Chuva

26/11/2021 19:35h

Encontro teve foco nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do País

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O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), por meio da Defesa Civil Nacional, promoveu, nesta sexta-feira (26), a Reunião Preparatória de Chuvas Sazonais 2022, com foco na segurança de barragens localizadas nos estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do País. O evento teve como objetivo desenvolver ações preparatórias para o período chuvoso, a partir da apresentação de prognósticos meteorológicos e climatológicos esperados para este período.

A reunião contou com a participação de agentes das Defesas Civis estaduais e de órgãos fiscalizadores de segurança de barragens federais, como as agências nacionais de Águas e Saneamento Básico (ANA), de Energia Elétrica (ANEEL) e de Mineração (ANM), além do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Durante o evento, o secretário nacional de Proteção e Defesa Civil do MDR, coronel Alexandre Lucas, destacou a importância das ações de preparação para desastres naturais. "Quando nós estamos preparados, sobretudo, por meio de treinamentos, de network, de institucionalização de processos, de troca de experiências, de aquisição de conhecimento e de disponibilização de recursos, conseguimos evitar o desastre ou, caso ele aconteça, conseguimos mitigá-lo", afirmou.

O coordenador de estudos integrados do Departamento de Obras de Proteção e Defesa Civil do MDR, Rafael Pereira Machado, explicou que as reuniões preparatórias de chuvas sazonais ocorrem sempre com o mesmo propósito. “São discutidas medidas de preparação conjunta entre os diversos atores dos sistemas estaduais de Proteção e Defesa Civil, além de ações conjuntas de apoio dos órgãos federais envolvidos e troca de experiências entre integrantes das instituições e técnicos dos diversos estados participantes da reunião”, observou.

Acordo de Cooperação Técnica Federal para Segurança de Barragens

A reunião desta sexta-feira integra as ações do Acordo de Cooperação Técnica Federal para Segurança de Barragens, assinado em 2018 com o objetivo de desenvolver uma série de atividades conjuntas e sequenciadas em relação à segurança de barragens em âmbito federal, estadual e municipal.

"Desde a assinatura do acordo, temos conseguido muitos resultados positivos. Sabemos que os desafios no Brasil são grandes, mas é um caminho que começou a ser trilhado e só tende a melhorar", concluiu Machado.
 

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24/11/2021 18:00h

A maioria está localizada nas Regiões Nordeste e Sudeste e enfrenta o período de ausência de chuvas

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O Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), reconheceu nesta quarta-feira (24), a situação de emergência em 334 municípios do País atingidos por desastres naturais.

Mais da metade das cidades (170) está localizada na Região Nordeste e enfrenta um período de ausência de chuvas. Na Paraíba, 150 obtiveram o reconhecimento federal devido à estiagem. Outras 20 cidades estão divididas entre os estados da Bahia (8), Rio Grande do Norte (5), Ceará (4), Sergipe (2) e Pernambuco (1).

Já na Região Sudeste, 152 municípios obtiveram o reconhecimento federal. Desses, 147 estão em Minas Gerais e sofrem com a seca ou estiagem, com exceção da cidade de Sem-Peixe, que registrou chuvas intensas.

Outras quatro cidades estão no estado de São Paulo: Paraguaçu Paulista, Regente Feijó e Quatá, que registraram vendavais, e São José da Bela Vista, que passa por estiagem. Além disso, no município de Santa Teresa, no Espírito Santo, ocorreu queda de granizo.

No Sul do País, 11 municípios registraram fortes chuvas, na maioria dos casos acompanhadas de vendavais, granizo ou enxurradas. Em Santa Catarina, entraram em situação de emergência as cidades de São Cristovão do Sul, Lajeado Grande e Irani. Outras cinco estão no Paraná – Goioerê, Jesuítas, Lupionópolis, Mandaguaçu e Morretes – e três no Rio Grande do Sul: Charrua, Glorinha e Gramado de Loureiros.

A cidade de Amaturá, no Amazonas, é a única da Região Norte que recebeu o reconhecimento federal nesta quarta-feira. A causa foi a estiagem.

Acesso a recursos

Com o reconhecimento federal de situação de emergência, os gestores desses municípios podem solicitar recursos do MDR para atendimento à população afetada, restabelecimento de serviços essenciais e reconstrução de infraestrutura pública danificada pelo desastre.

A solicitação deve ser feita por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Com base nas informações enviadas, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e os valores solicitados. Com a aprovação, é publicada portaria no DOU com a especificação do montante a ser liberado.

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24/11/2021 17:39h

Também recebeu o reconhecimento federal o município de Sem-Peixe, onde fortes chuvas, no início deste mês, deixaram pessoas desabrigadas

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O Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), reconheceu situação de emergência em 146 cidades de Minas Gerais que atravessam o período de seca.

Também recebeu o reconhecimento federal o município de Sem-Peixe, onde fortes chuvas, no início deste mês, deixaram pessoas desabrigadas.

Com a medida, os gestores locais podem solicitar auxílio federal para atendimento à população atingida, restabelecimento de serviços essenciais e reconstrução de infraestruturas públicas danificadas.

O pedido deve ser feito por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Com base nas informações enviadas, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e os valores solicitados. Com a aprovação, é publicada Portaria no Diário Oficial da União com a especificação do montante a ser liberado.

Confira abaixo a lista de cidades mineiras que entraram em situação de emergência nesta quarta-feira devido à seca:

  • Águas Formosas
  • Águas Vermelhas
  • Almenara
  • Angelândia
  • Araçuaí
  • Aricanduva
  • Arinos
  • Augusto de Lima
  • Bandeira
  • Berilo
  • Berizal
  • Bertópolis
  • Bocaiúva
  • Bonito de Minas
  • Botumirim
  • Brasilândia de Minas
  • Brasília de Minas
  • Buenópolis
  • Buritizeiro
  • Cachoeira de Pajeú
  • Campo Azul
  • Capelinha
  • Capitão Enéas
  • Caraí
  • Carbonita
  • Carlos Chagas
  • Catuji
  • Catuti
  • Chapada do Norte
  • Chapada Gaúcha
  • Claro dos Poções
  • Comercinho
  • Cônego Marinho
  • Coração de Jesus
  • Coronel Murta
  • Crisólita
  • Cristália
  • Curral de Dentro
  • Diamantina
  • Divisa Alegre
  • Divisópolis
  • Engenheiro Navarro
  • Espinosa
  • Felisburgo
  • Formoso
  • Francisco Badaró
  • Francisco Dumont
  • Francisco Sá
  • Franciscópolis
  • Fruta de Leite
  • Gameleiras
  • Glaucilândia
  • Gouveia
  • Grão Mogol
  • Guaraciama
  • Ibiaí
  • Ibiracatu
  • Icaraí de Minas
  • Indaiabira
  • Itacambira
  • Itacarambi
  • Itambacuri
  • Itaobim
  • Itinga
  • Jacinto
  • Jaíba
  • Janaúba
  • Januária
  • Japonvar
  • Jequitaí
  • Jequitinhonha
  • Joaíma
  • Joaquim Felício
  • Jordânia
  • José Gonçalves de Minas
  • Josenópolis
  • Juramento
  • Juvenília
  • Ladainha
  • Lagoa dos Patos
  • Lassance
  • Leme do Prado
  • Lontra
  • Luislândia
  • Mamonas
  • Manga
  • Mata Verde
  • Matias Cardoso
  • Mato Verde
  • Medina
  • Minas Novas
  • Mirabela
  • Miravânia
  • Montalvânia
  • Monte Azul
  • Monte Formoso
  • Montes Claros
  • Montezuma
  • Ninheira
  • Nova Porteirinha
  • Novo Cruzeiro
  • Novo Oriente de Minas
  • Novorizonte
  • Olhos-D`Água
  • Padre Carvalho
  • Pai Pedro
  • Patis
  • Pavão
  • Pedra Azul
  • Pedras de Maria da Cruz
  • Pintópolis
  • Pirapora
  • Ponto Chique
  • Ponto dos Volantes
  • Porteirinha
  • Riachinho
  • Riacho dos Machados
  • Rio Pardo de Minas
  • Rubelita
  • Rubim
  • Salinas
  • Santa Cruz de Salinas
  • Santa Fé de Minas
  • Santa Maria do Salto
  • Santana do Riacho
  • Santo Antônio do Jacinto
  • Santo Antônio do Retiro
  • São Francisco
  • São João da Lagoa
  • São João das Missões
  • São João do Pacuí
  • São João do Paraíso
  • São Romão
  • Sem-Peixe
  • Serranópolis de Minas
  • Setubinha
  • Taiobeiras
  • Teófilo Otoni
  • Ubaí
  • Umburatiba
  • Urucuia
  • Vargem Grande do Rio Pardo
  • Várzea da Palma
  • Varzelândia
  • Verdelândia
  • Veredinha
  • Virgem da Lapa
     
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24/11/2021 17:20h

Todas registraram fortes chuvas entre o fim de setembro e início de novembro deste ano

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O Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), reconheceu, nesta quarta-feira (24), a situação de emergência em 11 cidades da Região Sul do País atingidas por fortes chuvas entre o fim de setembro e início de novembro deste ano.

No Rio Grande do Sul, três cidades receberam o reconhecimento federal devido à queda de granizo. São elas: Charrua, Glorinha e Gramado dos Loureiros.

Em Santa Catarina, os municípios de São Cristovão do Sul e Lajeado Grande também registraram queda de granizo, enquanto Irani passou por fortes vendavais.

Por fim, no Paraná, cinco cidades tiveram o reconhecimento federal de situação de emergência. Jesuítas, Lupionópolis e Mandaguaçu registraram vendavais. Já em Morretes, a causa foram enxurradas e, em Goioerê, queda de granizo.

Como solicitar recursos federais

Com o reconhecimento federal de situação de emergência, os gestores desses municípios podem solicitar recursos do MDR para atendimento à população afetada, restabelecimento de serviços essenciais e reconstrução de infraestrutura pública danificada pelo desastre.

A solicitação deve ser feita por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Com base nas informações enviadas, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e os valores solicitados. Com a aprovação, é publicada portaria no DOU com a especificação do montante a ser liberado.
 

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19/11/2021 20:30h

O objetivo foi discutir estratégias de prevenção e resposta a partir dos prognósticos meteorológicos e geo-hidrológicos apresentados pelas Agências de Monitoramento

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O Governo Federal promoveu nesta sexta-feira, 19 de novembro, dois encontros para tratar da chegada do período chuvoso e da necessidade de ações preparatórias para minimizar o risco de desastres e agir com rapidez caso eles venham a ocorrer.

Com a presença do secretário nacional de Proteção e Defesa Civil do Ministério do Desenvolvimento Regional, coronel Alexandre Lucas, a primeira reunião contou com a participação de representantes dos órgãos integrantes do Sistema Federal de Proteção e Defesa Civil. 

O objetivo foi discutir estratégias de prevenção e resposta a partir dos prognósticos meteorológicos e geo-hidrológicos apresentados pelas Agências de Monitoramento. Além disso, os participantes informaram como estão se planejando para o período chuvoso. 

Armin Braun, diretor do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres, o Cenad, destacou a importância do trabalho integrado entre os órgãos federais e os estados e municípios. “Nosso objetivo é planejar a atuação desses órgãos federais em grandes desastres, quando as capacidades dos estados e dos municípios chegam ao limite e eles acabam solicitando apoio federal. O Governo Federal sempre vai estar pronto para apoiá-los, trabalhando de maneira coordenada e integrada, dando assistência às populações afetadas pelo desastre”  

A segunda reunião teve foco nas regiões Sul e Sudeste do País, que, normalmente, são as mais atingidas por chuvas intensas. 

Antonio Hiller, coordenador-Geral de Gerenciamento de Desastres da Defesa Civil Nacional, detalhou o que foi feito no encontro. “Nessa reunião, foram apresentados prognósticos climáticos, meteorológicos, geo-hidrológicos e análises de questões de risco referentes a deslizamentos e inundações, além de uma avaliação das principais bacias hidrográficas do País, que são muito comprometidas quando existe o aumento de chuvas, causando inundações e enxurradas”

Para saber mais sobre as ações do Ministério do Desenvolvimento Regional na área de proteção e defesa civil, acesse mdr.gov.br.

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18/11/2021 19:55h

Serão discutidas estratégias de prevenção e resposta a partir dos prognósticos meteorológicos e geo-hidrológicos apresentados pelas Agências de Monitoramento

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Com a chegada do período chuvoso, a Defesa Civil Nacional vai realizar, nesta sexta-feira (19), reuniões técnicas de aproximação e nivelamento das informações dos órgãos do Sistema Federal de Proteção e Defesa Civil que atuam na resposta aos desastres naturais.

A primeira reunião será com os órgãos integrantes do Sistema Federal de Proteção e Defesa Civil. Serão discutidas estratégias de prevenção e resposta a partir dos prognósticos meteorológicos e geo-hidrológicos apresentados pelas Agências de Monitoramento. 

Já a segunda reunião terá como foco as regiões Sul e Sudeste do País, que normalmente são as mais atingidas por chuvas intensas. 

Armin Braun, diretor do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad), afirma que as ações para este período devem ser pensadas ao longo de todo o ano.  "A Defesa Civil Nacional tem por característica um trabalho antecipado aos períodos de chuva com ações de prevenção, capacitação e preparação.Nós nos preparamos para as chuvas intensas organizando informações a partir de reuniões com agências de meteorologia, hidrologia e geologia a fim de termos um prognóstico mais adequado do que vai ocorrer nos próximos meses, semanas e dias."

Para saber mais sobre as ações do Ministério do Desenvolvimento Regional na área de proteção e defesa civil, acesse mdr.gov.br.
 

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07/11/2021 18:03h

Todas as previsões fazem parte de dados compilados pela Somar Meteorologia

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Frio e chuva seguem presentes em quase todo o Brasil, na próxima semana, com temporais em vários estados. As regiões Norte e Centro-Oeste devem receber os maiores acumulados nesse período. Destaque para Mato Grosso, Rondônia, sul e oeste do Amazonas, áreas do sul do Pará, do Tocantins, e do norte de Goiás, onde as previsões indicam acumulados de 50 mm a 70 mm em sete dias. Nas demais áreas do Amazonas e do Tocantins, o volume de chuva pode chegar até 100 mm.

Na parte Nordeste do país, a Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) favorece o transporte de bastante umidade, principalmente para os estados da Bahia, Maranhão e Piauí, onde são esperados acumulados de 50 mm a 70 mm na próxima semana. Nas demais áreas da região, principalmente no litoral, o tempo deve ficar mais aberto e com temperaturas amenas.

Primeira semana de novembro será mais chuvosa por todo país

Já na Região Sudeste a chuva é mais fraca e isolada, com acumulados de 20 mm a 40 mm. No decorrer da semana, no entanto, a previsão é de queda nas temperaturas,  principalmente na parte litorânea da região. Em São Paulo e no Rio de Janeiro, a máxima pode chegar a 18ºC.

O começo da semana no Sul do Brasil será de tempo bastante nublado. A tendência é de acumulados de chuva de 50 mm a 70 mm no oeste de Santa Catarina, oeste e sul do Paraná. Nas capitais Porto Alegre, Curitiba e Florianópolis, o frio é persistente, mas não deve chover de forma significativa nestas áreas. Todas as previsões fazem parte de dados compilados pela Somar Meteorologia. 

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03/11/2021 19:10h

Na Bahia e Sergipe a estiagem continua e prejudica a agricultura. Já em Santa Catarina e Rio Grande do Sul, chuvas fortes com granizo e enxurradas pelas cidades

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O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu a situação de emergência em cinco cidades do País atingidas por desastres naturais. Na Bahia, as cidades de Baixa Grande e Condeúba passam por um período de estiagem, assim como São Miguel do Aleixo, em Sergipe.

Já o município de Entre Rios, em Santa Catarina, registrou queda de granizo. E em Bagé, no Rio Grande do Sul, a situação de emergência tem como causa as fortes enxurradas que atingiram a cidade.

O coronel Alexandre Lucas, secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, destaca que o reconhecimento federal da situação de emergência permite que os gestores municipais peçam auxílio financeiro ao MDR para atender a população atingida e reconstruir infraestrutura pública danificada. "O que o reconhecimento permite é que o Governo Federal, com todos os seus órgãos do Sistema Federal de Proteção e Defesa Civil, atue em apoio ao estado. Essa é a primeira consequência. Mudando, inclusive, os seus processos administrativos para acelerar essa ajuda."

Acesso a recursos

Com o reconhecimento federal de situação de emergência, os municípios atingidos por desastres naturais podem solicitar recursos do MDR para atendimento à população afetada, restabelecimento de serviços essenciais e reconstrução de equipamentos de infraestrutura danificados.

A solicitação deve ser feita por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Com base nas informações enviadas, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e os valores solicitados. Com a aprovação, é publicada portaria no DOU com a especificação do montante a ser liberado.
 

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29/10/2021 20:20h

Os recursos vão ser usados no restabelecimento de telhados danificados e na compra de cestas básicas, colchões e kits dormitório para as famílias atingidas

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A operação da Defesa Civil Nacional no Paraná para verificar os estragos causados pelas fortes chuvas que atingiram o estado nos últimos dias reconheceu situação de emergência nos municípios paranaenses de Moreira Sales, Nova Londrina, Ramilândia, Japurá e Indianópolis.

Entre essas cidades, Japurá já tem portaria publicada no Diário Oficial da União com liberação de mais de R$ 170 mil. Os recursos vão ser usados no restabelecimento de telhados danificados e na compra de cestas básicas, colchões e kits dormitório para as famílias atingidas.

O secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, coronel Alexandre Lucas, destacou que o Ministério do Desenvolvimento Regional, o MDR, tem pressa em ajudar as vítimas. 

“A missão da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil no Paraná e para, através, do Grupo de Apoio a Desastres, facilitar o reconhecimento federal de situação de emergência e a liberação de recursos para as cidades afetadas. Nosso objetivo é socorrer os brasileiros paranaenses com a maior brevidade possível"

O desastre atingiu quase 34 mil pessoas em 68 cidades. Para a missão, foram enviadas ao estado duas equipes do Grupo de Apoio a Desastres, o Gade, para os municípios de Maringá e Foz do Iguaçu. As duas cidades também foram afetadas pelas chuvas e serviram como base para as atividades da operação.

Para saber mais sobre as ações da proteção e defesa civil do Ministério do Desenvolvimento Regional, acesse mdr.gov.br.

Reportagem, Manuela Rolim

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28/10/2021 19:00h

A Defesa Civil Nacional criou duas estratégias para aprimorar o monitoramento e o envio de alertas durante os meses de novembro a abril

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A Defesa Civil Nacional criou duas estratégias para aprimorar o monitoramento e o envio de alertas durante os meses de novembro a abril, período tradicionalmente marcado por fortes chuvas, principalmente nas regiões Sudeste e Centro-Oeste do País.

Uma das estratégias foi a criação de uma sala virtual, na qual duas equipes, uma do Ministério do Desenvolvimento Regional, o MDR, e outra do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, o MCTI, vão ficar conectadas 24 horas por dia. Em caso de qualquer ocorrência, as equipes entrarão imediatamente em contato com a defesa civil do estado ou município envolvido.

Já a segunda estratégia consiste na criação de grupos de mensagem instantânea com as defesas civis de cada estado, para agilizar a comunicação. O canal vai reunir telefones de plantão e contar com a participação das equipes de monitoramento e alerta.

Tiago Molina Schnorr, coordenador de monitoramento e alerta do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres, o Cenad, explica que as estratégias vão aproximar a Defesa Civil Nacional das defesas civis estaduais e, dessa forma, oferecer um trabalho mais qualificado e preventivo. 

"As duas iniciativas foram criadas antes do período crítico para estarmos melhor preparados, trabalhando de uma maneira mais articulada, com as equipes integradas, para oferecermos um trabalho melhor durante o período chuvoso"

Para saber mais sobre as ações de proteção e defesa civil do Ministério do Desenvolvimento Regional, acesse mdr.gov.br.

Reportagem, Manuela Rolim

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