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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

1º - A utilização gratuita e livre dos materiais produzidos pelo Brasil 61 só será permitida depois que este termo de parceria for aceito pelo usuário, prevendo as seguintes regras:

a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o usuário realize o login no site do Brasil 61 - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

ADENDOS IMPORTANTES SOBRE A PARCERIA

a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

Ao clicar em ACEITO, a emissora aqui cadastrada afirma concordar e estar ciente de todas as condições apresentadas neste Termo de Utilização de Conteúdo.

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

Indústria

Brasil
21/01/2021 00:00h

Se comparadas a 2019, as exportações saltaram 72,7%; principais produtos foram óleo combustível, sal e frutas frescas

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Em dezembro, as exportações no Rio Grande do Norte cresceram 87,7% em relação ao mês anterior. Se comparado a dezembro de 2019, o número também cresceu de forma expressiva: 72,7%. O óleo combustível (fuel oil), sal e frutas como melão, melancia e manga foram os grandes responsáveis pelo salto no mercado exterior. 

No entanto, de acordo com a pesquisa realizada pelo Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do estado do Rio Grande do Norte (CIN/FIERN), as exportações ficaram 2,2% menores que as de 2019 no acumulado do ano. 

Considerando o período de agosto a dezembro da safra 2020/21, as exportações de melão estão 1,6% menores em valor que no mesmo período da safra 2019/20. Em contrapartida, o valor é 1,3% maior em tonelagem embarcada. Já as exportações de melancias cresceram 24,9% em relação à safra passada.

O gerente do CIN/FIERN, Luiz Henrique Moreira Guedes, afirma que o resultado de um mês não deve ser encarado como mais importante do que o do ano inteiro, como apontado o estudo. 

“Uma grande variação de um mês normalmente é resultado de um evento que pode ser temporário e normalmente ele é. No caso, foi resultado de um grande embarque de ‘fuel oil’, um produto de ocorrência irregular e cujo valor em dezembro foi muito superior ao que ocorreu das vezes anteriores”, explica. 

Em um ano marcado pela pandemia do novo coronavírus, Luiz Henrique Guedes comenta como a doença impactou no resultado da exportação potiguar. “A pandemia realmente alterou bastante a pauta do estado na maior parte do ano, com alguns produtos mais impactados que outros. É o caso dos peixes e dos tecidos de algodão, que caíram bastante”, avalia o gerente. 

Exportações do agro ultrapassam os US$ 100 bi em 2020

Na balança comercial, as importações cresceram 7,4% e a corrente de comércio ficou quase 1% maior em relação a 2019. Trigo, polímeros, equipamentos elétricos, coque de petróleo e estruturas de ferro fundido foram os itens de maior valor importado.

“O Rio Grande do Norte tem uma pauta bastante diversificada, embora alguns produtos guardem um valor mais representativo. Exportamos bastante fruta fresca, mas também tecidos, pescados, granito, açúcar... Enfim, uma variedade muito grande de produtos com valores importantes, mas que sozinhos não têm um impacto muito grande na pauta quando crescem ou diminuem de forma acentuada”, pontua. 

Para 2021, a meta é continuar crescendo. “Há uma grande expectativa de melhora porque os mercados, apesar da segunda onda da pandemia, demonstram um retorno, principalmente de produtos que dependem de canais de comercialização que envolvem restaurantes, hotéis, como é o caso dos pescados, e vestuário, com os tecidos de algodão”, projeta Guedes.

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Economia
21/01/2021 00:00h

O laboratório será responsável por realizar análises físico químicas em cachaças e aguardentes, por método oficial, para atender as demandas dos controles oficiais da Pasta

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O Instituto SENAI de Tecnologia em Química (IST Química), que faz parte do Centro de Inovação e Tecnologia – CIT SENAI, da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG), foi credenciado para realizar ensaios em amostras oriundas dos programas e controles oficiais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

Com isso, o laboratório será responsável por realizar análises físico químicas em cachaças e aguardentes, por método oficial, para atender as demandas dos controles oficiais da Pasta. Segundo a pesquisadora do Instituto de Tecnologia em Alimentos e Bebidas do CIT SENAI FIEMG, Morgana Zimmermann, a medida garantirá que os produtos sejam confeccionados com maior segurança e qualidade.

“O Centro de Inovação e Tecnologia do SENAI-MG busca pela melhoria contínua dos serviços prestados, sempre com foco de elevar a competitividade da indústria mineira. Podendo, além de monitorar através das análises, a qualidade das cachaças produzidas, realizar as análises das cachaças exportadas para diversos outros países. Pois, essas cachaças necessitam ser analisadas em laboratórios credenciados junto ao Ministério da Agricultura”, pontua.

MEIs e pequenas empresas terão mais facilidade para participar de licitações do governo federal

“Aprovação do Marco Legal das Startups é uma conquista histórica para o Brasil”, diz a deputada Luísa Canziani

MP sob análise do Senado reduz impactos tarifários com aporte de recursos na CDE

Na avaliação de Mário Marques, presidente da Câmara da Indústria de Alimentos da FIEMG e do Sindicato das Indústrias de Cerveja e Bebidas em Geral do Estado de Minas Gerais (Sindbebidas), a relevância do credenciamento repercute em toda a cadeia produtiva do setor.

“Agora temos a facilidade de fazer as análises em nosso estado e conseguir diferenciar as boas cachaças das clandestinas. Vamos conseguir melhorar, cada vez mais, as nossas cachaças”, destaca.

Qualidade da cerveja

Em 2020, o Instituto SENAI de Tecnologia em Química, passou a estar apto a também realizar a quantificação dos teores de possíveis contaminações em amostras de cervejas. Com isso, as indústrias interessadas podem procurar o CIT SENAI FIEMG para enviarem as amostras das bebidas.

De acordo com a instituição, a determinação dos teores de substâncias tóxicas em amostras de cervejas é feita por uma técnica analítica conhecida como Cromatografia Gasosa, utilizada para quantificação de substâncias orgânicas.
 

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Educação
20/01/2021 00:00h

Projeto é uma iniciativa do Senai e visa promover a inserção de alunos egressos dos cursos no mercado de trabalho; Engenorte vai apadrinhar turma de Técnico em Eletrotécnica

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Os alunos do curso Técnico em Eletrotécnica da unidade de Gurupi (TO) agora terão uma empresa madrinha para ajudar na inserção no mercado de trabalho. O projeto, do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), é uma iniciativa que conta com o apoio de empresas parceiras que, após adesão, observam o desempenho dos alunos no curso em questão. Os que mais se destacarem podem ser aproveitados no quadro pessoal da empresa, se atingirem o perfil desejado. 

Para a turma de Gurupi, que tem cerca de 30 alunos, a empresa madrinha será a Engenorte. As aulas começam no final de janeiro e a empresa acompanhará o curso pelos próximos dois anos. Após a formação, a Engenorte vai abrir seleção de talentos entre os estudantes egressos e, dependendo do desempenho, os alunos já podem conquistar a primeira oportunidade de trabalho. 

“O projeto empresa madrinha visa contribuir para o aumento da inserção dos alunos nas indústrias tocantinenses”, afirma Núbia Almeida, gerente do Senai em Gurupi. O principal objetivo, segundo ela, é mostrar para a indústria estadual o potencial dos alunos egressos do Senai. 

“Queremos proporcionar aos alunos a vivência de forma prática dentro da indústria, com situações semelhantes que eles poderão enfrentar na vida profissional deles dentro da empresa parceira. Com isso, automaticamente, quem ganha é a empresa pela promoção desse intercâmbio técnico-pedagógico”, garante a gerente. 

Em todo estado, 36 turmas já foram atendidas com o projeto, contemplando 1,3 mil alunos. Só o município de Gurupi já teve mais de 90 alunos beneficiados. “Elevamos o indicador de alunos egressos inseridos no mercado de trabalho e na indústria, uma vez que temos o caso concreto de uma empresa que contratou três dos nossos alunos logo após o encerramento do projeto”, revela. A empresa citada por Núbia é a Transportadora e Distribuidora de Bebidas CEMAR, que apadrinhou a turma de Técnico em Administração no ano passado. 

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20/01/2021 00:00h

O faturamento real do setor, descontando a inflação, caiu 1,2% em novembro na comparação com outubro

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A indústria faturou menos pela primeira vez em sete meses. Segundo a pesquisa Indicadores Industriais, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o faturamento real do setor, descontando a inflação, caiu 1,2% em novembro na comparação com outubro.

Desde maio, o índice vinha crescendo, após registrar queda recorde em abril com o início da pandemia de covid-19. Apesar do recuo em novembro, a CNI informou que o setor passa por uma desaceleração, mas que o resultado de apenas um mês é insuficiente para indicar se o ciclo de crescimento acabou.

Produção industrial cresce em dez dos 15 locais pesquisados em novembro, pelo IBGE

Confiança dos empresários da Indústria diminui em janeiro

A própria pesquisa apontou que, apesar do recuo no faturamento, outros indicadores continuaram a crescer, como o nível de emprego, que subiu 0,4% em novembro em relação a outubro. Esse foi o quarto mês seguido de crescimento do setor. 

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20/01/2021 00:00h

Mesmo com crise econômica agravada pela pandemia, estado paraense exportou mais de US$ 20,5 bilhões no ano passado

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As indústrias paraenses exportaram mais de US$ 20,5 bilhões em 2020, o equivalente a R$ 108 bi. Com essa marca, o estado fechou o ano com um saldo positivo de mais US$ 19,3 bi no mercado internacional, mantendo-se em primeiro lugar no ranking nacional em relação ao saldo, à frente de estados tradicionais no setor como Minas Gerais, Mato Grosso e Rio Grande do Sul.

Em valor exportado, o Pará ficou em quarto lugar como o maior exportador do País, com variação positiva de 15,11%. As informações são do Ministério da Economia, analisados e divulgados pelo Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do estado do Pará (CIN/FIEPA). 

De acordo com os dados, a mineração foi a principal responsável pelo bom desempenho da balança comercial no ano passado, com um total de US$ 18,5 bi em produtos exportados, tendo como destaque o minério de ferro bruto. Outros setores que contribuíram com o resultado foram o agronegócio e a pecuária, sendo representados pela soja e pela carne, respectivamente. 

“Esse ano, com a chegada da vacina, acreditamos que o processo, ainda mais da questão exportadora do estado do Pará, se normalize e ganhe fôlego por meio de novos contratos, e com a chegada de novos compradores internacionais”, projeta a coordenadora do CIN/FIEPA, Cassandra Lobato. 

Ela acredita que a indústria paraense vem se diversificando ao longo do tempo, o que contribui para esse cenário positivo. Outros fatores que reforçam esse bom desempenho são a logística, com expectativa de melhora, e as reformas propostas pelo governo federal. “Se as reformas forem votadas, especialmente a tributária, vai ajudar não só o estado do Pará, mas todo o País. O custo da tributação ainda é muito pesado para nossas indústrias e isso faz com que muitas não cresçam, não tenham realmente um processo de desenvolvimento industrial.” 

Entre os produtos considerados não tradicionais, a soja foi o que mais exportou no estado no ano passado. O volume total foi de US$ 759,4 milhões, registrando um aumento de 43,40% em comparação a 2019. Ainda nesse grupo, de acordo com os dados do Ministério da Economia, as carnes bovinas tiveram um crescimento de quase de 58%, tendo a China como principal destino. 

Segundo dados do Sindicato da Carne e Derivados do Estado do Pará (Sindicarne), o Pará passou a ter acesso ao mercado chinês somente em 2019. Em 2020, o estado produziu cerca de um milhão de toneladas/ano de carne bovina e bubalina e exportou apenas cerca de 10% desse total. 

“O estado ainda importa pouco. De fato, se ele tem uma exportação forte de minérios e de agronegócios, em contrapartida importa pouco. Isso gera um superávit muito importante para a balança comercial”, avalia o presidente do Conselho Regional de Economia do Distrito Federal (Corecon-DF), César Bergo. 

Em relação ao crescimento industrial, o economista destaca a localização estratégica do Pará. “A Vale está em Paraopeba, que é um grande centro da mineração, talvez seja o maior hoje. Isso faz com que a produção possa ser escoada de forma rápida e segura”, afirma Bergo.

Em 2020, a Ásia se manteve como o bloco econômico que mais comprou do estado do Pará. Segundo a FIEPA, quase 74% de tudo o que se exporta no estado tem como destino o continente asiático, mais especificamente a China. Os principais produtos adquiridos em 2020 foram o minério de ferro e seus concentrados, soja e carne bovina. No ano passado, ao todo, a Ásia (excluindo o Oriente Médio) importou pouco mais de US$ 15 bilhões do Pará.

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18/01/2021 00:00h

Ao todo, são mais de 9 mil vagas distribuídas pelos municípios de Salvador, Feira de Santana, Ilhéus, Juazeiro, Candeias, Vitória da Conquista, Barreiras e Luis Eduardo Magalhães

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Está em busca de uma escola com foco no aprendizado e nas necessidades do mundo do trabalho? O Serviço Social da Indústria (SESI) está com 9.126 vagas abertas na Bahia. Instituição oferece estrutura de ponta, com materiais pedagógicos atualizados de acordo com o mercado de trabalho. Há oportunidades nas unidades de Salvador, Feira de Santana, Ilhéus, Juazeiro, Candeias, Vitória da Conquista, Barreiras e Luis Eduardo Magalhães.

As matrículas de novos alunos podem ser feitas até 28 de fevereiro, de forma online ou presencialmente. A distribuição de vagas está disponível no link, onde também é possível fazer um tour virtual pelas unidades de ensino. 

Arte - Brasil 61

Segundo o gerente de Educação Regular do SESI Bahia, Mário Costa, as matrículas podem ser feitas, tanto pelo site, quanto pelo atendimento presencial agendado. Ele informa que as unidades de ensino têm seguido todos os protocolos sanitários, recomendados pelas autoridades de saúde, para evitar o contágio pelo novo coronavírus. Para agendar o atendimento, consulte o telefone e o endereço das unidades escolares pelo site.

Confira no link os documentos necessários para efetivar a matrícula, de acordo com a classificação do aluno.

Matrículas para escolas da Rede Sesi de Rondônia estão abertas até 27 de janeiro

MS: Escolas do SESI no estado abrem período de matrículas para 2021

Undime publica caderno de orientações para secretários municipais de Educação

O professor Alcy Freitas, da Escola SESI Reitor Miguel Calmon, em Salvador, destaca o diferencial da instituição de ensino. “Ela é cientifica, tecnológica e empreendedora. Ela possui também uma estrutura diferenciada, não só em termos de infraestrutura, mas também de material humano”, afirma. 

Segundo o professor, a unidade escolar já usava as plataformas digitais para ensino, antes mesmo da pandemia, o que facilitou as aulas remotas, em 2020. “Foi necessária uma formação técnica, porque nós professores não sabíamos nada sobre a criação de conteúdo para aulas remotas. O bom é que o SESI – através da sua visão estratégica – já havia elaborado um modelo de educação híbrida. Então essa transposição ocorreu de forma mais fácil”, comenta.

Kevin Chagas, de 15 anos, é aluno da Escola SESI Reitor Miguel Calmon, em Salvador. Ele conta o que espera para seu futuro profissional. “Eu acho que vou me destacar no mercado de trabalho; não só eu, mas todo os alunos que estudam no SESI, porque é uma escola que nos prepara para o futuro, para o mercado de trabalho. Nos proporciona laboratórios de ciência, robótica, temos iniciação cientifica, também professores ótimos, que estão sempre ao nosso lado, nos preparando para o Enem, para o trabalho, nos dando dicas. Os funcionários sempre nos ajudam, são como se fossem nossos irmãos e amigos”, comenta.

Início das aulas

O início das aulas está previsto para o dia 15 de fevereiro, contudo, o SESI aguarda posicionamento da Secretaria de Estado de Educação para definir a forma como isso deve acontecer, como explica o gerente Mário Costa.

“Como ainda não temos o posicionamento oficial da Secretaria de Estado de Educação, sobre a finalização do ano letivo de 2020, e como não temos um cenário de saúde estabelecido sobre a autorização da reabertura das escoas, a rede SESI Bahia mantém seu calendário para o início das aulas, em 15 de fevereiro, seja de forma virtual ou – no caso de haver autorização de reabertura e funcionamento – de modo híbrido: parte virtual, parte presencial”, explica.

A equipe do SESI Nacional elaborou o Guia SESI para Retorno às Aulas Presenciais em Tempos de Covid-19. O documento orienta os departamentos regionais a estabelecer um plano de retomada das aulas presenciais, seguindo calendário e determinações dos governos estadual e municipal. 

O gerente de Educação Regular do SESI Bahia, Mário Costa, detalha o planejamento para retorno presencial das aulas, nas unidades do estado baiano. “Todas as nossas unidades estão preparadas, com protocolo de retomada já implementado e treinamento das equipes. Nossos protocolos de higienização e sanitização foram desenhados; houve investimento em infraestrutura preventiva, em todas as áreas escolares, mantendo os distanciamentos, por meio de demarcação dos espaços; com rodízios pré-estabelecidos de ocupação e redução do período de permanência”, detalha.

Segundo Mário Costa, as primeiras ações após o retorno das aulas serão de acolhida, garantindo a compreensão desses protocolos pelos alunos, seus familiares e equipe de colaboradores. “A preocupação do SESI Bahia, em manter essa saúde e integridade de toda a comunidade escolar, é nossa prioridade. Seguiremos dessa forma com a mesma cautela e responsabilidade, que temos agido até aqui”.

Além do esforço para garantir a segurança sanitária, o gerente Mário Costa anunciou investimentos na qualidade das aulas, na formação dos professores e na infraestrutura das escolas, para que os alunos prossigam com o aprendizado protagonista, por meio de uma educação inovadora e metodologias ativas e integradas.

Confira: 7 motivos para estudar no SESI

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16/01/2021 00:00h

A média nacional teve crescimento de 1,2%

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Produção industrial cresce em dez dos 15 locais pesquisados em novembro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A média nacional teve crescimento de 1,2%, no setor. Oito regiões superaram a média nacional: Bahia (4,9%), Rio Grande do Sul (3,8%) Amazonas (3,4%), Região Nordeste (2,9%), Santa Catarina (2,8%), Ceará (1,7%), Rio de Janeiro (1,6%) e São Paulo (1,5%). Paraná e Minas Gerais também tiveram resultados positivos, de 1,2% e 0,6%, respectivamente. No entanto, algumas localidades apresentaram queda, segundo a Pesquisa Industrial Mensal: Pará (-5,3%), Mato Grosso (-4,3%), Pernambuco (-1,0%), Espírito Santo (-0,9%) e Goiás (-0,9%).

Confiança dos empresários da Indústria diminui em janeiro

Laboratório do Instituto Senai de Tecnologia, em Goiás, reforça combate à pandemia da Covid-19

Segundo o levantamento, São Paulo exerceu a maior influência no resultado da indústria nacional. Entre maio e setembro, o estado acumulou alta de 47%. O resultado positivo se dá pelos setores de veículos e de máquinas e equipamentos. A sétima alta consecutiva no Rio Grande do Sul também contribuiu com a média nacional. O estado acumula alta de 67% na produção industrial entre maio e novembro, devido à boa participação do setor de couro, artigos de viagens e calçados.

O gerente da pesquisa Bernardo Almeida destaca que o resultado em 2020 é menor, na comparação com 2019, devido à pandemia da Covid-19. No entanto, o cenário de incerteza já marcava o ritmo de produção antes da pandemia.

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15/01/2021 00:05h

Índice de Confiança recuou 2,2 em janeiro, segundo CNI

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Empresários da Indústria estão menos confiantes com a situação econômica brasileira. Índice que mede essa confiança teve um recuo de 2,2 ponto em janeiro deste ano, na comparação com dezembro de 2020. A informação é da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Em janeiro, o indicador ficou em 60,9 pontos – 4,4 a menos do que registrado em janeiro do ano passado.

A CNI avalia que a queda da confiança do setor reflete o aumento das incertezas, em relação à evolução da pandemia do novo coronavírus e ao desempenho da economia nesse semestre. Segundo boletim divulgado pela confederação, “apesar da chegada da vacina, o crescimento do contágio nos países europeus e, sobretudo, no Brasil, aumentou o temor da necessidade de se impor novas medidas de isolamento social”.

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Fiec e Sinduscon-CE firmam parceria para uso de tecnologia revolucionária na construção civil

MP sob análise do Senado reduz impactos tarifários com aporte de recursos na CDE

Para fazer o levantamento, a CNI ouviu 1.286 empresas do ramo industrial, sendo 491 de pequeno porte, 505 de médio porte e 290 de grande porte.

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05/01/2021 10:00h

O cenário é resultado da incerteza sobre os rumos da economia, em meio ao agravamento da pandemia da Covid-19 e o fim do Auxílio Emergencial

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Confiança empresarial tem pessimismo moderado para o primeiro semestre de 2021. O Índice recuou 0,4 ponto em dezembro, após uma sequência de altas registradas a partir de julho de 2020. Os dados são da Fundação Getúlio Vargas. No fechamento do ano, o Índice de Confiança Empresarial (ICE) ficou em 95,2 pontos.

O superintendente de estatísticas do Instituto Brasileiro de Economia, da FGV, Aloisio Campelo Júnior, afirma que o indicador em dezembro mostra um pessimismo moderado dos empresários brasileiros, diante da grande incerteza sobre os rumos da economia do País, nos próximos meses. Segundo ele, o cenário é influenciado pela volta do agravamento da pandemia da Covid-19 e pelo fim do Auxílio Emergencial.

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Ainda de acordo com levantamento da FGV, o indicador que mede o otimismo, em relação às demandas nos próximos três meses, avançou 0,9 pontos em dezembro. O indicador de Emprego Previsto subiu para 1,7 pontos. A confiança da indústria cresceu 1,8 ponto; do setor de serviços aumentou 0,8 ponto; da construção civil quase não mudou, com variação positiva de 0,1 ponto; e a do comércio teve a terceira queda consecutiva, de 1,8 ponto, em dezembro.

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28/12/2020 00:00h

Aumento no número de casos de Covid-19 no país é um fator de risco para a continuidade do processo de retomada econômica

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Pesquisadores do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revisaram a previsão de queda no Produto Interno Bruto (PIB) de 5%, feita em setembro, para 4,3% neste ano. Na análise consolidada trimestral da conjuntura econômica nacional, o instituto observou que os níveis de desempenho da indústria e do comércio se encontram acima do período pré-pandemia. Para o ano que vem, a projeção de crescimento subiu de 3,6% para 4%. 

Mesmo com a melhora na expectativa de queda do PIB, o Ipea alerta que a evolução da curva de casos de Covid-19 pode ser um obstáculo para a continuidade do processo de retomada econômica.  O aumento recente dos casos e óbitos ocorreu na maior parte das regiões, mas afetou de forma intensa as regiões Sul e Sudeste. No caso específico do Sul brasileiro, os números de diagnósticos e morte por 100 mil habitantes atingiram em dezembro os maiores valores desde o início da crise sanitária. 

Para o diretor de Estudos e Políticas Macroeconômicas do Ipea, José Ronaldo Souza Júnior, a pandemia é o principal fator de risco para as projeções macroeconômicas do País. “Especialmente em nível de atividade, os principiais riscos estão relacionados, primeiramente, à dinâmica epidemiológica da Covid-19, como também do ritmo e eficácia das políticas de vacinação em massa, e a política de consolidação fiscal. Temos desajuste fiscal que tem que ser tratado por meio de reformas. Essas reformas são essenciais para a retomada não só do ano de 2020, como dos anos subsequentes”, diz. 

O Ipea também revisou a taxa de inflação de 3,5% para 4,4% em 2020. A expectativa é de que os preços dos serviços encerrem este ano com uma variação positiva de 2%. Já os preços monitorados devem apresentar alta de 2,5%, e os bens livres (exceto alimentos) de 2,6%. Em relação ao ano que se inicia, a projeção de inflação passou de 3,3% para 3,4%.

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Desafios para 2021

Segundo os pesquisadores, o desequilíbrio fiscal continua sendo um grande desafio para a economia brasileira. Com o aumento de gastos para reduzir os efeitos da pandemia de Covid-19, o déficit primário deve ser da ordem de 12% do PIB em 2020, levando a dívida pública para mais de 90% do PIB. Entre março e dezembro, o Executivo autorizou R$ 508 milhões para ações de enfrentamento à pandemia. Desse total, R$ 328,7 bilhões foram destinados a investimentos em assistência social. 

Na avaliação do economista e professor de Finanças do Ibmec do Distrito Federal, William Baghdassarian, o cenário econômico do Brasil em 2021 será de dificuldade. “No meu entendimento, haverá volta da inflação, a gente não consegue manter os juros baixos, o câmbio deve ficar pressionado. Crescimento baixo, ano que vem deve ser algo como 2%”, destaca.

Para Baghdassarian, a reversão do atual quadro macroeconômico brasileiro passa pela aprovação de reformas estruturantes no Congresso Nacional. “Para mudar isso, o Congresso precisaria aprovar uma série de reformas, que parecem não entrar no radar. Pelo contrário, vemos muito projeto sem muita importância e reformas como a administrativa e tributária, além do pacto federativo, acabam não sendo pautadas”, completa. 

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