Criança

Dr. Ajuda
27/01/2023 17:00h

Neste episódio o pediatra Marcos J. Ozaki dará mais informações sobre o assunto e como identificar o problema.

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Você sabe que são as cólicas intestinais pode causar choro contínuo em bebês? Neste episódio o pediatra Marcos J. Ozaki dá dicas de como identificar o problema.

A cólica é definida por alguns aspectos, sendo eles:

  • Crises de choro que duram mais de 3h por dia, 3x por semana e continuam por 3 ou mais semanas seguidas. Na maioria dos casos as cólicas têm início de 2 semanas a 6 meses de vida do bebê. 
  • A principal causa de cólica em bebês deve-se ao fato de que o aparelho digestivo do bebê ao nascer ainda não está completamente maduro.

Principais sinais e sintomas:

  • Flexão e extensão dos membros superiores e inferiores
  • Expressão de dor
  • Flatulência
  • Barriga inchada
  • Crises de choro

Todos esses sintomas são súbitos, podem ocorrer de repente. Na grande maioria dos casos de cólicas tendem a melhorar espontaneamente à medida que a criança cresce.

Para saber mais, assista ao vídeo do canal Dr. Ajuda. 

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Dr. Ajuda
17/01/2023 17:00h

Neste episódio a Dra. Fernando Doreto dá mais detalhes sobre o assunto

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Você sabe se o seu filho está crescendo como deveria? Neste episódio a Dra. Fernando Doreto dá mais detalhes sobre o assunto.

Na pediatria é usado algo chamado curva de crescimento para avaliar as crianças, nesta curva o peso e a altura da criança é colocado de acordo com a idade dela. 

Estas curvas são elaboradas por trabalhos científicos que avaliam centenas de crianças e determinam uma variação considerada como normal. O padrão de crescimento feminino e masculino são diferentes, portanto, não se deve comparar meninos e meninas de forma nenhuma. 

Existe uma variação de peso e altura que é considerado normal para cada idade, quer dizer que crianças da mesma idade com pesos e alturas diferentes podem estar todas normais. Além disso, mais importante que o ponto da curva onde a criança se encontra naquele momento é como está o padrão de crescimento dela ao longo do tempo, ou seja, se a velocidade com a qual ela ganha peso e altura, se está dentro do normal, por isso é tão importante o acompanhamento de um pediatra com frequência.

Por que meu filho parece estar emagrecendo? 

É importante perceber que a velocidade de crescimento varia de acordo com as faixas etárias, bebês nos primeiros meses ganham 1kg por mês, enquanto crianças de 4-5 anos podem passar bastante tempo sem ganhar uma grama. 

Não é normal emagrecer sem motivo ou necessidade, mas muitas vezes a sensação de “estar emagrecendo” tem a ver com um ganho de altura repentino e não perda de peso, por exemplo, bebês tem as “dobrinhas” que somem após 1 ano e meio de idade, pois passam a ganhar mais altura que peso. Estas mudanças na proporção de peso e altura são esperadas. 

Questões importantes sobre o crescimento das crianças

  • Uma criança acima do peso não é uma criança saudável, obesidade infantil é um sério problema de saúde pública e tem consequências seríssimas na vida adulta.
  • Rotular a criança de magrelo ou mesmo de gordo só pelo julgamento do olhar, pode ter um impacto muito negativo na autoestima dela. 

Mantenha o acompanhamento de rotina de seu filho com o pediatra, assim você poderá ter certeza se está tudo certo com o crescimento do seu filho.

Para saber mais, assista ao vídeo no canal Dr. Ajuda. 

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10/01/2023 13:20h

Apesar desse cenário, onze estados ainda apontam para crescimento da incidência da doença, nas últimas seis semanas

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O último boletim InfoGripe da Fiocruz que aponta para uma queda da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) na população adulta. De acordo com os dados divulgados, o número de casos registrados pode ter diminuído por conta da incidência de SRAG de Covid-19, principalmente no Sudeste do país. Apesar desse cenário, 11 estados ainda apontam para crescimento nas últimas seis semanas. São eles: Acre, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Piauí, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima e Tocantins.

A infectologista Rosana Richtmann conta que existem duas explicações para a incidência e a queda dos casos. Segundo ela, uma das causas está relacionada ao fato de o vírus circula em épocas diferentes no Brasil. Já a outra, é que a vigilância e notificação dos casos não é homogênea por parte da população. “A SRAG varia conforme o momento epidemiológico e sazonalidade no nosso país. Ou seja, em diferentes regiões e momentos, nós temos diferentes circulações do vírus”, destaca.  

Rosana explica, ainda, que os casos na população infantil não têm apresentado uma queda. Isso pode ocorrer porque o vírus existente nas crianças pode ser transmitido por um período maior de tempo. Por isso, ela ressalta a importância da vacinação na faixa etária infantil. Segundo a especialista, isso evita a contração e casos mais graves. 

De acordo com a Fiocruz, aas crianças de 0 a 4 anos, o vírus mantém presença expressiva especialmente em São Paulo, Distrito Federal e nos estados do Sul do país. Há também um registro de aumento da presença desse vírus nas crianças do Espírito Santo, Minas Gerais e Roraima.

Apesar de circulação do vírus ser diferente em cada região, dependendo inclusive do período, os cuidados para evitar a propagação é o mesmo em todos os estados: vacinação da gripe atualizada, ou seja, uma vez ao ano, em especial os grupos mais vulneráveis e de riscos; higienização adequada das mãos e, se possível, evitar aglomerações. 

Caso a infecção do vírus aconteça, a médica infectologista recomenda que os pacientes procurem tratamentos adequados: “Existe hoje um tratamento precoce que deve se começado o quanto antes para evitar que se tenha um quadro mais grave”, considera.  

O mais importante em casos de infecções gripais é não expor as outras pessoas e ficar em repousos nos primeiros dias dos vírus, além de usar máscara para evitar o contagio. 
 

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Dr. Ajuda
28/12/2022 17:00h

Neste episódio a Dra. Anna Domingues dá mais detalhes sobre o assunto

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Você conhece alguém que tenha síndrome de Down? E se descobrir que seu filho tem síndrome de Down, o que você deve fazer? Neste episódio a Dra. Anna Domingues dá mais detalhes sobre o assunto.

Algumas famílias descobrem antes do bebê nascer, ainda durante a gestação, enquanto outras descobrem somente após o nascimento. Infelizmente, ainda é muito comum no Brasil que o diagnóstico aconteça no pós-parto. Cerca de 40 a 60% dos diagnósticos dos bebês com síndrome de Down acontecem após o nascimento. Alguns motivos para tanta dificuldade em fazer o diagnóstico são a diferença da qualidade do pré-natal e dos exames realizados, além de que nem sempre todos têm acesso aos exames necessários. 

O diagnóstico pode ser feito antes ou depois do nascimento. Vamos começar com o diagnóstico feito ainda na gestação. 

Existem alguns exames capazes de detectar essa alteração. Os 3 principais são:

  1. O primeiro que deve ser solicitado sempre, é o ultrassom morfológico do primeiro trimestre. Neste exame são realizadas algumas medidas no bebê, como comprimento da região da nuca (a translucência nucal), tamanho de ossos da perna e do braço, entre outros. Um complemento a este exame são alguns hormônios que podem ser dosados no sangue da mãe na mesma época do exame e, a partir destes dados, é calculada uma taxa de risco para alterações cromossômicas. Estes exames não dão o diagnóstico propriamente dito, mas eles avaliam a chance de o bebê ter síndrome de Down. Estes dois exames juntos, quando bem-feitos, podem detectar até 85% dos casos de Síndrome de Down.
  2. NIPT, um exame mais exato que detecta, em células placentárias que circulam no sangue da mãe, a presença de alterações cromossômicas. A placenta e o bebê têm a mesma composição genética e, por isso, esse exame tem a precisão superior a 99%.
  3. Amniocentese, ou seja, uma punção da barriga da mãe para coletar material direto do bebê e analisar a presença de alterações. Esse procedimento envolve maiores riscos, como sangramentos, e pode chegar até a causar óbito do bebê, mas é muito raro. Esse exame é o único capaz de dar 100% de certeza do diagnóstico. 

Quando existe a possibilidade de se fazer o diagnóstico, é importante entender qual a probabilidade dele se confirmar e, caso a família conclua que quer e pode prosseguir com a investigação, se existe outro exame indicado. Muitos destes exames não são oferecidos pelo SUS, e mesmo na rede particular muitos convênios não cobrem. Como os valores podem ser altos, é importante informar as famílias das possibilidades para que, assim, elas decidam o que querem fazer dentro da realidade delas.

O que fazer ao descobrir a possibilidade do bebê ter síndrome de Down? Aspectos importantes: exames, informação e culpa.

  • Exames: em primeiro lugar é importante realizar o ecocardiograma fetal, a partir de 25 semanas de gestação. Metade dos bebês com síndrome de Down possuem algum problema cardíaco e, apesar de ser imprescindível a realização desse exame após o nascimento, se já soubermos algumas alterações antes, a mãe e o bebê podem procurar serviço especializado para que ele nasça em condições de maior segurança.

  • Informação: A informação tranquiliza e instrumentaliza, mas somente quando direcionada de modo correto. Há diversas instituições, desde públicas a particulares, e até mesmo ONGs engajadas em compartilhar dados reais. Também existem projetos que unem famílias passando por situações semelhantes para compartilhar experiências. A riqueza desta troca é imensurável. 
     
  • Culpa: Muitas mães sentem imensa culpa misturada com tristeza ao receber essa notícia. Jamais devemos julgar como cada uma lida com determinada situação e o impacto destes sentimentos. Além disso, a duração dessas emoções varia de pessoa para pessoa.

Diagnóstico confirmado após o nascimento

Algumas investigações também precisarão ser feitas no bebê após o nascimento. Elas fazem parte do rastreamento que todo bebê com síndrome de Down deve fazer, em busca de doenças associadas com a síndrome. 

Que exames são esses? 

  1. Todos os bebês devem realizar o ecocardiograma, buscando alterações no coração, que são bastante frequentes. 
  2. Coleta de sangue 
  3. Avaliações específicas, como oftalmologia, e ultrassonografia de abdômen e crânio.

Essas pesquisas, quando feitas precocemente, permitem a detecção de doenças sem que haja grandes prejuízos e a realização de intervenção precoce. 

Para saber mais, assista ao vídeo no canal Dr. Ajuda no Youtube. 

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Saúde
06/12/2022 04:30h

Sudeste e Nordeste concentram as estimativas mais altas de incidência da doença, segundo o Instituto Nacional do Câncer

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Câncer mais frequente entre o público infanto-juvenil, segundo especialistas, a leucemia tem estimativa de mais de 11 mil casos no Brasil entre 2023 e 2025, segundo informações da publicação Estimativa 2023 – Incidência de Câncer no Brasil, lançada pelo Instituto Nacional do Câncer (INCA). A publicação é a principal ferramenta de planejamento e gestão na área oncológica no Brasil.

O câncer que acomete crianças e adolescentes se origina em células primitivas, chamadas embrionárias, diferente do câncer que atinge adultos. “Em geral, os tumores de células embrionárias têm uma capacidade maior de respostas à quimioterapia. Em crianças, em quase a totalidade, vamos precisar combinar quimioterapia, cirurgia, e, menos possivelmente, a radioterapia. Os tumores pediátricos têm menos relação com hábitos de vida e exposição a fatores ambientais _ o que é evidente como fator de risco para desenvolvimento de câncer em adultos”, explica o presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica (SOBOP), Neviçolino Pereira de Carvalho Filho. 

No cenário entre as regiões brasileiras, o Sudeste, com 4.610/100 mil habitantes, e Nordeste, com taxa de 3.300/100 mil habitantes, são os locais com maiores estimativas no país. Na sequência, aparecem Sul (2.190), Norte (790) e Centro-Oeste (650). 

Já entre os estados, a estimativa mais alta de incidência de leucemia está no Ceará (8,39 casos para 100 mil habitantes), seguido por Santa Catarina (8,04) e Rio de Janeiro (6,48). Na outra ponta, no locais com menores incidências previstas, estão Goiás (1,91 casos para cada 100 mil habitantes), Tocantins (3,00) e Roraima (3,42). 

Segundo o INCA, o cálculo dessas estimativas de câncer utiliza as bases de dados de incidência (casos novos), provenientes dos Registros de Câncer de Base Populacional (RCBP) e dos óbitos, do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). A partir da relação entre incidência e mortalidade, modelos estatísticos são utilizados para definir a melhor predição.

Sinais do câncer infanto-juvenil

Os sinais e sintomas do câncer entre crianças e adolescentes são muito semelhantes a doenças próprias da infância, como febre, perda de peso, cansaço, vômitos, aumento do volume abdominal, tosse e dor de cabeça, por exemplo. 

“Para fazer o diagnóstico, para o médico conseguir identificar que isso é um câncer e não uma doença comum, ele precisa ter tido algum tipo de contato, de conhecimento nessa área, ou então fica muito difícil diferenciar”, diz Mônica Cypriano, diretora médica assistencial do Hospital do Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer (GRAACC).

Sobre as orientações para pais e responsáveis, a recomendação, segundo Cypriano, é     levar a criança ao pediatra assim que surgir algo que indique alteração do estado de saúde estável. “Mesmo que o pediatra não acerte da primeira vez, já que é difícil fazer o diagnóstico diferencial porque os sintomas se parecem bastante com doenças próprias da infância, procure novamente, de preferência o mesmo profissional. Porque se os pais procurarem três ou quatro pediatras diferentes, todos vão pensar no que é mais comum_ e não no que é mais raro, que é o caso do câncer”, conclui. 

Veja aqui a Estimativa 2023 – Incidência de Câncer no Brasil.

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28/10/2022 18:50h

Outros imunizantes, como o da gripe, também já estão sendo aprovados pela Anvisa para 2023

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Já chegou ao Brasil o primeiro lote de vacinas contra a Covid-19 para crianças com comorbidades na faixa etária de 6 meses a 3 anos. Ao todo, 1 milhão de doses produzidas pela Pfizer foram autorizadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) 

A remessa ainda será analisada pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS), onde passará pelo controle de qualidade. A partir da próxima segunda-feira, o Ministério da Saúde vai divulgar, por meio de nota técnica, as orientações para aplicação, público-alvo e distribuição das vacinas por estado e para o Distrito Federal. 

Este primeiro lote será exclusivo  para crianças com comorbidades, mas já cria nos pais uma expectativa quanto à vacinação de todos os pequenos na mesma faixa etária. A administradora Vanessa Valadares é mãe da Elis Maria, de 2 anos e 4 meses. Ela nasceu no auge da pandemia, em 2020. Desde que recebeu a primeira dose, a mãe sonha com o dia em que a filha também vai ser imunizada.

“Nesse momento, receber essa notícia da chegada da vacina para menores de três anos é um sentimento de alívio. Com certeza, assim que possível, a Elis vai estar nas primeiras filas para ter o direito dela à vida, o direito dela à proteção, a poder andar segura nos lugares diante de uma doença tão contagiosa e letal. 

Amamentação pode reduzir o risco de câncer de mama

Queda nas taxas de vacinação pode trazer doenças erradicadas de volta

Vacina da gripe 2023

Além da chegada das doses de Covid pediátrica, a Anvisa aprovou a composição das vacinas contra Influenza a serem usadas no Brasil no ano que vem. A mudança da composição das cepas das vacinas de influenza é fundamental para que o imunizante continue eficiente, já que os vírus sofrem mutações e se adaptam com o passar do tempo. 

Para aumentar a eficiência da vacina, a Organização Mundial da Saúde (OMS) analisa todos os subtipos de vírus de gripe em circulação com maior intensidade e, assim, define como será a produção das doses. A infectologista Joana D`arc Gonçalves, explica como será a vacina disponível no ano que vem. 

"O que está circulando na Europa agora, os vírus que circulam lá, são os vírus que vão nos infectar aqui no inverno. Então, a vacina que a gente vai começar a campanha no ano que vem já é uma vacina que vai proteger contra essas cepas que estão circulando nos locais onde agora é inverno", esclarece a médica.  

Infecções respiratórias 

De acordo com o último Boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz, o vírus Influenza A foi responsável por 24,6 % dos casos de doenças respiratórias nas últimas quatro semanas. Já o vírus da Covid-19 causou 26,4% das doenças no mesmo período. 

O estado de São Paulo e o Distrito Federal registraram o maior volume absoluto de positivos para influenza nas últimas semanas, e servem de alerta para outros estados, já que possuem grande fluxo interestadual de passageiros. 

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14/09/2022 04:00h

Pais e responsáveis da cidade de Boa Vista, aproveitem a mobilização nas unidades de saúde do SUS para atualizar a caderneta de vacinas de seus filhos e protegê-los de doenças graves

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As unidades de saúde do SUS de todo o País já aplicaram mais de 3,6 milhões de doses da vacina contra a paralisia infantil, desde o começo da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação, iniciada no último dia 8 de agosto.

Em Boa Vista, são mais de 4 mil doses aplicadas contra a pólio. O dado preliminar é do painel montado pelo Ministério da Saúde, com base nas notificações feitas em tempo real por estados e municípios. O público-alvo é de 28 mil bebês e crianças menores de cinco anos. Exemplo a ser seguido por pais e responsáveis de todo o estado é o da Ivanez, que mora na cidade. Ela mantém a caderneta de vacinação dos quatro filhos atualizada. Para ela, vacinar também é uma forma de proteção coletiva.

“A importância de vacinar meus filhos é para proteger contra doenças potencialmente graves, para a proteção individual e coletiva. As vacinas salvam vidas! Portanto, vacine! Proteja o seu filho! A vacinação é um ato de amor e carinho!”

O objetivo da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, é vacinar 95% da população menor de cinco anos de idade. Além de reduzir o número de crianças e adolescentes menores de 15 anos que estão com vacinas atrasadas, com a Campanha da Multivacinação.
A infectologista Joana D’arc alerta: o Brasil apresenta redução nas coberturas vacinais, o que pode ser um risco para a população.

“Essa campanha é importante porque a gente tem tido uma redução muito grande do número de pessoas vacinadas no Brasil e isso faz com que a gente tenha risco de reintrodução de doenças, podendo ter surtos e epidemias de doenças já controladas. Vacinar é um gesto de amor porque a gente tem a certeza de que nossos filhos vão estar protegidos.”

POLIOMIELITE: Entenda os riscos de não vacinar as crianças

CADERNETA DE VACINAÇÃO: Pais devem manter documento atualizado

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação vai até o dia 30 de setembro nas unidades básicas. Para as crianças e adolescentes estão disponíveis as vacinas BCG; hepatite A, hepatite B; penta; pneumocócica 10-valente; pneumocócica 23-valente; poliomielite inativada (VIP) e poliomielite oral (VOP); rotavírus humano; meningocócica C (conjugada), meningocócica ACWY (conjugada); febre amarela; tríplice viral; tetraviral; tríplice bacteriana (DTP); dupla adulto (dT); varicela e HPV quadrivalente. 

Em Boa Vista, a mobilização acontece em todas as unidades básicas de saúde da capital, das sete e meia da manhã às cinco e meia da tarde.
A atualização da caderneta vacinal aumenta a proteção das crianças e adolescentes contra as doenças imunopreveníveis, evitando a ocorrência de surtos, hospitalizações e óbitos. Todos os imunizantes são seguros e estão registrados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa.

Saiba mais:

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14/09/2022 03:30h

Pais e responsáveis da cidade de Natal, aproveitem a mobilização nas unidades de saúde do SUS para atualizar a caderneta de vacinas de seus filhos e protegê-los de doenças graves

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As unidades de saúde do SUS de todo o País já aplicaram mais de 3,6 milhões de doses da vacina contra a paralisia infantil, desde o começo da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação, iniciada no último dia 8 de agosto.

Em Natal, são 5 mil doses aplicadas. O dado preliminar é do painel montado pelo Ministério da Saúde, com base nas notificações feitas em tempo real por estados e municípios.

O público-alvo é de cerca de 41 mil bebês e crianças menores de cinco anos. A Pétala Maria mora na cidade e acredita que a melhor forma de proteger sua filha de 2 anos contra a paralisia infantil é a vacinação. “É fundamental vacinar! Vacina é vida! Sou mãe de uma pequenininha e aconselho as minhas amigas e todo mundo a vacinar, sim! Isso é uma proteção e, como mãe, é o nosso dever proteger e cuidar de nossos filhos.”

O objetivo da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, é vacinar 95% da população menor de cinco anos de idade. Além de reduzir o número de crianças e adolescentes menores de 15 anos que estão com vacinas atrasadas, com a Campanha da Multivacinação.

A infectologista Joana D’arc alerta: o Brasil apresenta redução nas coberturas vacinais, o que pode ser um risco para a população. “Essa campanha é importante porque a gente tem tido uma redução muito grande do número de pessoas vacinadas no Brasil e isso faz com que a gente tenha risco de reintrodução de doenças, podendo ter surtos e epidemias de doenças já controladas. Vacinar é um gesto de amor porque a gente tem a certeza de que nossos filhos vão estar protegidos.”

POLIOMIELITE: Entenda os riscos de não vacinar as crianças

CADERNETA DE VACINAÇÃO: Pais devem manter documento atualizado

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação vai até o dia 30 de setembro nas unidades básicas. Para as crianças e adolescentes estão disponíveis as vacinas BCG; hepatite A, hepatite B; penta; pneumocócica 10-valente; pneumocócica 23-valente; poliomielite inativada (VIP) e poliomielite oral (VOP); rotavírus humano; meningocócica C (conjugada), meningocócica ACWY (conjugada); febre amarela; tríplice viral; tetraviral; tríplice bacteriana (DTP); dupla adulto (dT); varicela e HPV quadrivalente.

Em Natal, a mobilização acontece nas salas de vacina de todas as unidades básicas de saúde, sempre de segunda à sexta-feira, das oito da manhã às três e meia da tarde. O estado realizará o Dia D de vacinação no próximo sábado, dia 3 de setembro de 2022.

A atualização da caderneta vacinal aumenta a proteção das crianças e adolescentes contra as doenças imunopreveníveis, evitando a ocorrência de surtos, hospitalizações e óbitos. Todos os imunizantes são seguros e estão registrados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa.

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13/09/2022 04:00h

Meta da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite é vacinar 95% das crianças de 1 a quatro anos no estado. Para a Multivacinação a meta é atualizar a caderneta de vacinas de seus filhos e protegê-los de doenças graves

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Os pais e responsáveis por bebês, crianças e adolescentes menores de 15 anos de idade devem ficar atentos: a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação deste ano já começou. Na Bahia, a mobilização envolve as 3,9 mil unidades de saúde do SUS espalhadas pelos municípios do estado. São 18 vacinas do Calendário Nacional de Vacinação, do Programa Nacional de Imunizações, que previnem contra doenças como a Poliomielite, Sarampo, Rubéola, Caxumba, entre outras. 

A intenção é ampliar as coberturas vacinais das crianças e adolescentes. Em 2022, a cobertura vacinal da poliomielite, por exemplo, está em 48,6%, no estado. Já a cobertura da primeira dose da Tríplice Viral é de 51,4%. Os dados são do Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações.

A infectologista Ethel reforça: é fundamental ter altas coberturas vacinais para o controle das doenças imunopreveníveis. “O que significa atingirmos um percentual grande da população para faixa etária indicada para cada vacina. Em geral, a meta de vacinação está entre 90 e 95% do público-alvo a ser vacinado.”

O foco da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, é de  vacinar 95% da população menor de cinco anos de idade. Além de reduzir o número de crianças e adolescentes menores de 15 anos, não vacinados, que estão com vacinas atrasadas, com a Campanha de Multivacinação.

Ministério da Saúde realiza Dia D da Multivacinação com foco na poliomielite

Dia D de vacinação contra a pólio e de Multivacinação acontece neste sábado (20)

CADERNETA DE VACINAÇÃO: Pais devem manter documento atualizado

Sabendo dos riscos de não vacinar seu filho de 2 anos, a médica Fabia Santos, moradora da cidade de Pojuca, Região Metropolitana de Salvador, mantém a caderneta de vacinação do pequeno em dia. Para ela, os pais devem se informar sobre a importância desse ato. “Aos pais que têm receio, que têm medo de expor o filho a uma vacina, indico que leiam, que busquem informações em lugares de confiança. Não tem por que ter medo, ter receio de vacinar, sendo que a vacinação é uma proteção. A vacinação vai propiciar a essa criança um desenvolvimento saudável.”

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação vai até o dia 30 de setembro nas unidades básicas. Para as crianças e adolescentes estão disponíveis as vacinas BCG; hepatite A, hepatite B; penta; pneumocócica 10-valente; pneumocócica 23-valente; poliomielite inativada(VIP) e poliomielite oral(VOP); rotavírus humano; meningocócica C (conjugada), meningocócica ACWY (conjugada); febre amarela; tríplice viral; tetraviral; tríplice bacteriana (DTP); dupla adulto (dT); varicela e HPV quadrivalente. 

A atualização da caderneta vacinal aumenta a proteção das crianças e adolescentes contra as doenças imunopreveníveis, evitando a ocorrência de surtos, hospitalizações e óbitos. Todos os imunizantes são seguros e estão registrados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa.

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13/09/2022 03:00h

Pais e responsáveis do Paraná podem aproveitar a mobilização nas unidades de saúde do SUS para atualizar a caderneta de vacinas de seus filhos e protegê-los de doenças graves

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Os pais e responsáveis por bebês, crianças e adolescentes menores de 15 anos de idade devem ficar atentos: a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação deste ano já começou. No Paraná, a mobilização envolve as mais de 1,8 mil unidades de saúde do SUS espalhadas pelos municípios do estado. São 18 vacinas do Calendário Nacional de Vacinação, do Programa Nacional de Imunizações, que previnem doenças como a Poliomielite, Sarampo, Rubéola, Caxumba, entre outras. 

A intenção é ampliar as coberturas vacinais entre crianças e os adolescentes menores de 15 anos. Em 2022, a cobertura vacinal da poliomielite, por exemplo, está em 50,3%, no estado. Já a cobertura da primeira dose da Tríplice Viral é de 54%. Os dados são do DataSus. A infectologista Ethel reforça: é fundamental ter altas coberturas vacinais para o controle das doenças imunopreveníveis. 

“O que significa atingirmos um percentual grande da população para faixa etária indicada para cada vacina. Em geral, a meta de vacinação está entre 90 e 95% do público-alvo a ser vacinado.”

O foco da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite , também conhecida como paralisia infantil,  é de vacinar 95% da população menor de cinco anos de idade. Além de reduzir o número de crianças e adolescentes menores de 15 anos, não vacinadas, que estão com vacinas atrasadas, com a Campanha de Multivacinação.

Goiás registra cobertura vacinal de 72,3% contra a poliomielite em 2021

Ministério da Saúde realiza Dia D da Multivacinação com foco na poliomielite

Atenta à saúde dos dois filhos e preocupada com os casos de sarampo, a dona de casa paranaense Patrícia vai levar os pequenos ao posto de saúde para vacinar. A mãe conta que teve o cuidado em manter as cadernetas de vacinação dos pequenos em dia, mesmo durante a pandemia de Covid-19.  E a Patrícia traz um recado para todos os pais e responsáveis: “Vacinem! Vacinem, porque tem doenças que já estavam eliminadas no Brasil e podem voltar. Então, acho que tem que vacinar, sim! Para você proteger tanto o seu filho como as outras crianças”.

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação vai até o dia 30 de setembro nas unidades básicas de saúde. Para as crianças e adolescentes estão disponíveis as vacinas BCG; hepatite A, hepatite B; penta; pneumocócica 10-valente; pneumocócica 23-valente; poliomielite inativada(VIP) e poliomielite oral(VOP); rotavírus humano; meningocócica C (conjugada), meningocócica ACWY (conjugada); febre amarela; tríplice viral; tetraviral; tríplice bacteriana (DTP); dupla adulto (dT); varicela e HPV quadrivalente. 

A atualização da caderneta vacinal aumenta a proteção das crianças e adolescentes contra as doenças imunopreveníveis, evitando a ocorrência de surtos, hospitalizações e óbitos. Todos os imunizantes são seguros e estão registrados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa.

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Brasil 61