Indicadores econômicos

19/03/2026 20:00h

Índice iniciou a sessão em baixa de quase 2%, mas ganhou força com decisões políticas do governo e repercussão da reunião do Copom

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O Ibovespa voltou a fechar o pregão em alta de 0,35%, aos 180.270 pontos, invertendo a queda de quase 2% da abertura. O desempenho do índice foi influenciado pelas questões políticas relacionadas à possível greve dos caminhoneiros e pela repercussão da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de iniciar a flexibilização da taxa de juros brasileira na reunião de quarta-feira (18).

No final da tarde desta quinta-feira (19), o governo publicou a Medida Provisória (MP) que endurece as regras para o cumprimento do piso mínimo do frete no transporte rodoviário de cargas, visando evitar uma possível greve dos caminhoneiros. As medidas haviam sido anunciadas na véspera pelo ministro dos Transportes, Renan Filho.

Em segundo plano, o mercado repercutiu a decisão do Copom de realizar o primeiro corte na Selic desde julho de 2025, de 15,00% para 14,75% ao ano, em linha com o esperado pelo mercado. Segundo o comunicado emitido pelo comitê, o acirramento dos conflitos geopolíticos no Oriente Médio aumentou a incerteza no ambiente externo, resultando em um cenário que exige cautela por parte dos países emergentes em ambiente marcado por elevação da volatilidade de preços de ativos e commodities.

Acompanhando o alívio nos preços do petróleo no fim da sessão, após o anúncio do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, de que não fará novos ataques à infraestrutura energética do Irã a pedido dos EUA, as ações da Petrobras fecharam em leve baixa, caindo 0,12% e 0,47%.

O desempenho do Ibovespa destoou das bolsas de Wall Street, que fecharam em queda após o mercado zerar as apostas para um novo corte na taxa de juros dos EUA pelo Federal Reserve (Fed) — o Banco Central do país — ainda em 2026.

Maiores altas e quedas do Ibovespa

Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:

Ações em alta no Ibovespa

  • Investimentos Bemge S.A. (FIGE3): +36,87%

  • Lupatech S.A. (LUPA3): +17,81%

Ações em queda no Ibovespa

  • Revee SA (RVEE3): -15,79%

  • Grupo Mateus SA (GMAT3): -14,43%

 

O volume total negociado na B3 foi de R$ 38.113.040.726, em meio a 4.585.410 negócios.

 

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

 

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

 

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

 

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

 

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.

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18/03/2026 23:40h

Índices de Wall Street fecharam em baixa após decisão do Fed de manter inalterada a taxa de juros do país pela segunda vez seguida, devido às incertezas com o conflito no Oriente Médio

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O Ibovespa voltou a fechar o pregão em baixa de 0,43%, aos 179.639 pontos. O desempenho do índice foi influenciado pela piora do humor dos investidores no exterior após a decisão do Federal Reserve (Fed) — o Banco Central dos EUA — de manter inalterada a taxa de juros e pela espera do mercado da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) sobre o seguimento da taxa de juros brasileira.

Como já esperado pelo mercado, o Fed manteve inalterada a taxa de juros estadunidense e a previsão de um único corte na taxa durante o ano de 2026, ainda sem data prevista. No comunicado emitido, o Comitê ressaltou que as “implicações dos acontecimentos no Oriente Médio para a economia dos EUA são incertas”. Os índices de Wall Street reagiram negativamente à decisão, fechando a sessão em forte queda, o que influenciou o Ibovespa.

No cenário doméstico, as atenções se dividiram entre a possível greve dos caminhoneiros e a espera pela decisão do Copom. O governo federal endureceu a fiscalização do cumprimento do frete mínimo nesta quarta-feira (18), além de investir contra estados para tentar reduzir o ICMS sobre combustíveis.

A decisão do Copom ficou para depois do fechamento dos pregões. A expectativa do mercado é de um corte de 0,25 ponto percentual, o que levaria a taxa ao patamar de 14,75% ao ano.

Durante a sessão, marcada por forte aversão a risco, as ações cíclicas encabeçaram a ponta negativa do Ibovespa, com a abertura da curva de juros e novas intervenções do Tesouro Nacional no mercado de títulos públicos. Em destaque positivo, as ações da Petrobras acompanharam a valorização do petróleo e fecharam em tom positivo, com altas de 1,77% e 1,34%.

Maiores altas e quedas do Ibovespa

Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:

Ações em alta no Ibovespa

  • MRS Logistica SA Pfd Shs A (MRSA5B): +23,99%

  • CIABRASF Cia Brasileira de Servicos Financeiros SA (ADMF3): +16,81%

Ações em queda no Ibovespa

  • Oncoclinicas do Brasil Servicos Medicos SA (ONCO3): -21,91%

  • Revee SA (RVEE3): -19,49%

 

O volume total negociado na B3 foi de R$ 92.383.620.151, em meio a 4.057.809 negócios.

 

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

 

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

 

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

 

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

 

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.

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18/03/2026 23:40h

Fed decide por manter juros dos EUA inalterados devido às incertezas relacionadas ao conflito no Oriente Médio; reunião do Copom e greve dos caminhoneiros concentra atenções no Brasil

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O dólar comercial encerrou o último pregão em alta de 0,90% frente ao real, cotado a R$ 5,24. O câmbio acompanhou a tendência externa, com o indicador DXY — que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra — apresentando alta de 0,58%.

O desempenho da moeda estadunidense foi influenciado pela decisão do Federal Reserve — o Banco Central dos Estados Unidos — de manter os juros inalterados pela segunda vez consecutiva e pela espera da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) sobre o seguimento da taxa de juros no Brasil.

Como já esperado pelo mercado, o Fed manteve inalterada a taxa de juros estadunidense e manteve a previsão de um único corte na taxa durante o ano de 2026, ainda sem data prevista. No comunicado emitido, o Comitê ressaltou que as “implicações dos acontecimentos no Oriente Médio para a economia dos EUA são incertas”.

No cenário doméstico, as atenções se dividiram entre a possível greve dos caminhoneiros e a espera pela decisão do Copom. O governo federal endureceu a fiscalização do cumprimento do frete mínimo nesta quarta-feira (18), além de investir contra estados para tentar reduzir o ICMS sobre combustíveis.

A decisão do Copom ficou para depois do fechamento dos pregões. A expectativa do mercado é de um corte de 0,25 ponto percentual, o que levaria a taxa ao patamar de 14,75% ao ano.

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou a sessão em alta de 0,06%, cotado a R$ 6,03.

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1901 0,1656 0,1430 30,3785 0,1508 0,2610 0,2700
USD 5,2608 1 0,8733 0,7543 159,86 0,7933 1,3734 1,4239
EUR 6,0326 1,1451 1 0,8640 183,09 0,9084 1,5726 1,6307
GBP 6,9839 1,3257 1,1576 1 211,94 1,0516 1,8204 1,8876
JPY 0,0329 0,0063 0,0055 0,0047 1 0,4963 0,0086 0,0089
CHF 6,6315 1,2606 1,1008 0,9509 201,55 1 1,7311 1,7949
CAD 3,8311 0,7282 0,6359 0,5493 116,43 0,5777 1 1,0369
AUD 3,7034 0,7023 0,6133 0,5298 112,31 0,5571 0,9645 1

 

Os dados são da Investing.com

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18/03/2026 04:25h

Indicador apresentou segunda baixa seguida e acumula recuo de 0,36% em 2026 e de 2,53% nos últimos 12 meses

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A Fundação Getulio Vargas (FGV) informou, nesta terça-feira (17), que o Índice Geral de Preços - 10 (IGP-10) caiu 0,24% em março, após baixa de 0,46% em fevereiro. O resultado implica em retração acumulada de 0,36% no ano de 2026 e de 2,53% nos últimos 12 meses. Segundo economistas do FGV IBRE, a apuração de março mostrou continuidade da queda nas commodities de maior peso, especialmente o minério de ferro, soja e milho.

Os dados mostram uma situação de melhora econômica frente a março de 2025, quando o IGP-10 teve alta mensal de 0,04% e acumulou alta de 8,59% em 12 meses.

O indicador avalia a inflação entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência. Segundo a FGV, ele surgiu como uma forma de oferecer um indicador adicional, divulgado no início da segunda quinzena do mês, que permite um acompanhamento mais próximo das oscilações de preços em períodos intermediários ao Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) e ao Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M).

Composição do IGP-10

O IGP-10 é calculado por meio de outros três subíndices, em média ponderada:

  • Índice de Preços ao Produtor Amplo - 10 (IPA-10);
  • Índice de Preços ao Consumidor - 10 (IPC-10);
  • Índice Nacional de Custo da Construção - 10 (INCC-10).
     

Em março, o IPA-10 caiu 0,39%, suavizando o comportamento observado em fevereiro, quando caiu 0,80%. O grupo de Bens Finais apresentou aceleração, passando de -0,05% em fevereiro para 0,59% em março, assim como o de Bens Finais (ex) — que exclui os subgrupos de alimentos in natura e combustíveis para o consumo —, que subiu de 0,06% em fevereiro para 0,16% em março. Já as taxas dos grupos de Bens Intermediários, Bens Intermediários (ex) — que exclui o subgrupo de combustíveis e lubrificantes para a produção — e Matérias-Primas Brutas tiveram quedas de 0,33%, 0,03% e 1,11%, respectivamente.

Segundo o economista do FGV IBRE André Braz, o IGP-10 de março segue registrando queda nas commodities de maior peso, especialmente minério de ferro, soja e milho. Ele reforça que o recuo do IPA não foi mais intenso devido à elevação dos preços dos produtos pecuários como bovinos, carne e leite.

Já o IPC-10 apresentou alta de 0,03% em março, inferior à de 0,50% observada em fevereiro. Entre as oito classes de despesas que compõem o índice, Educação, Leitura e Recreação (1,51% para -2,16%), Transportes (0,93% para 0,06%), Alimentação (0,44% para 0,37%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,24% para 0,18%) e Habitação (0,34% para 0,31%) tiveram recuo em suas taxas. Em contrapartida, os grupos Vestuário (-1,10% para 0,07%), Despesas Diversas (0,33% para 0,88%) e Comunicação (0,00% para 0,11%) apresentaram avanço em suas taxas de variação.

“No âmbito do consumidor, cuja taxa apresentou desaceleração expressiva, destacam-se os movimentos de cursos formais e passagens aéreas, ambos registrando retração em suas taxas de variação”, complementa o economista.

Por sua vez, o INCC-10 registrou alta de 0,29% em março, abaixo da taxa de 0,47% observada em fevereiro. Dentre os três grupos que constituem o índice, todos tiveram movimentações idênticas em suas taxas de variação entre fevereiro e março: o grupo Materiais e Equipamentos recuou de 0,32% para 0,28%; o grupo Serviços desacelerou de 0,53% para 0,25%; e o grupo Mão de Obra diminuiu de 0,66% para 0,31%.

“Já na construção civil, altas menos intensas nos custos de mão de obra contribuíram para a desaceleração da inflação nesse segmento”, finaliza André Braz.

 

As informações são do FGV IBRE.

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17/03/2026 21:30h

Investidores aguardam decisões sobre a política monetária dos EUA e do Brasil nesta quarta; taxas de juros devem ser impactadas pelo conflito

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O dólar comercial encerrou o último pregão em baixa de 0,57% frente ao real, cotado a R$ 5,20. O câmbio acompanhou a tendência externa, com o indicador DXY — que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra — apresentando baixa de 0,12%.

O desempenho da moeda estadunidense foi influenciado pela espera da “Super Quarta” — em referência às decisões de política monetária nos Estados Unidos e no Brasil que deverão ser tomadas nesta quarta-feira (18) — e pela atenção a novos desdobramentos do conflito no Oriente Médio.

Nesta terça-feira (17), o presidente estadunidense, Donald Trump, afirmou que os EUA foram informados pela maioria dos seus aliados da Otan de que eles não querem se envolver no conflito militar no Irã. Trump taxou a medida de “erro muito tolo” e disse que os EUA não precisam da ajuda de ninguém.

Os investidores acompanharam o primeiro dia de decisões do Federal Reserve — o Banco Central do país —, pressionado pelo conflito no Irã. A ferramenta FedWatch, do CME Group, que mede a expectativa para a taxa de juros no país, mostrava 99,1% de expectativas de manutenção da taxa entre 3,50% e 3,75% ao fim da sessão.

No cenário doméstico, o mercado acompanhou o primeiro dia de reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom), que havia sinalizado para a possibilidade do início do ciclo de cortes na Selic nesta ocasião. Com o prosseguimento do conflito no Oriente Médio e a disparada dos preços do petróleo, contudo, houve um aumento do receio de investidores com uma pressão dos preços de combustíveis e energia na inflação, o que tenderia a limitar o corte feito pelo Copom.

Segundo o Boletim Focus, os economistas ouvidos pelo Banco Central na segunda-feira (16) ajustaram as projeções para 2026 e subiram de 12,13% para 12,25% a mediana para a Selic no fim do ano.

Além disso, o Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) do FGV IBRE registrou queda de 0,24% em março, menos intensa do que a de 0,42% de fevereiro, e passou a acumular retração de 2,53% em 12 meses. A queda mensal foi levemente menor do que a esperada segundo pesquisa da Reuters, que era de 0,27%.

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou a sessão em baixa de 0,03%, cotado a R$ 5,99.

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1925 0,1669 0,1442 30,6064 0,1511 0,2636 0,2711
USD 5,1945 1 0,8668 0,7486 158,97 0,7848 1,3693 1,4080
EUR 5,9909 1,1538 1 0,8638 183,40 0,9053 1,5794 1,6242
GBP 6,9358 1,3359 1,1576 1 212,35 1,0484 1,8291 1,8808
JPY 0,0327 0,0063 0,0055 0,0047 1 0,4936 0,0086 0,0089
CHF 6,6189 1,2743 1,1041 0,9538 202,66 1 1,7449 1,7943
CAD 3,7941 0,7304 0,6330 0,5467 116,12 0,5732 1 1,0284
AUD 3,6901 0,7104 0,6156 0,5318 112,92 0,5575 0,9724 1

 

Os dados são da Investing.com

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17/03/2026 21:00h

Índice avança apoiado por ações da Petrobras e expectativa por decisões sobre política monetária nos EUA e no Brasil

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O Ibovespa voltou a fechar o pregão em alta de 0,30%, aos 180.409 pontos. O desempenho do índice foi influenciado pelo desempenho da Petrobras e à espera da “Super Quarta” — em referência às decisões de política monetária nos Estados Unidos e no Brasil, que deverão ser tomadas nesta quarta-feira (18).

O mercado acompanhou o primeiro dia de reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom), que havia sinalizado para a possibilidade do início do ciclo de cortes na Selic nesta ocasião. Com o prosseguimento do conflito no Oriente Médio e a disparada dos preços do petróleo, contudo, houve um aumento do receio de investidores com uma pressão dos preços de combustíveis e energia na inflação, o que tenderia a limitar o corte feito pelo Copom.

Segundo o Boletim Focus, os economistas ouvidos pelo Banco Central na segunda-feira (16) ajustaram as projeções para 2026 e subiram de 12,13% para 12,25% a mediana para a Selic no fim do ano.

Além disso, o Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) do FGV IBRE registrou queda de 0,24% em março, menos intensa do que a de 0,42% de fevereiro, e passou a acumular retração de 2,53% em 12 meses. A queda mensal foi levemente menor do que a esperada segundo pesquisa da Reuters, que era de 0,27%.

Dentre os principais desempenhos no Ibovespa, a Petrobras teve alta de 1,22% na ação ordinária e 1,76% na preferencial, devido à entrada de fluxo de capital estrangeiro e à alta do petróleo. O Brent teve alta de 3,20% durante a sessão, com o barril sendo cotado a US$103,42.

No exterior, os índices de Wall Street fecharam a segunda sessão seguida em alta, na expectativa da decisão do Federal Reserve — o Banco Central do país — sobre o seguimento da taxa de juros. A ferramenta FedWatch, do CME Group, que mede a expectativa para a taxa de juros no país, mostrava 99,1% de expectativas de manutenção da taxa entre 3,50% e 3,75% ao fim da sessão.

Maiores altas e quedas do Ibovespa

Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:

Ações em alta no Ibovespa

  • Raizen SA Non-Cum Perp Pfd Registered Shs (RAIZ4): +22,00%

  • Natura Cosmeticos SA (NATU3): +8,46%

Ações em queda no Ibovespa

  • Bardella SA Industrias Mecanicas Pfd (BDLL4): -11,34%

  • Magazine Luiza S.A. (MGLU3): -8,13%

 

O volume total negociado na B3 foi de R$ 27.134.000.085, em meio a 3.729.267 negócios.

 

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

 

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

 

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

 

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

 

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.

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16/03/2026 22:00h

Moeda norte-americana recua 1,62% no Brasil e acompanha movimento de baixa no exterior

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O dólar encerrou o último pregão em queda no mercado brasileiro. A moeda norte-americana fechou cotada a R$ 5,23, com recuo de 1,62%.

O movimento acompanhou a desvalorização do dólar frente a outras moedas de países emergentes. No acumulado do ano, a divisa dos Estados Unidos registra queda de 4,71% em relação ao real.

De acordo com especialistas, investidores seguem atentos ao cenário internacional, especialmente ao conflito no Oriente Médio e às decisões de política monetária de grandes bancos centrais, que podem influenciar inflação e crescimento global.

Cotação do euro

Já o euro encerrou o último pregão em baixa, cotado a R$6,02.

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1911 0,1661 0,1435 30,3994 0,1505 0,2615 0,2703
USD 5,2335 1 0,8692 0,7508 159,10 0,7875 1,3688 1,4142
EUR 6,0205 1,1506 1 0,8638 183,05 0,9063 1,5745 1,6269
GBP 6,9706 1,3320 1,1577 1 211,89 1,0493 1,8231 1,8833
JPY 3,28944 0,628556 0,54630 0,471943 1 0,4949 0,86034 0,88861
CHF 6,6457 1,2699 1,1036 0,9530 202,01 1 1,7377 1,7956
CAD 3,8234 0,7306 0,6351 0,5485 116,23 0,5755 1 1,0333
AUD 3,6982 0,7072 0,6146 0,5309 112,55 0,5571 0,9679 1

Os dados são da Investing.com.

 

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16/03/2026 21:40h

Bolsa brasileira sobe 1,25% no último pregão, acompanhando melhora do cenário externo e queda do petróleo

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 O Ibovespa encerrou o último pregão em alta no mercado financeiro brasileiro. O principal índice da bolsa avançou 1,25% e fechou aos 179.875 pontos, após três sessões consecutivas de queda.

Durante o dia, o indicador chegou a superar os 181 mil pontos na máxima do pregão. O volume financeiro negociado somou cerca de R$ 22,7 bilhões.

O desempenho positivo foi apoiado pelo cenário externo, com alívio nos preços do petróleo e avanço das bolsas em Nova York.

De acordo com especialistas, investidores seguem atentos ao conflito no Oriente Médio e às reuniões de política monetária de grandes bancos centrais, que podem indicar os impactos do cenário geopolítico na inflação e no crescimento econômico.

Maiores altas e quedas do Ibovespa

Confira as ações com melhor  e pior desempenho no último fechamento:

Ações em alta no Ibovespa

  • Raizen SA Non-Cum Perp Pfd Registered Shs (RAIZ4): +11,11%
  • Companhia de Electricidade do Estado da Bahia - COELBA Pfd A (CEEB5): +10,53%

Ações em queda no Ibovespa

  • Lupatech S.A. (LUPA3):  −24,35%
  • Oi S.A. (OIBR3): −5,88%

O volume total negociado na B3 foi de R$22.905.938.6127, em meio a 3.810.660 negócios.

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.  
 

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13/03/2026 21:30h

Índice voltou a fechar em baixa, de 0,91%, aos 177.653 pontos

O Ibovespa voltou a fechar o pregão em baixa, de 0,91%, aos 177.653 pontos, acumulando perda de 0,95% na semana. O desempenho do índice foi influenciado pela piora no clima de aversão a risco no exterior causado pela escalada nas tensões no Oriente Médio e pela disparada dos preços do petróleo.

Em reação às declarações da última quinta-feira (12) do líder supremo do Irã, que disse que manteria o Estreito de Ormuz fechado como “instrumento de pressão contra os EUA e Israel”, o presidente Donald Trump afirmou, nesta sexta-feira (13), que os EUA escoltarão embarcações pelo Estreito de Ormuz, se necessário. Trump declarou ainda, em entrevista à Fox News, que as forças militares estadunidenses atacarão o Irã “com muita força” na próxima semana.

No cenário doméstico, os investidores voltaram a repercutir o pacote de medidas do governo para conter os preços dos combustíveis, anunciado na quinta-feira (12). A Petrobras anunciou um reajuste de 11,6% no preço do litro do diesel para as refinarias.

Em sessão marcada pelo clima de aversão a risco, as ações da Petrobras também encerraram em tom negativo, após o aumento do preço do diesel. Os papéis da petroleira caíram 0,10% e 0,53%.

Maiores altas e quedas do Ibovespa

Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:

Ações em alta no Ibovespa

  • Sondotecnica Engenharia de Solos S.A. Pfd Shs A (SOND5): +18,54%

  • Fictor Alimentos SA (FICT3): +8,51%

Ações em queda no Ibovespa

  • Belora RDVC City Desenvolvimento Imobiliario S.A. (CCTY3): -20,42%

  • Manufatura de Brinquedos Estrela SA Pfd (ESTR4): -16,25%

 

O volume total negociado na B3 foi de R$ 29.446.219.557, em meio a 4.400.643 negócios.

 

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

 

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

 

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

 

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

 

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.

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13/03/2026 21:10h

Trump promete nova onda de ataques ao Irã na próxima semana

O dólar comercial encerrou o último pregão em alta de 1,41% frente ao real, cotado a R$ 5,31, acumulando alta de 1,38% na semana. O câmbio acompanhou a tendência externa, com o indicador DXY — que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra — apresentando alta de 0,73%.

O desempenho da moeda estadunidense foi influenciado pela continuidade da escalada nas tensões no Oriente Médio e pela nova onda de valorização do petróleo, com o barril do Brent cotado a mais de US$ 100.

Em reação às declarações da última quinta-feira (12) do líder supremo do Irã, que disse que manteria o Estreito de Ormuz fechado como “instrumento de pressão contra os EUA e Israel”, o presidente Donald Trump afirmou, nesta sexta-feira (13), que os EUA escoltarão embarcações pelo Estreito de Ormuz, se necessário. Trump declarou ainda, em entrevista à Fox News, que as forças militares estadunidenses atacarão o Irã “com muita força” na próxima semana.

Novos dados inflacionários dos EUA também dividiram as atenções dos investidores. O índice de gastos com consumo pessoal (PCE, na sigla em inglês), subiu 0,3% em janeiro, em linha com as expectativas. O índice apresentou aumento de 2,8% na comparação anual, levemente abaixo dos 2,9% previstos pelos economistas consultados pela Dow Jones. O dado é a principal referência de inflação para o Fed — o Banco Central do país — e, junto à escalada das tensões no Oriente Médio, fez com que as apostas para o corte na taxa de juros se concentrassem no mês de setembro.

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou a sessão em alta de 0,68%, cotado a R$ 6,07.

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1880 0,1645 0,1420 30,0282 0,1488 0,2580 0,2691
USD 5,3195 1 0,8759 0,7563 159,73 0,7914 1,3722 1,4325
EUR 6,0790 1,1416 1 0,8635 182,36 0,9036 1,5663 1,6353
GBP 7,0411 1,3222 1,1582 1 211,20 1,0465 1,8145 1,8952
JPY 0,0333 0,0063 0,0055 0,0047 1 0,4955 0,0086 0,0090
CHF 6,7217 1,2636 1,1068 0,9555 201,83 1 1,7336 1,8100
CAD 3,8767 0,7288 0,6384 0,5511 116,42 0,5769 1 1,0440
AUD 3,7176 0,6982 0,6115 0,5280 111,52 0,5524 0,9578 1

 

Os dados são da Investing.com

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