Agronegócios

19/05/2022 14:24h

Os animais ficam soltos na natureza, se beneficiam de sombras naturais, água fresca e recebem a ração preparada a partir de capim cortado, espalhado em diferentes regiões da propriedade

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Mais de 40% do gado no Brasil está na região da Amazônia Legal, segundo o Censo Agropecuário de 2017 (último levantamento feito pelo IBGE). Para garantir a sustentabilidade da atividade, a produção de gado na região tem buscado alternativas que reúnem preservação ambiental e produtividade para a pecuária na região amazônica. 

A criação de gado sustentável é um sonho que tem sido cada vez mais real para a Pecuária Saab, localizada em Amajari (RR). O proprietário, o paranaense Bechara Saab, de 67 anos, foi para a região de Roraima em 1979, período em que o governo estimulava a migração de produtores com seus rebanhos para a região amazônica, sob o slogan “Integrar para não entregar”. 

Desde o princípio, Bechara trabalha com gado e, desde 2019, está desenvolvendo o manejo sustentável do rebanho. Em sua propriedade, no extremo norte de Roraima, ele iniciou o trabalho de implantação da pecuária verde. 

O gado fica concentrado em pequenas áreas que variam de 50 a 100 hectares, chamadas de piquete. Nesse espaço, os animais ficam soltos na natureza, se beneficiam de sombras naturais, água fresca e recebem a ração preparada a partir de capim cortado, espalhado em diferentes regiões do piquete. À medida que o animal pisoteia, se alimenta e excreta, o solo vai se enriquecendo de matéria orgânica. 

“O solo vai ficando cada vez mais poroso, a pastagem cada vez mais verde, vai absorvendo melhor a umidade e vai sentindo cada vez menos o efeito da seca. Há ausência total de fogo. O gado come alimento fresco, fica mansinho. É uma coisa inacreditável”, explica animado o pecuarista. 

Após 60 dias, o rebanho é conduzido a outro piquete e aquela pastagem anterior naturalmente se regenera. “É um sistema muito bom e tem a vantagem que as pastagens vão ficando cada vez mais exuberantes sem adição química - depois das pastagens formadas. E, então, vai ter uma uma captação de CO² no solo e não emissão de CO² na atmosfera. É muito sustentável”, acrescenta Saab. 

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Incentivo à sustentabilidade

A iniciativa da Pecuária Saab, pioneira na região, recebeu apoio do Banco da Amazônia (Basa). Além dele, outros 11 produtores da região norte receberam incentivo financeiro e técnico para desenvolver projetos que reúnem criação de gado e sustentabilidade. Eles fazem parte de um projeto piloto do Basa que recebeu o nome de Pecuária Verde.  

A partir da experiência desses 12 proprietários, o Basa está desenhando um novo produto para apoiar projetos de pecuária sustentável na região amazônica. “A seleção deles se deu porque, de certa forma, já tinham diferenciais na parte ambiental. Com acompanhamento, queremos adequar, potencializar e aperfeiçoar o que já fazem”, diz o superintendente regional do Basa do Amazonas e Roraima, Esmar Prado. 

Atualmente na fase de modelagem, o projeto Pecuária Verde deve atender ao menos mil  propriedades, abrangendo 5 mil trabalhadores, estima o superintendente. A ideia do Pecuária Verde é que os beneficiários sejam capacitados para utilizar as melhores tecnologias e práticas, sem desmatamento, com a manutenção das áreas a serem preservadas e o conforto animal.  
 
“Não é produzir por produzir. É produzir com uma base socialmente e ambientalmente responsável, observando todas essas questões que envolvem a nossa segurança futura do meio ambiente”, explica Prado. O produto deve ser lançado para o mercado em meados de agosto. 

A nova linha de crédito está sendo feita a muitas mãos. A área técnica da instituição financeira conta com a experiência dos produtores e com a parceria da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), da Agência Alemã de Cooperação Internacional (GIZ) e do projeto Finanças Brasileiras Sustentáveis (FiBraS). A nova modalidade se alinha aos  Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU).

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14/05/2022 16:16h

Em relação ao milho, por exemplo, a expectativa é de uma produção total de 114,58 milhões de toneladas

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A produção de grãos no Brasil deve chegar a 270,2 milhões de toneladas para a safra 2021/22. É o que projeta a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O resultado esperado deve render um volume 0,3% superior ao registrado no último ciclo. 

Os dados foram apresentados no 8º Levantamento da Safra de Grãos 2021/22, divulgado no último dia 12. Segundo o gerente de Acompanhamento de Safras da Conab, Rafael Fogaça, a elevação é motivada pela alta na área de soja, e pelo melhor desenvolvimento no final do ciclo das lavouras. 

“Houve um aumento mais significativo no milho segunda safra, assim como na soja. O produtor brasileiro está ficando cada vez mais eficiente, tirando mais de uma safra da área agrícola. Quanto à distribuição por produto e por Unidade da Federação, soja e milho ainda são as culturas em destaque. O Mato Grosso continua sendo o maior produtor de grãos do país, seguido do Paraná”, destaca. 

Em relação ao milho, a projeção para a produção total é de 114,58 milhões de toneladas. Na primeira safra, a colheita do produto estava em 24,67 milhões de toneladas, enquanto que, na segunda, a previsão é de uma produção de 87,69 milhões de toneladas. Na terceira, por sua vez, há expectativa de 2,21 milhões de toneladas. 

Para a Conab, há, ainda, recuperação considerável na produtividade do cereal com relação à temporada 2020/21, com consequente ampliação na colheita. 
No caso do feijão, há uma confirmação em andamento de uma boa segunda safra. O clima mais favorável propicia um maior rendimento dos grãos. Esse cenário acarreta uma expectativa de colheita de 1,4 milhão de toneladas. Ou seja, deve haver um salto de 23,3% em relação ao mesmo período da safra 2020/21.

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As lavouras de algodão também contaram com clima favorável para o desenvolvimento da fibra, o que resulta em uma produção de 2,82 milhões de toneladas de pluma. Caso a projeção seja confirmada, o volume esperado será o segundo maior já registrado na série histórica, com 19,5% a mais do que na safra passada. 

Para a soja, a estimativa de produção está em 123,8 milhões de toneladas, que corresponde a uma queda de 10,4% em relação à safra anterior. No caso do arroz, a colheita atinge 91% da área. A projeção da Conab é de que o Brasil produza 10,7 milhões de toneladas, recuo de 9,1% em relação ao volume produzido na safra passada. 

A redução registrada para estes grãos neste ciclo é justificada pela estiagem nos estados da região Sul do país e em parte do Mato Grosso do Sul entre o fim de 2021 e início de 2022.

Já o panorama de mercado de trigo estimula os produtores. A estimativa de área plantada no Brasil teve um salto de 3%. O destaque vai para o Rio Grande do Sul, onde deve haver uma elevação de 9,7%, saindo de 1,16 milhão de hectares para 1,27 milhão de hectares.
 

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09/05/2022 01:59h

Em entrevista ao portal Brasil61.com, o diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Dipov) do MAPA, Glauco Bertoldo, afirma que a ferramenta vai desonerar o setor produtivo do controle desnecessário ou considerado sem fatores de risco

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) entregou a primeira etapa da Plataforma do Autocontrole na defesa agropecuária. Por meio de informações integradas, a ferramenta permite, entre outros pontos, reduzir o custo dos processos e aumentar a eficiência do serviço com mais transparência. 

O autocontrole agropecuário é a capacidade do agente privado de implantar, executar, monitorar, verificar e corrigir os procedimentos de produção e distribuição de insumos agropecuários, alimentos e produtos de origem animal ou vegetal, buscando garantir qualidade e segurança. 

Em entrevista ao portal Brasil61.com, o diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Dipov) do MAPA, Glauco Bertoldo, afirma que a iniciativa do autocontrole é uma forma de desonerar o setor produtivo de controles do estado considerados desnecessários ou sem fatores de risco.

Segundo ele, a primeira etapa consiste na parte estrutural do ecossistema de tecnologia da informação, um ambiente formado por vários sistemas integrados que resultam na Plataforma do Autocontrole.

Glauco afirma que a ferramenta já está em funcionamento, com os primeiros processos regulados pelo órgão de controle. Esses pilotos servem de prova para que outros processos da defesa agropecuária sejam desenvolvidos em grande escala.

Confira a entrevista na íntegra:

Brasil61: O que é a Plataforma do Autocontrole e como ela funciona na prática?

Diretor do Divop Glauco Bertoldo: “A Plataforma do Autocontrole faz parte de uma iniciativa trazida pela gestão do Ministério da Agricultura. [É] uma maneira de aprimorar os processos fiscalizatórios para que possamos ter uma eficiência maior naquilo que fazemos, ser mais certeiros na nossa atividade, e, consequentemente, desonerar o setor produtivo de controles desnecessários ou daqueles controles que não são fator de risco dentro da nossa atividade. A iniciativa do autocontrole caminha entre duas vertentes. A primeira é o PL 1293/2021, que está em tramitação no Congresso Nacional; um instrumento importante para que possamos deixar transversal a iniciativa do autocontrole. Porque das 18 áreas reguladas pela defesa agropecuária, diversas delas já possuem autocontrole e níveis de maturidade diferenciados. Então, com esse PL, uma das coisas que queremos trazer é esse nivelamento da iniciativa do autocontrole para ter todas as áreas reguladas. E a segunda vertente é a Plataforma de Tecnologia da Informação, que é uma ferramenta essencial para que esses controles possam ser feitos, por meio da transparência de informações entre o setor regulado e o órgão fiscalizador, justamente para que possamos deixar o papel fiscalizatório e atuar mais na auditoria dos processos e na fiscalização dos pontos onde for necessária essa atuação.”

Brasil61: Pode-se dizer que a plataforma vai desburocratizar essa relação entre público e privado?

Diretor do Dipov Glauco Bertoldo: “Ela é baseada na transparência de informações que levará a uma presença menor do estado, no sentido de que o estado não precisará se fazer presente naquelas atividades ou ações de baixo risco, ou que estão plenamente monitoradas pelo setor regulado.”

Brasil61: Ao todo, quantas etapas deverão ser entregues?

Diretor do Dipov Glauco Bertoldo: “Nós desenvolvemos a primeira etapa por meio de uma parceria com o Movimento Brasil Competitivo (MDC), que captou recursos, inclusive da iniciativa privada, para que pudéssemos desenvolver essa primeira etapa. Não é um sistema, é um ecossistema de TI; é um ambiente todo de vários sistemas integrados que formam esse ambiente do autocontrole. Nós desenvolvemos a primeira etapa, que é mais estrutural. Então os pontos de BigData, o cérebro dessa iniciativa, que é todo esse repositório de dados da defesa agropecuária [foi desenvolvido]; as primeira APIs, que são as interfaces de comunicação com o setor regulado, também já estão entregues; o primeiro componente específico laboratorial também já está completamente entregue. A segunda etapa, que está em desenvolvimento, deve ser entregue talvez em dois meses, trata do componente específico de comércio exterior. É um importante elo. Queremos buscar, com essa ferramenta, agilizar e colocar os controles mais dinâmicos e mais fáceis, tanto para o setor regulado, quanto para o Ministério da Agricultura, nessa segunda etapa do autocontrole. Temos outras etapas vindo. As necessidades vão aparecendo com o tempo. Estamos com o horizonte aberto. Não vai concluir, porque sempre vai ter o que aprimorar. É importante dizer que o Ministério da Agricultura, nos próximos dias, deve assinar um contrato com o Serpro, que é o órgão que escolhemos para que sustente toda essa iniciativa. Nós precisávamos de um parceiro estratégico e com capacidade técnica para sustentar uma solução tão inovadora e desse porte.”

Brasil61: Mas podemos considerar que a plataforma já está em funcionamento?

Diretor do Dipov Glauco Bertoldo: “Sim, a ferramenta já está em funcionamento. Nós estamos trazendo as primeiras cadeias, os primeiros processos a serem regulados pelo órgão de controle. E esses pilotos estão servindo para que coloquemos à prova a ferramenta e que possamos trazer em grande escala todos os outros processos da defesa agropecuária.”

Brasil61: Como é feito o acesso ao módulo de adesão ao autocontrole? Quem pode aderir?

Diretor do Dipov Glauco Bertoldo: “O módulo de adesão é onde o cidadão, por meio do CPF, pode fazer login e atuar em umas das cadeias reguladas pelo autocontrole. Hoje, nós temos poucas cadeias, são uma ou duas, que estão nesse processo piloto de adesão. E essa adesão é feita assistida por nós. Quer dizer o quê? Nós modelamos essa cadeia, modelamos esse processo, por meio do autocontrole, e fazemos toda uma comunicação com esse setor para que ele faça a adesão. Então não é uma adesão aberta ao público em geral, ela é bastante específica nesse momento. Mas chegaremos a esse processo de adesão; o público em geral vai poder obter suas informações. Mas é uma implementação gradual e assistida, porque não queremos ter tempo para errar. Queremos ter a questão muito bem implementada, com muita paciência e sabedoria.”

Brasil61: Quais foram os resultados alcançados até o momento?

Diretor do Dipov Glauco Bertoldo: “Tivemos uma grande migração de dados dos laboratórios LFA, a rede oficial de laboratórios. Então estamos trazendo todos esses dados para um só repositório, para que possamos fazer uma análise crítica mais abrangente dos nossos dados. E também trouxemos dados de alguns processos para o setor produtivo que estavam em laboratórios terceiros privados, que prestam serviços para esses estabelecimentos. São mais de meio milhão de registros que já estão na nossa base aptos à análise.”

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03/05/2022 19:33h

No mercado financeiro, o preço da carcaça suína sofreu variação e o produto é negociado a R$ 10,13.

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A cotação da arroba do boi gordo começou a quarta-feira (4) com alta de 3,16% e o produto é negociado a R$ 339,30 em São Paulo. Em Goiânia, o produto é vendido à vista a R$ 283.50. Já em Barretos e Araçatuba, em São Paulo, a arroba é comercializada a R$ 308,50.


O preço do quilo do frango congelado sofreu variação e o produto está sendo vendido a R$ 7,95. O preço do quilo do frango resfriado também sofreu variação e é comercializado a R$ 7,95. 

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No mercado financeiro, o preço da carcaça suína  sofreu variação e o produto é negociado a R$ 10,13. Em Minas Gerais, o suíno vivo é vendido a R$ 6,97. No Paraná, o produto é comercializado à vista a R$6,00. Os valores são do Canal Rural e Cepea.

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03/05/2022 19:26h

No mercado financeiro, o preço da saca de 60 quilos do milho teve queda de 0,31% e é negociada a R$ 87,60.

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A saca de 60 quilos do café arábica começou a quarta-feira (4) com alta de 0,71% no preço e é vendida a R$ 1.263,55 na cidade de São Paulo.  Já o café robusta teve redução no valor. A baixa foi de 0,07% e a saca é comercializada a R$ 789,75 para retirada no Espírito Santo.


O açúcar cristal teve diminuição de 1,79% no preço e o produto é vendido a R$ 132,69 em São Paulo. Em Santos, no litoral paulista, o valor da saca de 50 quilos, sem impostos, caiu 0,48% e a mercadoria é comercializada a R$ 122,57.

 

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No mercado financeiro, o preço da saca de 60 quilos do milho teve queda de 0,31% e é negociada a R$ 87,60. Em Cascavel, no Paraná, o preço é R$ 88. Em Rondonópolis, no Mato Grosso, o milho é vendido a R$ 78. Em Uberaba, Minas Gerais, o preço à vista é R$ 82. Os valores são do Canal Rural e Cepea.

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02/05/2022 19:20h

No mercado financeiro, o preço da carcaça suína sofreu variação e o produto é negociado a R$ 10,08.

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A cotação da arroba do boi gordo começou a terça-feira (3) com queda de 1,78% e o produto é negociado a R$ 328,90 em São Paulo. Em Goiânia, o produto é vendido à vista a R$ 283.50. Já em Barretos e Araçatuba, em São Paulo, a arroba é comercializada a R$ 308,50.


O preço do quilo do frango congelado sofreu variação e o produto está sendo vendido a R$ 7,98. O preço do quilo do frango resfriado também sofreu variação e é comercializado a R$ 7,98. 

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No mercado financeiro, o preço da carcaça suína  sofreu variação e o produto é negociado a R$ 10,08. Em Minas Gerais, o suíno vivo é vendido a R$ 5,97. No Paraná, o produto é comercializado à vista a R$5,94. Os valores são do Canal Rural e Cepea.

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02/05/2022 18:21h

No mercado financeiro, o preço da saca de 60 quilos do milho teve queda de 0,43% e é negociada a R$ 87,87.

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A saca de 60 quilos do café arábica começou a terça-feira (3) com queda de 1,00% no preço e é vendida a R$ 1.254,70 na cidade de São Paulo.  Já o café robusta também teve redução no valor. A baixa foi de 0,21% e a saca é comercializada a R$ 790,30 para retirada no Espírito Santo.


O açúcar cristal teve diminuição de 0,24% no preço e o produto é vendido a R$ 135,11 em São Paulo. Em Santos, no litoral paulista, o valor da saca de 50 quilos, sem impostos, caiu 0,42% e a mercadoria é comercializada a R$ 123,16.

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No mercado financeiro, o preço da saca de 60 quilos do milho teve queda de 0,43% e é negociada a R$ 87,87. Em Cascavel, no Paraná, o preço é R$ 88. Em Rondonópolis, no Mato Grosso, o milho é vendido a R$ 78. Em Uberaba, Minas Gerais, o preço à vista é R$ 82. Os valores são do Canal Rural e Cepea.

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01/05/2022 18:00h

No mercado financeiro, o preço da saca de 60 quilos do milho teve queda de 0,15% e é negociada a R$ 88,25.

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A saca de 60 quilos do café arábica começou a segunda-feira (2) com alta de 0,60% no preço e é vendida a R$ 1.267,35 na cidade de São Paulo.  Já o café robusta também teve redução no valor. A baixa foi de 0,97% e a saca é comercializada a R$ 791,98 para retirada no Espírito Santo.


O açúcar cristal teve diminuição de 0,02% no preço e o produto é vendido a R$ 135,43 em São Paulo. Em Santos, no litoral paulista, o valor da saca de 50 quilos, sem impostos, caiu 0,55% e a mercadoria é comercializada a R$ 123,68.

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No mercado financeiro, o preço da saca de 60 quilos do milho teve queda de 0,15% e é negociada a R$ 88,25. Em Cascavel, no Paraná, o preço é R$ 88. Em Rondonópolis, no Mato Grosso, o milho é vendido a R$ 80. Em Uberaba, Minas Gerais, o preço à vista é R$ 82. Os valores são do Canal Rural e Cepea.

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27/04/2022 19:50h

No mercado financeiro, o preço da carcaça suína não sofreu variação e o produto ainda é negociado a R$ 10,04.

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A cotação da arroba do boi gordo começou a quinta-feira (28) com alta de 0,48% e o produto é negociado a R$ 335,60 em São Paulo. Em Goiânia, o produto é vendido à vista a R$ 286,50. Já em Barretos e Araçatuba, em São Paulo, a arroba é comercializada a R$ 308,50.

O preço do quilo do frango congelado sofreu variação e o produto está sendo vendido a R$ 7,95. O preço do quilo do frango resfriado também sofreu variação e é comercializado a R$ 7,96. 

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No mercado financeiro, o preço da carcaça suína não sofreu variação e o produto ainda é negociado a R$ 10,04. Em Minas Gerais, o suíno vivo é vendido a R$ 6,67. No Paraná, o produto é comercializado à vista a R$5,94. Os valores são do Canal Rural e Cepea.

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27/04/2022 19:40h

A baixa foi de 0,39% e a saca é comercializada a R$ 806,57 para retirada no Espírito Santo.

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A saca de 60 quilos do café arábica começou a quinta-feira (28) com baixa de 1,08% no preço e é vendida a R$ 1.248,52 na cidade de São Paulo.  O café robusta também teve redução no valor. A baixa foi de 0,39% e a saca é comercializada a R$ 806,57 para retirada no Espírito Santo.


O açúcar cristal teve diminuição de 0,13% no preço e o produto é vendido a R$ 136,94 em São Paulo. Em Santos, no litoral paulista, o valor da saca de 50 quilos, sem impostos, subiu 0,46% e a mercadoria é comercializada a R$ 122,09.

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No mercado financeiro, o preço da saca de 60 quilos do milho teve queda de 0,34%e é negociada a R$ 88. Em Cascavel, no Paraná, o preço é R$ 87. Em Rondonópolis, no Mato Grosso, o milho é vendido a R$ 78. Em Uberaba, Minas Gerais, o preço à vista é R$ 80. Os valores são do Canal Rural e Cepea.

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