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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

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a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o usuário realize o login no site do Brasil 61 - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

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a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

Ao clicar em ACEITO, a emissora aqui cadastrada afirma concordar e estar ciente de todas as condições apresentadas neste Termo de Utilização de Conteúdo.

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

Empreendedorismo

22/02/2021 00:00h

Este processo é desafiador tanto pela burocracia como também pela falta de estabilidade do mercado

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O Brasil está entre os 15 piores países do mundo em facilidade para abrir novas empresas, segundo o estudo do Banco Mundial. Este processo é desafiador tanto pela burocracia como também pela falta de estabilidade do mercado, com algumas barreiras que podem deixar esse processo um pouco mais longo do que se imagina. Esses fatores podem desanimar muitos empreendedores.
 
A especialista em empreendedorismo, Juliana Guimarães, pontuou algumas dificuldades enfrentadas por quem tem o desejo de ter seu próprio negócio. “Sabemos que aqui no Brasil muitos de nós começamos a empreender não por oportunidade, mas por necessidade. O cenário agora, inclusive impactado por uma crise sanitária, acaba induzindo o novo empreendedor, empreender sem ter tido um tempo razoável para se planejar e fazer o processo de transição”, avaliou.
 
Apesar dessas barreiras, existem 5 cidades que se destacam quando o assunto é empreendedorismo no Brasil. São Paulo se sobressai pela disponibilidade de recursos, seguida de Florianópolis, Vitória, Curitiba e Joinville, que ganharam o mercado pela inovação e capacitação como polos de negócios. Completando o top 10 temos ainda Rio de Janeiro, Campinas, Maringá, Belo Horizonte e São José dos Campos.


 
Como campeã do ranking, a capital paulista é a primeira megalópole brasileira e como principal ponto positivo a disponibilidade de recursos para investir nas empresas, o que é fundamental para a continuação dos negócios. Na escala de 0 a 10, a cidade apresentou nota 9,8.  
 
Fundador de uma agência do ramo de entretenimento, eventos e cultura em São Paulo, André Henrique Zavarize, 39 anos, contou que no início a dificuldade financeira foi uma das maiores barreiras para iniciar o seu empreendimento e o planejamento o ajudou a vencer essa primeira etapa.

“Fiz um mapeamento muito antes de abrir a Zaz, analisei absolutamente tudo o que eu via de certo e errado nos processos, seja no atendimento, produção, condução, evento e pós evento. Quando abri a empresa já tinha uma visão clara do que precisava entregar”, disse.

Número de empresas abertas no País aumentou 6%

Soluções financeiras em meio à crise são pautas de evento +Cidades
 
Idealizador dos serviços de entrega Tal da Bebida e do Cloud Delivery, o empresário Guilherme Sette, de Brasília, driblou a concorrência do mercado para abrir o seu negócio. “Estava administrando um custo colossal de motoboy que não conseguia reduzir sem perder qualidade no atendimento, tempo de entrega e tudo isso. Então a gente foi desenvolvendo hipóteses, acompanhando possibilidades até chegar nesse modelo que a gente patenteou”, disse.  
 
Pesquisando aplicativos que oferecem um serviço parecido, Sette uniu tudo que funcionava no mercado e compilou no seu modelo de negócio, que consiste em um carro refrigerado que fica posicionado em pontos estratégicos com maior demanda, com uma proximidade maior do consumidor e com todo o estoque a pronta entrega.
 
Entre os índices analisados para o ranking de cidades empreendedoras estão: ambiente regulatório, infraestrutura, mercado, acesso a capital, inovação, capital humano e cultura empreendedora. Mesmo diante do cenário desfavorável houveram avanços que facilitaram o empreendedorismo no País. Em 2019, o Brasil foi o 36º País que mais avançou em liberdade econômica, alcançando a 144º posição no ranking da Heritage Foundation. A desburocratização promovida pela Lei da Liberdade Econômica, o País inverteu a trajetória de queda que já durava quase 15 anos.

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03/02/2021 17:00h

O número reflete as medidas tomadas pelo governo para facilitar a abertura de empresas em meio à pandemia da Covid-19, que levou muitas pessoas a buscarem no próprio negócio uma oportunidade para gerar renda

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O número de empresas abertas em 2020 aumentou 6% em relação ao ano de 2019. Segundo o boletim anual do Mapa de Empresas, do Ministério da Economia, houve um saldo positivo de 2,3 milhões de empreendimentos ativos no ano passado, o que representa a subtração das empresas abertas e fechadas. O número de empresas fechadas também apresentou uma queda de 11,3% em relação ao ano anterior.

Segundo a pasta, o número reflete as medidas tomadas pelo governo para facilitar a abertura de empresas em meio à pandemia da Covid-19, que levou muitas pessoas a buscarem no próprio negócio uma oportunidade para gerar renda. São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro são os estados que têm mais empresas ativas, com quase 50%. 

MS: Produção industrial do estado apresenta melhor resultado para o mês de dezembro

Araucária e São José dos Pinhais são os municípios mais atrativos para investimentos no setor industrial paranaense

O boletim mostra ainda que a maioria das novas empresas é de microempreendedores individuais (MEI). De acordo com a Secretaria de Desenvolvimento das Micro e Pequenas Empresas, Empreendedorismo e Artesanato, os dados dos últimos anos mostram que a abertura de MEIs têm elevado a taxa total de empresas abertas. 

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03/02/2021 00:00h

Sobre o índice de expectativa do empresário industrial, a demanda alcançou, em janeiro deste ano, 61,6 pontos. O resultado representa uma projeção de crescimento na demanda para os próximos seis meses

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A produção industrial de Mato Grosso do Sul apresentou um resultado satisfatório no mês de dezembro, apesar dos efeitos da pandemia do novo coronavírus. No último mês de 2020, o segmento ficou com 53,5 pontos. De acordo com a Sondagem Industrial realizada pelo Radar Industrial da FIEMS, este foi o melhor desempenho registrado para o mês, desde o início da série histórica, em fevereiro de 2010.

Segundo o coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da FIEMS, Ezequiel Resende, esse comportamento se deu por basicamente três fatores. Juntas, essas condições contribuíram para a manutenção de muitas atividades, assim como para a capacidade de consumo da população, o que ajudou a economia a permanecer circulando, mesmo que a passos mais lentos.

“Passado aquele primeiro momento da pandemia, no primeiro semestre de 2020, muitas empresas procuraram recompor o que deixou de ser produzido. A gente teve um apoio muito grande à população e à atividade econômica de um modo geral por meio da transferência de recursos. Aqui estamos falando basicamente do auxílio emergencial. Isso fez com que, por mês, fossem injetados cerca de R$ 50 bi na economia. E, o mercado externo, que contribuiu bastante, tanto que as exportações de produtos industriais foram recorde no ano passado”, pontua.

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Dados do levantamento relevam que 78% das empresas industriais do estado se mantiveram estáveis ou apresentaram aumento na produção. No geral, os empresários industriais de Mato Grosso do Sul disseram estar satisfeitos com a margem de lucro operacional das companhias no 4º trimestre de 2020. Neste caso, o indicador atingiu 56,9 pontos.

Desempenho parecido foi notado em relação à situação financeira geral da empresa, que chegou a 57,9 pontos. A exceção, por sua vez, ficou por conta das condições de acesso ao crédito, com 43,5 pontos. Essa última variável, ainda segue avaliada pelos empresários industriais de forma negativa.

O balanço revela, ainda, que, para 20,7% dos empresários industriais, o acesso ao crédito foi considerado difícil. Outros 27,6% responderam não ter buscado crédito no trimestre, enquanto 70,7% disseram que houve aumento dos preços das matérias-primas utilizadas.

Projeções

Sobre o índice de expectativa do empresário industrial, a demanda alcançou, em janeiro deste ano, 61,6 pontos. O resultado representa uma projeção de crescimento na demanda para os próximos seis meses. Já em relação ao mês anterior, o índice teve redução de um ponto.

“Esse contexto fez com que o empresário industrial se mostrasse bastante confiante na virada de 2020 para 2021, projetando um aumento nos investimentos para os próximos seis meses, um aumento nas contratações e uma expectativa de crescimento em relação às demandas por seus produtos”, considera Ezequiel Resende

Em relação aos empregados, os 55,7 pontos verificados sinalizam um possível aumento no número de pessoas trabalhando no setor, nos próximos seis meses. Na comparação com o mês anterior, o índice se manteve estável. Já o Índice de Confiança do Empresário Industrial de Mato Grosso do Sul (ICEI/MS) chegou a 64,1 pontos em janeiro. O balanço significa que houve aumento de 6,6 pontos em relação à média histórica obtida para o mês.
 

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28/01/2021 00:00h

Recurso proveniente do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste já está disponível desde 1º de janeiro, com juros mais baixos que a do mercado

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Produtores e empreendedores da região da Planície Pantaneira vão contar com R$ 180,5 milhões em linha de crédito do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO). O montante foi aprovado pelo Conselho Deliberativo da Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco), para fomentar as atividades econômicas, afetadas pela estiagem e incêndios florestais de grandes proporções.

Ao todo, 23 municípios da região serão contemplados, sendo 14 do Mato Grosso – Barão de Melgaço, Cáceres, Cuiabá, Curvelândia, Figueirópolis do Oeste, Glória D´Oeste, Itiquira, Lambari D’Oeste, Mirassol D’Oeste, Nossa Senhora do Livramento, Poconé, Porto Esperidião, Santo Antônio do Leverger e Várzea Grande – e nove de Mato Grosso do Sul – Aquidauana, Bodoquena, Corumbá, Coxim, Ladário, Miranda, Porto Murtinho, Rio Verde de Mato Grosso do Sul e Sonora. A área foi elencada como prioritária com base na Política Nacional de Desenvolvimento Regional, do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR).

Arte - Brasil 61

A superintendente substituta da Sudeco, Franciane Nascimento, explica que a linha de crédito do FCO pode ser acessada por empresários de todos os ramos, além de produtores rurais da região, para financiamento de projetos, abertura do próprio negócio, investimentos na expansão das atividades, aquisição de estoque e custeio de gastos gerais, como aluguel, folha de pagamento e outras despesas. Ela explica a diferença dessa linha de crédito em relação aos demais recursos oferecidos pelo FCO.

“A grande diferença são os limites financiáveis ampliados para essa região afetada. O nosso objetivo é auxiliar na retomada da economia da região que foi muito prejudicada em 2020”, explica.

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A linha de crédito já está disponível desde o dia 1º de janeiro, com taxas de juros mais baixas que a do mercado, prazo de pagamento mais longo e carência maior. Empresários e produtores rurais desses municípios pantaneiros terão limites financiáveis ainda maiores, podendo chegar até 100% para os de pequeno-médio e médio porte. Além disso, o limite de retenção de matrizes bovinas na região passa de 2.000 para 2.500 matrizes.

Economia dos Municípios

A presidente do Sindicato Rural de Cáceres-MT e produtora rural, Ida Beatriz Machado, aponta os benefícios da Linha de Crédito para a região da Planície Pantaneira.

“Essa linha é muito importante, porque o Pantanal é um bioma muito delicado; tem suas características específicas ciclo-produtivas, de manejo, condições sanitárias; e esse recurso veio exatamente estabelecer condições, para que os produtores pantaneiros possam recuperar suas atividades, o mais breve possível”, comenta.

A produtora rural, Ida Beatriz Machado, ressalta as vantagens da medida para o município de Cáceres-MT. “A linha de crédito do FCO será de grande importância para os produtores de Cáceres, porque eles poderão reter suas matrizes [animal de reprodução] em suas propriedades, sem necessidade de lançar mão delas para equilibrar o fluxo de caixa”, afirma.

Ela ressalta que a medida também dará um fôlego para os produtores traçarem estratégias, junto com os demais atores da sociedade, para prevenção e combate aos possíveis incêndios florestais ao longo de 2021. Segundo a produtora, os níveis de água do Pantanal estão longe do esperado e não devem se normalizar, nos próximos meses.

Os recursos do FCO são administrados pelo Ministério do Desenvolvimento Regional e pela Sudeco, e concedidos por meio do Banco do Brasil. As condições de financiamento podem ser consultadas na Programação Anual do FCO. Interessados já podem procurar a instituição financeira, ou outros bancos conveniados, e solicitar o financiamento.

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23/01/2021 00:00h

Plataforma digital do Ministério da Economia reúne, em um único lugar, a coleta de dados necessários para abertura de empreendimentos

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Ministério da Economia lança o projeto Balcão Único, para facilitar e reduzir o tempo de abertura de empresas no País. Pela plataforma digital é possível fazer o registro da empresa na Junta Comercial; obter o número do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ); realizar inscrições fiscais; receber respostas da prefeitura; desbloquear o cadastro de contribuintes; obter licenças necessárias e cadastrar empregados que serão contratados. A diretora substituta do Departamento Nacional de Registro Empresarial e Integração da Secretaria de Governo Digital do Ministério da Economia, Anne Caroline Nascimento, explica como funciona.

“Basta que o usuário preencha um formulário digital único, disponibilizado pela junta comercial do estado, para receber todas as respostas necessárias para a empresa funcionar. Antes, o empreendedor tinha que entrar em quatro portais distintos e realizar mais sete procedimentos. Com o Balcão Único, ele entra em um portal único; todo o processo é feito de forma digital e as respostas são concedidas de forma automática e imediata para o usuário”. Segundo a diretora Anne Caroline Nascimento, além de diminuir o tempo, o Balcão Único também reduz os custos de abrir uma empresa.

A primeira cidade a aderir ao Balcão Único foi São Paulo, onde o sistema já está disponível desde o dia 15 de janeiro. Até então, o preço de abrir um registro de sociedade limitada era de R$ 217,12. Agora, segundo a secretária executiva de Atendimento da Junta Comercial do Estado de SP (JUCESP), Angela Berteli, o custo é zero. “Além da economia gerada pela simplificação do processo, que passa a ser feito em poucos minutos, a JUCESP está isentando os empreendedores das taxas de abertura de empresa”, afirma.

Geraldo Carlos Lima, presidente, do Sindicato dos Contabilistas de São Paulo (Sindcont-SP), comemora o lançamento da plataforma. “Não tenha dúvida que isso vai facilitar o nosso trabalho, como profissionais da contabilidade, e mais ainda para os empresários, pois ele poderá de imediato iniciar suas atividades, sem ter que aguardar que algum órgão faça a liberação da inscrição”, comenta.

A estimativa é que até o final de janeiro, o Balcão Único seja implementado no Rio de Janeiro. No entanto, segundo a diretora Anne Caroline Nascimento, ainda não há uma data prevista para a ferramenta chegar em todo o Brasil.

“Ainda não temos estimativas de quando será implementado nos demais estados, mas temos expectativas legítimas de expandir o projeto para todo o País, e alcançar a meta da estratégia de governo digital, de abertura de empresa em todo o Brasil, isso até o final de 2022”, explica.

Desburocratizar processos pode simplificar abertura de MEIs, micro e pequenos negócios

Desburocratização: 40% dos empresários conseguiram abrir o próprio negócio em menos de 24 horas

Governo quer ampliar tecnologia na agricultura com incentivos fiscais

Burocracia no Brasil

Segundo relatório do Banco Mundial, abrir uma empresa nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo leva em média 17 dias e envolve 11 procedimentos, em diferentes órgãos. O processo pode custar 4,2% da renda per capita. Com esse cenário, o Brasil fica na 138ª posição no quesito abertura de empresas, entre 190 países avaliados pelo Banco Mundial. Segundo a diretora Anne Caroline Nascimento, o objetivo do Balcão Único é elevar o Brasil às primeiras posições do ranking, que é utilizado como parâmetro por investidores estrangeiros.

O professor de Economia da Universidade de Brasília (UnB) e presidente do Conselho Regional de Economia do Distrito Federal, César Augusto Bergo, explica porque abrir uma empresa é tão demorado no Brasil. “A grande dificuldade de se abrir uma empresa no Brasil passa pela necessidade de interagir com vários órgãos, em nível federal, estadual e municipal. E não existe uma coordenação entre eles. Existe as filas também. É muito difícil, de fato, empreender no Brasil”, explica.

No portal do Sebrae é possível conferir um Guia prático para o registro de empresas.

Arte - Brasil 61

O economista, Pablo Spyer, afirma que os principais desestimulados pela burocracia são os micros e pequenos empreendedores. “O problema é que desestimula pequenos negócios, que são o motor da economia. As grandes empresas são poucas e não ligam para essa burocracia. Botam pessoas para fazer isso e resolvem. O custo não é tão alto para elas”, explica.

A brasiliense Fernanda Sales, empresária e sócia de uma empresa de e-commerce, conta que demorou cerca de 3 a 4 semanas apenas para obter o CNPJ. A emissão de nota fiscal só foi possível após 3 meses de funcionamento – período que a empresa registrava os dados das compras, para emitir as notas quando fosse possível. Ela afirma que os custos da burocracia são mais penosos para quem está começando o próprio negócio. 

“Precisamos pagar para conseguir certificado. Também é preciso ter contador, assinando balancete. E é um tempo que a gente podia focar em venda ou melhoria do processo de produção. Especialmente no início, é um momento de insegurança para começar a empreender. Qualquer percalço pode fazer o empreendedor desistir”, afirma.

Impactos na Economia

Segundo o professor de Economia, César Augusto Bergo, a burocratização da abertura de empresas impacta negativamente na geração de renda e emprego. “Muitas vezes o empresário é o único dono e ele tem que perder muito tempo na fila, apresentação de registros, certidões. E a economia sofre com isso, porque a atividade fica prejudicada. Sem falar no caso de que, se você não tiver essas autorizações, os órgãos de fiscalização aplicam multas e podem até impedir você de funcionar como empresa”, comenta.

Bergo avalia que o projeto será benéfico aos empreendedores brasileiros. “Não tenho dúvida que, se funcionar da forma que está no projeto, de fato vai melhorar muito a vida dos empresários e facilitar a abertura de empresas no Brasil”, afirma.

A empresária Fernanda Sales celebra o lançamento da ferramenta Balcão Único. “Espero que esse projeto consiga chegar no Brasil inteiro. Estou esperando aqui em Brasília. E acredito que o empreendedorismo pode trazer uma mudança social, especialmente em momentos de crise, como o que estamos passando”, comenta.

O projeto Balcão Único foi desenvolvido pelo Serviço Federal de Processamento de Dados e liderado pela Receita Federal, em parceria com a Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governança Digital.

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Cultura
20/01/2021 17:00h

Nova data vai até 31 de janeiro. Propostas são direcionadas ao estado do Rio de Janeiro

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A Secretaria Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SNPIR) prorrogou até 31 de janeiro o prazo para envio das propostas de instituições que desenvolvem projetos ligados à cultura negra no Rio de Janeiro. 

Vinculada ao Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, a secretaria vai selecionar uma instituição para realizar o planejamento, aplicação em formato piloto e sistematização de metodologia de promoção do empreendedorismo, geração de renda e valorização da cultura afro-brasileira e dos saberes presentes nos povos e comunidades negras tradicionais no estado fluminense. 

As instituições interessadas podem enviar suas propostas por meio do e-mail etnicoraciais@mdh.gov.br

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Ciência & Tecnologia
08/01/2021 00:00h

Para especialistas, Projeto de Lei Complementar aprovado na Câmara facilita ambiente de negócios para startups no Brasil. Texto ainda vai passar pelo Senado

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Aprovado pela Câmara dos Deputados pouco antes do recesso parlamentar, o Marco Legal das Startups (Projeto de Lei Complementar 146/19) deve criar um ambiente de negócios mais favorável para as empresas que buscam inovar no País. Em entrevista ao portal Brasil61.com, a deputada federal Luísa Canziani (PTB/PR) afirmou que a proposta — que agora está no Senado — é uma “conquista histórica para o Brasil”. 

Para a parlamentar, o marco vem para modernizar e desburocratizar o ambiente para as empresas de inovação, ao trazer uma série de facilidades para quem quer empreender e criar oportunidades. 
 
“Nesse momento da pandemia carecemos de iniciativas inovadoras de incentivo ao empreendedorismo. O marco vai trazer competitividade para a economia brasileira, estimulando a inovação, movimentando o nosso País economicamente, trazendo mais investimento, emprego e renda, não só para o setor digital, mas também para o Estado que vai poder se beneficiar dessa inovação”, acredita. 

Avanços

Antes de mais nada, os deputados se preocuparam em definir o que são startups. Segundo o texto, são as empresas, nascentes ou em operação recente, cuja atuação se caracteriza pela inovação aplicada a modelos de negócios ou a produtos ou serviços ofertados. De acordo com a Lei Complementar, para se enquadrar como startup, a empresa deve ter receita bruta de até R$ 16 milhões por ano, além de estar inscrita no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) há menos de dez anos. 

Outro requisito é que a startup declare em seu ato constitutivo a utilização de modelos de negócios inovadores para a geração de produtos ou serviços ou se enquadre no regime especial Inova Simples. 

De acordo com o marco, as startups vão poder receber dinheiro de investidores sem que esses tenham que participar da gestão ou de qualquer decisão no negócio. Tanto pessoas físicas, quanto jurídicas são potenciais investidores, segundo o texto. Com o objetivo de dar mais segurança e incentivar os aportes nas startups, o texto afirma que os investidores não vão ter que responder por qualquer dívida da empresa, mantendo o seu patrimônio protegido. 
 
Para Saulo Michiles, economista e professor de direito de startups, desvincular as dívidas da empresa do patrimônio de seus eventuais investidores é muito importante, porque dá mais segurança jurídica àqueles que desejam fazer aportes nesses modelos de negócios. 
 
“Muitos investidores tinham receio de investir em startups, que por natureza já são mais arriscadas, justamente com medo de ver o seu patrimônio ter que responder por dívidas da empresa. É um dispositivo legal muito positivo para atrair mais interessados, inclusive pessoas físicas que não estão acostumadas a investir em startups”, avalia. 

O Projeto de Lei Complementar também regula a contratação de startups pela administração pública por meio de regras específicas de licitação. Assim, o poder público vai poder ofertar determinadas licitações apenas para startups. A condição para isso é que estejam sendo procuradas soluções inovadoras. A depender do edital, mais de uma empresa vai poder ser contratada. O custo máximo que a administração vai poder pagar é de R$ 1,6 milhão por contrato. 

Além disso, o poder público poderá contratar pessoas físicas ou jurídicas para o teste de soluções inovadoras, mesmo que haja chance de o empreendimento não dar certo, o chamado risco tecnológico. Saulo acredita que essa modalidade de contratação simplificada vai ser benéfica tanto para o poder público, quanto para as startups. 

“É algo muito importante, porque o governo vai poder contratar startups para criar essas soluções inovadoras, que talvez sequer estejam disponíveis. Uma parte desse orçamento do Estado poderá retornar para o ecossistema de startups, financiando e fomentando essas empresas”, conclui. 

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Outros pontos

Especialistas avaliam que a criação do Sandbox Regulatório é um dos pontos mais importantes da medida aprovada na Câmara dos Deputados. Trata-se de um sistema que dá mais liberdade às empresas de inovação. Na prática, agências de regulação, como a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), vão poder suspender, temporariamente, determinadas normas exigidas das empresas que atuam no setor. Em tese, isso facilitaria o trabalho experimental das startups. 

Os critérios de duração e alcance da suspensão das normas, bem como as regras flexibilizadas serão de responsabilidade dos órgãos públicos e das agências reguladoras. 

Ainda segundo o texto-base, os funcionários da startup poderão usar a chamada opção de compra de ações. Assim, uma pessoa pode trabalhar recebendo um salário efetivo menor e, no futuro, receber um complemento em ações. Aqueles que decidirem pela modalidade vão ser tributados pelo INSS e Imposto de Renda somente no momento da conversão de compra das ações. A tributação não se aplica sobre os dividendos distribuídos pela valorização das ações. 

Startups no Brasil

O Brasil tem 13.378 startups, segundo a Associação Brasileira de Startups (Abstartups). Há dez anos, eram apenas 600, o que significa um crescimento superior a 2.000% em uma década. O conceito do que é uma startup, que foi inclusive, definido no marco legal, não é um consenso. A depender da fonte, pode variar. 

No entanto, há consenso de que esse tipo de empresa está revolucionando o mercado brasileiro. É o que ressalta André Lago, Head de Empreendedorismo do Centro Universitário IESB. 

“As startups estão sempre quebrando o status quo, mudando o mercado. O que é uma regra hoje, uma startup vai mudar, o que vai fazer com que o mercado avance e crie novas oportunidades de modelos de negócios. São empresas revolucionárias”, destaca. 

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Economia
31/12/2020 09:30h

Iniciativa pretende gerar emprego e renda e promover a autonomia das pessoas inscritas no Cadastro Único

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Com objetivo de gerar emprego e renda, além de promover a autonomia das pessoas inscritas no Cadastro Único, o governo federal lançou a iniciativa Portal Progredir, um curso de Educação Financeira voltado exclusivamente a mulheres empreendedoras que buscam independência financeira e querem ter o próprio negócio ou melhorar um já existente.

Estados vão receber a vacina contra Covid-19 ao mesmo tempo

Ipea projeta 4,3% de queda no PIB em 2020

De acordo com a Secretaria Nacional de Inclusão Social e Produtiva do Ministério da Cidadania, a proposta é de que essas mulheres sejam capazes de desenvolver habilidades financeiras e planejar o próprio negócio. Desta forma, o conteúdo é oferecido de maneira online e gratuita. Ao todo, são 11 videoaulas que abordam temas como Saúde Financeira do Negócio, Serviços Digitais e Gestão de Crise. As inscrições são realizadas pelo Portal Progredir, clique aqui e acesse.

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09/12/2020 18:00h

R$ 180,5 milhões serão destinados a empreendimentos localizados nos municípios que compõem o Pantanal, para auxiliar a recuperação das atividades produtivas bastante afetadas pela estiagem e incêndios florestais

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O Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) distribuirá até R$ 7,7 bilhões para empreendedores rurais e urbanos da região em 2021. Com o intuito de expandir negócios e gerar mais oportunidades de emprego e renda, o montante  representa um aumento de cerca de R$ 600 milhões em comparação com o valor disponibilizado em 2020, de R$ 7,1 bilhões. 

A previsão de aplicação dos recursos aprovada seguirá a seguinte proporção: 10% para o Distrito Federal, 33% para o Mato Grosso, 33% para o Goiás e 24% para o Mato Grosso do Sul. Essa programação pode ser revista a qualquer momento pelo Conselho Deliberativo (Condel) da Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco), à medida em que cada estado se aproxima da previsão estabelecida.

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Uma das novidades da programação orçamentária do fundo para o próximo ano é a destinação de R$ 180,5 milhões para empreendimentos localizados nos municípios que compõem o Pantanal, tanto em Mato Grosso quanto em Mato Grosso do Sul. A medida foi tomada para auxiliar a recuperação das atividades produtivas na região, bastante afetadas pela ocorrência de estiagem e incêndios florestais de grande proporção.


 

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07/12/2020 01:00h

A crise provocada pela pandemia do novo coronavírus foi responsável pela queda de 20% das exportações de produtos manufaturados brasileiros, entre janeiro e setembro de 2020.

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Dados levantados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) revelem que, se o Brasil elevasse a participação no comércio mundial de produtos industrializados, dos atuais 0,6% para 0,8% – patamar que esteve entre 2005 e 2008 – haveria um impacto de R$ 376 bilhões na economia do país. Além disso, a projeção aponta que o resultado representaria um salto de US$ 21 bilhões por ano nas exportações brasileiras.

A análise levou em conta informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e aponta que cada US$ 1 bilhão exportado anualmente tem um impacto de mais de R$ 4 bilhões sobre a economia brasileira e contribui para a sustentação de aproximadamente 36 mil empregos.

Na avaliação do presidente do grupo FARMABRASIL, Reginaldo Arcuri, o Brasil precisa adotar estratégias que ajudem a superar os resultados negativos dessa cadeia e atingir melhores patamares. Segundo ele, é necessário que governo e iniciativa privada elaborem planos conjuntos em busca de melhores quadros em relação ao mercado internacional.

“Se nos olharmos para os dados deste ano, vamos ver que o fenômeno não é episódico e a posição do Brasil não melhora. Ao contrário, piora, seja nas exportações ou nas importações. Portanto, temos que ter ao lado dos avanços nas negociações comerciais, na evolução dos mecanismos de defesa. Nós temos que ter também um enfrentamento conjunto entre setor privado e governo para resolver essas questões do Custo Brasil”, pontua Arcuri.

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Segundo o diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Carlos Eduardo Abijaodi, como o mercado está com tendência de ser cada vez mais competitivo, essa queda nas exportações indica, de um lado, a mudança que o País precisa passar para ampliar sua inserção no mercado mundial. De outro, o quanto esse movimento pode contribuir para a retomada da economia brasileira no pós-pandemia.

“O Brasil precisa desenvolver uma política comercial completa, com uma abertura comercial que seja combinada com o aumento da competitividade de nossos bens e serviços no exterior. A peça-chave dessa agenda de competitividade é a reforma tributária. Sem ela, não há como o país disputar os mercados de igual para igual com as principais economias desenvolvidas e emergentes”, afirma o diretor.

Interferência da Covid-19 nas exportações

A crise provocada pela pandemia do novo coronavírus foi responsável pela queda de 20% das exportações de produtos manufaturados brasileiros, entre janeiro e setembro de 2020. O recuo é em relação ao mesmo período de 2019. Os dados, que também foram compilados pela CNI, mostram que houve diminuição de 13% nas importações de industrializados, e queda de 8% nas exportações totais.

Em levantamento feito pela própria confederação, empresas relataram que as exportações foram mais afetadas negativamente pela pandemia para Argentina, Chile e Estados Unidos. Em relação às importações, as mais impactadas são as oriundas da China, Estados Unidos e Alemanha. Os representantes das companhias afirmaram, ainda, que há preocupação sobre redução nas vendas, na produção e com aumento de preço da matéria-prima.
 

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