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Baixar áudioNesta sexta-feira (15), profissionais do setor industrial de todo o país tiveram a oportunidade de se protegerem contra várias doenças durante o Dia D de Vacinação do Trabalhador da Indústria. A ação foi promovida pelo Serviço Social da Indústria (SESI), em parceria com o Conselho Nacional do SESI (CN-SESI) e o Ministério da Saúde em 25 estados e no Distrito Federal, com foco na prevenção de doenças no ambiente de trabalho.
Durante a ação, foram ofertados imunizantes contra Influenza (gripe), difteria e tétano (dT Adulto), Hepatite B, Febre Amarela e a Tríplice Viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola.
A expectativa da campanha neste ano é ultrapassar a marca de 21 mil doses aplicadas em trabalhadores da indústria em todo o Brasil. Em 2025, a iniciativa registrou 19.735 doses administradas, distribuídas da seguinte forma:
Para o diretor-superintendente do SESI, Paulo Mol, o programa de imunização dos trabalhadores da indústria é uma das iniciativas mais importantes da instituição.
“O trabalhador imunizado é um trabalhador que previne doenças, que vai se ausentar menos do trabalho e vai conseguir de fato estar mais produtivo e mais saudável”, destaca.
A vacinação foi realizada em indústrias, unidades do SESI, unidades móveis e pontos estratégicos definidos pelos Departamentos Regionais participantes da campanha.
O presidente do CN-SESI, Fausto Junior, ressalta que levar a imunização para dentro das indústrias facilita o acesso dos trabalhadores às vacinas, amplia a adesão à campanha e reforça o compromisso do SESI com a promoção de ambientes de trabalho mais saudáveis e seguros.
O diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Éder Gatti, enfatiza que a vacinação segue como uma das principais estratégias de proteção coletiva e individual contra doenças.
“As vacinas são reconhecidas mundialmente como estratégias eficazes para preservar a saúde das pessoas e continuam sendo a principal forma de prevenir casos graves, hospitalizações e mortes por diversas doenças. Além disso, contribuem significativamente para reduzir a disseminação de agentes infecciosos na comunidade”, afirma.
Segundo Gatti, o Ministério da Saúde também tem ampliado os investimentos e as ações para facilitar o acesso da população à imunização em todo o país.
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Sul neste domingo (17), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), aprenta pancadas de chuva acompanhadas por trovoadas isoladas no Paraná e Santa Catarina. O mesmo acontece no noroeste e nordeste gaúcho e Metropolitana de Porto Alegre.
Possibilidade de chuva nas demais regiões do Rio Grande do Sul.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 11°C em Porto Alegre. Já a máxima pode chegar a 18°C, em todos os estados da região. A umidade relativa do ar varia entre 70% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Centro-Oeste neste domingo (17), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), mostra pancadas de chuva acompanhas por trovoadas isoladas em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Possibilidade de chuva no sul goiano.
Nas demais regiões de Goiás e no Distrito Federal, variação entre muitas e poucas nuvens.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 16°C em Brasília. Já a máxima pode chegar a 35°C, em Cuiabá. A umidade relativa do ar varia entre 30% e 85%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Sudeste neste domingo (17), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), é de pancadas de chuvas que podem ser acompanhas por trovoadas isoladas em São Paulo, Rio de Janeiro e sul espírito-santense. O mesmo acontece nas regiões mineiras do sul, sudoeste, Campo das Vertentes e Zona da Mata.
Possibilidade de chuva no Espírito Santo, Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, Metropolitana de Belo Horizonte, Vale do Rio Doce e Oeste de Minas. Nas demais regiões de Minas Gerais, variação entre muitas e poucas nuvens.
Entre as capitais, mínima de 16ºC em São Paulo. A máxima deve chegar a 32ºC em Vitória. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 95%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Norte neste domingo (17), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), indica pancadas de chuva acompanhadas por trovoadas isoladas em Rondônia, Acre, Amazonas, Roraima, Pará, Amapá e microrregião do Bico do Papagaio, no Tocantins.
Possibilidade de chuva nas demais regiões do Tocantins.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 22°C em Rio Branco. A máxima pode chegar a 32°C, em Manaus, Boa Vista e Palmas. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 98%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Nordeste neste domingo (17), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), indica pancadas de chuva acompanhadas por trovoadas isoladas no Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco. O mesmo acontece em grande parte do Maranhão, norte, centro-norte e sudoeste piauiense e ainda nas microrregiões alagoanas de mata, litoral norte e serrana do sertão.
Possibilidade de chuva no sul maranhense, demais regiões do Piauí e Alagoas, litoral baiano, Vale São-Franciscano da Bahia e Sergipe. Nas demais áreas do Nordeste, variação entre muitas e poucas nuvens.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 22°C em Aracajú, Maceió e São Luís. Já a máxima pode chegar a 32°C, em Teresina. A umidade relativa do ar varia entre 55% e 95%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia.
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Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), autorizou, nesta sexta-feira (15), o repasse de R$ 12,7 milhões para ações de resposta e recuperação no estado de Mato Grosso do Sul e em municípios do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Amazonas, Pará, Tocantins, Acre, Maranhão, Bahia, Piauí e Minas Gerais. As portarias com a liberação dos valores foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira abaixo:
Os recursos foram autorizados a partir de critérios técnicos que levam em conta a magnitude dos desastres, o número de desabrigados e desalojados e as necessidades apresentadas nos planos de trabalho enviados pelas prefeituras.
Municípios que tiverem o reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública podem solicitar recursos ao MIDR para ações de defesa civil. As solicitações devem ser realizadas por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A partir dos planos de trabalho enviados, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e valores propostos. Após aprovação, os repasses são formalizados por meio de portaria no DOU, liberando os valores correspondentes.
A Defesa Civil Nacional também oferece uma série de cursos a distância para capacitar e qualificar agentes municipais e estaduais no uso do S2iD. O objetivo é preparar os profissionais das três esferas de governo para responderem de forma eficiente às situações de emergência. Confira aqui a lista completa dos cursos.
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Baixar áudioO governo federal reativou a Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados da Bahia (Fafen-BA), em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador. A retomada das operações faz parte da estratégia nacional de ampliar a produção de fertilizantes para reduzir a dependência externa e fortalecer a segurança alimentar do país.
Ao todo, foram investidos R$ 100 milhões na unidade, que passa a ter capacidade para produzir 1,3 mil toneladas diárias de ureia — o equivalente a cerca de 5% da demanda nacional. A expectativa é que a reativação da planta gere 900 empregos diretos e 2,7 mil indiretos.
Os fertilizantes são insumos estratégicos para a manutenção e o aumento da produtividade agrícola brasileira. Durante visita à Fafen-BA, na última quinta-feira (14), o ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, destacou o crescimento de 11,7% do agronegócio brasileiro no ano passado e reforçou a necessidade de ampliar a produção nacional de fertilizantes para acompanhar a expansão do setor.
“Quando nós fazemos um esforço como esse e ampliamos a nossa capacidade de produzir [fertilizantes], o agro nos surpreende e cresce tanto que nós já precisamos produzir ainda mais”, afirmou.
Também presente na visita, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ressaltou a importância estratégica do agronegócio para a economia brasileira e defendeu o fortalecimento da indústria nacional de fertilizantes como medida essencial para ampliar a autonomia do país.
“O Brasil é um país agrícola, é um dos maiores produtores de alimento do mundo e não pode importar 90% do fertilizante de que a nossa agricultura precisa. O Brasil precisa produzir os fertilizantes de que a agricultura brasileira necessita”, declarou o presidente.
O ministro André de Paula afirmou ainda que a retomada das operações fortalece não apenas o agronegócio nacional, mas também a segurança alimentar global.
“Essa é uma questão determinante para a nossa segurança alimentar. Foi dito aqui que era a segurança alimentar do Brasil. Mas é a segurança alimentar do planeta, porque o Brasil é o celeiro do mundo”, disse.
A reativação da Fafen-BA faz parte do processo de retomada da produção nacional de fertilizantes nitrogenados pela Petrobras. Em março de 2018, durante o plano de desinvestimentos da estatal, foi anunciado o fechamento das fábricas da Bahia e de Sergipe. As unidades foram hibernadas em 2019 e, no ano seguinte, arrendadas à empresa privada Unigel.
As plantas permaneceram sob operação da companhia até 2023, quando tiveram as atividades suspensas sob a justificativa de inviabilidade econômica relacionada ao preço do gás natural. A partir de 2023, a Petrobras decidiu retomar a atuação no segmento de fertilizantes.
Após acordo firmado com a Unigel, a estatal reassumiu as unidades em 2025. A fábrica de Sergipe retomou a operação em dezembro de 2025, enquanto a unidade da Bahia voltou a funcionar em janeiro de 2026.
No Paraná, a subsidiária Araucária Nitrogenados (Ansa) teve as atividades encerradas em 2020. A Petrobras chegou a tentar vender a fábrica, mas a negociação não avançou. A planta permaneceu hibernada até 2024, quando a estatal decidiu reativá-la. A retomada da produção ocorreu de forma gradual, culminando, em abril de 2026, com a volta oficial da produção de ureia.
A expectativa do governo e da Petrobras é que a próxima unidade a ser retomada seja a Unidade de Fertilizantes Nitrogenados III (UFN-III), em Três Lagoas, no leste de Mato Grosso do Sul.
Atualmente, o Brasil importa cerca de 85% dos fertilizantes que consome, o que reforça a necessidade de ampliar a produção nacional e diversificar fornecedores.
Com a entrada em operação da Fafen-BA, da Fafen-SE e da Ansa, a Petrobras estima alcançar aproximadamente 20% do mercado interno de ureia. Com a futura retomada da UFN-III, a projeção é atingir cerca de 35% da demanda nacional nos próximos anos.
Lançado em 2022 pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o Plano Nacional de Fertilizantes (PNF) tem como objetivo reduzir a dependência brasileira de insumos importados, estimular a produção nacional e fortalecer a segurança alimentar.
A meta do plano é atender entre 45% e 50% da demanda interna até 2050. Entre as estratégias previstas estão o desenvolvimento de tecnologias adaptadas às condições brasileiras e a ampliação da sustentabilidade na produção, como uso de nutrientes orgânicos e reaproveitamento de resíduos.
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Baixar áudioTodos os estados e o Distrito Federal apresentam alta incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). É o que revela a nova edição do Boletim InfoGripe, divulgada nesta quinta-feira (14) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Segundo o levantamento, o aumento dos casos ocorre principalmente entre crianças menores de dois anos e está associado, sobretudo, à circulação do vírus sincicial respiratório (VSR).
Nas demais faixas etárias, o número de ocorrências já apresenta sinais de estabilização. Em boa parte da Região Norte — incluindo Amazonas, Roraima, Rondônia e Tocantins — e em alguns estados do Centro-Oeste, como Goiás e Mato Grosso, há indícios de interrupção no crescimento ou até redução das notificações.
O estudo também aponta avanço das hospitalizações por influenza A em todos os estados da Região Sul e em alguns estados do Norte, como Roraima e Tocantins, além de estados do Sudeste, entre eles São Paulo e Espírito Santo.
A pesquisadora do Boletim InfoGripe e do Programa de Computação Científica da Fiocruz, Tatiana Portella, reforça que a vacinação continua sendo a principal forma de prevenir casos graves e mortes causadas pelo VSR e pela influenza A.
“A vacina contra o VSR é aplicada em gestantes a partir da 28ª semana e protege os bebês principalmente durante os seis primeiros meses de vida. Também existem anticorpos monoclonais contra o VSR disponíveis de graça no SUS, que podem ser aplicados em crianças prematuras ou menores de dois anos com comorbidades. Já a vacina anual contra a influenza é destinada aos grupos prioritários, como idosos, gestantes, pessoas com comorbidades e crianças de até 6 anos”, informa.
O rinovírus também tem contribuído para o aumento dos casos de SRAG em estados do Norte, como Amazonas e Amapá; do Sudeste, como Minas Gerais e Rio de Janeiro; e do Sul, incluindo Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
Por outro lado, os casos de SRAG associados à Covid-19 seguem em queda na maior parte do país, com desaceleração do crescimento observada no Ceará e no Maranhão.
Segundo o InfoGripe, diversos estados ainda permanecem em níveis de alerta, risco ou alto risco para SRAG. A lista inclui Acre, Amapá, Amazonas, Bahia, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Paraíba, Pará, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins.
Entre as capitais, 15 registram atividade de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco, com sinal de crescimento na tendência de longo prazo. Estão nessa lista Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), Florianópolis (SC), Macapá (AP), Maceió (AL), Manaus (AM), Palmas (TO), Porto Alegre (RS), Rio Branco (AC), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), São Paulo (SP) e Teresina (PI).
Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, a distribuição dos vírus entre os casos positivos de SRAG foi a seguinte:
Entre os óbitos, a presença dos mesmos agentes foi:
O levantamento do InfoGripe tem como base os dados inseridos no Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe, atualizados até 9 de maio, e é referente à Semana Epidemiológica (SE) 18. Confira outros detalhes no link.
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Copiar o textoA gordura abdominal é mais perigosa do que você imagina
Baixar áudioVocê tem gordura na barriga e já tentou de tudo para perdê-la? Essa famosa “barriguinha de pai” pode parecer inofensiva, mas é um fator de risco importante para várias doenças.
“A gordura visceral é altamente inflamatória e pode causar resistência à insulina, diabetes, colesterol alto, acúmulo de gordura no fígado, pressão alta, infarto e até derrame”, explica o endocrinologista Dr. Márcio Aurélio Silva Pinto (CRM: 112.092/SP | RQE: 29.169).
Mesmo quem não é obeso pode estar em risco. Essa gordura também está associada a alguns tipos de câncer e doenças neurodegenerativas, como a demência.
A boa notícia é que dá para mudar esse cenário com dieta equilibrada, exercícios (musculação + aeróbico) e acompanhamento profissional. Se mesmo com hábitos saudáveis o problema persistir, procure ajuda especializada. Cuidar da saúde é sempre o melhor caminho.
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