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TERMO DE USO E PARCERIA

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

Mineração

18/06/2021 04:45h

Transição deve resultar em maior dinamismo na atuação da agência

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Durante o evento e-Mineração: Evento de Negócios, na quarta-feira (16), a Agência Nacional de Mineração (ANM) anunciou que irá começar, ainda em junho, a digitalização de milhares de processos minerários. Os primeiros a serem digitalizados estão relacionados à região Norte, em especial aos estados do Pará e Amapá. Segundo especialistas do setor mineral, a transição vai resultar em maior dinamismo na atuação da agência reguladora.

Outro ponto abordado durante o evento foi a do combate às atividades ilegais de lavra. Wilson Brumer, presidente do Conselho do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), disse que tais atividades são constantemente confundidas e relacionadas à mineração em geral, mas que na verdade, mancham a imagem e propósitos do setor. A ANM concordou e defendeu o combate conjunto à mineração clandestina.

Potencial mineral da Amazônia é comparado às principais regiões produtoras de minérios do mundo

Desafios do Norte: evento debate produção mineral da maior região do país

Ainda segundo Brumer, a missão do IBRAM é fazer com que a mineração seja vista pela sociedade como um segmento capaz de proporcionar grande desenvolvimento socioeconômico do país.

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15/06/2021 19:00h

Webinar Perspectivas Econômicas e Desenvolvimento para a Mineração no Norte do Brasil, promovido pela Metso Outotec e a Revista Brasil Mineral, explora contexto mineral da região da Amazônia destacando benefícios para a população

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“A vasta superfície da Amazônia mostra potencial mineral comparado às principais regiões produtoras de bens minerais do mundo. É magnífica sobre todas as dimensões”. A afirmação é do geólogo e conselheiro da Brasil Mineral, Elmer Prata Salomão, um dos participantes de um evento virtual que discutiu a mineração na região amazônica nesta terça-feira (15).
 
O webinar Perspectivas Econômicas e Desenvolvimento para a Mineração no Norte do Brasil foi promovido pela Metso Outotec e a Revista Brasil Mineral, com participação ainda do presidente do Conselho Diretor do Ibram, Wilson Nelio Brumer, e do Diretor de Geologia, Mineração e Transformação Mineral da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia do Pará (Sedeme), Ronaldo Lima.
 
Os debatedores exploraram o contexto mineral da região da Amazônia destacando as capacidades dessa área e os benefícios para a população. Elmer lembrou da riqueza observada no local citando exemplos de substâncias. 
 
“A mineração caminha, inexoravelmente, em direção à Amazônia há várias décadas por várias razões. Primeiro, porque é uma zona de fronteira ainda desconhecida, inexplorada ao seu ponto de vista do conhecimento geológico. Hoje, no Brasil, encontram-se na Amazônia as maiores jazidas brasileiras de ferro, de alumínio, de manganês, de estanho, de níquel, de cobre, de potássio. São jazidas maiores do que todas as outras que encontramos no território brasileiro.” 

 

Meio ambiente

O geólogo ressaltou que o pressuposto básico do desenvolvimento mineral na Amazônia é “desenvolver mantendo a floresta em pé”. Ou seja, para ele, esse tema não vai contra diretrizes ambientalistas. “Esse é o mais seguro e adequado caminho para o desenvolvimento da Amazônia”, afirmou, apresentando dados em sequência de comparação com atividades como a plantação de soja.
 
Elmer Prata levantou cálculos de 2017, quando foram produzidos na Amazônia 345 milhões de toneladas de minério bruto, com um total de material removido do território Amazônico de cerca de 307 milhões de metros cúbicos. Ele dimensionou esse volume concentrado em um único buraco, que teria dimensão de 615 hectares, com uma área quadrada de 2.480 metros de lado e profundidade de 50 metros.
 
“Isso é, teoricamente, aquilo que foi desmatado e desmobilizado do solo amazônico para produzir uma quantidade de minério que valeu, em 2017, US$ 18 bilhões. Em média, cada hectare desflorestado pela mineração produziu US$ 20,6 milhões por hectare lavrado. Um hectare plantado com soja, totalmente desmatado, produz cerca de três toneladas de soja, com cotação de US$ 540, resultando em uma receita de US$ 1.620 por hectare. Ou seja, 0,008% do que pode render a mineração na mesma superfície.”
 
O geólogo pontuou que, apesar da estigmatização da mineração como atividade predatória, os fatos decorridos desse serviço levam a outra percepção. Ele lembrou que a mineração é praticada sob fiscalização federal, amparada em tecnologias adequadas ao controle e à recuperação ambiental. 
 
“Na realidade, a mineração atende plenamente ao que se espera para o desenvolvimento da região. Ela possui alta densidade econômica, ela cria condições para melhorar a qualidade de vida das comunidades locais. O IDH [Índice de Desenvolvimento Humano] das cidades mineradoras mostra isso. Ela responde a inquestionável fertilidade mineral da Amazônia, cujo jazimento suporta desde a garimpagem extrativista até minas de classe internacional. Ou seja, tudo o que nós podemos imaginar que pode ser benéfico para uma região que não pode ser desmatada, que tem que conservar a sua biodiversidade.”
 
Wilson Brumer, presidente do Conselho Diretor do Ibram, também defendeu essa atividade na região pedindo a união de forças contra serviços ilegais de garimpo. “Devemos nos juntar para combater a mineração ilegal na mineração. O que existe hoje são 432 titulares ou empresas formais de mineração. Nós temos hoje cerca de 59 substâncias produzidas dessa região e temos 184 municípios produtores. Hoje, certamente, como bem dito pelo Elmer, o nível de desenvolvimento humano desses municípios é melhor do que a média da região.”

Próximas programações

Na próxima sexta-feira, dia 18 de junho, o webinar contará com o segundo painel, cujo tema será “O papel das pequenas e médias mineradoras na produção atual da região”. O evento será conduzido pelo Prof. Dr. Giorgio De Tomi, professor do Departamento de Minas e Petróleo da Escola Politécnica e diretor do Núcleo de Pesquisa para a Pequena Mineração Responsável, ambos na Universidade de São Paulo (USP). 
 
O evento também vai promover quatro encontros técnicos, entre 21 e 24 de junho, com foco em: tecnologias para mineração, peneiramento eficiente, soluções de desgaste e soluções para filtragem e modernização de células de flotação. 
 
A inscrição é gratuita e pode ser realizada no site mogroup.com/br/eventos/2021/br-desafios-do-norte, mas se encerra nesta terça-feira (15).

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14/06/2021 03:45h

Com minério em alta, a arrecadação foi de R$ 43,45 milhões. Novos investimentos podem consolidar estado como terceiro maior polo de mineração do Brasil

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O estado da Bahia teve aumento de 75% na arrecadação de royalties da mineração nos quatro primeiros meses de 2021, quando comparado ao mesmo período do ano anterior, acumulando R$ 43,45 milhões. A alta se deve ao crescimento da exploração de ouro, cobre e níquel, que juntos representam quase 70% de Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM). Os dados são da Associação dos Municípios Mineradores de Minas Gerais e do Brasil (AMIG) e da Agência Nacional de Mineração (ANM).

O aumento da produção mineral e boa resposta da balança comercial também contribuíram para os bons resultados. De janeiro a abril deste ano, cobre e ouro, juntos, representaram 12% de tudo o que foi exportado pela Bahia, totalizando um saldo de US$ 339 milhões. 

A CFEM, popularmente conhecida como royalties da mineração, é uma compensação financeira paga pelas empresas mineradoras à União, às unidades da federação e aos municípios pela utilização econômica dos recursos minerais.

Entre os municípios mineradores da Bahia, vários registraram crescimento de arrecadação de CFEM superior a 100% quando comparados ao mesmo período de 2020, como é o caso de Itagiba, Jaguarari e Juazeiro. No ranking das dez maiores cidades arrecadadoras, observa-se que o município de Caetité, em oitavo lugar, passou de R$ 40 mil, no primeiro quadrimestre de 2020, para R$ 1,9 milhão de janeiro a abril deste ano, o que representa um aumento de quase 5.000% (4.731,2%). 

 

RANKING DAS 10 MAIORES CIDADES MINERADORAS DA BAHIA

Município

1º quadrimestre - 2021

1º quadrimestre - 2020

Variação %

JACOBINA

 R$                  8.209.655,35 

 R$ 5.993.424,62 

37,0%

ITAGIBÁ

 R$                  6.550.815,82 

 R$ 2.676.263,11 

144,8%

JAGUARARI

 R$                  5.978.194,55 

 R$ 2.169.300,82 

175,6%

JUAZEIRO

 R$                  5.674.196,22 

 R$ 2.698.469,27 

110,3%

BARROCAS

 R$                  3.419.442,19 

 R$ 2.340.660,39 

46,1%

ANDORINHA

 R$                  2.008.728,21 

 R$ 1.357.999,08 

47,9%

CAETITÉ

 R$                  1.937.688,77 

 R$ 40.108,03 

4731,2%

BRUMADO

 R$                  1.511.647,09 

 R$ 1.413.536,24 

6,9%

MARACÁS

 R$                  1.070.341,92 

 R$ 897.377,94 

19,3%

NORDESTINA

 R$                     836.509,09 

 R$ 528.897,95 

58,2%


De acordo com o consultor de Relações Institucionais da Associação dos Municípios Mineradores de Minas Gerais e do Brasil (AMIG), Waldir Salvador, a Bahia vem aumentando a produção mineral nos últimos anos, o que explica a alta na arrecadação da CFEM. “Aliados a isso temos o preço de algumas commodities minerais como o ferro, principalmente, que aumentou o valor nominal da commodity e há ainda a variação cambial que foi significativa nesse período. Então, em alguns municípios, e no estado da Bahia como um todo, houve um acréscimo significativo de mais de 100% na arrecadação da CFEM”, explica.

Os desafios de Goiás para se manter como terceiro produtor

Orçamento de municípios com exploração mineral sobe mesmo na pandemia

Ainda segundo Waldir o setor contribui para o desenvolvimento do país. “A mineração brasileira tem uma contribuição significativa no aspecto tecnológico, na indústria de transformação, na indústria de extração, na geração de empregos e no pagamento de royalties”.

A Bahia é o quarto maior estado minerador do país, ficando atrás do Pará, Minas Gerais e Goiás. Porém, o estado caminha para ocupar a terceira posição de maior polo minerário do Brasil. Além de R$70 bilhões em investimentos que o setor produtivo deve aportar em 28 cidades até 2025, a construção do Trecho 1 da Ferrovia de Integração Oeste Leste (Fiol) pode contribuir para o crescimento. 

Construção da FIOL

Em abril deste ano, uma mineradora arrematou em leilão a construção do Trecho 1 da Ferrovia de Integração Oeste Leste (Fiol). Os 573 km vão ligar o Porto Sul, que está sendo construído em Ilhéus, ao oeste Bahia, passando por Uruçuca, Aurelino Leal, Ubaitaba, Gongogi, Itagibá, Itagi, Jequié, Manoel Vitorino, Mirante, Tanhaçu, Aracatu, Brumado, Livramento de Nossa Senhora, Lagoa Real, Rio do Antônio, Ibiassucê e Caetité. 

O prefeito de Brumado, Eduardo Vasconcelos, pontua que a ferrovia será de grande importância para o setor.  “Assim que a FIOL estiver funcionando, o material será transportado de forma adequada e econômica, porque material de alta densidade não pode ser levado em caminhão, tem que ser por ferrovia”.

Para Waldir Salvador, da Amig, a construção da estrada de ferro vai possibilitar e até desengavetar diversos projetos de mineração. “A questão logística tem um peso muito importante na composição do custo de venda desses minerais. Então a FIOL pode fomentar e viabilizar a região da Bahia, onde será criado um corredor de escoamento de possíveis explorações de commodities minerais”, destaca.

Ao todo, 40 substâncias minerais são exploradas nos territórios baianos. As alíquotas aplicadas sobre o faturamento líquido para obtenção do valor da CFEM sofrem variação conforme a substância mineral. Enquanto no minério de ferro incidem 3,5%, a legislação estabelece 1,5% para ouro, 3% para bauxita, manganês, nióbio e sal-gema, e alíquota de 2% para diamante e demais substâncias minerais.

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09/06/2021 10:00h

Durante o encontro, foram apresentados dados que mostram a preocupação das empresas do setor com o uso sustentável da água

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Elaborar o Plano Nacional de Recursos Hídricos para os anos de 2022 a 2040. Esse é o objetivo do Governo Federal ao realizar oficinas com entidades de diversos segmentos. Nesta terça-feira, 8 de junho, foi a vez dos setores de indústria e mineração.

Durante o encontro, foram apresentados dados que mostram a preocupação das empresas do setor com o uso sustentável da água. Quem conta é Wilson Melo, diretor do de Revitalização de Bacias Hidrográficas do Ministério do Desenvolvimento Regional, o MDR.

"O dado apresentado coloca que o setor de mineração consegue reaproveitar, por recirculação da água nos seus processos produtivos, até 95 por cento da água. Mostrando aí a eficiência no uso da água".

A importância da oferta de água em quantidade e qualidade para garantir o crescimento do País também foi abordado no evento, como conta Wilson Melo.

"Nós esperamos trazer ações e metas que caminhem na direção de garantir segurança hídrica para o desenvolvimento nacional. Além, claro, de fomentar ainda mais o uso da água de reuso".

Para saber mais sobre este e os outros encontros com as entidades representativas ligadas aos recursos hídricos, acesse mdr.gov.br.

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09/06/2021 09:50h

Nesta terça-feira, discutia-se na Câmara dos Deputados, em sessão remota, três Projetos de Lei que propõem mudanças na exploração em terras indígenas

Nessa terça-feira, as atenções da mídia estavam voltadas para o depoimento do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, na CPI do Senado. Mas enquanto isso, discutia-se na Câmara dos Deputados, em sessão remota, três Projetos de Lei que propõem mudanças na exploração em terras indígenas. Se aprovados, irão ditar novas regras para a mineração e garimpo. 

E foi justamente por esta razão que em torno de 50 índios de 10 etnias de várias regiões do Brasil vieram à Capital buscar apoio dos parlamentares ambientalistas contra a votação das medidas. O grupo liderado pelo cacique Kretã Kaingang, então, fez um protesto bem surpreendente: ocupou a superfície superior do edifício do Congresso, área nunca permitida para protestos.

Os guardas e agentes de segurança das duas Casas do Parlamento foram apanhados de surpresa. Para o bem de todos, não houve conflito de armas de fogo contra flechas e tacapes.

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05/06/2021 03:00h

Metso Outotec e Revista Brasil Mineral promovem painéis e encontros técnicos para traçar perspectivas para a mineração no Norte do país, papel das pequenas e médias empresas e introdução de novas tecnologias. Saiba mais

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O Brasil faturou cerca de R$ 209 bilhões com a produção mineral em 2020, o que representa aumento de 36% na comparação com o ano anterior, de acordo com o Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram). E boa parte do sucesso desse setor se deve aos estados da região Norte do país, responsáveis por quase metade dessa arrecadação. 

É por isso que a Metso Outotec e a Revista Brasil Mineral promovem, entre 15 e 24 de junho, a partir das 14h, a primeira edição do evento ‘Desafios do Norte’. A iniciativa, que vai ocorrer de modo virtual, vai debater a produção mineral dos estados da maior região brasileira. 

Segundo Maria Amélia Enriquez, especialista em Economia Mineral e Desenvolvimento Regional, o potencial de crescimento da mineração na região Norte, com destaque para o Pará, é enorme. “Há um potencial de expansão das áreas que estão mineradas e de novos empreendimentos nas áreas pesquisadas. Eu diria que é um sucesso para o Brasil, porque ela permite a geração de divisas, que é tão importante para o equilíbrio do balanço de pagamentos”, avalia. 

No entanto, ela indica que é necessário buscar, também, desenvolvimento a partir dessa atividade. “A mineração pode se converter em uma plataforma importante de desenvolvimento econômico para a região e não apenas geradora de divisas para o Brasil e de lucro para os acionistas das grandes companhias”, complementa. 

Arte: Brasil 61

Perspectivas

O primeiro painel do evento, marcado para 15 de junho, vai debater justamente a questão levantada pela professora, ou seja, quais são as “Perspectivas Econômicas e de Desenvolvimento” para a mineração no Norte do Brasil. 

O geólogo Elder Prata Salomão, presidente da Geos e ex-diretor da Agência Nacional de Mineração (ANM), vai apresentar o painel. O debate vai contar com a participação do secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (SEDEME) do Pará, José Fernando de Mendonça Gomes Jr., e do presidente do Conselho Diretor do Ibram, Wilson Nelio Brumer.  

Maria Amélia explica que o Pará é, sem dúvidas, o grande estado em mineração na região Norte. Cerca de 98% do valor arrecadado com a produção nortista vem de lá. E tal destaque se dá não apenas a nível regional, mas nacional também. De acordo com o Ibram, dos R$ 209 bilhões que o país faturou com a mineração em 2020, 46% são graças ao Pará, o que equivale a R$ 97 bilhões. 

Ela diz que nos últimos 20 anos a exportação do estado saltou de US$ 1 bi para US$ 20 bi. “Esse valor é maior do que o PIB dos 90 países mais pobres. É um esforço muito significativo, que representa em torno de 10% das exportações brasileiras. Quando a gente considera que o Pará representa pouco mais de 2% do PIB nacional, é um efeito bastante desproporcional”, diz. 

E as expectativas de expansão da mineração no estado e na região não param por aí, segundo a especialista. Atualmente, o Pará produz cerca de 200 milhões de toneladas de minério de ferro — principal produto mineral brasileiro —, mas em quatro anos a capacidade produtiva deve bater as 260 milhões de toneladas. 

“É um aumento de capacidade considerável, mas além do minério de ferro, tem previsões de investimento na área do cobre, da bauxita, do ouro, do líquido manganês”, cita. 

Pequenos e médios negócios

Já no dia 18 de junho, o segundo painel será conduzido pelo professor Dr. Giorgio De Tomi. Ele é professor do Departamento de Minas e Petróleo da Escola Politécnica e diretor do Núcleo de Pesquisa para a Pequena Mineração Responsável, ambos na Universidade de São Paulo (USP). O tema será “O papel das pequenas e médias mineradoras na produção atual da região”. 

Participam o presidente do Conselho Executivo da Associação Brasileira de Pesquisa Mineral (ABPM), Luis Mauricio Ferraiuoli Azevedo, e o ex-secretário de Mineração do Pará e diretor de Geologia, Mineração e Transformação Mineral, Ronaldo Lima.

Segundo o professor Giorgio, engana-se quem acha que a mineração é negócio apenas para multinacionais e empresas de grande porte. Segundo ele, 98% dos títulos minerários concedidos pela ANM são para empresas de micro, pequeno e médio porte. 

“Claro que em termos de quantidade isso não é proporcional, porque um título minerário da grande mineração cobre muito volume de material, de produção, emprego, movimentação da economia, enquanto a micro, pequena e a média têm um impacto menor. Mas em termos de títulos minerários é uma atividade muito comum e que está cada vez mais presente na Região Norte”, avalia. 

A explicação para esse cenário, ele diz, é a mudança da matriz energética mundial, que tende para fontes de energia renováveis em detrimento dos combustíveis fósseis. 

“Os bens minerais vão fomentar essa mudança da matriz energética e muito do suprimento desses itens vai vir de pequena e média mineração. Está difícil achar novos depósitos que a gente chama de ‘classe mundial de grande porte’. Muito desse suprimento vai vir de depósitos de médio e pequeno porte e que, portanto, serão desenvolvidos pela mineração de médio e pequeno porte”, aposta. 

Desafios do Norte

O evento também vai promover quatro encontros técnicos, entre 21 e 24 de junho, cujos focos serão: 

  • Tecnologias para mineração, incluindo sensoriamento de equipamentos e eficiência energética; 
  • Peneiramento eficiente, focado em como aumentar a eficiência em materiais pegajosos e em telas de borracha de alta resiliência; 
  • Soluções de desgaste, apresentando como aumentar a vida útil dos seus equipamentos, além de aumentar a segurança em campo;
  • Soluções para filtragem e modernização de células de flotação. 

A inscrição é gratuita e vai até 15 de junho por meio do site: mogroup.com/br/eventos/2021/br-desafios-do-norte

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20/05/2021 03:00h

Dados da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (Cfem) mostram que os municípios que mais arrecadam têm mais admissões do que demissões em plena pandemia

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A crise econômica causada pela pandemia deixou o saldo entre admissões e demissões negativo nos meses mais críticos de 2020, com mais desligamentos do que contratações, e os números foram se estabilizando nos últimos 12 meses, chegando agora a uma média nacional positiva, embora baixa, de 2,13%. Porém, há um setor que vem se destacando, aumentando o orçamento dos municípios e gerando empregos de forma exponencial. 
 
A exploração mineral faz com que os municípios com destaque na área cheguem a alcançar até 31,2% a mais de variação positiva de empregos do que a média do Brasil. Essa é a conclusão do cruzamento de dados da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (Cfem) e do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). 
 
A Cfem é uma compensação financeira paga pelas empresas mineradoras à União, às unidades da federação e aos municípios pela utilização econômica dos recursos minerais. Segundo a Agência Nacional de Mineração (ANM), um dos municípios com maior arrecadação dessa contrapartida é Canaã dos Carajás, no Pará. Números do Caged dos últimos 12 meses mostram que essa região tem variação positiva de 33,44% nos empregos, com 4 mil admissões a mais do que demissões, no universo de 38 mil habitantes.
 
Nos quatro primeiros meses deste ano, o Brasil arrecadou cerca de R$ 2,8 bilhões de Cfem, representando um crescimento de quase 106% quando comparado com o mesmo período do ano passado, segundo dados da Associação dos Municípios Mineradores de Minas Gerais e do Brasil (Amig). 
 
Waldir Salvador, consultor de Relações Institucionais da Amig, detalha a compensação. “A Cfem é uma receita patrimonial da União. Não são os municípios que arrecadam royalties do minério, o Brasil arrecada e divide para os municípios, 60% são para os municípios produtores. A partir de 2018, houve uma divisão de forma que 15% foram para os municípios que contribuem para a atividade dar certo sem serem produtores, 15% dos Estados e 10% para a Federação.”
 
Ou seja, mesmo aqueles municípios que não são produtores, mas são atravessados por ferrovias por onde são transportados os minerais retirados do solo, por exemplo, se caracterizam como afetados pela atividade e recebem uma porcentagem por essa atuação de mineração. 

Nível municipal

Em 2021, de janeiro a abril, os 10 maiores arrecadadores da Cfem somam R$ 2,1 bilhões, ou seja, mais de 75% do total arrecadado pelo país neste período, mostrando uma concentração dos valores. O estado do Pará, por exemplo, soma 48% de toda compensação que o Brasil arrecadou no primeiro quadrimestre. 
 
“O Brasil tem uma diversidade mineral muito grande, mas há uma grande concentração da exploração de poucos municípios. Quando a gente fala de municípios mineradores, você está falando de agregados de construção civil, areia, brita, que é gnaisse, quartzito. Se você falar de rochas ornamentais: granitos, mármores, ardósias, acabamentos, água mineral, que é minério, manganês, ouro, cobre, tudo isso”, analisa Waldir Salvador.
 
Os dez maiores arrecadadores deste ano no Brasil são os municípios de Parauapebas (PA), Canaã dos Carajás (PA), Conceição do Mato Dentro (MG), Itabirito (MG), Congonhas (MG), Itabira (MG), Nova Lima (MG), Mariana (MG), Belo Vale (MG) e São Gonçalo do Rio Abaixo (MG). 
 
Somente Parauapebas recebeu, dentro da cota-parte do município de 60%, R$ 421,3 milhões nos primeiros quatro meses do ano. Os bons resultados econômicos também impactam na geração de empregos. Nos últimos 12 meses, a região teve 37.055 admissões e 27.418 demissões, ou seja, está com um saldo positivo de 9.637 postos de trabalho, representando uma variação de 20,72%.

Valorização

O consultor de Relações Institucionais da Amig levanta que há um constante crescimento por demandas minerais pelos países asiáticos, o que vem dando maior valor à produção nacional. “Está havendo uma valorização muito grande nas commodities minerais pelo mundo. Os países que conseguiram passar pela pandemia com mais inteligência do que o Brasil, com mais brevidade, com melhor gerenciamento da pandemia, já estão saindo da crise. E, coincidentemente, o país que tem maior apetite para as commodities minerais brasileiras é a China, que já está na sua fase de retomada”, diz Waldir. 
 
Ele sintetiza que está ocorrendo a máxima da oferta e procura. “O apetite muito grande para a compra valorizou muito a commodity. Para você ter ideia, o minério de ferro bateu agora, no mês de maio, US$ 200 dólares a tonelada”, exemplifica. E, embora a automatização de serviços tenha diminuído alguns postos de trabalho, para cada emprego direto na atividade da mineração, há cerca de dez indiretos. “Por isso, algumas cidades vivem quase em uma situação de pleno emprego.”

Emprego

Um dos exemplos de como a mineração aquece a economia e o mercado de trabalho vem de Nova Lima (MG), que entrou na lista dos 10 municípios com maior arrecadação da Cfem no primeiro quadrimestre de 2021. Com 22.972 admissões e 21.185 demissões nos últimos 12 meses de crise pela pandemia, a região encara um saldo positivo no mercado de trabalho, na contramão de outras cidades brasileiras.
 
Os resultados são comemorados pelo prefeito João Marcelo Dieguez. “A alta arrecadação da Cefem, que representa 19% da nossa arrecadação total, propicia um investimento considerável, especialmente em mobilidade urbana e na melhor integração da cidade”, conta. João também cita investimentos em obras pelo município, como a duplicação da MG-030, e afirma que, com essas melhorias, investimentos são atraídos. 
 
“É fundamental, ainda, aproveitarmos esse bom momento da mineração para investirmos em políticas públicas, projetos e programas que busquem a nossa diversificação econômica. Precisamos aproveitar os recursos que entram hoje para pensar no amanhã”, reflete. 
 
Os cinco tipos de substâncias minerais que mais renderam compensações financeiras pela exploração no país nestes primeiros meses do ano foram os minérios de ferro, ouro, cobre e alumínio, além da água mineral, respectivamente.

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24/04/2021 00:00h

A variação cambial e a elevação dos preços de minérios no mercado internacional fez com que o faturamento da produção chegasse a R$ 70 bilhões

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A produção mineral cresceu 15% no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período de 2020, segundo o Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram). A variação cambial e a elevação dos preços de minérios no mercado internacional fez com que o faturamento da produção chegasse a R$ 70 bilhões, um crescimento de 95% no mesmo período. O minério de ferro responde por 70% do faturamento total, o ouro por 11%, o cobre por 5% e a bauxita por 2%.

Minas Gerais apresentou a maior variação com 118% totalizando R$ 28 bilhões, o que significa 40% do total. Em seguida veio Pará com 94% e R$ 31 bilhões; Bahia com 94% e R$ 2 bilhões; Mato Grosso com 90% e R$ 1,4 bilhão; Goiás com 47% e R$ 1,8 bilhão; São Paulo com 19% e R$ 1,3 bilhão.

O presidente do Conselho Diretor do Ibram, Wilson Brumer, avaliou o desempenho estadual. “Chama atenção que são estados que vem crescendo bastante nessa produção e tenho certeza, já nas próximas apresentações, veremos números progressivos, principalmente da Bahia, Mato Grosso e São Paulo, onde temos a presença muito forte de aglomerados para o setor da construção civil”, afirmou.

O recolhimento da Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM) registrou elevação de 103%, passando de R$ 1 bilhão para R$ 2,1 bilhões. O diretor-presidente do Ibram, Flávio Penido, destacou a importância dessa arrecadação para os municípios. “Esse CFEM, boa parte dele, 60%, vai para os municípios produtores. É uma fonte importante para os municípios mineradores e isso reflete muitas vezes quando se compara o IDH”, disse. 

Investimentos mundiais em minérios foram de US$ 8,3 bilhões em 2020

Senador Zequinha Marinho destaca contribuição da indústria de mineração para saldo positivo do Pará na balança comercial

O Pará registrou o maior recolhimento de CFEM: R$ 1 bilhão com elevação de 95% em relação ao 1º trimestre de 2020. Em seguida veio Minas Gerais com R$ 881 milhões (+124%); Bahia com R$ 35 milhões (+105%); Goiás com R$ 35 milhões (+45%); Mato Grosso com R$ 22 milhões (+75%).

Empregos

Com base em dados oficiais do governo, o setor mineral criou cerca de 11 mil novos empregos diretos, no 1º trimestre de 2021, ou seja, 6% a mais do que no 1º trimestre de 2020. As vagas diretas abertas nas mineradoras geram empregos indiretos da ordem de 1 para 11 ao longo das cadeias produtivas, informou o Ibram.

Balança comercial

As importações de minérios totalizaram US$ 1,5 bilhão e as exportações US$ 12 bilhões. O saldo comercial mineral foi de US$ 10,7 bilhões, resultado 87% acima do registrado no 1º trimestre de 2020. Este valor é maior do que o saldo total da balança comercial brasileira no 1º trimestre do ano. 
 

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13/03/2021 04:00h

Queda foi de 11% na comparação com o ano anterior, segundo a S&P Global

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Mesmo com a pandemia, os investimentos mundiais em exploração de minério alcançaram US$ 8,3 bilhões em 2020 – uma queda de 11% comparado ao ano anterior. O levantamento feito pela S&P Global abrangeu 1.762 companhias minerados em todo o mundo. Apesar da queda, o valor é 19% maior ao que foi investido em 2016.

Segundo a pesquisa, a maioria das aplicações foram na exploração de ouro (52%), cobre (21%) e chumbo-zinco (5%). No entanto, o cobre e o zinco tiveram redução de 24% e 21% nos investimentos, respectivamente, na comparação com 2019. Já os países que mais receberam investimentos, em 2020, foram Canadá (US$ 2,87 bilhões) e Austrália (US$ 1,67 bilhão), enquanto que o Peru teve uma queda de 34%, seguido pelo Chile, de 30%.

Vendas de cimento crescem 11,8% em meio a pandemia

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A expectativa do setor para 2021 é de um aumento de 20% nos investimentos em exploração mineral, puxado pela recuperação econômica global. As estimativas da S&P Global apontam um crescimento de 5% no PIB mundial e de 7% na China.

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Brasil 61