Indicadores econômicos

26/03/2026 21:30h

Índice repercutiu prévia da inflação acima do esperado e aversão a risco com incertezas relacionadas ao conflito no Oriente Médio

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O Ibovespa voltou a fechar o pregão em baixa de 1,45%, aos 182.732 pontos. O desempenho do índice foi influenciado pelo clima de aversão a risco de investidores do exterior devido às incertezas relacionadas ao conflito no Oriente Médio e pelos temores de choques inflacionários com o resultado do IPCA-15 acima do esperado.

 O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15), tomado como a prévia da inflação, subiu 0,44% em março, puxada por Alimentação e Bebidas e Despesas Pessoais. O aumento veio além do esperado, que era de uma alta de 0,29% no mês. Além disso, o IPCA-15 teve alta acumulada de 3,90% em 12 meses, dentro da meta de 3% estipulada pelo Banco Central — com margem de erro de 1,5% para cima ou para baixo —, e mostrou desaceleração frente aos dados de fevereiro, que foram de alta mensal de 0,84% e 4,10% no acumulado em 12 meses.

Segundo analistas do setor, o IPCA-15 ainda não mostrou sinais de grande impacto pelo aumento de preços decorrente do conflito no Oriente Médio, o que deverá acontecer a partir do resultado de março do indicador, com a pressão nos preços de combustíveis, entre outros.

No exterior, o mercado seguiu monitorando os desdobramentos do conflito no Irã e aumentou o clima de aversão a risco após novas incertezas sobre a duração da guerra. Segue em crescente o desencontro de narrativas entre as autoridades iranianas e estadunidenses sobre a existência de negociações para um acordo entre os países. Enquanto o presidente dos EUA, Donald Trump, reiteradamente afirma que o país persa está “desesperado por um acordo”, as autoridades do Irã voltam a negar a existência de uma negociação para um cessar-fogo.

O petróleo voltou a subir mais de 4,5%, com o barril do Brent sendo cotado, novamente, a mais de US$100. Os índices de Wall Street também reagiram ao dia de incertezas quanto à duração do conflito, fechando a sessão com perdas. O índice Nasdaq, em destaque negativo, caiu 10% em relação à máxima histórica e entrou em território de correção.

No Ibovespa, o destaque foram as petroleiras, que subiram em bloco com a valorização do petróleo. Além disso, a Petrobras repercutiu a descoberta de petróleo no campo de Marlim Sul, no pré-sal da Bacia de Campos, o que auxiliou na valorização dos papéis da empresa.

Maiores altas e quedas do Ibovespa

Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:

Ações em alta no Ibovespa

  • Grupo Ser Educacional SA (SEER3): +15,16%

  • Banco do Estado do Rio Grande do Sul SA 6 % Conv Pfd A (BRSR5): +14,24%

Ações em queda no Ibovespa

  • GOL Linhas Aereas Inteligentes S.A. Pfd (GOLL54): -16,72%

  • Equatorial Maranhao Distribuidora de Energia SA (EQMA3B): -15,16%

 

O volume total negociado na B3 foi de R$ 26.599.263.458, em meio a 3.256.414 negócios.

 

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

 

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

 

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

 

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

 

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.

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26/03/2026 21:00h

Clima de aversão a risco motivou busca de ativos de segurança durante a sessão, o que favoreceu o dólar

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O dólar comercial encerrou o último pregão em alta de 0,69% frente ao real, cotado a R$ 5,25. O câmbio acompanhou a tendência externa, com o indicador DXY — que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra — apresentando alta de 0,38%.

O desempenho da moeda estadunidense foi influenciado pela continuidade do sentimento de aversão a risco dos investidores em meio a novos desdobramentos do conflito no Oriente Médio e por dados inflacionários no cenário doméstico.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15), tomado como a prévia da inflação, subiu 0,44% em março, puxado por Alimentação e Bebidas e Despesas Pessoais. O aumento veio além do esperado, que era de uma alta de 0,29% no mês. Além disso, o IPCA-15 teve alta acumulada de 3,90% em 12 meses, dentro da meta de 3% estipulada pelo Banco Central — com margem de erro de 1,5% para cima ou para baixo —, e mostrou desaceleração frente aos dados de fevereiro, que foram de alta mensal de 0,84% e 4,10% no acumulado em 12 meses.

Segundo analistas do setor, o IPCA-15 ainda não mostrou sinais de grande impacto pelo aumento de preços decorrente do conflito no Oriente Médio, o que deverá acontecer a partir do resultado de março do indicador, com a pressão nos preços de combustíveis, entre outros.

No exterior, o mercado seguiu monitorando os desdobramentos do conflito no Irã e aumentou o clima de aversão a risco após novas incertezas sobre a duração da guerra. Segue em crescente o desencontro de narrativas entre as autoridades iranianas e estadunidenses sobre a existência de negociações para um acordo entre os países. Enquanto o presidente dos EUA, Donald Trump, reiteradamente afirma que o país persa está “desesperado por um acordo”, as autoridades do Irã voltam a negar a existência de uma negociação para um cessar-fogo.

O petróleo voltou a subir mais de 4,5%, com o barril do Brent sendo cotado, novamente, a mais de US$ 100. Segundo analistas do setor, a escalada das tensões no conflito sustentou os juros nos EUA em patamares elevados e reforçou a busca por proteção, favorecendo o dólar.

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou a sessão em alta de 0,04%, cotado a R$ 6,04.

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1908 0,1656 0,1432 30,4729 0,1516 0,2644 0,2774
USD 5,2422 1 0,8672 0,7499 159,75 0,7948 1,3859 1,4526
EUR 6,0387 1,1535 1 0,8652 184,29 0,9167 1,5987 1,6757
GBP 6,9859 1,3336 1,1559 1 213,05 1,0601 1,8479 1,9371
JPY 3,28147 0,625998 0,54281 0,469462 1 0,4975 0,86748 0,90913
CHF 6,5956 1,2582 1,0910 0,9433 201,02 1 1,7439 1,8277
CAD 3,7828 0,7216 0,6258 0,5410 115,28 0,5734 1 1,0484
AUD 3,6045 0,6885 0,5970 0,5164 109,97 0,5471 0,9539 1

 

Os dados são da Investing.com

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25/03/2026 22:00h

Divisa recua no último pregão, com influência do cenário externo

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O dólar fechou o último pregão em queda de 0,62%, cotado a R$ 5,21. Mesmo assim, o índice DXY, que mede a força da moeda americana frente a outras divisas, avançou 0,3%.

De acordo com especialistas, o câmbio segue influenciado por notícias do cenário internacional, especialmente no Golfo Pérsico, o que tem aumentado a volatilidade.

Analistas apontam que sinais de avanço em negociações externas trouxeram alívio ao mercado. O desempenho do petróleo também contribui para manter o real estável, com resultado considerado de médio a positivo frente a outras moedas.

Cotação do euro

Já o euro encerrou o último pregão em baixa, cotado a R$ 6,05.

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1919 0,1652 0,1429 30,6074 0,1519 0,2651 0,2749
USD 5,2110 1 0,8650 0,7483 159,48 0,7918 1,3814 1,4390
EUR 6,0350 1,1561 1 0,8652 184,38 0,9154 1,5969 1,6637
GBP 6,9760 1,3363 1,1559 1 213,11 1,0581 1,8458 1,9230
JPY 3,26729 0,626979 0,54236 0,469208 1 0,4965 0,86626 0,90232
CHF 6,5812 1,2629 1,0922 0,9450 201,42 1 1,7447 1,8175
CAD 3,7717 0,7238 0,6261 0,5417 115,46 0,5733 1 1,0417
AUD 3,6382 0,6949 0,6011 0,5200 110,82 0,5503 0,9599 1

 

Os dados são da Investing.com.

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25/03/2026 21:30h

Principal índice da bolsa brasileira sobe no último pregão, mesmo com tensão no cenário internacional

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O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, fechou o último pregão em alta de 1,60%, aos 185.424 pontos, registrando o terceiro avanço consecutivo.

De acordo com especialistas, o desempenho foi influenciado pelo cenário externo, com expectativas em torno de negociações envolvendo conflitos no Oriente Médio. Sinais de possível cessar-fogo chegaram a impulsionar o mercado ao longo do dia, apesar da volatilidade provocada por notícias contraditórias.

Ainda segundo analistas, o índice oscilou durante o pregão, refletindo a instabilidade internacional, mas manteve o movimento positivo até o fechamento.

Maiores altas e quedas do Ibovespa

Confira as ações com melhor  e pior desempenho no último fechamento:

Ações em alta no Ibovespa

  • PDG Realty SA Empreendimentos e Participacoes (PDGR3): +35,54%
  • Revee SA (RVEE3): +32,53%

Ações em queda no Ibovespa

  • Boa Safra Sementes SA (SOJA3):  −10,92%
  • Nordon Industrias Metalurgicas S.A. (NORD3): −9,09%

O volume total negociado na B3 foi de R$ 27.976.241.701, em meio a 4.042.852 negócios.

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.  

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24/03/2026 21:00h

Índice repercutiu ata do Copom, desempenho da Petrobras com alta do petróleo e incertezas relacionadas ao conflito no Oriente Médio

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O Ibovespa voltou a fechar o pregão em alta de 0,32%, aos 182.509 pontos. O desempenho do índice foi influenciado pelo desempenho da Petrobras e destoou dos índices de Wall Street, que fecharam em queda devido às incertezas relacionadas ao conflito no Oriente Médio.

O Banco Central divulgou, na manhã desta terça-feira (24), a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), referente à decisão de reduzir a Selic de 15% para 14,75% ao ano. O comitê reforçou, no documento, que a redução de 0,25 ponto percentual era a mais adequada para o momento e reconheceu os riscos autistas para a inflação no curto prazo com o conflito no Oriente Médio, mas afirmou que o ciclo de afrouxamento monetário deve continuar, de acordo com a evolução dos conflitos.

O comitê elevou as estimativas para a inflação para 2026 de 3,4% para 3,9%, enquanto as expectativas para o terceiro trimestre de 2027 subiram de 3,2% em janeiro para 3,3%abaixo das expectativas de 3,8% do último Boletim Focus. A avaliação majoritária do mercado é a de que a ata teve um tom mais brando e não sinalizou para a interrupção do ciclo de afrouxamento monetário.

As ações da Petrobras avançaram 2,69% e 2,51% durante a sessão, impulsionadas pela alta do petróleo, e impulsionaram o desempenho do Ibovespa.

O índice também destoou do das bolsas de Wall Street, que fecharam o pregão em baixa devido às incertezas ligadas ao conflito no Oriente Médio. O presidente do Parlamento iraniano desmentiu as alegações do presidente dos EUA, Donald Trump, ao dizer que não houve nenhuma negociação com os EUA para o fim da guerra e taxou de “fake news para aliviar o mercado financeiro” a informação veiculada por Trump de um possível acordo. Além disso, segundo o próprio exército persa, o Irã ainda bombardeou áreas residenciais de Tel Aviv, em Israel.

Maiores altas e quedas do Ibovespa

Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:

Ações em alta no Ibovespa

  • PDG Realty SA Empreendimentos e Participacoes (PDGR3): +32,80%

  • Haga SA Industria e Comercio (HAGA3): +11,64%

Ações em queda no Ibovespa

  • Oncoclinicas do Brasil Servicos Medicos SA (ONCO3): -20,00%

  • Braskem S.A. Conv Pfd B (BRKM6): -16,39%

 

O volume total negociado na B3 foi de R$ 25.187.230.492, em meio a 3.409.507 negócios.

 

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

 

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

 

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

 

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

 

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.

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24/03/2026 20:30h

Presidente do parlamento iraniano desmente afirmações de Trump sobre existência de negociações entre EUA e Irã e descarta cessar-fogo

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O dólar comercial encerrou o último pregão em alta de 0,28% frente ao real, cotado a R$ 5,25. O câmbio acompanhou a tendência externa, com o indicador DXY — que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra — apresentando alta de 0,46%.

O desempenho da moeda estadunidense foi influenciado pelas incertezas quanto ao conflito no Oriente Médio, após o Irã desmentir as afirmações dos Estados Unidos de negociações para um cessar-fogo.

Ao longo desta terça-feira (24), o presidente estadunidense, Donald Trump, reforçou o prosseguimento das negociações com Teerã e disse que fechar um acordo seria de interesse do país persa. Trump afirmou que o Irã teria concordado em nunca mais ter armas nucleares e que o secretário de Estado, Marco Rúbio, e o vice-presidente, JD Vance, estariam envolvidos nas tratativas.

O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Baqer Qalibaf, disse, contudo, que não houve nenhuma negociação com os EUA para o fim da guerra e taxou de “fake news para aliviar o mercado financeiro” a informação veiculada por Trump. Além disso, segundo o próprio exército persa, o Irã ainda bombardeou áreas residenciais de Tel Aviv, em Israel.

Segundo analistas do setor, o dólar voltou a operar em alta como reflexo da deterioração do ambiente de risco global diante da incerteza sobre a efetividade das negociações entre os EUA e o Irã. Eles reforçam que a falta de sinais mais concretos de desescalada do conflito junto às declarações mais duras das autoridades iranianas e à continuidade dos ataques na região levaram o mercado a novamente considerar um cenário de conflito mais prolongado, com impacto direto sobre os preços de energia.

Os analistas explicam, ainda, que os altos preços do petróleo, com o barril custando próximo aos US$ 100, fizeram com que os temores inflacionários voltassem ao radar e pressionassem os rendimentos dos Treasuries, o que fortalece o dólar.

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou a sessão em alta de 0,12%, cotado a R$ 6,08.

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1904 0,1638 0,1418 30,2720 0,1504 0,2620 0,2723
USD 5,2532 1 0,8633 0,7473 159,02 0,7902 1,3761 1,4353
EUR 6,1050 1,1584 1 0,8657 184,21 0,9153 1,5941 1,6626
GBP 7,0306 1,3382 1,1552 1 212,80 1,0574 1,8415 1,9207
JPY 0,0330 0,0063 0,0054 0,0047 1 0,4969 0,0087 0,0090
CHF 6,6480 1,2657 1,0925 0,9458 201,26 1 1,7419 1,8164
CAD 3,8164 0,7265 0,6270 0,5429 115,57 0,5743 1 1,0426
AUD 3,6719 0,6968 0,6015 0,5207 110,80 0,5505 0,9587 1

 

Os dados são da Investing.com

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23/03/2026 21:00h

Bolsa brasileira sobe mais de 3% impulsionada por expectativa de redução de tensões externas

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O Ibovespa encerrou o último pregão com forte alta de 3,24%, aos 181,9 mil pontos. O avanço reflete um movimento de alívio nos mercados globais, diante da expectativa de redução das tensões no cenário internacional.

O otimismo ganhou força após sinais de avanço em negociações envolvendo o conflito no Oriente Médio, o que diminuiu a aversão ao risco e favoreceu ativos de países emergentes, como o Brasil.

De acordo com especialistas, o ambiente mais positivo no exterior estimulou a entrada de investidores na bolsa brasileira, contribuindo para a valorização expressiva do índice.

Maiores altas e quedas do Ibovespa

Confira as ações com melhor  e pior desempenho no último fechamento:

Ações em alta no Ibovespa

  • Oncoclinicas do Brasil Servicos Medicos SA (ONCO3): +57,05%
  • Revee SA (RVEE3): +27,94%

Ações em queda no Ibovespa

  • Sequoia Logistica e Transportes SA (SEQL3):  −7,14%
  • Grupo Toky SA (TOKY3): −7,14%

O volume total negociado na B3 foi de R$ 32.471.269.172, em meio a 4.001.312 negócios.

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.  
 

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23/03/2026 20:30h

Divisa recua após sinais de redução de tensões e queda do petróleo

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O dólar fechou o último pregão a R$ 5,23, no menor nível recente, influenciado por um ambiente mais positivo no exterior. A moeda perdeu força após sinais de avanço em negociações para encerrar um conflito no Oriente Médio.

No mercado global, o índice do dólar recuou e a maioria das moedas se valorizou. Além disso, a queda nos preços do petróleo reforçou a percepção de menor risco.

Segundo especialistas, o cenário indica maior otimismo dos investidores e menor pressão sobre a moeda americana.

Cotação do euro

Já o euro encerrou o último pregão em baixa, cotado a R$ 6,07.

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1912 0,1646 0,1423 30,2930 0,1503 0,2624 0,2726
USD 5,2314 1 0,8612 0,7446 158,47 0,7865 1,3726 1,4263
EUR 6,0767 1,1612 1 0,8647 184,02 0,9133 1,5937 1,6562
GBP 7,0261 1,3430 1,1565 1 212,81 1,0562 1,8432 1,9155
JPY 3,30119 0,631015 0,54343 0,469892 1 0,4963 0,86613 0,90001
CHF 6,6515 1,2715 1,0950 0,9468 201,50 1 1,7451 1,8136
CAD 3,8113 0,7286 0,6275 0,5426 115,46 0,5730 1 1,0394
AUD 3,6679 0,7011 0,6038 0,5221 111,11 0,5514 0,9623 1

 

Os dados são da Investing.com.

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20/03/2026 21:30h

Clima de aversão a risco global zerou os ganhos da semana do índice, que acumulou queda de 0,81% nos últimos cinco pregões

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O Ibovespa voltou a fechar o pregão em baixa de 2,25%, aos 176.219 pontos, acumulando queda de 0,81% na semana. O desempenho do índice foi influenciado pela elevação da aversão a risco dos investidores diante da escalada nas tensões do conflito no Irã, com rumores de um ataque militar terrestre dos EUA ao país persa, e pelo desempenho da Petrobras.

No final da tarde desta sexta-feira (20), o presidente estadunidense, Donald Trump, afirmou estar “no processo de resolver a situação no Irã”, mas sem mencionar uma perspectiva de cessar-fogo. Pela manhã, a CBS News informou que autoridades do Pentágono teriam feito preparativos detalhados para uma possível mobilização de forças terrestres dos EUA no Irã. Os índices de Wall Street reagiram às declarações encerrando a sessão em forte queda, o que também influenciou o Ibovespa.

Segundo analistas do setor, o mercado voltou a focar nas incertezas em torno de um conflito de maior duração, principalmente após as notícias da possível incursão terrestre dos EUA no Irã. Eles destacam que essa movimentação elevou o risco de um choque adicional nos preços de energia, com o contrato futuro do Brent para maio tendo fechado a sessão em alta de 3,26% a US$112,19 por barril.

No cenário doméstico, a aversão a risco de investidores internacionais seguiu influenciando o mercado. Diante das medidas anunciadas pelo governo para atenuar os efeitos da disparada dos preços do petróleo e tentar conter uma possível greve dos caminhoneiros, o risco de ingerência na Petrobras concentrou as atenções de investidores durante a sessão. O Planalto afirmou que a estatal poderá recomprar a refinaria de Mataripe, na Bahia.

As ações da petroleira caíram mais de 2% durante a sessão, mesmo com a alta do Brent no mercado internacional, movimento que foi acentuado, segundo analistas do setor, pela publicação da Medida Provisória pelo governo federal que estabelece um subsídio ao diesel e prevê um imposto de 12% sobre a exportação.

Maiores altas e quedas do Ibovespa

Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:

Ações em alta no Ibovespa

  • Oncoclinicas do Brasil Servicos Medicos SA (ONCO3): +28,93%

  • Bombril S.A.Non-Cum Perp Pfd Registered Shs (BOBR4): +13,82%

Ações em queda no Ibovespa

  • Revee SA (RVEE3): -15,00%

  • Braskem S.A. Pfd A (BRKM5): -14,21%

 

O volume total negociado na B3 foi de R$ 94.925.099.675, em meio a 4.443.414 negócios.

 

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

 

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

 

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

 

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

 

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.

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20/03/2026 21:00h

Rumores de nova investida terrestre dos EUA centralizam atenções; investidores elevam clima de aversão a risco com o entendimento de que o conflito poderá se estender por mais tempo do que se imaginava

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O dólar comercial encerrou o último pregão em alta de 1,79% frente ao real, cotado a R$ 5,30, acumulando baixa de 0,13% na semana. O câmbio acompanhou a tendência externa, com o indicador DXY — que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra — apresentando alta de 0,33%.

O desempenho da moeda estadunidense foi influenciado pela elevação da aversão a risco dos investidores diante da escalada nas tensões do conflito no Irã, com rumores de um ataque militar terrestre dos EUA ao país persa, o que estimulou a busca pelo dólar como ativo de proteção.

No final da tarde desta sexta-feira (20), o presidente estadunidense, Donald Trump, afirmou estar “no processo de resolver a situação no Irã”, mas sem mencionar uma perspectiva de cessar-fogo. Pela manhã, a CBS News informou que autoridades do Pentágono teriam feito preparativos detalhados para uma possível mobilização de forças terrestres dos EUA no Irã.

Segundo analistas do setor, o mercado voltou a focar nas incertezas em torno de um conflito de maior duração, principalmente após as notícias da possível incursão terrestre dos EUA no Irã. Eles destacam que essa movimentação elevou o risco de um choque adicional nos preços de energia, com o contrato futuro do Brent para maio tendo fechado a sessão em alta de 3,26% a US$112,19 por barril.

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou a sessão em alta de 1,61%, cotado a R$ 6,14.

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1883 0,1626 0,1410 29,9800 0,1484 0,2584 0,2679
USD 5,3112 1 0,8642 0,7496 159,23 0,7880 1,3723 1,4247
EUR 6,1470 1,1571 1 0,8674 184,24 0,9119 1,5884 1,6485
GBP 7,0889 1,3341 1,1529 1 212,43 1,0513 1,8306 1,8998
JPY 0,0334 0,0063 0,0054 0,0047 1 0,4949 0,0086 0,0089
CHF 6,7402 1,2690 1,0967 0,9512 202,05 1 1,7416 1,8066
CAD 3,8703 0,7287 0,6297 0,5463 116,02 0,5742 1 1,0373
AUD 3,7324 0,7022 0,6066 0,5262 111,78 0,5534 0,9639 1

 

Os dados são da Investing.com

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