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TERMO DE USO E PARCERIA

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b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

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a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

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a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

Bahia

25/02/2021 00:00h

O deputado Daniel Almeida (PCdoB-BA) lembra que o município é bem localizado geograficamente e agora ganha mais um destaque que pode atingir proporções internacionais de investimento

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Tido como o melhor município brasileiro para se investir no setor industrial, Camaçari, na Bahia, liderou o ranking da pesquisa “Melhores Cidades para Fazer Negócios 2.0”, da Urban Systems, publicada em dezembro. O desempenho da cidade repercutiu no Congresso Nacional.

O deputado federal Daniel Almeida (PCdoB-BA) lembra que o município é bem localizado geograficamente e agora ganha mais um destaque que pode atingir proporções internacionais de investimento.

“A indicação de Camaçari como um município com tanta capacidade de atrair empresas vai, naturalmente, garantir que os investimentos continuem a chegar. Também espero que a economia brasileira se recupere rapidamente e que Camaçari tenha cada vez mais capacidade de atrair indústrias, serviços e empregos, pois é o que estamos precisando”, pontua.

O município é responsável por R$ 1 em cada R$ 5 em riquezas produzidas pela indústria baiana. Camaçari é responsável por quase 30% de tudo o que a Bahia exporta e, cerca de 10% da arrecadação estadual, segundo o levantamento.

Segundo o superintendente da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB), Vladson Menezes, mesmo com o fechamento de uma grande fábrica automotiva na cidade, anunciado recentemente, a cidade manteve o patamar e o destaque no setor industrial.

“Ser considerada a cidade mais atrativa para investimentos industriais, obviamente, é muito importante. Mostra que por estar bem posicionada e ser a primeira colocada, tem boa possibilidade de atração de investimentos. A cidade sofreu com a saída da Ford, está sofrendo, mas tem todo um ambiente que permite a reversão desse quadro”, avalia.

O levantamento

O levantamento que classifica as 100 Melhores Cidades para Fazer Negócios é publicado pela Urban Systems anualmente, desde 2014. Até 2019, a metodologia para elaboração do ranking não sofreu muitas mudanças. O estudo apresentava uma lista única das melhores cidades para se investir e levava em conta quatro eixos: desenvolvimento econômico e social, capital humano e infraestrutura.

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Com os efeitos causados pela pandemia, no entanto, assim como intenção de manter o estudo atual e renovado, a publicação de 2020 mudou e aposta em uma análise mais segmentada dos melhores municípios para negócios. Entre os pontos levados em consideração estão os resultados para seis setores da economia: indústria, comércio, serviços, educação, mercado imobiliário e agropecuária.

Para chegar ao ranking, o estudo utiliza oito indicadores como base para todas as cidades. Eles estão atrelados ao impacto da Covid na saúde da população e na economia, além do desempenho econômico das cidades em aspectos como empregabilidade, por exemplo. Além disso, para cada setor são utilizados indicadores específicos para atribuir pontuação.
 

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23/02/2021 12:30h

A restrição na circulação de pessoas nas ruas passa a valer das 20h às 5h e envolve 381 cidades baianas

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O governo da Bahia ampliou o toque de recolher em grande parte do estado devido ao aumento da ocupação de leitos de UTIs para o tratamento da covid-19. A taxa de ocupação atingiu 80% neste domingo (21). 

A restrição na circulação de pessoas nas ruas passa a valer das 20h às 5h e envolve 381 cidades baianas, até o próximo dia 28 de fevereiro. A região oeste é a única exceção. Inicialmente, um decreto determinava que as pessoas devem ficar em casa das 22h às 5h até o dia 25 de fevereiro.

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A determinação estabelece que o atendimento presencial em bares, restaurantes, lojas de conveniência e demais estabelecimentos similares que comercializem bebidas alcoólicas será encerrado às 18h. Apenas o delivery de alimentos fica permitido até as 23h. Já o transporte metropolitano pode funcionar até as 20h30.

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19/02/2021 00:00h

Inspeções sanitárias e apuração de denúncias foram os principais destaques das ações, que mais renderam flagrantes como processos de trabalho que acarretam transmissão viral e falta de distanciamento social, principalmente

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A Vigilância Sanitária de Salvador (Visa) chegou à marca de mais de 15 mil ações de fiscalização aos protocolos estabelecidos contra a Covid-19, em toda a pandemia. A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) contabiliza o número dos últimos 11 meses, que tiveram como destaque medidas como inspeções sanitárias e apuração de denúncias.

Foram vistoriados serviços e comércios de alimentação, fabricantes e comerciantes de cosméticos, serviços de saúde público e privados, hotéis, pousadas, abrigos, funerárias, cemitérios, drogarias, laboratórios e mais. O órgão também recebeu mais de 201 denúncias, das quais 194 foram atendidas e 49 eram procedentes, resultando na aplicação de 18 termos de apreensão, 32 cláusulas de interdição e 53 autos de infração.

Os principais flagrantes da Vigilância Sanitária foram relacionados à disponibilização de álcool em gel, processos de trabalho que acarretam transmissão viral, falta de distanciamento social e produção ou comercialização de produtos supostamente voltados para a prevenção ou tratamento da Covid-19. Supermercados, salões de beleza e drogarias serão visitados nesta semana de carnaval. 

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18/02/2021 13:00h

Entrega dos equipamentos ocorre após reunião entre membros da prefeitura e sindicato

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Os agentes comunitários de saúde de Barreiras (BA) receberam novos equipamentos de proteção individual (EPIs). A entrega dos equipamentos ocorreu após reunião entre integrantes da prefeitura do município com o Sindicato dos Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias (Sind-ACS/Oeste).

Todos os 218 agentes comunitários ativos receberam um kit composto de duas blusas padronizadas, protetor facial, máscara de tecido, máscara PFF1, um boné e álcool gel. Segundo a prefeitura, esses EPIs visam proteger o trabalhador de possíveis riscos ou ameaças a sua segurança e saúde, sobretudo durante a pandemia da Covid-19.

Vacinação contra coronavírus caminha a passos lentos no Brasil

Até a última quarta-feira (17), Barreiras somava 9.362 casos confirmados do novo coronavírus e 109 óbitos. 

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03/02/2021 00:00h

Apesar da retração, perdas no ano da pandemia são inferiores à média nacional

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O estado da Bahia registrou queda de 4,2% nas exportações em 2020 na comparação com o ano anterior. As perdas no ano em que a pandemia da Covid-19 se deflagrou somaram US$ 7,8 bilhões. Ainda assim, o estado nordestino contabiliza desaceleração inferior à média nacional, em que as vendas para o exterior caíram 6,9%. Os dados são do Relatório de Acompanhamento do Comércio Exterior da Bahia (Raceb), publicação da Federação das Indústrias do Estado da Bahia, a FIEB.
 
No ano em que a economia global sentiu os efeitos da crise causada pelo novo coronavírus e medidas de distanciamento social, a economia baiana contou com uma maior demanda por produtos importantes de sua pauta de exportações para minimizar as consequências negativas, explica Carlos Danilo Peres, especialista em desenvolvimento industrial, da FIEB.
 
“As exportações baianas caíram menos do que as exportações nacionais devido ao fato de que a nossa pauta aqui da Bahia é muito mais concentrada do que a pauta de exportações do Brasil. Para se ter uma ideia, apenas 10 produtos respondem por cerca de dois terços do que foi exportado pela Bahia. Dentre esses 10 produtos, os dois principais, que são a soja e o óleo combustível apresentaram crescimento excepcional”, explica.
 
Surfando na onda da safra recorde de soja produzida pelo Brasil no ano passado, a Bahia arrecadou cerca de US$ 1,33 bilhão com a exportação do grão. Em relação a 2019, houve um aumento de 15,6%, de acordo com relatório.
 
Já as vendas de óleo combustível para o mercado internacional cresceram devido a uma nova exigência para o diesel que abastece os navios, a qual a indústria baiana já estava adaptada e se aproveitou. Tanto que, no ano passado, exportou US$ 1,1 bilhão do produto, alta de 35,8%. 

Arte: Brasil 61

Queda

O aumento nas exportações da soja e do óleo combustível, no entanto, não foi suficiente para impedir a retração nas exportações baianas de forma geral. A queda na venda de produtos para o exterior se explica, sobretudo, pelas menores vendas de automóveis, cátodos de cobre, fios de cobre, celulose em pasta e para dissolução, pneus, entre outros.
 
Somente as exportações de automóveis caíram cerca de 56%, o que representa um declínio de US$ 172 milhões. Já a cadeia de produtos de cobre deixou de ganhar US$ 300 milhões na comparação entre 2020 e 2019. “Os segmentos que apresentaram as maiores quedas nas exportações foram aqueles não ligados ao consumo essencial. São produtos que as pessoas que estão nos outros países não precisam demandar urgentemente, o que acarretou em menos demanda para as exportações da Bahia”, explica Peres.
 
Segundo ele, o estado da Bahia vai retomar as exportações em níveis anteriores à pandemia. No entanto, o processo será lento e, provavelmente, só será concluído em 2023, de acordo com projeções do Banco Mundial. “A previsão do Banco Mundial é que o comércio internacional volte a crescer de forma mais vigorosa a partir de 2023. Dessa forma, a Bahia e o Brasil devem seguir essa tendência internacional. Para retomar as exportações a nível pré-pandemia, é necessário que a economia e o comércio internacional voltem de forma mais vigorosa, o que acabará influenciando positivamente as nossas exportações”, avalia.

Parceiros

De acordo com o relatório, os principais mercados de destino dos produtos baianos são a China (28,8%), Cingapura (13,4%), Estados Unidos (10,5%), Argentina (5,4%) e Suíça (3,9%). Em 2020, a Bahia ficou em 10º lugar no ranking de exportações brasileiras, com participação de 3,6%. Já na comparação com a região Nordeste, o estado foi responsável por 50% do valor total exportado pela região.

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Meio Ambiente
29/01/2021 11:00h

De acordo com a Portaria 325/2020, fica proibido capturar, transportar, beneficiar, industrializar e comercializar o animal nos estados do Amapá, Pará, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, da Paraíba, de Pernambuco, Alagoas, Sergipe e da Bahia

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Começa nesta sexta-feira (29) o segundo período do defeso da espécie caranguejo-uçá. De acordo com a Portaria 325/2020, fica proibido capturar, transportar, beneficiar, industrializar e comercializar o animal nos estados do Amapá, Pará, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, da Paraíba, de Pernambuco, Alagoas, Sergipe e da Bahia. 

O defeso é a proibição da pesca enquanto a espécie se reproduz. A reprodução ocorre em quatro datas diferentes no ano de 2021. São elas: 14 a 19 de janeiro, 29 de janeiro a 3 de fevereiro, 28 de fevereiro a 5 de março e 29 de março a 3 de abril.   

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Ao se deslocar para a reprodução, o caranguejo-uçá torna-se vulnerável à pesca predatória. Sem o período do defeso, as espécies seriam facilmente capturadas. Quem descumprir o período do defeso, terá de devolver os animais vivos ao habitat natural e ficam sujeitos às sanções.

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26/01/2021 00:00h

Localização estratégica, mão de obra qualificada, boa remuneração e diversidade industrial ajudam a explicar o resultado expressivo

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O município baiano de Camaçari é o melhor do País para se investir no setor industrial, segundo a pesquisa “Melhores Cidades para Fazer Negócios 2.0”, da Urban Systems, publicada em dezembro.
 
Camaçari é responsável por R$ 1 em cada R$ 5 em riquezas produzidas pela indústria baiana. Da cidade saem quase 30% de tudo o que a Bahia exporta e, aproximadamente, 10% da arrecadação estadual, diz o estudo. Esses e outros fatores levaram o município ao posto de destaque, como a melhor cidade brasileira para se fazer negócios na indústria. 
 
Vladson Menezes, superintendente da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB), comemora o desempenho da indústria local no ranking. “Ser considerada a cidade mais atrativa para investimentos industriais, obviamente, é muito importante. Mostra que por estar bem posicionada e ser a primeira colocada, tem boa possibilidade de atração de investimentos”, destaca. 
 
Nem mesmo o fechamento de uma grande fábrica automotiva na cidade, anunciado recentemente, desanima Menezes. “A cidade sofreu com a saída da Ford, está sofrendo, mas tem todo um ambiente que permite a reversão desse quadro”, acredita. 

Arte: Brasil 61

Marcas do sucesso

Motivos para isso não faltam, afinal, a pesquisa destaca alguns índices que explicam porque o setor industrial de Camaçari é tão atrativo para investimentos. Cerca de 32% dos empregos da Indústria de Transformação, por exemplo, possuem rendimento superior a cinco salários mínimos. 
 
O município também está bem localizado, faz parte da Região Metropolitana de Salvador, e fica próximo do Aeroporto Internacional da capital baiana, do Porto, e de rodovias, o que permite o escoamento da produção com muita facilidade. O setor também está em crescimento. Em 2019, por exemplo, 26 novos estabelecimentos começaram a funcionar. 
 
Menezes destaca, também, a diversidade produtiva do município, a infraestrutura de apoio e a mão de obra qualificada como fatores que contribuem para a ótima colocação. “Tudo isso já mostra essa densidade industrial e o potencial de Camaçari para atração de negócios”, avalia. Ele ressalta também o papel da própria FIEB no resultado. 
 
“Há um conjunto de ações no sentido de reforçar a competitividade do município. Tem uma ação geral do Sesi, do IEL, em áreas como educação, saúde e segurança do trabalho, desenvolvimento de carreiras e desenvolvimento empresarial”, cita. 

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Estudo

O estudo das 100 Melhores Cidades para Fazer Negócios é publicado pela Urban Systems anualmente, desde 2014. Até 2019, a metodologia para elaboração do ranking teve poucas alterações. A pesquisa apresentava uma lista única das melhores cidades para se investir, considerando quatro eixos: desenvolvimento econômico e social, capital humano e infraestrutura.
 
No entanto, com o impacto do novo coronavírus e a intenção de manter o estudo atual e renovado, a publicação de 2020 está de cara nova e aposta em um olhar mais segmentado das melhores cidades para negócios, levando em conta os resultados para seis setores da economia: indústria, comércio, serviços, educação, mercado imobiliário e agropecuária. A pesquisa analisou dados e indicadores de 326 municípios brasileiros, todos com mais de 100 mil habitantes.
 
Diretor de marketing da Urban Systems e responsável pelo estudo, Willian Rigon, diz que o estudo vai ajudar os investidores, empresários e a iniciativa privada, em geral, na tomada de decisões sobre quais especialidades de cada município podem ser melhor exploradas. “O estudo é importante nesse momento de pandemia, em que é necessário que se mantenham os investimentos, mas [aportes] assertivos, que possam ter sustentabilidade econômica. O objetivo dele no período pré, durante e pós-pandemia é direcionar em relação aos novos negócios, empresas e empreendedores”, afirma.
 
Segundo Rigon, apesar de cada município ter as suas peculiaridades, há pontos em comum às melhores cidades para fazer negócios, que podem ser observados. “É importante ter um ambiente favorável, ter mão de obra qualificada e uma gestão pública eficiente. Se a gente pudesse apontar três pontos específicos, são essas as características comuns às cidades melhores posicionadas”, cita.

Metodologia

Para chegar ao ranking, o estudo utiliza oito indicadores como base para todos os municípios. Eles estão atrelados ao impacto do novo coronavírus na saúde da população e na economia, além do desempenho econômico das cidades em aspectos como empregabilidade. Além disso, para cada setor, como o de serviços, por exemplo, são utilizados indicadores específicos para atribuir pontuação a cada cidade.

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Agronegócios
25/01/2021 16:00h

A ação tem como objetivo promover a inovação tecnológica em microrregiões onde a produção de caprinos e ovinos é a principal fonte de renda

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Cerca de 60 propriedades do município de Pintadas (BA), além de localidades do entorno, vão receber, a partir desta semana, a visita de uma equipe composta por pesquisadores da Embrapa Caprinos e Ovinos e da Fundação de Apoio ao Instituto Federal da Paraíba (Funetec) para verificação das condições de sanidade dos rebanhos.

A iniciativa faz parte do Programa AgroNordeste, que tem a frente o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). A ação tem como objetivo promover a inovação tecnológica em microrregiões onde a produção de caprinos e ovinos é a principal fonte de renda.

A ideia é que, durante 15 dias, os profissionais façam a coleta de sangue nos animais em uma área de 100 km. Inicialmente, deve ser coletado material de mil caprinos e mil ovinos de propriedades do município, indicadas por representantes do FrigBahia, frigorífico especializado na produção e comercialização de carnes especiais de cordeiros e cabritos.

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A iniciativa também ocorre no âmbito do Projeto Dom Helder Câmara (PDHC), desenvolvido pela Pasta, por meio da Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo (SAF), e cofinanciado pelo Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (Fida). O intuito desta ação é diminuir os níveis de pobreza e de desigualdades no Semiárido.

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21/01/2021 11:30h

Anvisa deve prestar informações ao STF sobre análise da vacina russa

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O Governo da Bahia fez um pedido de concessão de liminar para que seja autorizada a importação e distribuição da vacina russa Sputnik V, contra a Covid-19. A Ação Direta de Inconstitucionalidade 6661 contesta a Medida Provisória 1026/2021, que restringe a importação e distribuição de imunizantes que não foram aprovadas pela Anvisa. 

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, determinou que a Anvisa informe, em até 72 horas, se já foi solicitada a autorização para uso emergencial da vacina Sputnik V. Em caso positivo, a agência deve informar em que estágio está a análise e as eventuais pendências a serem cumpridas. O ministro é relator da ADI 6661, em que o governo baiano solicita a liminar, desde que haja registro por agência reguladora certificada pela Organização Panamericana de Saúde.

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O governador da Bahia, Rui Costa, também pede que o STF interprete o artigo 13 da MP 1026/2021, para autorizar os entes da Federação a iniciar a campanha de vacinação em seu território, desde que sejam observados os demais critérios clínicos e científicos, independentemente do início da vacinação nacional. O governador argumenta que já firmou um termo de cooperação com o Fundo Russo de Investimentos Diretos para aquisição da vacina Sputnik V e distribuição na Bahia.

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19/01/2021 13:00h

Interessados podem agendar horário pela internet para doar sangue

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O governo da Bahia afirma que, em meio ao aumento de casos da Covid-19 no estado, cresceu também a demanda da doação de sangue que é destinada a pacientes com casos graves da doença. 

Nos últimos três meses, segundo o Poder Executivo local, o Hospital Espanhol, em Salvador, precisou de 250 bolsas de sangue. Desde o começo da pandemia do novo coronavírus, a Fundação Hemoba afirma que enviou 1.056 bolsas apenas a hospitais de campanha. Interessados podem marcar horário pela internet para doar sangue, por meio do site www5.saude.ba.gov.br.

“É necessário que os gestores municipais percebam a importância da Atenção Primária à Saúde”, afirma o médico Gonzalo Vecina Neto

De acordo com boletim da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab), até a tarde da última segunda-feira (18), o estado acumula 540.320 casos e 9.667 óbitos em decorrência do coronavírus.

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