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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

1º - A utilização gratuita e livre dos materiais produzidos pelo Brasil 61 só será permitida depois que este termo de parceria for aceito pelo usuário, prevendo as seguintes regras:

a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o usuário realize o login no site do Brasil 61 - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

ADENDOS IMPORTANTES SOBRE A PARCERIA

a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

Ao clicar em ACEITO, a emissora aqui cadastrada afirma concordar e estar ciente de todas as condições apresentadas neste Termo de Utilização de Conteúdo.

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

SENAI

21/01/2021 00:00h

Informação foi dada pela Fieac; Senai e Sebrae do estado promovem cursos de capacitação para profissionais da área

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Apesar da crise econômica ocasionada pela pandemia do novo coronavírus, a venda das indústrias de cerâmica do estado do Acre cresceram no ano passado. A constatação foi feita pela Federação das Indústrias do Estado do Acre (Fieac). Um balanço do segmento ainda precisa ser fechado. 

Por meio do “Reage, Indústria”, o Senai do Acre, em parceria com o Sebrae, está promovendo uma capacitação com empresas do setor cerâmico nos municípios de Rio Branco, Brasiléia, Cruzeiro do Sul e Acrelândia.

Márcio Agiolfi, presidente do Sindicato das Indústrias Cerâmicas do Estado do Acre (Sindicer/AC), afirma que, para este ano, o segmento possui boas perspectivas. “O setor de cerâmica tem se preparado. Entre agosto e dezembro, houve uma aquecida no mercado e isso trouxe bastante confiança no empresário e apostamos que 2021 seja um ano muito bom”, relatou.

De acordo com a Fieac, as indústrias do segmento no estado possuem diversos entraves, como por exemplo o alto custo da energia e o fato da lenha utilizada para a queima da cerâmica ter de ser comprada de Rondônia. Tais fatores contribuem no aumento do produto que é vendido no mercado local. 

Somado a isso, devido a um longo período chuvoso no estado, Agiolfi explica que a construção civil no Acre apresenta bons resultados durante seis meses do ano. “Aqui há uma sazonalidade, em que o setor da construção civil funciona mesmo de julho até dezembro. No resto do ano, o segmento apresenta uma redução de até 40%”, diz. 

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Inflação

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), indicador do IBGE que mede a inflação no setor, fechou 2020 com alta de 10,16%.  Em 2019, o índice havia aumentado 6,13%. O custo nacional por metro quadrado fechou 2020 com o valor de R$ 1.276,40, sendo R$ 710,33 relativos aos materiais e R$ 566,07 à mão de obra.

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21/01/2021 00:00h

Técnica desenvolvida pela Hydro, em parceria com o Instituto SENAI de Inovação em Tecnologias Minerais, recebe prêmio internacional

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Pesquisadores da empresa Hydro, em parceria com o Instituto SENAI de Inovação em Tecnologias Minerais (ISI-TM), conseguem aproveitar resíduos de bauxita da refinaria Alunorte e transformá-los em condicionador do solo, para uso na agricultura do Pará. A técnica também permite aproveitar o óxido de ferro dos resíduos e utilizá-los na produção de aço. O trabalho, firmado em 2019, foi premiado internacionalmente pela organização The Minerals, Metals & Materials Society, uma das mais importantes premiações do setor de metais.

Segundo o consultor químico da Hydro, Marcelo Montini, a pesquisa – que começou em 2019 – tem um total de quatro anos e, até agora, já foram realizadas diversas caraterizações físicas, químicas e mineralógicas de matérias-primas e testes em laboratório para selecionar e otimizar as tecnologias. “Nesse período, nosso objetivo é desenvolver essa tecnologia até sua escala piloto. Acreditamos que estamos no caminho certo, pois os resultados vêm se mostrado positivos, até o momento”, afirma.

Arte - Brasil 61

A pesquisa é composta por uma equipe de pesquisadores do ISI-TM e da Hydro, e utiliza diversas técnicas para o aproveitamento do resíduo, como por exemplo a biotecnologia. Segundo o Instituto, a utilização do resíduo de bauxita é um desafio global, com a meta de usar pelo menos 20% do material em novas aplicações, até 2025.

O consultor Marcelo Montini destaca os benefícios do trabalho. “Esse projeto pode trazer muitos benefícios para as outras indústrias e a sociedade. Mas gostaria de destacar a substituição de materiais primas convencionais pelo produto envolvido com resíduo, promovendo ganhos ambientais para a cadeia da siderurgia e agricultura”, comenta.

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Instituto Senai

O Instituto SENAI de Inovação em Tecnologias Minerais (ISI-TM) é uma instituição de ciência e tecnologias privada, sem fins lucrativos, localizada em Belém, no Pará. O ISI-TM faz parte de uma rede de 27 institutos SENAI e atua há 5 anos na realização de projetos de pesquisa e desenvolvimentos (P&D), em busca do aumento da competitividade e sustentabilidade do setor mineral brasileiro.

O diretor do ISI-TM, Adriano Lucheta, ressalta que a parceria com a Hydro é um dos inúmeros projetos de P&D desenvolvidos com grandes empresas do setor de minérios. “Essa parceria foi iniciada em 2019 e busca a aplicação dos conceitos de economia circular para o aumento da sustentabilidade da cadeia de produção do alumínio, através da utilização do resíduo de bauxita, principal subproduto desse setor”, afirma.

Lucheta destaca a premiação internacional do trabalho pela organização The Minerals, Metals & Materials Society. “Inclusive, os recentes resultados obtidos na pesquisa foram premiados internacionalmente, reforçando a importância das parcerias entre a indústria e as instituições de pesquisa nacionais”, comenta.

Segundo o diretor, a pesquisa realizada com a Hydro também pode ser aplicada em outros países, sendo um caso de sucesso para o aumento da sustentabilidade da cadeia de produção de alumínio.

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Economia
21/01/2021 00:00h

O laboratório será responsável por realizar análises físico químicas em cachaças e aguardentes, por método oficial, para atender as demandas dos controles oficiais da Pasta

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O Instituto SENAI de Tecnologia em Química (IST Química), que faz parte do Centro de Inovação e Tecnologia – CIT SENAI, da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG), foi credenciado para realizar ensaios em amostras oriundas dos programas e controles oficiais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

Com isso, o laboratório será responsável por realizar análises físico químicas em cachaças e aguardentes, por método oficial, para atender as demandas dos controles oficiais da Pasta. Segundo a pesquisadora do Instituto de Tecnologia em Alimentos e Bebidas do CIT SENAI FIEMG, Morgana Zimmermann, a medida garantirá que os produtos sejam confeccionados com maior segurança e qualidade.

“O Centro de Inovação e Tecnologia do SENAI-MG busca pela melhoria contínua dos serviços prestados, sempre com foco de elevar a competitividade da indústria mineira. Podendo, além de monitorar através das análises, a qualidade das cachaças produzidas, realizar as análises das cachaças exportadas para diversos outros países. Pois, essas cachaças necessitam ser analisadas em laboratórios credenciados junto ao Ministério da Agricultura”, pontua.

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Na avaliação de Mário Marques, presidente da Câmara da Indústria de Alimentos da FIEMG e do Sindicato das Indústrias de Cerveja e Bebidas em Geral do Estado de Minas Gerais (Sindbebidas), a relevância do credenciamento repercute em toda a cadeia produtiva do setor.

“Agora temos a facilidade de fazer as análises em nosso estado e conseguir diferenciar as boas cachaças das clandestinas. Vamos conseguir melhorar, cada vez mais, as nossas cachaças”, destaca.

Qualidade da cerveja

Em 2020, o Instituto SENAI de Tecnologia em Química, passou a estar apto a também realizar a quantificação dos teores de possíveis contaminações em amostras de cervejas. Com isso, as indústrias interessadas podem procurar o CIT SENAI FIEMG para enviarem as amostras das bebidas.

De acordo com a instituição, a determinação dos teores de substâncias tóxicas em amostras de cervejas é feita por uma técnica analítica conhecida como Cromatografia Gasosa, utilizada para quantificação de substâncias orgânicas.
 

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20/01/2021 00:00h

Há oportunidades nas áreas de Eletrotécnica, Soldagem, Energia, Refrigeração, Climatização, entre outras

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O Centro de Tecnologias do Gás e Energias Renováveis (CTGÁS-ER), do SENAI/RN, está com inscrições abertas para cursos de capacitação profissional. Há oportunidades nas áreas de Eletromecânica, Soldagem, Eletrotécnica, Energia (Eólica, GTD e Renováveis), Refrigeração e Climatização, Automação Industrial, Meio Ambiente e Segurança do Trabalho. As aulas são desenvolvidas nas modalidades à distância, presencial e semipresencial.

O diretor do CTGAS-ER, Rodrigo Diniz de Mello, explica como se inscrever nos cursos. “O CTGÁS-ER não possui um período específico de matrículas, sendo possível o acesso aos seus cursos em qualquer época do ano. As matrículas podem ser realizadas diretamente no site do SENAI/RN, onde os interessados podem procurar os cursos de interesse”. Segundo o diretor, é preciso ficar atento aos pré-requisitos específicos de cada curso. 

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Mercado de trabalho

O instrutor de Eletrotécnica, Thiago Silva de Almeida, de Natal/RN, fez o curso Técnico em Eletrotécnica entre 2017 e 2020. Ele conta como a capacitação do CTGÁS-ER contribuiu para conquistar uma vaga no mercado de trabalho.

“Existe a parte didática, em sala de aula, e a parte prática, nos laboratórios. Isso ajudou demais na minha posição no mercado de trabalho, no meu desenvolvimento profissional e alavancou a minha carreira”, conta.

O professor do Instituto de Energia e Ambiente, da Universidade de São Paulo, Edmilson Moutinho dos Santos, explica que a geração de emprego na área tende a ser proporcional ao crescimento das fontes de energia renováveis. “Como nosso consumo total de energia tende a crescer, você verá expansões de emprego em todos os segmentos energéticos. O fato da geração elétrica, a partir de fontes eólicas, solar e a gás, estar com taxas de expansão importantes, isso gera empregos diretos”, explica.

Segundo o professor, a distribuição de equipamentos de geração de energia, nas cidades e no campo, vai aumentar a demanda por profissionais da manutenção.

Na página da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial é possível conferir um mapa de carreiras, no setor de energia eólica e de energia solar, de acordo com o nível de especialização.

A programação dos cursos do CTGÁS-ER está disponível no link e as matrículas podem ser feitas pelo site do SENAI/RN.

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Educação
20/01/2021 00:00h

Projeto é uma iniciativa do Senai e visa promover a inserção de alunos egressos dos cursos no mercado de trabalho; Engenorte vai apadrinhar turma de Técnico em Eletrotécnica

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Os alunos do curso Técnico em Eletrotécnica da unidade de Gurupi (TO) agora terão uma empresa madrinha para ajudar na inserção no mercado de trabalho. O projeto, do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), é uma iniciativa que conta com o apoio de empresas parceiras que, após adesão, observam o desempenho dos alunos no curso em questão. Os que mais se destacarem podem ser aproveitados no quadro pessoal da empresa, se atingirem o perfil desejado. 

Para a turma de Gurupi, que tem cerca de 30 alunos, a empresa madrinha será a Engenorte. As aulas começam no final de janeiro e a empresa acompanhará o curso pelos próximos dois anos. Após a formação, a Engenorte vai abrir seleção de talentos entre os estudantes egressos e, dependendo do desempenho, os alunos já podem conquistar a primeira oportunidade de trabalho. 

“O projeto empresa madrinha visa contribuir para o aumento da inserção dos alunos nas indústrias tocantinenses”, afirma Núbia Almeida, gerente do Senai em Gurupi. O principal objetivo, segundo ela, é mostrar para a indústria estadual o potencial dos alunos egressos do Senai. 

“Queremos proporcionar aos alunos a vivência de forma prática dentro da indústria, com situações semelhantes que eles poderão enfrentar na vida profissional deles dentro da empresa parceira. Com isso, automaticamente, quem ganha é a empresa pela promoção desse intercâmbio técnico-pedagógico”, garante a gerente. 

Em todo estado, 36 turmas já foram atendidas com o projeto, contemplando 1,3 mil alunos. Só o município de Gurupi já teve mais de 90 alunos beneficiados. “Elevamos o indicador de alunos egressos inseridos no mercado de trabalho e na indústria, uma vez que temos o caso concreto de uma empresa que contratou três dos nossos alunos logo após o encerramento do projeto”, revela. A empresa citada por Núbia é a Transportadora e Distribuidora de Bebidas CEMAR, que apadrinhou a turma de Técnico em Administração no ano passado. 

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Educação
18/01/2021 00:00h

Buscando oportunidade de geração de renda para mudar o cotidiano das mulheres da região, o SENAI, por meio do Centro de Inovação e Tecnologia Industrial (CITI) e em parceria com o Instituto Alpargatas, iniciou um curso de modelagem de vestuário para 13 quilombolas

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Um local de difícil acesso, onde as oportunidades parecem distantes e a preocupação latente é a sobrevivência. Essas são algumas das dificuldades enfrentadas por quem mora no quilombo Pedra D'água, na região da cidade de Ingá, distante cerca de 50 km de Campina Grande. A área de terrenos íngremes abrange aproximadamente 132,4 hectares onde vivem 101 famílias remanescentes de quilombola, com cerca de 358 habitantes.

Buscando oportunidade de geração de renda para mudar o cotidiano das mulheres da região, o SENAI, por meio do Centro de Inovação e Tecnologia Industrial (CITI) e em parceria com o Instituto Alpargatas, iniciou um curso de modelagem de vestuário para 13 quilombolas.
 
Costureira acostumada a fazer concertos, Maria da Penha Gonçalves da Silva, de 29 anos, sempre teve vontade de avançar nos estudos. Além das dificuldades de acesso à escola, ela enfrentou também a resistência na família. Sem saber ao certo o que era modelagem, ela não pensou duas vezes ao se inscrever quando viu a oportunidade.
 
“É uma coisa assim gratificante, uma coisa boa, que veio em boa hora. Aqui no quilombo de Pedra D’água a gente não tinha muitas oportunidades, nem muitas chances, principalmente de participar de um curso desse. A comunidade da gente antigamente era muito esquecida, deixada de lado”, contou.

Maria da Penha Gonçalves da Silva, aluna do curso de modelagem de vestuário. Foto: Divulgação.

Maria da Penha teve seus sonhos adiados durante muito tempo e a oportunidade de voltar aos estudos com a realização do curso acabou reacendendo outros desejos, como de terminar os estudos e até cursar ensino superior. 
 
“Eu amo o que eu faço, tanto a costura como um dia poder entrar em uma universidade e poder cursar pedagogia. Esses são os meus sonhos e eu vou continuar lutando, eu sei que não vai ser fácil, obstáculo todo dia a gente tem, mas eu vou continuar lutando para que isso venha a acontecer”, disse.
 
Três vezes por semana as integrantes da comunidade se deslocavam do Quilombo para Campina Grande, em um ônibus da prefeitura da cidade de Ingá, para participarem do curso, que proporcionou novas perspectivas e oportunidades. Com 160 horas, o curso teve o equivalente a 2 meses e meio de duração. A certificação das alunas aconteceu no dia 18 de dezembro.

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Com adesão forte, o gerente do Centro de Inovação de Tecnologia Industrial e Centro de Ações Móveis (CITICAM) do SENAI, Gustavo Andrade, identificou vocação nas mulheres quilombolas inscritas no curso. A maioria já havia realizado trabalho artesanal ou pequenos trabalhos de costura em casa, o que facilitou a aplicação direta para abrir possibilidades futuras.
 
“É importante lembrar também que está sendo feito em nosso estado e nossa região aqui de Campina Grande o investimento de um polo de moda e confecção, então, tudo o que eles aprenderem pode, futuramente, ser transformado em negócio”, ressaltou Gustavo.
 
Sobre a perspectiva para um novo curso, o gerente do Senai afirmou que foi estendida a parceria com o instituto Alpargatas e a prefeitura do Ingá, e que já existem vários cursos programados para este ano na área de alimentos, confecção e construção civil, para atender a essas comunidades. 

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13/01/2021 00:00h

Espaço deve ser inaugurado em janeiro, com capacidade para realizar cerca de 800 análises de testes, diariamente

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Goiás ganha reforço no combate à Covid-19. Laboratório de Biologia Molecular, do Instituto Senai de Tecnologia em Alimentos e Bebidas, vai analisar amostras de testes da Covid-19, aumentando a capacidade do estado goiano de realizar testagem em massa na população. O ambiente possui estrutura qualificada para realizar, diariamente, cerca de 800 testes do tipo RT-qPCR, considerado “padrão ouro” pela Organização Mundial da Saúde.

A gerente do Instituto Senai de Tecnologia (IST), Karolline Fernandes, detalha a estrutura do LabMol. “Os ambientes foram planejados especificamente nessa atuação de diagnóstico molecular, para enfrentamento da Covid. Todos os ambientes contam com cabines de segurança biológica; nós temos um ultrafreezer, com capacidade de menos 86 graus, e equipamento moderno para análise de RT-qPCR”, detalha.

O espaço de 130 metros quadrados fica localizado no Setor Vila Nova Canaã, em Goiânia, no prédio do Instituto Senai de Tecnologia, no entanto está aguardando a liberação da Vigilância Sanitária, para início de operação. Segundo a gerente Karolline Fernandes, a expectativa é que a inauguração ocorra ainda no mês de janeiro. 

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Técnica RT-qPRC

Segundo o epidemiologista da Sala de Situação da Universidade de Brasília, Jonas Brant, os testes de RT-qPCR são mais eficientes para detectar o novo coronavírus e têm menores chances de dar um falso negativo, se comparado aos testes rápidos. Ele explica que os testes rápidos e sorológicos conseguem identificar anticorpos contra o vírus no organismo, mas podem levar de 7 a 15 dias para ter um resultado eficiente – tempo que o corpo humano leva para produzir essa defesa.

Já a técnica RT-qPCR é capaz de detectar diretamente a presença do vírus no organismo, como explica a gerente do IST, Karolline Fernandes. “A tecnologia utilizada pelo LabMol consiste na tecnologia de biologia molecular, onde se detecta a presença do vírus, na amostra do paciente. E para fazer essa análise é utilizado um equipamento que se chama amplificador”, explica.

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Onde realizar o teste

O LabMol é um prestador de serviço para os laboratórios de análises clínicas, que fazem a coleta swab nasal (cotonete), para realização do RT-qPCR. Portanto, o espaço do Instituto Senai não realiza o exame diretamente no paciente, mas recebe as amostras enviadas pelos laboratórios credenciados.

A gerente do IST, Karolline Fernandes, recomenda que quem estiver com sintomas, entre 3 e 5 dias, deve procurar os postos públicos e os planos de saúde. Além disso, a população também pode procurar o posto de coleta do SESI, na Avenida Anhanguera, próximo ao Teatro Goiânia. “Essa coleta não precisa ser agendada. A amostra será encaminhada para o LabMol, para fazer a análise, e o resultado é disponibilizado em até 24 horas”, destaca a gerente.

Testagem para retomada da Economia

O epidemiologista da UnB, Jonas Brant, fala sobre a importância da testagem em massa para retomada das atividades econômicas. “O que a gente precisa organizar é o rastreamento dos casos de contatos. A partir de uma pessoa suspeita, vou coletar uma amostra dela, para saber se ela tem Covid, e vou buscar as pessoas com quem ela teve contato, para garantir que essas pessoas fiquem isoladas e possam ser testadas rapidamente. Então, vou criando barreiras para tentar garantir que a doença não se espalhe”, detalha. 

O laboratório do Instituto Senai de Tecnologia faz parte da Rede de Biologia Molecular, cujo objetivo é apoiar diversos setores da economia na retomada segura de suas atividades, como escolas, indústrias, hospitais, universidades, comércio, etc. 

Além disso, o IST criou o Projeto Senai Zero COV, que – com o apoio do Laboratório de Biologia Molecular – vai realizar a testagem de Covid-19 em superfícies de locais de uso comum, como maçanetas, mesas, cadeiras, entre outros. Conforme explica a gerente do IST, Karolline Fernandes, com essa ação, empresas, indústrias e comércio podem agir de forma corretiva e preventiva, para limitar o impacto da transmissão do vírus.

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Educação
11/12/2020 04:00h

Segunda edição da premiação vai reconhecer iniciativas de docentes voltadas para a melhoria educacional por meio de práticas pedagógicas de sucesso em 2020 e 2021; Vencedor de cada categoria leva R$ 5 mil

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Estão abertas as inscrições para a 2ª Edição do Prêmio Sesi Senai de Boas Práticas na Educação. A iniciativa tem o objetivo de reconhecer professores das instituições pelos esforços voltados para a melhoria educacional, por meio de práticas pedagógicas de sucesso desenvolvidas nos anos de 2020 e 2021, no estado do Piauí.
 
A premiação visa, também, estimular a troca de experiências, a produção de conhecimento, a pesquisa e a inovação em toda a Rede de Educação do Sesi e do Senai. A coordenadora de Educação Básica do Sesi do Piauí, Katia de Araújo Luz, destaca que o prêmio é uma iniciativa para reconhecer os docentes que realizam trabalhos inovadores, além de incentivar a continuidade e o fortalecimento dessas iniciativas.
 
“Os nossos alunos demandam por inovação, por uma sala de aula mais interativa, por uma educação transformadora que priorize o protagonismo juvenil. Iniciativas como essa são exemplos de ações que contribuem para essa mudança na educação não só do Sesi e do Senai, mas na educação como um todo. A partir do momento em que a gente reconhece e estimula, estamos fomentando inovação em sala de aula.”, acredita.

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O prêmio

De acordo com o regulamento, qualquer docente da Educação Básica do Sesi e da Educação Profissional do Senai pode se candidatar ao prêmio. Uma ressalva importante do documento diz que a prática pedagógica deve ser inovadora, criativa e de relevância para a educação das instituições. As inscrições para o prêmio vão até o dia 30 de junho de 2021 e podem ser feitas pelos e-mails: pbpe@sesi-pi.com.br ou pbpe@senai-pi.com.br
 
Uma Comissão Avaliadora formada por membros do Sesi e do Senai do Piauí vai avaliar e selecionar as práticas pedagógicas mais exitosas, com base em sete critérios. Confira abaixo: 
 

  • Clareza e objetividade na apresentação da prática pedagógica implantada;
  • Desenvolvimento e aprofundamento do tema; 
  • Metodologia usada para o desenvolvimento da prática pedagógica; 
  • Grau de inovação pedagógica dessa prática;
  • Relevância e abrangência do tema e dos objetivos; 
  • Potencial de aplicabilidade nas demais Unidades Sesi/Senai; 
  • Resultados alcançados com prática pedagógica. 

Os quatro últimos critérios, inclusive, têm um peso maior na avaliação pela comissão. Um deles, o grau de inovação, foi bastante exigido em um ano de pandemia pelo Covid-19 e aulas à distância. “As novas práticas trazidas em resposta aos desafios da educação remota, das aulas não presenciais, trazidas pela pandemia, terão um olhar pela comissão. Até porque, um dos critérios de avaliação é o grau de inovação. Inovação, reinvenção e transformação foram presenças constantes no âmbito das nossas escolas em 2020”, afirma Katia.

Professora de Matemática e Robótica na Escola Integrada Deputado Morais Souza, Julliette Maria Araújo venceu a primeira edição do prêmio em 2019, na categoria Ensino Fundamental II e Ensino Médio. Ao lado dos alunos, ela desenvolveu um protótipo de Casa Inteligente feita em MDF, onde tudo é automatizado. Portas, janelas, iluminação, elevador… Formada em engenharia civil, ela conta que um dos diferenciais do trabalho foi agregar as diversas áreas do conhecimento.
 
“Tive que utilizar os meus conhecimentos de engenharia, da parte de elétrica, além da parte pedagógica, eu consegui agregar todos esses conhecimentos e unir tudo no nosso projeto da Casa Inteligente, em que nós pegamos os conhecimentos das quatro áreas: Linguagens, Ciências da Natureza, Ciências Humanas e Matemática”, conta. 
 
O projeto já foi apresentado em diversos eventos e se destaca, segundo a professora, por dar protagonismo aos alunos. “Temos uma escola bem grande, em que os nossos alunos têm sede pela tecnologia. Então, a partir do momento que você mostra que algo dá certo, você instiga os demais a também participarem. Isso nos ajuda bastante a trazer esses alunos para nossa disciplina de educação tecnológica”, comemora. 

Prêmios

Ao todo, o prêmio tem quatro categorias: Educação Infantil e Ensino Fundamental I; Ensino Fundamental II e Ensino Médio (Regular e EJA); Formação Inicial e Continuada; e Educação Técnica de Nível Médio. Os vencedores de cada categoria levam R$ 5 mil. Quem ficar em segundo lugar, fatura R$ 3 mil. Aqueles que conquistarem o terceiro lugar levam R$ 1 mil.
 
O resultado final do prêmio está previsto para outubro de 2021, em data e local que ainda vão ser definidos. 

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Agronegócios
09/12/2020 01:00h

Subproduto do biodiesel, a glicerina é transformada em insumo que aumenta o tempo de ação de defensivos agrícolas, como pesticidas e herbicidas

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Resíduos de biodiesel como insumo agrícola. Essa realidade, que parecia ser distante, foi alcançada por meio de um projeto do Edital Senai de Inovação para a Indústria, ainda em 2017. Durante dois anos, as equipes do Instituto Senai de Tecnologia Química, pertencente ao Centro de Inovação e Tecnologia (CIT Senai MG); do Instituto Senai de Tecnologia em Mato Grosso e da empresa BioVida deram à glicerina uma destinação que auxilia o agronegócio. 

O projeto prevê o uso da substância para a criação de um produto que aumenta o tempo de ação de defensivos agrícolas, como pesticidas e herbicidas. A Biovida é produtora de biodiesel e tinha na geração da glicerina um grande problema, principalmente pelo volume gerado. Agora, com o produto 100% biodegradável e de fonte renovável, ele pode substituir os já existentes a base de derivados de petróleo, com custo 60% menor para o consumidor. 

“Projetos de inovação que fortaleçam o agronegócio, principalmente utilizando resíduos industriais, têm elevado valor agregado para o estado de Mato Grosso. Além de darem nova destinação para seus resíduos criando um produto, agregando valor para seu processo produtivo e reduzindo custos operacionais, é um ganho muito significativo para as indústrias”, comenta a gerente do Instituto Senai de Tecnologia em Mato Grosso, Layla Teixeira. 

A geração de glicerina em 2019 foi de 493 milhões de litros, o que equivale de 5% a 6% da produção de biodiesel. Segundo a gerente, ao transformar um subproduto em produto, a chance de o negócio crescer é grande. “Você aumenta o mix de produtos da empresa e ela pode buscar um novo nicho de mercado”, acredita.  

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Agronegócio

O estado mato-grossense tem tradição no cultivo de soja e algodão, em especial. Desenvolver produtos para esse setor se torna de extrema relevância, como afirma Layla Teixeira. “Quando um produto deixa de ser um subproduto e passa a ser um insumo, você consegue conectar duas áreas muito importantes, que é a indústria e o agro”, afirma a gerente do Instituto Senai local. 

Segundo dados revelados pelo Centro de Liderança Pública (CLP), o estado subiu quatro posições e ficou em 3º lugar no ranking de Competitividade dos Estados 2020, com 76,6 pontos – em 2019, o estado ficou em 7º lugar. De acordo com o Observatório de Desenvolvimento, elaborado pela equipe da Superintendência de Agronegócio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec), Mato Grosso continua tendo destaque em relação aos outros estados da federação na produção de soja, milho e algodão, mantendo liderança na safra 2019/2020 em relação à produção. 

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Educação
07/12/2020 01:00h

Segundo a gerente de Educação do SENAI-CE, Sônia Parente, a capacitação ocorrerá nas áreas de confecção, alimentos, e metal mecânica.

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Internos e egressos do sistema penitenciário cearense serão beneficiados com cursos de capacitação oferecidos por meio de uma parceria que envolve o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do estado (SENAI-CE), a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP) e a empresa Amanco Wavin.

Segundo a gerente de Educação do SENAI-CE, Sônia Parente, a capacitação ocorrerá nas áreas de confecção, principalmente têxtil e vestuário, na área de alimentos, na área de movelaria e na área de metal mecânica. “Atualmente, nós estamos com o projeto PROCAP, com atendimento de cerca de 180 turmas. Desde setembro, já atendemos, um total de 60 turmas, ou seja, 1/3 da meta planejada, e serão atendidos 3.600 internos”, explica a gerente.

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O diretor do SENAI-CE, Paulo André Holanda, afirma que a instituição vai disponibilizar o laboratório montado para a realização das aulas, localizado na unidade de Jacarecanga. Segundo ele, esta não é a primeira vez que um projeto voltado para capacitação de detentos é realizado com o envolvimento do SENAI.

“Durante 2017 e 2018, nós capacitamos os egressos do sistema penitenciário na intenção que eles tivessem uma qualificação profissional e entrar no mercado de trabalho. Em 2019, nós capacitamos 4 mil internos. Foram mais de 20 cursos de qualificação profissional que o SENA-CE ministrou dentro dos presídios”, destaca.

Sobre a atual parceria, Paulo André Holanda garante que será relevante para o desenvolvimento da ação. Cada parte envolvida, na avaliação dele, fornecerá um papel fundamental para o atendimento completo na capacitação dos detentos e egressos.

“São dois importantes parceiros do SENAI, a empresa Amanco Wavin, que fornece materiais e catálogos para capacitação de bombeiros hidráulicos, e a SAP, por meio da CISPE, que tem junto ao SENAI, proporcionado a constante formação de internos e egressos do sistema penitenciário”, disse.

Na avaliação do especialista em segurança pública e privada, Leonardo Sant'Anna, essa medida é importante porque envolve três pilares considerados por ele, relevantes para quem ingressa no sistema prisional. São eles: a ressocialização, a reincidência e a influência.

“Quando tratamos de ressocialização, sabemos que existe uma dificuldade muito grande de quem é egresso do sistema penitenciário para conseguir se reagregar à sociedade. Quando falamos de reincidência, tratamos dos que, uma vez empregados, não terão que voltar para o mundo do crime. Quando falamos da influência, tratamos sobre quem ainda está cumprindo pena e percebe que alguém pode sair e ter uma vida digna, e também vai buscar essa possível ressocialização”, explica.

Em 2019, o SENAI-CE disponibilizou estrutura de docente, material didático, equipamentos, unidades móveis, utensílios e insumos para a realização dos cursos. A oferta abrangeu os complexos penitenciários localizados nos municípios de Itaitinga, Pacatuba, Sobral, Juazeiro do Norte e Aquiraz.  

Já em 2020, teve o início de um novo contrato com a Secretaria de Administração Penitenciária do Estado do Ceará, cujo recurso para a execução deste já foi aprovado no valor superior a R$ 5,4 milhões.

Contribuição durante a pandemia

No mês de maio, durante um dos momentos mais críticos da pandemia do novo coronavírus, um grupo de 52 internas e internos de seis unidades prisionais do Ceará ajudaram a conter a disseminação da Covid-19 no sistema penitenciário local. Até abril, por exemplo, eles haviam produzido cerca de 25 mil máscaras de proteção. As peças foram distribuídas para 30 prisões do estado, beneficiando outros detentos e servidores.

A ação se deu graças ao trabalho de qualificação técnica realizado pela Secretaria de Administração Penitenciária, em parceria com o SENAI-CE. O trabalho em conjunto entre as duas instituições já dura mais de três anos e contribui para a qualificação tanto de detentos quanto de egressos do sistema prisional do estado.

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