Indicadores econômicos

27/02/2026 21:30h

Prévia da inflação de fevereiro muito acima do esperado elevou os juros futuros e atrapalhou o desempenho do Ibovespa; bolsas de Nova York fecham em baixa com empresas de tecnologia

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O Ibovespa voltou a fechar o pregão em queda de 1,16%, aos 188.786 pontos. O desempenho do índice foi influenciado pela divulgação de dados inflacionários acima do esperado tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos e pelas perdas nas bolsas de Nova York após resultados de empresas de tecnologia.

O índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) estadunidense subiu 0,5% entre dezembro e janeiro, segundo informou o Departamento do Trabalho, com um avanço anual de 2,9%. As expectativas do mercado, segundo analistas, eram de altas de 0,3% entre dezembro e janeiro e 1,6% no período anual.

As bolsas de Nova York tiveram perdas durante a sessão, com os resultados das empresas de tecnologia. Apesar dos resultados da Nvidia acima do esperado para lucro e receita, as ações tiveram queda de mais de 5%, indicando que o mercado exige sinais adicionais de crescimento.

No cenário doméstico, o IBGE divulgou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15) de fevereiro, considerado a prévia da inflação, o qual mostrou aumento de 0,84% e acumulou alta de 4,10% em 12 meses. Segundo a pesquisa Projeções Broadcast, a expectativa era de que o número avançasse 0,56%. Contudo, o índice se mantém dentro da meta estabelecida pelo Banco Central, que é de 3%, com margem de tolerância de 1,5% para cima ou para baixo.

Segundo analistas do setor, a divulgação do IPCA-15 bem acima das projeções pressiona os juros futuros, que sobem com força e pesam sobre empresas mais ligadas à economia doméstica, como bancos, varejistas e construtoras, o que também impactou o Ibovespa.

Maiores altas e quedas do Ibovespa

Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:

Ações em alta no Ibovespa

  • Fictor Alimentos SA (FICT3): +26,98%

  • CIABRASF Cia Brasileira de Servicos Financeiros SA (ADMF3): +25,00%

Ações em queda no Ibovespa

  • Karsten S.A.Non-Cum Perp Pfd Registered Shs (CTKA4): -12,71%

  • Qualicorp Consultoria e Corretora de Seguros S.A. (QUAL3): -12,24%

 

O volume total negociado na B3 foi de R$ 35.635.768.966, em meio a 4.066.726 negócios.

 

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

 

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

 

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

 

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

 

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.

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27/02/2026 21:00h

IPCA-15 muito acima do esperado reforçou o atrativo do diferencial de juros brasileiro e manteve a força do real ante o dólar

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O dólar comercial encerrou o último pregão em baixa de 0,10% frente ao real, cotado a R$ 5,13, acumulando baixa de 0,81% na semana e de 2,16% no mês. O câmbio acompanhou a tendência externa, com o indicador DXY — que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra — apresentando baixa de 0,20%.

O desempenho da moeda estadunidense foi influenciado pela cautela geopolítica mas, principalmente, pela divulgação de dados de inflação acima do esperado, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos.

O índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) estadunidense subiu 0,5% entre dezembro e janeiro, segundo informou o Departamento do Trabalho, com um avanço anual de 2,9%. As expectativas do mercado, segundo analistas, eram de altas de 0,3% entre dezembro e janeiro e 1,6% no período anual.

Após a terceira rodada de negociações entre os EUA e o Irã na quinta-feira (26), o presidente Donald Trump afirmou, nesta sexta (27), que não está satisfeito com o país interlocutor e que deseja chegar a um acordo, mas inflamou o discurso dizendo que “às vezes é necessário” utilizar o poderio militar.

No cenário doméstico, o IBGE divulgou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15) de fevereiro, considerado a prévia da inflação, que mostrou aumento de 0,84% e acumulou alta de 4,10% em 12 meses. Segundo a pesquisa Projeções Broadcast, a expectativa era de que o número avançasse 0,56%. Contudo, o índice se mantém dentro da meta estabelecida pelo Banco Central, que é de 3%, com margem de tolerância de 1,5% para cima ou para baixo.

Segundo analistas do setor, a divulgação do IPCA-15 bem acima das projeções puxou os mercados de DI para cima e implicou na manutenção da atratividade de capital estrangeiro pelo diferencial de juros brasileiro, o que contribuiu para a valorização do real frente ao dólar na sessão.

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou a sessão em estabilidade, cotado a R$ 6,06.

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1948 0,1650 0,1447 30,3905 0,1496 0,2655 0,2740
USD 5,1330 1 0,8457 0,7413 156,03 0,7682 1,3633 1,4043
EUR 6,0608 1,1824 1 0,8766 184,47 0,9082 1,6119 1,6604
GBP 6,9146 1,3489 1,1408 1 210,46 1,0361 1,8390 1,8944
JPY 0,0329 0,0064 0,0054 0,0048 1 0,4923 0,0087 0,0090
CHF 6,6840 1,3020 1,1011 0,9652 203,12 1 1,7749 1,8282
CAD 3,7659 0,7335 0,6204 0,5438 114,45 0,5635 1 1,0301
AUD 3,6500 0,7121 0,6023 0,5279 111,10 0,5470 0,9708 1

 

Os dados são da Investing.com

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26/02/2026 22:35h

Diminuição do fluxo de capital estrangeiro para emergentes e quedas nas ações da Vale e da Petrobras influenciaram a queda do índice

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O Ibovespa voltou a fechar o pregão em queda de 0,13%, aos 191.005 pontos. O desempenho do índice foi influenciado pelo clima de aversão a riscos do mercado durante a sessão, com as incertezas ligadas aos investimentos em inteligência artificial e às negociações entre os Estados Unidos e o Irã, e pela queda das ações da Vale e da Petrobras.

De acordo com analistas do setor, a maior incerteza em relação aos investimentos em inteligência artificial após os resultados aquém do esperado da Nvidia, assim como as incertezas envolvendo as negociações nucleares entre os EUA e o Irã, elevaram a aversão a risco e a cautela de investidores, contribuindo para o fortalecimento da moeda estadunidense e freando o movimento de fluxo de capital para emergentes.

As negociações entre os países também causaram volatilidade nos preços do petróleo. As expectativas são para uma nova rodada de negociações entre as nações na próxima semana, em Viena.

Também relacionadas à interrupção do fluxo de capital estrangeiro para emergentes, as ações da Vale e da Petrobras encerraram o pregão em queda, puxando a baixa do Ibovespa.

Maiores altas e quedas do Ibovespa

Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:

Ações em alta no Ibovespa

  • Infracommerce CXAAS SA (IFCM3): +17,19%

  • Gafisa S.A. (GFSA3): +14,16%

Ações em queda no Ibovespa

  • Arandu Investimentos S.A (ARND3): -9,52%

  • Viver Incorporadora e Construtora S.A. (VIVR3): -9,26%

 

O volume total negociado na B3 foi de R$ 29.468.617.696, em meio a 4.417.057 negócios.

 

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

 

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

 

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

 

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

 

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.

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26/02/2026 22:32h

Incertezas geopolíticas e sobre investimentos em IA levaram os investidores a buscar ativos de maior segurança durante a sessão, freando o fluxo estrangeiro de capital para emergentes

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O dólar comercial encerrou o último pregão em alta de 0,27% frente ao real, cotado a R$ 5,13. O comportamento interrompeu uma sequência de cinco baixas seguidas do dólar frente ao real, durante as quais a moeda acumulou queda de 2,20%. O câmbio acompanhou a tendência externa, com o indicador DXY — que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra — apresentando alta de 0,09%.

O desempenho da moeda estadunidense foi influenciado pelo movimento aversão a risco e busca por ativos mais seguros, assim como por uma nova rodada de negociações entre os Estados Unidos e o Irã sobre o programa nuclear de Teerã.

De acordo com analistas do setor, a maior incerteza em relação aos investimentos em inteligência artificial após os resultados aquém do esperado da Nvidia, assim como as incertezas envolvendo as negociações nucleares entre os EUA e o Irã, elevaram a aversão a risco e a cautela de investidores, contribuindo para o fortalecimento da moeda estadunidense e freando o movimento de fluxo de capital para emergentes.

As negociações entre os países também causaram volatilidade nos preços do petróleo. As expectativas são para uma nova rodada de negociações entre as nações na próxima semana, em Viena.

No cenário doméstico, a divulgação do Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) mostrou retração de 0,73% em fevereiro, caindo mais do que o esperado pelo mercado e revertendo a alta de 0,41% apresentada em janeiro, diante do forte recuo dos preços no atacado.

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou a sessão em alta de 0,13%, cotado a R$ 6,06.

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1943 0,1650 0,1444 30,3372 0,1504 0,2659 0,2738
USD 5,1450 1 0,8473 0,7413 156,09 0,7739 1,3681 1,4062
EUR 6,0606 1,1802 1 0,8749 184,21 0,9134 1,6143 1,6597
GBP 6,9285 1,3491 1,1431 1 210,56 1,0440 1,8454 1,8971
JPY 0,0330 0,0064 0,0054 0,0047 1 0,4958 0,0088 0,0090
CHF 6,6497 1,2922 1,0951 0,9579 201,68 1 1,7677 1,8173
CAD 3,7613 0,7310 0,6194 0,5419 114,11 0,5658 1 1,0280
AUD 3,6521 0,7111 0,6026 0,5271 110,99 0,5503 0,9727 1

 

Os dados são da Investing.com

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25/02/2026 22:00h

Índice chega a renovar máxima histórica no intradia, perde fôlego com realização de lucros e encerra o último pregão em baixa de 0,19%

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O Ibovespa testou os 192 mil pontos pela primeira vez na história, mas não sustentou o avanço e fechou o último pregão em queda de 0,19%, aos 191.247,46 pontos, segundo dados preliminares.

Logo nos primeiros negócios, o índice chegou a 192.623,56 pontos, renovando o recorde intradia. Ao longo da sessão, no entanto, perdeu força e passou a oscilar em território negativo. Na mínima do dia, marcou 190.419 pontos.

O movimento refletiu a realização de lucros após a sequência de altas recentes. Ainda assim, o desempenho robusto de uma das principais empresas do setor de mineração ajudou a limitar perdas mais expressivas.

O mercado também reagiu à repercussão de balanços corporativos e à divulgação de pesquisa eleitoral, fatores que contribuíram para maior cautela entre investidores.

De acordo com especialistas, o cenário indica um ajuste natural após máximas históricas, em meio à avaliação de fundamentos das empresas e das perspectivas para a economia.

Maiores altas e quedas do Ibovespa

Confira as ações com melhor  e pior desempenho no último fechamento:

Ações em alta no Ibovespa

  • Viver Incorporadora e Construtora S.A. (VIVR3): +19,15%
  • Haga SA Industria e Comercio (HAGA3): +13,07%

Ações em queda no Ibovespa

  • Gafisa S.A. (GFSA3):  −9,13%
  • Sondotecnica Engenharia de Solos S.A. Pfd Shs A (SOND5): −7,69%

O volume total negociado na B3 foi de R$ 27.749.948.699, em meio a 4.187.242  negócios.

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.  
 

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25/02/2026 21:30h

Divisa norte-americana encerra o último pregão cotada a R$ 5,125, pressionada por cenário externo e fatores internos

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O dólar comercial fechou o último pregão em queda de 0,60%, cotado a R$ 5,13 para venda, o menor valor desde maio de 2024. Ao longo do dia a moeda chegou a registrar alta, mas perdeu força no período da tarde e consolidou o movimento de recuo após as 14h.

O desempenho do câmbio ocorre em meio à avaliação do mercado financeiro sobre as novas tarifas de importação anunciadas pelos Estados Unidos, além da repercussão de pesquisas de intenção de voto para as eleições presidenciais no Brasil.

Investidores também acompanharam a divulgação de balanços corporativos, que ajudaram a compor o cenário de cautela e ajustes nas posições ao longo da sessão.

De acordo com especialistas, a combinação entre fatores externos, como a política comercial norte-americana e elementos internos, como o ambiente político e econômico, contribuiu para a queda da moeda norte-americana frente ao real.

Cotação do euro

Já o euro encerrou o último pregão em baixa, cotado a R$ 6,04.

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1949 0,1653 0,1440 30,4950 0,1507 0,2666 0,2741
USD 5,1249 1 0,8471 0,7379 156,47 0,7730 1,3680 1,4045
EUR 6,0499 1,1805 1 0,8711 184,72 0,9125 1,6149 1,6580
GBP 6,9460 1,3554 1,1480 1 212,07 1,0477 1,8541 1,9035
JPY 3,27922 0,639100 0,54138 0,471565 1 0,4941 0,87435 0,89763
CHF 6,6369 1,2936 1,0959 0,9546 202,42 1 1,7699 1,8169
CAD 3,7505 0,7309 0,6192 0,5393 114,38 0,5651 1 1,0267
AUD 3,6483 0,7121 0,6031 0,5254 111,41 0,5504 0,9740 1

Os dados são da Investing.com.

 

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24/02/2026 21:00h

Incertezas geopolíticas e fluxo estrangeiro focado nos países emergentes beneficiaram o real ante o dólar durante a sessão

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O dólar comercial encerrou o último pregão em baixa de 0,27% frente ao real, cotado a R$ 5,15, menor valor desde maio de 2024. O câmbio destoou da tendência externa, com o indicador DXY — que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra — apresentando alta de 0,14%.

O desempenho da moeda estadunidense refletiu o fluxo de investimento estrangeiro para países emergentes, influenciado pelo aumento das incertezas quanto às novas tarifas recíprocas do presidente Donald Trump, as tensões geopolíticas e o apetite a risco em países emergentes.

Além do real, o dólar também perdeu força ante outras moedas como o peso chileno e o peso mexicano. Segundo analistas do setor, no cenário atual de tensão entre os EUA e o Irã, tarifas e apetite ao risco em emergentes, o Brasil se destaca como um “porto seguro”, mesmo frente a outros emergentes como África do Sul, Turquia e México.

A visão de alguns dos analistas é a de que o movimento tende a se manter no exterior, sem motivo aparente para uma mudança de tendência. Eles explicam que, em âmbito local, o fluxo de investimento estrangeiro tem tido um peso alto, o que tem levado os agentes a relevar a questão fiscal no Brasil.

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou a sessão em baixa de 0,43%, cotado a R$ 6,07.

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1939 0,1647 0,1437 30,2259 0,1501 0,2657 0,2748
USD 5,1570 1 0,8493 0,7411 155,88 0,7739 1,3703 1,4166
EUR 6,0711 1,1774 1 0,8726 183,54 0,9113 1,6134 1,6682
GBP 6,9584 1,3493 1,1461 1 210,33 1,0442 1,8489 1,9116
JPY 0,0331 0,0064 0,0054 0,0048 1 0,4964 0,0088 0,0091
CHF 6,6637 1,2922 1,0975 0,9573 201,42 1 1,7708 1,8308
CAD 3,7629 0,7298 0,6197 0,5406 113,76 0,5648 1 1,0338
AUD 3,6402 0,7059 0,5995 0,5231 110,03 0,5463 0,9672 1

 

Os dados são da Investing.com

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24/02/2026 20:40h

Índice teve suporte dos “pesos pesados” e das blue chips, que se beneficiaram do fluxo de capital internacional para países emergentes

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O Ibovespa voltou a fechar o pregão em alta de 1,40%, em nova máxima nominal recorde de 191.490 pontos, após bater o recorde intradiário de 191.781 pontos. O desempenho do índice foi influenciado pelo fluxo de investimentos estrangeiros para países emergentes, o que beneficiou o Brasil, e pela recuperação das bolsas de Nova York após queda na última sessão.

O forte fluxo de capital estrangeiro para a B3 teve continuidade durante a sessão, com a tendência externa de fluxo para países emergentes, dentre os quais, segundo analistas, o Brasil se destaca. As blue chips, embaladas por esse fluxo, sustentaram o movimento de avanço do Ibovespa, o qual, segundo analistas, tende a seguir inalterado e alcançar os 200 mil pontos em breve.

Após fecharem em queda na última sessão, pressionadas pelas incertezas relacionadas às tarifas do presidente Donald Trump e pelos receios quanto à inteligência artificial, as bolsas de Nova York tiveram recuperação e fecharam o pregão em alta. A Casa Branca instituiu a cobrança de uma tarifa recíproca de 10%, abaixo dos 15% previstos, o que reduziu a cautela dos investidores.

Os “pesos pesados” também se beneficiaram com a entrada de fluxo entrangeiro durante a sessão, dando suporte ao Ibovespa. Os papéis da Petrobras avançaram 2,54%, mesmo com a queda do petróleo, enquanto a Vale subiu 0,39%. Os bancos também subiram em bloco.

Maiores altas e quedas do Ibovespa

Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:

Ações em alta no Ibovespa

  • Fictor Alimentos SA (FICT3): +72,50%

  • Infracommerce CXAAS SA (IFCM3): +16,07%

Ações em queda no Ibovespa

  • Viver Incorporadora e Construtora S.A. (VIVR3): -24,19%

  • Oncoclinicas do Brasil Servicos Medicos SA (ONCO3): -8,48%

 

O volume total negociado na B3 foi de R$ 32.974.724.428, em meio a 4.527.534 negócios.

 

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

 

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

 

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

 

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

 

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.

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Índice de Confiança do Consumidor volta a cair em janeiro, em reversão das expectativas para os próximos meses

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Divulgado nesta segunda-feira (23) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) do FGV IBRE caiu 1,8 ponto em janeiro, alcançando 87,3 pontos, menor nível desde outubro de 2025, quando atingiu os 87 pontos. Em médias móveis trimestrais, o avanço foi de 0,1 ponto, para 88,4 pontos.

Segundo a economista do FGV IBRE Anna Carolina Gouveia, a confiança do consumidor recua em um movimento de reversão das expectativas para os próximos meses, após quatro meses seguidos de avanços. Ela destaca que o resultado se dissemina entre três das quatro faixas de renda, concentrado nas famílias que recebem remunerações menores.

A pesquisa mostrou que a queda do ICC de janeiro foi influenciada, principalmente, pelas expectativas para os próximos meses. O Índice de Expectativas (IE) recuou 2,5 pontos, para 91,3 pontos, menor nível desde outubro de 2025, quando foi de 90,5 pontos. Da mesma forma, o Índice de Situação Atual (ISA) teve sua segunda queda consecutiva e recuou 0,8 ponto no mês, atingindo 82,6 pontos.

“O indicador que reflete a percepção sobre o momento atual [ISA] recua pelo segundo mês consecutivo, influenciado pela piora da percepção sobre a situação financeira atual. Embora existam fatores favoráveis ao consumo, como emprego, renda e o alívio dos preços, os condicionantes negativos — juros altos e endividamento elevado — parecem voltar a dominar o cenário no mês, reduzindo a confiança e aumentando o pessimismo para o futuro”, explica a economista Anna Carolina Gouveia.

Entre os fatores do Índice de Expectativas (IE), o indicador de situação econômica local futura recuou 5,8 pontos, para 102,2 pontos, e no mesmo sentido, o indicador de situação financeira futura da família recuou 4,6 pontos, para 87,8 pontos. Apenas o indicador de compras previstas de bens duráveis avançou no mês, em 3,4 pontos, para 85,5 pontos, maior nível desde agosto de 2025, quando foi de 86,6 pontos.

Já entre os fatores que compõem o ISA, o indicador de situação econômica local atual avançou 1,4 ponto, para 95,5 pontos, enquanto o indicador de situação financeira atual da família recuou, em 2,9 pontos, para 70,1 pontos.

 

Confira aqui os resultados completos da sondagem.

 

Com informações do FGV IBRE.

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23/02/2026 20:30h

Moeda recua 0,14% em meio a ajustes no mercado e revisão de projeções econômicas

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O Dólar comercial encerrou o último pregão em leve queda de 0,14%, cotado a R$ 5,16. Após iniciar a sessão em alta, a moeda perdeu força ao longo do dia e passou a operar no campo negativo.

O movimento ocorreu em meio à repercussão de medidas relacionadas à política comercial dos Estados Unidos e à divulgação de novas projeções econômicas. De acordo com especialistas, o mercado reagiu tanto ao cenário externo quanto à revisão de estimativas para inflação, câmbio e juros, além de perspectivas mais otimistas para o crescimento da economia.

Analistas avaliam que a oscilação reflete um ambiente de cautela, com investidores ajustando posições diante das incertezas no comércio internacional e das expectativas para os próximos indicadores econômicos.

Cotação do euro

Já o euro encerrou o último pregão em baixa, cotado a R$6,09.

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1935 0,1640 0,1432 29,9333 0,1498 0,2651 0,2739
USD 5,1690 1 0,8482 0,7409 154,72 0,7744 1,3699 1,4167
EUR 6,0987 1,1790 1 0,8735 182,41 0,9130 1,6149 1,6700
GBP 6,9806 1,3497 1,1448 1 208,83 1,0452 1,8488 1,9120
JPY 3,34066 0,646308 0,54820 0,478870 1 0,5005 0,88551 0,91554
CHF 6,6748 1,2913 1,0953 0,9568 199,81 1 1,7692 1,8295
CAD 3,7724 0,7298 0,6191 0,5408 112,95 0,5653 1 1,0339
AUD 3,6505 0,7060 0,5987 0,5230 109,23 0,5467 0,9670 1

Os dados são da Investing.com.

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