VoltarApesar da alta mensal, resultado ainda não reverte perdas de 2025 e mantém queda no acumulado do ano
Baixar áudioO faturamento real da indústria de transformação cresceu 4,9% em fevereiro deste ano, segundo levantamento mais recente da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Em janeiro, o índice havia avançado 1,3% e, agora, acumula alta de 6,2% em relação a dezembro de 2025.
Apesar da sequência de resultados positivos, os dados ainda não indicam uma retomada consistente do ritmo de crescimento do setor. Na comparação com o mesmo período do ano passado, o faturamento industrial registra queda de 8,5% no acumulado do primeiro bimestre de 2026.
Segundo o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, os resultados devem ser interpretados com cautela.
“Esses resultados não reverteram as quedas dos últimos meses de 2025 e dificilmente isso vai acontecer nos próximos meses. Mesmo que haja mais alguma alta, a comparação do mesmo período deste ano de 2026 com 2025 provavelmente ainda mostrará resultados negativos por algum tempo, refletindo essas dificuldades que a indústria veio acumulando no final do ano passado”, explica.
Outro indicador que exige atenção é o de horas trabalhadas na produção. De acordo com o levantamento, o índice cresceu 0,7% em fevereiro, registrando a segunda alta consecutiva. Ainda assim, o avanço não compensa as perdas observadas ao longo do segundo semestre de 2025. Na comparação com janeiro e fevereiro do ano passado, as horas trabalhadas na produção recuaram 2,7%.
“Não vemos, no curto prazo, muitas mudanças nesse cenário de demanda mais fraca para a indústria, o que se reflete em faturamento menor e em horas trabalhadas na produção ainda comprimidas”, destaca Azevedo.
Já a Utilização da Capacidade Instalada (UCI) permaneceu praticamente estável, passando de 77,5% em janeiro para 77,3% em fevereiro. No acumulado do primeiro bimestre de 2026, houve queda de 1,6 ponto percentual em relação ao mesmo período do ano passado.
O levantamento da CNI mostra ainda que os indicadores ligados ao mercado de trabalho industrial praticamente não variaram entre janeiro e fevereiro.
O emprego ficou estável no período e acumula queda de 0,4% no primeiro bimestre de 2026 na comparação com o mesmo intervalo do ano anterior.
A massa salarial e o rendimento médio pagos aos trabalhadores da indústria permaneceram estáveis de janeiro para fevereiro. No acumulado do primeiro bimestre, a massa salarial segue em alta, com avanço de 0,9% frente ao mesmo período do ano passado. Já o rendimento médio cresceu 1,4% na mesma base de comparação.
O levantamento completo dos Indicadores Industriais está disponível no site da CNI.
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Copiar o textoEm um momento em que a mineração global é pressionada por demandas simultâneas de eficiência, sustentabilidade e velocidade, a engenharia mineral no Brasil se vê diante de uma encruzilhada. De um lado, um arsenal tecnológico sem precedentes — inteligência artificial, modelagem avançada, digitalização de processos e integração de dados em escala nunca antes disponível. De outro, desafios estruturais que persistem: formação de talentos, cultura organizacional, fragmentação entre disciplinas e a dificuldade histórica de transformar inovação em prática efetiva.
Foi a partir desses aspectos que se desenvolveu o debate promovido pela Brasil Mineral, reunindo profissionais com trajetórias complementares e forte atuação no setor. Os moderadores foram os conselheiros da revista: Cláudia Diniz, engenheira química de formação com mestrado e doutorado em processamento mineral, MBA em negócios de mineração e uma carreira de mais de 20 anos no setor – é cofundadora do Mining Hub e do Women in Mining Brasil (onde também exerce o cargo de diretora). Em 2016 ela foi premiada como uma das 100 mulheres mais inspiradoras do mundo da mineração, concedido pelo Women in Mining UK. Hoje trabalha na Accenture. O outro conselheiro que atuou como moderador foi Arão Portugal, profissional de vasta experiência no setor, formado em administração de empresas com especialização em comércio exterior e com MBA em Supply Chain. Em sua carreira ele teve passagens pela Vale, foi vice-presidente administrativo da Yamana Global e Country Manager do Brasil, passando depois pela Amarillo Gold, atuando no projeto Mara Rosa, até a empresa ser adquirida pela Hochschild Mining. Hoje Arão é consultor no setor, com importante presença na Aclara Resources, mineradora de terras raras, cujo projeto está sendo desenvolvido no nordeste de Goiânia, local de grande desafio logístico.
Como debatedores, o encontro contou com a presença de Mara Estanislau, vice-presidente Brasil da Ausenco; Maria de Lourdes Bahia, vice-presidente da área de Mineração e Metalurgia para a América Latina da AtkinsRéalis; Bruno Vartuli, diretor de Ferrosos e Leves da Hatch, responsável pelas operações no Brasil; Saulo Liberato, diretor da DMT no Brasil, empresa com foco em geologia e análise de projetos; Alexandre Baltar, vice-presidente da Abremi (Associação Brasileira de Engenheiros de Minas); e do Professor Maurício Bergerman, engenheiro de minas com passagem profissional pela Vale nas áreas de cobre e ferrosos. Foi docente da Universidade Federal de Alfenas, vindo depois para a Poli/USP na área de tratamento de minérios, onde possui mestrado e doutorado. Pelo lado da academia, ele ressaltou duas questões: como a mineração incorpora novas tecnologias e como o Brasil lida com o desenvolvimento tecnológico, sempre mais difícil nos países em desenvolvimento.
Ao longo da conversa, mais do que discutir tendências, o grupo buscou responder a uma provocação central: se fosse possível redesenhar hoje o modelo de desenvolvimento de projetos de engenharia de capital, por onde começar — tecnologia, processos ou pessoas?
A discussão revelou rapidamente que, embora a tecnologia avance em ritmo acelerado, sua adoção ainda esbarra em barreiras menos visíveis, porém mais complexas. A cultura organizacional, a baixa maturidade digital de parte das empresas, a falta de integração entre etapas dos projetos e a carência de profissionais com formação híbrida surgiram como entraves recorrentes. Ao mesmo tempo, destacou-se a existência de um descompasso crescente entre a velocidade da inovação e a capacidade de adaptação das organizações.
Outro ponto de convergência foi o reconhecimento de que o setor atravessa uma lacuna de experiência. Após ciclos de crise e retração, somados aos efeitos da pandemia, parte significativa da nova geração de engenheiros ainda não vivenciou projetos completos, o que impacta diretamente a qualidade das decisões e reforça a necessidade de maior aproximação entre academia e indústria.
Nesse contexto, temas como gestão de riscos, revisão das metodologias tradicionais de projeto, incorporação gradual de tecnologias e fortalecimento de modelos colaborativos ganharam protagonismo. A Inteligência Artificial, por sua vez, apareceu como ferramenta estratégica, mas longe de ser uma solução autônoma — seu valor depende, sobretudo, da qualidade dos dados e da capacidade analítica de quem a utiliza.
Ao final, mais do que apontar respostas definitivas, o debate deixou clara a complexidade do momento vivido pela engenharia mineral. A transformação em curso não será conduzida apenas por avanços tecnológicos, mas pela capacidade do setor de alinhar pessoas, processos e inovação em uma mesma direção — com mais integração, mais visão sistêmica e, sobretudo, mais consciência sobre o papel da engenharia na construção da mineração do futuro.
Leia a matéria completa na edição 455 da Brasil Mineral
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Baixar áudioA proteção das nascentes que alimentam o rio São Francisco está no centro das ações de recuperação da estrada de acesso ao Parque Nacional da Serra da Canastra, em Minas Gerais. As obras buscam conter processos erosivos, evitar assoreamento e reduzir riscos de deslizamentos, contribuindo diretamente para a preservação dos recursos hídricos da região. Nesta quarta-feira (8), uma equipe do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) esteve na Serra da Canastra para acompanhar a execução dos trabalhos.
Os técnicos percorreram trechos da estrada no município de São Roque de Minas que passam por reforma e recuperação, avaliando os impactos das intervenções e sua efetividade na proteção dos mananciais. O projeto contempla obras de infraestrutura em dois trechos da via principal de acesso ao parque, totalizando cerca de 9,6 quilômetros. As intervenções incluem serviços de pavimentação, drenagem e contenção de encostas, reduzindo o carreamento de sedimentos para os cursos d’água e prevenindo a degradação ambiental.
Com investimento superior a R$ 51 milhões, a obra alcançou cerca de 50% até o final de 2025, com trechos pavimentados e outros em fase de terraplanagem. A previsão de conclusão é abril de 2027. “A recuperação da estrada de acesso ao Parque Nacional da Canastra resolve um problema que se arrasta por vários anos. Essa obra vai interromper o processo erosivo instalado na região, evitar o aporte de sedimentos na região da nascente do São Francisco e facilitar o acesso da população ao parque, contribuindo para o desenvolvimento socioeconômico regional", destacou o secretário Nacional de Segurança Hídrica do MIDR, Giuseppe Vieira.
A ação integra um conjunto mais amplo de iniciativas coordenadas pelo MIDR, por meio dos Comitês Gestores das Contas dos Programas de Revitalização dos Recursos Hídricos, voltados à recuperação de bacias hidrográficas. Os recursos são oriundos do processo de desestatização da Eletrobras e têm como foco ampliar a recarga hídrica e reduzir processos erosivos.
“Os comitês gestores, responsáveis por administrar recursos de programas de revitalização das bacias do São Francisco e do Parnaíba, elaboram planos que priorizam o aumento das vazões afluentes e a flexibilidade dos reservatórios. Nesse contexto, a recuperação de áreas degradadas permite que a água infiltre no solo, recarregando aquíferos e fortalecendo nascentes, tornando-as mais saudáveis e volumosas. Assim, o trabalho do comitê é pensar a bacia de forma integrada e promover ações que ampliem a disponibilidade hídrica como um todo”, explicou Ramile Soares, assessora técnica especializada na SNSH.
Além da obra na Serra da Canastra, a comitiva também cumpre agenda em outras regiões de Minas Gerais para acompanhar a implantação de Unidades Demonstrativas de Recuperação de Nascentes (UDRNs) nas bacias dos rios Grande e Paranaíba. A iniciativa prevê a instalação de 200 unidades com técnicas de bioengenharia, regeneração ambiental e uso de tecnologias inovadoras, como inteligência artificial para monitoramento.
Copiar o textoSaiba o que faz e quais os sintomas da paratireoide
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Baixar áudioExistem quatro glândulas paratireoides no pescoço, ao lado da tireoide. Elas são responsáveis por regular os níveis de cálcio no sangue. Sua função principal é produzir o hormônio PTH, que aumenta o cálcio no sangue.
“Quando os níveis de cálcio caem, as paratireoides trabalham para equilibrá-los”, explica o Dr. Murilo Neves.
Problemas como hiperparatireoidismo podem causar desequilíbrios. Fique atento aos exames de rotina e cuide da sua saúde!
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Baixar áudioO Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) vai permitir que segurados façam perícia médica por telemedicina a partir do dia 13 de abril de 2026. A nova regra vale para todo o país e utiliza o sistema chamado SAT Remoto.
Mesmo com a consulta sendo por vídeo, o segurado ainda precisa ir até uma Agência da Previdência Social (APS). É lá que todo o atendimento começa.
Veja o passo a passo:
1. Agendamento
O atendimento precisa ser marcado com antecedência pelos canais do INSS.
2. Chegada à agência
No dia e horário agendados, o segurado deve comparecer normalmente à APS, com documentos pessoais e laudos médicos.
3. Triagem e documentos
Na agência, o cidadão será identificado, vai assinar um termo autorizando a teleperícia e terá os documentos digitalizados.
4. Encaminhamento para a teleperícia
Depois disso, ele será direcionado para uma sala equipada com computador, câmera e internet.
5. Atendimento com o perito
A perícia é feita por videoconferência. O médico perito analisa os documentos, confirma a identidade do segurado e realiza a avaliação.
6. Resultado
Ao final, o resultado é registrado no sistema, e o segurado deve acompanhar pelos canais digitais do INSS.
Entre os atendimentos disponíveis estão:
As unidades da Previdência continuam sendo fundamentais no processo. Elas são responsáveis por:
Já os médicos peritos realizam o atendimento de forma remota, com acesso seguro aos sistemas.
A medida tem como objetivo ampliar o acesso às perícias e reduzir o tempo de espera para os segurados.
Copiar o textoAs cidades são das regiões Sul e Sudeste do país
Baixar áudioA transferência do primeiro decêndio de abril do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) está prevista para esta sexta-feira (10). O valor total a ser distribuído é de R$ 6,4 bilhões. No entanto, oito cidades estão bloqueadas para o recebimento desses recursos. A suspensão deverá se manter até que as prefeituras regularizem as pendências, que podem ser legais, fiscais ou previdenciárias.
Os municípios estão divididos entre as regiões Sul e Sudeste do país, com destaque para Santa Catarina e Rio de Janeiro, que concentram três cidades bloqueadas cada. A lista também inclui municípios do Espírito Santo e do Rio Grande do Sul.
De acordo com o Tesouro Nacional, os bloqueios podem ocorrer por diferentes motivos, incluindo a falta de pagamento da contribuição ao Pasep, dívidas com o INSS, débitos inscritos na dívida ativa pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) ou ausência de prestação de contas no SIOPS (Sistema de Informações sobre Orçamento Público em Saúde).
A lista das cidades consta no Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (SIAFI), que reúne informações orçamentárias e financeiras da União.
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O sistema registra essas pendências e impede o recebimento de qualquer transferência até que o município regularize sua situação.
Para o especialista em orçamento público, Cesar Lima, o bloqueio do FPM tem grande impacto nas finanças municipais. Por isso, é importante que os problemas sejam identificados e sanados.
“Em relação aos municípios bloqueados, que não vão receber os seus valores na sexta-feira, é importante que eles procurem saber o motivo do bloqueio, que pode ir desde a não entrega de um dos relatórios obrigatórios pela Lei de Responsabilidade Fiscal até pendências previdenciárias ou mesmo o não pagamento de parcelas de empréstimos dos quais a União seja avalista”, lembra.
Vale destacar que os bloqueios são temporários. Dessa forma, assim que os municípios resolvem as pendências, os repasses do FPM são retomados, garantindo recursos essenciais para áreas como saúde, educação, infraestrutura e pagamento de pessoal.
Copiar o textoEm Paranaguá, a soja marca o período em queda; no Rio Grande do Sul, o trigo apresenta estabilidade
Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia esta quinta-feira (9) com baixa no Paraná. No interior do estado, o grão é negociado a R$ 121,47, com recuo de 0,78%. Já no porto de Paranaguá, principal referência no litoral paranaense, a cotação apresenta baixa de 0,15%, sendo negociada a R$ 128,12.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 08/04/2026 | 121,47 | -0,78% | -1,09% | 23,77 |
| 07/04/2026 | 122,42 | -0,51% | -0,32% | 23,72 |
| 06/04/2026 | 123,05 | 0,61% | 0,20% | 23,90 |
| 02/04/2026 | 122,31 | -0,15% | -0,41% | 23,70 |
| 01/04/2026 | 122,49 | -0,26% | -0,26% | 23,75 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 08/04/2026 | 128,12 | -0,15% | -0,87% | 25,07 |
| 07/04/2026 | 128,31 | -0,39% | -0,72% | 24,86 |
| 06/04/2026 | 128,81 | 0,24% | -0,33% | 25,02 |
| 02/04/2026 | 128,50 | 0,46% | -0,57% | 24,89 |
| 01/04/2026 | 127,91 | -1,03% | -1,03% | 24,80 |
O preço do trigo apresenta alta no Paraná e a tonelada é negociada a R$ 1.291,22. E no Rio Grande do Sul, a tonelada do grão registra estabilidade, sendo cotada a R$ 1.156,90.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 08/04/2026 | 1.291,22 | 0,37% | 0,49% | 252,64 |
| 07/04/2026 | 1.286,52 | 0,12% | 0,12% | 249,28 |
| 06/04/2026 | 1.285,02 | -0,24% | 0,01% | 249,62 |
| 02/04/2026 | 1.288,15 | -0,07% | 0,25% | 249,54 |
| 01/04/2026 | 1.289,02 | 0,32% | 0,32% | 249,91 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 08/04/2026 | 1.156,90 | 0,00% | 0,37% | 226,36 |
| 07/04/2026 | 1.156,90 | 0,03% | 0,37% | 224,16 |
| 06/04/2026 | 1.156,51 | -0,11% | 0,33% | 224,65 |
| 02/04/2026 | 1.157,76 | 0,12% | 0,44% | 224,29 |
| 01/04/2026 | 1.156,38 | 0,32% | 0,32% | 224,19 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
Copiar o textoVeja os valores do café arábica, café robusta, açúcar cristal e do milho no mercado
Baixar áudioO preço do café arábica nesta quinta-feira (9) registra alta e a saca de 60 kg é negociada por R$ 1.829,20, na cidade de São Paulo.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 08/04/2026 | 1.829,20 | 0,41% | -3,10% | 357,90 |
| 07/04/2026 | 1.821,69 | -3,37% | -3,50% | 352,97 |
| 06/04/2026 | 1.885,21 | 0,78% | -0,14% | 366,20 |
| 02/04/2026 | 1.870,64 | -0,50% | -0,91% | 362,39 |
| 01/04/2026 | 1.880,08 | -0,41% | -0,41% | 364,50 |
O café robusta apresentou desvalorização de 1,13% e está sendo negociado a R$ 891,15.
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 08/04/2026 | 891,15 | -1,13% | -7,72% | 174,36 |
| 07/04/2026 | 901,31 | -2,23% | -6,67% | 174,64 |
| 06/04/2026 | 921,86 | -1,63% | -4,54% | 179,07 |
| 02/04/2026 | 937,13 | -1,26% | -2,96% | 181,54 |
| 01/04/2026 | 949,07 | -1,73% | -1,73% | 184,00 |
O preço do açúcar cristal apresenta variação nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg registra elevação de 0,43%, cotada a R$ 103,82.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 08/04/2026 | 103,82 | 0,43% | -1,56% | 20,31 |
| 07/04/2026 | 103,38 | -0,75% | -1,97% | 20,03 |
| 06/04/2026 | 104,16 | -0,86% | -1,23% | 20,23 |
| 02/04/2026 | 105,06 | -0,26% | -0,38% | 20,35 |
| 01/04/2026 | 105,33 | -0,12% | -0,12% | 20,42 |
Em Santos (SP), a mercadoria é negociada a R$ 105,29; a cotação média apresenta recuo de 1,71%.
INDICADOR AÇÚCAR CRISTAL - SANTOS
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 08/04/2026 | 105,29 | -1,71% | -7,72% | 20,69 |
| 07/04/2026 | 107,12 | -3,32% | -6,12% | 20,75 |
| 06/04/2026 | 110,80 | -0,85% | -2,89% | 21,50 |
| 02/04/2026 | 111,75 | 0,12% | -2,06% | 21,63 |
| 01/04/2026 | 111,62 | -2,17% | -2,17% | 21,63 |
A saca de 60 kg do milho é negociada a R$ 69,79, com alta de 0,30%.
INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 08/04/2026 | 69,79 | 0,30% | -0,82% | 13,65 |
| 07/04/2026 | 69,58 | -0,43% | -1,12% | 13,48 |
| 06/04/2026 | 69,88 | -0,11% | -0,70% | 13,57 |
| 02/04/2026 | 69,96 | -0,51% | -0,58% | 13,55 |
| 01/04/2026 | 70,32 | -0,07% | -0,07% | 13,63 |
Os dados são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
Copiar o textoAs cotações do frango congelado apresentam variação, carcaça suína registra estabilidade
Baixar áudioO preço do boi gordo nesta quinta-feira (9) apresenta alta; a arroba está sendo negociada a R$ 365,00, no estado de São Paulo.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 08/04/2026 | 365,00 | 0,21% | 2,53% | 71,41 |
| 07/04/2026 | 364,25 | 0,89% | 2,32% | 70,58 |
| 06/04/2026 | 361,05 | 0,04% | 1,42% | 70,13 |
| 02/04/2026 | 360,90 | 0,56% | 1,38% | 69,91 |
| 01/04/2026 | 358,90 | 0,81% | 0,81% | 69,58 |
Na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado, os preços do frango apresentam variação. O frango congelado passou a ser negociado a R$ 7,29 com alta de 0,28%, enquanto o frango resfriado fechou a R$ 7,30 com estabilidade.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 08/04/2026 | 7,29 | 0,28% | 0,69% |
| 07/04/2026 | 7,27 | 0,00% | 0,41% |
| 06/04/2026 | 7,27 | 0,41% | 0,41% |
| 02/04/2026 | 7,24 | 0,00% | 0,00% |
| 01/04/2026 | 7,24 | 0,00% | 0,00% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 08/04/2026 | 7,30 | 0,00% | 0,41% |
| 07/04/2026 | 7,30 | 0,00% | 0,41% |
| 06/04/2026 | 7,30 | 0,41% | 0,41% |
| 02/04/2026 | 7,27 | 0,00% | 0,00% |
| 01/04/2026 | 7,27 | 0,00% | 0,00% |
A carcaça suína especial apresenta estabilidade sendo negociada a R$ 9,46, por quilo, nos atacados da Grande São Paulo.
O suíno vivo registra queda na maior parte dos estados, com destaque para São Paulo onde o animal é comercializado a R$ 6,42.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 08/04/2026 | 9,46 | 0,00% | -1,87% |
| 07/04/2026 | 9,46 | -1,15% | -1,87% |
| 06/04/2026 | 9,57 | -0,73% | -0,73% |
| 02/04/2026 | 9,64 | 0,00% | 0,00% |
| 01/04/2026 | 9,64 | 0,00% | 0,00% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 08/04/2026 | MG - posto | 6,55 | 0,31% | -0,30% |
| 08/04/2026 | PR - a retirar | 5,83 | -0,51% | -5,20% |
| 08/04/2026 | RS - a retirar | 5,97 | -0,67% | -5,09% |
| 08/04/2026 | SC - a retirar | 5,79 | -0,52% | -6,01% |
| 08/04/2026 | SP - posto | 6,42 | -0,16% | -2,87% |
Os valores são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias. Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
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Baixar áudioO dólar encerrou o último pregão em queda, cotado a R$ 5,09, o menor patamar em cerca de 22 meses. Ao longo do dia, a moeda chegou a atingir a mínima de R$ 5,06, acompanhando um movimento global de desvalorização frente a diversas divisas.
No cenário internacional, a moeda americana perdeu força diante de outras moedas importantes, refletindo um ambiente de maior alívio nas tensões externas. Ainda assim, o real apresentou desempenho mais moderado quando comparado a outras moedas de países emergentes.
De acordo com especialistas, o comportamento mais estável da moeda brasileira nas últimas semanas está ligado ao fluxo de capital estrangeiro. Investidores internacionais têm direcionado recursos ao Brasil, mesmo em um contexto de incertezas globais e menor apetite por risco.
Já o euro encerrou o último pregão em baixa, cotado a R$ 5,94.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1962 | 0,1682 | 0,1464 | 31,1094 | 0,1552 | 0,2716 | 0,2784 |
| USD | 5,0973 | 1 | 0,8574 | 0,7463 | 158,58 | 0,7913 | 1,3843 | 1,4193 |
| EUR | 5,9453 | 1,1664 | 1 | 0,8704 | 184,97 | 0,9230 | 1,6146 | 1,6552 |
| GBP | 6,8303 | 1,3403 | 1,1489 | 1 | 212,52 | 1,0604 | 1,8552 | 1,9017 |
| JPY | 3,21447 | 0,630597 | 0,54066 | 0,470588 | 1 | 0,4990 | 0,87297 | 0,89498 |
| CHF | 6,4419 | 1,2637 | 1,0835 | 0,9431 | 200,41 | 1 | 1,7493 | 1,7935 |
| CAD | 3,6821 | 0,7224 | 0,6193 | 0,5391 | 114,56 | 0,5716 | 1 | 1,0252 |
| AUD | 3,5924 | 0,7048 | 0,6041 | 0,5258 | 111,75 | 0,5576 | 0,9755 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
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