13/08/2022 18:00h

A temperatura pode variar entre 18°C e 39°C

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Neste domingo (14), o céu fica aberto no Tocantins, Acre e Rondônia. O mesmo vale para o sul amazonense, o sudeste e o sudoeste do Pará.

Chove com trovoadas em Roraima e no norte amazonense. No Amapá e demais regiões do Amazonas e Pará, a previsão é de muitas nuvens com chance de chuva, mas sem trovões.

A temperatura mínima para a região Norte fica em torno dos 18ºC, e a máxima pode chegar aos 39ºC, em Roraima. A umidade relativa do ar varia entre 25% e 95%.

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia.

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13/08/2022 18:00h

A temperatura pode variar entre 14ºC e 36ºC

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Neste domingo (14), a previsão é de tempo nublado com chance de chuva em Sergipe, Alagoas, no norte maranhense, no nordeste e no sul baiano, além da região metropolitana de Salvador.

Céu limpo nas outras localidades do Nordeste.

A temperatura mínima para a região fica em torno dos 14ºC, e a máxima prevista é de 38ºC. A umidade relativa do ar varia entre 25% e 95%.

Algumas instruções são recomendadas pelo Instituto Nacional de Meteorologia durante esta época de baixa umidade: beber bastante líquido, evitar exposição ao sol nas horas mais quentes do dia, usar hidratante para a pele e umidificar o ambiente.

As informações são do INMET.

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13/08/2022 18:00h

A temperatura pode variar entre 9ºC e 30ºC

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A previsão para este domingo (14) é de nevoeiro em Santa Catarina e Paraná, com exceção do noroeste e oeste paraense, onde o céu é de poucas nuvens.

Pode chover nas regiões sudeste e centro ocidental rio-grandense. Névoa úmida nas demais regiões do Rio Grande do Sul.

A temperatura mínima para a região Sul fica em torno de 9ºC, já a máxima pode chegar a 30°C. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia.

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13/08/2022 18:00h

A temperatura pode variar entre 11ºC e 40ºC

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A previsão para este domingo (14) no Centro-Oeste é de tempo ameno em toda região, sem chance de chuva.

A temperatura mínima fica em torno dos 11°C, e a máxima pode chegar aos 40°C no norte mato-grossense. A umidade relativa do ar varia entre 15% e 75%.

O Instituto Nacional de Meteorologia alerta para baixa umidade. Os cuidados recomendados são: beber bastante líquido, evitar desgaste físico nas horas mais secas e não se expor ao sol nas horas mais quentes do dia.

As informações são do INMET.

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13/08/2022 15:15h

Amapá, Rio de Janeiro e São Paulo registram surto de sarampo. Infectologista reforça que a única forma de prevenção é a vacina

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O Ministério da Saúde ativou uma Sala de Situação para monitorar a circulação do sarampo no país. Segundo a pasta, Amapá, Rio de Janeiro e São Paulo registram surto da doença. Por meio da sala, o órgão vai adotar estratégias para tentar interromper a circulação do vírus do sarampo e eliminar a doença do território nacional.

Em 2016, a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS/OMS) chegou a considerar o Brasil livre da doença, mas o país voltou a registrar casos de sarampo com frequência. 

A infectologista Sylvia Lemos afirma que o crescente número de casos da doença era esperado após inúmeros “alertas” das autoridades de saúde a respeito da maior circulação do vírus, primeiramente na Europa, e da baixa adesão da população às campanhas de vacinação. Com a chegada da pandemia da Covid-19, a prevenção contra o sarampo ficou em segundo plano. 

“Quando a pandemia da Covid-19 chegou, todas as pessoas esqueceram das outras doenças. Esqueceram das outras vacinas. Durante o ano passado, as vacinas da gripe e do sarampo foram refeitas e a adesão foi muito baixa. Portanto, o resultado que nós estamos vendo agora é simplesmente da não adesão das pessoas a uma vacina antiga, que já existe, e que já há algum tempo vinha sendo finalizada para que fosse tomada”, explica. 

O Ministério da Saúde diz tratar a vacinação contra a doença como prioridade. Na última segunda-feira (8), a pasta lançou a Campanha de Multivacinação de 2022. Entre as vacinas ofertadas nas unidades de saúde está a dose tríplice viral, que protege contra o sarampo, caxumba e rubéola. 

A especialista reforça, no entanto, que não basta apenas as autoridades de saúde fazerem a sua parte. “Estimular as pessoas a irem se vacinar é o que pode ser feito. Mas a decisão de levar o seu filho para tomar qualquer que seja a vacina, especialmente do sarampo, vai depender de cada um de nós, como sempre. Nem sempre as políticas institucionais resolvem problemas que exigem mudanças de comportamento, que exigem atitudes”, pontua. 

O que é o sarampo

Segundo o Ministério da Saúde, o sarampo é uma doença infecciosa grave, que pode levar à morte. A transmissão ocorre quando a pessoa doente tosse, fala, espirra ou respira próximo de outras pessoas. A única forma de evitar o sarampo é tomando a vacina. 

Os principais sintomas são febre acompanhada de tosse, irritação nos olhos, nariz escorrendo ou entupido e mal-estar intenso. Outros sinais e sintomas podem aparecer de três a cinco dias depois, como manchas vermelhas no rosto, atrás das orelhas, as quais, em seguida, espalham-se pelo corpo. A pasta reforça que a persistência de febre é um alerta que pode indicar gravidade, principalmente em crianças com menos de cinco anos. 

“O sarampo desperta gatilhos pulmonares de extrema gravidade, trazendo pneumonias bacterianas associadas, seja na idade baixa ou na idade adulta ou no meio dela”, explica Sylvia. 

Não há tratamento específico para o sarampo. Em geral, são utilizados medicamentos para diminuir as dores geradas pela doença. 

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13/08/2022 15:10h

Setor já está 7,5% acima do patamar alcançado em fevereiro de 2020, antes da pandemia

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O setor de serviços cresceu 0,7% entre maio e junho. É a segunda alta seguida do setor, que acumula ganho de 2,2% desde março, de acordo com a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) divulgada na última quinta-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o levantamento, o setor está 7,5% acima do patamar de fevereiro de 2020, antes do início da pandemia da Covid-19, e 3,2% abaixo de novembro de 2014, resultado recorde da série histórica. 

A recuperação do setor de serviços é importante para a geração de empregos e o crescimento do país, já que responde por cerca de 70% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil. Pierre Souza, professor de Finanças Públicas da Fundação Getulio Vargas (FGV), comenta a retomada do setor. 

“Foi o setor mais impactado pela pandemia, naturalmente, porque foi aquele em que as pessoas foram impedidas de trabalhar. Mas é o setor, agora, que mais se supera, porque as pessoas estão voltando a consumir, a circular”, explica. 

O setor concentra a maior proporção de pequenos negócios da economia, de acordo com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Metade dos Microempreendedores Individuais (MEI) do país são do setor de serviços, assim como quatro a cada dez micro e pequenas empresas. Isso tem relação direta com a geração de empregos, já que 70% das novas vagas do primeiro semestre deste ano vieram das MPE. 

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Das cinco atividades que compõem a pesquisa, quatro cresceram em junho. O segmento de transportes, com alta de 0,6%, foi o que mais influenciou a alta geral. Segundo Luiz Almeida, analista da pesquisa, o segmento está 16,9% acima do patamar pré-pandemia. Uma das principais causas para o desempenho é o crescimento do transporte de cargas devido às vendas online durante a pandemia. 

Já o segmento de serviços profissionais, administrativos e complementares subiu 0,7%, com destaque para as atividades relacionadas à organização, promoção e gestão de feiras, congressos e convenções; atividades técnicas ligadas à arquitetura e engenharia; serviços de engenharia; e vigilância e segurança privada. 

No início do ano, Vinicíus Lima, morador de Belo Horizonte, em Minas Gerais, deixou a empresa em que trabalhava na área de engenharia para abrir o próprio negócio. Ele conta que presta serviços de engenharia e que o momento é positivo para a expansão das atividades. 

“O mercado da construção civil está muito aquecido e não parou durante a pandemia. Peguei essa "onda". Estamos atuando com reformas e realizando projetos de cálculos estruturais. Não esperava que iriam aparecer outros serviços de uma forma tão rápida. Mas nem tudo são flores. Mão de obra, por exemplo; com o mercado em alta, está difícil achar bons profissionais disponíveis e os custos de insumos não param de subir”, afirma. 

O segmento de “outros serviços” cresceu 0,8%, puxado pela melhora das atividades das corretoras de títulos e valores mobiliários e administração de fundos por contrato ou comissão. Os serviços prestados às famílias registraram alta de 0,6%. Destaque para as atividades de artes cênicas e espetáculos e a gestão de instalações esportivas. Já o segmento de informação e comunicação caiu 0,2%. Foi o único a recuar na passagem de maio para junho, segundo a pesquisa. 

Das 27 unidades da federação, dez registraram aumento no volume de serviços entre maio e junho. Paraná (2,5%), Rio de Janeiro (2,4%) e Rio Grande do Sul (2,1%) lideraram. Os estados do Amazonas (-5,1%), Minas Gerais (-3%), Ceará (-3,8%) e Pernambuco (-2,4%) tiveram as quedas mais expressivas. 

Crescimento anual

O volume do setor de serviços em junho cresceu 6,3% na comparação com o volume registrado no mesmo mês do ano passado. Apenas a atividade de “outros serviços” caiu na comparação interanual. Os segmentos de transportes, serviços prestados às famílias, informação e comunicação e o de serviços profissionais, administrativos e complementares subiram no período. 

No primeiro semestre deste ano, o volume de serviços já cresceu 8,8%, bastante influenciado pelo setor de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio. 

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Economia
13/08/2022 04:30h

Dados do primeiro semestre de 2022 mostram evolução de exportações. Foram 4.931 toneladas vendidas para o exterior no período

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O Brasil exportou 100% a mais de produtos da piscicultura no primeiro semestre deste ano em comparação com o mesmo período de 2021, com o total US$ 14,3 milhões em vendas externas e 4.931 toneladas enviadas para outros países. Os dados são do Informativo de Comércio Exterior da Piscicultura, feito pela Embrapa Pesca e Aquicultura em parceria com a Associação Brasileira de Piscicultura (Peixe BR).

A piscicultura envolve os organismos aquáticos. A tilápia é a espécie de peixe mais exportada pelo Brasil e representa 98% do total do faturamento com pescados exportados até o mês de junho. Originária da África, essa espécie é fonte de proteína de alto valor biológico, de grande aceitação no mercado mundial. 

Entre os destaques das categorias, tilápias inteiras congeladas ocuparam a primeira posição de exportação nesse semestre, com um valor total de US$ 7 milhões. Em seguida, puxam a lista o filé fresco, com US$ 3,4 milhões, e o filé congelado (US$ 2,6 milhões).

Quem comenta o cenário atual desses pescados é Francisco Medeiros, presidente executivo da Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR). “A piscicultura brasileira capitaneada pela tilápia, que representa 63,5% de toda produção nacional, nos últimos anos obteve ganhos importantes de competitividade. Começando pela produção, processamento e comercialização. Uma ação importante é a promoção dos produtos da piscicultura nacional em feiras e eventos internacionais”, diz.

Os bons números de crescimento, em dólares, no último semestre se devem ainda à venda de produtos piscícolas de maior valor agregado, como os filés congelados, com alta de mais de 500% em valor e toneladas. 

“Para o segundo semestre, segue a tendência de crescimento das exportações, em função de aberturas de mais canais de comercialização. As exportações brasileiras são 88% de tilápia, 9% de curimbatá e 3% de tambaqui. Essas são as principais espécies exportadas”, explica Francisco.

Origens e destinos

Em relação ao estado de origem desses pescados, o Paraná lidera como a unidade da federação com a maior exportação de tilápia no primeiro semestre de 2022, com US$ 7,4 milhões, representando 53% do total. Mato Grosso do Sul e Bahia aparecem em seguida.

Quanto aos principais destinos das exportações da piscicultura, Estados Unidos, Canadá e Líbia são os maiores compradores. Segundo avaliação da Secretaria de Pesca e Aquicultura, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o crescimento exponencial das exportações brasileiras ocorre por diversos fatores, como a desburocratização, a evolução no manejo, a melhoria genética e tecnificação do cultivo de peixes. 

“Assim como a profissionalização da cadeia produtiva e o crescimento de crédito de fomento para atividade. Outro ponto é a realização de ações conjuntas de promoção comercial da piscicultura brasileira, desenvolvidas pelo Mapa em parceria com a Apex Brasil”, divulgou a pasta, em nota.
 

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Saúde
13/08/2022 04:00h

Em 2021, foram registrados mais de 154 mil acidentes por picada de escorpião no Brasil. O tratamento imediato pode evitar danos graves.

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O acidente escorpiônico ou escorpionismo é o quadro clínico de envenenamento provocado pela picada de um escorpião. Os escorpiões são representantes da classe dos aracnídeos, predominantes nas zonas tropicais e subtropicais do mundo, com maior incidência nos meses em que ocorre aumento de temperatura e umidade. 

Em 2021, foram registrados mais de 154 mil acidentes por picada de escorpião no Brasil. Magna Lucia, de 66 anos, moradora de Sobradinho (DF), foi picada por um escorpião dentro de casa enquanto calçava o tênis. “Fui socorrida de imediato e fiquei 6 horas em observação no hospital tomando medicamento para dor e tendo acompanhamento médico”, conta Magna. Segundo ela, mesmo com os remédios, a dor permaneceu por 48 horas.

Espécies existentes no Brasil

  • Escorpião-amarelo (Tityus serrulatus): É o mais venenoso e pode ser encontrado em todas as regiões do país;
  • Escorpião-preto-da-amazônia (Tityus obscurus): É o principal causador de acidentes e mortes por picadas de escorpião na região Norte e no estado do Mato Grosso;
  • Escorpião-marrom (Tityus bahiensis): Encontrado na Bahia e regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil;
  • Escorpião-amarelo-do-nordeste (Tityus stigmurus): É a espécie mais comum no Nordeste do Brasil, mas também apresenta alguns registros nos estados de São Paulo, Paraná e Santa Catarina.

Medidas de prevenção

Os escorpiões se alimentam de baratas e pequenos insetos. São comuns em lugares com acúmulo de lixo e onde há umidade. São animais que não atacam, mas se defendem quando ameaçados. Para evitar acidentes é importante:

  • Manter lixos bem fechados para evitar baratas, moscas e outros insetos;
  • Manter jardins e quintais limpos. Evitar acúmulo de entulhos, folhas secas, lixo doméstico e materiais de construção nas proximidades das residências;
  • Em casas e apartamentos, utilizar soleiras nas portas e janelas, telas em ralos do chão, pias e tanques;
  • Afastar camas e berços das paredes;
  • Evitar que roupas de cama e mosquiteiros encostem no chão.

O Ministério da Saúde não recomenda a utilização de pesticidas para o controle de escorpiões. Além de não terem eficácia comprovada para o controle do animal em ambiente urbano, podem fazer com que eles deixem seus esconderijos, aumentando o risco de acidentes.

Sintomas

Após a picada, há dor intensa, além da sensação de formigamento, vermelhidão e suor no local. Alguns casos podem ser mais graves, causando sintomas generalizados, como enjoo, vômitos, dor de cabeça, espasmos musculares e queda da pressão, podendo até levar à morte.

A infectologista Chris Gallafrio, dá dicas de como identificar se uma criança foi picada, caso ninguém tenha visto o escorpião. 

“Primeiro, dor imediata e forte. A criança chora de repente e sem parar. Olhe em volta e veja se encontra o escorpião. Outros sintomas são agitação, suor intenso, aumento da salivação e vômito”, completa a infectologista. Segundo ela, não vale a pena perder tempo procurando a picada na criança, pois a marca é muito discreta.

Cuidados após a picada

  • As medidas de tratamento devem ser tomadas imediatamente após o acidente.
  • Limpar o local com água e sabão;
  • Procurar orientação médica imediata e mais próxima do local da ocorrência do acidente - Unidades Básicas de Saúde (UBS), hospitais de referência;
  • Se for possível, capturar o animal e levá-lo, pois a identificação do escorpião pode auxiliar no diagnóstico e tratamento.

O que NÃO fazer

  • Não amarrar ou fazer torniquete;
  • Não aplicar nenhum tipo de substâncias sobre o local da picada (fezes, álcool, querosene, fumo, ervas, urina) nem fazer curativos que fechem o local, pois podem favorecer infecções;
  • Não cortar, perfurar ou queimar o local da picada;
  • Não dar bebidas alcoólicas ao acidentado ou outros líquidos como álcool, gasolina, querosene, etc., pois não têm efeito contra o veneno e podem agravar o quadro.

Para mais informações, acesse o Manual de Controle de Escorpiões, do Ministério da Saúde.
 

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Desenvolvimento Regional
12/08/2022 19:39h

Webinar também lançará a Plataforma Rota-S, que visa integrar, alavancar e divulgar o que é produzido no Programa, fortalecendo o trabalho dos pequenos produtores locais

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Está marcada para esta terça-feira (16) a segunda sessão do seminário internacional promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) para apresentar a Estratégia Rotas de Integração Nacional a representantes de países parceiros. O programa atua na promoção do desenvolvimento das regiões e no fortalecimento das cadeias produtivas locais. O encontro, que será aberto e não precisa de inscrição prévia, ocorrerá por meio da plataforma Zoom e os interessados podem acessar neste link.

É esperada a participação de representantes de Argentina, Paraguai, Uruguai, Peru, Bolívia, Equador, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, República Dominicana e México.

“Essa plataforma foi construída para alavancar a Estratégia Rotas de Integração Nacional. Ela concentra informações sobre as Rotas e os polos, o que é produzido, os dados de quem produz e leva para todo o País a oportunidade de inclusão nesses sistemas produtivos”, destaca a secretária nacional de Mobilidade e Desenvolvimento Regional e Urbano do MDR, Sandra Holanda.

A Plataforma Rota-S foi desenvolvida a partir de uma parceria entre o Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA), organismo multilateral ligado à Organização das Nações Unidas (ONU), e a Universidade Federal de Viçosa (UFV). O portal pode ser acessado nesta página. Também há uma versão para smartphones, que está disponível gratuitamente nas lojas de aplicativos com o nome Rotas de Integração Nacional.

Quem acessar a página ou o aplicativo da Rota-S vai encontrar dados como os tipos de Rotas existentes, os polos que já estão em funcionamento por todo o País e quais cidades integram cada unidade. Também é possível conhecer um breve histórico de cada cadeia produtiva apoiada pela Estratégia e fazer um cadastro de produtos e do produtor. Nesta última etapa, o produtor deve informar a Rota de que faz parte, qual polo integra e inserir dados da empresa.

Rotas de Integração Nacional

As Rotas são redes de arranjos produtivos locais associadas a cadeias produtivas estratégicas capazes de promover a inclusão produtiva e o desenvolvimento sustentável das regiões brasileiras priorizadas pela Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR). Buscam promover a coordenação de ações públicas e privadas em polos selecionados, mediante o compartilhamento de informações e o aproveitamento de sinergias coletivas a fim de propiciar a inovação, a diferenciação, a competitividade e a sustentabilidade dos empreendimentos associados, contribuindo, assim, para a inclusão produtiva, inovação e o desenvolvimento regional.

Atualmente, há 11 Rotas reconhecidas: do Açaí, da Biodiversidade, do Cacau, do Cordeiro, da Economia Circular, da Fruticultura, do Leite, do Mel, da Moda, do Pescado e da Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC).

Além dos milhares de pequenos produtores familiares beneficiados com a geração de emprego e renda, as Rotas contribuem na produção de alimentos regionais de qualidade e a preços acessíveis. Estima-se que nos últimos anos foram produzidos mais de 1,5 milhão de litros de leite e derivados nos polos da Rota do Leite; cerca de 157 mil toneladas de cacau e derivados pelos polos da Rota do Cacau; 161 toneladas de açaí; 940 toneladas de mel e derivados; 1,2 milhão de toneladas de frutas diversas pela Rota da Fruticultura.

Já a Rota do Cordeiro, a estimativa é de um rebanho de 14 milhões de cordeiros e na do peixe, 841 mil toneladas. Há, ainda, os produtos provenientes da biodiversidade, que somam cerca de 22 de toneladas.

Programação

A partir das 9h30, haverá uma apresentação técnica sobre a experiência da criação da Rota do Mel, abordando o mecanismo de definição de uma Rota, como encontrar os produtores, a criação do Comitê Gestor dos polos e como eles devem alimentar a Plataforma Rota-S.

Em seguida, será a vez dos produtores aprenderem as funcionalidades da ferramenta, as informações que podem ser adicionadas ao sistema e as facilidades de acesso, tanto pelo computador quanto pelo aplicativo.

Também serão apresentadas mais duas experiências de sucesso: do polo da Região Integrada de Desenvolvimento Econômico do Distrito Federal (Ride-DF) da Rota da Fruticultura, que também engloba produtores de cidades próximas de Goiás e de Minas Gerais; e do Polo Apícola do Norte de Minas da Rota do Mel.

Os participantes receberão certificados. Para receber o seu, cadastre-se.

O Seminário é realizado pelo Ministério do Desenvolvimento Regional e conta com o apoio da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA), Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Fundação Arthur Bernardes (FUNARBE), Universidade Federal de Viçosa (UFV), Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), Instituto de Políticas Públicas e Desenvolvimento Sustentável (IPPDS) e o Instituto Avaliação.

Programação completa

9h-9h30 – Abertura da sala

9h30-9h50 – Fala de boas-vindas

9h50-10h20 – Plataforma Rota-S por dentro: a experiência de criação da Rota do Mel (coordenador de Geoinformações do MDR, Samuel Menezes de Castro)

10h20-10h40 – Debate

10h40-11h00 – Plataforma Rota-S por dentro: como alimentar o sistema produtor (coordenador da Rota da Economia Circular, Luiz Paulo de Oliveira)

11h-11h15 – Caso de sucesso no Brasil: Polo de Fruticultura da Ride-DF (coordenador do polo, Luiz Curado)

11h15-1130 – Caso de sucesso no Brasil: mel de aroeira: do Brasil para o Mundo (Alex Demier, analista em desenvolvimento da Codevasf em Montes Claros-MG)

11h30-11h40 – Debate

11h40-11h50 – Expectativas de diálogo internacional com a Plataforma Rota-S (diretor de Desenvolvimento Regional e Urbano do MDR, Francisco Soares)

11h50-12h – Expectativas de diálogo internacional com a Plataforma Rota-S (parceiros internacionais)

12h-12h10 – Encerramento

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12/08/2022 19:00h

O podcast Giro Brasil 61 faz uma seleção dos principais fatos e acontecimentos noticiados pelo Brasil61.com durante a semana

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No episódio desta semana (12), o podcast Giro Brasil 61 faz um alerta sobre golpe aplicado em beneficiários do INSS; saiba como se prevenir. Tem também os detalhes sobre o Plano de Contingência Nacional para a varíola dos macacos e a nova tecnologia de embarque biométrico facial na ponte aérea Rio-São Paulo. Confira ainda as informações sobre o aumento do corte de gastos com a alta da inflação e a preocupação dos brasileiros com a saúde financeira.

Aperte o play e confira! 

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Brasil 61