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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

1º - A utilização gratuita e livre dos materiais produzidos pelo Brasil 61 só será permitida depois que este termo de parceria for aceito pelo usuário, prevendo as seguintes regras:

a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o usuário realize o login no site do Brasil 61 - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

ADENDOS IMPORTANTES SOBRE A PARCERIA

a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

Ao clicar em ACEITO, a emissora aqui cadastrada afirma concordar e estar ciente de todas as condições apresentadas neste Termo de Utilização de Conteúdo.

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

Desemprego

Economia
03/01/2021 00:00h

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Continua (PNAD)

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De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desocupação, ou seja, de desemprego no Brasil ficou em 14,3% sendo que no trimestre de agosto a outubro de 2020 cresceu 0,5 ponto percentual em relação ao trimestre de maio a julho, que ficou no valor de 13,8%, o que representa 2,7 pontos percentuais frente ao mesmo trimestre de 2019. A população desocupada, estimada em mais de 14 milhões, cresceu 7,1% e isso representa mais 931 mil pessoas frente ao trimestre anterior.

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A população com algum tipo de emprego formal está na casa dos 84,3 milhões de pessoas e subiu 2,8% frente ao trimestre anterior, mas caiu 10,4 se compararmos ao mesmo trimestre de 2019. O nível de ocupação subiu 0,9 ponto percentual frente ao trimestre anterior, mas também caiu na comparação com o mesmo trimestre de 2019.

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03/01/2021 00:00h

Na administração direta 3.870.342 são estatutários, enquanto 445.047 são contratados via CLT e 1.171.625 não possuem vínculo permanente

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A quantidade de pessoas que trabalham direta ou indiretamente nas administrações dos municípios cresceu em 2019, segundo dados de um levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nesse ano, o número de servidores nas administrações direta e indireta dos municípios chegou a 6.537.606 pessoas, sendo apenas 0,1% acima do contingente de 2018.  Isso quer dizer que o Brasil tem aproximadamente 3,1 servidores municipais para atender cada 100 pessoas. Quanto maior a população do município, menor é esse percentual.                

Com a necessidade do trabalho remoto, em que muitas pessoas puderam exercer suas atividades diretamente de casa sem causar prejuízos ao serviço público, o especialista em Contabilidade Pública pela Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), José Orcélio do Nascimento, acredita que existe uma possível má distribuição de cargos em alguns setores de governos – em qualquer um dos três níveis, União, estados e municípios. De acordo com Orcélio, antes de falar que uma área está com muito ou pouco servidor, é preciso primeiro avaliar a demanda existente.



“Temos que lembrar o seguinte: quando aumenta a demanda, você tem que ter mais profissionais da área. Então observamos áreas como educação e saúde que demandam um grande número de servidores e nem sempre é suficiente. Isso quer dizer que muitas vezes vemos, por exemplo, escolas públicas deficitárias seja em recursos financeiros ou servidores como professores e cargos de direção na escola”, explicou o especialista.

Na administração direta, 3.870.342 são estatutários, enquanto 445.047 são contratados por meio da Carteira de Trabalho e 1.171.625 não possuem vínculo permanente. Essas são algumas informações da Pesquisa de Informações Básicas Municipais (MUNIC 2019) que perguntou, pela primeira vez, sobre a presença das prefeituras em redes sociais.

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Além disso, a pesquisa revelou que 559.642 pessoas estão contratadas pelo regime de cargo comissionado, o que de acordo com o professor Francisco Antônio Coelho Júnior, do Departamento de Administração da Universidade de Brasília (UnB), é um tipo de cargo no serviço público que merece atenção. Segundo o acadêmico, considerando as demandas especificas da população, é preciso que esses cargos sejam criados apenas quando houver necessidade de desempenhar funções específicas e levando em conta o impacto no orçamento municipal.    

“Cargos em comissão são uma das únicas exceções da administração pública em que o preenchimento não depende de concurso público. Em tese, são cargos que não podem ser criados sem serem justificados por um real interesse da administração pública. Além disso, eles possuem maior decisório e com maior poder remuneratório que impactam nas contas públicas municipais. Por isso, os prefeitos têm que olhar com atenção a necessidade de criar uma função assim e, se optarem por criar, tem que ser cargos com ocupantes estratégicos”, destacou o professor.

Outros dados interessantes, revelados pela pesquisa, são o de que em 76,7% de municípios do País, as mulheres estavam à frente do órgão gestor da política de direitos humanos. Além disso, 7,7% dos municípios brasileiros informaram que tomaram alguma iniciativa de desestatização nos últimos 24 meses e isso representa ou 431 municípios.

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03/01/2021 00:00h

Cerca de 14 milhões de brasileiros estavam desocupados em novembro, aponta pesquisa do órgão

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A taxa de desemprego no Brasil chegou a 14,2%, recorde desde o início da série histórica. Isso significa que 14 milhões de pessoas estão sem emprego no País. É o que aponta a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Covid-19 (Pnad Covid-19), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Em outubro, eram 13,8 milhões de desempregados, 14,1%. 

A população ocupada, por sua vez, subiu para 84,7 milhões, um aumento de 0,6% em relação a outubro. De acordo com o IBGE, o nível de ocupação é de 49,6%, o que significa que menos da metade da população em idade para trabalhar estava empregada. 

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A Pnad Covid-19 também trouxe dados relacionados à saúde da população. Cerca de 28,6 milhões de brasileiros fizeram algum teste para saber se estavam infectados com o novo coronavírus. Entre esses, 22,7%, o equivalente a 6,5 milhões de pessoas testaram positivo para a Covid-19. A pesquisa indica que até novembro, 13,5% da população do País fez algum teste para detectar o vírus, ante 12,1% em outubro. 

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Política
30/12/2020 12:30h

PL 5.381/2020 tem objetivo de mudar uma lei de 1940 para favorecer os vendedores de balas e doces

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Projeto de lei do Senado pretende garantir aos vendedores ambulantes de doces e balas acesso ao transporte público urbano para fazer vendas. A autora do PL 5.381/2020, senadora Rose de Freitas (Podemos-ES), acredita que as pessoas são levadas a exercer o comércio ambulante pela falta de oportunidades no mercado formal e o projeto vai favorecer um trabalho com mais segurança e dignidade.  

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Atualmente o Decreto-Lei 2.041, de 1940, que regula o exercício do comércio ambulante, proíbe a subida dos vendedores nos veículos em movimento para oferecer a mercadoria aos clientes. Com a alteração, os trabalhadores vão ter permissão para vender os doces pré-embalados dentro do transporte público.

Segundo levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e estatística (IBGE), houve um aumento de vendedores ambulantes devido à pandemia do coronavírus, com aproximadamente 27,9 milhões de trabalhadores informais atuando hoje.

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05/12/2020 01:00h

O levantamento do Instituto Fecomércio de Pesquisas e Análises entrevistou 505 pessoas

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Novo levantamento do Instituto Fecomércio de Pesquisas e Análises do Rio de Janeiro mostra aumento no percentual de cidadãos que estão, de alguma forma, com medo de perder o emprego nos próximos três meses. 

O balanço entrevistou 505 consumidores e constatou que para 64,6%, esse temor esta mais evidente. No comparativo com a última sondagem, realizada em outubro, há um acréscimo de cinco pontos percentuais.

O índice que captura as expectativas para o periodo caiu de 102,2 pontos em outubro para 95,6 pontos em novembro. Por outro lado, a confiança na economia do Rio de Janeiro para os próximos três meses aumentou. Em outubro, o índice marcou 80,4 pontos enquanto que em novembro o índice subiu para 82 pontos.   

O indicador que mede os gastos com bens duráveis para os próximos três meses aumentou em novembro, talvez influenciado pela Black Friday e pelo Natal. Em outubro, o indicador marcou 109 pontos enquanto que em novembro o indicador havia subido para 112,6 pontos.  
 

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02/12/2020 01:00h

Dados de setembro registram 8,2 milhões de pessoas empregadas na área

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Após o primeiro impacto causado na economia e no mercado de trabalho devido à pandemia do novo coronavírus, o número de empregados no setor agrícola se regularizou

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, do IBGE, mostram que, no trimestre móvel encerrado em setembro (julho-agosto-setembro), 8,280 milhões de pessoas estavam ocupadas na agropecuária.

O número representava apenas 0,3% (ou 28 mil pessoas) abaixo do esperado para esse período, conforme modelo criado pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, mas de acordo com o levantamento, estão mais próximos da realidade antes da pandemia, do que os semestres anteriores. 
 

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29/11/2020 01:00h

Os setores que mais abriram vagas: serviço, comércio, indústria e construção

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O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério da Economia indicou um aumento no número de trabalhadores empregados pelo quarto mês consecutivo. Somente em outubro 394.989 vagas com carteira assinada foram criadas, resultado de 1.548.628 admissões e de 1.153.639 desligamentos.

O estoque, que é a quantidade total de vínculos ativos, chegou, no mês passado a 38.638.484, variação de 1,03% em relação a setembro. No acumulado do ano, o saldo é negativo em 171.139, decorrentes de 12.231.462 admissões e de 12.402.601 desligamentos.

Dos cinco grandes grupamentos de atividades econômicas, quatro tiveram saldo positivo no emprego em outubro. O principal foi o setor de serviços, que abriu mais de 150 mil novas vagas. No comércio foram criados cerca de 115 mil postos, na indústria 86 mil e na construção 36 mil.

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28/11/2020 01:00h

A conclusão é da pesquisa “Perspectivas 2020: Expectativa dos Brasileiros com o Cenário Político & Social”

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Uma pesquisa da Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi) em parceria com a empresa Kantar leva a crer que o impasse na vida dos brasileiros entre a economia, paralisada em decorrência da pandemia do novo coronavírus, e saúde, ainda devam se estender para 2021. Ao menos é o que indica a pesquisa “Perspectivas 2020: Expectativa dos Brasileiros com o Cenário Político & Social” é que essas temáticas são vistas como maiores prioridades a serem atendidas pelo Governo Federal.

De acordo com o levantamento, pelo menos 66% dos entrevistados acreditam que o desemprego aumentará em 2021, principalmente devido à pandemia da Covid-19. E por falar nela, 28% indicaram saúde como foco do próximo ano. Segundo o doutorando em economia pela Universidade de Brasília (UnB), Helder Lara Ferreira Filho, apenas com a implementação da vacina ou com a prorrogação do Auxílio Emergencial, será possível traçar um futuro positivo para os dois temas. 

“A taxa de desemprego subiu um pouco, mas ela não foi tão grande graças ao Auxílio Emergencial. Na perspectiva do emprego, no primeiro semestre, vai depender muito da questão da prorrogação ou não do benefício. Se ele não for adiado, provavelmente a taxa de desemprego vai estar elevada logo no início do ano. Ao longo de 2021 pode cair, mas depende do nível de aceleração do crescimento econômico, ou se a pandemia for controlada”.

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Segundo os dados da pesquisa, 48% da população recebeu algum auxílio durante a pandemia.  O encerramento do benefício, na opinião do consultor da área de Estudos Técnicos do Conselho Nacional de Municípios (CNM), Eduardo Stranz, preocupa os próximos gestores municipais.

“O Auxílio Emergencial dado às pessoas fez com que houvesse um dinamismo na economia e com o encerramento disso temos quase certeza que haverá, sobretudo nas cidades, uma grande preocupação dos próximos gestores sobre emprego e renda. Acreditamos que essa será a prioridade de todo e qualquer prefeito ou prefeita eleita”, aponta

A pesquisa indica ainda que para mais da metade dos entrevistados (51%) a situação do País é ruim ou péssima e o número de atentos e preocupados ficou em 59%, o que indica que a minoria está tranquila com relação à sua fonte de renda.


 

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21/10/2020 00:00h

O texto faz várias alterações na lei orçamentária e ao mesmo tempo tenta assegurar o cumprimento da regra do teto dos gastos e as decisões recentes do Tribunal de Contas da União (TCU)

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O Poder Executivo enviou ao Congresso Nacional uma proposta para reforçar com quase R$ 3 bilhões os pagamentos de seguro-desemprego devido à pandemia da Covid-19. O montante representa 48% do total previsto no projeto, que destina crédito suplementar superior a R$ 6,2 bilhões para a quitação de obrigações do país.

O texto faz várias alterações na lei orçamentária, em receitas e despesas, a fim de cobrir gastos extras com seguro e, ao mesmo tempo, assegurar o cumprimento da regra do teto dos gastos e de decisões recentes do Tribunal de Contas da União (TCU).

De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) do mês passado, o desemprego no Brasil havia crescido 27,6% durante a pandemia, considerando os dados a partir de março. Em agosto, 12,9 milhões de pessoas estavam sem trabalho no país. 

As despesas com seguro-desemprego e abono salarial somam juntas R$ 60,6 bilhões no Orçamento deste ano, mas as projeções feitas em setembro pelo Ministério da Economia indicam que essas duas ações deverão consumir cerca de R$ 63,0 bilhões até dezembro.

Segundo o economista da Universidade de Brasília (UnB) Newton Marques a PEC emergencial já prevê excepcionalidades que podem ser cobertas com recursos do tesouro nacional, não previstos no orçamento. 

“Durante a pandemia o governo teve que gastar muito mais com a sociedade do que o orçamento de 2020 permitia. Então, para 2021 espera-se também que exista uma PEC emergencial com esse caráter. Ou seja, aquelas despesas que não serão atendidas com os orçamentos de 2021 deverão atender essas despesas extraordinárias”, disse. 

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No início do mês o TCU decidiu que o governo poderia utilizar eventual espaço fiscal no teto de gastos para cobrir despesas extras causadas por ações emergenciais em razão da pandemia. Mas deverá ser mantido o limite do teto neste ano de R$ 1,455 trilhão. Graças ao orçamento de guerra, medidas provisórias abriram crédito extraordinário, como para o pagamento do auxílio emergencial de R$ 600, por exemplo.

Para o economista Roberto de Góes Júnior, o gasto extraordinário não é um problema, desde que não se torne um gasto permanente, como a discussão de tornar o auxílio emergencial uma extensão do Bolsa Família. 

“A linha divisória é essa, fazer ajustes como o governo está fazendo para tentar  colocar no teto, que é o caso do seguro desemprego esses R$ 3 bilhões. Mas isso não é um grande problema. O importante é que a partir do ano que vem, ou quando superar a pandemia, esses gastos extraordinários sumam, porque a situação fiscal do país já é grave”, explicou.

Para reforçar o seguro-desemprego a equipe econômica revisou quatro MPs de crédito extraordinário. Segundo o ministro da Economia, Paulo Guedes, essas MPs cancelaram R$ 7,7 bilhões em despesas dentro do teto, abrindo espaço fiscal para outros gastos. Essas despesas envolvem emendas parlamentares remanejadas após acordo entre deputados, senadores e governo.

O texto do PLN deve ser analisado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) e depois pelo Congresso. No entanto, a CMO, que também deverá definir o Orçamento para 2021, ainda não foi instalada nesta sessão legislativa. Mas nos casos de urgência ou medidas relacionadas à Covid-19, as mesas da Câmara e do Senado regulamentaram a deliberação de propostas orçamentárias.

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16/10/2020 10:15h

Essa baixa representou um recuo de 3,5% do contingente total de empregos do segmento mais protegido do mercado de trabalho

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Além do cenário da pandemia, a estiagem também contribuiu de maneira significativa para a redução de empregos formais no Rio Grande do Sul. O estado gaúcho registrou, de janeiro a agosto de 2020, a extinção de 88,6 mil vínculos de emprego formal.

Essa baixa representou um recuo de 3,5% do contingente total de empregos do segmento mais protegido do mercado de trabalho. Nesse contexto, os mais afetados foram mulheres, trabalhadores menos escolarizados e a população com idade igual ou superior a 50 anos.

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Em relação aos setores, o mais atingidos pela crise foram Comércio e Serviços. Os números tiveram como base os dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), da Secretaria da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia.


 

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