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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

Investimento

Economia
26/01/2021 00:00h

Especialista da FIEMT explica quais características fazem o município se destacar

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O município de Várzea Grande é o melhor do estado de Mato Grosso para se investir no setor industrial. É o que mostra a pesquisa “Melhores Cidades para Fazer Negócios 2.0”, da Urban Systems, publicada em dezembro.
 
A publicação destaca, também, que a cidade mato-grossense está entre as 100 melhores do País no setor. Ao todo, 325 municípios brasileiros compõem o estudo — todos com população superior a 100 mil pessoas. Em entrevista ao portal Brasil61.com, Mauro Santos, que é Superintendente da Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso (FIEMT), destacou os benefícios que o resultado pode trazer. 
 
“Figurar entre as 100 melhores cidades do País para se fazer negócios na indústria é de extrema importância, não apenas para Várzea Grande, mas também para todo o estado de Mato Grosso, pois isto ajuda a atrair investimentos para que venham novas indústrias para agregar valor a toda a nossa riqueza primária que é produzida aqui”, disse. 

Arte: Brasil 61

Características 

Segundo a FIEMT, Várzea Grande possui 794 indústrias, que juntas faturam mais de R$ 3 bilhões, 20% do PIB Industrial de Mato Grosso. Além disso, o setor emprega 9.246 empregados, que injetam cerca de R$ 300 milhões na economia todos os anos. 
 
Mauro explica que a indústria de Várzea Grande acompanha o processo de crescimento acelerado do estado. Ele cita algumas das características que acredita serem responsáveis pelo bom desempenho industrial da cidade.
 
“Várzea Grande tem uma localização estratégica privilegiada. Está inserida em uma Região Metropolitana com mais de um milhão de habitantes, tem ótima estrutura educacional, é onde está localizado o Aeroporto Internacional Marechal Rondon. Também é cortada por importantes rodovias federais, que escoam a nossa produção, chegando aos mercados consumidores e principais portos”, detalha. 

Apoio

Segundo Mauro, a Federação trabalha para contribuir com o desenvolvimento da indústria estadual, como em políticas públicas que possibilitem incentivos fiscais, aumentem a competitividade e tragam investimentos. Além disso, cita o esforço para levar gestão, mão de obra qualificada e segurança aos trabalhadores. 
 
“O propósito da FIEMT é promover o crescimento do estado de Mato Grosso através do fortalecimento da indústria, para que as pessoas possam estar inseridas num estado que seja dinâmico e que promova o bem-estar socioeconômico para todos”, ressalta. 

Município de Aracruz (ES) é o sétimo melhor do País para se investir no setor industrial

Município de Igarassu (PE) é o quinto melhor do País para se investir no setor industrial, aponta pesquisa

O estudo

O estudo das 100 Melhores Cidades para Fazer Negócios é publicado pela Urban Systems anualmente, desde 2014. Até 2019, a metodologia para elaboração do ranking teve poucas alterações. A pesquisa apresentava uma lista única das melhores cidades para se investir, considerando quatro eixos: desenvolvimento econômico e social, capital humano e infraestrutura.
 
No entanto, com o impacto do novo coronavírus e a intenção de manter o estudo atual e renovado, a publicação de 2020 está de cara nova e aposta em um olhar mais segmentado das melhores cidades para negócios, levando em conta os resultados para seis setores da economia: indústria, comércio, serviços, educação, mercado imobiliário e agropecuária.
 
Diretor de marketing da Urban Systems e responsável pelo estudo, Willian Rigon, diz que o estudo vai ajudar os investidores, empresários e a iniciativa privada, em geral, na tomada de decisões sobre quais especialidades de cada município podem ser melhor exploradas. “O estudo é importante nesse momento de pandemia, em que é necessário que se mantenham os investimentos, mas [aportes] assertivos, que possam ter sustentabilidade econômica. O objetivo dele no período pré, durante e pós-pandemia é direcionar em relação aos novos negócios, empresas e empreendedores”, afirma.
 
Segundo Rigon, apesar de cada município ter as suas peculiaridades, há pontos em comum às melhores cidades para fazer negócios, que podem ser observados. “É importante ter um ambiente favorável, ter mão de obra qualificada e uma gestão pública eficiente. Se a gente pudesse apontar três pontos específicos, são essas as características comuns às cidades melhores posicionadas”, cita.

Metodologia

Para chegar ao ranking, o estudo utiliza oito indicadores como base para todos os municípios. Eles estão atrelados ao impacto do novo coronavírus na saúde da população e na economia, além do desempenho econômico das cidades em aspectos como empregabilidade. Além disso, para cada setor, como o de serviços, por exemplo, são utilizados indicadores específicos para atribuir pontuação a cada cidade.

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25/01/2021 00:00h

Em relação à conjuntura de mercado, os dados apresentados pela Conab apontam que os preços para o café arábica são os mais altos dos últimos quatro anos

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A produção total de café deve ficar entre 43,8 milhões e 49,5 milhões de sacas, em 2021. De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a projeção representa uma redução entre 30,5% e 21,4% em relação à última safra. As razões apontadas para o resultado são a falta de chuva e o efeito da bienalidade negativa.

As informações constam no 1º Levantamento da Safra 2021 de Café, divulgado nesta semana pelo órgão. O estudo inclui as variedades de café conilon e arábica. Segundo o superintendente de Informações da Agropecuária da Conab, Cleverton Santana, esse efeito ocorre quando a planta possui uma produtividade alta em uma safra, mas, devido a necessidade de recomposição do vegetal, a produção sofre queda na próxima.

“Sendo um ano de bienalidade negativa, sempre há um aumento da área em formação, porque os produtores escolhem suas áreas onde ocorrem menores produtividades, por esgotamento da planta, e aproveita esse ano para levar essa área para formação, para fazer o manejo para que no ano de bienalidade positiva expresse todo seu potencial de produtividade”, disse durante a apresentação virtual do levantamento.

Ainda de acordo com os dados da Conab, ao passo que a área em produção é a menor dos últimos 20 anos, a área em formação é considerada a maior dentro do período. Isso se dá porque a seca que assolou os cafezais também induziu os produtores a aproveitar o ano de bienalidade. Sendo assim, a área de produção indicada é de 1,76 milhão de hectares, com uma queda de 6,8% frente em comparação com 2020.

Sobre as condições climáticas, Cleverton Santana destaca que o período entre setembro e dezembro do ano anterior afetou a produção de café, sobretudo a floração. Nos anos em que as chuvas são escassas, a característica natural da planta é derrubar suas flores para manter-se viva.

“Na última safra, tivemos áreas com chuva abaixo da média no início da primeira floração, essas flores foram abortadas, mas a segunda floração veio no momento de chuvas favoráveis e até a produção foi superada em algumas regiões. Nessa safra não, tivemos a primeira e segunda floração ocorrendo em chuvas abaixo da média e altas temperaturas”, disse.

Desempenho da safra em 2021

A Companhia Nacional de Abastecimento estima que a produção total para a espécie conilon possa ser superior a 16,6 milhões de sacas de café beneficiado, com um incremento de 16% em relação a 2020. Já para o arábica, a estimativa é de uma colheita entre 29,7 milhões e 32,9 milhões de sacas, o que representa uma queda de 32,4% e 39,1%, respectivamente, em comparação com a safra passada.

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Em relação à conjuntura de mercado, os dados apresentados pela Conab apontam que os preços para o café arábica são os mais altos dos últimos quatro anos. O valor chegou a R$ 604,90 por saca no mês de dezembro, com 22,6% de aumento durante 2020. Já o preço do café conilon, no mesmo mês, foi de R$ 379,60, com valorização de 31,67%.

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25/01/2021 00:00h

Em 2020, Pernambuco chegou a contar com uma expectativa de alta na produção industrial de 2,4% no acumulado do ano, principalmente por conta da demanda reprimida

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Apesar de a confiança do empresário industrial apresentar crescimento, não significa que 2021 será um ano sem desafios para o setor. Especialistas acreditam que, além de o País ter que garantir um processo de imunização eficaz contra a Covid-19, o campo político deve estar voltado para medidas que ajudem no desenvolvimento das atividades econômicas.

Na avaliação do gerente de Relações Industriais da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (FIEPE), Maurício Laranjeira, a retomada depende, sobretudo, de duas condições relacionadas. São elas: o fato de o consumidor ter confiança de que continuará empregado e a consequência disso, que é a confiança da Indústria para continuar produzindo e contratando cada vez mais.

“Associado a tudo isso, temos que ver a questão das reformas estruturantes que o Brasil precisa. A gente sabe que, com a vacina, um grande obstáculo para a nossa economia começa a ser resolvido, pelo menos de maneira paliativa. Mas, as reformas estruturantes que o Brasil precisa continuam aí e não vão ser resolvidas com a vacina, como a reforma tributária e a reforma administrativa. Isso cria um estado mais justo, menos pesado”, destaca.

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De acordo com dados divulgados recentemente pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o resultado do PIB brasileiro deve ter um recuo de 4,3% na comparação com 2019, enquanto o PIB industrial deve cair 3,5%.  Para 2021, a projeção indica crescimento de 4% do PIB e de 4,4% do PIB industrial. Esses números poderão ser revisados ao longo do próximo ano.

O presidente FIEPE, Ricardo Essinger, entende que a recuperação já deu seus primeiros passos. No entanto, segundo ele, o crescimento econômico no terceiro e quarto trimestres não serão suficientes para salvar o ano.

“Será necessário equilibrar as contas públicas e atrair investidores que aceitem o risco do País. Para elevar a confiança dos investidores será necessário consolidar a reforma trabalhista e tirar do papel algumas reformas estruturantes, como as reformas administrativa e tributária, além do pacto federativo e as privatizações”, ressalta Essinger.

Desempenho de Pernambuco

Em 2020, Pernambuco chegou a contar com uma expectativa de alta na produção industrial de 2,4% no acumulado do ano, principalmente por conta da demanda reprimida. Em outubro, por exemplo, houve crescimento de 7,2%. A confiança dos empresários do segmento industrial apresentaram sinais de melhora, chegando a 58,9 pontos em dezembro.

No ano passado, o estado perdeu quase 15 mil postos de emprego entre janeiro e outubro de 2020. Em todo o País, foram mais de 170 mil. A taxa de desocupação entre os pernambucanos ficou em 18,8% no terceiro trimestre de 2020, se configurando como um dos estados com a taxa mais alta do Brasil, atrás apenas da Bahia, de Sergipe, de Alagoas e do Rio de Janeiro.
 

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25/01/2021 00:00h

Em estudo com outros 325 cidades brasileiras, município capixaba reúne características que o colocam em posição de destaque, afirma conselheiro da Findes

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O setor industrial do município de Aracruz, cidade a cerca de 80 km de Vitória (ES), é o sétimo melhor do País para se investir. É o que mostra a pesquisa “Melhores Cidades para Fazer Negócios 2.0”, da Urban Systems, publicada em dezembro do ano passado.
 
O estudo analisou dados e indicadores de 326 municípios brasileiros, todos com mais de 100 mil habitantes. A cidade capixaba está entre as mais atrativas para investimentos no setor industrial e vários fatores explicam a boa classificação no ranking, segundo Luís Soares Cordeiro, conselheiro da Federação das Indústrias do Estado do Espírito Santo (Findes).
 
“Aracruz conta com portos, ferrovia e uma boa malha rodoviária. Isso coloca a condição logística da cidade entre uma das mais privilegiadas do Espírito Santo. Também conta com grandes empresas, produção de petróleo, uma rede de gasodutos, o estaleiro de Aracruz, além de um parque metal-mecânico composto por empresas que têm atuação nacional”, cita.
 
Para Cordeiro, esses fatores, aliados à articulação da classe empresarial, atuação da própria Findes e autoridades municipais, estaduais e federais posicionam o município entre os melhores do Brasil para se fazer negócios. “Aracruz com esse resultado de sétimo lugar, sem dúvida alguma, vai atrair mais negócios e mais investimentos para o nosso município. Estamos honrados com essa colocação nessa importante pesquisa”, diz.


 
O estudo

O estudo das 100 Melhores Cidades para Fazer Negócios é publicado pela Urban Systems anualmente, desde 2014. Até 2019, a metodologia para elaboração do ranking teve poucas alterações. A pesquisa apresentava uma lista única das melhores cidades para se investir, considerando quatro eixos: desenvolvimento econômico e social, capital humano e infraestrutura. 
 
No entanto, com o impacto do novo coronavírus e a intenção de manter o estudo atual e renovado, a publicação de 2020 está de cara nova e aposta em um olhar mais segmentado das melhores cidades para negócios, levando em conta os resultados para seis setores da economia: indústria, comércio, serviços, educação, mercado imobiliário e agropecuária.
 
Diretor de marketing da Urban Systems e responsável pelo estudo, Willian Rigon, diz que o estudo vai ajudar os investidores, empresários e a iniciativa privada, em geral, na tomada de decisões sobre quais especialidades de cada município podem ser melhor exploradas. “O estudo é importante nesse momento de pandemia, em que é necessário que se mantenham os investimentos, mas [aportes] assertivos, que possam ter sustentabilidade econômica. O objetivo dele no período pré, durante e pós-pandemia é direcionar em relação aos novos negócios, empresas e empreendedores”, afirma.
 
Segundo ele, apesar de cada município ter as suas peculiaridades, há pontos em comum às melhores cidades para fazer negócios, que podem ser observados. “É importante ter um ambiente favorável, ter mão de obra qualificada e uma gestão pública eficiente. Se a gente pudesse apontar três pontos específicos, são essas as características comuns às cidades melhores posicionadas”, cita.

Metodologia

Para chegar ao ranking, o estudo utiliza oito indicadores como base para todos os municípios. Eles estão atrelados ao impacto do novo coronavírus na saúde da população e na economia, além do desempenho econômico das cidades em aspectos como empregabilidade. Além disso, para cada setor, como o de serviços, por exemplo, são utilizados indicadores específicos para atribuir pontuação a cada cidade. 

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23/01/2021 00:00h

A Pasta criou mais um meio prestar contas à sociedade de suas ações e projetos nas áreas de saneamento, segurança hídrica, defesa civil, entre outras

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Lançamento de editais, notícias e outras informações sobre as atividades do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) passaram a estar disponíveis em um canal do Telegram.

Com isso, a Pasta criou mais um meio para prestar contas à sociedade de suas ações e projetos nas áreas de saneamento, segurança hídrica, defesa civil, habitação, mobilidade urbana e desenvolvimento regional.

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Município de Igarassu (PE) é o quinto melhor do País para se investir no setor industrial, aponta pesquisa

Segundo o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, "o cidadão quer e tem o direito de saber como o governo está utilizando os recursos provenientes de seus impostos”, o MDR vai dar mais visibilidade às ações para que a população possa acompanhar de perto o trabalho do ministério.

 

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22/01/2021 17:00h

Atividade industrial terminou 2020 relativamente forte, mesmo com os sinais de desaceleração notáveis

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Pela primeira vez em dez anos, o Brasil registrou aumento de emprego no setor da indústria, no mês de dezembro. É o que aponta a pesquisa Sondagem Industrial, divulgada nesta semana pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

De acordo com o levantamento, o índice, que mede a evolução do número de empregados, ficou em 50,5 pontos, acima da linha divisória de 50 pontos. O índice de evolução da produção ficou em 46,8 pontos.

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A atividade industrial terminou 2020 relativamente forte, mesmo com os sinais de desaceleração estando notáveis. Os dados da pesquisa revelam também que a produção industrial recuou em dezembro do ano passado, quebrando uma sequência de seis meses consecutivos de crescimento.

Os estoques permanecem abaixo do esperado e, de acordo com a CNI, o problema de escassez de insumos, que já havia ganho importância inédita no terceiro trimestre do ano passado, preocupou ainda mais os empresários.

Para esta edição, a pesquisa ouviu representantes de 1.887 empresas, sendo 741 de pequeno porte, 669 de médio porte e 477 grandes empresas, entre 4 e 15 de janeiro.

 

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22/01/2021 00:00h

Segundo o coordenador da Escola de Negócios do Sistema FIEP, Marco Aurélio Cercal, a iniciativa tem como objetivo oferecer melhorias nos processos produtivos das indústrias

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Com o intuito de apoiar as indústrias no que diz respeito à qualificação adequada e a evolução, a Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP) lançou uma nova modalidade de residência. Trata-se de um programa teórico prático baseado em sprints de aplicações dos conceitos da indústria 4.0 nas empresas.

Segundo o coordenador da Escola de Negócios do Sistema FIEP, Marco Aurélio Cercal, a iniciativa tem como objetivo oferecer melhorias nos processos produtivos das indústrias. Ele avalia que, com isso, há um aumento na produtividade e competitividade por meio das ferramentas da indústria 4.0 aplicadas à gestão industrial.

“O projeto tem duração de 12 meses e é desenvolvido por bolsistas do programa, que se aprofundarão nas áreas de indústria 4.0, manufatura enxuta e gestão. Os bolsistas têm o compromisso de entregar quatro provas de conceito durante a duração do projeto. A empresa interessada pode aderir ao programa por meio da compra de cota. Cada cota dá direito a quatro provas de conceito, sendo que a empresa pode adquirir quantas cotas desejar, explica.

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De acordo com a FIEP, o curso será realizado na Faculdade da Indústria de São José dos Pinhais. A unidade conta com uma moderna infraestrutura de hardwares e softwares de última geração.  Além disso, a empresa inserida no projeto vai receber treinamentos e workshops, serviços de engenharia, criação de eventos para inovação, desenvolvimento de produtos e projetos, modelagem e prototipagem de peças, entre outras atividades.

“As ferramentas trazidas pela indústria 4.0 tem impacto imediato na eficiência, na produtividade, na simplificação, na otimização de processos bem como na análise de dados em tempo real com um ganho nunca visto em termos de retorno sobre os investimentos em P&D. Através de um programa robusto, os bolsistas, além de agregar competências do profissional do futuro, passam a fazer parte de uma vitrine de grandes talentos”, pontua, Marco Aurélio.

As indústrias interessadas em conhecer mais sobre o programa de Residência Indústria 4.0 e se tornarem investidores do programa, encontram mais informações pelo site disponível neste link, ou pelos números (41) 2104-6823 e (41) 98778-6236. Para os interessados na bolsa, as informações serão divulgadas em edital no mês de fevereiro nas páginas do IEL Paraná e Faculdades da Indústria.

Escola de Negócios das Faculdades da Indústria

Inovação, crescimento profissional, desenvolvimento e aperfeiçoamento de gestão: esses são alguns dos objetivos da educação executiva oferecida pelo Sistema Fiep, por meio da Escola de Negócios das Faculdades da Indústria.

Dentro da Escola de Negócios, está a Indústria de Líderes, um hub de capacitação empresarial com programas inovadores, voltados para o aperfeiçoamento de competências comportamentais, gestão em todos os níveis de liderança e processos industriais, com foco na otimização de custos e aumento de produtividade.

Localizada em São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba, oferece, além da Residência Indústria 4.0, programas de gestão de processos industriais, eventos empresariais e games corporativos, capacitações modulares, flexíveis e customizáveis de acordo com a demanda de cada indústria.

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22/01/2021 00:00h

Representante da Fiepe afirma que boa logística, infraestrutura e disponibilidade de água contribuem para boa colocação no ranking

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O município de Igarassu, que faz parte da Região Metropolitana do Recife, é o quinto melhor do País para se investir no setor industrial. O resultado está presente na pesquisa “Melhores Cidades para Fazer Negócios 2.0”, da Urban Systems, publicada em dezembro do ano passado.
 
O estudo analisou dados e indicadores de 326 municípios brasileiros, todos com mais de 100 mil habitantes, o que torna a posição no ranking algo a se comemorar. Gerente de Relações Industriais da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe), Maurício Laranjeira, destaca que o resultado é “muito interessante” e pode atrair investimentos para as cidades que se assemelham a Igarassu.
 
“O município de Igarassu tem vários atrativos para o setor industrial. Outros municípios que têm características parecidas podem se utilizar da mesma metodologia, da mesma técnica e estrutura para atrair novos investimentos”, acredita.
 
Laranjeira destaca alguns fatores que fazem do município um bom local para negócios no setor industrial. Entre eles, a existência de condomínios industriais, facilidade para escoar a produção por rodovias, proximidade do Aeroporto Internacional do Recife e do Porto de Suape e abundância de água, fundamental para a produção industrial. “Logisticamente, é um município bem interessante e que tem área e recursos hídricos importantes para a indústria pernambucana e quem deseja se instalar aqui”, diz.

O estudo

O estudo das 100 Melhores Cidades para Fazer Negócios é publicado pela Urban Systems anualmente, desde 2014. Até 2019, a metodologia para elaboração do ranking teve poucas alterações. A pesquisa apresentava uma lista única das melhores cidades para se investir, considerando quatro eixos: desenvolvimento econômico e social, capital humano e infraestrutura.
 
No entanto, com o impacto do novo coronavírus e a intenção de manter o estudo atual e renovado, a publicação de 2020 está de cara nova e aposta em um olhar mais segmentado das melhores cidades para negócios, levando em conta os resultados para seis setores da economia: indústria, comércio, serviços, educação, mercado imobiliário e agropecuária.
 
Diretor de marketing da Urban Systems e responsável pelo estudo, Willian Rigon, diz que o estudo vai ajudar os investidores, empresários e a iniciativa privada, em geral, na tomada de decisões sobre quais especialidades de cada município podem ser melhor exploradas. “O estudo é importante nesse momento de pandemia, em que é necessário que se mantenham os investimentos, mas [aportes] assertivos, que possam ter sustentabilidade econômica. O objetivo dele no período pré, durante e pós-pandemia é direcionar em relação aos novos negócios, empresas e empreendedores”, afirma.
 
Segundo Rigon, apesar de cada município ter as suas peculiaridades, há pontos em comum às melhores cidades para fazer negócios, que podem ser observados. “É importante ter um ambiente favorável, ter mão de obra qualificada e uma gestão pública eficiente. Se a gente pudesse apontar três pontos específicos, são essas as características comuns às cidades melhores posicionadas”, cita.

Metodologia

Para chegar ao ranking, o estudo utiliza oito indicadores como base para todos os municípios. Eles estão atrelados ao impacto do novo coronavírus na saúde da população e na economia, além do desempenho econômico das cidades em aspectos como empregabilidade. Além disso, para cada setor, como o de serviços, por exemplo, são utilizados indicadores específicos para atribuir pontuação a cada cidade.

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21/01/2021 04:00h

Segundo a entidade, apesar da segunda queda mensal seguida, o índice continua no patamar de otimismo, ou seja, acima de 100 pontos, pelo quarto mês consecutivo

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O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) registrou uma redução de 2,2% em janeiro de 2021. Com isso, o indicador passou para 105,8 pontos. Os dados são da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Segundo a entidade, apesar da segunda queda mensal seguida, o índice continua no patamar de otimismo, ou seja, acima de 100 pontos, pelo quarto mês consecutivo. Na comparação anual houve variação negativa de 16,4%.

Pará fecha 2020 com saldo positivo na balança comercial brasileira

Famílias pobres foram as mais atingidas pela inflação em 2020

O presidente da CNC, José Roberto Tadros, afirmou que, “passado o período natalino e diminuído o efeito do aumento da renda com o 13º salário, as famílias estão mais dispostas a realizar gastos nos serviços de lazer, por força das férias escolares.”

Um indicador que apresentou resultado positivo, de 1%, foi o índice que mede as intenções de investimento. Com o salto, chegou a 94,9 pontos, voltando a crescer após ligeiro recuo no mês de dezembro. Houve destaque também para a intenção de contratação de pessoal. Esse índice teve alta de 2,1% e encerrou janeiro com 121 pontos.

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Ciência & Tecnologia
11/01/2021 00:00h

Em dezembro, Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei complementar que pretende criar um ambiente de negócios mais favorável a empresas inovadoras

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A aprovação do Marco Legal das Startups (Projeto de Lei Complementar 146/19) pela Câmara dos Deputados é esperança para gerar mais empregos e renda em todo o País. É o que acredita o deputado federal Vinicius Poit (Novo/SP), relator do texto que pretende criar um ambiente de negócios mais favorável para as empresas que vivem de inovação. A matéria, agora, está com o Senado.
 
Segundo o parlamentar, ao contrário do que a criação de uma lei sugere, o projeto vem para desburocratizar o ecossistema em torno das startups, dando, por exemplo, mais segurança jurídica para aqueles que querem investir nessas empresas. 
 
As consequências, ele acredita, serão muito positivas. “Era um sonho ter um Marco Legal das Startups. Ver esse sonho sendo realizado, um ambiente melhor para os empreendedores e para a geração de emprego e renda no nosso País é um sentimento de missão cumprida, é um símbolo de que o diálogo, a construção de pontes e o foco no que nos une vale muito mais a pena do que focar somente no que nos separa”, destacou. 

“Aprovação do Marco Legal das Startups é uma conquista histórica para o Brasil”, diz a deputada Luísa Canziani

Marco Legal das Startups deve atrair mais investidores, avaliam defensores do projeto de lei

Investimento

Antes de mais nada, os deputados se preocuparam em definir o que são startups. Segundo o texto, são as empresas, nascentes ou em operação recente, cuja atuação se caracteriza pela inovação aplicada a modelos de negócios ou a produtos ou serviços ofertados. De acordo com a Lei Complementar, para se enquadrar como startup, a empresa deve ter receita bruta de até R$ 16 milhões por ano, além de estar inscrita no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) há menos de dez anos. 
 
Outro requisito é que a startup declare em seu ato constitutivo a utilização de modelos de negócios inovadores para a geração de produtos ou serviços ou se enquadre no regime especial Inova Simples. 
 
De acordo com o marco, as startups vão poder receber dinheiro de investidores sem que esses tenham que participar da gestão ou de qualquer decisão no negócio. Tanto pessoas físicas quanto jurídicas são potenciais investidores, segundo o texto. Com o objetivo de dar mais segurança e incentivar os aportes nas startups, o texto afirma que os investidores não vão ter que responder por qualquer dívida da empresa, mantendo o seu patrimônio protegido.
 
Amanda Caroline, advogada especialista em Direito Empresarial, na empresa Rodrigo Nunes Advocacia, destaca que o projeto de lei acerta ao conferir proteção ao patrimônio dos investidores. “Um dos aspectos principais é que no caso de desconsideração da personalidade jurídica, que é uma forma de perquirir bens, o patrimônio da empresa não será afetado. Isso confere maior segurança jurídica e atrai mais investidores”, avalia.
 
Já Cristina Castro Lucas, professora do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade de Brasília (UnB), e que atua com empreendedorismo, inovação, marcas e patentes, elogia a medida, mas indica que a legislação pode ser aperfeiçoada, deixando claro quem se responsabilizaria pelas dívidas de uma startup que, eventualmente, possa quebrar. “Se o dono da startup, que criou aquela empresa, não tiver dinheiro nenhum – se for um estudante, por exemplo – e tiver uma dívida, falir, o que é comum, eu não sei como isso vai ser pensado do lado do governo, bancos, de onde vai vir o dinheiro. Eu acho a medida sensacional. Só quero entender quem vai se responsabilizar financeiramente para conseguir recursos, por exemplo, junto a um banco”, analisa.

Arte: Brasil 61
 
Poder público

O Projeto de Lei Complementar também regula a contratação de startups pela administração pública por meio de regras específicas de licitação. Assim, o poder público vai poder ofertar determinadas licitações apenas para startups. A condição para isso é que estejam sendo procuradas soluções inovadoras. A depender do edital, mais de uma empresa vai poder ser contratada. O custo máximo que a administração vai poder pagar é de R$ 1,6 milhão por contrato.

Além disso, o poder público poderá contratar pessoas físicas ou jurídicas para o teste de soluções inovadoras, mesmo que haja chance de o empreendimento não dar certo, o chamado risco tecnológico.

 

Outros pontos

Especialistas avaliam que a criação do Sandbox Regulatório é um dos pontos mais importantes da medida aprovada na Câmara dos Deputados. Trata-se de um sistema que dá mais liberdade às empresas de inovação. Na prática, agências de regulação, como a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), vão poder suspender, temporariamente, determinadas normas exigidas das empresas que atuam no setor. Em tese, isso facilitaria o trabalho experimental das startups. 
 
Os critérios de duração e alcance da suspensão das normas, bem como as regras flexibilizadas serão de responsabilidade dos órgãos públicos e das agências reguladoras. 
 
Ainda segundo o texto-base, os funcionários da startup poderão usar a chamada opção de compra de ações. Assim, uma pessoa pode trabalhar recebendo um salário efetivo menor e, no futuro, receber um complemento em ações. Aqueles que decidirem pela modalidade vão ser tributados pelo INSS e Imposto de Renda somente no momento da conversão de compra das ações. A tributação não se aplica sobre os dividendos distribuídos pela valorização das ações.

Startups no Brasil

O Brasil tem 13.378 startups, segundo a Associação Brasileira de Startups (Abstartups). Há dez anos, eram apenas 600, o que significa um crescimento superior a 2.000% em uma década. O conceito do que é uma startup, que foi inclusive, definido no marco legal, não é um consenso. A depender da fonte, pode variar. 
 
No entanto, há consenso de que esse tipo de empresa está revolucionando o mercado brasileiro. É o que ressalta André Lago, Head de Empreendedorismo do Centro Universitário IESB.
 
“As startups estão sempre quebrando o status quo, mudando o mercado. O que é uma regra hoje, uma startup vai mudar, o que vai fazer com que o mercado avance e crie novas oportunidades de modelos de negócios. São empresas revolucionárias”, destaca.

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