SESI

29/04/2022 15:17h

Ferramenta foi lançada na data em que se comemora o Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho, 28 de abril

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O Serviço Social da Indústria (SESI) lançou uma plataforma que promete facilitar a vida de Micro e Pequenas Empresas (MPE) no gerenciamento de riscos. O SESI Facilita permite que esses empreendimentos desenvolvam, de forma gratuita, por meio da ferramenta on-line, o Programa de Gerenciamento de Risco (PGR) já de acordo com a nova Norma Regulamentadora n. 1 (NR-01).

A NR-01 revisada entrou em vigor em 3 de janeiro e incluiu o PGR obrigatório. A ideia do programa é mapear os riscos nos ambientes de trabalho e, com isso, reduzir acidentes e ocorrência de doenças ocupacionais. E agora as micro e pequenas empresas contam com o apoio da plataforma para elaborarem os próprios planos a fim de evitar riscos. A ferramenta conta com sistema de inteligência artificial com mais de 240 atividades.

O lançamento da plataforma foi no Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho, celebrado em 28 de abril. O evento contou com a participação do diretor superintendente do SESI, Rafael Lucchesi; do diretor de Operações do SESI, Paulo Mól; do subsecretário de Inspeção do Trabalho do Ministério de Trabalho e Previdência, Rômulo Machado e Silva; do vice-presidente do Conselho Federal de Contabilidade, Manoel Carlos de Oliveira Júnior; além do gerente da Unidade de Competitividade do Sebrae Nacional, César Reinaldo Rissete.

Na apresentação da nova ferramenta, Lucchesi destacou que a plataforma vai ajudar de forma intuitiva empresários e empresas a cumprirem a legislação trabalhista na promoção da saúde e também na adequação às normas legais, e ressaltou que tudo está alinhado à Lei Geral de Proteção de Dados. 

“É uma ferramenta que foi desenvolvida por profissionais altamente qualificados a engenheiros, a ergonomistas de maneira a completarem todo o suporte necessário para essa ferramenta autoinstrucional, ou seja, o empresário é acompanhado e orientado a preencher toda a gestão de risco do seu negócio. Ela tem toda competência que o SESI tem, e propicia essa autonomia para os empresários, extremamente adequada à proteção de dados, a LGPD, e também ela desburocratiza essa relação."

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O vice-presidente do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), Manoel Carlos, ressaltou a importância da ferramenta para a classe, já que as demandas aumentaram quando a reformulação da NR-01 foi apresentada. O vice-presidente do Conselho Federal de Contabilidade lembrou que muitas empresas passaram por dificuldades financeiras durante a pandemia e tiveram medo de custos extras, e que o objetivo do CFC, agora, é levar a correta informação aos empreendedores e auxiliá-los com as novas normas.

“A intenção do conselho federal e do sistema CFC é colaborar. Estamos com a missão colaborativa de levar essa informação, porque a gente entende que isso também serve como uma ferramenta preventiva. No momento em que nós temos o grau de risco, vamos entregar para micro e a pequena empresa que sobrevive, a que mais emprega no país, a gente precisa levar essa ferramenta e deixar o empresário mais tranquilo, o empreendedor para fazer aquilo que ele sabe, que é empreender e trabalhar e deixar a parte burocrática”, relatou o vice-presidente do CFC.

Rômulo Machado e Silva, subsecretário de Inspeção do Trabalho do Ministério de Trabalho e Previdência, destacou o quão amigável é a ferramenta para os empresários das micro e pequenas empresas e lembrou que que o trabalho em conjunto leva à prevenção e, por consequência, à redução de acidentes no ambiente de trabalho e a uma maior produtividade. 

“Levando em consideração os dados de acidentes de trabalho de 2014 a 2019, 20% deles aconteceram em micro e pequenas empresas. E dos acidentes de trabalho fatais, 35% aconteceram em micro e pequenas empresas. O Brasil gasta R$ 12 bilhões somente com pagamento de benefícios previdenciários acidentários. A estimativa da Organização Mundial do Trabalho é de que cerca de 5% do PIB mundial é perdido com acidentes de trabalho.”

O gerente da Unidade de Competitividade do Sebrae Nacional, César Reinaldo Rissete, lembrou que 99% dos empreendimentos no país são de pequeno e médio porte e que eles representam em torno de 54% dos empregos formais, ou algo em torno de 38 milhões de pessoas. Somente indústria e construção civil têm 4 milhões de empregados.

A plataforma

No portal SESI Facilita, os empresários inserem o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) e, no ato, já são informados se estão enquadrados nas regras para adesão ao serviço. A plataforma traz um formulário para que os empreendimentos possam informar o ramo de atividade e a própria ferramenta apresenta um grupo de processos produtivos que podem ser desenvolvidos, com mapeamento de possíveis riscos químicos, físicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes.

Os usuários só precisam selecionar os processos que existem efetivamente na empresa, incluir setores que não foram mencionados e relacionar os funcionários que estão em cada processo produtivo. A partir de então, a inteligência artificial do sistema se encarrega de fazer as correlações e listar os possíveis perigos existentes em cada processo para que seja realizada a avaliação de riscos. Por fim, o sistema sugere as ações necessárias para que a empresa possa elaborar seu plano de ação para reduzir os riscos encontrados.

PGR

O PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos é um programa legal, para fins de prevenção e gerenciamento dos riscos ocupacionais, estabelecido pelo novo texto da Norma Regulamentadora - NR-01, que entrou em vigor em 03 de Janeiro de 2022, conforme Portaria SEPRT 8.873, de 23/07/2021, sendo de observância obrigatória para todas as organizações.

O programa tem por principal objetivo prevenir que acidentes ambientais ocorram, que possam prejudicar a vida de colaboradores, a propriedade privada e também o meio ambiente, isto é, o programa visa técnicas eficazes que diminuam a possibilidade de um acidente no ambiente de trabalho.
 

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03/03/2021 00:00h

Deputado Eduardo Bismarck destaca que o setor foi um dos que mais gerou empregos, mesmo durante a pandemia

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O Ceará é o 8º do País em ranking da indústria da construção civil. Visando a colocação do segmento, o deputado federal Eduardo Bismarck (PDT-CE) destacou sua importância para a economia no estado. "O setor é um dos que mais movimenta a economia do nosso Ceará, não só pela alta valorização dos imóveis, mas também pela geração de renda. Basta ver que em 2020 o Ceará chegou a ser o estado do Nordeste que mais gerou empregos segundo o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados)”, afirmou.  

Trazendo modernização, como objetivo alavancar o setor imobiliário do estado, a Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) e o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Ceará (Sinduscon-CE) realizaram uma parceria por meio do Serviço Social da Indústria (SESI Ceará) para implementar uma nova tecnologia, considerada a espinha dorsal da revolução tecnológica na construção civil brasileira.

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O “Building Information Modeling” (BIM) busca viabilizar a introdução da Modelagem da Informação da Construção no cotidiano das empresas. O engenheiro de Segurança do Trabalho do SESI Ceará, Rodrigo Nogueira, avaliou os impactos positivos da iniciativa.

“Com ele você pode planejar melhor suas obras, realizando modelagens e projetos em 3D e ele permite também simular as etapas da construção de uma obra. Com isso você vai conseguir ter um planejamento melhor do cronograma, evitando atrasos, otimizando os custos de sua produção e aproveitando melhor sua mão de obra”, declarou.

O sistema permite criar digitalmente um ou mais modelos virtuais precisos de uma construção, com o objetivo de oferecer um planejamento eficaz, banco de dados único, redução de custos e otimização do tempo, o que deve favorecer o avanço do setor.

Segundo o vice-presidente da área de tecnologia do Sinduscon-CE, Jorge Dantas, a expectativa para este ano é que a plataforma colaborativa consiga atingir o máximo da sua implementação, com todos os resultados sendo divulgados abertamente para que chegue à ponta, no caso, os empreendedores de micro, pequenas e médias construtoras do estado.

“As empresas que forem implementadas nesse sistema vão falar todos os seus pontos positivos, negativos e dificuldades de implementação. Então essa situação vai ser trazida para que toda a sociedade, no nosso meio industrial da construção civil, na implementação do BIM, tenha conhecimento e possa aplicar e implementar de forma segura, com poder econômico melhor que uma empresa que trabalha hoje sozinha”, contou.
 

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26/02/2021 00:00h

Psiquiatra explica como a infância é a melhor fase para iniciar o desenvolvimento da inteligência emocional

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Ser bom em matemática é fundamental para quem quer trabalhar como engenheiro. Conhecer o funcionamento do corpo humano é indispensável para atuar como médico. Dominar o português é pré-requisito para se destacar como profissional de marketing. Mas o mais exigido, no ambiente de trabalho de qualquer profissão, são as habilidades emocionais.

Com o intuito de desenvolver essa inteligência emocional desde a infância, o Colégio Sesi da Indústria no Paraná trabalha com a metodologia de soft skills, em todos os níveis de ensino – da educação infantil até a pós-graduação. A coordenadora de Educação e Negócios da Gerência de Educação do Sistema Fiep, Camila Zanella, detalha a metodologia.

“A metodologia do Colégio Sesi consiste no desenvolvimento de competências e habilidades, a partir de alguns pilares, como trabalho em equipe, ensino por pesquisa, resolução do problema, a partir de desafios, que permitam com que eles tenham esse espírito colaborativo”, explica.

Segundo a coordenadora, o objetivo é desenvolver autonomia nos alunos, para que eles consigam resolver problemas no contexto da vida real; por isso é importante começar esse trabalho ainda na infância, para que se torne uma prática comum.

“O desenvolvimento do sujeito se faz de forma completa, não apenas da parte de conteúdo. Então a gente trabalha as competências cognitivas e socioemocionais, porque assim a gente desenvolve um sujeito que é autônomo, que consegue buscar os seus conhecimentos, para resolver os desafios da sua vida pessoal e profissional”, afirma.

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Programa Jovem Aprendiz do Senai-PA oferece formação profissional na maior produtora de bauxita do Brasil

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As emoções

O psiquiatra Alisson Marques, médico do Núcleo de Saúde Mental do SAMU, explica que emoção é uma sensação física ou sentimental, provocada a partir de um estímulo. Para um adulto, a emoção por si só já é um conceito abstrato, o que dificulta as pessoas de falarem sobre elas. Já para as crianças, as emoções são ainda mais abstratas e, por não conseguirem dar um nome para o que estão sentindo, elas são transformadas em comportamentos e atitudes.

Por isso, segundo Alisson, as habilidades emocionais precisam ser desenvolvidas ainda na infância. 

“Habilidades como autoconfiança – que ele é capaz, que ele pode conseguir –; coragem; paciência; tolerância, principalmente quando a gente pensa na vida em sociedade, lidar com as diferenças; autoconhecimento; controlar os impulsos para as atitudes e lidar com o não”, destaca.

Segundo o psiquiatra, se essas habilidades emocionais forem trabalhadas na infância, elas vão se refletir na personalidade do indivíduo e em sua forma de se relacionar com o mundo. “Isso vai ter impacto, como por exemplo, passar no vestibular, começar seus relacionamentos, lidar com a diferença do outro, como lidar no ambiente de trabalho, desenvolver empatia, ser persistente em atividades propostas”, comenta. 

O especialista esclarece que, depois do lar, o ambiente da escola é o primeiro lugar onde as crianças lidam com situações que exigem suas habilidades emocionais. Por isso, as escolas precisam trabalhar a inteligência emocional na grade curricular, além das disciplinas teóricas.

Elaine Afonso da Cruz é mãe de Olívia, aluna do 8° ano do Colégio Sesi do Paraná. Para ela, quanto mais cedo desenvolve-se as habilidades emocionais nos jovens, maiores as chances de eles terem um futuro menos frustrante e de serem profissionais mais preparados, seres humanos mais saudáveis e pessoas mais altruísta.

Com a pandemia da Covid-19, o desafio das aulas à distância exigiu ainda mais a inteligência emocional dos alunos. No entanto, com aulas em casa, Elaine pôde acompanhar de perto o desenvolvimento de Olívia.

“Em um ano, ela se desenvolveu muito. O valor disso está na metodologia do Colégio. Ela se demonstrou já de início muito responsável. O trabalho em equipe foi reforçando a responsabilidade, a tolerância, a empatia”, comenta.

Além das Oficinas de Aprendizagem, que desenvolvem autonomia nos alunos para resolver desafios do cotidiano, o Colégio Sesi também oferece programas de iniciação científica, atividades extracurriculares e de formação profissional e incentivo à preparação para o ENEM.

Saiba mais no portal do Colégio Sesi da Indústria do Paraná.

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25/02/2021 00:00h

Selecionados recebem remuneração e possuem os mesmos direitos trabalhistas e previdenciários que os demais empregados da Mineração Rio Norte

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Jovens paraenses podem dar os primeiros passos no mercado de trabalho dentro da maior produtora de bauxita do Brasil – a Mineração Rio Norte (MRN). O Programa Jovem Aprendiz, em parceria com o Senai-PA, oferece formação técnica e profissional, no distrito de Porto Trombetas, município de Oriximiná (PA). 

O objetivo do programa é disponibilizar aos jovens da região a primeira experiência profissional, proporcionando uma formação de qualidade, com atividades práticas dentro da empresa e formação teórica nas instalações do Senai. O diretor de operações do Sesi/Senai, Raphael Barbosa, explica quem pode participar.

“Podem participar adolescentes e jovens de 14 a 24 anos. Ele deve estar estudando o nono ano do ensino fundamental, ou já ter concluído o ensino médio, ou estar matriculado em um programa de educação de jovens adultos”.

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Oportunidades

Neste novo ciclo do programa, as vagas na MRN foram ofertadas para cursos de eletricistas de manutenção industrial e operador de manutenção de máquinas industriais e terão duração de um ano, com aulas de quatro horas diárias, começando em fevereiro. As oportunidades foram disponibilizadas para 18 comunidades vizinhas à empresa em Porto Trombetas (PA).

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O jovem Helber de Oliveira Carvalho, 21 anos, é um dos participantes do Programa Jovem Aprendiz. Ele esclarece como a experiência o tem preparado para o mercado de trabalho. 

“Eu aprendi diversas coisas no programa, coisas que não somos ensinados desde pequeno, como tributação de impostos, o funcionamento de um ambiente administrativo, corporativo, de uma empresa grande”. Para ele, um dos benefícios do programa é o conhecimento teórico aliado à prática profissional.

Todo o processo seletivo é realizado pela empresa contratante e não gera nenhum tipo de custo para o jovem. Uma vez aprovado, o estudante será matriculado como aluno regular do Senai e assinará um contrato especial com a empresa, pelo tempo médio de dois anos, com carteira assinada. O diretor de operações Raphael Barbosa aponta os direitos dos jovens aprendizes.

“Ele recebe uma remuneração ao longo desse período de dois anos. E eles têm os mesmos direitos trabalhistas e previdenciários dos demais empregados: férias, décimo terceiro salário, vale-transporte e é feito também o recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço”, afirma.

Segundo Raphael Barbosa, a remuneração do Jovem Aprendiz é calculada com base no valor da hora do atual salário-mínimo que, segundo a Medida Provisória n° 1.021 de 2020, é de R$ 5. Portanto, dependendo do setor em que o jovem for selecionado, a remuneração mensal pode ser maior que R$ 1.100.

O diretor de operações Raphael Barbosa ressalta que o Programa Jovem Aprendiz do Senai incentiva candidaturas de pessoas com deficiência.

“É um programa que busca ter a inclusão de pessoas com deficiência; para esse público não há limite de idade. E para os jovens com deficiência intelectual, não há exigência de escolaridade. A empresa vai considerar as habilidades relacionadas com a profissão”, ressalta.

Contrate-me

Os jovens interessados em se posicionarem no mercado de trabalho também podem acessar a plataforma Contrate-me do Senai, como recomenda o diretor de operações do Sesi/Senai, Raphael Barbosa.

“É uma plataforma de emprego, onde são feitas entrevistas online e análises do perfil desse jovem. Depois de identificadas as características socioemocionais do candidato, essas informações são repassadas aos empresários, que poderão contratar o aprendiz, nesse novo formato. É uma espécie de entrevista prévia”, comenta.

Interessados podem se cadastrar pelo link

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Podem participar da competição equipes com até dez estudantes entre 9 e 16 anos

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Até 12 de março, estão abertas as inscrições para o Torneio de Robótica First Lego League - Challenge, competição promovida pelo Serviço Social da Indústria (Sesi).  Podem se inscrever equipes com até 10 competidores, lideradas por dois adultos. 

O Sesi recomenda que cada time tenha, no mínimo, quatro integrantes. Para participar, os competidores devem ter de 9 a 16 anos, representando uma escola pública ou particular, clube, organização ou simplesmente formar um time formado por um grupo de amigos, também conhecido como equipes de garagem.

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Neste ano, pela primeira vez, o Sesi Maranhão organizará uma etapa regional do evento. Elayne Cristina Brito, assessora pedagógica do Sesi no estado, explica que essa edição do evento terá o tema RePLAY, em que os participantes terão que propor formas de incentivo a exercícios físicos. 

“Os alunos pensarão em soluções para práticas de exercícios e vão propor brincadeiras que incentivem esse movimento [de exercícios físicos], tendo em mente as suas realidades atualmente e no futuro”, explica Elayne.

As etapas regionais ocorrerão entre 25 de março e 8 de maio. As equipes classificadas nessa fase garantem uma vaga para o Festival SESI de Robótica, que será realizado entre 28 e 30 de maio. O evento ocorrerá de forma remota.

A professora de engenharia mecatrônica da Universidade de Brasília (UnB) Aida Fadel afirma que práticas relacionadas à robótica têm implicações positivas no desenvolvimento cognitivo de crianças e adolescentes.

“Ao criar estratégias para soluções para a superação de desafios, desenvolve-se a capacidade cognitiva e são criadas relações com um conhecimento já existente e também com outros conhecimentos”, diz. 

Para se inscrever e para obter mais informações sobre o torneio, acesse o site do torneio www.portaldaindustria.com.br/sesi/canais/torneio-de-robotica/
 

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Ciência & Tecnologia
23/02/2021 00:00h

Companhias criaram soluções inovadoras para uma melhor produção da estatal

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Duas startups foram selecionadas pela aceleradora do Sistema Fiep em um edital da Petrobras, e vão receber, cada uma, R$ 60 mil em investimentos que serão utilizados para a elaboração de soluções inovadoras. O certame contemplou a Exy e a GTI IT Solutions. 

Felipe Couto, gerente de Consultorias de Inovação e Produtividade do Sistema Fiep, explica que o principal objetivo da aceleradora é trazer soluções para grandes empresas, como por exemplo a Petrobras.  Ele afirma que a aceleradora não faz um aporte direto nas startups, mas auxilia na captação desses recursos através de editais e contatos com fundos de investimentos.

“É um movimento que completa 10 anos de atuação nessa área de promover o surgimento de novos negócios, que devem estar vinculados a uma demanda e necessidade do setor industrial”, explica Couto.

Iniciativas

A Exy desenvolveu um exoesqueleto industrial, que já está no mercado, que funciona como apoio para reabilitação, redução da fadiga e potencialização da força humana na indústria. O CEO da companhia, Alfredo Marczynski, diz que o equipamento, que é usado como uma roupa por trabalhadores, é capaz de reduzir os afastamentos de profissionais. Segundo ele, passar no edital da Petrobras será um grande passo para o produto desenvolvido pela empresa.

“Será uma chancela de uma empresa de renome, que vai utilizar o equipamento em suas atividades de óleo e gás, e também nos ajudará a evoluir o produto, que sempre está passando por aprimoramentos”, afirma.

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Já a GTI IT Solutions foi selecionada com um projeto que aumenta a eficiência da manutenção de equipamentos laboratoriais. A startup possui um projeto que faz o controle físico e financeiro da eficiência de equipamentos.  A iniciativa será implementada em 150 laboratórios da Petrobras, que contam com mais de 4.500 equipamentos.

“Mostramos que ao aumentar em 10% a eficiência dos laboratórios vai gerar, no mínimo, um aumento de receitas ou redução de custos de mais de R$ 2 milhões por dia à Petrobras”, explica Maurício Doebeli, CEO da GTI.

Ao longo de uma década, mais de 40 startups já passaram pela Aceleradora Sistema Fiep, que é mantida pelo Senai. Para mais informações sobre o trabalho da iniciativa, ou para inscrever algum serviço, produto ou processo inovador, acesse: www.senaipr.org.br/tecnologiaeinovacao/aceleradora.

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22/02/2021 00:00h

Última testagem avaliou 610 profissionais nas sete unidades educacionais

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O ano letivo nas escolas do Sesi, no Mato Grosso do Sul, começou no último dia 2 de fevereiro, na modalidade híbrida, com escalonamento dos alunos entre aulas presenciais e remotas. Para garantir a segurança dos estudantes e dos profissionais da educação, em tempos de pandemia, professores e funcionários das unidades realizam, quinzenalmente, testes rápidos para detectar o contágio pelo novo coronavírus. No último dia 29 de janeiro, foram testados 110 docentes, colaboradores e prestadores de serviços das escolas de Campo Grande, Aparecida do Taboado e Naviraí. No dia 1º de fevereiro, foi a vez dos 500 funcionários das escolas de Corumbá, Dourados, Maracaju e Três Lagoas.

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O enfermeiro Ewerton Souza, da equipe do sistema de Gestão em Segurança e Saúde do Trabalho do Sesi, destaca a importância da testagem desses profissionais.

“A importância desses testes, além da monitoração da saúde dos trabalhadores, é manter um ambiente seguro para o retorno das aulas, garantindo a segurança de todos os nossos professores e, principalmente, de nossos alunos. A gente não sabe até quando esse cenário vai persistir, mas enquanto dure, todo o Sesi está preparado para manter um ambiente seguro para os nossos alunos”, comenta.

Além da aplicação dos testes nos funcionários da educação, a Rede de Ensino do Sesi no Mato Grosso do Sul desenvolveu protocolos de biossegurança, que estabelecem uma série de ajustes estruturais nas escolas e adaptações de conduta de todos os envolvidos. Alunos, pais e colaboradores receberam cartilhas com essas orientações, que devem ser seguidas dentro e fora da escola; dentre elas o uso de máscara, a higienização das mãos e o distanciamento.

Os planos de contenção de riscos para Covid-19 em cada unidade escolar do Sesi-MS estão disponíveis no link.

Tipo de teste

O exame realizado nos profissionais é o teste rápido, que utiliza apenas algumas gostas de sangue para detectar se o indivíduo está com a Covid-19 ou se já teve contato com o coronavírus em algum momento. O doutor Hemerson Luz, infectologista do Hospital das Forças Armadas de Brasília, explica como funciona esse tipo de exame.

“No caso de teste rápido para Covid-19, a pesquisa é feita em busca de dois anticorpos específicos, que são produzidos pelo organismo, quando ele entra em contato com o novo coronavírus – que são conhecidos como IgM e IgG. Em geral, leva-se oito dias para iniciar a produção dos anticorpos, após o contato com o novo coronavírus”, explica.

Segundo o Sesi, o resultado é encaminhado para o próprio colaborador e para a diretoria de cada escola. Em caso positivo para Covid-19, o profissional é afastado do convívio escolar durante o período de quarentena.

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O coordenador pedagógico da Escola do Sesi de Campo Grande, Marcel Giordano Jeffery, foi um dos funcionários testados, antes mesmo das aulas retornarem. Ele comenta como se sente com as medidas de segurança. 

“A gente está fazendo tudo isso antes de começar as aulas. Começar 2021 com essa total segurança. Esse teste afirma o quanto o Sesi se preocupa com seus funcionários e também com o público externo”, comenta.

Uma nova aplicação dos testes está prevista para próxima semana. A estimativa do Sesi-MS é continuar a testagem dos funcionários das unidades educacionais, a cada 15 dias, enquanto a vacina contra a Covid-19 não estiver disponível para toda a população.

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Projeto foi o segundo colocado em desafio promovido pelo Sesi voltado para a volta às aulas presenciais

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E se a máxima “cortar o mal pela raiz” pudesse se aplicar ao novo coronavírus? De uma certa forma, foi esse o objetivo dos integrantes da L.J. Old School, equipe do Sesi Planalto, de Goiânia (GO), que conquistou o 2º lugar no Torneio Sesi de Robótica – Desafio Relâmpago – Volta às Aulas. A competição foi criada para que estudantes de todo o Brasil apresentassem soluções para o retorno seguro às aulas presenciais. 

Diante do problema identificado, isto é, o frequente contato dos alunos com superfícies de uso comum nas escolas, como mesas, maçanetas e bebedouros, a equipe goiana propôs uma solução que tem nome complexo, mas que é simples e eficaz: o SLA, sigla para Silicone Líquido Antiproliferativo. A jovem Lorrany Cirqueira, 16 anos, explica a proposta. 

“É um líquido que a gente pode passar nessa superfície, seja ela plástico, madeira ou qualquer outro tipo. Quando o vírus cair ali, ele vai ser inativado, porque na composição dessa nossa solução está presente o zinco e ele tem poder antisséptico, que consegue eliminar o vírus antes mesmo de ele se proliferar na superfície”, detalha. 

Ex-aluno e, agora, líder do projeto, Hanrry Patrick Viana, ressalta que a solução traz outras vantagens quando comparada ao álcool em gel, por exemplo. “Quando você higieniza a superfície de uma maçaneta de metal, por exemplo, provavelmente ela vai sofrer efeito de corrosão, então vai ter um desgaste do material. Muitas pessoas também têm alergia ao álcool em gel. É outro problema. O álcool em gel também é altamente inflamável e só isso já é um problema”, diz.  

Em testes que os membros da equipe realizaram, o silicone foi capaz de “proteger” as superfícies por até 19 horas, o que seria suficiente para um dia inteiro de aulas nas escolas. Além disso, a aplicação é fácil, bastando apenas um papel toalha ou pincel, garante Lorrany. A expectativa, agora, gira em torno de tirar a ideia do papel. 

“A gente tem todo um plano de ação para colocar o nosso projeto em prática. Faltam algumas coisas ainda como a questão da patente, que são mais burocráticas e demoradas, mas a gente está correndo atrás para implementar a nossa ideia e conseguir fazer diferença na vida desses estudantes”, completa a estudante. 

Dever cumprido

Apesar das limitações impostas pela pandemia e dificuldades para que a equipe se reunisse à distância, Hanrry conta que se sentiu muito feliz com a conquista, não apenas pelo resultado em si, mas pelo impacto que o projeto pode causar no ambiente escolar. 

“O importante não foi só a premiação, mas o resultado apresentado, que é um projeto muito útil, viável e pode ser utilizado para melhorar a situação do nosso país, principalmente na volta às aulas, pois muitos alunos esperam e estão em dificuldade por causa disso”, recorda. 

A equipe, agora, se prepara para participar do Festival Sesi de Robótica, previsto para o mês de maio. Fernando Barbosa, mentor da equipe, destaca que está orgulhoso pelo desempenho da L.J. Old School. “A liderança veio do Hanrry, que é um ex-aluno. Eu sempre via os meus alunos na competição tomando as decisões, sendo autônomos a ponto de saber fazer o que é certo. Para mim, foi uma sensação de orgulho muito grande ao ver a equipe toda gerada de forma independente. O trabalho feito por eles me deixa muito orgulhoso”, celebra. 

Festival

Em discurso durante o torneio, o diretor superintendente do Departamento Nacional do Sesi, Rafael Lucchesi, elogiou todos os trabalhos e a contribuição de cada um para o enfrentamento à pandemia no País. “Vocês representam engajamento, solidariedade, preocupação com o próximo e o fazem construindo o futuro de vocês. Sessenta milhões. Esse é o tamanho da comunidade educacional no Brasil. É equivalente à população de Portugal e Espanha somadas. O Brasil é um país continental. Seguramente, a contribuição de vocês vai ser de reflexões importantes, criativas”, disse. 

Além de Fernando, Hanrry e Lorrany, a equipe do Sesi Planalto conta com mais três integrantes: João Vitor Prudente, Mateus dos Santos Alves e Pedro Emanuel. 

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17/01/2021 23:00h

Ao todo, são mais de 9 mil vagas distribuídas pelos municípios de Salvador, Feira de Santana, Ilhéus, Juazeiro, Candeias, Vitória da Conquista, Barreiras e Luis Eduardo Magalhães

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Está em busca de uma escola com foco no aprendizado e nas necessidades do mundo do trabalho? O Serviço Social da Indústria (SESI) está com 9.126 vagas abertas na Bahia. Instituição oferece estrutura de ponta, com materiais pedagógicos atualizados de acordo com o mercado de trabalho. Há oportunidades nas unidades de Salvador, Feira de Santana, Ilhéus, Juazeiro, Candeias, Vitória da Conquista, Barreiras e Luis Eduardo Magalhães.

As matrículas de novos alunos podem ser feitas até 28 de fevereiro, de forma online ou presencialmente. A distribuição de vagas está disponível no link, onde também é possível fazer um tour virtual pelas unidades de ensino. 

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Segundo o gerente de Educação Regular do SESI Bahia, Mário Costa, as matrículas podem ser feitas, tanto pelo site, quanto pelo atendimento presencial agendado. Ele informa que as unidades de ensino têm seguido todos os protocolos sanitários, recomendados pelas autoridades de saúde, para evitar o contágio pelo novo coronavírus. Para agendar o atendimento, consulte o telefone e o endereço das unidades escolares pelo site.

Confira no link os documentos necessários para efetivar a matrícula, de acordo com a classificação do aluno.

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O professor Alcy Freitas, da Escola SESI Reitor Miguel Calmon, em Salvador, destaca o diferencial da instituição de ensino. “Ela é cientifica, tecnológica e empreendedora. Ela possui também uma estrutura diferenciada, não só em termos de infraestrutura, mas também de material humano”, afirma. 

Segundo o professor, a unidade escolar já usava as plataformas digitais para ensino, antes mesmo da pandemia, o que facilitou as aulas remotas, em 2020. “Foi necessária uma formação técnica, porque nós professores não sabíamos nada sobre a criação de conteúdo para aulas remotas. O bom é que o SESI – através da sua visão estratégica – já havia elaborado um modelo de educação híbrida. Então essa transposição ocorreu de forma mais fácil”, comenta.

Kevin Chagas, de 15 anos, é aluno da Escola SESI Reitor Miguel Calmon, em Salvador. Ele conta o que espera para seu futuro profissional. “Eu acho que vou me destacar no mercado de trabalho; não só eu, mas todo os alunos que estudam no SESI, porque é uma escola que nos prepara para o futuro, para o mercado de trabalho. Nos proporciona laboratórios de ciência, robótica, temos iniciação cientifica, também professores ótimos, que estão sempre ao nosso lado, nos preparando para o Enem, para o trabalho, nos dando dicas. Os funcionários sempre nos ajudam, são como se fossem nossos irmãos e amigos”, comenta.

Início das aulas

O início das aulas está previsto para o dia 15 de fevereiro, contudo, o SESI aguarda posicionamento da Secretaria de Estado de Educação para definir a forma como isso deve acontecer, como explica o gerente Mário Costa.

“Como ainda não temos o posicionamento oficial da Secretaria de Estado de Educação, sobre a finalização do ano letivo de 2020, e como não temos um cenário de saúde estabelecido sobre a autorização da reabertura das escoas, a rede SESI Bahia mantém seu calendário para o início das aulas, em 15 de fevereiro, seja de forma virtual ou – no caso de haver autorização de reabertura e funcionamento – de modo híbrido: parte virtual, parte presencial”, explica.

A equipe do SESI Nacional elaborou o Guia SESI para Retorno às Aulas Presenciais em Tempos de Covid-19. O documento orienta os departamentos regionais a estabelecer um plano de retomada das aulas presenciais, seguindo calendário e determinações dos governos estadual e municipal. 

O gerente de Educação Regular do SESI Bahia, Mário Costa, detalha o planejamento para retorno presencial das aulas, nas unidades do estado baiano. “Todas as nossas unidades estão preparadas, com protocolo de retomada já implementado e treinamento das equipes. Nossos protocolos de higienização e sanitização foram desenhados; houve investimento em infraestrutura preventiva, em todas as áreas escolares, mantendo os distanciamentos, por meio de demarcação dos espaços; com rodízios pré-estabelecidos de ocupação e redução do período de permanência”, detalha.

Segundo Mário Costa, as primeiras ações após o retorno das aulas serão de acolhida, garantindo a compreensão desses protocolos pelos alunos, seus familiares e equipe de colaboradores. “A preocupação do SESI Bahia, em manter essa saúde e integridade de toda a comunidade escolar, é nossa prioridade. Seguiremos dessa forma com a mesma cautela e responsabilidade, que temos agido até aqui”.

Além do esforço para garantir a segurança sanitária, o gerente Mário Costa anunciou investimentos na qualidade das aulas, na formação dos professores e na infraestrutura das escolas, para que os alunos prossigam com o aprendizado protagonista, por meio de uma educação inovadora e metodologias ativas e integradas.

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17/01/2021 23:00h

Duas escolas da rede passam a adotar o novo formato para todas as turmas do 1º ano. Ainda há vagas para quem deseja se matricular

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Duas escolas da Rede Sesi Senai em Alagoas vão ofertar, já a partir deste ano, o Novo Ensino Médio para todas as turmas do 1º ano. As escolas Sesi Cambona e Sesi Senai Benedito Bentes vão seguir o novo formato, balizado pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e que permite aos alunos, além das aprendizagens comuns e obrigatórias, a possibilidade de escolherem se aprofundar em uma das cinco áreas do conhecimento.

Em 2018, a Rede Sesi Senai em Alagoas foi uma das primeiras do País a implantar turmas-piloto, uma espécie de pioneirismo e teste para a ampliação do modelo, que passa a ser obrigatório no ano que vem. Cristina Suruagy, diretora de Educação e Tecnologia do Sesi Senai de Alagoas, afirma que a experiência foi muito positiva.

“Foi uma experiência bastante desafiadora, mas extremamente relevante para que agora possamos sair com todas as turmas nesse novo formato. Foi um piloto bem sucedido e o Sesi conseguirá sair na frente para atender o que o MEC já estabeleceu”, destaca. 

Hoje, todas as escolas da rede contam com, ao menos, uma turma experimentando o Novo Ensino Médio. Cristina conta que os professores estão se capacitando há três anos para as mudanças e que eles colaboraram, inclusive, com a construção do material didático que vai ser usado a nível nacional. 

Arte: Brasil 61

Experiência 

Karoline Amorim, 17 anos, acabou de concluir o 3º ano do ensino médio. Por conta da pandemia, ela ainda precisa retomar algumas aulas do curso, que estão pendentes. No entanto, a jovem que deseja cursar arquitetura já tem um veredito sobre o Novo Ensino Médio. “Esse formato de ensino é bom. Ele me ajudou a superar algumas dificuldades que eu tenho em uma determinada área e sei que vai continuar me ajudando, mesmo eu já tendo terminado os estudos, porque me fez enxergar as coisas de uma forma bem menos complexa”, conta. 

De acordo com o Ministério da Educação (MEC) o Novo Ensino Médio vai dar mais autonomia aos estudantes, que vão poder escolher em qual área do conhecimento se especializar. Essas áreas compõem os chamados itinerários formativos, que são cinco, ao todo: Matemática, Linguagens, Ciências Humanas e Ciências da Natureza, além da formação técnica e profissional. Cada itinerário é formado por disciplinas específicas. Por exemplo, caso opte pelo de Linguagens, o estudante vai se aprofundar nos conhecimentos de Português, Inglês, Artes e Educação Física. 

No entanto, a especialização em um dos cinco itinerários não exclui a obrigatoriedade de uma formação comum e obrigatória a todos os alunos. Ainda de acordo com o MEC, a carga horária vai ser ampliada de 2400 para 3000 horas no novo formato.

Segundo a professora da Rede Sesi de Alagoas Telma Xavier, o Novo Ensino Médio prepara melhor os alunos para a vida, desde o ingresso no ensino superior, acesso ao mercado de trabalho, até o desenvolvimento pessoal. 

“Quando atuamos por área de conhecimento, permitimos a esse aluno que amplie seu campo de visão com relação ao seu desenvolvimento. Os itinerários que são ofertados permitem que o aluno se aprofunde em um deles, mas sem limitar o seu conhecimento durante o processo de aprendizagem. A educação há muito tempo busca atender ao que o aluno precisa para se desenvolver e o Novo Ensino Médio traz essas possibilidades”, avalia. 

A avaliação que a diretora Cristina e a professora Telma fazem sobre o projeto piloto é de que houve melhora nos resultados dessas turmas em relação àquelas que permaneceram no formato tradicional. “Do ponto de vista dos alunos, eles conseguiram perceber a contextualização dos conteúdos e a importância dos saberes. Conseguimos mensurar o desempenho dessa turma em comparação às turmas tradicionais, e os resultados nos simulados praticados foram superiores”, explica Cristina. 

Vagas

Ainda há vagas para os alunos que desejam se matricular em uma das turmas do Novo Ensino Médio, mais especificamente no Sesi Cambona, por meio do endereço al.sesi.com.br/matriculas-educacao-basica-2021. Para mais informações, basta ligar para o telefone (82) 3021-7374. 

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Brasil 61