Cadastro de mídia

TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

Regras de Uso

1º - A utilização gratuita e livre dos materiais produzidos pelo Brasil 61 só será permitida depois que este termo de parceria for aceito pelo usuário, prevendo as seguintes regras:

a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o radialista realize o login no site da Agência do Rádio - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

ADENDOS IMPORTANTES SOBRE A PARCERIA

a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 Mais não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

Ao clicar em ACEITO, a emissora aqui cadastrada afirma concordar e estar ciente de todas as condições apresentadas neste Termo de Utilização de Conteúdo.

Gripe

07/07/2020 05:00h

Cobertura foi de 88,8%, número abaixo da meta do governo

Baixar áudio

Finalizada a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe, 17 milhões de pessoas que precisavam se vacinar não foram imunizadas. De acordo com dados do Ministério da Saúde, o número representa 11,2% do público- alvo da campanha. A meta do governo era de alcançar ao menos 90% desse grupo. Foram alcançados 88,8%.

MS recomenda ampliação da vacinação contra gripe nos municípios

O grupo com a menor cobertura vacinal foi de pessoas entre 55 e 59 anos de idade: pouco mais de metade do grupo se vacinou, 55,86% de cobertura. 60,91% das gestantes se vacinaram. Entre crianças de até cinco anos de idade a cobertura foi de 61,60%. Professores de escolas públicas tiveram 68,56% de cobertura vacinal.

Como o período da campanha acabou, agora as doses da vacina contra a Influenza que sobraram estão disponíveis para o restante da população, mesmo aqueles que não se encaixam no público-alvo. A vacinação é ainda mais importante durante a pandemia de covid-19, já que as duas doenças possuem sintomas semelhantes e a imunização ajuda os médicos a identificarem rapidamente quais casos podem ser causados pelo novo coronavírus.

Copiar o texto
29/06/2020 11:00h

Desses, 2,8 milhões procuraram atendimento nas redes de saúde pública e privada

Baixar áudio

Pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) estima que 15,8 milhões de brasileiros apresentavam ao menos um dos 12 sintomas associados à síndrome gripal, na semana entre 31 de maio a 6 de junho. A projeção aponta queda em relação à semana anterior, em que cerca de 22 milhões de pessoas se queixaram de febre, tosse, dificuldade para respirar o outro sintoma característico da Covid-19. 

Daqueles que apresentaram algum sintoma, cerca de 2,8 milhões procuraram atendimento na rede de saúde, pública ou privada. O contingente também diminuiu na comparação com a semana anterior, quando 3,6 milhões de pessoas foram a um estabelecimento de saúde, projetou o órgão. A rede pública de saúde foi responsável por receber mais de 85% dessa demanda. 

A PNAD COVID19 estimou em 83,7 milhões a população ocupada do país. Cerca de 13% desse total trabalhava remotamente, o que equivale a quase nove milhões de pessoas. A taxa de informalidade chegou a 35,6%. Isso quer dizer que um a cada três brasileiros não trabalham com carteira assinada. 

A pesquisa do IBGE também indica que o percentual de pessoas impedidas de trabalhar por conta das medidas de distanciamento social vem caindo. De quase 20% no começo de maio para cerca de 16% no último levantamento. 

Copiar o texto
Saúde
16/06/2020 10:39h

Unidades vão testar pacientes com sintomas de gripe e orientar os casos leves da doença

Baixar áudio

O Ministério da Saúde publicou duas portarias definindo regras para a implantação de Centros de Atendimento e Centros Comunitários para enfrentamento da Covid-19. Esses são locais estruturados para acolher e atender pacientes com sintomas gripais leves que podem ser sinais da covid-19. Eles farão a testagem da população de risco e vão acompanhar os casos suspeitos e confirmados que estão em isolamento domiciliar.

Assim, os hospitais podem se concentrar em atender os casos mais graves da doença. O Ministério da Saúde prevê que R$ 1,2 bilhão serão investidos para habilitar essas unidades de atendimento.
Os Centros de Atendimento podem funcionar em qualquer região, por, no mínimo, 40 horas semanais, todos os dias da semana. O valor direcionado a essas unidades vai de R$ 60 mil a R$ 100 mil, dependendo do tamanho do município. Já os Centros Comunitários são direcionados a comunidades e favelas, para identificação rápida de casos de covid-19. Cada um deles deve receber entre R$ 60 mil e R$ 80 mil, dependendo do tamanho da comunidade atendida.

Os funcionários desses postos de atendimento não podem ser os mesmos que atuam na Atenção Primária desses locais. Caso sejam, precisam cumprir carga horária adicional para poderem fazer parte da equipe dos Centros de Atendimento e Centros Comunitários para enfrentamento da Covid-19.

A lista de municípios aptos a receberem unidades e as regras para adesão estão disponíveis nas portarias 1.444 e 1.555 do Ministério da Saúde.

Copiar o texto
Saúde
16/06/2020 09:25h

De acordo com o Ministério da Saúde, apenas 25,7% do público-alvo da etapa se imunizaram contra o Influenza

Baixar áudio

A baixa adesão do público-alvo da terceira e última fase da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe motivou o Ministério da Saúde a adiar a ação até o dia 30 de junho. Integram essa fase pessoas com deficiência, crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes, puérperas, professores e pessoas de 55 a 59 anos de idade.

A Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo foi além e incluiu no grupo de contemplados nesta etapa da campanha colaboradores dos Correios,  Metrô e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e também funcionários da limpeza urbana e pessoas em situação de rua.

A terceira fase da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe terminaria em 5 de junho, mas, segundo o  Ministério da Saúde, apenas  25,7% dos contemplados nessa fase se imunizaram contra o Influenza, o que motivou a pasta a adiar o fim da campanha.

Copiar o texto
Saúde
12/06/2020 10:13h

Constatação é do Ministério da Saúde, que observou procura menor por vacinas nos postos de saúde por conta do novo coronavírus

Baixar áudio

Mesmo durante o período de isolamento social, é importante manter a caderneta de vacinação atualizada. O alerta é do Ministério da Saúde, que afirma ter havido queda na cobertura vacinal nesse período, já que muitas famílias estão com receio de ir até um posto de saúde durante a pandemia. 

Segundo a pasta, a procura pelas vacinas disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) tem sido “preocupante”. 

O Brasil possui o maior programa público de imunização do mundo, com a distribuição de mais de 300 milhões de doses de imunobiológicos por ano. O Programa Nacional de Imunização (PNI) conta com 37 mil postos públicos de vacinação de rotina em todo o País. 

O Ministério estendeu a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe até 30 de junho. O público-alvo da campanha são idosos com 60 anos ou mais de idade, trabalhadores da saúde, membros das forças de segurança e salvamento, pessoas com doenças crônicas ou condições clínicas especiais, caminhoneiros, motoristas e cobradores de transporte coletivo, trabalhadores portuários, povos indígenas, adolescentes e jovens de doze a 21 anos sob medidas socioeducativas, população privada de liberdade, funcionários do sistema prisional, pessoas com deficiência, professores de escolas públicas e privadas, crianças de seis meses a menores de seis anos, gestantes, puérperas (pós-parto até 45 dias) e pessoas de 55 a 59 anos de idade. 

As pessoas que fazem parte dos grupos contemplados para a vacinação e, que por algum motivo perderam a oportunidade de receber a vacina nas fases anteriores, precisam comparecer aos postos de vacinação para receber a dose.

Copiar o texto
Saúde
09/04/2020 10:30h

Até o fim da campanha, no dia 22 de maio, serão entregues 75 milhões de doses para uma população estimada de 67 milhões de pessoas

Baixar áudio

No dia 23 de março, o Ministério da Saúde iniciou a 22ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe. A 1ª fase vai até 15 de março para idosos com 60 anos ou mais e trabalhadores da saúde. Entenda:

Estados e municípios de todo o país realizam a primeira fase da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe, até 15 de abril, para idosos com 60 anos ou mais e trabalhadores da saúde. O Ministério da Saúde antecipou a campanha, de abril para março, para proteger, de forma antecipada, os públicos mais vulneráveis aos vírus mais comuns da gripe – que são o Influenza A (H1N1), Influenza B e Influenza A (H3N2).

O Ministério ressalta que as vacinas são distribuídas de forma escalonada. Isso significa que as vacinas são distribuídas para os estados de forma gradual, respeitando a produção do Instituto Butantan, em São Paulo. Até o fim da campanha, no dia 22 de maio, serão entregues 75 milhões de doses para uma população estimada de 67 milhões de pessoas.

Quem explica os perigos da gripe e fala sobre a organização da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe deste ano é a coordenadora-geral do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde, Francieli Fontana.

Coordenadora, vamos começar pelo básico. Quais são os malefícios da gripe?

“Influenza também é conhecida como gripe. É uma infecção do sistema respiratório. Pode apresentar complicações em alguns casos e entre as principais complicações estão as pneumonias. A popular gripe também é responsável por grande número de internações hospitalares em todo o país.”

Como ocorre a transmissão?

“Influenza pode ser transmitida de forma direta ou por meio das secreções das vias respiratórias de uma pessoa contaminada, quando essa pessoa espirra, tosse ou fala. Pode ser transmitida também de forma indireta, pelas mãos, no contato com superfícies recentemente contaminadas por secreções respiratórias de um indivíduo infectado. As mãos podem levar o vírus diretamente para a boca, nariz e olhos. Não há diferença na transmissão dos tipos de influenza sazonal: pode ser direta e indireta, conforme eu expliquei.”

Como se proteger?

“A vacinação contra a gripe é considerada uma das principais medidas de combate à doença. Essa vacina que nós estamos disponibilizando ela oferece imunidade as três cepas mais  prevalentes que circulam em qualquer estação. A melhor maneira de reduzir as chances de adquirir a influenza grave e espalhar para outras pessoas é a vacinação".

Quantas vacinas serão disponibilizadas no Brasil?

 “Vamos disponibilizar 75 milhões de doses da vacina Influenza durante todo o período da campanha. Estamos fazendo a distribuição da vacina de forma escalonada. Conforme recebemos do Instituto Butantan vamos encaminhando aos estados. Até o final da campanha, 75 milhões de doses serão distribuídas para um público estimado em 67 milhões de pessoas.”

A vacina contra o Influenza é segura para as pessoas?

“Sim. A vacina da gripe é bastante segura e muito efetiva. É utilizada em milhões de pessoas todos os anos e é uma vacina recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Conforme acontece com qualquer medicamento, pode ocorrer algum efeito adverso. Os mais frequentes são: no local da aplicação às vezes o indivíduo pode apresentar um pouco de dor, de vermelhidão, o braço ficar um pouco endurecido. Em torno de 15 a 20% dos vacinados podem apresentar essa sintomatologia. Essas reações costumam ser leves e desaparecem em até 48h. No caso de sintomas que não são esperados, como febre muito alta, irritabilidade extrema, sinais de dor abdominal ou recusa alimentar após a vacinação, recomenda-se buscar uma unidade de saúde para fazer uma avaliação imediata.”

A vacina protege contra todo tipo de influenza?

 “Não. A vacina protege somente contra os vírus contemplados na sua composição. Então, é uma vacina trivalente, contra três tipos de vírus: Influenza A, H1N1, Influenza A H3N2 e o Influenza B. Ela protege especificamente contra esses vírus contemplados na sua composição, que são vírus que circulam no país e podem trazer complicações.”

Quais são os riscos para as pessoas que não se vacinarem?

“É uma vacina importante para as pessoas que fazem parte dos públicos-alvo e, sem ela, essas pessoas podem adoecer e desenvolver complicações. Entre elas, a principal é a pneumonia e alguns casos chegam à morte. Então, é muito importante que as pessoas se vacinem.”

Muito obrigado pelas informações, Francieli. Acabamos de ouvir a coordenadora geral do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Franciele Fontana, que nos falou sobre a vacinação contra a gripe, que ocorre em todo o País.

E, para mais informações sobre a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe, acesse: saude.gov.br/vacinabrasil.


 

Copiar o texto
Saúde
06/04/2020 11:35h

Até 18 de abril, os soteropolitanos com mais de 60 anos ou mais vão poder se vacinar contra o vírus Influenza, causador da gripe, dentro do carro

Baixar áudio

Até 18 de abril, os soteropolitanos com mais de 60 anos ou mais vão poder se vacinar contra o vírus Influenza, causador da gripe, dentro do carro. Em Salvador, a prefeitura da cidade disponibilizou cinco pontos de vacinação com esse esquema, popularmente conhecido como drive-thru.  A vacinação dos idosos, na capital baiana, também ocorre nos tradicionais postos de vacinação e, até mesmo, em supermercados credenciados pela Prefeitura. 

A Secretaria Municipal de Saúde de Salvador afirma que a ideia de imunizar idosos dentro dos veículos foi tomada devido à alta vulnerabilidade dessas pessoas em contrair infecções, especialmente diante da pandemia do novo coronavírus. 

Doiane Lemos, subcoordenadora de Doenças Imunopreveníveis de Salvador afirma que diversificar os locais de vacinação, na capital baiana, é fundamental, pois isso facilita a mobilidade das pessoas mais velhas.


“Requer esse enfrentamento, pois há uma variação de cada território, as realidades são múltiplas, principalmente numa capital como Salvador, que exige um esforço das equipes", diz. 


A gripe é uma infecção aguda do sistema respiratório com alto potencial de transmissão, segundo o Ministério da Saúde. Os principais sintomas da infecção são febre, dor no corpo, dor de cabeça e tosse seca. O vírus é transmitido pelas secreções das vias respiratórias de uma pessoa contaminada.

A professora associada da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, Doutora Marta Lopes, ressalta que a vacina contra o Influenza não causa gripe.

“A vacina, isso é importante a gente salientar, é composta por vírus mortos. E, além de serem vírus mortos, são vírus fracionados, você só tem pedaços do vírus na composição da vacina. Então, ela não pode causar a doença. Porque o vírus não se replica no nosso organismo", ressalta.

O Ministério da Saúde alerta que para evitar o contágio da Influenza além de vacinar, é recomendável seguir medidas simples como higienizar mãos e a manter hábitos saudáveis. 


A campanha de vacinação é dividida em três etapas e termina em 22 de maio. A meta da Secretaria Municipal de Saúde de Salvador é imunizar quase 900 mil soteropolitanos. Para evitar postos de vacinação tumultuados, a prefeitura da cidade realiza a imunização de idosos de forma escalonada, de acordo com o nascimento dessas pessoas. Para se informar sobre todos os detalhes do calendário de campanha em Salvador, ligue para (71) 3202-1024.

Em caso de fila, mantenha distância de pelo menos 2 metros dos demais, principalmente os idosos.  E, para mais informações sobre a campanha nacional de vacinação contra a gripe, acesse: saude.gov.br/vacinabrasil. Ministério da Saúde, Governo Federal. Pátria Amada, Brasil.

Copiar o texto
Saúde
25/03/2020 04:42h

Baixar áudio

A vacinação contra o Influenza, que começou nesta segunda-feira (23), é imprescindível, assim como evitar aglomerações em decorrência do novo coronavírus. Com o objetivo de proteger as pessoas com 60 anos ou mais, o primeiro público alvo da campanha, a Secretaria de Saúde de Recife decidiu instalar postos móveis em escolas, creches e academias da cidade.

Segundo a coordenadora do Programa de Imunizações do Município de Recife, Elizabeth Azoubel, o objetivo é vacinar os mais de 183 mil idosos da capital sem que haja grande concentração de pessoas durante o processo. 

“Recife tem 168 salas de vacina. Durante o período da campanha, todas as 168 salas estão abertas e, também, foram abertas 40 escolas, creches e academias da cidade para desafogar essas unidades. Muitas unidades estão atendendo com mais de uma sala, uma exclusiva para idoso. Tem unidade que abriu até quatro salas com vacinas só para idosos. Tudo isso para evitar aglomeração. Esses 40 postos móveis foram abertos junto a unidades que tem um fluxo muito grande também para evitar que tenha aglomeração, que tenha acúmulo de pessoas.”

Em Recife, o primeiro público-alvo da campanha pode procurar os 168 postos de saúde ou uma das 40 unidades móveis montadas em escolas, creches e academias da cidade. O horário de atendimento será de 8h às 17h. É preciso levar um documento de identificação e, se possível, a carteira de vacinação.

A campanha de vacinação em Recife começou nesta segunda-feira (23/03), para pessoas com 60 anos ou mais e profissionais da área de saúde. A partir do dia 16 de abril, o público-alvo é ampliado para professores, profissionais das forças de segurança e pessoas com doenças crônicas. O Dia D está marcado para 9 maio, quando deverão ser vacinadas as crianças de 6 meses a menores de 6 anos incompletos, gestantes e puérperas, população privada de liberdade e adultos entre 55 a 59 anos.

O Influenza é uma infecção aguda do sistema respiratório e, segundo Ministério da Saúde, possui alto potencial de transmissão. Os principais sintomas da infecção são febre, dor no corpo, dor de cabeça e tosse seca. 

A vacinação contra a Influenza, segundo as autoridades de saúde, é fundamental no combate ao coronavírus. Ao retirá-la da triagem, os casos de Covid-19 são identificados mais rapidamente e, além disso, a vacina previne que idosos tenham o sistema respiratório sobrecarregados.

A especialista em Epidemiologia da USP, Ana Paula Sayuri, destaca que o vírus Influenza pode trazer sérias consequências à saúde dos infectados.

“Essa doença pode se agravar. Na forma grave, a pessoa pode ter dificuldade de respirar, às vezes até necessitando de ser hospitalizada. É o que a gente chama de síndrome respiratória aguda grave.” 

A vacinação contra a gripe, em Recife, conta com mais de 2 mil profissionais. Nesta primeira etapa, a capital recebeu 101 mil doses das vacinas.

O Ministério da Saúde alerta que para evitar pegar influenza ou outras infecções, além de vacinar, a pessoa deve seguir medidas simples como higienizar mãos e a manter hábitos saudáveis.

Para mais informações acesse: saude.gov.br/influenza.
 

Copiar o texto
Saúde
25/03/2020 04:32h

Baixar áudio

A Prefeitura de São Luís deu início, nesta segunda-feira (23), à campanha de vacinação contra a gripe. Até 15 de abril, apenas idosos acima de 60 anos, profissionais de saúde e crianças entre seis meses e de seis anos de idade poderão ser vacinados. Para a ação, a capital maranhense conta com 68 postos de vacinação.

Agentes de saúde da prefeitura irão vacinar, em domicílio, pessoas acamadas ou impossibilitadas de ir a postos de vacinação. O prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Junior, pede para que a população não lote os locais de vacinação para que os idosos não fiquem expostos a infecções, como o novo coronavírus. Ele pede cautela e garante que haverá vacinas para todo o público-alvo.  

“Não há necessidade de lotar os postos de saúde. Lembrem-se que devemos evitar aglomerações. Temos vacinas disponíveis para todos. Faço um apelo para que cuidemos uns dos outros.”

A gripe é uma infecção aguda do sistema respiratório, e segundo o Ministério da Saúde tem alto potencial de contágio. Os principais sintomas da infecção são febre, dor no corpo, dor de cabeça e tosse seca. 

Segundo o Ministério da Saúde, o vírus da Influenza é responsável por vários casos de internação principalmente entre idosos, crianças, gestantes e pessoas com doenças crônicas, como diabetes e hipertensão.

Ao tomar a vacina, a pessoa fica imunizada por um ano. A pneumologista da Fiocruz do Rio Janeiro, Patrícia Canto, esclarece que a imunuzação contra o Influenza é muito segura e não adoece quem é vacinado.

“A vacina é muito segura realmente protege contra a gripe. No mundo inteiro, a vacina tem que ser repetida todos os anos.”

A vacinação contra a influenza, em São Luís, vai até o dia 22 maio. O Ministério da Saúde alerta que para evitar o contágio do influenza ou outras infecções, além de vacinar, a pessoa deve seguir medidas simples como higienizar mãos e a manter hábitos saudáveis. Nesta primeira etapa de vacinação contra a influenza, a prefeitura do município irá oferecer 85 mil doses da vacina em 68 postos de vacinação. As pessoas com dificuldade de locomoção devem agendar a visita de um agente de saúde pelo telefone (98) 99135-9332.

Para mais informações acesse: saude.gov.br/influenza.
 

Copiar o texto
Saúde
24/03/2020 13:35h

Baixar áudio

A campanha de vacinação contra Influenza em Aracaju já conseguiu vacinar cerca de 92% das pessoas com 60 anos ou mais, principal público alvo da primeira fase. A meta é administrar a dose em todos os 53 mil idosos da capital, levando em conta de que é preciso cuidados especiais em plena pandemia do coronavírus. Para isso, a Secretaria de Saúde traçou diversas estratégias, entre elas a vacinação em postos itinerantes montados em praças amplas e arejadas.

Segundo Ilziney Simões, Coordenadora do Programa de Imunizações e Doenças Imunoprevisíveis da Secretaria de Saúde de Aracaju, as medidas foram suficientes para evitar aglomeração.

“Tentamos realizar estratégias fora das unidades básicas de saúde, evitar aglomerações desses idosos dentro das unidades, realizando drive thru em um shopping bastante visitado no município e uma vacinação itinerante na praça, uma praça grande, bem localizada para que os idosos pudessem se vacinar. Além das unidades de saúde estarem ofertando a vacina contra Influenza, nós também ofertamos essas estratégias fora das unidades”, disse.

Além da vacinação na Praça Zilda Arns, no último dia 7, vão ocorrer duas outras itinerantes em lugares amplos para que os idosos restantes posam tomar a dose. No dia 14 de abril, as pessoas com 60 anos ou mais poderão receber a vacina na praça localizada no final de linha do Conjunto Bugio. No dia 15 de abril, a ação acontecerá no quartel do 28º Batalhão de Caçadores.

Aracaju tem 44 salas de vacina nas unidades de saúde, funcionando das 8h às 17h. Os mais de 22 mil profissionais de saúde, também público-alvo da primeira fase da campanha, receberam as doses diretamente nas instituições de saúde, em seus postos de trabalho.

Segundo Cláudio Maierovitch, epidemiologista da Fiocruz, a gripe é uma infecção aguda do sistema respiratório e a vacinação é fundamental no combate ao Coronavírus. Ao retirá-la da triagem, os casos de Covid-19 são identificados mais rapidamente e, além disso, a vacina previne que idosos tenham o sistema respiratório sobrecarregado.

“No momento em que estamos na iminência da entrada de um outro vírus, que já está entre nós, na verdade, do alastramento de um outro vírus, que causa sintomas muito semelhantes de uma doença muito parecida (com a gripe), até mesmo para que diminua a quantidade de pessoas que estão com doença respiratória e diminua a confusão entre as doenças, é importante que as pessoas tomarem a vacina”, alerta o especialista.

A campanha de vacinação contra Influenza segue até o dia 22 de maio. No dia 16 de abril, é a vez dos professores de escolas públicas e privadas, profissionais das forças de segurança e salvamento e portadores de doenças crônicas. A partir do Dia D, marcado para 9 de maio, o público-alvo é ampliado para crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes, puérperas e adultos de 55 a 59 anos. 

O Ministério da Saúde alerta que para evitar pegar Influenza ou outras infecções, além de vacinar, a pessoa deve seguir medidas simples como higienizar mãos e a manter hábitos saudáveis. Para mais informações acesse: saude.gov.br/influenza.
 

Copiar o texto

Acesse nossos conteúdos de rádio