Minas Gerais

06/02/2023 17:30h

Estão na lista municípios de Minas Gerais, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul

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O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu a situação de emergência em 19 cidades brasileiras atingidas por desastres naturais. As portarias que oficializam a medida foram publicadas na edição desta segunda-feira (6) do Diário Oficial da União (DOU). 

A maior parte dos reconhecimentos foi concedida a municípios que enfrentam a estiagem. São 16 ao todo, sendo que 15 deles estão localizados no Rio Grande do Sul. São os casos de Arroio do Tigre, Erechim, Formigueiro, Jaguari, Lagoão, Paulo Bento, Pirapó, Rosário do Sul, Salvador das Missões, Sant’Ana do Livramento, São Nicolau, São Vicente do Sul, Sinimbu, Uruguaiana e Vila Nova do Sul.

Além destas, Acari, no Rio Grande do Norte, também sofre com a estiagem.

Mirabela, em Minas Gerais, enfrenta a seca, que é uma ausência de chuvas mais prolongada do que a estiagem. Já as cidades de Cambuquira e Visconde do Rio Branco, no mesmo estado, enfrentam chuvas intensas.

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24/01/2023 15:00h

Recursos serão destinados a Ribeirão do Largo e Ituaçu, na Bahia, Nova Serrana, em Minas Gerais, e Araraquara, em São Paulo

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Quatro cidades brasileiras afetadas por chuvas intensas vão receber mais de R$ 3 milhões para ações de defesa civil. As portarias com as liberações dos recursos foram publicadas na edição desta terça-feira (24) do Diário Oficial da União (DOU).

A cidade de Nova Serrana, em Minas Gerais, vai receber mais de R$ 1,3 milhão para reconstrução de rua utilizando estrutura em gabião, atendendo 500 pessoas.

Na Bahia, os municípios de Ribeirão do Largo e Ituaçu vão contar com R$ 954,3 mil e R$ 363,4 mil, respectivamente, para compra de cestas de alimentos; além de kits de limpeza, higiene pessoal e dormitório, além de colchões, para Ribeirão do Largo. Ao todo, quase 12 mil pessoas serão atendidas.

Por fim, Araraquara, em São Paulo, vai ter à disposição R$ 380,5 mil para serviços de limpeza urbana. A ação vai atender a população municipal estimada em 240 mil pessoas. 

No começo do mês, os ministros da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, e das Cidades, Jader Filho, estiveram em Araraquara para avaliar os danos causados pelas fortes chuvas que atingiram a cidade no fim de dezembro do ano passado até os primeiros dias de 2023.

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20/01/2023 12:28h

Estão na lista municípios da Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Santa Catarina

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Mais nove cidades brasileiras entraram em situação de emergência, após serem atingidas por desastres naturais. A decisão do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, por meio da Defesa Civil Nacional foi publicada na edição desta sexta-feira (20) do Diário Oficial da União (DOU).

Cinco cidades foram afetadas por chuvas intensas. São elas: Cícero Dantas, Euclides da Cunha e Igaporã, na Bahia, Vila Valério, no Espírito Santo, e Porto Belo, em Santa Catarina. Já Caldas, em Minas Gerais, e Balneário Camboriú, em Santa Catarina, registraram inundações, enquanto Palmitinho, no Rio Grande do Sul, foi atingida por um vendaval, e Faxinal do Soturno, no mesmo estado, passa por um período de estiagem.

Como solicitar recursos federais para ações de defesa civil

Cidades em situação de emergência ou estado de calamidade pública reconhecido pela Defesa Civil Nacional estão aptas a solicitar recursos do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) para atendimento à população afetada.

As ações envolvem socorro, assistências às vítimas, restabelecimento de serviços essenciais e reconstrução de infraestrutura destruída ou danificada. A solicitação deve ser feita por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD).

Com base nas informações enviadas, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e os valores solicitados. Com a aprovação, é publicada portaria no DOU com a valor ser liberado.

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Desenvolvimento Regional
12/01/2023 18:40h

Titular do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional debateu com o deputado federal Paulo Guedes (PT-MG) ações em segurança hídrica e defesa civil

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O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Goés, recebeu, nesta quinta-feira (12), o deputado federal Paulo Guedes (PT-MG). Durante o encontro, o parlamentar apresentou demandas do estado de Minas Gerais em áreas como segurança hídrica e proteção e defesa civil.

“O deputado trouxe as preocupações e as prioridades de Minas Gerais no que diz respeito às obras da transposição do Rio São Francisco e a outros programas e projetos de segurança hídrica e de desenvolvimento regional”, destacou Góes. “Isso para a gente é muito importante, pois é uma prioridade do presidente Lula”, enfatizou.

Entre as pautas apresentadas pelo deputado estão a retomada de três obras de infraestrutura hídrica no norte de Minas Gerais. “Nós temos três grandes empreendimentos paralisados, que são as barragens de Congonhas, Berizal e Jequitaí. E vários outros projetos também relativos à recuperação do São Francisco. Foi uma conversa muito boa e saio daqui muito entusiasmado”, afirmou o deputado Paulo Guedes.

Outro tema debatido foi com relação às chuvas intensas que vêm atingindo o estado. “Assim como fizemos com Araraquara, pretendemos visitar algumas cidades de Minas ou nos reunirmos com agentes políticos daquelas localidades para que o Governo Federal possa responder da melhor maneira possível”, ressaltou o ministro Waldez Goés.

Desde setembro de 2022, início do período chuvoso em Minas Gerais, 216 cidades pediram o reconhecimento federal de situação de emergência devido a chuvas intensas.

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12/01/2023 15:30h

Lista inclui municípios da Bahia, Ceará, Minas Gerais e Rio Grande do Sul

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A Defesa Civil Nacional reconheceu nesta quinta-feira (12), em portaria do Diário Oficial da União (DOU), a situação de emergência em seis cidades do País que enfrentam estiagem. Estão na lista os municípios de Monte Santo, na Bahia, Deputado Irapuan Pinheiro, no Ceará, São João do Paraíso, em Minas Gerais, e Cruz Alta, Redentora e Toropi, todas no Rio Grande do Sul.

Como solicitar recursos federais para ações de defesa civil

Cidades em situação de emergência ou estado de calamidade pública reconhecido pela Defesa Civil Nacional estão aptas a solicitar recursos do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) para atendimento à população afetada.

As ações envolvem socorro, assistências às vítimas, restabelecimento de serviços essenciais e reconstrução de infraestrutura destruída ou danificada. A solicitação deve ser feita por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD).

Com base nas informações enviadas, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e os valores solicitados. Com a aprovação, é publicada portaria no DOU com a valor ser liberado.

Capacitações da Defesa Civil Nacional

A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos.

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12/01/2023 14:00h

Estão na lista municípios da Bahia, Goiás, Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e São Paulo

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Nesta quarta-feira (11), a Defesa Civil Nacional reconheceu a situação de emergência em 66 cidades do País atingidas por desastres naturais. Quatro municípios da Bahia obtiveram o status por conta de chuvas intensas: Ribeira do Pombal, Planaltino, Jequié e Firmino Alves. Outras 40 cidades baianas também obtiveram o status nesta quarta-feira pelo mesmo tipo de desastre. Já Irajuba registrou enxurradas.

Luziânia, em Goiás, também foi atingida por chuvas intensas. O mesmo tipo de desastre foi registrado nas cidades mineiras de Barbacena, Rio Vermelho, Sardoá e Manhuaçu. A também mineira Pescador teve episódios de alagamentos.

No Rio Grande do Norte, os municípios de Campo Grande e Felipe Guerra enfrentam estiagem. Já Serra de São Bento registra seca, que é um período sem chuvas mais prolongado do que a estiagem. A estiagem também atinge cinco cidades do Rio Grande do Sul: Pinhal, Cerro Grande, Manoel Viana, São Gabriel e Maçambará. No mesmo estado, Venâncio Aires enfrentou enxurradas, enquanto Soledade teve registro de vendavais.

Por fim, cinco cidades do estado de São Paulo obtiveram o reconhecimento federal de situação de emergência por conta de chuvas intensas: Monte Mor, Capivari, Brotas, Dois Córregos e Rafard.

Como solicitar recursos federais para ações de defesa civil

Cidades em situação de emergência ou estado de calamidade pública reconhecido pela Defesa Civil Nacional estão aptas a solicitar recursos do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) para atendimento à população afetada.

As ações envolvem socorro, assistências às vítimas, restabelecimento de serviços essenciais e reconstrução de infraestrutura destruída ou danificada. A solicitação deve ser feita por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD).

Com base nas informações enviadas, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e os valores solicitados. Com a aprovação, é publicada portaria no DOU com a valor ser liberado.

Capacitações da Defesa Civil Nacional

A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos.

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09/01/2023 17:05h

Defesa Civil Nacional estado de calamidade no município, que está apto a receber recursos federais para atendimento à população afetada e restabelecimento de serviços essenciais

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A Defesa Civil Nacional reconheceu, nesta segunda-feira (9), em portaria no Diário Oficial da União, o estado de calamidade pública na cidade de São Domingos do Prata, em Minas Gerais, que foi atingida por chuvas intensas.

Com a medida, o município pode solicitar recursos federais para atendimento à população afetada, restabelecimento de serviços essenciais e reconstrução de infraestrutura pública danificada pelo desastre. A solicitação deve ser feita por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD).

Com base nas informações enviadas, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e os valores solicitados. Com a aprovação, é publicada portaria no DOU com a valor ser liberado.

Capacitações da Defesa Civil Nacional

A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos.

Preparação para o período de chuvas

Na última semana, a Defesa Civil Nacional promoveu reunião técnica de preparação para as chuvas intensas previstas para o Sudeste do País e para o estado da Bahia. Participaram do evento as agências dos locais afetados que integram o Sistema Federal de Proteção e Defesa Civil (Sinpdec).

Durante o encontro, o diretor do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad), Armin Braun, reforçou a importância do cadastro nos sistemas de alerta disponibilizados pela Defesa Civil Nacional como forma de prevenção. Para receber os alertas por SMS, basta mandar uma mensagem de texto para o número 40199, indicando o CEP da residência.

O serviço de alertas também está disponível por tevê por assinatura e pelos aplicativos de mensagens WhatsApp e Telegram, além de busca no Google ou Google Maps. Outra recomendação é ficar atento aos alertas publicados no Twitter da Defesa Civil Nacional (@defesacivilbr) e do Instituto Nacional de Meteorologia (@inmet_).

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26/12/2022 03:30h

Indústria mineira foi a terceira com maior impacto no índice geral, segundo a Pesquisa Industrial Mensal

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Minas Gerais registrou alta em outubro de 1,7% na produção industrial em relação ao mês anterior. A indústria mineira foi a terceira com maior impacto no índice geral, segundo a Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Entre os setores de destaque, estão a metalurgia e o de veículos. Na comparação com o mesmo período do ano passado, a expansão foi de 6,4%.

O deputado federal Domingos Sávio (PL-MG) atribui os números positivos à atuação do governo Romeu Zema junto ao setor privado. Ele argumenta que o crescimento está associado ao respeito do governo local à iniciativa privada.

“O governo Zema foi um governo de visão mais liberal, um governo que dialoga com o setor industrial e com o setor privado, estimulando práticas de empreendedorismo, atraindo novos investimentos. Foi o período da história de Minas com maior atração de investimentos, mesmo tendo pandemia e agora um ambiente de guerra no mundo, que afeta a economia brasileira”, defende o parlamentar.

Apesar de a média nacional ter registrado variação positiva de 0,3% na PIM Regional, o economista César Bergo afirma que o crescimento industrial do país em outubro foi abaixo do esperado.

“A gente observa que, embora, na média nacional, cresceu 0,3%, muitos estados estão aquém das expectativas. Outra questão que afetou bastante a indústria foi a cadeia de fornecimento. Houve interrupção na cadeia de fornecimento, sobretudo da parte de eletrônicos por conta do lockdown na China”, analisa.

Dos 15 locais pesquisados pelo IBGE, seis estados apresentaram taxas positivas, com destaque para Pará (5,2%) e Goiás (3,0%), em primeiro e segundo lugares respectivamente. 

Destaques negativos

Já os destaques negativos foram os estados do Ceará (-13,7%) e Mato Grosso (-11,5%), os recuos mais significativos apontados pela PIM Regional. O IBGE explica que o desempenho negativo desses estados se deve à influência dos resultados negativos no setor de couro, artigos de viagens e calçados, e recuo do setor de derivados de petróleo e biocombustíveis, respectivamente.

Avanço na comparação anual

De acordo com a comparação anual da PIM Regional com o mesmo período do ano passado, a indústria nacional apresentou alta de 1,7% e sete dos 15 locais observados pela pesquisa apresentaram crescimento. As maiores altas se concentraram nos estados de Mato Grosso (15,8%) e São Paulo (7,7%).

Os demais estados que apresentaram desempenho positivo nessa comparação foram Rio de Janeiro (6,5%), Minas Gerais (6,4%), Goiás (6,2%), Amazonas (1,8%) e Pernambuco (0,2%). O Rio Grande do Sul se manteve estável (0%).

Ainda sobre a comparação com o mesmo período de 2021, os estados que tiveram um desempenho negativo foram Espírito Santo (-20,7%), Paraná (-14,5%), Ceará (-11,9%), Bahia (-7,2%), Santa Catarina (-2,7%) e Pará (-2,3%).
 

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23/12/2022 23:48h

A cidade tem registrado, nos últimos anos, índices altos de infestação predial, de acordo com a série histórica do Levantamento Rápido de Índices para o Aedes aegypti, o LIRAa.

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A população de Divisa Alegre e dos outros 16 municípios da microrregião de Salinas (MG) precisa ficar alerta contra o mosquito transmissor da dengue, da chikungunya e da Zika. É que a cidade tem registrado, nos últimos anos, índices altos de infestação predial, de acordo com a série histórica do Levantamento Rápido de Índices para o Aedes aegypti, o LIRAa. O levantamento permite, por amostragem, saber a quantidade de imóveis que abrigam recipientes com larvas do mosquito.
 
Além disso, o Estado de Minas Gerais registrou, entre janeiro e dezembro deste ano (SE49), 89.564 casos prováveis de dengue, segundo informações do mais recente boletim epidemiológico do Ministério da Saúde. Ainda, de acordo com o documento, no período, foram 7.979 casos prováveis de chikungunya e 52 casos prováveis de Zika (SE46).

Com o risco de surto das três doenças, os moradores de Divisa Alegre devem redobrar os cuidados para diminuir a infestação do Aedes aegypti, especialmente em época de chuva. A melhor maneira para isso é descartar ou higienizar semanalmente e proteger qualquer objeto que acumule água e possa servir de criadouro. A enfermeira da Estratégia de Saúde da Família, Adryenne de Carvalho Mello, compartilha algumas medidas simples e eficazes para interromper o ciclo de vida do mosquito.

“Esvaziar garrafas, não estocar pneus em áreas descobertas, não acumular água em lajes ou calhas, colocar areia nos vasos de planta e cobrir bem tonéis e caixas-d’água são algumas iniciativas básicas. Todo local de água parada deve ser eliminado, pois é lá que o mosquito transmissor coloca os seus ovos”. 

Adryenne de Carvalho Mello lembra que todas as faixas etárias têm o mesmo risco de contrair a dengue e que outras doenças, como a chikungunya, a Zika e até a COVID-19 podem ter sintomas parecidos. Para não haver dúvida em relação ao diagnóstico e ao tratamento mais adequado, a enfermeira orienta buscar atendimento na Unidade de Saúde mais próxima a qualquer sinal de mal-estar.

“Normalmente, o primeiro sintoma da dengue é a febre alta (39° a 40°C), de início repentino, que geralmente dura de 2 a 7 dias, acompanhada de dor de cabeça, dor no corpo e nas articulações, prostração (fadiga), fraqueza, dor atrás dos olhos e erupções cutâneas. Na fase febril, é difícil diferenciar a doença de outras enfermidades. Por isso, é importante consultar um médico em caso de suspeita.”

Com a temporada de chuvas, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) alerta a população mineira para que adote ações de prevenção aos focos do Aedes aegypti. Para reduzir os riscos de ocorrência de casos, a secretaria realiza ações de capacitação dos profissionais, "alinhamento de estratégias nos territórios e sensibilização da população quanto aos cuidados necessários para o combate ao vetor".

Todo dia é dia de combater o mosquito. E de ficar atento aos sintomas também. Saiba mais sobre as formas de prevenção aos focos do Aedes aegypti e consulte as orientações no site www.gov.br/combataomosquito

 

VEJA MAIS:

DENGUE: Casos prováveis crescem 172,4% em um ano, aponta boletim do Ministério da Saúde

DENGUE: Febre alta e dor no corpo? Saiba quais os sintomas da doença

CHIKUNGUNYA: Doença se caracteriza por dores nas articulações

CHIKUNGUNYA: Região Nordeste registra maior incidência da doença em 2022

ZIKA: Saiba quais os sintomas da doença

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23/12/2022 23:42h

As duas cidades têm registrado, nos últimos anos, índices altos de infestação predial, de acordo com a série histórica do Levantamento Rápido de Índices para o Aedes aegypti, o LIRAa

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A população de Mato Verde, de Espinosa e dos outros 11 municípios da microrregião de Janaúba (MG) precisa ficar alerta contra o mosquito transmissor da dengue, da chikungunya e da Zika. É que as duas cidades têm registrado, nos últimos anos, índices altos de infestação predial, de acordo com a série histórica do Levantamento Rápido de Índices para o Aedes aegypti, o LIRAa. O levantamento permite, por amostragem, saber a quantidade de imóveis que abrigam recipientes com larvas do mosquito.
 
Além disso, o Estado de Minas Gerais registrou, entre janeiro e dezembro deste ano (SE49), 89.564 casos prováveis de dengue, segundo informações do mais recente boletim epidemiológico do Ministério da Saúde. Ainda, de acordo com o documento, no período, foram 7.979 casos prováveis de chikungunya e 52 casos prováveis de Zika (SE46).

Com o risco de surto das três doenças, os moradores de Mato Verde e de Espinosa devem redobrar os cuidados para diminuir a infestação do Aedes aegypti, especialmente em época de chuva. A melhor maneira para isso é descartar ou higienizar semanalmente e proteger qualquer objeto que acumule água e possa servir de criadouro. A enfermeira da Estratégia de Saúde da Família, Adryenne de Carvalho Mello, compartilha algumas medidas simples e eficazes para interromper o ciclo de vida do mosquito.

“Esvaziar garrafas, não estocar pneus em áreas descobertas, não acumular água em lajes ou calhas, colocar areia nos vasos de planta e cobrir bem tonéis e caixas-d’água são algumas iniciativas básicas. Todo local de água parada deve ser eliminado, pois é lá que o mosquito transmissor coloca os seus ovos”. 

Adryenne de Carvalho Mello lembra que todas as faixas etárias têm o mesmo risco de contrair a dengue e que outras doenças, como a chikungunya, a Zika e até a COVID-19 podem ter sintomas parecidos. Para não haver dúvida em relação ao diagnóstico e ao tratamento mais adequado, a enfermeira orienta buscar atendimento na Unidade de Saúde mais próxima a qualquer sinal de mal-estar.

“Normalmente, o primeiro sintoma da dengue é a febre alta (39° a 40°C), de início repentino, que geralmente dura de 2 a 7 dias, acompanhada de dor de cabeça, dor no corpo e nas articulações, prostração (fadiga), fraqueza, dor atrás dos olhos e erupções cutâneas. Na fase febril, é difícil diferenciar a doença de outras enfermidades. Por isso, é importante consultar um médico em caso de suspeita.”

Com a temporada de chuvas, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) alerta a população mineira para que adote ações de prevenção aos focos do Aedes aegypti. Para reduzir os riscos de ocorrência de casos, a secretaria realiza ações de capacitação dos profissionais, "alinhamento de estratégias nos territórios e sensibilização da população quanto aos cuidados necessários para o combate ao vetor".

Todo dia é dia de combater o mosquito. E de ficar atento aos sintomas também. Saiba mais sobre as formas de prevenção aos focos do Aedes aegypti e consulte as orientações no site www.gov.br/combataomosquito

 

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