Linha de Crédito

Economia
05/10/2021 03:00h

Deputado federal Alexis Fonteyne (Novo/SP) acredita que aumento do consumo foi determinante para crescimento da pequena indústria no segundo trimestre

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A indústria de Piracicaba mantém a trajetória de crescimento em 2021. Entre julho e agosto, mais de 60% das exportações do município foram de maquinários agrícolas. Além disso, os empresários locais importaram produtos como reatores nucleares, caldeiras, máquinas, aparelhos e instrumentos mecânicos, o que indica investimento no desenvolvimento industrial. Os dados são da Associação Comercial e Industrial de Piracicaba (ACIPI).
 
O mesmo se observa nos micro e pequenos negócios, afirmam empresários e entidades locais. A nível nacional, de acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), as micro e pequenas empresas do setor industrial tiveram um segundo trimestre bem melhor do que o primeiro em 2021. Os indicadores que medem a situação financeira, o desempenho, a confiança e as perspectivas dos empresários aumentaram de abril a junho na comparação com o período entre janeiro e março. 
 
Para o deputado Alexis Fonteyne (Novo/SP), a melhora das pequenas indústrias é consequência do aumento do consumo pela população, impulsionada, por exemplo, pela continuidade do auxílio emergencial. “Elas [as pequenas indústrias] vêm a reboque das grandes indústrias. As demandas que estavam reprimidas estão sendo atendidas. Há, inclusive, uma grande escassez e uma dificuldade para conseguir matérias-primas no mercado, e isso significa que o consumo está mais alto, que está tendo atividade e, portanto, as pequenas indústrias também estão dando os seus retornos aí”, destaca.

Euclides Baraldi Libardi, presidente do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas, de Material Elétrico, Eletrônico, Siderúrgicas e Fundições de Piracicaba, Saltinho e Rio das Pedras (Simespi) vai na mesma linha e destaca a melhora dos números em contraste com problemas na cadeia de produção.

“Houve um crescimento e temos expectativa de continuar nesse ritmo, mas também houve algumas dificuldades, como a falta de matéria-prima. O crescimento poderia, inclusive, ser melhor até. Havia uma demanda reprimida. Essa demanda voltou, os pedidos voltaram, mas eles enfrentam essa dificuldade de matéria-prima”, ressalta.

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Melhora

O Índice de Situação Financeira dos pequenos negócios, por exemplo, encerrou o segundo trimestre com 42,3 pontos. O resultado é 4,5 pontos percentuais acima do que foi registrado nos três primeiros meses do ano e, de acordo com a pesquisa, é consequência da maior produção e faturamento dessas empresas.
 
Dono de uma pequena empresa que fabrica telas e filtros para indústrias de papel e celulose, Rami Yehia conta que, apesar das dificuldades, o negócio cresceu 12% em 2020, pois novos mercados se abriram com a chegada da pandemia. No entanto, ele destaca que este ano tem sido ainda mais positivo.
 
“A vacinação abrangeu uma quantidade maior de pessoas. Isso deu tranquilidade para a população sair um pouco de casa, houve uma melhora e no nosso negócio não foi diferente. O mercado é grande e também cresceu bastante, sobretudo neste segundo trimestre. Tivemos um crescimento em torno de 3% a 4% no segundo trimestre em comparação com o primeiro trimestre. Estou numa curva ascendente dentro do meu segmento”, comemora.

Perspectivas

Os empresários industriais de pequeno porte estão confiantes. O indicador que mede o otimismo dos empreendedores encerrou o segundo trimestre em 60 pontos. O resultado é bem acima da média histórica, que é de 52,5 pontos. Para o economista William Baghdassarian, o avanço da imunização contra a Covid-19 é um dos sinais que a sociedade precisa para voltar a viajar, consumir e gerar emprego novamente. 
 
“À medida que os números da vacinação vão subindo e grande parte da população foi vacinada, essa incerteza diminui, a confiança do empresário aumenta, ele investe mais, ele gera mais renda, o comerciante compra mais para vender mais”, destaca o especialista. 
 
Rami diz que as expectativas para o segundo semestre são as melhores, não apenas para a sua empresa, mas também para todos os atores da atividade produtiva. “A gente tem uma perspectiva de realmente melhorar não só o nosso negócio como todos ao redor, porque é uma cadeia. Quando você tem consumo, você também produz para as empresas de consumo. Eu estou com uma perspectiva de terminar o ano de 2021 com uma condição muito melhor do que nós começamos”, afirma.

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01/10/2021 17:10h

Indicadores que medem desempenho da micro e pequena indústria melhoraram entre abril e junho, aponta CNI

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As micro e pequenas indústrias de Minas Gerais melhoraram no segundo trimestre de 2021 na comparação com o primeiro. A evolução pode ser observada a partir do Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI), que saltou de 47,6 pontos, em março, para 59,2 pontos em junho, de acordo com a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG). 
 
O resultado reflete o avanço das pequenas indústrias no nível nacional. De acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), os indicadores que medem a situação financeira, o desempenho, a confiança e as perspectivas desses empresários aumentaram de abril a junho. 
 
Segundo o deputado federal Mário Heringer (PDT/MG), os números não refletem, necessariamente, um crescimento, mas, sim, a recuperação do que se perdeu por causa da pandemia da Covid-19. 
 
“É uma recuperação do status passado em função da redução do número de contaminados e do número de mortes, já que a pandemia, apesar de ainda estar em franco andamento, já reduziu bastante e, claro, naturalmente a um esforço desses pequenos empreendedores que saem para uma luta desigual”, avalia. 

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Além das expectativas

O presidente do Conselho da Micro e Pequena Empresa da FIEMG, Alexandre Mol, destaca que a economia mineira, de modo geral, teve performance melhor que a nacional no segundo trimestre de 2021. Enquanto o Produto Interno Bruto (PIB) de Minas Gerais cresceu 1,8%, o PIB do Brasil sofreu retração de 0,1%, de acordo com a Fundação João Pinheiro (FJP). 
 
Segundo ele, a indústria mineira está em “pleno crescimento”, sobretudo os micro e pequenos negócios. ”O micro e o pequeno empreendedor têm mais facilidade para retomar os seus negócios. Ele está à frente do seu negócio, não depende de uma equipe para sentir como está a empresa, é um autodidata. É um cara que tem controle de todas essas informações, então, as tomadas de decisão ficam muito mais ágeis e fáceis”, afirma. 
 
O empresário Rogério Lima é dono de uma pequena indústria que fabrica artigos de couro, em Belo Horizonte. A produção abrange bolsas, carteiras, malas, entre outros itens, que são vendidos para grandes corporações e, também, para lojas de acessórios. 
 
Ele conta que o faturamento da empresa cresceu 100% no trimestre que acabou em junho. O desempenho só não foi melhor por causa de fatores externos. “O faturamento dobrou em relação ao primeiro trimestre e só não foi maior, não pela capacidade produtiva, mas por falta de matéria-prima. Eu tive que recusar algumas coisas porque não dava tempo de chegar matéria-prima. Eu acho que na hora que normalizar, ninguém segura”, ressalta. 

Perspectivas

Com o avanço da imunização contra a Covid-19 entre a população economicamente ativa e a chegada das festividades de fim de ano, Alexandre Mol diz que a pequena indústria pode esperar boas notícias. “Eu acredito que o consumo vá ser muito superior ao ano passado, vai ser pujante, vai ser bastante motivador”. Ele alerta que os empreendedores devem estar atentos às mudanças que ocorreram por conta da pandemia.
 
“O consumo não será como foi antigamente, pois mudou de formato. Acho que será um comércio um pouco diferente, não aquele de porta de loja, de rua. As pessoas aprenderam que conseguem comprar pela internet, tem aplicativos que resolvem as demandas à distância. Muito empresário já atentou para isso: o cara que tinha uma indústria e só vendia os produtos dele em loja física já foi para o e-commerce, foi para uma plataforma”, pontua. 

Indústria nacional

De acordo com o Panorama da Pequena Indústria, o Índice de Situação Financeira, por exemplo, encerrou o segundo trimestre com 42,3 pontos. O resultado é 4,5 pontos percentuais acima do que foi registrado nos três primeiros meses do ano. Já o indicador que mede o otimismo dos empreendedores encerrou o segundo trimestre em 60 pontos.

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27/09/2021 21:00h

Contratação de crédito de R$ 300 a R$ 1 mil poderá ser feita pelo aplicativo Caixa Tem

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O programa Crédito Caixa Tem foi lançado nesta segunda-feira (27) pela Caixa Econômica Federal e vai oferecer crédito de R$300 a R$ 1 mil reais que poderão ser contratados diretamente pelo aplicativo. 

O anúncio foi feito nesta manhã durante cerimônia que ocorreu no Palácio do Planalto e contou com a presença do presidente Jair Bolsonaro e de ministros. O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, diagnosticado com Covid-19, participou remotamente do evento. 

Ele explicou que só foi possível desenvolver o projeto graças ao auxílio emergencial, que foi capaz de reunir informações de crédito de milhões de brasileiros que não estão incluídos no sistema financeiro formal. “Hoje o que a Caixa está fazendo nunca foi feito, porque pelo menos 38 milhões de invisíveis não tem nenhuma informação de crédito, então não há como realizar uma análise matemática. A caixa conseguiu uma base de dados que nenhum banco, nem instituição financeira no Brasil tem. E o que nós vamos fazer? Ajudar quem mais precisa e tem condição de pagar, como nós vimos: marisqueiros, ambulantes, pescadores, pessoas que têm renda, mas que não conseguem comprovar”.

Os nascidos em janeiro e fevereiro que possuem conta Poupança Social Digital, no aplicativo do Caixa Tem, já podem fazer o cadastro na nova modalidade e solicitar o crédito. A análise é feita em até dez dias. A solicitação estará disponível de forma gradual para os demais meses, seguindo até 27 de dezembro, com os nascidos em novembro e dezembro. 

Para novos clientes, a solicitação de crédito poderá ser feita a partir de 8 de novembro. Basta baixar o aplicativo gratuitamente na Google Play ou Apple Store e em seguida realizar o cadastro.

“Terceiro e quarto trimestres de 2021 e o ano de 2022 devem ser bastante positivos”, avalia economista José Camargo

FPM: recursos podem ser investidos em infraestrutura municipal com ampliação de empregos, mais saúde e escolaridade para a população

Linhas de crédito

A Caixa disponibilizará duas linhas de créditos distintas: uma delas é o Caixa Tem Pessoal, que é o empréstimo com destinação livre para o que o cliente necessitar, inclusive para utilizar em despesas pessoais, como pagamento de dívidas. A outra é o Caixa Tem para o Seu Negócio, que é o empréstimo para investimento produtivo para despesas em negócios, como obter recurso para pagamento aos fornecedores, as contas de água, de luz, de internet, o aluguel, a compra de matérias-primas e/ou mercadorias para revenda, entre outras. Para ambas as linhas, a taxa de juros é de 3,99% ao mês, com pagamento em até 24 vezes.

Segundo o economista Roberto Piscitelli, essa modalidade, destinada a pessoas de pequeno patrimônio e microempresas, vai funcionar como uma válvula de escape para atender urgências: “Essa nova linha de microcrédito lançada pela Caixa, através do aplicativo Caixa Tem, é uma modalidade bastante democrática de crédito, a medida em que ela se destina a um número muito grande de pessoas.”

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Economia
13/09/2021 03:00h

Indicador que mede situação financeira das micro e pequenas empresas do setor melhorou 4,5 pontos na comparação com os três primeiros meses do ano

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O Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) é um dos responsáveis pela melhoria dos principais indicadores das pequenas indústrias no segundo semestre de 2021. A afirmativa é do senador Flávio Arns (Podemos/PR) ao portal Brasil61.com.
 
Um dos indicadores que compõem o panorama, o Índice de Situação Financeira encerrou o trimestre entre abril e junho com a marca de 42,3 pontos. O resultado é 4,5 pontos percentuais acima do que foi registrado no primeiro trimestre. “Um dos fatores decisivos para que a situação financeira das micro e pequenas empresas melhorasse foi, no meu ponto de vista, a facilitação do acesso ao crédito proporcionada pelo Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno (Pronampe)”, destacou o parlamentar.

Senador atribui melhora da pequena indústria a avanço da vacinação, auxílio emergencial e Pronampe

Indicadores da pequena indústria apresentam resultados positivos no segundo trimestre

Pronampe 

O Pronampe é um programa que oferece empréstimos a juros mais baixos e com prazos extensos para o pagamento aos donos de micro e pequenas empresas. Criado em 2020 para ajudar esses negócios a enfrentar a crise econômica causada pela pandemia da Covid-19, o Pronampe concedeu mais de R$ 37,5 bilhões em linhas de crédito para cerca de 517 mil empreendedores no ano passado. 
 
Este ano, com a persistência da crise sanitária e econômica, o Congresso Nacional aprovou um projeto de lei que tornou o programa permanente. Até dezembro, o Governo Federal vai disponibilizar R$ 5 bilhões em garantia para os empréstimos, valor que com a participação da iniciativa privada pode chegar aos R$ 25 bilhões. 
 
Segundo Welinton Mota, diretor tributário da Confirp, empresa que presta consultoria para micro e pequenas empresas, a consolidação do Pronampe foi fundamental para a melhoria da situação financeira desses negócios. 
 
“O Pronampe foi um dos fatores que fez com que os pequenos negócios se mantivessem e, pelo fato de se manter, eles tiveram que pegar dinheiro emprestado para se financiar e continuaram vivos. Por conta disso, a economia retomou e agora esse crescimento se deve, com certeza, ao Pronampe”, avalia. 
 
Flávio Arns afirma que as micro e pequenas empresas são pilares fundamentais da economia, pois respondem por cerca de um terço de toda a riqueza produzida no Brasil e são responsáveis por 55% dos empregos no País. Segundo o senador, o avanço da vacinação é fator chave para o crescimento das pequenas indústrias. “Os problemas econômicos tinham uma causa bem definida, que é a pandemia, e a imunização atacou justamente a causa dos problemas e ela já está contemplando grande parte da população economicamente ativa. Sempre soubemos que a vacinação seria imprescindível para retomada da economia e isso está se comprovando agora, na prática”, avalia. 

Balanço

Segundo o levantamento, outros indicadores ajudam a explicar o otimismo em torno das pequenas indústrias. O Índice de Desempenho das pequenas empresas registrou aumento de 3,9 pontos entre abril e maio (de 43,7 para 47,6 pontos) e de 0,7 ponto entre maio e junho, passando de 47,6 pontos para 48,3 pontos. 
 
Já o indicador que mede a confiança do pequeno empresário industrial encerrou o segundo trimestre em 60 pontos, resultado bem acima da média histórica, que é de 52,5 pontos. Arns acredita que o desempenho crescente tem tudo para continuar nos próximos meses. “Temos um aumento do otimismo e da confiança no setor para os próximos meses, o que se reflete no aumento do Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) para pequenas indústrias, sinalizando que os pequenos negócios possuem ótimas perspectivas para um bom ritmo de crescimento econômico”, conclui. 

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Economia
10/09/2021 03:00h

Wellington Fagundes (PL/MT) acredita que índices de situação financeira, desempenho, confiança e perspectivas continuarão crescendo nos próximos meses

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A melhoria dos principais indicadores das pequenas indústrias no segundo semestre de 2021 se explica pelo avanço da vacinação e consequente aumento da produção, além do pagamento do auxílio emergencial. Essa é a avaliação do senador Wellington Fagundes (PL/MT) em entrevista ao portal Brasil61.com
 
De acordo com o Panorama da Pequena Indústria, publicado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) em agosto, as micro e pequenas empresas apresentaram crescimento no Índice de Situação Financeira e em outros indicadores que medem o desempenho, a confiança e as perspectivas dos empresários entre abril e junho. 
 
“Acredito que este aumento no índice de situação financeira das pequenas indústrias se dá pelo avanço da vacinação no Brasil, que está – principalmente – atingindo faixas etárias que incluem a população economicamente ativa, à normalização dos níveis de volume de produção. O auxílio emergencial, pago pelo Governo Federal durante a pandemia, também contribuiu para que as pessoas continuassem economicamente ativas. A população está, aos poucos, e ainda com cautela, voltando aos hábitos de produção e consumo”, acredita. 

Indicadores da pequena indústria apresentam resultados positivos no segundo trimestre

Pronampe

Um dos indicadores que compõem o panorama, o Índice de Situação Financeira encerrou o trimestre entre abril e junho com a marca de 42,3 pontos. O resultado é 4,5 pontos percentuais acima do que foi registrado nos três primeiros meses do ano e, de acordo com a pesquisa, é consequência da maior produção e faturamento dessas empresas, que também contaram com acesso facilitado ao crédito, como o obtido por meio do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe).
 
O Pronampe é um programa que oferece empréstimos a juros mais baixos e com prazos extensos para o pagamento aos pequenos e médios empresários. Criado em 2020 para ajudar as micro e pequenas empresas a enfrentar a crise econômica causada pela pandemia da Covid-19, o Pronampe concedeu mais de R$ 37,5 bilhões em linhas de crédito para cerca de 517 mil empreendedores no ano passado. 
 
Este ano, com a persistência da crise sanitária e econômica, o Congresso Nacional aprovou um projeto de lei que tornou o programa permanente. Até dezembro, o Governo Federal vai disponibilizar R$ 5 bilhões em garantia para os empréstimos, valor que com a participação da iniciativa privada pode chegar aos R$ 25 bilhões. 
 
Segundo Welinton Mota, diretor tributário da Confirp, empresa que presta consultoria para micro e pequenas empresas, a consolidação do Pronampe foi fundamental para a melhoria da situação financeira desses negócios. 
 
“O Pronampe foi um dos fatores que fez com que os pequenos negócios se mantivessem e, pelo fato de se manter, eles tiveram que pegar dinheiro emprestado para se financiar e continuaram vivos. Por conta disso, a economia retomou e agora esse crescimento se deve, com certeza, ao Pronampe”, avalia. 
 
O senador Wellington Fagundes concorda: “a liberação de rodadas do Pronampe e depois a aprovação da lei que o torna permanente colaborou para essa retomada do crescimento das pequenas indústrias.”
 
Para o especialista, com o avanço da imunização das pessoas que movimentam a economia, sobretudo os que estão no mercado de trabalho, os micro e pequenos negócios vão permanecer em ascensão. “Nós que trabalhamos aqui no mercado contábil, a gente sabe, a gente vê os balanços das empresas melhorando. Então, nós acreditamos, sim, que a economia vai retomar daqui por diante e que esses índices vão melhorar ainda mais”, estima o diretor tributário da Confirp.

Panorama positivo

Segundo o levantamento, outros indicadores ajudam a explicar o otimismo em torno das pequenas indústrias. O Índice de Desempenho das pequenas empresas registrou aumento de 3,9 pontos entre abril e maio (de 43,7 para 47,6 pontos) e de 0,7 ponto entre maio e junho, passando de 47,6 pontos para 48,3 pontos. 
 
Já o indicador que mede a confiança do pequeno empresário industrial encerrou o segundo trimestre em 60 pontos, resultado bem acima da média histórica, que é de 52,5 pontos. 

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Economia
06/09/2021 03:00h

Senador Angelo Coronel acredita que desempenho dos micro e pequenos negócios melhorou graças ao crescimento do consumo. Ele avalia que o avanço da vacinação vai impulsionar ainda mais a produção

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O segundo trimestre de 2021 foi positivo para as pequenas indústrias do País, de acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Segundo o Panorama da Pequena Indústria divulgado em agosto, os empresários de micro e pequenos empreendimentos destacam melhora na situação financeira, na confiança e nas perspectivas em relação aos seus negócios. 
 
Um dos indicadores que compõem o panorama, o Índice de Situação Financeira encerrou o trimestre entre abril e junho com a marca de 42,3 pontos. O resultado é 4,5 pontos percentuais acima do que foi registrado nos três primeiros meses do ano e, de acordo com a pesquisa, é consequência da maior produção e faturamento dessas empresas, que também contaram com acesso facilitado ao crédito, como o obtido por meio do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe).
 
Segundo o senador Angelo Coronel (PSD/BA), mais brasileiros estão saindo às compras com o avanço da vacinação. Com isso, o comércio aumentou os pedidos junto às pequenas indústrias que, por sua vez, passaram a produzir mais. Ele acredita que a economia continuará em ritmo acelerado nos próximos meses. 
 
“Evidentemente que a tendência de agora em diante é que, quanto mais a população brasileira estiver imunizada, não tenho a menor dúvida de que os índices serão ampliados em virtude da perspectiva que o povo brasileiro terá de poder sair às ruas, de poder consumir e, consequentemente, será um ganho para a economia brasileira”, projeta. 

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Projeto que torna o Pronampe permanente é aprovado pela Câmara

Setores da economia convergem sobre necessidade de reforma tributária ampla

Pronampe

O Pronampe é um programa que oferece empréstimos a juros mais baixos e com prazos extensos para o pagamento aos pequenos e médios empresários. Criado em 2020 para ajudar as micro e pequenas empresas a enfrentar a crise econômica causada pela pandemia da Covid-19, o Pronampe concedeu mais de R$ 37,5 bilhões em linhas de crédito para cerca de 517 mil empreendedores no ano passado. 
 
Este ano, com a persistência da crise sanitária e econômica, o Congresso Nacional aprovou um projeto de lei que tornou o programa permanente. Até dezembro, o Governo Federal vai disponibilizar R$ 5 bilhões em garantia para os empréstimos, valor que com a participação da iniciativa privada pode chegar aos R$ 25 bilhões. 
 
Segundo Welinton Mota, diretor tributário da Confirp, empresa que presta consultoria para micro e pequenas empresas, a consolidação do Pronampe foi fundamental para a melhoria da situação financeira desses negócios. 
 
“O Pronampe foi um dos fatores que fez com que os pequenos negócios se mantivessem e, pelo fato de se manter, eles tiveram que pegar dinheiro emprestado para se financiar e continuaram vivos. Por conta disso, a economia retomou e agora esse crescimento se deve com certeza ao Pronampe”, avalia. 
 
Para o especialista, com o avanço da imunização das pessoas que movimentam a economia, sobretudo os que estão no mercado de trabalho, os micro e pequenos negócios vão permanecer em ascensão. “Nós que trabalhamos aqui no mercado contábil, a gente sabe, a gente vê os balanços das empresas melhorando. Então, nós acreditamos, sim, que a economia vai retomar daqui por diante e que esses índices vão melhorar ainda mais”, estima.

Panorama positivo

Segundo o levantamento, outros indicadores ajudam a explicar o otimismo em torno das pequenas indústrias. O Índice de Desempenho das pequenas empresas registrou aumento de 3,9 pontos entre abril e maio (de 43,7 para 47,6 pontos) e de 0,7 ponto entre maio e junho, passando de 47,6 pontos para 48,3 pontos. 
 
Já o indicador que mede a confiança do pequeno empresário industrial encerrou o segundo trimestre em 60 pontos, resultado bem acima da média histórica, que é de 52,5 pontos. 

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01/09/2021 11:00h

Anteriormente, o tempo de espera para conclusão do procedimento era de 2 anos

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O prazo médio para contratação das operações de crédito que envolvem aquisição e estruturação de um imóvel rural passou de 2 anos para até 6 meses. Com isso, agricultores familiares vão esperar menos tempo para que a proposta de financiamento seja analisada no âmbito do Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF).

A redução do prazo se deu após a otimização das etapas de análise dos documentos e informatização de procedimentos pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). A pasta simplificou o fluxo de tramitação das propostas de financiamento, que possuía um total de 14 etapas e passou a contar com apenas 6.

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Pix terá novas regras para aumentar a segurança dos usuários

Outra iniciativa que ajudou a diminuir o tempo de espera foi a implementação do serviço digital Obter Crédito - Terra Brasil, lançado em julho de 2020, por meio de parceria entre o Mapa e a Secretaria de Governo Digital.

Essa ferramenta possibilita o envio do Projeto Técnico de Financiamento, além de toda a documentação do candidato a beneficiário, do vendedor e do imóvel rural, de forma totalmente digital, dispensando a necessidade de presença física para isso.

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16/07/2021 18:00h

O podcast Giro Brasil 61 faz uma seleção dos principais fatos e acontecimentos noticiados pelo Brasil61.com durante a semana

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Nesta semana (16), vamos falar sobre o Boletim Observatório da Covid-19 que revela que a vacinação está reduzindo as ocupações de UTIs nos estados para menos de 90%. Na área da economia, vamos comentar a MP 1057/21, que cria um Programa de Estímulo ao Crédito para micro e pequenas empresas, produtores rurais e microempreendedores individuais. E começando essa edição do podcast, vamos falar sobre o valor da cesta básica que, segundo especialistas, deve seguir ‘pressionando’ as famílias brasileiras.

Espero que gostem e continuem acompanhando o nosso podcast!

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14/07/2021 15:00h

Iniciativa do governo do Tocantins busca fomentar a economia do estado

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O Governo do Tocantins lança a linha de Crédito Rápido On-line. Por meio da Agência de Fomento, empreendedores podem pegar empréstimos de até R$ 20 mil com rapidez e agilidade, pela internet. As operações de crédito possuem taxas a partir de 1,39% ao mês.

Interessados devem acessar o site da Agência, preencher as informações cadastrais e encaminhar os documentos solicitados; tudo de forma virtual. Em seguida, o sistema vai gerar um número de protocolo para que o empreendedor possa acompanhar o andamento do processo pela plataforma online. Todos os documentos necessários estão listados no site.

Pronampe reabre contratações para apoiar o fortalecimento dos microempreendedores

Controle da pandemia pode alavancar Índice de Confiança Industrial

De acordo com a presidente da Agência Fomento, Denise Rocha, a iniciativa busca fomentar a economia do estado, já que o empreendedor pode solicitar o crédito de qualquer lugar, com agilidade.

Para mais informações, ligue nos telefones (63) 3220-9800 e (63) 99993-7016 / 99277-5147.

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14/07/2021 12:15h

Para o economista Carlos Eduardo de Oliveira Júnior, com a atual crise, medidas como essa são essenciais para manter a confiança desses profissionais e garantir maiores investimentos

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A Medida Provisória 1057/21, que cria o Programa de Estímulo ao Crédito, é um passo adiante no processo de retomada da economia das micro e pequenas empresas, produtores rurais e microempreendedores individuais. A avaliação é do conselheiro do Conselho Federal de Economia, Carlos Eduardo de Oliveira Júnior.

Segundo o especialista, com a atual crise, medidas como essa são essenciais para manter a confiança desses profissionais e garantir maiores investimentos, assim como o pagamento de débitos já existentes.

“Hoje em dia, a grande dificuldade de se obter crédito a juros mais em conta do que alguns aplicados por determinados bancos, torna essa medida fundamental para a retomada do desenvolvimento e crescimento. Já não estava tão bom, mas hoje está extremamente complicado para esses profissionais”, afirma.

Pelos termos da MP, podem ser beneficiadas tanto pessoas físicas quanto jurídicas, com receita bruta de até R$ 4,8 milhões por ano.

Pedro Sena Bezerra, de 50 anos, é produtor rural em Sobradinho (DF). Ele conta que, com a pandemia, o faturamento reduziu a quase zero, ao passo que as despesas aumentaram significativamente. Isso, segundo ele, tornou a situação difícil de ser mantida. E, diante do quadro, ele acredita que a disponibilidade de créditos como a determinada na MP pode ajudar na recuperação financeira.

“Sempre que saem medidas com linhas de crédito fáceis para o pequeno produtor e para o empreendedor, é super importante. Ajudam mesmo a gente. Com essa pandemia, todo mundo reduziu suas vendas, mas os custos subiram. Então, o que tiver fácil para podermos pegar [dinheiro] com juros realista, é ótimo para nós”, destaca.

Pronampe reabre contratações para apoiar o fortalecimento dos microempreendedores

Controle da pandemia pode alavancar Índice de Confiança Industrial

Isenção do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante contribui para equilíbrio financeiro entre regiões

De acordo com a Secretaria-Geral de governo, a proposta cria incentivos para as instituições financeiras emprestarem a essas companhias e empreendedores, ao conceder um tratamento mais vantajoso à base de capital dos bancos participantes.

A MP 1057/21 pontua, ainda, que o Programa de Estímulo ao Crédito deve gerar até R$ 48 bilhões em crédito. A operacionalização será realizada com recursos das próprias instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central.

Trâmite

O texto da medida provisória foi publicado na edição da última quarta-feira (7) do Diário Oficial da União. Atualmente, a matéria está sob análise da Câmara dos Deputados e posteriormente será apreciada pelo Senado Federal.

Caso os deputados e os senadores aprovem a medida, ficará a cargo do Conselho Monetário Nacional estabelecer as regras gerais desses empréstimos como taxa de juros, duração e carência. A supervisão do PEC, por sua vez, será de responsabilidade do Banco Central.

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Brasil 61