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TERMO DE USO E PARCERIA

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

Desemprego

06/07/2021 03:00h

Estudo do Ipea divulgado recentemente mostra alta no desemprego de forma generalizada, com maiores taxas de desocupação em Pernambuco, Bahia, Sergipe, Alagoas e Rio de Janeiro, e números positivos no mercado somente em Roraima e Amapá

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Os impactos da pandemia da Covid-19 no mercado de trabalho continuam altos, mesmo com mais de um ano dos primeiros casos da doença no Brasil. É o que mostra um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgado recentemente, com dados do primeiro trimestre de 2021. O levantamento mostrou duas conclusões principais: a taxa de desemprego ficou 2,3 pontos percentuais acima do resultado do mesmo período de 2020 e o número de pessoas com idade para trabalhar que não buscaram emprego subiu 25%.  

“O estudo do Ipea mostra que, no primeiro trimestre de 2021, mesmo diante de uma aceleração da economia acima da projetada e de uma expansão da ocupação, o mercado de trabalho brasileiro segue duramente afetado pelos efeitos da pandemia do coronavírus, conjugando uma taxa de desocupação elevada e crescimento da subocupação e do desalento”, explica a economista Maria Andreia Lameiras, uma das autoras do estudo.

A especialista também destaca que o desemprego foi maior entre as mulheres, os trabalhadores mais jovens e aqueles de qualificação profissional mediana. Os detalhes mostram que a taxa de desocupação foi de 17,9% para o sexo feminino e 12,2% para a população do sexo masculino. Os mais jovens, de 18 a 24 anos, tiveram uma taxa de desemprego de 31%.

Quando analisadas as regiões do país, observa-se uma alta generalizada de desocupação, maior no Nordeste e no Sudeste. Enquanto a taxa de desocupação em todo o Brasil ficou em 15,1%, em março, essas regiões apresentaram taxas de 18,6% e 15,2%, respectivamente.

Estados

Todas as unidades da federação registraram aumento da desocupação em 2021, à exceção de Roraima e Amapá. Em números absolutos, as maiores taxas de desemprego no primeiro trimestre foram dos estados de Pernambuco (21,3%), Bahia (21,3%), Sergipe (20,9%), Alagoas (20%) e Rio de Janeiro (19,4%). 

Morador de Recife, Álvaro de Almeida é uma das pessoas que compõem os dados de desempregados em Pernambuco, região que lidera o índice negativo. Comerciante, ele perdeu o emprego em janeiro deste ano. “Durante 12 anos trabalhei com venda de veículos, da mesma marca, na mesma empresa. Eu tinha um cargo teoricamente estável dentro da empresa, conseguia ter um bom faturamento, conseguia ter uma boa renda e, de repente, a pandemia mudou tudo”, lamenta.

Ele relata ter observado quadros de melhoras e pioras no mercado de trabalho durante a crise sanitária enfrentada pelo Brasil, movimento semelhante às ondas de novos casos e óbitos em decorrência da Covid-19, mas que os hábitos de consumos dos brasileiros tiveram que mudar desde o começo deste período de pandemia.

“O poder de compra diminuiu. As pessoas estão dando mais prioridade às necessidades básicas. O carro virou um luxo. Você trocar o seu veículo virou um luxo”, diz. A área de atuação de Álvaro, o comércio, apresentou ainda uma variação de -11,7% de pessoas ocupadas com carteira assinada durante o primeiro trimestre deste ano.

No Dia do Trabalhador, desemprego bate recorde no Brasil

Número de pessoas desempregadas no Brasil subiu 3,4%, diz IBGE

Universidade Zumbi dos Palmares lança plataforma de e-commerce para estimular economia entre negros

Próximos meses

Apesar das estatísticas preocupantes, o estudo do Ipea mostra que há uma recuperação da ocupação pela frente, o que já vem ocorrendo de maneira mais intensa entre os empregados sem carteira e os trabalhadores por conta própria. O contingente deste grupo de trabalhadores informais registrou recuos menos expressivos no primeiro trimestre de 2021 do que no trimestre móvel encerrado em agosto de 2020.

A economista Maria Andreia aponta que, “para os próximos meses, as perspectivas são positivas”, sobretudo por conta do aumento do ritmo de vacinação contra a Covid-19. “Isso deve gerar um dinamismo adicional no setor de serviços, que é o grande contratador de mão de obra brasileira. No entanto, mesmo diante desse cenário da melhora do emprego, a taxa de desocupação deve continuar elevada, tendo em vista que boa parte dos trabalhadores que saíram do mercado de trabalho durante a pandemia deve retornar à procura de uma nova posição no mercado de trabalho”, avalia. 
 

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01/07/2021 03:30h

Apesar da alta na procura por emprego, a oferta de vagas ainda está baixa

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Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgados nesta quarta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que o número de pessoas desempregadas no Brasil subiu 3,4% no trimestre encerrado em abril deste ano, elevando a taxa de desocupação para 14,7%.

Deputados defendem que privatização da Eletrobras pode beneficiar construções de hidrelétricas

Reforma Tributária é fundamental para aumentar a competitividade da Indústria Nacional

Em comparação com o trimestre encerrado em janeiro, quando a taxa ficou em 14,2%, o aumento foi de 0,4 ponto percentual, o que representa mais 489 mil pessoas desocupadas, totalizando 14,8 milhões de pessoas em busca de trabalho no país.

De acordo com a pesquisa, depois de um ano como o de 2020, onde milhões de pessoas perderam trabalho, é de se esperar que muitas pessoas estejam buscando novas oportunidades. E que, apesar da alta na procura por emprego, a oferta de vagas ainda está baixa.

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Economia
30/06/2021 04:00h

O ShopBlack surge como uma alternativa no atual contexto da pandemia, com a crise econômica, alta do desemprego e redução do auxílio emergencial

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Com o objetivo de criar um espaço online para comercialização de produtos e serviços entre pequenos empreendedores negros, a Universidade Zumbi dos Palmares lançou o e-commerce ShopBlack. A ferramenta surge como uma alternativa no atual contexto da pandemia, com a crise econômica, alta do desemprego e redução do auxílio emergencial.
 
Segundo o reitor da universidade e idealizador do projeto, José Vicente, a iniciativa é resultado do desenvolvimento do projeto de aceleração de startups. O objetivo é o empoderamento e fortalecimento do empreendedorismo para os alunos da universidade, seus familiares e a comunidade negra em geral. “É um ambiente que pretende permitir e estimular e o empreendedor mesmo possa gerar emprego e renda, mas sobretudo vender e comercializar o seu produto no ambiente eletrônico”, afirmou. 

Funafro realiza congresso sobre empreendedorismo para jovens negros

Projeto modelo em Campinas capacita gratuitamente jovens para o mercado de trabalho

A universidade começou a estruturar o projeto pensando em construir uma saída para a falta de emprego durante a pandemia e de dificuldade dos negros de acessar cargos mais altos no mercado de trabalho. 
 
A professora aposentada de cultura negra brasileira, Maria do Carmo Moura, de 76 anos, que participou da iniciativa, acredita que os negros, sobretudo da terceira idade, precisam de oportunidade e um lugar em que o produto tenha visibilidade. “Eu acho que o caminho para nós negros é esse. Nós nos juntamos, porque o ShopBlack é uma reunião de quase todos os negos que fazem algumas coisas e sempre estão produzindo. Nós vamos ter um ponto tanto para a gente comprar ou vender”, disse.
 
Segundo a Universidade, a iniciativa visa contrapor a situação da pandemia, mas a ideia é que a plataforma continue em funcionamento mesmo depois. A iniciativa antecede o momento de crise e já era um projeto estruturado para fortalecer e ampliar o empoderamento dos jovens negros por meio do empreendedorismo, que veio para ficar e pretende se ampliar.

Diferença salarial

Uma pesquisa feita pela Associação Brasileira de ONGs (Abong) apontou as discrepâncias entre a remuneração e cargos ocupados por negros e brancos. Segundo o levantamento, em 2019 as pessoas negras ganharam em média 27% menos que as brancas nas ONGs. Os dados são baseados em informações da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), do Ministério da Economia, no período de 2015 a 2019, apurados nas 27 capitais brasileiras.
 
A faixa de remuneração média nas ONGs é a de meio a três salários mínimos. De acordo com o estudo, enquanto os homens brancos têm a maior participação na faixa dos salários mais altos (mais de 20 salários mínimos), os negros são a maioria nas faixas que representam os menores salários. 

Aumento da desigualdade na pandemia

No segundo trimestre de 2020 a desigualdade de renda bateu recorde no Brasil, segundo o estudo “Efeitos da pandemia sobre o mercado de trabalho brasileiro”, divulgado pelo FGV Social (Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas). O indicador estudado na pesquisa foi o índice de Gini, que monitora a desigualdade de renda em uma escala de 0 a 1, sendo que, quanto mais próximo de 1, maior é a desigualdade. O do Brasil ficou em 0,6257 em março.
 
Os números confirmaram que houve sim uma queda significativa na renda do trabalho da população, que teve redução de 20,1% no segundo trimestre de 2020, na comparação com os três primeiros meses do ano. Com isso, a queda de renda da população alcançou diferentes níveis. Os 10% mais ricos também tiveram perdas nos rendimentos, mas não tão substanciais como a população de menor renda que foi duramente atingida.

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18/06/2021 16:30h

Requerimentos se concentram principalmente nos setores de serviços e comércio

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Pedidos de seguro desemprego caem 53% no Ceará, em maio. O mês foi encerrado com 15.469 requerentes do seguro-desemprego, apresentando uma redução em relação ao mesmo período de 2020, quando o estado registrou 32.935 solicitações.

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Os dados da Base de Gestão do Seguro-Desemprego, do Ministério da Economia, revelam ainda que os pedidos se concentram principalmente nos setores de Serviços (38,67%), seguido pelo Comércio (25,3%), Indústria (22,63%) e Construção Civil (11,64%). Além disso, a maior parte foi solicitada por trabalhadores com ensino médio (9.860), com idade entre 30 e 39 anos (5.524) e do sexo masculino (65,87%).

Considerando os cinco primeiros meses de 2021, no Ceará, foram habilitados ao recebimento do seguro-desemprego formal 81.446 requerentes, o que representa um aporte de R$ 344 milhões na economia local, com o valor médio da parcela de R$ 1.242,10.

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28/05/2021 19:00h

Números totalizam 14,8 milhões brasileiros em busca de emprego

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Segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta quinta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desocupação no Brasil subiu 0,8 ponto percentual, totalizando 14,8 milhões brasileiros em busca de emprego.

Número de contratações com carteira assinada foi superior ao de demissões em abril, diz Caged

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Com isso, o percentual fechou o primeiro trimestre de 2021 em 14,7%, na comparação com o último trimestre do ano passado, representando a maior taxa desde 2012. Já o número de pessoas ocupadas ficou estatisticamente estável na comparação com o último trimestre de 2021, com 85,7 milhões, e o nível de ocupação caiu 0,5 ponto percentual, para 48,4%

Nas categorias de trabalhadores, o IBGE aponta que houve redução de 2,9% dos empregados do setor privado sem carteira assinada, totalizando 9,7 milhões. A única categoria que apresentou aumento na ocupação foi a que engloba trabalhadores por conta própria, que subiu 2,4%, e agora representa 23,8 milhões de brasileiros.

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27/05/2021 16:00h

De janeiro a abril, houve 6.406.478 contratações e 5.448.589 demissões

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Segundo o Ministério da Economia, em abril, foram gerados 120.935 postos de trabalho, indicando que o número de trabalhadores contratados com carteira assinada foi superior ao de demitidos, embora a geração de postos de trabalhos formais tenha ficado abaixo do resultado do mês de março.

Desemprego no Rio de Janeiro: MPs que sugerem flexibilizações trabalhistas podem ser a solução na pandemia

Alternativas trabalhistas previstas na MP 1046 são adequadas para momento atual e para o futuro

Os dados fazem parte das estatísticas mensais do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) e o destaque foi para o setor de serviços, que gerou 57.610 postos de trabalho. Com o resultado, o estoque de empregos formais no país apresentou uma variação positiva de 0,30% em relação ao mês de março.

Segundo o ministro da Economia, Paulo Guedes, “o Brasil está mostrando resiliência. Os programas estão funcionando. E a vacinação em massa está entrando."

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01/05/2021 03:00h

Mais de 14,4 milhões de pessoas estão desempregadas no país, de acordo com o resultado da nova PNAD

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No Dia do Trabalhador número de desempregados bate recorde no Brasil: mais de 14,4 milhões de pessoas estão sem emprego formal no país, de acordo com o resultado da nova Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Esse resultado corresponde ao trimestre entre dezembro de 2020 e fevereiro deste ano e é o pior desempenho já registrado pela PNAD desde o começo da série histórica em 2012. O dado representa uma alta de 2,9% em relação ao trimestre anterior, ou seja, mais 400 mil pessoas desempregadas.

“Estamos atingindo neste trimestre uma população desocupada de 14,4 milhões de pessoas. É o maior contingente pressionando o mercado de trabalho. Isso mostra que as atividades não estão absorvendo os trabalhadores nesse trimestre. Muitas delas, inclusive, estão em um processo já indicando dispensa de trabalhadores”, explicou a analista da pesquisa, Adriana Beringuy. 

Empreendedorismo para vencer o desemprego

Apesar do resultado ruim, a pesquisa revela um ponto positivo: o contínuo crescimento do empreendedorismo, que já tem sido observado nas divulgações anteriores. Isso reforça a importância de o trabalhador agir por conta própria para garantir sua renda sem a necessidade de estar em um emprego formal. A pesquisa aponta que mais de 716 mil pessoas conseguiram se manter no mercado de trabalho de forma independente, se tornado empreendedores – e esse dado foi o da única categoria de trabalhadores que cresceu da última pesquisa para esta.

Isso quer dizer que mesmo diante de uma das maiores crises econômicas a assolar o país, o povo brasileiro se mostra criativo e pronto para enfrentar as adversidades, superando os desafios existentes na falta de empregos com carteira assinada para conquistar novas formas de ganhar dinheiro.

Um desses exemplos de superação é a história da Layanne Araujo, que tem 29 anos e mora em Samambaia, no Distrito Federal. Durante quatro anos a jovem trabalhou em uma associação na área de hotelaria, mas com a chegada da pandemia, Layanne foi demitida.

Entretanto, o que poderia ser o início de um período dramático, se transformou em combustível para começar no empreendedorismo com sua própria loja de roupas. No começo, as peças eram vendidas apenas pela internet, mas a ajuda da família mudou esse cenário.

“Era um momento em que ninguém sabia o que poderia vir pela frente, e resolvi arriscar com um capital pequeno, pois estava insegura, mas crente que poderia dar certo. Foi quando a minha sogra, que mora em uma casa grande, me deu a oportunidade de montar minha lojinha em um espaço físico. Minhas clientes começaram a surgir e as pessoas conheceram meu trabalho”, contou a empresária.

Brasil tem mais contratações do que demissões em março

Sem vetos da Lei de assinaturas eletrônicas, empresas poderiam quebrar

Empreendedorismo cresce na luta contra o desemprego

E se engana quem acredita que essa é uma história isolada, pois em 2020 as micro e pequenas empresas tiveram um crescimento de 19% no número de pedidos de marcas junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). Para efeitos de comparação é importante saber que em 2019, foram feitos ao INPI 254 mil pedidos.

Desse universo, cerca de 106 mil eram microempreendedores individuais (MEI), micro e pequenas empresas. Já em 2020, o Instituto teve 275 mil pedidos de marcas, sendo 126 mil relativos aos pequenos negócios. Os dados são do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

Quem tem direito ao Seguro-Desemprego

Caso você seja um trabalhador com carteira assinada que acabou de ser demitido, é possível requisitar o Seguro-Desemprego. Esse é um dos benefícios da Seguridade Social com finalidade de garantir assistência financeira temporária ao trabalhador dispensado involuntariamente (sem justa causa).

  • Estiver desempregado, quando do requerimento do benefício;
  • Não possuir renda própria para o seu sustento e de sua família;
  • Não estiver recebendo benefício de prestação continuada da Previdência Social, exceto pensão por morte ou auxílio-acidente.
  • Ter recebido salários de pessoa jurídica ou pessoa física equiparada à jurídica (inscrita no CEI) relativos a: pelo menos 12 (doze) meses nos últimos 18 (dezoito) meses imediatamente anteriores à data de dispensa, quando da primeira solicitação; pelo menos 9 (nove) meses nos últimos 12 (doze) meses imediatamente anteriores à data de dispensa, quando da segunda solicitação; e cada um dos 6 (seis) meses imediatamente anteriores à data de dispensa, quando das demais solicitações;

Mais informações sobre quando requerer o benefício, onde requerer, como requerer, quais são as condições para receber o Seguro-Desemprego podem ser acessadas aqui.

1º de Maio e o Dia do Trabalhador

Uma curiosidade a respeito desta data, é que ela não é comemorada apenas no Brasil – e para falar a verdade, não tem a haver com uma ação realizada por aqui. Nesta data, em 1886, trabalhadores dos Estados Unidos realizaram uma enorme greve reivindicando melhores condições e, principalmente, redução na jornada de trabalho. O movimento foi tão bem-sucedido que a partir de então, diversos países por vários continentes adotaram a data como forma de homenagear seus trabalhadores.

No Brasil, a história foi similar, mas demorou alguns anos para a data ser oficializada pela República. Em 1917, São Paulo foi marcado por uma das maiores greves já registrada no país e durante alguns anos o movimento de trabalhadores atuou por melhorias nas questões trabalhistas. Então, a partir de 1925 foi decretado feriado nacional pelo presidente Arthur Bernardes.

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30/04/2021 04:30h

Foram gerados 184 mil empregos formais no mês, resultado de um número de contratações acima das demissões

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O Brasil fechou o mês de março com mais contratações do que demissões. Foram gerados 184.140 postos de trabalho, número que é resultado de 1.608.007 admissões e 1.423.867 desligamentos de empregos com carteira assinada. 

Os dados foram divulgados pela pesquisa Estatísticas Mensais do Emprego Formal, do Ministério da Economia. A pasta comemorou os resultados com a avaliação de que o desemprego causado pela pandemia da Covid-19 começa a ser combatido com o auxílio da vacinação contra a doença.

“Ao contrário da primeira onda [da pandemia de covid-19] que nos atingiu no ano passado e destruiu 276 mil empregos em março, a nossa reação à segunda onda, agora, foi a criação de 184 mil novos empregos no setor formal”, afirmou o ministro Paulo Guedes.

O saldo positivo no nível de emprego foi verificado em cinco grupamentos de atividades econômicas: serviços, indústria geral, construção, comércio e agricultura. Em relação aos estados, porém, três regiões tiveram saldo negativo: Alagoas, Pernambuco e Ceará.

Em todo o ano de 2021, o saldo é de 837.074 empregos registrados, fruto de 4.940.568 admissões e de 4.103.494 desligamentos no primeiro trimestre.

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05/04/2021 10:20h

Segundo ministro da Economia, esse é o melhor resultado para um mês de fevereiro

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O Brasil gerou 401.639 novos empregos em fevereiro deste ano, um crescimento que segundo o ministro da Economia, Paulo Guedes, é o maior para o mês de fevereiro. De acordo com o ministro, isso é resultado de 1.694.604 admissões e de 1.292.965 desligamentos de empregos com carteira assinada. Nas palavras de Guedes, “Mais uma vez, o vigor da economia brasileira, a resiliência da economia brasileira surpreende as expectativas”, afirmou durante coletiva virtual de divulgação do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

“O grande impacto dessa pandemia na questão econômica está nas micro e pequenas empresas”, afirma o deputado Alexis Fonteyne

Empresas da construção civil recebem dicas do Sebrae sobre processo de retomada da economia

Apesar do bom resultado, o mês de fevereiro não contempla o período de intensificação das restrições das atividades, impostas por diversos estados e municípios para o enfrentamento ao crescimento de casos da Covid-19. Para o ministro, agora o foco do governo deve ser a vacinação em massa da população, principalmente dos 40 milhões de brasileiros do mercado informal, que é o grupo mais vulnerável e que foi atendido pelo auxílio emergencial do governo federal.
 

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05/04/2021 00:00h

De acordo com o parlamentar, flexibilizar as regras com novas medidas provisórias é uma forma de garantir os empregos

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Com o número de pessoas doentes de Covid-19 aumentando pelo Brasil, muitos gestores públicos passaram a adotar medidas para tentar combater a doença. Com o objetivo de reduzir a circulação de pessoas e, ao mesmo tempo, baixar a taxa de contaminação nos municípios, as principais ações foram o lockdown e o toque de recolher. Restrições que têm forte impacto sobre as atividades das empresas, o que traz desafios para que consigam pagar suas contas e honrar seus compromissos no curto prazo.

Por conta disso, o Congresso Nacional tem iniciado discussões a respeito de reedição de medidas adotadas no ano passado, para tentar controlar a crise econômica que se instalou durante a crise de saúde pública.

Esses debates entre parlamentares têm o objetivo de elaborar medidas para evitar demissões e fechamento de empresas, como algumas estratégias adotadas em 2020, a exemplo da MP 936/2020, que instituiu o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda; e mais precisamente reeditar a Medida Provisória 927/2020, que já perdeu sua eficácia.

De acordo com a MPV, durante o estado de calamidade pública reconhecido pelo Decreto Legislativo nº 6, de 2020 (e que foi encerrado no dia 31 de dezembro do ano passado), para fins trabalhistas, empregado e empregador podiam fazer acordos, a fim de garantir a permanência do vínculo empregatício, como o teletrabalho, a antecipação de férias individuais, a concessão de férias coletivas, o aproveitamento e a antecipação de feriados, criação e uso do banco de horas.

Segundo o economista e professor de finanças do IBMEC Brasília William Baghdassarian, uma reedição desse tipo de Medida Provisória, simplificando as regras trabalhistas, pode ser um ponto positivo nesse momento em que as empresas precisam de auxílio para se manter em atividade. O especialista acredita que na atual crise causada pela pandemia da Covid-19, se o Brasil mantiver regras trabalhistas muito duras e pouco flexíveis, é possível que a crise econômica fique mais intensa.

O especialista em economia afirma que na medida em que o empregador não consegue auferir receita “fica muito complicado ele continuar honrando esses custos físicos. Do ponto de vista jurídico eu não tenho dúvidas de que é preciso manter os empregados e pagar todas as obrigações”, explicou.

Por isso, do ponto de vista econômico “o empresário para de ter o ingresso de recursos e passa a ter só sangria de recursos do caixa. Chega um certo momento em que essa empresa fica com o caixa fragilizado e, em muitos casos, a empresa acaba entrando em recuperação judicial ou falindo”, destacou Baghdassarian.

Adotar uma medida como essa, no entanto, causa polêmicas em parte dos parlamentares e da sociedade, que teme uma fragilização das leis trabalhistas ao ponto em que o funcionário não tenha direitos assegurados, tornando-se descartável a qualquer momento.

De acordo com o deputado federal Paulo Ganime (NOVO-RJ), os debates relacionados a medidas que possam flexibilizar leis trabalhistas, podem ajudar a reduzir o desemprego, uma vez que podem garantir condições para que as empresas e trabalhadores refaçam acordos firmados antes da pandemia de covid-19.

“Esses acordos esses devem ser revistos entre as duas partes, não é uma imposição da empresa, mas é um acordo que possa garantir que empregos sejam preservados. Que possam garantir que o trabalhador continue trabalhando. Mais uma vez é preciso dizer que isso não vai contra o trabalhador, muito pelo contrário, serão acordos que vão possibilitar que ainda mais empregos sejam mantidos”, destacou o parlamentar.

Desemprego

De acordo com dados do Instituto de Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa média de desemprego em 2020 foi recorde em 20 estados do País, acompanhando a média nacional, que aumentou de 11,9% em 2019 para 13,5% no ano passado, a maior da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), que é realizada desde 2012.

Os dados da pesquisa foram divulgados no dia 10 de março deste ano e revelou que no intervalo de um ano, a população empregada reduziu em 7,3 milhões de pessoas no País. O estado do Rio de Janeiro foi duramente afetado pela crise e registrou 17,4% de desocupação entre sua população.  

Em termos nacionais, os jovens foram os mais afetados pelo desemprego entre os grupos etários no quarto trimestre de 2020. As pessoas de 14 a 17 (42,7%), de 18 a 24 anos de idade (29,8%), de 25 a 39 anos (13,9%) tiveram taxa acima ou igual à média nacional.

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