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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

1º - A utilização gratuita e livre dos materiais produzidos pelo Brasil 61 só será permitida depois que este termo de parceria for aceito pelo usuário, prevendo as seguintes regras:

a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o usuário realize o login no site do Brasil 61 - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

ADENDOS IMPORTANTES SOBRE A PARCERIA

a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

Ao clicar em ACEITO, a emissora aqui cadastrada afirma concordar e estar ciente de todas as condições apresentadas neste Termo de Utilização de Conteúdo.

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

Escola

Brasil
25/02/2021 10:50h

O valor deve atender mais de 1.600 escolas. Ao todo, 307.347 estudantes serão beneficiados

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Com o objetivo de empregar recursos financeiros às escolas públicas de Educação Básica do meio rural, o Ministério da Educação já disponibilizou cerca de R$ 62 milhões para o Programa Dinheiro Direto na Escola Água e Saneamento Básico (PDDE Água).

De acordo com a Pasta, os valores devem ser utilizados em adequações ao abastecimento de água em condições apropriadas para consumo e esgotamento.

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O valor deve atender mais de 1.600 escolas. Ao todo, 307.347 estudantes serão beneficiados. Até o momento, foi possível aprovar projetos de 503 escolas, que já podem executar serviços para obter acesso permanente à água ou saneamento.

 

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26/02/2021 00:00h

Psiquiatra explica como a infância é a melhor fase para iniciar o desenvolvimento da inteligência emocional

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Ser bom em matemática é fundamental para quem quer trabalhar como engenheiro. Conhecer o funcionamento do corpo humano é indispensável para atuar como médico. Dominar o português é pré-requisito para se destacar como profissional de marketing. Mas o mais exigido, no ambiente de trabalho de qualquer profissão, são as habilidades emocionais.

Com o intuito de desenvolver essa inteligência emocional desde a infância, o Colégio Sesi da Indústria no Paraná trabalha com a metodologia de soft skills, em todos os níveis de ensino – da educação infantil até a pós-graduação. A coordenadora de Educação e Negócios da Gerência de Educação do Sistema Fiep, Camila Zanella, detalha a metodologia.

“A metodologia do Colégio Sesi consiste no desenvolvimento de competências e habilidades, a partir de alguns pilares, como trabalho em equipe, ensino por pesquisa, resolução do problema, a partir de desafios, que permitam com que eles tenham esse espírito colaborativo”, explica.

Segundo a coordenadora, o objetivo é desenvolver autonomia nos alunos, para que eles consigam resolver problemas no contexto da vida real; por isso é importante começar esse trabalho ainda na infância, para que se torne uma prática comum.

“O desenvolvimento do sujeito se faz de forma completa, não apenas da parte de conteúdo. Então a gente trabalha as competências cognitivas e socioemocionais, porque assim a gente desenvolve um sujeito que é autônomo, que consegue buscar os seus conhecimentos, para resolver os desafios da sua vida pessoal e profissional”, afirma.

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MS: na volta às aulas, professores do Sesi realizam exames para detectar Covid-19

As emoções

O psiquiatra Alisson Marques, médico do Núcleo de Saúde Mental do SAMU, explica que emoção é uma sensação física ou sentimental, provocada a partir de um estímulo. Para um adulto, a emoção por si só já é um conceito abstrato, o que dificulta as pessoas de falarem sobre elas. Já para as crianças, as emoções são ainda mais abstratas e, por não conseguirem dar um nome para o que estão sentindo, elas são transformadas em comportamentos e atitudes.

Por isso, segundo Alisson, as habilidades emocionais precisam ser desenvolvidas ainda na infância. 

“Habilidades como autoconfiança – que ele é capaz, que ele pode conseguir –; coragem; paciência; tolerância, principalmente quando a gente pensa na vida em sociedade, lidar com as diferenças; autoconhecimento; controlar os impulsos para as atitudes e lidar com o não”, destaca.

Segundo o psiquiatra, se essas habilidades emocionais forem trabalhadas na infância, elas vão se refletir na personalidade do indivíduo e em sua forma de se relacionar com o mundo. “Isso vai ter impacto, como por exemplo, passar no vestibular, começar seus relacionamentos, lidar com a diferença do outro, como lidar no ambiente de trabalho, desenvolver empatia, ser persistente em atividades propostas”, comenta. 

O especialista esclarece que, depois do lar, o ambiente da escola é o primeiro lugar onde as crianças lidam com situações que exigem suas habilidades emocionais. Por isso, as escolas precisam trabalhar a inteligência emocional na grade curricular, além das disciplinas teóricas.

Elaine Afonso da Cruz é mãe de Olívia, aluna do 8° ano do Colégio Sesi do Paraná. Para ela, quanto mais cedo desenvolve-se as habilidades emocionais nos jovens, maiores as chances de eles terem um futuro menos frustrante e de serem profissionais mais preparados, seres humanos mais saudáveis e pessoas mais altruísta.

Com a pandemia da Covid-19, o desafio das aulas à distância exigiu ainda mais a inteligência emocional dos alunos. No entanto, com aulas em casa, Elaine pôde acompanhar de perto o desenvolvimento de Olívia.

“Em um ano, ela se desenvolveu muito. O valor disso está na metodologia do Colégio. Ela se demonstrou já de início muito responsável. O trabalho em equipe foi reforçando a responsabilidade, a tolerância, a empatia”, comenta.

Além das Oficinas de Aprendizagem, que desenvolvem autonomia nos alunos para resolver desafios do cotidiano, o Colégio Sesi também oferece programas de iniciação científica, atividades extracurriculares e de formação profissional e incentivo à preparação para o ENEM.

Saiba mais no portal do Colégio Sesi da Indústria do Paraná.

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22/02/2021 00:00h

Última testagem avaliou 610 profissionais nas sete unidades educacionais

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O ano letivo nas escolas do Sesi, no Mato Grosso do Sul, começou no último dia 2 de fevereiro, na modalidade híbrida, com escalonamento dos alunos entre aulas presenciais e remotas. Para garantir a segurança dos estudantes e dos profissionais da educação, em tempos de pandemia, professores e funcionários das unidades realizam, quinzenalmente, testes rápidos para detectar o contágio pelo novo coronavírus. No último dia 29 de janeiro, foram testados 110 docentes, colaboradores e prestadores de serviços das escolas de Campo Grande, Aparecida do Taboado e Naviraí. No dia 1º de fevereiro, foi a vez dos 500 funcionários das escolas de Corumbá, Dourados, Maracaju e Três Lagoas.

Arte - Brasil 61

O enfermeiro Ewerton Souza, da equipe do sistema de Gestão em Segurança e Saúde do Trabalho do Sesi, destaca a importância da testagem desses profissionais.

“A importância desses testes, além da monitoração da saúde dos trabalhadores, é manter um ambiente seguro para o retorno das aulas, garantindo a segurança de todos os nossos professores e, principalmente, de nossos alunos. A gente não sabe até quando esse cenário vai persistir, mas enquanto dure, todo o Sesi está preparado para manter um ambiente seguro para os nossos alunos”, comenta.

Além da aplicação dos testes nos funcionários da educação, a Rede de Ensino do Sesi no Mato Grosso do Sul desenvolveu protocolos de biossegurança, que estabelecem uma série de ajustes estruturais nas escolas e adaptações de conduta de todos os envolvidos. Alunos, pais e colaboradores receberam cartilhas com essas orientações, que devem ser seguidas dentro e fora da escola; dentre elas o uso de máscara, a higienização das mãos e o distanciamento.

Os planos de contenção de riscos para Covid-19 em cada unidade escolar do Sesi-MS estão disponíveis no link.

Tipo de teste

O exame realizado nos profissionais é o teste rápido, que utiliza apenas algumas gostas de sangue para detectar se o indivíduo está com a Covid-19 ou se já teve contato com o coronavírus em algum momento. O doutor Hemerson Luz, infectologista do Hospital das Forças Armadas de Brasília, explica como funciona esse tipo de exame.

“No caso de teste rápido para Covid-19, a pesquisa é feita em busca de dois anticorpos específicos, que são produzidos pelo organismo, quando ele entra em contato com o novo coronavírus – que são conhecidos como IgM e IgG. Em geral, leva-se oito dias para iniciar a produção dos anticorpos, após o contato com o novo coronavírus”, explica.

Segundo o Sesi, o resultado é encaminhado para o próprio colaborador e para a diretoria de cada escola. Em caso positivo para Covid-19, o profissional é afastado do convívio escolar durante o período de quarentena.

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O coordenador pedagógico da Escola do Sesi de Campo Grande, Marcel Giordano Jeffery, foi um dos funcionários testados, antes mesmo das aulas retornarem. Ele comenta como se sente com as medidas de segurança. 

“A gente está fazendo tudo isso antes de começar as aulas. Começar 2021 com essa total segurança. Esse teste afirma o quanto o Sesi se preocupa com seus funcionários e também com o público externo”, comenta.

Uma nova aplicação dos testes está prevista para próxima semana. A estimativa do Sesi-MS é continuar a testagem dos funcionários das unidades educacionais, a cada 15 dias, enquanto a vacina contra a Covid-19 não estiver disponível para toda a população.

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Educação
22/02/2021 00:00h

O sistema de remanejamento está disponível na plataforma PDDE Interativo/SIMEC, que foi atualizada recentemente

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Para atender os estudantes que se movimentaram entre unidades de ensino ou que não constavam no Censo Escolar, todas as escolas participantes do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD) contam agora com a ferramenta de remanejamento de livros do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). O sistema serve como apoio aos gestores escolares na oferta de livros didáticos e está disponível na plataforma PDDE Interativo/SIMEC, que foi atualizada recentemente.
 
A ferramenta possibilita que as escolas com livros ociosos ofereçam os materiais às unidades escolares que tem falta, permitindo a efetiva gestão dos materiais sob responsabilidade da escola e o devido aproveitamento desse valioso recurso didático.
 
O sistema fica permanentemente disponível para que as escolas façam as trocas dos livros didáticos sempre que precisarem. O programa tem como objetivo levar material adequado para todos os estudantes da rede pública de Educação Básica. Mas é de responsabilidade das unidades escolares manter atualizadas as informações cadastrais e os quantitativos de sobras e faltas de livros nas escolas.


 
A professora do curso de Pedagogia do Centro Universitário IESB, Marli Viera Lins de Assis, destacou a importância do recurso. “A ferramenta permite aos gestores uma interação e por meio dessa influencia eles conseguem observar nas escolas os livros que faltaram, que sobraram e realizarem entre si trocas dos materiais. É muito importante porque vai garantir que o educando tenha um dos livros para o processo de ensino e aprendizagem”, avaliou.
 
Ela considera a ferramenta importante desde que bem utilizada pelos gestores, uma vez que, por meio dela, o estudante vai ter acesso ao livro didático. “Vale destacar que por mais que nós tenhamos várias formas de fazer com que esse processo de aprendizagem ocorra, o livro didático ainda é um recurso muito importante no contexto de sala de aula. Por isso é tão importante que os gestores conheçam a ferramenta e façam o uso adequado dela, para que todos os alunos sejam contemplados com relação ao uso principalmente do livro didático”, avaliou.

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A exemplo, a pedagoga citou a situação da pandemia, onde em alguns contextos o livro didático foi o único recurso disponível para garantir o processo de ensino e aprendizagem. Ela acredita que a ferramenta pode futuramente proporcionar outras trocas didáticas entre os gestores e a comunidade escolar.
 
Professora e supervisora da Escola Classe 10 de Ceilândia (DF), que já aderiu o sistema, Queila Branco considera esta uma política pública importante, desde que os livros sejam de qualidade e a plataforma funcione, para ampliar a percepção do aluno de acordo com o conteúdo expresso no material didático. 
 
“Apesar de todos os problemas que nós enfrentamos com relação à plataforma, permitir essa permuta de livros, permitir que possamos informar quantos livros vamos precisar, para evitar que alguém fique sem o material, é muito bom. Porque a falta do livro prejudica tanto o professor quanto o estudante, eles não conseguem dar um ritmo às atividades propostas”, disse. 
 
O remanejamento é considerado pela professora uma alternativa mais célere para solucionar a falta de livros nas escolas, se configurando como um dos fatores fundamentais para alcançar o atendimento de todos os estudantes e a otimização dos recursos públicos.
 

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18/02/2021 11:00h

Pesquisa foi realizada pela Datafolha entre 16 de novembro e 2 de dezembro de 2020

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Em tempos de pandemia, quase metade (49%) dos pais dos alunos não confia na segurança sanitária das escolas públicas brasileiras. É o que aponta a pesquisa da Datafolha “Educação não presencial na perspectiva dos estudantes e suas famílias”, encomendada pela Fundação Lemann, Itaú Social e Imaginable Futures. O levantamento foi realizado com 1.015 pais ou responsáveis por alunos das redes públicas municiais e estaduais do país, com idades entre 6 e 18 anos, no período de 16 de novembro a 2 de dezembro de 2020.

Segundo o estudo, apenas 19% disseram que “confiam muito” na capacidade da escola de se adequar às normas de prevenção ao contágio pelo novo coronavírus e 31% afirmaram que “confiam um pouco”. Já em relação ao comportamento dos estudantes, 43% dos pais não confiam que os jovens vão cumprir todos os protocolos de segurança, como usar máscara, lavar as mãos, usar álcool em gel e manter distanciamento dos colegas.

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A pesquisa também mostrou que, para 79% dos entrevistados, as escolas deram apoio durante o período de aulas à distância, principalmente com professores disponíveis para tirar dúvidas e dar orientações aos pais ou responsáveis. No entanto, segundo os pesquisadores, houve um crescente processo de desmotivação entre os alunos, desde maio de 2020, quando 46% dos estudantes se diziam desmotivados. Em novembro, o percentual subiu para 55%.

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17/02/2021 17:00h

Cancelamento levou em consideração a recomendação do Ministério Público Estadual entre outras deliberações

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A Prefeitura de Barreiras (BA) decidiu suspender as aulas presenciais na rede municipal de ensino e das instituições privadas de ensino formal, para as turmas de anos finais do Ensino Fundamental, assim como a retomada das aulas presenciais para estudantes dos anos iniciais e educação infantil. As aulas estavam previstas para acontecer na próxima segunda-feira 22 e no dia 1º de março.

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A suspensão das aulas presenciais no município, levou em consideração a recomendação do Ministério Público Estadual; as medidas de enfrentamento e prevenção à Covid-19, previstas no artigo 9º do Decreto nº 85, de 16 de maio de 2020; as deliberações e recomendações emanadas do Comitê de Operações de Emergência-COE, e ainda a necessidade de adoção de medidas emergenciais de enfrentamento aos riscos de contaminação pela Covid-19 no município.

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Educação
17/02/2021 16:00h

Com a medida, a prefeitura busca cumprir a lei do FNDE. A norma estabelece que pelo menos 30% do valor repassado aos entes federados deve ser utilizado na compra de gêneros alimentícios diretamente da agricultura familiar

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O município de Carolina (MA) realizou nesta semana a análise de documentos e de amostras dos produtos que devem compor os cardápios da alimentação escolar em 2021. O procedimento faz parte da chamada pública do PNAE - Programa Nacional de Alimentação Escolar.

Com a medida, a prefeitura busca cumprir a lei do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). A norma estabelece que pelo menos 30% do valor repassado a estados, municípios e Distrito Federal pelo fundo para o PNAE deve ser utilizado na compra de gêneros alimentícios diretamente da agricultura familiar e do empreendedor familiar rural ou de suas organizações.  

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Entre os produtos que serão fornecidos pela agricultura familiar estão farinha, feijão, mandioca, polpa de frutas, banana, melancia, mamão, alface, cheiro verde, couve e maracujá. A chamada pública contou com a presença de agricultores, como por exemplo, produtores de farinha do povoado Canto Grande, da Associação AAPPC e Associação ABM da comunidade Solta.

 

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17/02/2021 00:00h

Visando trazer mais transparência na execução dos programas da Política Pública do Transporte Escolar, foram publicados painéis com relatórios sobre a execução

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O Caminho da Escola e o Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar (Pnate) beneficiaram cerca de 4,3 milhões de estudantes da educação básica no último ano, segundo dados do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Visando trazer mais transparência na execução dos programas da Política Pública do Transporte Escolar em 2020, foram publicados painéis com relatórios sobre a execução das ações.
 
A medida permite consultas detalhadas com informações de cada região, estado e município acerca dos recursos empenhados, da quantidade de ônibus adquiridos e de quantos entes federados e estudantes foram atendidos.
 
O ônibus escolar rural sempre foi o único meio de Nallanda Gonçalves, de 17 anos, chegar até a escola. Mesmo enfrentando problemas com a má qualidade dos carros, a moradora da zona rural de Luziânia (GO), que está cursando o terceiro ano do ensino médio, considera o transporte essencial para que ela consiga terminar os estudos. “Apesar de não ser de ótima qualidade era o único maio de transporte que tínhamos para chegar na escola e não havia nada o que pudéssemos fazer”, contou.

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No último ano, segundo o relatório, o programa Caminho da Escola realizou repasses para 916 prefeituras municipais e 13 secretarias estaduais de educação. Um montante aproximado de R$ 404 milhões, viabilizando a aquisição de 1.655 ônibus escolares, sendo 1.427 ônibus rurais e 228 urbanos acessíveis, e 20.078 bicicletas e capacetes escolares. Já o Pnate transferiu no mesmo ano recursos para 5.174 entidades executoras em âmbito nacional, liberando R$ 720 milhões para prefeituras e secretarias de educação estaduais, beneficiando 4.375.912 estudantes da rede de educação básica, conforme relatório.
 

 
Segundo o diretor de Ações Educacionais do FNDE, Garigham Amarante, a taxa de destinação de recursos dos programas é a ideal dentro da limitação orçamentária existente no país. “Em regra geral o atendimento aos entes federados é universal e está limitado ao montante de recursos orçamentários consignados pela lei orçamentária anual, obedecidos aos dispostos do plano plurianual do governo federal e pela lei de diretrizes orçamentárias”, destacou. 
 
Amarante ressaltou ainda que a meta do programa Caminho da Escola e do Pnad é atender os 5.570 municípios brasileiros e com isso garantir o acesso e a permanência dos estabelecimentos escolares dos alunos da educação básica pública, residentes em área rural, que utilizam e necessitam do transporte escolar.

Caminho da Escola

O programa tem como objetivo renovar, padronizar e ampliar a frota de veículos escolares das redes municipais de educação básica pública. Voltado a estudantes residentes, prioritariamente, em áreas rurais e ribeirinhas, o programa oferece ônibus, lanchas e bicicletas fabricados especialmente para o tráfego nestas regiões, sempre visando à segurança e à qualidade do transporte. 

Pnate

O Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar consiste na transferência automática de recursos financeiros para custear despesas com manutenção, seguros, licenciamento, impostos e taxas, pneus, câmaras, serviços de mecânica em freio, suspensão, câmbio, motor, elétrica e funilaria, recuperação de assentos, combustível e lubrificantes do veículo ou, no que couber, da embarcação utilizada para o transporte de alunos da educação básica pública residentes em área rural. Serve, também, para o pagamento de serviços contratados junto a terceiros para o transporte escolar.
 

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09/02/2021 00:00h

Segundo a chefe de Saúde do Unicef no Brasil, Cristina Albuquerque, assim como a alimentação escolar, também é necessário tomar outras providências capazes de impedir o avanço da fome

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A situação de insegurança alimentar de crianças e adolescentes pode ser agravada com as escolas fechadas. Dados de um levantamento feito pelo Unicef apontam que em todo o País, entre as famílias que recebem até um salário mínimo, 42% deixaram de ter acesso à merenda escolar na pandemia, fundamental para garantir a segurança alimentar de crianças e adolescentes em situações de vulnerabilidade.

A pensionista Maria Célia de Oliveira, de 53 anos, é moradora do município cearense de Tauá, no sertão dos Inhanuns. Ela conta que cuida dos netos, Maria Sofia Nunes, de cinco anos; e Kauan Inácio da Silva, de 13. Célia afirma que recebeu o kit com alimentos da alimentação escolar por cinco vezes, mas considera que os itens recebidos não são equivalentes à alimentação que as crianças recebiam durante as aulas presenciais.

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“O kit era composto por um macarrão, cuscuz, iogurte, bolacha e arroz. Mas você acha que esse kit dá para uma criança se alimentar durante o mês inteiro? Se na merenda escolar costuma ter sopa, comida com carne ou frango, por que que não vem esses alimentos no kit? As crianças merecem comer coisas boas”, relata.

A chefe de Saúde do Unicef no Brasil, Cristina Albuquerque, destaca a importância de ações emergenciais voltadas à garantia da alimentação de crianças e adolescentes, em especial aos que vivem em situação de vulnerabilidade. Nesse sentido, ela afirma que o País deve dar mais apoio a serviços que auxiliam ações voltadas à questão nutricional.

“Devemos focar nas famílias mais vulneráveis. Elas não podem ficar passando fome. Com isso, temos uma outra questão, que é os serviços da atenção primária à saúde voltarem a funcionar para monitorar as crianças dessas famílias, o estado nutricional e ajustar suas políticas. Isso é uma prioridade. Falar em acesso a alimento é falar em uma questão constitucional”, considera.

O presidente da Undime Nordeste, Alessio Costa Lima, entende que o poder público precisa dar uma atenção maior para esta questão, já que se trata de uma região que apresenta dificuldades socioeconômicas e concentra grande parte da população com menor poder aquisitivo e, consequentemente, detém crianças em situação de vulnerabilidade social.

“Considerando esse contexto específico e mais agravado na região Nordeste, de fato, a merenda escolar tem um papel importantíssimo para essas crianças, porque elas advêm de uma situação muito crítica, muito difícil de suas famílias, e, quando assistida de forma regular na escola, elas têm justamente uma forma de suprir as suas deficiências alimentares, devido a situação de vulnerabilidade em que se encontram”, considera.

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04/02/2021 00:00h

Em pesquisa, 54% das famílias declararam não terem recebido alimentação da escola

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Com a pandemia da Covid-19, os cuidados com a saúde exigiram mudanças no comportamento da sociedade, inclusive na maneira de trabalhar e estudar. Para atender às medidas preventivas à doença, as escolas deixaram de receber professores, alunos e funcionários presencialmente e passaram a oferecer um ensino remoto.

Com esta medida, alguns pontos entraram em discussão. Além de questionamentos sobre a disponibilidade de equipamentos eletrônicos e de internet para acesso às aulas, soma-se também o desafio do acesso à alimentação escolar para alunos da rede pública de ensino.  

Diante disso, as famílias passaram a receber kits com comidas da alimentação escolar destinados aos alunos. As compras são realizadas por meio Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), coordenado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). 

Apesar disso, uma pesquisa realizada pelo UNICEF aponta que mais da metade (54%) das pessoas que moram com crianças e adolescentes que estudam em escola pública, não receberam alimentação da escola durante o período de fechamento por causa da Covid-19.  Entre aqueles que recebem até 1 salário mínimo, 42% declarou não ter tido acesso à alimentação escolar durante a pandemia.

Morador de Tauá, município do sertão dos Inhamuns cearense, Antônio Gonçalves Neto, de 25 anos, foi um dos pais de família que chegou a receber alguns kits de alimentação escolar durante a pandemia. Ele conta que os filhos Pedro Lucas Gonçalves, de 5 anos, e Isabela Reis, de 12, estudam em escola pública, e tiveram acesso, por cinco ou seis vezes, a cestas contendo itens como leite, biscoito, frutas e arroz.

Mesmo achando que a quantidade de alimentos fornecidos não era grande, o auxiliar de almoxarifado de uma fábrica de calçados se diz satisfeito por receber os kits, principalmente por causa das dificuldades financeiras que a população está vivendo em meio a atual crise sanitária. “A gente recebe com muito carinho e gratidão”, disse.

“Acho interessante porque é um benefício a mais para o aprendizado da criança. Também é bom saber que estamos sendo lembrados pela escola. Agradeço muito por receber, é uma forma de ajuda que a gente tem do governo. Porque o momento que estamos passando é muito difícil e ninguém sabe como será o dia de amanhã”, pontua Antônio.

Apesar de famílias como a de Antônio Gonçalves terem recebido os kits da alimentação escolar, o quadro preocupa a chefe Saúde do UNICEF no Brasil, Cristina Albuquerque. A primeira rodada da pesquisa do UNICEF, realizada em julho de 2020, também aponta que 92% das famílias entrevistadas disseram não ter recebido doações de alimentos de forma alguma, seja por meio do governo ou de outras instituições.

“Essa é uma questão que mostra uma dificuldade de suprir a necessidade da fome dessas famílias. Também mostra que precisamos pensar em políticas públicas abrangentes para evitar esse tipo de situação em crise. Que não acontece somente na crise, mas que foi agravada durante a pandemia”, avalia.

Aulas presenciais

Na avaliação do presidente da Undime Região Nordeste, Alessio Costa Lima, as escolas fechadas causam um alerta, já que, segundo ele, os gestores públicos vão continuar com dificuldades para distribuir os kits de forma universal.

“Para não prejudicar o cardápio, no sentido de desfalcar determinados itens que, quando são distribuídos via escola, tem uma determinada per capta e quantidade, e quando vai ser feito uma distribuição via kits de alimentação escolar para ser entregue às famílias, já é outra forma de cálculo, é importante que sejam quantificados de forma adicional, possibilitando a entrega nos primeiros meses do ano, caso a situação volte a se regularizar”, orienta.

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 “Alguns municípios optam por fazer tomadas de preço da alimentação escolar para mais de um ano. Os entes que trabalham dessa forma têm maiores quantidades de itens para formar seus kits por um período de tempo maior. Mas, para os municípios que fazem tomada de preço para apenas um ano, ou outra forma de licitação levando em conta apenas o ano vigente, seria prudente prever um adicional, sobretudo de itens que compõe o kit de alimentação escolar”, aconselha.

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