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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de acumulado de chuva para todo o Nordeste neste sábado (28).
No Maranhão, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas ao longo de todo o dia.
No Piauí, fortes pancadas de chuva atingem Santa Luz, Santa Filomena e Monte Alegre do Piauí, no Sul do estado. No Ceará, a instabilidade será mais intensa na faixa litorânea, com chuva em Granja, Cruz e Itarema.
No Rio Grande do Norte, chove com mais intensidade em Mossoró e Porto do Mangue. Na Paraíba, há muitas nuvens com pancadas de chuva isolada em Sousa e Pombal, no Sertão.
Em Pernambuco, a chuva atinge Santa Cruz e Parnamirim, no Sertão pernambucano. Em Alagoas e Sergipe, o dia será de muitas nuvens com chuva isolada.
Já na Bahia, a instabilidade se espalha do litoral sul, em Prado e Porto Seguro, até o oeste baiano, em Mansidão e Santa Rita de Cássia.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C em João Pessoa. Já a máxima pode chegar a 34°C, em Maceió. A umidade relativa do ar varia entre 60% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioO Ministério das Comunicações (MCom) e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) anunciaram a expansão da internet móvel para 10 localidades de 8 municípios da Paraíba. A iniciativa, viabilizada pela licitação da faixa de 700 MHz — considerada estratégica para ampliar a cobertura no país — deve beneficiar 17 mil pessoas no estado.
Municípios atendidos:
Previsto para abril, o leilão busca ampliar o acesso à tecnologia 5G em diversas regiões do país, com prioridade para áreas rurais e remotas.
No cenário nacional, a licitação da faixa de 700 MHz deve conectar cerca de 500 pequenas localidades e alcançar mais de 1,2 milhão de pessoas, conforme dados da pasta.
A capacidade dessa frequência permite atender áreas extensas com menos torres, reduz custos e facilita o acesso à conexão digital. Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, a ação tem como objetivo “garantir que mais brasileiros tenham acesso à comunicação, aos serviços digitais do gov.br e às oportunidades que a internet oferece. O nosso propósito é fortalecer a infraestrutura de telecomunicações”.
Ao contrário de outros leilões, a maior parte do valor pago pelas empresas será convertida em investimentos obrigatórios destinados à ampliação da cobertura do serviço móvel.
O edital, aprovado pelo Tribunal de Contas da União (TCU), prevê que a faixa seja dividida em blocos regionais, com cada empresa autorizada a adquirir até duas regiões. O processo terá três etapas, a começar por operadoras regionais e, ao final, será aberto a qualquer empresa interessada.
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Baixar áudioO Ministério das Comunicações (MCom) e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) anunciaram a expansão da internet móvel para 48 localidades de 41 municípios do Paraná. A iniciativa, viabilizada pela licitação da faixa de 700 MHz — considerada estratégica para ampliar a cobertura no país — deve beneficiar cerca de 43 mil pessoas no estado.
Municípios atendidos:
Previsto para abril, o leilão busca ampliar o acesso à tecnologia 5G em diversas regiões do país, com prioridade para áreas rurais e remotas. O edital também prevê a cobertura de 94,2 km de trechos sem conectividade nas rodovias federais BR-101 e BR-163, que atravessam 5 municípios paranaenses:
No cenário nacional, a licitação da faixa de 700 MHz deve conectar cerca de 500 pequenas localidades e alcançar mais de 1,2 milhão de pessoas, conforme dados da pasta.
A capacidade dessa frequência permite atender áreas extensas com menos torres, reduz custos e facilita o acesso à conexão digital. Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, a ação tem como objetivo “garantir que mais brasileiros tenham acesso à comunicação, aos serviços digitais do gov.br e às oportunidades que a internet oferece. O nosso propósito é fortalecer a infraestrutura de telecomunicações”.
Ao contrário de outros leilões, a maior parte do valor pago pelas empresas será convertida em investimentos obrigatórios destinados à ampliação da cobertura do serviço móvel.
O edital, aprovado pelo Tribunal de Contas da União (TCU), prevê que a faixa seja dividida em blocos regionais, com cada empresa autorizada a adquirir até duas regiões. O processo terá três etapas, a começar por operadoras regionais e, ao final, será aberto a qualquer empresa interessada.
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Baixar áudioO Ministério das Comunicações (MCom) e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) anunciaram a expansão da internet móvel para 27 localidades de 23 municípios de Pernambuco. A iniciativa, viabilizada pela licitação da faixa de 700 MHz — considerada estratégica para ampliar a cobertura no país — deve beneficiar cerca de 50 mil pessoas no estado.
Municípios atendidos:
Previsto para abril, o leilão busca ampliar o acesso à tecnologia 5G em diversas regiões do país, com prioridade para áreas rurais e remotas. O edital também prevê a cobertura de 11,9 km de trechos sem conectividade na BR-116, que atravessa o município de Salgueiro (PE)
No cenário nacional, a licitação da faixa de 700 MHz deve conectar cerca de 500 pequenas localidades e alcançar mais de 1,2 milhão de pessoas, conforme dados da pasta.
A capacidade dessa frequência permite atender áreas extensas com menos torres, reduz custos e facilita o acesso à conexão digital. Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, a ação tem como objetivo “garantir que mais brasileiros tenham acesso à comunicação, aos serviços digitais do gov.br e às oportunidades que a internet oferece. O nosso propósito é fortalecer a infraestrutura de telecomunicações”.
Ao contrário de outros leilões, a maior parte do valor pago pelas empresas será convertida em investimentos obrigatórios destinados à ampliação da cobertura do serviço móvel.
O edital, aprovado pelo Tribunal de Contas da União (TCU), prevê que a faixa seja dividida em blocos regionais, com cada empresa autorizada a adquirir até duas regiões. O processo terá três etapas, a começar por operadoras regionais e, ao final, será aberto a qualquer empresa interessada.
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Baixar áudioO Ministério das Comunicações (MCom) e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) anunciaram a expansão da internet móvel para 6 localidades de 4 municípios do Piauí. A iniciativa, viabilizada pela licitação da faixa de 700 MHz — considerada estratégica para ampliar a cobertura no país — deve beneficiar cerca de 11 mil pessoas no estado.
Municípios atendidos:
Previsto para abril, o leilão busca ampliar o acesso à tecnologia 5G em diversas regiões do país, com prioridade para áreas rurais e remotas. O edital também prevê a cobertura de 245,4 km de trechos sem conectividade na BR-135, que atravessa 8 municípios piauienses:
No cenário nacional, a licitação da faixa de 700 MHz deve conectar cerca de 500 pequenas localidades e alcançar mais de 1,2 milhão de pessoas, conforme dados da pasta.
A capacidade dessa frequência permite atender áreas extensas com menos torres, reduz custos e facilita o acesso à conexão digital. Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, a ação tem como objetivo “garantir que mais brasileiros tenham acesso à comunicação, aos serviços digitais do gov.br e às oportunidades que a internet oferece. O nosso propósito é fortalecer a infraestrutura de telecomunicações”.
Ao contrário de outros leilões, a maior parte do valor pago pelas empresas será convertida em investimentos obrigatórios destinados à ampliação da cobertura do serviço móvel.
O edital, aprovado pelo Tribunal de Contas da União (TCU), prevê que a faixa seja dividida em blocos regionais, com cada empresa autorizada a adquirir até duas regiões. O processo terá três etapas, a começar por operadoras regionais e, ao final, será aberto a qualquer empresa interessada.
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Baixar áudioO Ministério das Comunicações (MCom) e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) anunciaram a expansão da internet móvel para 63 localidades de 31 municípios do Rio de Janeiro. A iniciativa, viabilizada pela licitação da faixa de 700 MHz — considerada estratégica para ampliar a cobertura no país — deve beneficiar 148 mil pessoas no estado.
Municípios atendidos:
Previsto para abril, o leilão busca ampliar o acesso à tecnologia 5G em diversas regiões do país, com prioridade para áreas rurais e remotas.
No cenário nacional, a licitação da faixa de 700 MHz deve conectar cerca de 500 pequenas localidades e alcançar mais de 1,2 milhão de pessoas, conforme dados da pasta.
A capacidade dessa frequência permite atender áreas extensas com menos torres, reduz custos e facilita o acesso à conexão digital. Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, a ação tem como objetivo “garantir que mais brasileiros tenham acesso à comunicação, aos serviços digitais do gov.br e às oportunidades que a internet oferece. O nosso propósito é fortalecer a infraestrutura de telecomunicações”.
Ao contrário de outros leilões, a maior parte do valor pago pelas empresas será convertida em investimentos obrigatórios destinados à ampliação da cobertura do serviço móvel.
O edital, aprovado pelo Tribunal de Contas da União (TCU), prevê que a faixa seja dividida em blocos regionais, com cada empresa autorizada a adquirir até duas regiões. O processo terá três etapas, a começar por operadoras regionais e, ao final, será aberto a qualquer empresa interessada.
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Baixar áudioO Ministério das Comunicações (MCom) e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) anunciaram a expansão da internet móvel para 27 localidades de 23 municípios de Santa Catarina. A iniciativa, viabilizada pela licitação da faixa de 700 MHz — considerada estratégica para ampliar a cobertura no país — deve beneficiar cerca de 79 mil pessoas no estado.
Municípios atendidos:
Previsto para abril, o leilão busca ampliar o acesso à tecnologia 5G em diversas regiões do país, com prioridade para áreas rurais e remotas. O edital também prevê a cobertura de 137,5 km de trechos sem conectividade na rodovia federal BR-116, que atravessa cinco municípios catarinenses:
No cenário nacional, a licitação da faixa de 700 MHz deve conectar cerca de 500 pequenas localidades e alcançar mais de 1,2 milhão de pessoas, conforme dados da pasta.
A capacidade dessa frequência permite atender áreas extensas com menos torres, reduz custos e facilita o acesso à conexão digital. Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, a ação tem como objetivo “garantir que mais brasileiros tenham acesso à comunicação, aos serviços digitais do gov.br e às oportunidades que a internet oferece. O nosso propósito é fortalecer a infraestrutura de telecomunicações”.
Ao contrário de outros leilões, a maior parte do valor pago pelas empresas será convertida em investimentos obrigatórios destinados à ampliação da cobertura do serviço móvel.
O edital, aprovado pelo Tribunal de Contas da União (TCU), prevê que a faixa seja dividida em blocos regionais, com cada empresa autorizada a adquirir até duas regiões. O processo terá três etapas, a começar por operadoras regionais e, ao final, será aberto a qualquer empresa interessada.
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Baixar áudioO Ministério das Comunicações (MCom) e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) anunciaram a expansão da internet móvel para 45 localidades de 37 municípios de São Paulo. A iniciativa, viabilizada pela licitação da faixa de 700 MHz — considerada estratégica para ampliar a cobertura no país — deve beneficiar cerca de 35 mil pessoas no estado.
Municípios atendidos:
Previsto para abril, o leilão busca ampliar o acesso à tecnologia 5G em diversas regiões do país, com prioridade para áreas rurais e remotas. O edital também prevê a cobertura de 114,4 km de trechos sem conectividade nas rodovias federais BR-101 e BR-116, que atravessam três municípios paulistas:
No cenário nacional, a licitação da faixa de 700 MHz deve conectar cerca de 500 pequenas localidades e alcançar mais de 1,2 milhão de pessoas, conforme dados da pasta.
A capacidade dessa frequência permite atender áreas extensas com menos torres, reduz custos e facilita o acesso à conexão digital. Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, a ação tem como objetivo “garantir que mais brasileiros tenham acesso à comunicação, aos serviços digitais do gov.br e às oportunidades que a internet oferece. O nosso propósito é fortalecer a infraestrutura de telecomunicações”.
Ao contrário de outros leilões, a maior parte do valor pago pelas empresas será convertida em investimentos obrigatórios destinados à ampliação da cobertura do serviço móvel.
O edital, aprovado pelo Tribunal de Contas da União (TCU), prevê que a faixa seja dividida em blocos regionais, com cada empresa autorizada a adquirir até duas regiões. O processo terá três etapas, a começar por operadoras regionais e, ao final, será aberto a qualquer empresa interessada.
Copiar o textoRecursos vão reforçar medidas emergenciais em cidades de Minas Gerais, Piauí e Rio Grande do Sul
Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, autorizou, nesta sexta-feira (27), o repasse de R$ 6.196.451,05 para ações de resposta em sete municípios afetados por desastres, entre eles Ubá e Matias Barbosa, atingidos pelas fortes chuvas desta semana em Minas Gerais. Receberão recursos, ainda, cidades do Piauí e Rio Grande do Sul. As portarias com a liberação dos valores foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira abaixo:
Os recursos foram autorizados a partir de critérios técnicos que levam em conta a magnitude dos desastres, o número de desabrigados e desalojados e as necessidades apresentadas nos planos de trabalho enviados pelas prefeituras.
Estados e municípios que tiverem o reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública podem solicitar apoio ao MIDR. As solicitações são feitas pelo Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Após análise e aprovação da equipe técnica da Defesa Civil Nacional, os repasses são formalizados em portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU).
As informações são do MIDR
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Baixar áudioCom a presença de autoridades e líderes empresariais dos dois países, o Fórum Empresarial Coreia–Brasil, realizado na segunda-feira (23), no Lotte Hotel Seoul, marcou um movimento estratégico para elevar o patamar da parceria econômica entre as duas nações. O encontro integrou a visita de Estado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao país asiático e consolidou uma agenda voltada à inovação, reindustrialização, sustentabilidade e ampliação do comércio e dos investimentos recíprocos.
Promovido pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), em parceria com o Ministério das Relações Exteriores (MRE), o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e a Federation of Korean Industries (FKI), o fórum contou com a presença de representantes do setor público e privado. O objetivo foi aprofundar o diálogo em áreas consideradas estratégicas para as duas economias.
“É um sucesso, porque o sucesso se mede pelos negócios que Coreia e Brasil farão daqui para frente. Essa é a missão da ApexBrasil, é atrair investimentos e ajudar a promover o Brasil no mundo inteiro. Os números também vão mudar muito. Se Deus quiser, vamos ter muitos investimentos no Brasil, com geração de emprego e muitas vendas do Brasil aqui nesse país importantíssimo da Ásia”, defendeu o presidente da ApexBrasil, Jorge Viana.
Com 51,7 milhões de habitantes e PIB estimado em US$ 1,9 trilhão em 2025, a Coreia do Sul ocupa a 13ª posição entre as maiores economias do mundo, sendo a quarta maior da Ásia. O país figura como a nona maior importadora global, com um total de US$ 631,7 bilhões em compras externas registradas em 2024.
O comércio bilateral com o Brasil somou US$ 10,8 bilhões em 2025. Com o volume alcançado, a Coreia se posicionou como o 13º principal parceiro comercial brasileiro. Apesar do patamar atingido, o volume ainda é considerado abaixo do potencial, sobretudo diante do dinamismo tecnológico coreano e da capacidade produtiva do Brasil em setores estratégicos.
A sessão de abertura contou com a presença do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, como keynote speaker, além do presidente da ApexBrasil, Jorge Viana; do vice-presidente e CEO da FKI, Chang-beom Kim; e do secretário de Desenvolvimento Industrial, Inovação, Comércio e Serviços do MDIC, Uallace Moreira Lima.
Atualmente, a Coreia do Sul é apontada como referência internacional em posicionamento de marca-país. O modelo de crescimento do país asiático é voltado à exportação de bens de alto valor agregado — como semicondutores, automóveis, eletrônicos e equipamentos industriais.
O fenômeno da “Hallyu” ampliou a presença de produtos culturais coreanos no Brasil, do K-pop às produções audiovisuais, além da indústria de cosméticos e skincare, que vem conquistando espaço crescente no mercado nacional.
No Brasil, marcas coreanas se fazem presentes no cotidiano das pessoas por meio de eletrônicos, veículos, autopeças e medicamentos, por exemplo. No ano passado, as importações brasileiras provenientes do país asiático chegaram a aproximadamente US$ 5,3 bilhões.
Entre 2021 e 2025, as compras de laminados planos de ferro ou aço registraram crescimento médio anual de 99,4%, evidenciando a integração da indústria coreana às cadeias produtivas nacionais.
Informações disponibilizadas no Mapa de Oportunidades da ApexBrasil apontam que há 280 possibilidades para produtos brasileiros no mercado sul-coreano. Os segmentos com maior destaque são os de alimentos e bebidas, produtos químicos, perfumaria, medicamentos e economia criativa.
Estimada em US$ 35,9 mil, a renda per capita coreana deve aumentar 8% em termos reais até 2029, expandindo a demanda por bens diferenciados e de maior valor agregado — segmento estratégico para a diversificação das exportações brasileiras.
A programação do fórum foi estruturada em três painéis principais.
O primeiro foi dedicado à Saúde, Estilo de Vida e Indústrias Criativas. A atividade contou com a participação do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, além de representantes da Eurofarma, da ABIHPEC, da Dongguk University Hallyu Academy e da OPTOLANE Technology. O debate abordou oportunidades de cooperação em biotecnologia, fármacos, cosméticos e economia criativa.
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No segundo painel, voltado à Manufatura Avançada, Minerais Estratégicos e Inteligência Artificial, participaram o vice-ministro Marcio Elias Rosa e a presidenta do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, como keynote speakers. Executivos da Korea Aerospace Industries, da Hyundai Motor Brasil, da Embraer, da Vale S.A. e da Wonder DataLabs discutiram a convergência entre a demanda coreana por minerais críticos — como lítio, níquel e terras raras — e a estratégia brasileira de agregar valor à cadeia mineral.
Já o terceiro painel tratou de Agronegócio e Segurança Alimentar, com keynote do ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro. Representantes da Embrapa, da Nongshim, da ABIEC e da Brazil Specialty Coffee Association (BSCA) destacaram o potencial de ampliação das exportações brasileiras com maior valor agregado. Atualmente, o Brasil responde por 21,1% das importações coreanas de produtos alimentícios e animais vivos.
Paralelamente ao fórum, o presidente da ApexBrasil, Jorge Viana, organizou um encontro restrito entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e representantes de grandes conglomerados sul-coreanos, com foco em novos investimentos no Brasil.
Participaram da reunião lideranças do Samsung Group, do LG Group, da Hyundai Motor Company e da Korea Aerospace Industries (KAI), além de representantes da Federation of Korean Industries (FKI) e da Korea Importers Association (KOIMA).
Na ocasião, foram debatidas oportunidades em indústria avançada, mobilidade sustentável, defesa, tecnologia, inovação e transição energética. Executivos destacaram confiança no ambiente de negócios brasileiro e sinalizaram interesse em ampliar operações no país, reforçando o papel do Brasil como destino estratégico para empresas coreanas na América Latina.
Ao longo das últimas décadas, a Coreia do Sul estruturou uma trajetória baseada em inovação, inserção internacional e fortalecimento de sua marca-país. Já o Brasil reúne escala produtiva, recursos naturais estratégicos, capacidade científica e uma base industrial diversificada. Diante disso, o desafio é transformar um comércio bilateral de US$ 10,8 bilhões em uma relação mais reforçada, e orientada a investimentos cruzados.
Na avaliação do presidente da ApexBrasil, Jorge Viana, um avanço nessa relação será positivo para os dois países. Nesse sentido, ele também reforçou que a ampliação do comércio e da cooperação estratégica deve orientar o novo ciclo da parceria bilateral.
“Esta visita de Estado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva marca o início de uma nova fase na relação entre Brasil e Coreia do Sul, uma fase de mais investimentos, mais inovação e projetos estratégicos conjuntos para os próximos anos”, disse.
No encerramento do fórum, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ressaltou a necessidade de elevar o nível da relação econômica entre os países:
“A corrente de comércio entre Brasil e Coreia ainda é pequena diante do tamanho das nossas economias. Precisamos avançar na integração produtiva, cooperação industrial e acordos que fortaleçam nossas cadeias de suprimentos”, destacou.
“A melhor resposta ao protecionismo é mais diálogo, mais negociação e mais comércio justo. Estou certo de que este fórum marca um novo momento na relação entre nossos países e abrirá oportunidades concretas para empresas e trabalhador”, complementou o presidente.
De acordo com a ApexBrasil, ao reunir governo e setor privado em torno de uma agenda estruturada e orientada a resultados, o encontro estabelece as bases para um novo ciclo de cooperação, no qual comércio, investimentos, inovação e cultura se fortalecem mutuamente.
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