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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

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a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

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c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

Microempresas

11/05/2021 13:15h

O programa é uma linha de crédito criada durante a pandemia para ajudar micro e pequenas empresas

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O Senado deve concluir nesta terça-feira (11) a votação do Projeto de Lei (PL) 5575/2020, que garante a permanência do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). O programa é uma linha de crédito criada durante a pandemia. A proposição foi aprovada pelo Plenário do Senado em março deste ano e enviada à Câmara dos Deputados, onde recebeu alterações. Por isso, retorna agora aos senadores, para análise final. 
 
O autor da matéria, senador Jorginho Mello (PL/SC) destacou o objetivo da iniciativa para chegar mais facilmente na ponta, que é o pequeno empresário.  “Agora o nosso foco é fazer rodar, fazer girar, fazer pingar na torneira. É fazer o banco receber o micro e o pequenininho (empresário) e fazer o empréstimo para ele”, disse. Segundo ele, a permanência do programa, além de beneficiar os empreendedores, deve ajudar na manutenção de empregos.

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Uma das mudanças aprovadas na Câmara é a possibilidade de calcular, em contratos feitos em 2021, percentuais com base no faturamento de 2019 ou 2020, o que for maior. A alteração deve beneficiar empresas que viram o faturamento despencar no último ano, o que poderia fazer com que o limite de crédito aprovado ficasse abaixo de suas necessidades.
 
O professor de Finanças Públicas da Universidade de Brasília, Roberto Piscitelli, destacou a importância da permanência do programa para a retomada do crescimento econômico, sobretudo visando a recuperação das perdas em razão da pandemia. 
 
“Ele é muito relevante no momento em que há um reconhecimento de que esses empreendimentos, micro e pequenas empresas são fundamentais na manutenção do nível de empregos e na sustentabilidade e sobrevivência nos próprios negócios”, afirmou. 

Linha de crédito

O PL também deve trazer mais recursos para o programa, aumentando a participação da União no Fundo Garantidor de Operações (FGO) até 31 de dezembro de 2021. Esse aumento de recursos se dará por dotações da Lei Orçamentária Anual, doações privadas e recursos decorrentes de operações de crédito externo junto a organismos internacionais.

 
A taxa de juros anual máxima será igual à taxa do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic), deve ser de 1,25% sobre o valor concedido, para as operações concedidas até 31 de dezembro de 2020; e de até 6% sobre o valor concedido, para as operações concedidas a partir de 1º de janeiro de 2021.
 
De acordo com o texto, a linha de crédito concedida no âmbito do Pronampe corresponderá a até 30% da receita bruta anual calculada com base no ano anterior ao da contratação, salvo no caso das empresas que tenham menos de um ano de funcionamento, hipótese em que o limite do empréstimo corresponderá a até 50% do seu capital social ou a até 30% de 12 vezes a média da sua receita bruta mensal apurada no período, desde o início de suas atividades, o que for mais vantajoso.
 
Até o momento, o programa já beneficiou mais de 500 mil empresários em todo o País. Para os empréstimos já concedidos, o projeto prorroga por 180 dias o prazo de carência para pagamento das parcelas.

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Economia
03/05/2021 04:00h

Segmento responsável pela transformação do lixo movimentou R$ 28 bi em 2019 e está em ascensão, apontam especialistas

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O mercado de gestão de resíduos sólidos urbanos (RSU) apresenta boas oportunidades para as empresas de micro e pequeno porte que querem apostar e se desenvolver no Brasil. Em 2019, o segmento movimentou cerca de R$ 28 bilhões, de acordo com a Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe). E a projeção é de que esse valor cresça 50% em até sete anos. 

Entre 2010 e 2019, a geração de RSU no Brasil passou de 67 milhões para 79 milhões de toneladas. Até 2050, a expectativa é de crescimento de 50% nesse montante, o que abre espaço para a entrada de negócios voltados para o reaproveitamento do lixo, principalmente porque a coleta ainda está longe de ser universalizada, como nas regiões Norte e Nordeste, em que o índice de cobertura é de 81%.

Em entrevista ao portal Brasil61.com, o presidente da Abrelpe, Carlos Silva Filho, afirmou que o mercado de gestão de RSU ainda está em fase inicial em termos de movimentação financeira e que a perspectiva é de crescimento considerável. 

“Temos uma grande proporção de práticas inadequadas, que precisam ser regularizadas, fomentando um mercado. Temos índices reduzidos de reciclagem, que podem ser ampliados e ainda não temos iniciativa em escala comercial para uma série de outras frentes, como recuperação energética e digestão anaeróbia. Mas também temos um considerável crescimento desse mercado nos próximos anos”, avalia. 

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Potencial de crescimento

A gama de atividades para quem deseja empreender a partir do lixo é vasta, ele explica: coleta, triagem, recuperação e tratamento dos resíduos sólidos, até a disposição final em aterros sanitários. Os fins também são inúmeros: os resíduos sólidos podem servir para geração de energia, combustível e de matéria-prima. 

“Quando analisamos o panorama de como os resíduos sólidos estão sendo utilizados como matéria-prima pelas empresas, vimos potencial a ser explorado”, diz Helen Camargo de Almeida, analista do Centro Sebrae de Sustentabilidade. 

Atualmente, 13.174 micro e pequenas empresas atuam na cadeia de gestão de RSU, segundo a Abrelpe. Apesar da pandemia da Covid-19, o número de negócios no segmento se manteve estável, principalmente pela maior demanda por materiais médico-hospitalares, conta Carlos. “Na questão, por exemplo, de resíduos de saúde houve um crescimento bastante acelerado, realmente acentuado. Houve justamente uma massa e um volume concentrado de resíduos a serem tratados que trouxeram a manutenção dos negócios para as empresas”, explica. 

A região Sudeste, liderada por São Paulo, responde por mais da metade da geração de resíduos no país. Boa parte do valor movimentado e das empresas que atuam na cadeia de RSU estão concentradas na região. No entanto, como nas regiões Norte e Nordeste há menor índice de coleta, há também mais espaço para o surgimento de novas iniciativas que deem um novo destino ao lixo reaproveitável. 

Arte: Brasil 61

Apoio

Visando auxiliar os pequenos negócios que desejam se aventurar na gestão de resíduos sólidos, o Sebrae dispõe de uma plataforma chamada Centro Sebrae de Sustentabilidade. Esse espaço possui mais de 500 conteúdos gratuitos voltados aos empreendedores. São cartilhas, infográficos, vídeos e cases de empresários que implementaram a sustentabilidade em seus negócios, reduziram custos e ampliaram o público consumidor. 

“Tem exemplos práticos de como implementar, de como fazer em diversos tipos de negócio. São informações mostrando, para o empresário que deseja abrir um negócio na área de reciclagem ou que já tem um negócio e que deseja melhorar a sua performance na gestão de resíduos, dicas práticas”, diz Helen. 

Sustentabilidade

Além da redução de custos e produtividade, muitas empresas que não atuam diretamente com a gestão de resíduos sólidos têm se preocupado com o impacto ambiental de seus produtos, afirma Helen. Afinal, a sustentabilidade tem peso cada vez maior na escolha de consumidores. 

Quem enxerga essa tendência sai na frente da concorrência, seja para venda no mercado interno ou para exportar. Até mesmo as pequenas empresas, segundo ela, devem se preocupar com o tema, uma vez que grandes corporações exigem que sua cadeia de fornecedores também adote práticas sustentáveis.  

“Atuar com sustentabilidade hoje é um diferencial competitivo para as empresas, mas daqui um tempo isso vai ser uma questão até obrigatória. Temos observado o cenário e os perfis de comportamento dos consumidores que começam a colocar a sustentabilidade como um fator determinante de compra”, analisa. 

Política Nacional de Resíduos Sólidos

Criada em 2010, a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), Lei 12.305/10, é a norma que dita as regras de como o país deve lidar com o lixo. A PNRS estabelece as principais formas de como a iniciativa pública e privada devem tratar os resíduos, incentivando a reciclagem, o reaproveitamento dos materiais e a destinação correta daquilo que não tem realmente chance de ser usado novamente.  

No que diz respeito às empresas, a lei estipula que todos os negócios, independente de terem os RSU como matéria-prima, devem recuperar e destinar corretamente seus produtos e mercadorias. Dentro dessa responsabilidade está presente o conceito de logística reversa. Um exemplo é a cadeia de pilhas e baterias, em que os responsáveis devem implantar mecanismos que permitam à população retornar o material após o uso. 

Já os municípios e o Distrito Federal devem se atentar às mudanças que o Marco Legal do Saneamento Básico (Lei 14.026/20) trouxe em relação ao manejo dos resíduos sólidos. 

Até julho deste ano, por exemplo, devem criar uma cobrança para o serviço de coleta de lixo, com o objetivo de garantir os investimentos necessários para o alcance da universalização e modernização das atividades de saneamento básico. Aqueles que não cumprirem a determinação podem ser penalizados por renúncia de receita, de acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal (101/2000). 

Atualmente, 4.070 cidades realizam coleta seletiva de lixo. Em muitas dessas nem toda a área urbana é abrangida. Além disso, quase 1500 municípios brasileiros não fazem a coleta seletiva. Na região Norte, por exemplo, apenas 44,1% contam com essa iniciativa. 

Os números refletem em outra frente: a destinação adequada de resíduos sólidos no Brasil. Em 2019, cerca de 40,5% do RSU gerado, o equivalente a 29 milhões de toneladas, teve destinação inadequada. 

Segundo Helen, o Brasil precisa avançar em um modelo de gestão integrada, coordenada pelos municípios e que invista em tecnologia para viabilizar o surgimento de novos negócios na cadeia de geração de RSU. A matéria-prima, ela diz, é abundante. “O gestor público precisa orquestrar esse movimento também, criando um ambiente para facilitar a expansão de negócios em torno da cadeia produtiva”, orienta. 

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Economia
01/05/2021 12:20h

A instituição financeira também liberou à população do estado o acesso a R$ 3,2 bilhões de crédito habitacional, além de R$ 1,3 bilhão em crédito para micro e pequenas empresas

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De janeiro de 2020 até o momento, a Caixa Econômica Federal foi responsável pelo pagamento de R$ 12 bilhões em benefícios sociais, INSS e FGTS apenas no estado do Ceará. A Unidade da Federação também recebeu, por meio da autarquia, R$ 16 bilhões referentes ao auxílio emergencial.

O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, explica que, a partir da experiência do ano passado, o calendário de pagamento do auxílio emergencial levou em conta o mês de nascimento de cada beneficiado e a manutenção do Bolsa Família.

“Este mês de nascimento é simples para toda a população e cria uma ordenação relativamente fácil das pessoas entenderem. E a manutenção do calendário do Bolsa Família, com recebimento imediato, favorece também um público que tem menos informação e já recebe desta mesma maneira, nos dez últimos dias úteis de cada mês, há 15 anos”, pontua.

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A população cearense teve acesso, ainda, a R$ 3,2 bilhões de crédito habitacional, além de R$ 1,3 bilhão em crédito para micro e pequenas empresas.

De acordo com a Caixa, no Ceará também foram liberados R$ 2,3 bilhões em crédito para pessoas físicas. O setor de saneamento básico do estado também foi beneficiado com R$ 75 milhões em crédito para investimento na infraestrutura.
 

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01/05/2021 10:45h

A medida é para garantir a defesa dos negócios e contribuir para a retomada do crescimento das firmas após a pandemia da Covid-19.

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Os micros e pequenos empreendedores ficarão livres do pagamento de empréstimos adquiridos em instituições financeiras por até seis meses. A medida é para garantir a defesa dos negócios e contribuir para a retomada do crescimento das firmas após a pandemia da Covid-19. 

O prazo total dos empréstimos também poderá ser prorrogado, para até 18 meses. 

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A suspensão do pagamento dos empréstimos deve ser negociada pelo microempresário e a instituição financeira e os pedidos já podem ser feitos. A expectativa é que mais de 100 mil empresas tenham empréstimos suspensos temporariamente. 

Os empresários inclusos no Programa Emergencial de Acesso ao Crédito, o PEAC, que tomaram empréstimos para negociações do comércio exterior, com a Administração Pública e dívidas agrícolas já renegociadas, não poderão prorrogar as dívidas. 

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Economia
29/04/2021 05:00h

Proposta que começou a tramitar na Câmara dos Deputados prevê o parcelamento de débitos das empresas com a União no contexto da pandemia da Covid-19

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Seis em cada dez pequenos negócios tiveram faturamento em 2020 pior do que em 2019. A informação consta na edição mais recente de um levantamento feito pelo Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) e a FGV (Fundação Getúlio Vargas).

A queda de receitas que afetou mais de 10 milhões de micro e pequenas empresas pelo País se deve em grande parte à pandemia da Covid-19 e às medidas de restrição que as autoridades tomaram para combater o novo coronavírus. Como consequência disso, muitas delas se viram em dificuldade para pagar os tributos junto à União.

Com o intuito de resolver o problema, o deputado federal Mário Heringer (PDT/MG) apresentou o Projeto de Lei Complementar (PLP) 130/2020, que institui, para as micro e pequenas empresas optantes pelo Simples Nacional, um Programa Especial de Regularização Tributária em razão da Covid-19, o chamado Pert-Covid.

Em entrevista ao portal Brasil61.com, o parlamentar destacou que o objetivo da proposta é cuidar dos pequenos negócios, que empregam boa parte da população brasileira. 

“A importância do Novo Refis para as empresas diante do atual momento da pandemia é exatamente essa: desafogar e desapertar a empresa, porque se ela não está conseguindo faturar para pagar os impostos no dia a dia porque ela não tem clientela, não tem demanda, como é que ela vai poder pagar os impostos do dia a dia e os atrasados?”, indaga. 

Arte: Brasil 61

Reestruturação

O deputado apresentou a proposta no ano passado. O texto original previa que as empresas interessadas poderiam parcelar os débitos tributários apurados até maio de 2020. Além disso, o prazo para que os negócios pudessem aderir à renegociação iria até o mês subsequente ao fim do estado de calamidade pública (que acabou em dezembro de 2020), isto é, janeiro de 2021.

A proposta não chegou a ser analisada pela Câmara dos Deputados noano passado, mas em 10 de março deste ano, o deputado José Ricardo (PT/AM) foi designado relator do projeto na Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços (CDEICS).

Em contato com a reportagem do Brasil 61, a assessoria política de Mário Heringer afirmou que, com a tramitação em andamento, novos prazos devem ser estabelecidos pelo relator em um substitutivo, por exemplo, uma vez que a pandemia e os seus efeitos se estenderam e o prazo com base no fim do estado de calamidade pública não faz sentido atualmente.

De acordo com a proposta original, a adesão pelas empresas seria formalizada com a quitação da primeira parcela, o que implicaria na desistência de programas similares ao Pert-Covid. A parcela mínima seria de R$ 300, com a incidência de juros Selic mensais mais 1%. 

Arte: Brasil 61

Ainda segundo o levantamento do Sebrae em parceria com a FGV, os empreendedores apontam que o adiamento dos pagamentos de impostos está entre as medidas governamentais consideradas mais importantes para o ano de 2021.

Segundo o cientista político Nauê Bernardo, programas de regularização tributária têm um lado positivo. “Essas iniciativas acabam beneficiando o empresário que paga os seus débitos tributários de forma correta e que, por conta de todo o contexto da pandemia, se viu em efetivas dificuldades para cumprir com essa obrigação”, avalia.

No entanto, ele afirma que os “Refis” também podem beneficiar maus pagadores, que agem de maneira dolosa contra os cofres públicos. “Esse tipo de prática também abre e dá mais incentivos ao empresário que se omite de pagar os débitos tributários e aguarda por esse tipo de medida, seja por um refinanciamento, seja por uma anistia destes débitos. Qualquer tipo de política que venha a ser adotada pelo governo precisa ter algum tipo de contrapartida bem séria e eficiente, porque senão acaba contribuindo para que haja mais evasão tributária no País”, conclui.

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Tramitação

Se aprovado na CDEICS, o projeto segue para as comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois seguirá para o Plenário. 

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01/04/2021 00:00h

O foco da ação é despertar o alerta de empreendedores e clientes sobre a importância de manter os cuidados com segurança e higiene para evitar o contágio da Covid-19

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Com o objetivo de ajudar empresários de pequenos negócios no processo de retomada das atividades, o Sebrae lançou a campanha #ContinueCuidando. Entre os segmentos beneficiados com a iniciativa estão pet shops e veterinárias. O foco da ação é despertar o alerta de empreendedores e clientes sobre a importância de manter os cuidados com segurança e higiene para evitar o contágio da Covid-19.

Além desse ponto, a coordenadora nacional de Negócios Pet do Sebrae, Hannah Salmen, afirma que a campanha pretende contribuir para o funcionamento dos estabelecimentos, mantendo assim, a economia em circulação.

“Nossas estimativas giram em torno de uma queda do faturamento na casa de 30% para empreendedores desse setor. Mas, os empreendedores que apresentam crescimento nesse setor são aqueles que apostaram de uma forma bastante antecipada e vigorosa, principalmente em processos de inovação e relacionamento com o cliente”, destaca. 

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Proprietário de uma veterinária em Brasília, Deivison Barbosa relata que percebeu uma redução na movimentação dos negócios da empresa no início de 2020. No entanto, ele afirma que a situação foi se normalizando com o passar do tempo. Segundo o empresário, a principal dificuldade foi em torno do abastecimento de vacinas para os animais.

Apesar do quadro, Deivison garante que as atividades continuam, mas com os cuidados necessários para evitar a propagação do coronavírus.

“Estamos cuidando para não aglomerar e manter todo mundo de máscara e usando álcool em gel. Dentro do consultório, não permitimos a presença de muitas pessoas, apenas do dono do cachorro e de um veterinário, para não termos a disseminação da doença por conta do nosso atendimento”, afirma.

Entre as dicas fornecidas pelo Sebrae estão lavar as mãos com água e sabão, manter o distanciamento adequado e fazer o uso correto da máscara de proteção. Todo o conteúdo é disponibilizado por meio de e-books, vídeos, infográficos, placas de sinalização, entre outros. Para mais informações sobre esses e outros setores acesse: www.sebrae.com.br/cuidados.

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31/03/2021 00:00h

Segundo o coordenador setorial da Casa e Construção do Sebrae, Enio Queijada, a iniciativa consiste em fornecer dicas e orientações sobre cuidados com segurança e saúde no processo de retomada das atividades

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A pandemia do novo coronavírus atingiu em cheio a economia do país, sobretudo as finanças de pequenas empresas ligadas ao setor da construção civil. Por esse motivo, o Sebrae lançou a campanha #ContinueCuidando, que pretende ajudar companhias desse ramo e de outros que se empenham a gerar emprego e renda em todas as regiões do Brasil.

Segundo o coordenador setorial da Casa e Construção do Sebrae, Enio Queijada, a iniciativa consiste em fornecer dicas e orientações sobre cuidados com segurança e saúde no processo de retomada das atividades. Segundo ele, o objetivo é auxiliar empresas do segmento na garantia da manutenção da saúde dos colaboradores e clientes, ao passo que a economia continua em circulação.

“Colaboradores, fornecedores e clientes precisam respeitar os protocolos no varejo. Na tele-entrega também deve haver todo cuidado com a sanitização dos produtos. Os escritórios de arquitetura e de projetos também têm usado e abusado das ferramentas digitais. Já temos casos de imóveis vendidos 100% pela internet, sem sequer ter a visita física”, destaca.

O alvo da ação são empresas da indústria da construção, lojas de materiais e de móveis, indústria do mobiliário e escritório de arquitetura. Antônio Carlos Júnior é proprietário de uma loja de materiais de construção localizada em Junduaí (SP).

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Ele afirma que a pandemia tem afetado os procedimentos do empreendimento, sobretudo pelo fato de os clientes não poderem entrar no estabelecimento e conferir o material de perto. No entanto, ele relata que adotou outras alternativas para atender o público sem expor os consumidores aos riscos da Covid-19.

“Disponibilizamos álcool em gel e faixa sinalizadora. Agora, já na fase emergencial, estamos atendendo exclusivamente por WhatsApp e telefone. Também temos o sistema drive-thru, pelo qual a pessoa liga, encomenda o material e quando vem buscar, nós levamos até o carro, além do delivery”, afirma.

Entre as dicas fornecidas pelo Sebrae estão lavar as mãos com água e sabão, manter o distanciamento adequado e fazer o uso correto da máscara de proteção. As orientações são disponibilizadas por meio de e-books, vídeos, infográficos, placas de sinalização, entre outros. Para mais informações sobre esses e outros setores acesse: www.sebrae.com.br/cuidados.

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29/03/2021 00:10h

O analista de Competitividade do Sebrae, Victor Ferreira, explica que a intenção é beneficiar companhias de serviços de delivery e de transporte por aplicativo, por exemplo. Entre as recomendações estão uso correto da máscara de proteção

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Com o intuito de despertar o alerta de empreendedores e clientes sobre a importância de manter os cuidados com segurança e higiene para prevenção contra a Covid-19, o Sebrae lançou a campanha #ContinueCuidando. A iniciativa, que dá dicas e orientações para manter as atividades em funcionamento, também atende empresas do setor de transporte de forma direcionada.

O analista de Competitividade do Sebrae, Victor Ferreira, explica que a intenção é beneficiar companhias de serviços de delivery e de transporte por aplicativo, escolar, de cargas fracionadas e rodoviárias. Entre as recomendações apontadas por ele estão uso correto da máscara de proteção, distanciamento adequado para evitar aglomerações, além do uso de álcool em gel, por exemplo.

“Segmentos da área de logística e transporte perderam seu faturamento, como o transporte escolar, por exemplo. Porém, existem outros segmentos, como entrega de mercadorias fracionadas e delivery que aumentaram muito e trouxeram um pouco de oportunidade para os trabalhadores que fazem essas entregas”, destaca.

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Kely Bonvenuto mora na cidade paulista de Mogi das Cruzes e é proprietária de uma empresa especializada em entregas por motoboy. Ela conta que o empreendimento sofreu com os impactos da atual crise, mas manteve as atividades observando os cuidados necessários para evitar a doença causada pelo novo coronavírus.  

“Para os nossos colaboradores, fizemos reuniões para mostrar os perigos da pandemia e como se proteger. Fizemos um trabalho de conscientização nas nossas redes sociais. A empresa também disponibilizou máscaras para os funcionários e todos carregam álcool em gel”, afirma.

As dicas e orientações apresentadas pelo Sebrae são disponibilizadas por meio de e-books, vídeos, infográficos, placas de sinalização, sempre com o suporte de especialistas. Para mais informações sobre esses e outros setores acesse: www.sebrae.com.br/cuidados.

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24/03/2021 00:00h

O objetivo da iniciativa é manter a economia desta área em circulação ao passo que a saúde da população também é preservada contra os efeitos da doença causada pelo novo coronavírus

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A pandemia da Covid-19 exigiu um novo contexto de consumo nos mais variados setores da economia. E, para ajudar esses empreendimentos no processo de retomada das atividades, o Sebrae lançou a campanha #ContinueCuidando.

Um dos nichos da campanha é voltado para a indústria de base tecnológica e energia, com interfaces em quase todos os setores e segmentos, desde maquinário e equipamentos até eletroeletrônicos e automação.

Segundo a analista da Unidade de Competitividade do Sebrae, Juliana Borges, o objetivo da iniciativa é manter a economia desta área em circulação ao passo que a saúde da população também é preservada contra os efeitos da doença causada pelo novo coronavírus.

“Dentro da empresa é possível estabelecer sinalização, portas diferentes de entrada e saída, rotinas para que as pessoas sejam avisadas de quem adoeceu. É possível estabelecer distâncias com módulos quase independentes de atuação para poder ter um isolamento”, explica.

A campanha consiste na disponibilização de dicas e orientações para empreendedores, colaboradores, fornecedores e clientes, no sentido de evitar o contágio da Covid-19. Entre as recomendações estão o uso correto da máscara de proteção, o distanciamento adequado para impedir aglomerações e a utilização de álcool em gel como forma de prevenção.

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Miro Michels é sócio e administrador de uma padaria e confeitaria no município catarinense de Jaraguá do Sul. Ele afirma que a iniciativa do Sebrae é positiva, e destaca que o envolvimento das empresas neste momento de crise é fundamental.

“Em uma pandemia ou qualquer outra dificuldade de uma crise, o empresário deve pensar em melhorar processos e investir. É importante que ele tenha uma visão do que pode melhorar, olhar para dentro da empresa, nesse momento, porque fora é complicado e você não tem uma visão ampla. Mas, se você olhar para o teu negócio e melhorar o que está de dentro para fora, com certeza vai atrair um resultado muito bom”, pontua

O material apresentado pelo Sebrae conta com o envolvimento de especialistas e é composto por vídeos, e-books e sinalizações, por exemplo. Além disso, a entidade recomenda o segmento das orientações disponíveis nos decretos das três esferas de governo. Para mais informações sobre esse e outros setores, acesse: www.sebrae.com.br/cuidados.
 

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23/03/2021 12:00h

O objetivo da ferramenta, lançada pelo Ministério da Economia é monitorar e garantir o tratamento diferenciado estabelecido pela Constituição às micro e pequenas empresas

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Os pequenos empresários brasileiros passaram a contar com o Sistema de Defesa do Empreendedor, lançado nesta segunda-feira (23) pela Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia (Sepec/ME).

O objetivo da ferramenta é monitorar e garantir o tratamento diferenciado estabelecido pela Constituição às micro e pequenas empresas do País. Com a iniciativa, o empreendedor poderá manifestar qualquer situação de abuso ou falta de tratamento diferenciado à sua empresa por qualquer órgão ou entidade pública.

Para facilitar a navegação do usuário, o Portal de Apoio ao Micro e Pequeno Empreendedor foi dividido em módulos. Entre eles está o Canal de Defesa do Empresário, que também permite o acompanhamento dos editais e atos normativos sem tratamento diferenciado.

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O sistema também trata da legislação das MPEs. Este nicho oferece, de maneira descomplicada, as legislações publicadas diariamente no Diário Oficial da União de interesse das microempresas, da empresa de pequeno porte, do microempreendedor individual e do artesanato.

Os atos publicados são tratados e consolidados, diariamente, com notas e comentários, notas de revogações, novas redações, redações anteriores e regulamentações.

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