Comunicação

14/05/2026 04:50h

Prazo para solicitar instalação pelo programa termina em 13 de junho

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Beneficiários do Cadastro Único (CadÚnico) de 108 municípios brasileiros têm até o dia 13 de junho para solicitar a instalação gratuita da nova antena parabólica digital por meio do programa Brasil Antenado.

A iniciativa busca ampliar o acesso à televisão aberta e gratuita, especialmente em regiões onde o sinal ainda é limitado ou inexistente, contribuindo para a inclusão social

O programa é coordenado pelo Ministério das Comunicações em parceria com Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), por meio do GAISPI — grupo que acompanha os projetos vinculados ao edital do 5G. A execução é de responsabilidade da Entidade Administradora da Faixa (EAF).

Nesta etapa, são contemplados municípios de oito estados

  • Bahia: 20 cidades
  • Espírito Santo: 2 cidades
  • Goiás: 21 cidades
  • Mato Grosso: 23 cidades
  • Mato Grosso do Sul: 4 cidades
  • Minas Gerais: 30 cidades
  • Rio Grande do Sul: 4 cidades 
  • Rondônia: 4 cidades 

Juntos, esses municípios reúnem mais de 222 mil famílias inscritas no CadÚnico e aptas a solicitarem o benefício.  

A CEO da EAF, Gina Marques, reforça o alerta para que as famílias não deixem o agendamento para os últimos dias do prazo. 

“Não deixe para a última hora. Garanta uma imagem melhor, com mais qualidade de som e continue conectado pela via aberta digital. Vamos juntos construir um Brasil cada vez mais antenado”, destaca.

A beneficiária do Brasil Antenado, Liliana dos Santos, moradora de Mirangaba, na Bahia, comemora a instalação da nova antena parabólica digital.

"Hoje foi um dia muito legal e especial pela instalação da antena, porque era muito difícil pra gente assistir [televisão]; era muito complicado. Mas agora é tudo bom e legal. A gente vai assistir filmes, vários canais... só alegria”, celebra.

Milhares de famílias já foram atendidas

Ao longo de três fases, o Brasil Antenado atenderá 323 municípios, em 16 estados, onde há um total de 650 mil famílias aptas a receber o benefício. As duas primeiras etapas já foram concluídas, atendendo 215 municípios de oito estados e aproximadamente 450 mil famílias. 

  • Fase A (14/07/25 - 13/12/25): 77 municípios em seis estados — Maranhão, Piauí, Pará, Ceará, Rio Grande do Norte e Pernambuco. CONCLUÍDA
  • Fase B (13/10/25 - 13/03/26): 138 municípios em cinco estados — Tocantins, Pará, Roraima, Piauí e Maranhão. CONCLUÍDA.

Como solicitar 

As famílias que atendem aos critérios podem agendar a instalação pelo site brasilantenado.org.br ou pelo telefone 0800 729 24 04, que também funciona via WhatsApp

Todo o processo é gratuito, incluindo fornecimento e instalação do kit da nova parabólica digital. 

Confira a lista de municípios contemplados na 3ª fase

Bahia

  1. Abaíra 
  2. Baianópolis 
  3. Brejolândia 
  4. Caatiba 
  5. Campo Alegre de Lourdes 
  6. Carinhanha 
  7. Ibicoara 
  8. Ibitiara 
  9. Itambé 
  10. Jucuruçu 
  11. Jussiape 
  12. Macarani 
  13. Maiquinique 
  14. Mirangaba 
  15. Mucugê 
  16. Oliveira dos Brejinhos 
  17. Piatã 
  18. Pilão Arcado 
  19. Potiraguá 
  20. Vereda

Espírito Santo

  1. Água Doce do Norte 
  2. Mantenópolis

Goiás

  1. Alvorada do Norte 
  2. Amaralina 
  3. Aparecida do Rio Doce 
  4. Arenópolis 
  5. Barro Alto 
  6. Bonópolis 
  7. Buritinópolis 
  8. Campinaçu 
  9. Colinas do Sul 
  10. Davinópolis 
  11. Divinópolis de Goiás 
  12. Flores de Goiás 
  13. Guarani de Goiás 
  14. Guarinos 
  15. Iaciara 
  16. Mambaí 
  17. Monte Alegre de Goiás 
  18. São Domingos 
  19. Simolândia 
  20. Teresina de Goiás 
  21. Vila Boa 

Mato Grosso

  1. Bom Jesus do Araguaia 
  2. Campinápolis 
  3. Colniza 
  4. Cotriguaçu 
  5. Figueirópolis D'Oeste 
  6. General Carneiro 
  7. Itanhangá 
  8. Nova Maringá 
  9. Nova Ubiratã 
  10. Novo Santo Antônio 
  11. Ponte Branca 
  12. Querência 
  13. Reserva do Cabaçal 
  14. Rondolândia 
  15. Salto do Céu 
  16. Santa Cruz do Xingu 
  17. Santa Rita do Trivelato 
  18. Santo Afonso 
  19. Santo Antônio do Leste 
  20. São Félix do Araguaia 
  21. São José do Xingu 
  22. Serra Nova Dourada 
  23. União do Sul

Mato Grosso do Sul

  1. Alcinópolis 
  2. Coronel Sapucaia 
  3. Figueirão 
  4. Paraíso das Águas

Minas Gerais

  1. Águas Vermelhas 
  2. Angelândia 
  3. Aricanduva 
  4. Cachoeira de Pajeú 
  5. Catuji 
  6. Chapada Gaúcha 
  7. Couto de Magalhães de Minas 
  8. Franciscópolis 
  9. Goiabeira 
  10. Grão Mogol 
  11. Indaiabira 
  12. Medina 
  13. Miravânia 
  14. Monte Formoso 
  15. Ninheira 
  16. Nova Belém 
  17. Novo Oriente de Minas 
  18. Padre Carvalho 
  19. Palmópolis 
  20. Ponto dos Volantes 
  21. Riacho dos Machados 
  22. Santa Cruz de Salinas 
  23. Santa Fé de Minas 
  24. Santa Rita de Jacutinga 
  25. Santa Rita do Itueto 
  26. São João das Missões 
  27. Serranópolis de Minas 
  28. Setubinha 
  29. Uruana de Minas 
  30. Vargem Grande do Rio Pardo 

Rio Grande do Sul

  1. Amaral Ferrador 
  2. Garruchos 
  3. Mostardas 
  4. Toropi

Rondônia

  1. Alto Alegre dos Parecis 
  2. Campo Novo de Rondônia 
  3. Nova Mamoré 
  4. Parecis 

EAF

A Entidade Administradora da Faixa (EAF) é uma instituição sem fins lucrativos criada por determinação da Anatel e vinculada ao Ministério das Comunicações. É responsável pela limpeza da faixa de 3.5 GHz — fundamental para a implantação do 5G no Brasil —, e pela execução dos programas Siga Antenado e Brasil Antenado.

Entre suas atribuições também estão a implantação das infovias na Região Amazônica, ampliando a infraestrutura de conectividade na Região Norte, além do desenvolvimento de redes privativas de comunicação para o governo federal.

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08/05/2026 21:00h

Aval do Ministério das Comunicações deve beneficiar cerca de 680 mil pessoas em Sinop (MT) e Porto Velho (RO)

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Ampliar o acesso à informação, cultura local e serviços de utilidade pública na Amazônia Legal. Foi com este objetivo que o Ministério das Comunicações autorizou a instalação de duas novas rádios comunitárias nos municípios de Sinop (MT) e Porto Velho (RO). A medida tem o potencial de beneficiar cerca de 680 mil pessoas. 

As portarias de autorização foram publicadas no Diário Oficial da União na última quarta-feira (6). A iniciativa é voltada para associações comunitárias sem fins lucrativos, responsáveis por operar as emissoras e produzir conteúdos voltados às necessidades das próprias comunidades. 

O ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira FIlho, reforça que o compromisso do governo é ampliar cada vez mais o acesso à comunicação de qualidade. “A gente entende que a radiodifusão beneficia a população com entretenimento, com o jornalismo seguro, com combate a fake news, com combate a desinformação. Então, a gente está valorizando a radiodifusão no Brasil”, afirmou.

Rádio comunitária

A rádio comunitária é uma estação de baixa potência que leva informação e integração social à comunidade onde está inserida, estimulando a difusão de ideias, cultura e tradições. Dessa forma, fortalece o convívio social e contribui para o desenvolvimento local.

Qualquer comunidade do Brasil pode solicitar a abertura de uma emissora, desde que cumpra requisitos e formalidades exigidos pelo Ministério das Comunicações.

Além disso, o ministério disponibiliza o Espaço do Radiodifusor, onde uma equipe especializada fica disponível para tirar as dúvidas em relação à obtenção de outorga para rádio comunitária. O serviço funciona tanto de forma presencial, na sede do órgão, em Brasília (DF), quanto por telefone ou e-mail: (61) 2027-6397 e [email protected]. O horário de atendimento é das 8h às 12h e das 13h às 18h.

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08/05/2026 04:55h

Anatel arrecada R$ 23 milhões com licitação vencida por quatro operadoras; projeto prevê R$ 2 bilhões em investimentos para expandir conectividade em mais de 860 localidades e 6,5 mil km de estradas federais

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A disputa pela faixa de 700 MHz terminou com quatro empresas vencedoras e a promessa de ampliar o acesso à internet em regiões pouco atendidas do país. O leilão, finalizado na segunda-feira (4), foi conduzido pela Anatel e arrecadou cerca de R$ 23 milhões em lances.

Os lotes foram distribuídos entre diferentes operadoras: a Brisanet ficou com os lotes A02 e A03, a Unifique levou o A04, e a iez! arrematou o A05. Já o lote A01, voltado para a região da Amazônia, também foi licitado e ficou com a operadora Amazônia.

A iniciativa deve impulsionar a inclusão digital e ampliar o acesso à informação, além de abrir caminho para novas oportunidades de desenvolvimento econômico e social em diversas regiões do Brasil.

Investimento bilionário

Com investimento estimado em R$ 2 bilhões, a expectativa é beneficiar mais de 864 localidades, com foco em áreas remotas e rurais. O projeto também prevê levar conectividade a cerca de 6,5 mil quilômetros de rodovias federais em 16 estados — trechos que ainda enfrentam limitações de sinal.

“É mais infraestrutura para o Brasil em telecomunicações, mais capilaridade, conectividade de rodovias, conectividade de zona rural. A expectativa é que a gente já consiga ter benefício e impacto na vida das pessoas ainda em 2026”, afirmou o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho.

“A ideia é que o Brasil possa ter mais infraestrutura digital, através desses investimentos que as operadoras vão fazer, levando mais conectividade para as rodovias federais, para as zonas rurais e distritos que, até então, não têm nada de cobertura móvel, viabilizando cada vez mais entretenimento, qualidade de vida e cidadania para essa população”, complementou.

Considerada estratégica, a faixa de 700 MHz possibilita um alcance maior de sinal, mesmo com menos torres. Essa medida facilita a expansão da cobertura, sobretudo em regiões de difícil acesso. Sua liberação ocorreu após o avanço da TV digital, que reorganizou o uso das frequências e abriu espaço para a ampliação dos serviços móveis.

"Com essa frequência, as prestadoras podem colocar uma estação só e ter 25, 30 quilômetros de alcance entre uma estação e outra, permitindo, então, usar menos estações, gastar menos recursos para dar uma maior cobertura. É bom se dizer também que ela é uma faixa complementar a outras faixas que dão mais capacidade", destacou o secretário de Telecomunicações, do Ministério das Comunicações, Hermano Tercius.

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O processo agora entra nas etapas de adjudicação e homologação, seguidas pela assinatura dos termos de autorização, prevista para o fim de julho deste ano.

“Essa sessão é um ato final de um processo extremamente longo e dia de agradecer, especialmente, ao Ministério das Comunicações, pela diretriz de política pública extremamente clara e objetiva, com o papel institucional da agência, de executar as políticas públicas”, pontuou o presidente da Anatel, Carlos Baigorri.

Histórico

A faixa de 700 MHz já passou por diferentes etapas ao longo dos anos. Em 2012, três partes foram adquiridas por operadoras, mas uma parcela permaneceu sem interessados. Em 2021, esse trecho foi leiloado e arrematado pela Winity, que acabou desistindo do contrato em 2023 e devolvendo o direito de uso ao governo.

Diante disso, uma nova licitação foi organizada. Após consulta pública realizada entre dezembro de 2024 e janeiro de 2025, o edital foi elaborado, aprovado pelo conselho diretor da Anatel em julho do mesmo ano e publicado em fevereiro de 2026. O recebimento das propostas ocorreu em 15 de abril, quando oito empresas apresentaram documentação.
 

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07/05/2026 04:50h

Propostas incluem expansão do 5G, criação de política para data centers e projetos de conectividade em regiões remotas

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A inteligência artificial ganhou protagonismo nas discussões do Dia Nacional da Comunicação, celebrado na terça-feira (5), durante o Qualcomm Innovation Summit Brazil, realizado em São Paulo. No evento, o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, apresentou as iniciativas do governo federal voltadas à preparação do país para a nova era tecnológica, com foco na ampliação e modernização da infraestrutura digital.

Segundo o ministro, a estratégia do governo envolve diferentes frentes que atuam de forma coordenada. “O Governo do Brasil conduz essa agenda de forma integrada, com atuação coordenada entre diferentes frentes estratégicas”, afirmou.

“Nesse contexto, o Ministério das Comunicações está desenvolvendo ações voltadas para o fortalecimento de uma infraestrutura composta por redes, data centers, cabos submarinos, espectro, energia, profissionais qualificados e segurança jurídica”, acrescentou.

Um dos pontos destacados foi a criação da Política Nacional de Data Centers, ainda em elaboração. A proposta busca oferecer maior previsibilidade ao setor, com garantias nas áreas jurídica e energética.

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A iniciativa também pretende aproveitar vantagens competitivas do país, como a matriz energética limpa, a localização estratégica, a extensa rede de cabos submarinos e o tamanho do mercado interno. Atualmente, o Brasil concentra cerca de metade do mercado latino-americano de data centers.

Outro eixo considerado essencial é a expansão das redes móveis. O modelo de leilão adotado no país, que condiciona o uso do espectro a compromissos de investimento, tem acelerado a implementação do 5G e ampliado o alcance do 4G, inclusive em regiões menos atrativas economicamente.

“Nos últimos anos, o 5G avançou de forma expressiva, com presença em 1,78 mil municípios e cobertura para quase 70% da população. Ao mesmo tempo, o 4G continua sendo ampliado em áreas rurais, localidades remotas e regiões ainda sem cobertura adequada. Nossa missão é fazer com que a transformação digital alcance todos os brasileiros, impactando a educação, a saúde, a segurança, a agricultura, a indústria, a mobilidade e a cidadania”, declarou o ministro.

Integração regional e soberania digital

A agenda também inclui projetos voltados à integração regional e à soberania digital. Entre eles está o programa Norte Conectado, que prevê a instalação de 13 mil quilômetros de cabos de fibra óptica nos rios amazônicos. A iniciativa deve levar conectividade a cerca de 70 localidades que hoje dependem de soluções via satélite, geralmente mais caras e limitadas.

Já a Política Nacional de Rodovias pretende garantir acesso contínuo à internet em trechos estratégicos de estradas, o que pode melhorar a segurança viária, facilitar o monitoramento de cargas e otimizar a logística, especialmente no agronegócio. Na ocasião, o ministro reforçou o objetivo de ampliar o acesso digital no país.

“Todas essas frentes se conectam em uma mesma agenda. O Governo do Brasil quer levar internet a quem ainda está desconectado, melhorar a qualidade das redes onde já existe cobertura, ampliar a capacidade de processamento e armazenamento de dados, qualificar pessoas, apoiar a inovação e criar um ambiente no qual as empresas possam investir com previsibilidade”, concluiu.

Qualcomm Innovation Summit Brazil 2026

O Qualcomm Innovation Summit Brazil 2026 reúne representantes de universidades, operadoras, indústria, centros de pesquisa, startups e governo, com debates sobre conectividade, computação inteligente e inteligência artificial.

O Dia Nacional das Comunicações, celebrado em 5 de maio, homenageia o Marechal Rondon, considerado o patrono da área no Brasil por seu papel na implantação de linhas telegráficas que ajudaram a integrar diferentes regiões do país.
 

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06/05/2026 15:55h

Apenas em abril, programa Computadores para Inclusão atendeu mais 80 mil no país inteiro com capacitação e acesso qualificado ao mercado de trabalho

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Aprender a mexer no computador, consertar celular ou até dar os primeiros passos na programação — oportunidades que já beneficiaram mais de 3,9 mil pessoas no Rio Grande do Sul.  Em todo o país, mais de 80 mil pessoas se formaram apenas em abril deste ano. 

Os cursos, oferecidos pelo programa Computadores para Inclusão, do Ministério das Comunicações, vão do básico ao avançado: desde introdução à informática a Excel, design, programação, manutenção de computadores e conserto de smartphones. A iniciativa aposta na capacitação gratuita em tecnologia como ferramenta para gerar renda, inclusão social e acesso ao mercado de trabalho, especialmente para quem mais precisa.

“É uma iniciativa que abre portas para jovens em busca do primeiro emprego; permite que adultos se reinventem e aprimorem o currículo em um mercado de trabalho cada vez mais competitivo; e ainda possibilita que pessoas da melhor idade estejam inseridas no ambiente digital com mais autonomia no dia a dia, sem depender da ajuda de familiares. O programa é inclusivo e não deixa ninguém de fora da era digital”, disse Frederico de Siqueira Filho, ministro das Comunicações. 

Mãos na máquina

Um dos grandes diferenciais da política é a possibilidade dos alunos de baixa renda aliarem teoria com a prática. Os equipamentos defeituosos que o ministério recebe de órgãos e instituições públicas são levados para Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), espalhados por quase todas as capitais e cidades estratégicas do Brasil. Recuperados, os dispositivos são destinados a escolas públicas, associações e comunidades que não têm acesso à tecnologia, ampliando o impacto social da iniciativa. 

O coordenador de Inclusão Digital do Ministério das Comunicações, Gustavo André Lima, destacou que, de Norte a Sul do Brasil, o programa reúne histórias de pessoas que nunca haviam utilizado um computador e que, por meio da iniciativa, enfrentaram o medo da tecnologia, se superaram e, em alguns casos, tornaram-se instrutores dentro do próprio programa.

“Hoje, é muito importante que todos saibam usar aplicativos de celular, acessar arquivos e pastas no computador e utilizar a internet de forma geral. O Brasil ainda tem regiões carentes de letramento digital. O programa busca justamente combater esse abismo digital e democratizar o acesso às tecnologias em todas as regiões, desde as mais remotas até as capitais, onde, ainda assim, há relatos de pessoas que nunca utilizaram um mouse”, disse Gustavo. 

Além de levar letramento digital e formar cidadãos de todas as idades em novas tecnologias, a meta do Ministério das Comunicações é ampliar ainda mais o alcance do programa, levando capacitação e acesso digital a um número cada vez maior de brasileiros. As formações têm cargas horárias que vão de 3 a 300 horas, para atender as mais variadas demandas da população, de Norte a Sul do Brasil.

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04/05/2026 12:00h

Universalização do sinal digital alcança os 62 municípios do estado e amplia acesso à informação, educação e cidadania na região

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No dia 29 de abril, o Amazonas se tornou o primeiro estado do Brasil a contar com acesso gratuito à TV pública digital em todos os seus 62 municípios. O anúncio foi feito em Manaus (AM), durante cerimônia que marcou a inauguração de estações de transmissão de TV digital em dez cidades. O evento simbolizou a universalização do sinal em todo o território estadual.

Agora, os mais de 4,3 milhões de habitantes do Amazonas passam a ter acesso não apenas aos conteúdos educativos e culturais da Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP) — que inclui a TV Brasil, a TV Encontro das Águas, o Canal Gov, o Canal Educação e o Canal Saúde —, mas também à multiprogramação da Rede Legislativa, que reúne a TV Câmara, a TV Senado e a TV Assembleia.

As ações de universalização do acesso à TV pública integram o programa Brasil Digital, coordenado pelo Ministério das Comunicações (MCom) e implementado em parceria com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

O ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, ressaltou que levar a comunicação pública ao Amazonas foi uma prioridade, diante dos desafios logísticos e territoriais do estado.

Segundo o ministro, a atuação do governo federal foi essencial para viabilizar a chegada do sinal a áreas remotas, com investimentos não apenas na radiodifusão, mas também na infraestrutura digital.

Ele também destacou o papel da comunicação pública na democratização do acesso à informação.

“Que é esse o propósito do Ministério das Comunicações e do governo do presidente Lula, é fazer com que a comunicação e a infraestrutura digital cheguem nos cantos e recantos do Brasil. A gente vem investindo muito na comunicação pública, em parceria com a Anatel, nos projetos que a Anatel vem tocando, para que a gente consiga cada vez mais aumentar a nossa capilaridade. E a gente sabe que a radiodifusão é a forma mais séria de fazer jornalismo e comunicar o Brasil, é uma das nossas prioridades nas comunicações, é fortalecer a radiodifusão, é fortalecer a TV aberta, gratuita, o rádio, ampliar a capilaridade da comunicação nos cantos e recantos do Brasil”, disse o ministro.

A cerimônia contou com a participação de autoridades como representantes da Anatel, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e do Sistema Encontro das Águas. Estavam presentes no evento o conselheiro diretor da Anatel, Octavio Pieranti, o diretor-geral EBC, David Butter, e o presidente do Sistema Encontro das Águas (TV e Rádio), Oswaldo Lopes.

Para os participantes, a universalização do sinal representa mais do que um avanço tecnológico — trata-se de uma conquista social e federativa, com impacto direto no acesso à informação de qualidade.

“Vamos continuar a expandir a infraestrutura digital, fortalecer a comunicação pública e garantir que a conectividade chegue a todos os brasileiros, respeitando as particularidades de cada região e atendendo às aspirações da população”, frisou o ministro das Comunicações.

Operação logística de grande escala

A viabilização da cobertura integral do estado precisou de operação logística de grande escala. Os equipamentos foram transportados por rios amazônicos ao longo de mais de 4 mil quilômetros. Ao todo, foram utilizadas 24 balsas para transportar 10 torres desmontadas, 20 transmissores e estruturas essenciais à instalação das estações, como mais de 1 quilômetro de linha de transmissão.

Agora, qualquer pessoa com uma televisão e uma antena comum pode sintonizar os novos canais. Não é necessário ter acesso à internet, cabo ou pagar mensalidade. Antes da universalização do sinal em todo o estado, os moradores de cidades pequenas ou isoladas do Amazonas ficavam sem acesso aos canais públicos na TV aberta. 

Universalização

Segundo o MCom, a TV pública é uma ferramenta importante para a democracia, considerando a oferta  de conteúdos focados na promoção da educação, cultura, diversidade e informação de qualidade. 

Os canais públicos difundem conteúdos educativos, com informações sobre vacinação e campanhas de prevenção, programas jornalísticos locais e transmissões das câmaras e assembleias voltados para a transparência das decisões e votações de um país.

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25/04/2026 10:00h

O Meninas Telecom foi lançado pelo Ministério das Comunicações e pela Anatel na quinta-feira (23), com a presença de cerca de 150 jovens estudantes de escolas públicas do Distrito Federal

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O Ministério das Comunicações e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) lançaram, na quinta-feira (23), o projeto Meninas Telecom. A iniciativa visa incentivar alunas do ensino médio de escolas públicas a buscarem formação nas áreas de tecnologia e telecomunicações.

O lançamento ocorreu em Brasília (DF) e contou com a participação de cerca de 150 estudantes do Distrito Federal e de Goiás. O programa surge na semana do Dia Internacional das Meninas nas TIC (Tecnologias de Informação e Comunicação), celebrado neste sábado (25).

O Meninas Telecom prevê cursos de capacitação e parcerias voltadas à inserção no mercado de trabalho. Embora lançado apenas no DF, o projeto está em fase de estruturação para alcançar novos territórios brasileiros. A proposta é fortalecer parcerias regionais para criar oportunidades de formação técnica e profissional para jovens mulheres em diferentes estados.

Segundo a secretária-executiva do Ministério das Comunicações, Sônia Faustino, o projeto é um "movimento em construção" para romper barreiras históricas de gênero.

"Quando falamos de telecomunicações, estamos falando de um setor que conecta o Brasil, que leva internet às escolas, que aproxima pessoas, que garante acesso à informação, educação e oportunidades. Mas também estamos falando de um espaço que historicamente não foi ocupado por todas e todos de forma igual. E é por isso que estamos aqui. O Meninas Telecom nasce com esse propósito. É mais do que um projeto. É um movimento em construção. É o estímulo que estamos querendo impulsionar."

O evento de lançamento foi aberto com uma roda de conversa formada por Sônia Faustino; pela superintendente da Anatel, Cristiana Camarate; pela diretora da Telebrás, Tatiana Miranda; e pela conselheira do grupo Mulheres do Brasil, Sheila D’Amorim, que compartilharam suas trajetórias e como chegaram ao setor de telecomunicações.

Após a roda, as estudantes participaram de oficinas e palestras sobre criação de plataformas e games. 

“A gente já tem muito contato com tecnologia desde a infância. Inclusive, aprendi a ler e escrever mais rápido com o uso dessas ferramentas. Agora, saber que temos a possibilidade de trabalhar com tecnologia é algo maravilhoso, que despertou muita vontade em mim. O que mais me interessa é a área de criação de games e plataformas”, destacou Eloá Pereira, 16 anos, estudante de um colégio no Incra 9, área rural de Ceilândia.
 

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25/04/2026 04:50h

a capital pernambucana, o ministro Frederico de Siqueira Filho celebrou a capacitação em tecnologia e anunciou a doação de computadores

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Mais de 800 pessoas de baixa renda concluíram cursos de novas tecnologias nesta sexta-feira (24), em Recife (PE), por meio da Carreta Digital, projeto itinerante de capacitação do Ministério das Comunicações que oferece cursos gratuitos.

A cerimônia contou com a presença do ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho. “Nosso trabalho é mudar a realidade das pessoas por meio do acesso às novas tecnologias. No governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a inclusão digital faz parte da estratégia de desenvolvimento do país”, afirmou.

A formatura integrou o Governo do Brasil na Rua, iniciativa que leva serviços, programas e atendimentos diretamente à população dos municípios brasileiros. Na capital pernambucana, a ação segue até este sábado (25) e é coordenada pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos.

Ao Ministério das Comunicações coube apresentar políticas públicas de inclusão digital. Após capacitar alunos em unidades do Compaz, a Carreta Digital oferece, durante a programação, cursos rápidos de PC Gamer e Robótica, com emissão de certificado ao final.

Durante a agenda, Frederico de Siqueira Filho também anunciou a doação de 150 computadores recondicionados para projetos sociais de Pernambuco. Os beneficiados foram selecionados pela organização do programa.

“Todas essas entregas têm um grande significado, porque cada computador e cada curso podem abrir caminho para o primeiro acesso à internet de uma pessoa, a primeira formação em tecnologia ou até mesmo para uma nova profissão”, disse o ministro.

Carreta Digital

Executado pela Rede Brasileira de Certificação, Pesquisa e Inovação (RBCIP), o projeto itinerante que leva cursos de tecnologia para escolas públicas. Segundo o Ministério das Comunicações, a iniciativa já formou 13 mil alunos no Brasil. 

Além dos 838 alunos formados em Recife, a iniciativa já passou pelo Distrito Federal e pelos estados do Maranhão, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Roraima, Piauí e Paraíba.

Computadores para Inclusão

Os computadores recondicionados e doados pelo programa contam com o apoio do Instituto de Inovação e Economia Circular (IEC), onde funciona o Centro de Recondicionamento de Computadores do Ministério das Comunicações (CRC) em Recife.

O programa já formou 2,4 mil alunos em 16 cursos. Entre os mais procurados estão: informática básica, manutenção de computadores e conserto de smartphones.

Em Recife, o programa já doou 1,8 mil computadores para 119 laboratórios públicos de informática, instalados em associações, sedes de movimentos sociais e escolas públicas.
 

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10/04/2026 04:50h

Coordenado pelo Ministério das Comunicações, o Programa Brasil Digital está presente em 42 municípios e deve contemplar mais 30 até junho

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Cada vez mais brasileiros contam com conteúdos educativos, culturais e de utilidade pública diretamente em suas casas. O Programa Brasil Digital, coordenado pelo Ministério das Comunicações em parceria com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), alcançou a marca de mais de 1,12 milhão de pessoas no país que recebem novos canais de TV digital públicos.

O número foi atingido após a inauguração de cinco novas estações: 

  • Iguatu (Ceará);
  • Santa Inês e Bacabal (Maranhão);
  • Lagarto (Sergipe); e 
  • Mineiros (Goiás).

Com as entregas, o Brasil Digital chega a sete estações em operação, que cobrem 42 municípios. Estruturas estão sendo instaladas em 150 cidades e a meta é iniciar a transmissão em cerca de 30 municípios brasileiros ainda no primeiro semestre de 2026, com prioridade para regiões sem cobertura de TV pública e legislativa.

Processo

Esse processo teve início com a digitalização do sinal de televisão no Brasil, no fim do primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2006. Primeiro, foram atendidas as grandes regiões metropolitanas e, em seguida, os municípios que contavam apenas com o sinal analógico.

O foco agora é atender as localidades que já contavam com infraestrutura digital, porém aquém do ideal. “Imagina que eu tenho ali uma cidade com 10 canais analógicos e só um canal digital. Essa cidade não entrou em nenhuma das duas primeiras frentes. Então, o Programa Brasil Digital vem justamente para preencher essa lacuna: apoiar a digitalização de cidades que ainda têm um baixo índice de digitalização”, explica Wilson Wellisch, secretário de Radiodifusão.

Por meio do Brasil Digital, a população tem acesso a um conjunto de emissoras públicas que integram a Rede Nacional de Comunicação Pública e a Rede Legislativa. Entre os canais disponíveis estão a TV Brasil, Canal Gov, Canal Educação, Canal Saúde, TV Câmara e TV Senado, além das transmissões das assembleias legislativas estaduais e das câmaras municipais das localidades atendidas.

Brasil Digital

O Brasil Digital contempla a instalação completa da infraestrutura necessária para a transmissão do sinal digital, incluindo torres, antenas e transmissores modernos. As instituições públicas parceiras disponibilizam os espaços para a instalação dos equipamentos, enquanto o Ministério das Comunicações coordena e viabiliza toda a estrutura técnica.

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03/04/2026 04:00h

Parceria entre ministérios das Comunicações (MCom) e da Educação (MEC) já beneficia cerca de 24 milhões de estudantes no país; estratégia é voltada à inclusão digital em todo o território nacional

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A Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (Enec), dos ministérios das Comunicações (MCom) e da Educação (MEC), já garante internet de qualidade para uso pedagógico em 73,5% das escolas públicas de Minas Gerais. Das 12.070 unidades de ensino do estado, 8.874 contam com conexão adequada, ampliando o acesso a recursos digitais em sala de aula.
 
Para o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, a iniciativa possibilita que milhões de crianças e jovens da rede pública de ensino tenham a mesma oportunidade de aprendizado. Na avaliação dele, a medida promove a inclusão digital.
 
“Conectando as escolas públicas, o Governo do Brasil garante que milhões de crianças e jovens tenham a mesma oportunidade de aprendizado, independentemente da sua origem ou da renda de suas famílias. Por isso, o Ministério das Comunicações, em parceria com o Ministério da Educação, a Anatel, os estados e municípios, tem transformado esse compromisso em infraestrutura, de fato, com planejamento, execução e resultados visíveis em todo o território nacional, porque acreditamos que a infraestrutura digital é tão estratégica quanto estradas, energia e saneamento”, destacou o ministro.
 
Conforme Frederico de Siqueira Filho, o objetivo do programa Escolas Conectadas é garantir o acesso à internet de qualidade para os estudantes da rede pública de ensino.
 
“Por meio dele, não queremos transformar apenas o presente desses meninos e meninas, mas redefinir o futuro do nosso país. Levar internet às escolas é levar o mundo inteiro de aprendizado para dentro da sala de aula”, ressaltou o ministro.
 
Além de ampliar a infraestrutura, a estratégia também tem como objetivo integrar a tecnologia ao processo de ensino, com vistas a promover inovação pedagógica, além de reduzir desigualdades educacionais. 

Expansão da conectividade em salas de aulas pelo país 

Segundo o MCom, o aumento do acesso à internet nas unidades educacionais mineiras acompanha o movimento nacional de expansão da conectividade nas salas de aula.
 
O ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, anunciou que mais de 72% das escolas públicas do Brasil estão conectadas.

Segundo o governo, em 2026, o Brasil registrou mais de 99 mil escolas públicas com internet para uso pedagógico. A medida já beneficia cerca de 24 milhões de estudantes pelo país. 

Desde o lançamento do programa Escolas Conectadas, mais de 31 mil escolas passaram a ter acesso à internet.

 A iniciativa possui um investimento total previsto de R$ 8,8 bilhões, sendo R$ 6,5 bilhões provenientes do Novo PAC. As ações do programa também incluem a aquisição e melhoria de equipamentos e dispositivos eletrônicos.

Novas contratações

O Ministério das Comunicações anunciou, ainda, a contratação de serviços de conectividade para mais 16,7 mil escolas em todo o país. A ação integra a Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (ENEC), coordenada pelos ministérios das Comunicações e da Educação.

Transformação digital na educação 

Com foco na transformação digital da educação, a Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (ENEC) é uma das principais políticas públicas do governo federal voltadas à área educacional.
 
A proposta vai além da ampliação do acesso à internet, com a promoção da inserção da educação digital e midiática nos currículos, além da formação de professores e gestores, assegurando a preparação dos estudantes em uma sociedade cada vez mais digitalizada.
 

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