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TERMO DE USO E PARCERIA

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, estuda uma ampla campanha de testagem em massa da população brasileira para a Covid-19. O anúncio foi feito neste domingo (16) em uma ação realizada em Botucatu, no interior paulista.

O município começou a vacinar a população entre 18 e 60 anos em uma iniciativa que faz parte de estudo inédito sobre a eficácia do imunizante, desenvolvido pela Universidade de Oxford, em parceria com a AstraZeneca e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). 

CPI da Pandemia: ex-ministros Ernesto Araújo e Eduardo Pazuello serão ouvidos na próxima semana

Covid-19: Brasil atinge 50 milhões de doses aplicadas de vacinas

Sobre a interrupção na produção de vacinas contra o coronavírus pelo Instituto Butantan, pela falta do ingrediente farmacêutico ativo (IFA), Queiroga ressaltou que a carência da matéria-prima é mundial e que o Brasil está trabalhando duro para ter mais imunizantes.

Além disso, o ministro destacou que a curva epidemiológica brasileira em relação não só a óbitos como internações hospitalares vem tendo queda e incentivou outras medidas não farmacológicas, como uso de máscaras e distanciamento social.

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O calendário de pagamentos da segunda parcela do auxílio emergencial foi iniciado nesta semana. No último domingo (16), os valores foram liberados pela Caixa Econômica Federal para nascidos em janeiro. Na próxima terça-feira (18), os nascidos em fevereiro vão receber o pagamento. 

A nova rodada do auxílio tem benefícios com parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo da família. O calendário de pagamentos foi antecipado pela Caixa, que vai realizar todos os depósitos neste mês de maio. O último crédito será disponibilizado em 30 de maio, para nascidos em dezembro. Confira abaixo o calendário completo:

Calendário 2° parcela - Auxílio Emergencial 2021: 

Mês de nascimento | Data do crédito em conta | Data para saque em dinheiro

  • Janeiro: 16 de maio | 31 de maio (antes 08 de junho)
  • Fevereiro: 18 de maio (antes 19 de maio) | 01 de junho (antes 10 de junho)
  • Março: 19 de maio (antes 23 de maio) | 02 de junho (antes 15 de junho)
  • Abril: 20 de maio (antes 26 de maio) | 04 de junho (antes 17 de junho)
  • Maio: 21 de maio (antes 28 de maio) | 08 de junho (antes 18 de junho)
  • Junho: 22 de maio (antes 30 de maio) | 09 de junho (antes 22 de junho)
  • Julho: 23 de maio (antes 02 de junho) | 10 de junho (antes 24 de junho)
  • Agosto: 25 de maio (antes 06 de junho) | 11 de junho (antes 29 de junho)
  • Setembro: 26 de maio (antes 09 de junho) | 14 de junho (antes 01 de julho)
  • Outubro: 27 de maio (antes 11 de junho) | 15 de junho (antes 02 de julho)
  • Novembro: 28 de maio (antes 13 de junho) | 16 de junho (antes 05 de julho)
  • Dezembro: 30 de maio (antes 16 de junho) | 17 de junho (antes 08 de julho)

Neste primeiro momento, o dinheiro é depositado nas contas poupança digitais e só pode ser movimentado pelo aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas, como água, luz, telefone e gás, de boletos, compras em lojas virtuais ou compras com QR Code em maquininhas de estabelecimentos parceiros.

De duas a quatro semanas após o depósito, o dinheiro pode ser sacado em caixas eletrônicos ou transferido para uma conta-corrente. Para os beneficiários do Bolsa Família, o auxílio emergencial pode ser sacado nos dez últimos dias úteis de cada mês, com base no dígito final do NIS.

Como sacar o Auxílio Emergencial 2021?

  • Faça o login no aplicativo CAIXA Tem
  • Selecione a opção “saque sem cartão” e “gerar código de saque”
  • Insira a senha para visualizar o código de saque
  • O código deve ser utilizado para saque em dinheiro nas agências, nas unidades lotéricas ou nos correspondentes CAIXA Aqui

Mas atenção: o código gerado tem validade de apenas uma hora.

A central telefônica 111 da CAIXA funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h, e está pronta para atender os beneficiários do Auxílio Emergencial. Além disso, o banco também disponibiliza o site auxilio.caixa.gov.br

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O Ministério da Saúde vai entregar mais uma remessa de vacinas contra a Covid-19 na madrugada desta terça-feira (18). Serão 6,4 milhões de doses distribuídas para os estados que solicitaram junto ao órgão.

Estudo aponta maior eficácia da vacina Pfizer com tempo maior de aplicação entre as doses

Estudo da Fiocruz revela que cães e gatos podem se infectar com a Covid-19

Foram 4,7 milhões de doses da AstraZeneca/Oxford/Fiocruz, 1,08 milhão da CoronaVac/Butantan; e 647 mil doses da vacina da Pfizer/BioNTech. As doses do Butantan são destinadas à aplicação da segunda dose, de acordo com as solicitações apresentadas por 12 estados. Outras 15 Unidades Federativas foram atendidas com doses da AstraZeneca/Fiocruz. Já as vacinas da Pfizer são destinadas para a primeira dose de pessoas com comorbidades, gestantes e puérperas com comorbidades, e pessoas com deficiência permanente.

O Ministério da Saúde reforça para que a população tome a segunda dose da vacina contra a Covid-19 mesmo que a aplicação ocorra fora do prazo recomendado pelo laboratório, assegurando a proteção adequada contra a doença.

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O Ministério da Justiça retomou a implantação do ProConsumidor, um sistema de apoio ao consumidor que permite registrar consultas, denúncias e reclamações. As tratativas poderão ser feitas por telefone, carta ou audiência. A retomada da implantação acontece nesta segunda-feira (17) nos Procons municipais das cidades de Jundiaí (SP), Florianópolis (SC) e Rio de Janeiro.

O ProConsumidor vem para substituir o Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor (Sindec), que reúne dados de 615 Procons existentes em todos os estados e no Distrito Federal. Os dados são atualizados semanalmente. O sistema existe desde 2014, mas, desde o início de 2020, o governo federal trabalha na migração para o ProConsumidor, sistema com maior leque de funções.

STF: Lei que proíbe telemarketing para empréstimo a aposentados e pensionistas é validada

Ministério da Justiça autoriza mais de R$ 165 milhões para aplicação de políticas de segurança pública em seis estados

A meta é concluir a mudança em todos os órgãos de defesa do consumidor do país até 2023. Atualmente, o ProConsumidor está em funcionamento, mas ainda em fase-piloto. 

Segundo a pasta, um dos maiores benefícios da nova estrutura é a centralização do cadastro do fornecedor, que será atualizado e mantido pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon).

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Comissão especial da Câmara dos Deputados irá analisar projeto que autoriza o cultivo, no Brasil, de Cannabis sativa para fins medicinais, veterinários, científicos e industriais, nesta terça-feira (18), a partir das 9 h.

MPF é favorável ao cultivo de maconha por paciente com epilepsia no Ceará

UFSC testará efeitos da Cannabis em profissionais de saúde

Anvisa coloca em vigor resolução sobre medicamentos à base de Cannabis

O PL (PL 399/15), que foi proposto pelo deputado Luciano Ducci (PSB-PR), pretende legalizar o cultivo da Cannabis no país, mas o plantio poderá ser feito apenas por pessoas jurídicas, como empresas, associações de pacientes e organizações não governamentais.

O deputado rejeitou a afirmação de que seu parecer libera o consumo recreativo da maconha e ressaltou que o texto também proíbe a produção e a comercialização de produtos como cigarros, fabricados a partir da Cannabis medicinal, assim como chás medicinais ou outras mercadorias na forma vegetal da planta para pessoas físicas.

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Segundo estimativas publicadas no boletim Focus desta segunda-feira (17), instituições financeiras elevaram a projeção do crescimento da economia brasileira deste ano de 3,21% para 3,45%. A pesquisa, divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), indica uma expectativa de crescimento para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2,38%. Em 2023 e 2024, a projeção é que o PIB seja expandido em 2,5%.

Já a previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano subiu de 5,06% para 5,15%. A estimativa de 2021 está próxima do limite superior da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, estabelecido em 5,25%.

Ipea: inflação desacelera para todas as faixas de renda em abril

Municípios podem receber quase R$ 4,8 bi de adicional do FPM em julho, estima CNM

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros Selic, fixada atualmente em 3,5% ao ano. A expectativa do mercado financeiro é de que a Selic encerre 2021 em 5,5% ao ano.

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Expresso 61
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O Ministério do Desenvolvimento Regional vai investir mais de dezesseis milhões de reais para garantir o abastecimento de água em comunidades rurais de quarenta e sete municípios do Rio Grande do Norte. As autorizações para o início dos trabalhos foram assinadas nesta segunda-feira pelo ministro Rogério Marinho.

Para ele, a ação vai atacar um problema histórico na região do Semiárido nordestino.

"Vários estados do Nordeste Setentrional vivem em um estado de emergência, em vários lugares do nosso Semiárido abastecidos por carros-pipa. Então, estamos fazendo um trabalho, identificando quais são as comunidades que têm a maior necessidade. Então, nós vamos atender em torno de 50 municípios aqui no estado que são mais atingidos por esse flagelo que é a falta de água com esses instrumentos, que são importantes para atacar essa chaga histórica que é a falta da água potável para as populações mais fragilizadas do nosso Nordeste e, em especial, aqui do nosso Rio Grande do Norte".

Ao todo, 462 cisternas serão construídas e 275 poços artesianos serão perfurados. A lista completa das localidades atendidas e mais informações podem ser acessadas em mdr.gov.br.

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Após mais de 10 anos sem investimentos na expansão do sistema, a malha ferroviária da Companhia Brasileira de Trens Urbanos no Rio Grande do Norte está passando por obras de ampliação e modernização. Nesta sexta-feira, 14 de maio, o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, visitou, em Parnamirim, o canteiro de obras da Linha Branca. A ampliação da linha começou em fevereiro e já conta com dois quilômetros e meio de terraplanagem para a instalação da via férrea.

Segundo o ministro, as intervenções são importantes para reduzir as desigualdades regionais.

"A nossa preocupação sempre foi, nesse período que estamos exercendo o Ministério do Desenvolvimento Regional, buscar ajudar a atacar as desigualdades regionais. Então, essa obra simboliza isso. Quem mora em São José, Nísia e Parnamirim e precisa ir a Natal para se deslocar está pagando mais de R$ 4. Então, nós vamos passar a ter uma realidade diferente. Isso vai cair pela metade ou menos da metade".

O investimento do Governo Federal na implantação da Linha Branca é de cinquenta e oito milhões de reais e a previsão é de que cerca de sete mil passageiros utilizem o serviço diariamente com o acesso a Natal. As obras de ampliação devem ser finalizadas em abril de 2022. 

Para saber mais, acesse mdr.gov.br.

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Rio de Janeiro registra o primeiro caso de raiva animal em 26 anos. O diagnóstico foi divulgado esta semana pelo Laboratório Municipal de Saúde Pública (Lasp), após o caso ter sido encaminhado de Duque de Caxias.

Febre aftosa: produtor roraimense tem até 15 de maio para notificar imunização do rebanho

Butantan disponibiliza curso online sobre escorpião

Segundo o Instituto Municipal de Vigilância Sanitária, Controle de Zoonoses e Agropecuária (Ivisa-Rio), a amostra foi retirada do animal, que morreu no dia 6 de maio após atendimento veterinário, e foi encaminhada ao Instituto Pasteur para determinação da variante viral. O Instituto também informou que o animal teve contato direto com um morcego no dia 26 de março e não houve agressão à dona do cachorro ou aos profissionais de saúde que o atenderam.

Por conta da situação, será feita vacinação antirrábica nos dias 15 e 22 maio nos bairros vizinhos ao município de Duque de Caxias. Já neste sábado (15), serão imunizados os animais de Parada de Lucas, Vigário Geral e Jardim América, na zona norte do Rio de Janeiro.

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Brasil Gestor
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Em entrevista ao portal Brasil61.com, o deputado federal Augusto Coutinho (Solidariedade/PE) se colocou contra alguns vetos do presidente Bolsonaro à nova Lei de Licitações e Contratos Administrativos (nº 14.133/21), sancionada pelo chefe do Executivo no início de abril.
 
A nova Lei de Licitações cria modalidades de contratação para o poder público, estabelece diretrizes para as licitações e punições mais rigorosas para quem comete fraudes. A norma substitui a Lei nº 8.666, de 1993 (antiga Lei de Licitações), a Lei do Pregão (10.520/2020) e parte do Regime Diferenciado de Contratações Públicas, o RDC.
 
Como o governo vetou alguns pontos do texto aprovado pelo Congresso Nacional, esses dispositivos vão voltar à pauta dos parlamentares, que decidirão se mantêm ou não a decisão do Executivo. Coutinho comentou à reportagem que é “muito ruim” o veto à exigência de que o poder público faça um depósito prévio na conta do contratado para custear as despesas da etapa que está prestes a ser realizada. 
 
Segundo ele, a intenção dos parlamentares com o dispositivo era garantir a continuidade dos serviços contratados pela administração pública, por vezes interrompidos pela falta de pagamento dos agentes públicos, sejam eles federais, estaduais ou municipais. 
 
“[O poder público] contrata a obra, não tem recurso para ela, então começa a atrasar os pagamentos, algumas vezes por meses e meses, a empresa algumas vezes para, desmobiliza a obra, para depois mobilizar isso... Nossa intenção era exatamente deixar que, à medida que a obra fosse iniciada, tivesse a garantia de cada etapa, para que não houvesse, exatamente, esse problema de pagamento”, disse. 

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Pernambuco

Relatório da Controladoria-Geral da União (CGU) mostra que Pernambuco era o 9º estado com mais obras com recursos federais paralisadas em dezembro de 2019. Ao todo, 503 empreendimentos estavam parados. Em valores absolutos, o estado era o quarto no País: cerca de R$ 5,2 bilhões.
 
Segundo Rafael Arruda, advogado especializado em Direito Público, não existe resposta fácil para essa questão. Segundo ele, o veto prejudica o setor privado, mas confere maior estabilidade às contas públicas. 
 
“O depósito em conta vinculada como requisito para expedição de ordem de serviço na execução de obras constituiria, com certeza, uma importante garantia ao contratado de que não haveria inadimplemento. Ou, ao menos, reduziria substancialmente as chances de isso ocorrer”, acredita. 

Licenciamento ambiental prévio

O presidente também não concordou com um trecho da lei que estabelece que o poder público deve se responsabilizar pelo licenciamento ambiental antes da divulgação de editais para a contratação de obras e serviços de engenharia. 
 
Coutinho disse que esse ponto da lei foi motivo de muita discussão e divergências entre o setor produtivo e os órgãos de controle. Segundo ele, firmou-se o entendimento de que era mais prático o contratante, no caso o poder público, viabilizar as licenças para construir uma obra pela qual ele próprio está interessado. 
 
“Dentro do governo, ele teria muito mais facilidade de agilização do que muitas vezes você contratar uma empresa e essa empresa se encarregar de tirar as licenças com todas as burocracias que nós sabemos que existem, infelizmente, no serviço público brasileiro”, argumenta.

Critérios

Outro dispositivo vetado por Bolsonaro estabelece que, na contratação de “serviços técnicos especializados de natureza predominantemente intelectual”, o poder público deveria utilizar o critério de julgamento por melhor técnica ou técnica e preço. Com o veto, as contratações para esse tipo de serviço voltariam à regra geral do “menor preço”. 
 
Engenheiro civil, o parlamentar acredita que o veto vai dar espaço à máxima de “o barato sai caro”.  “Como legislador, a gente quis dizer: ‘Ó, obras maiores, projetos maiores têm de ser obrigatoriamente técnica e preço’. Isso porque nós entendemos que o projeto bem elaborado, uma boa técnica, valendo mais a técnica do que o preço sai, com certeza, o melhor projeto. Eu tenho convicção de que, nesse caso, o barato vai sair caro, porque você faz um projeto mal feito e você vai pagar caro na obra.”

Integralidade

Apesar de discordar desses vetos do Executivo, Coutinho acredita que a nova legislação continua positiva. “Esses vetos, só pra complementar, não desvirtuam em nada a boa Lei de Licitações que está vigorando no Brasil. São pontos casuais e que, na verdade, não mudam a concepção de toda a lei”, concluiu.

Tramitação

Após ser aprovada pelas Casas Legislativas, uma lei passa pelo presidente da República, que pode sancioná-la ou vetá-la, isto é, expressar sua discordância com toda a matéria ou dispositivos (artigos, por exemplo) daquela lei. Quando o Executivo veta dispositivos, a lei volta para análise pelo Congresso Nacional, o que ocorre em sessão conjunta.

Para a retomada do texto original, é necessária maioria absoluta de votos de deputados e senadores, ou seja, 257 votos e 41 votos, respectivamente. 

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O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) prorrogou os prazos para prestar contas de vários programas de ações educacionais. Agora, gestores estaduais, distritais e municipais têm até 1° de julho para enviarem as informações pelo Sistema de Gestão de Prestação de Contas (SiGPC - Contas Online).

A prorrogação dos prazos contempla os seguintes programas e ações:

  • Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae);
  • Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) e Ações Agregadas;
  • Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar (Pnate);
  • Programa Nacional de Inclusão de Jovens (Projovem Campo - Saberes da Terra, edição especial); e
  • Bolsa-Formação do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec).

Censo Escolar da Educação Básica 2021 tem cronograma definido

Projeto que torna Pronampe uma política pública é aprovado no Senado

A Resolução n° 9/2021, que prorrogou o prazo para a prestação de contas, também deu mais tempo para que os conselhos de controle social encaminhem seus pareceres ao FNDE sobre as informações prestadas sobre o Pnae e o Pnate. Os respectivos conselhos têm até 15 de agosto para registrarem se aprovam ou não as contas, no Sistema de Gestão de Conselhos do FNDE (Sigecon).

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O Ministério do Desenvolvimento Regional, o MDR, promoveu oficina com gestores da área de saneamento do estado do Rio de Janeiro. O objetivo foi dar informações e tirar dúvidas sobre a prestação de serviços de manejo de resíduos sólidos urbanos.

O Marco Legal do Saneamento estabelece que as cidades têm até 15 de julho deste ano para estruturar blocos regionais para prestação dos serviços de resíduos sólidos. Pedro Maranhão, secretário nacional de Saneamento do MDR, reforçou a importância dessa interação com os municípios para que o prazo seja atendido.

"Esse, hoje, é o nosso objetivo. É sensibilizar os prefeitos. Tem uma lei, é lei, não tem muito para discutir. E o prazo dela é 15 de julho. E nós estamos preocupados que, até lá, temos que dar sustentabilidade aos resíduos sólidos. Nós temos que zerar esses lixões".

Thiago Pampolha, secretário do Ambiente e Sustentabilidade do Rio de Janeiro, conta que a regionalização do serviço no estado vem sendo feita por meio de consórcios.

Dois, efetivamente, estão operando, estão funcionando. Mas temos o desafio de avançar, de fazer funcionar os demais consórcios.

Essa foi a segunda oficina estadual organizada pelo MDR sobre o tema. No início do mês, o ministério promoveu encontro virtual com gestores de cidades de Minas Gerais.

Para saber mais, acesse mdr.gov.br.

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Foto: Arquivo/Agência Brasil
13/05/2021 13:30h

Prazo para preenchimento do SNIS encerra no fim do mês

Informações devem ser preenchidas corretamente para municípios terem acesso a recursos

Saneamento Básico - Foto: Agência Brasil
12/05/2021 13:30h

AL: municípios podem aderir às Unidades Regionais de Saneamento Básico

A adesão deverá ocorrer em até 30 dias após a publicação do decreto

Foto: Fotos Públicas
17/05/2021 17:30h

Ministério da Saúde entrega 6,4 milhões de doses das vacinas contra Covid-19

Até 16 de maio, mais de 52,7 milhões de doses já haviam sido aplicadas

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
17/05/2021 12:20h

Estudo aponta maior eficácia da vacina Pfizer com tempo maior de aplicação entre as doses

Intervalo de 12 semanas gerou resultado mais eficaz em pesquisa. Ministério da Saúde está seguindo a recomendação

Foto: Arquivo/CNA
17/05/2021 09:00h

INDICADORES: boi gordo começa a segunda-feira (17) com queda no preço

Em Goiânia, o produto é vendido à vista a R$ 285,50

Foto: Arquivo/CNA
17/05/2021 09:00h

INDICADORES: café arábica começa a semana com alta no preço

No mercado financeiro, o preço da saca de 60 quilos do milho teve recuo de 0,44% e é negociada a R$ 101,34

Foto: Arquivo/EBC
18/05/2021 03:30h

Renegociações de débitos junto ao Finam e Finor garantirão geração de emprego e renda nas regiões abrangidas

Segundo o senador Izalci Lucas (PSDB-DF), trata-se de uma medida que devolve às companhias endividadas condições de se reinserirem no mercado competitivo

Foto: Unsplash
17/05/2021 17:55h

Comissão discute projeto que autoriza cultivo da Cannabis para uso medicinal

Plantio poderá ser feito apenas por pessoas jurídicas e não há previsão para cultivo individual

Foto: Fotos Públicas
17/05/2021 17:30h

Ministério da Saúde entrega 6,4 milhões de doses das vacinas contra Covid-19

Até 16 de maio, mais de 52,7 milhões de doses já haviam sido aplicadas

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
17/05/2021 12:20h

Estudo aponta maior eficácia da vacina Pfizer com tempo maior de aplicação entre as doses

Intervalo de 12 semanas gerou resultado mais eficaz em pesquisa. Ministério da Saúde está seguindo a recomendação

Imagem: Brasil 61
17/05/2021 18:00h

O TEMPO E A TEMPERATURA: Terça-feira (18) chuvosa no norte da região Nordeste

A temperatura pode variar entre 12 e 33 graus

Imagem: Brasil 61
17/05/2021 18:00h

O TEMPO E A TEMPERATURA: Frente fria traz chuva para o Sudeste nesta terça-feira (18)

A temperatura pode variar entre 9 e 30 graus

Foto: Arquivo/CNA
17/05/2021 09:00h

INDICADORES: boi gordo começa a segunda-feira (17) com queda no preço

Em Goiânia, o produto é vendido à vista a R$ 285,50

Foto: Arquivo/CNA
17/05/2021 09:00h

INDICADORES: café arábica começa a semana com alta no preço

No mercado financeiro, o preço da saca de 60 quilos do milho teve recuo de 0,44% e é negociada a R$ 101,34

Brasil 61 entrevista
Foto: Arquivo pessoal

Saúde

A eficiência de filtração da máscara N95 foi comprovada por estudo com 227 modelos, coordenado pelo professor do Instituto de Física da USP, Paulo Artaxo

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Após mais de um ano de pandemia, é consenso que o uso de máscaras é um importante aliado no combate ao novo coronavírus. Mas estudos vêm mostrando diferenças consideráveis de proteção em alguns tipos de máscaras. Uma pesquisa da Universidade de São Paulo (USP), por exemplo, avaliou a eficiência de filtração de 227 modelos vendidos no Brasil e percebeu que ela pode ser de 15%, como percebido em certos tipos de máscaras de tecido, até 98%, como avaliado em máscaras cirúrgicas e as do tipo PFF2/N95.
 
Para detalhar esse estudo e elucidar sobre os melhores tipos de proteção contra a Covid-19, o portal Brasil61.com conversou com Paulo Artaxo, professor do Instituto de Física da USP e coordenador da pesquisa. Paulo cita que um dos principais pontos das conclusões é que a eficiência de proteção pelos diferentes tipos de máscaras tem uma grande variação, mas que as melhores são as chamadas N95, embora custem mais.
 
“Elas têm eficiência de coleção de partículas muito boa, mas custam muito caro. Em segundo lugar, vieram as chamadas máscaras cirúrgicas. São essas máscaras que você compra na farmácia, feitas de tecido não tecido, chamado de TNT, um plástico polipropileno que tem altíssima eficiência de retenção do vírus e tem uma boa respirabilidade. Essas máscaras têm uma eficiência de 80% até 90% de retenção do vírus. E, por último, ficaram as máscaras de pano.”

Máscaras N95 x máscaras de pano

Os estudos conduzidos por Paulo Artaxo foram apoiados pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP). Eles utilizaram um equipamento que produz partículas de aerossol a partir de uma solução de cloreto de sódio e, após o jato de aerossol ser lançado no ar, mediu a concentração de partículas antes e depois de cada máscara.
 
“As máscaras de pano, dependendo de como você faz – se você faz com uma, duas ou três camadas –, têm eficiência de proteção da sua saúde que varia muito. Algumas máscaras de pano, muito porosas, têm eficiência baixa, só de 20% de coleta do vírus. Outras, feitas com tecido com trama mais fechada, têm uma eficiência maior, às vezes na ordem de 60% a 70%”, numera o físico.
 
Esse tipo de máscara começou a ser deixado de lado com o passar da pandemia. Porém, Paulo lembra que quem não tem condições financeiras de custear os produtos mais profissionais, não deve abandonar a já tradicional proteção de pano. “Agora, cuide para que o ajuste da máscara no seu rosto seja o melhor possível. De preferência, use aqueles clipes metálicos no nariz, porque, obviamente, em qualquer buraco que possa ter, o ar vai passar por ali sem ser filtrado.”


 
O tecido também deve ser reforçado. Segundo o professor, três camadas são essenciais. Mais ou menos do que isso pode ser prejudicial, ou atrapalhar a respiração ou deixar com baixa eficiência. “Mas você não dobra a eficiência da máscara se usa duas máscaras. Elas têm que ser confortáveis para o seu uso. E, às vezes, o uso de duas, uma em cima da outra, prejudica a respirabilidade”, lembra.
 
Paulo também ressalta que a pessoa que está de máscara em um ambiente fechado, sem circulação de ar, pode ser contaminada, independentemente do tipo de proteção que utilizar. “Sem dúvida nenhuma. O ambiente tem que ser o mais ventilado possível para diminuir a propagação do vírus. Muitos exemplos no exterior foram feitos de pessoas contaminadas que vão para o restaurante, por exemplo, e acabam contaminando cinco ou dez pessoas nas mesas próximas”, cita.


 
Assista agora à entrevista completa e exclusiva com Paulo Artaxo, professor do Instituto de Física da USP:

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Nesta semana, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) deu início a campanha Maio Amarelo. Com o tema “No Trânsito, sua responsabilidade salva vidas”, a ação tem como objetivo conscientizar a população brasileira sobre os cuidados necessários para reduzir os números de acidentes de trânsito.

Desta forma, o Movimento Maio Amarelo surgiu com a proposta de chamar a atenção da sociedade para os altos índices de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo. O movimento é uma ação coordenada entre o Poder Público e a sociedade civil, como explica o diretor geral do Denatran, Frederico Carneiro.

“O Maio Amarelo é um movimento que foi idealizado em 2014, pelo Observatório Nacional de Segurança Viária. Tem o propósito de conscientizar toda população brasileira em relação aos riscos e perigos dos acidentes de trânsito e suas consequências. Geralmente são realizadas ações de campo, na rua, mas infelizmente, desde o ano passado, por conta da pandemia da Covid-19, tem sido realizado de forma remota por meio dos sites”, destacou.

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Em março de 2020, a Assembleia-Geral das Nações Unidas editou uma resolução definindo o período de 2011 a 2020 como a “Década de Ações para a Segurança no Trânsito”. Por isso, todos os anos a campanha do Maio Amarelo possui um mote, para levar a mensagem da conscientização. Ampliando o período definido pela ONU, a campanha deste ano tem um conceito que pretende ajudar nessa reflexão.
 
“O tema nacional das campanhas educativas é definido pelo Contran e neste ano é ‘No trânsito, sua responsabilidade salva vidas’. E no movimento Maio Amarelo, o Observatório Nacional de Segurança Viária trouxe dois conceitos importantes e que conversam com o tema nacional que são: respeito e responsabilidade, pratique no trânsito”, explicou Carneiro.


 
De acordo com dados da Confederação Nacional do Transporte (CNT), em 2020, nas rodovias federais brasileiras ocorreram 63.447 acidentes. O número de mortes no ano passado, por sua vez, foi de 5.287, uma redução de 0,8% em comparação com 2019 (5.332). Apesar da redução, não é possível saber o impacto da Covid-19 nesses números. Outro ponto importante é que as ações da campanha do Maio Amarelo ganham repercussão nas capitais, mas essa mobilização é menor nos municípios afastados dos grandes centros e sem uma sede do órgão de trânsito.
 
“O Código de Trânsito Brasileiro prevê que todo município deve ter um órgão de trânsito, ou seja, deve ser integrado ao sistema nacional de trânsito. Infelizmente a realidade do país não reflete isso. Nós temos somente 30% dos municípios integrados ao sistema. Apesar de ser um número baixo, ele representa mais de 80% da frota de veículos registrados no país. As principais cidades onde os veículos são registrados tem um órgão de trânsito. Mas precisamos levar essa estrutura ao país inteiro, pois mais de 50% dos acidentes ocorrem em vias urbanas, desde os pequenos aos grandes municípios”, destacou o diretor geral.

Apesar disso, recentemente a Lei 14.071, que alterou o Código de Trânsito Brasileiro, trouxe condições mais favoráveis para que esses municípios – sobretudo aqueles de menor porte e menor condição financeira – possam se integrar ao sistema por meio de convênios ou consórcios, seja com os órgãos estaduais ou mesmo com órgãos de municípios vizinhos. “Estamos promovendo ações junto a esses municípios para que possamos fomentar essa integração, trazendo mais cidades para o sistema de trânsito e, assim, fazer uma gestão mais eficiente”, avaliou Carneiro.

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A tão esperada chegada do 5G ao Brasil pode acabar ainda no primeiro semestre deste ano. Essa é a data prevista pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para o leilão da tecnologia, que vai revolucionar a forma como nos relacionamos com as máquinas e como as máquinas se relacionam entre si, acredite. É a chamada “Internet das Coisas”. 

Já adotada em alguns países, a tecnologia 5G é 20 vezes mais rápida do que o 4G. Além disso, o tempo de resposta entre um clique e a resposta é muito menor, além de um fator determinante: o alcance. Regiões remotas do país, ribeirinhos e os moradores do campo tendem a ser muito beneficiados com a cobertura da nova tecnologia. Mas é principalmente o setor produtivo (indústria e agronegócio, por exemplo) que está prestes a viver uma revolução.

Para entender o impacto que o 5G vai ter no dia a dia da sociedade e dos municípios brasileiros, o portal Brasil61.com entrevistou, com exclusividade, o presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Igor Nogueira Calvet. Segundo ele, o 5G não é apenas uma evolução da tecnologia. 

“É uma tecnologia que veio para revolucionar uma série de coisas. Que vai nos dar uma maior velocidade, um maior tempo de resposta na transmissão de dados. Não é um impacto tão somente para o cidadão. É um impacto, creio eu, até muito maior para as empresas, porque o 5G é uma tecnologia que vai permitir a comunicação não só entre as pessoas, mas, sobretudo, entre máquinas. É máquina conversando com máquina, é máquina conversando com a infraestrutura”, explica. 

Arte: Brasil 61

Cronograma e alcance

Uma das preocupações do governo federal é que a nova tecnologia chegue às áreas mais pobres. Segundo a Anatel, cerca de 1.400 localidades não possuem serviço algum de telefonia.  Por isso, em edital publicado no início do ano, o órgão regulador estabeleceu um cronograma para a chegada do 5G aos municípios. 

Para as capitais, quem vencer o leilão deve disponibilizar a tecnologia até 31 de julho de 2022. A previsão é de que todos os municípios com mais de 30 mil habitantes sejam atendidos até dezembro de 2029. No entanto, as cidades menores, mesmo aquelas com mais de 600 habitantes serão beneficiadas com a chegada do 5G. Isso porque o governo prevê a instalação de redes 4G em todos os municípios com essa característica, que somam 500, ao todo, atualmente. 

Arte: Brasil 61

Há também a previsão da cobertura de 48 mil quilômetros de estradas com internet de alta velocidade e expansão de 13 mil quilômetros de cabos de fibra óptica nos leitos dos rios da região Norte. Igor Nogueira é mais otimista. Ele acredita que as projeções de internet 5G até 2029 podem ser melhoradas, uma vez que vai haver muito investimento da iniciativa privada nessa infraestrutura. 

“O 5G, inclusive, pode chegar antes nesses centros menores. Por quê? Porque tem muitos gestores municipais que podem fazer aquisições, buscar financiamentos externos para ajudar nos investimentos em infraestrutura tecnológica. Várias empresas que não estão nas capitais, mas nas cidades médias, nas cidades pequenas, possivelmente poderão ter suas redes privativas de 5G. Não precisa esperar até 2029. Haverá muito investimento privado”, aposta. 

Durante o bate-papo, Igor falou também sobre as mudanças que vamos viver no dia a dia com a chegada da tecnologia, como o 5G vai impactar o setor produtivo brasileiro e de que forma os gestores municipais podem se preparar para sair na frente, seja em termos de regulação ou infraestrutura. Confira agora a entrevista completa com Igor Nogueira Calvet.

Confira agora a entrevista completa

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020