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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

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a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

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a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

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Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

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a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

Vacinação

26/02/2021 11:10h

Segundo o Ministério da Saúde, a chegada de mais imunizantes permite ampliar a vacinação para outros grupos prioritários

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O Ministério da Saúde recebeu, na quarta-feira (24), 3,2 milhões de doses de vacinas contra Covid-19. Do total, 2 milhões são da vacina AstraZeneca, importada da Índia, e entregues pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e 1,2 milhão são do imunizante do Instituto Butantan. A distribuição aos estados e municípios deve ocorrer nos próximos dias, de acordo com o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19.

Segundo a pasta, a chegada de mais doses permite ampliar a vacinação para outros grupos prioritários, como pessoas nas faixas etárias de 85 a 89 anos e de 80 a 84 anos, além de 3.837 indígenas e 8% dos trabalhadores da Saúde.

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Prefeitos e Congresso Nacional devem discutir auxílio emergencial e vacinação

A Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério informa que a nova remessa de doses recebidas pelo Butantan já contempla a entrega das duas doses, necessárias para a imunização completa. Por isso, os estados e municípios devem fazer a reserva do imunizante para aplicação da segunda dose, conforme o prazo recomendado de duas a quatro semanas. 

No caso da vacina da AstraZeneca, o Ministério esclarece que a segunda dose será entregue em outro momento.

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26/02/2021 00:00h

Em entrevista ao portal Brasil61.com, epidemiologista explica que o País possui logística capaz de imunizar a população, mas faltam doses

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O Brasil recebeu mais 3,2 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 na última quarta-feira (24), o que permitiu ampliar a imunização para outros grupos prioritários. Apesar do montante, a imunização em massa ainda está longe de ser alcançada e o número diário de mortes pela doença não para de aumentar. 

Em entrevista exclusiva ao portal Brasil61.com, o epidemiologista e doutor em Saúde Pública pela Universidade de São Paulo, José Cassio de Moraes, explica que o País possui logística capaz de imunizar a população, mas faltam doses. O entrevistado também é professor titular da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, membro do Observatório Covid-19, colaborador da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), do Ministério da Saúde, e da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo. 

Para ele, que já participa do planejamento de campanhas de vacinação no Brasil desde 1975, quando a população foi vacinada contra a meningite, o problema atual é a falta de abastecimento.

“Em 1975, nós vacinamos, em 3 dias, na Grande São Paulo, 9 milhões de pessoas. Houve um planejamento que varreu a cidade de norte a sul. Tivemos uma cobertura vacinal de mais de 95%. Com relação a Covid-19, falta tudo. O recebimento da vacina é gota a gota. Não temos certeza de quantas vacinas vão chegar”, avalia. 

Arte - Brasil 61

Segundo o epidemiologista, o problema não está no Programa Nacional de Imunização (PNI) – uma vez que ele tem capacidade de imunizar 2 milhões de pessoas diariamente, em quase 40 mil salas de vacina espalhadas pelo Brasil – mas sim na falta de planejamento no nível do Ministério da Saúde.

O contingente populacional, elencado como primeira prioridade para receber a vacina contra Covid-19, é de 75 milhões, o que demanda 150 milhões de doses. Segundo o doutor José Cassio de Moraes, a estrutura do PNI permite aplicar 50 milhões de doses por mês, caso houvesse vacina disponível. Portanto, em três meses, a cobertura vacinal desse grupo estaria completa. 

“Como não tem [vacina], as unidades precisam selecionar as pessoas que vão receber a vacina ou não. Isso faz um retardo no cumprimento do calendário. Nos municípios que têm critérios mais elásticos, há uma invasão de pessoas das cidades vizinhas para se vacinar.” O problema, segundo o professor, é que as doses podem se esgotar antes de iniciar a etapa da segunda dose de imunização.

O especialista aponta outras medidas que poderiam acelerar a vacinação, caso houvesse doses disponíveis.

“Aumentar mais postos, colocar pessoas leigas para fazer o registro das doses aplicadas e deixar o vacinador só fazendo a vacina; isso só vai aumentar”, recomenda.

Novas cepas do coronavírus

A cada dia, novas variantes do coronavírus são descobertas pelas autoridades em saúde. O doutor José Cassio de Moraes comenta os estudos feitos até agora.
“AstraZeneca funciona muito com a variante britânica. Ainda não temos estudos a respeito da variante P1 que está ocorrendo em Manaus. A vacina do Coronavac, em tese, pode ser que tenha menor variação de proteção em relação a essas variantes, porque tem o vírus morto”, explica.

Mas, segundo o epidemiologista, os estudos precisam ser constantes para verificar a frequência das variações do coronavírus. No caso da Influenza, as mutações são tão diversas, que é necessário aplicar uma vacina anualmente.

“Basta ver, por exemplo, que a vacina da Influenza, a gente tem praticamente uma vacina diferente a cada ano. Então pode ser que a vacina de 2020 não sirva para 2021. A cada ano, a Organização Mundial de Saúde se reúne para definir qual será a cepa do ano seguinte, da vacina da Influenza”. De acordo com o doutor José Cássio de Moraes, ainda não se sabe se o mesmo pode ocorrer com o coronavírus, já que sua mutação é bem menor.

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Papel dos Municípios e da Sociedade

É papel dos municípios administrar as quase 40 mil salas de vacinação espalhadas pelo Brasil. Mas, além desse trabalho, as prefeituras também precisam fazer campanhas de conscientização sobre a importância da imunização.

“Se não houver uma conscientização para utilizar a vacina, distanciamento social, máscara, lavagem da mão, essas medidas vão ter um efeito muito limitado, ou nenhum efeito”. O epidemiologista critica a falta de campanhas de conscientização, feitas pelo governo, sobre a importância da vacina contra a Covid-19.

Por outro lado, segundo o especialista, a população também precisa fazer a sua parte e cumprir com as medidas de segurança sanitária, especialmente o distanciamento social e o uso correto das máscaras. 

Ele cita como exemplo o cinto de segurança nos veículos, usado pela grande maioria da população, que se conscientizou sobre sua importância. “Você não tem um fiscal para cada carro. Mas a população se conscientizou da importância do cinto de segurança e todo mundo hoje usa cinto”.

Distanciamento Social

O epidemiologista José Cassio de Moraes avalia que as medidas de distanciamento social no Brasil foram mal feitas e por isso geraram prejuízos financeiros. 

“No lockdown bem feito, as pessoas têm que ir para a rua somente em casos de absoluta necessidade ou trabalhador dessas áreas essenciais. Fechar a rua das 22h às 5h, funciona muito pouco. Se a gente conseguir fechar, por um curto período de tempo, mas bem feito, com índice de adesão alto, cai a transmissão”, avalia.

Em relação à volta às aulas, o especialista diz que é preciso analisar vários aspectos, antes de chegar a um consenso sobre o retorno presencial, tais como o prejuízo na aprendizagem; as estruturas das escolas públicas que não foram melhoradas; a dependência de alunos pela merenda escolar; a aglomeração em casa, na escola e no transporte; entre outros fatores.

Infodemia

Em meio à crise provocada pela pandemia da Covid-19, movimentos antivacina bombardeiam, principalmente a redes sociais, de falsas informações sobre os imunizantes. Algumas mensagens conspiratórias chegam a dizer que a vacina contra o coronavírus tem relação com a tecnologia 5G. O professor e doutor José Cassio de Moraes classifica esse movimento como infodemia.

“Para quem tem acesso à internet, é fácil saber que aquilo é uma mentira. Mas quem não tem, ou não quer pesquisar, vai disseminando essa informação – o que a gente chama de infodemia”, explica.

Além da Covid-19, a hesitação vacinal tem diminuído a imunização contra outras doenças, que inclusive já tinham sido erradicadas do Brasil, como o sarampo, que voltou a circular nos últimos anos.

Para combater a infodemia, o especialista recomenda que o governo tenha uma comunicação efetiva.

“Ter o seu canal de mídia, apoiar os canais de mídia que tenham sentido de fornecer informações, de divulgar dados corretos etc. Só que a nível de governo, nós saímos do século 20 e voltamos para o século 19”. Ele cita a campanha de vacinação contra o sarampo, que em 2020 ficou abaixo da meta e teve pouca divulgação pelo governo.

Pós-pandemia

Os estudos ainda não são capazes de dizer se o indivíduo, que já se infectou com um determinado tipo de variante do coronavírus, pode se reinfectar com outra cepa. Segundo o epidemiologista, essa análise demanda o sequenciamento genômico do vírus nas duas infecções, o que no Brasil é muito difícil de ser realizado.
O epidemiologista analisa se a Covid-19 poderá se tornar endêmica, como a Influenza.

“A Influenza todo ano acontece, com menor, maior gravidade. E aí todo ano a gente precisa se vacinar. Se a imunidade [contra o coronavírus] não é perdida com as novas variantes, então ela pode ser uma doença que tende gradativamente a desaparecer”, analisa.

Acompanhe a seguir a entrevista completa com o epidemiologista e professor titular da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, José Cassio de Moraes.

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25/02/2021 13:00h

Com esse novo lote, o Ministério da Saúde já distribuiu aos estados e Distrito Federal mais de 15 milhões de doses de vacinas

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O Distrito Federal vai receber mais 36,5 mil doses de vacinas contra a Covid-19, enviadas pelo Ministério da Saúde. No total, são 25,5 mil doses da AstraZeneca/Oxford, importadas da Índia, e 11 mil doses da vacina no Instituto Butantan, produzida no Brasil.

Rodrigo Pacheco propõe a compra de vacinas por empresas privadas, estados e municípios

Aprovada no Senado com alterações, nova Lei do Gás volta para Câmara dos Deputados e deve ser analisada em breve

A chegada de mais vacinas vai permitir a ampliação da vacinação para outros grupos prioritários: agora, serão priorizadas pessoas de 85 a 89 anos, pessoas de 80 a 84 anos, 3.837 indígenas e 8% dos trabalhadores da saúde.

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Saúde
23/02/2021 13:00h

Ao menos seis pessoas morreram em decorrência do temporal que atingiu o município

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As chuvas que atingiram fortemente o município mineiro de Santa Maria de Itabira, no último final de semana, e que causaram a morte de ao menos cinco pessoas, estragou também doses de vacinas contra o coronavírus. 

A água e o barro alcançaram o refrigerador de uma Unidade Básica de Saúde (UBS) onde frascos do imunizante estavam armazenados.

Vacinação contra coronavírus caminha a passos lentos no Brasil

O quantitativo das vacinas que foram estragadas ainda não foi contabilizado. A prefeitura afirma que as vacinas seriam aplicadas, pela primeira vez, em idosos que moram na zona rural da cidade.

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22/02/2021 10:35h

Compra dos imunizantes ainda depende da aprovação da Anvisa para uso emergencial

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Brasileiros terão em breve mais opções de vacina contra a Covid-19. O Ministério da Saúde dispensou o uso de licitação para compra dos imunizantes Covaxin, da Índia, e Sputnik V, da Rússia. O objetivo é agilizar o processo de aquisição das doses.

No entanto, a compra ainda depende da aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), para uso emergencial.

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Ao todo, serão disponibilizadas 10 milhões de doses da Sputnik V para a população, sendo 400 mil em março, 2 milhões em abril e 7,6 milhões em maio; e 20 milhões de doses da Covaxin, sendo 8 milhões em março, 8 milhões em abril e 4 milhões em maio. O investimento previsto é de R$ 639,6 milhões na vacina russa e R$ 1,614 bilhão na vacina da Índia.

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19/02/2021 13:00h

Inicialmente, a capital recebeu 99.375 doses. A vacinação teve suas primeiras doses aplicadas em janeiro de 2021

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Em Goiânia, mais de 69 mil doses da vacina contra a Covid-19 já foram aplicadas na população. Até o momento, o processo de imunização inclui pessoas com 84 anos e a aplicação da segunda dose da Coronavac em idosos institucionalizados e profissionais de saúde, grupos atendidos nas primeiras etapas do Plano Estratégico de Vacinação.

Inicialmente, a capital recebeu 99.375 doses. A vacinação teve suas primeiras doses aplicadas em janeiro de 2021. Com o recebimento de novos lotes em fevereiro, o município conseguiu ampliar os grupos atendidos, contemplando idosos acamados com idade a partir de 60 anos, pessoas com 85 anos ou mais e idosos de 84 anos.

A estratégia da vacinação é baseada em orientações estabelecidas pelo Ministério da Saúde, contidas no “Informe Técnico da Campanha Nacional de Vacinação contra a Covid-19”, e na Nota Informativa 2/2021 - orientações para a execução da campanha de vacinação contra a Covid-19 no estado de Goiás.

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Os documentos destacam cuidados no armazenamento e manejo dos imunizantes, incluindo o transporte e procedimentos de aplicação. As doses saem direto da Rede de Frio, no Paço Municipal, em caixas térmicas adequadas para o acondicionamento, com termômetro externo.

A quantidade de doses é planejada de acordo com a demanda esperada em cada posto de vacinação. Até o momento, mais de 65 mil pessoas já foram imunizadas em Goiânia, entre profissionais de saúde e idosos de três grupos específicos.

 

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19/02/2021 11:00h

Médicos recomendam manter os cuidados, mesmo após a imunização, com usar máscara e evitar aglomerações

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Quem acredita que estará imediatamente imune ao coronavírus, logo após tomar a vacina, está enganado. Além de nenhum imunizante até agora ser 100% eficaz contra a doença, a Sociedade Brasileira de Imunização (SBIm) ressalta que o organismo humano leva, em média, duas semanas para responder adequadamente contra a presença do patógeno causador da Covid-19, ou seja, para criar imunidade.

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Segundo a SBIm, cada imunizante tem seu próprio tempo para ativar o sistema imunológico e sua própria taxa de eficácia. A vacina da AstraZeneca, desenvolvida com a Fiocruz, possui uma eficácia geral de 76% somente 22 dias após a aplicação da primeira dose. O percentual pode atingir os 82% após o indivíduo receber a segunda dose.

Já quem toma a vacina Coronavac, desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, pode levar duas semanas, após receber a segunda dose, para estar protegido. Por isso, os médicos alertam que os cuidados para evitar o contágio devem permanecer, mesmo após a vacinação, como usar máscara, evitar aglomeração, lavar frequentemente as mãos e usar álcool em gel.

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18/02/2021 11:25h

Desde a última quarta-feira (17) novos grupos de profissionais de saúde passaram a fazer parte das prioridades

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A cidade de São Paulo ampliou a vacinação contra Covid-19 para um grupo maior de profissionais da área de saúde e relacionadas. Desde a última quarta-feira (17), passaram a fazer parte da parcela da população prioritária para receber a imunização trabalhadores da saúde de hospitais públicos municipais e estaduais, da Rede de Atenção à Saúde Municipal, de serviços de diagnóstico que realizam coleta e análise de amostra de exames laboratoriais e de imagem para detecção da covid-19.

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Além disso, também estão nessa etapa da prioridade para receber a vacina as equipes de serviços de ambulância que fazem transporte e remoção de pacientes com covid-19, sepultadores, veloristas, cremadores e condutores de veículos funerários, além de equipes do Instituto Médico Legal, auxiliares de necrópsia, médicos legistas e atendentes de necrotério.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo, os funcionários que estiverem no local de trabalho serão vacinados na própria unidade. Os trabalhadores também podem se encaminhar a uma das 468 unidades básicas de saúde do município para receber a vacina.

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17/02/2021 15:00h

Vacinação no município foi suspensa; falha no equipamento é investigada

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Após uma pane elétrica em um refrigerador em que doses de vacinas contra o coronavírus estavam armazenadas, a prefeitura de Igarapé, cidade localizada na região metropolitana de Belo Horizonte, suspendeu temporariamente a imunização. 

Ao todo, foram perdidas 229 doses da vacina CoronaVac. O problema ocorreu durante o final de semana, porém só foi constatado na manhã da última segunda-feira (15). Segundo a prefeitura, o equipamento estava com temperatura alterada, registrando 36,6º C, quando não deveria passar de 8º C.

Vacinação contra coronavírus caminha a passos lentos no Brasil

A Secretaria de Saúde do município afirma que acionou imediatamente a empresa responsável pela manutenção do equipamento, para que o problema fosse diagnosticado. A pasta também pediu a colaboração das polícias Militar e Civil para identificar possíveis responsáveis.

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17/02/2021 13:30h

Imunização sem sair do veículo será aplicada hoje até as 17 horas

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Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Porto Alegre/RS disponibiliza dois drive-thrus para vacinação contra Covid-19, nesta quarta-feira (17). O público-alvo são idosos com 83 anos ou mais, que não precisam sair de dentro do veículo para serem imunizados.

Um dos postos está funcionando no hipermercado Big Sertório e o outro está no Big Barra Shopping Sul, somente até as 17h. O endereço está disponível no link.

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Vacinômetro: bancos de dados permitem acompanhar cobertura vacinal contra Covid-19 em todo o País

Nos demais dias, a imunização contra a Covid-19 continuará sendo feita nas unidades de saúde, que já vinham sendo disponibilizadas. É necessário apresentar documento de identidade, CPF e comprovante de residência.

Segundo a SMS, novos drive-thrus poderão ser estabelecidos para outras faixas etárias, dependendo da confirmação da chegada de mais doses do Ministério da Saúde.

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