Brasil Mineral

03/12/2021 17:33h

A expectativa é de que a produção de aço bruto cresça 14,7%, para 36 milhões de toneladas em 2021, enquanto as vendas internas devem somar 22,8 milhões de toneladas, 17% a mais quando comparado a 2020

O Instituto Aço Brasil prevê que o consumo aparente de aço bruto em 2021 alcance 26,7 milhões de toneladas, o que representa um crescimento de 24,3% no consumo, impulsionado pela retomada do mercado interno após a crise de demanda provocada pela pandemia Covid-19 no último ano. 

A expectativa é de que a produção de aço bruto cresça 14,7%, para 36 milhões de toneladas em 2021, enquanto as vendas internas devem somar 22,8 milhões de toneladas, 17% a mais quando comparado a 2020. 

Com relação a 2022, o Instituto Aço Brasil (IABr) prevê que a produção brasileira de aço bruto terá crescimento de 2,2%, alcançando 36,8 milhões de toneladas e as vendas internas aumentem 2,5% na comparação com este ano, chegando a 23,3 milhões de toneladas, enquanto o consumo aparente deve crescer 1,5%, atingindo 27,0 milhões de toneladas. 

A entidade informa que o mercado doméstico está abastecido e que os preços das commodities - que pressionaram os preços dos produtos siderúrgicos ao longo de 2020 e em parte de 2021 - vem se estabilizando e até mesmo decrescendo para alguns insumos.

O grau de utilização da capacidade instalada do setor ainda é muito baixa, em torno de 70%. O aumento da produção de aço busca atender à retomada das exportações, o que permitiria reduzir a ociosidade existente atualmente, elevando o grau de utilização da capacidade instalada do setor para níveis mais próximos ou acima de 80%, considerado mundialmente como o mais adequado para operação das empresas. 

Mas o Aço Brasil afirma que para viabilizar as vendas externas é necessário recompor a competitividade dos setores exportadores, como a indústria do aço, por meio do retorno do mecanismo do REINTEGRA que ressarce, parcialmente, os resíduos tributários embutidos nas exportações. O Reintegra é um mecanismo para evitar a taxação das exportações dos produtos brasileiros, conforme preconizado na Constituição Brasileira.

Nos últimos anos, houve um crescente estabelecimento de medidas protecionistas por vários países e, agora, é vista alguma flexibilização nas restrições às importações de aço, como é o caso das negociações entre os Estados Unidos e a União Europeia. Neste contexto, a indústria do aço brasileira tem a expectativa de que se reestabeleçam as negociações com o governo americano para revisão do sistema de quotas imposto aos produtos siderúrgicos brasileiros no âmbito da Seção 232, vigente desde 2018.

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02/12/2021 16:22h

Webinar realizado pela Associação Brasileira das Empresas de Pesquisa Mineral e Mineração (ABPM) trouxe pontos importantes sobre a norma das barragens

A última edição de 2021 do webinar da Série Mineração e Sociedade debateu o impacto das novas normas de segurança de barragens na mineração. 
Participaram do evento Luis Paniago, gerente de Segurança de Barragens de Mineração e superintendente-substituto de Produção Mineral da Agência Nacional de Mineração (ANM); Wilson Borges, Head de Relações governamentais e Gestão fundiária da Lundin Mining e diretor da Associação Brasileira das Empresas de Pesquisa Mineral e Mineração(ABPM) e Sandro Magalhães, vice-presidente de Operações da Yamana Gold - Brasil & Argentina. O debate teve a mediação de Luís Maurício Azevedo, presidente da ABPM e Miguel Nery, gerente executivo da entidade. 

Luis Paniago da ANM explicou os principais aspectos da nova resolução da ANM que vai disciplinar novas normas de segurança de barragens na mineração do país. “Estamos unificando cinco normativos em um só. A novidade é que o regulamento traz orientações de novas práticas em segurança de barragens”, explicou. 
Wilson Borges considera as mudanças na legislação necessárias, mas pode “criar algumas restrições, inviabilizando operações com planos de aproveitamento já liberados”. Borges também destacou a importância da comunicação envolvendo as comunidades no entorno dos empreendimentos e interação com a ANM para que as empresas possam se adequar às novas normas.

Sandro Magalhães citou a importância do diálogo entre governo, empresas e entidades do setor para melhorar a gestão das barragens no país, que segundo ele, equipara o Brasil a padrões mundiais. O evento pode ser visto na íntegra. 

 

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30/11/2021 16:55h

O Congresso será online entre 29 de novembro a 3 de dezembro

O VI Congresso Brasileiro de Carvão Mineral (CBCM) acontece entre 29 de novembro e 3 de dezembro e tratará das novas tecnologias de sustentabilidade do carvão mineral no mundo e a criação de novos produtos voltados à Captura de Carbono. Além de pesquisadores nacionais e internacionais, o Congresso contará com personalidades da cadeia produtiva e do governo, como o ministro de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Cesar Pontes e a presidente da Associação Mundial de Carvão Mineral, Michelle Manook.

Além deles, ainda estarão presentes o secretário de Geologia, Mineração e Transformação Mineral, Pedro Paulo Dias Mesquita Bento e a vice-presidente para assuntos internacionais do Conselho Nacional de Pesquisa da Espanha (CSIC), Angeles C. Borrego. “Temos muito trabalho e investimento em tecnologia sustentável e muitos pesquisadores envolvidos, pois o carvão mineral está muito presente no mundo. Essa sustentabilidade do carvão vem através da eficiência e na busca de um combustível de baixo carbono. A presença de tantas personalidades importantes dá ainda mais corpo para essas pesquisas”, conta o presidente da Associação Brasileira de Carvão Mineral, Fernando Luiz Zancan.

O IV CBCM será totalmente online entre 29 de novembro a 3 de dezembro, e contará com palestras, sessões técnicas, mesas redondas, minicursos e visitas técnicas. A programação completa e as inscrições para o evento podem ser feitas através do site do IV CBCM.
 

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30/11/2021 16:45h

Conclusão das obras no dique 5, em Itabira (MG), representa avanço no compromisso da empresa de eliminar todas as suas barragens a montante no país

As obras de descaracterização do dique 5 da barragem Pontal, em Itabira (MG), estão concluídas. A estrutura perdeu suas características de barragem a montante e não exerce mais a função de armazenar rejeitos. O trabalho foi executado com a adoção rigorosa de protocolos de prevenção à Covid-19.

Desde 2019, a Vale já eliminou sete barragens a montante no país. A mais recente, em julho, havia sido a barragem Fernandinho, em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. No total, quatro estruturas em Minas Gerais e três no Pará já foram descaracterizadas e reintegradas ao meio ambiente.

Outras 23 estruturas, todas em Minas Gerais, terão suas características a montante eliminadas. Os projetos estão com ações em andamento e são acompanhados pelos órgãos reguladores, Ministério Público e auditorias técnicas independentes. A Vale reforça o compromisso assumido em 2019 de eliminar todas as suas barragens a montante no país, no menor prazo possível, tendo como prioridade a segurança das pessoas e do meio ambiente.

A conclusão da obra do dique 5, que ainda será avaliada pelos órgãos competentes, representa o avanço do Programa de Descaracterização e do comprometimento da Vale com uma abordagem mais transparente e segura na gestão de suas barragens. O cronograma do Programa de Descaracterização e demais informações sobre a gestão de barragens da Vale estão disponíveis e são permanentemente atualizados no site. 

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29/11/2021 18:30h

Este avanço da tecnologia irá economizar 1.000 toneladas de emissões de carbono por ano

O Grupo Yara lançou o primeiro navio-cargueiro 100% elétrico e autônomo do mundo, o ‘Yara Birkeland’, um avanço tecnológico e ecológico da empresa para contribuir para reduzir o impacto ambiental. 

O navio poderá transportar até 120 contêineres de fertilizantes de uma fábrica na cidade de Porsgrunn até o porto de Brevik, a cerca de 10 km de distância.

Com isso, cerca de 40 mil viagens de caminhão serão evitadas anualmente para o mesmo propósito. "Certamente, houve dificuldades, contratempos, por isso é ainda mais gratificante estar aqui e ver que conseguimos", disse o CEO da Yara, Sveint Tore Holsether.

O ‘Yara Birkeland’ tem 80 metros de comprimento e 3.200 toneladas em peso morto, e iniciará agora uma série de testes no biênio 2022 e 2023. Com isto, a Yara pretende que o navio funcione com cada vez menos tripulantes. A ponte de comando deverá desaparecer dentro de "três, quatro ou cinco anos", detalhou Holsether. Assim, espera-se que o navio consiga percorrer seu trajeto diário de 7,5 milhas náuticas, por seus próprios meios, apenas com a ajuda de sensores. 

"Muitos dos incidentes que ocorrem nos navios são causados por erros humanos, pelo cansaço, por exemplo", explicou o chefe de projetos, Jostein Braaten. "As operações autônomas podem garantir uma viagem segura", acrescentou.

Nos próximos meses, a equipe se dedicará à "aprendizagem" da embarcação, para que ela possa começar a navegar de maneira autônoma. "Em primeiro lugar, temos que detectar que existe algo, entender que é um caiaque e, depois, determinar o que se deve fazer", comentou Braaten.

O setor marítimo é responsável por quase 3% do total das emissões de gases do efeito estufa relacionadas às ações humanas e pretende reduzi-las em 40% até 2030, e em 50% para 2050. 

Segundo os últimos dados disponíveis da Organização Marítima Internacional (OMI), as emissões do setor passaram de 962 milhões de toneladas de gases em 2012 para mais de 1 bilhão de toneladas em 2018. 

O "Yara Birkeland" representará uma economia de 678 toneladas de CO2 por ano, um valor ínfimo para o combate à mudança climática. Além disso, os especialistas acreditam que esse tipo de transporte não poderá ser generalizado.

 "As embarcações não precisarão apenas de autonomia para cobrir grandes distâncias, mas que os terminais portuários também estejam equipados com estações de recarga adaptadas. Por isso, existe um desafio que não é somente tecnológico, mas também de infraestruturas de recarga que requerem coordenação de muitas partes", concluiu Braatern.

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25/11/2021 16:40h

O projeto Boa Esperança está localizado no município de Tucumã, estado do Pará, a cerca de 40km da cidade e pode ser acessado através da rodovia PA-279, que liga as cidades de Xinguara e São Félix do Xingu. Em Xinguara há ligação com a BR-155, que leva à cidade de Marabá

A Ero Copper, através da Mineração Caraíba S.A., deve iniciar, em abril de 2002, a implantação do projeto Boa Esperança, no Pará, para o qual está previsto um investimento de US$ 294 milhões na implantação e mais US$ 196 milhões em sustaining. 

O projeto Boa Esperança está localizado no município de Tucumã, estado do Pará, a cerca de 40km da cidade e pode ser acessado através da rodovia PA-279, que liga as cidades de Xinguara e São Félix do Xingu. Em Xinguara há ligação com a BR-155, que leva à cidade de Marabá. 

O depósito foi adquirido pela Mineração Caraíba S.A. (controlada pela Ero Copper) da Codelco, em 2007 e contém 32,6 milhões t de recursos medidos, sendo 7,117 milhões t com teor de 2,16% Cu mais 25,476 milhões t com teor de 0,60% Cu. Os recursos indicados somam aproximadamente 15,0 milhões t, das quais 1,661 milhão t com teor de 2,27% e 13,433 milhões t com teor de 0,51%. 

Os recursos inferidos alcançam 554 mil t, sendo 40,5 mil t com teor de 2,69% e 514,4 mil t com teor de 0,49%. As reservas totais são de 43,05 milhões t, com teor de 0,83% Cu, totalizando 356,6 mil t de cobre contido. 

A lavra deverá ser feita a céu aberto e o tempo de vida útil previsto para a mina é de 12 anos. O estudo considerou que nos cinco primeiros anos a operação de pré-estriping e lavra seria terceirizada. A partir de então e até o final da vida útil da mina, a operação de lavra seria própria. A escala de produção de ROM (minério bruto) seria de 4 milhões t/ano. 

No processamento, prevê-se sistema de britagem em três estágios, moagem com moinho de bolas, flotação e circuitos de desaguamento tanto para o cobre quanto para os rejeitos de pirita, que serão estocados a seco. 

O suprimento de energia será feito pela Equatorial Energia Pará, que confirmou a viabilidade de atendimento a um pico de demanda de 25MW por meio de uma linha de 138kV entre a subestação principal na mina e a subestação próxima a Tucumã. A linha de transmissão terá 45km e levará 21 meses para ser completada. 

Para embarque do concentrado, a empresa deverá utilizar o porto de Barcarena, sendo o transporte entre a mina e o porto realizado por caminhões. 

O capex previsto de US$ 294,2 milhões está assim distribuído: mina a céu aberto (incluindo aquisição de caminhões) – US$ 55 milhões; manuseio de minério – US$ 22,8 milhões; planta de processamento – US$ 62,6 milhões; instalações para tratamento e disposição de rejeitos – US$ 14,6 milhões; infraestrutura no site – US$ 42,4 milhões; infraestrutura fora do site – US$ 28,7 milhões; custos indiretos (propriedades, contingências e outros) – US$ 68,1 milhões. Já os custos operacionais estão estimados em US$ 74,2 milhões/ano, dos quais os principais são mineração (US$ 37,8 milhões) e processamento (US$ 22,9 milhões).

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24/11/2021 18:32h

A produção projetada pela empresa para estes três anos em todas suas operações de cobre deve ficar entre 258 mil a 282 mil toneladas em 2022, entre 250 mil e 274 mil toneladas em 2023 e de 262 mil a 286 mil toneladas do minério em 2024

A Lundin Mining prevê que a produção na mina de Chapada, localizada em Alto Horizonte no estado de Goiás, deve aumentar e atingir a faixa entre 53 mil e 58 mil toneladas de cobre para o próximo ano e permanecer entre 50 mil toneladas e 55 mil toneladas para o biênio 2023/2024. 

A produção projetada pela empresa para estes três anos em todas suas operações de cobre deve ficar entre 258 mil a 282 mil toneladas em 2022, entre 250 mil e 274 mil toneladas em 2023 e de 262 mil a 286 mil toneladas do minério em 2024. 

Segundo a Lundin Mining, espera-se que a produção de cobre seja modestamente maior no segundo semestre do ano, principalmente devido ao perfil de teor previsto e as considerações operacionais sazonais. A previsão de produção de ouro é de 70.000-75.000 onças para 2022 e, da mesma forma, modestamente ponderada para a segunda metade de 2022 devido ao perfil de teor previsto e considerações operacionais sazonais. 

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Em 2023 e 2024, a produção de ouro deve ser de 65.000-70.000 onças e 60.000-65.000 onças, respectivamente. A produção total de ouro no triênio vai variar de 153.000 a 163.000 onças (2022), 155.000 a 165.00 onças (2023) e 153.000 a 163.000 onças (2024). Em Chapada, os custos de caixa são estimados em aproximadamente US$ 1,60/lb de cobre em 2022, após créditos de subprodutos de ouro não onerados. 

O aumento previsto nos custos de caixa de Chapada calcula os maiores custos com consumíveis e menores valores de estoque. Os efeitos dos contratos de fluxo de cobre são refletidos na receita de cobre realizada. Já os investimentos em Chapada para 2022 são estimados em US$ 65 milhões neste ano, o que inclui aproximadamente US$ 20 milhões para remoção de rejeitos, US$ 20 milhões para TSF (Instalações para estocagem de rejeito) e sistemas de gestão de água e US$ 10 milhões para minas e equipamentos móveis.
 

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23/11/2021 19:15h

No acumulado de 2021, de janeiro a outubro, a produção de aço bruto no Brasil somou 30,3 milhões de toneladas, alta de 19,2% na comparação com 2020

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O Instituto Aço Brasil (IABr) divulgou que a produção brasileira de aço bruto atingiu 30,3 milhões de toneladas de janeiro até outubro de 2021, o que representa um crescimento de 19,2% sobre o mesmo período do último ano. A produção de laminados e a de aços semiacabados para vendas somaram 22,4 milhões de toneladas e 6,9 milhões de toneladas, acréscimos de 25,9% e 6,1%, respectivamente, nos dez primeiros meses de 2021, quando comparado ao mesmo período de 2020. 

As vendas alcançaram 19,4 milhões de toneladas até outubro, 23,1% a mais que no mesmo período do ano passado, enquanto o consumo aparente nacional de produtos siderúrgicos foi de 22,7 milhões de toneladas no acumulado até outubro de 2021, o que significa 31% de alta na comparação com os dez meses iniciais de 2020. 

As importações alcançaram 4,2 milhões de toneladas no acumulado até outubro de 2021, um aumento de 159,1% frente ao mesmo período do ano anterior. Em valor, as importações atingiram US$ 4,1 bilhões e avançaram 129,3% no mesmo período de comparação. Já as exportações atingiram 9,1 milhões de toneladas
até outubro, ou US$ 7,5 bilhões, o que representa, respectivamente, retração de 2% e aumento de 65,6% na comparação com o mesmo período de 2020.

Apenas em outubro de 2021, a indústria siderúrgica produziu 2,9 milhões de toneladas de aço bruto, um aumento de 3,1% frente ao mesmo mês de 2020. Já a produção de laminados foi de 2,2 milhões de toneladas, 0,7% inferior à registrada em outubro de 2020, enquanto a de semi acabados para vendas chegou a 685 mil toneladas, um aumento de 4,1% em relação ao ocorrido no mesmo mês de 2020. 

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As vendas internas recuaram 14,7% frente ao apurado em outubro de 2020 e atingiram 1,7 milhão de toneladas. O consumo aparente de produtos siderúrgicos foi de 2 milhões de toneladas, 5,9% inferior ao apurado no mesmo período de 2020.

As vendas externas somaram 1,2 milhão de toneladas, ou US$ 1,1 bilhão em outubro de 2021, o que corresponde a aumentos de 58,5% e 170,2%, respectivamente, na comparação com o ocorrido no mesmo mês de 2020. As importações foram de 369 mil toneladas em outubro de 2021 e US$ 421 milhões, uma alta de 126,5% em quantum e 154,8% em valor na comparação com o registrado em outubro de 2020.
 

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22/11/2021 19:20h

As inscrições vão até o dia 16 de dezembro e podem ser feitas pela internet

A Votorantim Cimentos abre inscrições para quatro desafios em sua plataforma de inovação aberta, o VC Connect, que englobam temas estratégicos para o mercado da construção civil: Performance do Varejista, Otimização da Obra e Modulação, Redução de clínquer e Moradia Digna. As inscrições podem ser feitas até 16 de dezembro. https://www.votorantimcimentos.com.br/vc-connect/ 

No Desafio Performance do Varejista, os participantes devem apresentar soluções de digitalização, logística e gestão do negócio para gerar valor para o varejista de materiais de construção, tornando a Votorantim Cimentos seu principal parceiro de negócio. 

Já o Desafio Otimização da Obra e Modulação envolve soluções para o canteiro de obra, sistemas construtivos e de gerenciamento, para a realização de obras mais rápidas, com menos desperdício e menor pegada de carbono, redução de custos e aumento de produtividade. 

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O Desafio clínquer – matéria-prima básica para diversos tipos de cimento e seu processo de produção gera emissão de CO2 – prevê planos para a redução da utilização de clínquer na fabricação do cimento, produzindo um produto mais sustentável. Este é o principal desafio para o tema Redução de clínquer, em linha com os compromissos assumidos pela companhia para reduzir as emissões de gases de efeito estufa até 2030 e de produzir concreto carbono neutro até 2050.

O último Desafio é o Moradia Digna, onde a Votorantim Cimentos procura soluções que contribuam de maneira sustentável para a redução do déficit habitacional e para a melhoria da qualidade de vida de famílias brasileiras em situação de vulnerabilidade.

“Nosso objetivo em inovação é pavimentar o futuro da construção civil de forma simples, ágil e sustentável. Com esses quatro grandes temas, buscamos estabelecer parcerias sólidas dentro do ecossistema de inovação, conectando nossos desafios com soluções inovadoras apresentadas por startups, centros de pesquisa e universidades, abrindo um grande número de possibilidades para estabelecer novas parcerias com os atores desse ecossistema”, afirma a consultora de Inovação da Votorantim Cimentos, Renata Vinhas. Os projetos selecionados serão divulgados em 16 de janeiro de 2022. 

O propósito da plataforma VC Connect é conectar os desafios da empresa com as soluções inovadoras presentes no ecossistema de startups, centros de pesquisas e universidades. Desde 2017, já foram desenvolvidos desafios para Indústria 4.0, a concreteira Engemix, além de soluções para a operação de agregados e as equipes de finanças e de recursos humanos.
 

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17/11/2021 17:30h

A abertura das propostas acontecerá no dia 22 de dezembro, às 10h

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A Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM) abriu licitação para empresas interessadas na produção de esmeraldas no município de Pindobaçu (BA). A abertura das propostas acontecerá no dia 22 de dezembro, às 10h. 

“Atualmente a Bahia é o segundo maior produtor de esmeraldas do país. Só este ano já foram assinadas seis licitações e com essa encerraremos o ano de 2021 com sete editais publicados, superando os dois últimos anos”, afirma o presidente da CBPM, Antonio Carlos Tramm. 

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Neste ano, a CBPM abriu concorrência com sucesso também para produção de níquel, cobre e cobalto, nos municípios Campo Alegre de Lourdes e Pilão Arcado, produção de fosfato, em Campo Alegre de Lourdes e quatro editais para produção de argila, nos municípios de Alagoinhas, São Sebastião do Passé e Camacã. 

Maiores informações sobre o edital para a produção de esmeraldas e esclarecimento de dúvidas pelos telefones: (71) 3115-7493/7589/7469 ou pelo endereço eletrônico: copel@cbpm.ba.gov.br.
 

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