Cadastro de mídia

TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

1º - A utilização gratuita e livre dos materiais produzidos pelo Brasil 61 só será permitida depois que este termo de parceria for aceito pelo usuário, prevendo as seguintes regras:

a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o usuário realize o login no site do Brasil 61 - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

ADENDOS IMPORTANTES SOBRE A PARCERIA

a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

Ao clicar em ACEITO, a emissora aqui cadastrada afirma concordar e estar ciente de todas as condições apresentadas neste Termo de Utilização de Conteúdo.

Política de privacidade

Nós do Brasil 61 coletamos e usamos alguns dados dos nossos leitores com o intuito de melhorar e adaptar nossas plataformas e nossos produtos. Para isso, agimos conforme a Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/2018) e nos esforçamos para sermos transparentes em todas nossas atividades.

Para podermos oferecer melhores serviços e veicular peças publicitárias de nossos anunciantes, precisamos conhecer certas informações dos nossos usuários.

COMO O BRASIL 61 COLETA SEUS DADOS

– Quando você se cadastra e cria um usuário no Brasil 61

Quando você entra no nosso site, fornece informações (dados) para a criação do usuário. Estes dados são usados para orientar a estratégia do Brasil 61 e o desenvolvimento de novos serviços e/ou produtos. Essas informações são fornecidas voluntariamente por você leitor e não são compartilhadas com nenhum terceiro.

– Quando você acessa o site do Brasil 61 (www.brasil61.com.br) ou abre uma de nossas newsletters enviadas por e-mail

O Brasil 61 usa tecnologias como cookies e pixel tags para entender como é a sua interação com as nossas plataformas. Esses dados permitem saber, por exemplo, de que dispositivo você acessa o site ou em que links você clicou e quanto tempo permaneceu lendo as notícias. 

COMO O BRASIL 61 USA OS SEUS DADOS

Nós, do Brasil 61, usamos seus dados sempre com a principal intenção de melhorar, desenvolver e viabilizar nossos próprios produtos e serviços a você leitor.

Seus dados são sempre analisados de forma não individualizada, mesmo os que são fornecidos vinculados seu nome ou ao seu endereço de e-mail. 

Os dados em conjunto são analisados para criar relatórios estatísticos de audiência sobre as páginas, textos e meios de acesso ao site e às newsletters. 

Esses relatórios são compartilhados com nossos anunciantes e patrocinadores e servem para modelar estratégias e campanhas institucionais.

As informações que você fornece durante a criação do cadastro do seu usuário no Brasil 61 são utilizadas para a formulação de estratégia comercial e desenvolvimento de novos produtos e/ou serviços.

Essas informações individualizadas podem ser usadas pelo Brasil 61 para o envio de campanhas comerciais e divulgação de serviços e/ou produtos próprios. Não são compartilhadas com nenhum terceiro.

As informações captadas por meio de cookies e pixel tags são usadas em relatórios internos de monitoramento da audiência e também em relatórios para os anunciantes verificarem a efetividade de suas campanhas. Essas informações não estão vinculadas a nome ou e-mail dos leitores e são sempre avaliadas de forma não individualizada.

O Brasil 61 compartilha informações captadas por meio de cookies e pixel tags com terceiros, como anunciantes, plataformas de redes sociais e provedores de serviço – por exemplo, o serviço de envio de e-mails. O Brasil 61 também em seu site cookies de terceiros que captam informações diretamente do usuário, de acordo com suas próprias políticas de privacidade e uso de dados. 

O QUE O BRASIL 61 NÃO FAZ COM SEUS DADOS

– Não monitoramos ou coletamos dados de páginas que não pertencem ao Brasil 61.
– Não compartilhamos ou vendemos para terceiros nenhuma informação identificável.

O QUE VOCÊ PODE FAZER SE NÃO QUISER MAIS QUE SEUS DADOS SEJAM USADOS PELO BRASIL 61

– Caso não queira que o Brasil 61 use nenhum tipo de cookies, altere as configurações do seu navegador. Nesse caso, a exibição de anúncios e mensagens importantes do Brasil 61 e de nossos anunciantes pode ser prejudicada.

– Caso queira deixar de receber algum newsletter ou e-mail de alertas de notícias, basta clicar em “Unsubscribe”, na parte de baixo do e-mail enviado pelo Brasil 61. 

– Caso queira excluir seu usuário e apagar seus dados individuais da base do Brasil 61, basta enviar um e-mail para: privacidade@brasil61.com

 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

Economia

29/07/2021 09:45h

Os preços da saca de 60 quilos do café arábica e de 50 quilos do açúcar tiveram alta de 0,5%, O valor da saca do milho teve alta de quase 1%

Baixar áudio

O preço da saca de 60 quilos do café arábica teve alta de 0,5%, nesta quinta-feira (29), em São Paulo, com venda a R$ 1.062,35. O preço da saca de café robusta teve alta de mais de 0,5%, com venda a R$ 602,43.  

O valor da saca do açúcar cristal teve alta de quase 0,5%, em São Paulo, sendo comercializada a R$ 117,58. Em Ribeirão Preto (SP), a saca do açúcar bruto é vendida a R$ 118; a R$ 121,00 em Maringá (PR); e a R$ 119,00 no Triângulo Mineiro (MG). 

Posso doar sangue após tomar a vacina contra a Covid-19?

O preço da saca do milho teve alta de quase 1% sendo comercializada a R$ 102,44, em São Paulo. Em Rio Verde (GO), a saca do milho tem cotação de R$ 90,00; em Erechim (RS) a R$ 101,00 e em Cascavel (PR), a R$ 103,00. 

Os valores são do Canal Rural e Cepea.

Copiar o texto
29/07/2021 09:45h

Os preços da arroba do boi gordo, frango e suíno estão estáveis, nesta quinta-feira (29), em São Paulo

Baixar áudio

O preço da arroba do boi gordo está estável nesta quinta-feira (29), em São Paulo, sendo comercializada a R$ 316,85. Em Barretos SP, o preço da arroba do boi gordo está estável com venda a R$ 310,50. Em Alagoas (AL), a arroba do boi gordo é vendida a R$ 296,50 e em Marabá (PA), a R$ 289,50. 

O preço do quilo do frango está estável sendo comercializado em São Paulo a R$ 7,69. Em Santa Catarina o preço do quilo do frango congelado é cotado a R$ 7,40, e a R$ 7,60 em Porto Alegre. 

Posso doar sangue após tomar a vacina contra a Covid-19?

O preço da carcaça do suíno também está estável, em São Paulo, com venda a R$ 10,31 o quilo. No Paraná e em Santa Catarina, a carcaça do suíno é comercializada a R$ 9,90.     

Os valores são do Canal Rural e Cepea.
 

Copiar o texto
29/07/2021 03:00h

“O estado vem, em alguns anos, fazendo sua lição de casa, sinalizando ao mundo empresarial maior racionalidade nas decisões”, destacou o deputado federal Giovani Feltes

Baixar áudioBaixar áudio

Em julho, a confiança do empresário do Rio Grande do Sul registou 64 pontos no ICEI, índice que mede a humor dos industriais. Nos últimos quatro meses, a confiança dos empresários industriais do estado cresceu 10 pontos. Os dados são da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul – FIERGS. 

O positivismo dos empresários é reflexo da expectativa de crescimento do PIB brasileiro este ano. A possibilidade de ganhos futuros é indicador de possível aumento de investimentos no setor, como explica William Baghdassarian, professor de economia do Ibmec. 

“O que a gente tem observado é uma retomada da atividade econômica bem mais intensa do esperado. Isso levou a revisão das projeções do PIB brasileiro para 2021, que já demonstram crescimento de algo próximo a 5%. O empresário industrial fica mais confiante em realizar investimentos”, explica. 

Mesmo com a confiança em alta, em maio, o estado do Rio Grande do Sul registrou queda na produção das indústrias de 1,6% e o resultado fechou ciclo de três meses consecutivos com números baixos no estado. 

No Brasil 

O ICEI nacional, calculado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), está em 62 pontos, aumento de 0,3 ponto em julho, em comparação com junho. É o terceiro aumento consecutivo no índice que acumula alta de 8,3 pontos, desde maio. A confiança do empresário industrial é a maior dos últimos 11 anos para o mês de julho, no País. 

Indústria: apesar de quedas em maio, vacinação contra a Covid-19 impulsiona setor

Integrantes da Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados entendem que o otimismo do empresário industrial é importante e cria ambiente positivo para o crescimento econômico dos estados, como lembra Giovani Feltes, deputado federal do MDB gaúcho.   

Até porque, o estado vem, em alguns anos, fazendo sua lição de casa, sinalizando ao mundo empresarial maior racionalidade nas decisões infundindo confiança de que o estado, logo ali em diante, pode ser um ator forte em emular a economia, analisa o parlamentar.
 

Copiar o texto
29/07/2021 03:00h

Entre janeiro e junho de 2021, a arrecadação do ICMS em São Paulo foi superior a 107 bilhões, ou seja, uma variação positiva de 26,12% em relação ao mesmo período do ano passado

Baixar áudio

A reforma tributária precisa ser ampla, contribuir para o aumento da produtividade e da empregabilidade. É o que defende o deputado federal Paulinho da Força (SOLIDARIEDADE-SP). Segundo o parlamentar, os congressistas precisam aprovar um texto que garanta uma evolução econômica do País.

“O Brasil tem uma das maiores cargas tributárias do mundo e eu sou defensor de uma reforma tributária ampla. Na minha avaliação, isso precisa ser feito urgente. Com isso, vamos fazer com que tenhamos um Brasil mais produtivo, com mais condições de a população pagar os impostos e terem empregos. Essa é a nossa batalha”, afirma.

Entre janeiro e junho de 2021, a arrecadação do ICMS em São Paulo foi superior a 107 bilhões, ou seja, uma variação positiva de 26,12% em relação ao mesmo período do ano passado. Em 2020, o estado arrecadou cerca de R$ 84 bilhões. Os dados são do Conselho Nacional de Política Fazendária (CONFAZ), do Ministério da Economia.

Custo Brasil

Dados de um estudo publicado pelo Movimento Brasil Competitivo (MBC) e associações do setor produtivo apontam que as empresas brasileiras passam por dificuldades, quando comparadas com o mesmo setor de países desenvolvidos. Os impedimentos estão diretamente ligados ao chamado Custo Brasil.

Trata-se de um conjunto de dificuldades estruturais, burocráticas, trabalhistas e tributárias, que travam o crescimento da produção industrial e do comércio, impedindo o desenvolvimento sustentável da economia do País. 

A pesquisa, que foi encomendada pelo Ministério da Economia, comparou o Brasil com membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).  O resultado aponta que as companhias nacionais pagam R$ 1,5 trilhão a mais para realizarem seus negócios. Esse valor corresponde a 22% do Produto Interno Bruto (PIB).

Câmara dos Deputados avalia projeto que cria o Marco Regulatório da Energia Elétrica

Santa Catarina se destaca na indústria e privilegia emprego e arrecadação do estado

A complexidade e burocracia do sistema atual contribui para elevação dos custos de fabricação dos produtos brasileiros, cria insegurança jurídica, diminui a competitividade do país no mercado internacional, promove a fuga de investimentos e aumenta o Custo Brasil.

Diretor de Economia e Estratégia da Fiesp, André Rebelo também concorda que a reforma pode ajudar a reduzir o Custo Brasil, relacionado a dificuldades estruturais. Segundo ele, a medida, além de melhorar as negociações internacionais, também contribui para o comércio interno.

“Uma reforma tributária que simplifique o processo de apuração e recolhimento de impostos, e que isente o investimento e a exportação, vai reduzir o Custo Brasil e, portanto, ela vai ajudar na competitividade das empresas brasileiras. Tudo isso vale para o ICMS.”
 

Copiar o texto
28/07/2021 10:30h

INSS alerta que os notificados que não fizerem o procedimento podem ter os benefícios suspensos

Baixar áudio

Cerca de 170 mil segurados da Previdência Social devem se atentar para agendar nova perícia médica. Esse é o total de brasileiros que recebem benefícios por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença) e devem fazer o agendamento, pois os prazos começam a expirar em agosto. 

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) informa que aqueles que não fizerem o procedimento correm o risco de ter o pagamento do benefício suspenso. Em julho, o INSS começou a enviar cartas para segurados que não realizam perícia médica há mais de seis meses. 

INSS: idosos acima de 80 anos e pessoas com dificuldade de locomoção podem agendar prova de vida em casa

Senado aprova alternativas para prova de vida do INSS

Quem recebe a convocação tem 30 dias, após a notificação pelos Correios, para agendar a perícia. Segundo o órgão, 619 agências que possuem serviço de perícia médica estão funcionando e mais de 2,5 mil peritos médicos estão agendando o procedimento. 

O tempo entre o agendamento e a realização da perícia médica está em 39 dias, em média. 

Copiar o texto
28/07/2021 09:15h

O preço da saca de 60 quilos do café arábica teve pequena queda de quase 1%, O valor da saca do açúcar cristal também teve queda de quase 0,5%, em São Paulo. O preço da saca do milho teve alta de quase 1%

Baixar áudio

O preço da saca de 60 quilos do café arábica teve pequena queda de quase 1%, nesta quarta-feira (28), em São Paulo, com venda a R$ 1.059. O preço da saca de café robusta teve alta de quase 2%, com venda a R$ 598,57.  

O valor da saca do açúcar cristal teve queda de quase 0,5%, em São Paulo, sendo comercializada a R$ 117,10. Em Ribeirão Preto (SP), a saca do açúcar bruto é vendida a R$ 118; a R$ 121,00 em Maringá (PR); e a R$ 119,00 no Triângulo Mineiro (MG). 

O preço da saca do milho teve alta de quase 1% sendo comercializada a R$ 101,60, em São Paulo. Em Rio Verde (GO), a saca do milho tem cotação de R$ 90,00; em Erechim (RS) a R$ 101,00 e em Cascavel (PR), a R$ 103,00. 

Os valores são do Canal Rural e Cepea.
 

Copiar o texto
28/07/2021 03:00h

Produto Interno Bruto nacional deve fechar 2021 com crescimento próximo a 4,5%, enquanto Mato Grosso lidera projeção de crescimento com aumento estimado de 4,97%

Baixar áudioBaixar áudio

O Brasil presencia um momento de retomada econômica com o avanço da vacinação contra a Covid-19 e medidas que estimulam o setor financeiro. O cenário é evidenciado por dados de crescimento projetado, como uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) que mostra que o País caminha para um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) próximo a 4,5% no fechamento de 2021. 

Entre os estados, Mato Grosso se destaca com a liderança da retomada. Segundo a consultoria de análise macroeconômica MB Associados, a região deve apresentar um crescimento de 4,97% no PIB do ano, conforme estudos divulgados em março. O agronegócio surge como principal condutor desse crescimento. Mato Grosso é o principal produtor de grãos do Brasil, por exemplo, e deve ser o responsável por quase 30% da safra nacional de 2021.

Parlamentares do estado avaliam o potencial mato-grossense de impulsionar a economia ressaltando o crescimento do agronegócio. Para o deputado federal José Medeiros (Podemos-MT), o setor do agro não ter parado durante a pandemia trouxe um contexto diferenciado à população da região.

“Nós tivemos prejuízo mais no setor de serviços, que foi afetado por essa política do governador e de alguns prefeitos que fecharam a parte de restaurantes, por exemplo. Mas, no geral, a macroeconomia do estado cresceu praticamente como sempre cresceu, foi um crescimento muito grande. Mas lógico que no próximo ano a gente tem uma expectativa ainda melhor, porque a safra deve bater recordes, e Mato Grosso acaba sendo puxado no vácuo desse foguete que é o agronegócio”.

O parlamentar lamenta, no entanto, a atuação de alguns governantes no enfrentamento aos impactos econômicos da pandemia em 2020. “Para a vida ser mantida, ela precisa que as pessoas se alimentem. Então, essas pessoas se usaram de sofismas e acabaram prejudicando imensamente o Brasil quando debilitaram a economia e não resolveram o problema da pandemia. Porque você nota que nós tivemos lockdown apenas para fechar comércios, apenas quebrando a economia. Você via essas estações cheias, você via as ruas andando, quer dizer, ninguém parou. Então, nesse aspecto nós tivemos um prejuízo muito grande”, avalia.

José Medeiros também acredita que, se o enfrentamento à pandemia fosse outro, o País poderia ter um PIB crescendo em 6% ou 7%, mas que o Governo Federal tomou medidas que acabaram sustentando a economia. “Primeiro foi a aprovação do orçamento de guerra, que fez uma recomposição das perdas, uma espécie de estimativa, a recomposição das perdas de arrecadação que os municípios e estados teriam. Isso acabou saneando as contas dos estados todos, aportando muitos recursos e encharcando os cofres dos municípios e dos estados”. 

Atuação federal e parlamentar

O deputado cita ainda “a preocupação com as pessoas que estavam perdendo os empregos”. “Então, o governo fez um aporte substancial de alguns bilhões de reais, cada auxílio emergencial era perto de R$ 40 bilhões, isso foi uma medida importante, embora uma coisa emergencial, mas acabou sustentando ali em 2020. Do ponto de vista mais estruturante da economia, tivemos a firme vontade de manter o ritmo de aprovação das reformas”, elenca. 

Entre os motivos para o otimismo, além de um melhor controle da pandemia em relação a julho de 2020, estão ainda os temas políticos. O Brasil presenciou nos últimos meses a aprovação da nova Lei de Licitações, a nova Lei do Gás e a admissibilidade da reforma administrativa na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), por exemplo.

Também são destacados como essenciais para a retomada a realização de leilões na área de saneamento, a retomada de investimentos e um avanço nas parcerias público-privada. 

Banco Central e empresas

Na visão de William Baghdassarian, economista e professor de Finanças do Ibmec DF, de 2020 a 2021 foram aprovadas várias medidas para destravar a economia. “Foi aprovado, por exemplo, a independência do Banco Central que vai desacoplar a questão do ciclo político da questão econômica, porque senão a cada eleição você tem o Banco Central interferindo e mexendo em taxa de juros só para eleger a administração de plantão. Então, isso é uma medida boa”, lembra.

William qualifica, nesse contexto, o auxílio emergencial pago desde 2020 como fundamental, junto com outras ações.

“Também teve uma nova lei cambial, a gente teve Pronampe, a gente, recentemente, a Medida Provisória 1040 que, junto com a Lei de Liberdade Econômica, chamada de melhoria do ambiente de negócio, e a Lei de Falências, ela vai tornar o processo de criação de empresas muito mais simplificado, então isso vai tornar instrumentalizar os empreendedores para eles poderem ter uma atuação muito mais tranquila, e isso tudo se reflete em quê? Reflete em emprego. Na medida em que os empresários começam a criar novas empresas, começam a expandir suas empresas, você acaba gerando emprego e acaba retomando a economia”.

O especialista ainda afirma que, para alcançar os bons resultados esperados, a saúde e a economia devem ser focos de atenção simultâneos do governo. “Sem dúvida alguma, a chave para a gente sair da crise é exatamente focar nessas medidas de saúde. A questão de saúde está muito ligada à questão da incerteza, porque na medida em que você entende que a questão de saúde pública foi definida, que o governo conseguiu equacionar essa pandemia e que a pandemia deixou de ser um problema, as pessoas começam a poder reinvestir”, lembra. 
 

Copiar o texto
28/07/2021 03:00h

“O ambiente político do Brasil precisa evoluir para a confiança ser concreta”, disse deputado federal Jerônimo Goergen - PP/RS

Baixar áudio

O otimismo do empresário industrial é alto e a expectativa pode contribuir no crescimento do setor produtivo do Rio Grande do Sul nos próximos meses. Este mês, a confiança do empresário gaúcho registrou 64 pontos no ICEI, índice que mede o ‘humor’ dos industriais. Nos últimos quatro meses, e mesmo diante de números negativos da produção, a confiança dos empresários industriais do estado cresceu 10 pontos. Os dados são da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul – FIERGS

O bom humor dos empresários é reflexo da expectativa positiva de crescimento do PIB brasileiro este ano. A possibilidade de ganhos futuros é indicador de possível aumento de investimentos no setor, como explica William Baghdassarian, professor de economia do Ibmec. 

“O que a gente tem observado é uma retomada da atividade econômica bem mais intensa do esperado. Isso levou a revisão das projeções do PIB brasileiro para 2021, que já demonstram crescimento de algo próximo a 5%. O empresário industrial fica mais confiante em realizar investimentos”, explica. 

Em maio, o Rio Grande do Sul registrou queda na produção das indústrias de 1,6% e o resultado fechou ciclo de três meses consecutivos com números baixos no estado. 

No Brasil 

O ICEI nacional, calculado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), está em 62 pontos, aumento de 0,3 ponto em julho, em comparação com junho. É o terceiro aumento consecutivo no índice que acumula alta de 8,3 pontos, desde maio. A confiança do empresário industrial é a maior dos últimos 11 anos para o mês de julho, no País. 

Indústria: apesar de quedas em maio, vacinação contra a Covid-19 impulsiona setor

Integrantes da Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados entendem que o otimismo do empresário industrial é importante para o crescimento econômico nos estados. Mas, pondera ao lembrar que o atual ‘ambiente político’ não está colaborando com o crescimento da economia.   

“A confiança do empresário é fundamental para que os investimentos sejam feitos. A questão é que o ambiente político do Brasil precisa evoluir para a confiança ser concreta”, alerta Jerônimo Goergen, deputado federal do Progressistas, do Rio Grande do Sul.     
 

Copiar o texto
28/07/2021 03:00h

A intenção dos industriais paulistas na realização de investimentos teve alta de 1,5 pontos entre junho e julho

Baixar áudioBaixar áudio

O otimismo do empresário industrial é alto e a expectativa pode contribuir no crescimento do setor produtivo de São Paulo nos próximos meses.

Em julho, a confiança do empresário paulista registrou 59,1 pontos no ICEI, índice que mede o humor dos industriais. O número é 1,5 pontos maior em comparação ao registrado em junho. Já a confiança do empresário industrial nas condições atuais da indústria para o crescimento da produção avançou 2,8 pontos no ICEI entre junho e julho. Os dados são da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – FIESP. 

O otimismo dos empresários é reflexo da expectativa de crescimento do PIB brasileiro este ano. A possibilidade de ganhos futuros é indicador de possível aumento de investimentos no setor, como explica William Baghdassarian, professor de economia do Ibmec. 

“O que a gente tem observado é uma retomada da atividade econômica bem mais intensa do esperado. Isso levou a revisão das projeções do PIB brasileiro para 2021, que já demonstram crescimento de algo próximo a 5%. O empresário industrial fica mais confiante em realizar investimentos”, explicou. 

No Brasil 

O ICEI nacional, calculado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), está em 62 pontos, aumento de 0,3 ponto em julho, em comparação com junho. É o terceiro aumento consecutivo no índice que acumula alta de 8,3 pontos, desde maio. A confiança do empresário industrial é a maior dos últimos 11 anos para o mês de julho, no país. 

Integrantes da Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados entendem que o otimismo do empresário industrial é importante e cria ambiente positivo para o crescimento econômico dos estados, como lembra Guiga Peixoto, deputado federal do PSL paulista. 

"O empresário está confiante no Brasil. Temos tudo para fazer uma história bonita, uma história de recuperação econômica muito boa para o Brasil", espera Guiga Peixoto, deputado Federal - PSL/SP.
 

Copiar o texto
28/07/2021 03:00h

Santa Catarina lidera como maior produtor brasileiro do setor de vestuário e acessórios, com produção estimada em R$ 6,6 bilhões no biênio 2017/2018. Isso ajudou o estado a exibir a menor taxa de desemprego do País em 2019

Baixar áudioBaixar áudio

Santa Catarina se tornou um exemplo do movimento de descentralização da indústria nacional enquanto colhe frutos na economia, com alta empregabilidade. A região assumiu o posto de maior estado produtor do Brasil no setor de vestuário e acessórios, com produção estimada em R$ 6,6 bilhões no biênio 2017/2018, passando São Paulo e evidenciando a diversificação industrial do País, antes concentrada no Sudeste.
 
Os números são de uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) que avaliou a década entre os biênios 2007/2008 e 2017/2018. O estudo aponta como diferentes regiões buscam assumir o protagonismo industrial, dividindo atenção com estados consolidados historicamente no segmento, como São Paulo e Rio de Janeiro. 
 
A variação da participação do Sudeste no PIB industrial do Brasil no período teve queda de -7,66 pontos percentuais, enquanto houve crescimento nas outras quatro regiões, com destaque para Sul e Nordeste, que tiveram crescimento acima de 2 pontos percentuais. 

Economia

Para parlamentares que atuam no fortalecimento do setor, o crescimento da indústria no Sul afeta diretamente a economia, como pontua o deputado federal Rodrigo Coelho (PSB-SC). 
 
“Santa Catarina, em geral, é um dos últimos estados a entrar nas crises que tivemos recentemente. E se você pega a crise de 2013 ou a que teve agora na pandemia, sempre somos os primeiros a sair. É um povo muito empreendedor, uma economia muito diversificada. Santa Catarina sem dúvida alguma tem um potencial enorme de geração de emprego e renda”, diz.
 
Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2019 o estado de Santa Catarina registrou o menor índice de desemprego do País, com uma taxa de 93,8% catarinenses de 14 anos ou mais empregados e 6,2% desocupados. 
 
O fortalecimento do mercado de trabalho no estado do deputado do PSB também mostra uma consistência, mesmo com a pandemia da Covid-19. No primeiro trimestre deste ano, Santa Catarina continuou com a menor taxa de desemprego do País, nos mesmos 6,2% de desocupação de 2019, antes da crise sanitária.
  
Para Rodrigo Coelho, a tecnologia vem sendo uma grande aliada da produção industrial que movimenta o mercado de trabalho. Ele avalia que as empresas do estado têm buscado investir em inovação para melhorar a produção, permitindo não só a transformação dos sistemas manuais para o digital, mas também a criação de novos modelos de negócio e aumento da produtividade. 

“O setor têxtil tem agregado valor e gera muito emprego, por exemplo. Nessa inovação, e com investimento na indústria 4.0, hoje esse setor representa 18% dos empreendimentos do estado e é responsável por mais de 20% dos empregos na indústria. É o primeiro no ranking estadual na geração de empregos e o segundo em número de estabelecimentos. Outro dos destaques da indústria catarinense é, sem dúvida alguma, o setor metal mecânico e metalúrgico, que responde por mais 10% da produção do estado. Importante destacar também que são mais de 7 mil empresas, mas 98% delas são de micro e pequeno porte”.

Movimento nacional

Vice-presidente do Conselho Regional de Economia do Piauí (Corecon-PI), Dorgilan Rodrigues da Cruz analisa esse novo cenário de descentralização industrial. “Hoje, essas indústrias querem estar mais próximas do seu consumidor. E, principalmente, querem evitar custos. Então, a questão da descentralização do setor produtivo, do setor industrial, é exatamente para se aproximar do seu mercado consumidor, evitando assim o maior custo de frete, de transporte, perdas do processo de levar e trazer o produto, levar a matéria-prima e depois escoar o processo produtivo.”
 
Para o economista, o processo de industrialização nos estados aquece e oxigena toda a economia, levando emprego, matéria-prima e crescimento, fortalecendo ainda o agronegócio, o terceiro setor a questão tributária dos governos locais. “A indústria é um setor da nossa economia que impulsiona. Entre os destaques dessas atividades econômicas, há a linha de produção de alimentos, linha de produção de derivados do petróleo — como biocombustível —, a indústria farmacêutica também teve esse crescimento, indústrias extrativas”

Números positivos

Dorgilan também destaca o aumento da produção nacional de vestuário e acessórios, que tem como um dos grandes polos o estado de Santa Catarina. “Houve um crescimento de 6,2%. Isso mostra que as famílias começaram a se abastecer de bens de consumo, bens de produtos para melhorar a qualidade de vida”, diz. 
 
Santa Catarina alcançou, em 2018, 26,8% da produção nacional desse segmento, passando de uma receita de R$ 2,5 bilhões em 2007/2008 a R$ 6,6 bilhões uma década depois. A produção industrial nacional de todos os setores também vem ganhando destaque em estados como Pará, Rio Grande do Sul, Paraná, Pernambuco e Mato Grosso do Sul. 
 

Copiar o texto
Brasil 61