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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

Regras de Uso

1º - A utilização gratuita e livre dos materiais produzidos pelo Brasil 61 só será permitida depois que este termo de parceria for aceito pelo usuário, prevendo as seguintes regras:

a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o radialista realize o login no site da Agência do Rádio - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

ADENDOS IMPORTANTES SOBRE A PARCERIA

a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 Mais não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

Ao clicar em ACEITO, a emissora aqui cadastrada afirma concordar e estar ciente de todas as condições apresentadas neste Termo de Utilização de Conteúdo.

Mato Grosso do Sul

09/07/2020 19:30h

Números atualizados do Ministério da Saúde apontam que total de infectados é de 1.755.779

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O boletim epidemiológico do Ministério da Saúde desta quinta-feira (9) aponta que 60% das pessoas que tiveram a Covid-19 estão recuperadas. O total de infectados no Brasil é de 1.755.779, sendo mais de 42 mil casos notificados no período de 24 horas. Desde o início da pandemia, pouco mais de 69 mil pessoas morreram em decorrência da infecção pelo coronavírus.

MP aprovada na Câmara flexibiliza calendário escolar

Tratamentos experimentais contra covid-19 ganham força no Brasil

Brasil vai testar mais uma vacina contra a Covid-19 a partir do dia 20

Acre, Tocantins e Mato Grosso do Sul são os três estados menos afetados pela pandemia até o momento. Nas três primeiras posições de locais com maior incidência da Covid-19, estão São Paulo, Ceará e Rio de Janeiro. Segundo o Ministério da Saúde, quatro mil mortes ainda são investigadas e 632 mil casos estão em acompanhamento.
 

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03/07/2020 20:00h

Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde desta sexta-feira (03) aponta 63.174 óbitos desde o início da pandemia

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O boletim epidemiológico do Ministério da Saúde sobre a covid-19, divulgado nesta sexta-feira (3), mostra que o total de infectados no país é de 1.539.081 brasileiros. Mais de 42 mil casos foram registrados nas últimas 24 horas. O número de vidas perdidas já soma 63.174 desde o início da pandemia. 

Os números do governo federal apontam ainda que 56% das pessoas que contraíram o coronavírus estão recuperadas. São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará seguem como os estados mais afetados pela doença. Acre, Tocantins e Mato Grosso do Sul são as unidades da Federação com menor incidência da Covid-19.
 

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29/06/2020 20:30h

Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde aponta que país soma 58.314 óbitos pela Covid-19

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Segundo o boletim epidemiológico mais recente do Ministério da Saúde sobre a Covid-19 no Brasil, 55% das pessoas infectadas estão recuperadas. O total de casos confirmados em território nacional é de 1.368.195. Os óbitos somam 58.314, sendo 692 desde a última atualização dos dados, no dia 28 de junho.

Os números do Governo Federal apontam ainda que 552 mil casos estão em acompanhamento e quase quatro mil mortes estão sendo investigadas. Mato Grosso do Sul é o estado menos afetado pela pandemia até o momento, com 7,6 mil casos e 75 óbitos. São Paulo segue como o local com maior incidência da Covid-19, com mais de 275 mil registros.
 

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25/06/2020 11:23h

Senador avalia que novo marco legal é “importante para a saúde da população” e cita Campo Grande como exemplo de melhoria dos serviços

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Na avaliação do senador Nelsinho Trad (PSD-MS), o novo marco do saneamento pode ser a chave que o Brasil precisa para corrigir a histórica falta de investimentos e baixa cobertura dos serviços de água tratada e coleta de esgoto. Para o parlamentar, a abertura do mercado é determinante para a melhoria do atendimento aos brasileiros.

“A entrada da iniciativa privada, na minha avaliação, é fundamental para alavancar as metas e o avanço das ligações de saneamento básico é importante para a saúde da população”, avalia o parlamentar.

Como exemplo de modelo da participação da iniciativa privada nos serviços de saneamento, o senador lembra do período em que esteve à frente do Executivo de Campo Grande, entre 2005 e 2012. “Logo que iniciei meu mandato como prefeito, nós tínhamos essa questão regulada pelo poder público. Fizemos a privatização e houve um salto de 23% de ligação de esgoto para mais de 80% de ligação e tratamento da rede de esgoto, além da oferta de água potável para 99% da população da capital”, citou.

Fundamentado no modelo concorrencial entre empresas públicas e privadas, o novo marco do saneamento estabelece que os contratos em vigor podem ser prorrogados por até 30 anos. A condição é que cumpram metas até o final de 2033, limite máximo estabelecido pelo Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab) para que o fornecimento de água potável e coleta e tratamento de esgoto sejam universalizados. 

Já os novos contratos entre municípios e empresas operadoras passam a ser de concessão, com abertura de licitação e escolha da melhor proposta em termos técnicos e econômicos. Atualmente, a maioria dos acordos, conhecidos como contratos de programa, é feita sem concorrência e não preveem metas de cobertura e expansão dos serviços. 

A senadora Soraya Thronicke (PSL-MS) também é entusiasta da lei e define a concorrência entre empresas públicas e privadas como um divisor de águas. 
“Eu sou liberal na economia. No meu entendimento, quanto menos interferência do Estado em certas questões, melhor. Nesse caso, regulamentar e definir as regras é necessário, mas abrir espaço para o setor privado atuar também é muito importante. A concorrência, de modo geral, motiva melhores resultados, sem contar a geração de emprego e renda que teremos”, ressalta. 

Outra novidade é a formação de blocos regionais, onde uma empresa escolhida por licitação pode operar em mais de uma cidade. Esse mecanismo é uma tentativa de ajudar locais que individualmente não teriam capacidade de atrair investimentos.

“O bloco de municípios busca maior coordenação entre os diferentes municípios, para que eles não decidam sozinhos sobre o tema, especialmente quando compartilham alguma instalação indispensável”, avalia o professor de Direto Concorrencial e Econômico do Ibmec SP, Bruno Renzetti.

O novo marco do saneamento também estabelece que a Agência Nacional de Águas (ANA) passa a emitir parâmetros de qualidade para os serviços de saneamento. A ideia é trazer segurança regulatória e unificar normas e processos, já que existem no país mais de 50 agências reguladoras regionais e estaduais.

Atraso

Ranking elaborado e divulgado em 2020 pelo Trata Brasil revela a discrepância no setor de saneamento básico. A região Norte apresenta alguns dos piores dados. Cidades como Porto Velho (4,76%) e Macapá (11%) convivem com péssimo índices de atendimento de esgoto. Ao contrário de outras capitais como Curitiba (99,9%) e São Paulo (96,30%), as melhores do país no quesito. Em Mato Grosso do Sul, mais da metade da população do estado não tem coleta de esgoto (50,5%) e 13,6% vivem sem acesso a água tratada. 
 

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Brasil
01/04/2020 01:18h

Empresários do setor sucroenergético pretendem doar 200 mil litros de etanol, que serão transformados em álcool 70% e distribuídos nas unidades de saúde

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A cervejaria Bamboa, com sede em Campo Grande, vai realizar o processo de hidratação e embalar o etanol doado por empresas que produzem derivados de cana-de-açúcar no estado. O material será utilizado pela Secretaria Estadual de Saúde no combate ao novo coronavírus.

As autoridades públicas de saúde já receberam mais de cem mil litros de álcool doados por indústrias sucroenergéticas do estado. O material será transformado em “álcool 70%”, utilizado para higienização por médicos, enfermeiros e pacientes. A previsão é que empresários do setor que ofertem, no total, 200 mil litros de etanol. 

O CEO da cervejaria Bamboa e da Refriko, Márcio Mendes, doou mais de 150 mil garrafas pet de 2,5 litros para o envasamento de álcool 70%. O ato de solidariedade, segundo ele, é um gesto de estender a mão ao próximo diante da dificuldade.

“Em um momento como esse que o Brasil está atravessando, todos nós empresários estamos sofrendo com as consequências, mas não é o momento de virar as costas para um problema tão grave. Por isso, aceitamos o pedido para podermos envasar esse álcool”, conta Mendes. 

O secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende, garante que o insumo, após ser embalado, vai abastecer as unidades públicas de saúde. “Assim que houver a produção e envase desse álcool, nós vamos distribuir para todos os municípios do Mato Grosso do Sul”, crava. 

“Indústria contra o coronavírus”

Por meio da campanha nacional “A indústria contra o coronavírus”, a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Serviço Social da Indústria (SESI), o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), o Instituto Euvaldo Lodi (IEL) e as Federações das Indústrias dos 26 estados e do DF têm levado informação e tomado medidas para reduzir os impactos econômicos e preservar vidas.

O diretor de Educação e Tecnologia da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Rafael Lucchesi, ressalta que o setor tem feito sua parte no combate à Covid-19. 

“É um conjunto de desafios que a indústria pode ter um papel extremamente importante na produção de meios de combate à doença, sobretudo na área de equipes médicas. Está faltando álcool gel, materiais na área de enfermagem, máscaras”, pondera Lucchesi. 

Para amenizar em todo país o desabastecimento de insumos de saúde, o SENAI, por exemplo, lançou o Edital de Inovação para a Indústria, que prevê, por exemplo, a recuperação de aparelhos danificados e a aquisição e produção de materiais essenciais para o enfrentamento da crise, como álcool em gel e máscaras.

O edital vai focar em propostas de soluções que tenham aplicação imediata e com resultados em até 40 dias. Na última quinta-feira (26), foi aberta a segunda chamada e, até o momento, serão investidos, no total, R$ 30 milhões. As proposições podem ser realizadas por meio do WhatsApp, no número (61) 99628-7337, ou pelo e-mail [email protected]

Arte: Agência do Rádio Mais
 

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Saúde
23/03/2020 00:42h

Campo Grande é a cidade com o maior número de casos até agora: mais de 6 mil pessoas já tiveram dengue neste ano e 4 mortes foram registradas na capital

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O número de casos prováveis de dengue registrados no Mato Grosso do Sul neste ano já passa dos 33 mil, segundo dados da Secretaria de Estado de Saúde. No total, 18 pessoas já morreram no estado por conta da doença, entre elas uma criança de 9 anos. Outras 7 vítimas da dengue eram idosos de mais de 60 anos.

Setenta e quatro dos 79 municípios sul-mato-grossenses estão com alta incidência de dengue e nenhum registrou níveis baixos da doença. Campo Grande é a cidade com o maior número de casos até agora: mais de 6 mil pessoas já tiveram dengue neste ano e 4 mortes foram registradas na capital. Mas a cidade de Anaurilândia é a que tem a maior taxa de incidência: a cada 25 moradores, um contraiu dengue neste ano. Os índices são igualmente altos nas cidades de Alcinópolis e São Gabriel do Oeste.

No mês passado, o governo do Mato Grosso do Sul decretou estado de alerta para a dengue devido ao grande número de mortes relacionadas à doença.
O secretário estadual de Saúde do Mato Grosso do Sul, Geraldo Resende explica que neste ano, por conta do risco de surto, o governo está aumentando as medidas de prevenção contra a Dengue.

“Distribuímos vários informativos. Ou seja, tudo que é necessário para informar a população nós fizemos. Convocamos prefeitos, prefeitas, secretários e secretárias municipais a fazer os chamados mutirões de limpeza verificando cada logradouro de cada cidade do estado onde há proliferação do mosquito Aedes aegypti.”

Para combater a dengue, a população precisa se mobilizar. Dados do Ministério da Saúde mostram que 80% dos focos do mosquito estão localizados dentro das residências, como explica o Diretor do Departamento de Imunizações do Ministério da Saúde, Júlio Croda.

“Elimine os focos na sua residência. Essa eliminação tem que ser semanalmente. Você pode eleger um dia, geralmente, aos fins de semana, para fazer essa busca no sentido de encontrar e eliminar esses focos.”

Para tentar frear o avanço da dengue, o Mato Grosso do Sul vai receber a aplicação do “método Wolbachia” de combate do mosquito. O procedimento, usado pelo Ministério da Saúde, consiste em contaminar o Aedes aegypti com a bactéria Wolbachia. No organismo do inseto, o microrganismo inibe a reprodução dos vírus e impede que transmita a dengue, Zika e chikungunya, por exemplo. O procedimento será adotado na cidade de Campo Grande.

O Ministério da Saúde alerta que a população precisa continuar, de forma permanente, a combater o mosquito transmissor da dengue. A recomendação é ter atenção à limpeza dos locais que possam favorecer os criadouros do mosquito Aedes aegypti. Essa é a principal forma de prevenção.

E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes. 


 

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Saúde
23/03/2020 00:25h

Alto Taquari já notificou mais de 3 mil casos da doença em 2020. Foram confirmadas, até agora, duas mortes nas oito cidades da região

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Os municípios da microrregião do Alto Taquari estão com alta incidência de dengue. Em 2020, foram notificados mais de 3 mil casos da doença e confirmadas duas mortes nas oito cidades da região. Os dados são do Boletim Epidemiológico da Dengue, divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde de Mato Grosso do Sul.

São Gabriel do Oeste, terceiro maior município do estado, tem o índice mais alto de dengue na microrregião, com 1.078 casos notificados e uma morte, o que corresponde a 4,4 mil casos por 100 mil habitantes. Anaurilândia tem a maior incidência de dengue no estado, com 4,54 mil casos por 100 mil habitantes, seguido de Alcinópolis, com 4,5 mil casos para cada grupo de 100 mil habitantes. Outra cidade da microrregião com alto índice de dengue é Rio Verde de Mato Grosso, que teve 551 casos notificados. A segunda morte registrada no Alto Taquari ocorreu no município de Pedro Gomes.

Campanhas informativas realizadas pelos governos do estado e dos municípios alertam a população para o risco das doenças transmitidas e para a forma correta de combater o mosquito. O objetivo, agora, é dar assistência aos municípios, explica o secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende.

“Estamos fazendo, por meio da secretaria, todo apoio aos municípios, que vão ter a distribuição dos inseticidas do Ministério da Saúde, dois lotes, além de também de plotar as secretarias municipais onde é necessário veículos e equipamentos para fazer o chamado fumacê. Tudo o que nós tínhamos, encaminhamos para os municípios. Agora é a hora da assistência. Tudo o que foi possível fazer em termos de prevenção nós fizemos, agora é saber manejar clinicamente todos os casos que apareçam, principalmente na questão da reposição volêmica, a chamada hidratação”, disse.

O governo local decretou estado de alerta para a dengue em todos os municípios depois que 11 pessoas morreram em decorrência da dengue. Em 2020 já são 18 os óbitos e mais de 33 mil casos notificados.

De janeiro a março, o país teve 332.397 casos prováveis de dengue. A região Centro-Oeste apresentou 370,5 casos/100 mil habitantes, em seguida as regiões Sul (348,2 casos/100 mil habitantes), Sudeste (155,5 casos/100 mil habitantes), Norte (57,6 casos/100 mil habitantes) e Nordeste (34,3 casos/100 mil habitantes). 
O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, lembra que a população deve ficar atenta porque neste ano circula no país o sorotipo dois da doença, que ameaça até quem já contraiu outros tipos de dengue, no passado.

“Estamos com o sorotipo 2, que tem 18 anos que não circula no estado e muita gente não tem resistência. O clima do nosso estado é muito favorável ao Aedes aegypti. Então, a recomendação é fazer todas as ações de prevenção – mutirão e envolver a população”, alertou.

O Ministério da Saúde alerta que a população precisa continuar, de forma permanente, a combater o mosquito transmissor da dengue. A recomendação é ter atenção à limpeza dos locais que possam favorecer os criadouros do mosquito Aedes aegypti. Essa é a principal forma de prevenção. Faça sua parte. Saiba mais em saude.gov.br/combateaedes.
 

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Saúde
23/03/2020 00:05h

Desde o início do ano, foram notificados mais de 6,8 mil casos prováveis da doença e duas mortes

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Os municípios Corumbá, Ladário e Porto Murtinho, que compõem a microrregião do Baixo Pantanal, estão com alta incidência de dengue. Desde o início do ano, foram notificados mais de 6,8 mil casos prováveis da doença e duas mortes, em decorrência da dengue, nos três municípios. Os dados são da Secretaria Estadual de Saúde.

Corumbá é a cidade que tem a maior taxa de incidência para dengue, com 3,1 mil casos prováveis da doença registrados e as duas mortes. O município tem taxa de incidência de 2,9 mil casos por 100 mil habitantes, considerada alta pelos gestores da saúde. 

Ladário tem a segunda maior taxa de incidência da dengue da microrregião, com 482 notificações registradas e incidência de 2,2 mil casos para cada grupo de 100 mil habitantes. A terceira cidade da do Baixo Pantanal, Porto Murtinho, apresenta 214 casos prováveis da doença, com incidência de 1,3 mil casos para cada grupo de 100 mil habitantes. 

Autoridades em Saúde e Vigilância Sanitária reforçam que a dengue é uma das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti e que a maior parte dos focos do inseto está dentro das residências. O mosquito, que também transmite a Zika e a chikungunya, usa água parada para procriar em recipientes, como vasos de planta, pneus, ralos, calhas do telhado e, até mesmo, em tampas de garrafas esquecidas no quintal. 

Campanhas informativas realizadas pelos governos do Estado e dos municípios alertam a população para o risco das doenças transmitidas e para forma correta de combater o mosquito. Agora, a atenção fica por conta da assistência, como explica o Secretário Estadual de Saúde, Geraldo Resende.

“Estamos fazendo, por meio da secretaria, todo apoio aos municípios, que vão ter a distribuição dos inseticidas do Ministério da Saúde, dois lotes, além de também de plotar as secretarias municipais onde é necessário veículos e equipamentos para fazer o chamado fumacê. Tudo o que nós tínhamos, encaminhamos para os municípios. Agora é a hora da assistência. Tudo o que foi possível fazer em termos de prevenção nós fizemos, agora é saber manejar clinicamente todos os casos que apareçam, principalmente na questão da reposição volêmica, a chamada hidratação”, apontou.

O governo local decretou estado de alerta para a dengue em todos os municípios depois que 11 pessoas morreram em decorrência da dengue. Em 2020, já são 18 os óbitos confirmados e mais de 33 mil casos notificados.

De janeiro a março, o Brasil teve 332.397 casos prováveis de dengue. No período, a região Centro-Oeste apresentou 370,5 casos/100 mil habitantes, em seguida as regiões Sul (348,2 casos/100 mil habitantes), Sudeste (155,5 casos/100 mil habitantes), Norte (57,6 casos/100 mil habitantes) e Nordeste (34,3 casos/100 mil habitantes). 

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, lembra que a população deve ficar atenta porque neste ano circula no país o sorotipo dois da doença, que ameaça até quem já contraiu outros tipos de dengue, no passado.

“Estamos com o sorotipo 2, que tem 18 anos que não circula no estado e muita gente não tem resistência. O clima do nosso estado é muito favorável ao Aedes aegypti. Então, a recomendação é fazer todas as ações de prevenção – mutirão e envolver a população”, alertou.

O Ministério da Saúde alerta que a população precisa continuar, de forma permanente, a combater o mosquito transmissor da dengue. A recomendação é ter atenção à limpeza dos locais que possam favorecer os criadouros do mosquito Aedes aegypti. Essa é a principal forma de prevenção. Faça sua parte. Saiba mais em saude.gov.br/combateaedes. 
 

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Saúde
27/02/2020 13:50h

Pedro Gomes, Acinópolis e São Gabriel do Oeste são as três cidades com maior taxa de casos notificados a cada 100 mil habitantes

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Os municípios da microrregião do Alto Taquari estão com alta incidência de dengue. Em 2020, foram notificados quase 2 mil casos da doença e confirmadas duas mortes nas oito cidades da região. Os dados são do Boletim Epidemiológico da Dengue, divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde.

Pedro Gomes é a cidade que tem a maior taxa de incidência de dengue do estado, com 278 casos notificados e uma morte. A taxa de incidência é de cerca de 3,5 mil casos por 100 mil habitantes. Acinópolis tem a segunda maior taxa de incidência da doença em Mato Grosso do Sul, com quase 3,5 mil casos para cada grupo de 100 mil habitantes e 169 casos notificados. São Gabriel do Oeste é a terceira cidade da microrregião e do sul-matogrossense com alta incidência de dengue, com 613 casos notificados, uma morte e mais de 2,5 mil casos em cada 100 mil habitantes.

Campanhas informativas realizadas pelos governos do Estado e dos municípios estão alertando e orientando a população para o risco das doenças transmitidas e para forma correta de combater o mosquito, como explica o Secretário Estadual de Saúde, Geraldo Resende.“Distribuímos vários informativos, ou seja, tudo que é de impresso, necessário para orientar a população, nós fizemos. Ao lado de colocar e de convocar prefeitos e secretários municipais, a fazer os chamados mutirões de limpeza, verificando, em cada logradouro, de cada cidade do estado, onde há proliferação do mosquito”, afirma.

O governo local decretou estado de alerta em todos os municípios em decorrência dos novos casos de dengue. Até o momento, 12 pessoas morreram  em decorrência da doença. Cerca de 16 mil casos foram notificados desde o início do ano, dos quais mais de 4,3 mil foram confirmados.

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, anunciou apoio do governo federal ao enfrentamento da dengue no estado, com a entrega de 80 equipamentos, como desfibriladores e monitores de sinais vitais, para compor a Rede de Atenção Especializada, em 42 municípios sul-mato-grossenses.

Além disso, Mandetta anunciou que Campo Grande passa a ser participante da estratégia conhecida como método Wolbachia. A técnica, que consiste em contaminar o Aedes com a bactéria que inibe a reprodução do vírus, já está em prática nas cidades de Belo Horizonte, Minas Gerais, e Petrolina, Pernambuco. 
O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, lembra que a dengue está ainda mais perigosa porque circula no país o sorotipo 2 da doença, que ameaça até quem já contraiu outros tipos de dengue.

“Estamos com o sorotipo 2, que tem 18 anos que não circula no estado e muita gente não tem resistência. O clima do nosso estado é muito favorável ao Aedes aegypti. Então, a recomendação é fazer todas as ações de prevenção – mutirão e envolver a população”, afirma o ministro. 

Em janeiro, o Ministério da Saúde indicou que outros 12 estados brasileiros correm o risco de enfrentar surto de dengue. Além da região Nordeste, a população do Rio de Janeiro, do Espírito Santo e de São Paulo deve redobrar os cuidados. Apenas em 2019, a dengue foi responsável pela morte de 782 pessoas no Brasil.
Por isso, a luta contra o Aedes não pode parar. E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes. Ministério da Saúde, Governo Federal. Pátria Amada Brasil.


 

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Educação
19/02/2020 09:37h

A equipe “Mega Mente” desenvolveu um novo formato de “tijolo” para evitar desperdício no setor da construção civil. Os alunos conquistaram o 1º lugar Categoria Design de Robô e o 3º lugar do Champion´s Award, em torneio regional

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A equipe “Mega Mente”, do SESI Dourados (MS), está dentro do grupo das 100 equipes selecionadas para a etapa nacional da maior competição de robótica do mundo, a FIRST LEGO League (FLL). Os estudantes desenvolveram um novo modelo de bloco modular, usado na construção civil para as edificações. 

A próxima etapa do torneio será entre os dias 6 e 8 de março, na Bienal, em São Paulo. A FLL faz parte de um programa internacional de exploração científica, que promove o ensino de ciência, tecnologia, engenharia, artes e matemática no ambiente escolar e contribui para o desenvolvimento de competências e habilidades comportamentais.  

O time de Dourados conquistou o 1º lugar Categoria Design de Robô – Desempenho do Robô, uma das grandes atrações do torneio, além do 3º lugar do Champion's Award – classificação geral. 

Segundo a integrante da equipe Yasmim Nascimento Fidelis, 16 anos, o grupo foi atrás das problemáticas da construção civil e chegaram a um consenso sobre o desperdício de materiais nesse segmento; e assim nasceu o projeto do Bloco Híbrido Modular. “Desenvolvemos um protótipo de tijolo. O nosso tijolo tem uma perfuração relacionado ao tijolo modular e tem um lado que é tijolo 8 furos. Pensamos na adaptação e pensamos na passagem de fiação e encanamento”, detalha.

Yasmim garante que com esse novo formato, haverá redução no desperdício, porque não precisaria mais, por exemplo, quebrar uma parede para inserir tomadas ou qualquer tipo de fiação. Assim, consequentemente, o impacto ambiental também seria menor. Para a jovem, poder desenvolver soluções como essa, dentro de um torneio como o da FLL, é importante para a vida. “Bom, eu acho incrível, já participo há 3 anos, da FLL, e é um momento de aprendizado que você consegue compartilhar ideias com várias equipes, você consegue adquirir mais responsabilidade e o fato de você estar apresentando um projeto é algo inesquecível”, aponta.

A cada ano, um tema diferente é apresentado aos alunos e, para este ano, a temática é em cima da ideia de construir cidades inteligentes e sustentáveis, batizada de City Shaper. Os alunos são instigados a pensar em problemáticas urbanas, dificuldades presentes no dia a dia das pessoas, como, por exemplo, a falta de acessibilidade, de transporte eficiente; e são provocados a desenvolverem soluções tecnológicas para melhorar essa realidade.

O torneio

Nos torneios de robótica FLL os competidores são avaliados em quatro categorias: Projeto de Pesquisa, Desafio do Robô, Design do Robô e Core Values. Os grupos da FLL utilizam um aplicativo disponibilizado pela LEGO, com uma linguagem em blocos. A construção do robô de LEGO é a grande atração dos torneios FLL, porém, não é a única prova. Além de mostrar conhecimento técnico, domínio da tecnologia, os estudantes também precisam mostrar capacidade de trabalhar em equipe, de compartilhar conhecimentos, de ajudar uns aos outros, em um clima de competição amigável. 

Para o técnico da equipe Mega Mente, o professor de Física Wesley Coelho, essa é uma das grandes vantagens do torneio, a de juntar conhecimento técnico com crescimento humano. “Participar da competição proporciona uma experiência incrível. Além de estar atuando diretamente na metodologia STEAM com os alunos, o aprender fazendo, acima disso está o aprender ser. Aquilo que você coloca de valores para os alunos, que a gente coloca muinto, e isso não tem preço”, afirma. 

Desde 2006 o SESI investe na inserção da robótica educacional nas salas de aula. Atualmente, todas as suas 505 escolas pelo Brasil contam com o programa no currículo. O SESI é a instituição responsável pela organização do torneio (etapas regionais e nacional) no Brasil desde 2013.


 

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