Rio Grande do Sul

24/09/2021 19:30h

O governo federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), liberou R$ 1,7 milhão para os empreendimentos no Rio Grande do Sul

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Mais de 35 mil famílias serão beneficiadas e 6 mil empregos serão gerados a partir da continuidade de três obras de saneamento básico no Rio Grande do Sul, em Carazinho e Canoas, e na Paraíba, na cidade de Patos. Para isso, o Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), liberou R$ 2,1 milhões que serão usados nos empreendimentos. 

De acordo com o secretário Nacional de Saneamento do MDR, Pedro Maranhão, esses investimentos no setor garantem que a população tenha mais saúde. “Serviços como tratamento de água e esgoto são essenciais. E a falta de investimentos acarreta uma série de problemas de saúde, reduz a qualidade de vida da população, além de impactar negativamente o meio ambiente. Por isso, as ações voltadas para saneamento básico trazem ganhos inestimáveis à população”, afirmou.

O Rio Grande do Sul vai receber R$ 1,7 milhão. Em Carazinho, será feita ampliação do Sistema de Esgotamento Sanitário – Sub-bacias U1, U2 e complementação da J1. Ao todo, serão 8.481 famílias beneficiadas com a nova infraestrutura. Em abril, a cidade já havia recebido recursos para a mesma obra.

Em Canoas, serão investidos mais de R$ 544 mil para a continuidade das obras de manejo de águas pluviais, com a realização da drenagem urbana sustentável na região da Vala da Curitiba. O município também já recebeu recursos do MDR neste ano.

Por último, Patos, na Paraíba, vai aplicar R$ 405 mil na segunda etapa dos serviços de drenagem da cidade. Desta vez, serão 5.127 famílias beneficiadas.

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Entenda o que é Saneamento Básico

Saneamento é um conjunto de medidas com objetivo de preservar ou melhorar as condições do meio ambiente para prevenir doenças e promover a saúde, melhorar a qualidade de vida da população e facilitar a atividade econômica. No Brasil, o saneamento básico é um direito assegurado pela Constituição e definido pela Lei 11.445/2007 como o conjunto dos serviços de infraestrutura e Instalações operacionais de abastecimento de água; esgotamento sanitário; limpeza urbana; drenagem urbana; e manejos de resíduos sólidos e de águas pluviais.
 
Apesar do saneamento básico ser um conjunto de quatro serviços, quando se fala nele, a população brasileira está acostumada apenas ao conceito de serviços de acesso à água potável, e à coleta e ao tratamento dos esgotos. Daí a importância dos investimentos nos quatro pilares do setor para a saúde do povo.

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17/09/2021 18:40h

Atualmente vinte e nove municípios têm taxa de letalidade em 0%. Apesar de não ser o caso da cidade, que fez parte desta lista durante muito tempo, o assessor técnico do Conasems apontou que o indicador pode não corresponder à realidade local

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Com mais de um ano e meio desde o início da pandemia, o município de Benjamin Constant do Sul, na região Norte do Rio Grande do Sul, registrou, no último fim de semana, a primeira morte pela Covid-19. Até então, a cidade com cerca de 1,9 mil habitantes estava no ranking dos municípios com taxa de letalidade em 0%.
 
De acordo com a Secretaria Municipal da Saúde (SMS), a vítima foi uma indígena de 54 anos que tinha comorbidades, como diabetes e pressão alta. Ela estava internada no Hospital Santa Terezinha, em Erechim, a 43 quilômetros de distância. A mulher veio a óbito mesmo após a imunização com as duas doses da vacina.
 
A cidade era uma das duas que ainda não tinham registros de óbito no painel da Secretaria Estadual da Saúde (SES). Com a morte notificada, Novo Tiradentes, na mesma região, passou a ser o único dos 497 municípios do estado a não ter vítimas do coronavírus.


 
O vice-prefeito e secretário municipal de saúde, Márcio Capellari, destacou que a morte foi um caso isolado e a vítima teve o quadro agravado pelas comorbidades. Segundo ele, desde o início da sua gestão, iniciada em janeiro, foram adotadas medidas especiais para o combate à pandemia. Uma delas foi o atendimento 24h na principal Unidade Básica de Saúde (UBS) do município.
 
Além disso, foi adotado atendimento de forma diferenciada, com pacientes suspeitos e confirmados atendidos em alas separadas. “Casos especiais, com sintomas mais fortes, são acompanhados nas residências, como é o caso de pacientes com idade mais avançada ou com comorbidades”, disse. 
 
O município, que está localizado no território da reserva indígena de Votouro, conta com duas UBS no total, uma no centro e outra situada dentro da reserva. “Nas aldeias indígenas, as lideranças trabalham seriamente no sentido de orientar e alertar a todos. Seguindo os costumes, ainda são usadas ervas medicinais para prevenir e também para amenizar os sintomas, comando as orientações e cuidados dos médicos”, contou Capellari.

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Os números da pandemia seguem controlados na localidade, que tem apenas seis casos ativos, sendo que dois desses pacientes estão internados, mas estáveis. No total, 493 pessoas já foram infectadas pelo vírus desde o início da pandemia. Outro destaque é a cobertura vacinal: 1619 pessoas já tomaram a primeira dose e 1429 já concluíram a imunização com a segunda dose ou dose única. 

Taxa de letalidade

Atualmente, vinte e nove municípios brasileiros têm taxa de letalidade cravada em zero, de acordo com os dados do Ministério da Saúde. Apesar de não ser o caso de Benjamin Constant do Sul, que fez parte desta lista durante muito tempo, o assessor técnico do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) Alessandro Chagas, apontou que esse indicador pode não corresponder à realidade local. 

“Em municípios muito pequenos pode ter ocorrido que não houve óbito mesmo. Mas uma coisa mais provável é que quando o quadro se agrava você vai encaminhar o cidadão para uma referência e essa referência não é município pequeno”, disse. 

De acordo com o especialista, muitas vezes os dados são olhados por ocorrência, neste caso, não aparece o município, e o correto seria avaliar por residência. Sobre possíveis erros de registro, Chagas destacou que de maneira geral são residuais, visto que o Sistema Único de Saúde (SUS) funciona de maneira descentralizada. “Não acho que seja um problema de erro de registro, mas pode ser um problema de erro no sistema mesmo ou uma pesquisa equivocada.”

O painel geral da Covid-19, disponibilizado pelo Ministério da Saúde por meio do LocalizaSUS, é composto por dados repassados pelos estados que colhem as informações particularmente com seus respectivos municípios. De acordo com a pasta, a plataforma apenas disponibiliza o compilado, sem controle sobre o seu preenchimento. Neste sentido, o técnico reconheceu que os sistemas de saúde no País são arcaicos e, muitas vezes, não conversam entre si. 

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16/09/2021 19:33h

Esta foi a 9ª edição do seminário promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) com gestores de estados e municípios para discutir o tema

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O Governo Federal realizou mais um seminário on-line para discutir os desafios para a regionalização e sustentabilidade dos serviços de resíduos sólidos urbanos nas cidades brasileiras. Nesta quinta-feira, 16 de setembro, foi a vez dos gestores estaduais e municipais do Rio Grande do Sul. 

Uma equipe técnica do Ministério do Desenvolvimento Regional, o MDR, tem viajado pelo país para auxiliar os gestores no cumprimento das medidas previstas no novo Marco Legal do Saneamento.

A legislação, que completou um ano em julho passado, definiu novas regras para universalização dos serviços de água, esgotamento sanitário, drenagem urbana e manejo de resíduos sólidos urbanos. 

A prestação de serviços regionalizada deve ser adotada pelos municípios até 31 de março de 2022 como condição para que estados, municípios, o Distrito Federal e prestadores de serviços possam acessar recursos federais para ações de saneamento.

Pedro Maranhão, secretário Nacional de Saneamento, reforçou que o novo Marco Legal do Saneamento foi essencial para a atração de investimentos privados para o setor. 

"O estado brasileiro não tem capacidade de investimento. E a natureza do saneamento básico brasileiro é pública, 95% dele era público. E como o Estado perdeu a capacidade de investimento, cada vez vai aumentando essa questão que nós temos: 100 milhões de pessoas sem esgoto tratado, 40 milhões de pessoas sem água tratada, 3.200 lixões a céu aberto. Então a maneira que se entendeu era atrair o capital privado. E o capital privado não vinha por quê? Porque não tinha regulação, não tinha marco regulatório, não tinha previsibilidade, metas. E não tinha, principalmente, segurança jurídica." 

Esta foi a 9ª edição do seminário com gestores de estados e municípios para discutir a regionalização e sustentabilidade dos serviços de resíduos sólidos urbanos. Ainda neste mês, serão realizados debates no Espírito Santo e em Mato Grosso do Sul.

Para saber mais sobre as ações do Ministério do Desenvolvimento Regional no setor de saneamento básico, acesse mdr.gov.br.

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14/09/2021 03:00h

Unidade é responsável pelo abastecimento de sangue para outros 13 municípios do estado

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Após estratégias de divulgação, o estoque de sangue no Hemocentro de Santa Rosa, o Hemosar, atingiu a estabilidade. A unidade integra a rede do Hemocentro do Estado do Rio Grande do Sul, o Hemorgs, que registrou queda de 15% nas doações no início da pandemia. Segundo Alice Klein, gerente do Hemosar, doar sangue regularmente é essencial para a manutenção diária dos estoques.  

“Através de estudos, análises locais e originais do uso desse sangue do hemocentro, definimos e implementamos um estoque mínimo, ideal e máximo para cada tipagem de sangue. Estes números servem de parâmetro para os responsáveis pela captação fazerem a busca de doadores, em casos de sinalização de queda do estoque, fazendo os contatos por telefone, via mensagem ou ligações, dependendo da necessidade do estoque”, explicou.

O Hemocentro Regional de Santa Rosa é responsável pelo abastecimento de sangue de 27 hospitais de sua área de abrangência, que incluem outros 13 municípios do estado, tais como Alecrim, Novo Machado e Porto Lucena. 

A unidade está localizada na rua Boa Vista, próxima à Fundação Municipal de Saúde de Santa Rosa (Fumssar). Para agendar a sua doação de sangue, disque (55) 3513-5140.

A pandemia pode ter afastado muitos doadores, mas não conseguiu impedir Larissa Alves de doar sangue. A jovem, de apenas 20 anos, doou sangue pela primeira vez durante a pandemia. A doação representa um grande sonho, já que a estudante sempre quis doar sangue mas não podia por conta da anemia. Agora, curada, Larissa Alves realiza o sonho de salvar vidas com a doação de sangue.

“Eu sempre tive vontade, só não pude nos anos passados porque tinha anemia e agora não tenho mais. Eu também fiquei um tempo sem fazer tatuagem pra poder doar. Acho muito importante a doação de sangue porque ajuda a salvar outras pessoas que precisam por estar passando por algum problema de saúde. Vale muito a pena, é um procedimento bem rápido, bem tranquilo. Você estará fazendo um gesto muito simples, porém que vai ajudar muito futuramente alguma pessoa que tá necessitando bastante de uma bolsa de sangue”, refletiu a estudante.  

O Governo Federal, por meio do Ministério da Saúde, reforça a importância da doação regular. “Vamos aproveitar essa oportunidade para reafirmar não só as ações de enfrentamento à pandemia, mas também a necessidade contínua de cumprir o preceito constitucional da saúde como direito fundamental. O sangue, ao longo do tempo, simboliza a vida. E, nesse sentido, é importante a doação regular de sangue. Doe sangue regularmente, com a nossa união, a vida se completa” disse o ministro. 

Onde doar sangue no Rio Grande do Sul

No Rio Grande do Sul, além dos sete hemocentros regionais, há dois hospitais em Porto Alegre que funcionam como unidades de coleta e hemoterapia: o Hospital de Clínicas de Porto Alegre e o Hospital Nossa Senhora da Conceição. 

Também é possível agendar a sua doação de sangue no hemocentro coordenador do estado, o Hemorgs. Basta enviar uma mensagem pelo WhatsApp, no número (51) 98405-4260.

Procure a unidade mais próxima de sua região e faça a sua doação de sangue e medula óssea. Para saber mais informações sobre o endereço e horário de funcionamento dos hemocentros de Cruz Alta, Passo Fundo, Pelotas, Santa Maria e Santa Rosa, veja o mapa abaixo.  

Critérios para doar sangue e medula óssea

De acordo com a Coordenação-Geral de Sangue e Derivados do Ministério da Saúde, o procedimento para doação de sangue é simples. Primeiro se faz o cadastro, aferição de sinais vitais, teste de anemia, triagem clínica, coleta de sangue e depois o lanche. Isso tudo leva em média 40 minutos.

Vale lembrar que até mesmo quem foi infectado pelo coronavírus pode doar sangue e medula óssea. No entanto, é necessário aguardar 30 dias após completa recuperação da doença. Quem teve contato com pessoas infectadas também precisa esperar 14 dias para poder fazer a doação, apresentando RT-PCR negativo e ausência de sintomas. Já os vacinados devem esperar o tempo de imunização, que vai depender da marca do imunizante.

Para doar sangue é necessário ter entre 16 e 69 anos de idade e pesar no mínimo 50 quilos. Mulheres podem doar até três vezes ao ano com intervalo de três meses entre as doações. Já os homens podem doar até quatro, com intervalo de dois meses. A doação é voluntária e uma bolsa de apenas 450mL de sangue pode ajudar até quatro pessoas. 

Candidatos à doação de medula óssea devem ter entre 18 e 35 anos, estar em bom estado de saúde e não apresentar doença infecciosa ou incapacitante. Segundo o Redome, algumas complicações de saúde não são impeditivas para doação, sendo analisado caso a caso.

Doar sangue e medula é seguro! Com a pandemia, todos os protocolos de contenção contra a Covid-19 estão sendo realizados. No dia da doação, será preciso apresentar documento de identificação com foto. Para saber onde doar sangue ou se cadastrar para doar medula óssea, disque (55) 3513-5140.

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13/09/2021 18:00h

Unidade é responsável pelo abastecimento de sangue para grande parte do nordeste Rio-Grandense

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Com estoques de todos os tipos sanguíneos abaixo do habitual, o Hemocentro de Caxias do Sul faz apelo por novos doadores. A unidade integra a rede do Hemocentro do Estado do Rio Grande do Sul, o Hemorgs, que registrou queda de 15% nas doações no início da pandemia. Segundo Roberta Abbad, assistente social do instituto, a maior demanda é pelas tipagens O positivo e O negativo.

“Nós tivemos uma queda de 15 a 20% de candidatos a doação de sangue. Então a falta de adesão afeta diretamente no tratamento da saúde dessas pessoas que precisam dos hemocomponentes. Infelizmente, agora estamos com o estoque no nível regular. Ainda não está no nível crítico, mas a gente acredita que precisa ter um pouquinho a mais porque todo dia uma pessoa precisa de ajuda”, explicou.

O Hemocentro Regional de Caxias do Sul é responsável pelo abastecimento de sangue dos leitos do Sistema Único de Saúde, o SUS, na área de abrangência da 5ª Coordenadoria Regional de Saúde. A região compreende 49 municípios da região Nordeste do estado. Caxias do Sul é vizinho de outros 18 municípios, tais como Garibaldi, Antônio Prado e Monte Belo do Sul. 

A unidade está localizada na rua Ernesto Alves, próxima ao Escritório Central do Hospital Unimed. Para agendar a sua doação de sangue, disque (54) 3290.4536 ou 3290-4543.

A pandemia pode ter afastado muitos doadores, mas não conseguiu impedir Larissa Alves de doar sangue. A jovem, de apenas 20 anos, doou sangue pela primeira vez durante a pandemia. A doação representa um grande sonho, já que a estudante sempre quis doar sangue mas não podia por conta da anemia. Agora, curada, Larissa Alves realiza o sonho de salvar vidas com a doação de sangue.

“Eu sempre tive vontade, só não pude nos anos passados porque tinha anemia e agora não tenho mais. Eu também fiquei um tempo sem fazer tatuagem pra poder doar. Acho muito importante a doação de sangue porque ajuda a salvar outras pessoas que precisam por estar passando por algum problema de saúde. Vale muito a pena, é um procedimento bem rápido, bem tranquilo. Você estará fazendo um gesto muito simples, porém que vai ajudar muito futuramente alguma pessoa que tá necessitando bastante de uma bolsa de sangue”, emociona-se a estudante.  

O Governo Federal, por meio do Ministério da Saúde, reforça a importância da doação regular. “Vamos aproveitar essa oportunidade para reafirmar não só as ações de enfrentamento à pandemia, mas também a necessidade contínua de cumprir o preceito constitucional da saúde como direito fundamental. O sangue, ao longo do tempo, simboliza a vida. E, nesse sentido, é importante a doação regular de sangue. Doe sangue regularmente. Com a nossa união, a vida se completa”, assegurou o ministro. 

Onde doar sangue no Rio Grande do Sul

No Rio Grande do Sul, além dos sete hemocentros regionais, há dois hospitais em Porto Alegre que funcionam como unidades de coleta e hemoterapia: o Hospital de Clínicas de Porto Alegre e o Hospital Nossa Senhora da Conceição. 

Também é possível agendar a sua doação de sangue no hemocentro coordenador do estado, o Hemorgs. Basta enviar uma mensagem pelo WhatsApp, no número (51) 98405-4260.

Procure a unidade mais próxima de sua região e faça a sua doação de sangue e medula óssea. Para saber mais informações sobre o endereço e horário de funcionamento dos hemocentros de Cruz Alta, Passo Fundo, Pelotas, Santa Maria e Santa Rosa, veja o mapa abaixo.  

Critérios para doar sangue e medula óssea

De acordo com a Coordenação-Geral de Sangue e Derivados do Ministério da Saúde, o procedimento para doação de sangue é simples. Primeiro se faz o cadastro, aferição de sinais vitais, teste de anemia, triagem clínica, coleta de sangue e depois o lanche. Isso tudo leva em média 40 minutos.

Vale lembrar que até mesmo quem foi infectado pelo coronavírus pode doar sangue e medula óssea. No entanto, é necessário aguardar 30 dias após completa recuperação da doença. Quem teve contato com pessoas infectadas também precisa esperar 14 dias para poder fazer a doação, apresentando RT-PCR negativo e ausência de sintomas. Já os vacinados devem esperar o tempo de imunização, que vai depender da marca do imunizante.

Para doar sangue é necessário ter entre 16 e 69 anos de idade e pesar no mínimo 50 quilos. Mulheres podem doar até três vezes ao ano com intervalo de três meses entre as doações. Já os homens podem doar até quatro, com intervalo de dois meses. A doação é voluntária e uma bolsa de apenas 450mL de sangue pode ajudar até quatro pessoas. 

Candidatos à doação de medula óssea devem ter entre 18 e 35 anos, estar em bom estado de saúde e não apresentar doença infecciosa ou incapacitante. Segundo o Redome, algumas complicações de saúde não são impeditivas para doação, sendo analisado caso a caso.

Doar sangue e medula é seguro! Com a pandemia, todos os protocolos de contenção contra a Covid-19 estão sendo realizados. No dia da doação, será preciso apresentar documento de identificação com foto. Para saber onde doar sangue ou se cadastrar para doar medula óssea, disque (54) 3290.4536 ou envie um e-mail para o hemocentro.

 

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10/09/2021 18:40h

Foram liberados mais de R$200 mil para ações nos municípios de Getúlio Vargas (RS) e de Campos Novos (SC)

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Dois municípios da região Sul vão receber recursos do Governo Federal para investir na defesa civil destas cidades. Ao todo, serão mais de R$ 200 mil para ações nos municípios de Getúlio Vargas, no Rio Grande do Sul, e de Campos Novos, em Santa Catarina. A decisão foi publicada na edição desta sexta-feira (10) do Diário Oficial da União (DOU), pois as duas localidades enfrentam fortes temporais.

Quase R$190 mil serão usados na compra de telhas em Getúlio Vargas (RS). A cidade sofreu danos com uma chuva de granizo. Já em Campos Novos (SC), mais de R$20 mil serão destinados à recuperação de equipamentos de água e esgoto danificados por tornados.

Por todo o Brasil, estados e municípios podem solicitar recursos do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), para ações de resposta a desastres naturais e de reconstrução de infraestrutura pública danificada.

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Karine Lopes, diretora de Articulação e Gestão da Defesa Civil Nacional, explica como deve ser feita a solicitação. “Para solicitar o recurso, o ente deve ter o reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública. Os pleitos devem ser remetidos por meio do S2iD, o Sistema Integrado de Informações sobre Desastres. É importante que todos os municípios estejam cadastrados e com os dados atualizados”, destacou.

Passo a passo de como solicitar o recurso

Para fazer a solicitação, os estados e municípios afetados por desastres naturais devem ter decretado situação de emergência ou estado de calamidade pública. Em seguida, é preciso solicitar o reconhecimento federal ao MDR, por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). O pedido deve atender aos critérios da Instrução Normativa n. 36/2020.

Depois da publicação do reconhecimento federal por meio de portaria no DOU, o ente federado pode solicitar repasses para restabelecimento de serviços essenciais e reconstrução de infraestrutura pública danificada pelo desastre.

Com base nas informações enviadas por meio do S2iD, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e os valores solicitados. Com a aprovação, é publicada portaria no DOU com a especificação do valor a ser liberado.

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30/08/2021 04:00h

Atualmente, a proposta de reforma do Imposto de Renda aguarda apreciação na Câmara dos Deputados

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O estado do Rio grande do Sul vai deixar de arrecadar, por ano, cerca de R$ 114 milhões caso o Congresso Nacional aprove o projeto de lei 2337/2021. O texto trata da revisão da tributação da renda no País. É o que aponta uma pesquisa elaborada pela Federação Brasileira de Associações de Fiscais de Tributos Estaduais (FEBRAFITE). A medida é tida como a segunda parte da reforma tributária proposta pelo governo federal.  

Na avaliação da vice-presidente da Associação dos Auditores Fiscais de Minas Gerais (AFFEMG), Sara Felix, o PL também é prejudicial para estados e municípios porque o modelo apresentado provoca queda de investimentos e reduz o nível de empregos em todas as unidades da federação.

“Veja que o governo federal está repassando essa conta da reforma do Imposto de Renda para os estados, DF e municípios e, ao mesmo tempo, busca equilibrar sua receita com ajustes em suas contribuições. Ocorre que o governo federal dispõe desse mecanismo, mas os demais entes subnacionais, não. São esses entes que estão mais próximos do cidadão e são mais cobrados por serviços de qualidade, sem que disponham de algum mecanismo para recuperar essa receita tão importante para a prestação desses serviços”, considera.

Atualmente, a matéria se encontra na Câmara dos Deputados. O substitutivo ao PL 2337/2021, apresentado no relatório final, aumenta a tributação total sobre os investimentos produtivos para compensar desonerações concedidas a algumas modalidades de investimentos financeiros e a pessoas físicas.

PEC 110/2019 como solução

O modelo de arrecadação de impostos em vigor no Brasil é considerado ultrapassado por sua complexidade e insegurança no que diz respeito à sonegação. Sendo assim, tanto parlamentares quanto especialistas têm defendido a aprovação da PEC 110/2019, que também trata da reforma tributária. Atualmente, a medida está sob análise do Senado Federal.

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Para o advogado tributarista Rafael Amorim, a reforma precisa ser ampla e não fatiada. Sendo assim, ele acredita que a PEC 110 apresenta pontos oportunos para o atual quadro do Brasil, já que propõe a unificação de impostos federais, estaduais e municipais.

“Em termos gerais, ela pretende criar o IBS e também possui as características de um IVA. Isso é basicamente uma unificação da tributação sobre o consumo, no Brasil. O nosso sistema tributário, apesar de limitar as competências entre estados, municípios e União, é inteiramente interligado. Então, é difícil a gente falar de uma reestruturação do sistema tributário sem falar de uma reforma tributária ampla”, avalia.

A PEC 110/2019 pretende extinguir 10 tributos: IPI, IOF, CSLL, PIS, Pasep, Cofins e Cide Combustíveis, de arrecadação federal; o ICMS, de competência dos estados; e o ISS, de âmbito municipal, além do Salário-Educação. Em substituição, cria o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e o Imposto Seletivo (IS).
 

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29/08/2021 16:55h

Entre os serviços estão previstos limpeza, roçada e pavimentação de determinados pontos. Em caso de chuva, os serviços de recuperação da pista serão adiados. Confira a programação por trecho

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Até o próximo sábado (04/09) serão realizados serviços de manutenção nas rodovias BR-116/RS, BR-290/RS, BR-470/RS e BR-471/RS. Os locais contam com sinalização, visando à segurança e orientação aos usuários. Entre os serviços estão previstos limpeza, roçada e pavimentação de determinados pontos. De acordo com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), em caso de chuva os serviços de recuperação da pista serão adiados.

Confira a programação de cada trecho:

BR-116/RS 
- km 184 ao km 235 (Nova Petrópolis a Estância Velha) - Manutenção da sinalização, em ambos os sentidos; 
- km 209 ao km 209,8 (Morro Reuter) - Serviços no acostamento da rodovia, em ambos os sentidos; 
- km 228 ao km 232 (Estância Velha) - Serviços de pavimentação, em ambos os sentidos; 
- km 241 ao km 244 (São Leopoldo) - Serviços de limpeza e valas de drenagem, em ambos os sentidos;
- km 242 ao km 243,5 (São Leopoldo) - Serviços no acostamento da rodovia, no sentido interior-capital; 
- km 253, 9 ao km 254,9 (Sapucaia do Sul) - Serviços de pavimentação, limpeza de canaletas e meio-fio, em ambos os sentidos; 
- km 254 ao km 259,5 (Esteio) - Serviços de roçada, limpeza de canaletas e meio-fio, em ambos os sentidos; 
- km 258,5 ao km 259,5 (Esteio) - Serviços de pavimentação, roçada, limpeza e caiação, em ambos os sentidos; 
- km 260,5 ao km 262,5 (Canoas) - Serviços de pavimentação, em ambos os sentidos.

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BR-116/RS
(de 30 a 04/09 - das 8h às 18h)  
- km 276,5 ao km 290,5 (Porto Alegre/trecho coincidente com o km 98 ao km 112 da BR-290) – Serviço de conservação, em ambos os sentidos; 
- km 290 ao km 299,4 (Porto Alegre e Guaíba), Serviços de conservação, em ambos os sentidos; 
- km 319 ao km 320 (Barra do Ribeiro) – Serviço de restauração do pavimento, em ambos os sentidos; 
- km 346 ao km 348 (Barra do Ribeiro) – Serviço de restauração do pavimento, em ambos os sentidos;  
- km 390 ao km 394 (Arambaré/Camaquã) – Serviço de restauração do pavimento, em ambos os sentidos.
 
BR-290/RS
(de 30/08 a 04/09 - das 7h às 17h) 
 
- km 112,3 ao km 170 (Eldorado do Sul a Butiá) – Serviços de conservação, em ambos os sentidos; 
- km 130 ao km 150 (Eldorado do Sul a Arroio dos Ratos) – Roçada da faixa de domínio, em ambos os sentidos; 
- km 240 ao km 312 (Pantano Grande a Caçapava do Sul) – Serviços de conservação, em ambos os sentidos;  
- km 270 ao km 290 (Cachoeira do Sul) – Roçada da faixa de domínio, em ambos os sentidos.
 
BR-470/RS
(de 30/08 a 03/09 - das 8h às 18h) 
 - km 297,4 ao km 366,7 (Montenegro a São Jerônimo) – Serviços de manutenção e conservação, em ambos os sentidos.
 
BR-471/RS
(de 28/08 a 03/09 - das 7h30 às 17h) 
- km 148,2 ao km 160,5 (Santa Cruz do Sul a Rio Pardo) - Serviços de limpeza dos dispositivos de drenagem pluvial, roçada manual e caiação das pontes e sarjetas, em ambos os sentidos;  
- km 170 ao km 187,4 (Rio Pardo a Pantano Grande) – Execução de serviços de tapa buracos na pista e reparos localizados no recapeamento existente com Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ), em ambos os sentidos. Alerta para o trânsito no sistema de pare e siga, das 8 às 16 horas.

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28/08/2021 16:55h

Pavimentos da ERS-403, em Rio Pardo, e VRS-809, no acesso à UFSM, foram recuperados. Atividades tiveram investimento de R$ 1,5 milhão

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O governo do Rio Grande do Sul concluiu a recuperação do pavimento da ERS-403, em Rio Pardo, e da VRS-809, no acesso à Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). As melhorias nas rodovias da Região Central do estado integram os serviços previstos no Plano de Obras 2021-2022 e foram executadas pelo Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer).

Os trabalhos representam uma transformação no panorama da malha viária da região. O secretário de Logística e Transportes, Juvir Costella, destaca as melhorias implantadas.

“Em julho, finalizamos a pavimentação de quatro quilômetros da ERS-403, em Cachoeira do Sul. Agora, entregamos as obras no trecho pavimentado da estrada, em Rio Pardo. Além disso, conseguiremos oferecer aos estudantes da UFSM condições mais seguras para facilitar o acesso à instituição.”

RS: estoques de sangue do estado estão em nível regular, mas Hemorgs pede por mais doadores para impedir queda observada no início da pandemia

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A conclusão da obra contemplou 18,3 quilômetros a partir do início da rodovia. Entre as intervenções estavam a substituição do pavimento danificado e a pintura da pista. As atividades tiveram investimento de R$ 1,5 milhão, provenientes do Tesouro do Estado. O mesmo serviço foi realizado neste mês de agosto nos 7,5 quilômetros da rodovia que dão acesso ao campus universitário da UFSM. Mais de R$ 800 mil foram destinados ao trecho.

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19/08/2021 03:00h

Segundo coordenadora do instituto, as doações podem ser a única chance de cura para pacientes de leucemia, da anemia e de doenças do sistema imune, em geral

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Após queda de 15% no índice de doações de sangue e de medula óssea, o Hemocentro do Estado do Rio Grande do Sul, o Hemorgs, adotou estratégias de divulgação para captar mais doadores no estado. Com a pandemia, muitos doadores deixaram de procurar os hemocentros. É o que aponta a Assistente Social do Hemorgs, Roberta Abbad.

“Quando fazemos campanhas na mídia, rádio ou redes digitais temos um retorno positivo. Na medida em que paramos com as campanhas, as pessoas acham que está tudo bem. Infelizmente agora estamos com o estoque no nível regular. Ainda não está no nível crítico, mas a gente acredita que precisa ter um pouquinho a mais porque todo dia uma pessoa precisa de ajuda”, explicou a coordenadora.

A hemorrede do Hemorgs possui oito hemocentros e dois hospitais que funcionam como unidade de coleta e hemoterapia. O hemocentro coordenador está localizado em Porto Alegre, região que abrange outros 21 municípios, como Novo Hamburgo, Eldorado do Sul, Cachoeirinha, Gravataí e Canoas. Já os hemocentros regionais estão localizados em Alegrete, Caxias do Sul, Cruz Alta, Passo Fundo, Pelotas, Santa Maria e Santa Rosa.

Além da doação de sangue, o Hemorgs também realiza cadastro voluntário para doação de medula óssea. Para facilitar a doação, o instituto indica que os voluntários entrem em contato pelo WhatsApp  (51) 98405-4260. Após a pré-triagem, é preciso ir ao hemocentro mais próximo, fazer uma pequena coleta de sangue para verificar o tipo sanguíneo e a provável compatibilidade com algum paciente. 

Logo depois, o cadastro é repassado para o Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome), do Instituto Nacional do Câncer (Inca), órgão nacional responsável pelo gerenciamento das informações do doador e do paciente. Caso haja compatibilidade, o Redome entrará em contato com o doador para retirada das células.

Coordenação estadual

A unidade sede do Hemorgs está localizada em Porto Alegre, na Avenida Bento Gonçalves. Segundo a assistente social do Hemorgs, Roberta Abbad, o hemocentro auxilia grande parte dos hospitais do estado.

“Nós temos uma abrangência muito grande, o Hemocentro do Estado atende 42 hospitais, dentre eles o HPS Porto Alegre, que é um hospital de traumas. Na região da grande Porto Alegre, temos o apoio do Vale do Paranhana, Taquari e Paraobé, municípios parceiros que captam doadores de sangue e mobilizam as respectivas Secretarias de Saúde com transportes em pequenos grupos para realizarem a coleta de sangue”, explicou Roberta.

Hemocentros regionais

O Hemorgs possui sete hemocentros regionais localizados em Alegrete, Caxias do Sul, Cruz Alta, Passo Fundo, Pelotas, Santa Maria e Santa Rosa. As unidades são próximas à região da Campanha Ocidental, do Centro, do Nordeste, Noroeste e do Sudeste Rio-Grandense. Para agendar a doação de sangue ou medula óssea em qualquer uma das unidades, basta enviar uma mensagem para o WhatsApp (51) 98405-4260. 

O hemocentro regional de Alegrete, por exemplo, localizado na Rua General Sampaio, número 10, realiza coleta de sangue às segundas, terças, quintas e sextas, das 7h30 às 14h30, e às quartas, das 8h às 14h. O cadastro de doador de medula óssea segue os mesmos dias e horários, mas é preciso agendar pelo telefone (55) 3426.4127 ou enviar um e-mail para hemoeste@alegrete.rs.gov.br. O Hemorgs de Alegrete atende a Campanha Ocidental, região que abrange outros nove municípios, tais como Barra do Quaraí, Garruchos, Itaqui, Maçambará e Uruguaiana.

Já o Hemocentro Regional de Caxias do Sul, localizado na rua Ernesto Alves, número 2260, realiza coleta de sangue de segunda a sexta, das 8h30 às 17h, e sábado, das 8h às 12h. O cadastro para doador de medula óssea segue o mesmo horário comercial. Disque (54) 3290.4536/ 3290.4543 ou entre em contato pelo hemocsadm@caxias.rs.gov.br. O Hemorgs de Caxias do Sul atende outros 18 municípios, tais como Farroupilha, Flores da Cunha, Garibaldi, Monte Belo do Sul e Nova Pádua.

No Rio Grande do Sul, além dos sete hemocentros regionais, há dois hospitais em Porto Alegre que funcionam como unidades de coleta e hemoterapia: o Hospital de Clínicas de Porto Alegre e o Hospital Nossa Senhora da Conceição. Procure a unidade mais próxima de sua região e faça a sua doação de sangue e medula óssea. Para saber mais informações sobre o endereço e horário de funcionamento dos hemocentros de Cruz Alta, Passo Fundo, Pelotas, Santa Maria e Santa Rosa, veja o mapa abaixo.

Braço solidário

Para Marciano Marques, morador do bairro Vila Suíça, no município de Canela, doar medula óssea representa uma oportunidade de salvar vidas. O designer projetista, de 27 anos, tem interesse em doar a medula óssea, mas ainda não encontrou um paciente compatível. Enquanto não encontra uma compatibilidade, Marciano ajuda de outras formas: doando sangue para quem precisa.

“Além de doar sangue, eu decidi doar medula óssea pelo fato de ajudar pessoas que têm alguma doença e estão sem esperança, na procura de um doador. Quem sabe a gente seja compatível com alguém, né? O que me incentiva também é saber que aqui no Brasil nós temos o SUS, que faz esse processo totalmente gratuito e eu posso estar doando minha medula não somente para quem pode pagar, mas para outros que também estão precisando”, comemorou.

Doação de sangue

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, garante que doar sangue e medula óssea é um ato de amor que pode salvar muitas vidas, “Vamos aproveitar essa oportunidade para reafirmar não só as ações de enfrentamento à pandemia, mas também a necessidade contínua de cumprir o preceito constitucional da saúde como direito fundamental. O sangue, ao longo do tempo, simboliza a vida. E, nesse sentido, é importante a doação regular. Doe sangue regularmente. Com a nossa união, a vida se completa”, afirmou.

E quem vacinou contra a Covid-19 pode doar sangue?

Após a vacinação, é preciso aguardar um período para poder doar sangue e medula, de acordo com o tipo de vacina, conforme quadro abaixo: 

Laboratório

Inaptidão para doação de sangue

Coronavac

48 horas

Astrazeneca/Oxford/Fiocruz

7 dias

BioNTech/Fosun Pharma/Pfizer

7 dias 

Janssen-Cilag

7 dias

Gamaleya National Center

7 dias 

Fonte: Ministério da Saúde

Critérios para doação de sangue e medula óssea

De acordo com a Coordenação-Geral de Sangue e Derivados do Ministério da Saúde, o procedimento para doação de sangue é simples. Primeiro se faz o cadastro, aferição de sinais vitais, teste de anemia, triagem clínica, coleta de sangue e depois o lanche. Isso tudo leva em média 40 minutos.
 
Vale lembrar que até mesmo quem foi infectado pelo coronavírus pode doar sangue e medula óssea. No entanto, é necessário aguardar 30 dias após completa recuperação da doença. Quem teve contato com pessoas infectadas também precisa esperar 14 dias para poder fazer a doação, apresentando RT-PCR negativo e ausência de sintomas. Os vacinados devem esperar o tempo de imunização, que vai depender da marca do imunizante.
 
Para doar sangue é necessário ter entre 16 e 69 anos de idade e pesar no mínimo 50 quilos. Mulheres podem doar até três vezes ao ano com intervalo de três meses entre as doações. Já os homens podem doar até quatro, com intervalo de dois meses. A doação é voluntária e uma bolsa de apenas 450mL de sangue pode ajudar até quatro pessoas.
 
Candidatos à doação de medula óssea devem ter entre 18 e 35 anos, estar em bom estado de saúde e não apresentar doença infecciosa ou incapacitante. Segundo o Redome, algumas complicações de saúde não são impeditivas para doação, sendo analisado caso a caso.
 
Doar sangue e medula é seguro! Com a pandemia, todos os protocolos de contenção contra a Covid-19 estão sendo realizados. No dia da doação, será preciso apresentar documento de identificação com foto. Para saber onde doar sangue ou se cadastrar para doar medula óssea, acesse o portal da Secretaria de Estado de Saúde.

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Brasil 61