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Baixar áudioO dólar fechou esta segunda-feira (5) em forte baixa de 4,12%, cotado a R$ 4,99. Durante o pregão, a moeda norte-americana chegou a atingir a mínima de R$ 4,95.
A queda foi a maior registrada em um único dia desde 8 de junho de 2018, quando o dólar recuou 5,5%. Na ocasião, o Banco Central anunciou uma série de intervenções para conter a valorização da moeda.
Segundo analistas, o movimento do câmbio refletiu principalmente a expectativa do mercado em relação a uma possível mudança na condução da política econômica, com foco em ajuste fiscal. Parte dos investidores que não estava posicionada para esse cenário passou a comprar reais e vender dólares, contribuindo para a forte queda da moeda norte-americana.
Entre as 31 moedas mais negociadas do mundo, o real foi a que mais se valorizou frente ao dólar nesta segunda-feira. No mercado internacional, o índice DXY, que mede o desempenho da moeda norte-americana em relação a uma cesta de outras moedas, subia 0,6%, aos 102 pontos.
O banco norte-americano Morgan Stanley avalia que, em um cenário de ajuste fiscal, o dólar pode chegar a R$ 4,50 no próximo ano.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,60.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,2002 | 0,1785 | 0,1516 | 31,6363 | 0,1664 | 0,2854 | 0,2873 |
| USD | 4,9936 | 1 | 0,8912 | 0,7567 | 158,00 | 0,8311 | 1,4255 | 1,4345 |
| EUR | 5,6033 | 1,1223 | 1 | 0,8490 | 177,22 | 0,9334 | 1,5996 | 1,6094 |
| GBP | 6,6060 | 1,3217 | 1,1780 | 1 | 208,79 | 1,0979 | 1,8833 | 1,8949 |
| JPY | 3,16079 | 0,632932 | 0,56426 | 0,478939 | 1 | 0,5260 | 0,90222 | 0,90831 |
| CHF | 6,0090 | 1,2033 | 1,0723 | 0,9109 | 189,96 | 1 | 1,7157 | 1,7249 |
| CAD | 3,5034 | 0,7015 | 0,6251 | 0,5310 | 110,84 | 0,5828 | 1 | 1,0062 |
| AUD | 3,4812 | 0,6972 | 0,6213 | 0,5274 | 110,09 | 0,5794 | 0,9939 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
Copiar o textoÍndice encerrou a segunda-feira (5) aos 206.911,89 pontos, na maior alta diária desde março de 2020
Baixar áudioO Ibovespa fechou a segunda-feira (5) em alta de 7,7%, aos 206.911,89 pontos. A valorização foi a maior registrada pelo principal índice da Bolsa brasileira desde 24 de março de 2020, no início da pandemia de Covid-19.
Segundo analistas, a maior possibilidade de avanço de um ajuste fiscal após o resultado do primeiro turno das eleições foi um dos principais fatores para o desempenho positivo do mercado. A expectativa de mudanças na condução da política econômica representou um “divisor de águas” para os investidores, principalmente diante da possibilidade de uma política diferente em relação aos gastos públicos.
Entre as empresas, Magazine Luiza liderou os ganhos, com alta de 24,1%.
Já empresas exportadoras, como Vale, WEG, Suzano e Embraer, encerraram o pregão em baixa. Esses papéis vinham sendo utilizados como uma espécie de proteção por investidores que temiam um cenário eleitoral mais acirrado. Como essas companhias possuem receitas em dólar, a valorização da moeda norte-americana poderia ajudar a compensar eventuais perdas em outras posições.
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
Volume total negociado na B3 foi de R$ 103.400.989.024, em meio a 10.452.278 de negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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Baixar áudioAs exportações brasileiras de vinhos e espumantes somaram US$ 6,79 milhões no primeiro semestre de 2026, uma alta de 23,73% em relação ao mesmo período de 2025. Os produtos chegaram a 79 países, e a ampliação das oportunidades no mercado internacional estará em pauta na ProWine São Paulo 2026, que será realizada entre os dias 6 e 8 de outubro, no Expo Center Norte.
A ação faz parte do Exporta Mais Brasil, iniciativa da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) em parceria com o Conselho Superior do Vinho (Consevitis-RS), por meio do projeto Wines of Brazil. A atividade também integra o Plano de Diversificações de Exportações + Caminhos + Negócios.
Cerca de 20 empresas brasileiras participarão de reuniões com oito compradores internacionais. Os representantes vêm da China, Reino Unido, Suécia, Países Baixos, Angola, Rússia, México e Paraguai.
As empresas brasileiras selecionadas incluem produtores, cooperativas e exportadoras de diferentes portes e regiões do país. A proposta é aproximar os negócios brasileiros de potenciais parceiros comerciais e ampliar as oportunidades de venda em outros mercados.
O número de vinícolas registradas no Brasil cresceu 41,5% entre 2020 e 2025. De acordo com o Anuário do Vinho 2026, publicado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), o país passou de 682 para 965 estabelecimentos no período. As vinícolas estão distribuídas por 327 municípios.
O Rio Grande do Sul concentra a maior parte dos estabelecimentos, com 600 vinícolas. Na sequência aparecem Santa Catarina, com 102, e São Paulo, com 86.
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O crescimento do número de vinícolas acompanha a expansão das exportações brasileiras. No primeiro semestre de 2026, as exportações de vinhos somaram US$ 5,61 milhões, alta de 24,66% em relação ao mesmo período de 2025. Já os espumantes alcançaram US$ 1,18 milhão, crescimento de 19,50%.
Segundo o Wines of Brazil, 19 vinícolas exportadoras apoiadas pelo projeto responderam por 60,81% das empresas brasileiras que exportaram produtos do setor no primeiro semestre de 2026. Entre as empresas exportadoras de espumantes, essa participação foi de 65,83%.
O levantamento também aponta que a produção declarada de vinho ultrapassou 300 milhões de litros em 2025. No mesmo ano, o setor registrou 7.361 empregos diretos.
06/10 | Terça-feira
07/10 | Quarta-feira
08/10 | Quinta-feira
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Baixar áudioEmpresas brasileiras que querem começar a exportar ou ampliar a presença no mercado internacional terão acesso, a partir deste mês de outubro, a uma consultoria individual e gratuita da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).
O serviço, chamado Apex Mais Perto, oferece até três horas de orientação online com especialistas em comércio exterior credenciados pela agência. Entre os temas abordados estão escolha e diversificação de mercados, formação de preços para exportação, logística, procedimentos aduaneiros e contratos internacionais.
Além disso, a consultoria poderá abordar oportunidades decorrentes de acordos comerciais, estratégias de acesso a mercados estrangeiros, riscos, garantias e marketing internacional.
Segundo a gerente de Competitividade da ApexBrasil, Clarissa Furtado, o serviço surgiu a partir da identificação de dúvidas que ainda dificultam o avanço de empresas com potencial para atuar no exterior.
“Muitas empresas sabem que têm potencial para vender para outros países, mas ainda têm dúvidas sobre como avançar. O Apex Mais Perto foi criado para aproximar essas empresas de especialistas, com uma orientação personalizada e voltada aos desafios reais de cada negócio”, destaca.
"Você poderá escolher o tema da consultoria e conversar sobre os desafios mais importantes para sua empresa. Você escolhe o tema, escolhe o consultor e a gente cuida do resto”, complementa Clarissa.
A empresa pode indicar o assunto sobre o qual precisa de orientação e consultar os perfis dos especialistas disponíveis antes de marcar a sessão. O formato permite que o atendimento seja concentrado em uma questão específica, de acordo com o estágio e os objetivos de cada negócio.
Uma empresa que esteja analisando novos destinos para seus produtos, por exemplo, poderá buscar orientação sobre diversificação de mercados. Já outra que tenha dificuldades relacionadas à precificação poderá direcionar a consultoria para formação de preços. Logística e contratos internacionais também estão entre os assuntos disponíveis.
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De acordo com a ApexBrasil, o atendimento poderá ocorrer em uma ou mais sessões, desde que o total não ultrapasse as três horas previstas. Cada empresa poderá receber até três horas de consultoria gratuita a cada período de seis meses.
O Apex Mais Perto é voltado a empresas brasileiras produtoras de bens que tenham CNPJ ativo e estrutura suficiente para iniciar ou ampliar as atividades de exportação.
O serviço contempla tanto negócios que ainda estão começando a atuar no comércio exterior quanto empresas que já exportam e precisam esclarecer questões específicas para avançar ou diversificar sua presença em outros países.
A consultoria terá caráter orientativo. O especialista fornecerá informações e boas práticas de mercado para ajudar a empresa a compreender aspectos relacionados à internacionalização e a elaborar sua própria estratégia. As decisões e a execução das medidas recomendadas continuam sob responsabilidade da empresa.
Para acessar o Apex Mais Perto, a empresa deverá entrar no portal da ApexBrasil, fazer o cadastro e preencher um diagnóstico com informações sobre seu perfil e suas necessidades.
Depois, a ApexBrasil avaliará se a empresa se enquadra no público elegível. Com a adesão ao serviço, será liberado o acesso ao sistema de agendamento.
A iniciativa amplia as opções de atendimento oferecidas pela ApexBrasil a empresas brasileiras que buscam informações para avançar no processo de internacionalização. A proposta é atender desde dúvidas sobre os primeiros passos no comércio exterior até questões específicas enfrentadas por empresas que já exportam.
Copiar o textoVolume total negociado na B3 foi de R$ 43.489.516.434, em meio a 4.840.643 de negócios
Baixar áudioO Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, encerrou o pregão desta sexta-feira (2) em forte alta de 2,63%, atingindo os 192.114,55 pontos. A valorização no fechamento veio após uma jornada marcada por oscilações e intensa volatilidade na reta final antes do primeiro turno das eleições presidenciais.
Ao longo do dia, o indicador alternou momentos de ganho e perda. Após iniciar a manhã em terreno positivo, chegando a subir 0,87% e bater a máxima de 188.820 pontos, o mercado perdeu fôlego. Por volta das 12h50, o índice da B3 operava em leve queda de 0,11%, aos 186.999 pontos, antes de engrenar o movimento de recuperação na reta final dos negócios.
No exterior, o apetite por risco foi impulsionado pela divulgação do payroll de setembro nos Estados Unidos. O relatório mostrou criação de empregos abaixo das estimativas e alta no desemprego, cenário que enfraqueceu as apostas de novas elevações de juros pelo Federal Reserve (Fed) no curto prazo.
Já no cenário doméstico, a proximidade da votação de domingo manteve os ativos brasileiros sensíveis ao noticiário político. Entre os fatores monitorados pelos investidores esteve o cancelamento do debate entre os candidatos à Presidência, que alterou a dinâmica da véspera do pleito.
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
Volume total negociado na B3 foi de R$ 43.489.516.434, em meio a 4.840.643 de negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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Baixar áudioDo financiamento de R$ 274 mil para a compra de um veículo comercial a contratos de cerca de R$ 20 mil para microempreendedores e operações voltadas à agricultura familiar, o crédito atendeu diferentes perfis de negócios durante duas exposições agropecuárias no Norte e Nordeste. Os atendimentos foram realizados pelo Banco da Amazônia na 66ª Exposição Agropecuária do Maranhão (Expoema), em São Luís (MA), e na 38ª Exposição Agropecuária de Marabá (Expoama), em Marabá (PA).
Nas duas feiras, produtores rurais, agricultores familiares, trabalhadores autônomos, microempreendedores e empresas buscaram informações sobre financiamento e formalizaram operações de crédito. Na Expoema, o atendimento esteve concentrado em linhas para o agronegócio, o varejo e o microcrédito produtivo orientado.
Em São Luís, um dos momentos de atendimento foi o “Dia D”, realizado em 10 de setembro. Clientes que já haviam passado pela análise de crédito foram à feira para formalizar os contratos.
“A gente tira dúvidas das pessoas interessadas em soluções financeiras, bem como daquelas interessadas em adquirir algum produto do banco”, destacou o superintendente de Rede, Varejo e Microcrédito do Banco da Amazônia, André Vargas.
Segundo o gerente-geral do Banco da Amazônia em São Luís, Jorgeanor Reis, a procura esteve concentrada principalmente em financiamento e informações sobre as modalidades disponíveis. Na avaliação dele, trata-se de uma ação que promove mais conexão entre a instituição e o produtor.
"A participação em eventos como esse, como a Expoema, permite ao Banco estar mais perto da realidade do setor, conhecer as necessidades e também conhecer as demandas que o setor possui. A gente acaba ficando mais perto da realidade", pontuou.
Entre as opções destinadas aos produtores, o financiamento pode ser usado no custeio da produção, na compra de máquinas e equipamentos, na melhoria da estrutura da propriedade ou na ampliação da atividade.
Para Jorgeanor Reis, o custo da operação também precisa ser compatível com a capacidade de geração de renda do produtor.
“Quando o produtor toma um crédito muito caro, muitas vezes acaba comprometendo a própria rentabilidade da atividade. Por isso, é importante que ele tenha acesso a linhas que estejam adequadas à realidade da produção e ao investimento que pretende fazer. O crédito precisa ajudar o produtor a crescer e não se transformar em um peso para a atividade”, orientou.
Parte dos recursos tem como fonte o Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO). Para o Plano Safra 2026/2027, o Banco da Amazônia prevê R$ 13 bilhões em crédito rural. São R$ 6,2 bilhões para custeio e comercialização e R$ 6,8 bilhões para investimentos.
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Do total, R$ 3 bilhões estão previstos para a agricultura familiar, por meio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf); R$ 5,1 bilhões para pequenos e médios produtores; e R$ 4,9 bilhões para a agricultura empresarial. A feira foi realizada entre os dias 6 e 13 de setembro, em São Luís.
Segundo o gerente, os financiamentos destinados à agricultura familiar cresceram mais de 50% no Maranhão em 2026, na comparação com o ano anterior. Na área atendida pela agência de São Luís, mais de 2 mil famílias tiveram acesso a essas operações neste ano.
O crédito também alcança trabalhadores autônomos e pequenos empreendedores. No microcrédito produtivo orientado, o atendimento considera a realidade da atividade e pode incluir pessoas que ainda não têm uma empresa formalizada.
“Uma pessoa que vende churrasco, trabalha com artesanato ou possui uma pequena venda, por exemplo, mesmo sem ter uma empresa formalizada, pode ter acesso ao crédito do Banco da Amazônia”, afirmou Reis.
Um exemplo é o de Josielson Teixeira Silva, proprietário de um depósito de água. Ele chegou ao banco por indicação de um amigo e realizou a primeira operação por meio de um grupo solidário formado por cinco pessoas de atividades diferentes. Há três anos, mantém operações de crédito com a instituição.
Segundo Josielson, novos financiamentos foram contratados à medida que as operações anteriores eram quitadas. “Sempre que precisamos, renovamos o crédito, mantendo nosso compromisso em dia. Isso nos permite não apenas manter, mas ampliar nossa capacidade de investimento”, disse.
Em Marabá (PA), a 38ª Exposição Agropecuária também reuniu diferentes perfis de clientes, entre produtores rurais, microempreendedores e empresas.
Na quarta noite de evento, foram formalizados 28 contratos. Houve operações com valores médios na faixa de R$ 20 mil para pessoas jurídicas e microempreendedores individuais, além de financiamentos de maior porte. Entre eles, um crédito de R$ 274 mil para a aquisição de um veículo comercial destinado à estruturação operacional de uma empresa local.
O empresário Cleomir Petri, morador de Itupiranga, procurou o estande para formalizar uma operação de capital de giro para seus empreendimentos.
Também foi atendido Francisco Freitas, proprietário da Agro Carajás, empresa de assistência técnica e elaboração de projetos agropecuários. Segundo ele, a relação com o Banco da Amazônia começou há cerca de 15 anos e acompanhou a expansão da empresa, que atualmente possui sete unidades.
Para a gerente-geral do Banco da Amazônia, Josélia Cardoso, as operações atendem diferentes perfis de público.
“Temos linhas de crédito destinadas a micro e pequenas empresas, pequenos produtores rurais, agricultores familiares e outros segmentos. Durante o evento, nossa equipe esteve disponível para prestar orientações sobre as modalidades de financiamento”, destacou.
A Expoama foi realizada de 15 a 20 de setembro, no Parque de Exposições José Francisco Diamantino, em Marabá.
Copiar o textoEstados ficam com cerca de R$ 212 milhões e municípios recebem R$ 612,5 milhões
Baixar áudioMais de R$ 825 milhões serão destinados a estados e municípios brasileiros para o complemento do pagamento do piso nacional da enfermagem referente ao mês de setembro. Os valores estão detalhados na Portaria GM/MS nº 12.207, de 23 de setembro de 2026, publicada pelo Ministério da Saúde no Diário Oficial da União (DOU).
Do total, cerca de R$ 612,5 milhões correspondem à execução municipal, enquanto aproximadamente R$ 212 milhões são destinados à execução estadual. Os repasses são feitos mensalmente pela União para ajudar estados e municípios a custear o pagamento do piso salarial dos profissionais da enfermagem.
Os recursos, porém, precisam ser acompanhados para verificar se chegam aos trabalhadores. O advogado especialista em direito médico Josenir Teixeira chama atenção para a fiscalização da aplicação das verbas.
“Os profissionais da enfermagem devem ficar atentos ao acompanhamento dos repasses que os municípios irão receber, para que esses recursos sejam efetivamente transferidos às empregadoras e, por fim, pagos na folha salarial. Resta verificar se os valores repassados pela União serão suficientes para cumprir o que determina a lei”, avalia.
| Região | UF | Valor Referência para Estado | Valor Referência para Município | Valor Referência em setembro/2026 - Total |
|---|---|---|---|---|
| Centro-Oeste | GO | R$ 5.122.829,83 | R$ 14.317.573,46 | R$ 19.440.403,29 |
| Centro-Oeste | MS | R$ 746.439,69 | R$ 9.564.288,31 | R$ 10.310.728,00 |
| Centro-Oeste | MT | R$ 1.536.511,74 | R$ 8.388.999,80 | R$ 9.925.511,54 |
| Centro-Oeste | DF | R$ 552.444,15 | - | R$ 552.444,15 |
| Nordeste | BA | R$ 30.675.639,01 | R$ 59.419.618,99 | R$ 90.095.258,00 |
| Nordeste | PE | R$ 37.726.983,46 | R$ 34.319.971,67 | R$ 72.046.955,13 |
| Nordeste | MA | R$ 15.497.806,67 | R$ 50.427.489,93 | R$ 65.925.296,60 |
| Nordeste | CE | R$ 6.146.264,77 | R$ 44.208.804,12 | R$ 50.355.068,89 |
| Nordeste | PB | R$ 6.263.081,57 | R$ 28.428.768,99 | R$ 34.691.850,56 |
| Nordeste | RN | R$ 2.907.746,08 | R$ 19.089.932,20 | R$ 21.997.678,28 |
| Nordeste | PI | R$ 3.815.395,20 | R$ 17.951.149,87 | R$ 21.766.545,07 |
| Nordeste | AL | R$ 2.096.699,23 | R$ 17.370.300,72 | R$ 19.466.999,95 |
| Nordeste | SE | R$ 3.993.801,68 | R$ 6.304.228,76 | R$ 10.298.030,44 |
| Norte | PA | R$ 13.172.073,84 | R$ 39.814.903,65 | R$ 52.986.977,49 |
| Norte | AM | R$ 10.497.930,06 | R$ 13.999.411,04 | R$ 24.497.341,10 |
| Norte | TO | R$ 5.157.124,18 | R$ 6.721.938,09 | R$ 11.879.062,27 |
| Norte | RO | R$ 1.616.017,38 | R$ 6.186.205,37 | R$ 7.802.222,75 |
| Norte | AP | R$ 460.962,21 | R$ 4.956.768,07 | R$ 5.417.730,28 |
| Norte | AC | R$ 2.116.991,45 | R$ 1.456.861,11 | R$ 3.573.852,56 |
| Norte | RR | R$ 15.385,46 | R$ 1.017.375,58 | R$ 1.032.761,04 |
| Sudeste | MG | R$ 3.965.653,12 | R$ 108.278.544,02 | R$ 112.244.197,14 |
| Sudeste | RJ | R$ 5.128.392,85 | R$ 48.708.106,50 | R$ 53.836.499,35 |
| Sudeste | SP | R$ 11.906.071,04 | R$ 28.348.561,78 | R$ 40.254.632,82 |
| Sudeste | ES | R$ 9.034.570,51 | R$ 7.534.743,80 | R$ 16.569.314,31 |
| Sul | PR | R$ 16.249.845,43 | R$ 15.485.631,40 | R$ 31.735.476,83 |
| Sul | RS | R$ 8.817.429,27 | R$ 14.221.816,88 | R$ 23.039.246,15 |
| Sul | SC | R$ 7.657.089,52 | R$ 5.988.354,99 | R$ 13.645.444,51 |
| TOTAL | R$ 212.877.179,40 | R$ 612.510.349,10 | R$ 825.387.528,50 |
Entre os municípios, Nova Cruz (RN), Juína (MT) e Cruzeiro do Sul (AC) receberão mais de R$ 200 mil cada. Alfenas (MG), Pelotas (RS) e Dourados (MS) também aparecem entre as cidades com repasses próximos de R$ 2 milhões.
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Considerando o total destinado a cada estado nas diferentes execuções, Minas Gerais concentra o maior volume, com R$ 112,2 milhões. Bahia aparece em seguida, com R$ 90,1 milhões, enquanto Pernambuco recebe aproximadamente R$ 72 milhões.
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Baixar áudioOs municípios e estados brasileiros podem receber menos recursos da União em 2027, levando-se em conta previsão inicial do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO). A previsão do Orçamento para o próximo ano reduz o valor destinado às transferências constitucionais e legais, com impacto estimado de R$ 15,6 bilhões no Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e de cerca de R$ 13 bilhões no Fundo de Participação dos Estados (FPE).
De acordo com o Relatório de Acompanhamento Fiscal (RAF), publicado em setembro pelo Instituto Fiscal Independente (IFI), o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027 prevê R$ 610,6 bilhões em transferências para estados e municípios, o equivalente a 4,1% do Produto Interno Bruto (PIB).
A previsão é menor que a apresentada no PLDO de 2027, enviado em abril, que estimava essas transferências em 4,4% do PIB. Também fica abaixo da projeção feita pela própria IFI no RAF nº 113, de junho, quando os repasses eram calculados em R$ 674,3 bilhões, ou 4,6% do PIB.
Nas transferências constitucionais por repartição de receitas, o FPM representa 53,11% e o FPE, 43,97%. Os valores ainda podem mudar durante a tramitação do Orçamento. Caso as cifras previstas na PLOA sejam mantidas na Lei Orçamentária Anual, estados e municípios terão de considerar uma parcela menor de transferências da União no planejamento financeiro de 2027.
"Nessa dotação, estão contidas todas as transferências dos fundos de participação, tanto dos municípios quanto dos estados, e também outras transferências legais e constitucionais. É uma coisa bem preocupante, uma vez que este ano, apesar de um resultado ligeiramente positivo em relação ao ano passado, o FPM vem se mantendo em níveis muito baixos quando descontada a inflação”, avalia Cesar Lima, especialista em orçamento público.
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A projeção menor de transferências ainda tem efeito sobre as contas da União. Isso porque, quanto menor o valor destinado a estados e municípios, maior é a parcela da arrecadação que permanece como receita primária líquida do governo central. A IFI aponta, nesse cenário, risco de frustração financeira durante a execução do Orçamento de 2027.
A IFI também projeta um déficit primário de R$ 86,1 bilhões em 2027 e estima que será necessário contingenciar R$ 35,7 bilhões em despesas para o cumprimento da meta fiscal. A previsão contrasta com o PLOA, que considera um superávit de R$ 18,6 bilhões no próximo ano. A diferença entre as duas estimativas chega a R$ 104,8 bilhões.
A inflação é outra variável que interfere nas estimativas de arrecadação. Para 2027, o governo considera um IPCA de 3,6%, enquanto a IFI projeta 4,0% e o Boletim Focus, 4,3%.
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Baixar áudioO dólar encerrou a quinta-feira (1º) em alta, cotado a R$ 5,21, em um dia marcado pela pressão sobre os juros globais e pela valorização do petróleo. O ambiente externo mais cauteloso favoreceu a moeda americana diante de outras divisas.
Nos Estados Unidos, os rendimentos dos títulos do Tesouro, conhecidos como Treasuries, avançaram. A taxa dos papéis de dez anos chegou a níveis não vistos desde 2002, enquanto os títulos de 30 anos também registraram forte alta. Esse movimento aumenta a atratividade dos ativos americanos e contribui para a valorização do dólar.
No Reino Unido, os rendimentos dos títulos de 30 anos, os chamados gilts, também avançaram e chegaram a 6%, em um movimento que reforçou a preocupação dos investidores com a trajetória dos juros nas principais economias.
Segundo analistas, a alta das curvas de juros aumentou a expectativa de que o Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos, possa elevar novamente as taxas.
No mercado de commodities, o petróleo Brent, referência internacional, avançou 4,37%, para US$ 102,31 o barril. A alta ocorreu em meio às tensões no Oriente Médio e a informações sobre o deslocamento de mais forças militares dos Estados Unidos para a região.
No Brasil, o cenário eleitoral continua entre os fatores observados pelos investidores. A proximidade do primeiro turno das eleições contribui para a volatilidade dos ativos, enquanto o mercado acompanha as expectativas sobre juros, câmbio e política fiscal.
O movimento de alta do petróleo também beneficiou as ações de empresas do setor na Bolsa brasileira. Dados do fechamento do dia mostram que o Ibovespa terminou o pregão em alta, com as ações da Petrobras entre os destaques positivos.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,86.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1916 | 0,1704 | 0,1452 | 30,2763 | 0,1592 | 0,2725 | 0,2765 |
| USD | 5,2196 | 1 | 0,8894 | 0,7577 | 158,03 | 0,8307 | 1,4226 | 1,4428 |
| EUR | 5,8671 | 1,1243 | 1 | 0,8519 | 177,67 | 0,9340 | 1,5991 | 1,6221 |
| GBP | 6,8879 | 1,3197 | 1,1738 | 1 | 208,55 | 1,0964 | 1,8771 | 1,9041 |
| JPY | 3,30289 | 0,632791 | 0,56286 | 0,479490 | 1 | 0,5257 | 0,90015 | 0,91303 |
| CHF | 6,2833 | 1,2038 | 1,0707 | 0,9121 | 190,23 | 1 | 1,7121 | 1,7364 |
| CAD | 3,6693 | 0,7030 | 0,6253 | 0,5327 | 111,10 | 0,5841 | 1 | 1,0143 |
| AUD | 3,6175 | 0,6931 | 0,6165 | 0,5252 | 109,52 | 0,5758 | 0,9859 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
Copiar o textoO euro, por sua vez, encerrou o dia cotado a R$ 5,86
Baixar áudioO dólar comercial fechou em queda de 0,81% nesta quarta-feira (30), cotado a R$ 5,17.
A desvalorização do dólar foi impulsionada pela divulgação do Índice de Preços de Consumo Pessoal (PCE) de agosto nos Estados Unidos. O indicador, monitorado de perto pelo Federal Reserve (Fed), veio abaixo das projeções do mercado financeiro, reduzindo as expectativas de uma nova alta na taxa de juros americana.
A inflação cheia do PCE avançou 0,3% no mês, abaixo da previsão de 0,4%. Já o núcleo da inflação, que exclui preços voláteis como alimentação e energia, subiu 0,2%, ante estimativa de 0,3%.
O alívio nos preços alterou imediatamente as projeções para a política monetária dos EUA:
O índice DXY, que mede a força do dólar frente a outras moedas globais, fechou aos 101,21 pontos.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,86.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1933 | 0,1706 | 0,1457 | 30,4356 | 0,1616 | 0,2752 | 0,2783 |
| USD | 5,1724 | 1 | 0,8827 | 0,7539 | 157,42 | 0,8357 | 1,4232 | 1,4399 |
| EUR | 5,8617 | 1,1330 | 1 | 0,8541 | 178,36 | 0,9469 | 1,6124 | 1,6313 |
| GBP | 6,8618 | 1,3266 | 1,1709 | 1 | 208,83 | 1,1087 | 1,8879 | 1,9101 |
| JPY | 3,28570 | 0,635223 | 0,56071 | 0,478882 | 1 | 0,5310 | 0,90414 | 0,91466 |
| CHF | 6,1878 | 1,1964 | 1,0561 | 0,9020 | 188,37 | 1 | 1,7028 | 1,7227 |
| CAD | 3,6341 | 0,7026 | 0,6200 | 0,5297 | 110,62 | 0,5872 | 1 | 1,0117 |
| AUD | 3,5932 | 0,6946 | 0,6130 | 0,5235 | 109,33 | 0,5804 | 0,9884 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
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