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TERMO DE USO E PARCERIA

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b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

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a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

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a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

Energia

Economia
18/02/2021 11:00h

Banco do Brasil costurou acordo com grupo Energisa, que atende cerca de 8 milhões de pessoas

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Consumidores de 11 estados brasileiros vão poder pagar contas de energia pelo PIX, o sistema de pagamentos instantâneos criado pelo Banco Central (BC), em vigor desde novembro do ano passado. Ao todo, cerca de 8 milhões de clientes serão beneficiados com a medida. 
 
O código QR vai ser incluído nas faturas físicas. Assim, o consumidor que quiser vai abrir o aplicativo do banco, apontar a câmera do celular e fazer o pagamento. De início, a ferramenta só está disponível para clientes do Banco do Brasil, que costurou uma parceria com o grupo Energisa. 

Transferências por PIX já são maiores do que TED e DOC

Pix: novo sistema instantâneo de pagamento e transferência começa a valer a partir de 16 de novembro
 
A novidade vale para quem é atendido pelas distribuidoras dessa empresa, isto é, moradores dos estados do Acre, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Rondônia, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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11/02/2021 00:00h

A medida, que remaneja recursos no setor elétrico para permitir a redução de tarifas de energia, seguiu para sanção presidencial

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Em meio à pandemia, a tarifa de energia em Sergipe foi reduzida em média 4,03%, segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A Energisa Sergipe atende 778,9 mil unidades consumidoras localizadas em 62 municípios do estado. O reajuste é em razão da MP 998/2020, que tem como meta principal a redução do custo da tarifa para o consumidor, no médio e longo prazo, garantindo também a isenção do pagamento das faturas de energia para os consumidores de baixa renda em meio à pandemia, por meio da Conta-Covid.
 
A medida, que remaneja recursos no setor elétrico para permitir a redução de tarifas de energia, seguiu para sanção presidencial após passar pelo Senado na última quinta-feira (4). Ela foi aprovada como projeto de lei de conversão (PLV 42/2020). A MP havia saído da Câmara em meados de dezembro, às vésperas do início do recesso parlamentar, e foi uma das primeiras pautas debatidas este ano, já que a medida provisória perderia a validade se não fosse votada até o dia 9 de fevereiro.


 
O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) destacou que o fim dos subsídios tenderá a desonerar a população mais pobre, que hoje paga a conta dos subsídios dados às empresas. “Para a realidade de Sergipe ainda é necessário um estudo mais detalhado para saber o quanto será ou como será o impacto exato no meu estado. Essa MP vai atingir os estados do Brasil de forma geral, exceto a região norte, que está isenta de arcar com esse custo adicional que é gerado pela contratação de energia de Angra 3”, afirmou.
 
O texto destina recursos à Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) para redução da tarifa de energia elétrica aos consumidores até 31 de dezembro de 2025. A CDE é um fundo do setor elétrico que custeia políticas públicas e programas de subsídio, como o Luz para Todos e o desconto na tarifa para irrigação. Os recursos que vão para a CDE são originalmente destinados à aplicação em pesquisa, investimento e inovação.

Senado está pronto para votar projeto que amplia investimentos no setor ferroviário

Redes de fibra ótica devem alcançar 99% dos municípios brasileiros até 2024

O plenário alterou regras para permitir não apenas a contratação de energia pelas distribuidoras, mas também a contratação de potência, que é a energia para as horas de maior consumo. A partir de agora, também está permitida a devolução da energia comprada pelas distribuidoras e não utilizada. A lei incluirá ainda dispositivos para estimular a competição nos leilões de geração de energia e tem mais setores como beneficiados por investimentos em eficiência energética, restritos inicialmente à indústria.
 
Para o presidente do Conselho de Consumidores de Energia Elétrica de Goiás (Conceg) e da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (FIEG), Wilson de Oliveira, a medida destina recursos para atenuar aumentos tarifários para os consumidores das distribuidoras da Eletrobras recém-privatizadas, favorecendo assim o avanço da quebra do monopólio do setor. “O setor elétrico é bastante complexo e por isso há uma série de fatores que acabam impactando na composição tarifária. A medida provisória visa desburocratizar e reorganizar o setor, criando ambiente para a privatização ou desestatização”, disse.

Região Norte

O projeto de lei de conversão concede prazo de cinco anos às distribuidoras da Região Norte para aplicação de parâmetros de eficiência na gestão econômica e financeira, sem que sejam alterados parâmetros relacionados à qualidade do serviço prestado. O objetivo é mitigar efeitos econômicos em concessões que encontraram dificuldades em atender aos parâmetros dos contratos em razão dos efeitos da crise provocada pela covid-19.
 
O texto prevê mudança no critério de recolhimento do encargo da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), que passará a ser regional. A medida permitirá que os consumidores do Acre e de Rondônia tenham a mesma cobrança que os demais consumidores da região Norte (atualmente, eles contribuem como se estivessem nas regiões Sudeste e Centro-Oeste).
 
Os consumidores dos estados do Norte não precisarão mais pagar pelos empréstimos fornecidos às distribuidoras na época em que elas estavam sob controle temporário da União, que precedeu a privatização. Os empréstimos foram bancados pela Reserva Global de Reversão (RGR), um encargo cobrado na conta de luz.

Angra 3

O projeto também traz mecanismos vistos como importantes para aumentar a segurança jurídica na retomada da construção da usina nuclear de Angra 3, da Eletrobras, que teve obras paralisadas em 2015.
 
O texto aprovado no Congresso permite a criação de adicional tarifário para arcar com os custos relacionados ao contrato de comercialização de energia elétrica da usina nuclear Angra 3. Determina ainda que a outorga de autorização para a exploração da usina nuclear seja de competência exclusiva de uma empresa estatal, eliminando espaço para interpretações divergentes. Também permite, em caso de privatização, que seja outorgada nova concessão para contratos prorrogados.

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11/02/2021 00:00h

A medida, que remaneja recursos no setor elétrico para permitir a redução de tarifas de energia, seguiu para sanção presidencial

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) reduziu em média 11,29% a tarifa de energia em Rondônia. A redução, que deve vigorar no estado até dezembro deste ano, é resultado da MP 998/2020, que tem como meta principal a redução do custo da tarifa para o consumidor, no médio e longo prazo, garantindo também a isenção do pagamento das faturas de energia para os consumidores de baixa renda em meio à pandemia, por meio da Conta-Covid.
 
A medida, que remaneja recursos no setor elétrico para permitir a redução de tarifas de energia, seguiu para sanção presidencial após passar pelo Senado na última quinta-feira (4). Ela foi aprovada como projeto de lei de conversão (PLV 42/2020). A MP havia saído da Câmara em meados de dezembro, às vésperas do início do recesso parlamentar, e foi uma das primeiras pautas debatidas este ano, já que a medida provisória perderia a validade se não fosse votada até o dia 9 de fevereiro.


 
O relator da MP no Senado, Marcos Rogério (DEM-RO), ressaltou que no caso de Rondônia a revisão da medida já havia sido feita em dezembro. “Em dezembro a Aneel enfrentou esse tema, considerando que a MP já tem os seus efeitos a partir da publicação, a Aneel já aplicou portando os benefícios dessa medida provisória para os consumidores de Rondônia. Os demais estados, no momento em que a Aneel foi julgar a revisão tarifária, levarão em consideração essas novas condições, garantindo redução da tarifa”, afirmou o parlamentar. 
 
O texto destina recursos à Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) para redução da tarifa de energia elétrica aos consumidores até 31 de dezembro de 2025. A CDE é um fundo do setor elétrico que custeia políticas públicas e programas de subsídio, como o Luz para Todos e o desconto na tarifa para irrigação. Os recursos que vão para a CDE são originalmente destinados à aplicação em pesquisa, investimento e inovação.

Redes de fibra ótica devem alcançar 99% dos municípios brasileiros até 2024

Pacheco promete esforço para votar reformas
 
O plenário alterou regras para permitir não apenas a contratação de energia pelas distribuidoras, mas também a contratação de potência, que é a energia para as horas de maior consumo. A partir de agora, também está permitida a devolução da energia comprada pelas distribuidoras e não utilizada. A lei incluirá ainda dispositivos para estimular a competição nos leilões de geração de energia e tem mais setores como beneficiados por investimentos em eficiência energética, restritos inicialmente à indústria.
 
Para o presidente do Conselho de Consumidores de Energia Elétrica de Goiás (Conceg) e da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (FIEG), Wilson de Oliveira, a medida destina recursos para atenuar aumentos tarifários para os consumidores das distribuidoras da Eletrobras recém-privatizadas, favorecendo assim o avanço da quebra do monopólio do setor. “O setor elétrico é bastante complexo e por isso há uma série de fatores que acabam impactando na composição tarifária. A medida provisória visa desburocratizar e reorganizar o setor, criando ambiente para a privatização ou desestatização”, disse.

Região Norte

O projeto de lei de conversão concede prazo de cinco anos às distribuidoras da Região Norte para aplicação de parâmetros de eficiência na gestão econômica e financeira, sem que sejam alterados parâmetros relacionados à qualidade do serviço prestado. O objetivo é mitigar efeitos econômicos em concessões que encontraram dificuldades em atender aos parâmetros dos contratos em razão dos efeitos da crise provocada pela covid-19.
 
O texto prevê mudança no critério de recolhimento do encargo da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), que passará a ser regional. A medida permitirá que os consumidores do Acre e de Rondônia tenham a mesma cobrança que os demais consumidores da região Norte (atualmente, eles contribuem como se estivessem nas regiões Sudeste e Centro-Oeste).
 
Os consumidores dos estados do Norte não precisarão mais pagar pelos empréstimos fornecidos às distribuidoras na época em que elas estavam sob controle temporário da União, que precedeu a privatização. Os empréstimos foram bancados pela Reserva Global de Reversão (RGR), um encargo cobrado na conta de luz.

Angra 3

O projeto também traz mecanismos vistos como importantes para aumentar a segurança jurídica na retomada da construção da usina nuclear de Angra 3, da Eletrobras, que teve obras paralisadas em 2015.
 
O texto aprovado no Congresso permite a criação de adicional tarifário para arcar com os custos relacionados ao contrato de comercialização de energia elétrica da usina nuclear Angra 3. Determina ainda que a outorga de autorização para a exploração da usina nuclear seja de competência exclusiva de uma empresa estatal, eliminando espaço para interpretações divergentes. Também permite, em caso de privatização, que seja outorgada nova concessão para contratos prorrogados.
 

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06/02/2021 00:00h

Medida Provisória foi aprovada pelo Senado e segue para sanção Presidencial

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Contas de luz nas regiões Norte e Nordeste terão aumento reduzido nos próximos anos. O Senado Federal aprovou a Medida Provisória 998/2020, chamada MP do Setor Elétrico, que destina recursos à Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). Decisão segue para sanção presidencial antes de passar a valer.

Segundo o texto, os recursos da Reserva Global de Reversão e da CDE serão aplicados para diminuir os aumentos nas contas de energia, até 2025, para os consumidores da Amazonas Distribuidora de Energia S.A., Boa Vista Energia S.A, Companhia de Eletricidade do Amapá, Companhia Energética de Alagoas, Companhia Energética do Piauí, Centrais Elétricas de Rondônia S.A e Companhia de Eletricidade do Acre. Todas elas são recém-privatizadas.

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Quando a pauta passou pela Câmara, os parlamentares alteraram as regras para permitir, além do contrato com as distribuidoras, a contratação de potência, que é a energia para as horas de maior consumo. Se sancionado sem vetos pela Presidência da República, será permitida a devolução de energia comprada pelas distribuidoras, que não foi utilizada. 

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05/02/2021 09:50h

Objetivo do programa é promover o acesso à eletricidade para populações que moram em regiões remotas da Amazônia Legal

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Consulta pública sobre o Programa Nacional de Universalização do Acesso e Uso da Energia Elétrica da Amazônia Legal – o Mais Luz – segue até 3 de março. O programa foi instituído pelo Decreto n° 10.221/2020 e tem o objetivo de promover o acesso à eletricidade para populações que moram em regiões remotas da Amazônia. 

Por meio da consulta pública n° 073/2020, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) vai colher as opiniões da sociedade sobre a previsão inicial de metas, fiscalização do cumprimento, fixação das regras para aumento da potência disponibilizada, e estabelecimento dos custos para operação e manutenção dos sistemas de geração isolada para atendimento aos consumidores.

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Interessados devem enviar as contribuições, até 3 de março deste ano, para o e-mail cp073_2020@aneel.gov.br.

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20/01/2021 00:00h

Há oportunidades nas áreas de Eletrotécnica, Soldagem, Energia, Refrigeração, Climatização, entre outras

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O Centro de Tecnologias do Gás e Energias Renováveis (CTGÁS-ER), do SENAI/RN, está com inscrições abertas para cursos de capacitação profissional. Há oportunidades nas áreas de Eletromecânica, Soldagem, Eletrotécnica, Energia (Eólica, GTD e Renováveis), Refrigeração e Climatização, Automação Industrial, Meio Ambiente e Segurança do Trabalho. As aulas são desenvolvidas nas modalidades à distância, presencial e semipresencial.

O diretor do CTGAS-ER, Rodrigo Diniz de Mello, explica como se inscrever nos cursos. “O CTGÁS-ER não possui um período específico de matrículas, sendo possível o acesso aos seus cursos em qualquer época do ano. As matrículas podem ser realizadas diretamente no site do SENAI/RN, onde os interessados podem procurar os cursos de interesse”. Segundo o diretor, é preciso ficar atento aos pré-requisitos específicos de cada curso. 

Arte - Brasil 61

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Mercado de trabalho

O instrutor de Eletrotécnica, Thiago Silva de Almeida, de Natal/RN, fez o curso Técnico em Eletrotécnica entre 2017 e 2020. Ele conta como a capacitação do CTGÁS-ER contribuiu para conquistar uma vaga no mercado de trabalho.

“Existe a parte didática, em sala de aula, e a parte prática, nos laboratórios. Isso ajudou demais na minha posição no mercado de trabalho, no meu desenvolvimento profissional e alavancou a minha carreira”, conta.

O professor do Instituto de Energia e Ambiente, da Universidade de São Paulo, Edmilson Moutinho dos Santos, explica que a geração de emprego na área tende a ser proporcional ao crescimento das fontes de energia renováveis. “Como nosso consumo total de energia tende a crescer, você verá expansões de emprego em todos os segmentos energéticos. O fato da geração elétrica, a partir de fontes eólicas, solar e a gás, estar com taxas de expansão importantes, isso gera empregos diretos”, explica.

Segundo o professor, a distribuição de equipamentos de geração de energia, nas cidades e no campo, vai aumentar a demanda por profissionais da manutenção.

Na página da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial é possível conferir um mapa de carreiras, no setor de energia eólica e de energia solar, de acordo com o nível de especialização.

A programação dos cursos do CTGÁS-ER está disponível no link e as matrículas podem ser feitas pelo site do SENAI/RN.

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07/01/2021 00:00h

Relator da matéria na Câmara, o deputado Leo Moraes (PODE-RO), explica que a MP busca realizar reformas estruturais no setor, além de adotar medidas para viabilizar organização do segmento de energia nuclear em todas as regiões

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Após ser aprovada pela Câmara dos Deputados, a Medida Provisória 998/2020, que trata de alterações na estrutura do setor elétrico, será analisada pelo Senado Federal. Entre os objetivos da proposta está a inserção de mecanismos de remanejamento de recursos para fins de modicidade tarifária. A ideia é minimizar os impactos econômicos com o aporte de recursos na Conta de Desenvolvimento Energético (CDE).

Relator da matéria na Câmara, o deputado federal Léo Moraes (PODEMOS-RO), explica que a MP também busca realizar reformas estruturais no setor, além de adotar medidas para viabilizar a organização do segmento de energia nuclear em todas as regiões do país, assim como a conclusão do projeto de Angra 3.

“Essa matéria traz modernização, apoio para as distribuidoras estatais, a possibilidade de investimento em Angra 3, que diz respeito à nossa soberania e traz a diminuição das tarifas da região Norte, de estados que, muitas vezes, foram esquecidos na política a energética em detrimento de outras unidades mais bem industrializadas”, destaca o parlamentar.  

Entre outros pontos, a proposta transfere para a Conta de Desenvolvimento Energético, entre 2021 e 2025, 30% dos recursos que as concessionárias de energia elétrica são obrigadas a aplicar em programas de pesquisa e desenvolvimento (P&D) e de eficiência energética.

Atualmente, quase R$ 3,5 bilhões não são utilizados em projetos de P&D e eficiência energética, que poderão ser direcionados para a CDE com o intuito de reduzir potenciais aumentos de tarifas provocados efeitos da pandemia do novo coronavírus. Como houve redução do consumo de energia por conta da atual crise sanitária, as distribuidoras de energia fizeram empréstimo de R$ 15,3 bilhões para compensar as perdas de receita.

Durante os debates, foram emitidas críticas sobre uma possível privatização do setor. No entanto segundo o deputado federal Arnaldo Jardim (CIDADANIA-SP), existe uma garantia de que não haverá disponibilidade total para que companhias da iniciativa privada tomem conta dos serviços referentes ao setor elétrico no país.

“A Nuclep está sendo revista, de sociedade de economia mista, para podermos fazer frente à essa preocupação. De outra parte, há também total certeza de que o gerenciamento em torno de Furnas será feito por estatal. Portanto, nós estamos longe de ter o risco de uma privatização da energia nuclear, de Furnas particularmente”, pontua.

A medida sugere, ainda, outros mecanismos, como a possibilidade de contratação de usinas para atender necessidade de potência do sistema elétrico; além de permitir que o poder concedente possa incluir homologação de reserva de capacidade para o atendimento das necessidades do mercado nacional.

Angra 3

O texto da Medida Provisória 998/2020, sob a relatoria do deputado Léo Moraes, permite a criação de adicional tarifário para arcar com os custos inerentes ao contrato de comercialização de energia elétrica de Angra 3. Além disso, segundo a proposta, há autorização para que a exploração da usina nuclear seja de competência exclusiva de uma empresa estatal, o que impede espaço para interpretações distintas.

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A usina Angra 3 está sendo construída na praia de Itaorna, em Angra dos Reis (RJ). Segundo dados do governo divulgados em julho, o projeto está com 67,1% das obras civis já executadas.

Ainda de acordo com a MP, será determinada a transferência para a União de todas as ações da Indústrias Nucleares do Brasil (INB) e da Nuclebrás Equipamentos Pesados (Nuclep), inclusive as que estão nas mãos da iniciativa privada.
 

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09/12/2020 01:00h

Levantamento feito pela confederação revela que esses são os principais fatores responsáveis pela elevada tarifa de energia elétrica no país

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A energia elétrica é um dos insumos determinantes para a competitividade no Brasil. A disponibilidade e o custo têm relação direta com o desempenho da indústria nacional. Um levantamento feito pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que os principais fatores responsáveis pela elevada tarifa de energia elétrica no País são os 16 encargos e taxas setoriais incorporados à conta de luz.

No orçamento de 2020, de acordo com o levantamento da CNI, o impacto de encargos somados aos tributos é de R$ 33,1 bilhões, dos quais R$ 22 bilhões são destinados às despesas da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), fonte de financiamento de diferentes subsídios que incidem sobre a conta de luz, como o Programa Luz para Todos e a Conta de Consumo de Combustíveis (CCC).

Na avaliação do presidente da Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e Consumidores Livres (Abrace), Paulo Pedrosa, a energia explica boa parte do problema da competividade no Brasil. Para Pedrosa, a solução está em levar para o parlamento brasileiro as pautas do setor industrial. 

“Hoje nós pagamos encargos, taxas, subsídios, ineficiência do modelo do setor e a riqueza da energia, do sol, do vento, do gás do pré-sal, termina sendo capturada por elos da cadeia produtiva da energia, por segmentos do setor e por segmentos da sociedade. Não chega como uma vantagem comparativa no Brasil. A solução é levar ao Congresso a voz da indústria”, disse Pedrosa, durante o evento Painel da Energia, organizado pela CNI. 

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Caminhos para redução da conta de luz

Um dos caminhos apontados pela CNI para redução dos custos de energia é o Projeto de Lei 6.407/13, também conhecido como nova Lei do Gás. A proposta foi aprovada na Câmara e deve ser votada no Senado até o final de dezembro.  

O entendimento da CNI é de que o novo marco legal moderniza o setor e garante segurança jurídica para atração de investidores, ao estabelecer regras como a independência do transporte de gás e o acesso de terceiros as infraestruturas essenciais, entre as quais dutos de escoamento, unidades de processamento de gás e terminais de GNL.

Para Cláudio Frischtak, economista e sócio da Inter B Consultoria, a nova norma vai reduzir o preço do combustível e ter impacto direto na competividade dos setores da indústria, do comércio e dos serviços. 

“Nós temos um potencial inexplorado ainda e que está esperando um novo marco legal. É a Lei do Gás. É uma lei redonda e voltada para um futuro de um Brasil novo, sem subsídios, voltado para os ganhos de competividade e produtividade. Afeta também o GLP, que é usado por milhões de famílias brasileiras que pagam muito pelo botijão de gás”, completa.  

Outro caminho apontado pela confederação passa pela discussão de políticas de subsídio dos governos no Orçamento, para que não se tornem subsídios eternos incorporados à conta de energia. O levantamento da CNI apontou ainda que o país tem hoje um peso de tributos e encargos que chegam a 38% do custo tarifário total da energia elétrica.

Para Frischtak, o contexto dos elevados custos de energia é mais amplo do que a redução da concorrência industrial. “Há perda de competitividade sim, mas isso está escrito em uma questão mais ampla, que é uma economia voltada para transferências e não para produtividade”, diz. 

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07/12/2020 13:00h

Eleições no municípios foram adiadas por conta do apagão

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Josiel Alcolumbre (DEM) e Dr. Furlan (Cidadania) vão disputar o segundo turno da eleição para prefeito em Macapá (AP), que ocorrerá em 20 de dezembro. O pleito teve o calendário adiado por conta da crise energética que o município vivenciou em novembro. 

No primeiro turno, que ocorreu no último domingo (6), Alcolumbre obteve 29,47% dos votos válidos, contra 16,03% do candidato Dr.Furlan. Ao todo, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mais de 217 mil eleitores compareceram às urnas neste domingo (6) na capital do Amapá e foram registradas mais de 75 mil abstenções, o que equivale a 25,81% do eleitorado.

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Além disso, os macapaenses que compareceram às urnas elegeram 23 vereadores. O pedido de adiamento das eleições municipais em Macapá partiu do Tribunal Regional Eleitoral do estado (TRE-AP) devido à instabilidade no fornecimento da energia elétrica na região. Em 12 de novembro, o plenário do TSE atendeu a solicitação e o pleito seguiu um calendário diferente dos outros municípios do País. 

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04/12/2020 14:00h

Governo Federal prevê atendimento a mais de 2,5 mil famílias em dois anos; foco está no uso da energia renovável, em especial que vem da luz solar

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O Governo Federal  publicou nesta quinta-feira (3) o Termo de Compromisso para a implementação do Programa Mais Luz para a Amazônia no Amapá. A iniciativa visa estabelecer as metas para o atendimento com energia elétrica à população que vive em áreas remotas do estado e que ainda não possui acesso a esse serviço público. Nesses locais não é possível o atendimento com extensão de redes convencionais. 
 
A expectativa é de que mais de 2,5 mil famílias sejam atendidas nos próximos dois anos, por meio de sistemas de geração que utilizam energia renovável, especialmente a energia solar. Com isso, contribui-se para a preservação da Floresta Amazônica e a diminuição da emissão de gases do efeito estufa. 

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O acesso à energia elétrica também deve possibilitar o desenvolvimento econômico e social das comunidades que ficam na Amazônia Legal, pois estimula as atividades voltadas para o aumento da renda familiar e pelo uso sustentável dos recursos que a região oferece.

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