Criança

14/09/2022 04:00h

Pais e responsáveis da cidade de Boa Vista, aproveitem a mobilização nas unidades de saúde do SUS para atualizar a caderneta de vacinas de seus filhos e protegê-los de doenças graves

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As unidades de saúde do SUS de todo o País já aplicaram mais de 3,6 milhões de doses da vacina contra a paralisia infantil, desde o começo da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação, iniciada no último dia 8 de agosto.

Em Boa Vista, são mais de 4 mil doses aplicadas contra a pólio. O dado preliminar é do painel montado pelo Ministério da Saúde, com base nas notificações feitas em tempo real por estados e municípios. O público-alvo é de 28 mil bebês e crianças menores de cinco anos. Exemplo a ser seguido por pais e responsáveis de todo o estado é o da Ivanez, que mora na cidade. Ela mantém a caderneta de vacinação dos quatro filhos atualizada. Para ela, vacinar também é uma forma de proteção coletiva.

“A importância de vacinar meus filhos é para proteger contra doenças potencialmente graves, para a proteção individual e coletiva. As vacinas salvam vidas! Portanto, vacine! Proteja o seu filho! A vacinação é um ato de amor e carinho!”

O objetivo da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, é vacinar 95% da população menor de cinco anos de idade. Além de reduzir o número de crianças e adolescentes menores de 15 anos que estão com vacinas atrasadas, com a Campanha da Multivacinação.
A infectologista Joana D’arc alerta: o Brasil apresenta redução nas coberturas vacinais, o que pode ser um risco para a população.

“Essa campanha é importante porque a gente tem tido uma redução muito grande do número de pessoas vacinadas no Brasil e isso faz com que a gente tenha risco de reintrodução de doenças, podendo ter surtos e epidemias de doenças já controladas. Vacinar é um gesto de amor porque a gente tem a certeza de que nossos filhos vão estar protegidos.”

POLIOMIELITE: Entenda os riscos de não vacinar as crianças

CADERNETA DE VACINAÇÃO: Pais devem manter documento atualizado

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação vai até o dia 30 de setembro nas unidades básicas. Para as crianças e adolescentes estão disponíveis as vacinas BCG; hepatite A, hepatite B; penta; pneumocócica 10-valente; pneumocócica 23-valente; poliomielite inativada (VIP) e poliomielite oral (VOP); rotavírus humano; meningocócica C (conjugada), meningocócica ACWY (conjugada); febre amarela; tríplice viral; tetraviral; tríplice bacteriana (DTP); dupla adulto (dT); varicela e HPV quadrivalente. 

Em Boa Vista, a mobilização acontece em todas as unidades básicas de saúde da capital, das sete e meia da manhã às cinco e meia da tarde.
A atualização da caderneta vacinal aumenta a proteção das crianças e adolescentes contra as doenças imunopreveníveis, evitando a ocorrência de surtos, hospitalizações e óbitos. Todos os imunizantes são seguros e estão registrados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa.

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14/09/2022 03:30h

Pais e responsáveis da cidade de Natal, aproveitem a mobilização nas unidades de saúde do SUS para atualizar a caderneta de vacinas de seus filhos e protegê-los de doenças graves

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As unidades de saúde do SUS de todo o País já aplicaram mais de 3,6 milhões de doses da vacina contra a paralisia infantil, desde o começo da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação, iniciada no último dia 8 de agosto.

Em Natal, são 5 mil doses aplicadas. O dado preliminar é do painel montado pelo Ministério da Saúde, com base nas notificações feitas em tempo real por estados e municípios.

O público-alvo é de cerca de 41 mil bebês e crianças menores de cinco anos. A Pétala Maria mora na cidade e acredita que a melhor forma de proteger sua filha de 2 anos contra a paralisia infantil é a vacinação. “É fundamental vacinar! Vacina é vida! Sou mãe de uma pequenininha e aconselho as minhas amigas e todo mundo a vacinar, sim! Isso é uma proteção e, como mãe, é o nosso dever proteger e cuidar de nossos filhos.”

O objetivo da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, é vacinar 95% da população menor de cinco anos de idade. Além de reduzir o número de crianças e adolescentes menores de 15 anos que estão com vacinas atrasadas, com a Campanha da Multivacinação.

A infectologista Joana D’arc alerta: o Brasil apresenta redução nas coberturas vacinais, o que pode ser um risco para a população. “Essa campanha é importante porque a gente tem tido uma redução muito grande do número de pessoas vacinadas no Brasil e isso faz com que a gente tenha risco de reintrodução de doenças, podendo ter surtos e epidemias de doenças já controladas. Vacinar é um gesto de amor porque a gente tem a certeza de que nossos filhos vão estar protegidos.”

POLIOMIELITE: Entenda os riscos de não vacinar as crianças

CADERNETA DE VACINAÇÃO: Pais devem manter documento atualizado

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação vai até o dia 30 de setembro nas unidades básicas. Para as crianças e adolescentes estão disponíveis as vacinas BCG; hepatite A, hepatite B; penta; pneumocócica 10-valente; pneumocócica 23-valente; poliomielite inativada (VIP) e poliomielite oral (VOP); rotavírus humano; meningocócica C (conjugada), meningocócica ACWY (conjugada); febre amarela; tríplice viral; tetraviral; tríplice bacteriana (DTP); dupla adulto (dT); varicela e HPV quadrivalente.

Em Natal, a mobilização acontece nas salas de vacina de todas as unidades básicas de saúde, sempre de segunda à sexta-feira, das oito da manhã às três e meia da tarde. O estado realizará o Dia D de vacinação no próximo sábado, dia 3 de setembro de 2022.

A atualização da caderneta vacinal aumenta a proteção das crianças e adolescentes contra as doenças imunopreveníveis, evitando a ocorrência de surtos, hospitalizações e óbitos. Todos os imunizantes são seguros e estão registrados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa.

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13/09/2022 04:00h

Meta da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite é vacinar 95% das crianças de 1 a quatro anos no estado. Para a Multivacinação a meta é atualizar a caderneta de vacinas de seus filhos e protegê-los de doenças graves

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Os pais e responsáveis por bebês, crianças e adolescentes menores de 15 anos de idade devem ficar atentos: a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação deste ano já começou. Na Bahia, a mobilização envolve as 3,9 mil unidades de saúde do SUS espalhadas pelos municípios do estado. São 18 vacinas do Calendário Nacional de Vacinação, do Programa Nacional de Imunizações, que previnem contra doenças como a Poliomielite, Sarampo, Rubéola, Caxumba, entre outras. 

A intenção é ampliar as coberturas vacinais das crianças e adolescentes. Em 2022, a cobertura vacinal da poliomielite, por exemplo, está em 48,6%, no estado. Já a cobertura da primeira dose da Tríplice Viral é de 51,4%. Os dados são do Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações.

A infectologista Ethel reforça: é fundamental ter altas coberturas vacinais para o controle das doenças imunopreveníveis. “O que significa atingirmos um percentual grande da população para faixa etária indicada para cada vacina. Em geral, a meta de vacinação está entre 90 e 95% do público-alvo a ser vacinado.”

O foco da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, é de  vacinar 95% da população menor de cinco anos de idade. Além de reduzir o número de crianças e adolescentes menores de 15 anos, não vacinados, que estão com vacinas atrasadas, com a Campanha de Multivacinação.

Ministério da Saúde realiza Dia D da Multivacinação com foco na poliomielite

Dia D de vacinação contra a pólio e de Multivacinação acontece neste sábado (20)

CADERNETA DE VACINAÇÃO: Pais devem manter documento atualizado

Sabendo dos riscos de não vacinar seu filho de 2 anos, a médica Fabia Santos, moradora da cidade de Pojuca, Região Metropolitana de Salvador, mantém a caderneta de vacinação do pequeno em dia. Para ela, os pais devem se informar sobre a importância desse ato. “Aos pais que têm receio, que têm medo de expor o filho a uma vacina, indico que leiam, que busquem informações em lugares de confiança. Não tem por que ter medo, ter receio de vacinar, sendo que a vacinação é uma proteção. A vacinação vai propiciar a essa criança um desenvolvimento saudável.”

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação vai até o dia 30 de setembro nas unidades básicas. Para as crianças e adolescentes estão disponíveis as vacinas BCG; hepatite A, hepatite B; penta; pneumocócica 10-valente; pneumocócica 23-valente; poliomielite inativada(VIP) e poliomielite oral(VOP); rotavírus humano; meningocócica C (conjugada), meningocócica ACWY (conjugada); febre amarela; tríplice viral; tetraviral; tríplice bacteriana (DTP); dupla adulto (dT); varicela e HPV quadrivalente. 

A atualização da caderneta vacinal aumenta a proteção das crianças e adolescentes contra as doenças imunopreveníveis, evitando a ocorrência de surtos, hospitalizações e óbitos. Todos os imunizantes são seguros e estão registrados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa.

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13/09/2022 03:00h

Pais e responsáveis do Paraná podem aproveitar a mobilização nas unidades de saúde do SUS para atualizar a caderneta de vacinas de seus filhos e protegê-los de doenças graves

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Os pais e responsáveis por bebês, crianças e adolescentes menores de 15 anos de idade devem ficar atentos: a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação deste ano já começou. No Paraná, a mobilização envolve as mais de 1,8 mil unidades de saúde do SUS espalhadas pelos municípios do estado. São 18 vacinas do Calendário Nacional de Vacinação, do Programa Nacional de Imunizações, que previnem doenças como a Poliomielite, Sarampo, Rubéola, Caxumba, entre outras. 

A intenção é ampliar as coberturas vacinais entre crianças e os adolescentes menores de 15 anos. Em 2022, a cobertura vacinal da poliomielite, por exemplo, está em 50,3%, no estado. Já a cobertura da primeira dose da Tríplice Viral é de 54%. Os dados são do DataSus. A infectologista Ethel reforça: é fundamental ter altas coberturas vacinais para o controle das doenças imunopreveníveis. 

“O que significa atingirmos um percentual grande da população para faixa etária indicada para cada vacina. Em geral, a meta de vacinação está entre 90 e 95% do público-alvo a ser vacinado.”

O foco da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite , também conhecida como paralisia infantil,  é de vacinar 95% da população menor de cinco anos de idade. Além de reduzir o número de crianças e adolescentes menores de 15 anos, não vacinadas, que estão com vacinas atrasadas, com a Campanha de Multivacinação.

Goiás registra cobertura vacinal de 72,3% contra a poliomielite em 2021

Ministério da Saúde realiza Dia D da Multivacinação com foco na poliomielite

Atenta à saúde dos dois filhos e preocupada com os casos de sarampo, a dona de casa paranaense Patrícia vai levar os pequenos ao posto de saúde para vacinar. A mãe conta que teve o cuidado em manter as cadernetas de vacinação dos pequenos em dia, mesmo durante a pandemia de Covid-19.  E a Patrícia traz um recado para todos os pais e responsáveis: “Vacinem! Vacinem, porque tem doenças que já estavam eliminadas no Brasil e podem voltar. Então, acho que tem que vacinar, sim! Para você proteger tanto o seu filho como as outras crianças”.

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação vai até o dia 30 de setembro nas unidades básicas de saúde. Para as crianças e adolescentes estão disponíveis as vacinas BCG; hepatite A, hepatite B; penta; pneumocócica 10-valente; pneumocócica 23-valente; poliomielite inativada(VIP) e poliomielite oral(VOP); rotavírus humano; meningocócica C (conjugada), meningocócica ACWY (conjugada); febre amarela; tríplice viral; tetraviral; tríplice bacteriana (DTP); dupla adulto (dT); varicela e HPV quadrivalente. 

A atualização da caderneta vacinal aumenta a proteção das crianças e adolescentes contra as doenças imunopreveníveis, evitando a ocorrência de surtos, hospitalizações e óbitos. Todos os imunizantes são seguros e estão registrados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa.

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13/09/2022 03:00h

A meta da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite é vacinar 95% das crianças de um a quatro anos no estado. Para a Multivacinação a meta é atualizar a caderneta de vacinas de seus filhos e protegê-los de doenças graves. Pais e responsáveis do Tocantins, aproveitem a mobilização nas unidades de saúde do SUS para atualizar a caderneta de vacinas de seus filhos e protegê-los de doenças graves.

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Os pais e responsáveis por bebês, crianças e adolescentes menores de 15 anos de idade devem ficar atentos: a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação deste ano já começou. No Tocantins, a mobilização envolve as mais de 400 unidades de saúde do SUS espalhadas pelos municípios do estado. São 18 vacinas do Calendário Nacional de Vacinação, do Programa Nacional de Imunizações, que previnem doenças como a poliomielite, sarampo, rubéola, caxumba, entre outras. 

A intenção é ampliar as coberturas vacinais para as crianças e os adolescentes menores de 15 anos. Em 2022, a cobertura vacinal da poliomielite, por exemplo, está em 61,9%, no estado. Já a cobertura da primeira dose da Tríplice Viral é de 55,4%. Dados parciais, disponíveis do Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações.

A infectologista Ethel reforça: é fundamental ter altas coberturas vacinais para o controle das doenças imunopreveníveis. “O que significa atingirmos um percentual grande da população para faixa etária indicada para cada vacina. Em geral, a meta de vacinação está entre 90 e 95% do público-alvo a ser vacinado.”

O foco da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, é vacinar 95% da população menor de cinco anos de idade. Além de reduzir o número de crianças e adolescentes menores de 15 anos, não vacinados e que estão com vacinas atrasadas, com a Campanha da Multivacinação. 

Moradora do município de Paranã, Samara faz questão de manter a caderneta de vacinação do filho atualizada. “Não deixo de levar meu filho [para vacinar] na data certa. O que eu aconselho às mães é que não deixem de levar seu filho, porque essas vacinas ajudam a criar anticorpos contra essas doenças Imunopreveníveis. Doenças estas, graves e que podem levar até à morte."

Ministério da Saúde realiza Dia D da Multivacinação com foco na poliomielite

CADERNETA DE VACINAÇÃO: Pais devem manter documento atualizado

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação vai até o dia 30 de setembro nas unidades básicas. Para as crianças e adolescentes estão disponíveis as vacinas BCG; hepatite A, hepatite B; penta; pneumocócica 10-valente; pneumocócica 23-valente; poliomielite inativada(VIP) e poliomielite oral(VOP); rotavírus humano; meningocócica C (conjugada), meningocócica ACWY (conjugada); febre amarela; tríplice viral; tetraviral; tríplice bacteriana (DTP); dupla adulto (dT); varicela e HPV quadrivalente. 

A atualização da caderneta vacinal aumenta a proteção das crianças e adolescentes contra as doenças imunopreveníveis, evitando a ocorrência de surtos, hospitalizações e óbitos. Todos os imunizantes são seguros e estão registrados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa.

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12/09/2022 04:00h

A meta da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite é vacinar 95% das crianças de um a quatro anos no estado. Para a Multivacinação a meta é atualizar a caderneta de vacinas de seus filhos e protegê-los de doenças graves. Pais e responsáveis da cidade de Manaus, aproveitem a mobilização nas unidades de saúde do SUS para atualizar a caderneta de vacinas de seus filhos e protegê-los de doenças graves.

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As unidades de saúde do SUS de todo o País já aplicaram mais de 4,6 milhões de doses da vacina contra a paralisia infantil, desde o começo da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação, iniciada no último dia 8 de agosto.

Em Manaus, são mais de 52 mil doses aplicadas. O dado preliminar é do painel disponibilizado pelo Ministério da Saúde, com base nas notificações feitas em tempo real por estados e municípios.

O público-alvo da vacinação contra a pólio na cidade é de 141 mil bebês e crianças menores de cinco anos. Na opinião da Yasmim, que se tornou mãe recentemente, vacinar seu pequeno de 5 meses contra a pólio é um ato de amor. “Para mim, vacinar o meu filho é um ato de amor, é um ato de responsabilidade, um ato de cuidado e uma forma de garantir um futuro mais saudável para ele.”

O objetivo da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, é vacinar 95% da população menor de cinco anos de idade. Além de reduzir o número de crianças e adolescentes menores de 15 anos que estão com vacinas atrasadas, com a Campanha da Multivacinação. Para esta faixa etária, a prefeitura de Manaus estima que o público-alvo seja de 648 mil pessoas.

A infectologista Joana D’arc alerta: o Brasil apresenta redução nas coberturas vacinais, o que pode ser um risco para a população. “Essa campanha é importante porque a gente tem tido uma redução muito grande do número de pessoas vacinadas no Brasil e isso faz com que a gente tenha risco de reintrodução de doenças, podendo ter surtos e epidemias de doenças já controladas. Vacinar é um gesto de amor porque a gente tem a certeza de que nossos filhos vão estar protegidos.”

CADERNETA DE VACINAÇÃO: Como e onde conseguir o documento

MULTIVACINAÇÃO: Conheça a estratégia de imunização do Ministério da Saúde

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação vai até o dia 30 de setembro nas unidades básicas. Para as crianças e adolescentes estão disponíveis as vacinas BCG; hepatite A, hepatite B; penta; pneumocócica 10-valente; pneumocócica 23-valente; poliomielite inativada (VIP) e poliomielite oral (VOP); rotavírus humano; meningocócica C (conjugada), meningocócica ACWY (conjugada); febre amarela; tríplice viral; tetraviral; tríplice bacteriana (DTP); dupla adulto (dT); varicela e HPV quadrivalente.  

Em Manaus, a mobilização acontece em 171 salas de vacina, distribuídas em todas as zonas geográficas da cidade. A vacinação aumenta a proteção das crianças e adolescentes contra as doenças imunopreveníveis, evitando a ocorrência de surtos, hospitalizações e óbitos. Todos os imunizantes são seguros e estão registrados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa.

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12/09/2022 03:30h

A meta da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite é vacinar 95% das crianças de um a quatro anos no estado. Para a Multivacinação a meta é atualizar a caderneta de vacinas de seus filhos e protegê-los de doenças graves. Pais e responsáveis de São Luís, aproveitem a mobilização nas unidades de saúde do SUS para atualizar a caderneta de vacinas de seus filhos e protegê-los de doenças graves

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As unidades de saúde do SUS de todo o País já aplicaram mais de 4,6 milhões de doses da vacina contra a paralisia infantil, desde o começo da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação, iniciada no último dia 8 de agosto.

Em São Luís, são 9,5 mil doses aplicadas. O dado preliminar é do painel disponibilizado pelo Ministério da Saúde, com base nas notificações feitas em tempo real por estados e municípios. O público-alvo da vacinação contra a pólio na cidade é de 41 mil bebês e crianças menores de cinco anos. 

O objetivo da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, é vacinar 95% da população menor de cinco anos de idade. Além de reduzir o número de crianças e adolescentes menores de 15 anos que estão com vacinas atrasadas, com a Campanha da Multivacinação.

A infectologista Joana D’arc alerta: o Brasil apresenta redução nas coberturas vacinais, o que pode ser um risco para a população. “Essa campanha é importante porque a gente tem tido uma redução muito grande do número de pessoas vacinadas no Brasil e isso faz com que a gente tenha risco de reintrodução de doenças, podendo ter surtos e epidemias de doenças já controladas. Vacinar é um gesto de amor porque a gente tem a certeza de que nossos filhos vão estar protegidos.” 

CADERNETA DE VACINAÇÃO: Como e onde conseguir o documento

MULTIVACINAÇÃO: Conheça a estratégia de imunização do Ministério da Saúde

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação vai até o dia 30 de setembro nas unidades básicas. Para as crianças e adolescentes estão disponíveis as vacinas BCG; hepatite A, hepatite B; penta; pneumocócica 10-valente; pneumocócica 23-valente; poliomielite inativada (VIP) e poliomielite oral (VOP); rotavírus humano; meningocócica C (conjugada), meningocócica ACWY (conjugada); febre amarela; tríplice viral; tetraviral; tríplice bacteriana (DTP); dupla adulto (dT); varicela e HPV quadrivalente. 

Em São Luís, a vacinação ocorre em mais de 50 pontos, das oito da manhã até as cinco da tarde. Um deles é o Centro de Saúde da Liberdade, que fica na Avenida Machado de Assis, S/N - Liberdade. 

A vacinação aumenta a proteção das crianças e adolescentes contra as doenças imunopreveníveis, evitando a ocorrência de surtos, hospitalizações e óbitos. Todos os imunizantes são seguros e estão registrados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa.

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12/09/2022 03:30h

A meta da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite é vacinar 95% das crianças de um a quatro anos no estado. Para a Multivacinação a meta é atualizar a caderneta de vacinas de seus filhos e protegê-los de doenças graves. Pais e responsáveis de Porto Alegre, aproveitem a mobilização nas unidades de saúde do SUS para atualizar a caderneta de vacinas de seus filhos e protegê-los de doenças graves

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As unidades de saúde do SUS de todo o País já aplicaram mais de 4,6 milhões de doses da vacina contra a paralisia infantil, desde o começo da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação, iniciada no último dia 8 de agosto.

Em Porto Alegre, são mais de 14 mil doses aplicadas. O dado preliminar é do painel disponibilizado pelo Ministério da Saúde, com base nas notificações feitas em tempo real por estados e municípios. O público-alvo da vacinação contra a pólio é de 66 mil bebês e crianças menores de cinco anos. De acordo com a prefeitura da cidade, somente no Dia D, ocorrido no dia 20 de agosto, foram aplicadas 6,4 mil doses contra a poliomielite.

O objetivo da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, é vacinar 95% da população menor de cinco anos de idade. Além de reduzir o número de crianças e adolescentes menores de 15 anos que estão com vacinas atrasadas, com a Campanha da Multivacinação.

CADERNETA DE VACINAÇÃO: Como e onde conseguir o documento

MULTIVACINAÇÃO: Conheça a estratégia de imunização do Ministério da Saúde

A infectologista Joana D’arc alerta: o Brasil apresenta redução nas coberturas vacinais, o que pode ser um risco para a população. “Essa campanha é importante porque a gente tem tido uma redução muito grande do número de pessoas vacinadas no Brasil e isso faz com que a gente tenha risco de reintrodução de doenças, podendo ter surtos e epidemias de doenças já controladas. Vacinar é um gesto de amor porque a gente tem a certeza de que nossos filhos vão estar protegidos.”

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação vai até o dia 30 de setembro nas unidades básicas. Para as crianças e adolescentes estão disponíveis as vacinas BCG; hepatite A, hepatite B; penta; pneumocócica 10-valente; pneumocócica 23-valente; poliomielite inativada (VIP) e poliomielite oral (VOP); rotavírus humano; meningocócica C (conjugada), meningocócica ACWY (conjugada); febre amarela; tríplice viral; tetraviral; tríplice bacteriana (DTP); dupla adulto (dT); varicela e HPV quadrivalente. 

Em Porto Alegre, a mobilização acontece nas 123 unidades de saúde.  A vacinação aumenta a proteção das crianças e adolescentes contra as doenças imunopreveníveis, evitando a ocorrência de surtos, hospitalizações e óbitos. Todos os imunizantes são seguros e estão registrados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa.

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10/06/2022 04:30h

A doença é causada por vários fatores e o tratamento envolve múltiplos profissionais, além da atuação de pais e responsáveis. Estudo mostra que 7% das crianças brasileiras menores de cinco anos estão com excesso de peso e 3% estão obesas

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O Estudo Nacional de Alimentação e Nutrição Infantil (Enani), do Ministério da Saúde, revelou que 7% das crianças brasileiras menores de cinco anos estão com excesso de peso e 3% estão obesas. Os indicadores já apontavam o aumento da obesidade infantil nos últimos anos, mas as restrições impostas pela pandemia pioraram a situação. 

A Organização Mundial da Saúde - OMS, classifica a obesidade de três formas: quando o Índice de Massa Corporal - IMC é maior que 25 kg/m2, a pessoa está com sobrepeso, quando alcança 30 kg/m2 ela é considerado obesa e a partir de 40 Kg/m2 ela alcança a obesidade mórbida, também conhecida como de grau III.

A nutricionista e especialista em nutrição materno-infantil, Larissa Paixão, explica que a doença é crônica e que não surge de um dia para o outro. Além disso, a má alimentação não é a única causa. “A obesidade infantil é o resultado da somatória de fatores psicossociais, ambientais e fisiológicos. Portanto, sintomas como ansiedade, estresse e depressão, podem ser o gatilho para o seu desenvolvimento ou surgir como consequência dessas patologias”, alertou a especialista. 

Quando associado ao sedentarismo, o consumo frequente e exagerado de produtos ultraprocessados, como biscoitos, refrigerantes e achocolatados, contribui para que o quadro de obesidade se desenvolva. Esses alimentos possuem grande aporte energético, ou seja, alto nível de calorias, e baixa disponibilidade de nutrientes, o que leva o organismo a sofrer adaptações metabólicas e engordar.

A endocrinologista da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Regional São Paulo - SBEM-SP, Cristiane Kochi, afirma que a obesidade infantil tem um impacto físico e emocional importante e destaca que essas crianças já apresentam risco de aumento da pressão arterial, diabetes, aumento da gordura no sangue e alterações ortopédicas. 
A médica afirma que é fundamental o esclarecimento da população e das autoridades. “A gente precisa ter uma reeducação populacional sobre obesidade infantil, a prevenção, o tratamento e sobre a orientação alimentar", complementou a especialista.

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Sociedade Brasileira de Pediatria alerta para riscos de ‘drogas digitais’

Como evitar a obesidade infantil

A primeira orientação, destacada pela nutricionista, para evitar que as crianças engordem é não oferecer alimentos que possuem carboidratos refinados, como pães brancos, bolos com coberturas, biscoitos industrializados, bebidas açucaradas, doces, balinhas, pirulitos e guloseimas. Além disso, ela indica que os responsáveis estabeleçam horários pré-determinados para as crianças realizarem as refeições com calma, uma vez que comer com pressa não gera os mecanismos necessários de saciedade. 

Outra dica é sempre dar preferência aos alimentos integrais, uma vez que contêm mais fibras ajudando no controle da absorção de açúcar. “Ofereça alimentos sem adição de adoçantes e açúcares de qualquer espécie. O paladar infantil é muito sensível a doces e precisa ser amadurecido com a exposição a outros sabores como o azedo, o adstringente e até o amargo”, complementou a nutricionista.

Quando questionada se proibir estes alimentos é o caminho para evitar a obesidade infantil, a nutricionista afirma que não, mas é preciso restringir. “Mudança de hábito nunca será sinônimo de proibição, mas de formação de consciência. Fora de casa, aos finais de semana, em um restaurante, existirão muitas opções de alimentos que você, provavelmente, não expõe em casa. Muitas vezes, mesmo tendo acesso a esses alimentos, a criança consumirá em porções menores, com consciência de que aquilo não faz parte da sua rotina” orientou Larissa.

Além disso, a especialista destacou que sempre que procurada por famílias para tratar a obesidade infantil, a orientação é simples: “Se você deseja que seu filho coma alimentos mais saudáveis, tenha estes alimentos disponíveis em casa” e conclui “planejar o cardápio da semana e ir às compras com uma lista pré-estabelecida auxilia a ter ingredientes, alimentos e produtos saudáveis em casa, o que previne a doença”. 

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17/04/2022 03:40h

Uso prolongado de fones pode causar problemas auditivos e neurológicos em crianças e adolescentes

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Um ruído repetitivo, que deve ser ouvido com fones em alto volume, cuja duração média é de 30 minutos. A diferença de frequências entre os lados esquerdo e direito, chamado de som binaural, promete alterar as ondas cerebrais, o que pode causar diferentes sensações no usuário. Essa é uma explicação reduzida da prática de escuta que tem sido chamada de “droga digital”. 

A experiência tem se difundido pela internet. A plataforma que oferece os áudios tem quase 200 mil seguidores nas redes sociais e mais de 50 mil downloads na Google Store. O usuário precisa comprar o aplicativo para baixar em seu celular. Para ter acesso a todos os áudios, ainda é necessário desembolsar valores adicionais. 

O DJ Italo Guimarães (25) conta que experimentou a plataforma quando ainda era adolescente. “Eu deitei no meu quarto, vendei os olhos, coloquei o fone no máximo, encontrei a posição. Fiz tudo que eles estavam indicando para a gente a fazer, mas não cheguei a dar um barato”, relata. A opinião sobre a eficácia dos áudios para alterar estados emocionais é contraditória. Enquanto alguns usuários relatam ter percebido mudanças ocorridas a partir da escuta, outros são categóricos em dizer que não passa de placebo e efeito sugestionado. 

A despeito dos efeitos causados, a popularização do uso das drogas digitais tem preocupado a comunidade médica, especialmente em crianças e adolescentes. Por isso, a Sociedade Brasileira de Pediatria publicou uma nota técnica alertando para o risco do consumo de drogas digitais e os danos neurais e auditivos que podem causar. 

“A capacidade do cérebro para crescer, desenvolver e alterar a sua estrutura em função da estimulação externa é denominada como neuroplasticidade. A audição é um sentido da percepção fundamental para o desenvolvimento da linguagem oral e escrita e do aprendizado dos conceitos e das relações sociais. A estimulação exagerada e contínua pode ocasionar a perda da neuroplasticidade e assim, afetar as conexões necessárias para o desenvolvimento cerebral e mental saudável”, alerta a nota. 

A coordenadora do Grupo de Trabalho Saúde Digital da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), dra. Evelyn Eisenstein, argumenta que muitas vezes os pais não sabem o que os filhos estão fazendo no quarto. “Muitas vezes estão vendo nas telas conteúdos inapropriados e, nesse caso, áudios inapropriados. Então, é importante sempre prestar atenção na intensidade do som. Nada ultrapassando 60 e no máximo 70 decibéis para crianças e adolescentes. 

Mais da metade dos brasileiros está acima do peso

SUS: Equipes municipais são capacitadas para garantir mais recursos federais

Limites 

Especialista em atendimento de adolescentes, a psicóloga Raquel Tezelli alerta para a importância de se impor limites no uso de telas, especialmente porque os dispositivos podem ser levados a qualquer lugar e podem facilmente se tornar um vício. “O celular deixou de ser apenas pra fazer uma ligação ou pra receber uma mensagem. Hoje em dia ele é ferramenta de estudo, é ferramenta de trabalho, é ferramenta mesmo das relações sociais dos adolescentes, dos pré-adolescentes”, pondera. 

Para a psicóloga é preciso ficar atento a sinais que indicam o vício a partir do comprometimento social, da higienização e da alimentação. Muitas vezes, o jovem deixa de tomar banho ou escovar os dentes para permanecer na internet. Deixa de se alimentar ou dormir. “ Ele não sai mais do seu quarto para interagir com as pessoas e prejudica a que são as necessidades básicas”, alerta Tezelli. 

A pediatra Evelyn Eisenstein recomenda que os responsáveis fiquem atentos aos sinais de entendimento na comunicação, como o uso de expressões como o “o que?” ou “hein?”. "Existem vários estudos indicando o aumento dos problemas auditivos em crianças e adolescentes”, alerta. Ela recomenda que crianças abaixo de dez anos não devem ficar mais do que uma hora em celulares ou tablets. Já os adolescentes podem ficar no máximo 3 horas diárias. 

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Brasil 61