Sebrae

19/10/2022 16:50h

A ação oferece orientações para formalização, capacitação e contratação de crédito voltado para mulheres. O atendimento ocorre no Shopping Mega Polo Moda, no Brás, até o dia 26 de outubro

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A cidade de São Paulo recebe até o dia 26 de outubro a primeira ação de atendimento da CAIXA Pra Elas – Empreendedoras, fruto da parceria entre a CAIXA e o Sebrae. É uma oportunidade para empreendedoras da capital e região metropolitana terem acesso a produtos e serviços voltados para mulheres que têm, ou pretendem ter o próprio negócio.

O estande da CAIXA Pra Elas – Empreendedoras fica no Shopping Mega Polo Moda, no Brás. No local, as empreendedoras contarão com ações de capacitação, orientações para o desenvolvimento do próprio negócio e formalização como microempreendedoras individuais, além de indicação de cursos e palestras sobre empreendedorismo.

As mulheres podem ter acesso às principais linhas de crédito da CAIXA, que serão sujeitas à análise de risco e aprovação. Também poderão contratar produtos e serviços como o plano Previdência Pra Elas, o Seguro Vida Mulher, além do serviço de assistências especializadas Rapidex Mulher. As clientes do banco poderão contar ainda com a pausa no pagamento das prestações de empréstimos durante a licença maternidade ou adoção. 

A CAIXA e o Sebrae desenvolvem a “Rampa Empreendedora”: as que desejam montar e formalizar o próprio negócio terão acesso a cursos de capacitação e orientações para a sua regularização, e já podem sair formalizadas como MEI; já as empreendedoras formalizadas serão encaminhadas para cursos específicos.

Para as empreendedoras informais, o estande CAIXA Pra Elas – Empreendedoras vai oferecer conta digital gratuita, cartão de crédito sem anuidade e seguro Apoio Família. Além disso, esse público também pode fazer empréstimos de até mil reais - com taxa de juros de 1,95% a 3,99% ao mês e prazo de 12 a 24 meses. 

Para as microempreendedoras individuais são oferecidos serviços e produtos como conta corrente Pessoa Jurídica, acesso facilitado a empréstimos, Maquininha Azulzinha e microcrédito de até 3 mil reais, com taxa de juros de 1,99% a 3,60% ao mês e prazo de 18 a 24 meses.
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No local, as clientes do banco também poderão renegociar dívidas de créditos comerciais de pessoas físicas e jurídicas, com descontos de até 90%, pela ação Você no Azul. 

A parceria entre as duas instituições pretende apoiar milhares de brasileiras empreendedoras a enfrentarem cada etapa do negócio próprio e desenvolver suas empresas, com acesso a valores crescentes de investimento, como explica a presidente da CAIXA, Daniella Marques:

“E quando ela se formaliza, abre a MEI e faz o curso, ela já vai ter acesso –mesmo se estiver negativada- de um crédito de até R$1 mil reais para dar esse primeiro passo. Depois disso, na etapa de concessão, a gente vai oferecer soluções bancárias compatíveis com suas necessidades, três meses de formalizados terão outras linhas de créditos.com sete meses, o valor escala um pouco e a partir dos 12 meses, através do FAMPE e do Pronampe, elas têm acesso a valores ainda maiores para investir, crescerem e dar fôlego aos seus negócios.”

O horário de atendimento do estande da CAIXA Pra Elas – Empreendedoras é das oito da manhã às quatro horas da tarde. O Shopping Mega Polo Moda fica na Rua Barão de Ladário, 566/670, Brás. 

Para mais informações, acesse www.caixa.gov.br/caixa-pra-elas.

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17/10/2022 23:28h

Banco também promoverá ações de atendimento por todo o país, com foco na formalização e capacitação de empreendedoras

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A CAIXA e o Sebrae firmaram, nesta segunda-feira, 17 de outubro, uma parceria para estimular o empreendedorismo feminino, a estratégia CAIXA Pra Elas Empreendedoras. Até 19 de novembro, as duas instituições promovem ações de atendimento por todo o país, com a oferta de linhas de crédito, cursos de capacitação e orientações. Tudo para que mulheres que têm, ou pretendem ter o próprio negócio.

Nesta terça-feira, 18 de outubro, o banco fará a primeira ação de atendimento do CAIXA Pra Elas Empreendedoras, em São Paulo (SP), no Mega Polo Moda. No evento, as empreendedoras também vão poder renegociar dívidas e receber orientações do Sebrae, e ter acesso a produtos da CAIXA Cartões e da CAIXA Seguridade.

Além disso, o intuito da parceria é apoiar milhares de brasileiras empreendedoras a enfrentarem cada etapa do negócio próprio e desenvolver suas empresas, com acesso a valores crescentes de investimento, como explica a presidente da CAIXA, Daniella Marques:

“E quando ela se formaliza, abre a MEI e faz o curso, ela já vai ter acesso –mesmo se estiver negativada- de um crédito de até R$1 mil reais para dar esse primeiro passo. Depois disso, na etapa de concessão, a gente vai oferecer soluções bancárias compatíveis com suas necessidades, três meses de formalizados terão outras linhas de créditos.com sete meses, o valor escala um pouco e a partir dos 12 meses, através do FAMPE e do Pronampe, elas têm acesso a valores ainda maiores para investir, crescerem e dar fôlego aos seus negócios.”

Na iniciativa, a CAIXA e o Sebrae desenvolvem a “Rampa Empreendedora”: as que desejam montar e formalizar o próprio negócio terão acesso a cursos de capacitação e orientações para a sua regularização como MEI; já as empreendedoras formalizadas serão encaminhadas para cursos específicos e podem contratar linhas de crédito de até 1 mil reais.

O presidente do Sebrae, Carlos Melles, explica mais. “Posto a formalização, entramos com o treinamento, na sequência, o crédito. Mas é apostar naquilo que nós fizemos: formaliza, treina e dá o recurso para começar a realizar o curso do empreendedor. E esse desafio de tentar formalizar olhando lá na base é um desafio formidável, mas nós estamos preparados para isso.”

Para ter acesso a todos esses serviços, basta ir a uma das agências da CAIXA. As mulheres poderão acessar opções de Crédito e Serviços Bancários, com a abertura de conta PJ, disponibilização das linhas Pronampe e FAMPE, Maquininha Azulzinha, Microcrédito, Antecipação de Recebíveis e Cartão de Crédito.

Para orientar as mulheres empreendedoras, serão indicados os canais de atendimento do Sebrae e a trilha de formalização assistida, pelo 0800 570 0800. 

Para mais informações, acesse: caixa.gov.br/caixa-pra-elas ou baixe o app CAIXA Tem.

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15/08/2022 04:15h

Com o objetivo de impulsionar o empreendedorismo feminino para mulheres em situação de vulnerabilidade social, a caravana ainda deve passar por Distrito Federal, Maranhão, Piauí e Rondônia em agosto

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A Caravana Brasil pra Elas percorre o Brasil com capacitação profissional para mulheres. A ação faz parte do Programa Brasil pra Elas, lançado em março pelo governo federal, em parceria com a Agência Brasileira de Desenvolvimento  Industrial (ABDI) e o Sistema S. O objetivo é impulsionar o empreendedorismo feminino para mulheres em situação de vulnerabilidade social, por meio de cursos, divulgação de vagas de emprego, palestras e orientação sobre crédito. A programação também inclui atendimento à saúde, atividades de lazer e sorteios.

Com a meta de capacitar 20 mil brasileiras, a caravana já passou pelas capitais de Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Tocantins. Os próximos destinos são as capitais do Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco, Piauí, Rondônia, Roraima, além do Distrito Federal. Confira as datas:

  • São Luís (MA) - 06/08
  • Teresina (PI) - 16/08
  • Distrito Federal - 20/08
  • Porto Velho (RO) - 27/08
  • Fortaleza (CE) - aguardando data
  • Recife (PE) - aguardando data
  • Boa Vista (RR) - aguardando data
  • Belém (PA) - aguardando data

Força de trabalho feminina

O Programa Brasil pra Elas tem como foco o público feminino atendido pelo Auxílio Brasil. Apesar de serem as principais mantenedoras das famílias beneficiadas, as mulheres foram as mais afetadas pelo fechamento de postos de trabalho durante a pandemia da Covid-19.

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) mostram que, no 3° trimestre de 2021, a força de trabalho feminina perdeu 1,1 milhão de mulheres se comparado ao mesmo trimestre de 2019.

Segundo a doutora em economia Amanda Aires, com a perda dos empregos, as mulheres possuem mais dificuldades para retomarem os níveis salariais, além de acumularem ainda mais trabalhos domésticos durante a pandemia.

“Os homens passaram a produzir menos e as mulheres passaram a produzir muito mais [em casa]. Então, as mulheres estão ainda nesse abismo de acumular tarefas na pandemia. E agora com dificuldade para retomar os seus postos de trabalho e seus níveis de salário.” 

Programa Brasil pra Elas

Para mitigar os efeitos da pandemia na força de trabalho feminina, o Programa Brasil pra Elas busca recolocar as mulheres no mercado de trabalho e formar empreendedoras e potenciais geradoras de empregos, por meio de capacitação profissional e linhas de crédito de bancos federais, como Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banco da Amazônia e Banco do Nordeste.

Ramira Felix, empreendedora de Ananindeua (PA), conta que passou por um momento muito difícil financeiramente, durante a pandemia. Desempregada, ela não tinha capital de giro para abrir o próprio negócio. Por meio de crédito do Banco da Amazônia, Ramira conseguiu estruturar o sonho de uma loja de roupas.

“Foi na pandemia que tudo aconteceu. No momento de crise que o Brasil estava enfrentando. Esse crédito mudou completamente minha vida. Esse dinheiro multiplicou e eu fiz algumas mudanças na loja. Uma loja de roupas usadas se transformou em uma loja bonita e pop.”

A coordenadora nacional de Empreendedorismo Feminino do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Renata Malheiros, destaca o perfil de mulheres atendidas pelo programa.

“A pandemia e a crise econômica, vinculada também à pandemia, afetaram de maneira desproporcional as mulheres, sobretudo o segmento que já têm baixa escolaridade e que já vinham em uma situação de vulnerabilidade. Então, programas como esse fortalecem as oportunidades de geração de emprego e trabalho.”

Segundo Renata Malheiros, além de ajudar a garantir a independência financeira para as mulheres, programas como o Brasil pra Elas também trazem avanços sociais para as famílias.

“Quando você junta entidades do Sistema S - Sebrae, Senai, Senac - e parceiros de bancos, parceiros do governo, é um grande mutirão para apoiar as mulheres a aprender um ofício, a abrir uma empresa, a abrir uma conta de banco. O empreendedorismo feminino é uma das formas mais rápidas de conseguir a sua independência financeira, de conseguir renda e poder trazer progressos para você e para sua família.”

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EMPREENDEDORISMO FEMININO: Com maior proporção de donas de negócios no Nordeste, Sergipe tem empresa 100% feminina de construção civil

Mulheres lideram três em cada dez negócios no Brasil, mas respondem por apenas 20% das operações de crédito

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29/07/2022 04:00h

Leonardo Beckmann, de Teresópolis (RJ), é um dos 370 mil empreendedores espalhados pelo Rio de Janeiro. Ele buscou apoio do Sebrae para aprimorar conhecimentos em pequenos negócios

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Desde o início da carreira, o dentista Leonardo Beckmann, de Teresópolis, Rio de Janeiro, queria ter o próprio espaço para fazer atendimentos odontológicos. Após trabalhar em duas clínicas na cidade, ele deu esse importante passo na profissão e inaugurou, em uma sala reformada de 42 metros quadrados, a Beckmann Odontologia.

Esse foi o início da jornada empreendedora de Leonardo: 

“Fizemos a reforma de um consultório bem no centro da cidade de Teresópolis, onde eu pude montar o meu primeiro espaço. Não tinha secretária, chegava mais cedo, limpava, arrumava para receber o meu paciente. Após o atendimento, fazia toda a higienização para o próximo paciente, com todo cuidado no material, para que pudesse atender no outro dia.”

Com o crescimento dos atendimentos particulares e uma equipe maior, o pequeno empresário viu a necessidade de expandir: mudou a clínica para um local maior e formalizou de vez seu empreendimento. Foi aí que Leonardo decidiu buscar o apoio do Sebrae de Teresópolis para aprimorar suas competências empreendedoras. 

“Comecei meus contatos com o Sebrae através do meu primeiro curso, o Aprender a Empreender. Em 2012, fiz o Empretec, que realmente é um grande treinamento, que trabalha com as características do empreendedor de sucesso. Então, o Sebrae participou dessa trajetória toda de diversas maneiras.”

Com o todo impulso de gestão e inovação, a Beckmann Odontologia já cresceu 500% em 10 anos, em tamanho, número de clientes atendidos e faturamento. É conhecida pelo atendimento humanizado na região serrana do Rio de Janeiro. Para o futuro, o empresário deseja que a clínica se torne referência em odontologia de alta performance em todo o estado.

O Sebrae apoia pequenos negócios como o de Leonardo. São pessoas que trabalham e realizam, movimentando a economia e transformando a história de milhares de brasileiros. 

Sebrae, há 50 anos ao lado de quem fez história ontem, constrói o hoje e cria o futuro todos os dias.

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29/07/2022 03:00h

Após a falência do primeiro negócio, Aline Silva Lobo buscou apoio do Sebrae para abrir empório de produtos naturais e orgânicos. São duas lojas em Macapá (AP).

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A jornada de Aline Silva Lobo como empreendedora no setor alimentício começou cedo. Quando fazia faculdade em Macapá, no Amapá, ela já preparava e vendia bombons de chocolate para complementar a renda familiar. Anos depois, a então bancária descobriu um problema de saúde e, por isso, precisou cuidar melhor da alimentação.

Ela conta que foi na necessidade que viu uma oportunidade para abrir, de vez, um pequeno negócio: na cidade, eram poucos os locais focados em alimentação saudável. Foi daí que montou um restaurante na garagem da casa da mãe. 

“Esse meu problema de saúde me levou a abrir um negócio de alimentação saudável que, graças a Deus e aos poucos, foi dando certo. Na época, eu não tinha condições de abrir uma empresa legalizada. Então, trabalhei na informalidade. Mas o nosso primeiro erro foi não fazer pesquisa de mercado, não avaliar. Porque a gente começou o negócio com vontade, mas não tínhamos noção nenhuma dessa questão administrativa.”

Assim, em pouco tempo, o restaurante de Aline foi à falência. Mesmo desempregada e com uma filha recém-nascida, ela persistiu: sabia que precisava de um apoio para lidar com a parte administrativa de um negócio. Então, em 2016, ela procurou o Sebrae:

“Foi aí que buscamos a ajuda do Sebrae, dessa vez com o pé no chão, não querendo errar novamente. Tivemos consultorias para ajudar a entender melhor o nosso negócio, ajudar a administrar melhor e nós começamos a ter uma participação ativa ali, no Sebrae. Isso nos impactou de uma forma muito positiva.”

E todo esse apoio na gestão de empresas ajudou a Aline em seu novo negócio, focado em produtos naturais e orgânicos - o Empório Semente do Bem. Ela ampliou as vendas e já montou duas lojas físicas em Macapá. Em agosto, a empreendedora conta que vai inaugurar uma nova loja, desta vez em Santarém, Pará.

Para o futuro, a Aline tem o sonho de expandir o número de lojas para outras cidades do País. 

O Sebrae apoia pequenos negócios como o de Aline. São pessoas que trabalham e realizam, movimentando a economia e transformando a história de milhares de brasileiros. 

Sebrae, há 50 anos ao lado de quem fez história ontem, constrói o hoje e cria o futuro todos os dias.

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28/07/2022 12:30h

Conheça a história da Adriana Marrone, que decidiu juntar seu amor pela culinária com a vontade de empreender para montar a Pipoca Imperial

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Os pequenos negócios movimentam a economia do Brasil. E a região Sudeste é a que concentra o maior número de donos de negócios. Só no Rio de Janeiro, são 370 mil empreendedores, segundo o Atlas dos Pequenos Negócios.

A microempreendedora Adriana Marrone faz parte desse número: é a dona da Pipoca Imperial, empresa de Petrópolis (RJ). 

Natural de Rio Claro, interior de São Paulo, ela atuou no mercado corporativo por 20 anos até decidir que precisava realizar o desejo de ter um negócio próprio.

Adriana conta que, em 2014, assistiu um programa de TV que mostrava o crescimento do mercado de pipoca gourmet no Brasil. Então, juntou o amor pela culinária com a vontade de empreender.

“A partir de então, comecei fazer toda uma pesquisa de mercado, estudar sobre o negócio. Na ocasião, estava preparando minha mudança para Petrópolis e eu sempre gostei muito da culinária. Sempre tive comigo que, para investir, teria que investir em algo que gostasse, que amasse.”

Depois de muita pesquisa, em 2017, Adriana decidiu abrir de vez a Pipoca Imperial. E desde o início da empresa, a empresária contou com o apoio do Sebrae, em consultorias e treinamentos.

“Desde o início, sempre busquei consultorias junto ao Sebrae. Desde pesquisa de mercado até design de embalagem, porque queria criar uma proposta para a Pipoca Imperial que remetesse a história da cidade porque a consolidação da marca foi na cidade imperial.”

Durante o pico da pandemia de Covid-19, Adriana também buscou apoio do Sebrae para abrir o site da marca. A plataforma ampliou as vendas e possibilitou à empreendedora enviar seu produto para todo o Brasil. 

O apoio em gestão também ajudou a Pipoca Imperial ampliar os locais de venda. Atualmente, há pontos nas cidades do Rio de Janeiro e Porto Alegre. Mas, para Adriana, a parte mais gratificante é poder levar a história de Petrópolis no seu produto e investir na economia local.

O Sebrae apoia pequenos negócios como o de Adriana. São pessoas que trabalham e realizam, movimentando a economia e transformando a história de milhares de brasileiros. 

Sebrae, há 50 anos ao lado de quem fez história ontem, constrói o hoje e cria o futuro todos os dias.

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28/07/2022 04:00h

Os bisavós Michele Bertoletti Rosso começaram a Vinícola Sanber há 80 anos, em Bituruna (PR), município conhecido pela produção de vinho. Atualmente, a empreendedora está à frente da gestão da empresa, que utiliza uvas de vinhedos próprios e de agricultores familiares

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Há 80 anos, um casal gaúcho decidiu produzir vinho em Bituruna, município do Sul paranaense conhecido pela grande produção da bebida. Assim nasceu a Vinícola Sanber, um negócio de família, atualmente administrado pela Michele Bertoletti Rosso - bisneta dos fundadores.

A Michele é uma das cerca de 550 mil mulheres que estão à frente de pequenos negócios no Paraná. 

Ela conta que desde sempre quis tocar a vinícola da família. Aos 30, graduada e com experiência em vinhedos, Michele quebrou a tradição familiar de ter apenas homens na administração da Sanber: tornou-se a primeira mulher à frente da gestão da empresa.

“Sempre gostei disso e, desde criança, tive a certeza de que trabalharia com isso e levaria a vinícola adiante. Então, já com oito, nove anos, falava para todo mundo que eu ia ser especialista em vinho. E foi o que eu fiz. Fiz faculdade de Enologia e fui atrás de me especializar para cuidar da vinícola, quando chegasse a minha vez.”

Quando Michele assumiu o cargo, a Sanber já era conhecida na região e havia participado de algumas ações junto com o Sebrae no município, principalmente para promover o grande potencial dos produtores locais. E a empreendedora sempre busca o apoio do Sebrae para inovar. 

“Foram muitas parcerias firmadas dentro dos programas do Sebrae, entre empresas mesmo. Sempre que a gente pensa em fazer qualquer coisa, tem ideia de alguma inovação, de algum produto novo, de algum processo novo, enfim, tem alguma dúvida, primeira pessoa que a gente manda mensagem é para o nosso consultor do Sebrae.”

Desde que Michele passou a comandar a Vinícola Sanber, registra um crescimento médio de 25% ao ano. Atualmente, a empresa vende vinhos, espumantes e suco de uva para clientes espalhados em todo Brasil. As uvas utilizadas na produção dos produtos vêm de vinhedos próprios e de vinhedos de agricultores familiares do município.

O sonho de Michele é que a vinícola seja referência na produção de vinhos diferenciados.

O Sebrae apoia pequenos negócios como o de Michele. São pessoas que trabalham e realizam, movimentando a economia e transformando a história de milhares de brasileiros. 

Sebrae, há 50 anos ao lado de quem fez história ontem, constrói o hoje e cria o futuro todos os dias.

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27/07/2022 04:45h

Em MG, 422 mil são donos de pequenos negócios. Conheça a história de um deles: Osvaldo Filho, pioneiro em vendas de queijo pela internet e ajuda a movimentar a economia local de Alagoa, no Sul do estado.

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Os pequenos negócios movimentam a economia do Brasil. E a região Sudeste é a que concentra o maior número de donos de negócios. Só em Minas Gerais, são 422 mil empreendedores, segundo o Atlas dos Pequenos Negócios

E um desses empreendedores é o produtor de queijos Oswaldo Filho, do município de Alagoa, no Sul de Minas. Ele é o dono da empresa Queijo D’Alagoa e foi um dos pioneiros na venda do produto pela internet. 

No início do negócio, em 2009. Osvaldo descobriu que poderia utilizar o serviço dos Correios para enviar os queijos e, então, criou um blog, para fazer vendas.

“Eu falei: ‘agora vai!’, quando vendemos as três primeiras pecinhas [de queijo]. Acreditei que ia dar certo e fiquei feliz por ter dado certo. Em janeiro de 2010, conheci o mestre queijeiro Bruno Cabral, ele fez o pedido de 20 peças e, de lá para cá, nunca mais parou. Hoje, o nosso contrato mantém a agência do Correios aberta aqui, na cidade de Alagoa.”

Diante do potencial do negócio, ainda em 2010, Osvaldo procurou o Sebrae regional de São Lourenço, em busca de apoio teórico: queria aprender tudo sobre logística, relacionamento com clientes e linha de produção. 

“Além do apoio que nós recebemos do Sebrae regional, também conto muito com o apoio do estadual, Sebrae Minas. Faço parte do programa Origem Minas, já fiz parte do Sebraetec. Também já tem várias iniciativas que nós participamos com o Sebrae nacional. O apoio que recebemos é essencial, é motivacional e de muita instrução, abre muitas portas.”

E a visão empreendedora de Oswaldo trouxe frutos: seu queijo já ganhou 40 prêmios nacionais e internacionais. Atualmente, a empresa tem uma loja física e os produtos são vendidos por revendedores em todos os estados do Brasil. Por mês, a Queijo D’Alagoa vende, em média, duas toneladas de produtos.

Para o empresário, o mais importante é o impacto social que isso tudo gera no município de Alagoa, movimentando a economia local e fomentando o turismo.

O Sebrae apoia pequenos negócios como o de Osvaldo. São pessoas que trabalham e realizam, movimentando a economia e transformando a história de milhares de brasileiros. 

Sebrae, há 50 anos ao lado de quem fez história ontem, constrói o hoje e cria o futuro todos os dias.

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27/07/2022 03:45h

Douglas Ferro sempre teve o sonho de ser empreendedor e, com sua visão inovadora, já criou duas empresas de tecnologia.

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O pernambucano Douglas Ferro é um das milhares de pessoas que tocam pequenos negócios e fazem a economia brasileira girar. Em 2015, trocou a estabilidade do trabalho como bancário para pôr em prática o sonho de empreender. 

A jornada empreendedora começou quando Douglas precisou trocar de carro. Ali, percebeu que não havia plataforma na internet que oferecesse a cotação do seguro. Daí, surgiu sua primeira ideia de negócio: a ZeroPay, uma plataforma de seguros.

A empresa começou a operar em junho de 2017 com cotações de seguros automotivos, residenciais, de viagem, de vida e de celular. Mas Douglas não parou por aí! Com sua visão empreendedora aguçada, ele viu outra oportunidade. Desta vez, na área de gestão da educação. 

“Eu e o meu sócio estávamos fazendo uma consultoria para uma rede de escolas. Enxergamos vários gargalos, desde problemas financeiros, falta de gestão, excesso de planilhas e sistemas, e muita inadimplência. E daí, decidimos criar uma plataforma para ajudar a profissionalizar a gestão na educação e otimizar os resultados dessas escolas.”

Assim, em 2021, nasceu a YouPay, uma carteira digital escolar que oferece liberdade financeira para os alunos e pais. 

Em todos os seus caminhos de empreendedor, Douglas conta que buscou o apoio do Sebrae para agregar mais valor aos serviços e dar visibilidade às duas empresas.

“O Sebrae sempre foi meu parceiro, desde quando comecei a empreender, lá atrás. Participamos de várias mentorias, cursos, workshops com os profissionais do Sebrae e que mudaram completamente nosso modo de gerenciar o time, de fazer gestão financeira, jurídica e de várias outras áreas que eu nem sabia que tinham ali, quando a gente vai empreender.”

Atualmente, a YouPay alcança mais de 30 mil alunos, levando educação financeira de ponta e garantindo uma melhor gestão para a educação. Segundo o empresário, a meta é chegar a pelo menos 50 mil alunos até o final de 2022. Já para o futuro da ZeroPay, o objetivo é ampliar a carta de serviços, com produtos exclusivos.

O Sebrae apoia pequenos negócios como o de Douglas. São pessoas que trabalham e realizam, movimentando a economia e transformando a história de milhares de brasileiros. 

Sebrae, há 50 anos ao lado de quem fez história ontem, constrói o hoje e cria o futuro todos os dias.

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26/07/2022 04:45h

Da quase falência à expansão dos negócios, com novas filiais e prêmio de competitividade de micro e pequenas empresas. Conheça a história dos fisioterapeutas Warlem e Erica Carreiro, de Cariacica (ES)

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Há vinte anos, Warlem e Erica Carreiro realizaram o sonho do próprio negócio. Ali começava a história do casal de fisioterapeutas de Cariacica, Espírito Santo, com a Clínica Evoluir. Por um tempo, tudo correu bem e eles conseguiram comprar uma sede própria. 

Mas o casal tinha pouca experiência nos processos administrativos. Faltava um fator tão importante para o sucesso dos negócios, o planejamento. Isso quase levou a clínica à falência. Como saída, Warlem buscou aprimoramento da gestão empresarial.

“A gente se descontrolou completamente. E aí, foi nesse momento que surgiu o Sebrae na nossa vida. Chego até a me arrepiar aqui quando a gente começa a pensar em tudo que a gente já estudou no Sebrae.”

O casal fez cursos, participou de palestras e contratou consultorias. Em 2013, colheram os primeiros frutos: a quase falida Clínica Evoluir dos anos anteriores cresceu e ganhou o Prêmio de Competitividade para Micro e Pequenas Empresas. Para Warlem, receber esse reconhecimento foi fundamental para seguir em frente.

“Foi exatamente quando a gente definiu montar uma filial. Instalar uma filial na capital, em Vitória, isso em 2013. Hoje, poder olhar para esse material e ver a realização dele numa unidade modelo com mais de mil metros quadrados, dentro da capital, é fantástico. A gente tem a cultura de se manter sempre inovando, sempre tendo esse olhar de futuro.”

Atualmente, a Clínica Evoluir conta com 100 funcionários, três unidades em três municípios diferentes na Grande Vitória e cobre 25 especialidades. Warlem e Erica também fazem parte dos 20% de empreendedores capixabas que possuem ensino superior. Segundo o Sebrae, quanto maior a escolaridade dos empreendedores, maior é a chance de sobrevivência dos negócios. 

Para o futuro, o casal quer levar o nome do seu negócio à risca e continuar evoluindo.

Sebrae, há 50 anos ao lado de quem fez história ontem, constrói o hoje e cria o futuro todos os dias.

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