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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

1º - A utilização gratuita e livre dos materiais produzidos pelo Brasil 61 só será permitida depois que este termo de parceria for aceito pelo usuário, prevendo as seguintes regras:

a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o usuário realize o login no site do Brasil 61 - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

ADENDOS IMPORTANTES SOBRE A PARCERIA

a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

Ao clicar em ACEITO, a emissora aqui cadastrada afirma concordar e estar ciente de todas as condições apresentadas neste Termo de Utilização de Conteúdo.

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

Emprego

Educação
20/01/2021 00:00h

Projeto é uma iniciativa do Senai e visa promover a inserção de alunos egressos dos cursos no mercado de trabalho; Engenorte vai apadrinhar turma de Técnico em Eletrotécnica

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Os alunos do curso Técnico em Eletrotécnica da unidade de Gurupi (TO) agora terão uma empresa madrinha para ajudar na inserção no mercado de trabalho. O projeto, do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), é uma iniciativa que conta com o apoio de empresas parceiras que, após adesão, observam o desempenho dos alunos no curso em questão. Os que mais se destacarem podem ser aproveitados no quadro pessoal da empresa, se atingirem o perfil desejado. 

Para a turma de Gurupi, que tem cerca de 30 alunos, a empresa madrinha será a Engenorte. As aulas começam no final de janeiro e a empresa acompanhará o curso pelos próximos dois anos. Após a formação, a Engenorte vai abrir seleção de talentos entre os estudantes egressos e, dependendo do desempenho, os alunos já podem conquistar a primeira oportunidade de trabalho. 

“O projeto empresa madrinha visa contribuir para o aumento da inserção dos alunos nas indústrias tocantinenses”, afirma Núbia Almeida, gerente do Senai em Gurupi. O principal objetivo, segundo ela, é mostrar para a indústria estadual o potencial dos alunos egressos do Senai. 

“Queremos proporcionar aos alunos a vivência de forma prática dentro da indústria, com situações semelhantes que eles poderão enfrentar na vida profissional deles dentro da empresa parceira. Com isso, automaticamente, quem ganha é a empresa pela promoção desse intercâmbio técnico-pedagógico”, garante a gerente. 

Em todo estado, 36 turmas já foram atendidas com o projeto, contemplando 1,3 mil alunos. Só o município de Gurupi já teve mais de 90 alunos beneficiados. “Elevamos o indicador de alunos egressos inseridos no mercado de trabalho e na indústria, uma vez que temos o caso concreto de uma empresa que contratou três dos nossos alunos logo após o encerramento do projeto”, revela. A empresa citada por Núbia é a Transportadora e Distribuidora de Bebidas CEMAR, que apadrinhou a turma de Técnico em Administração no ano passado. 

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20/01/2021 00:00h

As vagas são para as áreas de Administração, Engenharia Civil, Letras e Educação Física, além de Técnico em Mecânica ou Eletrotécnica e Segurança do Trabalho

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O Instituto Euvaldo Lodi (IEL) Pernambuco oferta 32 vagas de estágio para os níveis médio e superior. Vinte delas são para atuação na Região Metropolitana de Recife, cinco em Caruaru, no Agreste, e sete em Petrolina, no Sertão do São Francisco. As vagas são para as áreas de Administração, Engenharia Civil, Letras e Educação Física, além de Técnico em Mecânica ou Eletrotécnica e Segurança do Trabalho. 
 
As bolsas chegam até R$ 1.000. Para que os estudantes possam concorrer a essas oportunidades de estágio é preciso estar cadastrado no banco de dados no site do IEL. Aos já cadastrados, a gestora do IEL-PE, Juliana Nogueira, destacou que os dados devem estar atualizados. 
 
“É importante que a gente possa contactar esse estudante, para que esse contato seja atualizado. Essas bolsas para oportunidade de estágio chegam a variar de R$ 600 a mil reais. Então é uma excelente oportunidade para você estudante que está em busca de uma oportunidade de estágio”, disse Juliana.

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A estudante Maria Emília Mesquita, de 22 anos, está no sexto semestre de psicologia da faculdade Fafire e por meio do Instituto pode ter sua primeira experiência profissional. “Desde que entrei na faculdade me cadastrei no site do IEL, onde o aluno tem acesso às vagas de acordo com o seu perfil acadêmico. E graças ao IEL eu participei de um processo seletivo para uma vaga de estágio e fui aprovada”, contou.
 
Para o professor do curso de administração do Centro Universitário IESB, Marco Lucinda, o estágio é uma oportunidade de o aluno conhecer melhor sua futura atividade e escolher uma área de atuação, além de criar contatos profissionais importantes para o futuro. 
 
“Sabemos que muitos dos alunos que fazem estágio acabam sendo contratados e se não são contratados eles recebem indicação do responsável pelo estágio para outros empregos. Então é uma ótima, é uma excelente oportunidade, de fazer o networking dele”, afirmou.
 
Por meio do programa nacional de estágio, o IEL oferece 914 vagas de estágio abertas em 9 estados, com bolsas que podem chegar a até R$ 2.000. É uma oportunidade de inserção no mercado de trabalho para quem começou o ano com a meta de conseguir um emprego.
 

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Brasil
19/01/2021 17:30h

São oferecidas 82 vagas para estudantes dos cursos de Administração, Biblioteconomia, Contabilidade, Comunicação Social, Direito, Engenharia Civil, Informática e Pedagogia

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O IEL Ceará está com inscrições abertas para seleção de estagiários do Tribunal de Contas do Estado do Ceará (TCE-CE). São oferecidas 82 vagas para estudantes dos cursos de Administração, Biblioteconomia, Contabilidade, Comunicação Social, Direito, Engenharia Civil, Informática e Pedagogia. 
 
Os estagiários selecionados atuarão em Fortaleza e receberão uma bolsa de estágio no valor de R$ 949,73, além de auxílio transporte. A carga horária será de 20 horas semanais, distribuídas em jornadas de quatro horas diárias.  As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até esta terça-feira (19) no site do IEL Ceará.

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Para o professor do curso de administração do Centro Universitário IESB, Marco Lucinda, o estágio é uma oportunidade de o aluno conhecer melhor sua futura atividade e escolher uma área de atuação, além de criar contatos profissionais importantes para o futuro. 
 
“Sabemos que muitos dos alunos que fazem estágio acabam sendo contratados e se não são contratados eles recebem indicação do responsável pelo estágio para outros empregos. Então é uma ótima, é uma excelente oportunidade, de fazer o networking dele”, afirmou.
 
Estão aptos a participar desta seleção estudantes do ensino público e privado, regularmente matriculados, que tenham cursado, no mínimo, 40% e, no máximo, 80% dos créditos do respectivo curso. O processo será realizado em duas fases, que compreendem análise do histórico acadêmico (caráter eliminatório) e prova de conhecimentos gerais e específicos (caráter eliminatório e classificatório), que será realizada em 21 de fevereiro. O local e horário da aplicação da prova serão informados no site do IEL Ceará.
 

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Educação
18/01/2021 00:00h

Buscando oportunidade de geração de renda para mudar o cotidiano das mulheres da região, o SENAI, por meio do Centro de Inovação e Tecnologia Industrial (CITI) e em parceria com o Instituto Alpargatas, iniciou um curso de modelagem de vestuário para 13 quilombolas

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Um local de difícil acesso, onde as oportunidades parecem distantes e a preocupação latente é a sobrevivência. Essas são algumas das dificuldades enfrentadas por quem mora no quilombo Pedra D'água, na região da cidade de Ingá, distante cerca de 50 km de Campina Grande. A área de terrenos íngremes abrange aproximadamente 132,4 hectares onde vivem 101 famílias remanescentes de quilombola, com cerca de 358 habitantes.

Buscando oportunidade de geração de renda para mudar o cotidiano das mulheres da região, o SENAI, por meio do Centro de Inovação e Tecnologia Industrial (CITI) e em parceria com o Instituto Alpargatas, iniciou um curso de modelagem de vestuário para 13 quilombolas.
 
Costureira acostumada a fazer concertos, Maria da Penha Gonçalves da Silva, de 29 anos, sempre teve vontade de avançar nos estudos. Além das dificuldades de acesso à escola, ela enfrentou também a resistência na família. Sem saber ao certo o que era modelagem, ela não pensou duas vezes ao se inscrever quando viu a oportunidade.
 
“É uma coisa assim gratificante, uma coisa boa, que veio em boa hora. Aqui no quilombo de Pedra D’água a gente não tinha muitas oportunidades, nem muitas chances, principalmente de participar de um curso desse. A comunidade da gente antigamente era muito esquecida, deixada de lado”, contou.

Maria da Penha Gonçalves da Silva, aluna do curso de modelagem de vestuário. Foto: Divulgação.

Maria da Penha teve seus sonhos adiados durante muito tempo e a oportunidade de voltar aos estudos com a realização do curso acabou reacendendo outros desejos, como de terminar os estudos e até cursar ensino superior. 
 
“Eu amo o que eu faço, tanto a costura como um dia poder entrar em uma universidade e poder cursar pedagogia. Esses são os meus sonhos e eu vou continuar lutando, eu sei que não vai ser fácil, obstáculo todo dia a gente tem, mas eu vou continuar lutando para que isso venha a acontecer”, disse.
 
Três vezes por semana as integrantes da comunidade se deslocavam do Quilombo para Campina Grande, em um ônibus da prefeitura da cidade de Ingá, para participarem do curso, que proporcionou novas perspectivas e oportunidades. Com 160 horas, o curso teve o equivalente a 2 meses e meio de duração. A certificação das alunas aconteceu no dia 18 de dezembro.

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Com adesão forte, o gerente do Centro de Inovação de Tecnologia Industrial e Centro de Ações Móveis (CITICAM) do SENAI, Gustavo Andrade, identificou vocação nas mulheres quilombolas inscritas no curso. A maioria já havia realizado trabalho artesanal ou pequenos trabalhos de costura em casa, o que facilitou a aplicação direta para abrir possibilidades futuras.
 
“É importante lembrar também que está sendo feito em nosso estado e nossa região aqui de Campina Grande o investimento de um polo de moda e confecção, então, tudo o que eles aprenderem pode, futuramente, ser transformado em negócio”, ressaltou Gustavo.
 
Sobre a perspectiva para um novo curso, o gerente do Senai afirmou que foi estendida a parceria com o instituto Alpargatas e a prefeitura do Ingá, e que já existem vários cursos programados para este ano na área de alimentos, confecção e construção civil, para atender a essas comunidades. 

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Ciência & Tecnologia
11/01/2021 00:00h

Em dezembro, Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei complementar que pretende criar um ambiente de negócios mais favorável a empresas inovadoras

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A aprovação do Marco Legal das Startups (Projeto de Lei Complementar 146/19) pela Câmara dos Deputados é esperança para gerar mais empregos e renda em todo o País. É o que acredita o deputado federal Vinicius Poit (Novo/SP), relator do texto que pretende criar um ambiente de negócios mais favorável para as empresas que vivem de inovação. A matéria, agora, está com o Senado.
 
Segundo o parlamentar, ao contrário do que a criação de uma lei sugere, o projeto vem para desburocratizar o ecossistema em torno das startups, dando, por exemplo, mais segurança jurídica para aqueles que querem investir nessas empresas. 
 
As consequências, ele acredita, serão muito positivas. “Era um sonho ter um Marco Legal das Startups. Ver esse sonho sendo realizado, um ambiente melhor para os empreendedores e para a geração de emprego e renda no nosso País é um sentimento de missão cumprida, é um símbolo de que o diálogo, a construção de pontes e o foco no que nos une vale muito mais a pena do que focar somente no que nos separa”, destacou. 

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Investimento

Antes de mais nada, os deputados se preocuparam em definir o que são startups. Segundo o texto, são as empresas, nascentes ou em operação recente, cuja atuação se caracteriza pela inovação aplicada a modelos de negócios ou a produtos ou serviços ofertados. De acordo com a Lei Complementar, para se enquadrar como startup, a empresa deve ter receita bruta de até R$ 16 milhões por ano, além de estar inscrita no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) há menos de dez anos. 
 
Outro requisito é que a startup declare em seu ato constitutivo a utilização de modelos de negócios inovadores para a geração de produtos ou serviços ou se enquadre no regime especial Inova Simples. 
 
De acordo com o marco, as startups vão poder receber dinheiro de investidores sem que esses tenham que participar da gestão ou de qualquer decisão no negócio. Tanto pessoas físicas quanto jurídicas são potenciais investidores, segundo o texto. Com o objetivo de dar mais segurança e incentivar os aportes nas startups, o texto afirma que os investidores não vão ter que responder por qualquer dívida da empresa, mantendo o seu patrimônio protegido.
 
Amanda Caroline, advogada especialista em Direito Empresarial, na empresa Rodrigo Nunes Advocacia, destaca que o projeto de lei acerta ao conferir proteção ao patrimônio dos investidores. “Um dos aspectos principais é que no caso de desconsideração da personalidade jurídica, que é uma forma de perquirir bens, o patrimônio da empresa não será afetado. Isso confere maior segurança jurídica e atrai mais investidores”, avalia.
 
Já Cristina Castro Lucas, professora do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade de Brasília (UnB), e que atua com empreendedorismo, inovação, marcas e patentes, elogia a medida, mas indica que a legislação pode ser aperfeiçoada, deixando claro quem se responsabilizaria pelas dívidas de uma startup que, eventualmente, possa quebrar. “Se o dono da startup, que criou aquela empresa, não tiver dinheiro nenhum – se for um estudante, por exemplo – e tiver uma dívida, falir, o que é comum, eu não sei como isso vai ser pensado do lado do governo, bancos, de onde vai vir o dinheiro. Eu acho a medida sensacional. Só quero entender quem vai se responsabilizar financeiramente para conseguir recursos, por exemplo, junto a um banco”, analisa.

Arte: Brasil 61
 
Poder público

O Projeto de Lei Complementar também regula a contratação de startups pela administração pública por meio de regras específicas de licitação. Assim, o poder público vai poder ofertar determinadas licitações apenas para startups. A condição para isso é que estejam sendo procuradas soluções inovadoras. A depender do edital, mais de uma empresa vai poder ser contratada. O custo máximo que a administração vai poder pagar é de R$ 1,6 milhão por contrato.

Além disso, o poder público poderá contratar pessoas físicas ou jurídicas para o teste de soluções inovadoras, mesmo que haja chance de o empreendimento não dar certo, o chamado risco tecnológico.

 

Outros pontos

Especialistas avaliam que a criação do Sandbox Regulatório é um dos pontos mais importantes da medida aprovada na Câmara dos Deputados. Trata-se de um sistema que dá mais liberdade às empresas de inovação. Na prática, agências de regulação, como a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), vão poder suspender, temporariamente, determinadas normas exigidas das empresas que atuam no setor. Em tese, isso facilitaria o trabalho experimental das startups. 
 
Os critérios de duração e alcance da suspensão das normas, bem como as regras flexibilizadas serão de responsabilidade dos órgãos públicos e das agências reguladoras. 
 
Ainda segundo o texto-base, os funcionários da startup poderão usar a chamada opção de compra de ações. Assim, uma pessoa pode trabalhar recebendo um salário efetivo menor e, no futuro, receber um complemento em ações. Aqueles que decidirem pela modalidade vão ser tributados pelo INSS e Imposto de Renda somente no momento da conversão de compra das ações. A tributação não se aplica sobre os dividendos distribuídos pela valorização das ações.

Startups no Brasil

O Brasil tem 13.378 startups, segundo a Associação Brasileira de Startups (Abstartups). Há dez anos, eram apenas 600, o que significa um crescimento superior a 2.000% em uma década. O conceito do que é uma startup, que foi inclusive, definido no marco legal, não é um consenso. A depender da fonte, pode variar. 
 
No entanto, há consenso de que esse tipo de empresa está revolucionando o mercado brasileiro. É o que ressalta André Lago, Head de Empreendedorismo do Centro Universitário IESB.
 
“As startups estão sempre quebrando o status quo, mudando o mercado. O que é uma regra hoje, uma startup vai mudar, o que vai fazer com que o mercado avance e crie novas oportunidades de modelos de negócios. São empresas revolucionárias”, destaca.

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07/01/2021 09:45h

Os dados mostram que as áreas somavam 4 milhões de trabalhadores no período entre agosto e outubro de 2020

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Após sucessivas quedas, os empregos nos segmentos de alojamento e alimentação, atividades ligadas ao setor de turismo, registraram estabilidade. Entre agosto e outubro de 2020, último trimestre analisado na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), do IBGE, houve variação positiva de 4% nesses segmentos. O percentual é pouco significativo, mas interrompe diversas quedas no total de pessoas empregadas.

Os dados mostram que as áreas somavam 4 milhões de trabalhadores no período entre agosto e outubro. Esse foi o primeiro registro positivo nos segmentos, após consecutivos recuos no total de empregos.

Turismo prepara retomada das atividades com foco em destinos nacionais

O Ministério do Turismo afirma que, em novembro de 2020, lançou o movimento Retomada do Turismo, que tem o intuito de reduzir os impactos da pandemia no setor. De acordo com a pasta, “trata-se de uma aliança nacional para acelerar a retomada do setor de forma responsável e segura, que reúne 32 instituições do poder público, iniciativa privada, terceiro setor e Sistema S.”

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06/01/2021 16:00h

Segundo pesquisadores do Cepea, esse comportamento é um indicativo de recuperação no mercado de trabalho do setor após o período considerado, até então, o mais crítico em termos dos efeitos da pandemia da Covid-19

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A população ocupada no agronegócio cresceu 1,3% no terceiro trimestre de 2020, frente ao trimestre anterior. Com a alta o número chega a 16,94 milhões de pessoas, de acordo com pesquisas do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP.

A recuperação foi influenciada pelas ocupações na agropecuária. Segundo pesquisadores do Cepea, esse comportamento é um indicativo de recuperação no mercado de trabalho do setor após o período considerado, até então, o mais crítico em termos dos efeitos da pandemia da Covid-19. 

Taxa de desemprego aumenta no terceiro trimestre de 2020

Desemprego bate recorde e chega a 14,2%, diz IBGE

Diante desses movimentos, a participação do agronegócio no mercado de trabalho brasileiro alcançou 20,55% no terceiro trimestre de 2020. Em relação aos rendimentos efetivos mensais, entre os terceiros trimestres de 2019 e de 2020, houve aumento real na média para os empregados (4,8%) e para os empregadores (5,7%); mas queda para trabalhadores por conta própria (4,2%).

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Economia
03/01/2021 00:00h

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Continua (PNAD)

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De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desocupação, ou seja, de desemprego no Brasil ficou em 14,3% sendo que no trimestre de agosto a outubro de 2020 cresceu 0,5 ponto percentual em relação ao trimestre de maio a julho, que ficou no valor de 13,8%, o que representa 2,7 pontos percentuais frente ao mesmo trimestre de 2019. A população desocupada, estimada em mais de 14 milhões, cresceu 7,1% e isso representa mais 931 mil pessoas frente ao trimestre anterior.

Saneamento básico: projetos vão receber R$ 829 milhões para continuar obras

MDR pretende retomar obras habitacionais paralisadas nos pequenos municípios

A população com algum tipo de emprego formal está na casa dos 84,3 milhões de pessoas e subiu 2,8% frente ao trimestre anterior, mas caiu 10,4 se compararmos ao mesmo trimestre de 2019. O nível de ocupação subiu 0,9 ponto percentual frente ao trimestre anterior, mas também caiu na comparação com o mesmo trimestre de 2019.

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03/01/2021 00:00h

Na administração direta 3.870.342 são estatutários, enquanto 445.047 são contratados via CLT e 1.171.625 não possuem vínculo permanente

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A quantidade de pessoas que trabalham direta ou indiretamente nas administrações dos municípios cresceu em 2019, segundo dados de um levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nesse ano, o número de servidores nas administrações direta e indireta dos municípios chegou a 6.537.606 pessoas, sendo apenas 0,1% acima do contingente de 2018.  Isso quer dizer que o Brasil tem aproximadamente 3,1 servidores municipais para atender cada 100 pessoas. Quanto maior a população do município, menor é esse percentual.                

Com a necessidade do trabalho remoto, em que muitas pessoas puderam exercer suas atividades diretamente de casa sem causar prejuízos ao serviço público, o especialista em Contabilidade Pública pela Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), José Orcélio do Nascimento, acredita que existe uma possível má distribuição de cargos em alguns setores de governos – em qualquer um dos três níveis, União, estados e municípios. De acordo com Orcélio, antes de falar que uma área está com muito ou pouco servidor, é preciso primeiro avaliar a demanda existente.



“Temos que lembrar o seguinte: quando aumenta a demanda, você tem que ter mais profissionais da área. Então observamos áreas como educação e saúde que demandam um grande número de servidores e nem sempre é suficiente. Isso quer dizer que muitas vezes vemos, por exemplo, escolas públicas deficitárias seja em recursos financeiros ou servidores como professores e cargos de direção na escola”, explicou o especialista.

Na administração direta, 3.870.342 são estatutários, enquanto 445.047 são contratados por meio da Carteira de Trabalho e 1.171.625 não possuem vínculo permanente. Essas são algumas informações da Pesquisa de Informações Básicas Municipais (MUNIC 2019) que perguntou, pela primeira vez, sobre a presença das prefeituras em redes sociais.

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Além disso, a pesquisa revelou que 559.642 pessoas estão contratadas pelo regime de cargo comissionado, o que de acordo com o professor Francisco Antônio Coelho Júnior, do Departamento de Administração da Universidade de Brasília (UnB), é um tipo de cargo no serviço público que merece atenção. Segundo o acadêmico, considerando as demandas especificas da população, é preciso que esses cargos sejam criados apenas quando houver necessidade de desempenhar funções específicas e levando em conta o impacto no orçamento municipal.    

“Cargos em comissão são uma das únicas exceções da administração pública em que o preenchimento não depende de concurso público. Em tese, são cargos que não podem ser criados sem serem justificados por um real interesse da administração pública. Além disso, eles possuem maior decisório e com maior poder remuneratório que impactam nas contas públicas municipais. Por isso, os prefeitos têm que olhar com atenção a necessidade de criar uma função assim e, se optarem por criar, tem que ser cargos com ocupantes estratégicos”, destacou o professor.

Outros dados interessantes, revelados pela pesquisa, são o de que em 76,7% de municípios do País, as mulheres estavam à frente do órgão gestor da política de direitos humanos. Além disso, 7,7% dos municípios brasileiros informaram que tomaram alguma iniciativa de desestatização nos últimos 24 meses e isso representa ou 431 municípios.

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01/01/2021 04:20h

Empregadores domésticos já podem pagar o DAE pelo Pix

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Empregadores domésticos já podem pagar o DAE pelo Pix. Com a ferramenta de pagamento instantâneo, a Guia do Documento de Arrecadação do Simples Doméstico pode ser paga em qualquer horário e dia da semana, em um dos bancos habilitados no Pix.

Para realizar o procedimento, o DAE precisa ser emitido por empregador doméstico diretamente no sistema ou aplicativo do eSocial. Automaticamente será gerado um QR Code para efetuar o pagamento pelo Pix.

Recolhimento do FGTS pelo Pix é adiado sem data para entrar em vigor

Modernização do Fundo de Telecomunicações vai destinar recursos para banda larga em escolas e conectividade nas zonas rurais

Segundo a gerente de negócio da Divisão de Soluções de Arrecadação do Serviço Federal de Processamento de Dados, Franciana Soares, o pagamento será identificado no mesmo dia no eSocial e sistemas que fazem o controle da arrecadação fiscal.

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