Defesa Civil

05/12/2022 14:35h

Ministro Daniel Ferreira e secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, coronel Alexandre Lucas, se reuniram nesta segunda-feira com o governador Carlos Moisés e parlamentares do estado

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O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), por meio da Defesa Civil Nacional, segue atuando nas ações de resposta às fortes chuvas que atingem o estado de Santa Catarina. Nesta segunda-feira (5), o ministro Daniel Ferreira e o secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, coronel Alexandre Lucas, participaram da reunião do Fórum Catarinense para tratar dos danos causados pelas chuvas intensas no estado. O evento contou com a presença do governador Carlos Moisés.

“Temos que deixar o nosso sentimento e solidariedade às famílias desabrigadas e desalojadas. É um momento de união para mitigarmos o máximo que pudermos essa situação. A população precisa ficar atenta aos alertas da Defesa Civil Nacional e Estadual, para evitar que o desastre se transforme em uma tragédia”, destaca o ministro do MDR, Daniel Ferreira, que acompanhou a reunião de forma virtual.

O Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad) opera com equipes de plantão e segue acompanhando o registro de ocorrências significativas junto à defesa civil estadual.

De acordo com a última atualização da Defesa Civil de Santa Catarina, até o momento, 60 cidades catarinenses registraram ocorrências devido às fortes chuvas. São 882 pessoas desalojadas, 195 desabrigadas, 16.350 afetadas, três óbitos e duas pessoas desaparecidas.

Para o secretário Alexandre Lucas, que participou da reunião de forma presencial, o encontro desta segunda-feira foi bastante produtivo. “Nós alinhamos com os poderes públicos federal, estadual e municipal e o parlamento estadual e federal. Uma convergência muito republicana de tudo o que cada um pode fazer para ajudar o povo de Santa Catarina neste momento difícil. Foi uma reunião com boas sugestões e com bons alinhamentos para dar agilidade na liberação de recursos”, afirmou.

O governador de Santa Catarina, Carlos Moisés, destacou a importância da presença da Defesa Civil Nacional na reunião para traçar os passos seguintes que os municípios devem adotar para a solicitação de recursos.

“Se ouvirmos atentamente as orientações da Defesa Civil, vamos ter sucesso para que recursos cheguem aos caixas dos municípios para restabelecerem a situação. É a grande notícia que o coronel Lucas nos trouxe. Nós não deixamos faltar nem sequer por um momento o apoio aos municípios afetados”, relata.

Nesta terça-feira (6), haverá uma reunião entre a Defesa Civil Nacional e os municípios catarinenses atingidos para orientação sobre as ações a serem tomadas com as consequências das fortes chuvas.

Como solicitar recursos federais para ações de defesa civil

Cidades em situação de emergência ou estado de calamidade pública reconhecido pela Defesa Civil Nacional estão aptas a solicitar recursos do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) para atendimento à população afetada.

As ações envolvem socorro, assistências às vítimas, restabelecimento de serviços essenciais e reconstrução de infraestrutura destruída ou danificada. A solicitação deve ser feita por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD).

Com base nas informações enviadas, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e os valores solicitados. Com a aprovação, é publicada portaria no DOU com a valor ser liberado.

Capacitações da Defesa Civil Nacional

A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos.

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Desenvolvimento Regional
05/12/2022 14:05h

Com a medida, cidades poderão solicitar recursos da União para ações de resposta e recuperação ao desastre natural

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O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) reconheceu a situação de emergência de 30 municípios do estado de Santa Catarina atingidos por chuvas intensas. Com a medida, as prefeituras poderão acessar recursos federais para ações de socorro e assistência à população e para o restabelecimento de serviços essenciais em áreas afetadas. A decisão foi publicada na edição desta segunda-feira (5) do Diário Oficial da União.

O reconhecimento foi por procedimento sumário – quando o desastre, público e notório, é considerado de grande intensidade. Nesses casos, para agilizar o atendimento à população atingida, o MDR antecipa o trâmite e publica a medida antes mesmo que a solicitação do município ou do estado seja oficializada.

Veja abaixo a lista dos 30 municípios com a situação de emergência reconhecida:

  1. Araquari
  2. Campo Alegre
  3. Canelinha
  4. Canoinhas
  5. Corupá
  6. Doutor Pedrinho
  7. Garuva
  8. Gaspar
  9. Guaramirim
  10. Itajaí
  11. Itapoá
  12. Jaraguá do Sul
  13. Joinville
  14. Luiz Alves
  15. Mafra
  16. Major Gercino
  17. Massaranduba
  18. Nova Trento
  19. Orleans
  20. Palhoça
  21. Paulo Lopes
  22. Rio dos Cedros
  23. Rio Negrinho
  24. Rodeio
  25. Santo Amaro da Imperatriz
  26. São Bento do Sul
  27. Schroeder
  28. Tijucas
  29. Timbó
  30. Três Barras

Atuação da Defesa Civil Nacional

O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) por meio da Defesa Civil Nacional, segue monitorando a situação das fortes chuvas que atingem Santa Catarina. Nesta segunda-feira (5), o ministro Daniel Ferreira, por videoconferência, e o secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, coronel Alexandre Lucas, presencialmente, participaram da reunião do Fórum Catarinense para tratar dos danos causados pelas chuvas intensas no estado. O evento contou com a participação do governador do estado, Carlos Moisés.

Como solicitar recursos federais para ações de defesa civil

Cidades em situação de emergência ou estado de calamidade pública reconhecido pela Defesa Civil Nacional estão aptas a solicitar recursos do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) para atendimento à população afetada.

As ações envolvem socorro, assistências às vítimas, restabelecimento de serviços essenciais e reconstrução de infraestrutura destruída ou danificada. A solicitação deve ser feita por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD).

Com base nas informações enviadas, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e os valores solicitados. Com a aprovação, é publicada portaria no DOU com a valor ser liberado.

Capacitações da Defesa Civil Nacional

A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos.

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Desenvolvimento Regional
05/12/2022 13:45h

Taiobeiras utilizará os recursos para a construção de ponte, enquanto Visconde do Rio Branco fará obras de recuperação de telhados

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Duas cidades de Minas Gerais afetada por desastres naturais vão receber mais de R$ 286 mil para ações de defesa civil. As portarias com as liberações dos recursos foram publicadas na edição desta segunda-feira (5) do Diário Oficial da União (DOU).

O maior repasse – de mais de R$ 218 mil – será para o município de Taiobeiras, afetado por chuvas intensas. Os recursos serão destinados à construção de uma ponte.

Já Visconde do Rio Branco, atingida por queda de granizo, vai contar com mais de R$ 68 mil para o restabelecimento de telhados. A ação vai atender mais de 1,2 mil pessoas.

Como solicitar recursos federais para ações de defesa civil

Cidades em situação de emergência ou estado de calamidade pública reconhecido pela Defesa Civil Nacional estão aptas a solicitar recursos do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) para atendimento à população afetada.

As ações envolvem socorro, assistências às vítimas, restabelecimento de serviços essenciais e reconstrução de infraestrutura destruída ou danificada. A solicitação deve ser feita por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD).

Com base nas informações enviadas, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e os valores solicitados. Com a aprovação, é publicada portaria no DOU com a valor ser liberado.

Capacitações da Defesa Civil Nacional

A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos.

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02/12/2022 15:08h

Estão na lista os municípios de Alto Rio Doce, em Minas Gerais, e Monte Alegre de Sergipe e Tobias Barreto, em Sergipe

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A Defesa Civil Nacional reconheceu, nesta sexta-feira (2), a situação de emergência em mais três cidades do País atingidas por desastres naturais. A portaria com os reconhecimentos federais foi publicada no Diário Oficial da União. Confira neste link.

Em Sergipe, a cidade de Monte Alegre de Sergipe passa por um período de estiagem, enquanto Tobias Barreto enfrenta a seca, que é uma ausência de chuvas ainda mais longa do que a estiagem.

Já o município de Alto Rio Doce, em Minas Gerais, foi atingido por queda de granizo.

Como solicitar recursos federais para ações de defesa civil

Cidades em situação de emergência ou estado de calamidade pública reconhecido pela Defesa Civil Nacional estão aptas a solicitar recursos do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) para atendimento à população afetada.

As ações envolvem socorro, assistências às vítimas, restabelecimento de serviços essenciais e reconstrução de infraestrutura destruída ou danificada. A solicitação deve ser feita por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD).

Com base nas informações enviadas, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e os valores solicitados. Com a aprovação, é publicada portaria no DOU com a valor ser liberado.

Capacitações da Defesa Civil Nacional

A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos.

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Desenvolvimento Regional
01/12/2022 19:50h

Foram abordados temas como o Plano Nacional de Proteção e Defesa Civil e os projetos Sabo e Casa Social

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Nesta quinta-feira (1), penúltimo dia do Understanding Risk Global Forum (UR22), evento que reúne, em Florianópolis (SC), uma comunidade global de especialistas e profissionais da área de identificação de riscos de desastres, o Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), por meio da Defesa Civil Nacional, apresentou o Plano Nacional de Proteção e Defesa Civil e os projetos Casa Social e Sabo. O fórum termina nesta sexta-feira (2).

O coordenador-geral de articulação da Defesa Civil Nacional, Reinaldo Estelles, apresentou e explicou, em sua palestra no evento, o Plano Nacional de Proteção e Defesa Civil.

“Apresentamos o modelo e as entrevistas feitas com agentes das defesas civis municipais e estaduais e com os próprios afetados, com foco no Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil. É importante fazer isso no fórum para que as defesas civis entendam em que pé está o Plano. É uma questão de transparência e de ouvir o que o setor de gestão de riscos tem a falar”, destaca Estelles.

Outra importante apresentação feita no UR22 foi sobre o Projeto de Aprimoramento da Capacidade Técnica em Medidas Estruturais contra Movimentos Gravitacionais de Massa com Foco na Construção de Cidades Resilientes, chamado de Projeto Sabo.

O projeto consiste na avaliação do movimento de massas, com foco na ocorrência de fluxo de detritos, que tem maior poder de destruição que um deslizamento comum. Além disso, propõe a instalação de barreiras de contenção para canalizar o fluxo de encostas e reduzir a área de alastramento do desastre.

“Pretendemos adaptar à realidade brasileira a experiência do Japão, o conhecimento, a tecnologia e as técnicas. Vamos construir um manual de diretrizes para a elaboração de projetos de engenharia. A partir desse manual, vamos fazer os projetos de engenharia para o Hospital São Lucas, em Nova Friburgo, e para o Córrego do Príncipe, em Teresópolis”, informa o coordenador-geral de Prevenção e Programas Estratégicos da Defesa Civil Nacional, Wolnei Wolff Barreiros.

Casa Social

Também nesta quinta-feira, o coordenador de Estudos Integrados do MDR, Rafael Machado, apresentou o projeto Casa Social, que visa acolher a população mais vulnerável afetada por desastres naturais. Trata-se de um modelo conceitual de uma casa com montagem modular, simplificada, de fácil transporte e que atende às premissas de habitabilidade e sustentabilidade.

“O projeto surgiu da nossa percepção nas atuações pós-desastre. As populações mais vulneráveis são afetadas de forma mais severa. Percebemos que o tempo entre a data em que ocorre o desastre e a viabilização da moradia definitiva é muito longo. A população afetada fica muito desamparada. Sensibilizados com isso, alguns técnicos da Defesa Civil Nacional se reuniram e pensamos em um modelo conceitual de habitação social”, explica Machado.

O projeto Casa Social foi feito em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud). Foram contratados técnicos de diferentes setores, inclusive de áreas como psicologia, para transformar esse modelo conceitual em um modelo de mercado, de modo que a indústria nacional possa fabricar os componentes dessa casa social a partir de 2023, com a montagem do protótipo real, atendendo a todos os requisitos exigidos pelas normas de habitabilidade.

O UR22

O Fórum Global Understanding Risk 2022 chegou ao Brasil pela primeira vez. De 28 de novembro a 2 de dezembro, a conferência apresenta os mais recentes conhecimentos e inovações na área de gestão de risco de desastres, abrangendo tópicos que vão desde sistemas de alerta precoce até resiliência urbana, comunicação e financiamento do risco. O tema deste ano, "Navegando as ondas do risco", aborda os riscos climáticos e de desastres em um mundo de perigos múltiplos.

O evento é organizado pelo Mecanismo Global para Redução e Recuperação de Desastres (GFDRR), Banco Mundial e Prefeitura de Florianópolis, com apoio do MDR, do Google, da Nasa e de vários outros organismos nacionais e internacionais. O fórum ocorre simultaneamente, de forma on-line, na Nova Zelândia, Canadá, Níger e Reino Unido.

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01/12/2022 19:45h

Fortes chuvas devem atingir esses estados ao longo desta quinta-feira (1) e sexta-feira (2)

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A Defesa Civil Nacional alerta para a previsão de chuvas intensas nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo e Bahia ao longo desta quinta-feira (1) e sexta-feira (2). Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), os locais mais afetados deverão ser o noroeste, central e litoral norte espírito-santense, os Vales do Mucuri, do Rio Doce e do Jequitinhonha, em Minas, e o sul e centro-sul baiano.

De acordo com o Inmet, os acumulados de chuvas podem superar 100 milímetros por dia. Com isso, há grande risco de alagamentos, transbordamentos de rios e deslizamentos de encostas em cidades com tais áreas de risco.

Diante da previsão, o Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad) opera com equipes de plantão para acompanhar o registro de qualquer ocorrência significativa e já comunicou as defesas civis estaduais do risco.

O coordenador-geral de Gerenciamento de Desastres da Defesa Civil Nacional, Tiago Molina Schnorr, pede para que a população fique atenta às informações oficiais e aos locais onde serão divulgados os alertas, além de adotar medidas de autoproteção.

“É fundamental que a população adote algumas medidas de prevenção, como desligar aparelhos elétricos e quadro geral de energia. Em caso de enxurrada, colocar documentos e objetos de valor em sacos plásticos. Já em situação de grande perigo confirmada, é importante procurar abrigo e evitar permanecer ao ar livre. A população precisa ficar atenta às informações oficiais e aos locais onde serão divulgados os alertas, além de adotar medidas de autoproteção”, observou.

Para receber alertas por WhatsApp

Para ter acesso ao serviço, é necessário se cadastrar pelo telefone (61) 2034-4611 ou pelo link https://wa.me/556120344611 e, em seguida, interagir com o chatbot (robô de atendimento), enviando um simples "Oi". Após essa primeira interação, o usuário poderá compartilhar sua localização atual ou escolher qualquer outra do seu interesse e, dessa forma, receber as mensagens que serão encaminhadas pelos órgãos de defesa civil locais.

Após o envio de qualquer mensagem pelo usuário, o robô encaminhará a pergunta se a pessoa deseja receber os alertas da Defesa Civil. Se sim, será disponibilizado no chatbot os termos de uso e política de privacidade, que regulamentam o projeto, e o pedido para o aceite do usuário.

Na sequência, será solicitado ao usuário que envie a localização que deseja receber os alertas. Podem ser cadastradas várias localizações diferentes, pensando nos lugares que frequenta, que deseja monitorar ou mesmo se for fazer alguma viagem.

São três diferentes possibilidades para o cadastro das localizações: a pessoa pode compartilhar a localização na mensagem (toque em Anexar > Localização); digitar o CEP e clicar em enviar ou, simplesmente, digitar o nome do município e enviar. Essas áreas de interesse podem ser editadas a qualquer momento.

Para receber alertas por SMS

A Defesa Civil Nacional orienta os moradores das regiões de risco a se inscreverem nos serviços de alerta, enviando um SMS com o CEP do local onde mora, ou outro local de interesse, para o número 40199.

Não há limite de locais cadastrados e o serviço é totalmente gratuito para a população. A partir da previsão de desastre, a população receberá um aviso contendo informações de risco e orientações para a autoproteção.

Outra recomendação é ficar atento aos alertas publicados no Twitter da Defesa Civil Nacional (@defesacivilbr) e do Instituto Nacional de Meteorologia (@inmet_).

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Desenvolvimento Regional
01/12/2022 14:21h

Estão na lista municípios da Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Santa Catarina e Sergipe

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A Defesa Civil Nacional reconheceu, nesta segunda-feira (28), a situação de emergência em mais 17 cidades do País atingidas por desastres naturais. A portaria com os reconhecimentos federais foi publicada no Diário Oficial da União. Confira neste link.

Sete cidades passam por um período de estiagem: Casa Nova e Queimadas, na Bahia, Itapipoca, no Ceará, Bernardino Batista, Junco do Seridó e Tacima, em Pernambuco, e São Paulo do Potengi, no Rio Grande do Norte. Já Mombaça, no Ceará, e Poço Redondo, em Sergipe, enfrentam a seca, que é uma ausência de chuvas ainda mais longa do que a estiagem.

Já Baixa Grande, na Bahia, Caruaru e São Benedito do Sul, em Pernambuco, e Abelardo Luz, Campo Erê e Ibicaré, em Santa Catarina, enfrentaram chuvas intensas. Em Minas Gerais, a cidades de Campos Gerais foi atingida por queda de granizo.

Por fim, em Santa Catarina, o município de Saudades passou por inundações.

Como solicitar recursos federais para ações de defesa civil

Cidades em situação de emergência ou estado de calamidade pública reconhecido pela Defesa Civil Nacional estão aptas a solicitar recursos do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) para atendimento à população afetada.

As ações envolvem socorro, assistências às vítimas, restabelecimento de serviços essenciais e reconstrução de infraestrutura destruída ou danificada. A solicitação deve ser feita por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD).

Com base nas informações enviadas, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e os valores solicitados. Com a aprovação, é publicada portaria no DOU com a valor ser liberado.

Capacitações da Defesa Civil Nacional

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Desenvolvimento Regional
29/11/2022 19:00h

Evento em Florianópolis (SC) reúne comunidade internacional de especialistas e profissionais de identificação de riscos de desastres

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O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), por meio da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), participa, nesta semana, do Understanding Risk Global Forum (UR22), evento que reúne uma comunidade global de especialistas e profissionais da área de identificação de riscos de desastres, especificamente na avaliação e comunicação de riscos.

"O mais importante neste evento é que nós agregamos conhecimento. Num ambiente como esse, temos as novidades da tecnologia, mas, também, tem o conhecimento da experiência pessoal desde as defesas civis municipais até o que há de mais moderno no mundo, com a vivência de outros países. Essa conexão de conhecimento e de diversidade de risco faz com que elevemos a nossa possibilidade de proteger melhor a população brasileira", destaca o secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil, coronel Alexandre Lucas.

Nesta terça-feira (29), a coordenadora de monitoramento do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad), Rosane Duque Estrada Vieira, em palestra, falou sobre o acordo firmado entre o MDR e o Google, em 2015, que marcou o pontapé inicial no envio à população de aviso de alertas de riscos de desastres naturais.

"Foi uma mudança de patamar na Defesa Civil no que diz respeito ao envio de avisos e alertas para a população. Até 2015, esse envio era mais institucional, para estados e municípios. Com esse marco do Google, hoje, essa concepção mudou, por meio de várias outras plataformas. Foi o marco inicial para chegarmos ao patamar que estamos hoje no envio de alertas para a população", explica.

Atualmente, a população brasileira é alertada, além do Google Alertas, por SMS, telegrama, TV por assinatura, WhatsApp, um serviço pioneiro no Brasil, e pelas redes sociais da Defesa Civil Nacional.

Durante o evento, também serão abordados temas como as barragens Sabo (barragens de concreto que protegem contra deslizamentos de terra), o Plano Nacional de Proteção e Defesa Civil e o Projeto Casa Social.

Além do secretário, Alexandre Lucas, o MDR é representado por Rafael Pereira, coordenador de Estudos Integrados; Reinaldo Estelles, coordenador-geral de articulação da Defesa Civil Nacional; Wolnei Wolff Barreiros, coordenador-geral de prevenção e programas estratégicos, e Rosane Duque Estrada Vieira, coordenadora de Monitoramento e Alerta do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad).

O UR22

O Fórum Global Understanding Risk 2022 chega ao Brasil pela primeira vez. Durante cinco dias, a conferência apresenta os mais recentes conhecimentos e inovações na área de gestão de risco de desastres, abrangendo tópicos que vão desde sistemas de alerta precoce até resiliência urbana, comunicação e financiamento do risco. O tema deste ano, "Navegando as ondas do risco", aborda os riscos climáticos e de desastres em um mundo de perigos múltiplos.

O evento é organizado pelo Mecanismo Global para Redução e Recuperação de Desastres (GFDRR), Banco Mundial e Prefeitura de Florianópolis, com apoio do MDR, por meio da Sedec, do Google, da Nasa e de vários outros organismos nacionais e internacionais. O fórum ocorre simultaneamente na Nova Zelândia, Canadá, Níger e Reino Unido.

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29/11/2022 11:47h

Risco de alagamentos, deslizamentos de encostas e transbordamentos de rios em parte da região é grande

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O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), por meio da Defesa Civil Nacional, segue monitorando a situação das fortes chuvas que atingem Santa Catarina e Paraná. Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), parte desses estados está em alerta vermelho, o que indica grande perigo de acumulados de chuvas até a noite desta quarta-feira (30).

De acordo com o Inmet, os acumulados podem superar 100 milímetros por dia. Com isso, o risco de alagamentos, deslizamentos de encostas e transbordamentos de rios em algumas regiões é elevado.

Entre as áreas que devem ser mais afetadas pelo desastre estão a Região Metropolitana de Curitiba, Vale do Itajaí, Grande Florianópolis, Sudeste Paranaense, Norte Catarinense, Sul Catarinense e a Região Serrana e o Nordeste Rio-grandense.

Diante da previsão, o Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad) opera com equipes de plantão para acompanhar o registro de qualquer ocorrência significativa e já comunicou as defesas civis estaduais do risco.

O coordenador-geral de Gerenciamento de Desastres da Defesa Civil Nacional, Tiago Molina Schnorr, pede para que a população fique atenta às informações oficiais e aos locais onde serão divulgados os alertas, além de adotar medidas de autoproteção.

“É fundamental que a população adote algumas medidas de prevenção, como desligar aparelhos elétricos e quadro geral de energia. Em caso de enxurrada, colocar documentos e objetos de valor em sacos plásticos. Já em situação de grande perigo confirmada, é importante procurar abrigo e evitar permanecer ao ar livre. A população precisa ficar atenta às informações oficiais e aos locais onde serão divulgados os alertas, além de adotar medidas de autoproteção”, observou.

Equipes do Corpo de Bombeiros de Santa Catarina e o Paraná seguem trabalhando nas operações de busca no deslizamento de terra na BR-376. Segundo a Defesa Civil do Paraná, até o momento, um óbito foi confirmado. Ainda não há informações oficiais sobre o número de pessoas desaparecidas.

Para receber alertas por WhatsApp

Para ter acesso ao serviço, é necessário se cadastrar pelo telefone (61) 2034-4611 ou pelo link e, em seguida, interagir com o chatbot (robô de atendimento), enviando um simples "Oi". Após essa primeira interação, o usuário poderá compartilhar sua localização atual ou escolher qualquer outra do seu interesse e, dessa forma, receber as mensagens que serão encaminhadas pelos órgãos de defesa civil locais.

Após o envio de qualquer mensagem pelo usuário, o robô encaminhará a pergunta se a pessoa deseja receber os alertas da Defesa Civil. Se sim, será disponibilizado no chatbot os termos de uso e política de privacidade, que regulamentam o projeto, e o pedido para o aceite do usuário.

Na sequência, será solicitado ao usuário que envie a localização que deseja receber os alertas. Podem ser cadastradas várias localizações diferentes, pensando nos lugares que frequenta, que deseja monitorar ou mesmo se for fazer alguma viagem.

São três diferentes possibilidades para o cadastro das localizações: a pessoa pode compartilhar a localização na mensagem (toque em Anexar > Localização); digitar o CEP e clicar em enviar ou, simplesmente, digitar o nome do município e enviar. Essas áreas de interesse podem ser editadas a qualquer momento.

Para receber alertas por SMS

A Defesa Civil Nacional orienta os moradores das regiões de risco a se inscreverem nos serviços de alerta, enviando um SMS com o CEP do local onde mora, ou outro local de interesse, para o número 40199.

Não há limite de locais cadastrados e o serviço é totalmente gratuito para a população. A partir da previsão de desastre, a população receberá um aviso contendo informações de risco e orientações para a autoproteção.

Outra recomendação é ficar atento aos alertas publicados no Twitter da Defesa Civil Nacional (@defesacivilbr) e do Instituto Nacional de Meteorologia (@inmet_).

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23/11/2022 17:05h

Questionário com dados de famílias em situação de risco auxilia na elaboração do plano de contingência voltado ao enfrentamento de ocorrências

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As boas práticas de proteção e defesa civil adotadas pela cidade de Santana dos Montes, em Minas Gerais, têm contribuído com a segurança da população local. Após parceria firmada com o sistema público de saúde, está sendo realizado um mapeamento das famílias em áreas de risco, por meio de um questionário aplicado por agentes de saúde. O objetivo é ajudar os moradores na prevenção e resposta a ocorrências de desastres naturais.

“Quando nós fomos fazer o plano de contingência, observamos que não tínhamos o número de famílias correspondentes às áreas de risco. Procuramos saber quem são essas famílias, onde estão, qual a necessidade especial que elas têm. Por ser um município bem pulverizado, com zonas rural e urbana, pedimos auxílio para que os agentes de saúde aplicassem um questionário”, conta a coordenadora da Defesa Civil da cidade mineira, Luciana Souza.

A ação é simples e efetiva. Os agentes de saúde vão até as casas dos moradores, apresentam uma carta da defesa civil local, na qual é solicitada uma autorização para que seja aplicado o questionário. Nesta pesquisa, são colhidas informações como o número de membros da família, se há alguém com comorbidades ou necessidades especiais, de medicação controlada e como funciona o acesso até essa casa.

“Posteriormente, nós fazemos uma avaliação desse cadastro junto com o engenheiro responsável pelo setor de obras do município. A cada necessidade especial que encontramos, marcamos o que é preciso ter para o plano de contingência”, acrescenta Luciana Souza.

A prática teve custo zero. Os agentes de saúde do município já vão a essas casas fazer o seu trabalho e aproveitam para aplicar o questionário. Além de não necessitar de investimento financeiro extra, o ganho de tempo é um dos fatores mais importantes.

“Eu acho bacana esse trabalho da Defesa Civil porque, se alagar onde moramos, ela tem como nos ajudar”, aponta a dona de casa Ana Lúcia Rosa.

Banco de Boas Práticas

O case de Santana dos Montes integra o Banco de Boas Práticas em Ações de Proteção e Defesa Civil, que tem contribuído com estados e municípios brasileiros no desenvolvimento de políticas públicas de auxílio à população. Desenvolvido pela Defesa Civil Nacional, busca trazer soluções de fácil implementação em momentos nos quais a sociedade precisa de ajuda, em especial nas ações de prevenção, mitigação, preparação, socorro e recuperação.

“As Boas Práticas são ideias de baixo custo, que nós coletamos de estados e municípios no Brasil e que podem ser replicadas. É possível encontrar boas ideias para planos de contingência, defesa civil na escola, gestão sistêmica, entre outras práticas que permitem a proteção das pessoas nas cidades”, explica o secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), coronel Alexandre Lucas.

O Banco pode ser acessado neste link. São mais de 80 iniciativas com temas que abordam as melhores práticas do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sinpdec), por meio dos trabalhos que as Coordenadorias Estaduais e Municipais de Proteção e Defesa Civil vêm desenvolvendo.

As Boas Práticas são divididas em oito eixos:

  • Capacitação em Proteção e Defesa Civil
  • Defesa Civil na Escola
  • Iniciativas para as Comunidades
  • Gestão sistêmica
  • Mapeamento de Áreas de Risco
  • Monitoramento e Alerta
  • Núcleos Comunitários de Proteção e Defesa Civil
  • Planos de Contingência
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Brasil 61