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Baixar áudioNo primeiro dia do Febraban Tech 2026 – evento de tecnologia e inovação do setor financeiro – que aconteceu em São Paulo, o Banco da Amazônia integrou diversos painéis que debateram tecnologia e inovação no setor financeiro. Durante a programação do dia 24 de agosto, o Banco apresentou o Programa Agência 201, uma iniciativa voltada à transformação digital da instituição financeira. A novidade alia a modernização tecnológica ao objetivo de ampliar o acesso ao crédito e aos serviços na Região Amazônica.
O presidente do Banco da Amazônia, Luiz Lessa, destacou a importância da participação no evento para mostrar o que vem sendo realizado pela instituição financeira em relação à transformação digital e às novidades sobre o Programa Agência 201.
“Neste mês, estamos terminando a implementação do Banco Digital do novo Core. Essas duas ferramentas vão abrir um leque de negócios e de possibilidades para o banco, para que a gente possa, definitivamente, voltar a ser um banco de expressão nacional, forte, voltado para o cliente com o suporte digital de primeira linha, com uma forma de construir produtos muito mais ágeis, com a usabilidade para o cliente muito mais assertiva e disruptiva, atendendo aquilo que tem de mais moderno hoje no mundo. Então, esse é o novo Banco da Amazônia, que se apresentou na Febraban Tech 2026”, disse Lessa.
Na quarta-feira (26), Luiz Lessa participou do painel “Transição Verde e Inclusão Social: cidadania, crédito e educação como pilares da economia sustentável”, no Auditório Febraban – Verde. O debate abordou os desafios para garantir que a transição climática seja também socialmente inclusiva.
Ao longo do evento, o Banco da Amazônia participou da programação com workshops e debates sobre tecnologia aplicada ao setor financeiro. Apenas na segunda-feira, dia 24 de agosto, o Banco participou de sete painéis, com a apresentação de 15 especialistas da instituição, em temas como meios de pagamento e crédito inteligente.
O Febraban Tech 2026 promoveu o encontro de inovações em relação às mudanças no banking digital, com abordagem de temas como revolução da IA no crédito, novos métodos de pagamento e modernização do core bancário.
O superintendente executivo de estratégia de clientes e negócios do Banco da Amazônia, Nélio Gusmão, foi um dos participantes do painel “Do potencial ao portfólio: como a estratégia regional vira produto bancário e meios de pagamento”.
Gusmão afirmou que o Banco da Amazônia tem implementado a transformação digital para oferecer serviços adequados à realidade amazônica.
“Estamos aqui na Febraban Tech 2026 apresentando para o Brasil uma transformação digital que o Banco da Amazônia vem passando e vem implementando para poder transformar a realidade do cliente em jornadas muito mais fluidas, uma experiência digital muito mais convidativa e resolvendo problemas que são os desafios regionais que a gente tem nessa Amazônia Continental”, destacou Gusmão.
Ele frisou, ainda, a importância das parcerias para impulsionar a modernização na oferta de serviços na Amazônia Legal. “Com certeza quem ganha mais é o cliente, que vai ter um novo banco para poder chamar seu e uma experiência muito mais digital e inclusiva, com presença financeira e principalidade do cliente da Amazônia”, pontuou.
Já o diretor de crédito do Banco da Amazônia, Roberto Batista, participou do painel “Crédito inteligente e desenvolvimento: uma decisão de crédito simulada em tempo real”.
Batista destacou o potencial da Inteligência Artificial (IA) e de ferramentas digitais mais sofisticadas para aprimorar a análise de crédito e ampliar o acesso ao financiamento na Amazônia Legal. Segundo ele, o desafio é combinar tecnologia e responsabilidade na tomada de decisões.
“O nosso grande desafio é conseguir concretizar o sonho de ter uma máquina que seja tão eficiente quanto a inteligência humana na tomada de decisão para o crédito. O objetivo final é conseguir conceder o crédito de maneira responsável, adequada, que seja no volume que o cliente tenha condição de pagar no momento em que ele mais precisa”, enfatizou Batista.
Realizado entre os dias 24 e 26 de agosto, no Distrito Anhembi, em São Paulo, o Febraban Tech 2026 é considerado o maior evento de tecnologia e inovação do setor financeiro.
O evento é organizado pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e reúne líderes, executivos e especialistas de áreas como tecnologia, sustentabilidade, telecomunicações e varejo para discutir as principais transformações da economia digital e o futuro dos serviços financeiros no país.
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Baixar áudioEntregadores de motoapp e mototaxistas já podem financiar sua moto nova na CAIXA pelo Programa Move Brasil. A iniciativa oferece condições diferenciadas, ampliando o acesso a veículos mais modernos, eficientes e adequados à atividade profissional. Também podem ser financiados ciclomotores, motonetas e bicicletas elétricas.
A linha de crédito atende entregadores, motofretistas e mototaxistas, incluindo trabalhadores de plataformas digitais e empregados com vínculo formal.
Podem ser financiadas motocicletas, motonetas e ciclomotores de até 160 cilindradas produzidos no Brasil e cadastrados no programa, além de bicicletas elétricas e motocicletas elétricas que atendam aos critérios da iniciativa.
Para contratar o financiamento, é necessário comprovar experiência na atividade. Quem optar pelo financiamento de motocicleta deve apresentar Carteira Nacional de Habilitação na categoria A válida.
O financiamento contempla veículos novos de até R$ 30 mil, prazo de até 48 meses para pagamento, além de carência de dois meses para começar a quitar as parcelas. As taxas são de 0,97% ao mês para homens e 0,90% ao mês para mulheres.
Para participar, o trabalhador deve acessar o portal do Move Brasil na internet e fazer o cadastro. O interessado receberá a confirmação da elegibilidade ao programa pela plataforma gov.br.
Após a aprovação, o profissional deve procurar uma agência da CAIXA para análise de crédito.
Além da modalidade para entregadores, o Programa Move Brasil também oferece condições especiais de financiamento para motoristas de aplicativo, taxistas e caminhoneiros, que seguem vigentes.
Saiba mais em www.caixa.gov.br.
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Baixar áudioO Banco da Amazônia lançou a Universidade Corporativa, uma plataforma desenvolvida em parceria com a UOL EdTech voltada à qualificação profissional de empregados, parceiros e sociedade. O ambiente digital reúne mais de 700 cursos e a iniciativa busca fortalecer a cultura de aprendizagem contínua, estimular a inovação e contribuir para o desenvolvimento de pessoas e da Região Amazônica.
A Universidade Corporativa foi estruturada para fortalecer competências, incentivar a inovação e preparar os colaboradores para gerar mais impacto nas atividades da instituição.
A plataforma está dividida em dois ambientes – um específico para empregados do Banco da Amazônia e outro para o público externo, com objetivo de ampliar o alcance das iniciativas de qualificação.
O diretor corporativo do Banco da Amazônia, Diego Lima, afirma que a proposta é democratizar o acesso ao conhecimento e ampliar as oportunidades de qualificação na região.
“O objetivo principal da Universidade é tanto formar os nossos empregados, os nossos parceiros, como alcançar também a sociedade com uma jornada que ultrapassa mais de 700 cursos disponíveis. É uma plataforma moderna, você consegue acessar tanto pelo computador como também baixando o aplicativo através de seu celular e busca, obviamente, alcançar toda a sociedade”, ressalta Diego Lima.
A Universidade Corporativa do Banco da Amazônia reúne cursos, trilhas de aprendizagem, conteúdos digitais e programas de desenvolvimento alinhados às necessidades da instituição e ao crescimento profissional dos colaboradores. A proposta é integrar educação corporativa, desenvolvimento de pessoas e inovação.
A ideia é que a experiência promova desenvolvimento contínuo, com conteúdos atualizados e possibilidade de emissão de certificados nos cursos que preveem certificação. O certificado é emitido após o cumprimento dos critérios estabelecidos.
Os colaboradores podem acessar os cursos por meio da Área do Empregado, com as credenciais corporativas.
Segundo o Banco da Amazônia, a Universidade Corporativa promove, ainda, uma formação alinhada à estratégia da instituição financeira. Com foco nos colaboradores do Banco da Amazônia, a Universidade oferece jornadas de aprendizagem para diferentes perfis profissionais e momentos de carreira – desde novos colaboradores a especialistas, gestores, lideranças e equipes operacionais.
Além da oferta de cursos, a plataforma foi concebida para apoiar o desenvolvimento de competências alinhadas aos desafios do mercado e às estratégias da instituição, promovendo temas como gestão financeira e sustentabilidade.
Para a gerente de central da Universidade Corporativa do Banco da Amazônia, Meiriane Abreu, a iniciativa fortalece o papel da educação como ferramenta de transformação social.
“Uma plataforma que oferece a gestão financeira, educação com sustentabilidade, viabilizando o crescimento mútuo entre a instituição financeira, entre o viés econômico e o social também, que é nosso grande desafio e é onde a gente tem o maior interesse de andar de mãos dadas”, afirma Meiriane.
A previsão é de que a Universidade Banco da Amazônia atualize o catálogo de cursos de forma contínua para atender às necessidades estratégicas da instituição e ao desenvolvimento dos colaboradores.
Além do ambiente educacional destinado aos colaboradores do Banco da Amazônia, a Universidade Corporativa também oferece um espaço para clientes, parceiros e sociedade. A plataforma oferece acesso a cursos, conteúdos educacionais e iniciativas de capacitação abertas ao público, com vistas a promover o aprendizado contínuo e o compartilhamento de conhecimento.
O gerente executivo de pessoas do Banco da Amazônia, Anderson Pereira Silva, afirma que a abertura da plataforma ao público representa uma ampliação das ações de educação promovidas pela instituição.
“Hoje é um marco muito importante para o Banco da Amazônia, porque hoje a gente realiza o sonho de também disponibilizar educação e desenvolvimento pessoal para toda a população”, destaca.
Para acessar os conteúdos destinados ao público externo, o interessado deve criar uma conta na plataforma da Universidade Corporativa. Após o cadastro, o pedido passa por análise antes da liberação do acesso aos cursos.
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Baixar áudioMais de nove em cada dez municípios brasileiros registraram ao menos um desastre climático entre 1991 e 2024. É o que revela um estudo desenvolvido por cientistas do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), da Universidade de São Paulo (USP) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O levantamento analisou 59.658 ocorrências relacionadas à falta ou ao excesso de chuvas e reforça o avanço dos eventos climáticos extremos no país.
Ao todo, 5.096 dos 5.570 municípios brasileiros foram afetados por pelo menos um desastre no período analisado. As ocorrências foram classificadas em quatro categorias: secas, tempestades, inundações, que incluem alagamentos e enxurradas, e deslizamentos de terra.
O Nordeste concentrou o maior número de municípios atingidos, seguido pelas regiões Sudeste, Sul, Norte e Centro-Oeste. O estudo também mostra que milhares de cidades enfrentaram mais de um tipo de desastre ao longo das últimas três décadas, evidenciando a recorrência desses eventos em diferentes regiões do país.
Os impactos também aparecem nos indicadores sociais e econômicos. Segundo a pesquisa, os eventos climáticos extremos provocaram 4.774 mortes, 3.031 desaparecimentos e afetaram mais de 129,7 milhões de pessoas. As perdas econômicas ultrapassaram US$ 123,8 bilhões, considerando danos à infraestrutura, prejuízos materiais e impactos sobre a atividade econômica.
Na avaliação dos pesquisadores, os desastres climáticos não podem ser compreendidos apenas como fenômenos naturais. O estudo aponta que seus impactos são intensificados pelas mudanças climáticas, pela ocupação de áreas vulneráveis, pela expansão urbana desordenada e por deficiências no planejamento e na gestão pública.
Os cientistas também alertam que os impactos podem ser ainda maiores do que os registrados oficialmente, devido à subnotificação de ocorrências e às limitações dos sistemas de informação. Para os pesquisadores, fortalecer as Defesas Civis municipais, ampliar o monitoramento e aperfeiçoar os sistemas de registro são medidas fundamentais para reduzir os danos causados pelos eventos climáticos extremos e aumentar a capacidade de prevenção e resposta das cidades brasileiras.
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Esta reportagem foi produzida com base em um artigo publicado pela Agência FAPESP, de autoria da jornalista Luciana Constantino
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Baixar áudioAgricultores familiares da Amazônia Legal já podem aderir ao Desenrola Rural, programa criado para facilitar a regularização de dívidas e a recuperação do acesso ao crédito no setor agrícola. A iniciativa, uma parceria entre o Governo Federal e o Banco da Amazônia, oferece condições especiais de renegociação, com descontos de até 80% para produtores que desejam quitar pendências financeiras e voltar a investir nas propriedades.
Segundo o Banco da Amazônia, o principal objetivo da iniciativa é permitir que produtores rurais regularizem suas situações financeiras, deixem de ser inadimplentes e retomem o acesso às linhas de crédito destinadas ao custeio e ao investimento na produção agrícola.
O presidente do Banco da Amazônia, Luiz Lessa, destacou que os agricultores familiares e pequenos produtores rurais estão entre os principais focos de atuação da instituição. “Isso é um mantra aqui para nós gente: que os pequenos portes são prioridades do banco”, afirmou Lessa.
Considerando os desafios enfrentados por quem vive da agricultura familiar – como fatores climáticos, oscilações de mercado e entraves logísticos que podem comprometer a produção – o Desenrola Rural tem como foco apoiar os produtores na renegociação de dívidas e na retomada da capacidade produtiva.
O programa oferece descontos de até 80% sobre os valores devidos, além de condições diferenciadas para liquidação ou prorrogação dos contratos. Também há possibilidade de ampliação dos prazos para pagamento, com parcelamento dos débitos em até 10 anos, conforme as regras aplicáveis a cada operação.
A ministra do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Fernanda Machiaveli, reforçou em uma rede social que o programa foi ampliado para atender mais produtores, com prazo estendido para negociação e possibilidade de regularização de contratos mais antigos.
“Agora, o Desenrola Rural é retomado em condições ainda mais facilitadas, com ainda maior abrangência. O prazo para fazer essas negociações foi estendido até o dia 20 de dezembro de 2026. Os contratos que podem ser renegociados agora começam lá em 2012. É para você estar com seu nome limpo, é para você dormir tranquilo, para você que trabalha duro saber que agora você pode estar com a sua família, com as suas contas organizadas”, disse a ministra.
O programa é destinado a agricultores enquadrados no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e tem como objetivo a retomada do crédito rural para os produtores.
O Banco da Amazônia destaca que, com as contas regularizadas, o agricultor pode recuperar o acesso às linhas de financiamento para investir em sementes, insumos, equipamentos e tecnologias que ajudam a melhorar a produção.
A medida tem como objetivo atender diferentes realidades da agricultura familiar na Amazônia Legal.
Confira quem pode aderir ao programa:
Além de possibilitar o retorno ao acesso às linhas de crédito, o Banco da Amazônia destaca que entre os benefícios do programa estão o retorno dos investimentos no campo e também a segurança financeira para iniciar o próximo ciclo produtivo sem dívidas antigas.
As condições especiais do Desenrola Rural podem ser aplicadas a contratos específicos do setor. Confira quais dívidas podem ser regularizadas:
Dívidas do PRONAF;
Para aderir ao Desenrola Rural e regularizar a situação financeira, o produtor rural pode ir até uma agência do Banco da Amazônia da região. A equipe de atendimento vai consultar o contrato, verificar se a dívida se enquadra nas regras do programa e apresentar as opções de parcelamento e desconto disponíveis de forma personalizada.
Os agricultores familiares da Amazônia Legal interessados em participar do programa também podem verificar se estão enquadrados no programa por meio de um formulário eletrônico disponibilizado pelo Banco da Amazônia.
Para solicitar a análise, o produtor deve preencher os dados pessoais e informar a melhor forma de contato. Após o envio das informações, a instituição financeira fará o retorno com as orientações sobre a renegociação da dívida.
O acesso ao formulário está disponível na página oficial do Banco da Amazônia.
As adesões e assinaturas dos acordos com as condições do programa podem ser feitas até o dia 20 de dezembro de 2026.
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Baixar áudioR$ 30 milhões para ampliar a mecanização no campo, fortalecer a produção rural mato-grossenses. Nesta terça-feira, 30 de junho, o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional entregou, durante cerimônia em Várzea Grande, 252 máquinas e equipamentos do Programa Inova, levando mais tecnologia, infraestrutura e capacidade produtiva aos 142 municípios. Waldez Góes, ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, afirmou que o Governo Federal tem demonstrado ser possível ampliar a produção agropecuária conciliando desenvolvimento e preservação ambiental.
“Vocês vão pegar o número que o presidente Lula pegou o plano da agricultura empresarial, vai pegar agora para 2026, 2027, vai quase dobrar. Ele aumentou o recurso da agricultura familiar, ele aumentou o recurso da agricultura empresarial, os produtores de soja, de milho, da bioeconomia aumentaram sua produção e diminuiu o desmatamento. Então, ele defende de cabeça erguida que é possível sim, casar o desenvolvimento com a responsabilidade ambiental”
Secretário nacional de Políticas de Desenvolvimento Regional e Territorial do MIDR, Edgar Caetano, afirmou que o Programa Inova nasceu da determinação do presidente Lula de levar modernização ao campo e destacou a importância de incluir Mato Grosso na iniciativa.
“E num estado tão agrícola e que hoje tem verticalizado a sua produção cada vez mais, tem buscado agregar mais valor nos seus produtos. Sendo o maior produtor de biodiesel atualmente do Brasil, por exemplo, nós não poderíamos fazer diferente e deixar o estado de fora. Então, com o apoio do senador Fávaro, hoje estamos fazendo essa entrega aqui, um investimento de mais de 30 milhões de reais para que a gente atenda quem mais precisa. É o governo federal chegando na ponta e beneficiando a todos os nossos produtores”
Para saber mais sobre as ações do Governo Federal em Desenvolvimento Regional e Territorial acesse o site.
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Baixar áudioMais de 6 milhões de moradores da Amazônia já têm acesso à internet de alta velocidade, a partir do Programa Norte Conectado, coordenado pelo Ministério das Comunicações (MCom). Considerada a maior rede de infovias subfluviais do mundo, a iniciativa leva conectividade a regiões amazônicas isoladas. A pasta anunciou, em Brasília (DF), que R$ 1,3 bilhão – por meio do Novo PAC – serão investidos para implantação de nove infovias, totalizando 13,2 mil quilômetros de cabos de fibra óptica na região.
O ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, destacou que o Programa Norte Conectado representa um avanço na infraestrutura digital do país, especialmente na Amazônia, ao ampliar o acesso à conectividade na região.
O chefe da pasta das Comunicações ressaltou, ainda, como a iniciativa promove desenvolvimento com preservação ambiental.
“Com o Norte Conectado, mostramos o quanto o governo do Brasil está investindo na infraestrutura digital, principalmente na Região Amazônica, sempre preservando o meio ambiente, que é um projeto autossustentável”, ressaltou Siqueira Filho.
O Programa Norte Conectado utiliza cabos de fibra óptica instalados nos leitos dos rios amazônicos para conectar localidades remotas que enfrentavam dificuldades de acesso à internet e aos serviços digitais.
Ao utilizar os rios amazônicos como rotas para a passagem da infraestrutura de telecomunicações, o programa reduz a necessidade de abertura de novas vias terrestres. Segundo o MCom, a estratégia de conectividade sustentável contribui para a preservação de até 68 milhões de árvores.
Na avaliação de Frederico de Siqueira Filho, os trechos conectados representam avanços para a população e integram a agenda do Governo do Brasil com a ampliação da infraestrutura digital no país.
Além de conectar pessoas, o Norte Conectado também fortalece a presença do Estado em áreas remotas da Amazônia. A rede conta com mais de 900 pontos de acesso destinados às instituições, como: escolas, unidades de saúde, órgãos de segurança pública, instituições de pesquisa e espaços de inclusão digital.
Na prática, com a nova infraestrutura, atividades que antes eram inviáveis em muitas localidades da região – como telemedicina, aulas on-line, videoconferências e transferência de grandes volumes de dados – passam a ser realizadas com rapidez e qualidade.
A previsão é de que, após a conclusão, o projeto beneficie cerca de 7,5 milhões de pessoas em 70 localidades dos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia e Roraima.
Segundo o MCom, hoje, cinco infovias já estão concluídas — 00, 01, 02, 03 e 04. Outras quatro estruturas, as Infovias 05, 06, 07 e 08, seguem em implantação e devem ampliar o alcance do programa para mais 1,4 milhão de brasileiros.
Confira quais são as infovias já concluídas:
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Baixar áudioA Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados aprovou parecer favorável ao Projeto de Lei 6727/25, que cria um sistema de transporte público entre cidades do interior para ampliar o acesso de comunidades vulneráveis à saúde, educação e trabalho.
Pela proposta, a coordenação do programa ficaria a cargo do governo federal, em parceria com gestores estaduais, municipais, autarquias de trânsito, consórcios intermunicipais e representantes dos sistemas de saúde e assistência social. A implementação das linhas poderá ocorrer por administração direta, parcerias comerciais, contratos de concessão e convênios.
Para garantir a transparência, haverá monitoramento contínuo dos resultados. O governo deverá divulgar dados sobre itinerários, quantidade de passageiros, motivações das viagens, recursos públicos investidos e os impactos sociais da iniciativa.
O autor da proposta, deputado Duda Ramos (Podemos-RR), afirma que a escassez de linhas intermunicipais, principalmente em áreas rurais e remotas da Região Norte, dificulta o acesso da população a serviços essenciais. Segundo ele, o isolamento geográfico amplia a exclusão social, aprofunda as desigualdades regionais e reduz a efetividade das políticas públicas.
Na avaliação do relator, deputado Eli Borges (Republicanos-TO), o projeto é juridicamente correto, viável para a administração pública e socialmente justo. O parlamentar destaca que a medida contribui para a integração do território nacional, reduz as desigualdades e fortalece o acesso aos direitos constitucionais da população do interior.
Como o projeto tramita em caráter conclusivo, ainda será analisado pelas comissões de Saúde, Previdência e Assistência Social, Finanças e Tributação e Constituição e Justiça e de Cidadania. Para se tornar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara dos Deputados, pelo Senado Federal e, por fim, receber a sanção presidencial.
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Baixar áudioPromover oportunidades de trabalho e renda para quem vive da economia do mar e das águas interiores é um dos objetivos do Caminho dos Mares, iniciativa do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) que percorre comunidades costeiras para ampliar o acesso ao crédito e incentivar o desenvolvimento sustentável. Nesta quinta-feira (25), representantes da pasta estiveram em Salvaterra, na Ilha do Marajó (PA), para ouvir trabalhadores da região e coletar informações que vão orientar a oferta de financiamento com condições diferenciadas para atividades produtivas ligadas à pesca, ao extrativismo, ao turismo e à agricultura.
“A ideia aqui é que vocês não sejam apenas os beneficiários do programa, mas que vocês sejam protagonistas dessa política”, disse a coordenadora de Análise Territorial do MIDR, Ana Luísa Leal, durante encontro com a população de Salvaterra (PA), que encontra sustento nas águas da Ilha do Marajó.
Marisqueiras, artesãs, profissionais do turismo, pescadores, extrativistas e outros trabalhadores que encontram na água doce e salgada o seu sustento apresentaram os pontos que eles entendem como os prioritários para serem objeto de investimento via crédito. O recurso é ofertado para essa população com condições facilitadas, com maior prazo, taxas de juros diferenciadas e menos burocracia, por exemplo.
Leal destacou a importância da presença no território e do diálogo com a população beneficiária do programa. “Nós não trazemos nada pronto de Brasília. É uma construção conjunta, transformando as diretrizes do programa em benefícios reais para a comunidade”, afirmou.
Ela ressaltou o compromisso do programa com a sustentabilidade. “A gente quer o desenvolvimento, mas um desenvolvimento que respeite o mar que nos sustenta. Por isso, o crédito é voltado para atividades que não agridem a natureza. Queremos que vocês cresçam, tenham mais renda e autonomia, mas também queremos que o mar e as águas continuem dando frutos para os filhos e netos de vocês no futuro”, argumentou.
Durante o evento, a pescadora Eleni Conceição de Deus assinou contrato de financiamento e explica como pretende utilizar os recursos. “Eu estava precisando muito desse crédito e agora pretendo ampliar e expandir o meu negócio. Nós temos uma embarcação, mas a rede estava pouca e não tínhamos capital para investir. Com esse valor concedido pelo banco, quero trabalhar muito mais e comprar equipamentos para a nossa embarcação”, comemorou.
O programa também busca desenvolver equipamentos e serviços envolvidos na produção econômica. Dulcinéia Pacheco cultiva 12 hectares de açaí e diz que espera que o crédito seja o impulso que faltava para a sua agroindústria. “Para nós, agricultores, isso daqui é muito produtivo, é uma ajuda excelente. Estamos tendo um apoio muito grande do Ministério, com os bancos nos ajudando. Estou tendo a oportunidade de falar diretamente com os gerentes dos bancos para financiar e estruturar a minha agroindústria. É uma porta que está se abrindo para nós”, comemorou.
Também participaram do evento representantes do Banco da Amazônia (Basa) e da Cactus - instituição de pagamento focada em microcrédito produtivo credenciada pela Caixa Econômica Federal. “Estamos desenvolvendo a região, atendendo os pequenos e eu espero que seja só o começo”, disse o gerente geral do Banco da Amazônia em Soure, Cristiano Neto.
O Caminho dos Mares faz parte do Programa Amazônia Azul, que tem como foco promover a geração de emprego e renda, ampliar a inclusão social e produtiva de populações vulneráveis e incentivar a conservação dos recursos naturais da zona costeira e marinha.
A iniciativa contempla povos e comunidades tradicionais, pescadores artesanais, mulheres, jovens e pequenos negócios que atuam na economia do mar. A próxima agenda do Caminho dos Mares acontece na terça-feira (30) em Icaupuí (CE).
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Baixar áudioAs águas do Rio São Francisco já foram responsáveis por garantir os festejos de São João no Nordeste brasileiro. Em 2017, às vésperas da festa em Campina Grande (PB), a cidade enfrentava uma das mais graves crises hídricas de sua história. O Açude Epitácio Pessoa, principal manancial da cidade, chegou a menos de 3% da capacidade. Foi a chegada das águas do Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF), coordenado pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), que reverteu esse cenário, garantindo a recuperação do reservatório e o abastecimento de água necessários para a realização do evento. Anos depois, em 2024, a mesma solução chegaria a Caruaru (PE). A cidade passou a receber as águas do Velho Chico por meio do Ramal e da Adutora do Agreste. Hoje, a infraestrutura assegura mais tranquilidade para moradores, comerciantes e visitantes que participam dos festejos ao longo do mês de junho.
“Como engenheiro e servidor público, é uma sensação de dever cumprido implantar um projeto que hoje fornece água para mais de 800 mil nordestinos nessas duas grandes cidades, que são símbolos e potências da região. Como nordestino, tem uma conotação ainda maior: o Projeto de Integração do Rio São Francisco está ajudando a preservar a cultura através das duas maiores festas juninas que nós temos no Nordeste”, comenta Bruno Cravo, diretor do Departamento de Projetos Estratégicos do MIDR. “Além da segurança hídrica, é uma questão de preservação cultural e de incentivo à economia da região”, destacou.
Somadas, as duas cidades recebem milhões de visitantes ao longo do mês de junho. Além de movimentar a economia local e preservar tradições culturais, os festejos exigem um aumento significativo na demanda por água para abastecimento humano, comércio, rede hoteleira, restaurantes e serviços. E é justamente aqui que o PISF entra em ação. Hoje, tanto Campina Grande quanto Caruaru contam com o reforço das águas do Rio São Francisco para garantir o abastecimento da população e dos visitantes.
Na Paraíba, as águas do São Francisco chegam por meio do Eixo Leste do PISF. O percurso começa na captação realizada no Lago de Itaparica, em Pernambuco. A água percorre canais, túneis, aquedutos e estações de bombeamento até atravessar o Sertão pernambucano e chegar ao município de Monteiro, primeira cidade paraibana a receber as águas da transposição.
A partir de Monteiro, a água segue pelo leito do Rio Paraíba, reforçando importantes reservatórios do estado, como os açudes São José, Poções e Camalaú, até alcançar o Açude Epitácio Pessoa, conhecido como Boqueirão, principal manancial responsável pelo abastecimento de Campina Grande e de diversos municípios da região. Dali, a água é distribuída por adutoras e sistemas de abastecimento até chegar às torneiras da população.
Segundo o presidente da Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (AESA), Porfírio Loureiro, a chegada das águas do São Francisco transformou a realidade hídrica do estado. “A importância das águas do São Francisco para a Paraíba é vital para a nossa segurança hídrica e para o desenvolvimento de todo o estado. No Eixo Leste, a entrada das águas por Monteiro garantiu segurança hídrica para Campina Grande, cidade que realiza o Maior São João do Mundo. A liberação das Águas no Portal Monteiro foi dia 10 de março de 2017, e a chegada ao Açude Epitácio Pessoa (Boqueirão) foi no dia 18 de abril de 2017. Se não tivessem chegado as águas do PISF provavelmente não haveria o Maior São João do Mundo”, afirma.
Em Pernambuco, o abastecimento de Caruaru também passou a contar com as águas do São Francisco a partir de uma extensa infraestrutura hídrica. O percurso começa igualmente no Lago de Itaparica, segue pelo Eixo Leste do PISF e atravessa municípios como Floresta, Betânia, Custódia e Sertânia.
Em Sertânia, a água chega ao Reservatório Barro Branco, de onde segue pelo Ramal do Agreste, estrutura construída para levar água ao Agreste pernambucano. O trajeto continua até o Reservatório Ipojuca, considerado um dos principais pontos de distribuição da região. A partir dali, a água é conduzida pela Adutora do Agreste até municípios como Caruaru, Belo Jardim, Bezerros, Gravatá e Santa Cruz do Capibaribe.
Douglas Nóbrega, presidente da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), explica que a chegada das águas do São Francisco representou uma mudança histórica para o município. “Em 2024, as águas do São Francisco chegaram a Caruaru. Percorrendo mais de 300 quilômetros desde o Eixo Leste da transposição, a cidade recebeu um incremento de cerca de 700 litros por segundo, vazão suficiente para melhorar a vida e eliminar o rodízio de aproximadamente 38 mil famílias. Além disso, comunidades rurais que há mais de 20 anos não recebiam água passaram a contar com abastecimento regular. Foi uma verdadeira transformação para Caruaru”, ressalta.
Criado para ampliar a segurança hídrica do Nordeste, o Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF) é a maior obra de infraestrutura hídrica do Brasil. Com 477 quilômetros de extensão nos eixos Norte e Leste, o empreendimento promove segurança hídrica para mais de 12 milhões de pessoas em cerca de 390 municípios de Pernambuco, Paraíba, Ceará e Rio Grande do Norte. Além de garantir o abastecimento humano em regiões historicamente afetadas pela escassez de água, o projeto fortalece atividades econômicas, impulsiona o desenvolvimento regional e contribui para a preservação de tradições culturais que movimentam cidades inteiras.
Nas semanas em que Campina Grande e Caruaru se transformam nos principais palcos do São João brasileiro, as águas do Velho Chico cumprem um papel fundamental longe dos holofotes: garantir o abastecimento que sustenta a realização das festas, movimenta a economia local e preserva uma das mais importantes tradições culturais do Nordeste.
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