Indicadores econômicos

02/02/2026 20:30h

Índice acompanhou o desempenho positivo do mercado externo, apesar da pressão de ações ligadas ao petróleo

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 O Ibovespa encerrou o último pregão em alta, retomando a trajetória positiva após duas quedas consecutivas. O principal índice da bolsa brasileira avançou 0,77%, aos 182.793,40 pontos, sustentado principalmente pelo bom desempenho dos mercados internacionais.

Ao longo do dia, o índice oscilou entre a mínima de 181.347,63 pontos e a máxima de 182.889,95 pontos. Segundo especialistas, o avanço foi impulsionado pelo cenário externo favorável, mas acabou limitado pela forte queda de ações do setor de petróleo, impactadas pelo recuo dos preços da commodity no mercado internacional.

Mesmo com a pressão pontual desses papéis, a avaliação é de que o movimento positivo reflete uma melhora no apetite por risco, acompanhando o comportamento das bolsas no exterior.

Maiores altas e quedas do Ibovespa

Confira as ações com melhor  e pior desempenho no último fechamento:

Ações em alta no Ibovespa

  • Wetzel S.A. Non-Cum Perp Pfd Registered Shs (MWET4): +56,61%
  • MRS Logistica S.A. (MRSA3B): +9,74%

Ações em queda no Ibovespa

  • Fictor Alimentos SA (FICT3):  −35,96%
  • Sequoia Logistica e Transportes SA (SEQL3): −22,35%

O volume total negociado na B3 foi de R$28.564.569.116, em meio a 4.162.475  negócios.

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.  
 

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02/02/2026 20:15h

Movimento da moeda americana acompanhou o cenário externo e o comportamento de outras divisas emergentes

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O dólar encerrou o último pregão em leve alta frente ao real, cotado a R$ 5,25. O movimento refletiu principalmente o fortalecimento da moeda americana no mercado internacional, medido pelo índice que compara o dólar frente a uma cesta de moedas globais.

De acordo com especialistas, o mercado segue atento às sinalizações da política monetária dos Estados Unidos, especialmente diante da expectativa de uma condução mais conservadora em relação aos juros. Esse cenário tem reduzido a pressão por uma desvalorização mais intensa das moedas de países emergentes.

O desempenho do real foi semelhante ao de outras moedas desse grupo, que também oscilaram em leve alta ao longo do pregão. Analistas destacam que, mesmo com a queda de alguns ativos considerados proteção, o dólar mantém sustentação no exterior, o que influencia diretamente o câmbio no Brasil.

Cotação do euro

Já o euro encerrou o último pregão em baixa, cotado a R$6,19.

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1903 0,1613 0,1392 29,6071 0,1484 0,2602 0,2737
USD 5,2565 1 0,8485 0,7320 155,61 0,7800 1,3678 1,4395
EUR 6,1996 1,1785 1 0,8628 183,40 0,9193 1,6119 1,6968
GBP 7,1810 1,3660 1,1591 1 212,57 1,0655 1,8683 1,9666
JPY 3,37746 0,642612 0,54523 0,470400 1 0,5012 0,87887 0,92507
CHF 6,7385 1,2821 1,0877 0,9385 199,51 1 1,7533 1,8454
CAD 3,8429 0,7312 0,6204 0,5352 113,78 0,5703 1 1,0524
AUD 3,6541 0,6946 0,5894 0,5085 108,09 0,5417 0,9500 1

Os dados são da Investing.com.

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30/01/2026 22:00h

Índice se afastou da sequência de recordes, mas acumulou 12,56% de alta em janeiro, maior alta mensal desde novembro de 2020

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O Ibovespa voltou a fechar o pregão em baixa de 0,97% aos 181.363 pontos, acumulando alta de 1,40% na semana e 12,56% em janeiro — maior ganho mensal desde novembro de 2020. O desempenho do índice foi influenciado pelos índices em queda das bolsas de Nova York após o aumento da aversão a risco causado pelos dados inflacionários dos EUA e pela indicação de Kevin Warsh para o Fed, além do enfraquecimento das commodities, que também pressionou as perdas dos “pesos pesados”.

Cumprindo a promessa feita na última quinta-feira (29), o presidente Donald Trump indicou, nesta sexta (30), o sucessor de Jerome Powell para a presidência do Banco Central dos EUA. O indicado foi o ex-membro do Fed, Kevin Warsh, contrariando o favoritismo do assessor econômico da Casa Branca, Kevin Hassett.

Warsh é considerado um economista conservador e que tende a favorecer taxas de juros mais altas no controle da inflação. A indicação frustrou as expectativas de investidores, que esperavam um retorno ao ciclo de cortes na taxa de juros depois da manutenção, na última quarta-feira (28).

Além disso, a inflação ao produtor americano subiu 0,5%, acima das previsões, que eram de 0,2%, outro fator que reforçou a quebra de expectativas sobre um possível retorno ao ciclo de cortes da taxa de juros. Junto à indicação de Warsh, os dados de inflação ao produtor e as tensões geopolíticas no exterior relacionadas às ameaças ao Irã resultaram em uma maior aversão a risco dos investidores estadunidenses durante a sessão, o que impactou os índices das bolsas de Wall Street.

No cenário doméstico, o enfraquecimento das commodities resultou no recuo de mais de 3% das ações da Vale, ainda as mais negociadas durante a sessão, assim como no recuo das ações da Petrobras após dez sessões seguidas em alta.

Maiores altas e quedas do Ibovespa

Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:

Ações em alta no Ibovespa

  • CVC Brasil Operadora e Agencia de Viagens SA (CVCB3): +15,25%

  • Westwing Comercio Varejista SA (WEST3): +11,11%

Ações em queda no Ibovespa

  • Fictor Alimentos SA (FICT3): -19,72%

  • Paranapanema S.A.  (PMAM3): -14,12%

 

O volume total negociado na B3 foi de R$33.853.774.226, em meio a 4.551.772 negócios.

 

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

 

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

 

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

 

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

 

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.

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30/01/2026 21:35h

O dólar interrompe a sequência de quedas mas fecha o mês de janeiro em baixa acumulada de 4,40%

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O dólar comercial encerrou o último pregão em alta de 1,04% frente ao real, cotado a R$5,25, com queda acumulada de 0,73% na semana e de 4,40% em janeiro. O câmbio acompanhou a tendência externa, com o indicador DXY — que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra — apresentando alta de 0,73%

O desempenho da moeda estadunidense foi influenciado pela indicação de Kevin Warsh para a presidência do Federal Reserve (Fed) e pelo índice de inflação ao consumidor dos EUA, que estão relacionados ao aumento de aversão ao risco dos investidores, além da queda das commodities.

Cumprindo a promessa feita na última quinta-feira (29), o presidente Donald Trump indicou, nesta sexta (30), o sucessor de Jerome Powell para a presidência do Banco Central dos EUA. O indicado foi o ex-membro do Fed, Kevin Warsh, contrariando o favoritismo do assessor econômico da Casa Branca, Kevin Hassett.

Warsh é considerado um economista conservador e que tende a favorecer taxas de juros mais altas no controle da inflação. A indicação frustrou as expectativas de investidores, que esperavam um retorno ao ciclo de cortes na taxa de juros depois da manutenção, na última quarta-feira (28).

Além disso, a inflação ao produtor americano subiu 0,5% acima das previsões, que eram de 0,2%, outro fator que reforçou a quebra de expectativas sobre um possível retorno ao ciclo de cortes da taxa de juros. Junto à indicação de Warsh, os dados de inflação ao produtor e as tensões geopolíticas no exterior relacionadas às ameaças ao Irã resultaram em uma maior aversão a risco dos investidores estadunidenses durante a sessão.

No cenário doméstico, o enfraquecimento das commodities prejudicou o real ante o dólar, mesmo com a divulgação de novos dados considerados satisfatórios sobre desemprego e dívida pública.

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou a sessão em alta de 0,37%, cotado a R$6,24.

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1903 0,1604 0,1389 29,4234 0,1470 0,2588 0,2730
USD 5,2575 1 0,8432 0,7305 154,63 0,7723 1,3602 1,4354
EUR 6,2383 1,1859 1 0,8663 183,38 0,9160 1,6130 1,7024
GBP 7,1976 1,3688 1,1543 1 211,66 1,0572 1,8618 1,9650
JPY 0,0340 0,0065 0,0055 0,0047 1 0,4995 0,0088 0,0093
CHF 6,8037 1,2948 1,0917 0,9458 200,21 1 1,7610 1,8584
CAD 3,8633 0,7352 0,6200 0,5371 113,69 0,5679 1 1,0553
AUD 3,6644 0,6968 0,5874 0,5089 107,72 0,5380 0,9475 1

 

Os dados são da Investing.com

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29/01/2026 22:00h

Em sessão de desempenho instável, a sinalização do Copom para o início do afrouxamento monetário em março manteve o dólar em baixa

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O dólar comercial encerrou o último pregão em queda de 0,25% frente ao real, cotado a R$5,19, ainda no menor patamar desde maio de 2024. O câmbio acompanhou a tendência externa, com o indicador DXY — que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra — apresentando queda de 0,16%. O desempenho da moeda estadunidense foi instável durante a sessão, com o aumento do apetite a risco nas bolsas de Nova York, mas manteve a tendência de queda devido à sinalização do Copom para o início do afrouxamento monetário em março.

O Comitê Federal do Mercado Aberto (Fomc) do Federal Reserve (Fed) — o Banco Central estadunidense — anunciou, na última quarta-feira (28), a manutenção dos juros dos EUA inalterados entre 3,50% e 3,75% ao ano, interrompendo o ciclo de cortes iniciado em setembro de 2025. Nesta quinta (29), o presidente Donald Trump voltou a pressionar o Fed por mais cortes na taxa, e reforçou que vai anunciar o sucessor do atual presidente da instituição, Jerome Powell, na próxima semana.

No cenário doméstico, ainda na quarta-feira, o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu por manter a Selic, a taxa básica de juros, no patamar de 15% ao ano. Já esperada, a manutenção foi a quinta consecutiva para o patamar mais elevado desde 2006. Contudo, o comitê antecipou a possibilidade de um início do afrouxamento monetário em março, na próxima reunião, caso “o cenário esperado se confirme”. A sinalização surpreendeu o mercado, pois as expectativas eram de uma extensão da manutenção até a metade do ano. 

Outro fator que favoreceu o real ante o dólar foi a forte valorização das commodities durante a sessão. Países emergentes, como o Brasil, se beneficiaram de altas como a do petróleo Brent, por exemplo, que subiu 3,29% para abril.

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou a sessão em baixa de 0,07%, cotado a R$6,20.

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1926 0,1611 0,1396 29,5031 0,1477 0,2601 0,2739
USD 5,1920 1 0,8369 0,7251 153,18 0,7667 1,3503 1,4229
EUR 6,2073 1,1949 1 0,8664 183,03 0,9161 1,6133 1,7002
GBP 7,1620 1,3792 1,1541 1 211,27 1,0574 1,8621 1,9625
JPY 0,0339 0,0065 0,0055 0,0047 1 0,5005 0,0088 0,0093
CHF 6,7728 1,3045 1,0916 0,9458 199,80 1 1,7613 1,8562
CAD 3,8454 0,7406 0,6196 0,5371 113,46 0,5679 1 1,0535
AUD 3,6500 0,7028 0,5882 0,5096 107,66 0,5389 0,9489 1

 

Os dados são da Investing.com

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29/01/2026 21:50h

Índice voltou a renovar a máxima histórica intradia durante a sessão, mas cedeu à pressão negativa das bolsas dos EUA com a aversão a risco dos investidores

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O Ibovespa voltou a fechar o pregão em baixa de 0,84% aos 183.133 pontos, depois de renovar a máxima histórica intradia aos 186.449 pontos. O desempenho do índice rompeu com a sequência de recordes no fechamento com a sinalização do Copom para um possível início do afrouxamento monetário em março e com a pressão de Wall Street por um aumento da aversão a risco dos investidores.

No cenário doméstico, na quarta-feira (28), o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu por manter a Selic, a taxa básica de juros, no patamar de 15% ao ano. Já esperada, a manutenção foi a quinta consecutiva para o patamar mais elevado desde 2006. Contudo, o comitê antecipou a possibilidade de um início do afrouxamento monetário em março, na próxima reunião, caso “o cenário esperado se confirme”. A sinalização surpreendeu o mercado, pois as expectativas eram de uma extensão da manutenção até a metade do ano.

No exterior, os índices das bolsas de Nova York fecharam a sessão em tom misto, com uma queda da maioria das megacaps, como a Microsoft, que não deram sinais de intenção de reduzir gastos com inteligência artificial. A renovação do temor de uma “bolha de IA” e o risco de um novo shutdown aumentaram a aversão a risco do mercado.

Os “pesos pesados” limitaram as quedas do Ibovespa durante a sessão, com as altas nos preços das commodities. As ações da Vale acompanharam o minério de ferro e fecharam em leve alta, mantendo o ritmo de ganhos. Também acompanhando o preço do petróleo, a Petrobras fechou na décima alta consecutiva.

Maiores altas e quedas do Ibovespa

Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:

Ações em alta no Ibovespa

  • Ampla Energia e Servicos SA (CBEE3): +17,03%

  • General Shopping e Outlets do Brasil S.A. (GSHP3): +15,61%

Ações em queda no Ibovespa

  • Cia Celg de Participacoes - CELGPAR (GPAR3): -38,21

  • Agrogalaxy Participacoes SA (AGXY3): -18,33%

 

O volume total negociado na B3 foi de R$38.948.015.823, em meio a 4.831.393 negócios.

 

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

 

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

 

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

 

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

 

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.

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28/01/2026 21:00h

Mercado reagiu com cautela à manutenção dos juros e ao cenário internacional no último pregão

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O dólar encerrou o último pregão praticamente estável frente ao real, após a decisão do banco central dos Estados Unidos de manter a taxa básica de juros no intervalo entre 3,5% e 3,75%.

Segundo especialistas, a decisão já era amplamente esperada pelo mercado financeiro, o que limitou movimentos mais intensos da moeda norte-americana. A atenção dos investidores segue voltada para o tom dos comunicados oficiais e para as próximas sinalizações sobre os rumos da política monetária nos Estados Unidos.

Ao longo do dia, o dólar chegou a registrar queda, mas passou a operar em leve alta após declarações que afastaram a possibilidade de intervenção no mercado cambial internacional. Com isso, a moeda perdeu força e voltou à estabilidade no fechamento.

No fim do pregão, o dólar foi negociado a R$ 5,19, sem variação. Já o índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de moedas globais, avançou 0,28%, aos 96,48 pontos.

Cotação do euro

Já o euro encerrou o último pregão em baixa, cotado a R$6,20.

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1926 0,1612 0,1396 29,5444 0,1482 0,2611 0,2741
USD 5,1915 1 0,8370 0,7247 153,40 0,7693 1,3554 1,4236
EUR 6,2033 1,1947 1 0,8658 183,27 0,9191 1,6192 1,7008
GBP 7,1648 1,3800 1,1550 1 211,68 1,0616 1,8703 1,9644
JPY 3,38473 0,651976 0,54572 0,472467 1 0,5015 0,88369 0,92812
CHF 6,7483 1,3000 1,0882 0,9420 199,41 1 1,7620 1,8505
CAD 3,8302 0,7378 0,6176 0,5347 113,19 0,5676 1 1,0502
AUD 3,6466 0,7025 0,5880 0,5091 107,76 0,5404 0,9521 1

Os dados são da Investing.com.

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28/01/2026 20:40h

Entrada de capital estrangeiro e decisões de juros impulsionaram o mercado acionário brasileiro

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O Ibovespa encerrou o último pregão em alta, renovando os recordes intradia e de fechamento, em um dia marcado pela continuidade do fluxo de capital estrangeiro para o mercado brasileiro.

Segundo especialistas, o desempenho positivo foi sustentado pelo cenário externo e pela expectativa dos investidores em relação às decisões de política monetária nos Estados Unidos e no Brasil, que influenciaram o apetite por risco ao longo da sessão.

O principal índice da bolsa brasileira manteve trajetória de valorização durante o pregão, refletindo o movimento de compras em ações de maior peso e o ambiente mais favorável aos mercados emergentes.

No fechamento, o Ibovespa avançou 1,46%, aos 184.691,97 pontos, maior nível já registrado. Durante o dia, o índice marcou mínima de 181.920,63 pontos e máxima de 185.064,76 pontos, estabelecendo também um novo recorde intradia.

Maiores altas e quedas do Ibovespa

Confira as ações com melhor  e pior desempenho no último fechamento:

Ações em alta no Ibovespa

  • Joao Fortes Engenharia S.A. (JFEN3): +16,83%
  • Raizen SA Non-Cum Perp Pfd Registered Shs (RAIZ4): +16,67%

Ações em queda no Ibovespa

  • Ampla Energia e Servicos SA (CBEE3):  −14,63%
  • Mangels Industrial SA Pfd Shs (MGEL4): −8,24%

O volume total negociado na B3 foi de R$33.530.816.155, em meio a 4.675.807  negócios.

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.  
 

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28/01/2026 04:30h

Café tem a maior alta, enquanto arroz, feijão e outros produtos básicos ficam mais baratos e ajudam o alívio da cesta de consumo, aponta Abrasmercado

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O comportamento dos preços dos alimentos em 2025 foi caracterizado por estabilidade e acomodação. É o que aponta o indicador Abrasmercado, da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), que registrou variação de 0,73% na conta de 35 produtos de alto consumo dos brasileiros, fechando o ano a R$ 800,35 na média nacional. 

Esse movimento foi resultado de quedas relevantes nos produtos básicos, que compensaram altas pontuais em outros itens. O arroz apresentou recuo de 26,55%, enquanto o leite longa vida caiu 12,87% e o feijão teve redução de 4,21% no acumulado do ano. 

Em contrapartida, o café torrado e moído foi o principal destaque de alta no ano, acumulando valorização de 35,64%. A elevação do preço do produto refletiu fatores climáticos e de mercado, com impacto direto no orçamento das famílias por ser um item de consumo cotidiano.

No grupo das carnes e proteínas, os preços passaram por ajustes graduais, sem grandes oscilações. Houve leve queda no preço do pernil (-1,84%), enquanto cortes bovinos registraram pequenas altas, assim como o frango congelado (1,60%). Os ovos concentraram a maior elevação, de 3,98%, mantendo ainda assim um comportamento considerado moderado ao longo do ano.

De acordo com a ABRAS, condições mais favoráveis de oferta, especialmente no mercado de grãos, ajudaram a conter pressões inflacionárias sobre os alimentos, permitindo que o consumo nos lares brasileiros crescesse ao longo do ano.

Por regiões

Todas as regiões tiveram alta no ano, exceto o Centro-Oeste, que registrou retração de -0,47% e valor da cesta em R$ 753,68. A liderança ficou com a Região Norte, com alta de +1,36% e preço médio R$ 872,82, seguido da Região Nordeste, que atingiu R$ 715,34, uma alta de +1,31%. O Sudeste, de valor médio R$ 820,85 obteve alta de +1,20% e a Região Sul registrou aumento modesto de +0,44%, alcançando R$ 753,68 no preço da cesta.

As capitais e regiões metropolitanas do Nordeste apresentam os menores valores médios da cesta em 12 produtos, sendo a região com menor custo médio do país, a exemplo de São Luís (R$ 296,25) e Fortaleza (R$ 297,92). Do outro lado, o Norte concentra os maiores preços médios da cesta, fator devido principalmente aos custos logísticos, com altos valores em Belém (R$ 414,50) e Rio Branco (R$ 415,86).

Nas demais regiões, os patamares são similares. No Centro-Oeste, Brasília com R$ 332,11 e Goiânia R$ 333,64. No Sudeste, Rio de Janeiro com o valor mais elevado da região, de R$ 358,68, e São Paulo apurado em R$ 351,90. E na Região Sul, Curitiba fechou em R$ 356,35 e Porto Alegre R$ 362,67.

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27/01/2026 21:30h

Índice renovou mais uma vez a máxima histórica intradia durante a sessão, apoiado pela fuga de capital estrangeiro para o país e pelas expectativas da manutenção da Selic

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O Ibovespa voltou a renovar recordes, fechando o pregão em alta de 1,79% e batendo o recorde nominal aos 181.919 pontos e a máxima histórica intradia acima dos 183 mil pontos. O desempenho do índice seguiu apoiado pela entrada de capital estrangeiro decorrente do aumento do apetite por risco de investidores com o alívio das tensões geopolíticas, pela divulgação da prévia da inflação abaixo do esperado e com a espera pela reunião do Copom desta quarta-feira (28).

Assim como na última semana, a rotação global de capital motivada pelas tensões geopolíticas durante a semana voltou a beneficiar o principal índice da bolsa durante a sessão. O Brasil, assim como outros países emergentes, tem sido um dos principais destinos do capital internacional que deixou mercados como o dos EUA nos últimos dias, muito motivado pelo ambiente de diferencial de juros construído pela manutenção da Selic em patamares elevados. Segundo a B3, o volume de capital estrangeiro aportado na bolsa entre os dias 1º e 21 de janeiro foi de R$12,3 bilhões, quase metade do valor total aportado em 2025.

As bolsas de Nova York encerraram o pregão em tom misto, com as expectativas pelo discurso do presidente Donald Trump sobre o desempenho econômico dos EUA e sobre a acessibilidade de custos. Além disso, o mercado aguarda a resolução sobre os juros estadunidenses, que devem ser divulgados nesta quarta-feira.

No cenário doméstico, a divulgação, pelo IBGE, do Índice de Preços ao Consumidor Amplo -15 (IPCA-15), tido como a prévia da inflação, mostrou variação positiva de 0,20% em janeiro, abaixo dos 0,23% esperados pelo mercado. Com esse resultado, o IPCA-15 acumulado em 12 meses foi de 4,50%, dentro da meta de 3,0% estipulada pelo Banco Central — considerando a margem de erro de 1,5% para mais ou para menos.

Além disso, o mercado aguarda a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) desta quarta, quando os membros do BC irão decidir sobre o novo patamar da Selic. A expectativa dos investidores, que já era da manutenção do patamar de 15% ao ano para a primeira reunião do ano, foi reforçada com os recentes aportes de capital estrangeiro feitos na última semana, decorrentes da rotação global e do diferencial de juros brasileiros.

Maiores altas e quedas do Ibovespa

Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:

Ações em alta no Ibovespa

  • Cia Tecidos Santanense SA (CTSA3): +21,08%

  • Textil Renauxview SA Pfd (TXRX4): +19,75%

Ações em queda no Ibovespa

  • PDG Realty SA Empreendimentos e Participacoes (PDGR3): -18,16%

  • Desktop SA (DESK3): -12,86%

 

O volume total negociado na B3 foi de R$35.298.838.254, em meio a 4.726.109 negócios.

 

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

 

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

 

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

 

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

 

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.

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