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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

1º - A utilização gratuita e livre dos materiais produzidos pelo Brasil 61 só será permitida depois que este termo de parceria for aceito pelo usuário, prevendo as seguintes regras:

a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o usuário realize o login no site do Brasil 61 - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

ADENDOS IMPORTANTES SOBRE A PARCERIA

a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

Ao clicar em ACEITO, a emissora aqui cadastrada afirma concordar e estar ciente de todas as condições apresentadas neste Termo de Utilização de Conteúdo.

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

Piauí

Economia
07/05/2021 03:00h

Na avaliação do deputado federal Júlio Cesar, a medida visa alavancar a economia dessas regiões e dar mais esperança aos empresários, sobretudo neste momento de pandemia

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O Senado Federal passou a analisar a Medida Provisória 1017/20, que prevê a renegociação das dívidas contraídas com a implantação de empreendimentos produtivos nas regiões Norte e Nordeste. O texto já passou pelo aval da Câmara dos Deputados.

Caso ele seja aprovado no Senado, empresas do estado do Piauí poderão manter as portas abertas e os empregos com a medida que estabelece índices de até 15% e até 10% para renegociações de débitos perante os fundos de investimento do Nordeste (Finor), assim como da Amazônia (Finam). Na avaliação do deputado federal Júlio Cesar (PSD-PI), a medida visa alavancar a economia dessas regiões e dar mais esperança aos empresários, sobretudo neste momento de pandemia e isolamento social.

“São empresas que ficaram com esses recursos que deram mais de 90% de inadimplência. Teve mês com 80% de correção do saldo devedor. Então, essa história de dizer que extinguindo o Finor e o Finam não corresponde à verdade. Isso é o passivo que ficou de lá para cá”, pontua

A MP extingue a possibilidade de as companhias excluírem o ganho com a redução do saldo devedor da dívida da base de cálculo de tributos como o Imposto de Renda, a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) e o PIS/Cofins.

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Na avaliação do presidente da Comissão Especial de Recuperação de Empresas e Falência da OAB/GO, Filipe Denki, ao abrir alternativas de renegociação, a medida permite que os empreendimentos continuem em produção, ampliem os novos investimentos e gerem mais emprego e renda.

“Essa Medida Provisória vai reabilitar o mercado de crédito e possibilitar o fortalecimento da indústria local. Através dessa medida as empresas vão poder manter postos de trabalho, vão poder manter a sua atividade empresarial, e todos nós sabemos dos benefícios econômicos que a empresa traz para a região” considera.

Inadimplência

A taxa de inadimplência das carteiras de debêntures do Finam e Finor atinge 99%. Isso se dá pela burocracia do sistema, da alta carga moratória de juros e da insegurança jurídica ocasionada por diversas mudanças legais, sobretudo entre 1991 e 2000. A dívida de empreendedores com os dois fundos chega a R$ 49,3 bilhões.

As empresas interessadas em participar devem ter recebido o Certificado de Empreendimento Implantado (CEI). Além disso, é necessário que estejam com projetos em implantação regular ou ainda terem tido incentivos financeiros cancelados por fatores externos.

A renegociação de dívidas permite ao devedor limpar o nome perante as instituições bancárias. Com a medida também é possível retirar restrições para a tomada de crédito perante outras modalidades oferecidas.

Finam e Finor

O Fundo de Investimentos da Amazônia (Finam) foi criado com o objetivo de assegurar os recursos essenciais à implantação de projetos considerados pelo Ministério da Integração Nacional, como de interesse para o desenvolvimento da Amazônia Legal. A região é compreendida pelos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e parte do Maranhão.

Já o Fundo de Investimentos do Nordeste (Finor) é um benefício fiscal concedido pelo Governo Federal, constituído de recursos aplicados em ações e debêntures. O Finor tem o intuito de apoiar financeiramente empresas instaladas na área de atuação da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (SUDENE).

O objetivo é contribuir para o desenvolvimento econômico do Nordeste brasileiro e parte dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo, além de ser um investimento atrativo para as companhias contribuintes do imposto de renda de todo o País.

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03/05/2021 12:00h

De 3 a 9 de maio, ficarão suspensas as atividades que envolvam aglomeração, eventos culturais; atividades esportivas e sociais

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Entre esta segunda-feira (3) e o próximo dia 9, o Piauí adotará novas medidas sanitárias excepcionais voltadas para o enfrentamento da Covid-19. De acordo com determinações previstas em decreto publicado na última sexta-feira (30), comércios, bares e restaurantes estão autorizados a abrirem a partir do próximo sábado (8).

Dentro do período estabelecido, ficarão suspensas as atividades que envolvam aglomeração, eventos culturais; atividades esportivas e sociais. Vale destacar que, além de bares e restaurantes, trailers, lanchonetes, barracas de praia e estabelecimentos similares poderão funcionar até as 22h. No caso dos comércios, o funcionamento está autorizado até as 17h.

No caso de shoppings centers, o horário de funcionamento está restrito de 12h às 22h. Esse tipo de estabelecimento poderá antecipar o início do horário das atividades para até as 10h, desde que respeitado o período máximo de 9h de funcionamento.

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Desta segunda até o dia 9, entre 23h e 5h, ficará proibida a circulação de pessoas em espaços e vias públicas, ou em espaços e vias privadas equiparadas a vias públicas, ressalvados os deslocamentos de extrema necessidade.

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05/04/2021 11:00h

Fiscalização será feita de forma ostensiva pelas vigilâncias sanitárias estadual e municipal, com apoio da Polícia Militar, Polícia Civil e Guarda Municipal

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O governo do Piauí adotou medidas restritivas mais rígidas para tentar conter o avanço da Covid-19 na região. A determinação foi publicada no domingo (4) em decreto n° 19.554, no Diário Oficial do Estado.

De 5 até 11 de abril, bares, restaurantes, lanchonetes e similares só poderão funcionar até as 20h, sendo proibida a realização de festas e eventos que gerem aglomerações. O comércio em geral poderá funcionar somente até às 17h e os shoppings entre 12h e 20h. 

A permanência de pessoas em espaços públicos abertos de uso coletivo, como parques, praças e praias deve obedecer aos protocolos sanitários e ao horário de 21 horas.

Os órgãos da Administração Pública deverão funcionar, preferencialmente, por teletrabalho, mantendo o contingente de 30% dos servidores em atividade presencial, com exceção dos serviços de saúde, segurança pública e os demais considerados essenciais.

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A partir das 20h de quinta-feira (8) até as 24h de domingo (11) ficarão suspensas todas as atividades econômico-sociais, com exceção das consideradas essenciais, conforme o decreto:

– mercearias, mercadinhos, mercados, supermercados, hipermercados, padarias e produtos alimentícios;

– farmácias, drogarias, produtos sanitários e de limpeza;

– oficinas mecânicas e borracharias;

– lojas de conveniência e lojas de produtos alimentícios situadas em rodovias estaduais e federais, exclusivamente para atendimento de pessoas em trânsito;

– postos revendedores de combustíveis e distribuidoras de gás;

– hotéis, com atendimento exclusivo dos hóspedes;

– distribuidoras e transportadoras;

– serviços de segurança pública e vigilância;

– serviços de alimentação preparada e bebidas exclusivamente para sistema de delivery ou drive-thru;

– serviços de telecomunicação, processamento de dados, call center e imprensa;

– serviços de saúde, respeitadas as normas expedidas pela Secretaria de Saúde do Estado do Piauí;

– serviços de saneamento básico, transporte de passageiros, energia elétrica e funerários;

– agricultura, pecuária, extrativismo e indústria;

– bancos e lotéricas;

– templos, igrejas, centros espíritas e terreiros.

A fiscalização do cumprimento das medidas será feita de forma ostensiva pelas vigilâncias sanitárias estadual e municipal, com apoio da Polícia Militar, Polícia Civil e Guarda Municipal, onde houver.

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03/04/2021 00:00h

A audiência, marcada pela ministra Rosa Weber, terá representantes da União e dos estados do Maranhão, de São Paulo, da Bahia, do Piauí e do Rio Grande do Sul

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A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), marcou audiência de conciliação para o dia 8 de abril (quinta-feira), às 15h, sobre cinco ações que tratam da habilitação de novos leitos de UTI nos estados do Maranhão, São Paulo, Bahia, Piauí e Rio Grande do Sul junto ao Ministério da Saúde, para o enfrentamento da Covid-19. Ela é relatora das Ações Cíveis Originárias (ACOs) 3473, 3474, 3475, 3478 e 3483.

Em março deste ano, a ministra determinou à União que analisasse, imediatamente, os pedidos de habilitação e restabelecesse, nesses estados, de forma imediata e proporcional às outras unidades federativas, os leitos de UTI destinados ao tratamento da doença custeados pelo Ministério da Saúde até dezembro de 2020, mas reduzidos em janeiro e fevereiro deste ano.

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De acordo com a relatora, as partes se manifestaram favoravelmente à audiência de conciliação, nos termos do artigo 334 do Código de Processo Civil (CPC). A audiência será realizada por videoconferência, conduzida pelo juiz federal Mateus de Freitas Cavalcanti Costa, convocado para atuar em auxílio no gabinete da ministra. 

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30/03/2021 00:00h

Medida pode reduzir Custo Brasil, acabar com a guerra fiscal e modernizar sistema de cobrança do ICMS nos estados, acreditam especialistas.

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A reforma tributária é apontada pelo setor produtivo como uma das principais propostas sob análise no parlamento do país, capaz de contribuir para o desenvolvimento da economia, na criação de empregos, nos estados e municípios. As propostas apresentadas na comissão mista do Congresso Nacional podem modernizar as dinâmicas de cobranças dos tributos federais, estaduais e municipais, diminuir a burocracia, a guerra fiscal entre os entes da federação e, além disso, auxiliar no equilíbrio do Custo Brasil.

Apesar disso, a aprovação da reforma tributária no Congresso não será fácil e rápida. A comissão mista responsável por elaborar as novas regras foi instalada há cerca de um ano e, nesse período, realizou 10 audiências públicas apenas. A última atividade do colegiado foi no dia 5 de outubro de 2020.

Nos corredores próximos aos gabinetes do presidente da comissão, senador Roberto Rocha (PSDB-MA), e do relator, deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), as informações são de que as eleições municipais de outubro do ano passado, o recesso parlamentar e os altos índices da infecção por Covid-19 no país são motivos apontados pelos parlamentares como justificativa para o esvaziamento do colegiado nos últimos meses. A reportagem do Brasil61.com esteve em contato com assessores de Rocha e Ribeiro, e, nenhum deles conseguiu adiantar quando os trabalhos da comissão mista de reforma tributária do Congresso Nacional voltarão.

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Em algumas oportunidades usadas para falar sobre a comissão, em 2020, Roberto Rocha acreditava na aprovação do texto até o fim do primeiro semestre de 2021. Na ocasião, comentou sobre a atual burocracia do sistema tributário. “Você sabe quantas horas por ano se gasta para uma pessoa administrar uma empresa dentro da sua responsabilidade tributária? São duas mil horas. Para as empresas brasileiras, isso gera, no total, uma despesa de R$ 35 bilhões. O governo, por sua vez, que é sócio dessas empresas, para arrecadar, ele gasta 1% do PIB devido a burocracia tributária”, disse em entrevista à TV Senado.

Aguinaldo Ribeiro, por sua vez, deve apresentar relatório influenciado pelas propostas previstas na PEC 45/2019, discutida na Câmara dos Deputados, e da PEC 110/2019, apresentada pelos senadores, e ainda terá de aconchegar as sugestões encaminhadas pela equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes. O deputado já demonstrou ter preocupação com a transparência do sistema de cobrança de impostos no país.  

“Hoje, você paga por um produto sem saber quanto está embutido de imposto nele. Uma das grandes insatisfações do cidadão é pagar muito imposto e não ter retorno. [Com a reforma], vai ficar mais claro para que o cidadão possa exercer o seu direito de cobrar do poder público sobre o que paga de impostos”, afirmou, em entrevista nos corredores da Câmara, ainda em 2020. 

Custo Brasil

Dados de um estudo publicado pelo Movimento Brasil Competitivo (MBC), e associações do setor produtivo, apontam que as empresas brasileiras passam por dificuldades, quando comparadas com o mesmo setor de países desenvolvidos. Os impedimentos estão diretamente ligados ao Custo Brasil. Trata-se de um conjunto de dificuldades estruturais, burocráticas, trabalhistas e tributárias, que travam o crescimento da produção industrial e do comércio, impedindo o desenvolvimento sustentável da economia do País. 

A pesquisa, que foi encomendada pelo Ministério da Economia, comparou o Brasil com membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).  O resultado aponta que as companhias nacionais pagam R$ 1,5 trilhão a mais para realizarem seus negócios. Esse valor corresponde a 22% do Produto Interno Bruto (PIB).

A complexidade e burocracia do sistema atual contribui para elevação dos custos de fabricação dos produtos brasileiros, cria insegurança jurídica, diminui a competitividade do país no mercado internacional, promove a fuga de investimentos e aumenta o Custo Brasil.

“A reforma tributária pode contribuir para a redução do Custo Brasil. O Brasil é um País com uma das tributações mais complexas do mundo. A reforma tributária é extremamente importante e urgente, porque equaliza os setores em termos de tributação. Assim, a indústria seria beneficiada com menor tributação relativa ao que é hoje, e sabemos a importância desse setor para a geração de emprego e inovações”, avalia Helder Ferreira Filho, especialista em economia.

Enquanto a reforma tributária não for aprovada e o Custo Brasil continuar desfavorável, o país perde força nas negociações internacionais e, por consequência, deixa de lucrar, criar receitas e empregos.
“(Precisamos de) uma reforma tributária que simplifique o processo de apuração e recolhimento de impostos e que isente o investimento e a exportação, vai reduzir o Custo Brasil e, por tanto, ela vai ajudar na competitividade das empresas brasileiras”, acredita André Rebelo, diretor de Economia e Estratégia, da Federação das Indústria do Estado de São Paulo (Fiesp).

Rebelo lembra que as medidas previstas na reforma tributária também precisam modernizar o sistema de arrecadação nos estados, por meio de novas regras para o Imposto Sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços, o ICMS, e acabar com a guerra fiscal.

“Tudo isso vale para o ICMS. Mas, a parte estadual ainda precisa resolver outro agravante que é a chamada guerra fiscal”, completa.

ICMS no Piauí

Entre janeiro e fevereiro de 2021, o Piauí arrecadou mais de R$ 1.2 bilhões de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). No mesmo período de 2020, o total arrecadado foi de R$ 1 bilhão.

Entre 2019 e 2020, a arrecadação do ICMS no estado teve saldo positivo de 4.2%. Em 2019, o Piauí arrecadou R$ 5.1 bi. No ano seguinte a arrecadação com o ICMS foi mais de R$ 5.3 bi. Os dados são do Conselho Nacional de Política Fazendária (CONFAZ), do Ministério da Economia. 

Fonte: Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ (MINISTÉRIO DA ECONOMIA)

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29/03/2021 12:10h

A maior parte do comércio vai fechar até o domingo de páscoa (4)

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A partir desta terça-feira (30), o Piauí começa a funcionar com medidas de restrição para tentar controlar o avanço da Covid-19 pelo estado. Isso porque o governador, Wellington Dias, assinou decreto que define medidas restritivas sobre o funcionamento de atividades econômicas. De acordo com o decreto, o funcionamento das atividades econômicas, como o comércio e em geral, além de bares, restaurantes e similares, devem permanecer fechados até o próximo domingo de Páscoa (4), apenas com serviço de entrega.

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O comércio pode funcionar até as 17h ou até as 19h nos locais onde o município permita a abertura, desde que não ultrapasse nove horas de funcionamento. Nos shoppings, as lojas poderão abrir entre 12h e 20h. Hotéis também poderão funcionar, mas com alimentação exclusiva dentro do quarto. Restaurantes podem funcionar apenas para serviços de entrega. Outros serviços que poderão funcionar nesse período são bancos e lotéricas.

O funcionamento dos mercados, supermercados e hipermercados deve encerrar-se às 20h, mas no período de 30 a 4 de abril, não poderá haver atendimento presencial para a venda de artigos de vestuário, móveis, colchões, cama box, bebidas alcoólicas, aparelhos celulares, computadores, impressoras e demais aparelhos e equipamentos de informática.    

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29/03/2021 00:00h

Apesar de diversos decretos e medidas que geram penalidades, nem sempre a imposição causa mobilização

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As medidas de lockdown e toque de recolher vêm sendo usadas de forma mais incisiva por estados e municípios na tentativa de diminuir a propagação da Covid-19. Apesar de diversos decretos e medidas que geram penalidades, nem sempre a imposição causa mobilização na sociedade. 

O uso de campanhas nas cidades, empresas privadas e meios de comunicação também são comuns, mas nem sempre essas iniciativas causam sensibilização e as aglomerações continuam. O Brasil ultrapassou a marca de 300 mil mortes por coronavírus, de acordo com o Ministério da Saúde

O psiquiatra Luan Diego Marques, explica que a obediência às regras é relativa a cada indivíduo de acordo com experiências de vida e o quão cercado por agentes motivadores a pessoa está. “Se o indivíduo é cercado por pessoas que apoiam o isolamento, seja de esfera familiar, amigos ou até políticas públicas, ele se sentirá integrado. Nossos comportamentos são influenciados, muitas vezes, por fatores externos”, diz. 

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O lockdown e toque de recolher foi adotado por alguns estados, e a não obediência pode gerar multa de R$2 mil reais, como é o caso do Distrito Federal. O especialista aponta ainda que medidas punitivas têm efeito frágil no comportamento humano, pois se a penalidade tem um valor baixo ou não possui fiscalização, a tendência é o não cumprimento do isolamento. “Tentar mostrar para o indivíduo a importância do isolamento, não apenas por ele, mas pela vida de outros, é o caminho mais saudável para que ele consiga cumprir as regras sem burlar o sistema e se auto boicotar.”

Alguns estados e municípios apostam em campanhas com maior cunho de sensibilização, como foi o caso de Amarante (PI). A prefeitura da cidade piauiense criou a campanha “Amarante em ação: todos contra a Covid-19”, que consistiu em espalhar cerca de 60 profissionais da saúde em pontos estratégicos da cidade orientando a população por meio de panfletos e faixas, que enfatizaram os riscos do vírus.

Também foram distribuídas máscaras de proteção e o próximo passo da campanha é intensificar por meio das emissoras de rádio, para que as orientações cheguem até a população da zona rural. 
Ao contrário de Amarante (PI), a capital federal optou por campanha com imagens reais de pacientes intubados e em leitos de UTI para mostrar a gravidade da doença. O governo do Distrito Federal afirma que o objetivo é mostrar a “verdade nua e crua” do problema quando as recomendações de segurança não são levadas a sério. 

O consultor jurídico da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Ricardo Hermany, afirma que para obter uma conscientização da população é necessário campanhas de educação sanitária que envolvam uma coordenação nacional. “A criação do comitê nacional de enfrentamento a Covid-19 é algo importante e vai auxiliar, porque tem município que faz medidas restritivas de isolamento e outros não.”
Hermany reitera ainda que a CNM orienta os gestores locais sobre as competências e atribuições em relação às medidas de restrição, mas que todas precisam estar documentadas e alicerçadas em parecer técnico e médico. 

O lockdown é a versão mais rígida do distanciamento social que consiste em restringir a circulação da população em lugares públicos, permitindo apenas, e de forma limitada, para questões essenciais, como ir a farmácias, supermercados ou hospitais. Toque de recolher é quando o cidadão precisa se manter dentro de casa por um determinado horário. 

A docente do curso de saúde coletiva da Universidade de Brasília (UnB), Carla Pintas, afirma que a população precisa ser orientada de forma mais incisiva pelos gestores de cada cidade para compreender melhor a necessidade de se manter isolado.

O psiquiatra Luan Diego Marques, analisa que faz parte da cultura brasileira manter contato físico, fazendo com que dificulte ainda mais o isolamento social. Por outro lado, a saúde mental costuma ser afetada diante de um longo período dentro de casa. “O contato sempre foi uma ferramenta de melhorar o bem estar emocional, como ver a família, sair com os amigos e etc.”

A estudante de letras inglês Ingryd Duarte, conta que o isolamento social afetou a saúde mental, agravando sintomas de ansiedade e depressão. “Minhas aulas pararam e me senti ociosa. Viver sem previsão de quando as coisas normalizam me deixam pior. Com o tempo, para me sentir bem, comecei a fazer terapia online e a praticar exercícios físicos dentro de casa”, disse a estudante.

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15/03/2021 11:20h

Dentre as ações estão auxílio financeiro, redução de débitos e postergação de pagamentos

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O governo do Piauí anunciou, neste domingo (14), medidas que serão adotadas pelo para reduzir os efeitos negativos causados pela pandemia da Covid-19 na economia do estado. Dentre as ações propostas, três se destacam: Primeiro, será disponibilizado um auxílio financeiro no valor de R$ 1.000 para funcionários dos setores de bares, restaurantes e eventos.

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A segunda medida é um novo Refis para débitos de ICMS e IPVA, com redução de juros, multas e parcelamento maior, assim como feito no ano passado. E a terceira é a postergação por 90 dias do pagamento do Simples Nacional das competências de março, abril e maio. Além disso, o governo do estado vai oferecer novas linhas de financiamento da Agência de Fomento e Desenvolvimento do Estado do Piauí – Piauí Fomento, no valor de até R$ 50 milhões, para ajudar os micro e pequenos empreendedores.

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10/03/2021 12:00h

São 36 mil novas doses. Estado já vacinou 123.075 pessoas

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A Secretaria de Estado da Saúde do Piauí (Sesapi) recebe, nesta quarta-feira (10), mais um lote de vacinas Coronavac para imunização contra a Covid-19. Desta vez, os imunizantes vão possibilitar o início da vacinação do grupo de pessoas entre 75 e 79 anos e dar continuidade ao grupo dos trabalhadores da saúde e da população entre 80 e 84 anos. 

O lote de 36 mil doses vai contemplar 1,5% dos trabalhadores de saúde; 30% das pessoas de 80 a 84 anos e 13% das pessoas de 75 a 79 anos acamadas. Com esta nova remessa, o Piauí imuniza 70% do público de 80 a 84 anos e 82,8% dos trabalhadores da saúde. O estado já vacinou 123.075 pessoas.

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09/03/2021 00:00h

Em dezembro do ano passado, o nível de atividade igual ao usual registrou uma taxa de 52,2% no estado. A região Nordeste, por sua vez, ficou em 45,1%

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Ao terminar 2020 com três meses seguidos de crescimento, o setor da construção civil piauiense tem se mostrado forte, apesar da pandemia do novo coronavírus. Em dezembro do ano passado, o nível de atividade igual ao usual registrou uma taxa de 52,2% no estado. A região Nordeste, por sua vez, ficou em 45,1%.

O resultado do Piauí foi o maior já mensurado desde setembro do ano passado, o que significou uma crescente retomada das atividades. Para o deputado federal Merlong Solano (PT-PI), o quadro repercute positivamente nas finanças do estado, já que incentiva a circulação de riquezas na economia.

“A principal consequência dessa retomada é no campo social, já que a construção civil é um setor abundante em geração de emprego. Quando ela se anima, na sequência vem o aumento nas contratações, o que é muito importante”, pontua.

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Os dados apresentados foram divulgados por meio da Sondagem da Indústria da Construção Civil, feita pela Federação das Indústrias do estado do Piauí, com a Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Pelo balanço, é possível verificar que a estabilidade nos empregos em todo o Nordeste ficou em 58,5%, em novembro. O Piauí, no entanto, superou a marca regional, atingindo 65,2% em relação à evolução no número de empregados na construção civil.

“Não tenho dúvidas de que a ajuda emergencial contribuiu muito para esse resultado. Os números da região como um todo mostram também que os efeitos nocivos da pandemia foram minimizados com esse auxílio. As pessoas estão fazendo mais compras, sobretudo pequenas reformas ou até mesmo construções, e isso realmente acaba alavancando o setor da construção civil”, avalia o presidente do Conselho Regional de Economia do Distrito Federal (Corecon-DF), César Bergo. “O setor é o que mais emprega, é o que apresenta maior vantagem nessa geração de empregos”, completa.

Outros números

Segundo os números da Sondagem, a tendência é de aumento na compra de insumos e matérias-primas em torno de 47% para os próximos seis meses – a projeção para o Nordeste é de crescimento de 38%.

A pesquisa é considerada um termômetro para o setor de construção civil, em especial se indicar aumento de novos empreendimentos e serviços. Mas César Bergo faz um alerta. “A parte ruim é que o preço do material de construção também está subindo, inclusive acima da média da inflação, exatamente por conta dessa demanda.”

A expectativa da pesquisa é de que, até junho, o setor continue nessa evolução. “O ano de 2021 deve mostrar uma pequena recuperação, porque ainda temos que resolver a questão sanitária, mas ainda não o suficiente para voltarmos aos números anteriores à pandemia”, projeta o economista.
 

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