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TERMO DE USO E PARCERIA

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1º - A utilização gratuita e livre dos materiais produzidos pelo Brasil 61 só será permitida depois que este termo de parceria for aceito pelo usuário, prevendo as seguintes regras:

a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

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2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o radialista realize o login no site do Brasil 61 - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

ADENDOS IMPORTANTES SOBRE A PARCERIA

a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

Ao clicar em ACEITO, a emissora aqui cadastrada afirma concordar e estar ciente de todas as condições apresentadas neste Termo de Utilização de Conteúdo.

Dengue

17/09/2020 00:00h

Entre as regiões do país, o Centro-Oeste apresentou a maior taxa por 100 mil habitantes

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A crise sanitária causada pela pandemia voltou a atenção da população para os cuidados preventivos contra a Covid-19. Outra conhecida doença, no entanto, vem apresentando números altos em 2020. Entre 29 de dezembro do ano passado e agosto deste ano, o Ministério da Saúde registrou 924.238 casos prováveis de dengue em todo o país, com taxa de incidência de 439,8 diagnósticos por 100 mil habitantes. 

Entre as regiões do Brasil, Centro-Oeste apresentou a maior taxa com 1.159 diagnósticos por 100 mil habitantes, seguida das regiões Sul (929,2 casos/100 mil habitantes); Sudeste (339,1 casos/100 mil habitantes); Nordeste (240,7 casos/100 mil habitantes) e Norte (106,7 casos/100 mil habitantes). No cenário entre os estados, Acre, Bahia, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal tiveram incidências acima da apresentada no país como um todo. 

Método usado no Brasil ajudou cidade na Indonésia a reduzir casos de dengue em 77%

Américas registram mais de 1,6 milhão de casos de dengue, afirma OPAS

No sul do Brasil, o Paraná também esteve acima da média nacional. O estado teve 227.724 casos confirmados até julho deste ano, segundo a Secretaria Estadual de Saúde. A chefe da Divisão de Doenças Transmitidas por Vetores da pasta, Emanuelle Pouzato, destaca que a maior parte dos criadouros identificados no estado estava dentro dos domicílios e chama atenção para a importância dos cuidados dentro de casa. 

“No período anterior de avaliação, verificamos nos nossos trabalhos que 80% dos criadouros que foram encontrados eram removíveis. São aqueles locais em que, muitas vezes, as pessoas têm pratos, garrafas, tampas, vasos, que possam acumular água. São recipientes que podem ser eliminados do ambiente. Uma vez que conseguimos fazer a eliminação desses materiais, é um criadouro a menos para o mosquito”, diz chefe da Divisão de Doenças Transmitidas por Vetores. 

Emanuelle Pouzato também ressalta que o mosquito Aedes Aegypti tem se adaptado a diferentes ambientes para poder sobreviver. “Muitas vezes foram encontradas larvas do mosquito em locais onde não se encontrava, como fossas que não estavam bem vedadas. É importante, neste momento, que a população esteja engajada na eliminação dos criadouros que são passíveis de eliminação”, completa. 



Do outro lado do país, no Amapá, o cenário é diferente. Houve redução de 78,9% de casos registrados de dengue em agosto de 2020, na comparação com o mesmo período do ano passado. No entanto, mesmo com o número expressivo de queda nos registros da doença, o superintendente de Vigilância em Saúde do Amapá, Dorinaldo Malafaia, alerta que pode haver subnotificação de casos no estado.

“Nossa avaliação é de que, por um lado pode representar subnotificação de casos em virtude do que foi o reflexo do coronavírus, a partir do momento que teve aplicação do isolamento social, quarentena e lockdown. Isso estabeleceu que tivesse uma procura menor por parte da população às unidades básicas de saúde. E também, pode refletir um diagnóstico diferencial, ou seja, uma dificuldade na identificação entre os sintomas da dengue e da Covid-19”, ressalta. 

Malafaia explica ainda que os serviços do poder público de combate à proliferação da dengue foram afetados pela pandemia. “Em virtude do isolamento social e decretos, agentes de endemia não estão indo à campo. Estamos fazendo agora reuniões para retomada dos serviços. Os indicadores epidemiológicos do Amapá estão em queda, o que permite que possamos retomar as atividades de combate ao Aedes”, diz.

Zika e chikungunya

O boletim epidemiológico do Ministério da Saúde também trouxe dados sobre chikungunya. Foram notificados 66.788 casos no país, com taxa de incidência de 31,8 casos por 100 mil habitantes. As regiões Nordeste e Sudeste apresentam o maior número de casos por 100 mil pessoas, com 79,2 casos/100 mil habitantes e 22,0 casos/100 mil habitantes, respectivamente. 

Com relação aos dados de Zika, a taxa foi de 2,8 casos por 100 mil habitantes, em um total de 5.959 casos em território nacional. A região Nordeste apresentou a maior incidência (7,3 casos/100 mil habitantes); seguida das regiões Centro-Oeste (3,4 casos/100 mil habitantes); e Norte (2,0 casos/100 mil habitantes). 

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27/08/2020 10:00h

No Brasil, o método Wolbachia é conduzido pela Fiocruz e já apresenta resultados positivos na redução de Chikungunya

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A incidência de casos de dengue confirmados, caiu 77% nas áreas onde houve liberação de Aedes aegypti com Wolbachia, em uma cidade da Indonésia. A redução foi comparada com outras áreas que não receberam o método. A informação foi divulgada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), nesta quarta-feira (26).

Este é o primeiro teste “padrão-ouro” que aponta eficácia na redução de casos de dengue através dessa metodologia. No Brasil, a iniciativa é conduzida pela Fiocruz, em parceria com o Ministério da Saúde, com apoio de governos locais. O método já apresenta dados preliminares que apontam redução de Chikungunya.

As ações iniciaram no Rio de Janeiro e em Niterói, em uma área que abrange 1,3 milhão de habitantes. Em Niterói, por exemplo, já há indicativos de que a redução dos casos de Chikungunya nas áreas que receberam os Aedes aegypti com Wolbachia, chegou a 75%. 

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De acordo com a Fiocruz, o projeto está em expansão para outras cidades do país, como Campo Grande (MS), Petrolina (PE) e Belo Horizonte (MG). Na capital mineira também será realizado um estudo clínico semelhante ao conduzido na Indonésia. A cidade será a primeira das Américas a acompanhar casos de dengue, Zika e Chikungunya por meio de um estudo clínico randomizado controlado em conjunto com o Método Wolbachia.

 

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28/07/2020 00:00h

No entanto, em todo o país, total de mortes em decorrência da doença caíram 43%, segundo Ministério da Saúde

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Em meio à pandemia da Covid-19, os casos de dengue no Brasil chamam a atenção, principalmente a situação vivenciada no Paraná. Segundo o Ministério da Saúde, entre 29 de dezembro de 2019 até 27 de junho foram registrados 874.093 casos suspeitos da doença e contabilizados 415 óbitos, em todo o país. Neste mesmo período o estado contabilizou 260.307 registros e 170 mortes por dengue. 

Os dados do Ministério da Saúde indicam que as mortes relacionadas a dengue no estado correspondem 41% de todos os óbitos registrados no país. Em relação ao total de casos suspeitos, esse percentual é de 29,8%. Devido ao alto índice da doença, o governo do Paraná decretou em março estado de epidemia. 

O vírus da dengue possui quatro sorotipos (DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4) e cada vez que o paciente é infectado por algum deles ele adquire imunidade a esse sorotipo. Segundo a coordenadora de Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde do Paraná, Ivana Belmonte, o alto índice de contaminação da doença no estado se deu por conta da introdução do sorotipo DENV-2, que segundo ela foi trazido por moradores de São Paulo e Mato Grosso do Sul.

“É um novo sorotipo que chegou no estado e encontrou a população sem imunidade. Durante 10 anos havia a predominância de um tipo, o mais comum. Agora, com esse novo sorotipo, tivemos uma epidemia com esse impacto.”

De acordo com a coordenadora, “não existe muita diferença no quadro clínico dos pacientes infectados por cada um dos sorotipos da dengue”. Ela afirma que os sintomas nesses sorotipos possuem pequenas diferenças e o que leva ao agravamento da dengue é ser infectado pela segunda vez. 

A Secretaria de Saúde do Paraná afirma que neste ano houve um aumento de 100% nos casos de dengue e um aumento de 80% no total de mortes. Os dados da pasta referem-se aos registros da doença entre o final de julho de 2019 e 14 de julho deste ano e seguem uma metodologia própria, diferente da adotada pelo Ministério da Saúde. 

Forma grave da dengue pode ser fatal; descubra os grupos que correm mais risco

Recomendação

No final de março, o Ministério da Saúde publicou uma nota informativa com recomendações para o trabalho dos agentes de combate a endemias durante a pandemia da Covid-19. O documento orienta esses servidores a não entrarem na casa dos moradores e limita a fiscalização feita por eles ao quintal ou a frente do domicílio. Caso os agentes verifiquem que algum morador tenha sintomas do novo coronavírus, o servidor deve informar a situação na Secretaria Municipal de Saúde. 

Na cidade paranaense de Cianorte, entre 28 de julho de 2019 a 11 de julho deste ano, foram confirmados três mortes por dengue. A supervisora do Programa de Combate às Endemias do município, Vera Lúcia Fusisawa, alega que apesar da mudança que a pandemia impôs ao trabalho dos agentes, em nenhum momento esses trabalhadores interromperam o serviço. 

“Os agentes não pararam as atividades, eles continuam fazendo as visitas de rotina, só não entram nas casas e, se algum morador relata que está em isolamento social, o servidor evita ao máximo ter algum contato”, afirma Fusisawa. 

País

Apesar do alto índice, em um ano, houve redução de 35,5% no número de registros e de 43% das mortes ocasionadas pela dengue no Brasil, segundo o boletim epidemiológico do Ministério da Saúde. Após o Paraná, São Paulo é o estado com o maior registro de casos da doença (202.577), seguido por Minas Gerais (80.500) e Bahia (65.718). 

O mosquito Aedes Aegypti se reproduz em recipientes com água parada. Segundo o Ministério da Saúde, a principal forma de se prevenir a doença é eliminar locais com água armazenada que podem se tornar possíveis criadouros do mosquito, como em vasos de plantas, galões de água, pneus, garrafas plásticas, piscinas sem uso e sem manutenção. 

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08/07/2020 11:00h

No Brasil, 41,5% dos casos de chikungunya estão na Bahia. Em Salvador, três pessoas já morreram pela doença

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Além do coronavírus, os moradores dos municípios baianos precisam estar atentos a outra doença: a chikungunya. De acordo com a secretaria de saúde da Bahia, neste ano foi detectado um crescimento de 434% no número de casos. Do início de 2019 até junho, foram registrados 4,3 mil casos. No mesmo período deste ano o número saltou para 23,3 mil casos - o que representa quase metade de todos os casos registrados em todo Brasil (41,5%). A doença já causou três mortes - todas em Salvador.

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A chikungunya tem como sintomas a febre, dor de cabeça, mal-estar, dores pelo corpo e nas juntas, como joelhos, cotovelos e tornozelos. Assim como com a dengue e a zika, a febre chikungunya é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. Por isso, é importante eliminar depósitos de água parada que podem se tornar criadouros, como vasos de plantas, pneus, garrafas e piscinas sem uso e manutenção. 

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01/07/2020 17:00h

Organização destaca importância de prevenção domiciliar aos criadouros do mosquito durante a pandemia do novo coronavírus

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De acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), mais de 1,6 milhão de casos de dengue foram registrados nas Américas entre janeiro e maio deste ano. A entidade chama a atenção para a necessidade de os moradores aproveitarem o isolamento social gerado pela pandemia da Covid-19 para eliminar os focos do mosquito Aedes Aegypti. 

O Brasil responde por 65% dos casos de dengue na região, com pouco mais de um milhão de casos registrados. Em seguida, vêm o Paraguai, que tem cerca de 220 mil, a Bolívia, com mais de 82 mil e a Argentina, que registrou quase 80 mil casos. Honduras, México e a Nicarágua preocupam pela alta incidência da doença. 

A OPAS afirma que 37.279 casos de chikungunya e 7.452 casos de zika foram registrados nos primeiros cinco meses do ano. De acordo com a organização, há queda de 10% nos casos números em relação a 2019, considerado um ano epidêmico. 

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Saneamento básico precário pode aumentar risco de proliferação do Aedes aegypti

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Saúde
31/03/2020 14:09h

Nas 7 cidades da região já foram confirmados 2.170 casos, a maioria no município de Jardim

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Todos os municípios da região de Bodoquena, no Sudoeste de Mato Grosso do Sul, estão com alta incidência de dengue. Nas 7 cidades da região já foram confirmados 2.170 casos. A maior parte foi registrada no município de Jardim, onde 766 pessoas já tiveram a doença neste ano. Esse município também tem a maior taxa de incidência da região, com 1 caso de dengue para cada 33 moradores. Em seguida vem a cidade de Bonito, que tem 632 casos. Em Bodoquena, uma pessoa morreu. Os dados são da Secretaria Estadual de Saúde e abrangem o período de janeiro a 18 de março.

A Coordenadora de Epidemias e Vetores do município de Bonito, Rosa Aparecida Aivi, explica que a Secretaria de Saúde da cidade mantém em estoque uma quantidade de inseticida em caso de emergência.

“Porque o que controlou, reduziu o número de notificações, foi passar o fumacê no município. Então estamos aguardando, fazendo o possível para não precisar. Mas se precisar usamos essa última arma. Eu sempre costumo dizer que o melhor agente é o morador, é ele que realmente cuida da sua residência.”

A região de Bodoquena não é a única do estado que sofre com o Aedes aegypti. Dos 79 municípios do Mato Grosso do Sul, 74 estão com alta incidência de dengue e nenhum registrou níveis baixos da doença. No mês passado, o governo do Mato Grosso do Sul decretou estado de alerta para a doença devido ao grande número de mortes. Em 2020 já são 18 os óbitos confirmados e mais de 33 mil pessoas doentes.

De janeiro a março, o Brasil já teve mais de 332 mil casos prováveis de dengue. A região centro-oeste é a mais afetada pela doença: são 370 casos para cada 100 mil habitantes. 
 Rodrigo Said, que é coordenador-geral de vigilância em arbovirose do Ministério da Saúde, explica que, por isso, a população precisa se unir para combater o mosquito. 

“A gente chama a população para participar efetivamente para reduzir os criadouros dentro do seu domicílio. Então, é importante estar atento a caixa d’água, se ela está aberta ou não, a limpeza das calhas, a verificação constante da presença de água em bandeja de ar-condicionado, geladeira, dos pratinhos de vasos de planta.”

Ao todo, mais de 33 mil casos de dengue foram confirmados no Mato Grosso do Sul neste ano.

E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes. Ministério da Saúde, Governo Federal. Pátria Amada Brasil.
 

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Saúde
31/03/2020 13:55h

Na região, Três Lagoas teve o maior número de casos e Brasilândia teve a maior incidência de dengue

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Os municípios da região de Três Lagoas, no Leste de Mato Grosso do Sul, estão em alerta por casos de dengue. Até agora foram notificados 3.324 casos da doença nos cinco municípios da microrregião. De acordo com os dados do Boletim Epidemiológico da Dengue, divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde, o maior número de casos foi notificado na própria cidade de Três Lagoas, onde 2.349 pessoas foram contaminadas pela doença desde o começo do ano. E no município de Brasilândia foi detectada a maior incidência da doença em 2020, ou seja, na região, a população desse município notificou o maior número de casos de dengue. No final de janeiro, o governo municipal declarou estado de emergência por causa da doença, situação que persiste até hoje. 

O coordenador de endemias do município de Brasilândia, Rogério Aparecido, explica que, com a declaração do estado de emergência, uma empresa foi contratada para combater a dengue no município.

“Está passando em todos os bairros, terrenos baldios, imóveis críticos e está retirando os depósitos que contém água e são criadouros do mosquito. O recado que a gente dá é que a população ajude a gente no combate do vetor. Cada um é responsável pelo seu próprio quintal”

Além de Brasilândia e Três Lagoas, os municípios de Água Clara, Santa Rita do Pardo e Ribas do Rio Pardo também estão com alta incidência de dengue.

Autoridades em Saúde e Vigilância Sanitária reforçam que a dengue é uma das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti e que os maiores focos do inseto estão dentro das residências. O mosquito, que também transmite a Zika e a chikungunya, usa água parada para procriar em recipientes como vasos de planta, pneus, ralos, calhas do telhado, e até mesmo em tampas de garrafas esquecidas no quintal.

Todo o Mato Grosso do Sul está em estado de alerta para a dengue. Isso porque, neste ano, 18 pessoas morreram em decorrência da dengue no estado. Já são mais de 33 mil casos confirmados. A região Centro-Oeste é a mais afetada pela doença: soma 370 casos para cada 100 mil habitantes.

Até o momento, foram confirmadas 77 mortes por dengue em todo o país, mas 163 mortes são investigadas por suspeita de dengue. A faixa etária acima de 60 anos concentra 57,1% dos óbitos confirmados (44 mortes) por dengue.

O coordenador-geral de Vigilância em Arbovirose do Ministério da Saúde, Rodrigo Said, pede atenção da população para combater o mosquito dentro de casa.

“Nessa época do ano, o mosquito pode completar seu ciclo de reprodução, desde eclosão dos ovos até o inseto adulto em dez dias. Então, a gente chama a população para participar efetivamente para reduzir os criadouros dentro do seu domicilio.”

A luta contra o Aedes não pode parar. E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes. Ministério da Saúde, Governo Federal. Pátria Amada Brasil.

 

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Saúde
31/03/2020 13:18h

Em Naviraí 912 pessoas já tiveram dengue neste ano

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Todos os 16 municípios da microrregião de Iguatemi, no sudoeste do Mato Grosso do Sul, estão com alta incidência de dengue. No total, foram notificados mais de 4 mil casos e duas mortes, em decorrência da doença, nos municípios de Sete Quedas e Mundo Novo.

A maior parte dos casos de dengue foi registrada no município de Naviraí, onde 912 pessoas já foram contaminadas apenas este ano. O município com maior incidência da doença é a região de Jateí – a cada 33 moradores da cidade, um teve dengue neste ano.

Devido a essa realidade, a Secretaria Municipal de Saúde de Jateí intensificou as ações de combate ao Aedes aegypti. São três agentes de endemias que fazem a vigilância nas ruas e notificam os moradores que acumulam focos do mosquito. O secretário Municipal de Saúde do município, Célio Aparecido Balasso, explica que a forma de atuação dos agentes vai ser adaptada para que o combate à dengue continue o mesmo durante a crise do Covid-19.

“Mesmo agora com a campanha do coronavírus, a gente não vai deixar de fazer esse trabalho. Nós já eliminamos bem os focos, mas ontem já choveu e provavelmente se não cuidarmos, nos próximos dias vai ter foco de dengue surgindo. Então esse trabalho vai continuar sendo feito. Estamos pedindo para os moradores que deixem o quintal livre para o agente entrar e fazer o combate sem ter contato com o cidadão.”

Autoridades em Saúde e Vigilância Sanitária reforçam que a maior parte do mosquito está dentro das residências. Para procriar, o inseto usa água parada em recipientes, como vasos de planta, pneus, ralos, calhas do telhado e até tampas de garrafas esquecidas no quintal.

O governo local decretou estado de alerta em todos os municípios depois que 11 pessoas morreram em decorrência da doença. Em 2020 já são 18 os óbitos confirmados e mais de 33 mil casos confirmados.

De janeiro a março, o Brasil já teve mais de 332 mil casos prováveis de dengue. A região centro-oeste é a mais afetada pela doença: são 370 para cada 100 mil habitantes.

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, lembra que a dengue está ainda mais perigosa porque circula no país o sorotipo 2 da doença, que ameaça até quem já contraiu outros tipos de dengue.

“Estamos com o sorotipo 2, que tem 18 anos que não circula no estado e muita gente não tem resistência. O clima do nosso estado é muito favorável ao Aedes aegypti. Então, a recomendação é fazer todas as ações de prevenção – mutirão e envolver a população.”

 A luta contra o Aedes não pode parar. E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes. Ministério da Saúde, Governo Federal. Pátria Amada Brasil.

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Saúde
23/03/2020 01:33h

Até 14 de março deste ano 227 casos de dengue foram notificados no município

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Dados da Secretaria de Estado de Saúde do Acre mostram que até 14 de março deste ano 227 casos de dengue foram notificados no município de Assis Brasil.

Segundo as autoridades em Saúde, a situação é preocupante. O município tem a segunda maior taxa de incidência de todo o estado, com mais de 3 mil casos por 100 mil habitantes. 

Para tentar reverter a situação, a Secretaria de Saúde de Assis Brasil faz campanha de combate ao mosquito e de conscientização da população. Os agentes de saúde e de endemia, em parceria com o Exército, visitam as casas dos moradores do município e pedem que limpem os quintais das residências, locais em que pode haver proliferação dos criadouros do Aedes aegypti.

Márcia Andréa Morais, Chefe do Núcleo de Doenças de Transmissão Vetorial da Secretaria de Estado de Saúde do Acre, pede à população que ajude no combate ao mosquito. Segundo ela, ações simples, como armazenar água em recipientes fechados, limpar o quintal e acondicionar o lixo corretamente podem fazer a diferença. 

“Nós temos um grande problema que é a pouca adesão da população às ações de prevenção e controle. A maioria das pessoas sabe o que fazer para se prevenir das arboviroses e para evitar que o mosquito se prolifere. No entanto, não toma os cuidados mínimos necessários para que isso não aconteça."

O Acre está em situação de alerta por causa do surto de dengue, de acordo com o Ministério da Saúde. Os números mais recentes da Secretaria de Saúde do estado apontam que mais de 5,6 mil casos foram notificados neste ano. A taxa de incidência é de 642,6 casos para cada grupo de 100 mil habitantes. Apenas Paraná e Mato Grosso do Sul apresentam maiores taxas de incidência.

Dos 22 municípios do estado, oito estão com alta incidência de dengue: Cruzeiro do Sul, Assis Brasil, Rodrigues Alves, Mâncio Lima, Tarauacá, Xapuri, Epitaciolândia e Brasiléia. Esses municípios registram mais de 300 casos por 100 mil habitantes. Outros oito municípios estão com média e seis estão com baixa incidência da doença.

O coordenador-geral de vigilância em Arboviroses do Ministério da Saúde, Rodrigo Said, dá dicas de prevenção que a população deve fazer periodicamente para diminuir os criadouros do mosquito da dengue. 

“A gente chama a população para participar efetivamente para reduzir os criadouros dentro do seu domicílio. Então, é importante estar atento à caixa d’água, se ela está aberta ou não, a limpeza das calhas, a verificação constante da presença de água em bandeja de ar-condicionado, geladeira, dos pratinhos de vasos de planta. Acondicionar adequadamente aqueles produtos que estão nos quintais, como garrafas, latas, que podem ser utilizadas.”

De acordo com a Secretaria de Saúde de Assis Brasil, as ações de prevenção e combate ao Aedes aegypti continuam. A partir desta segunda-feira (23), os funcionários do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) local vão intensificar a coleta de lixo nas residências. A iniciativa visa eliminar focos de dengue.

A luta contra o Aedes não pode parar. E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes.

Arte: Agência do Rádio

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Saúde
23/03/2020 01:19h

Estado está com alta incidência de dengue

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O Acre está com alta incidência de dengue. Somente até a primeira semana de março, foram registrados mais de 3,7 mil casos prováveis de dengue, o que deixa o estado em alerta. As informações são do Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde.

O Acre tem uma taxa de incidência de quase 430 casos por 100 mil habitantes, o índice mais alto na região Norte e o terceiro no Brasil, atrás apenas do Paraná e de Mato Grosso do Sul. 

Em 2019, o estado registrou mais de 9,5 mil casos durante todo o ano. A taxa de incidência foi de mil casos por 100 mil habitantes.  

No intuito de combater o mosquito da dengue, o governo estadual e as prefeituras municipais do Acre, vem tomando ações para a diminuição do efeito do Aedes, em parceria com o Ministério da Saúde. O coordenador da Vigilância em Saúde de Rio Branco, Félix Araújo, pede que a população ajude as autoridades na eliminação de possíveis focos do mosquito.

“A campanha não se torna efetiva se não tivermos a adesão da população. Que cada proprietário que cuide do seu terreno e dos pequenos depósitos que, às vezes, a gente desconsidera, mas que são pontos importantes para a reprodução do mosquito.”

Em janeiro, o Ministério da Saúde declarou que 12 estados brasileiros correm o risco de sofrer surto de dengue. Além de toda a região Nordeste, a população do Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo, deve ficar atenta para o possível surto do sorotipo 2 da dengue. 

A região Centro-Oeste apresentou 370,5 casos/100 mil habitantes, em seguida as regiões Sul (348,2 casos/100 mil habitantes), Sudeste (155,5 casos/100 mil habitantes), Norte (57,6 casos/100 mil habitantes) e Nordeste (34,3 casos/100 mil habitantes). Os dados são do Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde. 
A população deve se mobilizar e ficar atenta com os focos, já que a maior parte dos criadouros do mosquito está nos domicílios.

O coordenador-Geral de Vigilância em Arbovirose do Ministério da Saúde, Rodrigo Said, pede que a população dos estados siga as orientações e entre no enfrentamento ao Aedes aegypti.

“Hoje, mais de 80% dos criadouros do mosquito são domiciliares. Então, a ação de controle é necessária, integrada de atividades do poder público, tanto do Ministério da Saúde, como das secretarias estaduais e municipais, de saúde, aliado as ações de mobilização da população.”

O Ministério da Saúde alerta que a população precisa continuar, de forma permanente, a combater o mosquito transmissor da dengue. A recomendação é ter atenção à limpeza dos locais que possam favorecer os criadouros do mosquito Aedes aegypti. Essa é a única forma de prevenção.

Faça sua parte! Saiba mais em saude.gov.br/combateaedes. 

Arte: Agência do Rádio

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