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TERMO DE USO E PARCERIA

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a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

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a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o usuário realize o login no site do Brasil 61 - informando e-mail e senha cadastrados. 

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Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

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a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

Ao clicar em ACEITO, a emissora aqui cadastrada afirma concordar e estar ciente de todas as condições apresentadas neste Termo de Utilização de Conteúdo.

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

Gripe

30/06/2021 20:10h

Tosse, espirros e outros sintomas da gripe são comuns aos sintomas da Covid-19. Saiba diferenciá-los a partir da visão de infectologistas

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Um simples espirro ou uma tosse em meio à pandemia da Covid-19 já liga um alerta. Será um sintoma de infecção pelo novo coronavírus? Com a chegada do inverno, então, a preocupação aumenta, pois as doenças respiratórias ficam mais comuns e diferenciar o que é uma gripe ou resfriado de algo mais grave se torna mais complexo. 

Em meio aos questionamentos, muitos brasileiros ainda recorrem ao Google, que registra milhares de pesquisas como: “Tosse com catarro pode ser Covid?”, “Tosse seca persistente é Covid?” ou “Como saber se é Covid ou gripe?”. Essas são algumas das principais buscas na plataforma sobre o tema, segundo o Google Trends, e o portal Brasil61.com convidou especialistas para esclarecerem o tema.

Como saber se é Covid ou gripe?

Antes de tudo, é preciso saber diferenciar as doenças, como cita a infectologista Ana Helena Germoglio. “Nós temos, basicamente, três doenças que são causadas por vírus e que são transmitidas da mesma forma, por gotículas, por secreção respiratória de uma pessoa infectada para outra. Os agentes causadores dessas doenças, entretanto, são bem distintos”, lembra.
 
“A gripe é provocada pelo vírus da influenza, o resfriado é provocado por outros rinovírus, adenovírus, para influenza e outros vírus respiratórios, e a Covid-19 é transmitida pelo SARS-CoV-2”, detalha a médica. Os sintomas, porém, são bem semelhantes.
 
“Tosse, dor de garganta, mal-estar, dor no corpo, cansaço. Sintomas que podem confundir um diagnóstico correto de qual é a doença”, cita Ana Helena. Se esses indicativos são iguais, como precisar a infecção, então? A resposta não está no Google. “Qualquer pessoa que tiver esses sintomas precisa passar por avaliação médica e fazer sua testagem para a Covid-19, mesmo quem já foi vacinado ou quem já teve a doença anteriormente”, afirma.
 
Nestes casos, a importância do teste de detecção da Covid-19 se dá ainda para prevenir a disseminação do vírus, pois mesmo pessoas assintomáticas podem transmitir a doença. 

Gripe, resfriado ou Covid-19?

Maciel Ferreira Junior, morador do Distrito Federal, é uma das pessoas que costuma ter quadros gripais neste inverno. "Comecei a ter alguns sintomas de gripe há mais ou menos uns cinco dias. Tive dor de garganta, coriza, um pouco de tosse. Não cheguei a supor que fosse Covid, porque sempre tenho esses sintomas nessa época do ano, e também já tomei a primeira dose da vacina, então diminui a probabilidade de ser Covid-19.”
 
Parceiro de conteúdo do portal Brasil61.com, o canal Dr. Ajuda produziu um vídeo com a infectologista Maria Daniela Bergamasco para levar informações sobre quem tem dúvidas sobre essas infecções. A médica também pontua que sintomas como tosse, dor de garganta, dor de cabeça, nariz entupido e coriza “são sintomas de gripe, mas que também podem aparecer no resfriado, na Covid-19 e nas outras viroses respiratórias”.

Para evitar agravamento do caso, ela cita alguns sinais de alerta que devem levar à busca do pronto socorro, independente de fazer parte ou não de algum dos grupos de risco para o novo coronavírus. 
 
“A persistência da febre por mais de três dias ou retorno da febre depois de dois dias de ter ficado afebril, a alteração do nível de consciência, com sonolência, uma fraqueza importante ou desmaios. Falta de ar, com sensação de dificuldade para respirar, qualquer desconforto respiratório ou aparecimento de cianose, que é quando a boca ou as extremidades das mãos, por exemplo, ficam mais arroxeados, isso é um sinal de falta de oxigênio”, detalha Maria Daniela.
 
Segundo o Ministério da Saúde, para evitar a Covid-19 ou outras doenças respiratórias, medidas de prevenção continuam sendo essenciais:

  • Lavar as mãos frequentemente com água e sabonete por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabonete, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;
  • Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;
  • Evitar contato próximo de pessoas doentes (a recomendação é mais de um metro de distância);
  • Ficar em casa quando estiver doente;
  • Cobrir boca e nariz com um lenço de papel, ao tossir ou espirrar. Após, jogar no lixo e higienizar as mãos;
  • Evitar o compartilhamento de copos, pratos ou outros objetos de uso pessoal;
  • Limpar e desinfetar objetos e superfícies que sejam tocadas com frequência por várias pessoas;
  • Pessoas que estiveram em áreas onde o vírus circula, que tiveram contato físico com alguém diagnosticado ou que apresentem febre, tosse ou dificuldade para respirar, devem procurar atendimento médico de imediato.

Tipos de casos

O ministério ainda classifica a infecção pelo SARS-CoV-2 em cinco tipos principais:

  • Caso assintomático: caracterizado por teste laboratorial positivo para Covid-19 e ausência de sintomas;
  • Caso leve: caracterizado a partir da presença de sintomas não específicos, como tosse, dor de garganta ou coriza, seguido ou não de anosmia, ageusia, diarreia, dor abdominal, febre, calafrios, mialgia, fadiga e/ou cefaleia;
  • Caso moderado: os sintomas mais frequentes podem incluir desde sinais leves da doença, como tosse persistente e febre persistente diária, até sinais de piora progressiva de outro sintoma relacionado à Covid-19 (adinamia, prostração, hiporexia, diarreia), além da presença de pneumonia sem sinais ou sintomas de gravidade;
  • Caso grave: considera-se a Síndrome Respiratória Aguda Grave (Síndrome Gripal que apresente dispneia/desconforto respiratório ou pressão persistente no tórax ou saturação de oxigênio menor que 95% em ar ambiente ou coloração azulada de lábios ou rosto);
  • Caso crítico: os principais sintomas são sepse, síndrome do desconforto respiratório agudo, síndrome do desconforto respiratório agudo, insuficiência respiratória grave, disfunção de múltiplos órgãos, pneumonia grave, necessidade de suporte respiratório e internações em unidades de terapia intensiva.
     
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15/06/2021 15:15h

Menos de 20% do público-alvo foi vacinado até o momento

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Governo de Rondônia inicia a terceira fase do Plano Nacional de Imunização PONI) da vacinação contra a gripe influenza no Estado. A campanha começou no dia 12 de abril e segue até 9 de julho. Até o momento, apenas 16,9% do público alvo foi vacinado.

Covid-19: Quem teve dengue tem mais chances de ter sintomas?

Vacinação contra a gripe atinge menos de 30% do público-alvo

Na primeira fase da campanha, como prioritários estavam crianças de seis meses até cinco anos de idade e profissionais da Saúde. Na segunda fase, ocorrida em maio, os idosos e professores foram incluídos no plano de imunização. Na terceira fase, que foi iniciada agora, os demais grupos prioritários com comorbidades são o alvo. A vacina está disponível nas unidades de saúde de todo o Estado.

Vale lembrar que quem contraiu Covid-19 deve aguardar no mínimo 14 dias após a recuperação, para que seja aplicada a dose da vacina da gripe. O ideal é receber o imunizante sem que haja qualquer sintoma, principalmente gripal.

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09/06/2021 10:45h

3ª fase da campanha começa nesta quarta-feira (9), com a meta de imunizar cerca de 22 milhões de pessoas

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A Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe atingiu menos de 30% do público-alvo até agora, com 23 milhões de doses aplicadas. Ao todo, 79,7 milhões de pessoas estão aptas a receber a vacina.

A 2ª fase da campanha terminou na última terça-feira (8), cujo foco era imunizar idosos com mais de 60 anos e professores. Desse grupo, apenas 15,3 milhões de pessoas se imunizaram; menos da metade das 33 milhões esperadas.

Desde o começo da campanha, o grupo que mais se imunizou foi o de idosos (9,9 milhões de doses), seguido por crianças (8,3 milhões), trabalhadores da saúde (2,3 milhões), gestantes (978 mil) e professores (836 mil).

PB: terceira fase de imunização contra a gripe começa nesta quarta (9)

Anvisa se reúne com representantes de estados para discutir importação da Sputnik V

A 3ª fase da campanha começa nesta quarta-feira (9), com a meta de imunizar cerca de 22 milhões de pessoas até 9 de julho. O público-alvo são pessoas com comorbidades; com deficiência permanente; integrantes de forças de segurança, de salvamento e armadas; caminhoneiros; trabalhadores do transporte coletivo rodoviário de passageiros; trabalhadores portuários, funcionários trabalhando em prisões e unidades de internação; adolescentes cumprindo medidas socioeducativas em unidades de internação; e população privada de liberdade.

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08/06/2021 18:10h

Meta é vacinar cerca de 1,5 milhões de paraibanos. Apenas 32,9% do público apto foi imunizado até agora

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Nesta quarta-feira (9), a Secretaria de Estado da Saúde (SES) da Paraíba iniciará a terceira e última fase da imunização contra influenza. Os 223 municípios paraibanos receberam as doses para esta etapa na última semana e a vacinação se estende até o dia 9 de julho. A meta é vacinar cerca de 1,5 milhões de pessoas, mas até agora menos de 500 mil foram imunizadas no estado.

De acordo com o Plano Nacional de Imunização (PNI), esta fase contemplará portadores de doenças crônicas não transmissíveis; pessoas com deficiência permanente; forças de segurança, salvamento e forças armadas; caminhoneiros; trabalhadores de transporte coletivo; funcionários do sistema prisional, entre outros.

Síndrome respiratória aguda grave volta a crescer no País

Mais 2,3 milhões de doses da Pfizer serão distribuídas para o Brasil

Apenas 32,9% das pessoas aptas foram vacinadas até agora. O grupo que lidera a maior porcentagem de imunização é a população indígena, com 98,5%. Já os idosos possui a menor, apresentando uma taxa de apenas 32% de adesão à campanha.

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05/06/2021 17:15h

A análise consta no boletim semanal InfoGripe, divulgado na sexta-feira (4) pela Fundação Fiocruz

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Pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) alertam que, na maioria dos estados brasileiros, os casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) retomam a tendência de crescimento ou se estabilizam em patamares elevados. A análise consta no boletim semanal InfoGripe, divulgado na sexta-feira (4) pela Fundação.

A incidência de SRAG é considerada uma métrica para acompanhar a pandemia porque a Covid-19 é a causa de 96% dos casos da síndrome que foram atribuídos a uma infecção viral e submetidos a testes.

Anvisa autoriza importação da Covaxin sob condições controladas

Covid-19: o que mudou no Brasil até agora?

A análise divulgada na sexta (4) é referente à semana de 23 a 29 de maio e revela agravamento na comparação com a semana anterior. A probabilidade de alta nos casos dos sintomas passa de 95% no Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Paraná e Rio Grande do Sul. O mesmo percentual foi constatado em quatro capitais: Curitiba, Goiânia, Natal e São Paulo. Apenas Belo Horizonte, Boa Vista, Recife e Rio de Janeiro são as capitais brasileiras que tendem a apresentar queda.

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10/05/2021 13:00h

Doses são destinadas a idosos com mais de 60 anos e professores

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Nesta terça-feira (11) começa a segunda etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe que vai até o dia 8 de junho. Desta vez, o público-alvo são idosos com mais de 60 anos e professores. A estimativa é vacinar cerca de 33 milhões de pessoas nesta etapa.

Já a terceira fase, que acontecerá entre 9 de junho e 9 de julho, deve abranger cerca de 22 milhões de pessoas. As doses serão destinadas a integrantes das Forças Armadas; pessoas com comorbidades; caminhoneiros; trabalhadores de transporte coletivo rodoviário; entre outros.

Saiba diferenciar a gripe da Covid-19

Influenza: vacinação contra a gripe atinge 1,8% do público-alvo

Promovida pelo Ministério da Saúde em todo o território nacional, a campanha teve início no dia 12 de abril, focada na vacinação de crianças, povos indígenas, trabalhadores da área da saúde e gestantes. De acordo com o vacinômetro da campanha, já foram aplicadas quase 7 milhões de doses. Mas atenção, pessoas que recentemente tomaram a primeira ou a segunda dose da vacina contra a Covid-19 devem esperar pelo menos 14 dias para tomar o imunizante contra a gripe.

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10/05/2021 04:30h

Com o inverno brasileiro chegando as doenças respiratórias aparecem de forma mais intensa e casos da Covid-19 tendem a aumentar

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Com o inverno brasileiro chegando as doenças respiratórias aparecem de forma mais intensa. Isso porque as temperaturas caem e as pessoas tendem a ficar confinadas facilitando não apenas a transmissão de vírus e bactérias que causam a gripe, como também a transmissão da Covid-19.

A mudança de temperatura nesse período diminui a umidade do ar, fazendo com que ele fique mais frio e seco, o que agride bem mais as vias respiratórias, tornando-as passíveis de receber agentes infecciosos. “Quanto mais as mucosas são agredidas, mais inflamadas ficam e se tornam suscetíveis a infecção por vírus e bactérias. As secreções do trato respiratório fazem com que as bactérias aumentem, projetando a infecção em outras pessoas”, explica o infectologista e diretor científico da Sociedade de Infectologia do Distrito Federal, José David Urbaez. 

Do ponto de vista comportamental, o frio faz com que as pessoas se mantenham por mais tempo em ambientes fechados e com pouca ventilação. Essa atitude pode aumentar os casos de infecção do coronavírus no outono/inverno brasileiro, que tem início dia 20 de maio. “É esperado um aumento dessa transmissão e aumento no número de casos da Covid-19 nesse período”, afirma Urbaez.

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Segundo o Boletim Epidemiológico n°14 divulgado no final de abril de 2020 pelo Ministério da Saúde, o Brasil tinha 61.888 casos confirmados da doença e 4.205 óbitos. Com a chegada do inverno, que teve início em 21 de junho do ano passado, o boletim n°20 mostrou que o país havia atingido a marca de 1.313.667 pessoas contaminadas e 57.070 mortes. 

Atualmente o país soma mais de 14 milhões e 930 casos, totalizando mais de 414 mil mortes por decorrência do vírus. De acordo com a Saúde, 75.594.620 doses da vacina contra a Covid-19 foram distribuídas pelo Brasil e 45.909.958 pessoas já foram vacinadas. 

Como diferenciar a gripe da Covid-19?

Como o coronavírus apresenta sintomas parecidos com a gripe, as pessoas tendem a confundir as doenças. O infectologista José David Urbaez, explica que são poucas as diferenças entre elas.

A gripe é uma infecção viral causada pela Influenza com diversos sintomas distintos, como respiratório, coriza, congestão nasal, dor de garganta e febre, podendo evoluir para a síndrome respiratória aguda grave. 

A rinite, bastante confundida com outras doenças virais causadas por bactérias, é a inflamação da mucosa nasal, podendo acontecer nas formas aguda, crônica, infecciosa e alérgica. Os casos agudos são causados por vírus.

Com a chegada do frio, a técnica em enfermagem, Patrícia Dannielle, diz que tem pioras no quadro de rinite alérgica e tenta se proteger para a doença não evoluir. “Se pegar friagem sem nenhuma proteção na cabeça logo o meu nariz fica obstruído e tenho que usar soro. Torna-se um ciclo vicioso. Fico tomando antialérgico para melhorar e se não cuidar da maneira correta, pode agravar para uma bronquite.”

Portadora de asma, a brasiliense Lívia Cardoso afirma que o inverno é a época em que mais prejudica sua saúde. “Essa época do ano é terrível, pois é quando tenho crise de asma junto com sinusite. Por conta do frio e pouco sol acabo ficando mal, e não tem remédio que cure.”

Para diminuir os impactos dos sintomas ela costuma sair de casa bem agasalhada, não lava o cabelo a noite e evita tomar bebidas geladas.

Em relação aos principais cuidados para não transmitir doenças virais, o infectologista Urbaez destaca que o uso da máscara de proteção sempre foi o melhor caminho, apesar do uso se popularizar apenas durante a pandemia do coronavírus. “As máscaras devem ser usadas por quem está com coriza e tosse. A higienização das mãos também é importante.”

Urbaez indica que a população tome a vacina contra a gripe, que teve início no dia 12 de abril, em todo o país. “Se você está no grupo prioritário da vacinação contra a Influenza, tome a vacina. É uma ferramenta de cuidado importante nesse momento”, alerta.

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04/05/2021 14:30h

Objetivo é vacinar 90% de cada público até dia 10 de maio; apenas 991,2 mil compareceram aos postos

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Profissionais de saúde, gestantes, mulheres que deram à luz nos últimos 45 dias, indígenas, e crianças de seis meses a menores de seis anos foram convocados pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo para se vacinar contra a gripe nesta semana.

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A cobertura vacinal no estado varia de 15,7% a 37,7% para os grupos dessa primeira fase da campanha. Das 5,5 milhões de pessoas que deveriam se vacinar, somente 991,2 mil compareceram aos postos até a última semana, sendo a maioria crianças. As doses estão disponíveis gratuitamente nos postos de saúde desde o dia 12 de abril e, para este público, até o dia 10 de maio.

Este ano a campanha de vacinação contra a gripe foi dividida em três etapas. A próxima começa no dia 11 de maio e incluirá os idosos e professores das redes pública e privada. Já a terceira etapa começa em 9 de junho, alcançando mais 5,1 milhões pessoas.

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24/04/2021 06:00h

Recurso será aplicado na compra de insumos e no pagamento das equipes de atendimento de vacinação

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O vice-governador de São Paulo, Rodrigo Garcia, anunciou nesta sexta-feira (23) em coletiva de imprensa, o repasse de R$ 33,3 milhões do Governo do Estado para as Prefeituras de São Paulo visando auxiliar em ações de vacinação.

O recurso é destinado à aquisição de insumos e reforço de equipes para andamento das campanhas de vacinação contra Covid-19 e gripe. O vice-governador também agradeceu o apoio dos prefeitos e das equipes municipais de vacinação.

A coordenadora geral do Programa Estadual de Imunização, Regiane de Paula, também estava presente na coletiva e destacou que em nenhum momento os municípios pararam de vacinar desde 17 de janeiro, quando começou a campanha de vacinação contra a Covid-19. 

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20/04/2021 20:20h

Entre os grupos prioritários, as crianças receberam 981,9 mil doses, os trabalhadores da saúde, 259,8 mil, e as gestantes, 142,1 mil

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Vacinação contra a gripe atinge 1,4 milhões de doses aplicadas desde o início da campanha nacional, que começou no dia 12 de abril. Isso representa cerca de 1,8% do público-alvo definido, que abrange 79,7 milhões de brasileiros.

A campanha é dividida em três etapas e vai até o dia 9 de julho. Até o momento, a região que mais vacinou foi o Sudeste, com 607 mil doses aplicadas. Aparecem em seguida, as regiões Sul, Nordeste, Centro-Oeste e por último a região Norte, com apenas 50 mil doses aplicadas. Entre os grupos prioritários estão as crianças, os trabalhadores da saúde e as gestantes. 

Vale ressaltar que o Ministério da Saúde não recomenda que sejam aplicadas conjuntamente as vacinas contra a covid-19 e contra a influenza. De acordo com a pasta, o aconselhável é que tenha uma diferença de pelo menos 14 dias entre uma vacina e outra.

Para mais informações sobre a campanha nacional, cronograma de vacinação e grupo prioritários, acesse o site do Ministério da Saúde.

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