VoltarA Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) acaba de lançar Relatório de Segurança de Barragens 2026 (RSB 2026) durante webinar transmitido pelo YouTube. De acordo com o levantamento referente a 2025, o Brasil possui 213 barragens prioritárias para gestão de sua segurança, que apresentam problemas de conservação ou para as quais os responsáveis não cumpriram todos os requisitos de segurança exigidos na Política Nacional de Segurança de Barragens (PNSB). Em caso de acidente com essas estruturas, há risco a pessoas ou a equipamentos, que podem comprometer o fornecimento de serviços essenciais. Essas barragens que necessitam de maior atenção estão em 19 estados e no Distrito Federal.
Do total das 213 barragens, 26% (56) são do setor privado, 29% (62) de empreendedores públicos, 41% (87) sem informação e 4% (8) de sociedades de economia mista. As principais finalidades dessas barragens são a mineração com 26% (55 estruturas), abastecimento humano com 24% (51), irrigação com 14% (29), regularização de vazão com 9% (20), paisagismo com 8% (17), dessedentação de animais com 8% (16), entre outros. Desde 2018, o RSB registra avanço na implementação da Política Nacional de Segurança de Barragens com o aumento do cadastro das estruturas, que cresceu de 28.085 para 29.761, um incremento de 6% entre 2024 e 2025. As barragens que se enquadram na PNSB, a Lei nº 12.334/2010, são aquelas que possuem pelo menos uma das seguintes características: capacidade total maior que três milhões de metros cúbicos (equivalente a três milhões de caixas d’água), reservatório que contenha resíduos perigosos, Dano Potencial Associado (DPA) médio ou alto ou altura do maciço (parede) da barragem maior que 15 metros.
A PNSB prevê que o Dano Potencial Associado pode ser alto, médio ou baixo com base no potencial de perdas de vidas humanas, impactos econômicos e ambientais decorrentes de um eventual rompimento da barragem. Já a Categoria de Risco (CRI) pode ser alta, média ou baixa de acordo com as características técnicas, estado de conservação do empreendimento e atendimento ao Plano de Segurança da Barragem. Dentre as 29.761 estruturas cadastradas pelos 33 órgãos fiscalizadores no Sistema Nacional de Informações sobre Segurança de Barragens (SNISB), 14.355 estruturas (48%) têm seu enquadramento à PNSB indefinido, sendo que essa falta de informação dificulta a fiscalização pelo Poder Público sobre as exigências quanto à gestão da segurança determinadas pela Política Nacional de Segurança de Barragens. Já 8.797 estruturas (30%) estão enquadradas na PNSB e 6.609 (22%) não estão enquadradas. Quanto às 6.609 barragens enquadradas na PNSB, o RSB 2026 informa que 2.101 barramentos (32%) são destinados à irrigação, 1.317 (20%) ao abastecimento humano, 839 (13%) à geração hidrelétrica, 479 (7%) à disposição de rejeitos de mineração e 1.873 (28%) a outras finalidades. Dentre elas, os empreendedores com mais estruturas sob sua responsabilidade são: o Departamento Nacional de Obras contra as Secas (DNOCS), Vale S.A., a Secretaria da Infraestrutura e dos Recursos Hídricos da Paraíba (SEIRHMA/PB), a Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos do Ceará (COGERH/CE), a Companhia Pernambucana de Saneamento (COMPESA), a Secretaria do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do Rio Grande do Norte (SEMARH/RN) e a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEVASF).
Dentre os 6.609 barramentos enquadrados na PNSB, o RSB 2026 informa que 5.760 barragens (87%) possuem DPA alto ou médio, das quais 1.808 estruturas (30% dessas) possuem também CRI Alto. Ou seja, mesmo tendo identificado possíveis danos relevantes, os empreendedores não cumpriram todas as exigências necessárias para garantia da segurança, conforme previsto na PNSB. O levantamento aponta, ainda, que 345 barragens (5%) não estão classificadas quanto ao Dano Potencial Associado e à Categoria de Risco, ou seja, não se tem a informação se elas podem trazer riscos a pessoas, infraestruturas ou meio ambiente e não é possível saber se esses barramentos possuem garantias da segurança dessas estruturas.
Conforme o RSB 2026, foram reportados 18 acidentes e 23 incidentes com barragens no Brasil em 2025 sem vítimas fatais e com consequências, como: evacuação de populações e danos a estradas e pontes. Em relação aos 24 acidentes e 45 incidentes reportados no RSB 2024/2025, houve uma redução nos registros de 25% para acidentes e de 49% para incidentes envolvendo barramentos no Brasil. De acordo com a PNSB, acidentes se caracterizam pelo comprometimento da integridade estrutural da barragem, resultando em colapso total ou parcial da estrutura. Já os incidentes afetam o comportamento da barragem ou estruturas anexas, que podem vir a causar acidentes caso não sejam sanados. Outro aspecto abordado pelo RSB 2026 diz respeito às equipes dos órgãos fiscalizadores. Pela primeira vez desde o acidente com a barragem de Brumadinho, em 2019, houve queda no número de profissionais que atuam na fiscalização de barragens. Nas 33 instituições que desempenham esse papel de fiscalização há 333 profissionais trabalhando com essa temática, sendo 161 (48%) exclusivamente dedicados à segurança de barragens e 172 (52%) profissionais que dividem essa atuação com outras atividades. Em relação ao RSB 2024/2025, houve uma queda de 356 para 333 profissionais que atuam na temática, o que representa uma redução de 6% no quantitativo total do País. Além disso, para os 28 órgãos fiscalizadores que não atendem à equipe mínima recomendável, há um déficit total de pelo menos 221 profissionais exclusivos para atuação em segurança de barragens.
Apesar do número baixo de fiscais, as fiscalizações em segurança de barragens aumentaram entre 2024 e 2025 tanto para aquelas realizadas com visitas de campo quanto para as baseadas em checagens de documentos. Nesse período, as fiscalizações em campo subiram de 2.859 para 2.924 (um aumento de 2%) e as fiscalizações documentais passaram de 3.162 para 4.712 (um incremento de 49%). A aplicação de recursos dos orçamentos públicos estadual e federal em ações de gestão da segurança de barragens diminuiu entre 2024 e 2025, passando de R$ 147 milhões, previstos no orçamento, para R$ 104 milhões executados, de modo que 29% dos recursos destinados no orçamento à temática não foram executados em 2025. Com isso, o RSB 2026 indica que se mantém o cenário em que destinação e aplicação dos recursos orçamentários continuam aquém do necessário para a adequada manutenção preventiva e o atendimento aos requisitos legais sobre segurança das barragens.
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Baixar áudioO governo federal lançou uma calculadora oficial que permite que os brasileiros simulem a renegociação de dívidas no programa Novo Desenrola Brasil – Famílias, conhecido como Desenrola 2.0. Os consumidores endividados podem estimar descontos, parcelas e até o uso do FGTS na renegociação – antes de procurar o banco para fechar um acordo. A ferramenta apresenta valores estimados com base nas regras do programa.
Segundo o Ministério da Fazenda, a iniciativa foi criada para ajudar pessoas com renda de até 5 salários mínimos – o equivalente a R$ 8.105 – a renegociar dívidas em melhores condições.
A ferramenta já pode ser testada e está disponível no site do Ministério da Fazenda, em: simuladordesenrola.fazenda.gov.br. Para calcular previamente as condições de renegociação antes de procurar uma instituição financeira é necessário seguir alguns critérios, como:
A calculadora foi criada pelo Ministério da Fazenda para que pessoas endividadas consigam prever as condições de renegociação antes de aderir ao programa. A ferramenta calcula estimativas com base nas regras oficiais do Desenrola 2.0, considerando fatores como:
Valor da dívida;
Pela tecnologia, há como simular o uso do FGTS na renegociação. Pelas regras do programa, até 20% do saldo disponível no fundo ou R$ 1 mil pode ser utilizado – o que for maior. A possibilidade de utilização do FGTS precisa ser consultada com o banco da pessoa física.
A ferramenta deve ser utilizada apenas para simular a renegociação das dívidas. Os valores apresentados são estimativas e não contemplam tarifas adicionais ou impostos.
A Fazenda alerta que os acordos definitivos devem ser fechados diretamente com as instituições financeiras credoras.
A simulação considera a taxa de juros máxima de 1,99% ao mês. O programa prevê descontos de até 90%, juros reduzidos e parcelamento de 12 até 48 meses.
Conforme o governo, a iniciativa busca ampliar o acesso à informação, a segurança para tomada de decisão e, ainda, facilitar a organização financeira das famílias.
Fazer a simulação antes de fechar o acordo pode ajudar o consumidor a entender quanto realmente pode economizar, comparar parcelamentos, verificar se a parcela cabe no orçamento e, ainda, avaliar o uso do FGTS para reduzir a dívida.
A Fazenda reitera, em nota, que as condições finais de renegociação devem ser confirmadas diretamente com as instituições financeiras participantes do programa.
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Baixar áudioO Conselho Nacional de Política Mineral (CNPM) aprovou, na quinta-feira (2), uma resolução que recomenda ao Ministério de Minas e Energia (MME) a construção de alternativas para disciplinar as Taxas de Fiscalização de Recursos Minerais (TFRM), cobradas por estados e municípios sobre a atividade minerária. A proposta prevê diálogo com entes federativos, entidades representativas e especialistas para ampliar a segurança jurídica e a coordenação entre os diferentes níveis de governo.
A resolução preserva a autonomia tributária de estados e municípios e recomenda que o MME conduza a discussão de forma participativa, buscando soluções compatíveis com as diferentes realidades federativas e as especificidades da mineração no país.
Levantamento apresentado ao Conselho identificou que oito estados, dentre eles: Minas Gerais, Pará, Amazonas, Mato Grosso do Sul, Goiás, Tocantins, Mato Grosso e Maranhão, e 16 municípios possuem TFRMs em vigor. O estudo também aponta crescimento contínuo das legislações sobre o tema desde 2011.
Segundo o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, o objetivo é garantir regras claras e estáveis para os investimentos no setor, respeitando o pacto federativo e fortalecendo a segurança jurídica.
A análise realizada pelo CNPM destaca que a jurisprudência reconhece a legitimidade das taxas, desde que elas não tenham finalidade exclusivamente arrecadatória e mantenham proporcionalidade entre o valor cobrado e os custos da atividade de fiscalização.
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Baixar áudioA partir deste sábado (4), entram em vigor as restrições previstas na Lei Geral das Eleições (Lei nº 9.504/1997) para agentes públicos em todo o país. As medidas passam a valer três meses antes do primeiro turno das Eleições 2026, marcado para 4 de outubro, e incluem a proibição de publicidade institucional, da participação de candidatos em inaugurações de obras públicas e de uma série de atos administrativos. O objetivo é preservar o equilíbrio da disputa eleitoral e assegurar a igualdade de oportunidades entre os candidatos.
O período, previsto em lei, impõe restrições à publicidade institucional e à comunicação dos órgãos públicos, com mudanças na divulgação de conteúdos institucionais.
Durante esse período, a comunicação institucional dos órgãos e entidades da administração pública fica sujeita às restrições previstas na legislação eleitoral, sendo permitida apenas a divulgação de informações de utilidade pública, prestação de serviços e situações de emergência ou calamidade. Apesar das restrições à publicidade institucional, a prestação dos serviços públicos permanece inalterada.
No Distrito Federal, por exemplo, a instrução normativa de n° 2, publicada na edição do Diário Oficial do Distrito Federal do dia 30 de junho, determinou que apenas “serão autorizados os perfis e páginas das redes sociais Govdf e Agência Brasília, que são administrados pela Secretaria de Estado de Comunicação”. A norma também autoriza a divulgação de conteúdos noticiosos no portal da Agência Brasília.
Entre as principais vedações está a proibição da publicidade institucional de órgãos e entidades da administração pública, salvo em casos de grave e urgente necessidade pública reconhecida pela Justiça Eleitoral ou para divulgação de produtos e serviços que tenham concorrência no mercado.
Também ficam restritos pronunciamentos oficiais em cadeia de rádio e televisão, exceto em situações excepcionais autorizadas pela Justiça Eleitoral.
A legislação eleitoral proíbe, ainda, a movimentação de servidores públicos civis e militares, incluindo demissão ou exoneração, exceto por justa causa.
Para os fins da Lei Geral das Eleições, é considerado agente público quem exerce uma função ligada ao Estado — seja temporária, voluntária, remunerada ou não.
As restrições estão previstas na Lei Geral das Eleições e no calendário eleitoral definido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O descumprimento das normas, com uso indevido dos meios de comunicação social, pode resultar em sanções eleitorais, incluindo cancelamento do registro da candidatura, cassação do mandato, entre outras sanções previstas na legislação eleitoral.
A legislação também prevê a suspensão das transferências voluntárias de recursos da União para estados e municípios e dos estados para os municípios, ao longo do período. O repasse fica permitido apenas para obras e serviços já em andamento com cronograma definido ou em situações de emergência e calamidade pública.
Também fica proibida a contratação de shows artísticos com recursos públicos para inaugurações de obras.
Pelo calendário eleitoral, a propaganda eleitoral passa a ser permitida a partir de 16 de agosto, inclusive na internet.
O 1º turno está marcado para o dia 4 de outubro e o 2º turno, se houver, para o dia 25 de outubro de 2026.
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Baixar áudioO Banco da Amazônia alcançou o maior Plano Safra da Agricultura Familiar de sua história no ano safra 2025/2026. A instituição ofereceu R$ 2,868 bilhões em crédito contratado para o segmento, considerando operações próprias e repasses, resultado 47% superior ao registrado no Plano Safra anterior. Somente nas operações realizadas diretamente pelo Banco, o volume chegou a R$ 2,177 bilhões, alta de 29% em relação ao ciclo 2024/2025.
Os dados refletem a mudança na atuação do Banco da Amazônia junto aos agricultores familiares da Região Norte. Entre os ciclos de 2023 a 2026, o volume contratado chegou a R$ 6,185 bilhões, crescimento de 238% em comparação ao período de 2019 a 2022, quando foram contratados R$ 1,831 bilhão.
Para o presidente do Banco da Amazônia, Luiz Lessa, o resultado reforça o papel da instituição como agente de desenvolvimento da região e o braço direito do Governo Federal na execução de políticas públicas na Região Norte. “É a demonstração de que o Banco da Amazônia está ampliando o acesso ao financiamento, fortalecendo pequenos produtores e contribuindo para a geração de renda nos territórios da Região Norte. Esse resultado confirma o compromisso do Banco com quem produz, movimenta a economia local e ajuda a promover o desenvolvimento econômico e social da Amazônia”, afirmou em nota.
Mais do que aumento nos valores movimentados, as operações garantiram mais oportunidades para as comunidades nortistas. O número de famílias atendidas quase dobrou no último triênio, saindo 45.938 no período de 2019 a 2022 para 84.255 entre 2023 e 2026, um crescimento de 83%.
Para Lessa, o desempenho mostra que o crescimento ocorreu de forma pulverizada, com ampliação efetiva e democratização do acesso ao crédito em todos os estados da região. “Quando olhamos para a quantidade de contratos, clientes e famílias atendidas, vemos uma evolução muito expressiva. Isso mostra a democratização do crédito, a busca pela desburocratização, o acesso mais facilitado e uma pulverização maior para os produtores da região”, avaliou.
Nos últimos três anos, o banco registrou 152.898 contratos no âmbito do Plano Safra da Agricultura Familiar, alta de 186% em relação aos 53.502 contratos do mesmo período anterior. Essas operações foram contratadas em 438 dos 450 municípios da Região Norte, o equivalente a 97% de cobertura.
Copiar o textoO concurso 3726 da Lotofácil foi realizado nesta sexta-feira (03/07/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. O sorteio não teve vencedores na faixa principal;
O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3727, que será realizado no sábado, 4 de julho de 2026, está estimado em R$ 5.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
02 - 05 - 06 - 07 - 10 - 13 - 14 - 17 - 18 - 19 - 20 - 21 - 22 - 24 - 25
Qual o valor das apostas da LotoFácil?
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
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15 |
R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48,00 |
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17 |
R$ 408,00 |
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18 |
R$ 2.448,00 |
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19 |
R$ 11.628,00 |
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20 |
R$ 46.512,00 |
De segunda-feira a sábado, às 21h.
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Baixar áudioA massa de ar frio continua predominando sobre a Região Sul neste sábado (4), mantendo as temperaturas bastante baixas, especialmente durante a madrugada e nas primeiras horas da manhã.
Em Porto Alegre, a mínima chega aos 7°C e há previsão de poucas nuvens com geada no início do dia. Ao longo das horas, a nebulosidade aumenta e a máxima alcança apenas 13°C.
Curitiba terá muitas nuvens durante todo o sábado, com temperaturas entre 10°C e 15°C.
Em Florianópolis, a máxima não passa dos 16°C. A previsão indica muitas nuvens e chuva isolada durante a tarde.
A umidade relativa do ar permanece elevada em toda a Região Sul. Os índices variam entre 90% e 100% no Paraná, 60% e 80% em Santa Catarina e 70% e 90% no Rio Grande do Sul, favorecendo a formação de nevoeiros e geadas em algumas localidades durante as primeiras horas do dia.
A combinação entre frio, ventos e elevada umidade mantém a sensação térmica ainda menor em diversas áreas da região.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoO TEMPO E A TEMPERATURA: sábado (4) será de tempo firme e temperaturas amenas na Região Centro-Oeste
Baixar áudioO sábado (4) será de céu com poucas nuvens e tempo firme em praticamente toda a Região Centro-Oeste, conforme previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Em Brasília, o dia começa com temperatura mínima de 15°C e máxima prevista de 26°C. O céu permanece com poucas nuvens durante todo o dia.
Em Goiânia, o cenário é semelhante. A capital terá mínima de 13°C e máxima de 28°C, com umidade relativa do ar variando entre 40% e 90%.
Em Mato Grosso, Cuiabá registra mínima de 16°C e máxima de 28°C. A atuação da massa de ar frio deixa as manhãs mais agradáveis antes da elevação gradual das temperaturas durante a tarde.
Em Campo Grande, o frio é mais intenso nas primeiras horas do dia. A mínima chega aos 13°C, enquanto a máxima alcança 28°C, sob predomínio de poucas nuvens.
Na Região Centro-Oeste, a umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%
Apesar do tempo firme, a umidade relativa do ar merece atenção, principalmente em Goiás e no Distrito Federal, onde os índices ficam próximos de 40% durante a tarde, valor considerado de atenção para a saúde. A recomendação é reforçar a hidratação e evitar atividades físicas nos horários mais quentes.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioO sábado (4) será marcado por muitas nuvens e temperaturas mais amenas na Região Sudeste, conforme previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). A atuação de uma frente fria sobre o oceano mantém o tempo instável, principalmente em áreas de São Paulo e do Rio de Janeiro.
Na capital paulista, o dia será de muitas nuvens e chuva isolada entre a manhã e a tarde. As temperaturas variam entre 10°C e 17°C, mantendo a sensação de frio durante boa parte do dia.
No Rio de Janeiro, o céu permanece encoberto, com previsão de chuva isolada a partir da tarde. A temperatura máxima não passa dos 24°C, refletindo a influência da massa de ar frio.
Em Belo Horizonte, o tempo segue mais estável, com poucas nuvens durante a maior parte do dia e aumento da nebulosidade à noite. Os termômetros variam entre 13°C e 28°C.
Já em Vitória, predominam muitas nuvens durante todo o sábado, mas sem previsão de chuva significativa. A temperatura varia entre 18°C e 28°C.
O destaque da região continua sendo a queda das temperaturas em São Paulo e Rio de Janeiro, típica da atuação da frente fria neste início de julho.
A umidade relativa do ar varia bastante na região. Os menores índices são registrados em Belo Horizonte, com mínima de 35%, enquanto Vitória chega a 50%, Rio de Janeiro a 50% e São Paulo a 70%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para este sábado (4) indica condições de instabilidade em boa parte da Região Norte. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), áreas do Amazonas, Pará, Amapá e Roraima devem registrar pancadas de chuva, que podem vir acompanhadas de trovoadas isoladas em alguns momentos do dia.
No Pará, o destaque é para Belém, onde a previsão indica pancadas de chuva pela manhã, céu encoberto durante a tarde e chuva isolada à noite. Em Macapá, o cenário é semelhante, com pancadas de chuva e possibilidade de trovoadas isoladas principalmente no período da tarde.
Em Manaus, o sábado será de muitas nuvens, com chuva isolada pela manhã e à noite, além de pancadas acompanhadas de trovoadas isoladas durante a tarde. Boa Vista também permanece sob instabilidade, com previsão de chuva ao longo do dia e trovoadas isoladas no período vespertino.
Já Acre, Rondônia e Tocantins apresentam condições mais estáveis. Em Rio Branco e Porto Velho, o céu permanece bastante nublado, mas sem previsão significativa de chuva.
As temperaturas seguem elevadas na maior parte da região, chegando aos 34°C em Belém e Palmas e aos 33°C em Manaus e Porto Velho.
A umidade relativa do ar permanece elevada na maior parte da Região Norte, favorecendo a formação de nuvens carregadas. Os índices variam entre 25% e 97%, com o menor valor registrado em Palmas durante a tarde. Nas demais capitais, a umidade mínima fica entre 30% e 70%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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