Brasil 61 em números
O Brasil 61 envia por email e publica diariamente conteúdos gratuitos para comunicadores de rádios e mídias online de todo o País
Acesse página para rádios
7.880
mídias online cadastradas
1.470
municípios
27
estados
1.371
mídias online com acesso identificados nos últimos 30 dias
Comunicador, Cadastre-se!
Baixar áudio

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) inaugurou nesta sexta-feira (20) o primeiro escritório em Nova Délhi, na Índia, o 11º posto internacional da instituição. A cerimônia integra a missão presidencial ao país asiático. Participaram do evento o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, e o presidente da ApexBrasil, Jorge Viana.

A nova estrutura representa um avanço estratégico para o fortalecimento das relações comerciais bilaterais, segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Em 2025, o Brasil registrou exportações recordes para a Índia, que somaram US$ 6,9 bilhões — o maior valor dos últimos 20 anos, conforme levantamento da Pasta.

“A instalação de um escritório da Apex na Índia é a garantia de que esse fluxo comercial e as oportunidades de negócios crescerão de forma exponencial”, afirmou o ministro Carlos Fávaro.

Para o presidente da ApexBrasil, Jorge Viana, “o potencial do nosso fluxo de comércio com a Índia pode chegar a US$ 100 bilhões. Há uma sinergia muito grande entre as duas economias, e é esse propósito que vamos perseguir”, evidenciou Viana.

De acordo com o perfil de comércio e investimentos da Índia elaborado pela Agência, foram identificadas cerca de 378 oportunidades de exportação para o Brasil em setores como:

  • minerais;
  • máquinas;
  • alimentos;
  • tecnologias em saúde; e 
  • energias renováveis.

Relações comerciais

Durante o evento, Fávaro destacou o momento positivo da economia brasileira, marcado por níveis recordes de investimentos e pela ampliação das oportunidades comerciais. “Nos últimos três anos, apenas os produtos da agropecuária brasileira alcançaram mais de 537 novos mercados. A Apex teve papel fundamental nesse processo”, ressaltou.

VEJA MAIS:

Copiar textoCopiar o texto
Baixar áudio

Em artigo publicado no jornal O Estado de S. Paulo, o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban, defende que o debate sobre mudanças na jornada e na escala de trabalho seja conduzido com método, premissas claras e avaliação de impactos.

A CNI sustenta que eventuais alterações na jornada não devem ser impostas de forma generalizada por lei. Para a entidade, é fundamental priorizar a negociação coletiva e a flexibilidade de cada setor produtivo.

Alban destaca ainda a liberdade de expressão como instrumento para encontrar as melhores soluções para os problemas do país. “Sabemos que o silêncio imposto é a antessala de escolhas ruins ou equivocadas. O que pedimos, com a serenidade de quem pensa no longo prazo, é que esse debate seja elevado, com menos disputa de narrativas e mais compromisso com resultados”, afirma.

Segundo ele, a sociedade espera de seus líderes um debate público baseado em método, transparência quanto às premissas e abertura para ouvir evidências divergentes. Ao mesmo tempo, ressalta que o país não pode abrir mão do aumento da produtividade, da geração de empregos formais, da competitividade, do equilíbrio fiscal e do bem-estar dos trabalhadores. Ele argumenta que esses objetivos não são incompatíveis, mas exigem políticas calibradas, diálogo social e responsabilidade.

Compromissos públicos

A CNI propõe que o debate sobre eventuais mudanças na jornada de trabalho seja estruturado a partir de critérios claros e de um caminho viável. Para isso, apresenta cinco compromissos públicos:

  1. separar o debate técnico do calendário eleitoral;
  2. adotar sistema de diálogo social, com participação de trabalhadores, empregadores e poder público;
  3. preservar a flexibilidade e a negociação coletiva como instrumentos centrais;
  4. estabelecer garantias para emprego formal e competitividade;
  5. vincular qualquer avanço a uma agenda de produtividade.

“A indústria brasileira quer fazer parte da mesa de discussões, mas defende — com a franqueza de quem responde pelo investimento, pelo emprego formal e pela capacidade de competir — que o país não pode se permitir a tomada de decisões que ampliem custos e fragilizem a produção sem contrapartidas de produtividade e sem desenho institucional adequado”, ressalta o presidente da CNI.

Para Ricardo Alban, o Brasil não pode trocar uma promessa imediata por um custo duradouro, especialmente para aqueles que dependem do emprego formal, do consumo e de serviços públicos de qualidade.

O artigo completo está disponível no Portal da Indústria.

VEJA MAIS:

Copiar textoCopiar o texto
Baixar áudio

Em agenda oficial em Nova Délhi, na Índia, ministros da agricultura do Brasil e da Índia avançaram nas negociações para ampliar a cooperação agrícola e o comércio bilateral entre os dois países. Em 2025, o intercâmbio comercial entre as duas nações foi de US$ 15 bilhões, o que representa uma alta de 25,5% em relação ao ano anterior. Segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a meta é elevar o volume para US$ 20 bilhões até 2030.

A reunião contou com a participação do ministro da Agricultura e Bem-Estar dos Agricultores da Índia, Shri Shivraj Singh Chouhan, os ministros Carlos Fávaro, da Agricultura e Pecuária (Mapa), e Paulo Teixeira, do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA).

Na avaliação do ministro Carlos Fávaro, a reunião abriu caminhos para ampliar as relações comerciais e fomentar o comércio bilateral de produtos agropecuários. Ele reforçou o potencial da parceria para a abertura de mercados para produtos brasileiros como feijão-guandu, carne de frango e erva-mate.

“O Brasil está pronto para abrir a romã para importar da Índia e também para receber a noz macadâmia produzida aqui. Como contrapartida, buscamos a abertura do feijão-guandu, além de ampliar oportunidades para a carne de frango brasileira e a erva-mate”, disse Fávaro.

Bioinsumos

As autoridades também trataram de temas como bioinsumos, mecanização, inteligência artificial aplicada ao campo e complementaridade produtiva entre as duas potências agrícolas. 

Os desafios envolvendo a segurança alimentar e a necessidade de aumentar a produtividade com sustentabilidade foram apontados pelos ministros como pontos em comum dos países.

A convergência entre os países no desenvolvimento de bioinsumos também foi observada por Fávaro. A área é considerada estratégica para a transição a sistemas produtivos mais sustentáveis. 

Conforme o Mapa, a cooperação técnica deve contar com o compartilhamento de conhecimento, pesquisa e estímulo a soluções tecnológicas adaptadas às especificidades tropicais.

Integração e modernização

O ministro Paulo Teixeira pontuou que as duas agriculturas possuem aspectos que se complementam e têm potencial de cooperação em áreas como melhoramento genético, mecanização e inovação. 

Como exemplo de integração já em curso, foi apontada a presença de empresas brasileiras atuando no mercado indiano na área de genética bovina.

A visita oficial promove discussões sobre cooperação tecnológica, transformação digital e segurança alimentar. Para o Mapa, as temáticas compõem pilares prioritários da parceria entre Brasil e Índia.
 

Copiar textoCopiar o texto
Baixar áudio

A indústria de Goiás encerrou 2025 com expansão de 2,4% na produção. O índice coloca o estado na quarta posição entre as unidades da federação com melhor desempenho industrial, acima da média nacional, que registrou alta de 0,6%.

Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), compilados pelo Instituto Mauro Borges (IMB).

O crescimento de 2,4% foi mantido tanto no acumulado do ano quanto no resultado dos últimos 12 meses.

Segmentos com variação positiva

O setor de produtos alimentícios registrou alta de 3,1%. Outros segmentos que apresentaram crescimento em 2025 foram:

  • Máquinas e equipamentos: +25,8%
  • Confecção de vestuário e acessórios: +14,5%
  • Fabricação de veículos e reboques: +6,1%
  • Produtos químicos: +5,9%
  • Farmoquímicos e farmacêuticos: +3,3%

Impacto nos investimentos e ambiente de negócios

Segundo o governo estadual, o desempenho industrial está relacionado a políticas voltadas ao setor produtivo. “Encerrar o ano com um dos maiores crescimentos industriais do país demonstra a solidez da nossa economia e a efetividade das políticas públicas adotadas pelo estado. Mesmo diante de um cenário nacional mais desafiador, Goiás manteve desempenho acima da média brasileira, consolidando-se como ambiente competitivo para investimentos e produção”, afirmou o secretário de Indústria, Comércio e Serviços, Joel de Sant’Anna Braga Filho.

Para o secretário-geral de Governo, Adriano da Rocha Lima, o resultado mostra que o estado conseguiu manter um crescimento “consistente”, mesmo em um contexto nacional “mais adverso”. “Isso é fruto de políticas públicas que fortalecem o ambiente de negócios, estimulam o investimento produtivo e dão previsibilidade para quem empreende e gera empregos em Goiás”, ressaltou.

VEJA MAIS:

Copiar textoCopiar o texto
Baixar áudio

Um novo modelo de distribuição dos royalties da mineração pode beneficiar municípios que possuem portos com melhor desempenho ambiental. A proposta busca aperfeiçoar os critérios de repartição dos recursos da Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM).

A iniciativa foi contemplada na 10ª edição do Prêmio ANTAQ, na categoria Artigos Técnico-Científicos. Promovido pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), o prêmio reconhece estudos voltados ao tema “Soluções para a Mudança do Clima”.

O modelo foi idealizado pelo pesquisador e superintendente de Arrecadação e Fiscalização de Receitas da Agência Nacional de Mineração (ANM), Alexandre de Cássio Rodrigues. Segundo ele, a proposta estabelece um formato que promove uma divisão mais eficiente dos recursos, considerando os impactos efetivamente gerados pela atividade minerária.

“Esse processo abrirá oportunidade para discutir os atuais critérios de cálculo da CFEM destinados aos entes impactados pela presença de ferrovias, dutovias, estruturas e portos, à luz de evidências empíricas, impactos econômicos e efeitos distributivos observados desde a implementação da norma”, afirma.

“Nesse contexto, o trabalho apresentado contribui para qualificar e ampliar o debate, oferecendo subsídios que podem apoiar eventuais ajustes regulatórios, com maior coerência, transparência e justiça na repartição dos royalties da mineração”, complementa o superintendente.

Intitulado “Um Novo Modelo de Distribuição dos Royalties da Mineração para Municípios Portuários”, o estudo foi desenvolvido durante o pós-doutorado de Rodrigues na Universidade Federal de Viçosa (UFV), sob orientação do professor Luiz Antônio Abrantes, com a participação dos pesquisadores Gualberto Lima, mestrando, e Alan Alcon, doutorando.

Alexandre destaca que, para que a proposta avance na esfera pública e regulatória, é essencial a consolidação técnica do debate no âmbito institucional da ANM. Isso se torna especialmente relevante porque, em 2026, está prevista a Avaliação de Resultado Regulatório (ARR) da Resolução ANM nº 143/2023, que estabelece as regras de distribuição da CFEM aos municípios afetados pela atividade minerária.

Necessidade de rever a distribuição da CFEM

Atualmente, a CFEM é distribuída entre União, estados e municípios. Conforme a Lei nº 13.540, de 18 de dezembro de 2017, a repartição ocorre da seguinte forma:

  • 7% para a entidade reguladora do setor de mineração;
  • 1% para o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT);
  • 1,8% para o Centro de Tecnologia Mineral (Cetem);
  • 0,2% para o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama);
  • 15% para o Distrito Federal e os estados onde ocorre a produção;
  • 60% para o Distrito Federal e os municípios onde ocorre a produção;
  • 15% para municípios não produtores, mas impactados pela atividade mineral, seja por infraestrutura de transporte (ferrovias ou dutos), operações portuárias ou pela presença de barragens de rejeitos, pilhas de estéril e instalações de beneficiamento mineral.

Segundo a ANM, ao menos 20% dos recursos da CFEM devem ser aplicados em ações de diversificação econômica, exploração mineral sustentável e pesquisa científica e tecnológica.

Além disso, os valores não podem ser empregados para o pagamento de dívidas, exceto débitos com a União ou seus órgãos, nem para despesas permanentes com pessoal. No entanto, os recursos podem ser destinados à educação, inclusive ao pagamento de salários de professores da rede pública, especialmente na educação básica em tempo integral.

VEJA MAIS:

FPM: municípios partilham mais de R$ 2 bi, nesta sexta-feira (20)

Novo PAC Mobilidade: estados e municípios já podem cadastrar projetos de renovação de frota e infraestrutura urbana

De acordo com o estudo, o modelo atualmente em vigor não diferencia portos com desempenhos ambientais distintos. Assim, localidades com diferentes níveis de cuidado ambiental recebem tratamento igual na distribuição dos recursos. Na avaliação dos pesquisadores, os critérios vigentes geram distorções e não incentivam práticas mais sustentáveis.

Diante desse cenário, o artigo propõe incorporar o desempenho ambiental dos portos como critério na distribuição da CFEM. Dessa forma, municípios cujos portos adotem práticas ambientais mais eficientes poderiam receber uma parcela maior dos recursos, enquanto aqueles associados a operações mais poluentes receberiam uma parcela menor.

O objetivo é estimular melhorias operacionais e investimentos em controle e mitigação de impactos ambientais. Ao mesmo tempo, a proposta busca alinhar a política de distribuição da CFEM às agendas globais de enfrentamento às mudanças climáticas, promovendo maior equidade na repartição dos royalties.

O que é a CFEM

A CFEM foi instituída pela Constituição de 1988 como uma contraprestação financeira paga pelas empresas mineradoras aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios pela exploração econômica de recursos minerais em seus territórios.

Prêmio ANTAQ 

O Prêmio ANTAQ foi criado há dez anos e, ao longo desse período, consolidou-se como uma das principais premiações do Brasil dedicadas a reconhecer iniciativas de pesquisa, inovação e boas práticas no setor aquaviário. A premiação dá destaque a estudos que fortalecem o avanço da regulação, das políticas públicas e da sustentabilidade no país.
 

Copiar textoCopiar o texto
Baixar áudio

Com o intuito de fortalecer a presença do Brasil em cadeias produtivas estratégicas e ampliar parcerias internacionais, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) tem buscado intensificar o diálogo com países-chave no setor de minerais críticos.

Nesse contexto, a Diretora de Negócios da Agência, Ana Repezza, participou do evento “Indian Critical Minerals Landscape: Foundation for a Sustainable Future”, em Nova Deli.

“É uma cooperação importante que surge aqui e que a gente espera ter resultado já no curto prazo com o anúncio de investimentos e demais projetos de investimentos nesse tema tão estratégico que são os minerais críticos, em que o Brasil tem uma competência, uma competitividade muito forte. São investimentos sustentáveis”, destaca.

O encontro debateu o papel estratégico dos minerais críticos na transição energética, na segurança industrial e na construção de cadeias globais mais resilientes.
Para a ApexBrasil, é necessário que investimentos no setor sejam voltados não apenas à exportação de bens primários, mas também à construção de cadeias de valor no território nacional e desenvolvimento de indústrias de ponta, como a de imãs e baterias, por exemplo.

Atualmente, o Brasil ocupa posição central nesse setor, com uma das matrizes energéticas mais limpas do mundo e abundância de recursos como lítio, nióbio, grafite, terras raras e manganês. Isso combina ativos naturais, capacidade tecnológica e compromisso com a sustentabilidade.

Catálogo de investimentos em projetos de mineração

Em novembro de 2025, a ApexBrasil, em parceria com o Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), apresentou o catálogo de investimentos em projetos de mineração no Brasil. O documento foi divulgado durante a sessão especial “Brasil como Parceiro Estratégico para Cadeias de Valor Sustentáveis em Matérias-Primas Críticas”, realizada no evento Raw Materials 2025.

O catálogo expõe 10 projetos destinados a atrair investimentos estrangeiros no setor de mineração, com um potencial total de cerca de US$ 7 bilhões nos próximos anos.

VEJA MAIS:

ApexBrasil aponta oportunidades de exportação na Europa, Japão e África

Plataformas da ApexBrasil impulsionam presença de empresas brasileiras no exterior

As iniciativas focam na exploração e no beneficiamento sustentável de minerais críticos e estratégicos, incorporando estratégias de descarbonização e sustentabilidade como elementos centrais.

Segundo Ana Paula Repezza, alguns projetos foram apresentados a stakeholders e investidores europeus. “Essa cooperação é importante e esperamos resultados promissores para o país, com todo o suporte da União Europeia para reduzir riscos de investimento no Brasil”, afirmou.

Terras Raras

A demanda por minerais estratégicos essenciais à transição energética deve aumentar significativamente nas próximas décadas, segundo o estudo “O papel do Brasil na Agenda Global de Minerais Críticos e Estratégicos".

Entre os destaques estão quatro terras raras — neodímio (Nd), praseodímio (Pr), disprósio (Dy) e térbio (Tb) — usadas na fabricação de ímãs permanentes para motores elétricos, geradores eólicos e outros equipamentos sustentáveis.

As projeções apontam que o consumo global desses quatro elementos deve atingir aproximadamente 70 toneladas até 2030, chegando a aproximadamente 4,3 mil toneladas em 2045 e acumulando 12,8 mil toneladas entre 2025 e 2050.

O estudo também traz cenários relacionados ao urânio, ligado principalmente à geração nuclear de energia. A demanda estimada do combustível é de 446 toneladas em 2025, aumentando para cerca de 910 toneladas a partir de 2040, valor que se mantém até 2050. No horizonte de 2025 a 2050, a demanda total acumulada de urânio deve alcançar 4,7 mil toneladas.
 

Copiar textoCopiar o texto
Brasil Exportador
Baixar áudio

Com o intuito de fortalecer a presença do Brasil em cadeias produtivas estratégicas e ampliar parcerias internacionais, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) tem buscado intensificar o diálogo com países-chave no setor de minerais críticos.

Nesse contexto, a Diretora de Negócios da Agência, Ana Repezza, participou do evento “Indian Critical Minerals Landscape: Foundation for a Sustainable Future”, em Nova Deli.

“É uma cooperação importante que surge aqui e que a gente espera ter resultado já no curto prazo com o anúncio de investimentos e demais projetos de investimentos nesse tema tão estratégico que são os minerais críticos, em que o Brasil tem uma competência, uma competitividade muito forte. São investimentos sustentáveis”, destaca.

O encontro debateu o papel estratégico dos minerais críticos na transição energética, na segurança industrial e na construção de cadeias globais mais resilientes.
Para a ApexBrasil, é necessário que investimentos no setor sejam voltados não apenas à exportação de bens primários, mas também à construção de cadeias de valor no território nacional e desenvolvimento de indústrias de ponta, como a de imãs e baterias, por exemplo.

Atualmente, o Brasil ocupa posição central nesse setor, com uma das matrizes energéticas mais limpas do mundo e abundância de recursos como lítio, nióbio, grafite, terras raras e manganês. Isso combina ativos naturais, capacidade tecnológica e compromisso com a sustentabilidade.

Catálogo de investimentos em projetos de mineração

Em novembro de 2025, a ApexBrasil, em parceria com o Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), apresentou o catálogo de investimentos em projetos de mineração no Brasil. O documento foi divulgado durante a sessão especial “Brasil como Parceiro Estratégico para Cadeias de Valor Sustentáveis em Matérias-Primas Críticas”, realizada no evento Raw Materials 2025.

O catálogo expõe 10 projetos destinados a atrair investimentos estrangeiros no setor de mineração, com um potencial total de cerca de US$ 7 bilhões nos próximos anos.

VEJA MAIS:

ApexBrasil aponta oportunidades de exportação na Europa, Japão e África

Plataformas da ApexBrasil impulsionam presença de empresas brasileiras no exterior

As iniciativas focam na exploração e no beneficiamento sustentável de minerais críticos e estratégicos, incorporando estratégias de descarbonização e sustentabilidade como elementos centrais.

Segundo Ana Paula Repezza, alguns projetos foram apresentados a stakeholders e investidores europeus. “Essa cooperação é importante e esperamos resultados promissores para o país, com todo o suporte da União Europeia para reduzir riscos de investimento no Brasil”, afirmou.

Terras Raras

A demanda por minerais estratégicos essenciais à transição energética deve aumentar significativamente nas próximas décadas, segundo o estudo “O papel do Brasil na Agenda Global de Minerais Críticos e Estratégicos".

Entre os destaques estão quatro terras raras — neodímio (Nd), praseodímio (Pr), disprósio (Dy) e térbio (Tb) — usadas na fabricação de ímãs permanentes para motores elétricos, geradores eólicos e outros equipamentos sustentáveis.

As projeções apontam que o consumo global desses quatro elementos deve atingir aproximadamente 70 toneladas até 2030, chegando a aproximadamente 4,3 mil toneladas em 2045 e acumulando 12,8 mil toneladas entre 2025 e 2050.

O estudo também traz cenários relacionados ao urânio, ligado principalmente à geração nuclear de energia. A demanda estimada do combustível é de 446 toneladas em 2025, aumentando para cerca de 910 toneladas a partir de 2040, valor que se mantém até 2050. No horizonte de 2025 a 2050, a demanda total acumulada de urânio deve alcançar 4,7 mil toneladas.
 

Copiar textoCopiar o texto
Baixar áudio

Após abertura comercial recente, o Brasil embarcou a primeira carga de grãos secos de destilaria – (DDG - Distillers Dried Grains) para a China. A mercadoria é coproduto da produção de etanol de milho e tem ganhado relevância no mercado internacional. 

A carga possuía cerca de 62 mil toneladas do produto e saiu do Porto de Imbituba (SC), no dia 14 de fevereiro.

Segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a operação marca um avanço nas atividades exportadoras brasileiras, considerando que o Brasil é o terceiro maior produtor mundial de milho. Em 2024, o país exportou cerca de 791 mil toneladas do insumo. No mesmo ano, a China importou mais de US$ 66 milhões em produtos provenientes do milho, destinados à alimentação animal.

Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), reunidos pela União Nacional do Etanol de Milho (UNEM), apontam que o Brasil exportou 879,3 mil toneladas de DDG e DDGS (Distiller's Dried Grains with Solubles) para 25 mercados – o que representa uma alta de 9,77% em relação a 2024. Conforme o Mapa, o resultado fortalece os chamados Brazilian Distillers Grains como importantes vetores que agregam valor à cadeia do milho e da bioenergia.

A indústria de etanol de milho projeta a produção de quase 10 bilhões de litros de etanol para a safra 2025/2026. O avanço deve ser acompanhado pelo aumento na oferta de coprodutos derivados do processamento de grãos.

“A combinação entre abertura de novos mercados e ampliação da capacidade produtiva reforça o papel do Brasil como fornecedor confiável e competitivo na cadeia global de nutrição animal e bioenergia”, informou o Mapa em nota oficial.

Novas oportunidades

DDG é a sigla em inglês para Distillers Dried Grains (grãos secos de destilaria). No Brasil, 13 estabelecimentos foram autorizados a exportar DDG para a China, após avaliações técnicas. As inspeções verificaram boas práticas de fabricação, controles de segurança, rastreabilidade e outros requisitos exigidos pelas autoridades chinesas para garantir a qualidade do produto.

Já o DDGS (Distiller’s Dried Grains with Solubles, ou Grãos de Destilaria Secos com Solúveis) é um subproduto da produção de etanol semelhante ao DDG, mas com a incorporação dos resíduos solúveis resultantes do processo de fermentação, que são secos em conjunto com o material sólido tornando o insumo mais rico em proteína e energia.

O processo de registro pelo Mapa, bem como a habilitação e inspeção das plantas produtoras interessadas em acessar o novo mercado, começou após a assinatura do protocolo sanitário bilateral.
 

Copiar textoCopiar o texto
Baixar áudio

As relações comerciais mantidas pelo Brasil com outros países ampliam as oportunidades para que empresas nacionais levem seus produtos ao mercado externo. Nesse cenário, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) desenvolveu estudos estratégicos voltados à identificação de mercados e oportunidades de negócios para o setor produtivo brasileiro.

Um desses levantamentos é voltado para o mercado europeu. Com o acordo firmado entre o Mercosul e a União Europeia, espera-se um favorecimento da expansão comercial de produtos brasileiros para o continente. O objetivo é mapear perspectivas de negócios que aproximem os mercados dos dois blocos.

Denominado “Estudo de Oportunidades Mercosul–União Europeia”, o levantamento revela perspectivas de negócios em 25 países europeus. As oportunidades estão organizadas em quatro grandes regiões do continente, distribuídas da seguinte forma:

  • Europa Ocidental – 266 oportunidades e US$ 27,6 bilhões em importações anuais;
  • Europa Meridional – 123 oportunidades e US$ 7,8 bilhões em importações anuais;
  • Europa Oriental – 101 oportunidades e US$ 6,4 bilhões em importações anuais;
  • Europa Setentrional – 53 oportunidades e US$ 1,9 bilhão em importações anuais.

De acordo com o estudo, os setores com maior potencial para impulsionar a atividade exportadora são Máquinas e equipamentos de transporte; Artigos manufaturados; Produtos químicos; Obras diversas, como partes para calçados, óculos de sol e joias de ouro ou prata.

De maneira geral, esses produtos representam um mercado potencial de US$ 43,9 bilhões em importações anuais da União Europeia. Atualmente, o Brasil exporta cerca de US$ 1,1 bilhão desses itens para o bloco.

A União Europeia é apontada como o maior investidor estrangeiro no Brasil, com estoque superior a US$ 464 bilhões em Investimento Direto Estrangeiro (IED), o que corresponde a mais de 40% do total recebido pelo país.

Na avaliação do presidente da ApexBrasil, Jorge Viana, o acordo representa um marco para o comércio exterior brasileiro, pois amplia a previsibilidade e oferece maior segurança jurídica às relações comerciais. Segundo ele, isso aumenta as perspectivas de crescimento econômico do Brasil.

“Nós temos muito potencial ao longo do tempo para crescer, porque a participação dos produtos brasileiros na União Europeia ainda tem uma margem muito grande para isso. Vamos pegar um exemplo: o nosso mercado de exportação de mel é de 100 milhões de dólares. A União Europeia impõe uma barreira sanitária ao nosso mel que não tem explicação, pois é quase uma barreira econômica. Assim, estamos praticamente 100% fora da União Europeia. Com o acordo, poderemos exportar mel para lá”, destaca.

O levantamento indica que o acordo cria um mercado integrado de aproximadamente 720 milhões de consumidores. Além disso, os dois blocos formarão um PIB agregado estimado em US$ 22 trilhões, contribuindo para o reposicionamento do Brasil no maior mercado importador do mundo, sobretudo por meio da eliminação tarifária imediata em diversos setores.

Oportunidades de negócio no Japão

A ApexBrasil também identificou oportunidades de negócio no continente asiático. Ao todo, foram mapeados 309 produtos com potencial no Japão. Muitos deles estão relacionados a matérias-primas, como madeira e amendoim. Destacam-se também alimentos, como concentrado de café e mel, além de máquinas, equipamentos e ferramentas.

Atualmente, doze projetos setoriais da ApexBrasil atuam no mercado japonês, com foco em:

  • Agronegócio;
  • Economia criativa;
  • Serviços;
  • Tecnologia;
  • Multissetorial.

O estudo “Perfil de Comércio e Investimentos Japão 2026” apresenta dados sobre comércio bilateral, investimentos e oportunidades para produtos brasileiros. No ano passado, a corrente de comércio Brasil–Japão atingiu US$ 11,6 bilhões. As exportações brasileiras para o país asiático somaram US$ 5,5 bilhões.

Entre os principais produtos comercializados estão café; minério de ferro; carnes de aves; carnes suínas; e alumínio. Esses itens representam mais da metade das vendas brasileiras ao Japão.

VEJA MAIS:

Presidente da ApexBrasil destaca otimismo com futuro do Acordo Mercosul–UE e promoção do Brasil na Europa

ApexBrasil anuncia programa na África para ampliar exportações em saúde e segurança alimentar

Mesmo com crescimento moderado do consumo interno japonês — estimado em 0,8% ao ano entre 2021 e 2025 — o país permanece como um dos principais consumidores globais de alimentos. A previsão é que, em 2026, 17,8% do orçamento familiar japonês seja destinado à alimentação.

Oportunidades de negócio na África

Os empresários brasileiros interessados em expandir seus negócios também podem consultar o estudo “Oportunidades de Exportação e Investimentos – África”, que apresenta os setores e regiões mais promissores no continente.

Ao todo, foram identificadas 5.504 oportunidades de negócios. Os setores com maior destaque são produtos alimentícios; máquinas e equipamentos; combustíveis minerais; e artigos manufaturados. Também se sobressaem os seguinte produtos:

  • Farelo de soja;
  • Partes para veículos automotivos;
  • Óleos combustíveis;
  • Papel e cartão.

 Paralelamente, a ApexBrasil conduz 20 projetos setoriais em 16 países africanos, com o objetivo de ampliar a presença brasileira em áreas como alimentos, agronegócio, construção, economia criativa, máquinas, moda e saúde.

Em 2024, a África foi o terceiro destino das exportações brasileiras e o 14º maior fornecedor do Brasil. As exportações brasileiras para o continente atingiram US$ 15,9 bilhões, com destaque para commodities como açúcares e melaços, milho, minério de ferro e petróleo.

Segundo a ApexBrasil, o estoque de Investimento Estrangeiro Direto (IED) africano no Brasil atingiu US$ 1,5 bilhão em 2023. Entre 2015 e 2025, foram registrados 21 investimentos greenfield, totalizando aproximadamente US$ 3 bilhões, com destaque para os setores de mineração e telecomunicações.
 

Copiar textoCopiar o texto
Brasil Gestor
Baixar áudio

A fim de otimizar o atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS), o Ministério da Saúde lançou o Guia de Boas Práticas do Projeto Lean nas Emergências, voltado a gestores de hospitais públicos e filantrópicos.

A iniciativa, desenvolvida pelo Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS (PROADI-SUS) e executada em parceria com as Entidades de Saúde de Reconhecida Excelência (ESRE), busca reduzir a superlotação e o tempo de espera em 137 portas de urgência distribuídas por todas as regiões do Brasil.

Participam do Projeto Lean as ESRE:

  • Hospital Alemão Oswaldo Cruz;
  • HCor Hospital do Coração;
  • Hospital Moinhos de Vento;
  • Hospital Israelita Albert Einstein;
  • Hospital Sírio-Libanês; e 
  • Beneficência Portuguesa de São Paulo.

Projeto Lean

O termo Lean, traduzido como “enxuto”, surgiu no setor industrial com a Toyota, pioneira em sua aplicação. A proposta busca racionalizar recursos e otimizar espaços e insumos. Após resultados positivos, outras empresas passaram a adotar o modelo. Posteriormente, passou a ser aplicado também na área da saúde, onde ganhou novas adaptações e relevância.

No Brasil, o MS incorporou a metodologia em 2017, com o lançamento do Projeto Lean nas Emergências, tendo o Hospital Sírio-Libanês (HSL) como a primeira instituição executora. Segundo a Pasta, a proposta da iniciativa envolve:

  1. Diagnóstico detalhado dos fluxos de atendimento;
  2. Treinamento e capacitação das equipes multiprofissionais;
  3. Uso de ferramentas de gestão visual e análise de processos;
  4. Implantação de melhorias rápidas (Kaizen — filosofia de gestão japonesa focada na melhoria contínua) e reestruturação de processos críticos.

Para viabilizar as etapas, o projeto promove fóruns e treinamentos conjuntos entre os hospitais, além de visitas presenciais e virtuais conduzidas por uma equipe formada por um médico consultor e um especialista em Lean. As ações se estendem pelas fases de diagnóstico, implementação e monitoramento.

Resultados

Dados do MS mostram que, até o final do triênio 2021-2023, o projeto alcançou:

  • -30% no tempo de permanência dos pacientes nas emergências;
  • -40% no tempo de espera para pacientes que não necessitam de internação;
  • -41% no tempo de espera para pacientes que foram internados.

Confira os 137 hospitais participantes do Projeto Lean

VEJA MAIS:

Copiar textoCopiar o texto
Baixar áudio

 

O mais recente Boletim Mensal de Impactos de Extremos de Origem Hidro-Geo-Climático, divulgado pelo Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), revela que 3.545 municípios brasileiros registraram algum nível de seca em janeiro de 2026. O cenário acende um alerta para a gestão hídrica e agrícola no trimestre de fevereiro a abril.

De acordo com o Índice Integrado de Seca (IIS-3), 361 municípios estão em seca severa, número 12,5% menor que em dezembro. Por outro lado, houve avanço da seca moderada, que passou de 1.194 para 1.225 cidades (+2,6%), e da seca fraca, que saltou de 2.005 para 2.320 municípios (+15,7%).

Quatro municípios registraram seca extrema em janeiro: Igaracy (PB), Limeira do Oeste (MG), Santa Vitória (MG) e União de Minas (MG). Não houve casos de seca excepcional nesse recorte mensal.

No acumulado de seis meses (IIS-6), os mesmos quatro municípios permanecem em condição extrema. A região central do país concentra as áreas mais críticas, em um corredor que envolve estados do Sudeste (Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro), Centro-Oeste (Goiás e Mato Grosso), Norte (Tocantins e Pará) e Nordeste (Pernambuco e Paraíba).

Impactos na vegetação e na agricultura

O avanço da seca moderada e fraca preocupa especialistas devido aos impactos acumulados na vegetação e na produção agrícola. Mesmo com a redução nos casos de seca severa, a persistência do déficit hídrico pode comprometer lavouras, pastagens e reservatórios estratégicos.

As projeções para o fim de fevereiro indicam tendência de redução da seca moderada a severa, mas com aumento da seca fraca, o que mantém o sinal de alerta para o trimestre.

Crise hídrica: Cantareira e São Francisco

No campo dos recursos hídricos, o cenário é crítico em importantes bacias do país.

O Sistema Cantareira está classificado em seca hidrológica extrema. O sistema encerrou janeiro com 23% do volume útil, na faixa de restrição (entre 20% e 30%), o pior nível para o período desde a crise hídrica de 2014/2015.

Na região Nordeste, o Rio São Francisco, no trecho até a Usina de Sobradinho, atingiu categoria de seca hidrológica excepcional, indicando agravamento do quadro.

Também permanecem em seca excepcional trechos das bacias do Paraná, Tocantins e Araguaia, afetando reservatórios estratégicos e usinas hidrelétricas.

Segundo o Cemaden, as projeções para fevereiro indicam manutenção do quadro atual, com possibilidade de agravamento principalmente nas regiões Sudeste e Sul. No caso do Cantareira, mesmo em cenário de chuvas dentro da média histórica, o volume pode chegar a cerca de 42% até o fim de abril, ainda em faixa de atenção.

Copiar textoCopiar o texto
Baixar áudio

Após a conclusão de todas as etapas operacionais da distribuição da participação especial referente à produção de petróleo ou gás natural do quarto trimestre de 2025, cinco estados partilharam R$ 2,49 bilhões e 22 municípios receberam R$ 624 milhões. As informações foram divulgadas pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). 

No total, R$ 6,25 bilhões foram destinados aos municípios, estados e União. O montante é referente à participação especial da produção – uma compensação financeira extraordinária devida pelos concessionários de exploração e produção de petróleo ou gás natural para campos de grande volume de produção.

Repasses estaduais e municipais

No repasse realizado diretamente aos estados, cinco unidades da federação foram contempladas. Os estados receberam, juntos, R$ 2,49 bilhões e estão localizados nas regiões Norte, Nordeste e Sudeste.

Confira as UFs e quanto cada uma recebeu:

  • Amazonas : R$ 12.876.766,78
  • Espírito Santo : R$ 221.873.797,76
  • Maranhão : R$ 634.147,49
  • Rio de Janeiro : R$ 2.164.168.533,11
  • São Paulo : R$ 100.184.474,33

Já 22 municípios produtores partilharam R$ 624,9 milhões. Os maiores valores foram partilhados entre municípios do Rio de Janeiro. O maior repasse foi para Maricá (RJ), de R$ 268,6 milhões, seguido de Niterói (RJ), com R$ 224,1 milhões, além da capital carioca, que recebeu R$ 41,5 milhões.

Confira a lista completa de municípios produtores contemplados:

  • Tefé (AM) : R$ 57.440,29
  • Coari (AM) : R$ 3.161.751,41
  • Itapemirim (ES) : R$ 17.918.526,05
  • Marataízes (ES) : R$ 20.950.217,85
  • Piúma (ES) : R$ 179.160,31
  • Presidente Kennedy (ES) : R$ 16.420.545,24
  • Armação dos Búzios (RJ) : R$ 16.607,40
  • Arraial do Cabo (RJ) : R$ 0,00
  • Cabo Frio (RJ) : R$ 105.733,94
  • Campos dos Goytacazes (RJ) : R$ 3.243.669,86
  • Carapebus (RJ) : R$ 27.914,26
  • Casimiro de Abreu (RJ) : R$ 45.495,12
  • Macaé (RJ) : R$ 1.167.445,79
  • Maricá (RJ) : R$ 268.670.300,11
  • Niterói (RJ) : R$ 224.170.783,72
  • Quissamã (RJ) : R$ 62.104,44
  • Rio das Ostras (RJ) : R$ 1.674.981,59
  • Rio de Janeiro (RJ) : R$ 41.599.274,38
  • São João da Barra (RJ) : R$ 257.822,65
  • Bernardo do Mearim (MA) : R$ 142.030,38
  • Poção de Pedras (MA) : R$ 16.506,50
  • Ilhabela (SP) : R$ 12.523.059,29
  • São Sebastião (SP) : R$ 12.523.059,29

A ANP disponibiliza as tabelas com o valor trimestral das participações especiais por beneficiário, que pode ser acessada em: www.gov.br/anp.

Participação especial 

A ANP é responsável por apurar e distribuir a participação especial aos entes beneficiários.

Para apuração, são aplicadas alíquotas progressivas sobre a receita líquida da produção trimestral de cada campo. As taxas variam conforme a localização da lavra, o número de anos de produção e o volume de produção trimestral fiscalizada, consideradas as deduções previstas, como royalties, investimentos na exploração, custos operacionais, depreciação e tributos.

A destinação dos recursos da participação especial é feita seguindo os tipos de distribuições previstas na legislação, como a Lei 9.478/97, a Lei nº 12.351/10 (DARF 3037) e pela Lei nº 12.858/13.

Os valores e datas dos depósitos, bem como respectivos beneficiários, podem ser consultados no sítio eletrônico do Banco do Brasil. Para Participação Especial, no campo Fundo, selecione “PEA – PARTICIPAÇÃO ESPECIAL ANP”.
 

Copiar textoCopiar o texto
Baixar áudio

Os gestores municipais e estaduais de todo o Brasil já podem cadastrar projetos em duas linhas do Novo PAC Mobilidade – a Renovação de Frota do Transporte Público Coletivo (Refrota) e o programa Mobilidade Grandes e Médias Cidades. As cidades poderão conseguir financiamento para adquirir veículos novos e, ainda, ampliar as obras de infraestrutura. 

O cadastro e envio da documentação técnica deve ser realizado pelas prefeituras e governos estaduais pelo TransfereGov, por meio dos programas específicos de Mobilidade.

As diretrizes da Secretaria Nacional de Mobilidade Urbana definem que a etapa permite que entes públicos busquem financiamento para modernizar os sistemas de transporte local e ampliar a infraestrutura urbana. 

O intuito é alinhar a melhoria do serviço prestado às metas nacionais de descarbonização e eficiência no deslocamento.

Segundo o Ministério das Cidades, após a submissão os projetos serão analisados para garantir o enquadramento técnico, conforme as diretrizes da Instrução Normativa nº 12, de 2023, e da Instrução Normativa nº 12, de 2025. Os municípios habilitados após análise técnica terão prazos específicos para a contratação das operações de crédito junto aos agentes financeiros do Pró-Transporte (FGTS).

As inscrições podem ser realizadas pelo: idp.transferegov.sistema.gov.br.

Renovação de frota e obras estruturantes 

Para ambos os projetos, estados, Distrito Federal, consórcios e municípios com mais de 150 mil habitantes podem cadastrar propostas.

O Refrota é destinado à aquisição de veículos novos, como ônibus elétricos ou diesel Euro 6, além de veículos sobre trilhos e para transporte aquaviário. 

Já o Mobilidade Grandes e Médias Cidades tem como foco a melhoria das infraestruturas de transporte, com a construção de estruturas como corredores exclusivos, terminais, VLTs e sistemas de sinalização.
 

Copiar textoCopiar o texto
Baixar áudio

Mais de R$ 546 milhões de reais foram destinados a estados e municípios produtores minerais, por meio de transferência da Agência Nacional de Mineração (ANM). O montante corresponde à Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM), arrecadada no mês de janeiro e repassada ao longo do mês de fevereiro.

De todo o valor, quase R$ 110 milhões serão destinados aos cofres dos estados e do Distrito Federal. Já cerca de R$ 437 milhões vão para os municípios. 

De acordo com a ANM, os estados que mais receberam recursos da CFEM foram Minas Gerais, com um total de aproximadamente R$ 46 milhões, e Pará, também com uma quantia em torno de R$ 46 milhões. 

VEJA MAIS

Na avaliação do consultor de Orçamento Cesar Lima, esses recursos são essenciais para melhorar a qualidade de vida da população que vive em áreas dos municípios produtores minerários. 

“São recursos que certamente poderão ser usados para alguma melhoria, algum custeio. Como são recursos livres, não há uma amarração para esses recursos, mas com certeza serão usados com sabedoria para a melhoria da qualidade de vida da população desses municípios”, avalia. 

 

 

Entre os municípios produtores que mais receberam os recursos estão Canaã dos Carajás (PA), com R$ 72.251.496,11; Parauapebas (PA), com R$ 55.450.294,48; Marabá (PA), com R$ 31.194.932,29; e Conceição do Mato Dentro (MG), com R$ 23.217.351,48.

CFEM: confira a lista dos 20 municípios produtores que recebem os maiores valores:

  1. CANAÃ DOS CARAJÁS (PA): R$ 72.251.496,11 
  2. PARAUAPEBAS (PA): R$ 55.450.294,48 
  3. MARABÁ (PA): R$ 31.194.932,29 
  4. CONCEIÇÃO DO MATO DENTRO (MG): R$ 23.217.351,48 
  5. NOVA LIMA (MG): R$ 20.494.847,55 
  6. CONGONHAS (MG): R$ 19.113.153,27 
  7. ITABIRA (MG): R$ 16.329.258,24 
  8. SÃO GONÇALO DO RIO ABAIXO (MG): R$ 14.369.706,82 
  9. ITABIRITO (MG): R$ 11.361.180,21 
  10. MARIANA (MG): R$ 10.563.105,24 
  11. SANTA BÁRBARA (MG): R$ 7.871.679,73 
  12. CURIONÓPOLIS (PA): R$ 7.429.679,89 
  13. BARÃO DE COCAIS (MG): R$ 7.382.815,89 
  14. PARACATU (MG): R$ 7.156.715,76 
  15. BELO VALE (MG): R$ 6.266.616,72 
  16. SABARÁ (MG): R$ 6.173.434,57 
  17. ITATIAIUÇU (MG): R$ 5.981.643,04 
  18. ALTO HORIZONTE (GO): R$ 4.779.489,40 
  19. ITAITUBA (PA): R$ 4.691.890,18 
  20. JACOBINA (BA): R$ 4.298.359,80

Conforme informações da ANM, entes que recebem CFEM devem publicar anualmente como usaram o dinheiro. Pelo menos 20% dos recursos devem financiar as seguintes atividades:

  • diversificação da economia;
  • exploração mineral sustentável;
  • pesquisa científica e tecnológica.

O que é a CFEM

A Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM) foi estabelecida pela Constituição de 1988 como uma contrapartida financeira realizada pelas empresas mineradoras aos estados, Distrito Federal e municípios pela exploração econômica dos recursos minerais em seus territórios. 
 

Copiar textoCopiar o texto
Baixar áudio

O prognóstico climático para o trimestre fevereiro, março e abril de 2026 indica variações importantes na disponibilidade de água no solo em diferentes regiões do país.

Segundo o novo Boletim Agroclimatológico Mensal do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), produtores de grãos e culturas perenes devem redobrar a atenção, principalmente no Nordeste e no Sudeste, onde há previsão de déficit hídrico.

O boletim é elaborado a partir de modelo multimodelo desenvolvido em parceria com o Centro de Previsão de Tempo e Clima (CPTEC/INPE) e a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme).

Região Norte

A maior parte da Região Norte deve manter níveis elevados de umidade no solo, com armazenamento superior a 80%, favorecendo culturas como mandioca, milho, feijão, banana e cacau.

Entretanto, o extremo norte do Amazonas e o estado de Roraima podem registrar armazenamento inferior a 40% e déficits hídricos que podem superar 100 milímetros em fevereiro e março. A tendência é de redução desse déficit ao longo de abril.

Região Nordeste

O Nordeste deve enfrentar chuvas abaixo da média histórica em grande parte da região, com reduções de até 100 milímetros. No nordeste da Bahia e no Vale do São Francisco, os volumes podem ficar até 200 milímetros abaixo da média.

O armazenamento hídrico do solo deve permanecer abaixo de 30% em amplas áreas, mantendo cenário de baixa disponibilidade de água. O déficit mais intenso é esperado para fevereiro, podendo comprometer o desenvolvimento vegetativo e reduzir o potencial produtivo de culturas como milho e feijão, sobretudo em solos com menor capacidade de retenção de água.

Por outro lado, Maranhão, norte do Piauí e oeste da Bahia tendem a apresentar níveis de umidade superiores a 60%, favorecendo as lavouras do MATOPIBA e contribuindo para o vigor das pastagens.

Região Centro-Oeste

No Centro-Oeste, as chuvas devem ficar próximas ou acima da média no norte e oeste de Mato Grosso. Já em Mato Grosso do Sul, Goiás e no leste de Mato Grosso, os volumes podem ser até 50 milímetros inferiores à média histórica.

O armazenamento de água no solo deve permanecer acima de 60% na maior parte da região, favorecendo as lavouras de verão e o estabelecimento da segunda safra. No entanto, áreas do Pantanal e do leste de Mato Grosso do Sul podem registrar redução progressiva da umidade, com déficit de até 60 milímetros em abril.

Região Sudeste

O centro-norte de Minas Gerais, o Espírito Santo, o Rio de Janeiro e o oeste de São Paulo devem registrar chuvas abaixo da média e níveis de armazenamento hídrico inferiores a 40% em algumas áreas.

No extremo norte de Minas Gerais o déficit hídrico pode chegar a 100 milímetros em abril, impactando pastagens e o enchimento de grãos do café. Já no centro-sul mineiro e no centro-leste paulista, a previsão de excedentes hídricos em fevereiro e março deve beneficiar culturas como soja, milho segunda safra e cana-de-açúcar. O cenário também é considerado favorável para a implantação do trigo irrigado em abril.

Região Sul

A Região Sul deve apresentar chuvas próximas da média no Rio Grande do Sul e no nordeste de Santa Catarina e do Paraná. Em contrapartida, o norte gaúcho, grande parte de Santa Catarina e do Paraná podem registrar déficits de até 50 milímetros.

O armazenamento hídrico tende a permanecer acima de 70% na maior parte da região, favorecendo o desenvolvimento de feijão e milho segunda safra no Paraná e melhorando as condições para grãos e pastagens no Rio Grande do Sul. No entanto, a previsão de maiores acumulados de chuva em abril exige atenção, já que pode impactar a colheita da soja em áreas de plantio mais tardio.

Condições oceânicas

No Atlântico Tropical, as temperaturas da superfície do mar indicam condição de neutralidade do Dipolo do Atlântico. No Pacífico Equatorial, foi registrada anomalia negativa de -0,54 °C na região Niño 3.4, configurando resfriamento compatível com condição inicial de La Niña.
Apesar disso, o Instituto Internacional de Pesquisa em Clima (IRI) aponta 86% de probabilidade de neutralidade climática para o trimestre fevereiro–março–abril de 2026.

O INMET recomenda que produtores acompanhem as atualizações do boletim para orientar o planejamento agrícola e reduzir riscos associados ao déficit hídrico.

Copiar textoCopiar o texto

Emissoras que mais acessaram os conteúdos do Brasil 61 nos últimos 7 dias

RÁDIO LUZ 104,9 FM / LUZINÓPOLIS - TO
RÁDIO RCMA COMUNITÁRIA 87,9 FM / MONTE ALEGRE DE GOIÁS - GO
RÁDIO SILVESTRE 1160 AM / ITABERAÍ - GO
RÁDIO INTEGRAÇÃO 98,7 FM / ANTÔNIO DIAS - MG
RÁDIO SIMÕES FILHO 87,9 FM / SIMÕES FILHO - BA
RÁDIO LAGO AZUL 87,9 FM / BONITO - MS
RÁDIO NOSSA 87,9 FM / CONCEIÇÃO DAS ALAGOAS - MG
RÁDIO CIDADE 87,5 FM / JOÃO PESSOA - PB
WEB RÁDIO SAL DA TERRA / CARIACICA - ES
RÁDIO COM 98,5 FM / SANTO ÂNGELO - RS
WEB RÁDIO ANTENA PRIME / CAUCAIA  - CE
WEB RÁDIO EBAMIX / TEODORO SAMPAIO - SP
WEB RÁDIO SUPER RÁDIO ALTO DO ORIENTE / SÃO BENTO DO NORTE - RN
RÁDIO ALTO DO ORIENTE 87,7 / SÃO BENTO DO NORTE - RN
WEB RÁDIO LITORAL 21 AM / RIO DE JANEIRO - RJ
Brasil Mineral

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, disse que o Executivo encaminhará à Assembleia um projeto de lei para revogar a cobrança da contribuição do Fundo Estadual de Infraestrutura (Fundeinfra), conhecida como “taxa do agro”. A medida considera o cenário econômico enfrentado pelos produtores rurais, marcado por custos elevados de produção, instabilidade climática e preços baixos das commodities agrícolas. “Por falta de um seguro rural no Brasil, por questões climáticas que acometeram todo o país, principalmente o Centro-Oeste, em decorrência do custo de produção da safra agrícola e pelo baixo preço dos produtos, cancelamos a cobrança do Fundeinfra no Estado de Goiás”, disse.

O vice-governador Daniel Vilela afirmou que o fundo cumpriu o papel de financiar melhorias em infraestrutura e que a revogação ocorre em um momento considerado desafiador para o agronegócio. “Essa decisão de revogar a cobrança se dá em um contexto de reconhecimento por parte do governo das dificuldades enfrentadas pelos produtores. Estamos vivendo uma safra desafiadora, um clima complexo que traz uma certa preocupação em relação à produção e à produtividade. É uma colaboração nossa para o agronegócio goiano”, afirmou.

O novo projeto foi enviado ao Legislativo e a revogação da cobrança dependerá da aprovação dos deputados estaduais para entrar em vigor. Criado em 2022 por Ronaldo Caiado, o Fundeinfra tem como meta captar recursos da produção agrícola, pecuária e mineral e direcioná-los principalmente para obras rodoviárias. A contribuição poderia chegar a 1,65% sobre o valor de comercialização dos produtos, com contrapartidas fiscais para os contribuintes. O Estado previa arrecadar R$ 1 bilhão por ano. Os recursos do fundo foram utilizados em obras de pavimentação, restauração e duplicação de rodovias em Goiás. Dados do governo apontam que já foram concluídas intervenções em centenas de quilômetros de estradas, além de contratos firmados para novas obras. Segundo o Executivo, o fundo possui atualmente bilhões em caixa e projetos já contratados.

A contribuição havia sido criada também como alternativa para compensar perdas de arrecadação após mudanças na cobrança do ICMS sobre combustíveis.

Copiar textoCopiar o texto

O Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Serviços (SIC), assinou com a Universidade Federal de Goiás (UFG) o acordo para a criação do Centro de Ciências e Tecnologia Mineral, estrutura que será instalada na Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT/UFG) no Câmpus Aparecida de Goiânia. O projeto receberá aportes de R$ 28 milhões para a criação do instituto e o Centro atuará em diversas frentes, como o desenvolvimento de pesquisas em processamento de minerais, especialmente Terras Raras e remineralizadores de solo, além da oferta de cursos e capacitações para a formação de novos especialistas.

O acordo assinado pelo secretário de Estado de Indústria, Comércio e Serviços, Joel Sant’Anna, e pela reitora da UFG, Sandramara Matias, também teve a participação do Governo de Goiás, da UFG, da Fundação de Apoio à Pesquisa (Funape) e da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM). O entendimento ocorre em um momento estratégico do cenário geopolítico, no qual Goiás se destaca na vanguarda das descobertas de Terras Raras, com alguns dos projetos mais avançados do país na exploração desses minerais estratégicos para a transição energética. O novo centro tecnológico terá como objetivo o desenvolvimento completo de pesquisa e inovação em diversas áreas da mineração, incluindo agrominerais, minerais para construção civil, gemas e minerais estratégicos ligados à transição energética e à segurança alimentar. “Esse novo passo é uma continuidade do Plano Estadual de Recursos Minerais (PERM), que busca apontar soluções para a geologia, mineração e transformação mineral em Goiás pelos próximos 20 anos. Com a descoberta das Terras Raras e o trabalho da SIC para atrair investimentos na exploração desses minerais críticos, essenciais para a transição energética mundial, a criação desse centro é fundamental para que Goiás avance cientificamente, com transferência de tecnologia e negócios, além da possibilidade de verticalização das Terras Raras no estado. Assim, poderemos, no futuro, não apenas exportar o minério, mas também desenvolver tecnologias a partir desses minerais já processados”, destacou o secretário Joel Sant’Anna.

A reitora da UFG, Sandramara Matias afirma que o centro será conduzido pela Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT/UFG), estrategicamente escolhida por abrigar o curso de Geologia, de caráter multidisciplinar. “A UFG tem um potencial enorme de contribuir para o desenvolvimento da sociedade por meio da pesquisa e da ciência, e esse acordo com o governo estadual demonstra a força e a importância da universidade. O novo centro de pesquisa em minerais ajudará o estado de Goiás a se destacar nacionalmente na produção e no desenvolvimento de novas tecnologias”, afirma. Para a superintendente de Mineração da SIC, Lívia Parreira, o centro tem caráter histórico para o desenvolvimento do setor mineral em Goiás e no Brasil. “O trabalho que estamos realizando terá repercussão nacional e ajudará o setor mineral brasileiro em seu desenvolvimento. “A parceria entre ciência e governo é essencial para avançarmos, principalmente no desenvolvimento dos minerais críticos, tão importantes para o contexto global atual. O novo centro fomentará o potencial geológico de Goiás, com a execução de pesquisas que abrangem caracterização mineralógica, química e tecnológica, além de ações na área ambiental e oferta de cursos de especialização e formação de profissionais”, comemorou.

Goiás abriga importantes reservas minerais de Terras Raras em regiões como Minaçu, Nova Roma e Iporá. Entre os principais projetos, destaca-se a Serra Verde, em Minaçu, atualmente a única operação comercial de Terras Raras em atividade no Brasil e uma das poucas fora da Ásia a produzir e exportar elementos pesados de Terras Raras. Além disso, está em estágio avançado o Projeto Carina, da Aclara Resources, em fase de implantação em Nova Roma, com investimento estimado em R$ 2,8 bilhões, além da atuação da multinacional canadense Appia, que desenvolve pesquisas sobre Terras Raras em Iporá e municípios do entorno.

Recentemente, com a inclusão do setor mineral no ProGoiás, programa de incentivos fiscais do Estado, Goiás passa a oferecer condições ainda mais competitivas para que essa riqueza natural seja processada, industrializada e transformada localmente, superando o modelo baseado apenas na extração e no envio de matéria-prima bruta para outros centros. “O Governo de Goiás, sob a liderança do governador Ronaldo Caiado, tem realizado um trabalho estruturado para valorizar o setor mineral no estado, alinhando segurança jurídica, incentivos aos investidores, respeito ao meio ambiente e investimento em pesquisa, ciência e tecnologia. A criação desse centro é prova disso. Tenho certeza de que Goiás será referência nacional na mineração em poucos anos e terá competitividade no mercado internacional com alta tecnologia mineral”, concluiu o secretário de Indústria, Comércio e Serviços, Joel Sant’Anna.

Copiar textoCopiar o texto

O Serviço Geológico do Brasil (SGB) revelou em um estudo que a Província Uranífera de Lagoa Real (PULR), na Bahia, pode ter metade do seu potencial de urânio ainda não explorado. Resultados do Projeto Avaliação do Potencial do Urânio no Brasil, apresentados em Informe de Recursos Minerais, indicam que podem existir cerca de 90 mil toneladas de urânio em recursos não descobertos, o que representa aproximadamente 51% do total estimado da província. O Informe de Recursos Minerais - Avaliação da Favorabilidade para Depósitos de Urânio no Brasil: Urânio na Província Lagoa Real, BA: principais aspectos das mineralizações e favorabilidade mineral pode ser conferido aqui.

“Ao ampliar os conhecimentos sobre o urânio na PULR, e fornecer subsídios técnicos para a exploração eficiente deste bem mineral, o IRM fortalece o planejamento estratégico do setor mineral, favorecendo o desenvolvimento sustentável e competitivo da mineração no Brasil”, comenta o pesquisador Raul Meloni, um dos autores da publicação. O Plano Nacional de Mineração 2030 considera o urânio um mineral estratégico em razão da aplicação em produtos e processos de alta tecnologia, e devido às reservas deste bem mineral terem potencial de contribuir para geração de superávit da balança comercial no futuro. Atualmente, o Brasil detém o nono maior recurso mundial de urânio, com aproximadamente 250 mil toneladas, e com potencial para estar entre os cinco maiores recursos, diante da diversidade geológica e a extensão territorial do país. “Esses resultados evidenciam o alto potencial de crescimento das reservas nacionais de urânio”, reforça Meloni.

Para o estudo, o SGB uniu novos dados com metodologias modernas de mapeamento de favorabilidade mineral, o que permitiu identificar as áreas prioritárias para prospecção. Dessa forma, o SGB contribui para “reduzir riscos exploratórios e fornecer subsídios técnicos para orientar investimentos futuros”, afirma o pesquisador. A publicação foi organizada pelos pesquisadores do SGB Hugo Polo, Raul Meloni, Anderson Dourado, Isabelle Serafim, Raphael Correia, Guilherme Ferreira, Caroline Santos, Iago Ferreira, Marcos Vinícius Ferreira, Monica Freitas, Francisco Javier Rios. Gláucia Queiroga e Marcos Paulo de Castro. O Informe de Recursos Minerais nº 13, da série Minerais Estratégicos, está vinculado ao Programa Mineração Segura e Sustentável e à Ação Pesquisa Mineral, da Diretoria de Geologia e Recursos Minerais (DGM). A iniciativa conta com financiamento do Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), do governo federal, e tem o objetivo de estimular a pesquisa e a produção mineral brasileira.

Copiar textoCopiar o texto

Midias online que mais acessaram os conteúdos do Brasil 61 nos últimos 7 dias

PORTAL A NOTÍCIA DO VALE - JUAZEIRO -  BA
PORTAL ATLÂNTICA NEWS - EUNÁPOLIS - BA
PORTAL ANTONIO DIAS/ANTONIO DIAS
SITE GAZETA DE MURIAÉ  - MURIAÉ - MG
JORNAL IMPRESSO TEMPO REAL - MAUÁ - SP
ABC REPÓRTER - SÃO CAETANO DO SUL - SP
PORTAL JORNAL EVOLUÇÃO ONLINE - SÃO BENTO DO SUL - SC
SITE JORNAL DO PLANALTO - BRASÍLIA - DF
SITE REDE GN - SÃO GONÇALO DOS CAMPOS - BA
PORTAL BARBACENA EM TEMPO -  BARBACENA - MG
PORTAL LAGES HOJE - LAGES - SC
BLOG PROFESSOR TACIANO MEDRADO - JUAZEIRO - BA
SITE SEROPÉDICA ONLINE -  SEROPÉDICA - RJ
BLOG GAGINEWS - NATAL - RN
PORTAL NT GOSPEL - RIO DAS OSTRAS - RJ
FPM
Baixar áudio

A nova faixa de isenção do Imposto de Renda (IR), que entrou em vigor em 2026, beneficia contribuintes com rendimentos de até R$ 5 mil mensais. A medida também prevê redução gradual do imposto para rendas de até R$ 7.350. Contudo, ainda não há definição sobre como o ajuste não comprometerá as finanças municipais.

A preocupação é manifestada por entidades como a Confederaçãco Nacional de Municípios (CNM), que estima perdas anuais de pelo menos R$ 5,1 bilhões para os entes locais, caso não haja compensação.

Segundo a CNM, a isenção impacta os municípios por dois canais. O primeiro é a redução imediata do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), estimada em R$ 4,6 bilhões, com possibilidade de compensação parcial ou integral por meio da tributação mínima do IR. O segundo refere-se à perda de arrecadação própria, estimada em R$ 5,1 bilhões. Diferentemente do FPM, essa perda não deverá ser integralmente compensada pela nova tributação.

A Federação Goiana de Municípios (FGM) também demonstrou preocupação. De acordo com a entidade, sem uma compensação eficiente, apenas em Goiás a perda anual pode chegar a aproximadamente R$ 387,7 milhões, sendo R$ 153,5 milhões referentes à arrecadação própria e R$ 234,2 milhões decorrentes da redução dos repasses do FPM.

“A medida, embora traga alívio para milhões de trabalhadores, deve gerar impactos expressivos nas finanças locais, reduzindo significativamente as receitas municipais. Esse impacto tende a agravar o cenário fiscal dos municípios, que já enfrentam limitações orçamentárias para manter serviços básicos. Sem compensações adequadas, os efeitos da renúncia fiscal poderão comprometer políticas públicas essenciais”, afirma a FGM.

Para mitigar a perda de arrecadação, o governo retomou a tributação sobre a distribuição de lucros e dividendos. Para pessoas físicas residentes no Brasil, a alíquota será de 10% sobre valores que ultrapassarem R$ 50 mil mensais — ou R$ 600 mil anuais — por empresa. Para beneficiários domiciliados no exterior, a mesma alíquota incidirá sobre os dividendos pagos ou remetidos, independentemente do valor.

O especialista em orçamento público Cesar Lima considera a preocupação legítima, pois não há indícios concretos de que as perdas serão integralmente compensadas, sobretudo no caso do FPM.

“Não existe na legislação atual um mecanismo que obrigue a União a fazer uma complementação direta no FPM para cobrir perdas decorrentes de mudanças em alíquotas ou faixas de isenção. Também não há comprovação de que a tributação adicional de 10% sobre rendas acima de R$ 50 mil mensais será suficiente, especialmente considerando a possibilidade de planejamento tributário para reduzir essa incidência”, afirma.

E quanto à reforma tributária?

O tema também é debatido no Congresso Nacional. O deputado federal Sidney Leite (PSD-AM) afirma que, além das alterações no IR, a reforma tributária deixou lacunas quanto aos recursos destinados aos municípios.

“Havia um acordo com o ministro da Fazenda para que, após a votação da reforma tributária, fosse encaminhado um projeto de lei tratando da questão dos fundos. A informação é que isso virá do Imposto Seletivo. No entanto, quando discutimos e aprovamos a reforma, o Imposto Seletivo não tinha função arrecadatória relevante. É preciso esclarecer como o governo pretende repor e garantir o financiamento desses fundos”, afirma.

VEJA MAIS:

Atualmente, o FPM é composto por 22,5% da arrecadação da União com o Imposto de Renda e o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Conforme a reforma tributária, o IPI sofrerá alterações significativas.

“A questão do IPI ainda é uma grande incógnita. O ano de 2026 será um período de teste para avaliar quanto o IBS e a CBS arrecadarão e se será possível projetar o impacto da redução do IPI sobre os municípios e o FPM”, avalia Cesar Lima.

O especialista acrescenta que ainda é incerto se o Fundo de Compensação de Benefícios Fiscais criado pela reforma tributária garantirá a manutenção dos recursos municipais, uma vez que depende de regulamentação para produzir efeitos concretos.

A partir de 2027, o IPI terá alíquota reduzida a zero para quase todos os produtos, permanecendo apenas para itens que concorram com a Zona Franca de Manaus (ZFM), com o objetivo de preservar sua competitividade.
 

Copiar textoCopiar o texto
Baixar áudio

O valor referente à primeira parcela de fevereiro do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) foi repassado aos cofres municipais na terça-feira (10). Ao todo, a União vai transferir R$ 13,4 bilhões às prefeituras de todo o país.

No mesmo período do ano passado, os municípios receberam R$ 13 bilhões, o que representa um aumento de aproximadamente 3% neste decêndio.

São Paulo permanece como o estado que recebe o maior volume de recursos, com repasses superiores a R$ 1,6 bilhão. Entre os municípios paulistas, destacam-se Sumaré, Taboão da Serra e São Bernardo do Campo, cada um com cerca de R$ 7,2 milhões, além de outras cidades que também figuram entre as que receberam os maiores valores.

Em Minas Gerais, outro estado com repasse expressivo — também em torno de R$ 1,6 bilhão — as maiores quantias serão destinadas a municípios como Contagem, Divinópolis e Ibirité, que devem receber mais de R$ 7,6 milhões cada.

O especialista em orçamento público Cesar Lima destaca que a tendência de alta no FPM tem sido mantida. Segundo ele, o cenário relacionado à empregabilidade tem contribuído com o resultado. 

“Nós temos um resultado 3% melhor do que o mesmo período no ano passado, o que condiz com a trajetória positiva que o Fundo de Participação dos Municípios vem apresentando desde o início desse ano. É um resultado que vamos acompanhar. Temos uma condição de empregabilidade muito boa que contribui para o crescimento do imposto sobre a renda, que é o principal componente hoje do FPM”, pontua.

 

 

FPM: municípios bloqueados 

Até o último dia 6 de fevereiro, cinco municípios estavam impossibilitados de receber recursos do Fundo de Participação dos Municípios. O impedimento pode ocorrer em razão da existência de débitos ou da falta de regularização documental. Confira a lista das cidades: 

  • NOVA LIMA (MG)    
  • CENTENÁRIO DO SUL (PR)    
  • IGUARAÇÚ (PR)    
  • PRANCHITA (PR)

Vale destacar que os bloqueios são temporários. Assim que os municípios regularizam as pendências, os repasses do FPM são retomados, garantindo recursos essenciais para áreas como saúde, educação, infraestrutura e pagamento de pessoal. 

O FPM

O Fundo de Participação dos Municípios é uma das principais fontes de receita das prefeituras brasileiras, especialmente nos municípios de pequeno e médio porte.

Formado por parcelas da arrecadação do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), o fundo tem como objetivo reduzir as desigualdades regionais e assegurar recursos mínimos para a manutenção dos serviços públicos essenciais.

VEJA MAIS:

Gasto Brasil: despesas públicas superam R$ 560 bi em 2026

Juros “punitivos”, baixa demanda e alta de importações seguraram indústria em 2025, diz CNI

A divisão dos valores é realizada com base em critérios populacionais e técnicos, definidos pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

Na prática, os recursos do FPM são utilizados para custear áreas como saúde, educação, assistência social e infraestrutura, além de contribuir para o pagamento de salários e outras despesas administrativas nos municípios.
 

Copiar textoCopiar o texto
Poder 61

Sabe quem são os representantes do seu estado no Congresso Nacional?

Fique por dentro, acompanhe e divulgue as ações, faça a sua parte!

Receba nossos conteúdos em primeira mão.

Fique por dentro do Congresso Nacional e nossos líderes.

Saiba mais
Foto: José Cruz/Agência Brasil
26/12/2025 04:00h

Apenas 63 municípios se aproximam da universalização do saneamento no Brasil

Ranking ABES 2025 mostra que menos de 3% das cidades analisadas atingiram o nível mais avançado, enquanto a maioria está longe da cobertura plena

Imagem: Arquivo/Agência Brasil
19/11/2025 04:15h

Lixão Zero: 125 municípios goianos já fazem destinação ambientalmente correta de resíduos

Grupo de cidades envia quase 5 mil toneladas de lixo por dia para aterros licenciados ou autorizados. O volume corresponde a 72% de todos os resíduos sólidos urbanos gerados em Goiás, segundo levantamento da Semad

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
17/01/2026 04:10h

Infogripe: avançam casos graves de influenza A no Norte e Nordeste

Boletim da Fiocruz aponta aumenta das hospitalizações por SRAG no Amazonas e no Acre; vacinação já começou na região

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
20/12/2025 04:05h

InfoGripe: influenza A aumenta casos de SRAG na Região Norte

Boletim da Fiocruz aponta alta das hospitalizações no Nordeste e reforça importância da vacinação

Foto: Freepik
23/02/2026 04:10h

Boi gordo hoje: confira as cotações para esta segunda-feira (23)

O preço do suíno vivo apresenta estabilidade em MG, PR, RS e SC; o frango resfriado e o congelado apresentam baixa

Imagem: Unsplash
20/02/2026 22:30h

Ibovespa renova recorde com derrubada de tarifas globais pela Justiça estadunidense

Índice teve suporte dos “pesos pesados” e da Embraer, e fechou acima dos 190 mil pontos pela primeira vez

Deputado federal Danilo Forte (União-CE) com o assessor de Relações Institucionais da CACB, João Faustino - Foto: CACB/Divulgação
23/02/2026 04:55h

Empresários cobram avanço de pautas prioritárias no Congresso Nacional

Carta da CACB a deputados e senadores reúne propostas voltadas ao fortalecimento das micro e pequenas empresas

Foto: Leonardo Sá/Agência Senado
23/02/2026 04:15h

Congresso retoma atividades com semana intensa após Carnaval

Acordo Mercosul-UE, redução de jornada de trabalho e comissões de inquérito devem avançar no Legislativo

Foto: Breno Esaki/SES-DF
21/02/2026 04:30h

Projeto Lean nas Emergências: MS lança guia para reduzir superlotação no SUS

Iniciativa do PROADI-SUS, em parceria com hospitais de excelência, busca otimizar fluxos de atendimento e diminuir tempo de espera em 137 portas de urgência

Foto: Annie Spratt/Unsplash.com
18/02/2026 18:17h

Projeto que quebra patente do Mounjaro ganha regime de urgência na Câmara

Texto propõe que canetas emagrecedoras sejam consideradas de interesse público e tenham suas patentes quebradas

Imagem: Brasil 61
23/02/2026 18:10h

PREVISÃO DO TEMPO: terça-feira (24) de muitas chuvas no Norte

Chuvas de diferentes intensidades são previstas em quase toda a região ao longo do dia, com trovoadas em alguns estados; temperaturas variam entre 23°C e 36°C

Imagem: Brasil 61
23/02/2026 18:00h

PREVISÃO DO TEMPO: Muitas chuvas e trovoadas nesta terça-feira (24) no Nordeste

Previsão de chuvas de diferentes intensidades para toda a região durante o dia, com trovoadas; temperaturas variam entre 22°C e 33°C

Foto: Fernando Dias/Seapi-RS
23/02/2026 04:35h

Mapa cria canal exclusivo para registro de suspeitas de novas pragas agrícolas

Objetivo da medida é reforçar e dar agilidade às ações de vigilância fitossanitária para prevenir a entrada e disseminação de doenças no país

Foto: Freepik
23/02/2026 04:10h

Boi gordo hoje: confira as cotações para esta segunda-feira (23)

O preço do suíno vivo apresenta estabilidade em MG, PR, RS e SC; o frango resfriado e o congelado apresentam baixa

Mantenha seu site sempre atualizado com nossos conteúdos. Saiba mais sobre nosso widget de publicações.

Cadastre e configure

LOC.: O preço do boi gordo abre esta segunda-feira (23) em alta de 0,91%. A arroba é negociada a R$ 348,55, no estado de São Paulo.

Nos atacados da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado, os preços do frango congelado apresentaram desvalorização de 0,14%, assim como os do frango resfriado. A primeira mercadoria é vendida a R$ 7,29, enquanto a segunda é comercializada a R$ 7,31.

A carcaça suína especial também volta a apontar estabilidade no preço, sendo negociada a R$ 10,17 por quilo, nos atacados da Grande São Paulo.

O preço do suíno vivo registra  estabilidade em Minas Gerais, no Paraná, no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina e valorização de 0,44% em São Paulo. As mercadorias variam entre R$ 6,59 e R$ 6,87.

Os valores são do Cepea.

Reportagem, Henrique Fregonasse.

LOC.: O preço do café arábica abre esta segunda-feira (23) em baixa de 0,68%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.806,48 na cidade de São Paulo.

O café robusta teve alta de 1,48% no preço, sendo comercializado a R$ 1.042,95.

Já o preço do açúcar cristal apresenta variação nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg teve desvalorização de 1,42% e é cotada a R$ 100,45.

Em Santos (SP), a mercadoria teve valorização de 1,37%, sendo negociada a R$ 107,98 na média de preços sem impostos.

A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 68,74, após baixa de 0,09%.

Os valores são do Cepea.

Reportagem, Henrique Fregonasse.

LOC.: O valor da saca de 60 kg da soja abre esta segunda-feira (23) em alta no interior do Paraná e em baixa no litoral do estado, em Paranaguá. 

Na primeira região, o grão teve valorização de 0,04% e é negociado a R$ 121,30; na segunda, a mercadoria teve desvalorização de 0,44% e é cotada a R$ 128,49.

O preço do trigo, por sua vez, registra estabilidade no Paraná e valorização de 1,49% no Rio Grande do Sul. No primeiro estado, a tonelada é vendida a R$ 1.161,05, enquanto no segundo é comercializada a R$ 1.085,50.

Os valores são do Cepea.

Reportagem, Henrique Fregonasse.