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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

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b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o usuário realize o login no site do Brasil 61 - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

ADENDOS IMPORTANTES SOBRE A PARCERIA

a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

Tecnologia

15/04/2021 19:00h

“Como pega Covid?”, “Como tratar Covid?” e “Falta de ar Covid, o que fazer?” são dúvidas ainda comuns que vêm sendo pesquisadas com frequência na internet nos últimos dias

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Como se pega Covid? Como tratar Covid? Em caso de falta de ar por Covid, o que fazer? Essas dúvidas podem parecer bem esclarecidas para toda a população após um ano de pandemia, mas uma análise do Google Trends mostra que ainda há muitas dúvidas entre os brasileiros sobre o novo coronavírus.
 
A ferramenta do site de pesquisa mostra quais as buscas mais realizadas no Google em cada país e região. Dentro do termo “Covid”, questionamentos básicos evidenciam que é preciso ampliar o acesso à informação para esclarecer pontos da doença e evitar a disseminação da pandemia.

Na última semana, “Como saber se estou com Covid?” foi uma das perguntas mais pesquisadas no site, como aponta o Google Trends. Desde o começo da pandemia, o período entre 21 a 27 de março de 2021 foi o que mais registrou buscas desse questionamento. Naquela semana, o Brasil bateu dois recordes de mortes em decorrência do novo coronavírus em 24 horas, com 3.250 óbitos no dia 23 e 3.650 mortes no dia 26.
 
Hugo Cândido, especialista em tecnologia da SysCoin, explica como funciona a plataforma que permite visualizar essas buscas. “O Google Trends é uma ferramenta da própria empresa, disponibilizada gratuitamente, para que a gente consiga pesquisar os termos mais populares que são pesquisados na plataforma do Google recentemente. Nós conseguimos entrar com pesquisas e descobrir o quanto as pessoas estão buscando por aquele termo em um passado recente. Um mês, uma semana, dois meses ou até mesmo no último ano. E aí você consegue descobrir a frequência com que as pessoas pesquisam aquele termo”, detalha.
 
O site não mostra a quantidade absoluta de pesquisas, mas mostra o volume de pesquisas, com valores entre zero — que significa que não havia dados suficientes sobre o termo para uma estatística — e 100 — que representa o pico de popularidade de um termo. O pico de pesquisas da palavra “Covid” também aconteceu entre 21 e 27 de março deste ano.

Dúvidas gerais

Outras dúvidas da população pesquisadas no Google com frequência nas últimas semanas são perguntas como: “Estou com Covid, o que fazer?”, “Falta de ar por Covid, o que fazer?”, “Contato com pessoa com Covid, o que fazer?” e “Como pega Covid?”. Hugo Cândido lembra que esses dados podem ser úteis de diversas formas. 

  1. Como se pega a Covid-19?
  2. Como saber se estou com Covid?
  3. Covid-19: Falta de ar, o que fazer?
  4. O que fazer após contato com pessoa com Covid?
  5. Estou com Covid-19, e agora? Médicos respondem o que fazer

“A ferramenta do Google Trends permite fazermos essas pesquisas e tirar insights para campanhas ou descobrir até mesmo a melhor forma de se comunicar com certo público”, diz o especialista em tecnologia. Dentro dessa análise de que as buscas podem ser caminhos para levar informações de qualidade, o portal Brasil61.com preparou uma série de matérias com especialistas esclarecendo as principais dúvidas em relação à pandemia.

A infectologista Evelyne Girão, do Hospital São José (HSJ), em Fortaleza, foi uma das profissionais de saúde convidadas para esclarecer alguns temas. O termo “Falta de ar Covid” mostra que muitas pessoas contaminadas ficam sem saber o que fazer após sentir dificuldade respiratória. Para a médica, esse sintoma é considerado grave e deve ser acompanhado por um especialista.
 
“Caso o paciente apresente algum sinal de gravidade, febre constante, falta de ar, desmaio, tosse persistente, principalmente se tiver em torno do 7º dia [após a contaminação], ele tem que procurar um médico para fazer uma avaliação. Avaliar a saturação, coletar alguns exames, e caso indicado a necessidade de internação”, pontua. 
 
Entre os dez estados que mais pesquisaram no Google sobre falta de ar durante os últimos 12 meses, nove são unidades da federação do Norte ou Nordeste. O Amapá lidera em buscas sobre esse sintoma da doença, e é o segundo estado com mais casos de contaminações no Brasil a cada 100 mil habitantes. Na aba “assuntos relacionados”, o Google Trends mostra também que a pesquisa sobre “saturação de oxigênio” teve um aumento repentino nos últimos dias.

Buscas dinâmicas

 

A ferramenta do site de pesquisas é atualizada a todo instante. No momento em que a reportagem estava sendo escrita, esses eram os cinco tópicos mais buscados em relação ao novo coronavírus incluindo a palavra “como”, para indicar as dúvidas dos brasileiros:

  1. Como tratar Covid?
  2. Como tomar ivermectina?
  3. Como saber se estou com Covid?
  4. Como pega Covid?
  5. Como está o coronavírus?

Dentro do campo de perguntas que incluem “o que fazer?”, essas foram as cinco mais pesquisadas no momento:

  1. Sintomas de Covid, o que fazer?
  2. Covid positivo, o que fazer?
  3. Falta de ar por Covid, o que fazer?
  4. Estou com Covid, o que fazer?
  5. Contato com pessoa com Covid, o que fazer?

 O médico Julival Ribeiro, membro da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), também participou das matérias de esclarecimento e respondeu uma dessas dúvidas frequentes de muitas pessoas que vão até o Google procurar respostas: “Estou com Covid, o que fazer?”. Segundo o especialista, os pacientes liberados para o tratamento em casa, com casos leves, devem tomar precauções específicas.
 
“Se você tiver uma Covid leve, deve ficar em casa, isolado em um quarto, usando, se possível, um banheiro exclusivo para você. Se for sair do seu quarto, tem que usar máscaras para não contaminar as outras pessoas. Uma das coisas mais importantes hoje é quem está com Covid observar como vai a evolução do seu caso. Imagine uma febre que não passe de jeito nenhum, pacientes às vezes que têm falta de ar, muito cansaço. Eles devem procurar uma unidade hospitalar”, ressalta.

UTI Covid

O Google Trends analisa também que nunca se buscou tanto por “UTI” na internet como neste período de pandemia. O site tem um banco de dados computados desde 2004, e aponta que abril de 2020 e março de 2021 foram os meses em que mais se pesquisou por unidade de tratamento intensivo em todo esse período histórico. 
 
Atualmente, o Brasil acumula 361.884 óbitos na pandemia e 13,6 milhões de pessoas que já tiveram contato com a Covid-19. Ao todo, são 12 milhões de curados e 1 milhão de brasileiros com casos ativos da doença. 

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06/04/2021 00:00h

Segundo o parlamentar, o veto do governo poderia prejudicar o trabalho das universidades e manter a dependência do País em relação a algumas tecnologias estrangeiras

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Ao derrubar o veto 2/2021, o Congresso Nacional impediu um retrocesso do Brasil no campo da tecnologia e da ciência.  É o que afirma o deputado federal Enio Verri (PT-PR). A medida inviabilizava o uso dos recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) no financiamento de projetos da área.

O parlamentar entende que, ao retirar do PLP 135/2020 o trecho que tratava sobre a vedação do contingenciamento desses recursos, o governo federal desconfigurava a proposta original. Além disso, segundo Verri, ao não acatar este ponto, o Poder Executivo seguia numa linha que levava o País a continuar dependendo de outras nações, sobretudo no que diz respeito a estudos de projetos de inovação.

“Nós estamos falando de parar totalmente as universidades. Nós estamos falando em conter qualquer medida de avanço tecnológico e da própria ciência. O que se quer fazer com esse corte é voltarmos ao século XIX e aumentar a nossa dependência dos Estados Unidos”, destaca.

Em Sessão Deliberativa do Congresso Nacional realizada no último dia 17, deputados e senadores apreciaram o veto parcial ao Projeto de Lei Complementar 135/2020, que originou a Lei Complementar 177/2021. Com 457 votos favoráveis, os parlamentares optaram por não acatar a decisão do governo.

A norma veda a limitação de empenho e movimentação financeira das despesas relativas à inovação e ao desenvolvimento científico e tecnológico custeadas pelo FNDCT, criado para esta finalidade.  O trecho vetado por Bolsonaro incluía programas desenvolvidos por organizações sociais entre as instituições que podem acessar os recursos do fundo.

Combate à Covid-19

O deputado Enio Verri também avalia que a demanda por recursos para investimentos em pesquisas é crescente no País, sobretudo no atual cenário de pandemia, no qual a ciência tem sido cada vez mais relevante no processo de enfrentamento aos desafios relacionados ao novo coronavírus.

Congresso finaliza análise e Lei de Licitações depende apenas de sanção presidencial

Câmara aprova PL que amplia doenças detectadas pelo teste do pezinho

“Quebra a espinha do gás caro”, afirma deputado Evair Vieira de Melo sobre aprovação da Nova Lei do Gás Natural

Nesse contexto, o professor Luis Fernando Machado, pesquisador em Cidade Inteligente da Universidade de São Paulo, afirma que a derrubada do veto 2/2021 representa um sinal de preocupação com os efeitos negativos causados pela Covid-19. Para ele, o argumento do governo de que o dispositivo contraria o interesse público por configurar em aumento de despesa é inválido, já que o momento atual exige investimento e aplicação de recursos nos setores voltados à pesquisa e à inovação.

“Não faz qualquer sentido impedir o uso do Fundo Nacional do Desenvolvimento Científico e Tecnológico para enfrentar a pandemia. Vale lembrar que, durante a pandemia, a meta do resultado primário não precisa ser atendida, não havendo qualquer justificativa para o contingenciamento do orçamento do fundo”, explica.

“Descontingenciar os recursos para ciência, tecnologia e inovação é imprescindível nesse momento de crise pandêmica em que se encontra o Brasil e o mundo. Descontingenciar esses recursos é investir no Brasil e permitir que os setores acadêmico e produtivo atuem de forma colaborativa para fortalecer o país e colocá-lo de volta no cenário global”, complementa o especialista.

O FNDCT foi criado em 1969 com o intuito de financiar a inovação e o desenvolvimento científico e tecnológico. Com o tempo, o fundo passou a ser de natureza contábil e financeira, por meio da sanção da Lei Complementar 177/2021. Os recursos são operados pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). Entre 1999 e 2019, o Fundo arrecadou R$ 62,2 bilhões, mas, historicamente, os recursos sofrem bloqueios e são utilizados pelo governo para outros meios.

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06/04/2021 00:00h

Segundo o parlamentar, governo federal havia desfigurado proposta ao retirar trecho do PLP 135/2020 que vedava o contingenciamento de recursos do fundo

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A derrubada do veto 2/2021, pelo Congresso Nacional, significa apoiar a evolução do Brasil no campo da ciência. É o que acredita o deputado federal Vitor Lippi (PSDB-SP). A medida inviabilizava o uso dos recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) no financiamento de projetos da área.

O parlamentar entende que, ao retirar do PLP 135/2020 o trecho que tratava sobre a vedação do contingenciamento desses recursos, o governo federal desconfigurava a proposta original. Isso porque, segundo Lippi, o objetivo central da matéria era justamente impedir que os valores arrecadados não pudessem ser utilizados de forma integral em pesquisa científica e projetos de inovação.

“Isso vai garantir [a utilização dos recursos], mesmo que eles não sejam o que nós gostaríamos. Ele vai ser regular. Ele vai ter que ser usado para a sua finalidade, que hoje é o Fundo Nacional do Desenvolvimento da Ciência e Tecnologia, tido como o principal fundo de financiamento da pesquisa no Brasil”, destaca Vitor Lippi.

Em Sessão Deliberativa do Congresso Nacional realizada no último dia 17, deputados e senadores apreciaram o veto parcial ao Projeto de Lei Complementar 135/2020, que originou a Lei Complementar 177/2021. Com 457 votos favoráveis, os parlamentares optaram por não acatar a decisão do governo.

Congresso finaliza análise e Lei de Licitações depende apenas de sanção presidencial    

Câmara aprova PL que amplia doenças detectadas pelo teste do pezinho

“Quebra a espinha do gás caro”, afirma deputado Evair Vieira de Melo sobre aprovação da Nova Lei do Gás Natural

A norma veda a limitação de empenho e movimentação financeira das despesas relativas à inovação e ao desenvolvimento científico e tecnológico custeadas pelo FNDCT, criado para esta finalidade.  O trecho vetado por Bolsonaro incluía programas desenvolvidos por organizações sociais entre as instituições que podem acessar os recursos do fundo.

Combate à Covid-19

O deputado Vitor Lippi também avalia que a demanda por recursos para investimentos em pesquisas é crescente no país, sobretudo no atual cenário de pandemia, no qual a ciência tem sido cada vez mais relevante no processo de enfrentamento aos desafios relacionados ao novo coronavírus.

Nesse contexto, o professor Luis Fernando Machado, pesquisador em Cidade Inteligente da Universidade de São Paulo, afirma que a derrubada do veto 2/2021 representa um sinal de preocupação com os efeitos negativos causados pela Covid-19. Para ele, o argumento do governo de que o dispositivo contraria o interesse público por configurar em aumento de despesa é inválido, já que o momento atual exige investimento e aplicação de recursos nos setores voltados à pesquisa e à inovação.

“Não faz qualquer sentido impedir o uso do Fundo Nacional do Desenvolvimento Científico e Tecnológico para enfrentar a pandemia. Vale lembrar que, durante a pandemia, a meta do resultado primário não precisa ser atendida, não havendo qualquer justificativa para o contingenciamento do orçamento do fundo”, explica.

“Descontingenciar os recursos para ciência, tecnologia e inovação é imprescindível nesse momento de crise pandêmica em que se encontra o Brasil e o mundo. Descontingenciar esses recursos é investir no Brasil e permitir que os setores acadêmico e produtivo atuem de forma colaborativa para fortalecer o país e colocá-lo de volta no cenário global”, complementa o especialista.

O FNDCT foi criado em 1969 com o intuito de financiar a inovação e o desenvolvimento científico e tecnológico. Com o tempo, o fundo passou a ser de natureza contábil e financeira, por meio da sanção da Lei Complementar 177/2021. Os recursos são operados pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). Entre 1999 e 2019, o Fundo arrecadou R$ 62,2 bilhões, mas, historicamente, os recursos sofrem bloqueios e são utilizados pelo governo para outros meios.

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05/04/2021 00:00h

A derrubada do veto inviabilizaria inúmeras iniciativas, como o uso de biometria em aplicativos do Governo

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Está em pauta no Congresso a manutenção do veto à Lei 14063/2020, que trata de assinaturas eletrônicas. O dispositivo do texto aprovado pelos parlamentares e vetado pelo Governo exigia a certificação digital para interações com o ente público que envolvam sigilo constitucional e ainda atos de transferência de propriedade de veículos automotores. 
 
A derrubada do veto inviabilizaria inúmeras iniciativas, como o uso de biometria em aplicativos do Governo. Para o senador Izalci Lucas (PSDB/DF), a manutenção é importante para promoção de um ambiente propício à inovação na prestação digital de serviços públicos, desburocratizando o sistema analógico utilizado até hoje pelo Brasil.
 
“Nós já temos diversos países que têm a gestão pública totalmente digital e o Brasil precisa avançar nisso, então tem que simplificar, não dá para você ficar carimbando e buscando o cartório para reconhecer firma se nós temos instrumentos hoje tecnológicos para cuidar disso”, afirmou. 

 

Em 20 anos, o certificado digital só chegou a 4,8 milhões de brasileiros. Em apenas 2 anos, o sistema seguro do GOV.BR já tem mais de 96 milhões de brasileiros cadastrados gratuitamente. Assim, a rejeição do veto importará na limitação de 98% da população ao acesso ao governo digital.
 
O diretor executivo do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio (ITS Rio), Fabro Steibel, explicou que durante a tramitação da lei, orientada pelo marco Europeu, as entidades de classe passaram a ideia de que a única assinatura segura seria a do certificado. “O problema é que o certificado atinge apenas 2% da população, a gente não consegue massificar”, disse.


 
A necessidade de uma assinatura qualificada, nos padrões do ICP-Brasil, limita a desburocratização de serviços e encarece o custo de negócios, visto que essa espécie de assinatura é paga e sequer é totalmente segura contra fraudes, mesmo com os avanços tecnológicos atuais.
 
“Querendo ou não, o certificado digital tem um problema de competitividade. E aí quando você passa uma lei dizendo que um monte de coisas só pode usar aquele certificado, você acaba criando uma reserva ilegal, criando um monopólio”, acrescetou Steibel.
 
A demanda por processos ágeis, seguros e econômicos é latente, sobretudo diante do cenário da pandemia da Covid-19, a assinatura eletrônica se mostra essencial para a facilitação de processos. A digitalização tem sido a principal tendência e também o maior desafio tecnológico para a gestão pública.

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Governo Digital

A questão das assinaturas eletrônicas também foi um dos pontos vetados na lei que cria o Governo Digital (Lei 14.129/2021), sancionada nesta terça-feira (30), que estabelece instrumentos para a prestação digital de serviços públicos, que deverão estar acessíveis também em aplicativos para celular e de maneira gratuita.
 
O governo argumentou que a assinatura eletrônica já havia sido definida na lei recentemente aprovada (14063/2020) e que a manutenção do dispositivo geraria insegurança jurídica.
 
O secretário de Governo Digital do Ministério da Economia, Luis Felipe Monteiro, destacou a importância de se aumentar a eficiência da administração pública, modernizando e simplificando a relação do poder público com a sociedade. 
 
“A lei garante que todos os órgãos públicos devem interoperar dados, ou seja, nenhum cidadão deve ficar percorrendo cada agência e posto de atendimento para provar quem ele é. Os dados têm que ser interoperáveis entre as determinadas agências para que o cidadão possa ter um serviço público digital de qualidade na palma da mão, 24h por dia, sete dias por semana, no conforto do seu sofá”, disse. 

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03/04/2021 00:00h

Com a migração, está previsto maior qualidade de áudio das programações e uma significativa economia com energia elétrica

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No dia 8 de abril encerra o prazo para que as emissoras de rádio AM façam o requerimento para migrar para a frequência FM. Para a emissora com interesse, é preciso entrar no sistema eletrônico do Ministério das Comunicações (MCom) e solicitar a mudança. Os interessados devem ficar atentos aos prazos de todo o procedimento e à documentação exigida para a adaptação da outorga da nova faixa.

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Entre as exigências estão a prova de regularidade fiscal em todas as esferas de governo (federal, estadual e municipal); prova de regularidade do recolhimento dos recursos do Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (Fistel); prova de regularidade relativa à seguridade social e ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS); e prova da inexistência de débitos junto à Justiça do Trabalho.

Se houver alguma pendência, a requerente tem até 30 dias para corrigir as irregularidades. Se o requerimento for negado ou a empresa interessada não pagar o valor referente à adaptação da outorga, a rádio continuará no chamado “lote residual”, onde as emissoras aguardam pela disponibilidade de um canal. Com a migração, está previsto maior qualidade de áudio das programações e uma significativa economia com energia elétrica.

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03/04/2021 00:00h

Ferramenta deverá ser disponibilizada em abril, para ajudar gestores no planejamento do calendário escolar

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Ministério da Educação vai implementar um painel para monitoramento do retorno às aulas no ensino básico. A ferramenta, que deverá estar disponível ainda no mês de abril, trará informações sobre a suspensão e retomada das aulas, além das condições sanitárias da região de cada unidade de ensino. O objeto é ajudar os gestores no planejamento do calendário escolar. 

O anúncio foi feito na quarta-feira (31), em Brasília, pelo titular da pasta, Milton Ribeiro, durante audiência na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados. 
Na ocasião, o ministro disse que a pasta trabalha para enfrentar os problemas do calendário escolar, em razão da pandemia, retrocessos do processo educacional, aumento da evasão escolar e danos sociais para estudantes e famílias de baixa renda. Segundo ele, a estratégia é adotar o ensino híbrido, com aulas presenciais e remotas.

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O ministro da Educação também destacou a falta de estrutura tecnológica na maioria das escolas brasileira. E para solucionar os problemas de conectividade, o MEC quer usar os recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust).

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29/03/2021 00:00h

Segundo o parlamentar, ao retirar do PLP 135/2020 o trecho que tratava sobre a vedação do contingenciamento desses recursos, o governo federal desconfigurava proposta original

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A derrubada o veto 2/2021, que inviabilizava o uso dos recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) no financiamento de projetos da área, significa manter o País em crescimento e em altos patamares econômicos. É o que acredita o senador Izalci Lucas (PSDB-DF).

Segundo o parlamentar, ao retirar do PLP 135/2020 o trecho que tratava sobre a vedação do contingenciamento desses recursos, o governo federal desconfigurava a proposta original, já que o objetivo da matéria era justamente impedir que os valores arrecadados não pudessem ser utilizados integralmente em pesquisa científica e projetos de inovação.

“Para se ter ideia, no ano passado o contingenciamento foi de quase 90%. Então, a partir de agora, todos os recursos do FNDCT terão que ser aplicados exclusivamente em ciência, tecnologia, inovação e pesquisa. Nós estamos no século XXI e precisamos inovar, precisamos entrar na era digital”, pontua o parlamentar, que é autor do PLP.

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“Quebra a espinha do gás caro”, afirma deputado Evair Vieira de Melo sobre aprovação da Nova Lei do Gás Natural

Em Sessão Deliberativa do Congresso Nacional realizada no último dia 17, deputados e senadores apreciaram o veto parcial ao Projeto de Lei Complementar 135/2020, que originou a Lei Complementar 177/2021. Com 457 votos favoráveis, os parlamentares optaram por não acatar a decisão do governo.

A norma veda a limitação de empenho e movimentação financeira das despesas relativas à inovação e ao desenvolvimento científico e tecnológico custeadas pelo FNDCT, criado para esta finalidade.  O trecho vetado por Bolsonaro incluía programas desenvolvidos por organizações sociais entre as instituições que podem acessar os recursos do fundo.

Combate à Covid-19

O senador Izalci também avalia que a demanda por recursos para investimentos em pesquisas é crescente no país, sobretudo no atual cenário de pandemia, no qual a ciência tem sido cada vez mais relevante no processo de enfrentamento aos desafios relacionados ao novo coronavírus.

Nesse contexto, o professor Luis Fernando Machado, pesquisador em Cidade Inteligente da Universidade de São Paulo, afirma que a derrubada do veto 2/2021 representa um sinal de preocupação com os efeitos negativos causados pela Covid-19. Segundo ele, o argumento do governo de que o dispositivo contraria o interesse público por configurar em aumento de despesa é inválido, já que o momento atual exige investimento e aplicação de recursos nos setores voltados à pesquisa e à inovação.

“Não faz qualquer sentido impedir o uso do Fundo Nacional do Desenvolvimento Científico e Tecnológico para enfrentar a pandemia. Vale lembrar que, durante a pandemia, a meta do resultado primário não precisa ser atendida, não havendo qualquer justificativa para o contingenciamento do orçamento do fundo”, explica.
“Descontingenciar os recursos para ciência, tecnologia e inovação é imprescindível nesse momento de crise pandêmica em que se encontra o Brasil e o mundo. Descontingenciar esses recursos é investir no Brasil e permitir que os setores acadêmico e produtivo atuem de forma colaborativa para fortalecer o país e colocá-lo de volta no cenário global”, complementa o especialista.

O FNDCT foi criado em 1969 com o intuito de financiar a inovação e o desenvolvimento científico e tecnológico. Com o tempo, o fundo passou a ser de natureza contábil e financeira, por meio da sanção da Lei Complementar 177/2021. Os recursos são operados pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). Entre 1999 e 2019, o Fundo arrecadou R$ 62,2 bilhões, mas, historicamente, os recursos sofrem bloqueios e foram utilizados pelo governo para outros meios.

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24/03/2021 00:00h

O objetivo da iniciativa é manter a economia desta área em circulação ao passo que a saúde da população também é preservada contra os efeitos da doença causada pelo novo coronavírus

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A pandemia da Covid-19 exigiu um novo contexto de consumo nos mais variados setores da economia. E, para ajudar esses empreendimentos no processo de retomada das atividades, o Sebrae lançou a campanha #ContinueCuidando.

Um dos nichos da campanha é voltado para a indústria de base tecnológica e energia, com interfaces em quase todos os setores e segmentos, desde maquinário e equipamentos até eletroeletrônicos e automação.

Segundo a analista da Unidade de Competitividade do Sebrae, Juliana Borges, o objetivo da iniciativa é manter a economia desta área em circulação ao passo que a saúde da população também é preservada contra os efeitos da doença causada pelo novo coronavírus.

“Dentro da empresa é possível estabelecer sinalização, portas diferentes de entrada e saída, rotinas para que as pessoas sejam avisadas de quem adoeceu. É possível estabelecer distâncias com módulos quase independentes de atuação para poder ter um isolamento”, explica.

A campanha consiste na disponibilização de dicas e orientações para empreendedores, colaboradores, fornecedores e clientes, no sentido de evitar o contágio da Covid-19. Entre as recomendações estão o uso correto da máscara de proteção, o distanciamento adequado para impedir aglomerações e a utilização de álcool em gel como forma de prevenção.

Sebrae elabora orientações para retomada rápida e segura das atividades de pequenos negócios

Sebrae lança nova campanha para incentivar retomada segura da economia

Micro e pequenas empresas geraram 7,2 mil postos de trabalho no Rio de Janeiro em dezembro, diz Sebrae-RJ

Miro Michels é sócio e administrador de uma padaria e confeitaria no município catarinense de Jaraguá do Sul. Ele afirma que a iniciativa do Sebrae é positiva, e destaca que o envolvimento das empresas neste momento de crise é fundamental.

“Em uma pandemia ou qualquer outra dificuldade de uma crise, o empresário deve pensar em melhorar processos e investir. É importante que ele tenha uma visão do que pode melhorar, olhar para dentro da empresa, nesse momento, porque fora é complicado e você não tem uma visão ampla. Mas, se você olhar para o teu negócio e melhorar o que está de dentro para fora, com certeza vai atrair um resultado muito bom”, pontua

O material apresentado pelo Sebrae conta com o envolvimento de especialistas e é composto por vídeos, e-books e sinalizações, por exemplo. Além disso, a entidade recomenda o segmento das orientações disponíveis nos decretos das três esferas de governo. Para mais informações sobre esse e outros setores, acesse: www.sebrae.com.br/cuidados.
 

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13/03/2021 04:00h

Valor deverá ser aplicado em projetos inovadores que possam solucionar problemas reais da gestão pública

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Projeto Governo Inteligente vai investir R$ 10 milhões em micro e pequenas empresas na Bahia. O valor deverá ser aplicado em projetos inovadores que possam solucionar problemas reais da gestão pública. A iniciativa é da Fundação de Amparo à Pesquisa da Bahia (Fapesb), em parceria com a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

O edital apresenta desafios do dia a dia dos brasileiros e, com base nessas demandas, os micros e pequenos empreendedores deverão apresentar soluções inovadoras, gerando projetos com tecnologias específicas. 

Segundo o diretor de inovação da Fapesb, Handerson Leite, a iniciativa – que faz parte do Programa de Apoio à Pesquisa na Micro e Pequena Empresa – injeta dinheiro na economia do estado, gerando emprego e renda para os baianos. 

Edital seleciona roteiros turísticos para participarem do Projeto Experiências do Brasil Rural

Senador Izalci Lucas acredita que Marco Legal das Startups vai fomentar criação de mais empresas inovadoras

Para participar, é preciso ser micro ou pequena empresa residente na Bahia e estar em situação regular junto ao governo. A submissão de propostas poderá ser feita até 17 de maio. Outros detalhes podem ser conferidos no edital

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12/03/2021 11:30h

Procedimento é feito de forma 100% digital, sem necessidade de ir até uma agência bancária, seguindo mês de nascimento dos beneficiários

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Usuários do aplicativo Caixa Tem devem atualizar os dados cadastrais de acordo com o cronograma divulgado pelo banco. A partir deste domingo (14), a plataforma libera a atualização para nascidos em janeiro. O procedimento é 100% digital, sem filas, e realizado em três passos.

Basta acessar a conversa “Atualize seu cadastro”, inserir uma foto e anexar os documentos pessoais solicitados. Com isso, o usuário já tem o aplicativo regularizado. O Caixa Tem é utilizado para movimentações do Auxílio Emergencial, do Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda (BEm) e do Programa Bolsa Família, por exemplo.

Somente no ano passado, o aplicativo permitiu a abertura de mais de 105 milhões de Contas Poupança Social Digital, somando 612,4 milhões de pagamentos realizados em um total de R$ 351,8 bilhões. Segundo a Caixa, a atualização permite mais segurança, vantagens e praticidade aos clientes. Ela segue o cronograma até 31 de março, quando fica disponível para nascidos em dezembro.

A ação ocorre próximo à aprovação do texto-base da chamada PEC Emergencial. A Câmara dos Deputados aprovou o texto na última quinta-feira (11), que autoriza o pagamento de até R$ 44 bilhões para o novo auxílio emergencial, sem ferir o teto de gastos do governo federal. Ainda serão votados 11 destaques da proposta. O Ministério da Economia divulgou que o auxílio deve variar entre R$ 175 e R$ 350.
 

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