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Baixar áudioA Associação Comercial de São Paulo (ACSP) destaca a atuação no agronegócio e aproxima micro e pequenas empresas das oportunidades geradas pelo setor. A estratégia foi destacada pelo presidente da entidade, Alfredo Cotait Neto, durante reunião do Conselho do Agronegócio da ACSP, realizada na quinta-feira (27), em São Paulo.
Na abertura do encontro, Cotait, que também preside a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), e a Federação das Associações Comerciais de São Paulo (FACESP), ressaltou a intenção de fortalecer parcerias com instituições especializadas e ampliar a integração entre comércio, serviços e a cadeia produtiva do agro.
Para Cotait, ampliar essa conexão pode permitir que empresas de menor porte tenham participação mais efetiva nas oportunidades econômicas geradas pelo setor.
“Acho que o tema do agronegócio tem que ser cada vez mais desenvolvido, para que a gente possa também ter uma participação dessa cadeia que o agronegócio produz, fazendo com que as pequenas empresas também possam ter uma participação mais efetiva. Nós queremos realmente ter uma participação importante, porque achamos que é, sem dúvida nenhuma, o melhor caminho para o Brasil se desenvolver”, afirmou. .
O presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB), Sérgio Bortolozzo, reforçou a importância dessa aproximação. Na avaliação dele, o desenvolvimento do agronegócio depende de uma atuação integrada entre os diferentes elos da cadeia produtiva, desde a produção até a industrialização e a comercialização.
“A partir do momento em que nós aprendemos a trabalhar como cadeia produtiva, em todos os nossos sistemas de produção, em momentos difíceis, nós precisamos nos unir, desde quem produz, quem industrializa, até quem comercializa”, disse.
Bortolozzo também destacou a parceria entre a Sociedade Rural Brasileira e a ACSP e defendeu que as entidades atuem de forma conjunta para aproximar os diferentes segmentos envolvidos na cadeia.
Ariel Mendes, integrante do Conselho do Agronegócio da ACSP, avaliou que a aproximação entre as áreas industrial, comercial e agropecuária representa uma estratégia de longo prazo. Para ele, a articulação pode gerar resultados tanto para o agronegócio quanto para os demais setores da economia.
A capilaridade do sistema associativista também foi destacada durante o encontro. A Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) reúne mais de 2,3 mil associações comerciais espalhadas pelo país. Em São Paulo, a Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp) conta com 420 associações.
A reunião teve como palestrante Plínio Nastari, presidente do Instituto Brasileiro de Bioenergia e Bioeconomia (IBIO) e CEO da Datagro, que abordou a contribuição dos biocombustíveis, especialmente do etanol, para a economia circular.
Nastari destacou que os efeitos econômicos do agronegócio ultrapassam a produção de alimentos e energia. Segundo ele, a industrialização das matérias-primas do setor contribui para movimentar comércio e indústria e para o desenvolvimento econômico de diferentes regiões do país.
“A renda gerada pela produção e pela industrialização das matérias-primas do agro tem sido fundamental para o desenvolvimento do comércio e indústria em todo o país, assim como para o desenvolvimento dos pólos regionais de desenvolvimento, que têm trazido progresso ao país. Então, mais do que energia e alimento, nós estamos falando de desenvolvimento e sustentabilidade”, pontuou Nastari.
Na apresentação, Nastari relacionou esse potencial a três desafios globais: segurança energética, segurança alimentar e emergência climática.
Na matriz energética brasileira, 49,5% da oferta interna de energia era proveniente de fontes renováveis em 2025, conforme os dados apresentados por Nastari. O percentual é superior à média mundial, de 14,5%, e à média dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), de 13,8%.
Entre as fontes renováveis, a cana-de-açúcar respondeu por 15,8% da matriz energética brasileira, participação superior à de fontes como a eólica, com 3,1%, e a solar fotovoltaica, com 2,7%.
Na comparação internacional apresentada durante a palestra, as fontes renováveis representavam 10% da matriz da China, 9% da dos Estados Unidos, 22% da Alemanha e 10% da matriz japonesa. Na Noruega, o percentual apresentado foi de 55%.
As diferenças também aparecem quando analisada a origem das emissões de gases de efeito estufa. Enquanto grandes economias concentram parcela significativa das emissões na produção e no consumo de energia, o Brasil apresenta outra composição.
Segundo os dados apresentados, energia sem transportes representa 12% das emissões brasileiras, enquanto o transporte responde por 11%. Uma parcela importante das emissões nacionais está relacionada à mudança do uso da terra e florestas.
Em volume, o Brasil registra cerca de 2,1 gigatoneladas de emissões, diante de aproximadamente 51 gigatoneladas no mundo. A China responde por 13,2 gigatoneladas e tem 77% das emissões associadas à energia, sem considerar transportes.
Nos Estados Unidos, energia sem transportes representa 57% das emissões e o transporte, 30%. Na União Europeia, os percentuais apresentados foram de 50% e 26%, respectivamente. Na Índia, energia responde por 64% e transportes por 9%.
A participação dos biocombustíveis nos transportes foi outro ponto da apresentação. Nastari comparou as vendas de veículos novos e a composição das frotas de diferentes países para discutir os caminhos adotados na redução das emissões.
Na China, segundo os números apresentados, 27% das vendas de veículos analisadas estavam relacionadas a tecnologias consideradas renováveis, enquanto essa participação era de 7% na frota. Nos Estados Unidos, os percentuais eram de 8% nas vendas e 2% na frota. Na Noruega, chegavam a 89% nas vendas e 25% na frota.
No caso brasileiro, Nastari afirmou que 35% da frota pode ser considerada de veículos limpos, segundo o critério adotado na apresentação, principalmente pela participação dos biocombustíveis. Para ele, essa característica precisa ser considerada nas comparações internacionais sobre a descarbonização dos transportes.
O especialista também chamou atenção para os critérios usados para mensurar a sustentabilidade. Segundo Nastari, as políticas públicas precisam estabelecer não apenas metas ambientais, mas também parâmetros adequados para verificar se os objetivos estão sendo efetivamente alcançados.
“O que é importante para medir sustentabilidade é a escolha do critério que você utiliza para medir a sustentabilidade. Porque a função da política pública é definir a meta. Mas, junto com a meta, definir o critério para medir o cumprimento da meta. Porque se você escolher o critério errado, você pode deixar de atingir os objetivos definidos pela meta”, ponderou.
Para o presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB), Sérgio Bortolozzo, o potencial brasileiro na produção de biocombustíveis precisa ser acompanhado por avanços no ambiente regulatório. Após a apresentação de Nastari, ele destacou a atuação da entidade junto à frente parlamentar na discussão de projetos para o setor e defendeu regras que favoreçam os diferentes elos da cadeia produtiva.
“Eu acho que a produção de biocombustíveis, em especial o etanol, está totalmente dentro do contexto. A Rural continua trabalhando muito forte junto com a nossa frente parlamentar, trabalhando nesses projetos para que a gente procure trazer uma regulação mais eficiente, mais proativa e benéfica, que traga mais benefícios para o produtor rural brasileiro, para os produtores industriais, para o comércio e, principalmente, para o consumidor”, enfatizou.
A discussão integra a atuação do Conselho do Agronegócio da ACSP, que busca aproximar o setor agropecuário do comércio, da indústria e do associativismo empresarial e ampliar o debate sobre o desenvolvimento da cadeia produtiva brasileira. O Conselho do Agronegócio da Associação Comercial de São Paulo tem como missão fomentar o debate acerca dos principais desafios e oportunidades do setor, com o objetivo de formular propostas de políticas públicas nacionais e novos modelos de negócios para as cadeias produtivas de alimentos, fibras e energia renovável.
Em sintonia com a agenda de um agronegócio cada vez mais sustentável, o Conselho conecta os principais agentes do segmento, do campo à mesa, a fim de identificar alianças e soluções que promovam geração de emprego e renda ao produtor rural e, consequentemente, a produção de bens agrícolas, com oferta e qualidade.
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Baixar áudioO preço do café arábica abre esta sexta-feira (28) com recuo de 3,22%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.742,74 na cidade de São Paulo.
O café robusta também teve recuo de 1,37%, sendo comercializado a R$ 1.021,90.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 27/08/2026 | 1.742,74 | -3,22% | -0,08% | 337,35 |
| 26/08/2026 | 1.800,79 | -1,12% | 3,25% | 349,40 |
| 25/08/2026 | 1.821,25 | -0,29% | 4,42% | 353,85 |
| 24/08/2026 | 1.826,58 | 1,27% | 4,72% | 354,40 |
| 21/08/2026 | 1.803,76 | -0,98% | 3,42% | 350,79 |
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 27/08/2026 | 1.021,90 | -1,37% | -6,47% | 197,81 |
| 26/08/2026 | 1.036,13 | -1,20% | -5,16% | 201,03 |
| 25/08/2026 | 1.048,71 | -0,94% | -4,01% | 203,75 |
| 24/08/2026 | 1.058,71 | 0,64% | -3,10% | 205,41 |
| 21/08/2026 | 1.051,93 | -1,33% | -3,72% | 204,58 |
O preço do açúcar cristal apresenta aumento na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 110,59.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 27/08/2026 | 110,59 | 2,42% | 20,86% | 21,41 |
| 26/08/2026 | 107,98 | 1,37% | 18,01% | 20,95 |
| 25/08/2026 | 106,52 | 0,96% | 16,42% | 20,70 |
| 24/08/2026 | 105,51 | 1,09% | 15,31% | 20,47 |
| 21/08/2026 | 104,37 | 0,00% | 14,07% | 20,10 |
Em Santos (SP), o aumento foi de 2,13%, e a mercadoria é negociada a R$ 128,08 na média de preços sem impostos.
Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 27/08/2026 | 128,08 | 2,13% | 20,50% | 24,80 |
| 26/08/2026 | 125,41 | 1,01% | 17,99% | 24,30 |
| 25/08/2026 | 124,15 | -1,37% | 16,80% | 24,11 |
| 24/08/2026 | 125,87 | -0,50% | 18,42% | 24,44 |
| 21/08/2026 | 126,50 | 0,39% | 19,01% | 24,50 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 69,05 após alta de 0,38%.
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 27/08/2026 | 69,05 | 0,38% | 5,82% | 13,37 |
| 26/08/2026 | 68,79 | 0,53% | 5,43% | 13,35 |
| 25/08/2026 | 68,43 | 0,35% | 4,87% | 13,29 |
| 24/08/2026 | 68,19 | 0,43% | 4,51% | 13,23 |
| 21/08/2026 | 67,90 | 0,24% | 4,06% | 13,20 |
Os dados são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.
O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
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Baixar áudioO preço do boi gordo apresenta alta de 0,58% nesta sexta-feira (28). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 344,50.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 27/08/2026 | 344,50 | 0,58% | -0,59% | 66,69 |
| 26/08/2026 | 342,50 | -0,25% | -1,17% | 66,45 |
| 25/08/2026 | 343,35 | 0,04% | -0,92% | 66,71 |
| 24/08/2026 | 343,20 | 0,00% | -0,97% | 66,74 |
| 21/08/2026 | 343,20 | -0,72% | -0,97% | 66,74 |
No mercado de frango, os preços apresentam estabilidade na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. O frango congelado é vendido a R$ 7,30, enquanto o frango resfriado custa R$ 7,27.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 27/08/2026 | 7,30 | 0,00% | 2,24% |
| 26/08/2026 | 7,30 | 0,14% | 2,24% |
| 25/08/2026 | 7,29 | 0,00% | 2,10% |
| 24/08/2026 | 7,29 | 0,97% | 2,10% |
| 21/08/2026 | 7,22 | 0,70% | 1,12% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 27/08/2026 | 7,27 | 0,00% | 1,68% |
| 26/08/2026 | 7,27 | 0,14% | 1,68% |
| 25/08/2026 | 7,26 | 0,00% | 1,54% |
| 24/08/2026 | 7,26 | 0,28% | 1,54% |
| 21/08/2026 | 7,24 | 0,84% | 1,26% |
A carcaça suína especial apresenta estabilidade de preço nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 7,38.
Entre os estados analisados, o suíno vivo registra o menor preço no Paraná, onde o animal é comercializado a R$ 4,53.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 27/08/2026 | 7,38 | 0,00% | -10,22% |
| 26/08/2026 | 7,38 | 0,00% | -10,22% |
| 25/08/2026 | 7,38 | 1,51% | -10,22% |
| 24/08/2026 | 7,27 | -1,49% | -11,56% |
| 21/08/2026 | 7,38 | 0,00% | -10,22% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 27/08/2026 | MG - posto | 5,02 | 0,00% | -4,74% |
| 27/08/2026 | PR - a retirar | 4,53 | 0,00% | -2,58% |
| 27/08/2026 | RS - a retirar | 4,62 | 0,00% | -2,94% |
| 27/08/2026 | SC - a retirar | 4,58 | 0,44% | -5,57% |
| 27/08/2026 | SP - posto | 4,86 | 0,00% | -4,71% |
Os dados são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.
Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
Copiar o textoO trigo tem aumento de preço no Rio Grande do Sul e recuo no Paraná
Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia sexta-feira (28) em alta no interior do Paraná e na região litorânea de Paranaguá.
No mercado paranaense, o grão apresenta aumento de 0,82%, com a saca negociada a R$ 149,21. Em Paranaguá, a alta foi de 0,31%, levando a cotação para R$ 155,05.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 27/08/2026 | 149,21 | 0,82% | 8,70% | 28,88 |
| 26/08/2026 | 148,00 | 1,31% | 7,82% | 28,71 |
| 25/08/2026 | 146,08 | -0,16% | 6,42% | 28,38 |
| 24/08/2026 | 146,31 | -0,27% | 6,59% | 28,39 |
| 21/08/2026 | 146,70 | 0,31% | 6,87% | 28,53 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 27/08/2026 | 155,05 | 0,31% | 7,00% | 30,01 |
| 26/08/2026 | 154,57 | 0,57% | 6,67% | 29,99 |
| 25/08/2026 | 153,70 | -0,10% | 6,07% | 29,86 |
| 24/08/2026 | 153,86 | 0,12% | 6,18% | 29,85 |
| 21/08/2026 | 153,68 | -0,61% | 6,05% | 29,89 |
O trigo tem aumento de preço no Rio Grande do Sul e recuo no Paraná.
No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.449,36. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.345,65.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 27/08/2026 | 1.345,65 | 0,42% | 1,80% | 260,48 |
| 26/08/2026 | 1.340,05 | 0,23% | 1,37% | 260,00 |
| 25/08/2026 | 1.336,93 | 0,98% | 1,14% | 259,75 |
| 24/08/2026 | 1.323,93 | -0,21% | 0,16% | 256,87 |
| 21/08/2026 | 1.326,73 | 0,00% | 0,37% | 258,02 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 27/08/2026 | 1.449,36 | -0,33% | 3,09% | 280,56 |
| 26/08/2026 | 1.454,12 | 0,81% | 3,43% | 282,13 |
| 25/08/2026 | 1.442,46 | 0,24% | 2,60% | 280,25 |
| 24/08/2026 | 1.438,99 | -0,54% | 2,35% | 279,20 |
| 21/08/2026 | 1.446,76 | 0,19% | 2,90% | 281,36 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
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Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia esta quinta-feira (27) com aumento no interior do Paraná e na região litorânea de Paranaguá.
No mercado paranaense, o grão apresenta alta de 0,57%, com a saca negociada a R$ 154,57. Em Paranaguá, a alta foi de 1,31 %, levando a cotação para R$ 148,00.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 26/08/2026 | 148,00 | 1,31% | 7,82% | 28,71 |
| 25/08/2026 | 146,08 | -0,16% | 6,42% | 28,38 |
| 24/08/2026 | 146,31 | -0,27% | 6,59% | 28,39 |
| 21/08/2026 | 146,70 | 0,31% | 6,87% | 28,53 |
| 20/08/2026 | 146,24 | 1,53% | 6,53% | 28,16 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 26/08/2026 | 154,57 | 0,57% | 6,67% | 29,99 |
| 25/08/2026 | 153,70 | -0,10% | 6,07% | 29,86 |
| 24/08/2026 | 153,86 | 0,12% | 6,18% | 29,85 |
| 21/08/2026 | 153,68 | -0,61% | 6,05% | 29,89 |
| 20/08/2026 | 154,63 | 1,97% | 6,71% | 29,77 |
O trigo teve aumento de preço no Paraná e no Rio Grande do Sul.
No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.454,12. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.340,05.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 26/08/2026 | 1.340,05 | 0,23% | 1,37% | 260,00 |
| 25/08/2026 | 1.336,93 | 0,98% | 1,14% | 259,75 |
| 24/08/2026 | 1.323,93 | -0,21% | 0,16% | 256,87 |
| 21/08/2026 | 1.326,73 | 0,00% | 0,37% | 258,02 |
| 20/08/2026 | 1.326,73 | 0,38% | 0,37% | 255,4 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 26/08/2026 | 1.454,12 | 0,81% | 3,43% | 282,13 |
| 25/08/2026 | 1.442,46 | 0,24% | 2,60% | 280,25 |
| 24/08/2026 | 1.438,99 | -0,54% | 2,35% | 279,20 |
| 21/08/2026 | 1.446,76 | 0,19% | 2,90% | 281,36 |
| 20/08/2026 | 1.444,03 | 0,00% | 2,71% | 278,02 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
Copiar o textoSetor registrou 243,6 mil admissões e 213,1 mil desligamentos no mês
Baixar áudioO mercado de trabalho ligado ao agronegócio brasileiro criou 30.518 empregos formais em junho de 2026, segundo levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM), elaborado com dados do Novo Caged. No período, foram registradas 243.575 admissões e 213.057 demissões. Apesar do resultado positivo, o saldo ficou abaixo do observado no mesmo mês de 2025, quando foram abertas 38.005 vagas.
Entre os 4.715 municípios com movimentação no mercado de trabalho do agro, 2.330 tiveram expansão do emprego e 2.029 registraram redução. Matão, em São Paulo, apresentou o maior saldo do mês, com 2.722 novos postos, seguido por Bebedouro, também em São Paulo, com 1.345, e União, no Piauí, com 1.123.
O cultivo de laranja foi a atividade que mais criou empregos em junho, com saldo de 5.397 vagas distribuídas por 298 municípios. Na sequência aparece o cultivo de café, com 4.630 postos em 464 cidades. Os serviços de preparação de terreno, cultivo e colheita somaram outras 3.483 vagas, enquanto o cultivo de soja abriu 2.892 postos.
No acumulado de 2026, porém, o café ocupa a primeira posição, com 29.203 empregos criados em 663 municípios. A fabricação de álcool aparece em segundo lugar, com saldo de 11.910 vagas, seguida pelo abate de aves, com 10.888 postos.
Entre as atividades que registraram redução de postos de trabalho, a fabricação de calçados de couro eliminou 1.627 vagas em junho, enquanto o cultivo de maçã apresentou saldo negativo de 1.042 postos. No acumulado do ano, a maior retração ocorreu na fabricação de açúcar, com perda de 13.462 empregos.
O Sudeste respondeu por 62% dos empregos criados pelo agro em junho, com saldo de 18.894 postos. A região também concentrou 41,4% das admissões do setor no país. O desempenho foi impulsionado principalmente pelos cultivos de laranja, com 5,2 mil vagas, e de café, com 4,4 mil.
O Centro-Oeste registrou saldo positivo de 8.267 empregos, seguido pelo Nordeste, com 5.973, e pelo Norte, com 572. O Sul foi a única região com resultado negativo no mês, ao perder 3.188 postos, principalmente em atividades relacionadas ao cultivo de maçã e ao processamento industrial do fumo.
Entre as unidades da federação, 21 das 27 apresentaram saldo positivo. Minas Gerais liderou a geração de empregos, com 12.158 vagas, resultado associado principalmente ao cultivo de café. São Paulo ficou em segundo lugar, com 9.830 postos e participação relevante do cultivo de laranja.
As cidades de pequeno porte responderam por 50,9% das admissões do agro em junho, com 124.074 contratações. Municípios de médio porte concentraram 34,6% das admissões, enquanto os de grande porte ficaram com 14,5%.
Apesar do saldo positivo de junho, os dados apontam desaceleração no acumulado do ano. Até o fim do primeiro semestre, o agro acumulava 90,2 mil novos postos, o equivalente a 9,8% das vagas formais criadas no país.
Em 2025, essa participação havia sido de 14,8%. Segundo a CNM, os números indicam redução da contribuição do setor para a expansão do emprego formal em 2026.
O levantamento considera empregos da cadeia de produção do agro e utiliza informações do Novo Caged, com elaboração da Confederação Nacional de Municípios.
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Copiar o textoCMN autoriza uso de recursos obrigatórios em operações contratadas com outras fontes
Baixar áudioOs produtores rurais terão mais opções para renegociar dívidas. O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou uma resolução (n° 5.334/2026) que flexibiliza o uso de recursos obrigatórios por bancos e cooperativas de crédito para quitar ou reduzir débitos rurais contratados originalmente com outras fontes de financiamento.
Pelas regras, as instituições financeiras são obrigadas a destinar 31,5% dos recursos captados por meio de depósitos à vista — como o dinheiro mantido em contas correntes, por exemplo, — ao crédito rural.
No entanto, antes da decisão do CMN, esses recursos só podiam ser utilizados para renegociar operações contratadas originalmente com a mesma fonte de recursos. Dessa forma, a regra restringia o número de dívidas que cada instituição financeira poderia renegociar.
Com a mudança, os recursos obrigatórios poderão ser utilizados para liquidar ou amortizar operações contratadas originalmente com outras fontes. A exceção são as operações vinculadas aos fundos constitucionais.
A flexibilização contribui para a implementação da Medida Provisória nº 1.376/2026, publicada em 15 de julho, que criou mecanismos para a renegociação de dívidas rurais. Porém, na prática, as regras anteriores dificultavam a operacionalização das renegociações pelas instituições financeiras. A resolução do CMN busca, portanto, ampliar as possibilidades de uso dos recursos e destravar o processo.
O CMN ampliou a liberdade dos bancos para utilizar recursos obrigatórios na renegociação de dívidas rurais, mas estabeleceu um limite para evitar que o dinheiro destinado ao setor seja concentrado no refinanciamento de débitos antigos.
Os agentes financeiros poderão comprometer até 40% da exigibilidade do ano-safra com essas operações, preservando a maior parte dos recursos para novos financiamentos rurais.
Segundo o CMN, as taxas de juros das operações de renegociação ficarão entre 5% e 12% ao ano, de acordo com a situação e o nível de perdas comprovado pelo produtor rural.
A medida também pode ampliar o número de instituições financeiras aptas a participar da renegociação de dívidas rurais.
Em 14 de agosto, o Ministério da Fazenda distribuiu R$ 25,8 bilhões em limites de equalização entre dez instituições financeiras. Esse mecanismo permite ao governo compensar os bancos pela diferença entre o custo de captação dos recursos e os juros cobrados em determinadas operações.
Com a nova regra, instituições que não receberam limites de equalização nessa distribuição também poderão participar das renegociações por meio dos recursos obrigatórios.
A mudança também beneficia bancos que receberam um limite de equalização inferior à demanda de seus clientes. Essas instituições poderão utilizar até 40% das exigibilidades dos recursos obrigatórios para complementar os valores disponíveis para as renegociações.
Na prática, a medida amplia a capacidade das instituições financeiras de atender produtores que precisam reorganizar suas dívidas, ao mesmo tempo em que preserva parte dos recursos destinados ao financiamento de novas operações de crédito rural.
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Baixar áudioO preço do café arábica abre esta quarta-feira (26) com recuo de 0,29%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.821,25 na cidade de São Paulo.
O café robusta também teve recuo de 0,94%, sendo comercializado a R$ 1.048,71.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 25/08/2026 | 1.821,25 | -0,29% | 4,42% | 353,85 |
| 24/08/2026 | 1.826,58 | 1,27% | 4,72% | 354,40 |
| 21/08/2026 | 1.803,76 | -0,98% | 3,42% | 350,79 |
| 20/08/2026 | 1.821,66 | 0,94% | 4,44% | 350,72 |
| 19/08/2026 | 1.804,65 | -0,59% | 3,47% | 348,99 |
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 25/08/2026 | 1.048,71 | -0,94% | -4,01% | 203,75 |
| 24/08/2026 | 1.058,71 | 0,64% | -3,10% | 205,41 |
| 21/08/2026 | 1.051,93 | -1,33% | -3,72% | 204,58 |
| 20/08/2026 | 1.066,15 | 0,33% | -2,42% | 205,27 |
| 19/08/2026 | 1.062,69 | -1,16% | -2,73% | 205,51 |
O preço do açúcar cristal apresenta aumento na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 106,52.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 25/08/2026 | 106,52 | 0,96% | 16,42% | 20,70 |
| 24/08/2026 | 105,51 | 1,09% | 15,31% | 20,47 |
| 21/08/2026 | 104,37 | 0,00% | 14,07% | 20,10 |
| 20/08/2026 | 104,37 | 1,83% | 14,07% | 20,10 |
| 19/08/2026 | 102,49 | 0,22% | 12,01% | 19,82 |
Em Santos (SP), houve recuo de 1,37%, e a mercadoria é negociada a R$ 124,15 na média de preços sem impostos.
Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 25/08/2026 | 124,15 | -1,37% | 16,80% | 24,11 |
| 24/08/2026 | 125,87 | -0,50% | 18,42% | 24,44 |
| 21/08/2026 | 126,50 | 0,39% | 19,01% | 24,50 |
| 20/08/2026 | 126,01 | 0,64% | 18,55% | 24,30 |
| 19/08/2026 | 125,21 | -0,82% | 17,80% | 24,21 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 68,43 após alta de 0,35%.
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 25/08/2026 | 68,43 | 0,35% | 4,87% | 13,29 |
| 24/08/2026 | 68,19 | 0,43% | 4,51% | 13,23 |
| 21/08/2026 | 67,90 | 0,24% | 4,06% | 13,20 |
| 20/08/2026 | 67,74 | 0,52% | 3,82% | 13,04 |
| 19/08/2026 | 67,39 | 0,28% | 3,28% | 13,03 |
Os dados são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.
O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
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Baixar áudioO preço do boi gordo apresenta leve alta de 0,04% nesta quarta-feira (26). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 343,35.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 25/08/2026 | 343,35 | 0,04% | -0,92% | 66,71 |
| 24/08/2026 | 343,20 | 0,00% | -0,97% | 66,74 |
| 21/08/2026 | 343,20 | -0,72% | -0,97% | 66,74 |
| 20/08/2026 | 345,70 | 0,25% | -0,25% | 66,56 |
| 19/08/2026 | 344,85 | 0,01% | -0,49% | 66,69 |
No mercado de frango, os preços apresentam estabilidade na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. O frango congelado é vendido a R$ 7,29, enquanto o frango resfriado custa R$ 7,26.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 25/08/2026 | 7,29 | 0,00% | 2,10% |
| 24/08/2026 | 7,29 | 0,97% | 2,10% |
| 21/08/2026 | 7,22 | 0,70% | 1,12% |
| 20/08/2026 | 7,17 | 0,00% | 0,42% |
| 19/08/2026 | 7,17 | 0,00% | 0,42% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 25/08/2026 | 7,26 | 0,00% | 1,54% |
| 24/08/2026 | 7,26 | 0,28% | 1,54% |
| 21/08/2026 | 7,24 | 0,84% | 1,26% |
| 20/08/2026 | 7,18 | 0,00% | 0,42% |
| 19/08/2026 | 7,18 | 0,00% | 0,42% |
A carcaça suína especial apresenta aumento de preço nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 7,38.
Entre os estados analisados, o suíno vivo registra o menor preço no Paraná, onde o animal é comercializado a R$ 4,60.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 25/08/2026 | 7,38 | 1,51% | -10,22% |
| 24/08/2026 | 7,27 | -1,49% | -11,56% |
| 21/08/2026 | 7,38 | 0,00% | -10,22% |
| 20/08/2026 | 7,38 | 0,00% | -10,22% |
| 19/08/2026 | 7,38 | 0,00% | -10,22% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 25/08/2026 | MG - posto | 5,02 | 0,00% | -4,74% |
| 25/08/2026 | PR - a retirar | 4,60 | 0,00% | -1,08% |
| 25/08/2026 | RS - a retirar | 4,68 | -0,43% | -1,68% |
| 25/08/2026 | SC - a retirar | 4,69 | 0,00% | -3,30% |
| 25/08/2026 | SP - posto | 4,86 | -0,82% | -4,71% |
Os dados são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.
Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
Copiar o textoO trigo tem aumento de preço no Rio Grande do Sul e no Paraná
Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia quarta-feira (26) em baixa no interior do Paraná e na região litorânea de Paranaguá.
No mercado paranaense, o grão apresenta recuo de 0,16%, com a saca negociada a R$ 146,08. Em Paranaguá, o recuo foi de 0,10%, levando a cotação para R$ 153,70.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 25/08/2026 | 146,08 | -0,16% | 6,42% | 28,38 |
| 24/08/2026 | 146,31 | -0,27% | 6,59% | 28,39 |
| 21/08/2026 | 146,70 | 0,31% | 6,87% | 28,53 |
| 20/08/2026 | 146,24 | 1,53% | 6,53% | 28,16 |
| 19/08/2026 | 144,03 | 0,57% | 4,92% | 27,85 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 25/08/2026 | 153,70 | -0,10% | 6,07% | 29,86 |
| 24/08/2026 | 153,86 | 0,12% | 6,18% | 29,85 |
| 21/08/2026 | 153,68 | -0,61% | 6,05% | 29,89 |
| 20/08/2026 | 154,63 | 1,97% | 6,71% | 29,77 |
| 19/08/2026 | 151,65 | 0,19% | 4,65% | 29,33 |
O trigo tem aumento de preço no Rio Grande do Sul e no Paraná.
No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.442,46. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.336,93.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 25/08/2026 | 1.336,93 | 0,98% | 1,14% | 259,75 |
| 24/08/2026 | 1.323,93 | -0,21% | 0,16% | 256,87 |
| 21/08/2026 | 1.326,73 | 0,00% | 0,37% | 258,02 |
| 20/08/2026 | 1.326,73 | 0,38% | 0,37% | 255,44 |
| 19/08/2026 | 1.321,69 | 0,12% | -0,01% | 255,60 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 25/08/2026 | 1.442,46 | 0,24% | 2,60% | 280,25 |
| 24/08/2026 | 1.438,99 | -0,54% | 2,35% | 279,20 |
| 21/08/2026 | 1.446,76 | 0,19% | 2,90% | 281,36 |
| 20/08/2026 | 1.444,03 | 0,00% | 2,71% | 278,02 |
| 19/08/2026 | 1.444,01 | 1,75% | 2,71% | 279,25 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
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