VoltarO próximo sorteio da Lotofácil, concurso 3780, acontece na terça-feira (15/09), às 21h, no Espaço da Sorte, em São Paulo (SP), com prêmio estimado em 300 milhões de reais. Veja abaixo os dias e horários dos sorteios e o resultado do último concurso.
O próximo concurso da Lotofácil, de número 3780, será sorteado em 15/09/2026, às 21h. Os sorteios são realizados no Espaço da Sorte, em São Paulo (SP), e transmitidos ao vivo pela Caixa.
A Lotofácil sorteia de segunda-feira a sexta-feira, às 21h, e aos domingos, às 11h. O sorteio de fim de semana, que antes acontecia no sábado, passou a ser realizado aos domingos.
No último sorteio, o concurso 3779, de 03/09/2026, as 15 dezenas sorteadas foram: 03-04-05-07-08-10-11-13-14-16-17-19-23-24-25. Veja o resultado completo e a premiação do concurso 3779.
Para apostar na Lotofácil, o apostador escolhe de 15 a 20 números entre os 25 disponíveis. A aposta simples, de 15 números, custa R$ 3,50. É possível jogar nas lotéricas credenciadas, no site e no aplicativo Loterias Caixa. Aposte no site oficial da Caixa.
A chance de acertar as 15 dezenas com uma aposta simples (15 números) é de 1 em 3.268.760. A Lotofácil também premia quem acerta 14, 13, 12 e 11 números. Marcar mais dezenas aumenta as chances — e o valor da aposta.
Os números sorteados são divulgados logo após cada sorteio. Você pode conferir o resultado de cada concurso aqui no Brasil 61 e também no site oficial das Loterias Caixa.
Copiar o textoEstado soma 34 abalos em quase 40 anos e o registrado no início deste mês é o mais forte desde 2015
Baixar áudioUm tremor de terra de magnitude 3,7 foi registrado na madrugada de sexta-feira (4), próximo ao município de Sandolândia, no sul do Tocantins, às 5h45 (horário de Brasília). O abalo na cidade com menos de 4 mil habitantes foi detectado pelas estações da Rede Sismográfica Brasileira (RSBR) e analisado pelo Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo (USP).
Não há relatos de danos materiais ou sequer de moradores que tenham sentido o tremor com intensidade. O fenômeno, no entanto, motivou a divulgação de um suposto novo tremor, previsto para ocorrer na próxima sexta-feira (18). “Esse alerta é falso, é uma alucinação. Os tremores são impossíveis de prever, e talvez nunca seja possível prever data, local e magnitude exatos. Isso é uma alucinação, não temos tecnologia para isso", alerta Bruno Colaço, sismólogo da RSBR e do Centro de Sismologia da USP.
O tremor de Sandolândia não é um episódio pontual na história do estado. Desde 1988, a RSBR catalogou 34 abalos sísmicos no Tocantins, concentrados principalmente nas regiões central e sul. Neste ano apenas, foram 3, sendo o de Sandolândia o de maior magnitude desde 2015.
Segundo Colaço, o histórico indica que o evento não é isolado, tampouco está fora do padrão e, ao mesmo tempo, não compõe um enxame sísmico — termo técnico para se referir a uma localidade com tremores em sequência. "O que mais chama atenção é essa magnitude de 3,7 — ela difere um pouco do que o Tocantins está acostumado, é um pouco mais alta. Esse é o maior tremor desde 2015 e está entre os três maiores desta última década", diz.
A posição geológica e formação rochosa do Brasil é privilegiada: estamos fora das zonas de riscos da atividade vulcânica, de furacões e de grandes terremotos. Catástrofes como sismos, vulcanismo e tsunamis (ondas gigantes) estão ligadas aos movimentos das placas tectônicas, que se movem na crosta da Terra por até 20 cm ao ano.
O Brasil não está localizado sobre a borda dessas placas, onde esses fenômenos são mais comuns e intensos, o que não significa que não haja atividade sísmica. A placa Sul-Americana, onde o país está localizado ao centro, é pressionada pelos movimentos das placas de Nazca e a Africana.
"Essas tensões se distribuem por toda a crosta e vão se acumulando durante anos; quando ficam muito grandes, as rochas não conseguem suportar esses esforços e quebram. Quando acontecem essas quebras, ao longo de falhas geológicas, se originam essas fraturas, e as ondas se espalham em todas as direções — é isso que as pessoas eventualmente podem sentir", explica Colaço.
Esses episódios são chamados de sismicidade intraplaca, que podem ocasionar tremores em qualquer parte do Brasil, mas normalmente em magnitudes mais baixas. Por isso, são raros os casos de danos sérios à construções civis ou até mesmo estruturas como barragens, reservatórios e usinas. Ainda assim, o país possui mais de 120 estações de monitoramento da atividade, o que permite expandir os conhecimentos na área e registrar mais abalos.
Nos últimos meses, países da América do Sul sofreram uma sequência de terremotos de grandes magnitudes, que ultrapassam os 7 pontos. Os sismos na Colômbia, Venezuela e no Peru deixaram centenas de mortos e milhares de desabrigados mas, apesar da proximidade temporal e de terem sido originados pela atividade da mesma placa tectônica, Colaço avalia que eles não guardam qualquer relação entre si e muito menos ao tremor sentido no Tocantins.
Diferentemente da previsão climática, que estima a probabilidade da ocorrência de eventos como sol, chuva ou neve, o sismólogo é categórico ao afastar a hipótese de se prever terremotos. "Com a tecnologia de hoje, não existe nenhum método científico capaz de prever, com precisão, a data, o local e a magnitude que um terremoto vai ocorrer — como fazemos, por exemplo, com a previsão de chuva ou neve. Muitos cientistas, e me incluo entre eles, acreditam que talvez nunca seja possível isso acontecer", frisa.
Segundo ele, o que a ciência consegue fazer atualmente é estimar risco de ocorrência dos tremores em determinada área a partir do movimento das placas ou alertar populações próximas após um abalo ser captado pelos sistemas de monitoramento. "Isso não prevê nada, o tremor já aconteceu. O sistema automático detecta que o tremor já ocorreu e tenta avisar as comunidades vizinhas da chegada desse tremor. Dependendo da magnitude e da distância, pode haver alguns segundos ou minutos para as pessoas procurarem abrigo, e isso pode salvar vidas", conclui.
Copiar o texto
Baixar áudioPara reforçar o atendimento em saúde durante emergências sanitárias e desastres causados por mudanças climáticas, como ondas de calor e enchentes, o Ministério da Saúde instalou na quarta-feira (9) uma base na cidade do Rio de Janeiro. A unidade tem capacidade de cobrir estados e municípios de toda a Região Sudeste.
Vinculada à Força Nacional do Sistema Único de Saúde (FN-SUS), a base fica na sede da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), na Glória, zona sul, e contará com equipamentos de comunicação via satélite, drones, veículos e suporte para deslocamento de equipes, além de um posto médico avançado. Em emergências, a capacidade de atendimento pode ser ampliada com a adesão de equipes e voluntários, em conjunto com estados e municípios.
Segundo o ministério, a intenção é reduzir o tempo de resposta em emergências e articular ações entre o poder público diante do avanço do El Niño. A unidade do Rio é a terceira do tipo no país. Outras duas já funcionam em Porto Alegre (RS) e Salvador (BA) e o ministério planeja inaugurar mais seis pontos em diferentes regiões até o fim do ano. As bases funcionam integradas aos Centros de Informação em Saúde e Clima (Cisc), que reúnem dados sobre meio ambiente, clima e demografia para antecipar ações de vigilância e resposta em saúde.
O fenômeno climático deve provocar temporais, chuvas intensas e ondas de calor no Sudeste, segundo projeções já confirmadas para 2026. Em outras regiões, a expectativa é de seca, incêndios e inundações, o que pode sobrecarregar a resposta de saúde local.
De acordo com o Centro de Previsão Climática da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (CPC/NOAA), o Brasil tem 90% de probabilidade de enfrentar um episódio de El Niño muito forte entre setembro e novembro.
Boletim do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), elaborado em parceria com outras instituições, aponta para temperaturas acima da média em quase todo o país, possibilidade de chuvas acima da média histórica na Região Sul e um trimestre mais seco no Norte e no Nordeste. A combinação de calor e estiagem prolongada nessas regiões também aumenta o risco de queimadas, especialmente se o início da estação chuvosa atrasar, cenário já considerado provável pelo instituto.
Nota técnica da Fiocruz sobre a chegada do El Niño aponta que enchentes, secas e queimadas produzem efeitos imediatos e prolongados, desorganizam serviços de saúde, deslocam populações, ampliam a exposição a agentes infecciosos e ambientais, interrompem tratamentos e agravam o sofrimento mental da população atingida. Segundo o documento, a resposta a esses eventos deve envolver uma agenda preventiva conjunta do SUS, da Defesa Civil, dos serviços de saneamento e da assistência social.
A instalação da base no Rio também atende a recomendações de pesquisa da Universidade de Oxford, no Reino Unido, sobre a vulnerabilidade de grandes cidades a ondas de calor: no Brasil, 11 dos 15 municípios com mais de 1 milhão de habitantes foram considerados vulneráveis ao problema.
Copiar o textoA corrida global pelas terras raras ganhou novos contornos nos últimos anos. Considerados estratégicos para a transição energética e para a indústria de alta tecnologia, esses elementos são indispensáveis na fabricação de motores de veículos elétricos, turbinas eólicas, equipamentos eletrônicos, sistemas de automação industrial e uma série de aplicações que sustentam a economia de baixo carbono. Nesse cenário, o Brasil busca transformar seu potencial geológico em uma cadeia industrial capaz de gerar produtos de maior valor agregado, reduzindo a dependência externa e ampliando sua participação em mercados tecnológicos de crescente relevância.
Minas Gerais ocupa posição central nessa estratégia. O Estado concentra projetos de mineração de terras raras, iniciativas de processamento mineral e, agora, um dos mais ambiciosos esforços para internalizar etapas industriais historicamente dominadas por outros países: a produção de ímãs permanentes de terras raras.
Um marco importante dessa trajetória ocorreu no início do ano quando o Centro de Inovação e Tecnologia para Ímãs de Terras Raras (CIT SENAI ITR), em Lagoa Santa, recebeu o primeiro lote de carbonato de terras raras produzido a partir de material extraído em território brasileiro. Para o Centro, o carregamento, composto por 20 quilos de carbonato fornecidos pela Meteoric, representa mais do que uma simples entrega de matéria-prima. Na prática, simboliza o início de uma nova fase na tentativa de conectar mineração, processamento químico, metalurgia e fabricação de componentes avançados dentro do país.
Até então, os trabalhos conduzidos pelo instituto utilizavam predominantemente materiais importados. A chegada do lote nacional abre caminho para que pesquisadores e instituições envolvidas no projeto MagBras possam validar rotas tecnológicas utilizando matérias-primas brasileiras, aproximando o país do objetivo de estabelecer uma cadeia produtiva integrada.
Segundo André Pimenta, coordenador do CIT SENAI ITR, o recebimento do material representa um avanço para o desenvolvimento tecnológico brasileiro. "Essa entrega representa um passo concreto dentro do projeto MagBras, que é a iniciativa estruturante para desenvolver no Brasil a cadeia completa de ímãs permanentes de NdFeB, da matéria-prima mineral até o ímã final", afirmou.
Embora o Brasil possua reservas expressivas e conhecimento acumulado em diversas etapas relacionadas às terras raras, a transformação desses recursos em produtos industriais de alta tecnologia continua sendo um dos principais desafios do setor.
Segundo André Pimenta, o país já reúne competências importantes em mineração, processamento mineral, separação de terras raras, metalurgia, desenvolvimento de materiais magnéticos e aplicações industriais. Entretanto, ainda não dispõe de uma cadeia industrial plenamente integrada e competitiva, capaz de transformar o minério em ímãs acabados em escala comercial.
"Mais do que dominar cada etapa isoladamente, o desafio brasileiro é conectar essas etapas com qualidade, produtividade, escala, rastreabilidade e custo competitivo", destaca o coordenador do CIT SENAI ITR. Essa lacuna é particularmente relevante quando se observa a complexidade envolvida na fabricação de ímãs permanentes de NdFeB (neodímio-ferro-boro), considerados atualmente os mais eficientes para aplicações de alta performance.
Entre o carbonato de terras raras obtido na mina e o ímã acabado existe uma sequência de etapas altamente especializadas. O material precisa ser separado e purificado, transformado em óxidos com especificações rigorosas, convertido em metais ou ligas metálicas e posteriormente submetido a processos de fabricação que incluem moagem fina, alinhamento magnético, compactação, sinterização, tratamentos térmicos, usinagem, revestimentos protetores e magnetização.
O desafio tecnológico não está apenas em executar cada uma dessas etapas individualmente, mas em garantir que todas funcionem de maneira integrada. Pequenas variações químicas, impurezas ou alterações de processamento podem comprometer significativamente o desempenho magnético do produto final.
"Um dos desafios mais importantes é justamente garantir a conexão entre essas etapas. Pequenas variações na composição química, presença de determinadas impurezas, oxidação ou alterações no processamento podem provocar perdas significativas nas propriedades magnéticas", explica Pimenta.
Leia a íntegra da reportagem em Brasil Mineral.
VEJA MAIS:
Copiar o textoDados de 2025 mostram que 80% das internações ocorreram em municípios com mais de 80 mil habitantes.
Baixar áudioA sobrecarga provocada pelas ocorrências viárias na rede pública de saúde levou a Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos (FNP) a lançar a Coalizão de Cidades pela Redução de Mortes e Lesões no Trânsito. A mobilização nacional reúne administrações municipais e entidades parceiras para consolidar a segurança viária como agenda contínua e reduzir a pressão hospitalar nas cidades.
Os indicadores que motivaram a iniciativa mostram que o atendimento às vítimas se concentra com força nos centros urbanos mais populosos. De acordo com os dados de morbidade hospitalar do SUS (SIH/SUS) referentes a 2025, 80% das internações hospitalares ocorreram em unidades situadas em municípios com mais de 80 mil habitantes. Além disso, 59% dos internados e 54% das vítimas fatais residiam nessas cidades médias e grandes.
No cenário nacional, os números alertam para a gravidade da situação. Segundo dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, 37.150 pessoas morreram no trânsito no Brasil em 2024 — uma média de 101 mortes por dia —, somadas a aproximadamente 160 mil feridos graves por ano. Do ponto de vista econômico, as perdas chegam a 3,8% do Produto Interno Bruto (PIB), segundo a entidade.
Durante o evento de lançamento da coalizão, o presidente da Comissão Permanente de Saúde da FNP e prefeito de Campinas (SP), Dário Saadi (Republicanos-SP), alertou que o quadro já atingiu proporções de epidemia nos municípios.
"As cidades sofrem as consequências. A sobrecarga chega diretamente à rede municipal de saúde, com internações prolongadas e pressão sobre hospitais", afirmou o prefeito, ao defender que ações como fiscalização e controle de velocidade são essenciais para salvar vidas, ainda que enfrentem resistência popular.
A iniciativa é conduzida em parceria com a Vital Strategies e a Bloomberg Philanthropies, dentro do Road Safety Grants Program. Com duração de dois anos, o projeto oferecerá capacitação para os municípios que aderirem e consultoria técnica personalizada para cinco cidades selecionadas.
Entre as metas do plano estão a criação de uma plataforma digital simplificada para estimar os gastos das prefeituras com os sinistros na saúde e a execução de estratégias de gestão segura da velocidade, apontada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como medida indispensável para preservar a integridade de pedestres, ciclistas e motociclistas.
Copiar o texto
Baixar áudioBrasil e México assinaram, nesta semana, um plano de ação para ampliar a cooperação no setor de turismo, com previsão de troca de dados e experiências e de facilitar o intercâmbio de informações de profissionais e estudantes entre os dois países. O documento foi firmado na Cidade do México, durante o 4º Congresso Mundial de Turismo Esportivo.
Entre as medidas previstas estão a troca de dados estatísticos e informações sobre o setor, o compartilhamento de experiências em gestão e estratégias de mercado e a divulgação de destinos turísticos brasileiros e mexicanos.
A cooperação ainda prevê ações de qualificação para prestadores de serviços turísticos e intercâmbio de estudantes e professores de cursos de turismo. Profissionais de órgãos oficiais dos dois países também poderão participar de atividades de troca de experiências e boas práticas.
O plano também estabelece que os órgãos deverão divulgar cursos, seminários e conferências promovidos pelos dois países. O objetivo é permitir a participação de servidores brasileiros e mexicanos em atividades de capacitação sobre o setor.
A assinatura foi realizada pela secretária-executiva do Ministério do Turismo (MTur), Fernanda Câmara Norat, e pela secretária de Turismo do México, Josefina Rodríguez Zamora.
Norat destacou que a cooperação busca ampliar o fluxo de turistas entre os dois países e fortalecer o intercâmbio estratégico.
“Vamos trocar experiências, dados, informações, com o objetivo de aumentar o fluxo de turistas entre o Brasil e o México. Por meio dessa assinatura e dessa cooperação esperamos divulgar os destinos no Brasil e no México. Esperamos que nos próximos anos isso tudo se reflita em aumento de chegadas de mexicanos ao nosso país”, disse Norat.
A agenda no 4º Congresso Mundial de Turismo Esportivo também promoveu a realização da Copa do Mundo Feminina de 2027 no Brasil, que será realizada de 24 de junho a 25 de julho, com vistas a ampliar o fluxo turístico internacional para o Brasil.
Segundo Fernanda Câmara Norat, a Copa do Mundo Feminina de 2027 – a primeira a ser realizada na América do Sul – deve movimentar cerca de R$ 9 bilhões de reais na economia brasileira. Ela destacou, ainda, que o mundial de futebol será uma oportunidade para ampliar a divulgação dos destinos brasileiros e atrair turistas estrangeiros.
Norat também defendeu que a realização de eventos esportivos deve ir além dos dias de competição e gerar benefícios permanentes, que englobam não apenas destinos e comunidades. Para ela, a infraestrutura para a Copa de 2027 deve visar ganhos sociais e econômicos contínuos.
“Será mais uma oportunidade para a gente divulgar nossos destinos, nossa história, nossa rica cultura para o mundo todo. Os mega-eventos esportivos são uma oportunidade única de a gente mostrar o que tem de melhor e deixar um legado duradouro para os destinos, a infraestrutura e na melhoria da experiência dos visitantes para o país”, disse Norat.
Na ocasião, a representante do MTur destacou as experiências do Brasil como sede de mundiais, como a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016, que estimularam investimentos em aeroportos, mobilidade e hotelaria.
O debate contou com a participação de ministros e secretários de turismo da Argentina, Portugal, Uruguai e Belize.
Considerando o fluxo de turistas, o MTur, em parceria com a UNESCO, lançou o Guia para Mulheres que Viajam Sozinhas — já com versões em inglês e espanhol. Norat destacou que o documento permite que turistas conheçam o país com mais autonomia.
Fernanda Norat esteve no México para participar da quarta edição do congresso, organizado pela ONU Turismo. O evento, que aconteceu de 7 a 9 de setembro, reuniu representantes de diferentes países para discutir iniciativas e estratégias relacionadas ao turismo esportivo, como eventos relacionados ao esporte que podem favorecer o turismo nos países.
A secretária-executiva participou de um painel sobre o turismo esportivo nas políticas públicas, ao lado de representantes da Argentina, Portugal e Uruguai.
Na quinta-feira (10), a agenda seguiu em Cancún, onde Norat realizou uma visita técnica ao aeroporto internacional da cidade e participou de uma reunião com representantes do Grupo Aeroportuario del Sureste (ASUR), responsável pela administração do terminal.
Conforme o MTur, o Grupo assumiu 20 operações aeroportuárias na América Latina, sendo 17 no Brasil e três divididas entre Equador, Costa Rica e Curaçao. Entre os principais ativos da empresa em território brasileiro estão os aeroportos de Curitiba, Belo Horizonte e Goiânia.
Para a pasta, a operação abriu espaço pra aproximar os ecossistemas turísticos brasileiro e mexicano em relação à gestão aeroportuária, desenvolvimento de rotas, experiência dos passageiros e integração entre aeroportos e destinos turísticos.
Já nesta sexta-feira (11), a secretária-executiva se reuniu com a governadora de Quintana Roo, Mara Espinosa. O estado fica na Península de Iucatã e abriga Cancún, um dos principais destinos turísticos do México.
Durante a agenda no México, o Ministério do Turismo sugeriu que estados dos dois países firmassem acordos para a divulgação de atrativos entre si. A ação inédita focará na promoção conjunta entre estados do Brasil e do México.
A proposta foi apresentada pela secretária-executiva do Ministério, Fernanda Câmara Norat, durante reunião com Roberto Monroy García, presidente da Mesa Diretora da União de Secretárias e Secretários de Turismo do México (ASETUR).
A previsão é de que os estados façam propagandas conjuntas por meio de campanhas publicitárias e da participação em feiras, além de outras iniciativas. Segundo o MTur, García demonstrou interesse pela ideia e disse que a pasta “pode fazer a ponte” entre os estados.
Segundo a secretária-executiva brasileira, os acordos podem estimular que os estados solicitem a companhias aéreas uma maior frequência de voos entre os dois parceiros.
Copiar o texto
Baixar áudioO tempo neste sábado (12) será marcado por muitas nuvens em boa parte da Região Sul, com ocorrência de chuva principalmente no Paraná, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Paraná, a previsão indica pancadas de chuva em Curitiba, onde os termômetros variam entre 12°C e 20°C. A instabilidade também alcança principalmente o norte e o oeste do estado, enquanto outras áreas paranaenses apresentam maior variação de nebulosidade.
Em Santa Catarina, predominam muitas nuvens, com períodos de menor nebulosidade em parte do estado. Em Florianópolis, a temperatura fica entre 14°C e 23°C.
No Rio Grande do Sul, a maior parte do território terá muitas nuvens. Há possibilidade de chuva em áreas do sul e do leste gaúcho. Na capital, Porto Alegre, a mínima prevista é de 13°C, e a máxima chega a 19°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o texto
Baixar áudioO sábado (12) será de chuva em parte da Região Sudeste, principalmente em São Paulo e no Rio de Janeiro. Em áreas de Minas Gerais e do Espírito Santo, a previsão indica muitas nuvens, sem registro de chuva nas principais áreas indicadas no mapa, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Em São Paulo, o tempo fica mais instável, com pancadas de chuva e trovoadas em grande parte do estado, especialmente no oeste, sul e centro paulista. Em áreas mais próximas da divisa com Minas Gerais, a previsão varia entre possibilidade de chuva isolada e pancadas de chuva. Na capital, São Paulo, os termômetros variam entre 16° e 22°, com muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas.
No Rio de Janeiro, há previsão de pancadas de chuva em boa parte do território fluminense. A condição também alcança áreas do sul e do centro do estado, enquanto pontos mais ao norte podem registrar chuva de forma mais isolada. Na capital, Rio de Janeiro, a mínima será de 20° e a máxima de 30°, com muitas nuvens e pancadas de chuva.
Em Minas Gerais, a maior parte do estado terá muitas nuvens. A chuva fica concentrada principalmente no sul e sudeste mineiro, onde há previsão de pancadas de chuva e, em algumas áreas, possibilidade de precipitação isolada. Em Belo Horizonte, as temperaturas ficam entre 15° e 33°, com muitas nuvens.
No Espírito Santo, predomina a condição de muitas nuvens, enquanto áreas do sul do estado podem ter possibilidade de chuva isolada. Em Vitória, a mínima prevista é de 20° e a máxima chega a 32°, com muitas nuvens.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o texto
Baixar áudioO sábado (12) será marcado por pancadas de chuva em parte da Região Norte, enquanto outras áreas terão predomínio de muitas nuvens e possibilidade de precipitação isolada, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Tocantins, a previsão indica muitas nuvens em grande parte do estado. Em Palmas, os termômetros variam entre 23°C e 36°C.
No Pará, há pancadas de chuva em áreas do oeste e norte do estado, enquanto o centro e o sudeste terão maior presença de nuvens. Em Belém, a previsão é de muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com mínima de 24°C e máxima de 35°C.
No Amapá, a possibilidade de chuva isolada se concentra principalmente no leste do estado. Em Macapá, as temperaturas ficam entre 25°C e 34°C, também com muitas nuvens e chance de precipitação isolada.
Em Roraima, são previstas pancadas de chuva isoladas em diferentes áreas do estado. Na capital, Boa Vista, a mínima será de 26°C e a máxima de 37°C.
No Amazonas, as pancadas de chuva atingem grande parte do estado ao longo do sábado. Em Manaus, a temperatura varia de 27°C a 37°C, com muitas nuvens e precipitações.
Em Rondônia, o tempo também será de muitas nuvens com pancadas de chuva em boa parte do estado. Porto Velho registra mínima de 25°C e máxima de 37°C.
No Acre, há previsão de pancadas de chuva em diferentes áreas. Em Rio Branco, os termômetros ficam entre 23°C e 35°C.
A radiação solar e o vento promovem a evaporação; o vapor resfriado condensa em núcleos, formando nuvens e, quando as gotículas ou cristais crescem o suficiente, ocorre precipitação. Considera-se precipitação toda água líquida ou sólida que cai das nuvens e alcança o solo (garoa, chuva, chuva/garoa congelante, neve, granizo, graupel, etc.). Sua quantidade é medida por pluviômetro (com registro contínuo via pluviógrafo) e expressa preferencialmente em milímetros.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o texto
Baixar áudioO sábado (12) terá variação nas condições do tempo entre o litoral e o interior da Região Nordeste. A possibilidade de chuva fica concentrada principalmente na faixa litorânea e em áreas do norte da região, enquanto o interior terá menor cobertura de nuvens, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Na Bahia, Salvador terá muitas nuvens, com temperaturas entre 22° e 32°. No interior do estado, a previsão indica predomínio de poucas nuvens, enquanto áreas próximas ao litoral terão maior nebulosidade.
Em Sergipe, Aracaju terá mínima de 22° e máxima de 31°, com muitas nuvens e chuva isolada. A condição de maior nebulosidade também alcança principalmente o leste do estado.
Em Alagoas, Maceió registra temperaturas entre 21° e 31°, com muitas nuvens e chuva isolada. No interior alagoano, a cobertura de nuvens diminui.
Em Pernambuco, Recife terá mínima de 23° e máxima de 32°, também com muitas nuvens e chuva isolada. No leste do estado, há maior presença de nuvens, enquanto o Sertão terá períodos com menor nebulosidade.
Na Paraíba, João Pessoa terá muitas nuvens, com mínima de 24° e máxima de 30°. A nebulosidade será maior no leste paraibano, enquanto o interior terá redução da cobertura de nuvens.
No Rio Grande do Norte, Natal também terá muitas nuvens, com temperaturas entre 24° e 30°. No interior potiguar, a previsão aponta menor nebulosidade.
No Ceará, Fortaleza terá mínima de 25° e máxima de 32°, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. A condição também aparece principalmente no norte do estado, enquanto o interior terá menor cobertura de nuvens.
No Piauí, Teresina terá poucas nuvens, com mínima de 25° e máxima de 39°, a maior temperatura prevista entre as capitais nordestinas. A condição de menor nebulosidade predomina em grande parte do estado.
No Maranhão, São Luís terá temperaturas entre 25° e 33°, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. A maior nebulosidade se concentra no norte do estado, enquanto áreas do interior terão períodos com menos nuvens.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o texto