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Baixar áudioO Ibovespa voltou a fechar o pregão em queda de 0,13%, aos 191.005 pontos. O desempenho do índice foi influenciado pelo clima de aversão a riscos do mercado durante a sessão, com as incertezas ligadas aos investimentos em inteligência artificial e às negociações entre os Estados Unidos e o Irã, e pela queda das ações da Vale e da Petrobras.
De acordo com analistas do setor, a maior incerteza em relação aos investimentos em inteligência artificial após os resultados aquém do esperado da Nvidia, assim como as incertezas envolvendo as negociações nucleares entre os EUA e o Irã, elevaram a aversão a risco e a cautela de investidores, contribuindo para o fortalecimento da moeda estadunidense e freando o movimento de fluxo de capital para emergentes.
As negociações entre os países também causaram volatilidade nos preços do petróleo. As expectativas são para uma nova rodada de negociações entre as nações na próxima semana, em Viena.
Também relacionadas à interrupção do fluxo de capital estrangeiro para emergentes, as ações da Vale e da Petrobras encerraram o pregão em queda, puxando a baixa do Ibovespa.
Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:
Ações em alta no Ibovespa
Infracommerce CXAAS SA (IFCM3): +17,19%
Gafisa S.A. (GFSA3): +14,16%
Ações em queda no Ibovespa
Arandu Investimentos S.A (ARND3): -9,52%
Viver Incorporadora e Construtora S.A. (VIVR3): -9,26%
O volume total negociado na B3 foi de R$ 29.468.617.696, em meio a 4.417.057 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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Baixar áudioO dólar comercial encerrou o último pregão em alta de 0,27% frente ao real, cotado a R$ 5,13. O comportamento interrompeu uma sequência de cinco baixas seguidas do dólar frente ao real, durante as quais a moeda acumulou queda de 2,20%. O câmbio acompanhou a tendência externa, com o indicador DXY — que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra — apresentando alta de 0,09%.
O desempenho da moeda estadunidense foi influenciado pelo movimento aversão a risco e busca por ativos mais seguros, assim como por uma nova rodada de negociações entre os Estados Unidos e o Irã sobre o programa nuclear de Teerã.
De acordo com analistas do setor, a maior incerteza em relação aos investimentos em inteligência artificial após os resultados aquém do esperado da Nvidia, assim como as incertezas envolvendo as negociações nucleares entre os EUA e o Irã, elevaram a aversão a risco e a cautela de investidores, contribuindo para o fortalecimento da moeda estadunidense e freando o movimento de fluxo de capital para emergentes.
As negociações entre os países também causaram volatilidade nos preços do petróleo. As expectativas são para uma nova rodada de negociações entre as nações na próxima semana, em Viena.
No cenário doméstico, a divulgação do Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) mostrou retração de 0,73% em fevereiro, caindo mais do que o esperado pelo mercado e revertendo a alta de 0,41% apresentada em janeiro, diante do forte recuo dos preços no atacado.
O euro, por sua vez, encerrou a sessão em alta de 0,13%, cotado a R$ 6,06.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1943 | 0,1650 | 0,1444 | 30,3372 | 0,1504 | 0,2659 | 0,2738 |
| USD | 5,1450 | 1 | 0,8473 | 0,7413 | 156,09 | 0,7739 | 1,3681 | 1,4062 |
| EUR | 6,0606 | 1,1802 | 1 | 0,8749 | 184,21 | 0,9134 | 1,6143 | 1,6597 |
| GBP | 6,9285 | 1,3491 | 1,1431 | 1 | 210,56 | 1,0440 | 1,8454 | 1,8971 |
| JPY | 0,0330 | 0,0064 | 0,0054 | 0,0047 | 1 | 0,4958 | 0,0088 | 0,0090 |
| CHF | 6,6497 | 1,2922 | 1,0951 | 0,9579 | 201,68 | 1 | 1,7677 | 1,8173 |
| CAD | 3,7613 | 0,7310 | 0,6194 | 0,5419 | 114,11 | 0,5658 | 1 | 1,0280 |
| AUD | 3,6521 | 0,7111 | 0,6026 | 0,5271 | 110,99 | 0,5503 | 0,9727 | 1 |
Os dados são da Investing.com
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Baixar áudioO Ibovespa testou os 192 mil pontos pela primeira vez na história, mas não sustentou o avanço e fechou o último pregão em queda de 0,19%, aos 191.247,46 pontos, segundo dados preliminares.
Logo nos primeiros negócios, o índice chegou a 192.623,56 pontos, renovando o recorde intradia. Ao longo da sessão, no entanto, perdeu força e passou a oscilar em território negativo. Na mínima do dia, marcou 190.419 pontos.
O movimento refletiu a realização de lucros após a sequência de altas recentes. Ainda assim, o desempenho robusto de uma das principais empresas do setor de mineração ajudou a limitar perdas mais expressivas.
O mercado também reagiu à repercussão de balanços corporativos e à divulgação de pesquisa eleitoral, fatores que contribuíram para maior cautela entre investidores.
De acordo com especialistas, o cenário indica um ajuste natural após máximas históricas, em meio à avaliação de fundamentos das empresas e das perspectivas para a economia.
Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
O volume total negociado na B3 foi de R$ 27.749.948.699, em meio a 4.187.242 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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Baixar áudioO dólar comercial fechou o último pregão em queda de 0,60%, cotado a R$ 5,13 para venda, o menor valor desde maio de 2024. Ao longo do dia a moeda chegou a registrar alta, mas perdeu força no período da tarde e consolidou o movimento de recuo após as 14h.
O desempenho do câmbio ocorre em meio à avaliação do mercado financeiro sobre as novas tarifas de importação anunciadas pelos Estados Unidos, além da repercussão de pesquisas de intenção de voto para as eleições presidenciais no Brasil.
Investidores também acompanharam a divulgação de balanços corporativos, que ajudaram a compor o cenário de cautela e ajustes nas posições ao longo da sessão.
De acordo com especialistas, a combinação entre fatores externos, como a política comercial norte-americana e elementos internos, como o ambiente político e econômico, contribuiu para a queda da moeda norte-americana frente ao real.
Já o euro encerrou o último pregão em baixa, cotado a R$ 6,04.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1949 | 0,1653 | 0,1440 | 30,4950 | 0,1507 | 0,2666 | 0,2741 |
| USD | 5,1249 | 1 | 0,8471 | 0,7379 | 156,47 | 0,7730 | 1,3680 | 1,4045 |
| EUR | 6,0499 | 1,1805 | 1 | 0,8711 | 184,72 | 0,9125 | 1,6149 | 1,6580 |
| GBP | 6,9460 | 1,3554 | 1,1480 | 1 | 212,07 | 1,0477 | 1,8541 | 1,9035 |
| JPY | 3,27922 | 0,639100 | 0,54138 | 0,471565 | 1 | 0,4941 | 0,87435 | 0,89763 |
| CHF | 6,6369 | 1,2936 | 1,0959 | 0,9546 | 202,42 | 1 | 1,7699 | 1,8169 |
| CAD | 3,7505 | 0,7309 | 0,6192 | 0,5393 | 114,38 | 0,5651 | 1 | 1,0267 |
| AUD | 3,6483 | 0,7121 | 0,6031 | 0,5254 | 111,41 | 0,5504 | 0,9740 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
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Baixar áudioO dólar comercial encerrou o último pregão em baixa de 0,27% frente ao real, cotado a R$ 5,15, menor valor desde maio de 2024. O câmbio destoou da tendência externa, com o indicador DXY — que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra — apresentando alta de 0,14%.
O desempenho da moeda estadunidense refletiu o fluxo de investimento estrangeiro para países emergentes, influenciado pelo aumento das incertezas quanto às novas tarifas recíprocas do presidente Donald Trump, as tensões geopolíticas e o apetite a risco em países emergentes.
Além do real, o dólar também perdeu força ante outras moedas como o peso chileno e o peso mexicano. Segundo analistas do setor, no cenário atual de tensão entre os EUA e o Irã, tarifas e apetite ao risco em emergentes, o Brasil se destaca como um “porto seguro”, mesmo frente a outros emergentes como África do Sul, Turquia e México.
A visão de alguns dos analistas é a de que o movimento tende a se manter no exterior, sem motivo aparente para uma mudança de tendência. Eles explicam que, em âmbito local, o fluxo de investimento estrangeiro tem tido um peso alto, o que tem levado os agentes a relevar a questão fiscal no Brasil.
O euro, por sua vez, encerrou a sessão em baixa de 0,43%, cotado a R$ 6,07.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1939 | 0,1647 | 0,1437 | 30,2259 | 0,1501 | 0,2657 | 0,2748 |
| USD | 5,1570 | 1 | 0,8493 | 0,7411 | 155,88 | 0,7739 | 1,3703 | 1,4166 |
| EUR | 6,0711 | 1,1774 | 1 | 0,8726 | 183,54 | 0,9113 | 1,6134 | 1,6682 |
| GBP | 6,9584 | 1,3493 | 1,1461 | 1 | 210,33 | 1,0442 | 1,8489 | 1,9116 |
| JPY | 0,0331 | 0,0064 | 0,0054 | 0,0048 | 1 | 0,4964 | 0,0088 | 0,0091 |
| CHF | 6,6637 | 1,2922 | 1,0975 | 0,9573 | 201,42 | 1 | 1,7708 | 1,8308 |
| CAD | 3,7629 | 0,7298 | 0,6197 | 0,5406 | 113,76 | 0,5648 | 1 | 1,0338 |
| AUD | 3,6402 | 0,7059 | 0,5995 | 0,5231 | 110,03 | 0,5463 | 0,9672 | 1 |
Os dados são da Investing.com
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Baixar áudioO Ibovespa voltou a fechar o pregão em alta de 1,40%, em nova máxima nominal recorde de 191.490 pontos, após bater o recorde intradiário de 191.781 pontos. O desempenho do índice foi influenciado pelo fluxo de investimentos estrangeiros para países emergentes, o que beneficiou o Brasil, e pela recuperação das bolsas de Nova York após queda na última sessão.
O forte fluxo de capital estrangeiro para a B3 teve continuidade durante a sessão, com a tendência externa de fluxo para países emergentes, dentre os quais, segundo analistas, o Brasil se destaca. As blue chips, embaladas por esse fluxo, sustentaram o movimento de avanço do Ibovespa, o qual, segundo analistas, tende a seguir inalterado e alcançar os 200 mil pontos em breve.
Após fecharem em queda na última sessão, pressionadas pelas incertezas relacionadas às tarifas do presidente Donald Trump e pelos receios quanto à inteligência artificial, as bolsas de Nova York tiveram recuperação e fecharam o pregão em alta. A Casa Branca instituiu a cobrança de uma tarifa recíproca de 10%, abaixo dos 15% previstos, o que reduziu a cautela dos investidores.
Os “pesos pesados” também se beneficiaram com a entrada de fluxo entrangeiro durante a sessão, dando suporte ao Ibovespa. Os papéis da Petrobras avançaram 2,54%, mesmo com a queda do petróleo, enquanto a Vale subiu 0,39%. Os bancos também subiram em bloco.
Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:
Ações em alta no Ibovespa
Fictor Alimentos SA (FICT3): +72,50%
Infracommerce CXAAS SA (IFCM3): +16,07%
Ações em queda no Ibovespa
Viver Incorporadora e Construtora S.A. (VIVR3): -24,19%
Oncoclinicas do Brasil Servicos Medicos SA (ONCO3): -8,48%
O volume total negociado na B3 foi de R$ 32.974.724.428, em meio a 4.527.534 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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Baixar áudioDivulgado nesta segunda-feira (23) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) do FGV IBRE caiu 1,8 ponto em janeiro, alcançando 87,3 pontos, menor nível desde outubro de 2025, quando atingiu os 87 pontos. Em médias móveis trimestrais, o avanço foi de 0,1 ponto, para 88,4 pontos.
Segundo a economista do FGV IBRE Anna Carolina Gouveia, a confiança do consumidor recua em um movimento de reversão das expectativas para os próximos meses, após quatro meses seguidos de avanços. Ela destaca que o resultado se dissemina entre três das quatro faixas de renda, concentrado nas famílias que recebem remunerações menores.
A pesquisa mostrou que a queda do ICC de janeiro foi influenciada, principalmente, pelas expectativas para os próximos meses. O Índice de Expectativas (IE) recuou 2,5 pontos, para 91,3 pontos, menor nível desde outubro de 2025, quando foi de 90,5 pontos. Da mesma forma, o Índice de Situação Atual (ISA) teve sua segunda queda consecutiva e recuou 0,8 ponto no mês, atingindo 82,6 pontos.
“O indicador que reflete a percepção sobre o momento atual [ISA] recua pelo segundo mês consecutivo, influenciado pela piora da percepção sobre a situação financeira atual. Embora existam fatores favoráveis ao consumo, como emprego, renda e o alívio dos preços, os condicionantes negativos — juros altos e endividamento elevado — parecem voltar a dominar o cenário no mês, reduzindo a confiança e aumentando o pessimismo para o futuro”, explica a economista Anna Carolina Gouveia.
Entre os fatores do Índice de Expectativas (IE), o indicador de situação econômica local futura recuou 5,8 pontos, para 102,2 pontos, e no mesmo sentido, o indicador de situação financeira futura da família recuou 4,6 pontos, para 87,8 pontos. Apenas o indicador de compras previstas de bens duráveis avançou no mês, em 3,4 pontos, para 85,5 pontos, maior nível desde agosto de 2025, quando foi de 86,6 pontos.
Já entre os fatores que compõem o ISA, o indicador de situação econômica local atual avançou 1,4 ponto, para 95,5 pontos, enquanto o indicador de situação financeira atual da família recuou, em 2,9 pontos, para 70,1 pontos.
Confira aqui os resultados completos da sondagem.
Com informações do FGV IBRE.
Copiar o textoMoeda recua 0,14% em meio a ajustes no mercado e revisão de projeções econômicas
Baixar áudioO Dólar comercial encerrou o último pregão em leve queda de 0,14%, cotado a R$ 5,16. Após iniciar a sessão em alta, a moeda perdeu força ao longo do dia e passou a operar no campo negativo.
O movimento ocorreu em meio à repercussão de medidas relacionadas à política comercial dos Estados Unidos e à divulgação de novas projeções econômicas. De acordo com especialistas, o mercado reagiu tanto ao cenário externo quanto à revisão de estimativas para inflação, câmbio e juros, além de perspectivas mais otimistas para o crescimento da economia.
Analistas avaliam que a oscilação reflete um ambiente de cautela, com investidores ajustando posições diante das incertezas no comércio internacional e das expectativas para os próximos indicadores econômicos.
Já o euro encerrou o último pregão em baixa, cotado a R$6,09.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1935 | 0,1640 | 0,1432 | 29,9333 | 0,1498 | 0,2651 | 0,2739 |
| USD | 5,1690 | 1 | 0,8482 | 0,7409 | 154,72 | 0,7744 | 1,3699 | 1,4167 |
| EUR | 6,0987 | 1,1790 | 1 | 0,8735 | 182,41 | 0,9130 | 1,6149 | 1,6700 |
| GBP | 6,9806 | 1,3497 | 1,1448 | 1 | 208,83 | 1,0452 | 1,8488 | 1,9120 |
| JPY | 3,34066 | 0,646308 | 0,54820 | 0,478870 | 1 | 0,5005 | 0,88551 | 0,91554 |
| CHF | 6,6748 | 1,2913 | 1,0953 | 0,9568 | 199,81 | 1 | 1,7692 | 1,8295 |
| CAD | 3,7724 | 0,7298 | 0,6191 | 0,5408 | 112,95 | 0,5653 | 1 | 1,0339 |
| AUD | 3,6505 | 0,7060 | 0,5987 | 0,5230 | 109,23 | 0,5467 | 0,9670 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
Copiar o textoÍndice bate novo recorde intradia, mas perde força com realização de lucros e incertezas no exterior
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O Ibovespa superou a marca inédita de 191 mil pontos no último pregão e renovou o recorde intradia, mas não conseguiu sustentar o patamar e encerrou o dia em queda. O movimento foi influenciado principalmente pela correção negativa nas ações de bancos e pelo desempenho desfavorável dos mercados internacionais.
Na máxima da sessão, o principal índice da bolsa brasileira chegou a 191.002,54 pontos. Ao longo do dia, no entanto, perdeu força e passou a operar no campo negativo, acompanhando o cenário externo. Na mínima, marcou 188.525,73 pontos. No fechamento, recuou 0,81%, aos 188.853,49 pontos, segundo dados preliminares.
O desempenho refletiu um movimento de realização de lucros após a sequência de altas recentes. De acordo com especialistas, o setor bancário, que tem peso relevante na composição do índice, foi um dos principais responsáveis por pressionar o resultado final.
Além do cenário doméstico, o mercado local reagiu às perdas em Wall Street, em meio a incertezas envolvendo a política comercial dos Estados Unidos. Analistas avaliam que o ambiente externo mais cauteloso contribuiu para reduzir o apetite por risco e estimular ajustes nas carteiras.
Apesar da queda no fechamento, o novo recorde intradia é visto por especialistas como sinal de resiliência do mercado brasileiro, ainda que o cenário internacional siga como fator de atenção para os próximos pregões.
Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
O volume total negociado na B3 foi de R$31.672.064.422, em meio a 4.261.566 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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Baixar áudioO Ibovespa voltou a fechar o pregão em alta de 1,06%, em nova máxima nominal recorde de 190.534 pontos, acumulando 2,17% na semana encurtada pelo Carnaval. O desempenho do índice foi influenciado pela decisão da Suprema Corte estadunidense que derrubou as tarifas globais impostas pelo presidente Donald Trump — o que influenciou o desempenho positivo dos mercados globais — e pelo suporte dos “pesos pesados”.
A Suprema Corte estadunidense anunciou, no fim da manhã desta sexta-feira (20), a decisão de declarar ilegais as tarifas globais impostas por Trump. O entendimento do tribunal foi o de que a imposição das tarifas comerciais extrapola as atribuições do Executivo e invade a competência do Legislativo, violando a chamada doutrina das “questões principais”.
À tarde, o presidente criticou a decisão da Justiça estadunidense e alegou que dispõe de mecanismos alternativos para impor tarifas. Trump anunciou, ainda, que pretende assinar uma ordem para estabelecer uma tarifa global de 10% e iniciar novas investigações comerciais.
Os mercados globais reagiram imediatamente à decisão da Corte, o que favoreceu ativos de maior risco. No Brasil, as taxas dos contratos de Depósitos Interfinanceiros (DIs) recuaram ao longo da curva. Segundo analistas do setor, as tarifas haviam sido apresentadas como uma possível fonte de arrecadação para reduzir o déficit fiscal dos EUA, e a eliminação da maior parte delas elimina essa potencial fonte, o que pode pressionar os juros no mercado estadunidense.
Os “pesos pesados” atuaram como os principais suportes do Ibovespa durante a sessão, com destaque para as ações da Vale e dos bancos. Os papéis da Embraer também tiveram forte avanço internacional, subindo 1,14% na B3 e 2,57% na bolsa estadunidense.
Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:
Ações em alta no Ibovespa
Veste S.A. Estilo (VSTE3): +11,14%
Oncoclinicas do Brasil Servicos Medicos SA (ONCO3): +9,23%
Ações em queda no Ibovespa
Fictor Alimentos SA (FICT3): -30,00%
Sondotecnica Engenharia de Solos S.A. Pfd Shs B (SOND6): -19,04%
O volume total negociado na B3 foi de R$ 36.162.267.131, em meio a 4.123.310 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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