ao longo da série de encontros, serão debatidos temas como desenvolvimento de carreira, gestão, inovação, empreendedorismo, diversidade e construção de redes de apoio. “Portanto, este webinar é voltado a mulheres em qualquer um dos momentos da carreira”, destaca Sarah Saldanha. 

A primeira edição contará com a participação da executiva e palestrante Maiara Liberato, profissional com mais de 26 anos de experiência. Pesquisadora, mentora, inventora, comunicadora e consultora, ela já impactou mais de seis milhões de pessoas por meio de projetos, palestras e mentorias. É fundadora e CEO da EQWETI, startup de educação voltada à construção de cultura organizacional, e integra grupos de pesquisa dedicados ao desenvolvimento humano, relações familiares, gênero e masculinidades

A mediação será feita pela diretora de Governança Interna e Externa da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Danusa Lima. O webinar terá duração aproximada de uma hora

As inscrições estão abertas até 3 de agosto e podem ser feitas por meio do preenchimento de formulário

Barreiras à liderança feminina

Para Sarah Saldanha, embora a participação das mulheres em cargos de liderança venha crescendo e haja um esforço crescente de empresas e entidades empresariais para ampliar essa presença, elas ainda permanecem sub-representadas nos níveis mais altos de decisão. 

Segundo a superintendente, fatores culturais continuam sendo alguns dos principais obstáculos para esse avanço

“São vieses inconscientes que trazemos em toda a nossa trajetória de carreira e de vida e reproduzimos dia após dia. Então iniciativas como essas são fundamentais para acelerar a participação da mulher em posições de liderança”, ressalta. 

LiderA

O Bate-papo com Elas integra a Academia de Líderes IEL e faz parte do eixo de Gestão Empresarial do LiderA – Programa de Liderança Feminina da Indústria

A iniciativa do Fórum Nacional da Mulher  Empresária (FNME), coordenado pela CNI, busca fortalecer a presença feminina na indústria por meio da conexão entre lideranças, da disseminação de boas práticas e do incentivo ao empreendedorismo feminino

O programa tem como objetivo concentrar, em uma única plataforma, todas as ações do Sistema Indústria destinadas às mulheres, organizadas nos eixos de competitividade, gestão, inovação e negócios. A proposta é ampliar a capilaridade das ações, fortalecer uma comunidade nacional de lideranças femininas e dar visibilidade aos resultados alcançados

Com isso, o Bate-papo com Elas passa a integrar o portfólio nacional de iniciativas do IEL voltadas ao desenvolvimento de lideranças femininas, ao lado do Programa de Educação Executiva Global – Liderança Feminina e do Programa de Mentoria para Mulheres

VEJA MAIS:

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31/07/2026 04:55h

Plataforma da CACB e da ACSP com informações sobre gastos da União, estados, Distrito Federal e municípios busca ampliar a transparência das contas públicas

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As despesas públicas primárias dos estados da Região Norte somaram R$ 88,6 bilhões entre 1º de janeiro e 28 de julho de 2026, segundo a plataforma Gasto Brasil, desenvolvida pela Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) em parceria com a Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Confira os gastos, estado a estado.

Acre

Com mais de 830 mil habitantes, as despesas públicas do Acre alcançaram R$ 7,8 bilhões no período. O total corresponde a 29% do Produto Interno Bruto (PIB) do estado em 2025, estimado em R$ 26,2 bilhões, e equivale a uma despesa per capita de aproximadamente R$ 9,2 mil.

Amapá

O Amapá registrou gasto público de R$ 5,7 bilhões, o que equivale a R$ 7,5 mil por cada um dos 733,7 mil habitantes. Até a data do levantamento, o Gasto Brasil representou cerca de 20% do PIB do estado em 2025, que foi de mais de R$ 28 bilhões.

Amazonas

No maior estado do Brasil em área, as despesas somaram R$ 17,1 bilhões, o equivalente a 10,5% do PIB estadual no ano passado (R$ 161,7 bilhões). O gasto per capita amazonense foi de aproximadamente R$ 4,2 mil, com base em uma população de 3,9 milhões de habitantes.

Pará

No Pará, os gastos alcançaram R$ 31,3 bilhões, valor equivalente a 12% do PIB estadual de 2025 (R$ 254,5 bilhões). A despesa per capita foi de cerca de R$ 3,7 mil, considerando uma população de 8,1 milhões de habitantes.

Para Leonardo Pinheiro, presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do estado do Pará (FACIAPA), o painel tem grande potencial como norteador de políticas públicas eficientes. “É um método de fazer planejamento a longo prazo, eficaz nas definições de prioridades nacionais, estaduais e municipais. E aí nós vamos para vários âmbitos: educação, saúde, infraestrutura, segurança, orçamento baseado em resultado, avaliar programas públicos pelo impacto”, comentou o dirigente.

Rondônia

Rondônia, com cerca de 1,5 milhão de habitantes, registrou despesas que atingiram R$ 10,6 bilhões entre janeiro e julho de 2026. O montante representa uma despesa per capita de aproximadamente R$ 6,5 mil e aproximadamente 14% em relação ao PIB local do ano passado (R$ 76,4 bilhões).

Kelly Naahmara, presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais de Rondônia (FACER), apontou que o crescimento do país só será possível com iniciativas como o Gasto Brasil. “Para que o Brasil avance em uma política de gastos públicos mais eficiente seria fundamental fortalecer a transparência, o planejamento e a gestão que é baseada em resultados. O cidadão precisa saber como os recursos arrecadados são aplicados, e os gestores públicos devem contar com mecanismos que permitam avaliar a eficiência das despesas”, disse a gestora.

Roraima

Roraima, com população de 636,7 mil pessoas, teve despesa pública estadual total de R$ 5,1 bilhões, o que equivale a R$ 7,9 mil por habitante. Até a data do levantamento, o Gasto Brasil representou 20% do PIB do estado em 2025, que foi de mais de R$ 25 bilhões.

Tocantins

Por fim, Tocantins registrou gastos primários da ordem de R$ 11 bilhões, o que significou R$ 7,1 mil por pessoa, considerando uma população de 1,5 milhão de habitantes. O montante parcial representa 17% do PIB local, que, em 2025, fechou em R$ 64,3 bilhões.

Brasil

Somando todas as esferas públicas (União, DF, estados e municípios), a despesa governamental ultrapassou a marca de R$ 3,2 trilhões desde o início de 2026. O governo federal concentra a maior parte dos gastos, com mais de R$ 1,5 trilhão (47% do total) do gasto público, enquanto estados, DF (R$ 872 bilhões) e os municípios (R$ 855 bilhões) dividem o restante.

O total de pagamentos feitos pelas administrações supera em mais de R$ 900 bilhões o valor arrecadado com impostos. De acordo com dados da plataforma Impostômetro apurados no mesmo dia, a arrecadação no país é de R$ 2,3 trilhões

Análises como essa e muitas outras farão parte do Painel de Gasto Brasil a partir do dia 11 de agosto. O lançamento das novas funcionalidades, uma parceria entre a CACB e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), vai ocorrer na Câmara dos Deputados e traz recortes econômicos, detalhamento dos gastos por população, índice de qualidade das informações e novos indicadores para ampliar a transparência das despesas públicas.

Para o presidente da CACB, da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP), Alfredo Cotait Neto, acompanhar as despesas públicas é fundamental para aprimorar a gestão. Segundo ele, o país precisa avançar em medidas como reforma administrativa, planejamento, controle fiscal e definição de critérios para investimentos públicos. 

“Esta conta também não é nossa. Nós lançamos o Gasto Brasil, onde mostramos que o Governo está gastando mais do que arrecada. Nós temos que trabalhar para falar para o governo: corte de gastos já! Equilíbrio nas contas. É isso que o povo está pedindo”, destacou Cotait Neto.

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31/07/2026 04:20h

Prejuízo potencial é estimado em R$ 49 milhões; análise considerou 100 repasses destinados a 73 municípios e dois estados, Pará e São Paulo

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Os resultados de fiscalizações realizadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) mostram que de 100 transferências especiais efetuadas e consideradas para a análise, conhecidas como Emendas Pix, 82% apresentaram problemas. O prejuízo potencial foi estimado em R$ 49 milhões. A análise considerou repasses destinados a 73 municípios e dois estados, Pará e São Paulo, e somaram R$ 198 milhões.

A fiscalização ocorreu no âmbito do Plano Especial de Auditoria das Transferências Especiais, que abrangeu repasses efetuados de 2020 a 2024.

O TCU identificou, ainda, algum tipo de irregularidade em 82,4% dos beneficiários. 

As irregularidades encontradas foram agrupadas em quatro categorias principais. Confira:

  • Falta de transparência e rastreabilidade dos recursos;
  • Problemas na execução financeira;
  • Irregularidades em licitações;
  • Problemas na execução física dos projetos.

Segundo o tribunal, houve movimentação de recursos em contas correntes não específicas e falta de relatórios de gestão no Transferegov.br. O prejuízo estimado foi de R$ 26 milhões.

Além disso, foram identificados pagamentos sem comprovação adequada, despesas que não correspondiam ao objetivo da transferência e pagamentos sem comprovação de quantidade ou objeto. Nesse caso, o dano apurado foi de R$ 15 milhões.

Também foram constatadas fraudes em licitações e contratações de empresas inidôneas, ou seja, que são impedidas de participar de licitações junto à Administração Pública.

A vistoria identificou, ainda, casos de obras não concluídas ou parcialmente executadas, bem como preços acima da normalidade, resultando em prejuízo potencial de R$ 14 milhões.

Processos instaurados 

Diante das irregularidades encontradas na aplicação dos recursos, o TCU instaurou processos de tomada de contas especial para recuperar os valores que efetivamente podem ter sido desviados. O Tribunal também abriu processos de representação para investigar irregularidades graves, mas que não causaram prejuízo financeiro direto.

Sistema Transferegov

A verificação também identificou fragilidades no sistema Transferegov – plataforma do governo federal que centraliza e gerencia as transferências de recursos da União para estados, municípios, consórcios públicos e entidades sem fins lucrativos.

Entre os problemas identificados estão a aceitação de informações genéricas nos planos de trabalho e a possibilidade de alterações de objetos, valores e metas dos projetos. O sistema também não disponibiliza a atualização dos saldos bancários o que, conforme o TCU, pode induzir a erros.

O TCU determinou que o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos limite as alterações nos planos de trabalho no sistema Transferegov.br para as transferências realizadas entre 2020 e 2024. O objetivo da medida é evitar que os planos de trabalho sejam alterados apenas por uma das partes envolvidas, como era permitido para transferências feitas antes de 2025.

O relator do processo é o ministro Walton Alencar Rodrigues.

A decisão completa pode ser acessada em portal.tcu.gov.br, por meio do Acórdão 2004/2026 - Plenário.

Emendas Pix

As transferências especiais, popularmente conhecidas como Emendas Pix, são uma modalidade de repasse de recursos da União para estados, municípios e o Distrito Federal. 

Criadas pela Emenda Constitucional nº 105/2019, elas permitem que os recursos sejam transferidos diretamente aos entes federativos, sem a necessidade de celebração de convênios ou outros instrumentos de transferência, o que torna a liberação do dinheiro mais rápida. 

Na avaliação do TCU, um dos principais problemas da modalidade de transferência é a falta de transparência ativa e rastreabilidade na execução desse tipo de repasse. O cenário pode dificultar o controle social e a fiscalização pelos órgãos de controle, aumentando o risco de irregularidades, de acordo com o tribunal.

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