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TERMO DE USO E PARCERIA

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

Brasil

19/07/2021 03:00h

Santa Catarina assumiu o posto de maior estado produtor do Brasil no setor de vestuário e acessórios, por exemplo, com produção estimada em R$ 6,6 bilhões no biênio 2017/2018

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O fortalecimento da indústria nos últimos anos vem propiciando um crescimento econômico em estados que investem no setor. Um exemplo disso é Santa Catarina, que assumiu o posto de maior estado produtor do Brasil no setor de vestuário e acessórios, com produção estimada em R$ 6,6 bilhões no biênio 2017/2018, passando São Paulo e sendo símbolo de uma descentralização da indústria do Sudeste.
 
Os números são de uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) que avaliou a década entre os biênios 2007/2008 e 2017/2018. O estudo evidencia como diferentes regiões buscam assumir o protagonismo industrial, antes concentrado de forma massiva em estados como São Paulo e Rio de Janeiro. A variação da participação do Sudeste no PIB industrial do Brasil no período teve queda de -7,66 pontos percentuais, enquanto houve crescimento nas outras quatro regiões, com destaque para Sul e Nordeste, que tiveram crescimento acima de 2 pontos percentuais. 
 
Para parlamentares que atuam no fortalecimento do setor, o crescimento da indústria no Sul afeta diretamente a população, como pontua o deputado federal Celso Maldaner (MDB-SC). “Em Santa Catarina praticamente não existe desemprego. O que falta é mão de obra qualificada. Você pode passar em todas as cidades no Grande Oeste catarinense, e também toda Santa Catarina, que em todas as cidades têm vagas chamando gente para trabalhar”, levanta. 
 
Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2019 o estado de Santa Catarina registrou o menor índice de desemprego do País, com uma taxa de 93,8% catarinenses de 14 anos ou mais empregados e 6,2% desocupados. 
 
Para Celso Maldaner, o crescimento do parque industrial de Santa Catarina vem se tornando um exemplo nacional. “Apesar do índice da inflação fugir da meta e estar faltando mercadorias e os preços aumentando muito — infelizmente por falta de uma reforma tributária —, Santa Catarina ainda dá um exemplo de crescimento e desenvolvimento, chegando praticamente a quase 30% de crescimento. Então, precisamos fazer a nossa parte no Congresso Nacional”.
 
O fortalecimento do mercado de trabalho no estado do Sul também mostra uma consistência, mesmo com a pandemia da Covid-19. No primeiro trimestre deste ano, Santa Catarina continuou com a menor taxa de desemprego do país, nos mesmos 6,2% de desocupação de 2019, antes da crise sanitária.  

Movimento nacional

Vice-presidente do Conselho Regional de Economia do Piauí (Corecon-PI), Dorgilan Rodrigues da Cruz analisa esse novo cenário de descentralização industrial. “Hoje, essas indústrias querem estar mais próximas do seu consumidor. E, principalmente, querem evitar custos. Então, a questão da descentralização do setor produtivo, do setor industrial, é exatamente para se aproximar do seu mercado consumidor, evitando assim o maior custo de frete, de transporte, perdas do processo de levar e trazer o produto, levar a matéria-prima e depois escoar o processo produtivo.”
 
Para o economista, o processo de industrialização nos estados aquece e oxigena toda a economia, levando emprego, matéria-prima e crescimento, fortalecendo ainda o agronegócio, o terceiro setor a questão tributária dos governos locais. “A indústria é um setor da nossa economia que impulsiona. Entre os destaques dessas atividades econômicas, há a linha de produção de alimentos, linha de produção de derivados do petróleo — como biocombustível —, a indústria farmacêutica também teve esse crescimento, indústrias extrativas”

Números positivos

Dorgilan também destaca o aumento da produção nacional de vestuário e acessórios, que tem como um dos grandes pólos o estado de Santa Catarina. “Houve um crescimento de 6,2%. Isso mostra que as famílias começaram a se abastecer de bens de consumo, bens de produtos para melhorar a qualidade de vida”, diz. 
 
Santa Catarina alcançou, em 2018, 26,8% da produção nacional desse segmento, passando de uma receita de R$ 2,5 bilhões em 2007/2008 a R$6,6 bilhões uma década depois. A produção industrial nacional de todos os setores também vem ganhando destaque em estados como Pará, Rio Grande do Sul, Paraná, Pernambuco e Mato Grosso do Sul. 
 

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16/07/2021 11:15h

A Justiça eleitoral atingiu o número de 117,5 milhões de cadastro biométrico e, de acordo com o Tribunal Superior Eleitoral, 16 estados já concluíram totalmente o cadastro dos eleitores na tecnologia.

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A tecnologia de leitura biométrica das urnas eletrônicas já alcança mais de 80% do eleitorado brasileiro. A Justiça eleitoral atingiu o número de 117,5 milhões de cadastro biométrico e, de acordo com o Tribunal Superior Eleitoral, 16 estados já concluíram totalmente o cadastro dos eleitores na tecnologia.

Durante a pandemia da Covid-19, o cadastro biométrico de eleitores foi suspenso, no entanto, nenhum eleitor será prejudicado e poderá votar normalmente nas eleições.

Covid-19: Queiroga estima que metade da população brasileira vai receber as duas doses da vacina até setembro

Covid-19: estados pretendem diminuir o intervalo entre doses das vacinas

O atendimento presencial de eleitores foi remanejado para a internet, na página Título Net. No canal é possível tirar dúvidas e saber a situação cadastral do título de eleitor. Para as pessoas que não dispõe de acesso na internet, o TSE orienta entrar em contato com os tribunais regionais, nos estados, por telefone.

A expectativa da Justiça Eleitoral é que todos os eleitores do país estejam com a biometria cadastrada até o ano de 2025. O trabalho pode ser dinamizado por meio de parcerias que o TSE pode firmar com órgãos de identificação civil estaduais e municipais para troca de informações, como as digitais dos eleitores. Além disso, o TSE tem um acordo de cooperação com a Presidência da República para fortalecer o sistema de identificação integrado.

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15/07/2021 12:30h

Projeto suspende os atos praticados desde 20 de março de 2020, exceto aqueles já concluídos, e vai à sanção presidencial

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A Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que proíbe o despejo ou a desocupação de imóveis até o fim deste ano. Votado nesta quarta-feira (14), o texto recebeu 313 votos favoráveis e 131 contrários.

O Projeto de Lei 827/20 estipula que as ordens de despejo ou liminares proferidas antes do período de calamidade pública decretado no ano passado não poderão ser efetivadas até 31 de dezembro de 2021. A medida suspende os atos praticados desde 20 de março de 2020, exceto aqueles já concluídos. 

No caso de ocupações, o PL vale para aquelas ocorridas antes de 31 de março de 2021 e não alcança as ações de desocupação já concluídas na data da publicação da futura lei. O projeto conceitua a desocupação ou remoção forçada coletiva como a retirada definitiva ou temporária de indivíduos e famílias de casas que elas ocupam sem a garantia de outro local para habitação isento de nova ameaça de remoção.

Segundo o texto, a nova habitação oferecida deve ter serviços básicos de comunicação, energia elétrica, água potável, saneamento, coleta de lixo, estar em área que não seja de risco e permitir acesso a meios habituais de subsistência. Já para inquilinos de imóveis urbanos alugados, o projeto proíbe a concessão de liminar de desocupação até 31 de dezembro de 2021, valendo para as situações de atraso de aluguel, fim do prazo de desocupação pactuado, demissão do locatário em contrato vinculado ao emprego ou permanência de sublocatário no imóvel.

Porém, o benefício será concedido apenas se o locatário demonstrar a mudança de situação econômico-financeira em razão de medidas de enfrentamento à pandemia. A proposta é de autoria dos deputados André Janones (Avante-MG), Natália Bonavides (PT-RN) e Professora Rosa Neide (PT-MT), e vai à sanção presidencial. 

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15/07/2021 05:00h

Texto foi aprovado pela Câmara dos Deputados sem alteração e aguarda análise dos senadores

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Acordo de Livre Comércio Brasil-Chile é aprovado pela Câmara dos Deputados. Inicialmente avaliado como Mensagem de Acordo MSC 369/2019, o texto foi aprovado pelo Plenário sem alterações e transformado no Projeto de Lei 288/2021. O tratado abrange questões aduaneiras, além de 24 áreas não-tarifárias, que vão facilitar e ampliar o ambiente de negócios entre os países.

Segundo o deputado Marcel Van Hatten (NOVO/RS), o Acordo traz maior segurança e previsibilidade aos fluxos comerciais e de investimentos entre Brasil e Chile. 
“Entre os benefícios diretos para o Brasil, destacam-se o compromisso de facilitar o processo alfandegário de ambos os países; garantir o acesso mútuo de micros, pequenas e médias empresas a ambos os mercados; além de um reconhecimento mútuo de licenças e certificados sanitários”, destaca.

“Entre os benefícios diretos para o Brasil, destacam-se o compromisso de facilitar o processo alfandegário de ambos os países; garantir o acesso mútuo de micros, pequenas e médias empresas a ambos os mercados; além de um reconhecimento mútuo de licenças e certificados sanitários.”

O deputado ressalta que o Acordo é um passo importante a ser dado pelo Brasil para o desenvolvimento da economia nacional, uma vez que o Chile representa um mercado estimado em U$ 11 bilhões.

“O Brasil é o maior parceiro comercial do Chile na América Latina. Já na América do Sul, o Chile é o segundo maior parceiro do Brasil. Com esse acordo, vamos garantir, por exemplo, avanços na área do comércio eletrônico, de telecomunicações, na circulação temporária de pessoas para negócios e também na facilitação do comércio em geral.”

Acordo de Livre Comércio Brasil-Chile vai facilitar e ampliar o ambiente de negócios entre os países

Acordos não-tarifários

O economista Benito Salomão explica que “todo acordo de livre comércio tem a capacidade de dinamizar as economias envolvidas, porque amplia o mercado consumidor para o produtor doméstico; e o inverso também é verdadeiro. Portanto, os consumidores brasileiros passam a ser beneficiados com uma gama de produtos maior”.

O Acordo de Livre Comércio Brasil-Chile envolve ainda 24 áreas não-tarifárias. Uma delas é a gratuidade do roaming internacional para chamadas e transmissão de dados, tanto para brasileiros que ingressam no Chile, quanto para chilenos que vêm ao Brasil. As empresas telefônicas de ambos os países terão um ano para se adequarem.  

O tratado comercial também facilita o trânsito de turistas chilenos e brasileiros entre os países e aborda temas trabalhistas e estímulo à igualdade de gênero.

OCDE: entrada do Brasil pode melhorar ambiente de negócios

Mercado financeiro brasileiro tem previsão de crescimento para 5,05%

Compras governamentais

Outro ponto fundamental do Acordo de Livre Comércio Brasil-Chile é a facilitação do trato de compras governamentais. “Isso permite que construtoras e empresas brasileiras possam prestar serviços para o governo chileno e vice-versa. Então, é [uma medida] benéfica, porque uma vez que se estabelece um acordo dessa natureza, o país passa a se tornar um exportador líquido de serviços. Exporta-se serviço de construção, de engenharia, de uma série de setores de grande empregabilidade, que podem dinamizar a economia”, explica o economista Benito Salomão.

“[A facilitação de compras governamentais] permite que construtoras e empresas brasileiras possam prestar serviços para o governo chileno e vice-versa. Então, é [uma medida] benéfica, porque uma vez que se estabelece um acordo dessa natureza, o país passa a se tornar um exportador líquido de serviços.”

O professor de Políticas Públicas do Ibmec Brasília, Eduardo Galvão, ressalta que alguns representantes dos setores de micro e pequenas empresas entendem que o Brasil pode sair em desvantagem, já que o mercado de compras públicas brasileiro é muito maior que o chileno. 

“Por outro lado, outros analistas afirmam que isso vai trazer maior competitividade para os mercados e para as empresas, tanto brasileiras quanto chilenas”, comenta.

Texto aprovado sem alteração

A MSC 369/2019 foi aprovada pelo Plenário da Câmara dos Deputados no dia 30 de junho, sem alterar o texto original acordado pelos Poderes Executivos do Brasil e do Chile. Para o deputado Marcel Van Hatten era fundamental que a Casa não acrescentasse emendas ou fizesse mudanças no acordo.

“De acordo com a Constituição, cabe ao parlamento apenas referendar os acordos já firmados por duas nações. E o presidente da Câmara (Arthur Lira, PP-AL), portanto, inadmitiu as emendas apostas por colegas parlamentares a este projeto de lei, não permitindo que sequer elas fossem a votação”, esclareceu.

A matéria segue agora para apreciação do Senado Federal.

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15/07/2021 04:00h

PLP aguarda deliberação no plenário do Senado Federal após parecer favorável de Antonio Anastasia (PSD-MG) na CCJ

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Um Projeto de Lei Complementar (PLP) que pretende aperfeiçoar os incentivos fiscais concedidos pela União aguarda deliberação no plenário do Senado Federal. O PLP 41/2019 já foi aprovado pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) em dezembro de 2019 e, recentemente, também teve parecer favorável pela “constitucionalidade, juridicidade, regimentalidade e boa técnica legislativa” na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).
 
O relator na CCJ foi o senador Antonio Anastasia (PSD-MG), que explicou o tema. “De fato, o governo federal concede diversos benefícios tributários por incentivos, subsídios ou redução de tributos para diversos segmentos econômicos, mas a própria Lei de Responsabilidade Fiscal prevê que haja uma comprovação de benefícios dessas políticas públicas. O projeto, do senador [Esperidião] Amin, do qual tenho a honra de ser o relator, detalha os critérios objetivos para nós identificarmos, portanto, quais são os resultados concretos e as vantagens desses benefícios, de modo que eles sejam continuados ou revogados”, detalha.
 
O texto, então, busca reavaliar o alcance dos benefícios e os impactos deles para as contas de estados e municípios. “Ou seja, é necessário que se comprove que aquele segmento econômico beneficiado por um estímulo fiscal por parte do governo federal apresente um resultado positivo, como, por exemplo, na criação de empregos, na melhoria da produtividade daquele setor, no aumento eventual de exportações”, diz o senador. 

Critérios concretos

Anastasia finaliza avaliando que o PLP estabelece critérios “muito concretos” que “permitirão ao governo aferir se há ou não a melhoria daquele setor econômico beneficiado”. Antes da pandemia, por exemplo, o senador Esperidião Amin (PP-SC) levantou que as renúncias fiscais no Orçamento da União de 2019 chegariam a R$ 370 bilhões.
 
O advogado Marcelo Lucas ressalta a característica da proposta. “O que se pretende é criar mecanismos objetivos, para que realmente esses benefícios fiscais atendam o interesse da população, o interesse do crescimento da economia e que tenham a contrapartida efetiva do beneficiário e do beneficiado”, sintetiza.
 
O projeto de autoria de Amin estabelece metas de desempenho e procedimentos para a concessão, alteração e avaliação periódica dos impactos econômico-sociais de incentivo ou benefício de natureza tributária para pessoas jurídicas, alterando dispositivos da Lei de Responsabilidade Fiscal.
 
Um dos artigos do PLP prevê que “todo e qualquer incentivo ou benefício de que trata a Lei deverá ser submetido a avaliação anual”, sendo “necessário publicar, com periodicidade no mínimo anual, a lista de beneficiários dos incentivos ou benefícios, com os respectivos valores aproveitados”.
 

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10/07/2021 17:50h

Em publicação nas redes sociais, presidente da Câmara também comentou realização das eleições em 2020

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O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, declarou neste sábado (10) compromisso pelo crescimento e estabilidade do País. Em publicação nas redes sociais, o parlamentar destacou que as instituições brasileiras são “fortalezas” e “não se abalarão com declarações públicas e oportunismo”. 

Lira disse que o País passa pelo pior desafio da história, com mais de 530 mil mortes pela Covid-19 e milhões de desempregados. O presidente da Câmara também afirmou que vai avançar com as reformas, como a Tributária e a Administrativa. 

Governo prorroga auxílio emergencial com R$ 20,27 bilhões

Sequelas da Covid, prova de vida do INSS em casa e adesão ao Programa Nacional do Livro e do Material Didático

Omar Aziz foi "leviano, desprezível e irresponsável", diz militares após ataques do senador

Arthur Lira disse que “o Brasil sempre será maior do que qualquer disputa política” e que os eleitores vão “deixar o seu veredito em outubro de 2022, quando encontrarão as urnas”, em referência às Eleições no ano que vem. Lira não fez menção direta ao presidente Jair Bolsonaro. 

Na quinta-feira (8), o chefe do Executivo disse que o País pode não ter pleito em 2022. Bolsonaro disse: “eleições no ano que vem serão limpas. Ou fazemos eleições limpas no Brasil ou não temos eleições”.

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09/07/2021 19:00h

Novo decreto prorroga o pagamento do auxílio emergencial por mais três meses, até outubro, a partir de um crédito extraordinário de R$ 20,27 bilhões, favorecendo 39,3 milhões de famílias

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Cristiane Ferreira é diarista, cria sozinha os três filhos e precisa pagar as contas de aluguel, água, luz e várias outras com o salário dos poucos empregos informais que consegue na pandemia. Beneficiária do auxílio emergencial, ela teve um alívio recente: o valor enviado pelo governo será prorrogado por mais três meses.

Quem recebe o auxílio emergencial poderá contar com o benefício até outubro deste ano. O Decreto 10.740 foi editado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), prorrogando os pagamentos que se encerrariam neste mês. Com o novo texto, os depósitos continuam durante um período complementar de três meses, a partir de um crédito extraordinário de R$ 20,27 bilhões.

O valor é essencial para famílias como a de Cristiane. “Quando eu comecei a receber o auxílio, no valor de R$ 1.200, eu não tinha nenhuma diária [como doméstica]. Porque foi no começo [da pandemia], quando todo mundo ficou com medo da Covid. Eu pagava aluguel, que é R$ 600, e o restante comprava comida. E peguei Covid andando de metrô para ir trabalhar, em junho do ano passado, aí usei o auxílio com remédio. O dinheiro ajudou muito”, lembra.

A prorrogação favorece ainda outras 39,3 milhões de famílias. Os beneficiários são parte da população de baixa renda afetada pela pandemia da Covid-19, com ganho mensal total de até três salários mínimos, e que já estavam inscritos no programa. 

Neste ano, a rodada de pagamentos tem parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil familiar, sendo que o valor mais alto é pago às mulheres chefes de família monoparental, que criam os filhos sozinhas, e a menor quantia é enviada aos beneficiários que moram sozinhos. 12,4 milhões de inscritos recebem ainda o valor médio, de R$ 250. 

Fundamental

A visão de especialistas em economia dialoga com a vivência de pessoas como Cristiane. Roberto Piscitelli, professor do Departamento de Ciências Contábeis e Atuariais da Universidade de Brasília (UnB) e consultor legislativo da Câmara dos Deputados, é enfático ao definir o auxílio como fundamental.

“É fundamental em função das condições da maior parte da população brasileira, tendo em vista o fato de que a pobreza aumentou. Há mais pessoas abaixo da linha da pobreza, vivendo na miséria. O longo período da pandemia fez com que mais gente caísse no desemprego. Hoje, nós temos mais de 14 milhões de pessoas desempregadas, fora os desalentados, aqueles que têm emprego precário, informal, etc”, detalha.

Para o economista, o momento atual do Brasil faz com que seja necessário um auxílio ou outro mecanismo de transferência de renda que assegure a sobrevivência das famílias. “Das quatro parcelas que estavam previstas para este ano, que estão sendo pagas a partir de abril, alcançaremos sete parcelas. Até que a economia se recupere, ou retome o crescimento, é preciso realmente dar essa assistência a esse grupo numeroso, essa parcela numerosa da população brasileira que realmente não teria outras condições de sobreviver, ainda que de forma modesta”, avalia.

Perfis

Segundo dados do Ministério da Cidadania atualizados no fim de junho, 18,4 milhões de beneficiários receberam R$ 150, 12,4 milhões são famílias que receberam R$ 250 e 8,6 milhões são mães solo com direito a R$ 375. Entre todos os brasileiros favorecidos com o auxílio, mais da metade são mulheres. A faixa etária entre 25 a 34 anos também é a que consta com mais beneficiários.

Patrícia Dannielle, técnica em enfermagem, é uma das mulheres que terá direito às parcelas de pagamentos até outubro, e conta como o auxílio a ajudou em momentos de dificuldade. “Ele tem me ajudado fazendo mercado, comprando medicamento, pagando consulta particular. Sou hipertensa e às vezes eu preciso pagar uma consulta médica, para ser mais rápido, e comprar meu remédio também. É um dinheiro de uma importância muito grande na minha vida. Pretendo pagar algumas contas e comprar alguma coisa para revender. Vender biscoito, roupa, alguma coisa que me dê um retorno”, conta.

O portal do Ministério da Cidadania mostra ainda que as cidades de São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), Fortaleza (CE) e Manaus (AM), respectivamente, são as que contam com mais brasileiros inscritos no programa do auxílio em 2021. Já os municípios de União da Serra (RS), Santa Tereza (RS), Nova Boa Vista (RS), Coronel Pilar (RS) e Borá (SP) são os que possuem menos elegíveis aos pagamentos. 

Entre as capitais do país, o maior valor foi repassado para São Paulo (SP), que recebeu R$ 1,3 bilhões em 2021, e o menor foi para Vitória (ES), R$ 31 milhões. Ainda neste ano, Brasília teve 481.980 beneficiários e um repasse de R$ 313 milhões de auxílio. 

Calendário

De acordo com o calendário de pagamentos do governo federal, a próxima parcela do benefício será depositada a partir do próximo dia 23, quando começam os pagamentos para nascidos em janeiro. Na próxima segunda-feira (12), o saque da terceira parcela será disponibilizado para nascidos em julho. Os repasses continuam sendo feitos de forma escalonada, como ocorreu em 2020, para evitar filas e aglomerações nas agências da Caixa Econômica Federal e nas lotéricas.

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08/07/2021 18:20h

Durante sessão da CPI da Covid-19, desta quarta-feira (7), o presidente do colegiado, senador Omar Aziz (PSD-AM), fez ataques aos militares que compõem o governo e a fala foi amplamente condenada pelas Forças Armadas.

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Durante sessão da CPI da Covid-19, desta quarta-feira (7), o presidente do colegiado, senador Omar Aziz (PSD-AM), fez ataques aos militares que compõem o governo e a fala foi amplamente condenada pelas Forças Armadas.

Em nota, o ministro da Defesa, Walter Souza Braga Neto, repudiou os ataques de Aziz e afirmou que o senador foi leviano, desprezível, hediondo e irresponsável.

“A Marinha do Brasil, o Exército Brasileiro e a Força Aérea Brasileira são instituições pertencentes ao povo brasileiro e que gozam de elevada credibilidade junto à nossa sociedade conquistada ao longo dos séculos”, diz trecho da nota emitida pelos militares.

“Falta de acompanhamento médico adequado durante o início dos sintomas pode contribuir para quadros graves da Covid-19”, afirma especialista

Especialistas e lideranças educacionais defendem retomada das aulas presenciais

O ataque do senador Omar Aziz foi transmitido ao vivo pela TV, na internet, durante sessão da CPI da Covid-19, no Senado, onde o ex-diretor de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Dias, teve prisão decretada pelo senador do PSD.

Nitidamente exaltado, Aziz, que não encerrou os trabalhos da CPI quando a sessão do Plenário do Senado iniciou naquele dia, esbaforiu que os “membros do lado podre das Forças Armadas estão envolvidos com falcatrua dentro do governo”, disse.

O ministro das Forças Armadas e todos os comandantes do Exército, Aeronáutica e da Marinha foram firmes e lembraram a população do verdadeiro papel dos militares, que nada lembra as falas de Omar Aziz.   

“Forças Armadas do Brasil, coisas de se constituírem fator essencial da estabilidade do País, pautam-se pela fiel observância da Lei e, acima de tudo, pelo equilíbrio, ponderação e comprometidas, desde o início da pandemia Covid-19, em preservar e salvar vidas”, concluiu a nota.

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07/07/2021 19:00h

Portal Brasil61.com traz relatos de vítimas da Covid-19 que passaram por dificuldades, medos, inseguranças, dores e solidão durante o período de infecção do coronavírus

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Em agosto do ano passado a secretária Michele Souza, 27 anos, moradora da cidade de Planaltina (DF), testou positivo para Covid-19 e o infortúnio surgiu durante a recuperação de uma crise de ansiedade. Michele conta que foi atacada por múltiplas sensações, de várias formas e ao mesmo tempo, como o medo.

“Quando peguei o exame e vi que o resultado era positivo fiquei abalada. A sensação que tive era que ia morrer e deixar meu filho. Foi desesperador”, relata a secretária. 

Logo que os primeiros sintomas da Covid-19 se manifestaram, a secretária buscou o pronto socorro. Já na recepção do hospital se deparou com uma nova realidade, onde a morosidade e a falta de informação adequada agem fortemente. 

Ao contrário dessa situação, Michele ansiava por diagnósticos exatos, respaldados em exames para ter tranquilidade. No entanto, a secretária relata que a reação do profissional foi de espanto, ao saber que estava diante de um quadro de Covid-19, quando para o médico o correto seria ela estar em casa e isolada. 

“Eu acho que muita gente morreu por isso. ‘Espera, está com Covid-19? Afasta’. E, por estar com Covid-19, eu deveria ser preferencial. Para não contaminar ninguém”, explica Michele Souza. 

A secretária insistia a cada consulta por exames, orientações, mas conta que toda informação repassada pela equipe médica, além de morosas, chegavam superficiais. Michele demorou aceitar os diagnósticos que evoluíram para cura, mas, de forma dolorida, com transtornos e estresses demasiados e segue com sequelas psicológicas e com tratamento, até hoje. 

No dia 22 de fevereiro a psicóloga Luana Karina Olivato, 33 anos, moradora da cidade de Sobradinho (DF), acordou ansiosa porque ia embarcar para uma viagem de descanso, longe do trabalho. Já se passava quase um ano de pandemia e a agenda lotada de pacientes exigia extremamente da mente e do corpo. 

Luana precisava parar e a viagem foi programada, até porque, em 2018, ela sofreu com trombo embolia pulmonar e a recuperação levou meses. O retorno ao trabalho foi considerado uma vitória pessoal e providencial, já que pôde contribuir no atendimento às vítimas da Covid-19. 

A expectativa era de dias tranquilos, descanso à beira mar, mas no segundo dia de férias, a mil e quatrocentos quilômetros distante de casa, a psicóloga apresentou os primeiros sintomas da Covid-19 e se isolou em um quarto da hospedaria. 

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As orientações sobre os cuidados e procedimentos no trato da doença foram repassados pela internet. Os médicos, por meio de videoconferência, fizeram o atendimento baseado nos relatos dos sintomas, apenas, sem exames ou testes para referência. Na cidade do interior não havia testes para Covid-19 disponíveis naquele dia e muito menos vagas para atendimento nos hospitais. Ela estava na penúria e teve medo de perder a vida. 

“Com muito medo. Me senti desamparada. Tinha muito medo de passar mal. A cidade, em que estava, já havia passado pelo boom de superlotação em hospitais. Foi mais um agravante que me causou pavor”, relata Luana Karina Olivato. 

A Covid-19 causou febre, inflamações, dores, falta de paladar, olfato, apetite e outras dezenas de sintomas na brasiliense.  A distância de casa e o isolamento foram gatilhos para a depressão e a falta de atendimento médico próximo, durante a fase crítica de manifestação da doença, trouxe crises de pânico.   

“O fato de ter um profissional próximo a você, que te oriente, te acalme, com certeza teria me trazido alívio. O fato de não ter hospital próximo, de não ter tido contato com médico, que me examinasse, que de fato verificasse os meus pulmões, me causou um desespero maior, me senti insegura”, explica, Luana Karina Olivato.

Fique em casa?

A sensação de solidão e morte que a secretária Michele Souza, e a psicóloga Luana Karina Olivato, conviveram causaram sequelas físicas e psicológicas e, segundo especialistas em saúde, é fator da falta de orientação, de acompanhamento médico próximo, já no período de início dos sintomas. Aliás, “a recomendação inicial era ‘uma vez com sintomas gripais, com diagnóstico da Covid-19, fique em casa e procure o hospital caso tenha queda de saturação ou piora na falta de ar’. Esse conceito caiu por terra. Hoje a recomendação é cada vez mais termos o acompanhamento de perto, o diagnóstico precoce”, explica Fabrício da Silva, especialista em Emergências Clínicas e no tratamento da Covid-19 na fase grave, do Hospital DF Star, Rede D’Or. 

Dr. Fabricio destaca que, mesmo nos casos leves da Covid-19, é necessário o acompanhamento médico de perto desde o início dos sintomas. Descartar a possibilidade de a doença evoluir para uma forma grave após os primeiros exames, segundo o médico, é um erro grave.  

“Sempre sugiro que tenha uma reavaliação lá pelo oitavo, nono dia, justamente para definir se o paciente vai ter uma potencial chance de evoluir para forma mais grave, se vai começar a esboçar pneumonia”, acredita. 

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Os prejuízos e males causados pela Covid-19 ainda são um desafio para as equipes médicas e, por isso, acompanhar cada pessoa infectada, desde o início dos sintomas, é importante. Cada sinal pode indicar a forma de tratamento, e se for realizado cedo, com grandes chances de cura de amenizar possíveis casos graves da doença.   

“Realizar tomografia nessa fase é importante para definir o paciente que vai evoluir com acometimento pulmonar, com pneumonia pela Covid-19 e para tentarmos otimizar o tratamento medicamentoso. Eventualmente, envolver a fisioterapia nesse cuidado e já traçar o planejamento de reavaliação, entendendo que ele está entrando na curva de piora da inflamação, em que o pico vai se dar lá no 10º, 11º, 12º dia. Essa noção de evolução e acompanhamento de perto é fundamental”, pontua. 

Arte: Brasil 61

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07/07/2021 12:20h

Em Belo Horizonte (MG), os itens que compõem a cesta básica tiveram retração nos valores de quase 6,5% e em Goiânia, os produtos ficaram 2,23% mais baixos

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Pesquisa realizada pelo Dieese revela que o preço da cesta básica caiu em nove capitais brasileiras, de 17 analisadas pelo instituto. Em Belo Horizonte (MG) os itens que compõem a cesta básica tiveram retração nos valores de quase 6,5% e em Goiânia, os produtos ficaram 2,23% mais baixos. O preço da cesta básica também teve queda em Salvador (BA), Campo Grande (MS), São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Brasília (DF).

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A maior alta da cesta básica foi registrada em Curitiba (PR) onde os produtos tiveram valorização de quase 14,5%. Em Natal (RN) teve aumento de preço de 9%. A pesquisa também registrou alta de preços nos produtos da cesta básica em Florianópolis (SC), Porto Alegre (RS), Vitória (ES), Fortaleza (CE), Belém (PA), João Pessoa (PB), Recife (PE) e em Aracaju (SE).

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De acordo com o Dieese, e diante dos valores da cesta básica praticados nos estados, o salário mínimo capaz de suprir as necessidades mínimas das famílias deveria ser de R$ 5.421,84. A estimativa é quase cinco vezes maior do valor real do salário mínimo atual, de R$ 1.100,00.

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