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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

Emprego

26/07/2021 03:00h

Crescimento da produção industrial registra alta de 26,7% nos primeiros cinco meses do ano

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A confiança do empresário no crescimento do setor produtivo de Santa Catarina é alta e a expectativa pode gerar investimentos e empregos no estado. O crescimento da produção industrial registra alta de 26,7% nos primeiros cinco meses do ano e a confiança do empresário, o ICEI, está em 64,2 pontos, cerca de dois pontos acima da média nacional. Os dados são da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC), 

Baixo nível dos reservatórios impacta tarifa de energia e produção de alimentos

O ICEI varia de zero a 100 pontos e avalia o ‘humor’ do empresário, a confiança no crescimento da produção futura, dos próximos seis meses. Os valores acima de 50 pontos indicam que os empresários estão confiantes. Para os seis próximos meses, a confiança dos empresários industriais de Santa Catarina registrou 66,7 pontos no ICEI, aumento de 3,4 pontos em relação ao mês anterior. 

“O que a gente em observado é uma retomada da atividade econômica bem mais intensa do esperado. Isso levou a revisão das projeções do PIB brasileiro para 2021, que já demonstram crescimento de algo próximo a 5%. O empresário industrial fica mais confiante em realizar investimentos”, acredita William Baghdassarian, professor de economia do Ibmec.

No Brasil 

O ICEI nacional, calculado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) está em 62 pontos, aumento de 0,3 ponto em julho, em comparação com junho. É o terceiro aumento consecutivo no índice que acumula alta de 8,3 pontos, desde maio. A confiança do empresário industrial é a maior dos últimos 11 anos para o mês de julho, no País. 

“Deixará um grande legado para o desenvolvimento sustentável, com geração de emprego e renda”, diz autor de PL das debêntures de infraestrutura

Integrantes da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado analisam a confiança dos industriais e entendem que a expectativa do empresário industrial é importante para criar ambiente conveniente para o crescimento econômico no Brasil e empregos, como observa o senador Esperidião Amin, do PP catarinense. 

“O Brasil pode ter nos próximos meses clima de euforia com todos os desafios, em termo de infraestrutura, energia, logística, que são os bons problemas do crescimento e do desenvolvimento. Mas, não basta apenas crescer. É preciso que esse crescimento contemple a geração de empregos”, destaca Esperidião Amin. 
 

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21/07/2021 04:00h

Para o deputado Giovani Feltes (MDB/RS), o que se pronuncia é uma alta vigorosa do crescimento do PIB, fruto desta confiança do empresário

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O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) aumentou 0,3 ponto em julho deste ano, atingindo 62,0 pontos. A alta no mês, embora pequena, é a terceira consecutiva. O patamar no qual o índice se encontra é o mais elevado para um mês de julho desde 2010 e foi influenciado principalmente pela percepção mais positiva das condições da economia brasileira.
 
O Rio Grande do Sul tem o quarto maior PIB do Brasil, com R$ 396,5 bilhões. Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o PIB industrial do estado é de R$ 89,0 bilhões, equivalente a 6,8%da indústria nacional. O estado que é sexto mais populoso do País emprega mais de 777 mil trabalhadores no segmento.
 
Para o deputado Giovani Feltes (MDB/RS), o que se pronuncia é uma alta vigorosa do crescimento do PIB, fruto desta confiança do empresário. “O Rio Grande do Sul vem a tempo tendo crescimento bastante significativo e certamente manterá esses indicadores positivos. Até porque o estado vem de alguns anos fazendo sua lição de casa, sinalizando para o mundo empresarial maior racionalidade nas decisões e infundindo confiança de que o estado pode logo adiante ser um ator forte a emular a economia”, afirmou.

Indústrias catarinenses seguem confiantes e expectativa pode gerar investimentos no estado

Alta no Índice de Confiança do Empresário reflete otimismo da indústria baiana
 
O ICEI é composto por dois índices: de Condições Atuais e de Expectativas, todos os componentes registraram avanço em julho de 2021. Destaca-se a alta do Índice de Condições Atuais, cujo crescimento demonstra uma percepção mais positiva do estado atual da economia brasileira e das empresas. O índice cresceu 4,6 pontos, de 50,2 para 54,8 pontos, se afastando, assim, da linha divisória de 50 pontos que separa uma percepção negativa de uma percepção positiva das condições atuais.
 
O Índice de Expectativas, que já estava em um alto patamar, avançou 2,5 pontos, atingindo 65,1 pontos, o que indica ainda mais otimismo da indústria para os próximos seis meses. O índice vem oscilando há alguns meses, mas se mantém em patamar elevado, acima do registrado antes da pandemia.
 
Segundo o professor de economia do Ibmec, William Baghdassarian, tudo funciona com base nas expectativas. À medida em que se acredita que a economia vai melhorar os investidores já começam a atuar. 
 
“Essa melhora do índice representa um maior otimismo do setor industrial principalmente com relação à economia brasileira nos próximos meses. Isso tem uma pegada boa porque você acaba fomentando o investimento e os empresários não vão esperar a economia brasileira crescer para começar a investir”, afirmou. 
 
A confiança aumentou em 29 dos 30 setores da Indústria analisados. Todos os setores da Indústria estão confiantes, ou seja, apresentam índices de confiança acima dos 50 pontos.
 

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20/07/2021 03:00h

O senador Angelo Coronel (PSD/BA) destacou a importância do índice e da união entre o empresário, o estado brasileiro e, principalmente com o trabalhador, para que o País possa se reerguer

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O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) aumentou 0,3 ponto em julho deste ano, atingindo 62,0 pontos. A alta no mês, embora pequena, é a terceira consecutiva. O patamar no qual o índice se encontra é o mais elevado para um mês de julho desde 2010 e foi influenciado principalmente pela percepção mais positiva das condições da economia brasileira.
 
Bahia tem o sexto maior PIB do Brasil, com R$ 250,5 bilhões. Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o PIB industrial do estado é de R$ 54,0 bilhões, equivalente a 4,1% da indústria nacional. O estado, que é o quarto mais populoso do país, emprega cerca de 364.603 trabalhadores no segmento.
 
O senador Angelo Coronel (PSD/BA) destacou a importância do índice e da união entre o empresário, o estado brasileiro e, principalmente com o trabalhador, para que o estado possa se reerguer da crise causada pela pandemia. “Se o empresário acredita no País, ele vai investir. Se ele investe, ele é obrigado a contratar mais. Se ele contrata vai gerar salário e se aumenta o salário, o brasileiro aumenta o seu poder de compra”, afirmou.

Atividade industrial de maio atinge patamares pré-pandemia

Santa Catarina fortalece indústria e alcança menor índice de desemprego do País
 
O ICEI é composto por dois índices: de Condições Atuais e de Expectativas, todos os componentes registraram avanço em junho de 2021. Destaca-se a alta do Índice de Condições Atuais, cujo crescimento demonstra uma percepção mais positiva do estado atual da economia brasileira e das empresas. O índice cresceu 4,6 pontos, de 50,2 para 54,8 pontos, se afastando, assim, da linha divisória de 50 pontos que separa uma percepção negativa de uma percepção positiva das condições atuais.
 
O Índice de Expectativas, que já estava em um alto patamar, avançou 2,5 pontos, atingindo 65,1 pontos, o que indica ainda mais otimismo da indústria para os próximos seis meses. O índice vem oscilando há alguns meses, mas se mantém em patamar elevado, acima do registrado antes da pandemia.
 
Segundo o professor de economia do Ibmec, William Baghdassarian, tudo funciona com base nas expectativas. À medida em que se acredita que a economia vai melhorar os investidores já começam a atuar. 
 
“Essa melhora do índice representa um maior otimismo do setor industrial principalmente com relação à economia brasileira nos próximos meses. Isso tem uma pegada boa porque você acaba fomentando o investimento e os empresários não vão esperar a economia brasileira crescer para começar a investir”, afirmou. 
 
A confiança aumentou em 29 dos 30 setores da Indústria analisados. Todos os setores da Indústria estão confiantes, ou seja, apresentam índices de confiança acima dos 50 pontos.

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19/07/2021 03:00h

Santa Catarina assumiu o posto de maior estado produtor do Brasil no setor de vestuário e acessórios, por exemplo, com produção estimada em R$ 6,6 bilhões no biênio 2017/2018

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O fortalecimento da indústria nos últimos anos vem propiciando um crescimento econômico em estados que investem no setor. Um exemplo disso é Santa Catarina, que assumiu o posto de maior estado produtor do Brasil no setor de vestuário e acessórios, com produção estimada em R$ 6,6 bilhões no biênio 2017/2018, passando São Paulo e sendo símbolo de uma descentralização da indústria do Sudeste.
 
Os números são de uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) que avaliou a década entre os biênios 2007/2008 e 2017/2018. O estudo evidencia como diferentes regiões buscam assumir o protagonismo industrial, antes concentrado de forma massiva em estados como São Paulo e Rio de Janeiro. A variação da participação do Sudeste no PIB industrial do Brasil no período teve queda de -7,66 pontos percentuais, enquanto houve crescimento nas outras quatro regiões, com destaque para Sul e Nordeste, que tiveram crescimento acima de 2 pontos percentuais. 
 
Para parlamentares que atuam no fortalecimento do setor, o crescimento da indústria no Sul afeta diretamente a população, como pontua o deputado federal Celso Maldaner (MDB-SC). “Em Santa Catarina praticamente não existe desemprego. O que falta é mão de obra qualificada. Você pode passar em todas as cidades no Grande Oeste catarinense, e também toda Santa Catarina, que em todas as cidades têm vagas chamando gente para trabalhar”, levanta. 
 
Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2019 o estado de Santa Catarina registrou o menor índice de desemprego do País, com uma taxa de 93,8% catarinenses de 14 anos ou mais empregados e 6,2% desocupados. 
 
Para Celso Maldaner, o crescimento do parque industrial de Santa Catarina vem se tornando um exemplo nacional. “Apesar do índice da inflação fugir da meta e estar faltando mercadorias e os preços aumentando muito — infelizmente por falta de uma reforma tributária —, Santa Catarina ainda dá um exemplo de crescimento e desenvolvimento, chegando praticamente a quase 30% de crescimento. Então, precisamos fazer a nossa parte no Congresso Nacional”.
 
O fortalecimento do mercado de trabalho no estado do Sul também mostra uma consistência, mesmo com a pandemia da Covid-19. No primeiro trimestre deste ano, Santa Catarina continuou com a menor taxa de desemprego do país, nos mesmos 6,2% de desocupação de 2019, antes da crise sanitária.  

Movimento nacional

Vice-presidente do Conselho Regional de Economia do Piauí (Corecon-PI), Dorgilan Rodrigues da Cruz analisa esse novo cenário de descentralização industrial. “Hoje, essas indústrias querem estar mais próximas do seu consumidor. E, principalmente, querem evitar custos. Então, a questão da descentralização do setor produtivo, do setor industrial, é exatamente para se aproximar do seu mercado consumidor, evitando assim o maior custo de frete, de transporte, perdas do processo de levar e trazer o produto, levar a matéria-prima e depois escoar o processo produtivo.”
 
Para o economista, o processo de industrialização nos estados aquece e oxigena toda a economia, levando emprego, matéria-prima e crescimento, fortalecendo ainda o agronegócio, o terceiro setor a questão tributária dos governos locais. “A indústria é um setor da nossa economia que impulsiona. Entre os destaques dessas atividades econômicas, há a linha de produção de alimentos, linha de produção de derivados do petróleo — como biocombustível —, a indústria farmacêutica também teve esse crescimento, indústrias extrativas”

Números positivos

Dorgilan também destaca o aumento da produção nacional de vestuário e acessórios, que tem como um dos grandes pólos o estado de Santa Catarina. “Houve um crescimento de 6,2%. Isso mostra que as famílias começaram a se abastecer de bens de consumo, bens de produtos para melhorar a qualidade de vida”, diz. 
 
Santa Catarina alcançou, em 2018, 26,8% da produção nacional desse segmento, passando de uma receita de R$ 2,5 bilhões em 2007/2008 a R$6,6 bilhões uma década depois. A produção industrial nacional de todos os setores também vem ganhando destaque em estados como Pará, Rio Grande do Sul, Paraná, Pernambuco e Mato Grosso do Sul. 
 

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19/07/2021 03:00h

A intenção dos industriais paulistas de aumentar compras de matérias-primas teve a maior alta, em junho, dos últimos três meses

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A confiança do empresário no crescimento do setor produtivo de São Paulo é alta e a expectativa pode gerar aumento na aquisição de matérias-primas nas indústrias do estado. A intenção dos industriais paulistas em relação ao aumento de aquisição de matérias-primas teve a maior alta, em junho, dos últimos três meses. A expectativa é apresentada na Sondagem Industrial Mensal realizada pela FIESP/CIESP que compõe o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI). 

Alta no Índice de Confiança do Empresário Industrial pode impulsionar economia

O ICEI varia de zero a 100 pontos e avalia o ‘humor’ do empresário, a confiança no crescimento da produção futura, dos próximos seis meses. Os valores acima de 50 pontos indicam que os empresários estão confiantes. São Paulo registrou em junho 56,4 pontos no índice que mede a intenção de compra de matérias-primas. O número é 1,7 pontos mais alto em comparação ao resultado de maio 54,7 e 3,8 pontos acima do total de abril 52,6 pontos. 

Em relação a abertura de vagas de emprego o empresário industrial do estado está 0,9 ponto mais confiante em junho, quando o valor do ICEI foi de 52,4 nessa categoria, em comparação ao número do mês passado, de 51,5. 

“Isso tem uma pegada boa porque você acaba fomentando o investimento e os empresários não vão esperar a economia brasileira crescer para começar a investir”, acredita William Baghdassarian, professor de economia do Ibmec. 

No Brasil

O ICEI nacional, calculado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) está em 62 pontos, aumento de 0,3 ponto em julho, em comparação com junho. É o terceiro aumento consecutivo no índice que acumula alta de 8,3 pontos, desde maio. A confiança do empresário industrial é a maior dos últimos 11 anos para o mês de julho, no país. 

Pronampe reabre contratações para apoiar o fortalecimento dos microempreendedores

Integrantes da Comissão de Assuntos Econômicos e de Finanças da Câmara dos Deputados analisam a confiança dos industriais e entendem que a previsão de aumento na aquisição de matérias-primas é indicador importante porque revela expectativa positiva de crescimento da produção. 

“Nós, aqui dentro do Brasil, estamos com dificuldades de conseguir matérias-primas. O aço está com valor alto, o alumínio está alto, as rezinas estão altas, ou seja, a demanda é maior que a oferta e quando há falta de matéria-prima, de insumos, é porque a atividade econômica está retornando”, explica Alexis Fonteyne, deputado federal (NOVO-SP).   

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15/07/2021 03:00h

A intenção dos industriais paulistas na realização de investimentos teve a maior alta, em junho, dos últimos três meses.

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A confiança do empresário no crescimento do setor produtivo de São Paulo é alta e a expectativa pode gerar investimentos e empregos no estado. A intenção dos industriais paulistas na realização de investimentos teve a maior alta, em junho, dos últimos três meses. A expectativa é apresentada na Sondagem Industrial Mensal realizada pela FIESP/CIESP que compõe o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI).

O ICEI varia de zero a 100 pontos e avalia o ‘humor’ do empresário, a confiança no crescimento da produção futura, dos próximos seis meses. Os valores acima de 50 pontos indicam que os empresários estão confiantes. São Paulo registrou em junho 53,9 pontos no índice que mede a intenção de investimentos. O número é 2,3 pontos mais alto em comparação ao resultado de maio 51,6 e 0,4 ponto acima do total de abril 53,5 pontos. 

Controle da pandemia pode alavancar Índice de Confiança Industrial

Em relação a abertura de vagas de emprego o empresário industrial do estado está 0,9 ponto mais confiante em junho, quando o valor do ICEI foi de 52,4 nessa categoria, em comparação ao número do mês passado, de 51,5. 

“O que a gente em observado é uma retomada da atividade econômica bem mais intensa do esperado. Isso levou a revisão das projeções do PIB brasileiro para 2021, que já demonstram crescimento de algo próximo a 5%. O empresário industrial fica mais confiante em realizar investimentos”, acredita William Baghdassarian, professor de economia do Ibmec. 

No Brasil

O ICEI nacional, calculado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) está em 62 pontos, aumento de 0,3 ponto em julho, em comparação com junho. É o terceiro aumento consecutivo no índice que acumula alta de 8,3 pontos, desde maio. A confiança do empresário industrial é a maior dos últimos 11 anos para o mês de julho, no País. 

Integrantes da Comissão de Assuntos Econômicos e de Finanças da Câmara dos Deputados analisam a confiança dos industriais entendem que a expectativa do empresário industrial é importante para criar ‘ambiente’ conveniente para o crescimento econômico no Brasil. 

Isenção do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante contribui para equilíbrio financeiro entre regiões

“Quando há um sentimento positivo de que o País deva melhorar a sua economia, deve aumentar o consumo, deve movimentar as indústrias, isso cria um círculo virtuoso de investimentos e geração de empregos”, lembra Vitor Lippi, deputado Federal (PSDB-SP). 

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12/07/2021 11:20h

Além de Campo Grande as vagas estão distribuídas em 28 municípios do interior

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O estado do Mato Grosso do Sul começa a semana com a oferta de 1.029 vagas de trabalho que, além da capital, estão distribuídas em 28 municípios e são intermediadas pela Casa do Trabalhador. Em Campo Grande são 242 vagas em diversas áreas como azulejista, consultor de vendas, pedreiro e empregado doméstico.

Valor da cesta básica deve seguir ‘pressionando’ as famílias, prevê economista

Medo da morte é o sentimento mais comum entre vítimas da Covid-19 ouvidas pelo portal Brasil61.com

Outro destaque fica com o município de Dourados que apresenta 282 oportunidades, a maior parte delas para atuação na construção civil. São vagas para pedreiro, armador de ferragens para a construção civil, servente de obras, entre outras. O restante das vagas de emprego está distribuído pelo interior do Estado.

A Fundação do Trabalho de Mato Grosso do Sul (Funtrab) é a responsável por oferecer as vagas e reforça que os atendimentos na capital precisam ser agendados pelo aplicativo MS Contrata + disponível nas lojas virtuais gratuitamente. O detalhamento das vagas, endereços, telefones e horários de funcionamento da Funtrab da capital e todas as unidades do interior do Estado pode ser conferido pelo endereço www.funtrab.ms.gov.br

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06/07/2021 03:00h

Estudo do Ipea divulgado recentemente mostra alta no desemprego de forma generalizada, com maiores taxas de desocupação em Pernambuco, Bahia, Sergipe, Alagoas e Rio de Janeiro, e números positivos no mercado somente em Roraima e Amapá

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Os impactos da pandemia da Covid-19 no mercado de trabalho continuam altos, mesmo com mais de um ano dos primeiros casos da doença no Brasil. É o que mostra um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgado recentemente, com dados do primeiro trimestre de 2021. O levantamento mostrou duas conclusões principais: a taxa de desemprego ficou 2,3 pontos percentuais acima do resultado do mesmo período de 2020 e o número de pessoas com idade para trabalhar que não buscaram emprego subiu 25%.  

“O estudo do Ipea mostra que, no primeiro trimestre de 2021, mesmo diante de uma aceleração da economia acima da projetada e de uma expansão da ocupação, o mercado de trabalho brasileiro segue duramente afetado pelos efeitos da pandemia do coronavírus, conjugando uma taxa de desocupação elevada e crescimento da subocupação e do desalento”, explica a economista Maria Andreia Lameiras, uma das autoras do estudo.

A especialista também destaca que o desemprego foi maior entre as mulheres, os trabalhadores mais jovens e aqueles de qualificação profissional mediana. Os detalhes mostram que a taxa de desocupação foi de 17,9% para o sexo feminino e 12,2% para a população do sexo masculino. Os mais jovens, de 18 a 24 anos, tiveram uma taxa de desemprego de 31%.

Quando analisadas as regiões do país, observa-se uma alta generalizada de desocupação, maior no Nordeste e no Sudeste. Enquanto a taxa de desocupação em todo o Brasil ficou em 15,1%, em março, essas regiões apresentaram taxas de 18,6% e 15,2%, respectivamente.

Estados

Todas as unidades da federação registraram aumento da desocupação em 2021, à exceção de Roraima e Amapá. Em números absolutos, as maiores taxas de desemprego no primeiro trimestre foram dos estados de Pernambuco (21,3%), Bahia (21,3%), Sergipe (20,9%), Alagoas (20%) e Rio de Janeiro (19,4%). 

Morador de Recife, Álvaro de Almeida é uma das pessoas que compõem os dados de desempregados em Pernambuco, região que lidera o índice negativo. Comerciante, ele perdeu o emprego em janeiro deste ano. “Durante 12 anos trabalhei com venda de veículos, da mesma marca, na mesma empresa. Eu tinha um cargo teoricamente estável dentro da empresa, conseguia ter um bom faturamento, conseguia ter uma boa renda e, de repente, a pandemia mudou tudo”, lamenta.

Ele relata ter observado quadros de melhoras e pioras no mercado de trabalho durante a crise sanitária enfrentada pelo Brasil, movimento semelhante às ondas de novos casos e óbitos em decorrência da Covid-19, mas que os hábitos de consumos dos brasileiros tiveram que mudar desde o começo deste período de pandemia.

“O poder de compra diminuiu. As pessoas estão dando mais prioridade às necessidades básicas. O carro virou um luxo. Você trocar o seu veículo virou um luxo”, diz. A área de atuação de Álvaro, o comércio, apresentou ainda uma variação de -11,7% de pessoas ocupadas com carteira assinada durante o primeiro trimestre deste ano.

No Dia do Trabalhador, desemprego bate recorde no Brasil

Número de pessoas desempregadas no Brasil subiu 3,4%, diz IBGE

Universidade Zumbi dos Palmares lança plataforma de e-commerce para estimular economia entre negros

Próximos meses

Apesar das estatísticas preocupantes, o estudo do Ipea mostra que há uma recuperação da ocupação pela frente, o que já vem ocorrendo de maneira mais intensa entre os empregados sem carteira e os trabalhadores por conta própria. O contingente deste grupo de trabalhadores informais registrou recuos menos expressivos no primeiro trimestre de 2021 do que no trimestre móvel encerrado em agosto de 2020.

A economista Maria Andreia aponta que, “para os próximos meses, as perspectivas são positivas”, sobretudo por conta do aumento do ritmo de vacinação contra a Covid-19. “Isso deve gerar um dinamismo adicional no setor de serviços, que é o grande contratador de mão de obra brasileira. No entanto, mesmo diante desse cenário da melhora do emprego, a taxa de desocupação deve continuar elevada, tendo em vista que boa parte dos trabalhadores que saíram do mercado de trabalho durante a pandemia deve retornar à procura de uma nova posição no mercado de trabalho”, avalia. 
 

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02/07/2021 04:00h

Setor de serviços foi o que mais contratou no período

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Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados divulgados nesta quinta-feira (1º) pelo Ministério da Economia, mostram que o número de trabalhadores contratados com carteira assinada em maio deste ano foi maior que o total de demitidos do mercado formal de trabalho.

Alta no Índice de Confiança do Empresário Industrial pode impulsionar economia

Número de pessoas desempregadas no Brasil subiu 3,4%, diz IBGE

Com o saldo mensal de 280.666 postos de trabalho durante o mês de maio, o estoque nacional de empregos formais chegou a 40.596.340, com uma variação positiva de 0,7% em comparação com os números registrados em abril.

Entre os setores de atividade econômica que registraram melhores resultados quanto ao nível de emprego estão o de serviços, seguido de comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas, indústria geral, agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura, e, por último, o setor da construção.

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01/07/2021 03:30h

Apesar da alta na procura por emprego, a oferta de vagas ainda está baixa

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Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgados nesta quarta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que o número de pessoas desempregadas no Brasil subiu 3,4% no trimestre encerrado em abril deste ano, elevando a taxa de desocupação para 14,7%.

Deputados defendem que privatização da Eletrobras pode beneficiar construções de hidrelétricas

Reforma Tributária é fundamental para aumentar a competitividade da Indústria Nacional

Em comparação com o trimestre encerrado em janeiro, quando a taxa ficou em 14,2%, o aumento foi de 0,4 ponto percentual, o que representa mais 489 mil pessoas desocupadas, totalizando 14,8 milhões de pessoas em busca de trabalho no país.

De acordo com a pesquisa, depois de um ano como o de 2020, onde milhões de pessoas perderam trabalho, é de se esperar que muitas pessoas estejam buscando novas oportunidades. E que, apesar da alta na procura por emprego, a oferta de vagas ainda está baixa.

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