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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Sul nesta quarta-feira (6), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), mostra céu variando entre muitas e poucas nuvens ao longo do dia em todo o estado do Paraná e em Santa Catarina. O mesmo acontece em grande parte do Rio Grande do Sul. Já no sudeste gaúcho, são esperadas chuvas que podem vir em forma de pancadas.
Á noite, as fortes chuvas também atingem o sudeste, centro-oriental, centro-ocidental e metropolitana de Porto Alegre.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 15°C em Curitiba. Já a máxima pode chegar até 31°C, em Porto Alegre. A umidade relativa do ar varia entre 45% e 90%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Centro-Oeste nesta quarta-feira (6), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), aponta tempo estável e céu com muitas nuvens em quase toda a região.
O sol aparece no Distrito Federal, em Goiás e em grande parte de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso.
No extremo norte de Mato Grosso, há previsão de pancadas de chuva isoladas, enquanto no extremo sul de Mato Grosso do Sul, são esperadas chuvas isoladas ao longo do dia.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 16°C em Brasília. Já a máxima pode chegar até 36°C, em Cuiabá. A umidade relativa do ar varia entre 25% e 90%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Sudeste nesta quarta-feira (6), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), é de poucas nuvens em grande parte de Minas Gerais e no norte do Espírito Santo. O mesmo acontece no interior paulista e fluminense.
No Rio de Janeiro e na região de Vitória, a previsão é de chuvas isoladas ao longo do dia. Já no litoral de São Paulo, pancadas de chuva podem atingir a capital paulista e cidades como Santos.
Entre as capitais, mínima de 14ºC em Belo Horizonte. A máxima deve chegar a 30ºC em Vitória e Rio de Janeiro. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 95%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Norte nesta quarta-feira (6), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), indica pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas nos estados do Amazonas, Roraima, Amapá, Acre, Rondônia e grande parte do Pará. O Tocantins e o sudeste do Pará tem previsão de chuvas isoladas e céu com muitas nuvens, mas sem alertas para tempestades severas.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 22°C em Palmas. A máxima pode chegar até 36°C, também em Palmas. A umidade relativa do ar varia entre 30% e 98%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Nordeste nesta quarta-feira (6), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), indica pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas em quase todo o estado do Maranhão, Piauí e Ceará. O mesmo acontece no Rio Grande do Norte e Paraíba.
No litoral que vai de Pernambuco até o sul da Bahia, a previsão é de pancadas de chuva. Salvador e o litoral sul baiano também devem registrar instabilidade ao longo do dia. O sol aparece entre poucas nuvens no interior da Bahia e no sertão de Pernambuco.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C em São Luís. Já a máxima pode chegar até 31°C, em Fortaleza, Natal, Teresina, Recife e Maceió. A umidade relativa do ar varia entre 55% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia.
Copiar o textoInscrições vão até o dia 28 de julho e podem ser feitas pelo site site escult.cultura.gov.br
Baixar áudioEstão abertas, a partir do dia 28 de abril, as inscrições para o curso Artes Negras em Perspectivas Contemporâneas, oferecido pela Escult – Escola Solano Trindade de Cultura e Economia Criativa. A formação é gratuita, realizada na modalidade de Educação a Distância (EaD) e os interessados podem se inscrever até o dia 28 de julho pelo site.
A iniciativa é fruto da cooperação entre o Centro de Cultura, Linguagens e Tecnologias Aplicadas (Cecult) da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) e o Ministério da Cultura (MinC). O curso propõe uma atualização técnica e conceitual sobre a produção artística negra na diáspora, com foco especial na realidade brasileira. Com uma carga horária de 160 horas, o programa é estruturado em quatro trilhas fundamentais: Cinema Negro, Afrofuturismo, Artes Visuais Negras e Musicalidades Negras.
O corpo docente é formado pelos especialistas Kleyson Assis, Luis Ferreira e Marcos Santos, que conduzirão os módulos integrando teoria e prática. Os estudantes terão acesso a materiais didáticos exclusivos, vídeos de apresentação e encontros síncronos em plataforma online, permitindo uma imersão em temas como imaginação emancipatória, pensamento radical negro e visualidades contemporâneas.
Ao final da formação, espera-se que os participantes desenvolvam competências em criticidade curatorial, percepção auditiva ampliada e uma perspectiva estética racializada, qualificando sua atuação profissional no campo das artes.
Com mais de 184 mil estudantes cadastrados na plataforma, a Escult consolida-se como um espaço estratégico de qualificação para o mundo do trabalho em cultura. Parte do Programa de Capacitação e Qualificação Profissional da Secretaria da Economia Criativa do Ministério da Cultura, a escola tem como missão democratizar o acesso ao conhecimento técnico e criativo, oferecendo cursos livres, de formação inicial e continuada e de pós-graduação. Através de sua plataforma, a instituição busca fortalecer a rede de profissionais da cultura e promover o desenvolvimento da economia criativa em todo o território nacional.
Além do curso de Artes Negras em Perspectivas Contemporâneas, a formação Economia Cultural e Criativa, Indicadores e Patrimônio Cultural também está com inscrições abertas. O objetivo é capacitar profissionais para uma leitura estratégica sobre as dinâmicas econômicas que regem o setor cultural, integrando o uso de dados e estatísticas no planejamento de projetos e políticas públicas. Todos os cursos contam com ferramentas de acessibilidade comunicacional, como legendas, audiodescrição e tradução em Libras, e oferecem certificação.
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Baixar áudioO Ministério da Cultura (MinC) iniciou o mapeamento nacional “Sua história faz a cultura do Brasil”, voltado a acompanhar os resultados da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura. A iniciativa reúne informações quantitativas e qualitativas sobre projetos executados com recursos da política, fortalece os processos de monitoramento e avaliação no âmbito do Governo do Brasil e convida beneficiários a compartilhar relatos sobre as experiências e transformações geradas nos territórios. O formulário ficará disponível até 14 de junho.
A chamada pública é direcionada a pessoas físicas, jurídicas, coletivos e entidades culturais com projetos concluídos ou em fase final de execução. A proposta é coletar diretamente dos beneficiários informações sobre as ações realizadas, os públicos alcançados e os resultados obtidos, ampliando a compreensão sobre a execução da política no país.
A iniciativa tem caráter estratégico ao ampliar a escuta direta dos agentes culturais e complementar as informações já sistematizadas pelo Ministério, contribuindo para uma leitura mais abrangente dos impactos da política nos territórios.
Ao incorporar a perspectiva de quem executa as ações culturais, o mapeamento contribui para qualificar a gestão pública e orientar o aprimoramento da política.
Segundo a subsecretária de Gestão Estratégica do MinC, Letícia Schwarz, a iniciativa representa um avanço na forma de acompanhar e qualificar a política pública.
“A Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura não é apenas repasse de recursos, é a construção de um novo paradigma federativo. Ao unir a escuta qualitativa dos fazedores de cultura à leitura precisa dos dados de monitoramento, estamos qualificando a gestão para garantir que o fomento chegue na ponta com diversidade e impacto real, consolidando a cultura como direito fundamental e política de Estado permanente”, afirmou.
A iniciativa integra uma etapa estratégica da avaliação do primeiro ciclo da Política Nacional Aldir Blanc, permitindo aprofundar o entendimento sobre seus efeitos e orientar ajustes nos ciclos seguintes.
Para a coordenadora-geral de Avaliação de Políticas Culturais, Giuliana Kauark, conhecer as experiências dos beneficiários é fundamental para compreender a dimensão da política.
“A Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura representa um marco na descentralização do fomento público direto à cultura no Brasil. Por isso, é fundamental conhecer as experiências de quem foi contemplado. Essa escuta complementa os dados e contribui diretamente para a avaliação da política pública”, destacou.
A iniciativa incentiva beneficiários a compartilhar relatos sobre suas trajetórias e os impactos gerados a partir dos projetos realizados, dando visibilidade à diversidade de iniciativas culturais apoiadas em todo o país. Mais do que reunir informações, o levantamento fortalece um processo de escuta direta dos agentes culturais, valorizando experiências, percepções e dinâmicas construídas nos territórios a partir da política.
Esse movimento amplia a compreensão sobre como o fomento público se materializa na ponta, evidenciando não apenas resultados, mas também os caminhos, desafios e transformações que marcam a execução das ações culturais.
De acordo com a coordenadora-geral de Informações e Indicadores Culturais, Sofia Mettenheim, o levantamento contribui para ampliar a leitura sobre a política nos territórios.
“A Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura tem gerado resultados muito frutíferos no território e queremos dar visibilidade a essa efervescência. Ampliar a leitura sobre as ações realizadas é fundamental para qualificar as políticas culturais e fortalecer esse processo histórico de ampliação de acesso”, avaliou.
A participação é voluntária e estará aberta até o dia 14 de junho. Os dados coletados irão subsidiar processos de avaliação, orientar o aprimoramento da política e dar visibilidade às ações culturais fomentadas.
Para participar, acesse o formulário e compartilhe sua experiência.
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Baixar áudioNo Dia Internacional da Dança, comemorado em 29 de abril, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei 15.396/2026, conhecida como Lei da Dança, que dispõe sobre o ofício de profissional da dança. A conquista histórica é celebrada pela Fundação Nacional de Artes (Funarte), que, junto ao Ministério da Cultura (MinC), apoiou nos últimos anos o processo de tramitação do Projeto de Lei, que foi aprovado pela Câmara dos Deputados no dia 7 de abril.
“A conquista se deve ao compromisso de uma Frente Parlamentar que, ao longo dos últimos anos, sustentou este processo, contando com o apoio da Funarte e do MinC, que reconhecem a dança como prática fundamental e estratégica para o desenvolvimento sociocultural do país”, afirma o diretor do Centro de Dança da Funarte, Rui Moreira, em referência à Frente Parlamentar em Defesa dos Profissionais da Dança, requerida pelo deputado federal Carlos Zarattini em 2023.
Com a nova legislação, a dança é reconhecida como linguagem artística, trabalho e atividade econômica, regulamentando a profissão. Ela define regras contratuais, assegura direitos autorais e conexos, protege a integridade física e moral de artistas e garante matrícula escolar para filhos de agentes em atividade itinerante, num conjunto de direitos de cidadania.
Com origem em 2016 no Senado Federal, de autoria do ex-senador Walter Pinheiro, o Projeto de Lei foi encaminhado à Câmara dos Deputados, onde contou com relatoria da deputada Alice Portugal nas Comissões de Educação e Cultura e da deputada Lídice da Mata nas Comissões de Trabalho e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Foram mais de 10 anos de um longo processo coletivo, sustentado pelos agentes da dança de todo o Brasil, mobilizados por sindicatos, associações e pelo Fórum Nacional de Dança (FND), que há duas décadas atua nesta construção.
Para a professora Dulce Aquino, membro da Diretoria Colegiada do FND, figura importante da dança que está nesta luta desde 2001, a conquista é fruto de muita insistência que começou no início do século. “A dança é a linguagem artística mais praticada no país. Um percentual de 67% de municípios têm grupos de danças organizados. Então, com essa lei, nós teremos mais dignidade para o profissional, daquele que vive da dança, que trabalha com a dança, que é um operário da dança e um criador de dança. Então, eu fico com esses que realmente vão ter um grande impacto. É muito importante para a dança e para o país”, comenta Dulce.
A nova lei elenca as funções que integram o campo profissional da dança, que contemplam atividades como de coreógrafo, bailarino, dançarino e intérprete-criador; diretor de dança, diretor de ensaio e diretor de movimento; dramaturgo e ensaiador de dança; professor de dança e maître de ballet; além de curador, diretor de espetáculos e crítico de dança. Profissionais também podem planejar, coordenar e supervisionar trabalhos, planos e projetos e prestar serviços de consultoria na área da dança.
Outro ponto descrito na Lei são os critérios sobre quem pode exercer a profissão: profissionais que possuem diploma de curso superior em dança, formação técnica reconhecida na forma da lei, diploma estrangeiro revalidado no Brasil ou atestado de capacitação profissional emitido por órgãos competentes. No texto, fica garantido o direito adquirido aos profissionais que já atuam na área na data de publicação da lei, permitindo a continuidade de suas atividades. Está assegurado, também, que não será exigida inscrição em conselhos profissionais de outras categorias para o exercício da atividade, evitando sobreposição de regulamentações.
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Baixar áudioCom novas medidas de apoio federal às áreas atingidas pelas chuvas, o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, esteve em Pernambuco nesta segunda-feira (4), onde agilizou a liberação de recursos, reconheceu a situação de emergência em 22 municípios e acompanhou de perto os impactos do temporal nas áreas mais afetadas. Durante a agenda no estado, o ministro se reuniu com a governadora Raquel Lyra e vistoriou, em sobrevoo, regiões atingidas pelos alagamentos e pela destruição provocada pelas chuvas.
Nesta segunda, a Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec) aprovou um plano de trabalho para restabelecimento de serviços essenciais na cidade de Timbaúba no valor de R$ 209,9 mil. O recurso será usado na limpeza urbana. A portaria com a aprovação será publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta terça-feira (5). O município obteve o reconhecimento federal de situação de emergência nesse domingo (3), quando também foi aprovado o valor de R$ 1,1 milhão para ações de defesa civil.
Os 22 municípios que obtiveram o reconhecimento federal são: Abreu e Lima, Aliança, Buenos Aires, Camaragibe, Glória do Goitá, Goiana, Igarassu, Ilha de Itamaracá, Itambé, Jaboatão dos Guararapes, Limoeiro, Moreno, Nazaré da Mata, Olinda, Passira, Paudalho, Paulista, Pombos, Recife, São Lourenço da Mata, São Vicente Ferrer e Vicência.
Waldez viajou para Pernambuco a pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em Recife, ele ressaltou a parceria do Governo Federal com o estado. “Estou aqui, mais uma vez, para reafirmar, em nome do presidente Lula, apoio integral ao estado, além de reconhecer todo o esforço e a coordenação da governadora Raquel Lyra e sua equipe. Também venho prestar minha solidariedade às famílias atingidas e que tiveram vidas perdidas nessa tragédia. Estamos fazendo uma força-tarefa para assistir os atingidos e diminuir, com ações do Governo Federal e do estado, os riscos futuros. O recurso que for necessário para assistência humanitária, restabelecimento e reconstrução, o governo do presidente Lula vai garantir”, afirmou Waldez.
A governadora Raquel Lyra agradeceu o rápido apoio do Governo Federal. “Quero agradecer ao Waldez, que, em pouco tempo, está em Pernambuco pela segunda vez e é sempre muito presente nas obras que estamos fazendo em parceria com o Governo Federal. Desde o primeiro momento do desastre, a equipe dele está à disposição do Governo de Pernambuco e dos municípios do nosso estado”, acrescentou.
Após as primeiras ocorrências do desastre, equipes da Defesa Civil Nacional foram enviadas para o estado. Os técnicos prestam apoio e orientam os municípios quanto aos processos de solicitação de situação de emergência e elaboração dos planos de trabalho para liberação de recursos federais.
Nesse domingo, os técnicos realizaram reuniões com representantes do governo estadual e das defesas civis municipais, além de visitas técnicas às áreas afetadas. Os impactos mais graves foram registrados nos municípios de Recife, Olinda, Paulista, São Lourenço da Mata, Goiana, Igarassu e Abreu e Lima.
No Recife, o diretor do Departamento de Obras de Proteção e Defesa Civil da Sedec, Paulo Falcão, informou que as equipes estiveram nos municípios de Goiana e Timbaúba para levantamento de danos e apoio às prefeituras na solicitação de recursos federais. “As equipes realizaram visitas técnicas aos municípios, inclusive com uso de drones para verificar as áreas afetadas”, afirmou Falcão.
Segundo o balanço mais recente da defesa civil estadual, Pernambuco registra 28 municípios afetados pelas chuvas, com 4.937 desalojados, 2.337 desabrigados, 6 óbitos e 27 decretos municipais de situação de emergência. As mortes registradas em Pernambuco estão associadas principalmente a alagamentos, inundações e deslizamentos de terra em municípios da Região Metropolitana do Recife e da Zona da Mata.
Nesta segunda-feira (4), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou uma Medida Provisória que abre crédito extraordinário de R$ 305 milhões para ações de proteção e defesa civil coordenadas pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR). Os recursos serão destinados a medidas emergenciais de socorro às vítimas, assistência humanitária e restabelecimento de serviços essenciais em municípios afetados por eventos climáticos extremos em diferentes regiões do país. Segundo o Governo Federal, os desastres recentes já atingiram cerca de 5 milhões de pessoas em aproximadamente 1.240 municípios brasileiros.
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Baixar áudioO ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, afirmou nesta segunda-feira (4), em São Paulo, que pretende manter uma interlocução próxima com o setor produtivo e levar as demandas do agronegócio ao governo federal. A declaração ocorre em meio a preocupações do setor com crédito rural e regras ambientais.
A fala foi feita durante reunião do Conselho Superior do Agronegócio (Cosag), na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). O ministro participou do encontro ao lado de sua equipe e foi recebido pela presidente do Cosag, a senadora Tereza Cristina.
Também estiveram presentes o secretário-executivo, Cleber Soares; o secretário de Comércio e Relações Internacionais, Luís Rua; o secretário de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart; o secretário de Política Agrícola, Guilherme Campos; o secretário de Desenvolvimento Rural, Marcelo Fiadeiro; a assessora especial do Mapa, Sibelle Andrade; a chefe da Assessoria Especial de Comunicação Social, Carla Madeira; e a presidente da Embrapa, Silvia Massruhá.
A reunião marcou a primeira participação de André de Paula no colegiado após assumir o ministério. Na ocasião, o ministro e seus auxiliares ouviram representantes de vários segmentos do agronegócio, inclusive de instituições financeiras ligadas à execução do Plano Safra, principal programa público de financiamento rural.
“Estar nesta reunião faz parte da estratégia de escuta adotada desde que cheguei ao ministério. Ouvi atentamente todas as intervenções e tenho dimensão dos desafios que teremos nos próximos meses”, afirmou.
Entre os temas discutidos, ganhou destaque a restrição de crédito a produtores monitorados pelo Projeto de Monitoramento do Desmatamento da Floresta Amazônica Brasileira por Satélite (Prodes). O sistema calcula a taxa anual de desmatamento por corte raso na Amazônia Legal e em outros biomas.
Representantes do setor alertaram que cerca de 28% dos produtores que já acessaram crédito podem ser afetados pela limitação. O problema atinge inclusive casos em que as pendências foram regularizadas, mas continuam registradas devido à metodologia anual de análise.
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Como possível alternativa, a Embrapa apresentou o projeto TerraClass, voltado ao mapeamento da cobertura e do uso da terra nos biomas brasileiros. Atualmente, a ferramenta abrange Amazônia e Cerrado, com previsão de expansão para todo o país.
Segundo o ministro, a presença da equipe técnica reforça o compromisso com o diálogo com o setor produtivo. Ele afirmou ainda que o governo está estruturando um Plano Safra robusto, embora as taxas de juros mais altas representem um desafio para o crédito rural.
O Cosag deve convidar representantes do Ministério da Fazenda para aprofundar a discussão em uma próxima reunião.
À tarde, o ministro e os secretários participaram de outro encontro, desta vez na Sociedade Rural Brasileira (SRB), também na capital paulista.
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