IBGE

01/09/2021 18:00h

O número de brasileiros teve um crescimento de 0,74% em 2021

Baixar áudio

O Brasil ultrapassou a marca de 213,3 milhões de habitantes em 2021, segundo estimativas da população divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Ainda de acordo com o IBGE, o aumento foi de 0,74% entre julho de 2020 e julho deste ano.
 
A capital paulista continua sendo o município mais populoso do país, com 12,4 milhões de habitantes, e o Rio de Janeiro vem logo atrás, com 6,8 milhões, seguido de Brasília (3,1 milhões), Salvador (2,9 milhões) e Fortaleza (2,7 milhões). 
 
Serra da Saudade, em Minas Gerais, ocupa o cargo de cidade brasileira com menor população, tendo apenas 771 habitantes. Outros exemplos de cidades com menos de mil habitantes são Borá (SP), com 839 habitantes, Araguainha (MT), com 909, e Engenho Velho (RS), com 932 moradores.
 
Nos últimos dez anos, o País também registrou um aumento progressivo no número de grandes municípios. Em 2010, o Censo apontava 38 municípios com 500 mil ou mais moradores. O levantamento deste ano apontou um aumento significativo e agora o Brasil tem 49 municípios com quase um milhão de pessoas.  
 
Para Thiago Galvão, professor de Políticas Públicas do Ibmec Brasília, o aumento da população traz riscos e precisa de acompanhamento de políticas públicas e inclusão social para a nova população. “Os principais impactos de primeira ordem estão relacionados a um aumento imediato no gasto em saúde pública, no consumo de alimentos e também na educação", diz.
 
Além disso, o especialista também elenca outras áreas que podem sofrer distorções caso o Produto Interno Bruto (PIB) não cresça junto com a população. “Transporte, segurança, trabalho e desigualdade social. As causas estão relacionadas à educação adequada, planejamento familiar e sobre métodos contraceptivos”, avalia.  

A jornalista Joyce Pires contribuiu para o aumento da população em 2021. Aos 37 anos, ela deu à luz o pequeno Davi, em junho deste ano, em Brasília. A mamãe de primeira viagem conta que a maternidade era um sonho antigo e que o filho chegou no momento certo, mesmo em meio à pandemia da Covid-19. “Queria muito ser mãe e não podia adiar esse sonho por mais tempo. Por exemplo, não esperaria a pandemia acabar ou ser vacinada para realizar esse sonho. Ele (Davi) chegou na hora certa.”

Os números mostrados no levantamento não refletem as mudanças causadas pela pandemia da Covid-19. O gerente de Estimativas e Projeções de População do IBGE, Marcio Mitsuo Minamiguchi, explica que existe diferença entre Censo e estimativa, e por isso não há dados referentes à crise sanitária. “As estimativas possuem, em sua essência, a ideia de um volume populacional esperado para um determinado contexto demográfico, diferente do Censo, porque requer um grande quantitativo de dinheiro”, afirma.
 
O gerente ainda ressalta a importância do Censo que será realizado em 2022.  “O próximo Censo Demográfico, que será realizado em 2022, trará não somente uma atualização dos contingentes populacionais, como também subsidiará as futuras projeções, fundamentais para compreender as implicações da pandemia sobre a população, não somente no curto, mas também no médio e longo prazo”, pontua.

Copiar o texto
30/08/2021 11:20h

Confederação Nacional de Municípios (CNM) divulgou a futura mudança nos coeficientes do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) para 2022, relativos à distribuição do FPM – Interior

Baixar áudio

Até o dia 15 de setembro de 2021, os gestores municipais podem encaminhar ao Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) suas contestações referentes às estimativas populacionais dos municípios, formalmente documentadas e direcionadas ao órgão. 

Com as estimativas populacionais de 2021 divulgadas na sexta-feira (27) pelo IBGE, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) divulgou a futura mudança nos coeficientes do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) para o exercício de 2022, relativos à distribuição do FPM – Interior.

FPM: prefeituras recebem R$ 2,4 bilhões nesta segunda-feira (30); confira quanto seu município vai receber

CNM e IBGE se juntam para realizar o Censo 2021

Estima-se que o Brasil tenha 213,3 milhões de habitantes, tendo crescido 0,7% em relação a 2020.A estimativa populacional é um dos parâmetros utilizados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para realizar o cálculo do coeficiente do FPM.

Com a aprovação da Lei 165/2019, que determina o uso dos coeficientes de distribuição do FPM do exercício de 2018 para o rateio de recursos do fundo até que os dados para seu cálculo sejam atualizados, com base em novo censo demográfico previsto para ocorrer em 2022. Com isso, os municípios que teriam seus coeficientes diminuídos mantiveram o mesmo coeficiente para o ano de 2019 a 2022.

Copiar o texto
29/08/2021 16:55h

Os dados apontam para uma concentração da população em grandes cidades. São 17 municípios com mais de 1 milhão de habitantes, sendo que 14 deles são capitais. Outros 49 têm mais de 500 mil moradores e 326 possuem mais de 100 mil pessoas

Baixar áudio

Segundo a nova estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população brasileira chegou a 213,3 milhões de habitantes. O dado tem como data de referência o dia 1º de julho de 2021. A estimativa é um dos parâmetros utilizados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para o cálculo do Fundo de Participação de Estados e Municípios, além de referência para indicadores sociais, econômicos e demográficos. 
 
Entre as unidades da federação, São Paulo segue como o estado mais populoso, com 46,6 milhões de habitantes, concentrando 21,9% da população total do país. Em seguida vem Minas Gerais, com 21,4 milhões de habitantes, e Rio de Janeiro, com 17,5 milhões. Já o menos populoso é Roraima, com 652.713 moradores.

CNM e IBGE se juntam para realizar o Censo 2021

Lei de Diretrizes Orçamentárias tem impacto direto no orçamento dos municípios em 2022
 
Os dados apontam para uma concentração da população em grandes cidades. São 17 municípios com mais de 1 milhão de habitantes, sendo que 14 deles são capitais. Esse grupo concentra 21,9% da população ou 46,7 milhões de pessoas. Outros 49 têm mais de 500 mil moradores e 326 possuem mais de 100 mil pessoas.
 
O município de São Paulo continua sendo o mais populoso do país, com 12,4 milhões de habitantes, seguido por Rio de Janeiro (6,8 milhões), Brasília (3,1 milhões), Salvador (2,9 milhões) e Fortaleza (2,7 milhões). Por outro lado, a cada três municípios, dois são de baixa densidade. Os menores são Serra da Saudade (MG), com apenas 771 habitantes, Borá (SP), com 839, Araguainha (MT), com 909, e Engenho Velho (RS), com 932 moradores.

Copiar o texto
10/08/2021 10:45h

Esta é a 18ª elevação consecutiva na projeção. Para 2022 a estimativa de inflação é de 3,84%

Baixar áudio

O mercado financeiro elevou a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do país. O indicador deste ano subiu de 6,79% para 6,88%. Esta é a 18ª elevação consecutiva na projeção. Para 2022, a estimativa de inflação é de 3,84%. Para 2023 e 2024, as previsões são de 3,25% e 3%, respectivamente.

A estimativa está no Boletim Focus, pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), com a projeção para os principais indicadores econômicos. A previsão para 2021 está acima da meta de inflação definida pelo Conselho Monetário Nacional, que é de 3,75% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. 

FPM: prefeituras recebem R$ 5,6 bilhões nesta terça-feira (10); confira quanto seu município vai receber

PIB nacional deve crescer cerca de 4,5% em 2021, aponta CNI

Semestre fecha com maior percentual de endividados desde 2010, diz CNC

Em junho, a inflação desacelerou para 0,53%, depois de chegar a 0,83% em maio. Ainda assim, com o resultado, o IPCA acumula alta de 3,77%, no ano, e 8,35%, nos últimos 12 meses. Os dados de julho serão divulgados hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mas a prévia registrou inflação de 0,72% no mês passado, a maior variação do IPCA-15 para um mês de julho desde 2004 (0,93%).

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, que foi elevada na semana passada de 4,25% ao ano para 5,25% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Ao anunciar a decisão, o Copom já sinalizou que pretende elevar a Selic em mais um ponto percentual na próxima reunião, marcada para setembro.

O Copom aumenta a taxa básica de juros com a finalidade de conter a demanda aquecida, o que reflete nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas podem dificultar a recuperação da economia. 

Copiar o texto
06/08/2021 10:50h

Entidades começaram a trabalhar juntas para criar condições de realizar a pesquisa de censo demográfico no país

Baixar áudio

Com o objetivo de criar condições para realizar a pesquisa de censo demográfico no país, a Confederação Nacional de Municípios (CNM), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e entes locais começaram a trabalhar em cooperação. O pensamento comum entre todos os envolvidos é de que o levantamento dessas informações e a atualização da estimativa populacional são fundamentais para os municípios, pois impactam diretamente nos coeficientes utilizados na distribuição dos recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), principal fonte de receita das prefeituras.

Agronegócio nacional cresce, gera empregos e faz comida chegar até os brasileiros

Câmara aprova PL de privatização dos Correios

Durante reunião, feita por meio de videoconferência na última quarta-feira (04), os presidentes do IBGE e da CNM abordaram questões relacionadas a logística, planejamento de ações e desenvolvimento regional baseado nos dados colhidos pela pesquisa. A proposta é que o IBGE receba colaboração da CNM para atuar junto aos gestores na organização do Censo demográfico. Entre as ações, deverá haver apoio em logística e de conscientização da população para responder os questionários. Desta forma, o resultado do Censo pode ser apresentado no segundo semestre de 2022. 

Por lei, o Censo deve ser realizado a cada dez anos, sendo que o último ocorreu em 2010. Com o adiamento da pesquisa de 2020 devido à pandemia de Covid-19, o dinheiro foi usado no combate ao coronavírus. Mas no início deste ano, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que o Orçamento não teria recursos para o Censo e que a pesquisa não poderia ser realizada neste ano. 

Copiar o texto
21/07/2021 03:00h

Santa Catarina assumiu o posto de maior estado produtor do Brasil no setor de vestuário e acessórios, por exemplo, e alcançou a menor taxa de desemprego do País em 2019, número que se manteve baixo na pandemia

Baixar áudioBaixar áudio

O fortalecimento da indústria nos últimos anos vem descentralizando a produção nacional e gerando impactos positivos no mercado de trabalho. Um exemplo disso é Santa Catarina, que assumiu o posto de maior estado produtor do Brasil no setor de vestuário e acessórios, com produção estimada em R$6,6 bilhões no biênio 2017/2018, passando São Paulo e sendo símbolo de uma descentralização da indústria do Sudeste.

Os números são de uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) que avaliou a década entre os biênios 2007/2008 e 2017/2018. O estudo evidencia como diferentes regiões buscam assumir o protagonismo industrial, antes concentrado de forma massiva em estados como São Paulo e Rio de Janeiro. 

A variação da participação do Sudeste no PIB industrial do Brasil no período teve queda de -7,66 pontos percentuais, enquanto houve crescimento nas outras quatro regiões, com destaque para Sul e Nordeste, que tiveram crescimento acima de 2 pontos percentuais. 

Para parlamentares que atuam no fortalecimento do setor, o crescimento da indústria no Sul afeta diretamente a população, como pontua o deputado federal Coronel Armando (PSL/SC). “Nós tivemos uma recuperação econômica face à estrutura que o estado tem. Na parte econômica e industrial nós somos muito fortes”, levanta. 

Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2019 o estado de Santa Catarina registrou o menor índice de desemprego do País, com uma taxa de 93,8% catarinenses de 14 anos ou mais empregados e 6,2% desocupados. 

Para Coronel Armando, o Congresso Nacional precisa atuar em proposições que desenvolvam a economia dos estados e afetem positivamente a população de forma direta ou indireta. “Como a reforma tributária, que vai incentivar a indústria, e outras ações que reduzam os custos e que façam melhorar as condições para as empresas de Santa Catarina”, diz.

O fortalecimento do mercado de trabalho no estado do deputado também mostra uma consistência, mesmo com a pandemia da Covid-19. No primeiro trimestre deste ano, Santa Catarina continuou com a menor taxa de desemprego do país, nos mesmos 6,2% de desocupação de 2019, antes da crise sanitária.  

Movimento nacional

Vice-presidente do Conselho Regional de Economia do Piauí (Corecon-PI), Dorgilan Rodrigues da Cruz analisa esse novo cenário de descentralização industrial. “Hoje, essas indústrias querem estar mais próximas do seu consumidor. E, principalmente, querem evitar custos. Então, a questão da descentralização do setor produtivo, do setor industrial, é exatamente para se aproximar do seu mercado consumidor, evitando assim o maior custo de frete, de transporte, perdas do processo de levar e trazer o produto, levar a matéria-prima e depois escoar o processo produtivo.”

Para o economista, o processo de industrialização nos estados aquece e oxigena toda a economia, levando emprego, matéria-prima e crescimento, fortalecendo ainda o agronegócio, o terceiro setor a questão tributária dos governos locais. “A indústria é um setor da nossa economia que impulsiona. Entre os destaques dessas atividades econômicas, há a linha de produção de alimentos, linha de produção de derivados do petróleo — como biocombustível —, a indústria farmacêutica também teve esse crescimento, indústrias extrativas”

Números positivos

Dorgilan também destaca o aumento da produção nacional de vestuário e acessórios, que tem como um dos grandes polos o estado de Santa Catarina. “Houve um crescimento de 6,2%. Isso mostra que as famílias começaram a se abastecer de bens de consumo, bens de produtos para melhorar a qualidade de vida”, diz. 

Santa Catarina alcançou, em 2018, 26,8% da produção nacional desse segmento, passando de uma receita de R$ 2,5 bilhões em 2007/2008 a R$6,6 bilhões uma década depois. A produção industrial nacional de todos os setores também vem ganhando destaque em estados como Pará, Rio Grande do Sul, Paraná, Pernambuco e Mato Grosso do Sul. 
 

Copiar o texto
01/07/2021 03:30h

Apesar da alta na procura por emprego, a oferta de vagas ainda está baixa

Baixar áudio

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgados nesta quarta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que o número de pessoas desempregadas no Brasil subiu 3,4% no trimestre encerrado em abril deste ano, elevando a taxa de desocupação para 14,7%.

Deputados defendem que privatização da Eletrobras pode beneficiar construções de hidrelétricas

Reforma Tributária é fundamental para aumentar a competitividade da Indústria Nacional

Em comparação com o trimestre encerrado em janeiro, quando a taxa ficou em 14,2%, o aumento foi de 0,4 ponto percentual, o que representa mais 489 mil pessoas desocupadas, totalizando 14,8 milhões de pessoas em busca de trabalho no país.

De acordo com a pesquisa, depois de um ano como o de 2020, onde milhões de pessoas perderam trabalho, é de se esperar que muitas pessoas estejam buscando novas oportunidades. E que, apesar da alta na procura por emprego, a oferta de vagas ainda está baixa.

Copiar o texto
17/06/2021 18:35h

Foram registradas 125,1 mil empresas no setor de construção naquele ano

Baixar áudio

Divulgada nesta quinta-feira (17) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Pesquisa Anual da Indústria da Construção (Paic) referente a 2019, mostra que naquele ano o setor totalizou R$ 288 bilhões, sendo R$ 273,8 bilhões em obras e serviços de construção e R$ 14,2 bilhões em incorporações.

Produção industrial recua em nove de 15 locais analisados pelo IBGE

Produção industrial caiu 1,3% na passagem de março para abril, diz IBGE

Em 2019, o Produto Interno Bruto (PIB) do país cresceu 1,4%, o terceiro valor positivo seguido após a retração observada em 2015 e 2016. O setor de construção voltou a crescer em 2019 após dois anos em baixa, alcançando 1,5%, e a criação de empregos na área também mostrou crescimento, após vários anos de queda ou estagnação.

A pesquisa identifica mudanças estruturais na indústria da construção ao longo do tempo, e o IBGE destaca que em 2010 as obras de infraestrutura respondiam por 44,1% da indústria, mas em 2019 caíram para 32,2%, passando de primeiro para o segundo lugar em valor total. A construção de edifícios assumiu essa primeira posição, passando de 39,1% em 2010 para 44,2% em 2019.

Copiar o texto
16/06/2021 15:52h

Cerca de 58,9% do território brasileiro é ocupado pela Amazônia Legal

Baixar áudio

Foi divulgado nesta quarta-feira (16), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o novo mapa da Amazônia Legal para 2020, com base na atualização da Malha Municipal. As alterações em relação ao mapa anterior ocorreram nos municípios internos à região, sem mudanças nas divisas dos estados e das fronteiras internacionais.

Atualmente, a Amazônia Legal ocupa cerca de 58,9% do território brasileiro e engloba nove estados, sendo eles: Acre (22 municípios), Amapá (16), Amazonas (62), Mato Grosso (141), Pará (144), Rondônia (52), Roraima (15), Tocantins (139) e parte do Maranhão (181). O Maranhão é o estado com o maior número de municípios na área, tendo 79,3% do seu território integrados à Amazônia Legal.

Capacidade de armazenamento agrícola teve retração, diz IBGE

Produção industrial recua em nove de 15 locais analisados pelo IBGE

Segundo o IBGE, a atualização do recorte territorial serve como referência para a agregação de informações estatísticas e geocientíficas. Instituída por lei em 1953, a Amazônia Legal define a delimitação geopolítica da região para efeito de planejamento social e econômico.

Confira o novo mapa da Amazônia Legal

Confira a atualização da Malha Municipal

Copiar o texto
12/06/2021 04:30h

Redução foi de 0,1% no segundo semestre de 2020. Quedas foram nas regiões Sul e Sudeste

Baixar áudio

Em pesquisa divulgada nesta quinta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), dados mostram que no segundo semestre de 2020, a capacidade de armazenamento agrícola no Brasil apresentou uma redução de 0,1% em relação ao semestre anterior, ficando em 176,3 milhões de toneladas. Já o número total de estabelecimentos ativos ficou estável em 7,9 mil.

As regiões que apresentam a queda foram Sudeste e Sul, enquanto as demais mantiveram a estabilidade. A maior parte da armazenagem de grãos é feita em silos, que no semestre analisado, teve o seu volume atingindo 87,3 milhões de toneladas, um aumento de 0,6% em relação ao primeiro semestre de 2020. Já os armazéns graneleiros e granelizados, e os armazéns convencionais, estruturais e infláveis, apresentaram queda de 0,6% e 1,6%, respectivamente.

Abate de bovinos tem queda significativa no primeiro trimestre de 2021

Programa Agro Fraterno estimula doações para combater a fome no Brasil

Segundo o IBGE, entre os estados brasileiros, Mato Grosso é o que possui a maior capacidade de armazenagem do país, com 43,6 milhões de toneladas, logo em seguida vem o Rio Grande do Sul e o Paraná. Já o produto com o maior volume estocado é o milho, com 14 milhões de toneladas, seguido pelo trigo e soja.

Copiar o texto
Brasil 61