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Baixar áudioO Círio de Nazaré conecta Belém por meio da fé, da tradição, dos encontros e também da movimentação da cidade. A poucos dias da realização do evento católico paraense, o Banco da Amazônia reforça as tradições da instituição com uma série de ações em preparação à manifestação religiosa. Entre elas, estão o 19º Jantar de Adesão do Círio, realizado nesta quarta-feira (7), e a Gincana Social promovida entre os colaboradores da instituição.
Celebrado no segundo domingo de outubro, em 2026 a procissão principal do Círio de Nazaré acontece no dia 11. No período de preparação, o Banco da Amazônia participou das celebrações com ações que reuniram confraternização e solidariedade.
Realizado no Salão B do Hangar Centro de Convenções, em Belém (PA), a 19ª edição do Jantar de Adesão do Círio de Nazaré reuniu convidados, clientes e parceiros do banco. A arrecadação do evento será destinada às obras sociais da Arquidiocese de Belém. O jantar é feito tradicionalmente durante o período do Círio.
Ao longo da programação do jantar, o presidente do Banco da Amazônia, Luiz Lessa, fez a entrega simbólica de um pix ao arcebispo de Belém, Dom Júlio Endi Akamine.
Lessa destacou que a iniciativa, realizada há 19 anos, demonstra que é uma ação permanente de solidariedade.
“Há 19 anos, o Jantar do Círio mobiliza nossos parceiros em torno de uma contribuição concreta às obras sociais da Arquidiocese de Belém. A cada edição, renovamos uma parceria construída com base na confiança e transformamos a participação dos convidados em apoio às ações que atendem à população paraense”, afirma.
O evento contou ainda com apresentações musicais de Samarone Lacerda e Júlia Passos.
Há cerca de 15 anos outra ação solidária promovida pelo Banco da Amazônia na preparação para o Círio é a Gincana Social do Círio. A mobilização é realizada entre os funcionários do Banco da Amazônia para arrecadar doações de alimentos e itens de limpeza destinados à Casa de Plácido, que acolhe os romeiros que chegam à capital para participar das celebrações do Círio. A casa integra a Pastoral da Acolhida da Paróquia de Nazaré.
Em 2026, a mobilização arrecadou quase 11 mil quilos de alimentos, mais de 2,3 mil itens de higiene e limpeza e outros 124 itens, correspondentes a doações individualizadas.
A Gincana Social se consolidou como uma das principais ações de solidariedade dos colaboradores do Banco da Amazônia.
Para a coordenadora de Gestão de Pessoas do Banco da Amazônia, Thaís Gomes, a mobilização contribui para fortalecer a cultura de solidariedade, integração e responsabilidade social entre os funcionários.
“Mais uma vez tivemos uma participação expressiva dos nossos colaboradores. Cada doação é um gesto que transforma vidas, fortalece nossa cultura de solidariedade e reafirma o propósito humano do Banco da Amazônia”, destacou Thaís Gomes.
As ações do Banco da Amazônia também acompanham a programação religiosa do Círio. Nesta quinta-feira (8), a sede da instituição recebe a Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Nazaré. No local, será celebrada uma missa por Dom Júlio Endi Akamine, às 8h.
Durante a Trasladação, no sábado (10), e a grande procissão do Círio, no domingo (11), o Banco da Amazônia também prepara homenagens à Nossa Senhora de Nazaré. Na passagem da Berlinda, haverá apresentações de Vozes da Amazônia, Grupo AMA e Ministério Seráfico, com repertório dedicado à Maria.
Também integra as homenagens preparadas pelo Banco da Amazônia para a Trasladação e para o Círio a tradicional chuva de pétalas de rosas sobre a Berlinda que conduz a imagem de Nossa Senhora de Nazaré. Neste ano, serão utilizados 450 quilos de pétalas.
A programação acompanha movimenta a capital paraense além do aspecto religioso, já que o Círio movimenta a cidade, recebe pessoas, impulsiona atividades comerciais e cria oportunidades para quem vive e trabalha em Belém.
Fora de Belém? Acompanhe o Círio de Nazaré 2026 de casa
As homenagens realizadas pelo Banco da Amazônia durante o Círio serão transmitidas ao vivo pelo canal da instituição no YouTube, em: @bancoamazonia.
Segundo o banco, a transmissão será realizada com câmeras exclusivas com o objetivo de levar as emoções da Trasladação e da grande procissão do Círio para todo o país.
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Baixar áudioDo financiamento de R$ 274 mil para a compra de um veículo comercial a contratos de cerca de R$ 20 mil para microempreendedores e operações voltadas à agricultura familiar, o crédito atendeu diferentes perfis de negócios durante duas exposições agropecuárias no Norte e Nordeste. Os atendimentos foram realizados pelo Banco da Amazônia na 66ª Exposição Agropecuária do Maranhão (Expoema), em São Luís (MA), e na 38ª Exposição Agropecuária de Marabá (Expoama), em Marabá (PA).
Nas duas feiras, produtores rurais, agricultores familiares, trabalhadores autônomos, microempreendedores e empresas buscaram informações sobre financiamento e formalizaram operações de crédito. Na Expoema, o atendimento esteve concentrado em linhas para o agronegócio, o varejo e o microcrédito produtivo orientado.
Em São Luís, um dos momentos de atendimento foi o “Dia D”, realizado em 10 de setembro. Clientes que já haviam passado pela análise de crédito foram à feira para formalizar os contratos.
“A gente tira dúvidas das pessoas interessadas em soluções financeiras, bem como daquelas interessadas em adquirir algum produto do banco”, destacou o superintendente de Rede, Varejo e Microcrédito do Banco da Amazônia, André Vargas.
Segundo o gerente-geral do Banco da Amazônia em São Luís, Jorgeanor Reis, a procura esteve concentrada principalmente em financiamento e informações sobre as modalidades disponíveis. Na avaliação dele, trata-se de uma ação que promove mais conexão entre a instituição e o produtor.
"A participação em eventos como esse, como a Expoema, permite ao Banco estar mais perto da realidade do setor, conhecer as necessidades e também conhecer as demandas que o setor possui. A gente acaba ficando mais perto da realidade", pontuou.
Entre as opções destinadas aos produtores, o financiamento pode ser usado no custeio da produção, na compra de máquinas e equipamentos, na melhoria da estrutura da propriedade ou na ampliação da atividade.
Para Jorgeanor Reis, o custo da operação também precisa ser compatível com a capacidade de geração de renda do produtor.
“Quando o produtor toma um crédito muito caro, muitas vezes acaba comprometendo a própria rentabilidade da atividade. Por isso, é importante que ele tenha acesso a linhas que estejam adequadas à realidade da produção e ao investimento que pretende fazer. O crédito precisa ajudar o produtor a crescer e não se transformar em um peso para a atividade”, orientou.
Parte dos recursos tem como fonte o Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO). Para o Plano Safra 2026/2027, o Banco da Amazônia prevê R$ 13 bilhões em crédito rural. São R$ 6,2 bilhões para custeio e comercialização e R$ 6,8 bilhões para investimentos.
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Do total, R$ 3 bilhões estão previstos para a agricultura familiar, por meio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf); R$ 5,1 bilhões para pequenos e médios produtores; e R$ 4,9 bilhões para a agricultura empresarial. A feira foi realizada entre os dias 6 e 13 de setembro, em São Luís.
Segundo o gerente, os financiamentos destinados à agricultura familiar cresceram mais de 50% no Maranhão em 2026, na comparação com o ano anterior. Na área atendida pela agência de São Luís, mais de 2 mil famílias tiveram acesso a essas operações neste ano.
O crédito também alcança trabalhadores autônomos e pequenos empreendedores. No microcrédito produtivo orientado, o atendimento considera a realidade da atividade e pode incluir pessoas que ainda não têm uma empresa formalizada.
“Uma pessoa que vende churrasco, trabalha com artesanato ou possui uma pequena venda, por exemplo, mesmo sem ter uma empresa formalizada, pode ter acesso ao crédito do Banco da Amazônia”, afirmou Reis.
Um exemplo é o de Josielson Teixeira Silva, proprietário de um depósito de água. Ele chegou ao banco por indicação de um amigo e realizou a primeira operação por meio de um grupo solidário formado por cinco pessoas de atividades diferentes. Há três anos, mantém operações de crédito com a instituição.
Segundo Josielson, novos financiamentos foram contratados à medida que as operações anteriores eram quitadas. “Sempre que precisamos, renovamos o crédito, mantendo nosso compromisso em dia. Isso nos permite não apenas manter, mas ampliar nossa capacidade de investimento”, disse.
Em Marabá (PA), a 38ª Exposição Agropecuária também reuniu diferentes perfis de clientes, entre produtores rurais, microempreendedores e empresas.
Na quarta noite de evento, foram formalizados 28 contratos. Houve operações com valores médios na faixa de R$ 20 mil para pessoas jurídicas e microempreendedores individuais, além de financiamentos de maior porte. Entre eles, um crédito de R$ 274 mil para a aquisição de um veículo comercial destinado à estruturação operacional de uma empresa local.
O empresário Cleomir Petri, morador de Itupiranga, procurou o estande para formalizar uma operação de capital de giro para seus empreendimentos.
Também foi atendido Francisco Freitas, proprietário da Agro Carajás, empresa de assistência técnica e elaboração de projetos agropecuários. Segundo ele, a relação com o Banco da Amazônia começou há cerca de 15 anos e acompanhou a expansão da empresa, que atualmente possui sete unidades.
Para a gerente-geral do Banco da Amazônia, Josélia Cardoso, as operações atendem diferentes perfis de público.
“Temos linhas de crédito destinadas a micro e pequenas empresas, pequenos produtores rurais, agricultores familiares e outros segmentos. Durante o evento, nossa equipe esteve disponível para prestar orientações sobre as modalidades de financiamento”, destacou.
A Expoama foi realizada de 15 a 20 de setembro, no Parque de Exposições José Francisco Diamantino, em Marabá.
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Baixar áudioUma viagem de 11 mil quilômetros pela Amazônia, realizada em 1983, é o foco da exposição “Burle Marx – Expedição Amazônia”, aberta à visitação no Centro Cultural Banco da Amazônia, em Belém (PA). A mostra reúne registros da expedição liderada pelo artista, arquiteto e paisagista Roberto Burle Marx, além de documentos, fotografias, vídeos e anotações que revelam a trajetória do paisagista e o trabalho dedicado à preservação da Amazônia. A mostra vai até 24 de janeiro de 2027.
A exposição propõe uma experiência imersiva sobre os 52 dias de viagem, que contou com 11 participantes e passou por estados como Minas Gerais, Goiás, Tocantins, Mato Grosso, Rondônia, Amazonas, Roraima, Pará e Maranhão. O material permite ao visitante conhecer diferentes aspectos da expedição, desde a pesquisa botânica até os registros feitos pela equipe durante o percurso.
A gerente do Centro Cultural Banco da Amazônia, Ana Amélia Fadul, destaca que a exposição apresenta a dimensão científica e ambiental da viagem.
“Nela podemos ver a equipe capitaneada por Burle Marx com técnicos, desenhistas, artistas que fizeram o mapeamento de mais de 400 espécies, fizeram a denúncia do desmatamento, do corte de madeira, da devastação da Amazônia, ou seja, traz uma visão dessa expedição que aconteceu em 1983 e que ainda hoje é atual e é relevante, pois é um tema muito cogente, a gente poder falar de preservação”, diz.
Ela também salienta que a mostra está ligada aos valores do Centro Cultural, voltados à preservação ambiental e sustentabilidade. “Isso coaduna com a função do Banco da Amazônia, que é o mantenedor dessa galeria e do nosso Centro Cultural, que sempre foi uma instituição voltada para assuntos de sustentabilidade e preservação do meio ambiente”, completa.
O curador da exposição, Luiz Prado, explica que a ideia surgiu a partir dos registros produzidos durante a viagem. Além de mostrar os registros históricos da expedição, Prado compartilha que a mostra também apresenta o olhar de Burle Marx sobre a degradação ambiental que ele presenciou durante a viagem. Para Luiz Prado, os registros revelam uma atuação do paisagista que ia além da produção artística.
“A gente entendeu que isso daria uma grande mostra apresentando o olhar múltiplo diverso sobre a Amazônia, a partir da perspectiva de quem estava presente nessa expedição e também mostrar um pouco desse Roberto Burle Marx que, quando se deparou com a destruição da Amazônia já em 83, começou a denunciar, e ele como um grande ativista também, além de artista e paisagista, pensou, a gente trouxe isso também, essa narrativa para dentro da exposição”, afirma.
Entre os materiais apresentados estão mais de 200 fotografias em diferentes formatos, projeções de slides, uma instalação com dezenas de monóculos, vídeos com depoimentos de participantes da expedição, registros botânicos e objetos originais do Sítio Roberto Burle Marx – localizado em Barra de Guaratiba (RJ).
O local é um santuário botânico e cultural reconhecido como Patrimônio Mundial pela UNESCO e gerido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). O espaço foi doado pelo paisagista para ser utilizado como fonte de pesquisa.
Roberto Burle Marx nasceu em São Paulo (SP), em agosto de 1909. Ele foi pintor, desenhista, tapeceiro, pesquisador e um dos maiores paisagistas do século XX.
A mostra também tem sido utilizada como espaço de aprendizagem para estudantes. Um grupo de 34 alunos do 6° ano do ensino fundamental visitou a exposição na quarta-feira (23), acompanhado de professores e conduzido pelo historiador e doutor em História Social Rafael Zamorano, chefe da Divisão Técnica do Sítio Roberto Burle Marx.
A visita chamou a atenção dos estudantes para os registros botânicos apresentados na exposição. Ewerton Morais, de 11 anos, destacou a chamada Planta da Lua, também conhecida como Flor da Lua.
“Eu queria ver a Planta da Lua e achei muito legal o sistema dela para florescer, porque é igual ao Lobisomem: floresce só na lua cheia. Gostei muito de ver as plantas”, disse.
Para Rafael Zamorano, o caráter multimídia da exposição contribui para aproximar o público mais jovem do legado de Burle Marx.
“A exposição, por ser multimídia, consegue manter as crianças atentas e isso é muito bom para conseguirmos mostrar a esse público tão jovem o legado do Roberto (Burle Marx). Os jardins, para ele, tinham uma função pedagógica, que também está presente aqui”, destacou.
A mostra contou com uma programação especial de abertura e entre os dias 23 e 24 de setembro o Centro promoveu visitas guiadas especiais conduzidas por Rafael Zamorano Bezerra, historiador, doutor em História Social e chefe da Divisão Técnica do Sítio Roberto Burle Marx (SRBM-Iphan).
E na sexta-feira (25), Zamorano ministrou uma palestra gratuita intitulada "Roberto Burle Marx - O Sítio e suas coleções" no auditório do espaço.
Exposição: Burle Marx – Expedição Amazônia
Período de visitação: De 23 de setembro de 2026 a 24 de janeiro de 2027
Local: Centro Cultural Banco da Amazônia - Av. Presidente Vargas, 800, Bairro da Campina, Belém (PA)
Funcionamento: De terça a sexta-feira, das 10h às 16h. Finais de semana e feriados, das 10h às 14h.
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Baixar áudioÀ medida que o Círio de Nazaré se aproxima, os preparativos para a festividade também ganham espaço entre os devotos. A decoração do cartaz de Nossa Senhora de Nazaré é uma das formas encontradas por fiéis para expressar a relação com a celebração, usando flores, fitas, tecidos, cores e outros elementos.
Foi o que fez a engenheira civil Ingrid Almeida, que participou de uma oficina de decoração de cartazes acompanhada da filha. Para ela, a atividade foi uma oportunidade de demonstrar, por meio da criação das peças, a devoção por Nossa Senhora de Nazaré.
“Foi uma experiência maravilhosa poder demostrar amor à Maria através desses cartazes. Eu e minha filha amamos. Achei a ideia maravilhosa. Não precisamos trazer cartazes e nem materiais. Estavam todos aqui. São materiais bonitos, de qualidade. Foi uma experiência maravilhosa”, afirmou Ingrid Almeida, engenheira civil.
A atividade foi realizada no dia 24 de setembro, no Centro Cultural Banco da Amazônia, em Belém. A oficina apresentou técnicas de composição, montagem e acabamento e permitiu que os participantes criassem suas próprias versões dos cartazes, a partir de materiais disponibilizados no local.
Ministrada pela arte-educadora Fernanda Parente, a oficina utilizou materiais como fitas, flores artificiais, cordões, tecidos, papéis, elementos naturais e materiais reutilizáveis. Os cartazes do Círio do Banco da Amazônia serviram de base para as criações.
“A proposta foi mostrar que não existe uma única forma de decorar o cartaz do Círio. Cada participante pôde observar a imagem, escolher os materiais e criar uma composição própria, combinando fitas, flores, tecidos e outros elementos. O mais bonito foi acompanhar como cada pessoa trouxe sua memória, sua fé e seu jeito de vivenciar o Círio para a peça”, explicou Fernanda.
A estudante Samilly Santos também participou da oficina. Devota de Nossa Senhora de Nazaré e ligada ao Círio desde a infância, ela levou a mãe, uma amiga e a namorada para compartilhar a experiência.
“Eu sempre tive uma relação muito especial com o Círio. É uma tradição que faz parte da minha vida e da minha família. Então, poder participar de uma oficina como essa pela primeira vez e ainda ter a oportunidade de decorar o meu próprio cartaz foi muito especial para mim. Eu quis fazer do meu jeito, colocando um pouco da minha personalidade e do carinho que tenho pelo Círio em cada detalhe. Poder viver esse momento ao lado das pessoas que amam tornou tudo ainda mais bonito e significativo”, conta Samilly.
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Para a gerente do Centro Cultural Banco da Amazônia, Ana Amélia Fadul, atividades como a oficina ajudam a aproximar o público das manifestações culturais associadas ao Círio.
“O Círio de Nazaré faz parte da nossa identidade e está presente em diferentes expressões da cultura paraense. Com esta oficina, queremos proporcionar ao público um momento de criação, valorizando os símbolos e as tradições que fazem parte dessa celebração”, pontuou.
Realizada pelo Centro Cultural Banco da Amazônia, a oficina foi gratuita e ocorreu das 18h30 às 20h30 da última quinta-feira (24), na unidade localizada na avenida Presidente Vargas, no bairro da Campina, em Belém.
O Círio de Nossa Senhora de Nazaré é uma das principais manifestações religiosas de Belém, no Pará. Realizado há mais de dois séculos, o evento é reconhecido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) como Patrimônio Cultural Imaterial e, pela Unesco, como Patrimônio Cultural da Humanidade.
A tradição começou em 1700, quando o caboclo Plácido encontrou uma imagem de Nossa Senhora de Nazaré às margens de um riacho, próximo ao local onde hoje está a Basílica Santuário de Nossa Senhora de Nazaré.
A devoção cresceu ao longo dos anos e, em 1793, foi realizada a primeira procissão em homenagem à santa, dando início à tradição anual do Círio.
A programação ocorre em outubro e inclui o Círio e outras doze procissões, entre elas a Trasladação, as romarias Rodoviária e Fluvial, o Círio das Crianças e o Recírio. Ao longo da quinzena de festividades, milhões de pessoas participam das celebrações e de atividades como missas, vigílias de oração, o Arraial de Nazaré e o Círio Musical.
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Em Abaetetuba, no nordeste do Pará, o artesão José Roberto do Carmo Ferreira, conhecido como Beto, transformou uma tradição familiar em atividade profissional. Há mais de quatro décadas, ele trabalha com o miriti, palmeira típica da Amazônia utilizada na produção de brinquedos, peças decorativas e outras obras que retratam a cultura da região.
Beto conta que começou a aprender o ofício ainda na infância, acompanhando o pai. Ao longo dos anos, a produção deixou de estar concentrada apenas nos tradicionais brinquedos vendidos durante o Círio de Nazaré e passou a incluir diferentes tipos de peças, comercializadas inclusive para outros estados e para o exterior.
Para ampliar os mercados e profissionalizar a atividade, o artesão formalizou o negócio como Microempreendedor Individual, o MEI. A busca por recursos para manter a produção também já o levou ao Banco da Amazônia, onde teve atendimento e acesso a crédito para o negócio.
Segundo Beto, o recurso foi importante para ajudar a manter a atividade, especialmente diante dos custos com matéria-prima, tintas e outros materiais, além da mão de obra.
“Assim que eu organizar a minha vida pretendo buscar o crédito novamente, porque isso foi de suma importância para mim, para a minha empresa. E a gente precisa do capital de giro para trabalhar com tranquilidade, para ver o melhor momento de vender”, afirma.
O capital de giro é utilizado para manter o funcionamento do negócio no dia a dia. Para pequenos empreendedores, os recursos podem ajudar na compra de insumos, matérias-primas e mercadorias, além de dar mais previsibilidade à produção.
A experiência com o crédito também faz parte da trajetória de Rennan Couto, de 34 anos. Proprietário de uma barbearia voltada ao atendimento infantil em Belém, ele identificou a falta de espaços preparados para receber crianças atípicas e decidiu transformar o próprio negócio em um ambiente mais acolhedor para esse público.
O empreendimento, Rennan Barber Kids, foi ampliado depois que o empresário conheceu o programa BASA Acredita. Com o recurso, ele deixou um espaço menor e investiu em uma estrutura mais adequada, incluindo brinquedos educativos e melhorias para o atendimento das crianças e das famílias.
“Com a iniciativa do BASA Acredita, esse estímulo ao empreendedor, eu pude ampliar, sair do local onde eu estava para um local melhor, pude dar condições melhores dentro do espaço para o nosso cliente”, enfatiza.
Assim como no caso de Beto, o crédito passou a fazer parte da estratégia para manter e desenvolver a atividade. Para Rennan, a mudança permitiu ampliar não apenas o negócio, mas também as condições oferecidas às famílias que procuram o espaço.
É nesse contexto que aparecem as linhas de microcrédito oferecidas pelo Banco da Amazônia. Entre as opções está o BASA Acredita MEI, voltado a microempreendedores individuais que precisam de recursos para investir, manter ou ampliar suas atividades.
A linha pode atender empreendedores de setores como comércio, serviços e produção, incluindo atividades como mercearias, salões de beleza, oficinas, padarias, confecções e artesanato.
O gerente executivo de micro e pequenos negócios do Banco da Amazônia, Daniel Moura, destacou o papel do programa para fomentar a diversidade da economia regional.
“O lançamento consolidado do BASA Acredita marca uma nova era no atendimento ao microempreendedor na nossa região. Ao completar 80 anos, o Banco da Amazônia não apenas celebra o passado, mas projeta o futuro, ao colocar o crédito produtivo na mão de quem realmente faz a diferença, da artista regional à agricultora familiar”, disse Moura.
Para ter acesso ao BASA Acredita MEI, o empreendedor precisa cumprir requisitos estabelecidos pelo programa, como estar enquadrado como MEI, ser optante pelo Simples Nacional, possuir apenas um estabelecimento e não participar de outra empresa como titular, sócio ou administrador.
O programa BASA Acredita também reúne outras modalidades de microcrédito destinadas a diferentes perfis de empreendedores da Amazônia Legal.
Em Abaetetuba, o trabalho de Beto mantém vivo um conhecimento transmitido entre gerações e leva a cultura do miriti para diferentes mercados. Em outro contexto, Rennan encontrou no empreendedorismo uma maneira de oferecer um atendimento mais adequado a crianças atípicas e às suas famílias.
As duas histórias mostram diferentes caminhos encontrados por pequenos empreendedores para desenvolver seus negócios. Isso vale tanto para compra de materiais e organização da produção, quanto ampliação da estrutura e melhoria dos serviços oferecidos aos clientes.
Para Beto, o acesso a recursos para capital de giro significa poder organizar a produção com mais tranquilidade e planejar o momento adequado para comercializar as peças. Para Rennan, o crédito ajudou a transformar um espaço menor em uma estrutura mais preparada para receber as famílias.
O acesso ao crédito pode ajudar pequenos empreendedores a manter suas atividades e investir nos negócios. Os recursos também podem contribuir para a expansão e para o atendimento às necessidades das comunidades onde atuam.
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Baixar áudioNo primeiro dia do Febraban Tech 2026 – evento de tecnologia e inovação do setor financeiro – que aconteceu em São Paulo, o Banco da Amazônia integrou diversos painéis que debateram tecnologia e inovação no setor financeiro. Durante a programação do dia 24 de agosto, o Banco apresentou o Programa Agência 201, uma iniciativa voltada à transformação digital da instituição financeira. A novidade alia a modernização tecnológica ao objetivo de ampliar o acesso ao crédito e aos serviços na Região Amazônica.
O presidente do Banco da Amazônia, Luiz Lessa, destacou a importância da participação no evento para mostrar o que vem sendo realizado pela instituição financeira em relação à transformação digital e às novidades sobre o Programa Agência 201.
“Neste mês, estamos terminando a implementação do Banco Digital do novo Core. Essas duas ferramentas vão abrir um leque de negócios e de possibilidades para o banco, para que a gente possa, definitivamente, voltar a ser um banco de expressão nacional, forte, voltado para o cliente com o suporte digital de primeira linha, com uma forma de construir produtos muito mais ágeis, com a usabilidade para o cliente muito mais assertiva e disruptiva, atendendo aquilo que tem de mais moderno hoje no mundo. Então, esse é o novo Banco da Amazônia, que se apresentou na Febraban Tech 2026”, disse Lessa.
Na quarta-feira (26), Luiz Lessa participou do painel “Transição Verde e Inclusão Social: cidadania, crédito e educação como pilares da economia sustentável”, no Auditório Febraban – Verde. O debate abordou os desafios para garantir que a transição climática seja também socialmente inclusiva.
Ao longo do evento, o Banco da Amazônia participou da programação com workshops e debates sobre tecnologia aplicada ao setor financeiro. Apenas na segunda-feira, dia 24 de agosto, o Banco participou de sete painéis, com a apresentação de 15 especialistas da instituição, em temas como meios de pagamento e crédito inteligente.
O Febraban Tech 2026 promoveu o encontro de inovações em relação às mudanças no banking digital, com abordagem de temas como revolução da IA no crédito, novos métodos de pagamento e modernização do core bancário.
O superintendente executivo de estratégia de clientes e negócios do Banco da Amazônia, Nélio Gusmão, foi um dos participantes do painel “Do potencial ao portfólio: como a estratégia regional vira produto bancário e meios de pagamento”.
Gusmão afirmou que o Banco da Amazônia tem implementado a transformação digital para oferecer serviços adequados à realidade amazônica.
“Estamos aqui na Febraban Tech 2026 apresentando para o Brasil uma transformação digital que o Banco da Amazônia vem passando e vem implementando para poder transformar a realidade do cliente em jornadas muito mais fluidas, uma experiência digital muito mais convidativa e resolvendo problemas que são os desafios regionais que a gente tem nessa Amazônia Continental”, destacou Gusmão.
Ele frisou, ainda, a importância das parcerias para impulsionar a modernização na oferta de serviços na Amazônia Legal. “Com certeza quem ganha mais é o cliente, que vai ter um novo banco para poder chamar seu e uma experiência muito mais digital e inclusiva, com presença financeira e principalidade do cliente da Amazônia”, pontuou.
Já o diretor de crédito do Banco da Amazônia, Roberto Batista, participou do painel “Crédito inteligente e desenvolvimento: uma decisão de crédito simulada em tempo real”.
Batista destacou o potencial da Inteligência Artificial (IA) e de ferramentas digitais mais sofisticadas para aprimorar a análise de crédito e ampliar o acesso ao financiamento na Amazônia Legal. Segundo ele, o desafio é combinar tecnologia e responsabilidade na tomada de decisões.
“O nosso grande desafio é conseguir concretizar o sonho de ter uma máquina que seja tão eficiente quanto a inteligência humana na tomada de decisão para o crédito. O objetivo final é conseguir conceder o crédito de maneira responsável, adequada, que seja no volume que o cliente tenha condição de pagar no momento em que ele mais precisa”, enfatizou Batista.
Realizado entre os dias 24 e 26 de agosto, no Distrito Anhembi, em São Paulo, o Febraban Tech 2026 é considerado o maior evento de tecnologia e inovação do setor financeiro.
O evento é organizado pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e reúne líderes, executivos e especialistas de áreas como tecnologia, sustentabilidade, telecomunicações e varejo para discutir as principais transformações da economia digital e o futuro dos serviços financeiros no país.
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Baixar áudioOs modelos de financiamento para para pequenos negócios da bioeconomia, a transição energética e a adaptação às mudanças climáticas estiveram entre os principais temas debatidos durante a Climate Week São Paulo 2026. A programação, que terminou na sexta-feira (7), reuniu representantes dos setores público e privado para debater os efeitos da agenda climática sobre a competitividade, a captação de recursos e o desenvolvimento econômico no Brasil.
Em uma programação extensa que começou em 3 de agosto, a Climate Week São Paulo 2026 reuniu lideranças empresariais, investidores, especialistas e autoridades públicas. As discussões tiveram como foco os impactos das mudanças climáticas sobre a economia e os desafios para ampliar investimentos em iniciativas de desenvolvimento sustentável.
Em um dos painéis do evento Brasil 2030: Economia, Clima e Competitividade, realizado pelo Times Brasil | CNBC, o Banco da Amazônia abordou a relação entre financiamento climático e atividade produtiva na Região Norte. Na ocasião, foram discutidos os efeitos das mudanças climáticas sobre a economia brasileira e as estratégias de adaptação dos setores produtivos.
A gerente executiva de Sustentabilidade do Banco da Amazônia, Samara Farias, participou do painel “Agricultura, segurança alimentar e clima”. Durante o encontro, Samara destacou os impactos das mudanças climáticas sobre a agricultura e as iniciativas de financiamento voltadas à adaptação da atividade produtiva e à redução de emissões.
“Estamos diante de uma nova realidade no campo, principalmente quando falamos de linhas de sustentabilidade e de baixo carbono. Ainda assim, há um volume significativo de investimentos na agricultura tradicional, porque não é possível dissociar a relevância dessas duas frentes para a sustentabilidade da indústria, que precisa de recursos para produzir com qualidade e segurança”, avaliou a gerente executiva.
Além da participação no fórum promovido pelo Times Brasil | CNBC, representantes do Banco da Amazônia acompanharam reuniões da World Climate Foundation voltadas à discussão de novos mecanismos de financiamento para pequenos negócios da bioeconomia e iniciativas de inclusão produtiva no país.
Segundo Samara Farias, as discussões contribuem para avaliar mecanismos de financiamento relacionados a temas que envolvem a transição climática, como bioeconomia, crédito de carbono, transição energética e adaptação climática na região.
A programação também abordou temas como competitividade, clima e desenvolvimento econômico, que contaram com a participação do presidente do Banco da Amazônia, Luiz Lessa, ao lado de autoridades e representantes dos setores público e privado.
Já a gerente executiva de Marketing e Comunicação do Banco da Amazônia, Ruth Helena Lima, representou a instituição nas atividades promovidas pela Climate Week São Paulo 2026 com foco em soluções sustentáveis e temas relacionados ao futuro da Região Amazônica.
A semana do clima em São Paulo teve início no dia 3 de agosto e terminou na sexta-feira (7). O encontro reuniu líderes, cientistas, empresas e sociedade civil para abordar temas relacionados à bioeconomia, transição energética, financiamento sustentável e adaptação às mudanças climáticas na Amazônia.
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Baixar áudioO Banco da Amazônia lançou a Universidade Corporativa, uma plataforma desenvolvida em parceria com a UOL EdTech voltada à qualificação profissional de empregados, parceiros e sociedade. O ambiente digital reúne mais de 700 cursos e a iniciativa busca fortalecer a cultura de aprendizagem contínua, estimular a inovação e contribuir para o desenvolvimento de pessoas e da Região Amazônica.
A Universidade Corporativa foi estruturada para fortalecer competências, incentivar a inovação e preparar os colaboradores para gerar mais impacto nas atividades da instituição.
A plataforma está dividida em dois ambientes – um específico para empregados do Banco da Amazônia e outro para o público externo, com objetivo de ampliar o alcance das iniciativas de qualificação.
O diretor corporativo do Banco da Amazônia, Diego Lima, afirma que a proposta é democratizar o acesso ao conhecimento e ampliar as oportunidades de qualificação na região.
“O objetivo principal da Universidade é tanto formar os nossos empregados, os nossos parceiros, como alcançar também a sociedade com uma jornada que ultrapassa mais de 700 cursos disponíveis. É uma plataforma moderna, você consegue acessar tanto pelo computador como também baixando o aplicativo através de seu celular e busca, obviamente, alcançar toda a sociedade”, ressalta Diego Lima.
A Universidade Corporativa do Banco da Amazônia reúne cursos, trilhas de aprendizagem, conteúdos digitais e programas de desenvolvimento alinhados às necessidades da instituição e ao crescimento profissional dos colaboradores. A proposta é integrar educação corporativa, desenvolvimento de pessoas e inovação.
A ideia é que a experiência promova desenvolvimento contínuo, com conteúdos atualizados e possibilidade de emissão de certificados nos cursos que preveem certificação. O certificado é emitido após o cumprimento dos critérios estabelecidos.
Os colaboradores podem acessar os cursos por meio da Área do Empregado, com as credenciais corporativas.
Segundo o Banco da Amazônia, a Universidade Corporativa promove, ainda, uma formação alinhada à estratégia da instituição financeira. Com foco nos colaboradores do Banco da Amazônia, a Universidade oferece jornadas de aprendizagem para diferentes perfis profissionais e momentos de carreira – desde novos colaboradores a especialistas, gestores, lideranças e equipes operacionais.
Além da oferta de cursos, a plataforma foi concebida para apoiar o desenvolvimento de competências alinhadas aos desafios do mercado e às estratégias da instituição, promovendo temas como gestão financeira e sustentabilidade.
Para a gerente de central da Universidade Corporativa do Banco da Amazônia, Meiriane Abreu, a iniciativa fortalece o papel da educação como ferramenta de transformação social.
“Uma plataforma que oferece a gestão financeira, educação com sustentabilidade, viabilizando o crescimento mútuo entre a instituição financeira, entre o viés econômico e o social também, que é nosso grande desafio e é onde a gente tem o maior interesse de andar de mãos dadas”, afirma Meiriane.
A previsão é de que a Universidade Banco da Amazônia atualize o catálogo de cursos de forma contínua para atender às necessidades estratégicas da instituição e ao desenvolvimento dos colaboradores.
Além do ambiente educacional destinado aos colaboradores do Banco da Amazônia, a Universidade Corporativa também oferece um espaço para clientes, parceiros e sociedade. A plataforma oferece acesso a cursos, conteúdos educacionais e iniciativas de capacitação abertas ao público, com vistas a promover o aprendizado contínuo e o compartilhamento de conhecimento.
O gerente executivo de pessoas do Banco da Amazônia, Anderson Pereira Silva, afirma que a abertura da plataforma ao público representa uma ampliação das ações de educação promovidas pela instituição.
“Hoje é um marco muito importante para o Banco da Amazônia, porque hoje a gente realiza o sonho de também disponibilizar educação e desenvolvimento pessoal para toda a população”, destaca.
Para acessar os conteúdos destinados ao público externo, o interessado deve criar uma conta na plataforma da Universidade Corporativa. Após o cadastro, o pedido passa por análise antes da liberação do acesso aos cursos.
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Baixar áudioDurante as férias escolares, o Centro Cultural Banco da Amazônia (CCBA), em Belém (PA), oferece uma programação gratuita com atrações para toda a família. O espaço reúne exposições, atividades educativas, oficinas e visitas mediadas, com atrações para crianças, jovens e adultos ao longo de todo o mês de julho. Além disso, há mostras que estarão abertas ao público gratuitamente até outubro.
Segundo a coordenadora do Centro Cultural Banco da Amazônia, Claudia Aguilla, a programação de férias reforça o papel do espaço como um ambiente de lazer, cultura e aprendizado para todas as idades.
“Nesse mês de férias, quem visitar o Centro Cultural Banco da Amazônia vai ter uma programação educativa e de entretenimento muito pulsante. A partir dessas exposições e dessas atividades educativas, a gente percebe que o Centro Cultural Banco da Amazônia vem cada vez mais se consolidando como um espaço de lazer, de entretenimento, de contemplação, de aprendizado, de educação e voltado para toda a família, com ações para crianças, adolescentes, jovens e adultos”, destaca Aguilla.
Instalado no prédio histórico da sede do Banco da Amazônia, o Centro Cultural é um espaço dedicado à promoção da cultura, da educação e da inovação na região. O espaço, que promove aproximação entre cultura e educação, conta com uma programação especial ao longo do mês de julho para fomentar a arte, cultura e educação na Amazônia.
A programação reúne exposições de artistas nacionais e locais, com foco na valorização da produção amazônica e no desenvolvimento sociocultural.
Além de gratuitas, as exposições têm classificação indicativa livre, permitindo a visitação de públicos de todas as idades.
Atualmente, a instituição possui quatro exposições abertas ao público.
Entre as atrações da programação, a exposição “Floresta Encantada” convida crianças e adultos para uma experiência imersiva que une tecnologia, natureza e imaginação. Inédita na Região Norte, a mostra tem visitação gratuita e fica em cartaz até 18 de outubro.
Antes da imersão, os participantes são orientados por um instrutor para vivenciar a experiência com segurança e para aproveitar cada detalhe. A experiência em realidade virtual foi criada pelos artistas Ygor Marotta e Ceci Soloaga, também conhecidos como VJ Suave, e conduz crianças e adultos por um universo com rios, árvores, animais e personagens inspirados na fauna brasileira e em narrativas construídas em diálogo com povos indígenas.
Também está em cartaz a mostra “Trabalhadores”, do fotógrafo Sebastião Salgado, que reúne cerca de 150 fotografias produzidas entre 1986 e 1992. A exposição apresenta registros de diferentes formas de trabalho pelo mundo e convida o público a refletir sobre temas como esforço humano, transformação social e dignidade. A mostra vai até 14 de agosto.
Já a mostra “Futebol – Exposição Nacional de Humor do Banco da Amazônia”, com curadoria do cartunista J. Bosco, reúne artistas de diversas regiões do país. A exibição apresenta, por meio de cartuns, charges, caricaturas e desenhos, uma abordagem criativa e crítica sobre o futebol. A exposição também conta com ações educativas, oficinas e visitas mediadas. O público pode conhecer as obras até o dia 13 de setembro.
A programação inclui, ainda, a exposição “Povos Amazônicos não morrem, viram semente”, do artista visual Rafael Prado, que reúne pinturas que homenageiam lideranças indígenas, ativistas socioambientais, seringueiros, camponeses e outros defensores da floresta que perderam a vida na proteção da Amazônia. A exposição está aberta ao público até o dia 9 de outubro.
Além das exposições, as famílias também podem acessar uma programação gratuita que reúne oficinas, contação de histórias, exposições e atividades educativas para toda a família. Com a iniciativa, o Centro Cultural Banco da Amazônia busca oferecer experiências culturais acessíveis para visitantes de todas as idades durante o período de férias escolares.
A partir deste sábado, 25, das 10h às 13h, será realizado o Workshop de Aquarela com Pigmentos Naturais e Lanternas de Papel, conduzido pela arte-educadora Camila Honda. A oficina disponibiliza 20 vagas para participantes a partir de 14 anos.
Encerrando a programação do mês, no dia 26, das 10h às 12h, a quadrinista, ilustradora e arte-educadora Marina Pantoja ministra a Oficina de Quadrinhos. A atividade integra a programação educativa da mostra "Futebol: Exposição Nacional de Humor do Banco da Amazônia".
As inscrições para participar das oficinas são divulgadas pelo perfil do Instagram responsável pelo evento. Os interessados devem acompanhar a página oficial do centro cultural na rede social, em: @bancoamazoniacultural.
Horário de funcionamento do Centro Cultural: Terça à quinta-feira, das 10h às 16h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 14h.
Endereço: Avenida Presidente Vargas, 800 – Campina, Belém – PA. Sede do Banco da Amazônia.
Todas as atividades são gratuitas.
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Baixar áudioAgricultores familiares da Amazônia Legal já podem aderir ao Desenrola Rural, programa criado para facilitar a regularização de dívidas e a recuperação do acesso ao crédito no setor agrícola. A iniciativa, uma parceria entre o Governo Federal e o Banco da Amazônia, oferece condições especiais de renegociação, com descontos de até 80% para produtores que desejam quitar pendências financeiras e voltar a investir nas propriedades.
Segundo o Banco da Amazônia, o principal objetivo da iniciativa é permitir que produtores rurais regularizem suas situações financeiras, deixem de ser inadimplentes e retomem o acesso às linhas de crédito destinadas ao custeio e ao investimento na produção agrícola.
O presidente do Banco da Amazônia, Luiz Lessa, destacou que os agricultores familiares e pequenos produtores rurais estão entre os principais focos de atuação da instituição. “Isso é um mantra aqui para nós gente: que os pequenos portes são prioridades do banco”, afirmou Lessa.
Considerando os desafios enfrentados por quem vive da agricultura familiar – como fatores climáticos, oscilações de mercado e entraves logísticos que podem comprometer a produção – o Desenrola Rural tem como foco apoiar os produtores na renegociação de dívidas e na retomada da capacidade produtiva.
O programa oferece descontos de até 80% sobre os valores devidos, além de condições diferenciadas para liquidação ou prorrogação dos contratos. Também há possibilidade de ampliação dos prazos para pagamento, com parcelamento dos débitos em até 10 anos, conforme as regras aplicáveis a cada operação.
A ministra do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Fernanda Machiaveli, reforçou em uma rede social que o programa foi ampliado para atender mais produtores, com prazo estendido para negociação e possibilidade de regularização de contratos mais antigos.
“Agora, o Desenrola Rural é retomado em condições ainda mais facilitadas, com ainda maior abrangência. O prazo para fazer essas negociações foi estendido até o dia 20 de dezembro de 2026. Os contratos que podem ser renegociados agora começam lá em 2012. É para você estar com seu nome limpo, é para você dormir tranquilo, para você que trabalha duro saber que agora você pode estar com a sua família, com as suas contas organizadas”, disse a ministra.
O programa é destinado a agricultores enquadrados no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e tem como objetivo a retomada do crédito rural para os produtores.
O Banco da Amazônia destaca que, com as contas regularizadas, o agricultor pode recuperar o acesso às linhas de financiamento para investir em sementes, insumos, equipamentos e tecnologias que ajudam a melhorar a produção.
A medida tem como objetivo atender diferentes realidades da agricultura familiar na Amazônia Legal.
Confira quem pode aderir ao programa:
Além de possibilitar o retorno ao acesso às linhas de crédito, o Banco da Amazônia destaca que entre os benefícios do programa estão o retorno dos investimentos no campo e também a segurança financeira para iniciar o próximo ciclo produtivo sem dívidas antigas.
As condições especiais do Desenrola Rural podem ser aplicadas a contratos específicos do setor. Confira quais dívidas podem ser regularizadas:
Dívidas do PRONAF;
Para aderir ao Desenrola Rural e regularizar a situação financeira, o produtor rural pode ir até uma agência do Banco da Amazônia da região. A equipe de atendimento vai consultar o contrato, verificar se a dívida se enquadra nas regras do programa e apresentar as opções de parcelamento e desconto disponíveis de forma personalizada.
Os agricultores familiares da Amazônia Legal interessados em participar do programa também podem verificar se estão enquadrados no programa por meio de um formulário eletrônico disponibilizado pelo Banco da Amazônia.
Para solicitar a análise, o produtor deve preencher os dados pessoais e informar a melhor forma de contato. Após o envio das informações, a instituição financeira fará o retorno com as orientações sobre a renegociação da dívida.
O acesso ao formulário está disponível na página oficial do Banco da Amazônia.
As adesões e assinaturas dos acordos com as condições do programa podem ser feitas até o dia 20 de dezembro de 2026.
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