VoltarO euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,80
Baixar áudioO dólar fechou esta quinta-feira em alta, cotado a R$ 5,85.
O avanço das tensões no Oriente Médio impulsionou o petróleo de volta ao patamar de US$ 100 por barril.
O índice DXY, que mede a força do dólar frente a outras moedas globais, encerrou o pregão na faixa dos 100,21 pontos.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,80.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1967 | 0,1723 | 0,1472 | 32,2141 | 0,1606 | 0,2770 | 0,2814 |
| USD | 5,0852 | 1 | 0,8789 | 0,7509 | 163,82 | 0,8167 | 1,4085 | 1,4353 |
| EUR | 5,8038 | 1,1378 | 1 | 0,8544 | 186,40 | 0,9293 | 1,6024 | 1,6330 |
| GBP | 6,7727 | 1,3318 | 1,1704 | 1 | 218,17 | 1,0877 | 1,8756 | 1,9114 |
| JPY | 0,0310 | 0,0061 | 0,0054 | 0,0046 | 1 | 0,4985 | 0,0086 | 0,0088 |
| CHF | 6,2265 | 1,2244 | 1,0761 | 0,9194 | 200,58 | 1 | 1,7242 | 1,7573 |
| CAD | 3,6103 | 0,7100 | 0,6240 | 0,5332 | 116,32 | 0,5799 | 1 | 1,0192 |
| AUD | 3,5539 | 0,6968 | 0,6124 | 0,5232 | 114,14 | 0,5691 | 0,9813 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
Copiar o textoO volume total negociado na B3 foi de R$ 21.049.551.461, em meio a 2.736.531 negócios
Baixar áudioO Ibovespa fechou em queda de 0,6% nesta quinta-feira (23), aos 176.480 pontos.
Isso ocorreu porque os investidores reagiram ao aumento das tensões no cenário internacional.
O agravamento das tensões no Oriente Médio aumentou a busca por ativos considerados mais seguros e impulsionou o preço do petróleo.
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
O volume total negociado na B3 foi de R$ 21.049.551.461, em meio a 2.736.531 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
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Baixar áudioO Ibovespa fechou o último pregão aos 177.547,57 pontos, após alta de 1,19%.
O principal índice da Bolsa brasileira foi impulsionado pelo desempenho das ações da Petrobras, favorecidas pela valorização dos preços do petróleo em meio às tensões no Oriente Médio.
Os papéis da Vale também contribuíram para a alta do índice, após a mineradora divulgar produção de minério de ferro acima das estimativas do mercado e anunciar o novo presidente do conselho de administração.
Entre os destaques positivos da sessão também esteve a WEG, que avançou após apresentar lucro líquido superior ao esperado pelos investidores. As ações da Braskem também registraram valorização, com a continuidade das negociações para reestruturar sua estrutura de capital.
Ações em alta no Ibovespa
Sansuy SA Industria de Plasticos Pfd A (SNSY5F) +19,91%
Ações em queda no Ibovespa
Oncoclinicas do Brasil Servicos Medicos S.A. (ONCO11F) −14,29%
Marisa Lojas S.A. (AMAR3F) −13,79%
O volume total negociado na B3 foi de R$ 22.553.936.271, em meio a 3.605.339 em negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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Baixar áudioO dólar fechou o último pregão cotado a R$ 5,05, após queda de 0,15%.
A desvalorização da moeda norte-americana refletiu o fortalecimento do real, impulsionado pela alta dos preços do petróleo. O avanço da commodity tende a favorecer a economia brasileira, aumentando o ingresso de divisas no país.
Outro fator que contribuiu para o desempenho da moeda brasileira foi o nível elevado da taxa básica de juros, que segue atraindo investidores estrangeiros em busca de maiores retornos. No mercado internacional, o petróleo Brent manteve trajetória de alta, em meio às tensões entre Estados Unidos e Irã.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,78.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1979 | 0,1730 | 0,1476 | 32,2948 | 0,1612 | 0,2788 | 0,2822 |
| USD | 5,0519 | 1 | 0,8763 | 0,7476 | 163,15 | 0,8145 | 1,4085 | 1,4292 |
| EUR | 5,7804 | 1,1412 | 1 | 0,8532 | 186,18 | 0,9294 | 1,6073 | 1,6311 |
| GBP | 6,7575 | 1,3375 | 1,1721 | 1 | 218,21 | 1,0893 | 1,8838 | 1,9118 |
| JPY | 0,0310 | 0,0061 | 0,0054 | 0,0046 | 1 | 0,4992 | 0,0086 | 0,0088 |
| CHF | 6,2024 | 1,2278 | 1,0760 | 0,9180 | 200,32 | 1 | 1,7293 | 1,7548 |
| CAD | 3,5869 | 0,7100 | 0,6222 | 0,5309 | 115,84 | 0,5782 | 1 | 1,0148 |
| AUD | 3,5442 | 0,6997 | 0,6131 | 0,5231 | 114,14 | 0,5698 | 0,9854 | 1 |
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Baixar áudioO Ibovespa fechou o último pregão aos 173.714,08 pontos, após queda de 0,05%.
O principal índice da Bolsa brasileira registrou leve baixa em uma sessão marcada pelo avanço das ações da Petrobras, favorecidas pela valorização dos preços do petróleo. Em sentido contrário, os papéis do setor bancário pesaram sobre o índice, refletindo a alta dos juros futuros.
O mercado também acompanhou a entrada líquida de recursos de investidores estrangeiros na B3, que reforçou o saldo positivo do mês. Além disso, a sessão foi marcada pelo vencimento de opções sobre ações na Bolsa brasileira.
Ações em alta no Ibovespa
Recrusul SA Pfd (RCSL4F) +17,78%
Ações em queda no Ibovespa
Bardella SA Industrias Mecanicas Pfd (BDLL4) −11,98%
Fiset Fl Ref Pfd (FSRF11F) −11,11%
O volume total negociado na B3 foi de R$ 23.828.757.594, em meio a 2.983.349 em negócios.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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Baixar áudioO dólar fechou o último pregão cotado a R$ 5,21, após avançar 1%.
A valorização foi impulsionada pelo anúncio de sanções do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos contra dois brasileiros, três empresas do Brasil e uma companhia portuguesa, apontados pelo governo norte-americano como ligados ao PCC.
Além disso, investidores acompanharam a repercussão de uma pesquisa eleitoral da AtlasIntel sobre a corrida presidencial de 2026, cenário que contribuiu para a desvalorização do real frente à moeda americana.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,94.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1921 | 0,1683 | 0,1442 | 31,2196 | 0,1554 | 0,2731 | 0,2779 |
| USD | 5,2065 | 1 | 0,8788 | 0,7530 | 162,54 | 0,8093 | 1,4218 | 1,4507 |
| EUR | 5,9418 | 1,1379 | 1 | 0,8568 | 184,95 | 0,9209 | 1,6176 | 1,6508 |
| GBP | 6,9133 | 1,3280 | 1,1671 | 1 | 215,85 | 1,0747 | 1,8878 | 1,9266 |
| JPY | 0,0320 | 0,0062 | 0,0054 | 0,0046 | 1 | 0,4979 | 0,0087 | 0,0089 |
| CHF | 6,4333 | 1,2356 | 1,0859 | 0,9304 | 200,84 | 1 | 1,7568 | 1,7928 |
| CAD | 3,6619 | 0,7033 | 0,6180 | 0,5297 | 114,33 | 0,5693 | 1 | 1,0204 |
| AUD | 3,5993 | 0,6893 | 0,6058 | 0,5190 | 112,04 | 0,5579 | 0,9799 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
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Baixar áudioTrês pré-candidatos à Presidência da República participaram do evento “A Indústria na Agenda dos Presidenciáveis”, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), nesta segunda-feira (22), em Brasília, onde receberam demandas do setor e debateram propostas para o desenvolvimento econômico e o fortalecimento da competitividade nacional.
Participaram do encontro Romeu Zema (Novo), Flávio Bolsonaro (PL) e Ronaldo Caiado (PSD). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Renan Santos (Missão) também foram convidados, mas não participaram.
Entre os pontos destacados pelos pré-candidatos estiveram a redução dos gastos públicos, o corte de tributos, a desburocratização da economia, mudanças nas regras trabalhistas, o equilíbrio fiscal e o fortalecimento da indústria por meio de investimentos em tecnologia e inovação.
Realizado desde 1994, o evento reúne representantes da indústria e candidatos à Presidência para discutir temas relacionados à economia, à competitividade e ao ambiente de negócios.
Antes das apresentações, o presidente da CNI, Ricardo Alban, lançou o documento “Construindo o Brasil 2050”. O material reúne propostas organizadas em três eixos: macroeconomia voltada ao crescimento sustentado, políticas para o desenvolvimento produtivo e agenda microeconômica.
Cada pré-candidato teve cerca de uma hora para exposição inicial, respostas a perguntas de representantes das federações industriais e considerações finais.
Romeu Zema afirmou que sua experiência no setor privado o credencia para administrar o país. O ex-governador de Minas Gerais defendeu medidas de estímulo ao setor produtivo e apresentou três prioridades para um eventual governo: combate à corrupção, redução dos gastos públicos e enfrentamento da criminalidade.
Zema também defendeu mudanças na legislação trabalhista. Segundo ele, uma alternativa à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) poderia ampliar a formalização do emprego.
“Quero criar uma opção, regime de trabalho por hora, como acontece em todo país desenvolvido. Isso vai formalizar milhões de brasileiros que hoje não conseguem um contrato de trabalho formal”, afirmou.
Segundo a participar do evento, Flávio Bolsonaro afirmou que pretende reduzir a carga tributária, simplificar a legislação e combater fatores que, segundo ele, elevam o chamado Custo Brasil.
“A gente tem que recuperar, resgatar essa confiança, essa credibilidade. Se nós conseguirmos reduzir a carga tributária, simplificar a legislação, reduziremos esse custo do Brasil. As empresas nacionais vão ficar mais competitivas”, destacou.
Para o setor industrial, o pré-candidato disse que pretende investir no aumento de produtividade. O objetivo seria fazer um “rearranjo no aparato de legislação energética do país”, potencializando a reindustrialização, em especial ao investimento em energia e no uso de tecnologia de ponta, como a inteligência artificial.
O parlamentar disse ainda que pretende fazer um governo pragmático nas relações internacionais, desburocratizar e simplificar regulamentações ambientais e investir em segurança pública, incluindo a construção de mais presídios federais.
Último a falar, Ronaldo Caiado atribuiu o aumento do Custo Brasil à insegurança jurídica, à criminalidade e ao elevado custo do crédito. Para ele, a retomada do crescimento econômico depende da construção de uma política industrial de longo prazo.
“Precisamos de ter uma política industrial. Uma política plurianual da indústria, da mineração, da agropecuária, dos avanços nossos na área de tecnologia e inovação. O Brasil já perdeu todas as janelas, até agora, todas as oportunidades. Nós viramos um país acanhado com tanta riqueza e tanto potencial”, lamentou.
O ex-governador de Goiás também prometeu encaminhar ao Congresso Nacional, no início de um eventual mandato, um conjunto de reformas voltadas ao equilíbrio fiscal e ao crescimento econômico.
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Baixar áudioO Brasil recebeu US$ 77 bilhões em Investimento Estrangeiro Direto (IED) em 2025 e passou a ocupar a terceira posição entre os principais destinos globais de capital produtivo, segundo dados preliminares divulgados pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
O país ficou atrás apenas dos Estados Unidos e da China. O resultado representa uma mudança relevante na posição brasileira no ranking internacional.
Segundo o gerente de Inteligência de Mercado da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), Gustavo Ribeiro, os fluxos em 2025 aumentaram em torno de 15%, o que, para ele, se trata de uma alta significativa.
“Mostra uma reativação de fluxos em 2025 em relação a 2024. E os dois países que ficaram na frente do Brasil foram Estados Unidos e China. E o Brasil em terceiro, isso é muito significativo. Historicamente, o Brasil fica em quinto, sexto nessa recepção de fluxo. Então, ele ganha duas posições, excluindo as jurisdições que normalmente são de trânsito de capital, Hong Kong e Singapura”, destaca.
Na metodologia utilizada pela OCDE, foram desconsideradas jurisdições financeiras que funcionam principalmente como centros de trânsito de capital. Com isso, o Brasil superou economias como Alemanha e Reino Unido.
O desempenho ocorre em meio à retomada do fluxo global de investimentos e ao aumento das ações de promoção comercial conduzidas pelo governo brasileiro nos últimos anos.
Por meio de parcerias entre a ApexBrasil, o Ministério das Relações Exteriores (MRE) e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), foram realizadas 22 missões empresariais acompanhando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e outras cinco com o vice-presidente Geraldo Alckmin.
As agendas reuniram ministros e mais de 10 mil empresários brasileiros e estrangeiros. Segundo a ApexBrasil, os encontros resultaram em anúncios de aproximadamente R$ 250 bilhões em investimentos previstos para o país.
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As missões tiveram foco na abertura de mercados, ampliação de parcerias comerciais e atração de investimentos para setores estratégicos da economia brasileira.
Entre os países em desenvolvimento, o Brasil ampliou a distância em relação a concorrentes equivalentes na disputa por capital estrangeiro. O México, apontado como o mercado emergente mais próximo do país nesse ranking, ficou na sétima posição global em 2025.
O relatório da OCDE também aponta crescimento de 15% nos fluxos internacionais de investimento em comparação com o ano anterior. Entre os principais emissores de capital para outros países aparecem Estados Unidos, Japão e China.
A China, ao mesmo tempo em que figura entre os maiores receptores de investimento do mundo, também amplia sua presença como investidora internacional. No Brasil, os aportes chineses têm sido direcionados principalmente a projetos de infraestrutura, transição energética e neoindustrialização.
Entre os setores que mais receberam investimentos estão os de veículos elétricos, energia eólica e energia solar, áreas frequentemente incluídas nas rodadas de negócios promovidas pela ApexBrasil.
Os dados de fluxo global de investimento são divulgados periodicamente por organismos internacionais como a OCDE e a Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD). No Brasil, o Banco Central acompanha os indicadores internos de entrada de capital estrangeiro, mas não produz rankings comparativos entre países.
A ApexBrasil atua na promoção de produtos e serviços brasileiros no exterior e na atração de investimentos estrangeiros para setores estratégicos. A agência também desenvolve ações de inteligência de mercado, capacitação empresarial e rodadas de negócios voltadas à inserção de empresas brasileiras no comércio internacional.
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Baixar áudioO Banco da Amazônia iniciou nesta semana uma agenda de compromissos em Nova Iorque, nos Estados Unidos, durante a Brazil Week. A programação reúne representantes do mercado financeiro e do setor empresarial em encontros voltados à construção de parcerias e ao diálogo com investidores internacionais.
Segundo a instituição, a participação nos eventos busca apresentar o trabalho desenvolvido nos últimos anos na Amazônia Legal, com destaque para os impactos econômicos e para as oportunidades de investimento na região. O banco também pretende ampliar o relacionamento com investidores estrangeiros e consolidar novas parcerias.
“A nossa presença aqui é exatamente para estabelecer relacionamentos, construir parcerias e mostrar o impacto do trabalho que temos realizado. É uma atuação que gera resultado econômico, cria oportunidades de investimento e entrega valor tanto para investidores quanto para o país”, explicou Fabio Maeda, diretor de Controle e Risco do Banco da Amazônia.
A instituição participou, nesta segunda-feira (11), do Brasil-U.S. Industry Day, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em parceria com a Câmara de Comércio dos Estados Unidos. O encontro debateu temas ligados à atração de investimentos e à simplificação de processos para estimular a economia brasileira.
A agenda deste início de semana também incluiu discussões sobre liderança feminina. Executivas, empresárias e lideranças brasileiras e estrangeiras participaram do evento Inspiring Women of the Year – New York, realizado como parte da Brazil Week.
O encontro marcou a primeira articulação estruturada da Delegação Brasileira de Liderança Feminina dentro da programação do evento internacional. O Banco da Amazônia atua como apoiador institucional da delegação, por meio do projeto Mulheres Inspiradoras.
Para a gerente de Marketing e Comunicação do Banco da Amazônia, Ruth Helena Lima, a instituição considera a equidade e a diversidade pilares estratégicos. No evento, ela destacou ações voltadas ao incentivo do empreendedorismo feminino na região amazônica.
"Ao apoiar iniciativas como essa, promovemos ativamente o empreendedorismo feminino e a presença de mulheres em cargos de decisão, integrando sustentabilidade e finanças. Para nós do Banco da Amazônia, isso reforça o nosso compromisso com a igualdade de gênero, conectando líderes amazônicas a líderes mundiais e debates internacionais sobre governança, economia, comunicação. Isso gera mais desenvolvimento para a Amazônia e para o Brasil", explicou.
Promovido pela Plataforma Mulheres Inspiradoras, o Inspiring Women of the Year – New York reuniu lideranças femininas em torno do reconhecimento de trajetórias profissionais e da ampliação de conexões internacionais.
A idealizadora da iniciativa, Geovana Quadros, destacou a presença de mulheres da Amazônia na premiação e ressaltou a parceria do Banco da Amazônia em ações ligadas à valorização da liderança feminina.
"A reunião de hoje é importante para reconhecer os nomes de mulheres e suas trajetórias ao longo do tempo, multisetorial – em vários setores distintos. O 'Mulheres Inspiradoras' nasceu há 11 anos para isso. Somos um movimento pioneiro de liderança a reunir mulheres de vários setores. E fazemos mensalmente edições para reforçar mulheres em condição de poder para que permaneçam lá e também de uma forma da gente corroborar para que mais lideranças femininas surjam."
Em Nova Iorque, o Banco da Amazônia também participa do GRI Brazil Investment Summit, ambiente voltado à conexão entre fundos globais e lideranças dos setores de infraestrutura e ESG — sigla em inglês para práticas ambientais, sociais e de governança. Representado pelo diretor Fábio Maeda, o Banco integra o painel “Funding Grid Expansion and Energy Transition”, discutindo o financiamento da transição energética sustentável no Brasil.
De acordo com o banco, a agenda inclui ainda visitas técnicas ao Brooklyn Marine Terminal (porto elétrico) e ao plano de resiliência climática de Lower Manhattan, procurando soluções inovadoras aplicáveis à realidade amazônica.
Copiar o textoCerca de R$ 736 milhões serão direcionados a iniciativas de promoção comercial
Baixar áudioUm conjunto de R$ 813 milhões em convênios, com potencial de impulsionar até R$ 650 bilhões em exportações em até 24 meses, marcou a nova fase de atuação conjunta entre a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e entidades representativas de 38 setores da economia brasileira. Do total, R$ 404 milhões são provenientes da Agência e R$ 409 milhões correspondem a contrapartidas das instituições parceiras.
Os acordos, firmados em cerimônia realizada em Brasília, no início de abril, reúnem iniciativas voltadas à promoção comercial, qualificação de empresas e atração de investimentos estrangeiros, com foco no fortalecimento da presença internacional de produtos e serviços brasileiros.
Durante a cerimônia, Jorge Viana – que deixou recentemente o cargo de presidente da ApexBrasil – destacou a dimensão coletiva da iniciativa e o esforço conjunto das instituições envolvidas.
“Hoje é o que a gente chama de ‘assinaço’. É uma soma de R$ 800 milhões. Boa parte deles vem das entidades, ou pelo menos a gente trabalha metade e metade”, afirmou. Ele também reforçou o impacto esperado das ações: “R$ 650 bilhões devem ser a consequência desses convênios com esses diferentes setores de exportação do Brasil. Então, não é uma coisa pequena”, disse.
Na ocasião, Viana também ressaltou a importância do trabalho técnico e da articulação institucional para os resultados recentes. Ele mencionou a relevância das parcerias estratégicas construídas ao longo desse processo, que têm contribuído para ampliar a presença do país no mercado internacional.
“É uma maneira de a gente dizer muito obrigado aos colaboradores da ApexBrasil. Que eles sigam trabalhando. Eu estou hoje aqui acompanhado do presidente do Sebrae, o Rodrigo; e com uma pessoa que, sem ele, eu acho que nós não teríamos dado conta do recado, que é o ministro Carlos Favaro”, pontuou.
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Ao comentar os avanços na atuação conjunta com o setor privado, o novo presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller, enfatizou o modelo de cofinanciamento adotado pela Agência e o nível de confiança estabelecido com empresas parceiras. Segundo ele, essa colaboração tem sido fundamental para ampliar o alcance das iniciativas e sustentar metas ambiciosas de investimento e exportação:
“Hoje, nós somos reconhecidos. Olha todos os parceiros que estão aqui, que colocam recursos 50 a 50, que são nossos sócios. A gente coloca um real e as empresas colocam outro real numa conta que a gente administra junto. Olha a confiança que a ApexBrasil tem das 24 mil empresas que hoje estão atendidas. Desses R$ 800 milhões que nós vamos investir junto e que nós vamos chegar aos R$ 650 bilhões de exportação das empresas”, reforçou Müller.
Do montante global, a maior parte — cerca de R$ 736 milhões — será destinada a ações de promoção comercial, incluindo participação em feiras internacionais, missões com compradores estrangeiros, inteligência de mercado e capacitação empresarial. A expectativa é ampliar a competitividade das empresas brasileiras e estimular novos negócios no exterior.
Outro eixo da iniciativa envolve a qualificação de empresas para exportação. Ao todo, 17 parcerias concentram investimentos de R$ 69,6 milhões, com meta de apoiar 5.040 empresas brasileiras ao longo dos próximos dois anos, ampliando sua preparação para atuar no mercado internacional.
Na frente de atração de investimentos, os convênios somam R$ 7,5 milhões, com previsão de apoiar 70 investidores estrangeiros e viabilizar a divulgação de 10 anúncios de investimentos no país.
O ex-ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, também participou do evento e ressaltou o papel da instituição na transformação de abertura de mercados em resultados concretos. “A ApexBrasil voltou com muita força”, afirmou.
Segundo ele, o processo se completa na conversão de oportunidades em negócios: “Abre o mercado, vira negócio, vira oportunidade. Aí vem a ApexBrasil, faz a promoção, isso vira negócio, vira oportunidade”, destacou.
A iniciativa reforça o modelo de atuação em parceria com entidades setoriais da indústria, serviços e agronegócio, com o objetivo de ampliar a presença brasileira no comércio internacional, estimular a competitividade e atrair investimentos para diferentes cadeias produtivas.
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