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TERMO DE USO E PARCERIA

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a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o usuário realize o login no site do Brasil 61 - informando e-mail e senha cadastrados. 

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Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

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a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

Ao clicar em ACEITO, a emissora aqui cadastrada afirma concordar e estar ciente de todas as condições apresentadas neste Termo de Utilização de Conteúdo.

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

Desemprego

05/04/2021 10:20h

Segundo ministro da Economia, esse é o melhor resultado para um mês de fevereiro

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O Brasil gerou 401.639 novos empregos em fevereiro deste ano, um crescimento que segundo o ministro da Economia, Paulo Guedes, é o maior para o mês de fevereiro. De acordo com o ministro, isso é resultado de 1.694.604 admissões e de 1.292.965 desligamentos de empregos com carteira assinada. Nas palavras de Guedes, “Mais uma vez, o vigor da economia brasileira, a resiliência da economia brasileira surpreende as expectativas”, afirmou durante coletiva virtual de divulgação do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

“O grande impacto dessa pandemia na questão econômica está nas micro e pequenas empresas”, afirma o deputado Alexis Fonteyne

Empresas da construção civil recebem dicas do Sebrae sobre processo de retomada da economia

Apesar do bom resultado, o mês de fevereiro não contempla o período de intensificação das restrições das atividades, impostas por diversos estados e municípios para o enfrentamento ao crescimento de casos da Covid-19. Para o ministro, agora o foco do governo deve ser a vacinação em massa da população, principalmente dos 40 milhões de brasileiros do mercado informal, que é o grupo mais vulnerável e que foi atendido pelo auxílio emergencial do governo federal.
 

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05/04/2021 00:00h

De acordo com o parlamentar, flexibilizar as regras com novas medidas provisórias é uma forma de garantir os empregos

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Com o número de pessoas doentes de Covid-19 aumentando pelo Brasil, muitos gestores públicos passaram a adotar medidas para tentar combater a doença. Com o objetivo de reduzir a circulação de pessoas e, ao mesmo tempo, baixar a taxa de contaminação nos municípios, as principais ações foram o lockdown e o toque de recolher. Restrições que têm forte impacto sobre as atividades das empresas, o que traz desafios para que consigam pagar suas contas e honrar seus compromissos no curto prazo.

Por conta disso, o Congresso Nacional tem iniciado discussões a respeito de reedição de medidas adotadas no ano passado, para tentar controlar a crise econômica que se instalou durante a crise de saúde pública.

Esses debates entre parlamentares têm o objetivo de elaborar medidas para evitar demissões e fechamento de empresas, como algumas estratégias adotadas em 2020, a exemplo da MP 936/2020, que instituiu o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda; e mais precisamente reeditar a Medida Provisória 927/2020, que já perdeu sua eficácia.

De acordo com a MPV, durante o estado de calamidade pública reconhecido pelo Decreto Legislativo nº 6, de 2020 (e que foi encerrado no dia 31 de dezembro do ano passado), para fins trabalhistas, empregado e empregador podiam fazer acordos, a fim de garantir a permanência do vínculo empregatício, como o teletrabalho, a antecipação de férias individuais, a concessão de férias coletivas, o aproveitamento e a antecipação de feriados, criação e uso do banco de horas.

Segundo o economista e professor de finanças do IBMEC Brasília William Baghdassarian, uma reedição desse tipo de Medida Provisória, simplificando as regras trabalhistas, pode ser um ponto positivo nesse momento em que as empresas precisam de auxílio para se manter em atividade. O especialista acredita que na atual crise causada pela pandemia da Covid-19, se o Brasil mantiver regras trabalhistas muito duras e pouco flexíveis, é possível que a crise econômica fique mais intensa.

O especialista em economia afirma que na medida em que o empregador não consegue auferir receita “fica muito complicado ele continuar honrando esses custos físicos. Do ponto de vista jurídico eu não tenho dúvidas de que é preciso manter os empregados e pagar todas as obrigações”, explicou.

Por isso, do ponto de vista econômico “o empresário para de ter o ingresso de recursos e passa a ter só sangria de recursos do caixa. Chega um certo momento em que essa empresa fica com o caixa fragilizado e, em muitos casos, a empresa acaba entrando em recuperação judicial ou falindo”, destacou Baghdassarian.

Adotar uma medida como essa, no entanto, causa polêmicas em parte dos parlamentares e da sociedade, que teme uma fragilização das leis trabalhistas ao ponto em que o funcionário não tenha direitos assegurados, tornando-se descartável a qualquer momento.

De acordo com o deputado federal Paulo Ganime (NOVO-RJ), os debates relacionados a medidas que possam flexibilizar leis trabalhistas, podem ajudar a reduzir o desemprego, uma vez que podem garantir condições para que as empresas e trabalhadores refaçam acordos firmados antes da pandemia de covid-19.

“Esses acordos esses devem ser revistos entre as duas partes, não é uma imposição da empresa, mas é um acordo que possa garantir que empregos sejam preservados. Que possam garantir que o trabalhador continue trabalhando. Mais uma vez é preciso dizer que isso não vai contra o trabalhador, muito pelo contrário, serão acordos que vão possibilitar que ainda mais empregos sejam mantidos”, destacou o parlamentar.

Desemprego

De acordo com dados do Instituto de Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa média de desemprego em 2020 foi recorde em 20 estados do País, acompanhando a média nacional, que aumentou de 11,9% em 2019 para 13,5% no ano passado, a maior da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), que é realizada desde 2012.

Os dados da pesquisa foram divulgados no dia 10 de março deste ano e revelou que no intervalo de um ano, a população empregada reduziu em 7,3 milhões de pessoas no País. O estado do Rio de Janeiro foi duramente afetado pela crise e registrou 17,4% de desocupação entre sua população.  

Em termos nacionais, os jovens foram os mais afetados pelo desemprego entre os grupos etários no quarto trimestre de 2020. As pessoas de 14 a 17 (42,7%), de 18 a 24 anos de idade (29,8%), de 25 a 39 anos (13,9%) tiveram taxa acima ou igual à média nacional.

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01/04/2021 00:00h

O estado do Amazonas foi um dos que mais sofreu os impactos econômicos causados pela pandemia da Covid-19

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O Brasil ultrapassou a marca de 12 milhões de casos confirmados da Covid-19, o que levou diversos governantes a adotarem medidas para tentar combater a doença por todo o País. Algumas ações tomadas por estados e municípios não são novidade, como é o lockdown e o toque de recolher, que têm como objetivo reduzir a circulação de pessoas e, assim, reduzir a taxa de contágio nas cidades.

As medidas restritivas e o descontrole da pandemia têm forte impacto sobre as atividades das empresas, o que traz desafios para que consigam pagar suas contas e honrar seus compromissos no curto prazo. Por conta disso, o Congresso Nacional tem iniciado discussões a respeito de reedição de medidas adotadas no ano passado, para tentar controlar a crise econômica que se instalou durante a crise de saúde pública.

Esses debates entre parlamentares têm o objetivo de elaborar medidas para evitar demissões e fechamento de empresas, como algumas estratégias adotadas em 2020, a exemplo da MP 936/2020, que instituiu o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda; e mais precisamente reeditar a Medida Provisória 927/2020, que já perdeu sua eficácia.

De acordo com a MPV, durante o estado de calamidade pública reconhecido pelo Decreto Legislativo nº 6, de 2020 (e que foi encerrado no dia 31 de dezembro do ano passado), para fins trabalhistas, empregado e empregador podiam fazer acordos, a fim de garantir a permanência do vínculo empregatício, como o teletrabalho, a antecipação de férias individuais, a concessão de férias coletivas, o aproveitamento e a antecipação de feriados, criação e uso do banco de horas, entre outras.



De acordo com o economista e professor de finanças do IBMEC Brasília William Baghdassarian, uma reedição desse tipo de Medida Provisória, simplificando as regras trabalhistas, pode ser um ponto positivo nesse momento em que as empresas precisam de auxílio para se manter em atividade. O especialista acredita que na atual crise causada pela pandemia da Covid-19, se o Brasil mantiver regras trabalhistas muito duras e pouco flexíveis, é possível que a crise econômica fique mais intensa.

O especialista em economia afirma que na medida em que o empregador não consegue auferir receita “fica muito complicado ele continuar honrando esses custos físicos. Do ponto de vista jurídico eu não tenho dúvidas de que é preciso manter os empregados e pagar todas as obrigações”, explicou.

Por isso, do ponto de vista econômico “o empresário para de ter o ingresso de recursos e passa a ter só sangria de recursos do caixa. Chega um certo momento em que essa empresa fica com o caixa fragilizado e, em muitos casos, a empresa acaba entrando em recuperação judicial ou falindo”, destacou Baghdassarian.

Auxílio Emergencial: governo anuncia pagamento do benefício já na próxima semana

Comitê debate novas medidas de enfrentamento à Covid-19

Adotar uma medida como essa, no entanto, causa polêmicas em parte dos parlamentares e da sociedade, que teme uma fragilização das leis trabalhistas ao ponto em que o funcionário não tenha direitos assegurados, tornando-se descartável a qualquer momento.

Para o deputado Marcelo Ramos (PL-AM), poucos meses antes da pandemia de Covid-19 se instalar no Brasil, a previsão da economia nacional era de crescimento. De acordo com o parlamentar, quando todo o cenário mudou com a crise de saúde, a situação econômica também foi completamente alterada, por isso a necessidade de flexibilização nas leis para salvar empregos.

“Os acordos coletivos construídos em outro contexto econômico precisam, sim, ser revistos, exatamente para que empregos sejam preservados. E não apenas na preservação desses empregos, mas que se tenha a geração de empregos com uma reforma tributária, reforma administrativa e demais reformas importantes em nosso país”, explicou o deputado.

Desemprego

De acordo com dados do Instituto de Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa média de desemprego em 2020 foi recorde em 20 estados do País, acompanhando a média nacional, que aumentou de 11,9% em 2019 para 13,5% no ano passado, a maior da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), que é realizada desde 2012.

Os dados da pesquisa foram divulgados no dia 10 de março deste ano e revelou que no intervalo de um ano, a população empregada reduziu em 7,3 milhões de pessoas no País. O estado do Amazonas foi duramente afetado pela crise e registrou 15,8% de desocupação entre sua população.  

Em termos nacionais, os jovens foram os mais afetados pelo desemprego entre os grupos etários no quarto trimestre de 2020. As pessoas de 14 a 17 (42,7%), de 18 a 24 anos de idade (29,8%), de 25 a 39 anos (13,9%) tiveram taxa acima ou igual à média nacional.

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22/03/2021 11:50h

Número de empregados gerado pelo segmento foi quase o dobro do mesmo mês de 2020

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As micro e pequenas empresas (MPE) foram responsáveis por 75% do total de empregos formais registrados em janeiro de 2021. O setor criou aproximadamente 195,6 mil vagas, dentro do total de 260.353. 

Os dados são do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), que analisou as estatísticas do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

A pesquisa ainda mostra que o número de novos funcionários gerado pelas micro e pequenas empresas foi quase o dobro do mesmo mês de 2020. As médias e grandes empresas (MGE) também registraram saldo positivo, apesar de menor. Foram 668.257 admissões contra 626.653 desligamentos, o que equivale a 15,9% do total de empregos gerados no Brasil em janeiro.

Porém, o setor do comércio registrou uma maior diferença. Enquanto as micro e pequenas apresentaram saldo positivo de 27,4 mil, as médias e grandes tiveram saldo negativo de 21,3 mil vagas. 

Analisando cada unidade da federação, a pesquisa concluiu que as cinco delas que mais geraram empregos, proporcionalmente, foram Mato Grosso, Goiás, Santa Catarina, Roraima e Rio Grande do Norte, todas com pelo menos 17 novos empregos a cada mil postos de trabalho existentes.

Os estados que menos geraram empregos foram São Paulo, Minas Gerais, Amapá, Rondônia, Rio de Janeiro e Amazonas, também proporcionalmente.

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20/03/2021 10:00h

Levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da USP mostra, porém, que queda foi menor do que aquela do número de ocupados em geral no Brasil de 7,9%

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A população ocupada no agronegócio caiu 5,2% entre 2019 e 2020. Os números são de um levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da USP, que também comparou a porcentagem com a ocupação geral do Brasil. 

A pesquisa concluiu que houve diminuição do número de ocupados no país de 7,9%, o que mostra que a participação do agronegócio no mercado de trabalho brasileiro aumentou 20,1% em 2020, contra 19,5% em 2019.

De acordo com os pesquisadores, o resultado do mercado de trabalho do agronegócio em 2020 esteve relacionado às quedas nos empregos em todos os segmentos do setor, com destaque para a agroindústria e os agrosserviços.

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Os mais afetados no ano passado foram os empregados sem carteira assinada, aqueles com os menores níveis de instrução formal e as mulheres. Os dados evidenciam que os choques no mercado de trabalho afetam principalmente os trabalhadores com perfis mais vulneráveis.

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01/02/2021 13:35h

Saldo positivo foi de 19.753 novos em empregos com carteira assinada

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Maranhão fica em 4º lugar em aumento de empregos em 2020. Segundo pesquisa do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia, a alta foi de 4,11% em relação a 2019. O saldo positivo foi de 19.753 novos empregos com carteira assinada. Esse é o melhor desempenho entre os estados do Nordeste.

Além do Maranhão, outros quatro estados também tiveram aumento de postos de trabalho: Ceará (18.546), Paraíba (5.152), Alagoas (4.595) e Rio Grande do Norte (1.769). O restante, no entanto, teve perdas no número de empregos no ano passado, sendo o pior resultado registrado na Bahia (-5.307), seguido de Pernambuco (-5.163), Sergipe (-4.475) e Piauí (-181).

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No acumulado do ano, o Brasil teve saldo positivo de 142.690 novos empregos – número mais baixo desde 2017. Os setores que mais geraram postos de trabalho foram construção, indústria e agropecuária. O setor de serviços teve a maior perda.

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30/01/2021 00:00h

Segundo Ministério da Economia, programa BEm é responsável pelo resultado positivo

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Apesar da queda de 4,5% do Produto Interno Bruto (PIB), foram gerados 142.690 postos de trabalho no Brasil no ano passado. O dado é do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado pelo Ministério da Economia.  

Em coletiva, o ministro Paulo Guedes afirmou que o Benefício Emergencial para Preservação do Emprego e da Renda (BEm), criado pelo governo federal em meio à pandemia, foi um dos responsáveis por esse número. Segundo Guedes, o programa evitou a demissão de cerca de dez milhões de pessoas em 2020. 

Com o programa, empregados e empregadores fizeram acordos de redução de jornada e salário ou de suspensão de contratos. Como contrapartida, o governo pagou uma porcentagem do seguro-desemprego a que o empregado teria direito se fosse demitido, com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). 

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De acordo com informações do Caged, foram gerados mais de 15 mil empregos e pouco mais de 15 mil demissões entre janeiro e dezembro do ano passado. Em dezembro, o número de demissões superou o de contratações no Brasil, com o fechamento de mais de 67 mil postos de trabalho. De acordo com a pasta, dezembro é considerado um mês “de ressaca” no mercado e essas perdas são comuns.

Ainda segundo dados do Caged, apenas o setor de serviços registrou saldo negativo na geração de empregos em 2020, com o fechamento de mais de 132 mil postos de trabalho. A construção e a indústria lideram o ranking de contratações, com um saldo de 112 mil vagas na construção e 95 mil empregos criados na indústria. Já no mês de dezembro, o comércio foi a única atividade com saldo positivo, com mais 62 mil empregos.

A pesquisa completa está disponível no site do Ministério da Economia, em www.gov.br/economia

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20/01/2021 00:00h

O faturamento real do setor, descontando a inflação, caiu 1,2% em novembro na comparação com outubro

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A indústria faturou menos pela primeira vez em sete meses. Segundo a pesquisa Indicadores Industriais, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o faturamento real do setor, descontando a inflação, caiu 1,2% em novembro na comparação com outubro.

Desde maio, o índice vinha crescendo, após registrar queda recorde em abril com o início da pandemia de covid-19. Apesar do recuo em novembro, a CNI informou que o setor passa por uma desaceleração, mas que o resultado de apenas um mês é insuficiente para indicar se o ciclo de crescimento acabou.

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A própria pesquisa apontou que, apesar do recuo no faturamento, outros indicadores continuaram a crescer, como o nível de emprego, que subiu 0,4% em novembro em relação a outubro. Esse foi o quarto mês seguido de crescimento do setor. 

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Economia
03/01/2021 00:00h

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Continua (PNAD)

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De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desocupação, ou seja, de desemprego no Brasil ficou em 14,3% sendo que no trimestre de agosto a outubro de 2020 cresceu 0,5 ponto percentual em relação ao trimestre de maio a julho, que ficou no valor de 13,8%, o que representa 2,7 pontos percentuais frente ao mesmo trimestre de 2019. A população desocupada, estimada em mais de 14 milhões, cresceu 7,1% e isso representa mais 931 mil pessoas frente ao trimestre anterior.

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A população com algum tipo de emprego formal está na casa dos 84,3 milhões de pessoas e subiu 2,8% frente ao trimestre anterior, mas caiu 10,4 se compararmos ao mesmo trimestre de 2019. O nível de ocupação subiu 0,9 ponto percentual frente ao trimestre anterior, mas também caiu na comparação com o mesmo trimestre de 2019.

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03/01/2021 00:00h

Na administração direta 3.870.342 são estatutários, enquanto 445.047 são contratados via CLT e 1.171.625 não possuem vínculo permanente

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A quantidade de pessoas que trabalham direta ou indiretamente nas administrações dos municípios cresceu em 2019, segundo dados de um levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nesse ano, o número de servidores nas administrações direta e indireta dos municípios chegou a 6.537.606 pessoas, sendo apenas 0,1% acima do contingente de 2018.  Isso quer dizer que o Brasil tem aproximadamente 3,1 servidores municipais para atender cada 100 pessoas. Quanto maior a população do município, menor é esse percentual.                

Com a necessidade do trabalho remoto, em que muitas pessoas puderam exercer suas atividades diretamente de casa sem causar prejuízos ao serviço público, o especialista em Contabilidade Pública pela Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), José Orcélio do Nascimento, acredita que existe uma possível má distribuição de cargos em alguns setores de governos – em qualquer um dos três níveis, União, estados e municípios. De acordo com Orcélio, antes de falar que uma área está com muito ou pouco servidor, é preciso primeiro avaliar a demanda existente.



“Temos que lembrar o seguinte: quando aumenta a demanda, você tem que ter mais profissionais da área. Então observamos áreas como educação e saúde que demandam um grande número de servidores e nem sempre é suficiente. Isso quer dizer que muitas vezes vemos, por exemplo, escolas públicas deficitárias seja em recursos financeiros ou servidores como professores e cargos de direção na escola”, explicou o especialista.

Na administração direta, 3.870.342 são estatutários, enquanto 445.047 são contratados por meio da Carteira de Trabalho e 1.171.625 não possuem vínculo permanente. Essas são algumas informações da Pesquisa de Informações Básicas Municipais (MUNIC 2019) que perguntou, pela primeira vez, sobre a presença das prefeituras em redes sociais.

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Além disso, a pesquisa revelou que 559.642 pessoas estão contratadas pelo regime de cargo comissionado, o que de acordo com o professor Francisco Antônio Coelho Júnior, do Departamento de Administração da Universidade de Brasília (UnB), é um tipo de cargo no serviço público que merece atenção. Segundo o acadêmico, considerando as demandas especificas da população, é preciso que esses cargos sejam criados apenas quando houver necessidade de desempenhar funções específicas e levando em conta o impacto no orçamento municipal.    

“Cargos em comissão são uma das únicas exceções da administração pública em que o preenchimento não depende de concurso público. Em tese, são cargos que não podem ser criados sem serem justificados por um real interesse da administração pública. Além disso, eles possuem maior decisório e com maior poder remuneratório que impactam nas contas públicas municipais. Por isso, os prefeitos têm que olhar com atenção a necessidade de criar uma função assim e, se optarem por criar, tem que ser cargos com ocupantes estratégicos”, destacou o professor.

Outros dados interessantes, revelados pela pesquisa, são o de que em 76,7% de municípios do País, as mulheres estavam à frente do órgão gestor da política de direitos humanos. Além disso, 7,7% dos municípios brasileiros informaram que tomaram alguma iniciativa de desestatização nos últimos 24 meses e isso representa ou 431 municípios.

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