18/10/2021 04:00h

De acordo com o indicador CEPEA/ESALQ, o preço da saca do café arábica registra alta de 8,53% no acumulado de outubro.

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O preço da saca de 60 quilos do café arábica teve queda de quase 1%, em São Paulo, com venda, nesta segunda-feira (18), a R$ 1.233. O preço da saca de café robusta também registra queda de 2%, com venda a R$ 811,68.

O valor da saca do açúcar cristal teve alta de quase 0,5%, em São Paulo, com venda a R$ 150,24. Em Ribeirão Preto (SP), a saca do açúcar bruto é vendida a R$ 147, a R$ 148 no Triângulo Mineiro e a R$ 150 em Maringá (PR).

Diretora da Agência Nacional de Mineração afirma que falta de funcionários prejudica arrecadação da CFEM

O preço da saca do milho está estável, com venda a R$ 90,18 em São Paulo. Em Rio Verde (GO), a saca do milho tem cotação de R$ 82; em Erechim (RS) a R$ 92 e em Cascavel (PR) a R$ 90.

Os valores são do Canal Rural e Cepea.
 

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18/10/2021 04:00h

De acordo com o indicador CEPEA/B3, a arroba do boi gordo acumula queda de 8,50% no acumulado de outubro.

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O preço da arroba do boi gordo teve queda de quase 2%, em São Paulo, sendo comercializada, nesta segunda-feira (18), a R$ 266,80. Em Belo Horizonte (MG), o preço da arroba do boi gordo está estável, com venda a R$ 259. Em Goiânia (GO) em Cuiabá (MT), a arroba do boi gordo é vendida a R$ 254.

O preço do quilo do frango congelado teve     queda de 0,5%, sendo comercializado em São Paulo a R$ 8,08. Em Santa Catarina e em Porto Alegre, o quilo do frango congelado é cotado a R$ 8,20.

Diretora da Agência Nacional de Mineração afirma que falta de funcionários prejudica arrecadação da CFEM

O preço da carcaça do suíno está estável em São Paulo, com venda a R$ 10,52 o quilo. No Paraná, o quilo da carcaça do suíno é comercializado a R$ 10,10, e em Santa Catarina, a R$ 10,20.

Os valores são do Canal Rural e Cepea.
 

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Agronegócios
15/10/2021 19:45h

Prédio da associação foi invadido, pichado e depredado na quinta-feira (14) por membros ligados ao MST. Entidades e autoridades públicas se posicionaram contra atos de vandalismo

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O vice-presidente da Associação Brasileira de Produtores de Soja (Aprosoja) em Mato Grosso, Lucas Beber, disse que a invasão da sede da entidade, em Brasília, por membros do movimento Via Campesina Brasil na manhã de quinta-feira (14) foi um ato de terrorismo. A declaração foi dada em entrevista ao portal Brasil61.com, nesta sexta (15). 

“A gente espera que as autoridades responsáveis punam, ao rigor da lei, essas pessoas. Não é admissível em um país sério, que diga que tem leis consistentes, que se formem grupos que não são responsabilizados juridicamente. Há que se tratar esses grupos como terroristas, porque quem promove depredação e ataque não é nada mais, nada menos, que terrorista”, disse. 

De acordo com a Polícia Civil, entre 7h e 7h30 de quinta-feira, o grupo ligado ao Movimento Sem Terra (MST) invadiu, pichou e depredou o edifício onde ficam a Aprosoja e outras entidades do agronegócio, como a Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho) e a Associação Brasileira dos Produtores de Sementes de Soja (Abrass).  

À reportagem, a assessoria de imprensa da Aprosoja informou que os funcionários estão trabalhando em regime de home office por conta do ocorrido. Enquanto isso, o prédio passa por reparos nas áreas externa e interna. De acordo com a associação, além da fachada e das paredes pixadas, o grupo danificou o motor do portão de acesso, os sensores de segurança e outros itens. A entidade não soube estimar o valor do prejuízo. 

Em nota divulgada após a invasão, a Aprosoja repudiou os atos e informou que está tomando as “providências cabíveis junto às autoridades policiais para que os responsáveis sejam identificados e responsabilizados por cada um dos crimes cometidos”. 

A associação confirma que uma funcionária estava no prédio no momento dos ataques e se escondeu no banheiro, pois estava com medo de ser agredida. Na publicação, a entidade afirma que a invasão foi covarde e representa uma “afronta ao Estado Democrático de Direito'', além de colocar “em risco a integridade física de seus colaboradores e associados”.

Lucas Beber, vice-presidente da Aprosoja em Mato Grosso, pondera: “A gente sempre fala em democracia, diálogo e tudo mais. Então, em vez da gente avançar, isso daí retrocede. Diferenças e opiniões sempre vão existir, mas tem que resolver de maneira civilizada e não com agressão ou ameaça.”

A 10ª Delegacia de Polícia, localizada no Lago Sul, investiga o caso como dano ao patrimônio e associação criminosa. 

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Repercussão

Após o ataque, entidades ligadas ao agronegócio e autoridades se posicionaram. À reportagem, a Abramilho, que compartilha o prédio com o Aprosoja, lamentou e repudiou o ocorrido. “Mais do que nunca, o momento do país requer diálogo e respeito às instituições, e ações como esta não contribuem em nada para superação de nossos desafios em favor do desenvolvimento socioeconômico nacional.”

Já a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, disse, por meio de seu perfil no Instagram, que “o vandalismo ultrapassa qualquer limite do sensato, do razoável e do democrático”. Ela também se solidarizou com as entidades e os produtores rurais e destacou que o agronegócio “é um setor importante para a nossa economia, renda e garantia da segurança alimentar”. 

A Frente Parlamentar da Agropecuária ressaltou que o setor ”possui os melhores indicadores econômicos e sociais do país, apresentando a maior geração de novas vagas de trabalho dos últimos 10 anos”. Além disso, pontuou que a divisão não ajuda no desenvolvimento de soluções e políticas que precisamos urgentemente construir, com vistas a um futuro melhor.”
 
O integrante da Frente, o deputado federal Alceu Moreira (MDB/RS) se disse “indignado” com os atos. O parlamentar subiu o tom em vídeo publicado nas redes sociais. “Queremos manifestar a nossa revolta. O nosso país não pode concordar com invasões e badernas dessa natureza. Lugar de bandido é na cadeia”, disse.

Investigação

Ao portal Brasil61.com, o senador Marcos Rogério (DEM/RO) classificou a invasão como “ato tipicamente antidemocrático ao Estado de Direito”. Segundo o parlamentar, é preciso haver reação imediata das forças de segurança para investigar e punir todos os envolvidos na ação. “Já disse e repito: o Brasil precisa avançar, para enquadrar e punir, na sua legislação, esse tipo de situação, de violência, como atos de terrorismo”, reiterou. 

O senador confirmou que pediu à Polícia Federal e ao Ministério da Justiça que também investiguem os ataques. “É algo lamentável e inaceitável, justamente contra um segmento que produz alimentos para o Brasil e para o mundo. Se tem um setor que nós devemos proteger e garantir condições para continuar avançando, é justamente o setor produtivo brasileiro. Portanto, essa violência contra a Aprosoja é uma violência contra o setor produtivo, contra quem trabalha e produz de maneira organizada, de maneira profissional, o setor privado. Não podemos aceitar isso de maneira nenhuma”, disparou. 

Autoria

A Via Campesina Brasil assumiu a autoria dos ataques. De acordo com o MST, a ação faz parte da Jornada Nacional “Soberania Alimentar: contra o Agronegócio para o Brasil não passar fome”.  Os movimentos alegam que o “agronegócio cumpre papel de protagonismo no crescimento da fome, da miséria e no aumento do preço dos alimentos no Brasil”. Por meio de pichações, o grupo também criticou o presidente Jair Bolsonaro. 

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15/10/2021 04:00h

De acordo com o indicador CEPEA/ESALQ, o preço da saca do café arábica registra alta de 9,31% no acumulado de outubro

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O preço da saca de 60 quilos do café arábica teve alta de mais de 1%, em São Paulo, com venda, nesta sexta-feira (15), a R$ 1.242. O preço da saca de café robusta também registra queda de mais de 0,5%, com venda a R$ 828,86.

O valor da saca do açúcar cristal teve alta de quase 1,5%, em São Paulo, com venda a R$ 149,85. Em Ribeirão Preto (SP), a saca do açúcar bruto é vendida a R$ 144, a R$ 145 no Triângulo Mineiro e a R$ 147 em Maringá (PR).

“Garimpeiro não é bandido”, diz Joaquim Passarinho ao defender legalidade da atividade

O preço da saca do milho teve queda de quase 0,5%, com venda a R$ 90,13 em São Paulo. Em Rio Verde (GO), a saca do milho tem cotação de R$ 82; em Erechim (RS) a R$ 92 e em Cascavel (PR) a R$ 90.

Os valores são do Canal Rural e Cepea.
 

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15/10/2021 04:00h

De acordo com o indicador CEPEA/B3, a arroba do boi gordo acumula queda de 6,88% no acumulado de outubro

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O preço da arroba do boi gordo teve alta de quase 0,5%, em São Paulo, sendo comercializada, nesta sexta-feira (15), a R$ 271,55. Em Belo Horizonte (MG), o preço da arroba do boi gordo registra queda, com venda a R$ 259. Em Goiânia (GO) em Cuiabá (MT), a arroba do boi gordo é vendida a R$ 254. 

O preço do quilo do frango congelado está estável, sendo comercializado em São Paulo a R$ 8,12. Em Santa Catarina e em Porto Alegre, o quilo do frango congelado é cotado a R$ 8,20.

“Garimpeiro não é bandido”, diz Joaquim Passarinho ao defender legalidade da atividade

O preço da carcaça do suíno teve queda de quase 0,5% em São Paulo, com venda a R$ 10,52 o quilo. No Paraná, o quilo da carcaça do suíno é comercializado a R$ 10,30, e em Santa Catarina, a R$ 10,20.

Os valores são do Canal Rural e Cepea.
 

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14/10/2021 04:00h

De acordo com o indicador CEPEA/ESALQ, o preço da saca do café arábica registra alta de 8,05% no acumulado de outubro

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O preço da saca de 60 quilos do café arábica teve alta de 2%, em São Paulo, com venda, nesta quinta-feira (14), a R$ 1.228. O preço da saca de café robusta também registra alta de quase 0,5%, com venda a R$ 833,86.

O valor da saca do açúcar cristal teve alta de mais de 2%, em São Paulo, com venda a R$ 147,69. Em Ribeirão Preto (SP), a saca do açúcar bruto é vendida a R$ 144, a R$ 145 no Triângulo Mineiro e a R$ 147 em Maringá (PR).

Agronegócio está otimista com tecnologia 5G

Desastres naturais: entenda a importância da prevenção

O preço da saca do milho teve queda de quase 1%, com venda a R$ 90,39 em São Paulo. Em Rio Verde (GO), a saca do milho tem cotação de R$ 82; em Erechim (RS) a R$ 92 e em Cascavel (PR) a R$ 90.

Os valores são do Canal Rural e Cepea.
 

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14/10/2021 04:00h

De acordo com o indicador CEPEA/B3, a arroba do boi gordo acumula queda de 7,24% no acumulado de outubro

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O preço da arroba do boi gordo teve queda de quase 1%, em São Paulo, sendo comercializada, nesta quinta-feira (14), a R$ 275,32. Em Belo Horizonte (MG), o preço da arroba do boi gordo também registra queda, com venda a R$ 264. Em Goiânia (GO), a arroba do boi gordo é vendida a R$ 256 e em Cuiabá (MT), a R$ 259. 

O preço do quilo do frango congelado teve queda de quase 0,5%, sendo comercializado em São Paulo a R$ 8,12. Em Santa Catarina e em Porto Alegre, o quilo do frango congelado é cotado a R$ 8,20.

Agronegócio está otimista com tecnologia 5G

Desastres naturais: entenda a importância da prevenção

O preço da carcaça do suíno teve alta de quase 0,5% em São Paulo, com venda a R$ 10,55 o quilo. No Paraná, o quilo da carcaça do suíno é comercializado a R$ 10,30, e em Santa Catarina, a R$ 10,20.

Os valores são do Canal Rural e Cepea.
 

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13/10/2021 18:15h

Empresas do setor agrícola estão otimistas com a chegada da tecnologia. O leilão está marcado para o dia 4 de novembro

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O agronegócio brasileiro é líder na digitalização e está à frente dos seus principais concorrentes: Estados Unidos e Europa. O dado é do estudo “A cabeça do agricultor na era digital”, da empresa de consultoria americana Mckinsey, realizado neste ano. Os dados mostram que em 2021 46% dos produtores rurais do Brasil utilizam ferramentas digitais. Já nos Estados Unidos o percentual é de 31%; e na União Europeia, 22%.

Porém, o último Censo Agropecuário realizado pelo Instituto Brasileira de Geografia e Estatística em 2017, mostrou que 70% das propriedades rurais no país não possuíam conexão. A chegada do 5G no Brasil, com leilão marcado para 4 de novembro, tende a mudar esse cenário, afirma o ministro das comunicações Fábio Faria. “Todos os setores serão beneficiados com 5G, mas acredito que o agronegócio será o mais beneficiado. O 5G standalone suporta um milhão de dispositivos, né? É a internet massiva, é mais rápida, mais conectada. Todas as empresas que nós visitamos no mundo estão prontas para atender o agro brasileiro, no outro dia do leilão.”

Existem dois tipos de tecnologia 5G, o superintendente de competição da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Abraão Balbino, explica quais são e as diferenças entre elas. “Existe o 5G standalone é o puro, no estado para o qual ele foi desenvolvido, um 5G real. 5G não não standalone é uma espécie de migração das redes 4G”.

O presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado de São Paulo (CREA-SP), Vinicius Marchese, aponta que a conectividade no campo se desdobra em uma série de benefícios quando se trata de eficiência na produção. “A tecnologia 5G vem para dar condições aos produtores para aumentar a produtividade e ser mais eficiente. Só na economia brasileira o agronegócio representa 26% do PIB (Produto Interno Bruto) e pode ter esse ganho de parcelas se a gente realmente conseguir implementar o 5G para que se gere mais eficiência na nossa produtividade”.

O engenheiro agrônomo Marchese afirma que com o 5G as máquinas aumentam sua capacidade de produção e autonomia, o que diminui os custos e aumenta a competitividade. Outro fator que terá grande impacto com a chegada da nova tecnologia é a geração de empregos.  “O 5G vai trazer muito a mão de obra jovem para o campo, a conectividade vai despertar o interesse. Então, o 5G vem cumprindo um papel de cobertura de tecnologia que se desdobra em uma série de possibilidades”, afirma Vinicius Marchese.

“O uso de tecnologias digitais habilitadas pela comunicação móvel é essencial”, garante Felippe Antonelle da Jacto Next, empresa do segmento de máquinas e equipamentos para agricultura de precisão. O gerente de negócios diz que o agronegócio brasileiro passa por uma grande transformação digital. Uma vez que tecnologia era sinônimo de grandes propriedades, agora ela é democratizada para todos os produtores rurais.

“Com a 5G, o produtor terá conhecimento em tempo real de todos os processos e poderá tomar decisões de forma muito mais rápida e assertiva, às vezes de forma preditiva, impedindo que os danos econômicos ocorram antes mesmo dos problemas aparecerem. Sem dúvidas o setor do agronegócio será um dos principais beneficiados com a quinta geração da telefonia móvel, serão ganhos que traduzem crescimento em toda a nossa cadeia produtiva, em todas as suas etapas de produção, antes, dentro e depois da porteira.”

O agricultor e proprietário da empresa Cobucci Agro, Tarcísio Cobucci, conta que as tecnologias já são bastante empregadas na sua empresa e acredita que a 5G vai ampliar o uso de equipamentos de última geração. “Nós usamos a tecnologia no trator com o GPS que nos ajuda a plantar, a pulverizar... Não temos problemas de conectar internet lá na fazenda, mas é claro que vamos precisar da tecnologia 5G, dessa velocidade, na hora que a gente começar a trabalhar com equipamentos com aplicação de drones, para fazer a mapeamento de área.”

O município de Rio Verde (GO) recebeu em dezembro do ano passado uma rede de testes de 5G para o agronegócio. O experimento foi liderado pelo Centro de Excelência em Agro Exponencial (CEAGRE), em parceria com o Instituto Federal Goiano, com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (FAPEG), com o Estado de Goiás e com a Prefeitura de Rio Verde que coordenou a prova de conhecimento.

“Tivemos bons resultados, foi o primeiro passo para a compreensão  sobre os desafios e oportunidades desse tipo de conexão no local. Nossa região é altamente tecnificada no agro e os implementos agrícolas possuem cada vez mais tecnologia embarcada que precisam de recursos para sua execução no campo, um deles é a conectividade com a internet. A tecnologia 5G pode oferecer uma  rede de conexão mais estruturada aos produtores. A 5G é o futuro e caminhamos para ele, mas a conectividade do agro ainda precisa se desenvolver em vários quesitos, algo que o próprio município e parceiros estão buscando e desenvolvendo políticas públicas para dar suporte nesta jornada”,  informou a CEAGRE por nota. 

Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), se o Brasil ampliar a conexão do campo em 25%, o valor bruto da produção agropecuária brasileira pode aumentar 6,3%. 
 

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11/10/2021 04:00h

De acordo com o indicador CEPEA/ESALQ, o preço da saca do café arábica registra alta de 5,48% no acumulado de outubro

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O preço da saca de 60 quilos do café arábica teve alta de mais de 1,5%, em São Paulo, com venda, nesta segunda-feira (11), a R$ 1.199. O preço da saca de café robusta teve queda de quase 0,5%, com venda a R$ 834,41.  

O valor da saca do açúcar cristal teve alta de quase 1%, em São Paulo, com venda a R$ 144,81. Em Ribeirão Preto (SP), a saca do açúcar bruto é vendida a R$ 143, a R$ 144 no Triângulo Mineiro e a R$ 146 em Maringá (PR).

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Tempestades de areia: previsão aponta possibilidade do fenômeno atingir Tocantins e Bahia

O preço da saca do milho está estável, com venda a R$ 91,03 em São Paulo. Em Rio Verde (GO), a saca do milho tem cotação de R$ 83; em Erechim (RS) a R$ 92 e em Cascavel (PR) a R$ 89.

Os valores são do Canal Rural e Cepea.

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11/10/2021 04:00h

De acordo com o indicador CEPEA/B3, a arroba do boi gordo acumula queda de 6,98% no acumulado de outubro.

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O preço da arroba do boi gordo teve queda de mais de 4%, em São Paulo, sendo comercializada, nesta segunda-feira (11), a R$ 271,25. Em Belo Horizonte (MG), o preço da arroba do boi gordo também registra queda, com venda a R$ 272. Em Goiânia (GO), a arroba do boi gordo é vendida a R$ 260 e em Cuiabá (MT), a R$ 261. 

O preço do quilo do frango congelado teve queda de quase 0,5%, sendo comercializado em São Paulo a R$ 8,14. Em Santa Catarina e em Porto Alegre, o quilo do frango congelado é cotado a R$ 8,20.

Tempestades de areia: previsão aponta possibilidade do fenômeno atingir Tocantins e Bahia

Entenda o que são as Áreas de Preservação Permanente (APP)

O preço da carcaça do suíno está estável em São Paulo, com venda a R$ 10,63 o quilo. No Paraná e em Santa Catarina, o quilo da carcaça do suíno é comercializado a R$ 10,40.

Os valores são do Canal Rural e Cepea.
 

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Brasil 61