Indicadores econômicos

19/01/2026 20:40h

Com agenda macroeconômica esvaziada e feriado nos Estados Unidos, o principal índice da Bolsa brasileira teve leve alta nesta segunda-feira

Baixar áudio

O Ibovespa fechou praticamente estável na ultima sessão, em um pregão marcado pela ausência de indicadores econômicos relevantes e pelo feriado nos Estados Unidos, fatores que reduziram significativamente o volume de negócios na Bolsa brasileira.

O principal índice do mercado acionário nacional encerrou o dia com leve alta de 0,03%, aos 164.850,73 pontos, segundo dados preliminares. Durante a sessão, o Ibovespa oscilou entre a mínima de 164.264,75 pontos e a máxima de 165.154,76 pontos.

O volume financeiro somou R$ 11,4 bilhões antes dos ajustes finais, bem abaixo da média diária de quase R$ 31 bilhões registrada no mês até agora. Esse desempenho médio foi impulsionado principalmente pelo pregão da última quarta-feira, quando houve vencimento de opções sobre o Ibovespa.

Maiores altas e quedas do Ibovespa

Confira as ações com melhor  e pior desempenho no último fechamento:

Ações em alta no Ibovespa

  • Paranapanema S.A. (PMAM3): +16,67%
  • Recrusul SA (RCSL3): +08,54%

Ações em queda no Ibovespa

  • Azevedo & Travassos SA (AZEV3):  −12,82%
  • Sondotecnica Engenharia de Solos S.A. Pfd Shs A (SOND5): −12,55%

O volume total negociado na B3 foi de R$ 12.578.041.704, em meio a 2.909.402 negócios.

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.  

 

Copiar textoCopiar o texto
19/01/2026 20:30h

Moeda norte-americana fechou em queda, influenciada por tensões internacionais e menor volume de negócios no mercado global

Baixar áudio

No último pregão, o dólar encerrou em queda frente ao real, em um movimento influenciado principalmente por fatores externos. A moeda norte-americana foi pressionada pela redução da liquidez internacional, em razão do feriado nos Estados Unidos, e pelo aumento das tensões entre os Estados Unidos e países europeus, após ameaças de novas tarifas comerciais.

De acordo com especialistas, o recuo da moeda não reflete, necessariamente, um fortalecimento consistente do real, que acompanhou o comportamento observado em outras divisas globais. O cenário internacional acabou enfraquecendo o dólar de forma generalizada.

Ao fim das negociações, a moeda norte-americana recuava 0,16%, sendo cotada a R$ 5,36. Já o índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de moedas, registrou queda de 0,34%, aos 99,05 pontos, reforçando o movimento de desvalorização no mercado internacional.


Cotação do euro

Já o euro encerrou o último pregão cotado a R$6,24.

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1864 0,1600 0,1388 29,4775 0,1487 0,2585 0,2776
USD 5,3646 1 0,8588 0,7447 158,13 0,7975 1,3868 1,4894
EUR 6,2469 1,1644 1 0,8672 184,13 0,9287 1,6147 1,7342
GBP 7,2031 1,3428 1,1531 1 212,33 1,0709 1,8620 1,9997
JPY 3,39256 0,632371 0,54309 0,470965 1 0,5043 0,87700 0,94180
CHF 6,7268 1,2539 1,0768 0,9338 198,27 1 1,7388 1,8673
CAD 3,8684 0,7211 0,6193 0,5371 114,03 0,5751 1 1,0740
AUD 3,6041 0,6715 0,5766 0,5001 106,18 0,5355 0,9311 1

Os dados são da Investing.com.

Copiar textoCopiar o texto
18/01/2026 04:00h

Indicador da FGV mostra queda acumulada anual e melhora frente a janeiro de 2025

Baixar áudio

A Fundação Getulio Vargas (FGV) informou, nesta sexta-feira (19), que o Índice Geral de Preços - 10 (IGP-10) subiu 0,29% em janeiro, após alta de 0,04% em dezembro. O resultado implica em alta acumulada de 0,29% no ano (2026) e queda acumulada de 0,99% nos últimos 12 meses.

Os dados mostram uma situação de melhora econômica frente a janeiro de 2025, quando o IGP-10 teve alta mensal de 0,53% e acumulou alta de 6,73% em 12 meses.

O indicador avalia a inflação entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência. Segundo a FGV, ele surgiu como uma forma de oferecer um indicador adicional, divulgado no início da segunda quinzena do mês, que permite um acompanhamento mais próximo das oscilações de preços em períodos intermediários ao Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) e ao Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M).

Composição do IGP-10

O IGP-10 é calculado por meio de outros três subíndices, em média ponderada:

  • Índice de Preços ao Produtor Amplo - 10 (IPA-10);
  • Índice de Preços ao Consumidor - 10 (IPC-10);
  • Índice Nacional de Custo da Construção - 10 (INCC-10).
     

Em janeiro, o IPA-10 subiu 0,24%, invertendo o comportamento observado em dezembro, quando caiu 0,03%. O grupo de Bens Finais apresentou desaceleração de 0,26% em janeiro, assim como o de Bens Finais (ex) — que exclui os subgrupos de alimentos in natura e combustíveis para o consumo —, que caiu 0,24%, enquanto as taxas dos grupos de Bens Intermediários, Bens Intermediários (ex) — que exclui o subgrupo de combustíveis e lubrificantes para a produção — e Matérias-Primas Brutas tiveram altas de 0,40%, 0,46% e 0,48%, respectivamente.

Segundo o economista do FGV IBRE Matheus Dias, o IPA-10 foi influenciado, principalmente, pelo segmento de extração mineral e pelos combustíveis: “Foi influenciado principalmente pelo segmento de extração mineral, liderado pelo minério de ferro. Contudo, também há impactos de combustíveis, especialmente pelo álcool etílico hidratado (etanol), que apresentou alta de 4,59% no período, elevação que foi sustentada pelo menor estoque e demanda firme do período de entressafra”, explica.

Já o IPC-10 apresentou alta de 0,39% em janeiro, superior à de 0,21% observada em dezembro. Entre as oito classes de despesas que compõem o índice, Vestuário (-1,30% para 0,87%), Alimentação (-0,19% para 0,50%), Transportes (0,23% para 0,40%), Despesas Diversas (0,00% para 0,11%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,16% para 0,22%) apresentaram avanço nas taxas, enquanto Educação, Leitura e Recreação (1,86% para 1,27%), Habitação (0,28% para 0,08%) e Comunicação (0,10% para 0,00%) apresentaram recuo.

“Os preços ao consumidor, sazonalmente no início do ano, apresentam maiores elevações no grupo Educação, em razão do início do novo ano letivo. Além disso, houve uma reaceleração nos preços dos alimentos, contribuindo para o avanço do IPC em relação a dezembro”, complementa o economista.

Por sua vez, o INCC-10 registrou alta de 0,47% em janeiro, ultrapassando o resultado de 0,22% observado em dezembro. Dentre os três grupos que constituem o índice, Materiais e Equipamentos (de 0,18% para 0,26%) e Mão de Obra (de 0,28% para 0,78%) apresentaram aceleração, enquanto o grupo Serviços recuou de 0,15% para 0,09%.

“A forte alta nos custos da construção em janeiro decorre dos reajustes salariais e dos acordos coletivos do setor. Outro fator relevante foi a influência dos condutores elétricos, que registraram significativo repasse do aumento acumulado no preço do cobre”, finaliza Matheus Dias.

As informações são da Fundação Getúlio Vargas

Copiar textoCopiar o texto
16/01/2026 22:36h

A alta do petróleo empurrou os papéis da Petrobras, mas movimento foi insuficiente para segurar queda do índice

Baixar áudio

O Ibovespa voltou a fechar o pregão em baixa de 0,46%, aos 164.799 pontos, acumulando alta de 0,60% na semana. O desempenho do índice foi influenciado pela divulgação da prévia do PIB (IBC-Br) de novembro acima do esperado e queda das ações da Vale após desvalorização dos preços do minério de ferro, além das expectativas do mercado quanto à sucessão na liderança do Federal Reserve (Fed).

O Banco Central divulgou, nesta sexta-feira (16), o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) de novembro — tido como a prévia do Produto Interno Bruto (PIB). O resultado mostrou alta de 0,70% no mês, acima das expectativas do mercado. Segundo pesquisa da Reuters, era esperado um avanço de 0,30% do índice em novembro. O resultado reforça a percepção de reavaliação das expectativas do mercado quanto ao afrouxamento monetário, visando estender a janela de juros diferencial para a atração de capital internacional.

A valorização do petróleo atuou para valorizar as ações da Petrobras durante a sessão. O movimento, contudo, foi insuficiente para inverter as perdas do índice, decorrentes da desvalorização das ações da Vale, puxadas pela queda dos preços do minério de ferro.

O índice também acompanhou o desempenho das bolsas de Nova York, que perderam fôlego com a preocupação de que o presidente Donald Trump esteja arrefecendo quanto a seu principal candidato para a sucessão do atual presidente do Fed, Jerome Powell, que deixa o cargo em maio. Um dos principais nomes para assumir a presidência do Banco Central do país, o conselheiro econômico Kevin Hasset foi elogiado por Trump nesta sexta, durante um discurso na Casa Branca. O presidente disse que Hasset é “muito bom” e questionou a possibilidade de mudá-lo de cargo, dizendo que perder o conselheiro “seria uma preocupação muito séria”.

Segundo a plataforma Polymarket, o conselheiro aparece como tendo cerca de 17% de chance na corrida sucessória, atrás do ex-membro do Conselho de Administração do Fed, Kevin Warsh, alvo de 61% das apostas.

Maiores altas e quedas do Ibovespa

Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:

Ações em alta no Ibovespa

  • Pettenati SA Industria Textil Pfd (PTNT4): +71,02%

  • Recrusul SA Pfd (RCSL4): +20,11%

Ações em queda no Ibovespa

  • Revee SA (RVEE3): -14,53%

  • Arandu Investimentos S.A (ARND3): -12,00%

 

O volume total negociado na B3 foi de R$34.085.814.496, em meio a 4.067.073 negócios.

 

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

 

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

 

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

 

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

 

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.

Copiar textoCopiar o texto
16/01/2026 20:10h

Moeda estadunidense teve tendência de alta no exterior; ICB-Br acima do esperado freia avanço maior do câmbio

Baixar áudio

O dólar comercial encerrou o último pregão em leve alta de 0,08% frente ao real, cotado a R$5,37, acumulando alta de 0,13% na semana. O câmbio acompanhou a tendência externa, com o indicador DXY — que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra — apresentando alta de 0,06%. O desempenho da moeda estadunidense foi influenciado pela divulgação da prévia do PIB (IBC-Br) de novembro maior do que o esperado e pelas expectativas quanto à sucessão de comando do Federal Reserve (Fed).

O Banco Central divulgou, nesta sexta-feira (16), o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) de novembro — tido como a prévia do Produto Interno Bruto (PIB). O resultado mostrou alta de 0,70% no mês, acima das expectativas do mercado. Segundo pesquisa da Reuters, era esperado um avanço de 0,30% do índice em novembro.

Em solo estadunidense, as atenções se voltaram para as possibilidades de sucessão do atual presidente do Fed, Jerome Powell, que deixa o cargo em maio. Um dos principais nomes para assumir a presidência do Banco Central do país é o conselheiro econômico Kevin Hasset, que foi elogiado por Trump nesta sexta, durante um discurso na Casa Branca. O presidente disse que Hasset é “muito bom” e questionou a possibilidade de mudá-lo de cargo, dizendo que perder o conselheiro “seria uma preocupação muito séria”.

Segundo a plataforma Polymarket, o conselheiro aparece como tendo cerca de 17% de chance na corrida sucessória, atrás do ex-membro do Conselho de Administração do Fed, Kevin Warsh, alvo de 61% das apostas.

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou a sessão em estabilidade, cotado a R$6,24.

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1861 0,1604 0,1391 29,4193 0,1494 0,2590 0,2784
USD 5,3730 1 0,8621 0,7472 158,07 0,8030 1,3915 1,4962
EUR 6,2344 1,1600 1 0,8668 183,36 0,9315 1,6142 1,7355
GBP 7,1892 1,3384 1,1536 1 211,54 1,0746 1,8623 2,0023
JPY 0,0340 0,0063 0,0055 0,0047 1 0,5080 0,0088 0,0095
CHF 6,6912 1,2454 1,0736 0,9306 196,85 1 1,7330 1,8632
CAD 3,8610 0,7186 0,6195 0,5370 113,59 0,5771 1 1,0751
AUD 3,5923 0,6685 0,5762 0,4995 105,65 0,5367 0,9301 1

 

Os dados são da Investing.com

Copiar textoCopiar o texto
15/01/2026 21:20h

O índice de preços ao consumidor dos EUA sai em linha com expectativas do mercado; temores com interferência do governo no Fed e no Irã pautam a sessão

Baixar áudio

O dólar comercial encerrou o último pregão em queda de 0,61% frente ao real, cotado a R$5,37, interrompendo o ritmo de ganhos. O câmbio destoou da tendência externa, com o indicador DXY — que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra — apresentando alta de 0,19%. O desempenho da moeda estadunidense foi influenciado pela divulgação da Pesquisa Mensal de Comércio de novembro acima do esperado e pelo alívio das ameaças de invasão do Irã pelos EUA.

Divulgada pelo IBGE na manhã desta quinta-feira (15), a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) de novembro de 2025 mostrou avanço de 1,0%, acima das expectativas de crescimento, que eram de 0,2%. Segundo analistas do setor, o número fortalece a interpretação de que o afrouxamento monetário pode ser adiado por ainda mais tempo. O argumento é o de que o cenário cria uma oportunidade de extensão do diferencial dos juros, estendendo a atração de capital internacional para o país.

No cenário internacional, o presidente dos EUA, Donald Trump, impôs sanções a cinco autoridades iranianas acusadas de serem responsáveis pela repressão violenta aos protestos no país. Ontem, o presidente havia afirmado que os planos para execuções de manifestantes contra o regime do país haviam sido suspensos, o que indicava uma menor probabilidade de uma intervenção militar direta dos EUA.

Ainda sobre a Casa Branca, Trump descartou a existência de planos para a demissão do presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell. O chefe do Banco Central do país havia sido ameaçado de indiciamento pelo governo por intervenções em obras públicas na sede da instituição.

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou a sessão cotado a R$6,24, o que representa uma queda de 0,74%.

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1862 0,1604 0,1392 29,5178 0,1496 0,2587 0,2780
USD 5,3710 1 0,8611 0,7473 158,53 0,8033 1,3894 1,4926
EUR 6,2378 1,1614 1 0,8678 184,11 0,9328 1,6133 1,7334
GBP 7,1843 1,3383 1,1523 1 212,15 1,0749 1,8591 1,9974
JPY 3,38779 0,630756 0,54312 0,471354 1 0,5067 0,87637 0,94149
CHF 6,6862 1,2449 1,0721 0,9304 197,37 1 1,7296 1,8584
CAD 3,8657 0,7197 0,6197 0,5379 114,12 0,5781 1 1,0742
AUD 3,5966 0,6700 0,5769 0,5006 106,21 0,5381 0,9307 1

 

Os dados são da Investing.com

Copiar textoCopiar o texto
15/01/2026 21:15h

Índice acompanhou melhora do apetite por risco de investidores no exterior e renovou recordes pela segunda sessão seguida

Baixar áudio

O Ibovespa voltou a fechar o pregão em alta de 0,26%, no valor recorde de 165.568 pontos, alcançando, também, a máxima histórica intradia acima dos 166 mil pontos. O desempenho do índice foi influenciado pela divulgação da Pesquisa Mensal de Comércio de novembro acima do esperado, pelas pesquisas eleitorais e pelo alívio das ameaças de invasão do Irã pelos EUA.

Divulgada pelo IBGE na manhã desta quinta-feira (15), a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) de novembro de 2025 mostrou avanço de 1,0%, acima das expectativas de crescimento, que eram de 0,2%. Segundo analistas do setor, o número fortalece a interpretação de que o afrouxamento monetário pode ser adiado por ainda mais tempo. O argumento é o de que o cenário cria uma oportunidade de extensão do diferencial dos juros, estendendo a atração de capital internacional para o país.

Além disso, as eleições presidenciais também foram foco durante a sessão. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) descartou a possibilidade de “voltar atrás” da candidatura à presidência, enquanto o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), reafirmou o apoio ao senador para o pleito e se disse focado na reeleição para o governo do estado. Tarcísio é o candidato favorito do mercado para enfrentar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em outubro.

No cenário internacional, o presidente dos EUA, Donald Trump, impôs sanções a cinco autoridades iranianas acusadas de serem responsáveis pela repressão violenta aos protestos no país. Ontem, o presidente havia afirmado que os planos para execuções de manifestantes contra o regime do país haviam sido suspensos, o que indicava uma menor probabilidade de uma intervenção militar direta dos EUA.

Ainda sobre a Casa Branca, Trump descartou a existência de planos para a demissão do presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell. O chefe do Banco Central do país havia sido ameaçado de indiciamento pelo governo por intervenções em obras públicas na sede da instituição.

Maiores altas e quedas do Ibovespa

Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:

Ações em alta no Ibovespa

  • Movida Participacoes SA (MOVI3): +12,18%

  • OSX Brasil S.A. (OSXB3): +12,14%

Ações em queda no Ibovespa

  • Oi S.A. (OIBR3): -28,57%

  • Recrusul SA Pfd (RCSL4): -17,67%

 

O volume total negociado na B3 foi de R$27.837.014.894, em meio a 4.136.458 negócios.

 

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

 

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

 

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

 

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

 

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.

Copiar textoCopiar o texto
14/01/2026 21:00h

Índice avançou quase 2%, impulsionado por fatores internos e externos, e alcançou nova máxima nominal de fechamento

Baixar áudio

 

O Ibovespa encerrou o último pregão em forte alta e renovou o recorde histórico nominal, ao registrar valorização próxima de 2% e superar o patamar dos 165 mil pontos. Ao longo da sessão, o principal índice da bolsa brasileira também atingiu uma nova máxima intradia, reforçando o movimento positivo observado no mercado acionário.

De acordo com especialistas, o desempenho refletiu uma combinação de fatores domésticos e internacionais. No cenário interno, notícias envolvendo o setor financeiro chamaram a atenção dos investidores e influenciaram a percepção de risco, enquanto o ambiente político seguiu no radar, diante da divulgação de novos levantamentos eleitorais que ajudaram a balizar expectativas.

No exterior, o mercado acompanhou o aumento das tensões geopolíticas no Oriente Médio, além de medidas adotadas pelos Estados Unidos que afetaram o fluxo internacional de pessoas e negócios. Mesmo com o ambiente global ainda marcado por incertezas, analistas avaliam que a bolsa brasileira se beneficiou do apetite por ativos de maior risco e da busca por oportunidades em mercados emergentes.

Maiores altas e quedas do Ibovespa

Confira as ações com melhor  e pior desempenho no último fechamento:

Ações em alta no Ibovespa

  • Companhia Energetica do Ceara-COELCE (COCE3): +16,35%
  • Alfa Holdings SA Pfd A (RPAD5): +09,55%

Ações em queda no Ibovespa

  • Fictor Alimentos SA (FICT3):  −15,38%
  • Oi S.A. (OIBR3): −12,50%

O volume total negociado na B3 foi de R$ 28.951.602.366, em meio a 3.900.716 negócios.

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.  
 

Copiar textoCopiar o texto
14/01/2026 20:45h

Moeda foi influenciada por volatilidade externa, cenário eleitoral interno e dados da economia americana

Baixar áudio

O dólar encerrou o último pregão em alta de 0,49%, cotado a R$ 5,39. Apesar da valorização, a moeda americana seguiu abaixo do patamar de R$ 5,40 ao longo do dia, em meio a um cenário de forte volatilidade no mercado de câmbio.

Durante a manhã, o dólar chegou a atingir R$ 5,42, pressionado por notícias relacionadas a restrições migratórias envolvendo brasileiros, o que aumentou a cautela dos investidores. No cenário externo, o índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de seis moedas fortes, operava em leve queda, indicando comportamento misto da divisa no mercado internacional.

De acordo com especialistas, o câmbio tem operado em uma faixa relativamente equilibrada, entre R$ 5,35 e R$ 5,40, refletindo a combinação de fatores externos e incertezas no ambiente doméstico. A avaliação é de que o noticiário político deve ganhar mais peso nos próximos meses, à medida que o calendário eleitoral avança.

Além disso, dados divulgados sobre a economia dos Estados Unidos reforçaram a expectativa de que o início do ciclo de corte de juros no país seja adiado, o que também contribuiu para os movimentos do dólar no mercado brasileiro.

Cotação do euro

Já o euro encerrou o último pregão cotado a R$6,27.

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1855 0,1593 0,1381 29,4075 0,1484 0,2575 0,2775
USD 5,3920 1 0,8588 0,7444 158,58 0,8004 1,3884 1,4963
EUR 6,2775 1,1643 1 0,8668 184,64 0,9319 1,6165 1,7421
GBP 7,2449 1,3432 1,1537 1 213,02 1,0751 1,8650 2,0098
JPY 3,40061 0,630656 0,54162 0,469462 1 0,5047 0,87557 0,94362
CHF 6,7375 1,2496 1,0732 0,9302 198,15 1 1,7348 1,8699
CAD 3,8839 0,7203 0,6187 0,5362 114,22 0,5765 1 1,0778
AUD 3,6030 0,6684 0,5740 0,4975 105,99 0,5349 0,9279 1

 

Os dados são da Investing.com.

Copiar textoCopiar o texto
13/01/2026 20:50h

Papéis dos bancos caem após recuo de 01% no setor de serviços segundo IBGE; Petrobras e Vale impedem queda maior

Baixar áudio

O Ibovespa voltou a fechar o pregão em baixa de 0,72%, aos 161.973 pontos, refletindo o desempenho das bolsas de Nova York. O recuo do índice foi apoiado pela cautela de investidores frente ao temor da interferência do governo Trump no Federal Reserve (Fed) e no Irã, além da desvalorização dos papéis dos bancos após a divulgação da retração de 0,1% no volume de serviços no Brasil em novembro, feita pelo IBGE.

Durante a sessão, os chefes dos 11 principais Bancos Centrais do mundo divulgaram uma declaração conjunta em apoio ao presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, após esse ter sido ameaçado pelo governo dos EUA de indiciamento por comentários feitos ao parlamento. Na carta, os bancários reforçam a importância da autonomia da instituição: “A independência dos bancos centrais é a pedra fundamental da estabilidade econômica, financeira e de preços no interesse dos cidadãos que atendemos”, traz o texto.

O desempenho do índice também refletiu o movimento das bolsas de Nova York, que operaram com viés negativo após Trump cancelar reuniões com oficiais do Irã e dizer a manifestantes que “a ajuda está a caminho”. Na segunda-feira (12), o presidente estadunidense havia anunciado uma tarifa de 25% sobre todos os negócios realizados com os EUA para quaisquer países que mantenham relações comerciais com o Irã.

No cenário doméstico, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) de novembro, que mostrou retração de 0,1% no volume de serviços frente a outubro — quando atingiu o patamar recorde da série histórica. O resultado causou desvalorização das ações dos bancos, que pressionaram o desempenho negativo do Ibovespa.

Os papéis da Vale e da Petrobras tiveram grande avanço durante a sessão, com o aumento dos preços do petróleo. Apesar de não serem suficientes para tornar o índice positivo, os desempenhos das empresas atuaram para frear a queda do Ibovespa durante a sessão.

Maiores altas e quedas do Ibovespa

Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:

Ações em alta no Ibovespa

  • Fictor Alimentos SA (FICT3): +27,45%

  • Arandu Investimentos S.A (RCSL4): +20,00%

Ações em queda no Ibovespa

  • Oi S.A.Non-Cum Perp Pfd Registered Shs (OIBR4): -19,61%

  • Sondotecnica Engenharia de Solos S.A. (SOND3): -19,46%

 

O volume total negociado na B3 foi de R$24.948.807.634, em meio a 4.188.268 negócios.

 

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

 

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

 

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

 

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

 

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.

Copiar textoCopiar o texto