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Baixar áudioA previsão do tempo para este domingo (19), segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), indica avanço das instabilidades sobre o Rio Grande do Sul. No estado, há previsão de céu nublado com pancadas de chuva e trovoadas, principalmente na metade sul.
Em Porto Alegre, a temperatura varia entre 18°C e 25°C, com chuva e trovoadas previstas ao longo do dia. Já Curitiba e Florianópolis terão muitas nuvens, mas sem previsão de chuva significativa, com máximas de 25°C.
A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100% em toda a Região Sul.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para este domingo (19), segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), indica predomínio de tempo firme na maior parte da Região Centro-Oeste. O sol aparece entre poucas nuvens em Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso, enquanto Mato Grosso do Sul terá aumento da nebulosidade.
Brasília, Goiânia e Cuiabá terão poucas nuvens ao longo do dia. Em Campo Grande, a previsão é de muitas nuvens, mas sem expectativa de chuva significativa.
As temperaturas seguem elevadas, chegando aos 34°C em Cuiabá, 30°C em Campo Grande, 28°C em Goiânia e 26°C em Brasília.
A umidade relativa do ar merece atenção e varia entre 20% e 85%, principalmente durante a tarde
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoNebulosidade aumenta, mas o tempo permanece estável na maior parte dos estados
Baixar áudioA previsão do tempo para este domingo (19), segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), aponta aumento da nebulosidade em toda a Região Sudeste. Apesar do céu mais encoberto, o tempo segue estável na maior parte dos estados.
São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Vitória terão muitas nuvens durante o dia. As temperaturas permanecem agradáveis nas capitais, com máximas de 27°C em São Paulo, 31°C no Rio de Janeiro, 24°C em Belo Horizonte e 26°C em Vitória.
Os índices de umidade relativa do ar variam entre 30% e 100%, com menores valores observados principalmente no interior paulista e mineiro durante a tarde.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para este domingo (19), segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), indica manutenção das instabilidades em grande parte da Região Norte. A combinação entre calor e elevada umidade favorece muitas nuvens e ocorrência de chuva isolada em estados como Amazonas, Pará, Amapá, Rondônia, Acre e Roraima.
Em Manaus, o dia será de muitas nuvens, com temperaturas entre 25°C e 33°C. Já Belém terá muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada e máxima de 34°C. Em Macapá, a previsão também é de muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, enquanto Boa Vista deve registrar pancadas de chuva ao longo do dia. Porto Velho também terá possibilidade de chuva isolada, e Rio Branco permanece com muitas nuvens.
No Tocantins, o cenário muda. Palmas terá poucas nuvens e predomínio de tempo firme, com máxima de 34°C.
A umidade relativa do ar varia entre 25% e 98% em toda a região.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoInstabilidades seguem concentradas na faixa litorânea, enquanto o interior permanece com calor
Baixar áudioA previsão do tempo para este domingo (19), segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), aponta muitas nuvens em toda a Região Nordeste. As maiores condições para chuva permanecem na faixa litorânea, especialmente entre Rio Grande do Norte e Sergipe.
Fortaleza, João Pessoa, Recife e Maceió terão muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada. Em Aracaju, o céu permanece com muitas nuvens durante todo o dia. Salvador terá muitas nuvens com formação de nevoeiro.
No Maranhão e no Piauí, São Luís apresenta possibilidade de chuva isolada, enquanto Teresina permanece com muitas nuvens e calor, alcançando máxima de 35°C.
As temperaturas variam entre 22°C e 35°C na região. A umidade relativa do ar oscila entre 30% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) reforçou a estratégia de diversificação dos destinos das exportações brasileiras diante das tarifas impostas pelos Estados Unidos e lançou um painel de inteligência comercial para auxiliar empresas a avaliar os impactos das medidas e identificar oportunidades em outros mercados.
Segundo a agência, a resposta aos desafios tarifários está baseada em ampliar a presença dos produtos brasileiros em novos mercados e fortalecer a defesa dos interesses dos setores produtivos brasileiros junto às autoridades norte-americanas.
Como parte da estratégia de apoio aos exportadores, a ApexBrasil lançou o Painel de Medidas Tarifárias dos EUA. A plataforma gratuita permite consultar, por código SH6 (seis primeiros dígitos da NCM – Nomenclatura Comum do Mercosul) ou descrição do produto, se a mercadoria está sujeita a sobretaxas, possui isenções e quais mercados internacionais podem representar alternativas de exportação.
A ferramenta também reúne informações sobre a evolução das exportações entre Brasil e Estados Unidos e acompanha medidas como as tarifas da Seção 232 (aplicadas sob justificativa de segurança nacional a setores como aço, alumínio e cobre), a tarifa temporária da Seção 122 (tarifa global de 10% adotada em fevereiro, após decisão da Suprema Corte Americana, com término previsto para o próximo dia 24) e as investigações comerciais da Seção 301 (sobre práticas comerciais brasileiras, com tarifa de 25% a partir do dia 22 de julho), oferecendo aos exportadores informações para subsidiar o planejamento de suas operações no comércio exterior.
A participação dos Estados Unidos nas exportações brasileiras caiu de 19,1% em 2005 para 10,8% em 2025, segundo levantamento da ApexBrasil. No período, o número de estados que têm o mercado norte-americano como principal destino das vendas externas recuou de 17 para seis, enquanto a China passou a liderar em 14 estados.
Apesar da menor dependência, a exposição às tarifas varia entre os setores. Enquanto o sucroalcooleiro destina apenas 2,6% das exportações aos Estados Unidos, produtos como mel natural (84%), filés de tilápia (94,3%) e sebo bovino (96,1%) concentram grande parte das vendas no mercado norte-americano e são mais vulneráveis às medidas tarifárias.
Durante coletiva de imprensa nesta sexta (17), o presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller, reforçou que a agência acompanha de perto a evolução das medidas tarifárias dos Estados Unidos por meio de seu escritório no país e atua diretamente ao lado dos setores produtivos brasileiros na defesa de seus interesses.
“Estamos atuando diretamente com 20 setores apoiando na elaboração dos materiais no processo do A 301, com dados de inteligência, com posicionamento, com dados técnicos e científicos, inclusive. Nós vamos continuar o trabalho junto com o setor privado brasileiro, junto com as empresas brasileiras, junto com as entidades brasileiras na diversificação. Vamos continuar trabalhando junto com as empresas e as entidades americanas, inclusive, para aumentar a isenção nos Estados Unidos”, reforçou.
A ApexBrasil vai investir pelo menos R$ 130 milhões junto com associações e entidades parceiras em programas da agência na estratégia de diversificação, que será anunciada no início de agosto.
Müller ressaltou ainda que a agência vai trabalhar para ampliar a presença de produtos isentos no mercado americano.
A ApexBrasil treinou cerca de 20 setores produtivos para a defesa de interesses e forneceu consultoria individualizada para dez deles formularem suas defesas técnicas e participarem de audiências públicas nos Estados Unidos. Entre os resultados está a exclusão dos quartzitos brasileiros da lista de produtos sobretaxados, conquista obtida pelo setor de rochas ornamentais.
Mesmo diante desse cenário, o Brasil registrou recorde de US$ 348,3 bilhões em exportações em 2025.
A ApexBrasil estruturou sua atuação em frentes para reduzir os impactos das tarifas impostas pelos Estados Unidos, apostando na diversificação de mercados e na defesa dos interesses dos exportadores brasileiros.
No ano passado, a agência realizou mais de 80 ações de promoção comercial, conectando 2.400 empresas a novos mercados. Após a adoção das barreiras comerciais norte-americanas, 72% das empresas apoiadas conseguiram abrir pelo menos um novo destino para exportação.
A estratégia também prevê a ampliação da atuação em mercados como União Europeia, México, Canadá, América Central e Caribe.
Copiar o textoVeja o qual o melhor método para prevenir a gravidez na adolescência
Baixar áudio“Só em 2023, foram mais de 300 mil partos em meninas entre 10 e 19 anos no Brasil”, alerta o pediatra especialista em saúde do adolescente Dr. Benito Lourenço (CRM: 87.729/SP). Isso significa que uma em cada oito gestantes no país ainda é adolescente.
A gravidez nessa fase traz riscos sérios: maior chance de diabetes gestacional, anemia, infecções e complicações no parto. O impacto social também é profundo, já que muitas jovens abandonam os estudos, adiam ou perdem oportunidades profissionais.
Falar apenas sobre camisinha não basta. Apesar de importante, sua taxa de falha é alta quando usada sozinha. Métodos contraceptivos de longa duração, como DIU e implante hormonal, são muito mais eficazes, com taxa de falha inferior a 0,4% ao ano.
Esses métodos estão disponíveis no SUS e podem ser indicados para adolescentes. Informação, diálogo e acesso são essenciais para mudar essa realidade.
Tenha acesso aos conteúdos do Doutor Ajuda. Acesse o site.
Copiar o textoOs novos beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que tiveram benefícios concedidos a partir de maio deste ano receberão o 13º salário em novembro, desde que o benefício dê direito ao abono. O repasse aos segurados segue o calendário regular de pagamentos já previsto pelo INSS.
O abono anual para aposentados, pensionistas e demais beneficiários que já recebiam benefícios até abril foi antecipado pelo INSS. Os repasses foram realizados nos meses de abril e maio.
Para os segurados que passaram a receber o benefício depois da antecipação do pagamento pelo INSS, o 13º salário será pago entre 24 de novembro 11 e 7 de dezembro, de acordo com o número final do cartão de benefício.
A tabela de pagamento de benefícios 2026 pode ser acessada no site oficial do INSS, em: www.gov.br/inss.
O 13º salário é devido aos titulares de benefícios previdenciários, como aposentadoria e pensão por morte, e, quando houver previsão legal, também aos beneficiários de benefícios concedidos por legislação especial. Os beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC/Loas) não têm direito ao abono anual, já que se trata de um benefício assistencial.
Em relação aos benefícios temporários ou concedidos após o período da antecipação, como o benefício por incapacidade temporária e o salário maternidade, o valor do 13º é calculado de forma proporcional ao período de recebimento do benefício. O montante é pago durante sua vigência, conforme as regras aplicáveis.
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Baixar áudioA atividade econômica brasileira apresentou leve crescimento de 0,1% em maio, na comparação com abril, segundo o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), divulgado pelo Banco Central nesta sexta-feira (17). Considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB), o indicador é utilizado por economistas e pelo mercado financeiro para acompanhar, mês a mês, o ritmo da economia brasileira.
O resultado mostra uma desaceleração em relação aos meses anteriores, mas mantém a atividade econômica em trajetória positiva. Entre os setores analisados, a indústria apresentou o melhor desempenho, com alta de 0,4%, enquanto os serviços cresceram 0,1%. A agropecuária, por sua vez, registrou retração de 1,0%, o que limitou um avanço mais expressivo do indicador. Sem considerar esse setor, o IBC-Br teria avançado 0,2% no mês.
Na comparação com maio de 2025, a atividade econômica cresceu 0,8%, demonstrando que a economia segue em nível superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Já no acumulado dos últimos 12 meses, o indicador aponta expansão de 1,4%, reforçando um cenário de crescimento moderado, ainda influenciado pelos efeitos da política monetária e pelo comportamento dos diferentes setores produtivos.
O IBC-Br é calculado pelo Banco Central a partir de informações sobre a produção da indústria, o desempenho do comércio e dos serviços, a agropecuária e a arrecadação de impostos. Apesar de utilizar metodologia diferente da adotada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para o cálculo do PIB, o índice é amplamente acompanhado por investidores, empresas e formuladores de políticas públicas como um sinal antecipado da evolução da economia brasileira.
Os dados divulgados nesta sexta-feira indicam que, embora o crescimento da atividade econômica tenha perdido força em maio, os principais segmentos da economia, especialmente indústria e serviços, continuam sustentando o desempenho do país. Os próximos resultados do IBC-Br e dos indicadores oficiais do IBGE deverão mostrar se essa desaceleração é pontual ou se representa uma tendência para os próximos meses.
Copiar o textoDe acordo com a Abirochas, a nova sobretarifa imposta pelos Estados Unidos às exportações brasileiras manteve a isenção apenas para as rochas ornamentais já beneficiadas anteriormente — aquelas classificadas na NCM 6802.99.90 (nomenclatura brasileira) —, deixando outros segmentos do setor expostos à nova tributação. O cenário exige atenção das empresas exportadoras e do poder público, especialmente porque o mercado norte-americano responde por mais da metade do faturamento brasileiro no setor.
No primeiro semestre de 2026, os EUA concentraram 51,6% das exportações brasileiras de rochas ornamentais, o equivalente a US$ 364,2 milhões de um total de US$ 705 milhões. Desse montante destinado ao mercado americano, 76,9% — cerca de US$ 280 milhões — foram registrados justamente na NCM 6802.99.90, a classificação contemplada pela isenção. A manutenção desse benefício, segundo a Abirochas, atende sobretudo aos interesses do setor imobiliário norte-americano, e não necessariamente às demandas socioeconômicas brasileiras.
Em razão disso, a entidade aponta duas frentes prioritárias para o setor. A primeira é a ampliação do alcance da isenção já concedida: além dos quartzitos maciços e do quartzo natural, outras rochas e seus produtos comerciais podem ser enquadrados na NCM 6802.99.90, o que poderia elevar de 76,9% para até 90% a parcela das exportações para os EUA protegida da sobretarifa. “Para orientar esse enquadramento, recomenda-se consultar o Informe ABIROCHAS 06/2025”. A segunda frente diz respeito às exportações em outras classificações fiscais — granitos, mármores, rochas carbonáticas, ardósias, pedra-sabão, entre outros — que, embora representem fatia menor do faturamento com os americanos, podem ser fortemente prejudicadas pela nova tributação e demandam mecanismos institucionais de incentivo às empresas afetadas.
O recado central do setor é claro: a isenção existente precisa ser aproveitada ao máximo por meio do correto enquadramento das rochas na NCM beneficiada, enquanto os segmentos descobertos exigem resposta rápida do ponto de vista comercial e institucional. Com os EUA respondendo por mais da metade das receitas de exportação, qualquer distorção tarifária tem peso direto sobre a competitividade da cadeia produtiva brasileira de rochas ornamentais.
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