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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

1º - A utilização gratuita e livre dos materiais produzidos pelo Brasil 61 só será permitida depois que este termo de parceria for aceito pelo usuário, prevendo as seguintes regras:

a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o usuário realize o login no site do Brasil 61 - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

ADENDOS IMPORTANTES SOBRE A PARCERIA

a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

Ao clicar em ACEITO, a emissora aqui cadastrada afirma concordar e estar ciente de todas as condições apresentadas neste Termo de Utilização de Conteúdo.

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

Pernambuco

11/06/2021 10:00h

Recurso será usado para dar continuidade à construção da Estação de Tratamento de Esgoto Minerva, que atende os municípios de Recife e Olinda

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O Governo Federal autorizou a liberação de quase 1 milhão e 400 mil reais para aprimorar o sistema de saneamento básico do estado de Pernambuco. O recurso será usado para dar continuidade à construção da Estação de Tratamento de Esgoto Minerva, que atende os municípios de Recife e Olinda.

Além de Pernambuco, o Ministério do Desenvolvimento Regional, o MDR, autorizou, nesta quinta-feira, 10 de junho, repasses de mais de 8 milhões e seiscentos mil reais para obras de saneamento também em Goiás, Rio Grande do Sul, Rondônia, Sergipe e São Paulo. 

Pedro Maranhão, secretário Nacional de Saneamento do Ministério do MDR, aponta os benefícios da continuidade das obras de saneamento básico.

"São investimentos em esgotamento sanitário e drenagem urbana que trazem mais saúde e qualidade de vida à população e ganhos ambientais inestimáveis às nossas cidades".

Desde janeiro, quase 200 milhões de reais foram repassados pelo MDR para garantir a continuidade de empreendimentos de saneamento básico pelo País. Outros 542 milhões foram assegurados para financiamentos por meio do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, o FGTS.

Para saber mais sobre ações em saneamento básico do Ministério do Desenvolvimento Regional, acesse: mdr.gov.br.

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Saúde
07/06/2021 10:40h

Os fungos são potencialmente inalatórios, afetando comumente pacientes com o sistema imunológico debilitado

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A Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco foi notificada neste domingo (06), pelo Hospital Universitário Oswaldo Cruz (Huoc), de um caso de infecção por mucormicose, quadro conhecido popularmente como “fungo negro”. O quadro foi identificado em uma paciente de 59 anos, moradora do município de Casinhas, no Agreste, que teve diagnóstico confirmado da Covid-19 em março, além de ter desenvolvido, em seguida, uma pneumonia bacteriana.

A mucormicose é uma doença conhecida há mais de um século, causada por fungos da ordem Mucorales. Os fungos são potencialmente inalatórios, afetando comumente pacientes com o sistema imunológico debilitado, podendo acometer nariz e outras mucosas. Os sintomas variam de acordo com a localização da infecção. Nos pulmões, pode haver tosse, expectoração e falta de ar. Na face e nos olhos, pode ocorrer vermelhidão intensa e inchaço.

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O Ministério da Saúde foi notificado sobre o caso e investiga a possível associação com o novo coronavírus. A paciente já está curada da Covid-19, mas no tratamento, apesar de não ter sido hospitalizada, fez uso de antibiótico e corticóides. Ela é diabética, hipertensa, asmática e obesa, e está internada na enfermaria no Huoc, desde a última sexta-feira (04/06),consciente e com quadro de saúde estável. 

No Brasil, neste ano, já foram notificados 29 casos da mucormicose, dos quais pelo menos quatro são investigados pela associação com a Covid-19.

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23/04/2021 15:00h

Segundo MPF, a capital pernambucana e organizações sociais de saúde locais cometeram diversas irregularidades na disponibilização de dados no Portal da Transparência

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O Ministério Público Federal (MPF) vai fiscalizar o uso dos recursos federais destinados ao combate da pandemia da Covid-19 em Recife. De início, o MPF recorreu e conseguiu anular, nesta quinta (22), decisão da 10º Vara Federal de Pernambuco, que alegava ausência de interesse do próprio ministério na fiscalização dos repasses.
 
Além disso, como Recife já é alvo de fiscalização pela Corregedoria-Geral da União, a justiça pernambucana julgava o pedido do MPF descabido, o que também foi derrubado nesta quinta-feira (22) pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região. De acordo com o MPF, a capital pernambucana cometeu diversas irregularidades em relação à disponibilização de dados sobre o combate à pandemia no Portal da Transparência.

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O MPF alega que Recife não disponibilizou a íntegra das dispensas de licitação e de contratos relacionados à pandemia, o que viola o princípio da publicidade dos atos públicos, previsto na Constituição Federal. Além disso, o município e algumas organizações de saúde locais teriam omitido dados essenciais para o controle dos contratos e das despesas decorrentes, como a quantidade de itens adquiridos e o valor respectivo.
 
Entre as instituições que cometeram irregularidades, segundo o MPF, estão a Fundação Professor Martiniano Fernandes (Imip Hospitalar), a Sociedade Pernambucana de Combate ao Câncer e o Instituto Humanize de Assistência e Responsabilidade Social.
 
Reportagem, Felipe Moura.

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19/04/2021 10:45h

Projeto está sendo ampliado para Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife e Rio de Janeiro para identificar a incidência e circulação da Covid-19 nas cidades

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A Rede Monitoramento Covid Esgotos, lançada na sexta-feira (16), vai acompanhar a carga viral do novo coronavírus nos esgotos de seis capitais: Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife e Rio de Janeiro. A iniciativa busca identificar a incidência e circulação da Covid-19 nas cidades para fornecer subsídios para a tomada de decisões ao enfrentamento à pandemia atual.

Com os estudos, o grupo coordenado pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) pretende identificar tendências e alterações na ocorrência do vírus nas diferentes regiões para entender a prevalência e a dinâmica de circulação do vírus. Outra linha de atuação é o mapeamento dos esgotos para indicar áreas com maior incidência da doença e usar os dados obtidos como uma ferramenta de aviso precoce para novos surtos, por exemplo.

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Os dados vão permitir, também, que seja possível saber como está a ocorrência da Covid-19 por região, o que pode direcionar a adoção ou não de medidas de distanciamento social.

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26/03/2021 00:00h

Medida pode reduzir Custo Brasil, acabar com a guerra fiscal e modernizar sistema de cobrança do ICMS nos estados, acreditam especialistas.

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A reforma tributária é apontada pelo setor produtivo como uma das principais propostas sob análise no parlamento do país, capaz de contribuir para o desenvolvimento da economia, na criação de empregos, nos estados e municípios. As propostas apresentadas na comissão mista do Congresso Nacional podem modernizar as dinâmicas de cobranças dos tributos federais, estaduais e municipais, diminuir a burocracia, a guerra fiscal entre os entes da federação e, além disso, auxiliar no equilíbrio do Custo Brasil.

Apesar disso, a aprovação da reforma tributária no Congresso não será fácil e rápida. A comissão mista responsável por elaborar as novas regras foi instalada há cerca de um ano e, nesse período, realizou 10 audiências públicas apenas. A última atividade do colegiado foi no dia 5 de outubro de 2020.

Nos corredores próximos aos gabinetes do presidente da comissão, senador Roberto Rocha (PSDB-MA), e do relator, deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), as informações são de que as eleições municipais de outubro do ano passado, o recesso parlamentar e os altos índices da infecção por Covid-19 no país são motivos apontados pelos parlamentares como justificativa para o esvaziamento do colegiado nos últimos meses. A reportagem do Brasil61.com esteve em contato com assessores de Rocha e Ribeiro, e, nenhum deles conseguiu adiantar quando os trabalhos da comissão mista de reforma tributária do Congresso Nacional voltarão.

Em algumas oportunidades usadas para falar sobre a comissão, em 2020, Roberto Rocha acreditava na aprovação do texto até o fim do primeiro semestre de 2021. Na ocasião, comentou sobre a atual burocracia do sistema tributário. “Você sabe quantas horas por ano se gasta para uma pessoa administrar uma empresa dentro da sua responsabilidade tributária? São duas mil horas. Para as empresas brasileiras, isso gera, no total, uma despesa de R$ 35 bilhões. O governo, por sua vez, que é sócio dessas empresas, para arrecadar, ele gasta 1% do PIB devido a burocracia tributária”, disse em entrevista à TV Senado.

Aguinaldo Ribeiro, por sua vez, deve apresentar relatório influenciado pelas propostas previstas na PEC 45/2019, discutida na Câmara dos Deputados, e da PEC 110/2019, apresentada pelos senadores, e ainda terá de aconchegar as sugestões encaminhadas pela equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes. O deputado já demonstrou ter preocupação com a transparência do sistema de cobrança de impostos no país.  

“Hoje, você paga por um produto sem saber quanto está embutido de imposto nele. Uma das grandes insatisfações do cidadão é pagar muito imposto e não ter retorno. [Com a reforma], vai ficar mais claro para que o cidadão possa exercer o seu direito de cobrar do poder público sobre o que paga de impostos”, afirmou, em entrevista nos corredores da Câmara, ainda em 2020. 

Custo Brasil

Dados de um estudo publicado pelo Movimento Brasil Competitivo (MBC), e associações do setor produtivo, apontam que as empresas brasileiras passam por dificuldades, quando comparadas com o mesmo setor de países desenvolvidos. Os impedimentos estão diretamente ligados ao Custo Brasil. Trata-se de um conjunto de dificuldades estruturais, burocráticas, trabalhistas e tributárias, que travam o crescimento da produção industrial e do comércio, impedindo o desenvolvimento sustentável da economia do País. 

A pesquisa, que foi encomendada pelo Ministério da Economia, comparou o Brasil com membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).  O resultado aponta que as companhias nacionais pagam R$ 1,5 trilhão a mais para realizarem seus negócios. Esse valor corresponde a 22% do Produto Interno Bruto (PIB).

A complexidade e burocracia do sistema atual contribui para elevação dos custos de fabricação dos produtos brasileiros, cria insegurança jurídica, diminui a competitividade do país no mercado internacional, promove a fuga de investimentos e aumenta o Custo Brasil.

“A reforma tributária pode contribuir para a redução do Custo Brasil. O Brasil é um País com uma das tributações mais complexas do mundo. A reforma tributária é extremamente importante e urgente, porque equaliza os setores em termos de tributação. Assim, a indústria seria beneficiada com menor tributação relativa ao que é hoje, e sabemos a importância desse setor para a geração de emprego e inovações”, avalia Helder Ferreira Filho, especialista em economia.

Enquanto a reforma tributária não for aprovada e o Custo Brasil continuar desfavorável, o país perde força nas negociações internacionais e, por consequência, deixa de lucrar, criar receitas e empregos.

“(Precisamos de) uma reforma tributária que simplifique o processo de apuração e recolhimento de impostos e que isente o investimento e a exportação, vai reduzir o Custo Brasil e, por tanto, ela vai ajudar na competitividade das empresas brasileiras”, acredita André Rebelo, diretor de Economia e Estratégia, da Federação das Indústria do Estado de São Paulo (Fiesp).

Rebelo lembra que as medidas previstas na reforma tributária também precisam modernizar o sistema de arrecadação nos estados, por meio de novas regras para o Imposto Sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços, o ICMS, e acabar com a guerra fiscal.

“Tudo isso vale para o ICMS. Mas, a parte estadual ainda precisa resolver outro agravante que é a chamada guerra fiscal”, completa.

ICMS em Pernambuco

Entre janeiro e fevereiro de 2021, o Pernambuco arrecadou mais de R$ 4 bilhões de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). No mesmo período de 2020, o total arrecadado foi de R$ 3.7 bi.

Entre 2019 e 2020, a arrecadação do ICMS no estado teve saldo negativo de 1.2%. Em 2019, Pernambuco arrecadou R$ 19.7 bilhões. No ano seguinte a arrecadação com o ICMS foi de R$ 19.4 bi. Os dados são do Conselho Nacional de Política Fazendária (CONFAZ), do Ministério da Economia. 

Fonte: Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ (MINISTÉRIO DA ECONOMIA)

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15/03/2021 00:00h

Estado registrou a quinta maior taxa de desemprego do País em 2020, de acordo com IBGE. Empresários industriais estão pessimistas quanto ao faturamento a curto prazo

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Levantamento da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (FIEPE) aponta que 85,8% dos empresários do setor acreditam que vão ter queda ou estagnação de faturamento. Apenas 14,2% creem em uma recuperação a curto prazo. O pessimismo em relação ao controle da pandemia da Covid-19 é uma das principais justificativas para o resultado.
 
O estudo da Fiepe ressalta que os industriais apontam a vacinação em massa e aprovação das reformas, sobretudo a tributária, como cruciais para a retomada consistente da economia. O deputado federal Daniel Coelho (Cidadania/PE) destaca que a imunização é o primeiro passo para a volta à normalidade. 
 
“A vacina não impulsiona a economia. Ela interrompe um ciclo de grave crise sanitária e também econômica. Claro que isso não é o suficiente, mas sem vacina não haverá recuperação econômica, seja em Pernambuco ou qualquer outro estado brasileiro ou qualquer lugar do mundo. A normalidade só é atingida com o processo de vacinação pleno”, afirma. 

PE: Retomada econômica do setor industrial depende da aprovação de reformas estruturantes

Balanço

A criação de postos de trabalho a partir de julho de 2020 não foi suficiente para que a economia pernambucana acabasse o ano passado com saldo positivo. Pelo contrário. De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia, o estado perdeu 5.163 vagas no mercado de trabalho.
 
Segundo dados publicados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) na última quarta-feira (10), Pernambuco encerrou o ano de 2020 com taxa média de desemprego de 16,8%, a quinta maior do País, atrás apenas da Bahia, de Alagoas, Sergipe e Rio de Janeiro. 
 
Segundo o deputado Daniel Coelho, o índice de desemprego no estado não se explica, apenas, pelos efeitos da crise sanitária. Há, também, falta de infraestrutura, logística e qualificação de mão de obra. 
 
“A taxa de desemprego evidente que tem as correlações com o Covid, mas também tem os aspectos locais. Falta infraestrutura, transporte de qualidade e formação profissional em algumas áreas. Os desafios são imensos e passam pela formação, educação e as condições criadas para que os investimentos ocorram aqui”, diz. 
 
Presidente da Fiepe, Ricardo Essinger elenca o que, para ele, são pontos importantes para a economia do País e do estado voltar a crescer. “Será necessário equilibrar as contas públicas e atrair investidores que aceitem o risco do País. Para elevar a confiança dos investidores será necessário consolidar a reforma trabalhista e tirar do papel algumas reformas estruturantes, como as reformas administrativa e tributária, além do pacto federativo e as privatizações.”

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03/03/2021 13:00h

Foram enrijecidas as medidas restritivas ao comércio e as atividades consideradas não essenciais

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O crescimento do número de casos da Covid-19 e a lotação de leitos hospitalares disponíveis para casos graves em todo o País têm feito os governos estaduais enrijecerem as medidas restritivas ao comércio e a atividades consideradas não essenciais.

Em Pernambuco, uma semana após estabelecer toque de recolher em 63 municípios, o governo decretou novas medidas válidas para todo o estado, como a proibição do funcionamento de atividades não essenciais, das 20h às 5h, durante a semana. Aos sábados e domingos, apenas serviços essenciais poderão funcionar durante todo o dia.

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No Mato Grosso as novas medidas inicialmente valem por 15 dias. Em todo o estado, vai vigorar o toque de recolher das 21h às 5h.

O Acre também reconheceu nível de emergência (bandeira vermelha). Além da pandemia, o estado enfrenta um surto de dengue e corre o risco de ver outras doenças aumentarem após as cheias dos rios que inundaram as cidades locais. Devido ao agravamento da situação, o governo estadual publicou alguns decretos que limitam a atividade econômica e a circulação de pessoas.
 

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01/03/2021 00:00h

Segundo o deputado federal Daniel Coelho (CIDADANIA-PE), a região é promissora por se situar em um ponto central, entre Porto de Suape e Porto de Cabedelo, na Paraíba

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Localizado na Região Metropolitana do Recife, o município de Igarassu foi eleito o quinto melhor do País para se investir no setor industrial. O resultado está presente na pesquisa “Melhores Cidades para Fazer Negócios 2.0”, da Urban Systems. O estudo analisou dados e indicadores de 326 municípios brasileiros, todos com mais de 100 mil habitantes, o que torna a posição no ranking algo a se comemorar. 

“O município de Igarassu ocupa esse lugar de destaque na economia de Pernambuco porque possui uma localização privilegiada, às margens da BR 101, possibilitando um fluxo significativo de recebimento, de matéria prima e escoamento da produção”, destacou o deputado federal Carlos Veras (PT-PE).

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Segundo o deputado federal Daniel Coelho (CIDADANIA-PE), a região é promissora também por se situar em um ponto central, entre Porto de Suape e Porto de Cabedelo, na Paraíba. “Cada vez mais a logística, o posicionamento estratégico, fazem com que Igarassu não só se consolide como um destino industrial importante para o estado de Pernambuco, mas também isso termina ajudando a região como um todo, os municípios vizinhos”, afirmou.

Além disso, o gerente de Relações Industriais da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe), Maurício Laranjeira, destacou que município é logisticamente interessante por contar com recursos hídricos importantes para a indústria pernambucana, tendo em vista que a abundância de água é fundamental para a produção industrial.

“O município de Igarassu tem vários atrativos para o setor industrial. Outros municípios que têm características parecidas podem se utilizar da mesma metodologia, da mesma técnica e estrutura para atrair novos investimentos”, afirmou.

O estudo

O estudo das 100 Melhores Cidades para Fazer Negócios é publicado pela Urban Systems anualmente, desde 2014. Até 2019, a metodologia para elaboração do ranking teve poucas alterações. A pesquisa apresentava uma lista única das melhores cidades para se investir, considerando quatro eixos: desenvolvimento econômico e social, capital humano e infraestrutura.

No entanto, com o impacto do novo coronavírus e a intenção de manter o estudo atual e renovado, a publicação de 2020 tem um olhar mais segmentado das melhores cidades para negócios, levando em conta os resultados para seis setores da economia: indústria, comércio, serviços, educação, mercado imobiliário e agropecuária.

Para chegar ao ranking, o estudo considera oito indicadores como base para todos os municípios. Eles estão atrelados ao impacto do novo coronavírus na saúde da população e na economia, além do desempenho econômico das cidades em aspectos como empregabilidade. Além disso, para cada setor, como o de serviços, por exemplo, são utilizados indicadores específicos para atribuir pontuação a cada cidade.
 
 

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25/02/2021 00:00h

Início dos testes aconteceu neste mês de fevereiro, no ramal de 70,8 quilômetros de extensão que vai levar as águas do Eixo Leste do Projeto São Francisco, na região de maior escassez hídrica de Pernambuco

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O acionamento das comportas do 1º trecho do Ramal do Agreste, em Sertânia (PE), representou um passo importante para combater a escassez hídrica de Pernambuco. A ação foi realizada neste mês de fevereiro, para dar início aos testes do Ramal, que vai distribuir a água do Eixo Leste do Projeto de Integração do Rio São Francisco para a população do local, em conjunto com a Adutora do Agreste.

A abertura das comportas deste trecho, chamado de Marco 1, foi realizada no reservatório de Barro Branco pelo presidente Jair Bolsonaro e pelo ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho. Os testes devem durar cerca de 80 dias. 

Após a testagem de todas as estruturas do Ramal e da Adutora do Agreste, o abastecimento pode ser iniciado. Para Rogério Marinho, um dos destaques desse acionamento é a quantidade de pessoas que serão beneficiadas com o Ramal do Agreste. 

“Quase dois milhões de irmãos pernambucanos vão ter água tratada nas suas residências, vão abrir as suas torneiras e ter a alegria de saber que as suas famílias vão ter saúde, segurança e dignidade”, disse o ministro. A iniciativa beneficia ainda 68 municípios.

As águas que saem da comporta de Barro Branco passam por oito trechos de canais, quatro sifões e três túneis, um caminho de 37,4 quilômetros. No fim, ela chega ao Reservatório Góis, que consegue armazenar 14,7 milhões de metros cúbicos de água. O Marco 1 do Ramal do Agreste é integrado por toda essa estrutura e mais dois trechos, com previsão de conclusão até julho de 2021. 

Impactos

No total, o Ramal do Agreste tem 70,8 quilômetros de extensão e capacidade de vazão de 8 mil litros de água por segundo. Thiago Portela, coordenador geral de obras e fiscalização do MDR, lembra a importância da iniciação para desenvolver a região. “Enquanto estiver em operação esse ramal e o eixo leste, que já está em pré-operação, a questão é dar água a quem precisa. E água é um grande vetor de desenvolvimento”, afirma. 

Essa melhoria é citada por Mateus Portilho Santos, pedreiro da região. “Essas obras contribuíram muito na geração de emprego para nossas cidades, deram profissão a milhares de sertanienses que não tinham profissão”, avaliou. Quando finalizado, o Ramal do Agreste vai levar as águas do Eixo Leste do Projeto São Francisco, que está em pré-operação desde 2017. 

João Roberto de Souza, morador de Pernambuco, também lembra das dificuldades em realizar o trabalho de agricultura em Sertânia. “Para utilização assim de fazer irrigação, plantar, por aqui a gente não estava com esse recurso ainda não”, lamenta.

Testes

Marcelo Asfora, engenheiro civil e pesquisador do Núcleo de Inovação Social da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), explica que os testes realizados após o acionamento das comportas servem para comprovar a operacionalidade das obras e fazem parte da atividade política. “Todos os presidentes, desde o princípio da obra, inauguraram uma parte dela, que ainda precisa ser concluída”, lembra.

O especialista, ex-presidente da Agência Pernambucana de Águas e Clima, detalha ainda que 90% da parcela de água do São Francisco que Pernambuco tem direito vem através do Ramal do Agreste, que é distribuído através da Adutora do Agreste. 

“São duas obras essenciais, sem as quais os municípios, a população de Pernambuco, não vão ter acesso às águas do São Francisco. O Ramal do Agreste está chegando muito atrasado, já era para estar pronto há mais de dez anos. Mas é essencial. O agreste de Pernambuco é a região do Brasil de maior déficit hídrico. Então, as águas do São Francisco são essenciais para abastecer e dar segurança hídrica aos municípios dessa região.”

A obra do Ramal do Agreste tem investimento federal de R$ 1,67 bilhão e emprega cerca de 2,6 mil trabalhadores. Na totalidade, o Projeto de Integração do Rio São Francisco, maior empreendimento hídrico do País, tem investimento estimado em mais de R$ 12 bilhões. 
 

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12/02/2021 13:30h

Também foram anunciados repasses para Recife (PE) e João Pessoa (PB)

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O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) autorizou o início das obras no sistema de transporte de passageiros sobre trilhos da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) em Natal (RN). Também foram anunciados repasses para Recife (PE) e João Pessoa (PB). O investimento federal nas ações será de aproximadamente R$ 89,3 milhões.

O maior montante, de R$ 58,3, milhões será investido na implantação da Linha Branca, em Natal. O empreendimento será composto por 24 quilômetros de via, com quatro estações. As cidades de São José de Mipibú e Nísia Floresta serão beneficiadas com a iniciativa. A previsão é de que cerca de 6,8 mil passageiros utilizem o serviço diariamente com o acesso à capital, além de apoiar o turismo na região.

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Na capital pernambucana, R$ 21 milhões serão destinados para a recuperação de coberturas das estações e implantação de acessibilidade para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida na Linha Sul. Já em João Pessoa, o repasse de R$ 10 milhões será utilizado na implantação de quatro desvios que permitirão a redução no tempo de espera e trarão mais conforto e segurança aos passageiros.

 

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