Investimento

13/10/2021 16:30h

Um crescimento de 23,5% sobre o mesmo período de 2020 e 2,7% acima na comparação com os sete meses iniciais de 2019

A Alacero divulgou que a produção de aço bruto entre janeiro e julho de 2021 somou 37.670,7 milhões de toneladas, um crescimento de 23,5% sobre o mesmo período de 2020 e 2,7% acima na comparação com os sete meses iniciais de 2019. No caso dos aços laminados, a produção alcançou 32.798,9 milhões de toneladas, um incremento de 30,4% em comparação com o mesmo período de 2020, e 8,1% superior aos níveis de 2019. 

Apenas em julho, a produção de aço – bruto e laminado – caiu 2,2% e 0,7%, respectivamente, enquanto em junho houve redução do déficit de 8,5% na comparação com o mês anterior. Apesar disso, o acumulado se mantém crítico e o déficit é 64,2% superior ao do primeiro semestre de 2020. A queda do déficit mensal se deve à retração limitada das importações e ao aumento das exportações. 

As importações intrarregionais cresceram 1,2% em junho, em relação a maio passado, atingindo 7,4% das importações totais. As exportações extrarregionais representaram 30,8% das exportações totais. No que diz respeito ao consumo, o acumulado nos seis primeiros meses de 2021 foi 37,8% maior do que o de 2020, refletindo a recuperação dos setores demandantes de aço. O segundo trimestre deste ano ficou 64,3% acima do mesmo período do ano anterior e 9,6% acima do primeiro trimestre de 2021. “Esses números, além de serem positivos para o setor, se traduzem em resultados tangíveis para o desenvolvimento dos países latino-americanos”, diz Alejandro Wagner, diretor executivo da Alacero. 

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Segundo ele, o setor colabora com mais de 1,2 milhão de postos de trabalho de alta qualidade, entre diretos e indiretos, e com salários superiores aos do restante da indústria manufatureira. “Além disso, a região tem a vantagem de produzir um aço muito mais limpo e sustentável do que os seus principais concorrentes. (A América Latina emite 1,6 tonelada de CO2 por tonelada de aço bruto produzido na atmosfera, contra 2,1 toneladas da China)”, comenta Wagner.

62° Congresso da Alacero ocorre em novembro

A Associação Latino-Americana de Aço (Alacero) promove, nos dias 17 e 18 de novembro, o 62° Congresso da entidade, com o título “O futuro da indústria em um mundo sustentável”. O evento será totalmente virtual e terá a participação de palestrantes e de especialistas da região e do mundo, que apresentarão suas visões sobre a atualidade e os próximos desafios e oportunidades para que o setor do aço continue trabalhando para ser uma indústria inovadora, responsável com o meio ambiente, geradora de empregos de qualidade e promotora do desenvolvimento integral para as suas comunidades em toda a região. 

Como foi anunciado no recente relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, sigla em inglês) da ONU, a sustentabilidade do meio ambiente se encontra em um ponto de inflexão e a indústria siderúrgica já começou a trilhar o caminho para, novamente, estar na vanguarda. O evento irá debater para o setor tomar um rumo e liderar este novo desafio global.

Maiores informações sobre o Congresso podem ser obtidas no https://summit2021.alacero.org/?lang=pt-br

Sobre a Alacero

A Alacero – Associação Latino-americana do Aço – é uma entidade civil sem fins lucrativos que reúne a cadeia de valor do aço da América Latina para fomentar os valores de integração regional, inovação tecnológica, excelência em recursos humanos, segurança no trabalho, responsabilidade empresarial e sustentabilidade socioambiental. Fundada em 1959, é integrada por mais de 60 empresas produtoras e afins cuja produção é de cerca de 60 milhões de toneladas anuais. A Alacero é reconhecida como Organismo Consultor Especial pelas Nações Unidas.

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05/10/2021 20:40h

Recursos serão usados em estudos, projetos e ampliação do sistema de esgotamento sanitário dos municípios de Belém (PA) e Ji-Paraná (RO)

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O Ministério do Desenvolvimento Regional, o MDR, vai repassar mais de R$ 330 mil para ações de saneamento básico na Região Norte do País.

No Pará, a capital Belém vai contar com cerca de R$ 306 mil para a elaboração de estudos e projetos de engenharia para a continuidade das obras da segunda etapa da Estação de Tratamento de Esgoto Una.

Já a cidade de Ji-Paraná, em Rondônia, vai contar com quase R$ 25 mil para obras de ampliação do sistema de esgotamento sanitário da sede municipal.

Juntas, as duas ações vão beneficiar mais de 40 mil famílias. Cerca de 9 mil empregos serão gerados com as ações. 

Pedro Maranhão, secretário Nacional de Saneamento do MDR, aponta os benefícios da continuidade das obras do setor.


“São investimentos em esgotamento sanitário e drenagem urbana que trazem mais saúde e qualidade de vida à população e ganhos ambientais inestimáveis às nossas cidades”.

Desde janeiro, quase 300 milhões de reais foram repassados pelo MDR para garantir a continuidade de empreendimentos de saneamento básico pelo País. Além disso, mais de 1 bilhão foram assegurados para financiamentos por meio do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, o FGTS, e de outros fundos.

Para saber mais sobre ações em saneamento básico do Ministério do Desenvolvimento Regional, acesse: mdr.gov.br.

 

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02/10/2021 16:00h

A iniciativa abrange 12 estados brasileiros e segundo o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, a medida vai garantir mais emprego e renda

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Lançado para ampliar a malha ferroviária do Brasil, o Programa de Autorizações Ferroviárias do Ministério da Infraestrutura, o Pro Trilho, permitiu, até o momento, o recebimento de 14 pedidos de novas linhas férreas, que correspondem a 5.360 quilômetros de novos trilhos. 

Ao todo, 12 estados contariam com as novas estradas de ferro. O projeto passa, por exemplo, pelo Distrito Federal, Goiás e Minas Gerais até chegar a Barra de São Francisco (ES). O investimento previsto para a iniciativa chega a R$ 80,5 bilhões.

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, afirma que o mecanismo de autorização ferroviária pretende diminuir a burocracia dos procedimentos que permitem a entrada inciativa no setor. Segundo ele, com as autorizações, a estimativa do governo é que haja um salto dos atuais 20% para 40%, na participação do modal na matriz nacional de transportes até 2035.

“Não vamos parar. Vamos iniciar uma temporada de grandes leilões e continuar dando passos firmes. Tenho certeza que essas primeiras autorizações vão impulsionar outras”, destaca. 

Histórico

Em 30 de agosto de deste ano, foi publicada a Medida Provisória 1.065/21. A matéria institui o novo marco legal do transporte ferroviário. A ideia central da proposta é permitir a construção de novas ferrovias por meio de uma autorização simplificada, sem necessidade de licitação. O processo é semelhante ao que ocorre no setor de telecomunicações, assim como no portuário e aeroportuário. 

Já no mês de setembro, o governo criou o Programa de Autorizações Ferroviárias, o Pro Trilhos. A MP tem como objetivo aumentar a atratividade do setor privado para investir em ferrovias. Além de abranger novos projetos, a ideia é incluir empreendimentos que utilização ferrovias já existentes. 

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Atualmente, a medida está sob análise da Câmara dos Deputados. Devido às restrições impostas pela pandemia, a Medida Provisória 1065/21 será analisada diretamente nos Plenários da Câmara e do Senado.  

Diante desse contexto, o Congresso Nacional se prepara para votar o marco legal das ferrovias. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, afirmou que a votação será nesta terça-feira (5). O substitutivo ao projeto (PLS 261/2018) estava previsto para ser votado nesta quarta-feira (29), mas teve o procedimento adiado. 
 

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28/09/2021 21:00h

Empreendimento recebeu mais de R$13 milhões do Ministério do Desenvolvimento Regional

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Nesta terça-feira (28), o Governo Federal entregou 200 moradias para famílias de baixa renda de Teotônio Vilela, em Alagoas. Mais de R$13 milhões foram investidos nos módulos I e II do Residencial Dr. Marcelo Vilela, que possui 400 unidades. Outras 200 casas (módulos III e IV) estão previstas para serem entregues na segunda quinzena de outubro.
 
A dona de casa Girlene Amorim, 30 anos, recebeu uma das 200 casas entregues pelo MDR. "Meu sonho era ter um lar, ainda mais com uma filha pequena de dois anos. Agora não terei mais preocupações de pagar aluguel e amanhã mesmo já posso abrir a porta e falar que esta casa é minha e da minha filha", disse.

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Durante a solenidade de entrega das chaves, o presidente Jair Bolsonaro ressaltou a importância de garantir moradia a quem mais precisa. "Eu fico imaginando a alegria das pessoas ao receber a chave da casa própria. O sentimento de garantia é muito grande e isso não tem preço", afirmou.
 
O residencial conta com casas de dois quartos e infraestrutura completa de água, esgoto, energia elétrica, pavimentação, iluminação pública e drenagem. Segundo o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, essa estrutura é a realização de um sonho para a população.
 
“Viemos, mais uma vez, levar dignidade às famílias brasileiras, que passarão a viver em um imóvel próprio. Essas moradias que estamos entregando são muito mais do que concreto, muito mais do que cimento. O que temos são sonhos realizados, respeito ao orçamento público e cidadania à população”, destacou.

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28/09/2021 20:50h

Este foi o décimo primeiro estado a receber representantes do Ministério do Desenvolvimento Regional, para tirar dúvidas sobre as medidas previstas no novo Marco Legal do Saneamento

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Discutir os desafios para regionalização e sustentabilidade dos serviços de resíduos sólidos urbanos no Mato Grosso do Sul. Esse foi o objetivo de seminário on-line realizado pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), nesta terça-feira (27) com a participação de representantes do Governo Federal e de gestores estaduais e municipais do estado.
 
Este foi o décimo primeiro estado a receber representantes do MDR, para tirar dúvidas sobre as medidas previstas no novo Marco Legal do Saneamento. Os seminários pretendem ajudar estados e municípios a alcançar a sustentabilidade econômico-financeira dos serviços de manejo de resíduos sólidos urbanos e a implementarem medidas previstas no novo Marco Legal do Saneamento, em vigor desde julho de 2020.
 
Presente no evento, o secretário nacional de Saneamento do Ministério do Desenvolvimento Regional, Pedro Maranhão, reforçou que a falta de saneamento traz impactos negativos à população. “A sanção do Marco Legal do Saneamento trouxe segurança jurídica e previsibilidade, atraindo investimentos privados ao setor de saneamento. E desde o ano passado, quando os leilões foram iniciados, alcançamos R$63 bilhões em investimentos, em benefício de mais de 16 milhões de brasileiros”, destacou.

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Cenário local

O estado do Mato Grosso do Sul é composto por 79 cidades, sendo que destas, 66 fazem o descarte dos resíduos sólidos de forma adequada, e a maioria tem estações de transbordo, facilitando o transporte para outros municípios - isso quer dizer 86% dos municípios.
 
“Em 2016, iniciamos um trabalho articulado e, desde então, alcançamos 86% de disposição final adequada. Isso com um trabalho orientativo. Fomos até as prefeituras e levamos propostas, discutimos soluções, fomentamos a questão de taxas e tarifas de resíduos sólidos, entre outras ações”, contou o coordenador da Consultoria de Projetos Especiais e Meio Ambiente do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul, Fernando Bernardes.

Entenda o que é Saneamento Básico

Saneamento é um conjunto de medidas com objetivo de preservar ou melhorar as condições do meio ambiente para prevenir doenças e promover a saúde, melhorar a qualidade de vida da população e facilitar a atividade econômica. No Brasil, o saneamento básico é um direito assegurado pela Constituição e definido pela Lei 11.445/2007 como o conjunto dos serviços de infraestrutura e Instalações operacionais de abastecimento de água; esgotamento sanitário; limpeza urbana; drenagem urbana; e manejos de resíduos sólidos e de águas pluviais.
 
Apesar do saneamento básico ser um conjunto de quatro serviços, quando se fala nele, a população brasileira está acostumada apenas ao conceito de serviços de acesso à água potável, à coleta e ao tratamento dos esgotos. Daí a importância dos investimentos no setor para a saúde do povo.

Marco Legal do Saneamento

Com o marco, foram definidas novas regras para universalização dos serviços de água, esgotamento sanitário, drenagem urbana e resíduos sólidos urbanos. Além disso, conforme as alterações, na área de resíduos sólidos, todos os municípios deveriam apresentar, até 15 de julho deste ano, a proposição de instrumentos de cobrança que garantam a sustentabilidade econômico-financeira dos serviços.
 
Já a prestação de serviços regionalizada deve ser adotada até 31 de março de 2022 como condição para que estados, municípios, o Distrito Federal e prestadores de serviços possam acessar recursos do Orçamento Geral da União, bem como financiamentos com recursos federais ou geridos por órgãos federais para ações de saneamento.

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28/09/2021 18:30h

Os investimentos da União no empreendimento podem alcançar até R$78 milhões

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A praia de Ponta Negra, no Rio Grande do Norte, vai receber um investimento inicial de mais de R$17 milhões do Governo Federal para ações de engorda e enrocamento. O anúncio foi feito pelo ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, durante a apresentação do projeto para apresentar as intervenções, na última segunda-feira (27). 
 
Essas medidas pretendem estimular o turismo na capital potiguar e dar mais segurança à encosta da faixa litorânea. Os investimentos da União no empreendimento podem alcançar até R$78 milhões. Desse total, R$75,1 milhões já foram empenhados pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), sendo que R$57,5 milhões foram garantidos desde 2020.
 
Durante a assinatura do termo de empenho dos recursos, o ministro enfatizou o potencial impacto que as obras possuem. “A maior e mais importante indústria que o Rio Grande do Norte tem é o turismo. E ela precisa ser respeitada, apoiada e fortalecida. Estamos falando de uma customização que vai mudar a face daquela praia e que vai permitir que quem mora em Natal se sinta à vontade para voltar a frequentar a praia de Ponta Negra”, ressaltou.

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Os recursos vão servir para a construção de um muro de contenção de erosões, rampas de acessibilidade e escadas, além da ampliação da faixa de areia ao longo de 4 km. As obras serão realizadas pela prefeitura de Natal e a previsão é de que a licitação seja aberta em 16 de novembro.
 
A chamada engorda da praia de Ponta Negra consiste na ampliação da faixa de areia. Pelo projeto, ela terá 100 metros na maré baixa e de 30 metros a 50 metros quando a maré estiver alta. Os benefícios desse empreendimento giram em torno da economia local, como explica o prefeito de Natal, Álvaro Dias.
 
“Estamos vivendo um momento histórico para a nossa cidade, porque nenhuma obra era tão aguardada como a da engorda da praia de Ponta Negra. A principal atividade econômica da cidade é o turismo e 80% dos empreendimentos turísticos estão naquela região. É um impacto enorme para Natal. Estamos fazendo a cidade avançar”, afirmou.
 
Antes desse empenho de recursos, a orla da praia de Ponta Negra já havia recebido investimentos para a execução de parte das obras. Uma delas foi o enrocamento ao longo de 2 km da encosta da orla. Agora, mais 1.173 metros da encosta receberão o mesmo tipo de intervenção. A obra também será composta por sete escadas, quatro rampas de acesso e 23 dissipadores de energia.
 

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27/09/2021 20:00h

A entrega dos equipamentos faz parte de medida do Ministério do Desenvolvimento Regional para apoiar os produtores locais e promover a geração de emprego e renda

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No Rio Grande do Norte 39 municípios foram contemplados com máquinas novas para estimular o setor produtivo da agricultura. Nesta segunda-feira (27), o Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) realizou uma solenidade de entrega desses equipamentos, que tem como objetivo apoiar os pequenos produtores locais e promover a geração de emprego e renda.
 
Durante evento de repasse do maquinário, o ministro Rogério Marinho destacou o compromisso da atual gestão com a população nordestina. “O Estado brasileiro está fazendo um pacto civilizatório para, de verdade, mudar a história do Nordeste. Fazer com que as pessoas tenham ferramentas e condições de, com o suor do seu rosto, prover com dignidade o sustento das suas famílias”, afirmou.

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As cidades de Vera Cruz, Currais Novos e Santa Cruz receberam um caminhão leve com carroceria de madeira, com valor estimado de R$204 mil a R$221 mil cada. Outros 36 municípios contarão com kits compostos por trator, carreta agrícola e grade aradora, orçados em R$142,5 mil cada.
 
O prefeito do município de Portalegre, José Augusto, reforçou os benefícios que os equipamentos trarão para os municípios. “Essas máquinas vão trazer oportunidades aos nossos agricultores, no corte de terra, no transporte da mandioca e da cana de açúcar, que são instrumentos de desenvolvimento”, destacou.
 
Confira os municípios beneficiados com os kits:

  •  Almino Afonso
  • Angicos
  • Bento Fernandes
  • Campo Redondo
  • Carnaubais
  • Coronel João Pessoa
  • Equador
  • Felipe Guerra
  • Florânia
  • Francisco Dantas
  • Frutuoso Gomes
  • Galinhos
  • Guamaré
  • Itajá
  • Itaú
  • Jaçanã
  • Janduís
  • José da Penha
  • Jundiá
  • Lagoa de Velhos
  • Lucrécia
  • Major Sales
  • Messias Targino
  • Olho D’Água do Borges
  • Ouro Branco
  • Paraná
  • Passagem
  • Portalegre
  • Rafael Godeiro
  • Riacho da Cruz
  • Riacho de Santana
  • São Francisco do Oeste
  • São Miguel
  • Serrinha dos Pintos
  • Sítio Novo
  • Várzea
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27/09/2021 19:50h

No estado, já estão em operação 100 sistemas de dessalinização em 59 municípios potiguares e três obras estão em andamento

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Nesta segunda-feira (27), o Governo Federal entregou quatro sistemas de dessalinização para comunidades e assentamentos de quatro municípios do Rio Grande do Norte: Carnaubais, Janduís, Mossoró e Santa Cruz. A ação foi realizada por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), com objetivo de dar mais segurança hídrica para a população do estado. 

Esses equipamentos vão atender mais de 600 moradores do assentamento Santa Luzia, em Carnaubais, e das comunidades Arrimo, em Janduís, Cheiro da Terra, em Mossoró, e Açude do Alívio, em Santa Cruz. Todas elas estão localizadas na área rural do Rio Grande do Norte. Apesar disso, a capacidade de atendimento de cada um desses dessalinizadores é de 400, o que garante atendimento suficiente para 1,6 mil pessoas.

Rogério Marinho, ministro do Desenvolvimento Regional, esteve presente à entrega dos sistemas. Ele explicou a importância da ação para quem convive com a falta d’água, sobretudo na Região Nordeste. 

"Oferecer água de qualidade para consumo humano, por meio dos sistemas dessalinizadores, é fundamental para a saúde e qualidade de vida das famílias desta região, que tradicionalmente sofre com a falta de chuvas. Garantir segurança hídrica para a população brasileira, sobretudo a da Região Nordeste, é uma das prioridades desta gestão e estamos empenhados em cumprir essa tarefa”, completou.

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A entrega dos sistemas faz parte do Programa Água Doce (PAD), que tem objetivo de estabelecer uma política pública permanente de acesso à água de qualidade para o consumo humano por meio do aproveitamento sustentável de águas subterrâneas, que na maior parte dos casos são salobras.

Por enquanto, estão em operação 100 sistemas de dessalinização em 59 municípios potiguares e três obras estão em andamento. O investimento federal nos equipamentos foi de R$24,6 milhões, feito pela Companhia de Desenvolvimentos dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), instituição vinculada ao MDR. Desse total, 31 foram instalados desde 2019, beneficiando 7,5 mil moradores de 23 municípios.

O Rio Grande do Norte foi o primeiro estado a implantar um sistema alimentado com energia fotovoltaica, localizado no Assentamento Maria da Paz, em João Câmara. Cada sistema tem capacidade de fornecer até 4 mil litros de água dessalinizada por dia.
 

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27/09/2021 19:00h

Os recursos serão usados na implantação de um núcleo de produção de mudas de cajazeiras, umbuzeiros e seriguelas

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Nesta segunda-feira (27), o Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) realizou o lançamento da Rota da Fruticultura de Mossoró, no Rio Grande do Norte. O objetivo é fornecer a possibilidade do plantio de mais de um milhão de mudas de plantas frutíferas em 11 mil hectares, distribuídos em 11 mil propriedades na região. Toda essa produção será adquirida pela empresa Ster Bom - maior fábrica de sorvetes do estado.
 
O ministro Rogério Marinho assinou um termo de execução descentralizada (TED) com a Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa) no valor de R$1 milhão. Essa verba será utilizada na implantação de um núcleo de produção de mudas de cajazeiras, umbuzeiros e seriguelas.
 
“Essa é a terceira rota que o ministério estabelece aqui no Rio Grande do Norte. Ela é importante porque Mossoró já é, sem dúvida nenhuma, uma referência mundial na produção de frutas de qualidade. E o que nós vamos trabalhar aqui é com o pequeno agricultor, a agricultura familiar, que precisa de inovação, suporte técnico, valor agregado ao produto, insumos, equipamentos e de escoamento logístico”, destacou o ministro. 
 
O Rio Grande do Norte também conta com as Rotas do Mel e do Cordeiro, além da Rota da Fruticultura. A proposta é trabalhar a vocação econômica da região para permitir a geração de mais emprego, renda, qualificação e desenvolvimento. 

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Rotas
 
As Rotas de Integração Nacional são redes de arranjos produtivos locais associadas a cadeias produtivas, Cadeias essas capazes de promover a inclusão e o desenvolvimento sustentável das regiões brasileiras priorizadas pela Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR).
 
As rotas promovem a coordenação de ações públicas e privadas em polos selecionados, mediante o compartilhamento de informações e o aproveitamento de sinergias coletivas, a fim de propiciar a inovação, a diferenciação, a competitividade e a sustentabilidade dos empreendimentos associados, contribuindo, assim, para a inclusão produtiva e o desenvolvimento regional.
 
A partir da identificação das potencialidades locais, o Ministério do Desenvolvimento Regional, em conjunto com órgãos parceiros, associações e entidades locais, realiza um diagnóstico considerando questões como capacidade hídrica, energética, de escoamento da produção (rodovias, aeroportos, ferrovias e portos), capacidade de beneficiamento e produção.
 
Além disso, é oferecido apoio técnico e de planejamento estratégico para estruturar e profissionalizar o trabalho dos agricultores, especialmente os pequenos produtores e familiares.
 
No momento, o MDR apoia as rotas do Açaí, da Biodiversidade, do Cacau, do Cordeiro, da Economia Circular, da Fruticultura, do Leite, do Mel, do Peixe e da Tecnologia da Informação e Comunicação.
 

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20/09/2021 20:30h

O investimento envolve a doação de equipamentos para associações de produtores do DF e Entorno, com um valor total de R$10,5 milhões

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Mais de R$ 34 milhões serão investidos na compra de equipamentos e apoio ao desenvolvimento para fortalecer as cadeias produtivas na Região Integrada de Desenvolvimento Econômico do Distrito Federal (Ride-DF). O anúncio foi feito pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, e pelo ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho.
 
No último fim de semana, o presidente Bolsonaro e o ministro participaram do 1º Fórum da Rota da Fruticultura da Ride-DF. Segundo Marinho, esta é uma ação importantíssima, pois “trata da capacitação dos produtores brasileiros. Estamos aqui entregando esses equipamentos, que irão agregar mais valor aos produtos que são consumidos na capital. Essa região congrega mais de 27 mil produtores que tiram seu sustento na produção rural. Cada vez mais, Brasília vai se firmando como um polo produtor de frutas de qualidade”, declarou.
 
O investimento envolve a doação de equipamentos para associações de produtores do DF e Entorno, com um valor total de R$10,5 milhões, e será realizado por meio da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), instituição vinculada ao MDR.
 
Ao todo, a Rota terá 32 caminhões leves (dos quais, três foram entregues neste sábado e outros quatro em meados de junho), 30 câmaras frias, 20 microtratores com acessórios, 8 tratores, 300 kits de irrigação localizada, e 16 implementos agrícolas e bens diversos de apoio à produção. Os três caminhões foram entregues neste sábado (18) e serão repassados à Associação dos Produtores Orgânicos do Bioma Cerrado (Agroorgânica), à Cooperativa dos Produtores do Mercado Orgânico de Brasília (Cooperorg) e à Associação dos Produtores Rurais Novo Horizonte Betinho (Aspronte).

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“A fruticultura tem se desenvolvido no Brasil com grande mercado consumidor da produção. Essa iniciativa das rotas é muito bem-vinda. Nossa economia não pode e não vai parar”, declarou o presidente Jair Bolsonaro, durante o evento.
 
Também serão entregues equipamentos como freezer, balança, liquidificador, batedeira e forno, entre outros, que apoiarão os setores produtivos da região. “Esses equipamentos visam potencializar todas as ações dos produtores, desde a sua colheita, até o beneficiamento do seu produto, ajudando também na sua comercialização, trazendo uma receita acessória para todos eles”, declarou o diretor-presidente da Codevasf, Marcelo Moreira.
 
O polo de fruticultura do DF e entorno foi implementado em junho deste ano, com investimento federal de R$ 1 milhão. Ele reúne cerca de 27 mil produtores familiares do Distrito Federal, de 29 cidades de Goiás e de outras quatro de Minas Gerais.
 
Rotas
 

As Rotas de Integração Nacional são redes de arranjos produtivos locais associadas a cadeias produtivas, Cadeias essas capazes de promover a inclusão e o desenvolvimento sustentável das regiões brasileiras priorizadas pela Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR).
 
As rotas promovem a coordenação de ações públicas e privadas em polos selecionados, mediante o compartilhamento de informações e o aproveitamento de sinergias coletivas, a fim de propiciar a inovação, a diferenciação, a competitividade e a sustentabilidade dos empreendimentos associados, contribuindo, assim, para a inclusão produtiva e o desenvolvimento regional.
 
A partir da identificação das potencialidades locais, o Ministério do Desenvolvimento Regional, em conjunto com órgãos parceiros, associações e entidades locais, realiza um diagnóstico considerando questões como capacidade hídrica, energética, de escoamento da produção (rodovias, aeroportos, ferrovias e portos), capacidade de beneficiamento e produção.
 
Além disso, é oferecido apoio técnico e de planejamento estratégico para estruturar e profissionalizar o trabalho dos agricultores, especialmente os pequenos produtores e familiares.
 
No momento, o MDR apoia as rotas do Açaí, da Biodiversidade, do Cacau, do Cordeiro, da Economia Circular, da Fruticultura, do Leite, do Mel, do Peixe e da Tecnologia da Informação e Comunicação.
 
 

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Brasil 61