Desenvolvimento regional

31/01/2026 12:00h

Obra em Campinas do Sul elimina uso de balsa, reduz custos logísticos e fortalece o escoamento da produção agropecuária

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Após mais de 50 anos de espera, a nova ponte da Barragem do Passo Fundo, em Campinas do Sul (RS), começa a transformar a mobilidade e a logística da região. A estrutura elimina a dependência da balsa, reduz custos no deslocamento diário e fortalece o escoamento da produção agropecuária, beneficiando diretamente 34 municípios e cerca de 300 mil pessoas. O empreendimento recebeu cerca de R$ 14,9 milhões em investimentos do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Secretaria Nacional de Políticas de Desenvolvimento Regional e Territorial (SDR). Em contrapartida, o estado pagou R$ 7,7 milhões, totalizando um investimento de mais de R$ 22,9 milhões.

Com a entrega da ponte, moradores da região deixaram de depender da balsa para a travessia, que cobrava valores elevados, assegurando mais agilidade, segurança e redução de custos no deslocamento diário. A nova ligação também reaproxima regiões e melhora o escoamento da produção agropecuária, especialmente no transporte de aves e suínos.

“Ver os resultados dessas obras e os depoimentos da população beneficiada aumenta a satisfação e a motivação de toda a equipe. A construção dessa ponte impacta diretamente a vida das pessoas, melhora a logística, amplia a renda e facilita o acesso a serviços essenciais. Resultados como esse, em Campinas do Sul, mostram como a dedicação técnica dos servidores se transforma em benefícios concretos para a população”, afirmou o secretário Nacional de Políticas de Desenvolvimento Regional e Territorial do MIDR, Daniel Fortunato.

Crescimento da atividade econômica

O Governo do Estado do Rio Grande do Sul foi responsável pela contrapartida de R$ 7,7 milhões, necessária para a conclusão do empreendimento, que já está 100% operacional. A obra fortalece a logística regional e contribui para o crescimento da atividade econômica local, com destaque para a cadeia produtiva avícola, que apresenta crescimento anual médio de 20% — o equivalente a cerca de 4 milhões de frangos por ano — gerando renda e oportunidades de trabalho.

Para quem utiliza o trajeto diariamente, os benefícios são imediatos. O caminhoneiro César Antônio Carbolim, que atua no escoamento da produção, relata a mudança na rotina. “Essa ponte foi um sonho que se tornou realidade. Eu gastava cerca de R$ 220 com balsa para ir e voltar. Agora não pago mais nada. Para nós, isso é sucesso”, afirmou.

O prefeito de Campinas do Sul, Paulo Battisti, destacou a importância da parceria com o Governo Federal, por meio do MIDR, para a viabilização da obra. Segundo ele, a ponte encurtou distâncias, eliminou a dependência da balsa, aumentou a trafegabilidade e gerou economia para o município. “Temos cooperativas do agronegócio, especialmente na área de suínos, que chegam a economizar mais de R$ 300 mil por ano apenas com o fim do uso da balsa. Quando fazemos um balanço geral, percebemos o quanto essa obra representa em economia e desenvolvimento para Campinas do Sul e para toda a nossa comunidade, que aguardava por essa ponte há muitos anos. Hoje, essa realização se tornou possível graças aos investimentos do Governo Federal, por meio do MIDR”, afirmou Paulo Battisti.

Estrutura

A Ponte da Barragem do Passo Fundo possui 247,55 metros de comprimento e 10 metros de largura, com nove apoios e oito vãos. Cada vão conta com quatro vigas, totalizando 32, além de trechos de asfaltamento que garantem melhores condições de trafegabilidade nos acessos e sobre a ponte.

Com investimento conjunto do Governo Federal, por meio do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), e do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, a ponte da Barragem do Passo Fundo consolida-se como uma obra estruturante para o desenvolvimento regional. Além de melhorar a mobilidade e reduzir custos logísticos, a nova ligação impulsiona a economia local, fortalece cadeias produtivas estratégicas e responde a uma demanda histórica da população, traduzindo investimento público em qualidade de vida e desenvolvimento sustentável.

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31/01/2026 10:00h

Especialistas do Inpe, da ANA e da Funceme apresentaram ferramentas que apoiam a antecipação de riscos, a tomada de decisões e o planejamento de ações de Proteção e Defesa Civil

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A primeira edição de 2026 do Bate-Papo com a Defesa Civil abordou como a Defesa Civil identifica riscos e se prepara antes que o desastre aconteça. Nesta edição, o tema foi discutido por especialistas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme). O debate girou em torno dos produtos climáticos integrados utilizados em ações de Proteção e Defesa Civil - ferramentas fundamentais para antecipar riscos, apoiar a tomada de decisões e proteger vidas, especialmente em um cenário de eventos climáticos cada vez mais frequentes.

O objetivo da iniciativa foi apresentar os produtos desenvolvidos por cada instituição, demonstrar como esses dados são gerados e, principalmente, mostrar como podem ser utilizados na prática pelas defesas civis em todo o Brasil. O encontro virtual foi transmitido pelo canal do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) no YouTube e reuniu especialistas que explicaram como a elaboração de materiais e estudos sobre o clima contribui para a prevenção de desastres e para o planejamento de ações que fortalecem a gestão de riscos em nível nacional.

Com mediação da meteorologista Maytê Coutinho, do Departamento de Preparação e Resposta da Defesa Civil Nacional, o evento contou com a participação do pesquisador do Inpe, Fábio Rocha; da coordenadora de Articulação para Gestão de Eventos Climáticos Críticos da ANA, Andressa Daibert; e do diretor técnico da Funceme, Francisco Chagas Vasconcelos.

Fábio Rocha explicou que o Inpe oferece diversos produtos climáticos e meteorológicos à sociedade, como previsões numéricas em várias escalas: do curtíssimo prazo (nowcasting) às previsões sazonais e de mudanças climáticas, além de monitoramentos oceânicos. Segundo ele, o Inpe também atua com produtos voltados ao monitoramento e combate de focos de incêndio. Entre os destaques, está o desenvolvimento do Modelo para Previsão dos Oceanos, Superfícies Terrestres e Atmosfera (MONAN), que busca integrar todas as escalas de previsão. “É um projeto ambicioso que conta com a participação de diversos institutos nacionais, colaborações internacionais, universidades e parceiros. É uma construção conjunta para gerar produtos cada vez melhores para a sociedade”, afirmou.

Representando a ANA, Andressa Daibert falou sobre a atuação da Agência no monitoramento de eventos hidrológicos críticos, como secas e inundações. Ela explicou que, nesse contexto, a ANA tem a atribuição de prevenir e mitigar os efeitos desses eventos, em articulação com o sistema nacional de Proteção e Defesa Civil. “Temos uma Sala de Situação para monitoramento de crises, onde são produzidos boletins e sistemas de informação como o Sistema Nacional de Informações sobre Recursos Hídricos, a Hidrotelemetria, o Sistema de Acompanhamento de Reservatórios (SAR) e o Monitor de Secas”, detalhou. Andressa também destacou a coordenação de salas de crise específicas para bacias e sistemas hídricos, reunindo diferentes setores para apoiar a tomada de decisões em momentos críticos.

Francisco Chagas Vasconcelos destacou a forte interação da Funceme com a Defesa Civil estadual e com diversas defesas civis municipais do Ceará. A fundação fornece informações em escalas de nowcasting, previsões numéricas de tempo e climáticas, que auxiliam na tomada de decisões, principalmente em relação a déficits hídricos, tanto para ações emergenciais quanto para o planejamento estratégico do estado. “Estamos avançando em ações voltadas às áreas queimadas, em parceria com a Defesa Civil estadual e a Secretaria de Meio Ambiente e Mudanças do Clima do Ceará. Também desenvolvemos painéis interativos com monitoramento das condições oceânicas, especialmente do Pacífico e do Atlântico, que apresentam índices sobre o aquecimento ou resfriamento anômalo das águas, traduzidos em imagens e gráficos de fácil compreensão”, explicou.

O Bate-Papo com a Defesa Civil é uma série de encontros virtuais e mensais promovida pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil e transmitida ao vivo pelo canal do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) no YouTube. Cada edição traz especialistas para explicar temas ligados à gestão de riscos e desastres, com o objetivo de fortalecer a prevenção, a preparação e a resposta em todo o país.

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30/01/2026 17:30h

Acesso ao microcrédito produtivo orientado promove profissionalização, segurança jurídica e protagonismo das mulheres

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O aroma do angu de milho com galinha caipira exalava da cozinha enquanto Maria do Socorro Conceição Silva, de 50 anos, preparava quiabo e arroz com pequi. Morando com três filhos na comunidade rural Renascer Palmares, em Sobradinho, no Distrito Federal, Maria começou a se dedicar ao cultivo de frutas e legumes. Ela passou a vender pratos típicos da culinária goiana enquanto sonhava em se tornar uma produtora de orgânicos certificada. “Eu plantava e via que o que eu produzia dava muito. Por exemplo, eu não consumia a mandioca toda, acabava estragando. Foi quando percebi que dava para comercializar a minha produção, só que eu tinha que investir um pouco e me aperfeiçoar”, relata.

Ao longo dos anos, a agricultora criou estratégias para vender o excedente de frutos e legumes, com promoções nas redes sociais, entregas de carro pela comunidade e encomendas por telefone. O trabalho era ainda mais intenso porque Maria Conceição tinha que regar toda a horta carregando baldes pela chácara de um hectare, o equivalente a 10 mil metros quadrados.

O cenário começou a mudar em 2025, por meio do Microcrédito Produtivo Orientado (MPO), do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR). A oportunidade veio em março, em uma reunião organizada pela Associação dos Produtores Agroecológicos da Comunidade que Sustenta o Extrativismo Renascer Palmares (CSE Repal). Na ocasião, estavam reunidos representantes da Caixa Econômica Federal, da agência de microfinanças Cactvs e da Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco).

Após as articulações iniciais, os agentes de microfinanças realizaram reuniões gerais com as famílias, seguidas de atendimentos individualizados para avaliação de cada projeto produtivo. Maria Conceição viu seu sonho ganhar fôlego: “Quando apareceu o empréstimo, eu falei: ‘vou investir!’”.

Com a aprovação de seu cadastro, a produtora rural decidiu que usaria o recurso de R$ 12 mil do microcrédito na construção de um sistema de irrigação. Com esse objetivo, ela adquiriu conexões, canos, bombas, telas e insumos para adubação. Também interligou a um poço artesiano duas caixas d'água, garantindo maior vazão nos sistemas de gotejamento e nos aspersores.

Cerca de dois meses após a liberação do financiamento de Maria Conceição, o projeto ganhou uma nova escala com a adesão de seu filho Yan Lemos Silva, 25, que também contratou um microcrédito no valor de R$ 12 mil. O recurso adicional possibilitou a instalação de um painel para automatizar o sistema de irrigação, que passou a funcionar com horário e volume de água programados. “Nós fizemos orçamentos com três empresas. Uma delas, que vendeu o material, incluía a mão de obra”, explica a agricultora.

O sistema de irrigação ficou pronto no mês passado e deixou Maria Conceição mais otimista. “O difícil é começar. Depois que você começa, você consegue. O empréstimo não é um bicho de sete cabeças, é uma luzinha que vem lá do fundo do poço”, ilustra. “Eu sou a chefe da família, e esse dinheiro veio para ajudar a investir naquele sonho que eu tinha de fazer acontecer”, completa.

Perfil de quem contrata o microcrédito

Dos agricultores familiares que acessaram o programa de microcrédito do MIDR, em parceria com a Caixa, 58% são mulheres. Desde março de 2025, foram assinados 2.722 contratos de financiamento, o que representa a mobilização de R$ 35,45 milhões em recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO). Dos contratos firmados, 79% se referem a operações de crédito no setor da pecuária, e 21% à agricultura.

Articulação na comunidade

A chegada do microcrédito à comunidade Renascer Palmares contou com a articulação da secretária-geral da CSE Repal, Rita de Cássia Borges Corrêa. Liderança comunitária com atuação em diversas frentes no DF, Rita é também vice-coordenadora do Polo de Agricultura Irrigada do DF, espaço no qual teve contato com os agentes de microfinanças da Cactvs. Ela mobilizou a agenda dos agentes e viabilizou reuniões não apenas no Renascer Palmares, mas também nos assentamentos Três Conquistas e Roseli Nunes.

Atualmente, 102 famílias vivem na comunidade Renascer Palmares. Segundo Rita, o programa de microcrédito já causou impacto no cotidiano dos moradores. “Você vê mudanças acontecendo dentro da comunidade. O pessoal está produzindo, está mais seguro, mais confiante. Principalmente as mulheres, que foram a maioria que acessaram. É um recurso que veio para elas”, afirma.

Para além do incremento da renda, a líder comunitária avalia que o microcrédito tem um papel estruturante para territórios em processo de regularização fundiária. A comunidade Renascer Palmares ainda aguarda o reconhecimento formal como assentamento pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), o que exige comprovação de produção rural.

“Uma das coisas que o Incra cobra é a produção. E como você vai produzir se não tem dinheiro, se não tem insumo, se não tem acesso ao crédito?”, questiona. Com os contratos firmados, os agricultores passaram a ter documentação bancária, notas fiscais e registros que comprovam a atividade produtiva.

Sensível à realidade dos assentamentos, Rita ressalta que o MPO vai além do financiamento de insumos ou infraestrutura. “No meu caso e no de outras pessoas da comunidade, ele é muito mais do que geração de renda. Ele é identidade”, resume. Para a secretária-geral da CSE Repal, o modelo diferenciado voltado à agricultura familiar garante autonomia para investir de acordo com as necessidades de cada produção e oferece condições compatíveis com a realidade do campo. “Se eu tivesse que definir o microcrédito em uma palavra, seria autonomia financeira e liberdade”, conclui.

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26/01/2026 17:30h

Os colegiados foram instituídos com o objetivo de garantir que os recursos sejam aplicados em iniciativas voltadas à recuperação ambiental de bacias hidrográficas

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A gestão de parte dos recursos oriundos do processo de desestatização da Eletrobras ganhou um importante reforço institucional com a criação de comitês gestores responsáveis por direcionar investimentos em ações de revitalização de bacias hidrográficas, sob a presidência do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR). Os colegiados foram instituídos para assegurar que os recursos sejam destinados à recuperação ambiental das bacias, contribuindo para aumentar a disponibilidade de água nos rios e melhorar a operação dos reservatórios das usinas hidrelétricas, sem comprometer o uso prioritário e os múltiplos usos da água.

Para viabilizar a execução dessas ações, foram criadas as contas bancárias específicas para o depósito dos recursos e instituiram-se dois colegiados: o Comitê Gestor da Conta do Programa de Revitalização dos Recursos Hídricos das Bacias Hidrográficas do Rio São Francisco e do Rio Parnaíba (CPR São Francisco e Parnaíba) e o Comitê Gestor da Conta do Programa de Revitalização dos Recursos Hídricos da Área de Influência dos Reservatórios das Usinas Hidrelétricas de Furnas (CPR-Furnas).

Os comitês são órgãos colegiados responsáveis por aprovar a destinação dos recursos e contam com representantes do MIDR, dos ministérios da Agricultura e Pecuária (MAPA), do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), de Minas e Energia (MME), de Portos e Aeroportos (MPOR), das Cidades (MCidades), da Casa Civil da Presidência da República, além da Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Meio Ambiente (Abema). “Os comitês gestores têm o grande objetivo de facilitar não apenas as ações a serem realizadas, mas também a gestão integrada, promovendo o multiuso das águas, a resiliência climática e iniciativas de segurança hídrica. Trata-se de uma ação fundamental e estratégica”, explicou Nelton Friedrich, diretor do Departamento de Revitalização de Bacias Hidrográficas e Planejamento em Segurança Hídrica (DRHB) do MIDR.

Além de facilitar o alinhamento com políticas públicas e planos de recursos hídricos, os comitês gestores fortalecem programas de revitalização hidrográfica. Essas ações unem recuperação ambiental e inclusão social e produtiva, garantindo sinergia essencial para obras de qualquer porte.

Atendendo à exigência legal, a Eletrobras deposita anualmente R$ 350 milhões na conta da CPR São Francisco e Parnaíba e R$ 230 milhões na conta da CPR-Furnas, pelo período de dez anos. As parcelas referentes aos anos de 2023, 2024 e 2025 já foram depositadas e, somadas aos rendimentos, resultam em um saldo disponível de R$ 1,33 bilhão.

Os colegiados são presididos pelo MIDR, que também exerce a função de Secretaria Executiva, oferecendo todo o suporte necessário para a realização das reuniões e para o desenvolvimento das atividades administrativas dos comitês.

Histórico

Desde o início de suas atividades, em agosto de 2023, os colegiados aprovaram oito resoluções e um conjunto expressivo de ações. Ao todo, foram aprovadas 147 iniciativas voltadas às bacias dos rios São Francisco e Parnaíba e 41 ações destinadas à revitalização das áreas de influência dos reservatórios das usinas hidrelétricas de Furnas, que abrangem os estados de Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo.

Ao final de 2025, os comitês gestores consolidaram uma carteira de projetos composta por 188 empreendimentos, que representam aproximadamente R$ 4,5 bilhões em investimentos destinados à revitalização dos recursos hídricos. Desse total, 147 empreendimentos, no valor de R$ 2,8 bilhão, são direcionados às bacias dos rios São Francisco e Parnaíba, enquanto 41 projetos, que somam R$ 1,67 milhões, contemplam as áreas de influência de Furnas.

As ações aprovadas até o momento permitirão ampliar a disponibilidade hídrica para os diversos usos da água e aumentar a flexibilidade operativa dos reservatórios de geração de energia, contribuindo para a segurança hídrica, a sustentabilidade ambiental e o desenvolvimento regional.

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23/01/2026 15:00h

Iniciativa do MIDR em parceria com o Governo do Distrito Federal prevê o plantio de 22 mil mudas para recuperar recursos hídricos e proteger a vegetação nativa do Cerrado

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Com foco na recomposição da vegetação nativa, a proteção das nascentes na Serrinha do Paranoá, no Distrito Federal, o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional participou, nesta quarta-feira, 21 de janeiro, do plantio de mudas nativas do Cerrado// A ação integra o projeto de recuperação ambiental das nascentes locais e prevê o plantio de cerca de 22 mil mudas em áreas estratégicas para a proteção dos recursos hídricos da região.

Como explica Nelton Friedrich, diretor do Departamento de Revitalização de Bacias Hidrográficas do MIDR, a ação faz parte de um convênio entre o Ministério e a Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do Distrito Federal.

“É um convênio que fizemos entre o Ministério de Integração e Desenvolvimento Regional com a Secretaria de Agricultura do DF e que a gente dê uma celeridade nele, dê uma maneira mais intensa de atuar para que pudéssemos ter o que aconteceu hoje. Isso aqui é histórico, são 20 mil, mais de 20 mil árvores que estão sendo plantadas em 40 dias, mas é o início, isso é o primeiro passo de vários passos que temos que fazer, porque esse território há de ser um território sustentável, saudável, ele é rural e é urbano, está junto ao poder da República”

As ações são baseadas em um diagnóstico socioambiental que identificou e avaliou a situação das nascentes da Serrinha do Paranoá, área estratégica para o abastecimento dos córregos locais e do Lago Paranoá.

Maria Consolacion Fernandez, representante do Instituto Oca do Sol, destacou que o momento simboliza o avanço de um trabalho iniciado há quase uma década.

“Esse trabalho iniciou com a tecnologia social Guardiões das Nascentes em 2015, quando foram identificadas mais de 100 nascentes. Neste momento, celebramos o início deste processo de plantio, que ele deve dar continuidade com educação ambiental, com cuidado para que esta Serrinha do Paranoá se torne efetivamente produtora de água e as nascentes abasteçam os nove córregos e o Lago Paranoá tenha água limpa, água de beber para toda a população de Brasília”

O plantio ocorre durante o período chuvoso no Distrito Federal, o que favorece o desenvolvimento das mudas e aumenta a efetividade da recuperação ambiental. A execução do serviço inclui também a manutenção e o monitoramento das áreas recuperadas por um período de 24 meses.

Para saber mais sobre as ações do Governo Federal em Segurança Hídrica, acesse o site.
 

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14/01/2026 20:00h

Expansão do MPO já movimentou R$ 338,6 milhões nas regiões Norte e Centro-Oeste

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Para começar 2026 com novas metas e seguir investindo no empreendimento familiar, produtores rurais estão renovando o contrato de microcrédito produtivo orientado (MPO). A iniciativa, coordenada pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) em parceria com a Caixa Econômica Federal, contribui para o aumento da produtividade e da renda de agricultores familiares, comunidades e povos tradicionais.

A renovação do crédito é um dos fatores que explicam a expansão do programa. Na primeira semana de janeiro, 1.084 novas famílias aderiram ao financiamento rural do MIDR, que soma, nas regiões Norte e Centro-Oeste, 27.356 contratos assinados. Desde o lançamento em dezembro de 2024, o microcrédito movimentou R$ 338,69 milhões nas duas regiões.

Um dos principais atrativos do MPO do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar) são as condições diferenciadas de pagamento. O programa prevê bônus de adimplência para os beneficiários que mantêm as parcelas em dia, com descontos que variam de 25% a 40%, a depender da localidade e da atividade financiada. Na região Norte, o abatimento pode chegar a 40% do valor contratado, reduzindo significativamente o custo final do financiamento e estimulando a renovação do crédito.

É o caso de Lucicleide Pantoja Marques, 29, e Ednaldo Marques Costa, 29, que contrataram, no ano passado, R$ 12 mil cada um. O casal vive com a filha Bruna, de 3 anos, às margens do Rio Tocantins na Ilha de Tabatinga de Carapajó — uma das porções de terra que integram o arquipélago fluvial de Cametá (PA). Inicialmente, eles se preocuparam com o prazo de um ano de carência, mas o bônus de adimplência aliviou no bolso, já que o crédito foi quitado por R$ 7.230. “A gente até pagou antes do prazo. Não deixamos completar um ano”, lembra a pescadora.

No terreno de casa, eles produzem e vendem açaí, e em um sítio no interior de Cametá, cultivam mandioca, cupuaçu e cacau. “Nós queríamos comprar uma rabeta para levar os produtos e o peixe para a cidade. Temos que atravessar o rio para chegar no mercado de Cametá. Foi uma grande ajuda o microcrédito para comprar esse material e chegar lá”, destaca.

Antes de adquirir o barco e o motor rabeta com apoio do microcrédito, Ednaldo dependia de lanchas coletivas e levava mais de uma hora para chegar no mercado de Cametá. Devido ao longo tempo de espera e deslocamento, o pescador perdia clientes no comércio. Com o investimento, o trajeto passou a ser feito em cerca de 30 a 40 minutos. “Como chegávamos à tarde, já tinha muita gente na feira, as pessoas que faziam a venda também. Chegando mais cedo, melhorou bastante pra vendermos nossos produtos”, afirma.

Neste mês, o casal retornou à agência da Cactvs (agência de microfinanças credenciada pela Caixa) em Cametá. Dessa vez, com mais confiança, eles decidiram fazer um contrato diferente para cada um. “O desconto chamou a nossa atenção. É um desconto muito grande”, enfatiza Lucicleide, que contratou R$ 15 mil no início dessa semana. “Vou fazer o meu de novo para ter um valor maior, né?”, garante Ednaldo. O casal ainda não entregou o novo orçamento, mas adianta que pretende comprar um freezer e materiais de pesca.

Acompanhamento técnico faz a diferença

Além das condições financeiras, o microcrédito produtivo orientado se diferencia pelo acompanhamento técnico na estruturação dos investimentos. De acordo com o coordenador de microfinanças da Cactvs no Pará, Vlademir Junior, os produtores se beneficiam das orientações em educação financeira, ambiental e empresarial ao ajustar seus planos de investimento e vislumbrar novas oportunidades. “Muitas vezes o produtor chega com a ideia de investir em um único item, mas, no diálogo, conseguimos estruturar um projeto mais equilibrado, que reduz custos e aumenta a produção”, explica.

Na visão do coordenador de microfinanças, o resultado dessa política pública é impactante. “Passando por diferentes regiões, eu percebo a diferença que tem sido feita através do microcrédito, principalmente nos lugares de difícil acesso, em que o cliente às vezes não tem nem energia elétrica em casa. Conseguimos fazer projetos para energia solar e isso acaba sanando uma vulnerabilidade social, e trazendo dignidade para esse cliente”, afirma.

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14/01/2026 16:30h

Ferramenta interativa desenvolvida pelo MIDR concorre a prêmio especial definido por votação popular até o dia 16 de janeiro

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A ferramenta interativa Desenvolvimento em Jogo, elaborada pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), é finalista da 6ª edição do Prêmio Conexão Inova. O vencedor será definido por votação popular e o público pode participar até o dia 16 de janeiro (sexta-feira), por meio de reações nas publicações dos projetos finalistas no LinkedIn da rede Conexão Inovação Pública. Para que o voto seja validado, é necessário reagir exclusivamente ao post publicado pela própria rede Conexão Inovação Pública.

Inspirado em jogos de RPG, o Desenvolvimento em Jogo apresenta, de forma lúdica e participativa, os principais conceitos da Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR). O objetivo é aproximar as políticas públicas da população, contribuindo para a formação de jovens, estudantes e gestores comprometidos com a redução das desigualdades regionais e com a promoção do desenvolvimento sustentável.

O diretor do Departamento de Políticas de Desenvolvimento Regional e Ordenamento Territorial do MIDR, João Mendes, destaca que a iniciativa aposta no diálogo como base da transformação pública. “A participação social está completamente incorporada nessa iniciativa, assim como a educação popular. Estamos dialogando com públicos de diferentes formações, mas com um mesmo propósito: construir um Estado mais democrático e uma sociedade mais justa e igualitária, em que a sociedade civil não esteja separada do Estado”, afirmou.

Metodologia inovadora

Na dinâmica do jogo, os participantes são divididos em cinco equipes, cada uma representando uma das macrorregiões brasileiras. A partir desse recorte, são desafiados a simular processos de tomada de decisão que envolvem interesses diversos e realidades territoriais distintas. A proposta estimula a reflexão sobre a diversidade do território nacional e sobre a importância da cooperação entre regiões para alcançar um desenvolvimento equilibrado.

De acordo com Taciana Leme, coordenadora-geral de Fortalecimento de Capacidades dos Entes Federados do MIDR e uma das idealizadoras do projeto, a iniciativa amplia as possibilidades de formação e diálogo sobre políticas públicas. “A proposta do Desenvolvimento em Jogo é demonstrar que essa metodologia pode ser aplicada a diferentes áreas, como segurança hídrica, segurança alimentar, igualdade racial e meio ambiente, sempre com foco na formação de pessoas e na construção de governanças regionais”, explicou.

“Ao simular processos de decisão colegiada e aproximar os agentes territoriais da dinâmica real dos territórios, conseguimos traduzir conceitos complexos e mostrar à população que o desenvolvimento regional faz parte do seu dia a dia”, completou a coordenadora. O jogo foi desenvolvido por Taciana Neto Leme em parceria com Joyce Paulino, coordenadora de Fortalecimento de Capacidades dos Entes Federados do MIDR.

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14/01/2026 09:00h

A carga partiu do Terminal Intermodal do Piauí e chegou ao Ceará após 16 horas de viagem, marcando mais uma etapa dos testes da ferrovia

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A expectativa dos produtores rurais nordestinos em torno da circulação dos trens de carga da Transnordestina começou a se confirmar nesta segunda-feira (12), com a chegada de 946,12 toneladas de sorgo ao Terminal Logístico de Iguatu (TLI), no Ceará, durante o segundo teste operacional da ferrovia. A carga percorreu o trajeto em 16 horas e 34 minutos, partindo do Terminal Intermodal do Piauí (TIPI).

A linha férrea operacionalizada pela Transnordestina Logística (TLSA) está em operação desde dezembro de 2025. Apesar de as primeiras cargas transportadas serem de produtos agrícolas, o diretor comercial e de Terminais da TLSA, Alex Trevizan, adianta que a concessionária pretende variar as mercadorias nas próximas viagens experimentais. “Também pretendemos fazer um transporte com soja, mas fugindo um pouco do granel sólido agrícola, verificamos que há a possibilidade, ainda neste mês, de fazer um movimento de gipsita. Talvez no mês que vem de calcário e gesso agrícola, para diversificar um pouco mais para o granel sólido mineral”, afirma.

Não há um número total de viagens ou prazo fixo estipulado para os testes operacionais, já que o tempo de viagem de cada locomotiva pode variar. Esse período, no entanto, é essencial para que a concessionária possa realizar testes em todos os âmbitos da operação da ferrovia.

Um dos principais pontos avaliados é a logística de transbordo e os acessos das carretas. Segundo o diretor, a análise técnica foca na agilidade dos acessos e na integração entre o modal ferroviário e o rodoviário. “Um dos fatores que analisamos é o ponto de carregamento e o ponto da descarga dos produtos, a questão dos acessos das carretas para que elas possam manobrar e fazer o transbordo direto, sai do vagão e já cai rápido no caminhão, para esse giro ser rápido”, explica.

Eficiência operacional

Trevizan ressalta que a velocidade dessa transferência de carga é o que vai garantir a eficiência operacional da Transnordestina, permitindo que os vagões retornem rapidamente à origem para novos ciclos de transporte. Além disso, o desempenho da infraestrutura tem sido positivo. “Quanto mais rápido esse giro é, melhor para a gente e melhor para o cliente. Como a malha é nova, ela corresponde, quando opera, às nossas expectativas de velocidade”, conclui.

O trecho ferroviário autorizado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para o tráfego de cargas tem aproximadamente 679 quilômetros, dos quais 580 estão sendo atualmente utilizados para o transporte comercial. A empresa já prevê outros fluxos no trecho autorizado para circulação, possibilitando outros pontos de origem e destino de acordo com a mercadoria e a demanda dos clientes.

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13/01/2026 18:30h

Para minimizar os danos de um possível desastre em Nova Friburgo, no Rio de Janeiro, a Defesa Civil Nacional anunciou a conclusão da licitação para a construção da barreira SABO

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Ministério das Cidades participou, nesta segunda-feira (12), do lançamento da pedra fundamental da primeira Barreira SABO do país, em Nova Friburgo (RJ). A estrutura a ser construída no bairro Duas Pedras, próximo ao Hospital São Lucas, conta com tecnologia inédita no Brasil e tem como função reduzir o risco de desastre retendo detritos, sedimentos, blocos rochosos, troncos de árvore e outros materiais capazes de causar danos a pessoas e bens materiais durante um evento de chuva extrema.

O evento ocorreu no Teatro Municipal Laercio Rangel Ventura e reuniu autoridades locais, representante da Secretaria Nacional de Periferias (SNP) do Ministério das Cidades (MCID), equipe técnicas do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) e do Governo do Estado do Rio de Janeiro, além de consultores técnicos e autoridades da Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA), que apoia a iniciativa.

Com investimento estimado em R$ 20 milhões disponibilizados pela modalidade Contenção de Encostas do Novo PAC, a obra a ser iniciada é resultado do Projeto SABO, uma cooperação entre Brasil e Japão para aprimorar medidas estruturais para redução de riscos de desastres associados a fluxos de detritos e deslizamentos em áreas urbanas vulneráveis.

O Projeto SABO decorre de ações iniciadas ainda em 2018, no Ministério das Cidades e hoje conta com a gestão compartilhada entre a SNP, do MCID, e a Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, do MIDR. A iniciativa visa ampliar a capacidade técnica brasileira em medidas estruturais para a redução de riscos de desastres, fortalecendo a proteção de comunidades vulneráveis e contribuindo para a construção de cidades mais resilientes.

A construção da barreira representa um marco simbólico e técnico para a cidade de Nova Friburgo, que durante o evento lembrou os 15 anos de um dos maiores desastres já registrados no país. O município foi um dos mais atingidos pelas fortes chuvas de janeiro de 2011 que resultaram em centenas de mortes, desaparecimentos e destruição de bairros inteiros.

Além de Nova Friburgo, outra barreira SABO, também incluída na estratégia de prevenção de desastres com apoio técnico de consultores japoneses, será construída com recursos do Novo PAC Contenção de Encostas em Teresópolis (RJ), também fortemente atingida pelas chuvas em 2011.

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12/01/2026 04:55h

Ministério das Comunicações registra 2,8 mil localidades alcançadas, com investimentos de R$ 4 bilhões e meta de universalização até 2026

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A cobertura 4G em áreas rurais alcançou 1,7 milhão de pessoas entre 2024 e 2025. O dado é do Ministério das Comunicações, coordenador das políticas públicas do setor. Segundo o ministério, 2,8 mil localidades em todo o país foram diretamente beneficiadas pela expansão da cobertura. O investimento é de cerca de R$4 bilhões. 

Para o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, a expansão da conectividade no campo é estratégica para o desenvolvimento do país. “Levar internet de qualidade para quem vive nas áreas rurais é garantir cidadania, inclusão e oportunidades. A conectividade transforma a vida das pessoas, fortalece a economia local e integra milhões de brasileiros à sociedade digital”, disse o ministro.

Siqueira Filho também afirmou que a intenção é universalizar o serviço nas regiões rurais ainda em 2026.

“Todos os estados serão contemplados. As diversas operadoras que atuam nessas regiões estão em fase de implantação e nós estamos acompanhando semanalmente essas implantações para que essa população que ainda não tenha acesso a esse serviço tão essencial possa ter acesso à conectividade através dos seus celulares com a tecnologia 4G”.

A expansão faz parte de um conjunto de políticas públicas de telecomunicações, como reduzir desigualdades regionais a partir do acesso à internet de qualidade fora dos grandes centros urbanos, e outros compromissos assumidos no leilão do 5G – maior evento da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), realizado em 2021, para licitar as faixas de radiofrequência para a quinta geração de internet móvel no Brasil. As ações são coordenadas pelo Grupo de Implantação do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV (Gired).

Ainda de acordo com o ministro das Comunicações, o governo federal pretende lançar um novo leilão do 5G a fim de alcançar áreas rurais que continuam sem internet. “Isso faz parte do programa do edital de 2021 e será concluído nessas localidades espalhadas em todo o Brasil”, afirmou. 

Leilões 
Na modalidade de leilão reverso, as operadoras podem escolher uma ou mais localidades da lista e realizar um lance único para cada uma, abaixo do valor máximo estipulado no edital. Serão vencedoras as empresas que solicitarem o menor valor de subsídio em cada localidade.

O Ministério das Comunicações integra o Grupo de Implantação da TV Digital (Gired). Participam do grupo representantes da Anatel, dos radiodifusores e das operadoras, sendo responsável pelas diretrizes da Seja Digital/EAD.

Impacto
Além de reduzir desigualdades regionais, a expansão da rede fortalece a inclusão digital, estimula a produtividade e contribui para a geração de renda no campo. Entre os setores mais impactados pelo avanço da cobertura 4G em áreas rurais, estão: agricultura, educação, saúde e serviços públicos.

Considerada fator estratégico para a competitividade do agronegócio e para a fixação dos jovens no campo, a internet facilita o ensino dos estudantes, possibilita que produtores rurais adotem tecnologias de agricultura de precisão e amplia o acesso das comunidades aos serviços essenciais e às plataformas governamentais.
 

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