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TERMO DE USO E PARCERIA

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b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

Brasil 61
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Foi publicado no Diário Oficial da União portaria que dispõe sobre a aplicação de emendas parlamentares que adicionarem recursos ao Sistema Único de Saúde (SUS), para a realização de transferências do Fundo Nacional de Saúde aos fundos de saúde dos estados, Distrito Federal e municípios, no exercício de 2021. 

A orientação da normativa é de que os recursos transferidos sejam aplicados em medidas voltadas ao combate à Covid-19, observada a programação orçamentária que deu origem ao repasse.

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Também são permitidos a utilização dos recursos para o incremento temporário ao custeio dos serviços de Atenção Primária à Saúde e de Atenção Especializada à Saúde; o financiamento do transporte de pacientes no âmbito do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), da Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência e do financiamento do transporte sanitário eletivo destinado ao deslocamento de usuários para a realização de procedimentos de caráter eletivo.

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A arrecadação, entre janeiro e abril de 2021, aumentou em 25 estados e no Distrito Federal, na comparação com o mesmo período do ano passado. Somente o Espírito Santo não teve alta na receita. Os dados constam no Relatório Resumido de Execução Orçamentária (RREO) divulgado nesta segunda-feira (21) pelo Tesouro Nacional.

De acordo com o balanço, os maiores saltos de arrecadação nos quatro primeiros meses do ano ocorreram em Roraima, com 31%; Rio Grande do Norte, com 27%; Piauí, como 25%; Goiás e Sergipe, com 24%; Alagoas e Mato Grosso, como 23%.

Já sobre as despesas, também houve aumento, mas em 21 das unidades da federação. Os maiores crescimentos foram registrados no Maranhão, como 32%; e Amapá, com 23%. Nestes dois estados, as despesas superaram o crescimento das receitas, que foram 19% e 7%, respectivamente.

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O relatório apresentou, ainda, o resultado orçamentário dos estados, que corresponde à diferença entre as receitas realizadas e as despesas liquidadas em relação à Receita Corrente Líquida (RCL). De janeiro a abril de 2021, a mediana do resultado orçamentário das unidades da federação ficou em 20%. No mesmo período do ano passado, a mediana havia sido de 14% da RCL.

 

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Nesta segunda-feira (21) a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulgou que o indicador Intenção de Consumo das Famílias (ICF) ficou em 67,5 pontos, revelando alta de 2,1% em junho, considerando o ajuste sazonal. De acordo com a CNC, apesar do aumento, esse foi o menor nível desde agosto de 2020 e o pior junho da série histórica iniciada em 2010. Em comparação ao mesmo mês do ano passado, o ICF desceu 2,6%.

Já o indicador de renda atual cresceu 1,5% no mês, mesmo tendo atingido seu menor nível histórico. Enquanto isso, o indicador de emprego atual permaneceu com o maior índice do mês com 86,4 pontos, tendo a perspectiva profissional com 76,3 pontos.

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O total de 18 mil famílias foram consultadas na pesquisa. Deste número, 43,2% apontou que a renda familiar piorou em relação ao ano passado. No entanto, com o ajuste de sazonalidade, o índice apresentou crescimento de 1,5%. Em relação à segurança, 35,5% dos entrevistados responderam que se sentem seguros com os seus empregos em relação ao ano passado.

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De acordo com o boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (21) pelo Banco Central, com base em consultas a instituições financeiras, a projeção de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) foi elevada de 4,85% para 5% em 2021. O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país.

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Para 2022, houve um recuo na expectativa, a projeção caiu de 2,2% para 2,1%. Para 2023 e 2024, no mercado financeiro a projeção é de expansão do PIB em 2,50%. Em relação à inflação, a previsão deste ano subiu de 5,82% para 5,90%. Para 2022, a estimativa de inflação se manteve em 3,78%. Tanto para 2023 como para 2024, a previsão para o índice se mantém em 3,25%.

A estimativa para 2021 supera o limite da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. O centro da meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,75%,

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Cerca de 2,26 milhões de trabalhadores nascidos em abril recebem a terceira parcela do auxílio emergencial 2021, nesta terça-feira (22). As transferências ocorrem para aqueles que se inscreverem pelos meios digitais ou que integram o Cadastro Único (CadÚnico) do Governo Federal. 
 
Ao todo, o repasse será de R$ 466,6 milhões. Se somados os valores que o governo desembolsou para o pagamento da terceira parcela aos aniversariantes dos quatro primeiros meses do ano, o total chega a R$ 1,84 bilhão para quase nove milhões de trabalhadores. 

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A terceira rodada de pagamentos segue para os aniversariantes dos meses subsequentes até domingo (27), para quem nasceu em setembro, e encerra na quarta-feira (30) para os nascidos em novembro e dezembro. 
 
Vale lembrar que, como o calendário de depósitos nas contas sociais foi antecipado, o início da permissão para o saque foi antecipado de 13 de julho para 1º de julho, data em que os aniversariantes de janeiro já poderão sacar o benefício. 

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Poucos dias após bater meio milhão de mortes pela Covid-19, o Brasil já registra 502.586 óbitos e 17.966.831 casos acumulados da doença. Em apenas 24 horas, foram contabilizados 38.903 casos e 761 novos óbitos. Os dados foram compilados ao final do dia 21 de junho pelo Ministério da Saúde, com informações fornecidas pelas secretarias estaduais de Saúde.

Do total de casos, 16.288.392 pessoas já se recuperaram e 1.175.853 estão em acompanhamento médico.

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São Paulo é o estado com maior número de mortes pela Covid-19 (122.258), seguido por Rio de Janeiro (54.267), Minas Gerais (44.583) e Rio Grande do Sul (30.450). Em número de casos, São Paulo também lidera (3.587.646), seguido por Minas Gerais (1.739.929), Paraná (1.217.064) e Rio Grande do Sul (1.183.398).

Os dados são atualizados diariamente na plataforma Localiza SUS.

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Expresso 61
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Desde 2003, a Fundação Hemopa, além de receber doações de sangue, também realiza o cadastro de possíveis doadores de medula óssea no Pará. O banco de dados do Estado conta com 136 mil voluntários e é integrado a bases de informações nacional.

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Para se cadastrar é bem simples, qualquer pessoa entre 18 e 55 anos, pode se apresentar em uma das unidades do Hemopa, com um documento oficial de identidade com foto, para preencher um cadastro com os seus dados pessoais. É Importante ressaltar que o candidato não pode ter histórico de câncer ou de HIV. Uma seringa com 5 ml de sangue é coletada para que seja feita a tipagem HLA, que é um exame que possibilita o mapeamento das características genéticas deste candidato.

No momento do cadastro, é registrada somente a intenção em ser doador. Você só será doador, se houver uma compatibilidade do seu HLA com o HLA do paciente. No Brasil, são 4,5 milhões de voluntários, e a probabilidade de um doador ser compatível com os seus familiares é de 30%, mas, em relação à compatibilidade com qualquer outra pessoa, é de 1 em 100 mil a chance de encontrar um doador compatível.

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Casos da nova variante britânica do coronavírus, conhecida como Alpha (B.1.1.7), já foram identificadas pela Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro. Um deles é morador de São Gonçalo, na região metropolitana do Rio de Janeiro. O caso foi notificado às autoridades municipais de São Gonçalo em 9 de junho.

Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, o município ainda investiga se o paciente foi infectado dentro do estado ou se o caso é importado, ou seja, vindo de outro estado ou país.

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A Secretaria de Saúde alerta ainda que, independentemente das variantes, as medidas de prevenção, diagnóstico e tratamento da Covid-19 seguem as mesmas. Não haverá alteração dos protocolos sanitários que já estão sendo adotados.

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A campanha "Caneta da Saúde" chega a Brasília para levar informação e orientação sobre as vantagens das canetas preenchidas de insulina, um dispositivo utilizado no tratamento de diabetes e disponível no Sistema Único de Saúde (SUS). O caminhão da campanha fica no estacionamento 10 do Parque da Cidade Sarah Kubitschek, nesta sexta (18), sábado (19) e domingo (20), das 8h às 18h.

Utilizado em pessoas com diabetes tipo 1 e tipo 2, preferencialmente acima de 50 anos e menores de 19 anos, o dispositivo é um dos mais modernos para o tratamento da doença. Entre as suas vantagens estão a praticidade, economia de tempo e segurança, por já conter a quantidade certa de insulina a ser aplicada. Além de tudo, o dispositivo é gratuito e distribuído pelo SUS.

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A ação “Caneta da Saúde” faz parte de uma campanha nacional que tem como objetivo informar e educar a população sobre as vantagens das canetas preenchidas de insulina, estimulando o uso do recurso, além de orientar os profissionais de saúde que atuam no tratamento e acompanhamento da doença.

SERVIÇO

Campanha: A Caneta da Saúde

Data: dias 18, 19 e 20 de junho de 2021

Horário: das 8h às 18h

Local: Parque da Cidade, estacionamento 10, Brasília-DF

No site: Caneta da Saúde

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IMPORTANTE: Não haverá distribuição de canetas preenchidas de insulina e tampouco elas estarão disponíveis no local. O objetivo da campanha é divulgar a existência desse benefício via SUS, educando e orientando pacientes, profissionais da saúde e familiares sobre o diabetes e suas opções de tratamento.

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Brasil Mineral
Foto: José Cruz/Agência Brasil

Economia

Metso Outotec e Revista Brasil Mineral promovem painéis e encontros técnicos para traçar perspectivas para a mineração no Norte do país, papel das pequenas e médias empresas e introdução de novas tecnologias. Saiba mais

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O Brasil faturou cerca de R$ 209 bilhões com a produção mineral em 2020, o que representa aumento de 36% na comparação com o ano anterior, de acordo com o Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram). E boa parte do sucesso desse setor se deve aos estados da região Norte do país, responsáveis por quase metade dessa arrecadação. 

É por isso que a Metso Outotec e a Revista Brasil Mineral promovem, entre 15 e 24 de junho, a partir das 14h, a primeira edição do evento ‘Desafios do Norte’. A iniciativa, que vai ocorrer de modo virtual, vai debater a produção mineral dos estados da maior região brasileira. 

Segundo Maria Amélia Enriquez, especialista em Economia Mineral e Desenvolvimento Regional, o potencial de crescimento da mineração na região Norte, com destaque para o Pará, é enorme. “Há um potencial de expansão das áreas que estão mineradas e de novos empreendimentos nas áreas pesquisadas. Eu diria que é um sucesso para o Brasil, porque ela permite a geração de divisas, que é tão importante para o equilíbrio do balanço de pagamentos”, avalia. 

No entanto, ela indica que é necessário buscar, também, desenvolvimento a partir dessa atividade. “A mineração pode se converter em uma plataforma importante de desenvolvimento econômico para a região e não apenas geradora de divisas para o Brasil e de lucro para os acionistas das grandes companhias”, complementa. 

Arte: Brasil 61

Perspectivas

O primeiro painel do evento, marcado para 15 de junho, vai debater justamente a questão levantada pela professora, ou seja, quais são as “Perspectivas Econômicas e de Desenvolvimento” para a mineração no Norte do Brasil. 

O geólogo Elder Prata Salomão, presidente da Geos e ex-diretor da Agência Nacional de Mineração (ANM), vai apresentar o painel. O debate vai contar com a participação do secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (SEDEME) do Pará, José Fernando de Mendonça Gomes Jr., e do presidente do Conselho Diretor do Ibram, Wilson Nelio Brumer.  

Maria Amélia explica que o Pará é, sem dúvidas, o grande estado em mineração na região Norte. Cerca de 98% do valor arrecadado com a produção nortista vem de lá. E tal destaque se dá não apenas a nível regional, mas nacional também. De acordo com o Ibram, dos R$ 209 bilhões que o país faturou com a mineração em 2020, 46% são graças ao Pará, o que equivale a R$ 97 bilhões. 

Ela diz que nos últimos 20 anos a exportação do estado saltou de US$ 1 bi para US$ 20 bi. “Esse valor é maior do que o PIB dos 90 países mais pobres. É um esforço muito significativo, que representa em torno de 10% das exportações brasileiras. Quando a gente considera que o Pará representa pouco mais de 2% do PIB nacional, é um efeito bastante desproporcional”, diz. 

E as expectativas de expansão da mineração no estado e na região não param por aí, segundo a especialista. Atualmente, o Pará produz cerca de 200 milhões de toneladas de minério de ferro — principal produto mineral brasileiro —, mas em quatro anos a capacidade produtiva deve bater as 260 milhões de toneladas. 

“É um aumento de capacidade considerável, mas além do minério de ferro, tem previsões de investimento na área do cobre, da bauxita, do ouro, do líquido manganês”, cita. 

Pequenos e médios negócios

Já no dia 18 de junho, o segundo painel será conduzido pelo professor Dr. Giorgio De Tomi. Ele é professor do Departamento de Minas e Petróleo da Escola Politécnica e diretor do Núcleo de Pesquisa para a Pequena Mineração Responsável, ambos na Universidade de São Paulo (USP). O tema será “O papel das pequenas e médias mineradoras na produção atual da região”. 

Participam o presidente do Conselho Executivo da Associação Brasileira de Pesquisa Mineral (ABPM), Luis Mauricio Ferraiuoli Azevedo, e o ex-secretário de Mineração do Pará e diretor de Geologia, Mineração e Transformação Mineral, Ronaldo Lima.

Segundo o professor Giorgio, engana-se quem acha que a mineração é negócio apenas para multinacionais e empresas de grande porte. Segundo ele, 98% dos títulos minerários concedidos pela ANM são para empresas de micro, pequeno e médio porte. 

“Claro que em termos de quantidade isso não é proporcional, porque um título minerário da grande mineração cobre muito volume de material, de produção, emprego, movimentação da economia, enquanto a micro, pequena e a média têm um impacto menor. Mas em termos de títulos minerários é uma atividade muito comum e que está cada vez mais presente na Região Norte”, avalia. 

A explicação para esse cenário, ele diz, é a mudança da matriz energética mundial, que tende para fontes de energia renováveis em detrimento dos combustíveis fósseis. 

“Os bens minerais vão fomentar essa mudança da matriz energética e muito do suprimento desses itens vai vir de pequena e média mineração. Está difícil achar novos depósitos que a gente chama de ‘classe mundial de grande porte’. Muito desse suprimento vai vir de depósitos de médio e pequeno porte e que, portanto, serão desenvolvidos pela mineração de médio e pequeno porte”, aposta. 

Desafios do Norte

O evento também vai promover quatro encontros técnicos, entre 21 e 24 de junho, cujos focos serão: 

  • Tecnologias para mineração, incluindo sensoriamento de equipamentos e eficiência energética; 
  • Peneiramento eficiente, focado em como aumentar a eficiência em materiais pegajosos e em telas de borracha de alta resiliência; 
  • Soluções de desgaste, apresentando como aumentar a vida útil dos seus equipamentos, além de aumentar a segurança em campo;
  • Soluções para filtragem e modernização de células de flotação. 

A inscrição é gratuita e vai até 15 de junho por meio do site: mogroup.com/br/eventos/2021/br-desafios-do-norte

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Ocupando o terceiro lugar na produção mineral brasileira, atrás apenas do Pará e Minas Gerais, o estado de Goiás tem muita  representatividade no setor mineral brasileiro, com importantes polos de produção de cobre, ouro, níquel, cobalto, fosfato e nióbio, além de agregados e calcário para corretivo de solos.

O estado ocupa o primeiro lugar na produção nacional de níquel e vermiculita, sendo também o segundo maior produtor de bauxita, fosfato e nióbio e o setor mineral contribui com 21% do total das exportações estaduais. Juntamente com o Distrito Federal, Goiás é o terceiro principal arrecadador de CFEM (Contribuição Financeira pela Exploração Mineral), tendo registrado uma arrecadação de R$ 121,7 milhões em 2020, o que correspondeu a 1,93% do total arrecadado no País.

Os municípios goianos com maior arrecadação são Alto Horizonte, Crixás, Barro Alto, Ouvidor, Catalão e Pilar de Goiás. O valor da produção mineral, para efeito de arrecadação de CFEM no estado, totalizou R$ 6.3 bilhões em 2020. Em termos de direitos minerários, foram publicadas 29 Portarias de lavra no último ano, o que coloca Goiás e o DF na sexta posição no ranking nacional.

Estas novas portarias significam projetos de novas minas, além da atividade de pesquisa, com 426 requerimentos em 2020. Para discutir os principais desafios ou dificuldades de se minerar no estado de Goiás, Brasil Mineral reuniu representantes de empresas e entidades do setor com atuação no estado abordando questões como licenciamento ambiental, logística, relações com as comunidades e o ambiente de negócios. 

E, do ponto de vista das empresas, foram discutidas as oportunidades que existem para que elas possam ampliar sua atuação no território goiano e possibilitar que o estado desenvolva mais o seu setor mineral.

Francisco Alves/Rodrigo Gabai 

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Brasil Gestor
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O Brasil aplicou a primeira dose de vacinas contra a Covid-19 em cerca de 61 milhões de pessoas até esta sexta-feira (18). Dessas, 24,2 milhões já receberam a segunda dose, concluindo a etapa de imunização. Ao todo, mais de 85 milhões de doses foram administradas no País. Os dados são das plataformas coronavirusbra1 e covid19br, que compilam os números divulgados pelas secretarias estaduais de Saúde. 
 
O número de vacinados com uma dose equivale a, pelo menos, 28,69% da população, segundo a projeção de habitantes para 2021 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os que receberam as duas doses foram 11,37%. 

Confira a aplicação de vacinas no seu estado:

No início deste mês, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que toda a população com mais de 18 anos deve ser imunizada até o final deste ano. Segundo ele, o momento é de busca por mais vacinas, principalmente com o adiantamento em contratos já assinados e com a compra de novos imunizantes.

O secretário executivo do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), Mauro Junqueira, avaliou o esforço dos gestores municipais para avançar na cobertura vacinal. “A vacina chega no município e imediatamente é aplicada, os gestores estão fazendo um grande esforço, vacinando a partir do momento que recebem a vacina no seu território, usando sábado, domingo, feriado, para que possamos imunizar o maior número de pessoas possíveis”, disse. 
 
As vacinas disponíveis no País até o momento são a CoronaVac, Astrazeneca e Pfizer, mas já há contratos de exportação firmados para a chegada das vacinas da Janssen, Sputnik V e Covaxin.  
 
A falta de insumos para a fabricação dos imunizantes vinha prejudicando a capacidade de vacinação do País. O Brasil firmou um acordo para a produção do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA), o que deve acelerar este processo. A expectativa é que as primeiras doses 100% nacionais sejam entregues em outubro. As instalações têm a capacidade inicial de produção de IFA para cerca de 15 milhões de doses de vacinas.

Por que é importante tomar a segunda dose?

Segundo os especialistas, a circulação de variantes aumenta a importância de se completar o esquema vacinal com a segunda dose, para barrar o vírus. O alto número de pessoas com atraso na segunda aplicação vem chamando a atenção e preocupando as autoridades. Só concluindo o cronograma das doses é possível garantir a maior eficácia e avanço da imunização.

Disputa entre gestores para ver quem vacina mais

A vacinação se tornou uma disputa entre gestores para ver quem consegue imunizar mais pessoas. O estado do Maranhão vem se destacando na corrida pela imunização. Com mais de 2 milhões de doses aplicadas, a capital já está vacinando pessoas em geral com faixa etária de 25 e 24 anos. 

O município de Alcântara já alcançou a marca de 100% da população adulta vacinada com a primeira dose, meta que, segundo o governador do estado, Flávio Dino (PT), deve se estender para os demais municípios. “A imunização quanto à segunda dose naturalmente está em curso e assim que nós complementamos todas as segundas doses teremos também na cidade de Alcântara uma referência quanto a eficácia da imunização”, afirmou.  

O governo se comprometeu ainda a sortear prêmios para incentivar a população a tomar a segunda dose da vacina. Segundo o governador, o programa Dose Premiada deve entrar em vigor a partir da próxima semana. Não será preciso se cadastrar, apenas ao tomar a segunda dose, o cidadão já estará fazendo parte do sorteio.

Especialistas avaliam a constitucionalidade da importação das vacinas Sputnik V e Covaxin

Covid-19: mais da metade dos municípios começaram vacinação por faixa etária

Além de Dino, na disputa pela imunização também estão o governador de São Paulo João Doria (PSDB), que está no topo do ranking de vacinação por estados, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD) e o governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD).
 
Já Roraima é o estado brasileiro com o ritmo de vacinação mais lento. Localizado no Norte do País, o estado tem cerca de 631 mil habitantes e até o momento só foram aplicadas cerca de 181 mil doses do imunizante. O estado também é o que menos recebeu vacinas. Isso porque a distribuição de vacinas aos estados aconteceu de forma proporcional à quantidade de habitantes.
 
A Secretaria de Estado de Saúde reforçou que vem seguindo integralmente o Plano Nacional de Imunização. “O estado tem feito a sua parte e realizado de forma rápida, organizada e segura a distribuição das vacinas, bem como mantido contato com o governo federal para que Roraima receba mais vacinas para que os públicos-alvo possam ser ampliados e um maior número de pessoas alcançadas”, disse em nota.

Novas doses

Segundo projeções do Ministério da Saúde, o Brasil deve receber, de junho até dezembro deste ano, 501 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19. A projeção foi atualizada na última quarta-feira (16). Só neste mês serão entregues 37.948.181 doses.

Uma ou duas doses, entenda cada vacina da Covid-19

  • Coronavac: Duas doses com intervalo entre as doses entre 14 a 28 dias após a aplicação da primeira.
  • Astrazeneca: Duas doses, o prazo para aplicação da segunda dose é de até 90 dias.
  • Pfizer: Duas doses com prazo de aplicação para a segunda dose de 21 dias.
  • Janssen: Dose única.
  • Sputnik V: Aplicada em duas doses com intervalo de 21 dias.
  • Covaxin: Aplicada em duas doses, com intervalo de 28 dias entre cada uma delas.

Vacinas disponíveis no Brasil 

Coronavac: Eficácia para casos sintomáticos é de 50,7%, sendo que pode chegar a 62,3% se houver um intervalo de mais de 21 dias entre as duas doses da vacina. 

Astrazeneca: Eficácia de cerca de 70% nos estudos que levaram à aprovação, variando entre 62 e 90%. Dados de vida real recém-divulgados pelo governo britânico apontam para 90% de proteção após as duas doses. 

Pfizer: Já demonstrou 95% de eficácia em prevenir casos confirmados de Covid-19. O laboratório já relatou, inclusive, que a vacina funciona contra a variante sul-africana. 

Janssen: Estudos da Agência de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA) apontam que a dose única do imunizante é 66% eficaz na prevenção de diversas variantes da covid-19.

Sputnik V: A vacina recebeu liberação parcial da Anvisa para ser distribuída sob condições específicas e em quantidade limitada para alguns estados. Eficácia de 91,7%, segundo estudo da Lancet, e 97,6%, segundo o Instituto Gamaleya. 

Covaxin: A agência regulatória brasileira permitiu, por enquanto, o uso de 4 milhões de unidades do imunizante. A Anvisa ponderou o fato de não ter recebido relatórios da agência indiana, o curto prazo de acompanhamento dos participantes dos estudos e a inconclusão dos estudos da fase 3, etapa que atesta a eficácia da vacina. Eficácia de 78% e 100% em casos graves.

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Os valores do segundo decêndio de junho do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) serão creditados nas contas das prefeituras nesta sexta-feira (18) com um valor total de R$ 1.452 bilhões, já descontada a retenção do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

O segundo decêndio de junho de 2021, comparado com o mesmo decêndio do ano anterior, apresentou um crescimento de 26,24% em termos nominais, sem considerar os efeitos da inflação. No acumulado deste mês, em relação ao mesmo período de 2020 o crescimento foi de 88,45%. O economista e especialista em Orçamento Público, César Lima, explicou os motivos desse crescimento.

 “Ano passado, nessa época, estávamos com uma economia bem mais fechada, vários lockdowns mais abrangentes no Brasil. A atividade econômica realmente estava bem mais arrefecida. Esse ano já há uma melhoria na atividade econômica, e houve também o fator inflação, que pressionou bastante os preços.”

Mas segundo o especialista, os resultados referentes ao crescimento só poderão ser comprovados no próximo ano. “Nós só vamos conseguir comparar se houve um crescimento real da economia em 2022 (muito provavelmente já com uma população quase que completamente vacinada e uma normalidade da atividade econômica) com 2019, que é o período pré-pandemia. Por enquanto, 2020 e 2021 são pontos fora da curva, só que este ano apresenta uma melhora significativa em relação ao ano passado, por conta da atividade bem mais liberada em todos os estados”, explica. 

Como receber os recursos do FPM?

Os valores relativos ao fundo são pagos aos municípios a cada dez dias (10, 20 e 30) de todo mês. Como em junho a data cai no domingo, o repasse foi antecipado para o primeiro dia útil anterior. 

O dinheiro é creditado pelo Banco do Brasil S/A, que disponibiliza, na sua página na internet, os avisos referentes às distribuições decendiais das contas dos Fundos de Participação, com os lançamentos a crédito e débito.

O Fundo de Participação dos Municípios (FPM) é a maneira como a União repassa verbas para os municípios brasileiros, cujo percentual, dentre outros fatores, é determinado principalmente pela proporção do número de habitantes.

Para o prefeito de Rio Claro (SP), Gustavo Ramos Perissinotto, muitos municípios são dependentes dos recursos do FPM. “A grande importância do repasse para os municípios do país é que boa parte deles dependem exclusivamente destes recursos ou da transferência desse recurso porque não possuem fonte de receita própria”. 

Como é feito o cálculo do FPM?

O cálculo do FPM leva em conta um coeficiente, determinado com base na quantidade populacional de cada município, e o percentual de participação dos estados. Os coeficientes variam de 0,6 a 4,0.

Os municípios são divididos em três categorias: capitais, interior e reserva. As capitais dos estados e Brasília recebem 10% do FPM. Interior são os demais municípios brasileiros e representam 86,4% do FPM. Já os municípios de reserva são aqueles com população superior a 142.633 habitantes e recebem – além da participação como município de interior – uma cota adicional de 3,6% do fundo.

Bloqueio do FPM

Atualmente, 74 municípios estão bloqueados e não poderão ter acesso à parcela do fundo. O bloqueio acontece se, porventura, o município ou o ente federado possuir alguma dívida com a União. Neste caso, é permitido pela Constituição Federal reter este recurso. 

Para desbloqueio, o município deve primeiro identificar o órgão que determinou o entrave (Receita Federal, PGFN, sentença judicial). Em seguida, procurar a instituição responsável pela retenção, conhecer a causa da mesma e regularizar o problema. O professor de economia e Relações Internacionais do Ibmec, Alexandre Pires, aponta que as dívidas com o INSS são as mais recorrentes. 

“O município pode estar em descumprimento de uma regra que exija um gasto mínimo com certos serviços de saúde, e então os recursos do FPM podem ser bloqueados e muitos municípios têm problemas com o INSS. O atraso nesse recolhimento pode fazer com que a previdência acione essa localidade e logo os recursos serão bloqueados.”

A Paraíba possui 13 municípios que estão com o recurso bloqueado, seguido de Sergipe com 11 e Minas Gerais com 10. O bloqueio é realizado até que o município pague ou resolva o problema da dívida. Após a regularização da pendência, em 24 horas o recurso é liberado.

Alta do FPM

Os últimos repasses do Fundo têm apresentado crescimentos expressivos se comparados com anos anteriores. Apesar do país estar passando por desafios devido a pandemia da Covis-19, a economia apresenta sinais de recuperação a patamares de antes da pandemia.

No ano passado, o Produto Interno Bruto (PIB) teve impacto negativo de 4,1%, maior redução desde 1996. Contudo, inicialmente, o Banco Mundial havia previsto retração de 8%, depois previu em -5%.

O Boletim Focus do Banco Central (BC), divulgado nesta segunda-feira (14) indica que as projeções do mercado para o crescimento da economia nacional subiram de 4,36% para 4,85%. Com base no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), as receitas federais cresceram em 4,30%, 18,49% e 45,22%, respectivamente, em fevereiro, março e abril. Isso significa uma arrecadação total de R$ 127,7 bilhões, R$ 137,9 bilhões e de R$ 156,822 bilhões. 

FPM: municípios recebem R$ 4,543 bilhões nesta quinta-feira (10)

Gastos com a pandemia impactam orçamento público nos últimos 12 meses

Comunicados da Secretaria do Tesouro Nacional (STN) divulgaram a soma da arrecadação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e Imposto de Renda (IR) em R$ 250,8 bilhões dos cinco primeiros meses – alta de 29,75% em comparação com os R$ 193,3 bilhões passados.

Segundo informações originadas da Receita Federal do Brasil (RFB) a melhora da arrecadação está relacionada ao aumento da compensação de débitos do IR e IPI, principalmente aqueles decorrentes a créditos de ação judicial, além das melhoras dos indicadores econômicos com as arrecadações citadas para o ano de 2021.

Em nota, a Confederação Nacional dos Municípios (CNM) destaca que por conta das medidas de enfrentamento a Covid-19 e do impacto delas, a instituição também analisa os valores repassados aos municípios em 2019. “Em maio foram transferidos R$ 33,1 bilhões em 2019; R$ 26,5 bilhões em 2020; e R$ 45,7 bilhões em 2021. Diante desse cenário, o FPM de 2021, até o primeiro decêndio de junho, apresenta um resultado muito superior ao esperado para o ano, com um crescimento superior a 31% de janeiro até o atual decêndio".

A instituição acredita ainda que a compensação de débitos do IR e IPI foram o fator determinante para o resultado positivo, principalmente, por conta de créditos de ação judicial e pela melhora dos indicadores econômicos. "Recolhimentos fora de época impulsionaram a arrecadação, por causa de empresas que obtiveram lucros acima do previsto e tiveram de pagar a diferença", sinaliza ainda o documento da CNM.

Foi por isso que o primeiro decêndio do FPM de junho foi 90,35% de toda a transferência que ocorreu em junho passado, explica a nota da entidade. O documento também apresenta uma previsão do fundo para os próximos meses, a partir dos dados divulgados pelo governo.

Repasse do FPM para cada estado brasileiro

Estado UF Parcela FPM Interior Parcela da Capital Parcela Reserva do Município Total por UF
Acre  AC 3.299.887,06 4.497.167,85   7.797.054,91
Alagoas  AL 26.202.107,00 6.246.066,45 537.440,87 32.985.614,32
Amapá  AP 1.746.556,19 7.870.045,91   9.616.602,10
Amazonas  AM 15.623.647,77 3.997.482,53   19.621.130,30
Bahia  BA 116.305.334,88 11.242.921,07 5.804.363,32 133.352.619,27
Ceará  CE 57.546.015,20 12.492.135,81 2.149.763,49 72.187.914,50
Espírito Santo  ES 22.076.620,82 2.498.426,58 1.612.323,14 26.187.370,54
Goiás  GO 46.823.264,33 2.998.111,90 1.934.787,77 51.756.164,00
Maranhão  MA 49.830.803,98 5.246.695,82 3.359.007,42 58.436.507,22
Mato Grosso  MT 23.775.498,04 7.807.583,43 644.928,73 32.228.010,20
Mato Grosso do Sul  MS 18.825.667,45 7.495.281,20 241.848,47 26.562.797,12
Minas Gerais  MG 177.975.581,55 2.248.583,92 5.159.434,06 185.383.599,53
Pará  PA 41.340.182,03 1.998.741,27 2.902.181,66 46.241.104,96
Paraíba  PB 40.077.943,87 6.745.751,77 537.440,87 47.361.136,51
Paraná  PR 91.414.399,74 4.996.853,16 2.418.484,71 98.829.737,61
Pernambuco  PE 60.165.849,49 6.995.594,43 3.009.671,09 70.171.115,01
Piauí  PI 30.131.858,43 7.807.583,43 671.801,48 38.611.243,34
Rio de Janeiro  RJ 34.352.702,56 4.497.167,85 4.729.477,39 43.579.347,80
Rio Grande do Norte  RN 30.519.563,79 4.996.853,16 967.393,89 36.483.810,84
Rio Grande do Sul  RS 91.607.625,06 4.497.167,85 2.364.738,69 98.469.531,60
Rondônia  RO 9.365.154,75 3.497.797,21   12.862.951,96
Roraima  RR 1.067.758,13 6.246.066,45   7.313.824,58
Santa Catarina  SC 52.694.051,99 3.935.021,50 1.934.786,20 58.563.859,69
São Paulo  SP 178.946.727,02 1.998.741,27 10.439.801,76 191.385.270,05
Sergipe  SE 16.740.339,59 4.497.167,85 483.696,94 21.721.204,38
Tocantins  TO 16.254.766,85 4.372.247,24 376.207,51 21.003.221,60

Repasse do FPM para cada capital do país

Estado UF Capital Valor da parcela
Acre  AC Rio Branco 4.497.167,85
Alagoas  AL Maceió 6.246.066,45
Amapá  AP Macapá 7.870.045,91
Amazonas  AM Manaus 3.997.482,53
Bahia  BA Salvador 11.242.921,07
Ceará  CE Fortaleza 12.492.135,81
Espírito Santo  ES Vitória 2.498.426,58
Goiás  GO Goiânia 2.998.111,90
Maranhão  MA São Luís 5.246.695,82
Mato Grosso  MT Cuiabá 7.807.583,43
Mato Grosso do Sul  MS Campo Grande 7.495.281,20
Minas Gerais  MG Belo Horizonte 2.248.583,92
Pará  PA Belém 1.998.741,27
Paraíba  PB João Pessoa 6.745.751,77
Paraná  PR Curitiba 4.996.853,16
Pernambuco  PE Recife 6.995.594,43
Piauí  PI Teresina  7.807.583,43
Rio de Janeiro  RJ Rio de Janeiro 4.497.167,85
Rio Grande do Norte  RN Natal 4.996.853,16
Rio Grande do Sul  RS Porto Alegre  4.497.167,85
Rondônia  RO Porto Velho 3.497.797,21
Roraima  RR Boa Vista  6.246.066,45
Santa Catarina  SC Florianópolis 3.935.021,50
São Paulo  SP São Paulo 1.998.741,27
Sergipe  SE Aracaju 4.497.167,85
Tocantins  TO Palmas 4.372.247,24
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Com a privatização da Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae), ocorrido no dia 30 de abril, os recursos obtidos serão repartidos entre os 29 municípios impactados pela concessão, o Instituto Região Metropolitana (IRM) e o Governo do Estado. O anúncio foi feito na quarta-feira (16) pelo governador do Rio, Cláudio Castro.

O total de R$ 22,6 bilhões foi arrecadado com as outorgas. Deste valor, o estado vai ficar com R$ 14,478 bilhões e os 29 municípios que aderiram ao plano devem repartir R$ 7,688 bilhões. O IRM receberá cerca de R$ 522 milhões. Os valores serão pagos em três parcelas, divididas pelos anos de 2021, 2022 e 2025.

Proposta prevê que municípios regulamentem faixas marginais de curso d’água em áreas urbanas e regiões metropolitanas

Setor de infraestrutura foi um dos que mais rendeu investimentos no último ano

De acordo com o governador Castro, o dinheiro da venda da companhia será investido em infraestrutura. O projeto prevê a melhoria de saneamento básico para 10,3 milhões de pessoas, o que equivale a 60% da população fluminense, segundo o governo do estado.

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Imagem: Brasil 61

Comunicação Positiva

Com tanta coisa acontecendo no mundo, o que mais vemos são crises por causa da falta de comunicação ou devido a uma comunicação violenta. Mas pode ser diferente

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Olá pessoal, espero que todos vocês estejam bem de saúde.
 
Com tanta coisa acontecendo no mundo, o que mais vemos são crises por causa da falta de comunicação ou devido a uma comunicação violenta. Mas pode ser diferente.
 
Dr. Marshall Rosenberg é o criador da Comunicação Não Violenta como técnica, linguagem ou melhor, como uma filosofia de vida. Ele cresceu em um bairro violento de Detroit e se interessou por novas formas de comunicação para criar alternativas de diálogo. A Comunicação não violenta surgiu depois que ele se especializou em psicologia social e estudos de religião. Em 1984, foi criado na Califórnia o Centro de Comunicação Não Violenta, uma instituição sem fins lucrativos que treina pessoas em mais de trinta países para resolverem todos os tipos de conflitos: sociais, empresariais, de guerra, das áreas educacionais, de saúde e todos os tipos de conflito que vocês imaginarem.

Nós preferimos chamar a Comunicação Não Violenta de Comunicação Positiva. Para não deixar nosso cérebro confuso. Outro dia falei sobre o efeito da palavra não na nossa comunicação.

Dr. Marshall ressalta que os pilares da comunicação positiva são: a expressão honesta e a escuta empática. 

Vem entender tudo no 3° episódio do podcast Comunicação Positiva! 

A escuta empática é saber receber do outro. É saber ouvir. Estar presente. Olhar no olho do outro. Você consegue?
 
Lembrando que temos dois ouvidos e uma boca. Ou seja, devemos ouvir mais e falar menos para nos comunicar melhor.
 
Espero que curtam o podcast!
 
Na semana que vem vamos falar dos 4 componentes para uma comunicação positiva. Não percam! 

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Em 1985, milhões de brasileiros iam às ruas exigir eleições diretas para presidente da República. Desde 1959, quando Jânio Quadros foi eleito para suceder Juscelino Kubitschek – até o fim do regime militar que governou o País durante 21 anos, de 1964 a 1985 – o povo não escolhia com seu próprio voto quem iria ocupar a principal cadeira do Palácio Planalto. 

A Emenda Número 11, proposta pelo deputado de Mato Grosso, Dante de Oliveira, acabou não sendo aprovada no Congresso. Mas deixou profundas marcas na história da democracia. Com Doutor Ulysses Guimarães à frente, a campanha levou ao palanque um sem número de outras lideranças importantes do cenário nacional. E também, multidões de brasileiros que foram apoiar o Diretas Já, como esse comício no Vale do Anhangabaú, em São Paulo.

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Olá pessoal, sejam bem-vindos de volta. 

A você que já ouviu nosso primeiro podcast, muito obrigado por voltar e a você que está chegando agora esperamos poder contar com a sua audiência semanalmente.

Hoje vamos falar de algo que está bastante em voga na mídia: a questão do orçamento secreto do governo federal, que teria sido utilizado para compra de apoio de parlamentares no Congresso nacional no final do ano passado.

Como falei no primeiro podcast, gosto de ter uma visão técnica das coisas, não vou defender governos A ou B, ou gestão a ou b, mas vamos combinar: não é a primeira vez que o orçamento é usado para compra de apoio no Congresso Nacional. 

Essa é uma prática recorrente, até porque, no Brasil, por força do sistema de governo, existe o presidencialismo de coalizão. Enquanto no parlamentarismo a relação entre executivo e legislativo se dá por uma dependência mútua, no presidencialismo o cenário é de independência mútua. E no parlamentarismo executivo e legislativo precisam um do outro para se manterem no poder, no presidencialismo isso não ocorre. Esta característica torna os acordos políticos muito mais difíceis entre os poderes, e quando não há acordo o impasse pode se prolongar e atrapalhar os planos de governo. No Brasil, além de muito mais difícil é também muito mais caro, no caso em questão custou 30 bilhões de reais.

O governo não gasta o dinheiro da forma como ele bem entende, existem normas e regras que norteiam o processo de execução orçamentária. A principal norma nesse sentido é a lei de diretrizes orçamentárias, que é um manual de como executar os recursos que estão no orçamento para um determinado ano. Então ali é posto quais são as prioridades do governo, onde ele pode gastar, onde ele não pode gastar, e como ele deve gastar esse dinheiro: transferência para estados e municípios e entidades do terceiro setor, tudo isso está lá na lei de diretrizes orçamentárias, que nós chamamos carinhosamente de LDO.

Quer saber mais? Vem comigo! 

Meu muito obrigado e até o próximo episódio. 

Eu sou César Lima, e esse é o podcast Por Dentro do Orçamento Público. 

 

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Brasil 61 entrevista
Foto: Arquivo Pessoal

Educação

Em entrevista exclusiva ao Brasil61.com, o chefe do Departamento de Promoção da Cidadania Financeira do Banco Central, Luis Gustavo Mansur, disse que o Aprender Valor também ajuda professores a cumprirem diretrizes da Base Nacional Comum Curricular

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Planejar gastos, guardar dinheiro, organizar as contas e evitar endividamentos desnecessários. Tudo isso pode ser compreendido como educação financeira. E, para ajudar os brasileiros, desde crianças, a adotarem hábitos que acarretem uma boa gestão de finanças pessoais, o Banco Central expandiu o Programa Aprender Valor.

Em entrevista exclusiva ao Brasil61.com, o chefe do Departamento de Promoção da Cidadania Financeira do Banco Central, Luis Gustavo Mansur, disse que agora qualquer escola, de qualquer município do País, pode fazer a adesão. Ele também deu detalhes de como a iniciativa pode ajudar estudantes da rede pública de Ensino Fundamental, assim como professores e gestores escolares, a administrar melhor o próprio dinheiro.

Segundo Mansur, o Aprender Valor tem como objetivo levar educação financeira, de maneira transversal, incluída em disciplinas como Português, Matemática e Ciências Humanas. Além disso, ele explicou que o programa é baseado no ensino a distância, utilizado em plataformas de educação remota.

“Nesse programa, nós estamos disponibilizando para os professores do Ensino Fundamental, do 1° ao 9° ano, projetos escolares pelos quais esse professor pode encontrar projetos escolares de sua matéria que abordam educação financeira de maneira transversal na matéria que ele já leciona”, afirmou.

Durante o bate-papo, Luis Gustavo Mansur destacou que umas das vantagens da ação é que os professores dispõem de mecanismos que os ajuda a cumprir diretrizes impostas na Base Nacional Comum Curricular.

“O professor não precisa pensar num plano de aula, não precisa pensar num projeto escolar para poder ensinar educação financeira na sua matéria de maneira transversal. Ele pode acessar essa plataforma do Banco Central depois de cadastrado. Ele pode baixar o material e ministrar esses projetos escolares em sala de aula de maneira gratuita”, pontuou.

Nesse programa, nós estamos disponibilizando para os professores do Ensino Fundamental, do 1° ao 9° ano, projetos escolares pelos quais esse profissional pode encontrar projetos escolares de sua matéria que abordam educação financeira de maneira transversal na disciplina que ele já leciona

Na ocasião, Mansur também disse que o Aprender Valor é um instrumento de disseminação de conhecimento sem barreiras. Isso porque, segundo ele, à medida que alunos, professores e gestores vão adquirindo esse tipo de aprendizado, eles vão repassando as ideias aos familiares, criando, assim, uma cadeia de comportamento.

“É algo que tem um ganho exponencial. A criança ou adolescente ensina aos pais, aos familiares e isso se multiplica. Os professores também aprendem com aquilo beneficiam os estudantes, a si próprios e suas famílias. O gestor escolar que se envolve com educação financeira na escola acaba usando aquilo na vida pessoal, o que acaba repercutindo também na sua família”, considerou.

Ao Brasil61.com, o chefe do Departamento de Promoção da Cidadania Financeira do Banco Central também disse que o projeto-piloto encerrou com a participação de um grupo composto por 257 municípios inscritos no programa, com um total de 609 escolas.

“Lembrando que se tratava de um projeto-piloto, no qual a gente limitava a entrada de estados e escolas. Também tivemos a pandemia que afetou de forma bastante contundente o setor da Educação. Porém, mesmo diante desses obstáculos, ainda conseguimos a adesão desses 257 municípios e agora estamos abertos para expansão nacional e abertos a qualquer estado ou município que queria participar do programa”, destaca.

Para a adesão, Mansur explica que todo o procedimento é feito de maneira online, tanto pela escola quanto pelo município. Para isso, basta entrar na plataforma do programa e fazer o cadastro junto com a adesão. A partir daí, a instituição financeira entrará em contato, conversar com os professores e depois dar entrada no processo.
 

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No início desta semana, a população brasileira se deparou com a informação de que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aumentaria o valor cobrado na conta de luz, a partir de junho de 2021. Para comentar sobre esse assunto, o Brasil61.com ouviu o economista da FGV IBRE, André Braz. Em entrevista exclusiva, ele confirmou que a medida foi tomada devido às reduções percebidas nos níveis dos reservatórios de água que ajudam a fornecer energia elétrica.

“A geração de energia hidrelétrica é mais barata, mas quando o nível dos reservatórios fica muito baixo, não é possível gerar a quantidade de energia que a economia demanda. Por essa razão, os custos de geração de energia, pela necessidade de acionamento e de outras fontes mais caras de energia, acabam provocando esse encarecimento nas contas de luz. Esse encarecimento é por estágio. Nós temos algumas bandeiras tarifárias, da verde a vermelha patamar 2, que podem ir se alternando em função dos volumes dos reservatórios”, explica.

André Braz lembra que o Brasil atravessa um período de seca mais rigoroso e que, segundo os meteorologistas, o país ainda está entrando no período de escassez de chuva mais intenso do ano. Apesar de ainda não saber como será o inverno, o economista afirma que a sazonalidade dessa época já oferece um volume menor de chuvas. Por isso, ele pontuou algumas dicas que devem ser seguidas pelos consumidores.

“Por isso que é muito importante para a família usar a energia elétrica com a melhor gestão possível. Não deixando a luz acesa em cômodos que não estiverem sendo utilizados, monitorar o banho das crianças com chuveiro elétrico, não deixar eletrodomésticos que não estão sendo usados plugados na corrente elétrica. Todas essas medidas são fundamentais para a economia. Até mesmo, quando possível, a troca de um eletrodoméstico antigo, pouco eficiente em energia, por um mais novo, que seja mais eficiente”, orienta.

Diante desse quadro, o economista avalia que o Brasil precisa investir em fontes alternativas de energia. Para ele, a disponibilidade que o país tem de uma costa litorânea extensa, seria, por exemplo, ideal para investimento de recursos em energia eólica, que poderia ser utilizada como uma reserva ou até mesmo como fonte principal.

“Alguns estados, principalmente do Nordeste do País, já investem em energia eólica, mas ainda é pouco disseminado para termos uma reserva extra de energia, ou fontes de geração de energia, que nos torne mais independentes da parte hidrelétrica. Porque o sistema hidrelétrico precisa de água. Se não tem água, é preciso acionar o sistema termo elétrico. E, no termo elétrico, o custo para geração de energia é mais caro e obriga a agência reguladora a adotar uma bandeira tarifária mais cara”, pontua.

Braz destaca, ainda, que qualquer cidadão pode acompanhar a evolução dos dados referentes aos reservatórios no Brasil, pela internet. No entanto, ele ressalta que a recuperação dos volumes se dá pela presença regular de chuva em locais que a água possa ser captada por esses reservatórios. Caso contrário, segundo ele, as condições para efeito de geração de energia elétrica continuam as mesmas.  

“Às vezes chove muito, mas em áreas que não possibilitam a captação desse volume de água para o reservatório. Então, é importante chover, mas nas áreas onde os reservatórios estão instalados. Porque às vezes chove em determinada região do País, a gente acha que o sistema hídrico está se normalizado, mas a conta de luz só faz subir. Isso ocorre porque aquela chuva não está na área em que nos ajudaria a ter uma geração de energia mais barata”, salienta.
 

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O Brasil registrou na noite desta quinta-feira (27) o oitavo caso de infecção pela variante indiana do novo coronavírus. Embora as autoridades de Saúde descartem a transmissão comunitária no País, uma vez que todos os casos confirmados até o momento tiveram origem no exterior, especialistas temem que a cepa cause uma nova onda de contaminação.
 
Diante disso, o Ministério da Saúde já implementa, em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde do Maranhão (SES/MA) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), barreiras sanitárias para impedir a disseminação da variante indiana da Covid-19 no Brasil. A estratégia é aumentar a testagem em aeroportos e rodovias maranhenses e nas regiões de fronteira, além de acompanhar de perto a cepa, por meio do sequenciamento genômico.

Arte: Brasil 61
 
O portal Brasil61.com foi atrás de Julival Ribeiro, infectologista, membro da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), para tentar entender qual a diferença entre a variante indiana e outras cepas do novo coronavírus que já circulavam pelo País e quais medidas podem ser adotadas para impedir nova ascensão na curva de casos.
 
Segundo ele, o que difere a variante indiana das já conhecidas pelos brasileiros, como a P1, que circulou com força em Manaus, é a maior transmissibilidade. “Em relação especificamente a essa variante que chegou aqui no Brasil, vinda da Índia, sabe-se que ela tem três mutações, está em mais de cinquenta países e é altamente transmissível. Mas não se tem estudo ainda se ela causa doença mais grave ou não”, explica. 

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Terceira onda da covid-19? 

A preocupação de especialistas quanto à maior facilidade com que esta cepa passa de uma pessoa para outra se deve ao receio de que a variante indiana seja responsável por uma nova onda de infecções no País, o que alguns já ousam chamar de terceira onda. 
 
“Infelizmente, devido não só a essas variantes que temos no Brasil, mas um relaxamento por parte da população em relação às medidas restritivas e preventivas, se supõe que nós podemos ter uma terceira onda aqui no Brasil. A chance não é zero de essa cepa começar a ser transmitida na comunidade e tenhamos muitos casos pela cepa indiana, como foi a P1, que aconteceu em Manaus, que a gente viu, distribuiu-se para o País inteiro”, avalia.

Não existe nenhuma vacina 100% eficaz, mas o grande mérito das vacinas é que mesmo se você pegar o coronavírus, você não tem casos graves, ou seja, não precisa de hospitalização ou de terapia intensiva. E as vacinas continuam, pelo menos, da Astrazeneca e da Pfizer, tendo bom resultado em relação a essa variante da Índia. 

Julival Ribeiro,
Infectologista, membro da SBI.

Durante o bate-papo, o especialista falou sobre as ações que acredita serem importantes para conter a nova variante em território brasileiro e o impacto da cepa sobre a eficácia das vacinas. Confira agora a entrevista com Julival Ribeiro.

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Profissional da saúde - Foto: Divulgação/Agência Brasília
22/06/2021 10:40h

Portaria direciona recursos de emendas parlamentares para a Saúde

A orientação da normativa é de que os recursos transferidos sejam aplicados em medidas voltadas ao combate à Covid-19

Foto: Prefeitura de Goiânia
22/06/2021 10:20h

Covid-19: Brasil já registra 502 mil mortes e 17,9 milhões casos acumulados

Em 24h foram registrados 38.903 casos e 761 novos óbitos

Foto: Arquivo/CNA
22/06/2021 09:40h

INDICADORES: boi gordo tem queda no preço, nesta terça-feira (22)

No mercado financeiro, o preço da carcaça suína especial teve salto de 0,18% e o produto é negociado a R$ 11,39

Foto: Arquivo/CNA
22/06/2021 09:40h

INDICADORES: preço do café arábica sofre alta nesta terça-feira (22)

No mercado financeiro, o preço da saca de 60 quilos do milho teve recuo de 1,50% e é negociada a R$ 88,52

Plenário da Câmara - Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados
21/06/2021 09:45h

Câmara realiza sessão nesta segunda para votar MP da Eletrobras

A medida provisória é o único item da pauta do Plenário

CPI da Covid. Foto: Agência Senado.
19/06/2021 15:30h

Osmar Terra e Filipe Martins são esperados na CPI da Pandemia na próxima semana

O depoimento de Terra está previsto para terça-feira (22) e o de Martins, para quinta-feira (24)

Profissional da saúde - Foto: Divulgação/Agência Brasília
22/06/2021 10:40h

Portaria direciona recursos de emendas parlamentares para a Saúde

A orientação da normativa é de que os recursos transferidos sejam aplicados em medidas voltadas ao combate à Covid-19

Foto: Prefeitura de Goiânia
22/06/2021 10:20h

Covid-19: Brasil já registra 502 mil mortes e 17,9 milhões casos acumulados

Em 24h foram registrados 38.903 casos e 761 novos óbitos

Foto: Arquivo/CNA
22/06/2021 09:40h

INDICADORES: boi gordo tem queda no preço, nesta terça-feira (22)

No mercado financeiro, o preço da carcaça suína especial teve salto de 0,18% e o produto é negociado a R$ 11,39

Foto: Arquivo/CNA
22/06/2021 09:40h

INDICADORES: preço do café arábica sofre alta nesta terça-feira (22)

No mercado financeiro, o preço da saca de 60 quilos do milho teve recuo de 1,50% e é negociada a R$ 88,52

Imagem: Brasil 61
21/06/2021 18:00h

O TEMPO E A TEMPERATURA: Nordeste com poucas áreas de chuva nesta terça-feira (22)

A temperatura na região pode variar entre 15 e 33 graus

Imagem: Brasil 61
21/06/2021 18:00h

O TEMPO E A TEMPERATURA: Áreas de instabilidade nesta terça-feira (22) pelo Sudeste

A temperatura na região pode variar entre 9 e 30 graus

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