Economia

01/01/2026 09:22h

Acompanhe o resultado da Mega da Virada 2025! Sorteio é hoje, quinta-feira (1º), às 10h, com prêmio recorde de R$ 1,09 bilhão. Veja onde assistir e como conferir os números premiados.

Quem está aguardando o resultado da Mega da Virada 2025 precisa ficar atento: o sorteio foi remarcado e acontece hoje, quinta-feira (1º), às 10h da manhã. A Caixa Econômica Federal transferiu o horário devido à necessidade de ajustes operacionais após o alto volume de apostas na reta final do concurso.

O sorteio estava previsto para a noite de 31 de dezembro, às 22h, mas a instituição anunciou a mudança depois de cerca de uma hora de atraso na programação.

Maior prêmio da história

O prêmio da Mega da Virada 2025 está confirmado em R$ 1,09 bilhão, o maior já oferecido em concursos especiais das Loterias Caixa. A procura foi tão grande que o sistema registrou:

  • 120 mil transações por segundo no canal digital

  • 4.745 transações por segundo nas lotéricas

Onde assistir ao sorteio

A divulgação do Resultado da Mega da Virada 2025 será feita ao vivo no:

Qual o valor das apostas?

Em julho deste ano, a Caixa Econômica Federal reajustou os preços das modalidades lotéricas. Agora, a aposta simples (6 números) custa R$ 6,00. O valor sobe conforme a quantidade de dezenas selecionadas, o que também aumenta drasticamente as chances de ganhar:

Quantidade de Números Valor da Aposta (R$) Probabilidade de Acerto (1 em)
6 números R$ 6,00 50.063.860
7 números R$ 42,00 7.151.980
10 números R$ 1.260,00 238.399
15 números R$ 30.030,00 10.003
20 números R$ 232.560,00 1.292

Como resgatar o prêmio

  • Prêmios de até R$ 2.259,20: em qualquer lotérica
  • Acima desse valor: somente em agências da Caixa
  • Prêmios altos podem exigir agendamento e documentos oficiais

Probabilidades de acerto

Números apostados Probabilidade de acertar 6 dezenas
6 números 1 em 50.063.860
7 números 1 em 7.151.980
8 números 1 em 1.787.995
9 números 1 em 595.998
10 números 1 em 238.399
15 números 1 em 10.003

Bolão

Para aumentar as chances de ganhar, é possível participar de bolões organizados pelas lotéricas ou formar um grupo de apostas. O valor mínimo por cota é de R$ 6,00, e o bolão pode ter de 2 a 100 cotas.

Facilite sua aposta na loteria com Surpresinha e Teimosinha

Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.

Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 2, 3, 4, 6, 8, 9 ou até 12 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.

Caso investido, quanto rende o valor da Mega da Virada de 2025?

Com a taxa Selic fixada em 15% ao ano pelo Banco Central em dezembro de 2025, o prêmio de R$ 1 bilhão da Mega da Virada atinge um potencial de rendimento extraordinário na renda fixa. Esse patamar de juros, o maior em quase 20 anos, permite que o ganhador gere uma fortuna mensal apenas com os rendimentos das aplicações mais seguras do mercado.

Rendimento mensal líquido (Estimativas)

Considerando a taxa Selic atual e as regras de tributação, os rendimentos no primeiro mês seriam aproximadamente:

  • CDB (100% do CDI): Cerca de R$ 10,3 milhões por mês. Este valor já considera o desconto de 22,5% de Imposto de Renda (IR) aplicado a resgates de curto prazo.
  • Tesouro Selic: Aproximadamente R$ 10,1 milhões por mês. O cálculo inclui o desconto do IR e a taxa de custódia da B3 de 0,2% ao ano para valores acima do limite de isenção.
  • Poupança: Em torno de R$ 6,7 milhões por mês. Embora seja isenta de Imposto de Renda, seu rendimento é inferior às outras opções quando a Selic está acima de 8,5%.
Copiar textoCopiar o texto
01/01/2026 00:30h

Ano de 2026 marca fase de testes operacionais antes da implementação definitiva do novo modelo

Baixar áudio

Contribuintes terão até 1º de abril de 2026 para se adaptarem às novas regras da Reforma Tributária. O Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CGIBS) e a Receita Federal publicaram um Ato Conjunto (nº 01/2025), que prorroga o início da aplicação de multas para empresas e profissionais autônomos que deixarem de incluir o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) nas notas fiscais.

Durante o período de transição, a ausência do destaque do IBS e da CBS nos documentos fiscais não resultará em penalidades nem na rejeição das notas. O ato estabelece ainda que, desde que as obrigações acessórias sejam cumpridas, a apuração desses tributos em 2026 terá caráter meramente informativo, sem efeitos tributários.

A medida tem como objetivo permitir que contribuintes e administrações tributárias acompanhem, testem e validem os procedimentos de apuração antes do início efetivo da arrecadação, reduzindo riscos operacionais e inconsistências no novo sistema.

Entre os principais pontos do Ato Conjunto, está a adaptação dos documentos fiscais eletrônicos já utilizados — como a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), a Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e), a Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e) e o Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) — que passarão a contar com campos específicos para o destaque do IBS e da CBS. O ato reforça que durante a fase de adaptação, o não preenchimento ou o preenchimento incompleto dessas informações não acarretará sanções.

Cronograma da Reforma Tributária

A Reforma Tributária prevê a extinção gradual de cinco tributos — IPI, PIS, Cofins, ICMS e ISS — e a criação do IVA dual brasileiro, composto pelo IBS (estadual e municipal) e pela CBS (federal). No entanto, os tributos antigos não serão extintos de imediato

O ano de 2026 marca o início da chamada fase de testes operacionais do novo sistema. A partir de janeiro, será aplicada uma alíquota simbólica total de 1% sobre a circulação de bens e serviços, distribuída da seguinte forma:

  • 0,9% para a CBS, de competência federal;
  • 0,1% para o IBS, de competência estadual e municipal.

O objetivo é testar o recolhimento simultâneo entre os diferentes entes federativos, sem impacto tributário relevante, já que os valores pagos poderão ser compensados.

Confira as principais etapas da transição:

  • 2026 (fase inicial): cobrança de teste da alíquota de 1% (0,9% CBS e 0,1% IBS). PIS e Cofins permanecem em vigor, com possibilidade de compensação dos valores recolhidos no teste.
  • 2027: extinção definitiva do PIS e da Cofins. A CBS passa a vigorar com alíquota cheia, estimada em cerca de 8,8%. O IPI é zerado para a maioria dos produtos, com exceção dos fabricados na Zona Franca de Manaus.
  • 2029 a 2032: transição gradual para estados e municípios, com redução progressiva do ICMS e do ISS e aumento proporcional do IBS:
    • 2029: 90% ICMS/ISS e 10% IBS;
    • 2030: 80% ICMS/ISS e 20% IBS;
    • Os percentuais seguem sendo ajustados até a inversão completa.
  • 2033: entrada em vigor do sistema definitivo, com extinção total do ICMS e do ISS e aplicação integral da alíquota plena do novo modelo tributário.

VEJA MAIS:

Copiar textoCopiar o texto
31/12/2025 18:00h

CAIXA informou que o sorteio será realizado às 10h

O sorteio da Mega da Virada 2025 foi adiado para as 10h desta quinta-feira (1º), informou a CAIXA após atraso ocorrido nesta quarta. Segundo o banco, o prêmio recorde gerou um movimento inédito nos canais de apostas. 


A Mega da Virada 2025 deve  entrar para a história com um prêmio de mais de R$ 1 bilhão. Este é o maior valor já oferecido em um concurso lotérico no Brasil, superando recordes de anos anteriores. Por se tratar de um concurso especial, o prêmio não acumula: caso ninguém acerte as seis dezenas, o montante é dividido entre os acertadores da quina, e assim por diante.

Até que horas posso apostar?

  • Casas Lotéricas e App Loterias Caixa: As apostas simples e registros gerais podem ser feitos até as 20h (horário de Brasília) do dia 31 de dezembro.
  • Bolões Online: Especificamente para os bolões organizados pela Caixa no canal digital, o prazo é estendido até as 20h30.
  • Horário do Sorteio: O evento oficial acontece às 22h do dia 31, com transmissão ao vivo.

Como apostar na Mega da Virada?

  • Casas Lotéricas: O método tradicional permite preencher o volante manualmente ou optar pela "Surpresinha", onde o sistema escolhe os números para você.
  • Portal Loterias Online e App Loterias Caixa: É necessário ter mais de 18 anos e realizar um cadastro com CPF. Após o login, basta selecionar a modalidade "Mega da Virada", escolher entre 6 e 20 dezenas e finalizar o pagamento via cartão de crédito ou Pix.
  • Internet Banking CAIXA: Clientes do banco podem apostar diretamente pelo computador ou celular, com limite de até R$ 500 por dia para esta modalidade.
  • Bolões: Para aumentar as chances com menor custo, é possível adquirir cotas de bolões organizados pelas lotéricas ou pela própria Caixa nos canais digitais. No caso de bolões físicos, o apostador recebe um recibo individual de cota para o resgate do prêmio.

Qual o valor das apostas?

Em julho deste ano, a Caixa Econômica Federal reajustou os preços das modalidades lotéricas. Agora, a aposta simples (6 números) custa R$ 6,00. O valor sobe conforme a quantidade de dezenas selecionadas, o que também aumenta drasticamente as chances de ganhar:

Quantidade de Números Valor da Aposta (R$) Probabilidade de Acerto (1 em)
6 números R$ 6,00 50.063.860
7 números R$ 42,00 7.151.980
10 números R$ 1.260,00 238.399
15 números R$ 30.030,00 10.003
20 números R$ 232.560,00 1.292

Como resgatar o prêmio

  • Prêmios de até R$ 2.259,20: em qualquer lotérica
  • Acima desse valor: somente em agências da Caixa
  • Prêmios altos podem exigir agendamento e documentos oficiais

Probabilidades de acerto

Números apostados Probabilidade de acertar 6 dezenas
6 números 1 em 50.063.860
7 números 1 em 7.151.980
8 números 1 em 1.787.995
9 números 1 em 595.998
10 números 1 em 238.399
15 números 1 em 10.003

Bolão

Para aumentar as chances de ganhar, é possível participar de bolões organizados pelas lotéricas ou formar um grupo de apostas. O valor mínimo por cota é de R$ 6,00, e o bolão pode ter de 2 a 100 cotas.

Facilite sua aposta na loteria com Surpresinha e Teimosinha

Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.

Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 2, 3, 4, 6, 8, 9 ou até 12 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.

Caso investido, quanto rende o valor da Mega da Virada de 2025?

Com a taxa Selic fixada em 15% ao ano pelo Banco Central em dezembro de 2025, o prêmio de R$ 1 bilhão da Mega da Virada atinge um potencial de rendimento extraordinário na renda fixa. Esse patamar de juros, o maior em quase 20 anos, permite que o ganhador gere uma fortuna mensal apenas com os rendimentos das aplicações mais seguras do mercado.

Rendimento mensal líquido (Estimativas)

Considerando a taxa Selic atual e as regras de tributação, os rendimentos no primeiro mês seriam aproximadamente:

  • CDB (100% do CDI): Cerca de R$ 10,3 milhões por mês. Este valor já considera o desconto de 22,5% de Imposto de Renda (IR) aplicado a resgates de curto prazo.
  • Tesouro Selic: Aproximadamente R$ 10,1 milhões por mês. O cálculo inclui o desconto do IR e a taxa de custódia da B3 de 0,2% ao ano para valores acima do limite de isenção.
  • Poupança: Em torno de R$ 6,7 milhões por mês. Embora seja isenta de Imposto de Renda, seu rendimento é inferior às outras opções quando a Selic está acima de 8,5%.
Copiar textoCopiar o texto
31/12/2025 04:00h

Regime especial da Receita Federal entra em vigor em 2026 e permite antecipar tributação sobre bens no Brasil e no exterior

Baixar áudio

A partir de 2026, contribuintes de todo o país terão uma nova oportunidade para atualizar o valor de bens móveis e imóveis. A Receita Federal publicou a Instrução Normativa (RFB nº 2.302/2025), que regulamenta o Regime Especial de Atualização e Regularização Patrimonial (Rearp Atualização), instituído pela Lei nº 15.265/2025.

O regime autoriza pessoas físicas e jurídicas a atualizarem o valor de bens adquiridos com recursos lícitos até 31 de dezembro de 2024, localizados no Brasil ou no exterior. Com isso, será possível antecipar a tributação sobre eventual ganho de capital, com alíquotas reduzidas.

No caso de pessoas físicas, a diferença entre o valor atualizado do bem e o valor pago na aquisição será tributada, de forma definitiva, pelo Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF), à alíquota de 4%.

Para pessoas jurídicas, a diferença entre o valor de mercado e o custo de aquisição será tributada de forma definitiva pelo Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ), à taxa de 4,8%, e pela Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), à 3,2%.

Segundo o professor de Direito Econômico e Tributário da Universidade de Brasília (UnB), Othon de Azevedo Lopes, a principal vantagem da adesão ao regime é a redução da carga tributária. “No lugar de pagar um ganho de capital na alíquota mínima de 15%, o contribuinte antecipa esse pagamento para o mês de fevereiro, numa alíquota de apenas 4%”.

O especialista, no entanto, alerta para uma restrição importante: o bem atualizado não poderá ser alienado pelo prazo de cinco anos. “Se o bem for transacionado durante esse prazo, o valor considerado para fins tributários será o anterior, ou seja, o valor desatualizado”, pondera.

Interessados em aderir ao Rearp têm até 19 de fevereiro de 2026 para entregar a Declaração de Opção pelo Regime Especial de Atualização Patrimonial (Deap), que estará disponível a partir de 2 de janeiro de 2026 no Centro Virtual de Atendimento (e-CAC) no site da Receita Federal.

O pagamento dos tributos pode ser feito em quota única ou parcelado em até 36 quotas mensais e sucessivas, sendo que:

  • a quota única ou a primeira parcela deverá ser paga até 27 de fevereiro de 2026;
  • as demais parcelas serão acrescidas de juros equivalentes à taxa Selic e deverão ser quitadas até o último dia útil de cada mês.

Avaliação dos bens

Podem ter seus valores atualizados bens móveis sujeitos a registro público, como veículos terrestres, aquáticos e aéreos, além de imóveis. De acordo com Othon de Azevedo, a atualização deve se basear em laudos técnicos especializados ou, ao menos, em documentos que comprovem o valor de mercado de bens semelhantes.

“O contribuinte deve guardar os documentos que respaldam a avaliação feita por ele durante o prazo em que a Receita Federal pode fazer a revisão desse valor, que é o prazo de cinco anos”, orienta. 

Impactos na arrecadação

Na avaliação do professor da UnB, o principal efeito da medida é a antecipação da arrecadação tributária. “Em vez de cobrar 15% de ganho de capital na venda do imóvel daqui a, no mínimo, cinco anos, o governo antecipa essa arrecadação, cobrando 4% até fevereiro de 2026”, explica.

Além disso, a norma também contribui para o aumento da conformidade tributária, ao prever um regime de regularização de bens e direitos que tenham sido declarados de forma inexata ou mesmo fraudulenta, conclui o especialista.

VEJA MAIS:

Copiar textoCopiar o texto
30/12/2025 20:20h

A moeda norte-americana perdeu força frente ao real, acompanhando o movimento global de enfraquecimento do dólar e o impacto dos juros elevados no Brasil

Baixar áudio

O dólar encerrou o período mais recente em queda frente ao real, acumulando desvalorização após ter registrado avanço no ano anterior. Depois de subir 27% em 2024 e fechar aquele ano cotado a R$ 6,17, a moeda americana terminou 2025 com recuo de 11%, ao redor de R$ 5,47.

O movimento acompanha a perda de força do dólar no cenário internacional. O índice DXY, que mede o desempenho da moeda frente a uma cesta de divisas como euro, iene e outras moedas relevantes, registrou queda de 9,5%, indicando um enfraquecimento global da moeda americana.

De acordo com especialistas, a realocação de carteiras nos Estados Unidos impulsionou o fluxo de recursos para mercados emergentes, favorecendo economias como a brasileira. Esse movimento aumentou a entrada de capital estrangeiro e contribuiu para a valorização do real.

Cotação do euro

Já o euro encerrou o último pregão em alta, cotado a R$ 6,43.

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1826 0,1554 0,1356 28,5700 0,1447 0,2502 0,2727
USD 5,4755 1 0,8514 0,7425 156,44 0,7921 1,3698 1,4938
EUR 6,4350 1,1746 1 0,8723 183,79 0,9305 1,6088 1,7546
GBP 7,3764 1,3468 1,1465 1 210,68 1,0667 1,8445 2,0116
JPY 3,50006 0,639243 0,54408 0,474665 1 0,5063 0,87570 0,95479
CHF 6,9126 1,2625 1,0748 0,9375 197,53 1 1,7295 1,8858
CAD 3,9967 0,7300 0,6214 0,5421 114,24 0,5784 1 1,0903
AUD 3,6674 0,6695 0,5699 0,4971 104,74 0,5303 0,9170 1

Os dados são da Investing.com.
 

Copiar textoCopiar o texto
30/12/2025 18:36h

O principal índice da Bolsa brasileira avançou de forma consistente, impulsionado por preços atrativos das ações e maior interesse de investidores em mercados emergentes

Baixar áudio

O Ibovespa encerrou 2025 com valorização de 34%, registrando o melhor desempenho anual dos últimos nove anos. Ao longo do período, o principal índice da Bolsa brasileira alcançou máximas históricas nominais e chegou a superar os 165 mil pontos. O indicador partiu da faixa dos 120 mil pontos e finalizou o ano aos 161.125 pontos.

No último pregão, marcado por baixa liquidez, o índice ainda avançou 0,4%, reforçando o movimento positivo observado ao longo do ano. O desempenho reflete uma recuperação após as perdas registradas no ano anterior, quando o mercado acionário brasileiro teve queda significativa.

De acordo com especialistas, a valorização foi impulsionada pelo retorno do interesse de investidores por mercados emergentes, em meio à realocação de recursos antes concentrados nos Estados Unidos. A baixa liquidez do mercado local também contribuiu para potencializar os ganhos.

Maiores altas e quedas do Ibovespa

Confira as ações com melhor  e pior desempenho no último fechamento:

Ações em alta no Ibovespa

  • Revee SA (RVEE3): +27,37%
  • Metalfrio Solutions S.A. (FRIO3): +24,25%

Ações em queda no Ibovespa

  • Dotz SA (DOTZ3):  −28,57%
  • Azul SA Pfd Registered Shs  (AZUL54): −25,00%

O volume total negociado na B3 foi de R$ 16.838.427.613, em meio a 2.636.376 negócios.

As informações são da B3.  

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.  

 

Copiar textoCopiar o texto
30/12/2025 03:10h

Entre as maiores altas, as ações da Lupatech e do Banco BTG se destacam, enquanto a Belora e a Grendene SA registram as maiores quedas

Baixar áudio

O Índice da Bolsa de Valores Brasileira (Ibovespa) fechou a última sessão aos 160.490 pontos, com baixa de 0,25%.

De acordo com especialistas, o índice operou em baixa por falta de liquidez e pelas circunstâncias sazonais de envio de dólares para o exterior. Além disso, o foco nas eleições do ano que vem trazem instabilidades, após a divulgação de pesquisas de aprovação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que deve concorrer à reeleição em 2026.

Maiores altas e quedas do Ibovespa

Confira as ações com melhor  e pior desempenho no último fechamento:

Ações em alta no Ibovespa

  • Lupatech SA (LUPA3): +19,75%
  • Banco BTG Pactual (BPAC3): +9,60%

Ações em queda no Ibovespa

  • Belora RDVC City Desenvolvimento Imobiliario (CCTY3): −33,23%
  • Grendene SA (GRND3): −20,14%

O volume total negociado na B3 foi de R$ 16.426.850.578, em meio a 2.611.510 negócios.

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.

Copiar textoCopiar o texto
29/12/2025 20:00h

Eventos como a formação da PTAX e a apuração do STF sobre o caso BRB e Master causam incertezas no mercado e ajudam na saída de capital

Baixar áudio

O dólar fechou a última sessão em alta de 0,48%, cotado a R$ 5,57. O câmbio oscilou e a máxima do dia foi de R$5,58.

Segundo analistas, o aumento está vinculado à baixa liquidez e o envio de remessas da moeda por filiais brasileiras. Apesar de ser um dia com pouco movimento, eventos como a formação da PTAX – cotação de referência do dólar usada como base para contratos com vencimento no mês seguinte calculada pelo Banco Central – e a apuração do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o caso BRB e Master causam incertezas no mercado e ajudam na saída de capital. 

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou a sessão cotado a R$6,55, o que representa uma alta de 0,41%.

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1791 0,1523 0,1327 27,9783 0,1416 0,2453 0,2678
USD 5,5820 1 0,8502 0,7409 156,07 0,7898 1,3694 1,4948
EUR 6,5653 1,1765 1 0,8714 183,68 0,9292 1,6111 1,7583
GBP 7,5322 1,3503 1,1475 1 210,74 1,0665 1,8490 2,0179
JPY 3,57408 0,640308 0,54423 0,474395 1 0,5060 0,87668 0,95703
CHF 7,0640 1,2655 1,0759 0,9376 197,73 1 1,7327 1,8915
CAD 4,0768 0,7304 0,6210 0,5412 114,01 0,5772 1 1,0918
AUD 3,7346 0,6692 0,5688 0,4956 104,44 0,5285 0,9163 1

Os dados são da Investing.com
 

Copiar textoCopiar o texto
29/12/2025 17:00h

Relatório do Banco Central indica que o mercado mantém cenário de cautela para a economia

Baixar áudio

As expectativas do mercado apontam para um cenário de inflação, para 2026, ainda acima da meta no curto prazo, juros em trajetória de queda gradual, câmbio mais depreciado e crescimento moderado da economia brasileira nos próximos anos. As informações são do Relatório Focus do Banco Central, divulgado pela instituição nesta segunda-feira (29). 

Inflação

Relatório aponta mediana de IPCA em 4,32% para encerrar 2025, abaixo dos 4,33% projetados uma semana antes e em queda há sete semanas, sinalizando alívio gradual da inflação, mas ainda acima do centro da meta de 3% perseguida pelo BC. 

Para 2026, a projeção é de 4,05%, também em queda recente, e só em 2027 e 2028 a expectativa converge para 3,8% e 3,5%, patamar mais próximo do objetivo de longo prazo.

Nos preços administrados, o mercado ainda enxerga pressão, com alta de 5,32% em 2025 e 3,72% em 2026, refletindo reajustes de tarifas públicas, energia e combustíveis, antes de uma acomodação em torno de 3,7% em 2027 e 3,5% em 2028. 

As projeções mensais de IPCA para o fim de 2025 e início de 2026 – em torno de 0,38% em dezembro, 0,36% em janeiro e 0,53% em fevereiro – reforçam uma desinflação lenta, com a inflação em 12 meses suavizados próxima de 4% no período.

Juros

A taxa Selic é vista pelo mercado em 12,25% ao fim de 2025, estável em relação à semana anterior. Para 2026, a projeção mediana é de 10,50%, indicando continuidade do ciclo de queda, mas sem retorno imediato a níveis considerados neutros historicamente.

As estimativas recuam para 9,75% em 2027 e permanecem nesse patamar em 2028, sugerindo que o mercado enxerga um juro mais alto, compatível com um país ainda com prêmio de risco elevado e desafios fiscais. Essa configuração indica que, mesmo com inflação em queda, o BC deve ser cauteloso na calibragem dos cortes, sobretudo diante da incerteza sobre contas públicas e ambiente externo.

Câmbio

O Focus indica que o mercado trabalha com um câmbio mais depreciado no médio prazo, com o dólar projetado em R$ 5,44 no fim de 2025, acima dos R$ 5,40 esperados quatro semanas antes, movimento de alta que já dura duas semanas. Para 2026 e 2027, a expectativa é de que a cotação siga em R$ 5,50, valor sem alteração nas últimas semanas de 2025.

Crescimento

Para 2026, a mediana permanece em 1,80%, com estabilidade nas últimas semanas, desenhando um quadro de expansão mais moderada.
As projeções para 2027 mostram ajuste para baixo, de 1,83% há quatro semanas para 1,80% agora, interrompendo sequência de três semanas de revisão negativa, enquanto para 2028 o mercado vê crescimento de 2%, um ritmo um pouco mais forte, mas ainda distante de taxas necessárias para ganho expressivo de renda e produtividade. 

Esse cenário combina desinflação lenta com crescimento contido, retratando uma economia que avança, mas encontra obstáculos estruturais e condicionantes fiscais.

Contas externas e fiscais: riscos que cercam as projeções

Do lado externo, o Focus aponta déficit em conta corrente de US$ 74,85 bilhões em 2025, maior que o estimado quatro semanas antes, ainda que com alguma melhora marginal na última semana, reforçando a percepção de vulnerabilidade externa num ambiente de juros globais elevados. 

Para 2026, o rombo projetado é de US$ 67 bilhões, com ligeira alta na comparação semanal, antes de recuar para cerca de US$ 65 bilhões em 2027 e US$ 63 bilhões em 2028, sinalizando ajuste gradual, mas sem eliminação do déficit.

A balança comercial, por sua vez, aparece como contrapeso, com superávit de US$  63 bilhões em 2025 e aumento para US$ 66 bilhões em 2026, US$ 70 bilhões em 2027 e US$ 70 bilhões em 2028. 

O investimento direto no país também tem perspectiva favorável, com ingresso de US$ 79,70 bilhões em 2025 e cifras crescentes até US$ 79 bilhões em 2028.

No campo fiscal, o mercado projeta resultado primário negativo de 0,50% do PIB em 2025, repetindo a estimativa das semanas anteriores, e déficit de 0,56% em 2026, ligeiramente melhor do que a projeção anterior, indicando algum esforço de ajuste, porém insuficiente para reverter rapidamente a trajetória da dívida. 

A dívida líquida do setor público deve subir de cerca de 66% do PIB em 2025 para 70,25% em 2026, 73,80% em 2027 e 76% em 2028, configurando uma trajetória de alta contínua que alimenta prêmio de risco e ajuda a manter o juro neutro em patamar elevado.
 

Copiar textoCopiar o texto
29/12/2025 16:00h

Período marcado por desaceleração da atividade global, elevada incerteza e melhora nas safras agrícolas

Baixar áudio

O Índice Geral de Preços–Mercado (IGP-M) registrou variação de -0,01% em dezembro de 2025, após alta de 0,27% em novembro. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (29) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Com o resultado, o índice encerrou 2025 com queda acumulada de 1,05%. O desempenho reflete a desaceleração da atividade global, o aumento da incerteza econômica e a melhora das safras agrícolas, que pressionaram para baixo os preços de matérias-primas.

“Esse resultado está muito relacionado ao comportamento do IPA [Índice de Preços ao Produtor Amplo] ao longo do ano. Diferentemente do que se observou em novembro, quando houve altas em algumas commodities agrícolas, em boa parte de 2025 prevaleceram quedas expressivas de preços, tanto de produtos industriais quanto agropecuários.

Em vários meses, o IPA registrou variações negativas, o que levou a uma desaceleração mais nítida a partir de maio: naquele momento, a taxa em 12 meses recuou de 7,68% em maio para 4,02% em junho, até alcançar os atuais -2,06%. A queda do IGP-M em 12 meses seria ainda maior não fosse a compensação exercida pelos preços ao consumidor e pelos custos da construção”, analisa Matheus Dias, economista do FGV IBRE.

Dias aponta menor pressão de custos para 2026, mas riscos em itens sensíveis à atividade econômica dependendo da política monetária.

Desempenho dos Componentes

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) recuou 0,12% em dezembro, após avanço de 0,27% em novembro. Houve queda em Matérias-Primas Brutas (-0,30%),

Bens Intermediários (-0,04%) e Bens Finais (0,00%)

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,24%, ligeiramente abaixo dos 0,25% registrados no mês anterior. As principais altas ocorreram em Habitação (0,42%), Educação, Leitura e Recreação (1,53%) e Transportes (0,28%). Houve recuo em Saúde e Cuidados Pessoais (-0,09%), Vestuário (-0,60%) e Alimentação (-0,07%).

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) avançou 0,21%, após 0,28% em novembro. O grupo Mão de Obra acelerou para 0,32%, enquanto Serviços registrou variação de 0,27%.

Influências 

No IPA, as principais pressões positivas vieram de minério de ferro (2,42%), carne bovina (2,73%), farelo de soja (3,56%) e milho em grão (1,42%). As maiores quedas foram observadas em leite in natura (-6,26%), café em grão (-1,83%), óleo de soja em bruto (-5,60%) e ovos (-5,41%).

No IPC, destacaram-se as altas de passagem aérea (12,49%), tarifa de eletricidade residencial (1,97%), refeições fora do domicílio (0,61%) e aluguel residencial (0,52%). As principais quedas foram registradas em tomate (-14,29%), perfume (-5,58%) e leite longa vida (-4,89%).

No INCC, os maiores impactos de alta vieram de pedreiro (0,37%), eletricista (0,61%), armador ou ferreiro (0,38%) e encarregado (0,41%). Tubos e conexões de PVC (-1,04%) e material para instalação de gás (-2,16%) exerceram pressão de queda.
 

Copiar textoCopiar o texto