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Baixar áudioO dólar registrou alta de 0,32% no último pregão, cotado a R$ 4,96. O resultado é reflexo do desempenho da moeda americana em várias partes do mundo. Das 31 moedas mais líquidas, a divisa teve elevação em relação a 26 delas.
Para analistas do mercado financeiro, o cenário ainda é de contrapontos entre Estados Unidos e Irã, o que tem provocado incerteza, acarretando alterações no preço do petróleo.
Esse quadro reflete de forma negativa no câmbio e em divisas emergentes.
O resultado da última sessão também é encarado como uma ligeira correção da desvalorização da última quinta-feira (30), quando o câmbio chegou a R$ 4,95.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado em torno de R$ 5,83.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
TABELA
Os dados são da Investing.com.
Copiar o textoA pressão nos juros futuros do Brasil também contribuiu para o resultado
Baixar áudioO índice da bolsa brasileira (Ibovespa) encerrou o último pregão em queda, diante da escalada das tensões no Oriente Médio. O conflito levou os contratos de petróleo a fecharem a sessão em alta.
Diante disso, o recuo foi de 0,92%, com o índice cotado aos 185.600 pontos.
O movimento foi registrado diante de informações no sentido de que os Emirados Árabes Unidos acionaram sistemas de defesa contra mísseis que teriam partido do Irã. Além disso, um navio-tanque também teria sido atingido por drones nas proximidades do Estreito de Ormuz.
No Brasil, a pressão nos juros futuros também tem contribuído para os resultados.
Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
O volume total negociado na B3 foi de R$ 26.448.585.928, em meio a 4.262.816 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
Copiar o textoRecursos vão apoiar medidas emergenciais no Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul
Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, autorizou nesta segunda-feira (4) o repasse de R$ 20.894.599,33 para ações de resposta e recuperação em seis municípios afetados por desastre. As portarias com a liberação dos valores foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira abaixo:
Os recursos foram autorizados a partir de critérios técnicos que levam em conta a magnitude dos desastres, o número de desabrigados e desalojados e as necessidades apresentadas nos planos de trabalho enviados pelas prefeituras.
Municípios que tiverem o reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública podem solicitar recursos ao MIDR para ações de defesa civil. As solicitações devem ser realizadas por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A partir dos planos de trabalho enviados, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e valores propostos. Após aprovação, os repasses são formalizados por meio de portaria no DOU, liberando os valores correspondentes.
A Defesa Civil Nacional também oferece uma série de cursos a distância para capacitar e qualificar agentes municipais e estaduais no uso do S2iD. O objetivo é preparar os profissionais das três esferas de governo para responderem de forma eficiente às situações de emergência. Confira aqui a lista completa dos cursos.
Copiar o textoEstão na lista municípios dos estados do Ceará, Maranhão, Paraíba, Paraná e Santa Catarina
Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu, nesta segunda-feira (4), a situação de emergência nas cidades de Choró, no Ceará; Cubati, na Paraíba; Rebouças, no Paraná, e Entre Rios, em Santa Catarina, afetadas pela estiagem, e Trizidela do Vale, no Maranhão, atingida por inundações. As portarias com os reconhecimentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira mais detalhes abaixo:
Agora, as prefeituras já podem solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil, como compra de cestas básicas, água mineral, refeição para trabalhadores e voluntários, kits de limpeza de residência, higiene pessoal e dormitório, entre outros.
Os municípios com reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar apoio financeiro ao MIDR por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A Defesa Civil Nacional avalia os planos de trabalho enviados e, após a aprovação, publica portaria no DOU com os valores a serem liberados.
A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos.
Com informações do MIDR
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Baixar áudioO processo de elaboração dos Planos Estaduais de Proteção e Defesa Civil foi o tema do Bate-Papo com a Defesa Civil realizado nesta quinta-feira (30), promovido pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec) e transmitido pelo canal do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) no YouTube. O encontro reuniu especialistas para discutir os próximos passos do Plano Nacional de Proteção e Defesa Civil (PNPDC) e o papel dos estados na construção de estratégias mais eficazes e adaptadas às realidades locais.
Participaram do encontro a coordenadora de Fortalecimento e Participação Social da Sedec, Regiane Morais, que atuou como mediadora; a coordenadora de Articulação e Gestão Estratégica, Pâmela Fonsêca; o analista técnico de Políticas Sociais, Leandro Rolim; e o 2º sargento e agente de Defesa Civil de Rondônia, Daniel Maciel, representando a atuação nos estados.
Durante o debate, Leandro Rolim, destacou que o Plano Nacional vai além da esfera federal e depende da atuação conjunta de todos os entes federativos. “O plano não é apenas um plano federal, ele é um plano nacional. Sendo assim, esse plano nacional envolve além da União, os estados e também os municípios. Então, nesse conjunto de atores, dentro da nossa federação, nós temos todos os entes federativos envolvidos, de forma mais ativa, de forma mais efetiva”, afirmou o analista técnico de Políticas Sociais.
Rolim também ressaltou a importância da governança compartilhada e do pacto institucional para a execução do plano. “O plano nacional não é um plano da Sedec, não é um plano do MIDR apenas. Ele é um plano de todos nós. Nós temos aí um grande pacto com 15 ministérios, com 29 órgãos e entidades do Sistema Federal de Proteção e Defesa Civil, além de estados, Distrito Federal e municípios”, explicou.
A coordenadora de Articulação e Gestão Estratégica da Sedec, Pâmela Fonsêca, avaliou que a 1ª Oficina de Alinhamento Estratégico para Elaboração dos Planos Estaduais de Proteção e Defesa Civil, realizada nesta semana com os estados, foi fundamental para avançar na construção dos planos. “A oficina foi muito importante, a gente teve a participação de todos os estados, do Distrito Federal. A oficina se mostrou bastante efetiva no seu propósito. Conseguimos atingir alguns objetivos nessa interação, entender diferentes realidades e perspectivas de readequação”, destacou.
Representando a atuação nos estados, o 2º sargento e agente de Defesa Civil de Rondônia, Daniel Maciel, reforçou a importância da padronização metodológica e da troca de experiências entre as unidades da federação.
“Essa primeira oficina vai contribuir no processo de elaboração ou de adequação do plano estadual de proteção e defesa civil lá de Rondônia. Ela traz uma padronização metodológica, isso é fundamental para garantir que o nosso plano vai estar alinhado com a Secretaria Nacional e com a Política Nacional”, afirmou.
Maciel também destacou os ganhos práticos para a gestão estadual. “A oficina trouxe modelos prontos, boas práticas de estados, isso ajuda muito, porque a gente não precisa começar do zero e pode adaptar para a realidade de cada estado”, completou.
O debate reforçou que a construção dos planos estaduais é uma etapa essencial para consolidar o Plano Nacional de Proteção e Defesa Civil, garantindo uma atuação mais integrada, eficiente e próxima das necessidades locais em todo o país.
O Bate-Papo com a Defesa Civil é uma série de encontros virtuais e mensais promovida pela Sedec e transmitida ao vivo pelo canal do MIDR no YouTube. Cada edição reúne especialistas para discutir temas ligados à gestão de riscos e desastres, com o objetivo de fortalecer a prevenção, a preparação e a resposta em todo o Brasil.
Copiar o textoO concurso 3676 da Lotofácil foi realizado nesta segunda-feira (04/05/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. O sorteio não teve vencedores na faixa principal.
O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3677, que será realizado na terça-feira, 5 de abril de 2026, está estimado em R$ 5.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
04 - 05 - 06 - 08 - 10 - 13 - 15 - 16 - 18 - 19 - 21 - 22 - 23 - 24 - 25
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
|---|---|
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15 |
R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48,00 |
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17 |
R$ 408,00 |
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18 |
R$ 2.448,00 |
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19 |
R$ 11.628,00 |
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20 |
R$ 46.512,00 |
De segunda-feira a sábado, às 21h.
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Sul nesta terça-feira (5), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), indica tempo fechado com pancadas de chuva e trovoadas isoladas no Paraná e em Santa Catarina.
Já no Rio Grande do Sul, céu com muitas nuvens e sem chuvas.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 13°C em Porto Algre. Já a máxima pode chegar até 29°C, também em Porto Alegre. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Sudeste nesta terça-feira (5), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), indica muitas nuvens em grande parte do interior de Minas Gerais e no norte do Espírito Santo.
Em São Paulo, a previsão é de pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas em toda a faixa litorânea e também no sul do estado. Para a capital paulista e regiões adjacentes, são esperadas pancadas de chuva.
No Rio de Janeiro e no sul do Espírito Santo, são esperadas chuvas isoladas. O interior paulista e o Triângulo Mineiro apresentam muitas nuvens.
Entre as capitais, mínima de 14ºC em Belo Horizonte. A máxima deve chegar a 30ºC em Vitória e Rio de Janeiro. A umidade relativa do ar varia entre 35% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Norte nesta terça-feira (5), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), é de pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas no Amazonas, Roraima, Acre, Rondônia, Amapá e Pará.
O Tocantins continua apresentando o tempo firme, com muitas nuvens, mas sem chuva para a maior parte do estado.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 20°C em Palmas. A máxima pode chegar até 36°C, também em Palmas. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
A previsão do tempo para a Região Norte nesta terça-feira (5), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), é de pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas no Amazonas, Roraima, Acre, Rondônia, Amapá e Pará.
O Tocantins continua apresentando o tempo firme, com muitas nuvens, mas sem chuva para a maior parte do estado.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 20°C em Palmas. A máxima pode chegar até 36°C, também em Palmas. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Nordeste nesta terça-feira (5), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), aponta pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas no Maranhão, Piauí e Ceará. O mesmo acontece no Rio Grande do Norte e Paraíba.
Pancadas de chuva também são esperadas no litoral que vai de Pernambuco até a Bahia. Já em grande parte do interior da Bahia, no sertão de Pernambuco e no sul do Piauí, céu com muitas nuvens e sem chuva.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 22°C em São Luís. Já a máxima pode chegar até 33°C, em Teresina. A umidade relativa do ar varia entre 60% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia.
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