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TERMO DE USO E PARCERIA

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

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Os Correios foram incluídos no Programa Nacional de Desestatização (PND). A inclusão da estatal no programa de privatização do governo foi recomendada pelo Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos (CPPI), faltando apenas a aprovação presidencial para o andamento dos processos. 

Na semana passada, o presidente da república, Jair Bolsonaro, já havia aprovado a inclusão da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e da Eletrobras no PND, que também foram recomendadas pelo CPPI. Sobre os Correios, o conselho optou pela venda total da empresa ao invés do fatiamento, que poderá ser a venda majoritária, onde o Estado continua como acionista minoritário, ou venda de 100% das ações.

PPI oficializa recomendação para incluir empresas estatais no Programa Nacional de Desestatização

Bolsonaro sanciona, com vetos, lei que diminui efeitos da pandemia no setor elétrico

A segunda fase dos estudos será implementada ao longo deste ano pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e detalhará o modelo a ser adotado para a desestatização do setor postal. O governo não apresentou cronograma, mas estão previstos debates com a sociedade, com investidores e com empregados e a aprovação pelo Tribunal de Contas da União (TCU) sobre os aspectos da modelagem e os documentos jurídicos.

A privatização dos Correios  vem sendo discutida há anos no âmbito do governo federal e é motivo de protestos de funcionários da estatal. Mas a venda depende da aprovação, pelo Congresso Nacional, do projeto de lei que quebra o monopólio estatal e regulamenta a abertura do mercado postal à iniciativa privada. O texto foi apresentado em fevereiro pelo governo federal.

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Dados do levantamento da Serasa Experian apontam que em 2020 foram abertas 3,3 milhões de novas empresas. Com isso, houve aumento de 8,7% em comparação com 2019. O número foi o maior desde 2011, quando iniciou a série histórica da Serasa.

A maioria das novas companhias, ou seja, 79%, são microempreendedores individuais, totalizando a abertura de 2,7 milhões de MEIs.

O segmento de alimentação representou 9,7% do total de empresas abertas, tratando-se do ramo com maior número de novas companhias. Na sequência aparece o setor de confecções, com 6,2% do total, e o de reparos e manutenção, com 6,1%.

Novos prazos devem possibilitar entrega de 44,6 mil moradias do Minha Casa, Minha Vida

Fundo de Participação dos Municípios aumenta 17% no primeiro trimestre de 2021

O maior crescimento foi notado na região Norte do País, que registrou 20,9% de aumento em relação a 2019, com o surgimento de 174,5 mil novos empreendimentos. No Centro-Oeste a expansão ficou em 13,3%, enquanto no Sul a taxa foi de 11,5%.

 

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Com objetivo de fortalecer e tornar mais efetivas as reuniões das Comunidades Terapêuticas, o Ministério da Cidadania publicou portaria que institui a fiscalização de forma remota desse tipo de acolhimento. A Portaria MC 625/2021, autoriza o monitoramento e fiscalização, por meio de videoconferências, de ações voltadas ao acolhimento e recuperação de indivíduos com transtornos relacionados ao uso, abuso ou dependência de psicotrópicos.

Estudos apostam no reposicionamento de medicamentos para tratar Covid-19

Eduardo Bismarck espera que Novo Refis impulsione aumento de arrecadação tributária

De acordo com o texto, a fiscalização será realizada por dois fiscais, sem aviso prévio à comunidade terapêutica e, no mínimo, uma vez durante a vigência de cada contrato. Esta deverá seguir alguns critérios de priorização como o quantitativo de vagas disponibilizadas e o mês de término da vigência do contrato. Outro ponto importante é que cabe à instituição encaminhar a documentação solicitada pelos fiscais durante a fiscalização remota, por meio de protocolo digital, em até 12 horas após o término de sua realização.

As ocorrências verificadas durante a fiscalização serão registradas em relatório, devendo a cópia ser encaminhada à comunidade em até 30 dias após a sua realização. A Comunidade Terapêutica terá o prazo de 10 dias, após o recebimento, para recorrer. O não cumprimento das obrigações, resultará nas sanções elencadas na legislação vigente e no respectivo instrumento contratual, sem prejuízo da rescisão contratual.

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A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) alterou a Diretriz de Utilização (DUT) para realização do exame Pesquisa por RT-PCR, utilizado para o diagnóstico da Covid-19. Desde a entrada em vigor do novo Rol de Procedimentos, no dia 01/04, as solicitações médicas que atendam às condições estabelecidas na DUT devem ser autorizadas pelas operadoras de planos de saúde de forma imediata. A medida busca agilizar a realização desse tipo de exame, considerado o mais eficaz para identificar e confirmar o vírus da Covid-19 no início da doença.    

Até então, a diretriz para realização do exame não tinha essa exigência. Com isso, os planos de saúde poderiam demorar até três dias úteis para garantir o atendimento. 

Covid-19: Falta de ar, o que fazer?

O que fazer após contato com pessoa com Covid?

O exame RT-PCR tem cobertura obrigatória para os beneficiários de planos de saúde na segmentação ambulatorial, hospitalar ou referência.

Além do RT-PCR, os planos de saúde também são obrigados a cobrir os testes sorológicos, ou seja, aqueles que detectam a presença de anticorpos produzidos pelo organismo após a exposição ao novo Coronavírus.
 

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As inscrições para o processo seletivo do programa Qualifica Mais foram reabertas. A iniciativa voltada à empregabilidade de jovens é uma parceria entre o Ministério da Economia e o Ministério da Educação, para qualificar mais de 6 mil profissionais, atendendo às demandas do mercado de trabalho.

Os cursos ofertados são na área de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), sendo eles: Programador Web, Programador de Dispositivos Móveis e Programador de Sistemas. Os interessados poderão se candidatar até o dia 25 de abril, e caso forem selecionados, receberão o e-mail de pré-matrícula no dia 29 de abril.

As aulas devem ter início a partir do dia 24 de maio. As inscrições devem ser feitas através do formulário online disponibilizado no site oficial do governo federal.

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O último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde mostra mais 3.459 mortes por Covid-19 no Brasil e 73.513 casos confirmados da doença em 24 horas. Com esses números da noite de quarta-feira (15), o País chega ao total de 361.884 de óbitos na pandemia e 13,6 milhões de pessoas que já tiveram contato com o vírus.

Há também 3.609 mortes em investigação por equipes de saúde atualmente, para comprovar ou não o diagnóstico positivo para infecção como causa do falecimento. 

O número de brasileiros que contraiu a contaminação e se curou chegou a 2.170.771, enquanto os pacientes com casos ativos são 1.140.852.

O Brasil continua no topo dos países com mais mortes absolutas em decorrência da Covid-19 no mundo nos últimos 15 dias. 

São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul são os estados com mais vidas perdidas para a pandemia, enquanto Amazonas, Roraima, Mato Grosso e Rondônia têm as maiores taxas de mortalidade a cada 100 mil habitantes.

 

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Expresso 61
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As Escolas Técnicas (Etecs) e Faculdades de Tecnologia (Fatecs) estaduais administradas pelo Centro Paula Souza (CPS), em São Paulo, estão prestando consultoria gratuita para quem está com dificuldades de preencher a declaração de Imposto da Pessoa Física.

Professores e estudantes de diversas formações estão realizando o atendimento de forma remota, por conta da pandemia de Covid-19. Em algumas unidades é necessário o agendamento prévio em razão do número limitado de vagas.

Nove unidades estão prestando esse serviço, nos municípios de Adamantina, Guaratinguetá, Guarulhos, Indaiatuba, Jales, Jundiaí, Nova Odessa, Tatuí e na capital. 

Para mais informações sobre documentos, horários e datas, acesse o site.

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Equipes da Secretaria de Estado de Educação e Desporto do Amazonas iniciam, nesta segunda-feira (12) as supervisões in loco das informações adquiridas pelo Censo Escolar da Educação Básica/Módulo Situação do Aluno, por meio da ferramenta on-line Educacenso.

A ideia é que todos os municípios do estado sejam visitados, com exceção dos interestaduais, para a conferência dos dados apurados durante a fase de coleta do Rendimento e Movimento Escolar/2020, que teve início no dia 22 de fevereiro de 2021.

Durante as visitas, as equipes da Secretaria de Educação irão se reunir com secretários municipais de Educação, coordenadores regionais de Educação, gestores, secretários escolares e coordenadores municipais do Censo Escolar.

Gestão escolar será tema de webnar feito pelo FNDE

Prova do Encceja 2020 é remarcada para agosto

O intuito é supervisionar e validar as informações coletadas. Se forem verificados desencontros de dados, a providência é solicitar a retificação das informações. Esse procedimento deverá ser feito entre 22 de abril e 7 de maio.

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Goiás inicia nesta segunda-feira (12) a Campanha de Vacinação contra a Gripe. Em parceria com o Ministério da Saúde, a ação acontece paralelamente em todo o território nacional. O público-alvo da primeira fase da campanha são crianças de seis meses até seis anos incompletos, gestantes, mulheres que tiveram bebês nos últimos 45 dias, população indígena e trabalhadores da saúde.

A meta é imunizar 90% desse público e para isso, a Secretaria de Estado de Saúde já distribuiu 245,6 mil doses de vacinas aos municípios goianos – quantidade suficiente para dar início a vacinação. Conforme mais doses forem chegando do Ministério da Saúde, as cidades serão abastecidas.

Para receber o imunizante, é necessário apresentar documento pessoal e caderneta de vacinação.

Campanha de vacinação contra a gripe começa na segunda-feira (12)

Dia do infectologista: municípios sofrem com a falta de profissionais

A vacina da gripe é segura e protege contra os vírus da Influenza A/H1N1, A/H3N2 e B. Ela pode ser administrada com outras doses de rotina e com medicamentos. No entanto, devido à ausência de estudos sobre a coadministração entre imunização contra gripe e contra Covid-19, os especialistas em saúde não recomendam tomar as vacinas simultaneamente, devendo respeitar um período de 14 dias entre as doses. 

A segunda fase da Campanha de Vacinação contra a Gripe começa em 11 de maio e será direcionada aos idosos com 60 anos ou mais e aos professores. A terceira e última etapa está prevista para começar em 9 de junho com foco nas pessoas com doenças crônicas, deficiências, caminhoneiros, trabalhadores do transporte coletivo, rodoviários, trabalhadores portuários, população privada de liberdade, jovens em medida socioeducativa e forças de segurança.

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Brasil Gestor
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A sétima edição da Olimpíada de Língua Portuguesa abriu as inscrições e receberá candidatos até o dia 30 de abril. Professores das redes públicas estaduais, municipais e federais podem se inscrever na competição.

A iniciativa busca contribuir para a melhoria do ensino e aprendizagem da leitura e escrita nas escolas, e realizará oficinas de produção de texto com os alunos do 5º ano do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio. 

O tema do concurso é “O lugar onde vivo”, para estimular a reflexão sobre as realidades locais. A olimpíada oferece prêmios como notebooks, assinatura de periódicos e acervo para biblioteca.

Cada etapa de ensino terá um gênero proposto: poema (5º ano), memórias literárias (6º e 7º), crônica (8º e 9º), documentário (1ª e 2ª séries do Ensino Médio) e artigo de opinião (3ª série do Ensino Médio).
 

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O Tribunal de Contas da União (TCU) inicia um ciclo de webinários voltado a gestores municipais, no âmbito do Programa TCU+Cidades. O primeiro encontro acontece no dia 19 de abril e terá como tema “O papel do gestor local no combate à pandemia de Covid-19”. O evento será transmitido ao vivo pelo YouTube, das 10h às 12h. Por meio do chat do canal, os participantes poderão fazer comentários e enviar perguntas. As inscrições já estão abertas pelo site do TCU.

O objetivo do evento é fornecer informações e orientações técnicas sobre a execução de políticas de saúde no contexto atual da pandemia, além de compartilhar boas práticas de gestão. A iniciativa alinha-se às ações desenvolvidas no âmbito do Programa de Atuação no Enfrentamento da Crise da Covid-19 (Coopera), instituído em 2020 pelo TCU no intuito de apurar irregularidades, orientar os gestores e promover o diálogo.  

TCU recomenda paralisação de obras em Alagoas, Rio de Janeiro, Bahia e Rio Grande do Sul

Senado discute medidas de combate a pandemia nesta quarta-feira (14)

A abertura do evento será realizada pelo ministro relator da área de Saúde no TCU, Benjamin Zymler. 

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Médicos e pesquisadores de todo o mundo apostam na técnica de reposicionamento de medicamentos para tratar Covid-19. O método consiste em usar uma droga, que já possui aprovação para determinado fim terapêutico, para tratar outra enfermidade. Diversos estudos científicos foram realizados, ou estão em andamento, e alguns já obtiveram bons resultados.

Em entrevista exclusiva ao portal Brasil61.com, o médico neurocirurgião e especialista no enfrentamento de crises em Saúde, Paulo Porto, afirma que o reposicionamento é uma tradição médica.

“Está usando remédio para pressão alta para tratar queda de cabelo. Isso é uma tradição médica. Reposicionamos medicamentos, quando descobrimos que eles têm outras utilidades, além das quais eles foram projetados”, defende.

Confira a entrevista completa sobre tratamento medicamentoso da Covid-19 com médico neurocirurgião e especialista no enfrentamento de crises em Saúde, Paulo Porto, no Entrevistado da Semana do portal Brasil61.com.

Prefeituras indicam Ivermectina para tratar Covid-19

Médicos comentam sobre medicações e interesses farmacêuticos durante a crise da Covid-19

A doutora Mariana Gonzaga, professora de farmácia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e membro do Conselho Científico do Instituto para Práticas Seguras no uso de Medicamentos (ISMP-Brasil), afirma que o reposicionamento de remédio também é uma prática comum da indústria farmacêutica.

“Os medicamentos normalmente são aprovados para uma indicação terapêutica inicial, que pode depois ser expandida para outras indicações. E pode ser colocado em prática com a realização de novos ensaios clínicos randomizados”, explica.

Reposicionamento para tratar Covid-19

Para doutora Mariana, o reposicionamento seria uma excelente estratégia para tratar Covid-19, uma vez que a comunidade de saúde já conhece o perfil de segurança dos medicamentos existentes. No entanto, boa parte dos estudos científicos realizados até o momento, inclusive incentivados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), ainda não foram capazes de comprovar a eficácia.

“Discutimos muito sobre a possível estratégia de reposicionamento de medicamentos, como hidroxicloroquina e cloroquina, para essa finalidade. Entretanto os resultados desses ensaios clínicos não demonstraram a eficácia destes medicamentos e de vários outros que foram testados nessa prerrogativa”, ressalva.

Arte - Brasil 61

Em depoimento no Senado Federal, o médico neurocirurgião e especialista no enfrentamento de crises em Saúde, Paulo Porto, apresenta uma Nota Técnica apresentada ao Ministério Público de Goiás, contendo evidências científicas acerca do atendimento integral das pessoas acometidas com a Covid-19.

“Aqui os senhores têm mais 100 páginas de evidências científicas. Este documento, produzido por médicos e pesquisadores, tem mais de 93 evidências e mais de 60 estudos.”

Em entrevista ao portal Brasil61.com, o doutor Paulo Porto cita também uma série de estudos publicados na National Library of Medicine (NIH) sobre o reposicionamento de medicamentos para tratar Covid-19, como “O tratamento antiviral precoce contribui para aliviar a gravidade e melhora o prognóstico de pacientes com Covid-19”; “Favipiravir e a necessidade de tratamento ambulatorial precoce da infecção por SARS-CoV-2 (Covid-19)”; “A hidroxicloroquina é eficaz e consistente quando fornecida precocemente, para paciente com Covid-19: uma revisão sistemática”; “Um curso de cinco dias de Ivermectina para o tratamento de Covid19 pode reduzir a duração da doença” (em traduções livres).

O médico imunologista Roberto Zeballos defende, em suas redes sociais, o reposicionamento de medicamentos para tratar a Covid-19.

“O tratamento tardio é o que mais mata nesse vírus. Independe do remédio, quando você acolhe precocemente, as perdas são mínimas. Olhe Porto Feliz, Porto Seguro, Búzios: é um atendimento imediato, independente da droga A, B ou C. Porque o que conta é usar o corticoide no início da infecção pulmonar”, afirma.

Em seu portal, o Conselho Federal de Medicina reforça que “as autonomias do médico e do paciente na escolha do tratamento devem ser respeitadas, conforme previsto na Constituição Federal e na Declaração Universal dos Direitos do Homem, permitindo-lhes definir em comum acordo e de forma esclarecida suas escolhas terapêuticas no enfrentamento da Covid-19, conforme previsto no Parecer CFM nº 4/2020”. O texto alerta, no entanto, que a autonomia não isenta o profissional de suas responsabilidades, conforme prevê o Código de Ética Médica.

Remdesivir e Corticoides

Os ensaios clínicos do reposicionamento do medicamento Remdesivir, para tratar Covid-19, tiveram resultados positivos e hoje ele é o único remédio aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para esta finalidade. Inicialmente, a droga foi desenvolvida para combater o ebola.

“O Remdesivir tem o potencial de reduzir o tempo para recuperação do paciente. Mas é um medicamento injetável, manejado no âmbito do sistema de saúde e não em paciente que não está internado”, ressalta a médica Mariana Gonzaga.

A especialista também cita o uso de corticoides, como Dexametasona, que se mostrou eficaz no tratamento de pacientes com Covid-19, que precisaram de reposição de oxigênio.

“Para esses pacientes graves de Covid-19, a Dexametasona tem o potencial de reduzir a mortalidade. Mas eu reforço que seria um âmbito hospitalar de um paciente grave.”

Entenda como corticoide pode ser usado para tratar casos graves de Covid-19

Automedicação

O vice-presidente do Conselho Federal de Medicina, Dozinetti Giamberardino, orienta que o método de reposicionamento só deve ser feito sob o acompanhamento médico.

“Quando o médico decide usar uma medicação off label (fora da bula), ele deve avaliar todo risco e benefício. Nesse sentido, só é possível fazer medicação off label com a devida informação, autonomia do médico e do paciente e, principalmente, com acompanhamento médico”, aconselha.

O uso indiscriminado de medicamentos sem prescrição médica também preocupa a doutora Mariana Gonzaga.

“Sempre ouvimos essa máxima de que mal também não vai fazer e isso nunca é uma frase que se aplica ao uso de medicamento, já que isso pode estar associado à ocorrência de reações adversas. Temos medicamentos que tem potencial de alterar a função hepática, que podem prejudicar a função neurológica”, alerta.

Segundo a especialista, medicamentos como Ivermectina e Nitazoxanida, mesmo em dose única ou repetida quinzenalmente, possuem documentação de efeitos adversos; e ainda assim, pessoas estão fazendo uso contínuo em doses muito mais altas.

“É muito preocupante, principalmente porque são pessoas que podem estar consumindo álcool, o que potencializaria esses efeitos adversos. São pessoas que podem estar tomando outros medicamentos ou já ter problemas de saúde.”

Além disso, a especialista ressalta que a própria Covid-19 pode causar lesões neurológicas e em órgãos como rins e fígado, o que pode ser potencializado pelos efeitos adversos do consumo indiscriminado de medicamentos.

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Foto: Divulgação/MDR
07/04/2021 14:30h

Governo autoriza captação de R$ 343,7 mi no mercado financeiro para obras de saneamento em MG

Projetos aprovados pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) beneficiarão mais de 1,85 milhão de pessoas em Ouro Preto e mais 37 cidades mineiras

Marcelo Camargo/Agência Brasil
05/03/2021 00:00h

Novo Marco Legal do Saneamento exige ação de gestores municipais

Carolina Moraes Estrela, presidente do Fórum Nacional de Secretários e Gestores de Limpeza Urbana e Manejo de Resíduos Sólidos, ressalta que hoje o País tem mais municípios com lixões a céu aberto do que cidades que já fazem a destinação adequada

Teste RT-PRC -  Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde DF
15/04/2021 12:45h

Planos de saúde: autorização para teste de Covid-19 deve ser imediata

ANS alterou diretriz para agilizar realização do RT-PCR, quando houver solicitação e cumprimento dos requisitos

JOSE WAGNER/ GOV. DO CEARA;
15/04/2021 12:00h

Estou com Covid-19, e agora? Médicos respondem o que fazer

Covid-19, e agora? Dúvida é frequente e chega a ser uma das mais pesquisadas no Google no país, dentro do tema da pandemia

Foto: Arquivo/CNA
15/04/2021 08:28h

INDICADORES: boi gordo tem novo aumento no preço, nesta quinta-feira (15)

No mercado financeiro, o preço da carcaça suína especial teve salto de 0,47% e o produto é negociado a R$ 10,61

Foto: Arquivo/CNA
15/04/2021 08:25h

INDICADORES: preço do café sofre elevação, nesta quinta-feira (15)

No mercado financeiro, o preço da saca de 60 quilos do milho teve salto de 0,36% e é negociada a R$ 96,92

STF - Foto: Notícias STF
15/04/2021 10:30h

STF aprova liminar que determina ao Senado a instalação da CPI da Pandemia

O requerimento de abertura da CPI preencheu os três requisitos constitucionais e, portanto, não cabe omissão ou análise de conveniência política pela Presidência da Casa Legislativa

Elza Fiúza/Agência Brasil
15/04/2021 00:00h

Senado aprova projeto que mapeará risco de violência doméstica contra mulheres

Objetivo é ajudar na elaboração de um plano de segurança e de apoio à vítima. Texto segue para sanção presidencial

Teste RT-PRC -  Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde DF
15/04/2021 12:45h

Planos de saúde: autorização para teste de Covid-19 deve ser imediata

ANS alterou diretriz para agilizar realização do RT-PCR, quando houver solicitação e cumprimento dos requisitos

JOSE WAGNER/ GOV. DO CEARA;
15/04/2021 12:00h

Estou com Covid-19, e agora? Médicos respondem o que fazer

Covid-19, e agora? Dúvida é frequente e chega a ser uma das mais pesquisadas no Google no país, dentro do tema da pandemia

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15/04/2021 08:28h

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Brasil 61
14/04/2021 18:00h

O TEMPO E A TEMPERATURA: Instabilidade e temporais na região Nordeste nesta quinta-feira (15)

A temperatura na região pode variar entre 15 e 33 graus

Imagem: Brasil 61
14/04/2021 18:00h

O TEMPO E A TEMPERATURA: Sudeste com chuvas fracas e isoladas nesta quinta-feira (15)

A temperatura na região pode variar entre 9 e 33 graus

Brasil 61 entrevista | Saúde

Facebook/Reprodução

Médico defende o reposicionamento de medicamentos como Ivermectina e hidroxicloroquina para tratar Covid-19 e diz que é preciso parar com as brigas políticas

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“Dizer que o tratamento, dito precoce, com ivermectina e hidroxicloroquina não funciona é uma falácia”, afirma Paulo Porto de Melo, médico neurocirurgião e especialista no enfrentamento de crises em Saúde, que vem atuando na defesa de tratamentos de infecções do novo coronavírus. 

Formado pela Universidade Federal de São Paulo e pós-graduado em Harvard, o médico foi um dos convidados do Senado Federal para um debate temático sobre o uso de tratamento profilático, e falou ao Entrevistado da Semana do portal Brasil61.com sobre o tema e o momento da pandemia no Brasil.

Na entrevista, Paulo Porto foi enfático ao afirmar que não existe um ‘kit-Covid’. “O que existem são uma série de medicações que podem ser usadas de forma associadas em múltiplas combinações para promover um efeito benéfico no combate à Covid, assim como se usou no início contra o HIV”, sintetiza.

O termo utilizado para o conjunto de medicações chegou a ser chamado de “kit-morte” por quem não aprova o uso desses remédios em casos de contaminações, mas doutor Paulo rebate dizendo que as pessoas que ele atende estão com saúde. 

“Meus pacientes falam por mim, porque eles estão todos vivos. Eu não perdi ninguém. E os pacientes daqueles que chamam o ‘kit-Covid’ ou ‘kit-morte’, cadê? Estão vivos para falar sobre a eficácia do ‘[toma] Dipirona e vai para a casa’?”, questiona.

Como se pega a Covid-19?

Covid-19: Falta de ar, o que fazer?

O médico neurocirurgião e especialista no enfretamento de crises em Saúde, Paulo Porto, diz defender a autonomia do médico em indicar o tratamento necessário para cada quadro, sem uma “politização”, que argumenta ser presente em muitos debates. “O que está sendo feito é de uma crueldade sem tamanho. Isso não pode perdurar, porque não afeta a mim, não afeta a você. Afeta o ‘seu’ João, que está lá no meio de uma comunidade carente que fica no meio dessa guerra”, opina.

Hidroxicloroquina e ivermectina

Paulo Porto ainda considera que houve uma “campanha na mídia gigantesca para desacreditar a hidroxicloroquina”, e que o mesmo está sendo feito com a ivermectina. 

“Ficam fazendo piada, [falando] ‘remédio para piolho vai matar Covid?’. Puxa e se matar? Olha que bom. Remédio barato, provado pelo tempo e que funciona sim contra Covid-19. Por quê? Só pode ser um medicamento caro, moderno, para tratar alguma condição de saúde? Isso é uma tradição médica. Reposicionamos medicamentos quando descobrimos que eles têm outras utilidades além das quais foram projetados.”

Como saber se estou com Covid?

Para doutor Paulo Porto, é inegável a existência de lobby e interesse da indústria farmacêutica sobre a negação da eficácia de medicamentos no tratamento da Covid-19.

“Vai interessar para uma indústria, que fabrica a vacina, que se mostre que existe um tratamento eficaz, preventivo e que talvez diminua a pressão pela necessidade de adquirir vacinas, a alto preço, a qualquer custo? Eu acho que não”, afirma.

Segundo o médico, a vacinação é fundamental para combater a pandemia da Covid-19, aliada a outros tratamentos profiláticos, como uso de máscaras, uso de álcool em gel e profilaxia medicamentosa.

Estudos observacionais

A Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que a maior parte das pesquisas sobre tratamento medicamentoso da Covid-19 no Brasil, e em alguns outros países, são observacionais e não possuem padrão randomizado com estudo duplo-cego. Para o neurocirurgião e especialista no enfrentamento de crises em Saúde Paulo Porto, à randomização leva em média de 1 a 2 anos para ser feita, o que é muito tempo.

O que fazer após contato com pessoa com Covid?

O que eu faço nesses dois anos, eu olho as pessoas morrerem sem fazer nada? Não dá tempo de esperar um estudo duplo-cego randomizado. Agora, porque defendo que não dá tempo de esperar, não quer dizer que eu esteja defendendo que se use sem critério nenhum. Acho que tem que ser usado [medicamentos], mas desde que exista uma evidência mínima de que ele não traz malefício e que traz benefícios ou potencialmente pode trazer um benefício”, ressalta.

Lockdown e medidas restritivas

Doutor Paulo Porto avalia que as medidas restritivas e lockdown não surtem efeito na redução de infecção ou de mortes pela Covid-19.

“Não vejo benefício no lockdown, pelo contrário, acho que as coisas deveriam continuar abertas e deveriam ter seus horários de funcionamento expandidos, com controle do número de pessoas dentro de determinado estabelecimento. Sou a favor do escalonamento da força de trabalho e que se aumente a disponibilidade de transporte público”, defende.

Vacinação

O médico neurocirurgião e especialista no enfrentamento de crises em Saúde Paulo Porto, destaca o potencial de vacinação do Brasil, que, até o fechamento desta reportagem, já aplicou 24.943.385 doses de imunizantes contra a Covid-19, segundo dados do LocalizaSUS.

“O [Brasil é o] país que melhor vacina no mundo, em termos de velocidade de vacinação e em termos de capilaridade. Nós vacinamos comunidades ribeirinhas no interior da Amazônia, por exemplo. Só não imunizamos mais porque não temos mais vacina”, afirma.

Doutor Paulo Porto afirma que o Brasil deve parar de brigar por posições e partidos políticos e que, neste momento, as mentes brilhantes devem se unir para criar soluções, aproveitando experiências que já deram certo, tanto dentro quanto fora do país, e implementá-las em larga escala. 

Acompanhe a seguir a entrevista completa com o médico neurocirurgião e especialista no enfrentamento de crises em saúde, Paulo Porto.

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Escolas fechadas, atividades remotas que não chegam a todos e profissionais da educação ainda sem vacinação. Esse cenário já é enfrentado por quase todos os municípios brasileiros, que tentam articulações para minimizar as desigualdades provocadas pela pandemia, mas o presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), Vitor de Angelo, também alerta que os desafios educacionais não vão acabar com o fim da disseminação do vírus no país. 

Em entrevista exclusiva ao portal Brasil61.com, o também secretário de Educação do Espírito Santo e pós-doutor em Sociologia comentou sobre o contexto pedagógico atual e os principais problemas futuros. “Será um ano difícil, um ano que promete, em parte por causa da pandemia, em parte pelas consequências que ela ainda vai trazer”, define.

Vitor lembra que a área ainda será impactada após o ano de 2021. “Nós ainda não assistimos a evasão, os impactos na aprendizagem dos alunos, as consequências propriamente educacionais do problema de saúde pública que estamos vivendo”, avalia.

O secretário afirma que a pandemia adicionou mais uma camada de problemas à educação no Brasil, principalmente no sistema público. “São desafios grandes que passam pela necessidade de reinventar a escola naquilo que ela tem de mais básico. O modo que ela pode ensinar e a forma como os alunos podem aprender.”

Na entrevista, ele critica a falta de um olhar amplo de uma coordenação nacional para todo o território do país, o que aumenta a desigualdade em diversas regiões. “No nível sub-nacional e no nível municipal, os gestores tomam a frente e a liderança desse processo. Mas na medida em que cada um toma conta da sua região, a perspectiva de país, de uma coordenação que possa diminuir a desigualdade, se perde”.

Cenário às escuras

Um passo avaliado pelo secretário como básico neste momento seria a realização de uma avaliação diagnóstica. Ou seja, um levantamento em todo o Brasil, aferindo o nível de aprendizagem de todo aluno da rede pública, para pactuar entre todos os entes federados o que se fará como resposta aos resultados. “Isso não existe e nem há uma perspectiva de que venha a existir. Quantos alunos hoje não têm acesso às aulas remotas? O Ministério da Educação não tem como dizer isso”.

Vitor também ressalta que, no ano passado, havia um discurso de que era necessário manter aulas remotas, mesmo sem alcançar 100% dos alunos, porque era melhor chegar a um grupo do que não chegar a ninguém. 

“Mas, no nosso horizonte como gestores, não estava colocada uma pandemia que fosse entrar no segundo ano. Por um curto período de tempo, isso faria sentido. Afinal, depois a gente ia atrás dos outros. Agora, por um longo período de tempo, esses outros podem sequer voltar à escola. E até aqueles que participavam das atividades remotas podem se sentir desestimulados em virtude do prolongamento da pandemia”.

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Reabertura de escolas

As instituições de ensino públicas e privadas espalhadas pelo país ainda convivem com fechamentos e reaberturas, de acordo com a situação da pandemia de cada região. Para Vitor, não há como se afirmar qual é a melhor decisão única para todo o Brasil neste momento, mas o assunto deve ser tratado com base nas orientações de autoridades sanitárias de cada região, com a percepção da importância das instituições. 

“A escola não pode ser a primeira vítima de medidas para controlar a Covid, dado que ela não se mostrou um ambiente perigoso de contágio, longe disso. Mas não podemos tomar como um tabu uma necessidade de fechar as escolas, como países da Europa fizeram e estão fazendo neste momento”, pontua.

Dentro desse dilema, o presidente do Consed diz que o longo período fora da escola tem consequências como problemas de aprendizagem, problemas ligados à evasão e falta de acesso à internet e aos equipamentos dos estudantes. Nesse ponto, ele critica o veto do presidente da República, Jair Bolsonaro, ao projeto de lei (PL 3.477/2020), que destinaria R$ 3,5 bilhões da União para Estados, Municípios e o Distrito Federal garantirem a internet a alunos e professores em vulnerabilidade. 

“Se não daria para chegar a todos, daria para chegar a muita gente. Mas, para isso, precisaria de recursos. Agora, se nós vetarmos um projeto que garante esses recursos, vindo de um fundo que já tem disponível quatro vezes mais do que o valor pleiteado, aí realmente fica muito difícil achar que essa agenda é prioridade”, enfatizou.

Assista agora à entrevista completa e exclusiva com o secretário de Estado da Educação do Espírito Santo e presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), Vitor de Angelo.

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Desde o ano passado o preço da carne bovina tem subido no Brasil, chegando a um aumento de 18% em 2020. Isso tornou o alimento uma espécie de vilão na mesa dos brasileiros. Em fevereiro, a carne subiu 1,72% na comparação com janeiro, segundo o IPCA publicado pelo IBGE no mês passado.

Para explicar o porquê desse aumento, o portal Brasil61.com conversou com o assessor técnico da Comissão Nacional de Bovinocultura de Corte da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Ricardo Nissen, que abordou o principal motivo.

Segundo ele, diferente das outras culturas de produção animal, a pecuária de corte tem um ciclo médio de 30 à 50 meses, ou seja, pode levar de dois anos e meio até cinco anos. “E é justamente por causa desse longo período que estamos enfrentando agora um momento da falta de animais. Quando voltamos na história, por volta dos anos de 2016 e 2018, tivemos um momento em que a arroba estava desvalorizada, o produtor abateu diversas fêmeas e, assim, reduziu a produção de bezerros. Justamente para equilibrar as contas”, afirmou.



De acordo com Ricardo, o preço aumentou porque temos menos animais para o abate, mas isso não quer dizer que pode faltar carne bovina na mesa do brasileiro porque o país é “autossuficiente na produção do alimento. Acabamos importando pouca carne quando falamos em carne gourmet, no caso da super premium que segue para as churrascarias e steakhouse. Mas o Brasil é autossuficiente. Somos o segundo maior produtor do mundo e o maior exportador”, esclareceu.

O assessor técnico explicou que mesmo com a baixa quantidade de animais para consumo, não deve faltar carne bovina, o valor do alimento tem uma diferença de impacto na mesa das pessoas que moram nas grandes e pequenas cidades. Quando se fala do interior “falamos de cidades em que a demanda e a oferta são ajustáveis. Na cidade grande temos uma demanda mais volátil, justamente por conta da quantidade de pessoas. Possivelmente o consumidor da cidade grande sinta mais os impactos, enquanto nas cidades pequenas temos uma distribuição mais rápida e direta por estar próxima dos centros produtores”, destacou Ricardo.

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Uma vez que os moradores das grandes cidades sentem os impactos dos altos valores nas compras, a população com menor renda também é a mais afetada pelo preço da carne. Segundo o especialista, isso pode justificar as pessoas preferirem outros tipos do alimento na hora de fazer o mercado. “Observamos que uma parcela da população carente prefere outras proteínas como o próprio frango, que tem uma produção industrial alta e é uma das carnes que vem sendo mais consumidas por esta classe”, avaliou.

A partir de agora com a mudança no cenário da produção do gado é possível que o brasileiro possa retomar o consumo da carne bovina com um preço mais acessível. Pelo menos é no que acredita o Ricardo Nissen. “Por causa das chuvas, no final do ano passado, começamos a ter mais produção nas pastagens. Temos uma grande quantidade de animais que serão abatidos nesse primeiro semestre. Devemos ter uma manutenção do preço da carne bovina no próximo mês e, depois, lá para o final de maio observaremos uma queda nos preços”, explicou.

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020