VoltarRepresentantes empresariais destacaram a presença das mulheres nos negócios e nos espaços de decisão
Baixar áudioA participação das mulheres no empreendedorismo e nos espaços de decisão esteve entre os temas abordados por representantes do setor empresarial durante o encontro Diálogo pelo Futuro do Brasil, realizado nesta terça-feira (18), em Brasília. Promovido pela União Nacional das Entidades do Comércio e Serviços (UNECS), o evento reuniu lideranças do setor produtivo e candidatos à Presidência da República.
O Conselho Nacional da Mulher Empreendedora e da Cultura (CMEC), vinculado à Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), que faz parte da UNECS, esteve entre as entidades presentes no encontro. A presidente nacional do Conselho, Ana Claudia Cotait, destacou a importância da participação da instituição como forma de inserir o empreendedorismo feminino e a representação das mulheres no diálogo com os presidenciáveis.
Segundo Ana Claudia, a presença feminina no eleitorado brasileiro ainda não se reflete na mesma proporção nos espaços políticos. Para ela, o encontro também foi uma oportunidade de conhecer as propostas dos candidatos para as mulheres e para as empreendedoras nos próximos quatro anos.
“É muito importante que o CMEC esteja presente para falar sobre empreendedorismo e também sobre mulheres na política. Nós temos uma população enorme, hoje. Na nossa população, a maioria são mulheres eleitoras. Segundo o IBGE, diante da nossa população, não há um reflexo desse quadro na política como a gente imaginava. Então, a gente precisa realmente estar presente num evento como esse, até para questionar os presidenciáveis quais os projetos para as mulheres do nosso Brasil”, ponderou a presidente.
A participação feminina no empreendedorismo brasileiro tem avançado. Em artigo publicado pela CACB em março deste ano, Ana Claudia destacou que mais de 10 milhões de mulheres estão à frente de negócios no Brasil, o equivalente a cerca de 34% dos empreendedores do país.
Além da atuação à frente dos próprios negócios, a presença feminina em cargos de liderança e espaços de decisão também esteve entre os temas abordados durante o encontro com os presidenciáveis. A presidente da Associação Comercial e Industrial de Londrina (Acil), Vera Antunes, chamou atenção para o número ainda reduzido de mulheres no evento, mas ressaltou que a participação feminina no ambiente empresarial está em crescimento.
“Nós estamos numa crescente. A Forbes 2024 mostrou que, com as mulheres no cargo de CEO, de gestora, de diretora ou presidente, a empresa lucra 25% a mais. Então, vejo com bons olhos. É um momento que as mulheres estão despontando, entendendo o poder, a representatividade que a mulher tem hoje no mundo dos negócios”, destacou a presidente da Acil.
A dirigente também relacionou o cenário enfrentado pelas mulheres empreendedoras aos desafios mais amplos do setor produtivo. Na avaliação de Vera, juros elevados, inflação e o desempenho da economia estão entre as questões que afetam empresas dos setores de comércio, serviços e indústria.
Esta foi a terceira edição do Diálogo pelo Futuro do Brasil. O encontro foi realizado em formato de conversas individuais com os presidenciáveis, sem debate entre os participantes.O Sistema do Associativismo também esteve presente no evento.
VEJA MAIS:
Gasto Brasil: novas funcionalidades permitem maior detalhamento dos gastos no país
Mais de R$ 3,4 trilhões em despesas públicas: painel Gasto Brasil é lançado no Congresso Nacional
Durante a programação, a UNECS apresentou um manifesto com 14 eixos estratégicos que reúne propostas das entidades do comércio e serviços para temas como redução do Custo Brasil, empreendedorismo, modernização do ambiente regulatório, geração de empregos e investimentos.
Participaram da programação Augusto Cury (Avante), Renan Santos (Missão), o candidato a vice-presidente Alfredo Gaspar e Ronaldo Caiado (PSD). Além do CMEC, o encontro contou com representantes das entidades que integram a UNECS e lideranças empresariais de diferentes regiões do país.
Copiar o texto
Baixar áudioO presidente do Senado, Davi Alcolumbre, divulgou uma nota à imprensa sobre o encaminhamento de três propostas consideradas prioritárias para análise das comissões, entre elas a que trata da redução da jornada de trabalho e do fim da escala 6x1.
No entanto, para a Confederação Nacional da Indústria (CNI), não é razoável levar o tema à votação em meio ao período eleitoral. A entidade defende que uma eventual mudança nas regras trabalhistas seja discutida com base em critérios técnicos e com a participação dos diferentes setores envolvidos.
O presidente da CNI, Ricardo Alban, afirma que esse debate precisa ser aprofundado, mas considera inadequado que a discussão seja influenciada pelo calendário eleitoral.
“Esse debate com a sociedade e os setores da economia precisa ser feito e aprofundado, mas não neste momento. Após as eleições teremos condições de discutir com a moderação que o assunto requer. Não é correto que esse processo sofra pressão de momentos eleitorais, porque sabemos que as decisões não virão equilibradas”, enfatiza.
Para Alban, a negociação coletiva deve continuar sendo o principal instrumento para a definição de jornadas e escalas de trabalho, permitindo soluções mais adequadas às diferentes realidades de trabalhadores e empresas.
O presidente do Conselho de Relações do Trabalho da CNI, Alexandre Furlan, também defende que o tema seja discutido com seriedade e profundidade. Segundo ele, uma decisão dessa dimensão deve considerar dados técnicos e os impactos econômicos, sociais e produtivos da medida, sem a influência do calendário eleitoral e da polarização política.
“O Brasil possui uma economia diversificada, e as relações de trabalho não são iguais em todos os setores. A realidade da indústria é diferente da realidade do comércio, da saúde, dos serviços, da agricultura ou de tantas outras atividades. Existem diferentes jornadas, modelos de operação, níveis de produtividade e necessidades específicas que precisam ser considerados”, destaca.
Furlan defende a ampliação do debate, com a participação dos diferentes setores envolvidos e uma análise detalhada dos possíveis efeitos sobre o emprego, a produtividade, os custos, a competitividade e a organização da produção.
“O objetivo deve ser encontrar uma solução equilibrada e sustentável para o país. Uma mudança estrutural das relações de trabalho não pode ser transformada em instrumento de disputa eleitoral. Deve ser resultado de um debate técnico, responsável e plural, capaz de considerar a complexidade e a diversidade do mundo do trabalho brasileiro”, pontua.
Segundo estudo da CNI, a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas pode elevar em até R$ 267,2 bilhões por ano os custos com empregados formais no país. O valor representaria um aumento de até 7% na folha de pagamento das empresas.
Projeções da entidade apontam impactos entre 6% e 9% em diferentes setores da economia, com reflexos sobre alimentos, serviços e vestuário, entre outros segmentos.
Na indústria, o impacto estimado chega a cerca de R$ 88 bilhões, o equivalente a uma alta de 11% nos custos do setor.
Além disso, estimativas da CNI também indicam que o Produto Interno Bruto (PIB) do país terá queda de 0,7%, caso a jornada de trabalho seja reduzida de 44 para 40 horas semanais. O percentual equivale a uma perda de R$ 76,9 bilhões para a economia brasileira.
A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 já foi aprovada na Câmara dos Deputados e aguarda apreciação dos senadores. Pelo texto aprovado, 60 dias após a promulgação da PEC, passariam a valer as seguintes regras:
Após um ano, a carga horária seria reduzida novamente, passando de 42 para 40 horas semanais.
Em nota divulgada na última sexta-feira (14), Davi Alcolumbre informou que participou de reuniões com o governo para discutir as prioridades do Executivo e a agenda legislativa considerada relevante para o país.
Nesse contexto, o presidente do Senado determinou o encaminhamento da PEC 221/2019 e de outras duas propostas prioritárias às comissões competentes. Segundo Alcolumbre, as matérias são consideradas de alta complexidade e seguirão o rito ordinário e regimental no Senado, com espaço para análise e aprofundamento necessários.
VEJA MAIS:
Copiar o texto
Baixar áudioRepresentantes dos setores de comércio e serviços apresentaram nesta terça-feira (18), em Brasília, propostas aos pré-candidatos à Presidência da República para os próximos quatro anos. O encontro ‘Diálogo pelo Futuro do Brasil', promovido pela União Nacional das Entidades do Comércio e Serviços (UNECS), reuniu lideranças empresariais para discutir temas como crescimento econômico, competitividade, segurança jurídica e ambiente de negócios.
O documento reuniu propostas defendidas pelas entidades dos setores em áreas como redução do Custo Brasil, fortalecimento do empreendedorismo, modernização do ambiente regulatório, geração de empregos e estímulo aos investimentos.
No Brasil, o setor de comércio e serviços concentra uma parcela significativa das empresas e ocupa papel estratégico na geração de emprego e renda.
O presidente da UNECS, Leonardo Miguel Severini, destacou a participação do comércio e dos serviços na economia brasileira e afirmou que o encontro buscou aproximar as demandas do setor das propostas apresentadas pelos pré-candidatos.
Segundo Severini, as entidades representam empresas de diferentes portes, desde negócios familiares e micro e pequenos empreendedores até redes nacionais. O evento chegou à terceira edição e foi organizado em conversas individuais com os pré-candidatos. Entre as pautas apresentadas pelo setor estavam liberdade econômica, segurança jurídica e isonomia regulatória.
“Nós representamos quase 70% do PIB, e é através da UNECS que a gente estimula e subsidia a Frente Parlamentar do Comércio e Serviço nas pautas. A gente procura promover uma conversa com cada um dos candidatos. Não é um debate, mas é uma conversa específica com cada um separadamente, onde a gente procura extrair deles o melhor para efeito de entender qual se encaixa nas nossas pautas que são liberdade econômica, segurança jurídica, isonomia regulatória, tudo que faz com que a economia e o dinheiro circulem”, destacou Severini.
Participaram da programação, os candidatos Augusto Cury (Avante), Renan Santos (Missão) Alfredo Gaspar (vice-presidente do PL) e Ronaldo Caiado (PSD).
Integrante da UNECS, a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) levou ao encontro pautas relacionadas ao associativismo empresarial e às condições para o desenvolvimento das micro e pequenas empresas.
O presidente da CACB, da Federação das Associações Comerciais de SP (FACESP) e da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Alfredo Cotait Neto, avaliou que a reunião abriu espaço para que as entidades apresentassem aos pré-candidatos sugestões que poderão ser incorporadas aos programas de governo.
“É um dia onde nós vamos ouvir e é uma oportunidade de trocar informações, uma oportunidade de podermos dar sugestões para que os presidenciáveis coloquem no seu programa de governo os assuntos fundamentais de proteção ao micro e pequeno”, frisou Cotait.
Entre as prioridades apontadas pela CACB esteve a reforma administrativa. Cotait defendeu que o tema seja colocado em discussão no início do próximo mandato, em articulação com o Congresso Nacional.
“A gente poderia enumerar aqui vários temas, vários assuntos. E um deles é a reforma administrativa, que nós achamos que deve ser prioritária para que no dia 1º de fevereiro, quem estiver no comando já estabeleça, junto com o Congresso Nacional, que vai ser renovado, a pauta da discussão da reforma administrativa”, disse.
Para o presidente da CACB, a discussão está relacionada à trajetória das despesas públicas e da dívida. Na avaliação de Cotait, sem mudanças nessa área, o país poderá enfrentar dificuldades fiscais nos próximos anos.
“Se continuar nessa tendência de crescimento das despesas e crescimento da dívida, nós teremos gravíssimos problemas pela frente. Então, eu acho que essa pauta é inadiável”, pontuou.
Durante a dinâmica do evento, Alfredo Cotait questionou quais seriam as prioridades para ampliar os investimentos, reduzir o custo do crédito e criar um ambiente mais favorável ao crescimento das empresas, com atenção especial às micro e pequenas empresas.
Em resposta, Renan Santos (Missão), por exemplo, apontou o custo elevado e a baixa oferta de crédito como entraves à atividade produtiva no país. Ele defendeu maior concorrência no sistema financeiro, mais segurança jurídica nas operações de crédito e uma política fiscal capaz de contribuir para a redução dos juros. Segundo Santos, a combinação entre crédito caro e falta de previsibilidade dificulta o planejamento de longo prazo e limita investimentos e a expansão de empresas dos setores de comércio e serviços.
O encontro também abriu espaço para agendas de entidades estaduais. A Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (Facisc) apresentou a plataforma Voz Única, que reúne demandas do setor produtivo catarinense aos candidatos à Presidência.
O presidente da entidade, Elson Otto, explicou que a iniciativa chegou à 5ª edição e reuniu contribuições das associações empresariais e das 12 regionais da federação. “A Voz Única é a demanda do setor produtivo, que inclui a indústria, o comércio, a prestação de serviço, o turismo e o agronegócio aos candidatos à Presidência da República”, explicou Otto.
VEJA MAIS:
A plataforma contempla propostas relacionadas a áreas como infraestrutura, saúde pública, educação, segurança pública, habitação e eficiência na gestão pública.
Augusto Cury (Avante) destacou que a aceleração do acesso à informação tem transformado profundamente a sociedade e impactado diretamente comerciantes e empresários do setor de serviços. Segundo ele, a mente humana está cada vez mais sobrecarregada, em um cenário marcado pela velocidade, pela polarização e pelo individualismo.
Diante disso, Cury defendeu a necessidade de um “pacto emocional”, capaz de resgatar relações mais humanas em meio às pressões do cotidiano e dos negócios. Ao compartilhar sua própria trajetória como empresário, ressaltou ainda que o sucesso financeiro não deve ser um fim em si mesmo.
“O dinheiro só é importante quando você o distribui”, afirmou, ao defender que prosperidade, realização e felicidade também passam pela capacidade de compartilhar, construir relações e contribuir para a sociedade.
A reforma tributária, a redução de gastos públicos e a segurança jurídica para o setor produtivo também estiveram entre os temas abordados durante o encontro com os presidenciáveis. Representando a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL), o candidato a vice-presidente, Alfredo Gaspar, afirmou que uma das propostas seria revisitar a reforma tributária, com críticas à alíquota projetada para o Imposto sobre Valor Agregado (IVA) e aos impactos sobre comércio e serviços.
Segundo ele, a proposta também prevê a redução de despesas consideradas desnecessárias e a busca por regras mais estáveis para as empresas. Durante a fala, o candidato relacionou essas medidas à necessidade de reduzir custos para o setor produtivo e estimular a geração de emprego e renda.
“Primeiro compromisso da agenda presidencial é revisitar a reforma tributária para nós não permitirmos esse absurdo de 28% do IVA. Isso é um compromisso que o presidente Flávio Bolsonaro leva muito a sério. […] Segundo, o brasileiro empresário, o setor de comércio e serviço não aguentam mais sustentar esse estado tão pesado. Nós vamos meter a tesoura nos gastos públicos desnecessários”, afirmou.
O governador de Goiás e candidato à Presidência, Ronaldo Caiado (PSD), relacionou o crescimento das apostas online ao comprometimento da renda das famílias e aos impactos sobre o consumo. Na avaliação dele, recursos destinados às apostas deixam de circular em atividades da economia formal, com reflexos para setores como comércio e varejo.
Ao ser questionado sobre como enfrentaria o problema caso fosse eleito, Caiado afirmou que incluiu o tema em seu plano de governo e antecipou medidas contra plataformas que atuam de forma irregular. O candidato também defendeu limitações à publicidade e aos patrocínios das empresas de apostas.
“Eu já coloquei no meu plano de governo. Primeiro, atuarei contra a ilegalidade, ou seja, contra o não cumprimento das regras. Segundo lugar, em relação ao nível que as bets têm hoje de patrocínio, também farei ações extremamente limitadoras a fim de reduzir essa epidemia que tem endividado e destruído famílias”, afirmou.
Caiado também associou plataformas de apostas e fintechs a operações de lavagem de dinheiro provenientes do narcotráfico e da corrupção.
Copiar o texto
Baixar áudioSegundo o recorte regional da pesquisa Quaest, encomendada pela Globo, Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, lidera as intenções de voto nas regiões Norte e Nordeste, em eventual 2º turno contra Flávio Bolsonaro, do PL, com 54% e 61%, respectivamente, ante 35% e 26% alcançados pelo candidato do PL. Já no cenário geral, considerando todos os segmentos analisados, como escolaridade, cor, sexo, entre outros, Lula aparece com 43% das intenções de voto, ante 40% de Flávio.
Ainda seguindo a divisão regional do eleitorado, Flávio Bolsonaro aparece à frente em três regiões. No Sul, marca 54% das intenções, contra 27% de Lula; no Sudeste, aparece com 44%, ante 36% do candidato do PT. Já no Centro- Oeste, o senador marca 48% e Lula 29% das intenções de voto do eleitorado brasileiro.
Conforme o portal G1.com, considerando os percentuais alcançados por Lula x Flávio no cenário geral de 2º turno – 43% a 40%, respectivamente – e todos os segmentos analisados, há empate técnico entre os candidatos. A explicação é de que a diferença de 3 pontos está dentro da margem de erro.
Ainda em relação ao balanço nacional de 2° turno testado, Lula tem 45% contra 34% de Romeu Zema (Novo), 44% contra 37% de Ronaldo Caiado (PSD) e 44% contra 36% de Renan Santos (Missão).
Um dos recortes analisados pela pesquisa para identificar a intenção de voto dos brasileiros considera os segmentos sociais, como faixa de renda, escolaridade, religião, idade e gênero dos eleitores. Além disso, a região também é considerada.
Para a pesquisa Quaest, encomendada pela Globo, Lula também foi testado contra Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão).
Considerando o recorte regional para um eventual 2° turno entre Lula e Ronaldo Caiado (PSD), 62% dos respondentes da Região Nordeste votaria no candidato petista, já 24% em Caiado. Lula também lidera nas intenções de voto no Norte, com 57% ante 27% do adversário.
Nas demais regiões do país, o candidato do PSD aparece à frente. Ele lidera entre os eleitores que participaram da pesquisa no Centro-Oeste, com 49% das intenções de voto, contra 31% de Lula; no Sudeste, com 40% das intenções ante 38% marcadas pelo candidato do PT; e também no Sul, onde marca 50%, ante 28% do petista.
No cenário contra Romeu Zema (Novo) no 2° turno das eleições, Lula mantém vantagem regional no Nordeste, no Norte e no Centro-Oeste, segundo o recorte por segmentos sociais da Quaest. Além disso, os candidatos empatam com 39% das intenções de voto na Região Sudeste. Já na Região Sul, Zema lidera.
Confira o percentual por região, considerando Lula X Romeu Zema:
Já em um eventual segundo turno contra Renan Santos (Novo), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mantém vantagem regional apenas no Nordeste e no Norte, conforme o recorte por segmentos sociais. No Nordeste, o petista registra 58% das intenções de voto, contra 28% de Renan Santos. Já no Norte, Lula aparece com 56%, ante 29% do candidato do Novo.
Renan Santos, por sua vez, lidera em três regiões brasileiras. No Sudeste, Renan alcança 40%, ante 38% do candidato do PT. No Centro-Oeste, 38% contra 33% de Lula, e tem vantagem, ainda, no Sul, onde soma 46%, ante 30% do petista.
Para a pesquisa, a Quaest entrevistou 2.004 eleitores de forma presencial em todo o país, entre os dias 10 e 13 de agosto.
A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O número de registro da pesquisa é BR-06773/2026.
Copiar o texto
Baixar áudioAs eleitoras e os eleitores que estiverem fora do domicílio eleitoral no dia das eleições têm até o dia 20 de agosto para solicitar o voto em trânsito. A solicitação temporária do local de votação pode ser feita pela página do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na internet ou nos cartórios eleitorais em todo o país.
O voto em trânsito permite ao eleitor votar fora de sua cidade no dia do pleito, em outro município, desde que seja capital ou cidade com mais de 100 mil eleitores.
A medida não pode ser solicitada para eleitores com domicílio eleitoral no Brasil que estiverem viajando para o exterior.
O pedido de voto em trânsito pode ser feito para cidades distintas em cada um dos turnos. Além disso, alterações ou cancelamentos das solicitações poderão ser feitos até o dia 20 de agosto.
O pedido de habilitação para voto em trânsito deve ser feito de forma online pelo Autoatendimento Eleitoral ou em um cartório eleitoral de forma parcial.
Na solicitação eletrônica, o eleitor deve clicar no menu "Fazer Transferência temporária do local de votação". Em seguida, deve preencher os dados, consultar os locais com vagas disponíveis e seguir as orientações da página.
Já em caso de atendimento presencial, basta apresentar um documento oficial com foto no cartório eleitoral mais próximo.
Se o local informado estiver dentro do mesmo estado do domicílio eleitoral, a pessoa poderá votar para todos os cargos em disputa, sendo: deputado federal, estadual, distrital, governador, senador e presidente da República.
Já caso a solicitação for para uma cidade fora do estado, o eleitor estará habilitado apenas a votar no Poder Executivo.
Em caso de não comparecimento ao local de votação no dia do pleito, o eleitor deverá fazer a justificativa de ausência, disponibilizada por meio do aplicativo e-Título.
Os eleitores que possuem título registrado no exterior poderão solicitar voto em trânsito se estiverem de passagem pelo Brasil. Nesse caso, o voto só poderá ser exercido para o cargo de presidente.
Conforme o calendário eleitoral, o 1º turno está marcado para o dia 4 de outubro. Nesta data, serão escolhidos deputados federais, estaduais, distritais, governadores, senadores e o presidente da República.
Se houver, o 2° deve ocorrer no dia 25 de outubro de 2026 com votação para governadores e presidente da República.
Copiar o texto
Baixar áudioO Senado Federal aprovou 16 empréstimos externos no valor total de US$ 1,87 bilhão para estados e municípios com a garantia da União. Como os entes federativos precisam de autorização federal para contratar financiamentos junto a instituições financeiras internacionais, as operações passaram pela análise do governo federal, que posteriormente encaminhou mensagens ao Senado para autorizar a contratação dos empréstimos.
Entre as operações aprovadas, duas são destinadas ao município de São Paulo, no valor total de US$ 701,9 milhões. Desse montante, US$ 496,6 milhões serão destinados ao Programa de Redução da Emissão de Gases Poluentes, que prevê a eletrificação da frota de ônibus da capital paulista. O financiamento será concedido pelo Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD).
Outros US$ 205,3 milhões serão utilizados no Programa de Reestruturação e Qualificação da Rede Hospitalar e de Atenção Especializada da Cidade de São Paulo, com financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).
Belo Horizonte (MG) também teve uma operação de crédito aprovada. O município poderá contratar US$ 204 milhões junto ao BID para financiar o Programa de Recuperação Ambiental e Saneamento dos Fundos de Vale e Córregos em Leito Natural de Belo Horizonte.
VEJA MAIS:
Copiar o texto
Baixar áudioNas eleições gerais de 2022, Pablo Marçal, então filiado ao PROS, foi o candidato a deputado federal mais votado que não se elegeu. Em São Paulo, ele recebeu 243.037 votos, mas ficou de fora. No mesmo estado, o deputado Tiririca (PL) foi eleito com 71.754 votos — menos de um terço da votação de Marçal.
A diferença se explica pelas regras do sistema proporcional, que considera não apenas a votação individual dos candidatos e candidatas, mas também o desempenho dos partidos e das federações.
O primeiro cálculo é o do quociente eleitoral, obtido pela divisão do número de votos válidos para determinado cargo pelo total de vagas disponíveis.
Por exemplo, em 2022, São Paulo registrou 34.667.793 votos válidos para preencher 70 cadeiras na Câmara dos Deputados, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Portanto, o quociente eleitoral foi de aproximadamente 495.254 votos.
O resultado serve como referência para a distribuição das vagas entre os partidos. Na etapa de distribuição das vagas pelo quociente partidário, também é necessário observar a votação mínima individual dos candidatos: para ocupar uma cadeira, o candidato precisa ter recebido pelo menos 10% do quociente eleitoral.
O segundo cálculo é o quociente partidário, que determina quantas vagas cada partido terá direito a ocupar. Para isso, divide-se o número de votos válidos dados para o mesmo partido político ou federação pelo quociente eleitoral.
Só então as vagas são preenchidas pelos candidatos mais votados daquela legenda que cumprirem os requisitos de votação individual.
É por isso que um candidato pode receber uma votação expressiva e, ainda assim, não ser eleito. Se o partido não obtiver votos suficientes para conquistar uma cadeira, a votação individual do candidato não garante a eleição.
Foi o que ocorreu com Pablo Marçal em 2022. Apesar dos 243.037 votos, o desempenho do PROS em São Paulo não foi suficiente para assegurar uma vaga pelo quociente partidário.
O caso ganhou destaque porque, naquele ano, já estava em vigor a proibição das coligações partidárias nas eleições proporcionais, ou seja, para disputar vagas de deputados federais, estaduais e vereadores. Com isso, a votação obtida individualmente por cada legenda passou a ter peso ainda maior na distribuição das cadeiras.
O fenômeno também ocorreu em outros estados. Em Mato Grosso, a Professora Rosa Neide (PT) recebeu 124.671 votos e não foi eleita. No Ceará, Denis Bezerra (PSB) teve 118.822 votos. Em Pernambuco, Daniel Coelho (Cidadania) somou 110.511.
Nos três casos, a votação individual superou a de candidatos que conseguiram uma vaga, mas o desempenho das respectivas legendas não foi suficiente para garantir a eleição na primeira etapa da distribuição.
Depois da distribuição das vagas pelo quociente partidário, podem restar cadeiras que ainda não foram preenchidas. É nesse momento que entra o cálculo das médias, utilizado para distribuir as chamadas sobras eleitorais.
A média de cada partido ou federação é calculada pela divisão do número de votos válidos que o partido recebeu para determinado cargo pelo quociente partidário, acrescido de 1. A vaga é destinada à legenda que apresentar a maior média, seguindo-se novo cálculo até que todas as cadeiras sejam preenchidas.
Nas eleições de 2022, para disputar as vagas pelo cálculo das médias, as legendas precisavam cumprir dois requisitos:
Ainda poderiam restar vagas depois dessa etapa. São as chamadas “sobras das sobras”. Em 2024, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que todos os partidos e federações poderiam participar dessa última etapa da distribuição, independentemente de terem alcançado a cláusula de desempenho prevista para a fase anterior.
VEJA MAIS:
Copiar o texto
Baixar áudioO atual presidente Lula (PT) voltou a ampliar a vantagem sobre Flávio Bolsonaro (PL) no Nordeste, segundo a edição mais recente da Pesquisa BTG/Nexus sobre as intenções de voto para a Presidência da República nas eleições de 2026, divulgada nesta segunda-feira (10).
Apesar de Flávio ainda liderar no Sul, a vantagem sobre Lula diminuiu 13 pontos percentuais no primeiro turno em relação ao levantamento anterior. Já o Sudeste passou a concentrar a maior proporção de eleitores que se identificam como “bolsonaristas convictos”.
No Nordeste, Lula ampliou novamente a vantagem e aparece com 53% das intenções de voto no primeiro turno, contra 28% de Flávio Bolsonaro. O candidato do PL recuou seis pontos percentuais em relação à semana anterior. Os demais pré-candidatos não ultrapassaram 4%.
Em um eventual segundo turno, Lula também lidera com 59% das intenções de voto, contra 34% de Flávio.
O Nordeste apresenta os indicadores mais favoráveis ao governo federal. Segundo a pesquisa, 56% dos entrevistados aprovam a gestão Lula. Além disso, 42% classificam o governo como ótimo ou bom, resultado um ponto percentual inferior ao registrado no levantamento anterior.
A região também voltou a apresentar a maior proporção de eleitores que se declaram “lulistas convictos”, com 27%, além da menor taxa de rejeição ao atual presidente, de 31%.
O Sul é a região onde Flávio Bolsonaro registra a maior vantagem sobre Lula no primeiro turno. O candidato do PL aparece com 44% das intenções de voto, contra 33% do petista. Apesar da liderança, a diferença diminuiu 13 pontos percentuais em relação ao levantamento anterior.
Em um eventual segundo turno, Flávio Bolsonaro amplia a vantagem e chega a 54% das intenções de voto, enquanto Lula registra 40%.
A região também concentra os indicadores mais negativos para o governo federal. A desaprovação à gestão chega a 57%, enquanto 52% dos entrevistados classificam o governo como ruim ou péssimo.
Nas pesquisas anteriores, o Sul apresentava a maior proporção de eleitores que se declaravam “bolsonaristas convictos”. Porém, no atual levantamento, a região perdeu a liderança para o Sudeste: 32% dos entrevistados no Sudeste se identificam dessa forma, contra 29% no Sul.
No Sudeste, a disputa aparece mais equilibrada. No primeiro turno, Flávio Bolsonaro tem uma vantagem de quatro pontos percentuais sobre Lula, com 38% das intenções de voto, contra 34% do atual presidente. Em um eventual segundo turno, a diferença aumenta: Flávio registra 48%, ante 42% de Lula.
No levantamento anterior, era o petista que tinha a vantagem na região.
Na avaliação do governo federal, a desaprovação supera a aprovação no Sudeste: a gestão é aprovada por 41% dos entrevistados e desaprovada por 54%. Outros 31% classificam o governo como ótimo ou bom, e 50% como ruim ou péssimo.
O Sudeste também registrou aumento na proporção de eleitores que se identificam como “bolsonaristas convictos”. O grupo representa 32% dos entrevistados, enquanto 24% se declaram “lulistas convictos”.
No bloco formado por Norte e Centro-Oeste, Lula mantém a liderança no primeiro turno, com 42% das intenções de voto, contra 33% de Flávio Bolsonaro. Ronaldo Caiado (PSD) aparece na terceira posição, com 13%.
Já em um eventual segundo turno, a disputa é mais apertada: o petista registra 47%, contra 43% de Flávio. No levantamento anterior, Bolsonaro liderava a simulação na região.
Em relação à pesquisa da semana passada, a avaliação do governo federal melhorou. A aprovação chegou a 52%, enquanto 43% dos entrevistados desaprovam a gestão.
No cenário nacional para o primeiro turno, Lula lidera com 40% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro, com 35%. Em relação à rodada anterior, Lula recuou um ponto percentual, enquanto Flávio Bolsonaro caiu dois pontos. Com isso, a diferença entre os dois permanece em cinco pontos percentuais.
Os demais pré-candidatos aparecem com índices de um dígito: Ronaldo Caiado registra 5% das intenções de voto, Renan Santos (Missão) soma 4% e Romeu Zema (Novo), 3%.
Na simulação de segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, o cenário também permanece tecnicamente equilibrado. O atual presidente aparece com 47% das intenções de voto, contra 44% do adversário. Em relação à rodada anterior, Lula avançou um ponto percentual, enquanto Flávio recuou um ponto, diferenças que permanecem dentro da margem de erro da pesquisa.
A Pesquisa BTG/Nexus ouviu 2.001 eleitores entre os dias 7 e 9 de agosto de 2026. A amostra foi composta por 42% de entrevistados do Sudeste, 28% do Nordeste, 16% do Norte/Centro-Oeste e 14% do Sul. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08428/2026.
VEJA MAIS:
Copiar o texto
Baixar áudioA Justiça Eleitoral prevê um orçamento de R$ 13,9 bilhões para 2027. A proposta foi aprovada por unanimidade pelo plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta quinta-feira (6) e agora será encaminhada ao Ministério do Planejamento e Orçamento para consolidação no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027.
O montante reúne os recursos previstos para o funcionamento do TSE e dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) em todo o país. Estão incluídas despesas obrigatórias e discricionárias, além do repasse destinado ao Fundo Partidário.
De acordo com o TSE, o planejamento orçamentário considera a manutenção das estruturas administrativas da Justiça Eleitoral e o atendimento de demandas consideradas estratégicas e prioritárias, respeitando os limites constitucionais e legais aplicáveis ao orçamento público.
Relator do processo, o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, destacou que a elaboração da proposta está relacionada à autonomia administrativa e financeira assegurada ao Poder Judiciário pela Constituição Federal.
"Respeitado o equilíbrio entre os diferentes grupos de despesas que compõem o orçamento da Justiça Eleitoral, foram realizados os ajustes necessários para preservar a correção monetária e a variação real dos recursos destinados ao custeio dos tribunais eleitorais. Assim, todas as despesas primárias submetidas ao limite individualizado previsto na Lei Complementar nº 200/2023 foram atualizadas com base nos valores de 2026", afirmou. Marques.
O que acontece agora com a proposta?
A aprovação pelo TSE é uma das etapas da elaboração do orçamento da Justiça Eleitoral e não significa que os R$ 13,9 bilhões já estejam definitivamente autorizados para 2027.
A proposta será encaminhada ao Ministério do Planejamento e Orçamento, por meio do Sistema Integrado de Planejamento e Orçamento (Siop), para ser consolidada no Projeto de Lei Orçamentária Anual de 2027.
Depois dessa etapa, o PLOA será submetido à análise do Congresso Nacional, responsável por discutir e votar a proposta orçamentária antes da definição do Orçamento da União para o próximo ano.
O orçamento previsto para a Justiça Eleitoral contempla tanto os recursos necessários para a manutenção das atividades do TSE e dos TREs quanto despesas obrigatórias e discricionárias e os valores destinados ao Fundo Partidário.
Copiar o texto
Baixar áudioSegundo recorte regional da pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira (5), 64% dos eleitores respondentes da pesquisa da Região Nordeste afirmam que votariam em Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual segundo turno contra Flávio Bolsonaro (PL), que alcaçou 25% das intenções. Já no cenário nacional, Lula também lidera a disputa, com 44% das intenções de voto, contra 39% do candidato do PL.
Ainda seguindo a divisão regional do eleitorado, Flávio Bolsonaro aparece à frente: marca 44% contra 40% de Lula no Norte/Centro-Oeste e 40% a 38% no Sudeste. Já a maior vantagem do candidato do PL aparece no Sul, com 56% das intenções de voto, ante 29% do petista.
No cenário nacional, a diferença entre os dois é de 5 pontos percentuais. No levantamento realizado em julho, Lula tinha 45% e Flávio Bolsonaro, 37% – uma vantagem de oito pontos para o presidente.
Em relação ao balanço nacional de segundo turno testado, Lula tem 46% contra 34% de Romeu Zema (Novo), 45% contra 37% de Ronaldo Caiado (PSD) e 45% contra 35% de Renan Santos (Missão).
Um dos recortes analisados pela pesquisa Genial/Quaest para identificar a intenção de voto dos brasileiros considera os segmentos sociais, como faixa de renda, escolaridade, idade e gênero dos eleitores. Além disso, a região também é considerada. Na pesquisa, a divisão regional é feita da seguinte forma: Nordeste, Sudeste, Norte/Centro-Oeste e Sul.
Considerando o recorte regional para um eventual 2° turno contra Ronaldo Caiado (PSD), 64% dos respondentes da Região Nordeste votaria no candidato petista, já 25% em Caiado. Lula também lidera nas intenções de voto no Sudeste, com 40% ante 38% do adversário.
Nas demais regiões do país, o candidato do PSD aparece à frente. Ele lidera entre os eleitores que participaram da pesquisa no Norte/Centro-Oeste, com 46% das intenções de voto, contra 41% de Lula, e também no Sul, onde marca 46%, ante 32% do petista.
No cenário contra Romeu Zema (Novo) no 2° turno das eleições, Lula mantém vantagem regional no Nordeste e no Norte/Centro-Oeste, segundo o recorte por segmentos sociais da Genial/Quaest. Além disso, os candidatos empatam com 39% das intenções de voto na Região Sudeste.
Confira o percentual por região, considerando Lula X Romeu Zema:
Já em um eventual segundo turno contra Renan Santos (Novo), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mantém vantagem regional no Nordeste e no Sudeste, conforme o recorte por segmentos sociais.
No Nordeste, o petista registra 65% das intenções de voto, contra 23% de Renan Santos. Já no Sudeste, Lula aparece com 39%, ante 35% do candidato do Novo. Renan Santos, por sua vez, lidera no Norte/Centro-Oeste, com 43% contra 40% de Lula, e tem vantagem no Sul, onde soma 45%, ante 32% do petista.
Para a pesquisa, a Quaest entrevistou 2.004 eleitores de forma presencial em todo o país, entre os dias 31 de julho e 3 de agosto. O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e está registrado no TSE sob o número BR-06591/2026.
A margem de erro é de 2 pontos percentuais e o nível de confiança, de 95%.
Copiar o texto