Os pequenos produtores rurais das regiões Norte e Centro-Oeste passaram a contar com uma nova modalidade de microcrédito produtivo rural, o AgroAmigo. O programa vai destinar R$ 1 bi dos fundos constitucionais para apoiar produtores rurais das duas regiões.
O lançamento da campanha "AgroAmigo – Microcrédito pertinho da gente" foi realizado pelo governo federal no início desta semana, em Brasília (DF), e contou com a participação do Banco da Amazônia, que deve operacionalizar a nova linha de crédito na Amazônia.
A nova modalidade de microcrédito produtivo rural é voltada a agricultores de baixa renda, cujas famílias tenham renda bruta anual de até R$ 50 mil e que trabalhem em atividades agrícolas como forma de subsistência.
Segundo o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), o AgroAmigo pode possibilitar a inclusão de 100 mil famílias das Regiões Norte e Centro-Oeste. A iniciativa foi inspirada no programa de mesmo nome, do Banco do Nordeste (BNB).
Conforme o Banco da Amazônia, o microcrédito rural é destinado a agricultores familiares para estimular a geração de renda e melhorar as condições de vida e trabalho no campo. Inclusive, para a instituição financeira, os produtores rurais de pequeno porte são prioridades para o banco.
Poderão usufruir do crédito agricultores, pecuaristas, pescadores artesanais, indígenas, quilombolas, extrativistas. O subsídio pode ser aplicado em diversas melhorias na propriedade, de forma estrutural, e também no sistema produtivo – como construção de reservatórios e armazéns e na implantação de sistemas de irrigação.
Os recursos também podem ser utilizados pelos produtores rurais em ações voltadas à sustentabilidade – as quais são apoiadas pelo Banco da Amazônia, como a recuperação de pastagens.
O evento contou com a participação do Gerente Executivo de Estratégias de Negócios do Banco da Amazônia (GENEG), Misael Moreno e do Coordenador de Microfinanças (COMIC), Melquesedeque Filho.
Misael Moreno destacou a importância do programa para os produtores rurais da Amazônia.
“Ao levar o AgroAmigo para a Amazônia, o Banco da Amazônia amplia e fortalece a agricultura familiar como pilar estratégico de fomento, reduz as desigualdades regionais e impulsiona a sustentabilidade na Região Norte”, pontuou Misael.
Também participaram do lançamento outros órgãos federais e autoridades, como o Ministro da Integração e Desenvolvimento Regional (MIDR), Waldez Góes; o Secretário do MIDR, Eduardo Tavares; o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA); o Superintendente da Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (SUDAM), Paulo Rocha; a Caixa Econômica Federal (CEF); o Banco do Brasil (BB), entre outros convidados.
De acordo com o governo federal, o Agroamigo abrange grupos diversos, desde assentados, ribeirinhos, comunidades extrativistas e pescadores, a indígenas e quilombolas.
Segundo o Banco da Amazônia, o Agroamigo reconhece as especificidades e vulnerabilidades de diferentes perfis dentro da agricultura familiar. Sendo assim, a linha de crédito deve disponibilizar limites diferenciados conforme o perfil do beneficiário.
Confira a destinação de recursos para cada perfil:
De acordo com a instituição financeira, uma mesma família pode somar até R$ 35 mil em crédito – desde que cada integrante esteja inscrito no Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF).
Mais de 40 mil visitantes são esperados durante os principais dias da COP30, em Belém (PA), segundo estimativas da Fundação Getúlio Vargas (FGV). A Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 será realizada em pouco menos de três meses e os proprietários de estabelecimentos comerciais da região tem se preparado para receber os turistas. É o caso de Almir Serra dos Santos, dono do bar/restaurante Tony Lanches.
O empresário de 38 anos abriu seu próprio negócio em 2019 – um restaurante situado na orla de Icoaraci, um dos pontos turísticos da capital paraense. Por ter uma localização estratégica de negócio e na expectativa para a COP 30, Almir aderiu à linha de crédito Fungetur, por meio do Banco da Amazônia.
O fundo é vinculado ao Ministério do Turismo (MTur) e o empresário buscou a linha de crédito com o objetivo de melhorar o estabelecimento para recepcionar os participantes da Conferência.
Com os recursos, o empresário investiu em melhorias na infraestrutura do local com vistas a modernizar o espaço. O crédito foi destinado à reforma do telhado do estabelecimento para deixar o ambiente mais moderno e confortável para atrair clientes pela localização privilegiada e visitantes com a proximidade da COP30,
Almir recorreu à linha de crédito do Fungetur, operada pelo Banco da Amazônia e vinculada ao Ministério do Turismo. O financiamento teve como objetivo oferecer mais conforto e um ambiente renovado para os clientes durante o evento internacional.
“O valor investido no estabelecimento foi 100% do valor adquirido, fiz melhorias na cozinha e estrutural no telhado; o antigo telhado era muito feio e eu levantei um telhado de estrutura metálica”, conta Almir.
Almir conheceu o Fungetur por meio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), por meio de uma indicação de uma amiga e, logo em seguida, procurou o Banco da Amazônia para aderir ao fundo.
Como as reformas foram estruturais, os benefícios para o empreendimento local vão além do período da COP30. Almir destaca a importância do Fungetur para o seu negócio e diz que está com boas expectativas para a Conferência.
“O Fungetur foi muito importante para essa expansão, nessa nova fase do meu estabelecimento. Foi uma ajuda que caiu do céu e, graças a Deus, está superando minhas expectativas com a nova repaginação que eu dei na casa. Eu estou bem otimista com a COP30. Graças a Fungetur consegui fazer uma atualização no estabelecimento, ficou mais bonito, mais amplo, para poder atender um outro tipo de público. E estamos preparados também para atender a COP30”, salienta o empresário paraense.
O Fungetur é uma linha de crédito destinada a financiar empresas do setor de turismo, vinculado ao Ministério do Turismo. A linha possui orçamento específico, com disposição de patrimônio próprio e autonomia financeira e orçamentária.
O fundo também atua como suporte financeiro no desenvolvimento de políticas públicas voltadas a fomentar a atividade turística.
De acordo com o Banco da Amazônia, podem ser apoiadas atividades turísticas por meio do financiamento de investimentos em capital fixo, bens e capital de giro isolado.
Confira os itens financiados:
O produto é destinado a diversos tipos de negócios, como sociedades empresariais, empresários individuais e Empresas Individuais de Responsabilidade Limitada (EIRELI), legalmente constituídas e com registro no Cadastro dos Prestadores de Serviços Turísticos (CADASTUR).
Além disso, também podem aderir ao fundo os empreendimentos em fase de implantação – que visem financiar investimentos em capital fixo – ou empresas em implantação, para financiamento de bens ou capital de giro isolado.
Entre as atividades econômicas relacionadas à cadeia produtiva do turismo que podem ser contempladas pela linha de crédito, estão as de meios de hospedagem, agências de turismo, transportadoras turísticas, organizadoras de eventos, entre outras.
A taxa de juros do Fungetur é composta pela variação anual do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), acrescida da taxa de juros de 5% a.a.
Confira o prazo para pagamento em relação ao item financiado:
Estimativas da Fundação Getúlio Vargas (FGV) apontam que são esperados mais de 40 mil visitantes durante os principais dias da COP30, em Belém (PA). A Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 será realizada em novembro e os proprietários de estabelecimentos comerciais da região seguem realizando investimentos em seus negócios para receber os turistas. É o caso de Glenda de Castro Alves, CEO do bar e restaurante Marujos – localizado na Estação das Docas, um dos pontos turísticos mais famosos da capital paraense.
O Marujos é um negócio de família com 29 anos de história e, assim como milhares de estabelecimentos, também sofreu os reflexos da pandemia. Além disso, Glenda também relata que entre os desafios para a manutenção de seu negócio, está o cenário econômico brasileiro.
“A nossa marca Marujos tem 29 anos, é consolidada e sobrevive aos percalços de agentes externos, como a pandemia, que foi muito forte, e a própria economia do Brasil, a inflação descontrolada. Esses são os nossos maiores desafios, como a impossibilidade de planejamentos, em médio e longo prazo. E também a questão da tributação, que é bem desleal com os empresários, principalmente na área de alimentação e serviço”, relata a CEO.
Apesar das dificuldades, Glenda afirma que sempre conta com o Banco da Amazônia para realizar contratos de crédito com vistas a investir no negócio da família. Considerando a localização estratégica e a expectativa para recepcionar milhares de turistas durante a COP 30, Glenda aderiu à linha de crédito Fungetur, por meio do Banco da Amazônia.
O fundo é vinculado ao Ministério do Turismo (MTur) e a empresária buscou a linha de crédito com o objetivo de melhorar o estabelecimento para recepcionar os participantes da Conferência.
Glenda destaca as facilidades oferecidas pela instituição financeira, tanto com o Fungetur quanto com relação a outros produtos oferecidos pelo Banco da Amazônia.
“Eu já sou cliente há muitos anos do Banco da Amazônia, há mais de 12 anos, e a gente sempre recorre à questão das taxas menores. Então, foi assim que eu conheci o Fungetur e também com os incentivos das associações que a gente participa e pelo contato com o Ministério do Turismo, já que todos os nossos restaurantes estão em áreas turísticas”, salienta Glenda.
O grupo familiar é integrado por quatro restaurantes Marujos e pelo Café Santo Pizzaria. Glenda compartilha que os recursos do Fungetur foram priorizados para investir no restaurante Marujos da Estação das Docas e do Café Santo, em Belém, por conta da localização e da necessidade de ampliação devido à COP30.
Com os recursos, a empresária investiu em melhorias na infraestrutura do local para deixar o espaço mais acolhedor ao público do evento internacional. Além disso, também comprou equipamentos e alocou recursos para treinar os funcionários.
“Nós conseguimos a linha de crédito do Fungetur no valor de 500 mil reais e isso foi investido tanto em capital de giro como em reforma. A gente priorizou a questão da infraestrutura do restaurante Marujos, da Estação das Docas, e do Café Santo, devido à ampliação e à necessidade da COP30. Investimos também em equipamentos, em renovação de layout das lojas, inovação, comunicação e em treinamento dos funcionários”, diz Glenda.
Na avaliação de Glenda, todos os estabelecimentos localizados em pontos turísticos – especialmente em Belém, deveriam recorrer à linha de crédito Fungetur, por meio do Banco da Amazônia, por conta das taxas reduzidas.
“Eu superindico a qualquer empresa que seja apta a procurar o Fungetur; as taxas são imbatíveis e bem providenciais para investimentos, como o que vai acontecer na COP30, onde Belém vai sediar esse grande evento com fluxo gigantesco de pessoas. Como nós estamos em locais turísticos, a gente precisava urgente resolver essas questões todas de reforma, ampliação e adaptação para o evento. E para continuar realmente a prestar o serviço de qualidade tanto de produto quanto de serviço que a gente sempre se propôs a fazer. Então, foi fundamental para o nosso negócio a linha Fungetur”, pontua Glenda.
O Fungetur é uma linha de crédito voltada a financiar empresas do setor de turismo, vinculado ao Ministério do Turismo. A operação possui orçamento específico, com disposição de patrimônio próprio e autonomia financeira e orçamentária.
O fundo atua, ainda, como suporte financeiro no desenvolvimento de políticas públicas voltadas a fomentar a atividade turística.
Segundo o Banco da Amazônia, podem ser apoiadas atividades turísticas por meio do financiamento de investimentos em capital fixo, bens e capital de giro isolado.
Confira os itens financiados:
Também podem aderir ao fundo os empreendimentos em fase de implantação – que visem financiar investimentos em capital fixo – ou empresas em implantação, para financiamento de bens ou capital de giro isolado.
Entre as atividades econômicas relacionadas à cadeia produtiva do turismo que podem ser contempladas pela linha de crédito, estão as de meios de hospedagem, agências de turismo, transportadoras turísticas, organizadoras de eventos, entre outras.
A taxa de juros do Fungetur é composta pela variação anual do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), acrescida da taxa de juros de 5% a.a.
Confira o prazo para pagamento em relação ao item financiado:
De acordo com estimativas da Fundação Getúlio Vargas (FGV), mais de 40 mil visitantes devem passar por Belém (PA) durante os principais dias da COP30. A Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas será realizada em novembro de 2025, e empresários locais já se preparam para atender à alta demanda de turistas.
Entre eles está Sidney Torres Leite, sócio-proprietário da Sidney Produções. Com 38 anos de atuação no mercado, a empresa é especializada em gravação e edição de conteúdos audiovisuais, oferecendo cobertura em foto e vídeo para eventos sociais, corporativos, feiras e exposições.
De olho tanto no Círio de Nazaré 2025 quanto na COP30, Sidney recorreu à linha de crédito Fungetur, disponibilizada pelo Banco da Amazônia e vinculada ao Ministério do Turismo (MTur). O financiamento foi aplicado como capital de giro e na reposição de equipamentos.
Segundo o empresário, acompanhar as rápidas transformações tecnológicas é um dos maiores desafios do setor audiovisual, o que exige constantes investimentos em atualização e modernização dos materiais de trabalho.
“Na nossa área, a tecnologia é que manda. As mudanças tecnológicas antigamente demoravam mais tempo, hoje não. Elas são mais expressivas, em tempo muito mais curto, mais rápido, mais veloz. E a gente tem que acompanhar esse ritmo”, explica Sidney.
Considerando os dois eventos que acontecerão em Belém, o empresário relata grande expectativa para atender aos milhares de turistas e garante que o crédito do Fungetur, operado pelo Banco da Amazônia, veio em uma boa hora.
“A COP30 surge para nós como uma esperança muito grande de fazermos bons negócios. A gente já está há algum tempo em Belém, no Pará, que é a sede da COP30, e também do Círio de Nazaré. E nós também produzimos para a diretoria do Círio, então, existe uma expectativa muito grande de fazermos muitos trabalhos e crescer”, estima Sidney.
Para o empresário, a iniciativa do Banco da Amazônia por meio do Fungetur garante o apoio aos negócios regionais. Ele também aconselha aos empresários de Belém que busquem aderir ao Fungetur.
“Espero que a COP30 venha e deixe legado para a gente, que a gente precisa de muitos. Sem dúvida nenhuma, indicaria o Fungetur. Por se tratar de um empréstimo subsidiado, onde você consegue ter encargos menores, um prazo maior, dependendo de cada atividade. Então isso é muito bom, a gente precisa dessas coisas, realmente”, relata Sidney.
O Fungetur é uma linha de crédito voltada a financiar empresas do setor de turismo, vinculado ao Ministério do Turismo. A operação possui orçamento específico, com disposição de patrimônio próprio e autonomia financeira e orçamentária.
O fundo atua, ainda, como suporte financeiro no desenvolvimento de políticas públicas voltadas a fomentar a atividade turística.
Segundo o Banco da Amazônia, podem ser apoiadas atividades turísticas por meio do financiamento de investimentos em capital fixo, bens e capital de giro isolado.
Confira os itens financiados:
O produto é destinado a diversos tipos de negócios, como sociedades empresariais, empresários individuais e Empresas Individuais de Responsabilidade Limitada (EIRELI), legalmente constituídas e com registro no Cadastro dos Prestadores de Serviços Turísticos (CADASTUR).
Também podem aderir ao fundo os empreendimentos em fase de implantação – que visem financiar investimentos em capital fixo – ou empresas em implantação, para financiamento de bens ou capital de giro isolado.
Entre as atividades econômicas relacionadas à cadeia produtiva do turismo que podem ser contempladas pela linha de crédito, estão as de meios de hospedagem, agências de turismo, transportadoras turísticas, organizadoras de eventos, entre outras.
A taxa de juros do Fungetur é composta pela variação anual do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), acrescida da taxa de juros de 5% a.a.
Confira o prazo para pagamento em relação ao item financiado:
A jovem atleta Pietra Diniz, de apenas 15 anos, conquistou um feito histórico no último fim de semana durante a Copa Amazônia Internacional de Natação, realizada em São Luís (MA). Patrocinada pelo Banco da Amazônia, ela garantiu 13 medalhas de ouro e 1 de prata, além de receber o troféu de melhor índice técnico da categoria. Pietra também quebrou um recorde absoluto da competição que estava em vigor desde 2019, na prova dos 100 metros costas.
Com o objetivo de chegar aos Jogos Olímpicos, a nadadora inscreveu seu projeto “Um Sonho Olímpico” para receber patrocínio do Banco da Amazônia. Segundo a atleta, o patrocínio do banco tem sido fundamental para manter sua alta performance e possibilitar a presença em competições de grande porte, como a Copa Amazônia.
“O Banco da Amazônia me ajuda financeiramente com o meu projeto, que é um sonho olímpico. E com esse incentivo que o banco me dá, posso comprar os meus trajes de competição, os suplementos e também as passagens aéreas para participar das principais competições que eu tenho ao longo do ano. Esse incentivo é de grande importância para eu poder alcançar os meus objetivos”, afirma Pietra Diniz.
Com o objetivo de fortalecer a inclusão social e esportiva na Amazônia Legal, apenas no primeiro trimestre de 2025 o Banco da Amazônia destinou R$ 3,4 milhões para patrocinar projetos de caráter esportivo, ambiental, social, cultural e de exposições na Amazônia Legal. O dado integra o Relatório da Administração do primeiro trimestre de 2025 do Banco.
Além de oferecer linhas de crédito diversificadas para apoiar os negócios da região e possibilitar a inclusão financeira de brasileiros da Amazônia Legal, o Banco da Amazônia também estimula a performance de atletas regionais a partir do patrocínio esportivo, como é o caso de Pietra Diniz – patrocinada há dois anos pelo banco.
A atleta aponta que o patrocínio possibilita que toda a sua energia e foco sejam concentradas nos treinos e não nos meios de conseguir comprar equipamentos, trajes e custos com passagens e hospedagens.
“Saber que uma instituição da nossa região acredita no meu trabalho e nos meus sonhos é uma motivação extra para seguir em frente, mesmo nos momentos mais difíceis. Graças ao Banco da Amazônia, consigo focar totalmente no meu desenvolvimento como atleta, sem me preocupar tanto com os cursos que o esporte exige”, menciona.
Com patrocínio do Banco da Amazônia, a Região Norte receberá, pela primeira vez, o Empreende Brazil, considerado o maior evento empresarial da América Latina. A conferência será nos dias 4 e 5 de setembro e reunirá líderes empresariais, empreendedores, investidores, representantes do poder público e entidades do terceiro setor, com o objetivo de promover inovação, sustentabilidade e desenvolvimento socioeconômico na Amazônia.
A primeira edição do Empreende Brazil Amazônia tem como meta impulsionar o empreendedorismo e a inovação na região, conectando agentes de transformação e fortalecendo a economia local. A proposta é estimular práticas sustentáveis e inclusivas entre empresários e gestores de pequenas, médias e grandes empresas de todo o país.
O evento também busca aproximar empreendedores da Amazônia de investidores de grande porte e mentores, além de difundir conhecimento em áreas estratégicas como inovação, ESG, transformação digital e sustentabilidade.
O Banco da Amazônia tem o propósito de “impulsionar quem cria o futuro da Amazônia”, com crédito e soluções eficazes, além de apoiar o desenvolvimento sustentável na região, com a oferta de linhas de crédito destinadas ao fomento à bioeconomia amazônica. “Esse propósito se expressa na assinatura “Sonhar, Mover e Impactar”, que traduz o compromisso da instituição com quem vive, empreende e transforma a região todos os dias”, diz Ruth Helena Lima, Gerente de Marketing e Comunicação do Banco da Amazônia.
O patrocínio do banco ao Empreende Brazil reforça o compromisso da instituição com a sustentabilidade regional – considerando que o evento também tem o intuito de estimular a geração de negócios com impacto socioambiental positivo.
A conferência possui enfoque sustentável e social e busca trazer protagonismo para a Região Norte a partir de conteúdos de alto impacto. Para isso, o evento será organizado em trilhas para aprofundamento dos empresários. Confira as trilhas:
O Empreende Brazil Amazônia será realizado em Belém (PA) e deve promover conexões entre ecossistemas de inovação e ampliar as oportunidades para empreendedores locais. O evento possui, ainda, uma programação extensa, com a participação de diversos palestrantes, como Leandro Karnal, que é escritor, palestrante e historiador.
A programação completa e os respectivos palestrantes podem ser acessados no site www.empreendebrazil.com.br. No site, também é possível realizar a compra dos ingressos.
Em celebração ao Dia Nacional dos Bancários, comemorado em 28 de agosto, Belém (PA) recebe neste sábado (30), a partir das 17h, o 6º Circuito – Corrida e Caminhada dos Bancários e Bancárias do Pará 2025. O evento, promovido pelo Sindicato dos Bancários do Pará e patrocinado pelo Banco da Amazônia, busca integrar a categoria, aproximar a comunidade e incentivar práticas sustentáveis.
Além da competição, a programação inclui ações de conscientização ambiental, como a coleta de resíduos recicláveis ao longo do percurso. O diretor de Esportes do Sindicato, Luiz Otávio Pereira, destaca que a corrida adota medidas alinhadas a práticas sustentáveis, reforçando o compromisso da entidade com o meio ambiente.
“A gente recolhe os resíduos, o material que a gente recusa e são descartáveis, são recicláveis, a gente o doa para uma cooperativa que trabalha com materiais recicláveis para aproveitamento, além de fazer a limpeza de toda a área do percurso da corrida, do seu entorno aqui, deixa tudo organizado. Tem essa preocupação importante do aspecto ambiental e da sustentabilidade do nosso evento, que é onde a gente doa todo esse material às cooperativas que trabalham com reciclagem”, ressalta.
Com a missão de desenvolver uma Amazônia Sustentável, com crédito e soluções eficazes, o Banco da Amazônia apoia o desenvolvimento sustentável na região, com a oferta de linhas de crédito destinadas ao fomento à bioeconomia amazônica. O apoio do banco ao circuito reforça o compromisso da instituição com a sustentabilidade regional.
Luiz Otávio Pereira, destaca a importância do patrocínio do Banco da Amazônia para a iniciativa.
“O nosso evento conta com a parceria, em especial, com o patrocínio do Banco da Amazônia na nossa atividade. O Banco da Amazônia participa do nosso evento, sendo um dos importantes patrocinadores do sexto circuito da corrida dos bancários do Pará, inclusive indicando corredores da categoria do bancário do Banco da Amazônia, os funcionários, para participar da nossa atividade. É uma parceria que nos ajuda a realizar o evento”, afirma Luiz Otávio.
Patrocinado pelo Banco da Amazônia, o evento tem entre seus principais objetivos valorizar a categoria bancária, defender melhores condições de trabalho e reforçar a importância de oferecer à população um serviço público bancário de qualidade. A iniciativa também promove a conscientização sobre a preservação ambiental, alinhando-se aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e conectando o tema à realização da COP30.
O 6º Circuito, que marca a 19ª corrida dedicada aos profissionais do setor, incentiva ainda a prática de atividades físicas e hábitos saudáveis, tanto entre bancários quanto na comunidade local.
As marcas patrocinadoras estarão presentes em materiais promocionais, como folders, camisetas, backdrop e na sonorização do evento. A divulgação também se estenderá às redes sociais, ao site do sindicato e a outros canais de promoção.
Realizado anualmente, o Circuito reúne bancários, atletas amadores e profissionais, jovens, idosos e pessoas com deficiência para a prática do atletismo em corrida de rua. Tradicional no calendário esportivo, a prova integra a agenda oficial da Federação Paraense de Atletismo e se consolida como um evento de inclusão e incentivo ao esporte.
A edição deste ano oferece percursos de 8 km (corrida) e 4 km (caminhada), com largada marcada para 30 de agosto, às 17h, na orla da Universidade Federal do Pará (UFPA).
Os 1.500 participantes esperados — vindos de Belém, Santarém, Marabá e outras cidades do interior — receberão um kit exclusivo com camiseta, medalha, viseira, garrafa e mochila personalizada.
Os kits de materiais - compostos por números, chip’s e outros itens - serão entregues a cada inscrito no dia 29 de agosto, das 9h às 18h, na sede do Sindicato dos Bancários, Rua 28 de Setembro, 1210 - Reduto (entre Doca e Quintino) - Belém-Pará.
Vale destacar que não haverá entrega de kits no dia do evento.
No primeiro trimestre de 2025, o Banco da Amazônia investiu R$ 3,4 milhões no patrocínio de projetos esportivos, ambientais, sociais, culturais e de exposições na Amazônia Legal. Entre as iniciativas contempladas está o Braçadas do Futuro, que há cinco anos recebe apoio da instituição e oferece treinamento regular de natação em águas abertas, com foco no alto rendimento, para 200 atletas e paratletas de Boa Vista (RR).
O projeto atende desde crianças a partir de sete anos até jovens e adultos, incluindo um atleta master de 65 anos. Todos contam com o suporte financeiro do banco para manter a rotina de treinos e competições.
Segundo a treinadora da equipe, Teca Marinho, o patrocínio é essencial para garantir a continuidade das atividades e ampliar as oportunidades para os atletas da região.
“O projeto conta com o patrocínio do Banco da Amazônia há cinco anos e esse apoio tem sido fundamental para a continuidade da expansão das nossas atividades”, destaca.
Segundo Teca Marinho, o apoio financeiro do banco tem contribuído para a aquisição de diversos materiais esportivos, como toucas, maiôs e sungas. Os recursos também ajudam a pagar a equipe técnica, como fisioterapeuta, psicólogo, nutricionista, além de custear a produção dos uniformes e a identidade visual do projeto.
A treinadora avalia que, sem o apoio da instituição, nem todos os atletas poderiam competir ou treinar, por não terem condições financeiras.
“O patrocínio permite que os jovens atletas, que muitas vezes não teriam condições financeiras para compra dos equipamentos, do material de treino, de ter todo esse suporte para um trabalho com uma equipe multidisciplinar, com o atendimento de um fisioterapeuta, a estrutura adequada, ter uma prancha, touca, maiô, sunga, para justamente construir com esse patrocínio uma carreira sólida dentro do esporte”, aponta Teca.
Teca afirma que a iniciativa Braçadas do Futuro seria limitada sem o patrocínio da instituição financeira, considerando que a prática esportiva dos 200 atletas requer gastos diversos, desde trajes até deslocamentos. Teca ressalta que a iniciativa do Banco da Amazônia reforça o compromisso da instituição com a valorização do esporte e dos atletas da região.
“Eu vejo como um exemplo de responsabilidade social e sensibilidade com a realidade da Região Norte. O Banco da Amazônia tem mostrado um compromisso real com o desenvolvimento e a valorização dos atletas locais, entendendo que o esporte não é apenas só competição, mas uma poderosa ferramenta de transformação social e inclusão”, afirma.
Teca explica que a escolha do nome Braçadas do Futuro reflete a missão da equipe “de formar os atletas para o futuro com base na disciplina, dedicação, inclusão e, principalmente, o amor pelo esporte”.
O projeto Braçadas do Futuro existe há oito anos. No entanto, foi “o Banco da Amazônia quem deu o pontapé para ele aparecer”, comemora Teca.
Teca Marinho diz que com os recursos do Banco da Amazônia, aliados também aos do Governo Federal, o Braçadas do Futuro pôde ampliar o número de beneficiados e aumentar a qualidade dos treinamentos.
Outro benefício aliado aos patrocínios foi garantir a participação dos atletas em eventos fora do estado, “que era um desafio muito grande”, frisa Teca.
“Após o início do patrocínio [do Banco da Amazônia], o projeto Braçadas do Futuro já teve atletas participando de um sul-americano e da Copa Pacífico de natação, trazendo medalhas para o estado.
Nós tivemos a conquista de vários campeonatos regionais, estaduais, competições aqui no estado vizinho, no Amazonas, a participação dos atletas paralímpicos nos eventos oficiais do CDB e a participação inédita num training camp de águas abertas, que aconteceu recentemente em Fortaleza”, relata Teca.
Inclusive, a atleta Kathleen Manoella Amaral da Silva, de 18 anos, participou dos treinos em Fortaleza (CE). Ela foi a única atleta do projeto convidada a integrar a Seleção Brasileira de Natação, em junho. A jovem também é a única competidora de águas abertas da Região Norte a integrar o time Brasil.
Kathleen Manoella afirma que o patrocínio do Banco da Amazônia ao projeto Braçadas do Futuro é essencial para o desenvolvimento dela como atleta de alto rendimento.
“O patrocínio do Banco da Amazônia tem sido fundamental para minha carreira na natação. Esse apoio impulsiona meu desempenho, mas também fortalece minha motivação para alcançar novos objetivos. Ser apoiada pelo Banco da Amazônia promove uma sensação de reconhecimento, não só pelo meu trabalho, mas também pela confiança que eles depositam no meu potencial. Eu me sinto muito inspirada a dar o meu melhor não só por mim, mas também por todos aqueles que torcem e apostam no meu sucesso”, relata Kathleen Manoella.
A treinadora Teca alia os bons resultados da equipe ao patrocínio do Banco da Amazônia. “Nós tivemos o maior reconhecimento da natação de Roraima no cenário brasileiro. Assim, nós sabemos que essa conquista demonstra o impacto direto e positivo do investimento do banco no futuro desses jovens”, afirma Teca.
As seleções para receber patrocínio do banco ocorrem por meio de editais públicos. Caso seja selecionado uma vez, o atleta pode realizar outra inscrição no ano seguinte.
A pecuária brasileira deve movimentar R$ 496,4 bilhões em 2025, segundo estimativa da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) — um faturamento 9,2% superior ao registrado no ano passado. O resultado reforça a relevância do setor para a economia nacional e aponta para um cenário de crescimento.
Com foco em impulsionar uma transição para práticas mais sustentáveis na Amazônia, o Banco da Amazônia apresenta, nesta quinta-feira (14), na Feira Agropecuária de Paragominas (Agropec), no Pará, uma nova linha de financiamento, o Pecuária Verde. A iniciativa propõe um novo modelo de crédito rural sustentável, específico para a pecuária na região, cuja modelagem está em fase de refinamento e tem como principal objetivo a recuperação de área degradadas.
Segundo o Banco da Amazônia, o Pecuária Verde representa um passo inovador na oferta de soluções financeiras alinhadas à realidade amazônica. A ação integra a fase de aprimoramento e validação do modelo piloto, conduzida em parceria com instituições estratégicas e com apoio técnico do Cirrad e Embrapa, viabilizados através de Cooperação Técnica entre o Banco da Amazônia e a Agencia Francesa de Desenvolvimento, o Programa AMABIO.
"Com apoio técnico do Programa Amabio, o Pecuária Verde está sendo refinado como um instrumento de crédito que alia produção com responsabilidade socioambiental — uma resposta concreta aos desafios da pecuária sustentável na região”, informa o Banco da Amazônia em nota oficial.
A participação do Banco da Amazônia na Agropec mostra aos participantes da feira os avanços do piloto da Linha de Financiamento para o Pecuária Verde.
Essa linha será viabilizada através dos recursos destinados ao setor rural, especificamente a Agricultura Familiar, e reforçando o compromisso do Banco da Amazônia com o setor, disponibilizará, via Plano Safra 25/26 R$ 1,8 bilhão destinado à agricultura familiar. O presidente do Banco da Amazônia, Luiz Lessa, afirmou que a tendência é que o cenário continue positivo, com avanço de alocações para agricultores ano a ano.
“Ou seja, a gente vem num crescimento forte de alocação de recursos e isso vai continuar. Isso é um mantra aqui pra gente, que os pequenos portes são prioridades do banco”, disse Luiz Lessa.
O Pecuária Verde propõe um novo paradigma para o financiamento da pecuária na Amazônia, com a integração de critérios ambientais, sociais e climáticos.
Conforme a instituição bancária, a apresentação demonstra o compromisso do Banco com instrumentos financeiros inovadores. Além disso, demonstra a construção participativa de soluções financeiras que fomentem a regularização ambiental e a recuperação de áreas degradadas na Amazônia.
Como o produto ainda não está em etapa de piloto, o Banco da Amazônia garante o lançamento de uma linha de crédito inovadora voltada aos pecuaristas da região e, ainda, reforça que a sociedade será informada assim que a novidade estiver pronta para contratação.
A Agropec tem como objetivo fortalecer o agronegócio em Paragominas. A ideia é fomentar a economia e o desenvolvimento da região, a partir da divulgação de marcas, captação de clientes, exposição de empresas, entre outras atividades voltadas para o público-alvo.
A Agropec ocorre entre 9 a 17 de agosto, das 12h às 23h, no Parque de Exposições de Paragominas, no Pará.
O estande do Banco da Amazônia estará aberto durante todo o evento para recepcionar os clientes e prospectar negócios.
O Banco da Amazônia integra, como convidado, a missão brasileira à China liderada pelo ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), Waldez Góes. O encontro com autoridades chinesas busca estreitar a parceria bilateral voltada ao desenvolvimento regional, à inovação e à sustentabilidade — áreas estratégicas para a instituição financeira.
Um dos principais objetivos da missão é articular uma agenda estratégica entre o MIDR e a Presidente do New Development Bank (NDB), a fim de concretizar a cooperação financeira entre o banco e o Ministério com vistas a fortalecer a implementação de projetos estratégicos atualmente previstos no Novo Programa de Aceleração de Crescimento - Novo PAC, por meio dos Fundos de Desenvolvimento.
Segundo o presidente do Banco da Amazônia, Luiz Lessa, acolher o convite para participar da missão é uma oportunidade para apresentação da instituição financeira ao mercado internacional.
"Mostrando-se forte economicamente, com expertise em Amazônia, e voltada para investimentos que busquem o desenvolvimento sustentável e inclusivo na região, e, ainda, se apresenta como excelente ocasião para convidar a comunidade internacional para estar no Brasil, para continuidade da importante discussão na primeira COP realizada na Amazônia", pontua.
De acordo com a proposta de agenda do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), a missão oficial se estende até 16 de agosto.
A missão teve início na última segunda-feira (11), com a assinatura de acordo para impulsionar o desenvolvimento regional sustentável. Na ocasião, o ministro Waldez Góes assinou um Memorando de Entendimento, que estabelece novas bases para o intercâmbio de experiências e a cooperação em políticas de desenvolvimento regional entre os dois países.
Segundo o MDIR, o documento prevê novos eixos de cooperação econômica, logística e tecnológica, com enfoque no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento das cadeias produtivas brasileiras.
“Para tratar da nossa cooperação sobre desenvolvimento regional, também infraestrutura resiliente em relação a desastres, captação de recursos para os fundos de desenvolvimento do Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Então, será uma semana de muito trabalho”, frisou o ministro em vídeo publicado em uma rede social.