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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

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a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o usuário realize o login no site do Brasil 61 - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

ADENDOS IMPORTANTES SOBRE A PARCERIA

a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

Ao clicar em ACEITO, a emissora aqui cadastrada afirma concordar e estar ciente de todas as condições apresentadas neste Termo de Utilização de Conteúdo.

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

Pesquisa

22/04/2021 00:00h

Pesquisa feita por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) levou em conta o resultado observado em 186 indivíduos hospitalizados com Covid-19 moderada ou grave

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Pacientes com Covid-19 que têm mais força e massa muscular tendem a permanecer menos tempo internados em decorrência da doença. É o que aponta um estudo feito por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP). A pesquisa levou em conta o resultado observado em 186 indivíduos hospitalizados com Covid-19 moderada ou grave.

Autor do estudo, o professor e pesquisador da Universidade de São Paulo (USP), Hamilton Roschel, explica que a pesquisa sugere que esses indicadores podem, portanto, ajudar a prever o tempo de internação pela enfermidade.

“Sabemos que o próprio período de hospitalização vai implicar em uma deterioração da saúde muscular do indivíduo. Ele vai perder muita força e muita massa muscular. Isso vai comprometer o processo de reabilitação desse paciente. Então, você ter uma reserva funcional é importante para te auxiliar no processo de recuperação”, destaca.

Acesse aqui o estudo na íntegra 

Para se chegar aos resultados da pesquisa, foi medida a força muscular dos pacientes assim que eles deram entrada no hospital. O procedimento foi realizado por meio de um equipamento de preensão manual utilizado para medir força. Já a massa muscular foi aferida com ajuda de um aparelho de ultrassom.

Diante desse contexto, o professor orienta que as pessoas pratiquem atividade física como forma de bloqueio da evolução da doença no corpo. “Garantir a prática de atividades físicas e uma saúde muscular adequada pode te preparar melhor para uma possível infecção pelo coronavírus”, afirma.

Outros marcadores

Roschel ressalta que não há sugestão de usar essas medidas com prejuízo de outros marcadores bioquímicos já consagrados para o prognóstico da doença, como saturação e proteína C reativa, entre outros. “A informação de massa e força muscular será ainda mais importante para tratar os sobreviventes, que podem apresentar sequelas”, pontua.

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“Em relação à saúde muscular, trata-se de um aspecto protetor adicional. É claro que não te garante imunidade em nenhum aspecto. Mas, certamente, é uma barreira a mais de defesa para o indivíduo”, complementa Roschel.

Reabilitação

A recuperação de pessoas que sobreviveram à Covid-19, mas desenvolveram uma variedade de sequelas é um dos problemas apontados entre tantos outros causados pela pandemia. Sendo assim, especialistas, afirmam, que a sindemia – como tem sido chamada a pandemia de síndrome pós-Covid que se anuncia – também vai significar uma elevada carga ao sistema de saúde.

“Os mais comprometidos parecem ser os pacientes que ficam mais tempo no hospital. Essa longa permanência está associada a uma sequência de eventos negativos e isso tem que ser pensado do ponto de vista do tratamento geral da doença. Quando os casos baixarem, a questão da reabilitação desses sobreviventes vai ser o maior problema que precisaremos enfrentar”, avalia Hamilton Roschel.

Outro estudo está sendo elaborado pelo grupo. O objetivo é descobrir o quanto força e massa muscular podem ser afetadas pela internação. “Com esse estudo, será possível analisar em que medida o tempo de internação compromete a funcionalidade do paciente. A partir desses resultados teremos repercussões muito importantes para a reabilitação”, destaca.

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17/04/2021 03:00h

Estudo está sendo realizado pela Universidade Federal de São Carlos. Inscrição de voluntários estará aberta até julho

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O impacto do distanciamento social nos serviços de fisioterapia de crianças e adolescentes com deficiência física ou atraso motor, está sendo analisado em uma pesquisa do Laboratório de Análise do Desenvolvimento Infantil (Ladi) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar/SP).

Por conta da Covid-19, os serviços para esse público foram afetados, o que acabou mudando os hábitos e rotinas de diversas famílias. O estudo tem o objetivo de reconhecer aspectos da fisioterapia recebida por essa população durante o distanciamento social e compreender a percepção das famílias diante desses serviços.

Para ser voluntário, é preciso ser cuidador de crianças ou adolescentes entre 0 e 17 anos, que apresentem deficiências físicas ou atraso motor, e que faziam fisioterapia antes da pandemia. A inscrição é feita por questionário online, disponível no site da Universidade Federal de São Carlos, e estará aberta até julho deste ano.

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17/04/2021 00:00h

Objetivo é gerar informações que ajudem na formulação de políticas públicas e melhorias no Sistema de Saúde. Participação é voluntária

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Uma equipe de pesquisadores da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP) e Centro de Estudos Estratégicos (CEE) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), está realizando um estudo sobre a condição de vida, trabalho e saúde mental dos trabalhadores de nível técnico e auxiliar da saúde.

Chamados de “trabalhadores invisíveis”, estes profissionais enfrentam diariamente novos casos e óbitos relacionados à Covid-19 e encaram um cotidiano anonimato nas instituições e em suas equipes. O questionário visa entender como os trabalhadores estão lidando com a pandemia em seu dia a dia.

O objetivo é gerar informações que ajudem na formulação de políticas públicas e melhorias no Sistema de Saúde. A Fiocruz salienta que as informações prestadas são sigilosas. Para participar da pesquisa basta responder o questionário disponível no site da Fundação.

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08/04/2021 11:00h

Estudo foi feito com mais de 67,7 mil trabalhadores da Saúde de Manaus

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A vacina CoronaVac, fabricada pelo Instituto Butantan e pela chinesa Sinovac, se mostrou 50% eficaz contra variante P1 do coronavírus, que surgiu em Manaus e já se espalhou por vários estados brasileiros. A confirmação é de um estudo com 67.718 trabalhadores da saúde de Manaus, que receberam a primeira dose do imunizante. 

A efetividade em prevenir o adoecimento foi confirmada 14 dias após a aplicação da primeira dose. Ainda não se sabe a efetividade após a segunda aplicação, o que será analisado nos próximos dias.

A análise foi feita pelo Grupo Vebra Covid-19, que reúne pesquisadores de instituições nacionais e internacionais, secretarias estaduais de Saúde do Amazonas e de São Paulo e as secretarias municipais de Saúde de Manaus e São Paulo, apoiado pela Organização Pan-Americana de Saúde.

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A CoronaVac é um imunizante de vírus inativo, ou seja, ela possui todas as partes do vírus, o que pode gerar uma resposta imune mais abrange em relação às outras vacinas, que utilizam somente a proteína Spike (proteína usada pelo coronavírus para infectar as células). 

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07/04/2021 11:30h

Levantamento verifica o rendimento dos estudantes e ajuda a traçar estratégias alinhadas às consequências da pandemia na aprendizagem

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Gestores educacionais têm até as 23h59 (horário de Brasília) desta quarta-feira (7) para enviar informações da educação básica, referentes à segunda etapa do Censo Escolar 2020. Até segunda-feira (5), o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) já havia recebido dados de 85,91% das matrículas declaradas no Sistema Educacenso.

A segunda etapa da pesquisa levanta informações sobre a situação do aluno, para verificar o rendimento dos estudantes até o término do ano escolar. Com isso, é possível checar quantos foram aprovados e reprovados, quantos abandonaram a escola ou faleceram ao fim do ano letivo.

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O resultado da pesquisa também será importante para elaborar estratégias educacionais, alinhadas às consequências da pandemia da Covid-19 na aprendizagem.

Acesse aqui o Manual de Preenchimento do Formulário.

Confira a live sobre como declarar os dados da 2ª etapa do levantamento.

Saiba mais sobre o Censo Escolar, acessando o link.

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06/04/2021 00:00h

Segundo o parlamentar, governo federal havia desfigurado proposta ao retirar trecho do PLP 135/2020 que vedava o contingenciamento de recursos do fundo

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A derrubada do veto 2/2021, pelo Congresso Nacional, significa apoiar a evolução do Brasil no campo da ciência. É o que acredita o deputado federal Vitor Lippi (PSDB-SP). A medida inviabilizava o uso dos recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) no financiamento de projetos da área.

O parlamentar entende que, ao retirar do PLP 135/2020 o trecho que tratava sobre a vedação do contingenciamento desses recursos, o governo federal desconfigurava a proposta original. Isso porque, segundo Lippi, o objetivo central da matéria era justamente impedir que os valores arrecadados não pudessem ser utilizados de forma integral em pesquisa científica e projetos de inovação.

“Isso vai garantir [a utilização dos recursos], mesmo que eles não sejam o que nós gostaríamos. Ele vai ser regular. Ele vai ter que ser usado para a sua finalidade, que hoje é o Fundo Nacional do Desenvolvimento da Ciência e Tecnologia, tido como o principal fundo de financiamento da pesquisa no Brasil”, destaca Vitor Lippi.

Em Sessão Deliberativa do Congresso Nacional realizada no último dia 17, deputados e senadores apreciaram o veto parcial ao Projeto de Lei Complementar 135/2020, que originou a Lei Complementar 177/2021. Com 457 votos favoráveis, os parlamentares optaram por não acatar a decisão do governo.

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A norma veda a limitação de empenho e movimentação financeira das despesas relativas à inovação e ao desenvolvimento científico e tecnológico custeadas pelo FNDCT, criado para esta finalidade.  O trecho vetado por Bolsonaro incluía programas desenvolvidos por organizações sociais entre as instituições que podem acessar os recursos do fundo.

Combate à Covid-19

O deputado Vitor Lippi também avalia que a demanda por recursos para investimentos em pesquisas é crescente no país, sobretudo no atual cenário de pandemia, no qual a ciência tem sido cada vez mais relevante no processo de enfrentamento aos desafios relacionados ao novo coronavírus.

Nesse contexto, o professor Luis Fernando Machado, pesquisador em Cidade Inteligente da Universidade de São Paulo, afirma que a derrubada do veto 2/2021 representa um sinal de preocupação com os efeitos negativos causados pela Covid-19. Para ele, o argumento do governo de que o dispositivo contraria o interesse público por configurar em aumento de despesa é inválido, já que o momento atual exige investimento e aplicação de recursos nos setores voltados à pesquisa e à inovação.

“Não faz qualquer sentido impedir o uso do Fundo Nacional do Desenvolvimento Científico e Tecnológico para enfrentar a pandemia. Vale lembrar que, durante a pandemia, a meta do resultado primário não precisa ser atendida, não havendo qualquer justificativa para o contingenciamento do orçamento do fundo”, explica.

“Descontingenciar os recursos para ciência, tecnologia e inovação é imprescindível nesse momento de crise pandêmica em que se encontra o Brasil e o mundo. Descontingenciar esses recursos é investir no Brasil e permitir que os setores acadêmico e produtivo atuem de forma colaborativa para fortalecer o país e colocá-lo de volta no cenário global”, complementa o especialista.

O FNDCT foi criado em 1969 com o intuito de financiar a inovação e o desenvolvimento científico e tecnológico. Com o tempo, o fundo passou a ser de natureza contábil e financeira, por meio da sanção da Lei Complementar 177/2021. Os recursos são operados pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). Entre 1999 e 2019, o Fundo arrecadou R$ 62,2 bilhões, mas, historicamente, os recursos sofrem bloqueios e são utilizados pelo governo para outros meios.

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29/03/2021 00:00h

Segundo o parlamentar, ao retirar do PLP 135/2020 o trecho que tratava sobre a vedação do contingenciamento desses recursos, o governo federal desconfigurava proposta original

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A derrubada o veto 2/2021, que inviabilizava o uso dos recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) no financiamento de projetos da área, significa manter o País em crescimento e em altos patamares econômicos. É o que acredita o senador Izalci Lucas (PSDB-DF).

Segundo o parlamentar, ao retirar do PLP 135/2020 o trecho que tratava sobre a vedação do contingenciamento desses recursos, o governo federal desconfigurava a proposta original, já que o objetivo da matéria era justamente impedir que os valores arrecadados não pudessem ser utilizados integralmente em pesquisa científica e projetos de inovação.

“Para se ter ideia, no ano passado o contingenciamento foi de quase 90%. Então, a partir de agora, todos os recursos do FNDCT terão que ser aplicados exclusivamente em ciência, tecnologia, inovação e pesquisa. Nós estamos no século XXI e precisamos inovar, precisamos entrar na era digital”, pontua o parlamentar, que é autor do PLP.

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Em Sessão Deliberativa do Congresso Nacional realizada no último dia 17, deputados e senadores apreciaram o veto parcial ao Projeto de Lei Complementar 135/2020, que originou a Lei Complementar 177/2021. Com 457 votos favoráveis, os parlamentares optaram por não acatar a decisão do governo.

A norma veda a limitação de empenho e movimentação financeira das despesas relativas à inovação e ao desenvolvimento científico e tecnológico custeadas pelo FNDCT, criado para esta finalidade.  O trecho vetado por Bolsonaro incluía programas desenvolvidos por organizações sociais entre as instituições que podem acessar os recursos do fundo.

Combate à Covid-19

O senador Izalci também avalia que a demanda por recursos para investimentos em pesquisas é crescente no país, sobretudo no atual cenário de pandemia, no qual a ciência tem sido cada vez mais relevante no processo de enfrentamento aos desafios relacionados ao novo coronavírus.

Nesse contexto, o professor Luis Fernando Machado, pesquisador em Cidade Inteligente da Universidade de São Paulo, afirma que a derrubada do veto 2/2021 representa um sinal de preocupação com os efeitos negativos causados pela Covid-19. Segundo ele, o argumento do governo de que o dispositivo contraria o interesse público por configurar em aumento de despesa é inválido, já que o momento atual exige investimento e aplicação de recursos nos setores voltados à pesquisa e à inovação.

“Não faz qualquer sentido impedir o uso do Fundo Nacional do Desenvolvimento Científico e Tecnológico para enfrentar a pandemia. Vale lembrar que, durante a pandemia, a meta do resultado primário não precisa ser atendida, não havendo qualquer justificativa para o contingenciamento do orçamento do fundo”, explica.
“Descontingenciar os recursos para ciência, tecnologia e inovação é imprescindível nesse momento de crise pandêmica em que se encontra o Brasil e o mundo. Descontingenciar esses recursos é investir no Brasil e permitir que os setores acadêmico e produtivo atuem de forma colaborativa para fortalecer o país e colocá-lo de volta no cenário global”, complementa o especialista.

O FNDCT foi criado em 1969 com o intuito de financiar a inovação e o desenvolvimento científico e tecnológico. Com o tempo, o fundo passou a ser de natureza contábil e financeira, por meio da sanção da Lei Complementar 177/2021. Os recursos são operados pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). Entre 1999 e 2019, o Fundo arrecadou R$ 62,2 bilhões, mas, historicamente, os recursos sofrem bloqueios e foram utilizados pelo governo para outros meios.

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25/03/2021 11:50h

Essa autorização foi condicionada a um Termo de Compromisso que prevê a entrega de informações complementares

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A Anvisa aceitou a pesquisa clínica com o soro hiperimune anti-Sars-CoV-2, desenvolvido pelo Instituto Butantan. Na prática, isso significa a autorização para que o Instituto faça o teste do soro em humanos. Essa autorização foi condicionada a um Termo de Compromisso que prevê a entrega de informações complementares. Isso quer dizer que para o início do estudo, o Butantan ainda deve apresentar as informações que ainda não foram disponibilizadas por completo.

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Será a primeira vez que o soro do Butantan vai passar por testes em pessoas, o que exigiu da Agência uma avaliação cuidadosa dos aspectos técnicos e de segurança do produto. Por enquanto o soro só foi testado em animais. O objetivo da avaliação de uma proposta de pesquisa clínica é verificar se o estudo é suficiente para produzir dados confiáveis sobre a segurança e a eficácia do medicamento. Isso envolve a avaliação do desenho estatístico da pesquisa, perfil de voluntários, definição de doses que serão testadas, entre outros aspectos. 

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24/03/2021 12:10h

Com base em informações de um comunicado da farmacêutica AstraZeneca, a fundação destaca que “a eficácia da vacina foi consistente em todas as etnias e idades

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O ensaio da Fase III nos Estados Unidos da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford apontou eficácia de 79% na prevenção da Covid-19 sintomático e 100% de eficácia na prevenção de doenças graves e hospitalização. O imunizante está sendo produzido no Brasil pela Fiocruz.

Com base em informações de um comunicado da farmacêutica AstraZeneca, a fundação destaca que “a eficácia da vacina foi consistente em todas as etnias e idades. Em pessoas com 65 anos ou mais, a eficácia atingiu 80%. Os dados convergem com estudos clínicos realizados em outros países anteriormente.

A análise de segurança e eficácia contou com mais de 32 mil participantes, em 88 centros nos EUA, Peru e Chile. O imunizante foi considerado bem tolerado. Além disso, segundo a Fiocruz, “o conselho independente de monitoramento de segurança de dados não identificou preocupações de segurança relacionadas à vacina.”

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Entre os participantes, 79% eram brancos/caucasianos, 8% negros/afro-americanos, 4% nativos americanos, 4% asiáticos e 22% eram hispânicos. Cerca de 20% dos participantes tinham 65 anos ou mais e aproximadamente 60% tinham comorbidades associadas a um risco aumentado de progressão de Covid-19 grave, como diabetes, obesidade grave ou doença cardíaca.
 

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18/03/2021 11:45h

Durante a ação, profissionais de educação e da segurança pública da rede estadual lotados na capital do estado, com idade entre 18 e 49 anos, serão vacinados antecipadamente e acompanhados pela equipe de pesquisa

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O Instituto Butantan deve enviar, a partir desta quinta-feira (18), mais de 10.100 doses da vacina contra a Covid-19 à Manaus. A medida faz parte do início de um estudo clínico sobre o efeito da imunização em pessoas com comorbidades.

Durante a ação, profissionais de educação e da segurança pública da rede estadual lotados na capital do estado, com idade entre 18 e 49 anos, serão vacinados antecipadamente e acompanhados pela equipe de pesquisa.

Segundo o diretor-presidente do Instituto Butantan, Dimas Covas, o estudo será importante para responder perguntas científicas relevantes sobre o efeito da vacina em pessoas que têm comorbidade.

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Os participantes do estudo serão 10 mil moradores de Manaus: 5 mil vão receber a vacina que está sendo enviada agora. Os outros 5 mil vão fazer parte do grupo controle, e serão vacinados de acordo com o plano de imunização do município.

A pesquisa é uma parceria do Butantan com a Universidade do Estado do Amazonas (UEA), o governo do Amazonas, a Fundação de Medicina Tropical Doutor Heitor Vieira Dourado e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas. 

Os interessados em participar da pesquisa devem acessar o site www.ipccb.org/covacmanaus, preencher o formulário de cadastro e aceitar o termo de consentimento.

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