VoltarFenômeno pode elevar temperaturas, atrasar chuvas e aumentar o risco de queimadas no Brasil
Baixar áudioDe setembro a novembro, o Brasil tem 90% de probabilidade de enfrentar um episódio de El Niño muito forte. A previsão é do Centro de Previsão Climática, da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (CPC/NOAA), divulgado no início de agosto de 2026. Segundo boletim divulgado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), em parceria com outras instituições, a previsão indica temperaturas acima da média em quase todo o país.
Há possibilidade de chuvas que superem a média histórica na Região Sul e de um trimestre mais seco nas regiões Norte e Nordeste.
O Boletim nº 3 do Painel El Niño 2026-2027 aponta que a combinação de calor e estiagem prolongada nas regiões Central e Norte do país pode implicar em um problema adicional: as queimadas. Conforme o boletim, o cenário aumenta o potencial de propagação de queimadas, especialmente se o início da estação chuvosa atrasar – o que, segundo o Inmet, já é considerado provável.
A publicação é realizada pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em parceria com o Inmet, a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), o Serviço Geológico do Brasil (SGB), a Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec) e o Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam).
O boletim também informa que, geralmente, o trimestre marca a transição da seca para o período chuvoso na Amazônia Legal e no Pantanal. No entanto, diante de um El Niño mais intenso e prolongado, pode existir atraso neste processo.
Segundo o instituto, projeções do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam) indicam chuvas abaixo da média em nove estados, sendo: Amapá, Roraima, Pará, Maranhão, Amazonas, Acre, norte de Mato Grosso e nas porções norte e central do Tocantins e Rondônia. O fenômeno também deve impactar as temperaturas, que devem ficar acima da média em toda a região.
Na prática, isso pode prolongar as condições típicas de estiagem durante parte da primavera, mantendo o solo mais seco e a vegetação mais suscetível ao fogo por mais tempo do que o habitual.
O alerta dos pesquisadores da NOAA é de que, historicamente, eventos de El Niño mais intensos não significam automaticamente impactos mais severos. Mas aumentam a probabilidade de que ocorram.
Em nota, o Inmet reforçou a necessidade de monitoramento contínuo das condições meteorológicas nas próximas semanas, tanto em escala de curto prazo quanto sazonal, com o objetivo de identificar as áreas mais vulneráveis a secas, ondas de calor e episódios de chuva intensa com antecedência.
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Baixar áudioO Brasil se prepara para a nova temporada de cruzeiros, que começa no fim de outubro, com aumento de 24% na oferta de leitos em relação ao ciclo anterior. Segundo o Ministério do Turismo (MTur), serão mais de 831 mil vagas distribuídas em oito navios que vão operar na costa brasileira.
A temporada 2026/2027 contará com 675 escalas e 187 roteiros. A pasta estima que a estrutura deverá superar o impacto econômico do ciclo anterior, quando o setor movimentou R$ 4,28 bilhões na economia nacional.
“O turismo de cruzeiros gera resultados concretos para os destinos das rotas marítimas brasileiras. É um setor que fortalece pequenos negócios e cria oportunidades em várias frentes", explicou o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, durante uma visita técnica ao Porto do Recife (PE), nesta quinta-feira (3).
Uma das principais portas de entrada dos cruzeiros internacionais no país, o terminal da capital pernambucana será o responsável pelas boas-vindas aos meganavios da nova temporada.
O primeiro navio internacional a chegar no porto deve ser o Buenavista, da empresa Corazul Cruzeiros. Será a primeira vez da companhia em águas brasileiras. De acordo com a Clia Brasil (Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos), a atracagem está prevista para o dia 31 de outubro com 2.014 passageiros e 751 tripulantes.
Durante encontro com representantes do setor do turismo pernambucano, Feliciano destacou a expectativa de ampliar, ao longo do tempo, o potencial turístico de Recife e fortalecer o setor no estado.
“A expectativa é que a gente possa, exatamente, através do pontapé inicial aqui do Recife com a chegada desses navios, poder aumentar o fluxo e a frequência de navios a partir de Recife, para que essa temporada seja mais potencializada”, afirmou.
Embora os turistas permaneçam no porto por apenas algumas horas antes de seguirem viagem, o ministro destacou que o retorno desses visitantes à região depende de esforços conjuntos do MTur e dos profissionais que atuam no setor turístico local.
“A partir dessa primeira experiência, a gente espera que o turista possa criar um elo de relação com aquele roteiro, com aquela rota. Então ele vai vir para o Recife, talvez conheça algumas coisas por perto, mas cabe exatamente a quem faz o turismo de Pernambuco, e nós do ministério, divulgar o resto do estado, as belezas naturais que se tem no litoral sul, no litoral norte, que tem no interior do estado, para que exatamente ele tenha esse conhecimento e possa retornar e regressar”, destacou o chefe da pasta.
Ainda de acordo com o MTur, alimentação, comércio, transporte, passeios e hospedagem lideram a lista de serviços beneficiados pelos gastos de passageiros e tripulantes no fomento às economias locais.
Nas cidades de escala, o gasto médio gerado por cada cruzeirista é de R$ 800,98. Já nos destinos de embarque e desembarque, em que a permanência e o consumo são maiores, a média chega a R$ 962,55 por passageiro.
O setor também traz benefícios para o mercado de trabalho. Na temporada 2025/2026, o segmento foi responsável pela criação de 64.529 postos de trabalho — dos quais 63.321 correspondem a empregos diretos e indiretos na cadeia produtiva.
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Baixar áudioO Serviço Social da Indústria (SESI) lançou a Academia da Saúde da Indústria, uma plataforma voltada à capacitação, articulação e desenvolvimento de lideranças na área de saúde do setor. A iniciativa busca transformar a gestão da saúde em um ativo estratégico para a indústria brasileira, com foco em educação executiva, inteligência estratégica, networking e inovação.
Segundo o superintendente de Saúde da Indústria, Emmanuel Lacerda, a Academia da Saúde será o braço educacional do Movimento Empresarial pela Saúde (MES) e pretende atender à necessidade de qualificação de gestores de saúde, benefícios e recursos humanos das empresas industriais.
“A partir de um processo de experiências práticas, a ideia é que a gente leve uma melhor gestão do benefício e da saúde e impacte positivamente na vida de milhares de pessoas que estão trabalhando na indústria ou são dependentes de trabalhadores da indústria”, explica.
O SESI já atua como agente integrador do ecossistema de saúde, conectando empresas, academia, governo, prestadores de serviços, operadoras, instituições de pesquisa e entidades representativas.
Segundo a entidade, a Academia da Saúde da Indústria deverá estimular a construção de soluções colaborativas para desafios complexos do setor, a partir da qualificação permanente, do intercâmbio de experiências e da produção de conhecimento aplicado.
A iniciativa também pretende contribuir para melhorar a gestão dos investimentos corporativos em saúde, com potencial para favorecer a retenção de talentos, reduzir o afastamento de profissionais, elevar a produtividade e adequar os custos assistenciais.
Para isso, a plataforma oferece:
A metodologia da Academia da Saúde da Indústria é dividida em quatro etapas:
A iniciativa é destinada a empresas de médio e grande porte integrantes do Movimento Empresarial pela Saúde (MES), além de executivos C-Level, gestores e especialistas em saúde, representantes do governo, operadoras, instituições de ciência e tecnologia (ICTs) e universidades.
Para participar dos programas, capacitações e imersões da Academia da Saúde da Indústria, a empresa precisa primeiro aderir ao MES por meio do formulário oficial de inscrição do SESI.
A Academia da Saúde da Indústria foi anunciada durante o Conecta Saúde 2026, realizado na última terça-feira (1º), em São Paulo. Promovido pelo SESI e pelo Conselho Nacional do SESI (CN-SESI), com apoio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), o evento reuniu mais de 500 participantes, entre lideranças empresariais, gestores públicos, representantes do setor de saúde e especialistas.
O encontro discutiu como transformar diferentes atendimentos, informações e serviços de saúde em uma jornada contínua, capaz de acompanhar as pessoas antes, durante e depois de um quadro de saúde.
Na abertura do evento, o diretor-superintendente do SESI, Paulo Mol, destacou que uma visão integral da saúde exige o acompanhamento da trajetória do trabalhador ao longo do tempo, conectando informações, atendimentos e diferentes pontos da rede. Segundo ele, essa mudança passa por uma atuação mais preventiva, que começa antes do surgimento da doença e prioriza a continuidade do cuidado.
O presidente do Conselho Nacional do SESI, Fausto Junior, ressaltou que esse avanço também depende da capacidade de integrar os diferentes atores que fazem parte do sistema de saúde.
Confira outros detalhes no portal da indústria.
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Baixar áudioO dólar fechou o pregão aos R$ 5,10, após abrir a quinta-feira em queda e chegar à mínima de R$ 5,07 durante a sessão. O movimento acompanhou a trajetória da moeda no exterior, com o DXY, índice que compara a moeda americana com seis divisas de economias desenvolvidas, também em baixa.
A pressão sobre a moeda americana ocorre em meio à queda dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, os Treasuries. O movimento veio após dados de emprego privado, medidos pelo ADP, ficarem abaixo das expectativas e de declarações de John Williams, do Federal Reserve, moderarem as apostas em um novo aperto monetário.
No cenário doméstico, o mercado segue atento às pesquisas eleitorais. No exterior, investidores também aguardam a divulgação do payroll, relatório de emprego dos Estados Unidos, que pode fornecer novas pistas sobre os próximos passos da política de juros do Federal Reserve.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,90.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1960 | 0,1685 | 0,1448 | 30,5185 | 0,1582 | 0,2701 | 0,2736 |
| USD | 5,1033 | 1 | 0,8598 | 0,7392 | 155,74 | 0,8073 | 1,3785 | 1,3883 |
| EUR | 5,9067 | 1,1630 | 1 | 0,8597 | 181,12 | 0,9388 | 1,6029 | 1,6146 |
| GBP | 6,9051 | 1,3529 | 1,1633 | 1 | 210,70 | 1,0921 | 1,8647 | 1,8783 |
| JPY | 3,27681 | 0,642076 | 0,55212 | 0,474609 | 1 | 0,5183 | 0,88513 | 0,89142 |
| CHF | 6,3214 | 1,2388 | 1,0649 | 0,9157 | 192,93 | 1 | 1,7060 | 1,7203 |
| CAD | 3,7021 | 0,7254 | 0,6242 | 0,5363 | 113,00 | 0,5857 | 1 | 1,0085 |
| AUD | 3,6562 | 0,7203 | 0,6193 | 0,5324 | 112,18 | 0,5815 | 0,9928 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
Copiar o textoSaca de 60 quilos é negociada a R$ 151,68 no interior do Paraná e a R$ 160,14 em Paranaguá
Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia esta sexta-feira (4) com redução no interior do Paraná e na região litorânea de Paranaguá.
No mercado paranaense, o grão apresenta baixa de 0,61%, com a saca negociada a R$ 151,68. Em Paranaguá, a baixa foi de 0,53%, levando a cotação para R$ 160,14.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 03/09/2026 | 151,68 | -0,61% | 0,24% | 29,72 |
| 02/09/2026 | 152,61 | -0,29% | 0,86% | 29,88 |
| 01/09/2026 | 153,06 | 1,16% | 1,16% | 29,72 |
| 31/08/2026 | 151,31 | -0,01% | 10,23% | 29,20 |
| 28/08/2026 | 151,32 | 1,41% | 10,24% | 29,09 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 03/09/2026 | 160,14 | -0,53% | 0,44% | 31,38 |
| 02/09/2026 | 160,99 | -0,09% | 0,97% | 31,52 |
| 01/09/2026 | 161,14 | 1,07% | 1,07% | 31,29 |
| 31/08/2026 | 159,44 | -0,20% | 10,03% | 30,77 |
| 28/08/2026 | 159,76 | 3,04% | 10,25% | 30,71 |
O trigo teve um aumento de preço no Paraná e redução no Rio Grande do Sul.
No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.456,52. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.359,38.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 03/09/2026 | 1.359,38 | 0,26% | 0,77% | 266,34 |
| 02/09/2026 | 1.355,88 | 0,56% | 0,51% | 265,44 |
| 01/09/2026 | 1.348,29 | -0,06% | -0,06% | 261,80 |
| 31/08/2026 | 1.349,04 | 0,13% | 2,05% | 260,33 |
| 28/08/2026 | 1.347,35 | 0,13% | 1,93% | 259,01 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
HTML
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 03/09/2026 | 1.456,52 | 0,20% | 0,01% | 285,37 |
| 02/09/2026 | 1.453,63 | -0,29% | -0,19% | 284,58 |
| 01/09/2026 | 1.457,92 | 0,10% | 0,10% | 283,09 |
| 31/08/2026 | 1.456,41 | 0,27% | 3,59% | 281,05 |
| 28/08/2026 | 1.452,55 | 0,22% | 3,32% | 279,23 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
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Baixar áudioO Ibovespa fechou o pregão aos 185.188,13 pontos, em alta, com investidores atentos às pesquisas eleitorais e ao cenário político brasileiro. O índice chegou a operar acima dos 187 mil pontos durante a manhã, quando registrava avanço de 1,39%.
Segundo analistas, os ativos brasileiros continuam apresentando desempenho positivo em meio ao cenário eleitoral mais aquecido, movimento potencializado pela melhora do fluxo de recursos para o mercado local.
Entre os destaques, as ações da Petrobras avançaram com a valorização do petróleo no mercado internacional. Os papéis preferenciais da companhia chegaram a subir 1,5% durante a sessão.
O setor financeiro também teve desempenho positivo. As ações do Itaú avançaram 1,93%, enquanto os papéis do BTG tiveram alta de 2,6%.
Com a queda dos juros futuros, empresas mais sensíveis às taxas também ganharam força. As ações da Renner subiram 2,82%, enquanto a Magazine Luiza avançou 4,44%.
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
Dotz SA (DOTZ3) -14,63%
O volume total negociado na B3 foi de R$ 34.902.313.785, em meio a 4.525.242 de negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
Copiar o textoCondição de instabilidade atinge os três estados e temperaturas variam de 8°C a 23°C nas capitais
Baixar áudioA sexta-feira (4) será de muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada nos três estados da Região Sul, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Rio Grande do Sul, Porto Alegre terá mínima de 8°C e máxima de 18°C, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. No restante do estado, a nebulosidade também predomina, enquanto áreas do oeste e da Campanha Gaúcha apresentam períodos com menor cobertura de nuvens.
Em Santa Catarina, Florianópolis registra temperaturas entre 18°C e 22°C, também com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. A instabilidade alcança principalmente o leste catarinense, enquanto áreas do oeste têm variação de nebulosidade.
No Paraná, Curitiba terá mínima de 11°C e máxima de 23°C, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. A condição de maior nebulosidade predomina em grande parte do estado, com possibilidade de precipitação em áreas do sul e leste paranaense.
A radiação solar e o vento promovem a evaporação; o vapor resfriado condensa em núcleos, formando nuvens e, quando as gotículas ou cristais crescem o suficiente, ocorre precipitação. Considera-se precipitação toda água líquida ou sólida que cai das nuvens e alcança o solo (garoa, chuva, chuva/garoa congelante, neve, granizo, graupel, etc.). Sua quantidade é medida por pluviômetro (com registro contínuo via pluviógrafo) e expressa preferencialmente em milímetros.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoPossibilidade de chuva isolada alcança o Distrito Federal e áreas do norte da região
Baixar áudioA sexta-feira (4) será de muitas nuvens em grande parte do Centro-Oeste, com possibilidade de chuva isolada em áreas mais ao norte da região, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Distrito Federal, Brasília terá muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. Os termômetros variam entre 20°C e 31°C.
Em Goiás, a previsão indica maior presença de nuvens no centro e no sul do estado, enquanto áreas do norte goiano podem registrar chuva isolada. Em Goiânia, a temperatura varia de 21°C a 35°C, com muitas nuvens.
Em Mato Grosso, há possibilidade de chuva isolada principalmente no norte do estado. Nas áreas centrais e no sul mato-grossense, o céu permanece com muitas nuvens. Cuiabá terá mínima de 27°C e máxima de 38°C.
Em Mato Grosso do Sul, muitas nuvens predominam na maior parte do estado, com períodos de menor nebulosidade em áreas do centro-sul. Em Campo Grande, os termômetros ficam entre 22°C e 32°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA sexta-feira (4) terá variação de nebulosidade na Região Sudeste, com maior presença de nuvens em São Paulo e tempo com poucas nuvens nos demais estados, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Em São Paulo, muitas nuvens predominam em boa parte do território. Na capital, os termômetros variam entre 14°C e 27°C.
No Rio de Janeiro, a previsão indica poucas nuvens na maior parte do estado. Na capital, a temperatura mínima será de 18°C, com máxima de 30°C.
Em Minas Gerais, o tempo também fica com poucas nuvens na maior parte do território. Em Belo Horizonte, a mínima prevista é de 17°C, enquanto a máxima chega a 27°C.
No Espírito Santo, poucas nuvens predominam ao longo do dia. Em Vitória, as temperaturas variam entre 16°C e 31°C, a maior máxima prevista entre as capitais do Sudeste.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA mais recente pesquisa Datafolha para a eleição presidencial, divulgada nesta quinta-feira (3), aponta que o eleitorado brasileiro permanece dividido em contextos regionalizados. Enquanto Luiz Inácio Lula da Silva (PT) continua com uma margem favorável no Norte e no Nordeste, Flávio Bolsonaro (PL) lidera as intenções de voto no Sudeste, Sul e Centro-Oeste no primeiro turno.
No cenário nacional, o petista conta com 39% das intenções de voto, e Flávio Bolsonaro soma 33%. Na sequência aparecem Ronaldo Caiado (PSD), com 5%; Renan Santos (Missão), com 4%; Romeu Zema (Novo), com 3%; e Augusto Cury (Avante), com 2%. Votos brancos e nulos somam 6%, enquanto 4% declararam-se indecisos.
No mês de junho, a diferença entre Lula e Flávio no 1º turno era de 10 pontos (41% a 31%). No mês seguinte, ficou entre oito pontos na segunda quinzena (40% a 32%). Agora, a distância caiu para seis pontos, o que aponta para uma diminuição gradual na vantagem do petista no período analisado.
No Nordeste, Lula responde por 53% da preferência, contra 25% de Flávio Bolsonaro. Contudo, Flávio Bolsonaro assume a liderança nas outras três regiões do país. No Sul, o senador lidera com 38%, enquanto Lula obtém 33%. No Sudeste, o registro é de 36% a 33% a favor do parlamentar liberal.
No recorte envolvendo Norte/Centro-Oeste, o cenário aponta 35% a 33%, a favor de Flávio contra Lula.
Em um eventual embate direto de segundo turno, o resultado nacional aponta 47% para Lula e 43% para Flávio Bolsonaro. Votos brancos, nulos ou em nenhum somam 9%, e 2% não responderam.
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O desenho regional indica que o desfecho da disputa dependerá do comportamento do eleitorado no Sudeste e da migração dos votos depositados nos candidatos de terceira via no Centro-Sul, além da capacidade de manutenção dos percentuais de Lula no Norte e Nordeste.
A avaliação negativa do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva aumentou na comparação com o levantamento realizado na segunda quinzena de julho. Agora, 41% dos eleitores consideram a gestão petista como ruim ou péssima. Outros 33% afirmaram que o governo é ótimo ou bom. 25% avaliam a administração como regular. Um por cento não soube responder.
No mês de julho, a avaliação negativa do governo chegava a 38%, ao passo que 32% relatavam uma percepção positiva. Para 28%, a gestão era regular.
Já a aprovação do trabalho de Lula como presidente aparece em 47%. A desaprovação chega a 50%, e 3% dos entrevistados não opinaram.
De acordo com pesquisa realizada na segunda quinzena de julho, 49% dos eleitores aprovavam a atuação de Lula na Presidência, enquanto 48% desaprovavam.
A pesquisa foi realizada com eleitores de 16 anos ou mais, por meio de entrevistas presenciais em pontos de circulação de pessoas. O levantamento utilizou questionário estruturado, com checagem de pelo menos 20% das entrevistas feitas por cada entrevistador.
O trabalho de campo ocorreu nos dias 18 e 19 de agosto de 2026, em 128 municípios de todo o país, com 2.058 entrevistas. A margem de erro máxima é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, considerando nível de confiança de 95%. O levantamento foi realizado para a Folha de S.Paulo e a TV Globo. A pesquisa está registrada no TSE, com o código BR-04496/2026.
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