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Baixar áudioO índice de evolução da produção industrial caiu 3,5 pontos e fechou com 40,9 pontos em dezembro. Esse é o pior resultado para o mês desde 2018, segundo a Sondagem Industrial, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Uma queda acentuada também foi percebida no emprego industrial. O índice de evolução do número de empregados ficou em 46,9 pontos em dezembro. Por estarem abaixo dos 50 pontos, ambos os indicadores mostram que houve queda tanto na produção quanto na quantidade de postos de trabalho no setor.
Marcelo Azevedo, gerente de Análise Econômica da CNI, destaca que retração nos marcadores é comum, mas a intensidade chama a atenção. “Os dados tomados em conjunto reforçam esse diagnóstico que a gente vem acompanhando há algum tempo, de desaceleração da indústria. Mesmo os estoques – que reduziram na passagem de novembro para dezembro, também é comum para o período –, aconteceu agora nesse ano, mas continuam acima do planejado pelas empresas. Isso reforça uma certa frustração dos empresários e uma desaceleração da demanda mais forte do que prevista”.
O desempenho da Utilização da Capacidade Instalada (UCI) reforça a percepção do empresariado industrial de desaceleração do segmento. O índice recuou 4 pontos percentuais entre novembro e dezembro, chegando aos 66%, patamar mais baixo para o mês desde 2017.
Os três principais problemas enfrentados pela indústria seguiram os mesmos nos quarto trimestre de 2025: carga tributária, juros e falta de demanda. Esses três pontos lideraram o ranking de reclamações durante todos os trimestres do ano passado.
O uso dos estoques, apesar de acima do ideal, minimizou o impacto no faturamento das companhias do setor. Segundo o levantamento, o índice de evolução de estoque efetivo em relação ao usual caiu 0,1 ponto, fechando o ano em 50,6 pontos. O resultado indica que ainda há excesso de estoques em relação ao planejado pelas empresas.
Essa estratégia ajudou a trazer resultados financeiros positivos no último trimestre de 2025. O índice que mede a satisfação dos industriais com a situação financeira das empresas subiu de 48,9 pontos, no terceiro trimestre do ano passado, para 50,1 pontos no quarto trimestre. Com isso, os empresários passaram de insatisfeitos a neutros em relação ao caixa dos negócios.
Do mesmo modo, o índice de satisfação com o lucro operacional subiu 0,9 ponto no quarto trimestre, chegando aos 44,5 pontos. O indicador continua abaixo dos 50 pontos, revelando insatisfação dos industriais com o lucro operacional das empresas, mas o avanço amenizou essa percepção negativa.
O índice de facilidade de acesso ao crédito registrou 40,9 pontos. O indicador alcançou seu maior valor em 2025. Ainda assim, permanece bem abaixo dos 50 pontos, refletindo ainda grande dificuldade de acesso ao crédito.
Azevedo faz notar que, como os índices estão abaixo dos 50 pontos, os resultados contábeis das empresas industriais são majoritariamente decepcionantes. “Apesar da melhora, que foi pequena na passagem do terceiro para o quarto trimestre de 2025, as condições financeiras seguem bastante insatisfatórias para as empresas de uma forma geral.”
Já o índice que mede a evolução do preço médio das matérias-primas subiu 0,1 ponto, chegando aos 55,3 pontos no quarto trimestre do ano. Isso indica que os empresários apontam aumento no preço desses itens, ainda que menos intenso do que no fim de 2024, quando o indicador chegou aos 64,2 pontos.
Todos os índices de expectativas subiram entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026.
Os dados mostram que os empresários esperam alta na procura por bens industriais, na compra de insumos e de matérias-primas nos próximos seis meses, enquanto as contratações e exportações devem se manter estáveis. “É um movimento comum para o período, no início do ano, aparecerem expectativas mais positivas, até porque existe um uma expectativa de aumento da produção após um pequeno freio que se tem na atividade industrial no final de cada ano”, analisa Azevedo.
A intenção de investimento, no entanto, caiu 0,2 ponto após três altas consecutivas. Com isso, o indicador abriu janeiro com 55,7 pontos, dois pontos abaixo do patamar registrado no início de 2025.
A edição de dezembro de 2025 da Sondagem Industrial ouviu 1.341 empresas — 552 pequenas, 459 médias e 330 grandes — entre 5 e 14 de janeiro de 2026.
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Baixar áudioO dólar encerrou o último pregão em leve queda no mercado brasileiro. A moeda norte-americana recuou 0,13% e fechou cotada a R$ 5,27. Ao longo do dia, chegou a tocar a mínima de R$ 5,26, refletindo um cenário externo mais instável.
De acordo com especialistas, a desvalorização esteve ligada a uma crise de confiança iniciada no mercado asiático. No Japão, investidores passaram a reduzir posições no iene diante da percepção de que medidas de estímulo fiscal, como corte de impostos e aumento dos gastos públicos, podem elevar a inflação e o nível de endividamento do país.
Esse cenário aumentou as apostas de que a autoridade monetária japonesa possa voltar a subir os juros, o que tende a prejudicar operações de maior risco no mercado internacional, como as estratégias conhecidas como carry trade. Com isso, houve impacto direto sobre o comportamento das moedas globais.
No mesmo movimento, o índice do dólar frente a uma cesta de moedas internacionais, o DXY, registrou queda de 0,54%, reforçando o enfraquecimento da divisa americana no exterior.
Já o euro encerrou o último pregão cotado a R$6,27.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1894 | 0,1594 | 0,1385 | 29,1618 | 0,1471 | 0,2598 | 0,2738 |
| USD | 5,2795 | 1 | 0,8416 | 0,7309 | 153,94 | 0,7764 | 1,3716 | 1,4454 |
| EUR | 6,2737 | 1,1883 | 1 | 0,8685 | 182,92 | 0,9225 | 1,6298 | 1,7175 |
| GBP | 7,2228 | 1,3683 | 1,1515 | 1 | 210,63 | 1,0622 | 1,8767 | 1,9777 |
| JPY | 3,42926 | 0,649583 | 0,54670 | 0,474789 | 1 | 0,5043 | 0,89103 | 0,93897 |
| CHF | 6,7993 | 1,2881 | 1,0841 | 0,9415 | 198,30 | 1 | 1,7669 | 1,8619 |
| CAD | 3,8488 | 0,7290 | 0,6136 | 0,5329 | 112,24 | 0,5659 | 1 | 1,0538 |
| AUD | 3,6530 | 0,6919 | 0,5823 | 0,5056 | 106,50 | 0,5371 | 0,9489 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
Copiar o textoMovimento reflete cautela do mercado diante das expectativas para inflação e política monetária
Baixar áudioO Ibovespa, principal índice da B3, encerrou o último pregão com leve recuo de 0,08%, permanecendo próximo dos 178,7 mil pontos. O desempenho modesto refletiu a postura cautelosa dos investidores, que evitaram movimentos mais intensos ao longo da sessão.
Segundo especialistas, o mercado segue atento às expectativas relacionadas à inflação e às próximas decisões sobre política monetária. A avaliação é de que, enquanto não houver maior clareza sobre o cenário econômico, a tendência é de oscilações pontuais, com os agentes financeiros adotando uma postura mais defensiva.
Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
O volume total negociado na B3 foi de R$ 30.798.322.746, em meio a 4.503.875 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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Baixar áudioO Ibovespa fechou o pregão em alta de 1,86%, batendo o recorde nominal pela quarta vez consecutiva, com 178.858 pontos, e voltou a renovar a máxima histórica intradia, aos 180.532 pontos. O desempenho do índice seguiu apoiado pelos “pesos-pesados” e pela entrada de capital estrangeiro decorrente do aumento do apetite por risco de investidores com o alívio das tensões geopolíticas.
Assim como nas últimas sessões, a rotação global de capital motivada pelas tensões geopolíticas durante a semana voltou a beneficiar o principal índice da bolsa durante a sessão. O Brasil, assim como outros países emergentes, tem sido um dos principais destinos do capital internacional que deixou mercados como o dos EUA nos últimos dias, muito motivado pelo ambiente de diferencial de juros construído pela manutenção da Selic em patamares elevados. Segundo a B3, o volume de capital estrangeiro aportado na bolsa entre os dias 1º e 21 de janeiro foi de R$12,3 bilhões, quase metade do valor total aportado em 2025.
Os “pesos pesados” também voltaram a apoiar o desempenho do índice, com a forte valorização das commodities durante a sessão. As ações da Vale atingiram nova máxima histórica e foram alguns dos mais negociados no mercado brasileiro. A Petrobras chegou a ter valorização de mais de 5% em seus papéis e as ações mais negociadas durante a sessão, com a alta dos preços do petróleo no mercado internacional. Os bancos acompanharam o apetite a risco do mercado.
Segundo levantamento da consultoria Elos Ayta, o Ibovespa é o 4º índice com maior valorização no mundo em 2026. Com 12,89% de valorização, em dólares, no mês de janeiro, o principal índice da bolsa ficou atrás, apenas, dos índices do Chile (+13,9%), da Colômbia (+18,9%) e do Perú (+20,6%).
Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:
Ações em alta no Ibovespa
PDG Realty SA Empreendimentos e Participacoes (PDGR3): +30,07%
Centrais Eletricas de Santa Catarina S.A. (CLSC3): +18,59%
Ações em queda no Ibovespa
Recrusul SA Pfd (RCSL4): -20,00%
Mangels Industrial SA Pfd Shs (MGEL4): -12,14%
O volume total negociado na B3 foi de R$35.969.423.617, em meio a 4.693.794 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
Copiar o textoCâmbio acumulou recuo de 1,60% durante a semana
Baixar áudioO dólar comercial encerrou o último pregão em leve alta de 0,05% frente ao real, cotado a R$5,28, após atingir o menor nível desde novembro na última sessão. O câmbio destoou da tendência externa, com o indicador DXY — que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra — apresentando queda de 0,78%. O desempenho da moeda estadunidense foi limitado pela valorização das commodities e pelos rumores de uma intervenção cambial no Japão.
O alívio das tensões geopolíticas relacionadas aos Estados Unidos e à Groenlândia mantiveram o dólar pressionado frente às divisas globais. O presidente Donald Trump deu declarações, na última quinta-feira (22), de que os EUA terão passe livre sobre a Groenlândia devido ao acordo com a OTAN.
A moeda também reagiu a especulações de que o Banco do Japão possa vir a intervir no mercado cambial. A ministra das finanças do país afirmou, nesta sexta (23), que está observando atentamente o mercado de câmbio, mas se recusou a comentar as especulações.
Em relação ao real, o dólar se manteve levemente acima da estabilidade em um dia de ajustes domésticos como os desdobramentos do Caso Master. Além disso, a alta do câmbio foi limitada pela valorização das commodities como o petróleo e o forte fluxo de capital estrangeiro que segue se direcionando para o Brasil durante a semana, com a rotação global diante das incertezas geopolíticas inflamadas pelos EUA.
O euro, por sua vez, encerrou a sessão em alta de 0,56%, cotado a R$6,24.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1891 | 0,1600 | 0,1387 | 29,4647 | 0,1479 | 0,2591 | 0,2745 |
| USD | 5,2870 | 1 | 0,8461 | 0,7336 | 155,78 | 0,7823 | 1,3701 | 1,4510 |
| EUR | 6,2461 | 1,1819 | 1 | 0,8672 | 184,13 | 0,9245 | 1,6193 | 1,7149 |
| GBP | 7,2078 | 1,3630 | 1,1532 | 1 | 212,35 | 1,0662 | 1,8675 | 1,9776 |
| JPY | 0,0339 | 0,0064 | 0,0054 | 0,0047 | 1 | 0,5022 | 0,0088 | 0,0093 |
| CHF | 6,7583 | 1,2784 | 1,0816 | 0,9379 | 199,15 | 1 | 1,7514 | 1,8548 |
| CAD | 3,8588 | 0,7299 | 0,6175 | 0,5355 | 113,71 | 0,5709 | 1 | 1,0590 |
| AUD | 3,6441 | 0,6892 | 0,5831 | 0,5057 | 107,37 | 0,5391 | 0,9443 | 1 |
Os dados são da Investing.com
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Baixar áudioO Ibovespa fechou o pregão em alta de 2,20%, batendo o recorde nominal pela terceira vez consecutiva, com 175.589 pontos, e voltou a renovar a máxima histórica intradia, acima dos 177 mil pontos. O desempenho do índice foi apoiado pelos “pesos-pesados” e, principalmente, pela entrada de capital estrangeiro decorrente do aumento do apetite por risco de investidores com o alívio das tensões geopolíticas.
Na última quarta-feira (21), o presidente dos EUA, Donald Trump, discursou no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, e descartou o uso da força para alcançar seu objetivo de anexar o território da Groenlândia. Trump alegou que um acordo sobre o território está próximo de ser concluído e suspendeu as tarifas de 10% que havia prometido sobre países europeus em relação à investida.
O alívio das tensões geopolíticas acenderam o apetite por risco de investidores internacionais. Segundo analistas do setor, o movimento do capital esteve alinhado à rotação de portfólio dos EUA, com investidores buscando outras alternativas de investimentos. Eles explicam que parte desse capital acabou sendo destinada ao Brasil, devido ao diferencial dos juros, o que valorizou o real e impulsionou a Bolsa.
Os “pesos pesados” também apoiaram o desempenho do índice. As ações da Vale atingiram nova máxima histórica e foram as mais negociadas no mercado brasileiro. A Petrobras chegou a ter valorização de mais de 2% em seus papéis durante a sessão, mas a queda dos preços do petróleo no mercado internacional causou a reversão do desempenho, resultando no fechamento em leve queda. Os bancos avançaram em bloco, com os investidores acompanhando os desdobramentos do caso do Banco Master e Will Bank.
Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:
Ações em alta no Ibovespa
Equatorial Para Distribuidora de Energia SA Pfd Registered Shs C (EQPA7): +81,49%
PDG Realty SA Empreendimentos e Participacoes (PDGR3): +16,79%
Ações em queda no Ibovespa
Recrusul SA Pfd (RCSL4): -16,57%
Banco Bmg SA BMG Pfd Registered Shs -144A- Reg S (BMGB4): -10,86%
O volume total negociado na B3 foi de R$44.105.958.236, em meio a 6.272.141 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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Baixar áudioO dólar comercial encerrou o último pregão em queda de 0,67% frente ao real, cotado a R$5,28, menor valor desde 11 de novembro de 2025. O câmbio acompanhou a tendência externa, com o indicador DXY — que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra — apresentando queda de 0,40%. O desempenho da moeda estadunidense foi influenciado pelo aumento do apetite ao risco dos investidores internacionais com o alívio das tensões geopolíticas e a fuga continuada de capital para o Brasil.
Na última quarta-feira (21), o presidente dos EUA, Donald Trump, discursou no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, e descartou o uso da força para alcançar seu objetivo de anexar o território da Groenlândia. Trump alegou que um acordo sobre o território está próximo de ser concluído e suspendeu as tarifas de 10% que havia prometido sobre países europeus em relação à investida.
O alívio das tensões geopolíticas acenderam o apetite por risco de investidores internacionais. Segundo analistas do setor, o movimento do câmbio esteve alinhado à rotação de portfólio dos EUA, com investidores buscando outras alternativas de investimentos. Eles explicam que parte desse capital acabou sendo destinada ao Brasil, devido ao diferencial dos juros, o que valorizou o real e impulsionou a Bolsa.
O euro, por sua vez, encerrou a sessão em baixa de 0,11%, cotado a R$6,21.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1892 | 0,1611 | 0,1402 | 29,9669 | 0,1494 | 0,2609 | 0,2767 |
| USD | 5,2855 | 1 | 0,8511 | 0,7408 | 158,38 | 0,7895 | 1,3788 | 1,4625 |
| EUR | 6,2112 | 1,1750 | 1 | 0,8703 | 186,09 | 0,9276 | 1,6197 | 1,7184 |
| GBP | 7,1333 | 1,3500 | 1,1490 | 1 | 213,80 | 1,0658 | 1,8611 | 1,9743 |
| JPY | 3,33691 | 0,631413 | 0,53737 | 0,467705 | 1 | 0,4985 | 0,87056 | 0,92349 |
| CHF | 6,6941 | 1,2666 | 1,0781 | 0,9383 | 200,61 | 1 | 1,7464 | 1,8522 |
| CAD | 3,8330 | 0,7253 | 0,6173 | 0,5373 | 114,88 | 0,5727 | 1 | 1,0607 |
| AUD | 3,6146 | 0,6838 | 0,5819 | 0,5065 | 108,29 | 0,5398 | 0,9426 | 1 |
Os dados são da Investing.com
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O Ibovespa encerrou o último pregão em forte alta e renovou máximas históricas, chegando muito perto dos 172 mil pontos. O movimento foi marcado por amplo otimismo no mercado acionário brasileiro, com avanço expressivo das ações de maior peso no índice e forte atuação do investidor estrangeiro.
De acordo com especialistas, o fluxo externo positivo foi um dos principais catalisadores da sessão, beneficiando especialmente as blue chips, que renovaram seus topos históricos e sustentaram o desempenho do índice ao longo de todo o dia.
O ambiente externo também contribuiu para o apetite por risco, após sinais de redução de tensões envolvendo políticas comerciais internacionais, o que trouxe maior previsibilidade aos mercados globais e favoreceu ativos de países emergentes.
Ao longo do pregão, o Ibovespa superou, de forma inédita, uma sequência de marcas importantes, ultrapassando os níveis de 167 mil até 171 mil pontos. A mínima foi registrada logo na abertura, enquanto a máxima ocorreu no encerramento, confirmando a força compradora predominante durante a sessão.
Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
O volume total negociado na B3 foi de R$43.322.230.633, em meio a 4.780.296 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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Baixar áudioO dólar encerrou o último pregão em queda, cotado a R$5,31, pressionado pela entrada de fluxo estrangeiro no mercado doméstico. O movimento foi impulsionado pelo discurso do presidente dos Estados Unidos durante um fórum econômico internacional, que ajudou a reduzir parte das tensões geopolíticas acompanhadas pelos investidores.
Apesar da sinalização de distensão, o cenário externo segue no radar, especialmente diante de incertezas envolvendo regiões estratégicas no cenário global. Ainda assim, o tom mais moderado contribuiu para maior apetite por risco em mercados emergentes.
No ambiente interno, o câmbio também reagiu a pesquisas eleitorais recentes que indicaram mudanças na disputa presidencial projetada para os próximos anos. De acordo com especialistas, o mercado avalia menos os nomes envolvidos e mais as perspectivas para a condução da política econômica no futuro, com atenção especial à possibilidade de medidas voltadas ao equilíbrio fiscal.
No fechamento do último pregão, a moeda americana registrou queda frente ao real, mesmo com leve fortalecimento do dólar no mercado internacional.
Já o euro encerrou o último pregão em baixa, cotado a R$6,21.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1880 | 0,1608 | 0,1400 | 29,7801 | 0,1496 | 0,2600 | 0,2781 |
| USD | 5,3160 | 1 | 0,8560 | 0,7453 | 158,46 | 0,7962 | 1,3835 | 1,4798 |
| EUR | 6,2189 | 1,1681 | 1 | 0,8706 | 185,10 | 0,9299 | 1,6159 | 1,7286 |
| GBP | 7,1378 | 1,3418 | 1,1485 | 1 | 212,62 | 1,0682 | 1,8562 | 1,9856 |
| JPY | 3,35781 | 0,631134 | 0,54022 | 0,470356 | 1 | 0,5024 | 0,87315 | 0,93397 |
| CHF | 6,6831 | 1,2562 | 1,0753 | 0,9363 | 199,04 | 1 | 1,7380 | 1,8592 |
| CAD | 3,8456 | 0,7228 | 0,6187 | 0,5387 | 114,54 | 0,5755 | 1 | 1,0698 |
| AUD | 3,5967 | 0,6757 | 0,5784 | 0,5036 | 107,08 | 0,5379 | 0,9348 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
Copiar o textoÍndice voltou a renovar a máxima histórica intradia durante a sessão, acima dos 166.467 pontos
Baixar áudioO Ibovespa fechou o pregão em alta de 0,87%, batendo o recorde nominal com 166.276 pontos, e voltou a renovar a máxima histórica intradia, aos 166.467 pontos, por volta das 14h. O desempenho do índice foi apoiado pelos “pesos-pesados” — Vale, Petrobras e bancos — e caminhou na contramão do exterior, com a desvalorização das bolsas de Nova York e dos títulos do Tesouro estadunidense (Treasuries) após a escalada das ameaças do presidente Donald Trump pela aquisição da Groenlândia.
As tensões geopolíticas que envolvem os EUA voltaram a pautar a sessão, em especial, a ambição americana por adquirir a Groenlândia, território autônomo da Dinamarca. Ações das bolsas de NY, Títulos do Tesouro e o próprio dólar tiveram forte recuo durante a sessão após Trump ameaçar impor tarifas a vários países europeus antes de reuniões de alto nível em Davos, na Suíça.
Junto a isso, a sessão intensa de vendas de títulos no Japão, decorrente da crescente preocupação da convocação de uma eleição antecipada pela primeira-ministra do país, também impactou os títulos americanos. Segundo analistas do setor, a perda de posições dos EUA nas bolsas e nos Títulos do Tesouro diante das tensões geopolíticas acaba contribuindo para a migração de capital para outros mercados. Eles explicam que, pela manutenção da taxa de juros em um patamar elevado, o Brasil cria um ambiente de diferencial de juros que estimula a atração do capital internacional.
Os “pesos-pesados” reverteram os desempenhos do início da sessão e passaram a apoiar o avanço do Ibovespa. Mesmo com o ritmo de ganhos limitado pela desvalorização do minério de ferro, as ações da Vale subiram mais de 1% com a entrada de capital estrangeiro decorrente das perdas nos EUA. A alta do petróleo também contribuiu para a valorização das ações da Petrobras, e os bancos também avançaram em bloco, com as atenções dos investidores voltadas para os desdobramentos do caso do Banco Master.
Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:
Ações em alta no Ibovespa
Cia Celg de Participacoes - CELGPAR (GPAR3): +86,05
Banco do Estado do Rio Grande do Sul SA 6 % Conv Pfd A (BRSR5): +10,26%
Ações em queda no Ibovespa
Revee SA (RVEE3): -13,74%
Biomm SA (BIOM3): -12,41%
O volume total negociado na B3 foi de R$23.549.583.268, em meio a 3.569.243 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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