Vacinação

24/05/2026 04:00h

Levantamento da Fiocruz mostra tendência de alta dos casos em 18 estados e reforça importância da vacinação

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A nova edição do Boletim InfoGripe, divulgada nesta quinta-feira (21) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), aponta um aumento contínuo dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em todo país. Segundo o levantamento, o avanço das notificações entre crianças pequenas está associado principalmente ao vírus sincicial respiratório (VSR). Já nas demais faixas etárias, o crescimento dos casos tem sido impulsionado pela influenza A

Segundo o InfoGripe, todas as unidades da federação — com exceção de Rondônia — apresentam incidência de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco. Em 18 estados, o boletim também identificou tendência de crescimento de longo prazo: Acre, Amapá, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Paraíba, Pará, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Roraima, Santa Catarina, Sergipe, São Paulo e Tocantins. 

Entre as capitais, 16 registram atividade de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco, com sinal de crescimento na tendência de longo prazo. São elas: Aracaju (SE), Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Boa Vista (RR), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Macapá (AP), Maceió (AL), Manaus (AM), Natal (RN), Palmas (NA), Porto Alegre (RS), Rio de  Janeiro (RJ) e Salvador (BA). 

VSR e Influenza aumentam hospitalizações

A atualização mostra que os casos de SRAG associados ao VSR seguem em alta na maior parte dos estados do Nordeste e no centro-sul do país. Na Região Norte, o Pará apresenta tendência de crescimento das hospitalizações relacionadas ao vírus, alcançando uma incidência considerada extremamente alta

Nos demais estados do Norte, assim como no Distrito Federal e em Goiás, os casos graves provocados pelo VSR permanecem estáveis ou em queda

O boletim também revela que as internações por influenza A continuam crescendo no Paraná, Rio Grande do Sul e Tocantins. Nos demais estados, a tendência é de queda ou estabilização. Apesar disso, os níveis de hospitalização permanecem elevados em Alagoas, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraíba, São Paulo e Sergipe

Já as ocorrências de SRAG associadas à Covid-19 seguem em baixa na maior parte do país, embora os dados indiquem retomada do crescimento no Ceará e no Maranhão

A pesquisadora do InfoGripe, Tatiana Portella, destaca a importância da vacinação diante do aumento da circulação da influenza A e do VSR. “E mesmo com a baixa circulação da Covid-19, também é importante que a população de risco esteja em dia com as doses de reforço da vacina contra o vírus, já que ele ainda é uma causa importante de óbitos por SRAG entre os idosos”, complementa.

Prevalência dos vírus

Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, a distribuição dos vírus entre os casos positivos de SRAG foi a seguinte:

  • 24,5% de influenza A
  • 4,4% de influenza B
  • 44,5% de VSR
  • 24,4% de rinovírus
  • 2,6% de Sars-CoV-2 (Covid-19)

Entre os óbitos, a presença dos mesmos agentes foi:

  • 51,8% de influenza A
  • 4% de influenza B
  • 11,4% de VSR
  • 15,4% de rinovírus
  • 11,8% de Sars-CoV-2 (Covid-19)

O levantamento do InfoGripe tem como base os dados inseridos no Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe, atualizados até 16 de maio, e é referente à Semana Epidemiológica (SE) 19. Confira outros detalhes no link.

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16/05/2026 18:55h

Ação promovida pelo SESI e Ministério da Saúde ocorreu em 25 estados e no DF com foco na prevenção de doenças no ambiente de trabalho

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Nesta sexta-feira (15), profissionais do setor industrial de todo o país tiveram a oportunidade de se protegerem contra várias doenças durante o Dia D de Vacinação do Trabalhador da Indústria. A ação foi promovida pelo Serviço Social da Indústria (SESI), em parceria com o Conselho Nacional do SESI (CN-SESI) e o Ministério da Saúde em 25 estados e no Distrito Federal, com foco na prevenção de doenças no ambiente de trabalho.

Durante a ação, foram ofertados imunizantes contra Influenza (gripe), difteria e tétano (dT Adulto), Hepatite B, Febre Amarela e a Tríplice Viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola

A expectativa da campanha neste ano é ultrapassar a marca de 21 mil doses aplicadas em trabalhadores da indústria em todo o Brasil. Em 2025, a iniciativa registrou 19.735 doses administradas, distribuídas da seguinte forma: 

  • 8.804 aplicações da vacina dT Adulto 
  • 7.286 doses contra Hepatite B
  • 2.594 da Tríplice Viral
  • 1.051 imunizações contra Febre Amarela

Vacinação fortalece saúde no ambiente de trabalho 

Para o diretor-superintendente do SESI, Paulo Mol, o programa de imunização dos trabalhadores da indústria é uma das iniciativas mais importantes da instituição. 

“O trabalhador imunizado é um trabalhador que previne doenças, que vai se ausentar menos do trabalho e vai conseguir de fato estar mais produtivo e mais saudável”, destaca.

A vacinação foi realizada em indústrias, unidades do SESI, unidades móveis e pontos estratégicos definidos pelos Departamentos Regionais participantes da campanha. 

O presidente do CN-SESI, Fausto Junior, ressalta que levar a imunização para dentro das indústrias facilita o acesso dos trabalhadores às vacinas, amplia a adesão à campanha e reforça o compromisso do SESI com a promoção de ambientes de trabalho mais saudáveis e seguros. 

O diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Éder Gatti, enfatiza que a vacinação segue como uma das principais estratégias de proteção coletiva e individual contra doenças.

“As vacinas são reconhecidas mundialmente como estratégias eficazes para preservar a saúde das pessoas e continuam sendo a principal forma de prevenir casos graves, hospitalizações e mortes por diversas doenças. Além disso, contribuem significativamente para reduzir a disseminação de agentes infecciosos na comunidade”, afirma.

Segundo Gatti, o Ministério da Saúde também tem ampliado os investimentos e as ações para facilitar o acesso da população à imunização em todo o país. 

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16/05/2026 04:05h

Segundo estudo da Fiocruz, doença está associada à circulação do vírus sincicial respiratório; hospitalizações por influenza A também avançam

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Todos os estados e o Distrito Federal apresentam alta incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). É o que revela a nova edição do Boletim InfoGripe, divulgada nesta quinta-feira (14) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Segundo o levantamento, o aumento dos casos ocorre principalmente entre crianças menores de dois anos e está associado, sobretudo, à circulação do vírus sincicial respiratório (VSR)

Nas demais faixas etárias, o número de ocorrências já apresenta sinais de estabilização. Em boa parte da Região Norte — incluindo Amazonas, Roraima, Rondônia e Tocantins — e em alguns estados do Centro-Oeste, como Goiás e Mato Grosso, há indícios de interrupção no crescimento ou até redução das notificações

O estudo também aponta avanço das hospitalizações por influenza A em todos os estados da Região Sul e em alguns estados do Norte, como Roraima e Tocantins, além de estados do Sudeste, entre eles São Paulo e Espírito Santo. 

A pesquisadora do Boletim InfoGripe e do Programa de Computação Científica da Fiocruz, Tatiana Portella, reforça que a vacinação continua sendo a principal forma de prevenir casos graves e mortes causadas pelo VSR e pela influenza A

“A vacina contra o VSR é aplicada em gestantes a partir da 28ª semana e protege os bebês principalmente durante os seis primeiros meses de vida. Também existem anticorpos monoclonais contra o VSR disponíveis de graça no SUS, que podem ser aplicados em crianças prematuras ou menores de dois anos com comorbidades. Já a vacina anual contra a influenza é destinada aos grupos prioritários, como idosos, gestantes, pessoas com comorbidades e crianças de até 6 anos”, informa.

O rinovírus também tem contribuído para o aumento dos casos de SRAG em estados do Norte, como Amazonas e Amapá; do Sudeste, como Minas Gerais e Rio de Janeiro; e do Sul, incluindo Rio Grande do Sul e Santa Catarina. 

Por outro lado, os casos de SRAG associados à Covid-19 seguem em queda na maior parte do país, com desaceleração do crescimento observada no Ceará e no Maranhão

Cenário geral da SRAG

Segundo o InfoGripe, diversos estados ainda permanecem em níveis de alerta, risco ou alto risco para SRAG. A lista inclui Acre, Amapá, Amazonas, Bahia, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Paraíba, Pará, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins

Entre as capitais, 15 registram atividade de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco, com sinal de crescimento na tendência de longo prazo. Estão nessa lista Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), Florianópolis (SC), Macapá (AP), Maceió (AL), Manaus (AM), Palmas (TO), Porto Alegre (RS), Rio Branco (AC), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), São Paulo (SP) e Teresina (PI).

Prevalência dos vírus

Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, a distribuição dos vírus entre os casos positivos de SRAG foi a seguinte:

  • 27,2% de influenza A
  • 3,7% de influenza B
  • 41,5% de VSR
  • 25,5% de rinovírus
  • 2,9% de Sars-CoV-2 (Covid-19)

Entre os óbitos, a presença dos mesmos agentes foi:

  • 51,8% de influenza A
  • 4% de influenza B
  • 11,4% de VSR
  • 15,4% de rinovírus
  • 11,8% de Sars-CoV-2 (Covid-19)

O levantamento do InfoGripe tem como base os dados inseridos no Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe, atualizados até 9 de maio, e é referente à Semana Epidemiológica (SE) 18. Confira outros detalhes no link.

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09/05/2026 04:05h

Fiocruz afirma que avanço das doenças respiratórias acompanha o período sazonal de maior circulação dos vírus no país

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A nova edição do Boletim InfoGripe, divulgada na quinta-feira (7) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), revela que o aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no país é causado pelo período sazonal de maior circulação do vírus da influenza A e do vírus sincicial respiratório (VSR).

Segundo o levantamento, o crescimento das notificações já era esperado para esta época do ano, com maior intensidade prevista para meados de maio. No entanto, como a circulação da influenza A começou mais cedo em 2026, especialmente no Norte e Nordeste do país, alguns estados dessas regiões já apresentam sinais de queda nos casos confirmados pela doença. 

Por outro lado, toda a Região Sul, alguns estados do Norte — como Acre, Rondônia e Roraima — e do Sudeste — como São Paulo e Espírito Santo —, além de Alagoas, continuam registrando avanço nos casos de SRAG associados à influenza A

O boletim também alerta para o aumento das ocorrências de SRAG provocadas pelo VSR, vírus que afeta principalmente crianças menores de 2 anos. O crescimento foi identificado em estados de todas as regiões do país, entre eles Amapá, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. 

Acre, Goiás, Roraima e Rondônia apresentam sinais de queda dos casos de VSR, enquanto em Alagoas, Amazonas, Mato Grosso, Sergipe e Tocantins, o cenário é de estabilidade ou oscilação

Os casos de SRAG associados à Covid-19 apresentam tendência de alta apenas nos estados do Ceará e Maranhão

Cenário geral da SRAG

Com exceção de Paraná e São Paulo, todas as unidades da federação apresentam incidência de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco. Em grande parte delas, há tendência de crescimento no longo prazo, como Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Distrito Federal, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Pará, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Santa Catarina. 

Entre as capitais, 18 registram atividade de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco, com sinal de crescimento de SRAG na tendência de longo prazo. Estão nessa lista Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), Florianópolis (SC), Goiânia (GO), João Pessoa (PB), Macapá (AP), Maceió (AL), Manaus (AM), Natal (RN), Porto Alegre (RS), Rio Branco (AC), Rio de Janeiro (RJ), São Luís (MA), São Paulo (SP) e Teresina (PI). 

Segundo o InfoGripe, na maioria dessas capitais, o aumento das internações por SRAG ocorre principalmente entre crianças menores de 2 anos. O destaque é para Maceió, Palmas e Campo Grande, onde também foi observado crescimento dos casos entre idosos

Prevalência dos vírus

Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, a distribuição dos vírus entre os casos positivos de SRAG foi a seguinte:

  • 28,9% de influenza A
  • 3,7% de influenza B
  • 38% de VSR
  • 26,8% de rinovírus
  • 3,1% de Sars-CoV-2 (Covid-19)

Entre os óbitos, a presença dos mesmos agentes foi:

  • 49,2% de influenza A
  • 4,3% de influenza B
  • 7,8% de VSR
  • 19,5% de rinovírus
  • 14,1% de Sars-CoV-2 (Covid-19)

O levantamento do InfoGripe tem como base os dados inseridos no Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe, atualizados até 2 de maio, e é referente à Semana Epidemiológica (SE) 17. Confira outros detalhes no link.

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02/05/2026 04:00h

Crescimento dos casos é impulsionado por vírus sazonais, como VSR e influenza A; vacinação é principal forma de se proteger

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A maior parte do Brasil apresenta incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em nível de alerta, risco ou alto risco. É o que revela a nova edição do Boletim InfoGripe, divulgado na quarta-feira (29) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Somente Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul estão fora desse cenário epidemiológico. De acordo com a Fiocruz, o quadro reflete a sazonalidade do vírus sincicial respiratório (VSR) e da influenza A no país

Outro ponto de atenção é o aumento contínuo dos casos de SRAG associados ao VSR em todas as unidades da federação. A doença atinge principalmente crianças de até dois anos de idade

Segundo o levantamento, o avanço das notificações foi observado no Acre, Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Minas Gerais, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Pará, Pernambuco, Paraná, Paraíba, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe e São Paulo. 

Por outro lado, Goiás, Maranhão e Tocantins já apresentam indícios de estabilidade, enquanto Amazonas, Mato Grosso, Rondônia e Roraima  indicam sinais de queda.

O boletim também aponta crescimento dos casos de SRAG associados à influenza A em boa parte do Centro-Sul — Distrito Federal, Espírito Santo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo —, em alguns estados do Norte — Acre, Rondônia e Roraima —, além de Alagoas e Paraíba, no Nordeste

No entanto, há uma tendência de queda em diversos estados do Norte — Amazonas, Amapá, Pará e Tocantins —, do Nordeste — Bahia, Ceará, Maranhão, Piauí e Rio Grande do Norte —, além de Mato Grosso. Goiás e Sergipe já sinalizam interrupção do crescimento dos casos de gripe.

Vacinação

A pesquisadora do Boletim InfoGripe e do Programa de Computação Científica da Fiocruz, Tatiana Portella, afirma que a vacinação é a principal forma de prevenir casos graves de VSR e influenza. 

“É essencial que a população que faz parte dos grupos prioritários — como crianças, idosos e pessoas com comorbidade — tomem a dose atualizada da vacina da gripe durante o período da campanha, para ficarem protegidas no momento de maior circulação desses vírus”, reforça.

Portella também orienta que a vacina contra o VSR pode ser aplicada em qualquer época do ano e é indicada para gestantes a partir da 28ª semana de gravidez, garantindo a proteção dos bebês nos primeiros meses de vida. 

Prevalência dos vírus

Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, a distribuição dos vírus entre os casos positivos de SRAG foi a seguinte:

  • 31,6% de influenza A
  • 2,9% de influenza B
  • 36,2% de VSR
  • 26% de rinovírus
  • 3% de Sars-CoV-2 (Covid-19)

Entre os óbitos, a presença dos mesmos agentes foi:

  • 46,9% de influenza A
  • 4,3% de influenza B
  • 8,3% de VSR
  • 20,5% de rinovírus
  • 16,9% de Sars-CoV-2 (Covid-19)

O levantamento do InfoGripe tem como base os dados inseridos no Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe, atualizados até 25 de abril, e é referente à Semana Epidemiológica (SE) 16. Confira outros detalhes no link.

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24/04/2026 04:15h

Equipes de saúde estarão nas escolas públicas entre 24 e 30 de abril; imunização tem foco em doenças como meningite, sarampo, HPV e covid-19

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Começa nesta sexta-feira (24) a Semana de Vacinação nas Escolas voltada a atualizar as cadernetas de vacinação de crianças e jovens. A mobilização vai ocorrer em quase todos os municípios brasileiros com o objetivo de atingir 104,9 mil escolas e alcançar 27 milhões de estudantes de 9 a 15 anos. A semana de vacinação vai até 30 de abril.

O objetivo da iniciativa da Saúde e da Educação é elevar os índices de imunização nas instituições de ensino de 5.544 municípios. A iniciativa integra o Programa Saúde na Escola (PSE) e tem como foco atualizar a imunização desse público contra doenças como meningite, sarampo, HPV e covid-19. 

A vacinação dos estudantes vai ocorrer mediante autorização dos pais ou responsáveis.

Além do calendário regular, a estratégia inclui a vacina contra o HPV para jovens de 15 a 19 anos que ainda não receberam as doses recomendadas. Nestes casos, a ação contempla alunos do ensino médio e da Educação de Jovens e Adultos (EJA).

Incentivo à vacinação 

O Ministério da Saúde também usa a tecnologia para lembrar as famílias quando é a hora de vacinar as crianças por meio de lembretes (push) pelo app da Caderneta Digital de Vacinação da Criança. Os lembretes aparecem no app conforme a idade das crianças.

Pela Caderneta Digital de Saúde da Criança no aplicativo Meu SUS Digital é possível acompanhar, em tempo real, o histórico de vacinas e consultar a previsão das próximas doses.

O Governo do Brasil também tem intensificado o incentivo à vacinação pelo whatsapp e pelo Meu SUS Digital, com 39 milhões de disparos apenas este ano, sendo 10,2 milhões via whatsapp.

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21/04/2026 04:15h

Alta é impulsionada pelo crescimento das hospitalizações por vírus sincicial respiratório

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Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) aumentaram entre crianças menores de dois anos nas regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste. A informação consta no mais recente Boletim InfoGripe, divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Segundo o levantamento, o avanço é impulsionado principalmente pelo aumento das hospitalizações causadas pelo vírus sincicial respiratório (VSR) nessa faixa etária.

A pesquisadora do InfoGripe e do Programa de Computação Científica (Procc/Fiocruz), Tatiana Portella, explica que o VSR é uma das principais causas de bronquiolite e destaca a importância da vacinação.

“É essencial que gestantes a partir da 28ª semana tomem a vacina contra o vírus para que seus bebês fiquem protegidos nos primeiros meses de vida”, orienta. 

Cenário nacional

No geral, os casos de SRAG apresentam estabilidade na tendência de curto e de longo prazo. 

Segundo o boletim, houve um aumento das ocorrências relacionadas ao VSR em todo o Centro-Oeste e em parte do Sudeste — São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo — além de diversos estados do Norte — Acre, Pará, Tocantins e Roraima — e do Nordeste — Maranhão, Paraíba, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia.

Em relação à influenza A, os casos seguem em crescimento em boa parte da região Centro-Sul — Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina — além de alguns estados do Nordeste — Paraíba, Alagoas e Sergipe — e do Norte — Amapá, Acre e Rondônia.

Por outro lado, o boletim aponta queda dos casos de SRAG associados à influenza A em vários estados do Nordeste, como Maranhão, Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte, Bahia e Pernambuco, além do Pará e do Rio de Janeiro.

Diante desse cenário, Tatiana Portella reforça a importância da vacinação para os grupos prioritários, como crianças de até seis anos e idosos.

“Com o aumento das hospitalizações por influenza A em diversos estados do país, é fundamental que a população prioritária que ainda não se vacinou procure um posto de saúde o quanto antes para receber a dose anual da vacina”, recomenda.

Os casos de SRAG associados ao rinovírus apresentam sinais de interrupção do crescimento ou queda na maior parte do país. No entanto, continuam aumentando nos estados do Pará e Mato Grosso.

Já os casos graves por Covid-19 seguem em níveis baixos no Brasil.

Prevalência dos vírus

Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, a distribuição dos vírus entre os casos positivos de SRAG foi a seguinte:

  • 32,2% de influenza A
  • 2,4% de influenza B
  • 26,3% de VSR
  • 33% de rinovírus
  • 5,5% de Sars-CoV-2 (Covid-19)

Entre os óbitos, a presença dos mesmos agentes foi:

  • 40,8% de influenza A
  • 4,1% de influenza B
  • 5,3% de VSR
  • 26,9% de rinovírus
  • 23,3% de Sars-CoV-2 (Covid-19)

O levantamento do InfoGripe tem como base os dados inseridos no Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe, atualizados até 11 de abril, e é referente à Semana Epidemiológica (SE) 14. Confira outros detalhes no link.

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14/04/2026 04:15h

Apesar das mudanças genéticas, especialistas afirmam que não há indícios de aumento na gravidade da doença

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A variante BA.3.2 do coronavírus — também chamada de “Cicada” — já foi identificada em pelo menos 23 países. O principal diferencial dessa linhagem é a maior capacidade de escapar dos anticorpos, em comparação com variantes predominantes atualmente e que são alvo das vacinas, como a JN.1 e a LP.8.1. Os dados são do recente relatório dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), principal agência federal de saúde pública dos Estados Unidos.

Desde o início da pandemia de Covid-19, novas variantes do SARS-CoV-2 surgem regularmente devido a mutações na chamada proteína spike, estrutura usada pelo vírus para entrar nas células humanas. Quando essas mutações ocorrem, o vírus pode se tornar mais transmissível ou reduzir a eficácia dos anticorpos gerados por vacinas ou infecções anteriores. Por isso, as vacinas precisam ser atualizadas periodicamente para acompanhar as variantes mais recentes em circulação.

Segundo o relatório, a BA.3.2 descende da linhagem BA.3, que circulou brevemente junto com variantes como BA.1 e BA.2 entre o final de 2021 e 2022. Essa nova linhagem apresenta aproximadamente 70 a 75 mutações na proteína spike, o que explica sua maior capacidade de escapar da resposta imunológica.

Especialistas dizem que não há motivo para alarme

Apesar da maior capacidade de escape imunológico, a Rede Global de Vírus (GVN, na sigla em inglês) afirma que não há evidências, até o momento, de que a BA.3.2 cause doença mais grave e que os dados disponíveis não justificam estado de alerta ou maior preocupação.

Em nota, a entidade explica que, embora o escape imunológico possa aumentar a probabilidade de infecção ou reinfecção, isso não significa redução da proteção contra casos graves

Segundo a GVN, as mudanças observadas são compatíveis com a evolução natural esperada do coronavírus e de outros vírus respiratórios. Em vez de indicar uma nova ameaça imediata, a BA.3.2 reforça a importância da vigilância constante.

Detecções globais

A variante BA.3.2 foi identificada pela primeira vez em 22 de novembro de 2024, na África do Sul, em uma amostra coletada por swab nasal de um menino de 5 anos.

O segundo registro ocorreu em 17 de março de 2025, em Moçambique, seguido por detecções em:

  • Países Baixos, em 12 de abril
  • Alemanha, em 29 de abril

Após esses primeiros registros, outros casos foram poucos frequentes até setembro de 2025, quando começaram a aumentar. O maior número de detecções ocorreu na primeira semana de dezembro de 2025.

Até 11 de fevereiro de 2026, a variante havia sido identificada em 23 países, incluindo casos nos Estados Unidos em viajantes vindos do Japão, Quênia, Países Baixos e Reino Unido.

Entre novembro de 2025 e janeiro de 2026, a variante chegou a representar cerca de 30% das sequências analisadas em três países europeus: Dinamarca, Alemanha e Países Baixos. Mesmo assim, a incidência geral de Covid-19 nesses locais não foi maior do que em anos anteriores.

Até o momento, o Brasil não registrou casos da linhagem BA.3.2.

Vacinas podem ser atualizadas em 2026

A próxima reunião da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre a composição das vacinas contra Covid-19 está programada para maio de 2026. O encontro será conduzido por grupo técnico responsável por avaliar se a fórmula das vacinas precisa ser atualizada.

Durante a reunião, serão analisados:

  • os dados epidemiológicos mais recentes
  • a duração da proteção oferecida pelas vacinas
  • o tempo necessário para atualizar novas versões das vacinas

Durante a reunião, também serão apresentados resultados de testes com diferentes variantes do vírus, com o objetivo de avaliar quais vacinas oferecem melhor proteção e se novas linhagens, como a BA.3.2, conseguem escapar dos anticorpos.

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11/04/2026 04:00h

Levantamento da Fiocruz aponta queda nos casos de SRAG por influenza A nas regiões Norte e Nordeste, mas reforça importância da vacinação

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O mais recente Boletim InfoGripe, divulgado nesta quinta-feira (9) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), aponta aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) associados ao vírus influenza A em grande parte da Região Centro-Sul do país.

Segundo o levantamento, o crescimento foi observado em estados como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. No Nordeste, o avanço da doença também foi identificado em estados como Paraíba, Alagoas e Sergipe.

Por outro lado, algumas localidades já apresentam sinais de estabilização ou queda nos casos de influenza A. Esse cenário foi observado em estados do Norte Amapá, Pará e Rondônia —, além de estados do Nordeste, como Maranhão, Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte, Bahia e Pernambuco, e também no Rio de Janeiro.

“Supergripe” é mais transmissível, mas não mais grave

Apesar do subclado K do vírus Influenza A (H3N2), chamada de “supergripe”, estar em circulação no país e ser mais transmissível, a pesquisadora do Boletim InfoGripe, Tatiana Portella, afirma que a cepa não causa mais óbitos ou casos graves em relação aos outros vírus da gripe.

“O vírus da Influenza A do subclado K, que está circulando agora no Brasil, já circulou no Hemisfério Norte. O que sabemos desse vírus é que é mais transmissível, então causa mais casos de gripe, mas não é mais virulento. Ele não causa mais casos graves ou óbitos em relação aos outros vírus da influenza. O vírus da influenza está sempre sofrendo mutações, por isso que a vacina contra o vírus é atualizada todo ano para proteger contra as subvariantes que mais circulam nos hemisférios Norte e Sul”, destaca Tatiana Portella.

O vírus da influenza está sempre sofrendo mutações, por isso a vacina contra o vírus é atualizada todo ano. A atual vacina da influenza aqui do Brasil é a mais atualizada e protege contra o subclado K.

A pesquisadora da Fiocruz garante que a principal forma de prevenção é a vacinação e que o atual imunizante aplicado no Brasil protege contra a “supergripe”.

Outros vírus respiratórios também preocupam

Além da influenza, o boletim destaca o aumento de casos de SRAG causados pelo vírus sincicial respiratório (VSR), que afeta principalmente crianças de até dois anos.

O crescimento foi registrado em diversos estados do Nordeste — Paraíba, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia —, além de estados do Centro-Oeste — Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal — e do Sudeste — São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo.

Em algumas localidades do Norte — Acre, Roraima e Amazonas — já há indicação de queda nos casos associados ao VSR.

Já os casos graves provocados por rinovírus apresentam sinais de interrupção do crescimento ou queda na maior parte do país, mas ainda seguem em alta nos estados do Pará, Maranhão, Mato Grosso e Alagoas.

Por outro lado, os casos graves por Covid-19 continuam em níveis baixos em todo o território nacional.

Estados e capitais em alerta

O boletim indica que 13 das 27 unidades federativas apresentam níveis de alerta, risco ou alto risco para SRAG, com tendência de crescimento no longo prazo. Entre elas estão:

  • Norte: Acre, Pará e Tocantins
  • Nordeste: Maranhão, Rio Grande do Norte, Paraíba, Alagoas, Sergipe e Bahia
  • Centro-Oeste: Mato Grosso e Goiás
  • Sudeste: Minas Gerais e Espírito Santo

Entre as capitais, 11 apresentam níveis elevados de atividade de SRAG, também com tendência de crescimento: Palmas (TO), Cuiabá (MT), São Luís (MA), Natal (RN), João Pessoa (PB), Recife (PE), Aracaju (SE), Maceió (AL), Belo Horizonte (MG), Vitória (ES) e Rio de Janeiro (RJ).

Prevalência dos vírus

Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, a distribuição dos vírus entre os casos positivos de SRAG foi a seguinte:

  • 30,7% de influenza A
  • 2,0% de influenza B
  • 19,9% de VSR
  • 40,8% de rinovírus
  • 6,2% de Sars-CoV-2 (Covid-19)

Entre os óbitos, a presença dos mesmos agentes foi:

  • 40,5% de influenza A
  • 3,2% de influenza B
  • 5,5% de VSR
  • 27,3% de rinovírus
  • 25,0% de Sars-CoV-2 (Covid-19)

O levantamento do InfoGripe tem como base os dados inseridos no Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe, atualizados até 4 de abril, e é referente à Semana Epidemiológica (SE) 13. Confira outros detalhes no link.

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03/04/2026 04:15h

Boletim da Fiocruz aponta aumento de SRAG em grande parte dos estados e reforça importância da vacinação

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Os casos de influenza A continuam em crescimento em todo o país. Esse é destaque do mais recente Boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado nesta quarta-feira (1º). 

Segundo a análise, a maioria dos estados das regiões Norte, Centro-Oeste, Nordeste e Sudeste apresenta níveis de atividade de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) classificados como alerta, risco ou alto risco, com tendência de crescimento.

Grande parte dos casos registrados está associada à influenza A, ao vírus sincicial respiratório (VSR) e ao rinovírus — agentes que podem evoluir para quadros graves e levar a óbito.

Diante desse cenário, a pesquisadora do Boletim InfoGripe, Tatiana Portella, destaca que a principal forma de prevenção é a vacinação.

“Por isso, é fundamental que pessoas dos grupos prioritários como idosos, crianças, pessoas com comorbidades e profissionais da saúde e da educação estejam em dia com a vacina contra a influenza. Também é importante que gestantes a partir da 28ª semana recebam a vacina contra o VSR, garantindo proteção aos bebês desde o nascimento”, afirma em nota.

Campanha de vacinação contra a gripe

A campanha de vacinação contra a gripe já começou nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste. O objetivo é ampliar a cobertura vacinal antes do período de maior contaminação do vírus, no inverno. Coordenada pelo Ministério da Saúde, a ação segue até 30 de maio

A vacina disponibilizada pelo SUS protege contra os principais vírus em circulação, incluindo influenza A (H1N1 e H3N2) e influenza B.  

Devem procurar as Unidades Básicas de Saúde (UBS) crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes e pessoas com 60 anos ou mais. A campanha também contempla outros grupos considerados de maior risco, como:

  • puérperas (até 45 dias após o parto), 
  • trabalhadores da saúde e da educação, 
  • povos indígenas, 
  • quilombolas;
  • pessoas em situação de rua;
  • pessoas com comorbidades ou deficiência permanente;
  • caminhoneiros, 
  • trabalhadores do transporte coletivo;
  • trabalhadores portuários e dos correios; 
  • profissionais das forças de segurança e das forças armadas;
  • população privada de liberdade; e
  • jovens em medidas socioeducativas. 

Situação nos estados

Segundo o levantamento, houve sinais de queda nos casos de influenza A no Pará, Ceará e Pernambuco. No entanto, os casos continuam em crescimento na maior parte do Nordeste — incluindo Maranhão, Piauí, Rio Grande do Norte, Paraíba, Alagoas, Sergipe e Bahia — e em todos os estados do Sudeste. Também há aumento em parte do Norte (Amapá e Rondônia), do Centro-Oeste (Mato Grosso e Mato Grosso do Sul) e no Paraná.

Os casos de SRAG causados por VSR seguem em alta em diversos estados do Norte (Acre, Amazonas, Pará e Rondônia), Nordeste (Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia) e Centro-Oeste (Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal). No Sudeste, há sinais iniciais de crescimento em São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo.

Já os casos de rinovírus continuam aumentando em estados do Norte (Amapá, Acre, Amazonas, Pará e Rondônia), Nordeste (Alagoas, Rio Grande do Norte, Paraíba e Bahia) e Sudeste (Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo). Por outro lado, há indícios de interrupção do crescimento em estados do Centro-Oeste e Sul, além de Maranhão, Ceará, Pernambuco, Sergipe e São Paulo.

Tatiana Portella reforça que pessoas que vivem em estados com alta incidência de SRAG devem utilizar máscaras em locais fechados e com maior aglomeração, especialmente aquelas que fazem parte de grupos de risco. “Além disso, é importante manter a higiene, como lavar sempre as mãos. Em caso de sintomas de gripe ou resfriado, o ideal é manter o isolamento”, recomenda.

Prevalência dos vírus

Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, a distribuição dos vírus entre os casos positivos de SRAG foi a seguinte:

  • 27,4% de influenza A
  • 1,5% de influenza B
  • 17,7% de VSR
  • 45,3% de rinovírus
  • 7,3% de Sars-CoV-2 (Covid-19)

Entre os óbitos, a presença dos mesmos agentes foi:

  • 36,9% de influenza A
  • 2,5% de influenza B
  • 5,9% de VSR
  • 30% de rinovírus
  • 25,6% de Sars-CoV-2 (Covid-19)

O levantamento do InfoGripe tem como base os dados inseridos no Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe, atualizados até 28 de março, e é referente à Semana Epidemiológica (SE) 12. Confira outros detalhes no link.

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