VoltarProjeto-piloto da nova tecnologia contribuiu para aumento de 80% na resolução de crimes
Baixar áudioUma plataforma que utiliza Inteligência Artificial (IA) foi lançada nesta segunda-feira (26), em Goiás, com o objetivo de complementar o trabalho das forças de segurança pública no estado. Denominado “IA Contra o Crime”, o sistema foi apresentado durante um evento no Centro Cultural Oscar Niemeyer, em Goiânia.
De acordo com o governo estadual, a iniciativa busca ampliar a agilidade no atendimento às ocorrências e reduzir o tempo de elucidação de crimes. Na avaliação do governador Ronaldo Caiado, a tecnologia também deve aumentar a efetividade do policiamento em Goiás.
“O crime evolui e se torna cada vez mais sofisticado. Mas nós, em Goiás, estamos à frente disso. Essa nova tecnologia mostra que não é interessante para o bandido vir para Goiás. Seja pelo ar, pela água ou pela terra, por onde ele chegar, encontrará uma polícia mais bem equipada”, afirmou Caiado.
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Segundo o governador, a plataforma amplia a capacidade das forças de segurança de combater diferentes modalidades criminosas. “As cabeças de cada uma das forças de segurança estarão ampliando a capacidade dessa plataforma e atingindo os mais variados tipos de crime”, destacou o governador.
O sistema opera a partir da integração da Inteligência Artificial com câmeras de segurança, permitindo a identificação rápida de veículos e pessoas suspeitas de envolvimento em crimes.
Por meio do cruzamento de dados fornecidos por vítimas e policiais, é possível captar informações como localização, horário, vestimentas e características de veículos, incluindo cor e fragmentos de placas.
A partir desses dados, o sistema realiza buscas automáticas para traçar rotas e localizar suspeitos. Todas as informações são compartilhadas em tempo real com as forças policiais.
Um projeto-piloto da plataforma esteve em funcionamento durante seis meses nos municípios de Luziânia e Novo Gama, além de outras cidades do Estado Nesse período, a região registrou um aumento de 80% na resolução de crimes.
De acordo com o comandante do 5º Batalhão da Polícia Militar de Luziânia, coronel Arantes, a tecnologia auxiliou no atendimento a mais de 200 ocorrências no município.
“Em um crime bárbaro, no qual um cidadão matou a esposa e a sogra e violentou sexualmente a enteada, recebemos a informação de que ele havia fugido em uma motocicleta. Imediatamente, nosso analista de inteligência cadastrou a placa no sistema de alerta, o que nos permitiu mapear todo o trajeto até cercar o suspeito na divisa com o Distrito Federal”, relatou o comandante.
O governo estadual informou ainda que a ferramenta já contribuiu para a solução de 860 ocorrências, com 500 veículos recuperados, além de 40 casos de homicídio ou tentativa e 80 furtos e roubos a comércios e residências. Só em relação à taxa de recuperação de veículos, foi registrada uma melhora de 60% em três meses.
A iniciativa será expandida para outras cidades do estado, como informou o vice-governador Daniel Vilela.
“O próximo passo é concluir, até o fim de fevereiro, toda a Região Metropolitana de Goiânia. Em seguida, avançaremos para outras regiões até abril”, afirmou.
O secretário de Segurança Pública, coronel Renato Brum, reforçou esse propósito e destacou que a instalação também deverá atender municípios turísticos e de fronteira. “Todo o estado será contemplado. Serão mais de 22 mil câmeras”, declarou.
Segundo o secretário, o uso da tecnologia se soma a outras ações recentes na área da segurança.
“Tivemos um janeiro histórico. Iniciamos com a entrega de quatro helicópteros que já estão em operação. Na semana passada, apresentamos os índices criminais, que apontam o sétimo ano consecutivo de redução. Agora, com a plataforma IA Contra o Crime, a expectativa é manter reduções ainda mais expressivas”, acrescentou.
Copiar o textoOs pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem
Baixar áudioA CAIXA inicia nesta terça-feira (27), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de janeiro para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 7.
Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular.
O benefício também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA.
No aplicativo Bolsa Família é possível acompanhar as informações dos benefícios, além de receber atualizações e novidades sobre o programa.
Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone. É gratuito.
O Programa Bolsa Família é a transferência mensal de renda do maior programa social do Brasil, reconhecido por tirar milhões de famílias da fome. O modelo atual considera tamanho e características do núcleo familiar: lares com três ou mais pessoas tendem a receber valores maiores do que famílias unipessoais, reforçando a proteção social.
Além da renda, o Bolsa Família integra políticas públicas para ampliar acesso a saúde, educação e assistência social. O foco é promover dignidade e cidadania, articulando ações complementares (esporte, ciência, trabalho) para a superação da pobreza e a transformação social.
Para ter direito ao pagamento do Bolsa Família, a renda por pessoa da família deve ser de até R$ 218/mês.
Exemplo: 1 pessoa com salário mínimo (R$ 1.518) em família de 7 integrantes → renda per capita de R$ 216,85. Como está abaixo de R$ 218, a família é elegível ao benefício.
Mesmo inscrita no CadÚnico, a família só recebe quando for selecionada pelo sistema do programa. A inclusão é contínua e mensal, de forma automatizada, conforme os critérios de elegibilidade e a atualização cadastral.
Preciso estar no CadÚnico? Sim, é obrigatório para concorrer ao pagamento do Bolsa Família.
O valor é igual para todos? Não. O modelo considera o tamanho e o perfil familiar, podendo variar.
Cadastro feito = pagamento imediato? Não. A seleção é mensal e automatizada; a família come
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Baixar áudioDesde 1º de janeiro de 2026, estão em vigor as mudanças da fase de testes operacionais do novo sistema instituído pela Reforma Tributária. Com a implantação do IVA dual brasileiro — composto pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), de competência estadual e municipal, e pela Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), de âmbito federal — quatro tributos serão extintos gradualmente: PIS, Cofins, ICMS e ISS; e um será modificado: IPI.
Por isso, neste primeiro ano, as empresas passam a destacar o percentual de 1% sobre as operações, distribuído pelas seguintes alíquotas:
“Em 2026, seguem sendo recolhidos os tributos atuais, ISS, ICMS, IPI, PIS e Cofins, acrescido do adicional de 1%. Diante disso, em todas as notas fiscais devem ser destacados esses tributos, bem como, em campo específico, informados o IBS e a CBS, destacando o percentual de 1%”, explica o vice-presidente jurídico da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), Anderson Trautman Cardoso.
De acordo com a legislação, a cobrança desse percentual de 1% não representará aumento da carga tributária, já que, havendo o cumprimento das obrigações acessórias, com o destaque na nota fiscal, o pagamento será dispensado.
Além disso, mesmo que pagos, os valores poderão ser integralmente compensados com o que as empresas recolhem mensalmente a título de PIS e Cofins.
No que se refere às obrigações acessórias que já exigíveis em 2026, as empresas devem:
Nesse contexto, em 2026, os softwares de gestão e de emissão de documentos fiscais precisam ser adaptados para consultar regras tributárias em tempo real. Empresas que não se adequarem correm o risco de ter notas fiscais rejeitadas, operações interrompidas e, futuramente, sofrer autuações.
Importante destacar que os optantes pelo Simples Nacional — incluindo os microempreendedores individuais (MEIs) — não estão sujeitos, em 2026, às alíquotas de 0,1% do IBS e 0,9% da CBS.
Em entrevista ao Brasil61.com, Anderson Trautman Cardoso alerta que a falta de regulamentação até o momento gera insegurança jurídica. “Os regulamentos do IBS e da CBS não foram editados, ainda. Desse modo, não temos um detalhamento das obrigações acessórias relativas aos novos tributos, mesmo que sejam exigíveis ainda no ano de 2026”, afirma.
Ele também destaca dificuldades na infraestrutura relativa à emissão de notas fiscais de serviços. “Os municípios têm a faculdade de aderir à plataforma da Nota Fiscal de Serviços eletrônica de padrão nacional ou seguir com sua própria plataforma, conectada com o sistema nacional. Ocorre que nesse processo de padronização, que exige a adaptação simultânea de milhares de sistemas, muitos municípios têm tido dificuldades, o que acaba por impactar as atividades dos contribuintes, especialmente os pequenos”, relata.
O advogado especialista em direito tributário, Matheus Almeida, avalia que a manifestação do vice-presidente jurídico da CACB tem grande peso jurídico, social e econômico, já que o sistema associativista possui uma das maiores capilaridades do país.
“A ponderação do doutor Anderson reflete não só a realidade daquilo que os empresários relatam para as entidades, mas também a verdade daquilo que os empresários encontram dentro de seus departamentos e escritórios de contabilidade”, afirma.
Segundo Almeida, a insegurança persiste mesmo sem a obrigatoriedade de arrecadação plena neste ano. “O período de transição da reforma vem exigindo uma maturidade que nem os sistemas do fisco possuem nesse momento. Essa preparação da transição precisa ser feita de forma mais suavizada”, ressalta.
Anderson Trautman Cardoso destaca, ainda, os impactos da Reforma Tributária para a competitividade das empresas optantes pelo Simples Nacional. Atualmente, quando uma pequena empresa optante pelo Simples Nacional vende para uma empresa tributada pelo Lucro Real, a compradora credita integralmente o valor devido a título de PIS e Cofins — os chamados créditos tributários.
Com o novo modelo, esse aproveitamento passa a ser proporcional ao valor recolhido pela empresa fornecedora em razão da faixa em que ela estiver enquadrada no Simples. Como o regime tem carga tributária favorecida, o crédito gerado será inferior ao crédito gerado em aquisição de empresas do regime geral, o que pode levar grandes companhias a preferirem fornecedores fora do Simples.
“Se o valor da venda for o mesmo, haverá uma perda de competitividade para empresas optantes pelo Simples Nacional, ou seja, um desinteresse desse cliente de continuar adquirindo dessas empresas, na medida em que o crédito será menor”, explica Trautman.
Segundo ele, a solução prevista na própria reforma é permitir que a empresa saia do Simples apenas em relação aos tributos sobre consumo — IBS e CBS — e passe a recolhê-los pelo regime geral (com crédito e débito).
O professor de Direito Econômico e Tributário da Universidade de Brasília (UnB), Othon de Azevedo Lopes, também avalia que o Simples Nacional será enfraquecido. Hoje, o regime reúne diversos tributos em uma única guia, com alíquotas reduzidas. Com a reforma, a maior parte desses impostos migrará para o novo sistema (CBS, IBS e Imposto Seletivo).
Com a migração para o regime híbrido, dentro do Simples ficariam basicamente o Imposto de Renda, a Contribuição Social sobre o Lucro e as contribuições previdenciárias.
“O regime híbrido trazido pela reforma tributária faz com que o Simples fique reduzido a poucos tributos. E vários outros tributos não mais serão abrangidos por esse regime”, afirma.
O Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CGIBS) e a Receita Federal publicaram um Ato Conjunto (nº 01/2025), que prevê um período de adaptação para os contribuintes. Desde que cumpridas as obrigações acessórias, a apuração do IBS e da CBS ao longo de todo o ano de 2026 terá caráter meramente informativo, sem quaisquer efeitos tributários. O Ato estabelece que até o primeiro dia do quarto mês subsequente à publicação da parte comum dos regulamentos do IBS e da CBS:
A medida busca dar tempo para que empresas, profissionais autônomos e administrações tributárias testem e validem os novos procedimentos de apuração, reduzindo falhas e inconsistências no sistema.
“[A postergação] é salutar e possibilita que essas normas sejam trazidas também para o debate com as entidades empresariais, para que possamos colaborar com propostas de regulamentação, a fim de que a Reforma Tributária efetivamente contribua com o desenvolvimento econômico de nosso país, e não o oposto”, destaca Trautman.
Segundo Trautman, a transição até 2032 também busca preservar incentivos fiscais do ICMS concedidos a empresas em razão de investimentos (benefícios onerosos). Como o novo sistema tributário veda a concessão de benefícios, a substituição gradual dos tributos impactará esses incentivos.
“A parcela do benefício oneroso que deixar de ser usufruída pela substituição gradual do ICMS pelo IBS, poderá ser compensada. Para tanto, as empresas deverão realizar habilitação, nos termos da Portaria nº 635/2025”, conclui Trautman.
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Copiar o textoInscritos no CadÚnico estão aptos a receber o benefício; prazo vai até junho
Baixar áudioJá podem solicitar a instalação gratuita de uma antena parabólica digital moradores de 108 cidades, localizadas nos estados da Bahia, Goiás, Rondônia, Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.
O benefício é garantido às famílias inscritas CadÚnico, via programa Brasil Antenado – iniciativa da Anatel, junto com o Ministério das Comunicações –, que busca promover a inclusão social ao levar a TV aberta e gratuita para localidades com baixo ou nenhum sinal de TV.
Cerca de 220 mil famílias estão aptas a receber a antena. O agendamento pode ser feito até o dia 13 de junho de 2026, pelo site brasilantenado.org.br ou pelo telefone 0800 729 2404 (também disponível via WhatsApp).
Todo o processo é gratuito. O único pré-requisito é possuir um aparelho de televisão, que pode ser de um modelo antigo.
Para conferir a lista completa dos municípios, acesse o site do programa.
Frederico de Siqueira Filho, ministro das Comunicações, ressalta que o Brasil passa por grande transformação digital e que a política pública de distribuição de antenas parabólicas visa atenuar diferenças sociais.
“Ao atender novos 108 municípios de oito estados, a iniciativa garante que famílias inscritas no CadÚnico tenham acesso gratuito à TV digital, com mais de 100 canais, levando cultura, entretenimento e informação para dentro de casa. É uma política pública que beneficia diretamente brasileiros e brasileiras em cidades onde há pouca, ou nenhuma, oferta de sinal de TV terrestre”, afirmou o ministro.
Gina Marques Duarte, CEO da Entidade Administradora da Faixa (EAF), que executa o programa, destaca que o Brasil Antenado reafirma o compromisso da entidade em garantir que nenhuma família fique sem acesso ao sinal de TV gratuito.
“O programa consolida um trabalho técnico e operacional robusto, pensado para ampliar o acesso à informação de forma expressiva. Com o Brasil Antenado estamos promovendo inclusão digital, acesso à informação e entretenimento, uma conectividade significativa”, disse.
“O Brasil Antenado, que acontece graças à atuação integrada entre a Anatel, o Ministério das Comunicações e a EAF, mostra como uma política pública bem estruturada pode impactar a vida das pessoas. A entrega gratuita das antenas parabólicas garante acesso à televisão aberta de qualidade, além de ampliar a inclusão e o uso eficiente da tecnologia no país”, pontuou Carlos Manuel Baigorri, presidente da Anatel.
Ao todo, o programa Brasil Antenado prevê contemplar 323 municípios em 16 estados. São mais de 650 mil famílias aptas a solicitar a nova parabólica digital gratuita nas três fases do programa. Confira o andamento das fases de atendimento do programa:
● Fase A (14/07/2025–13/12/2025): 77 municípios em 6 estados (MA, PI, PA, CE, RN e PE) - mais de 220 mil famílias aptas. (Concluída)
● Fase B (13/10/2025-13/03/2026): 138 municípios em 5 estados (TO, PA, RR, PI, MA) - mais de 229 mil famílias aptas.
● Fase C (até 13/06/2026): 108 municípios em 8 estados (ES, MG, GO, BA, MT, MS, RO, RS) - mais de 222 mil famílias aptas.
Caravana
A Caravana Brasil Antenado, iniciativa que leva atendimento presencial sobre o programa, segue percorrendo todos os estados atendidos. Os veículos da ação permanecem um dia em cada município, oferecendo demonstrações práticas do uso da parabólica digital e orientações para o agendamento do equipamento.
Com o apoio das prefeituras, dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e de lideranças locais, a caravana já passou pelos estados do Ceará, Maranhão, Piauí, Rio Grande do Norte, Pará e Tocantins.
Cinema
Outra iniciativa que busca orientar as famílias aptas sobre o programa Brasil Antenado é o cinema itinerante gratuito. A ação transforma praças e espaços públicos em grandes salas de cinema a céu aberto, combinando lazer e informação. O projeto tem como objetivo entreter as famílias e comunicar, de forma lúdica e interativa, como os beneficiários do CadÚnico podem receber gratuitamente um kit com a nova parabólica digital.
EAF
A Entidade Administradora da Faixa (EAF) é uma instituição sem fins lucrativos criada por determinação da Anatel e vinculada ao Ministério das Comunicações. Entre suas atribuições estão a limpeza da faixa de 3.5 GHz, essencial para a operação do 5G no país; a execução dos programas Siga Antenado e Brasil Antenado; a implantação das infovias na Região Amazônica, para expandir a infraestrutura de telecomunicações no Norte do Brasil; e o desenvolvimento das redes privativas de comunicação para o Governo Federal.
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Baixar áudioO índice de evolução da produção industrial caiu 3,5 pontos e fechou com 40,9 pontos em dezembro. Esse é o pior resultado para o mês desde 2018, segundo a Sondagem Industrial, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Uma queda acentuada também foi percebida no emprego industrial. O índice de evolução do número de empregados ficou em 46,9 pontos em dezembro. Por estarem abaixo dos 50 pontos, ambos os indicadores mostram que houve queda tanto na produção quanto na quantidade de postos de trabalho no setor.
Marcelo Azevedo, gerente de Análise Econômica da CNI, destaca que retração nos marcadores é comum, mas a intensidade chama a atenção. “Os dados tomados em conjunto reforçam esse diagnóstico que a gente vem acompanhando há algum tempo, de desaceleração da indústria. Mesmo os estoques – que reduziram na passagem de novembro para dezembro, também é comum para o período –, aconteceu agora nesse ano, mas continuam acima do planejado pelas empresas. Isso reforça uma certa frustração dos empresários e uma desaceleração da demanda mais forte do que prevista”.
O desempenho da Utilização da Capacidade Instalada (UCI) reforça a percepção do empresariado industrial de desaceleração do segmento. O índice recuou 4 pontos percentuais entre novembro e dezembro, chegando aos 66%, patamar mais baixo para o mês desde 2017.
Os três principais problemas enfrentados pela indústria seguiram os mesmos nos quarto trimestre de 2025: carga tributária, juros e falta de demanda. Esses três pontos lideraram o ranking de reclamações durante todos os trimestres do ano passado.
O uso dos estoques, apesar de acima do ideal, minimizou o impacto no faturamento das companhias do setor. Segundo o levantamento, o índice de evolução de estoque efetivo em relação ao usual caiu 0,1 ponto, fechando o ano em 50,6 pontos. O resultado indica que ainda há excesso de estoques em relação ao planejado pelas empresas.
Essa estratégia ajudou a trazer resultados financeiros positivos no último trimestre de 2025. O índice que mede a satisfação dos industriais com a situação financeira das empresas subiu de 48,9 pontos, no terceiro trimestre do ano passado, para 50,1 pontos no quarto trimestre. Com isso, os empresários passaram de insatisfeitos a neutros em relação ao caixa dos negócios.
Do mesmo modo, o índice de satisfação com o lucro operacional subiu 0,9 ponto no quarto trimestre, chegando aos 44,5 pontos. O indicador continua abaixo dos 50 pontos, revelando insatisfação dos industriais com o lucro operacional das empresas, mas o avanço amenizou essa percepção negativa.
O índice de facilidade de acesso ao crédito registrou 40,9 pontos. O indicador alcançou seu maior valor em 2025. Ainda assim, permanece bem abaixo dos 50 pontos, refletindo ainda grande dificuldade de acesso ao crédito.
Azevedo faz notar que, como os índices estão abaixo dos 50 pontos, os resultados contábeis das empresas industriais são majoritariamente decepcionantes. “Apesar da melhora, que foi pequena na passagem do terceiro para o quarto trimestre de 2025, as condições financeiras seguem bastante insatisfatórias para as empresas de uma forma geral.”
Já o índice que mede a evolução do preço médio das matérias-primas subiu 0,1 ponto, chegando aos 55,3 pontos no quarto trimestre do ano. Isso indica que os empresários apontam aumento no preço desses itens, ainda que menos intenso do que no fim de 2024, quando o indicador chegou aos 64,2 pontos.
Todos os índices de expectativas subiram entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026.
Os dados mostram que os empresários esperam alta na procura por bens industriais, na compra de insumos e de matérias-primas nos próximos seis meses, enquanto as contratações e exportações devem se manter estáveis. “É um movimento comum para o período, no início do ano, aparecerem expectativas mais positivas, até porque existe um uma expectativa de aumento da produção após um pequeno freio que se tem na atividade industrial no final de cada ano”, analisa Azevedo.
A intenção de investimento, no entanto, caiu 0,2 ponto após três altas consecutivas. Com isso, o indicador abriu janeiro com 55,7 pontos, dois pontos abaixo do patamar registrado no início de 2025.
A edição de dezembro de 2025 da Sondagem Industrial ouviu 1.341 empresas — 552 pequenas, 459 médias e 330 grandes — entre 5 e 14 de janeiro de 2026.
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Baixar áudioO Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) definiu os 500 municípios prioritários que receberão apoio técnico e institucional na implementação do Protocolo Brasil Sem Fome. A iniciativa tem como objetivo fortalecer a proteção social às famílias e minimizar a insegurança alimentar no país. A medida foi oficializada por meio da Portaria nº 1.148/2026, publicada na segunda-feira (26) no Diário Oficial da União.
As cidades prioritárias foram definidas seguindo o critério de maior número de famílias em situação de risco de insegurança alimentar grave, identificadas segundo o indicador CadInsan.
Os municípios selecionados contemplam todas as Unidades da Federação (UF), com maior número de cidades localizadas no Pará, com 83. Em seguida aparece a Bahia, que terá 50 municípios apoiados pela iniciativa. Já São Paulo ficou na terceira posição com o maior número de cidades com insegurança alimentar grave, sendo 48.
Pela Portaria, o suporte do Governo Federal terá duração de 12 meses. Ao longo do período, os municípios selecionados receberão o auxílio de articuladores estaduais para organizar a rede local de atendimento.
O trabalho será voltado a fortalecer a capacidade institucional e técnica das Câmaras Intersetoriais de Segurança Alimentar e Nutricional estaduais e municipais na implementação das etapas operacionais do Protocolo Brasil Sem Fome, conforme disposto no artigo 3º da Resolução CGI-BSF nº 02, de 16 de setembro de 2025.
O objetivo é integrar os serviços de saúde (SUS), assistência social (SUAS) e segurança alimentar (Sisan), com a identificação de famílias em situação de insegurança alimentar e encaminhamento garantido aos serviços públicos de saúde.
As cidades listadas como prioritárias pelo MDS deverão manifestar interesse na implementação do Protocolo por meio da apresentação do Termo de Aceite, previsto no Anexo II da Portaria. O documento deverá ser assinado pelo presidente da Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional (Caisan) estadual. Outro termo de aceite deve ser assinado pelo prefeito.
O termo de aceite estadual e o municipal deverão ser encaminhados ao endereço eletrônico [email protected]. O envio do documento estadual pode ser feito no prazo de até dez dias, contados a partir da publicação da Portaria. Para o envio do documento municipal o prazo é de até 30 dias.
O recebimento do apoio técnico também está condicionado à adesão ao Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan) no prazo máximo de 120 dias, contados a partir da data de assinatura do Termo de Aceite.
Caso algum município não manifeste interesse, a vaga poderá ser repassada ao município seguinte, na mesma UF – considerando que tenha maior número de famílias em risco alimentar.
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Baixar áudioO Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) informa que o atendimento presencial nas agências será interrompido entre quarta-feira (28) e sexta-feira (30) desta semana em todo o país. A suspensão ocorre em função de uma atualização programada nos sistemas operacionais utilizados pelo órgão, sob responsabilidade da Dataprev.
Durante esse período, não haverá atendimento ao público nas unidades físicas. Os serviços digitais, como o Meu INSS, disponível no site e no aplicativo, além da central telefônica 135, permanecem acessíveis até a noite de terça-feira (27), quando também serão temporariamente desligados para a conclusão da manutenção técnica.
De acordo com o INSS, a paralisação é necessária para garantir maior estabilidade e segurança das plataformas. Para minimizar os impactos aos segurados, o instituto reforçou o atendimento em datas anteriores e orienta que os cidadãos antecipem demandas sempre que possível ou aguardem a normalização dos sistemas após o período de indisponibilidade.
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Baixar áudioEstados e municípios brasileiros limítrofes (vizinhos) e afetados pelo setor mineral partilharam mais de R$ 112 milhões, distribuídos pela Agência Nacional de Mineração (ANM), beneficiando mais de 1,7 mil municípios. O valor é referente à Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM), conhecida como royalties da mineração, arrecadada em dezembro de 2025 e repassada em janeiro.
Em nota, a ANM informou que os valores correspondem à partilha de 15% da arrecadação total da CFEM do mês de dezembro de 2025, conforme previsto na legislação.
Dados do painel da ANM de gestão da distribuição da CFEM, atualizados em 26 de janeiro, apontam que os municípios afetados pelo setor mineral, que incluem áreas com ferrovias, portos e barragens, partilharam mais de R$ 94,3 milhões.
Já cerca de R$ 18,5 milhões foram destinados aos estados limítrofes e ao Distrito Federal.
Segundo a ANM, a CFEM é considerada uma das principais fontes de compensação financeira para reduzir os impactos sociais, ambientais e econômicos da mineração, em especial, em regiões influenciadas pela atividade.
Em relação aos municípios afetados, o maior valor da CFEM repassado aos entes foi destinado a Marabá (PA) e São Luís (MA) – cada cidade recebeu cerca de R$ 2,4 milhões. Em segundo lugar aparece o município maranhense de Açailândia (MA), com R$ 2,2 milhões. Já a cidade de Alto Alegre do Pindaré (MA) recebeu o terceiro maior repasse, totalizando quase R$ 1,7 milhões.
Entre os estados, Minas Gerais conta com a maior quantia: R$ 32 milhões. Já o Maranhão recebeu o segundo maior valor, sendo R$ 23,1 milhões.
O repasse foi efetuado a mais de 5 mil municípios vizinhos. Entre os montantes aos entes municipais limítrofes, o maior valor foi destinado a Belo Horizonte (MG), que recebeu R$ 1,5 milhões. Já o município mineiro de Unaí (MG) contou com o segundo maior valor, sendo R$ 945 mil. Em terceiro no ranking aparece João Pinheiro (MG), com R$ 719 mil.
Os municípios limítrofes são as localidades que fazem parte da divisa com as cidades produtoras minerárias, nesse caso, onde a produção mineral ocorre.
A Lei 14.514/2022 estabelece que esses municípios vizinhos passaram a ter o direito de receber valores da CFEM. Inclusive, o Decreto 11.659/2023 determina que, caso a produção mineral não use ferrovias, portos ou estruturas grandes de mineração, a parte da CFEM deve ser direcionada aos municípios limítrofes.
Conforme a ANM, os municípios afetados são aqueles que sofrem os impactos das atividades de mineração, como transporte ferroviário, dutoviário, portos e embarque e desembarque, estruturas de mineração e outras instalações. Essas cidades também têm direito a uma parte da CFEM.
A Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM) foi estabelecida pela Constituição de 1988 como uma contrapartida financeira realizada pelas empresas mineradoras aos estados, Distrito Federal e municípios pela exploração econômica dos recursos minerais em seus territórios.
Copiar o textoVeja os valores do café arábica, café robusta, açúcar cristal e do milho no mercado
Baixar áudioO preço do café arábica nesta terça-feira (27) registra alta de 0,42% e a saca de 60 kg é negociada por R$2.144,25, na cidade de São Paulo.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 26/01/2026 | 2.144,25 | 0,42% | -1,40% | 406,03 |
| 23/01/2026 | 2.135,31 | 1,30% | -1,81% | 403,88 |
| 22/01/2026 | 2.107,84 | -1,31% | -3,08% | 398,99 |
| 21/01/2026 | 2.135,90 | -0,49% | -1,79% | 401,56 |
| 20/01/2026 | 2.146,33 | -1,73% | -1,31% | 399,09 |
O café robusta apresentou valorização de 0,28% e está sendo negociado a R$1.290,03.
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 26/01/2026 | 1.290,03 | 0,28% | 2,07% | 244,28 |
| 23/01/2026 | 1.286,48 | 0,76% | 1,79% | 243,33 |
| 22/01/2026 | 1.276,76 | -0,54% | 1,02% | 241,67 |
| 21/01/2026 | 1.283,65 | 0,17% | 1,56% | 241,33 |
| 20/01/2026 | 1.281,48 | -1,54% | 1,39% | 238,28 |
O preço do açúcar cristal apresenta variação nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg registra alta, cotada a R$104,92.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 26/01/2026 | 104,92 | 0,08% | -4,61% | 19,87 |
| 23/01/2026 | 104,84 | 0,24% | -4,68% | 19,83 |
| 22/01/2026 | 104,59 | -0,07% | -4,91% | 19,80 |
| 21/01/2026 | 104,66 | 1,18% | -4,85% | 19,68 |
| 20/01/2026 | 103,44 | -0,89% | -5,96% | 19,23 |
Em Santos (SP), a mercadoria é negociada a R$110,62; a cotação média apresenta baixa de 0,44%.
INDICADOR AÇÚCAR CRISTAL - SANTOS
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 26/01/2026 | 110,62 | -0,44% | -5,32% | 20,97 |
| 23/01/2026 | 111,11 | -1,66% | -4,90% | 21,01 |
| 22/01/2026 | 112,98 | 0,04% | -3,30% | 21,27 |
| 21/01/2026 | 112,93 | 0,27% | -3,34% | 21,16 |
| 20/01/2026 | 112,63 | -1,20% | -3,59% | 20,94 |
A saca de 60 kg do milho é negociada a R$66,69, com alta de 0,09%.
INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 26/01/2026 | 66,69 | 0,09% | -4,04% | 12,63 |
| 23/01/2026 | 66,63 | -0,13% | -4,13% | 12,60 |
| 22/01/2026 | 66,72 | -0,48% | -4,00% | 12,63 |
| 21/01/2026 | 67,04 | -0,62% | -3,54% | 12,60 |
| 20/01/2026 | 67,46 | -0,97% | -2,94% | 12,54 |
Os dados são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
Copiar o textoEm Paranaguá, a soja marca o período em baixa; no Rio Grande do Sul, o trigo apresenta alta
Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia esta terça-feira (27) em baixa no Paraná. No interior do estado, o grão é negociado a R$121,19, com queda de 1,26%. Já no porto de Paranaguá, principal referência no litoral paranaense, a cotação apresenta recuo de 0,87%, sendo negociada a R$127,54.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 26/01/2026 | 121,19 | -1,26% | -10,63% | 22,95 |
| 23/01/2026 | 122,74 | -0,32% | -9,48% | 23,22 |
| 22/01/2026 | 123,14 | -0,89% | -9,19% | 23,31 |
| 21/01/2026 | 124,25 | 0,49% | -8,37% | 23,36 |
| 20/01/2026 | 123,64 | -1,02% | -8,82% | 22,99 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 26/01/2026 | 127,54 | -0,87% | -9,55% | 24,15 |
| 23/01/2026 | 128,66 | -0,53% | -8,76% | 24,34 |
| 22/01/2026 | 129,34 | -0,29% | -8,28% | 24,48 |
| 21/01/2026 | 129,71 | -0,95% | -8,01% | 24,39 |
| 20/01/2026 | 130,95 | -0,62% | -7,13% | 24,35 |
O preço do trigo apresenta queda no Paraná e a tonelada é negociada a R$1.174,88. E no Rio Grande do Sul, a tonelada do grão registra valorização de 0,22%, sendo cotada a R$1.054,08.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 26/01/2026 | 1.174,88 | -0,61% | -0,62% | 222,47 |
| 23/01/2026 | 1.182,04 | -0,24% | -0,01% | 223,57 |
| 22/01/2026 | 1.184,94 | -0,03% | 0,23% | 224,29 |
| 21/01/2026 | 1.185,27 | -0,37% | 0,26% | 222,84 |
| 20/01/2026 | 1.189,70 | 1,82% | 0,64% | 221,22 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 26/01/2026 | 1.054,08 | 0,22% | 0,77% | 199,60 |
| 23/01/2026 | 1.051,80 | 0,00% | 0,55% | 198,94 |
| 22/01/2026 | 1.051,80 | -0,19% | 0,55% | 199,09 |
| 21/01/2026 | 1.053,84 | 0,25% | 0,75% | 198,13 |
| 20/01/2026 | 1.051,18 | 0,51% | 0,49% | 195,46 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
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