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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

1º - A utilização gratuita e livre dos materiais produzidos pelo Brasil 61 só será permitida depois que este termo de parceria for aceito pelo usuário, prevendo as seguintes regras:

a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o usuário realize o login no site do Brasil 61 - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

ADENDOS IMPORTANTES SOBRE A PARCERIA

a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

Ao clicar em ACEITO, a emissora aqui cadastrada afirma concordar e estar ciente de todas as condições apresentadas neste Termo de Utilização de Conteúdo.

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

SESI

18/01/2021 00:00h

Ao todo, são mais de 9 mil vagas distribuídas pelos municípios de Salvador, Feira de Santana, Ilhéus, Juazeiro, Candeias, Vitória da Conquista, Barreiras e Luis Eduardo Magalhães

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Está em busca de uma escola com foco no aprendizado e nas necessidades do mundo do trabalho? O Serviço Social da Indústria (SESI) está com 9.126 vagas abertas na Bahia. Instituição oferece estrutura de ponta, com materiais pedagógicos atualizados de acordo com o mercado de trabalho. Há oportunidades nas unidades de Salvador, Feira de Santana, Ilhéus, Juazeiro, Candeias, Vitória da Conquista, Barreiras e Luis Eduardo Magalhães.

As matrículas de novos alunos podem ser feitas até 28 de fevereiro, de forma online ou presencialmente. A distribuição de vagas está disponível no link, onde também é possível fazer um tour virtual pelas unidades de ensino. 

Arte - Brasil 61

Segundo o gerente de Educação Regular do SESI Bahia, Mário Costa, as matrículas podem ser feitas, tanto pelo site, quanto pelo atendimento presencial agendado. Ele informa que as unidades de ensino têm seguido todos os protocolos sanitários, recomendados pelas autoridades de saúde, para evitar o contágio pelo novo coronavírus. Para agendar o atendimento, consulte o telefone e o endereço das unidades escolares pelo site.

Confira no link os documentos necessários para efetivar a matrícula, de acordo com a classificação do aluno.

Matrículas para escolas da Rede Sesi de Rondônia estão abertas até 27 de janeiro

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O professor Alcy Freitas, da Escola SESI Reitor Miguel Calmon, em Salvador, destaca o diferencial da instituição de ensino. “Ela é cientifica, tecnológica e empreendedora. Ela possui também uma estrutura diferenciada, não só em termos de infraestrutura, mas também de material humano”, afirma. 

Segundo o professor, a unidade escolar já usava as plataformas digitais para ensino, antes mesmo da pandemia, o que facilitou as aulas remotas, em 2020. “Foi necessária uma formação técnica, porque nós professores não sabíamos nada sobre a criação de conteúdo para aulas remotas. O bom é que o SESI – através da sua visão estratégica – já havia elaborado um modelo de educação híbrida. Então essa transposição ocorreu de forma mais fácil”, comenta.

Kevin Chagas, de 15 anos, é aluno da Escola SESI Reitor Miguel Calmon, em Salvador. Ele conta o que espera para seu futuro profissional. “Eu acho que vou me destacar no mercado de trabalho; não só eu, mas todo os alunos que estudam no SESI, porque é uma escola que nos prepara para o futuro, para o mercado de trabalho. Nos proporciona laboratórios de ciência, robótica, temos iniciação cientifica, também professores ótimos, que estão sempre ao nosso lado, nos preparando para o Enem, para o trabalho, nos dando dicas. Os funcionários sempre nos ajudam, são como se fossem nossos irmãos e amigos”, comenta.

Início das aulas

O início das aulas está previsto para o dia 15 de fevereiro, contudo, o SESI aguarda posicionamento da Secretaria de Estado de Educação para definir a forma como isso deve acontecer, como explica o gerente Mário Costa.

“Como ainda não temos o posicionamento oficial da Secretaria de Estado de Educação, sobre a finalização do ano letivo de 2020, e como não temos um cenário de saúde estabelecido sobre a autorização da reabertura das escoas, a rede SESI Bahia mantém seu calendário para o início das aulas, em 15 de fevereiro, seja de forma virtual ou – no caso de haver autorização de reabertura e funcionamento – de modo híbrido: parte virtual, parte presencial”, explica.

A equipe do SESI Nacional elaborou o Guia SESI para Retorno às Aulas Presenciais em Tempos de Covid-19. O documento orienta os departamentos regionais a estabelecer um plano de retomada das aulas presenciais, seguindo calendário e determinações dos governos estadual e municipal. 

O gerente de Educação Regular do SESI Bahia, Mário Costa, detalha o planejamento para retorno presencial das aulas, nas unidades do estado baiano. “Todas as nossas unidades estão preparadas, com protocolo de retomada já implementado e treinamento das equipes. Nossos protocolos de higienização e sanitização foram desenhados; houve investimento em infraestrutura preventiva, em todas as áreas escolares, mantendo os distanciamentos, por meio de demarcação dos espaços; com rodízios pré-estabelecidos de ocupação e redução do período de permanência”, detalha.

Segundo Mário Costa, as primeiras ações após o retorno das aulas serão de acolhida, garantindo a compreensão desses protocolos pelos alunos, seus familiares e equipe de colaboradores. “A preocupação do SESI Bahia, em manter essa saúde e integridade de toda a comunidade escolar, é nossa prioridade. Seguiremos dessa forma com a mesma cautela e responsabilidade, que temos agido até aqui”.

Além do esforço para garantir a segurança sanitária, o gerente Mário Costa anunciou investimentos na qualidade das aulas, na formação dos professores e na infraestrutura das escolas, para que os alunos prossigam com o aprendizado protagonista, por meio de uma educação inovadora e metodologias ativas e integradas.

Confira: 7 motivos para estudar no SESI

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18/01/2021 00:00h

Duas escolas da rede passam a adotar o novo formato para todas as turmas do 1º ano. Ainda há vagas para quem deseja se matricular

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Duas escolas da Rede Sesi Senai em Alagoas vão ofertar, já a partir deste ano, o Novo Ensino Médio para todas as turmas do 1º ano. As escolas Sesi Cambona e Sesi Senai Benedito Bentes vão seguir o novo formato, balizado pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e que permite aos alunos, além das aprendizagens comuns e obrigatórias, a possibilidade de escolherem se aprofundar em uma das cinco áreas do conhecimento.

Em 2018, a Rede Sesi Senai em Alagoas foi uma das primeiras do País a implantar turmas-piloto, uma espécie de pioneirismo e teste para a ampliação do modelo, que passa a ser obrigatório no ano que vem. Cristina Suruagy, diretora de Educação e Tecnologia do Sesi Senai de Alagoas, afirma que a experiência foi muito positiva.

“Foi uma experiência bastante desafiadora, mas extremamente relevante para que agora possamos sair com todas as turmas nesse novo formato. Foi um piloto bem sucedido e o Sesi conseguirá sair na frente para atender o que o MEC já estabeleceu”, destaca. 

Hoje, todas as escolas da rede contam com, ao menos, uma turma experimentando o Novo Ensino Médio. Cristina conta que os professores estão se capacitando há três anos para as mudanças e que eles colaboraram, inclusive, com a construção do material didático que vai ser usado a nível nacional. 

Arte: Brasil 61

Experiência 

Karoline Amorim, 17 anos, acabou de concluir o 3º ano do ensino médio. Por conta da pandemia, ela ainda precisa retomar algumas aulas do curso, que estão pendentes. No entanto, a jovem que deseja cursar arquitetura já tem um veredito sobre o Novo Ensino Médio. “Esse formato de ensino é bom. Ele me ajudou a superar algumas dificuldades que eu tenho em uma determinada área e sei que vai continuar me ajudando, mesmo eu já tendo terminado os estudos, porque me fez enxergar as coisas de uma forma bem menos complexa”, conta. 

De acordo com o Ministério da Educação (MEC) o Novo Ensino Médio vai dar mais autonomia aos estudantes, que vão poder escolher em qual área do conhecimento se especializar. Essas áreas compõem os chamados itinerários formativos, que são cinco, ao todo: Matemática, Linguagens, Ciências Humanas e Ciências da Natureza, além da formação técnica e profissional. Cada itinerário é formado por disciplinas específicas. Por exemplo, caso opte pelo de Linguagens, o estudante vai se aprofundar nos conhecimentos de Português, Inglês, Artes e Educação Física. 

No entanto, a especialização em um dos cinco itinerários não exclui a obrigatoriedade de uma formação comum e obrigatória a todos os alunos. Ainda de acordo com o MEC, a carga horária vai ser ampliada de 2400 para 3000 horas no novo formato.

Segundo a professora da Rede Sesi de Alagoas Telma Xavier, o Novo Ensino Médio prepara melhor os alunos para a vida, desde o ingresso no ensino superior, acesso ao mercado de trabalho, até o desenvolvimento pessoal. 

“Quando atuamos por área de conhecimento, permitimos a esse aluno que amplie seu campo de visão com relação ao seu desenvolvimento. Os itinerários que são ofertados permitem que o aluno se aprofunde em um deles, mas sem limitar o seu conhecimento durante o processo de aprendizagem. A educação há muito tempo busca atender ao que o aluno precisa para se desenvolver e o Novo Ensino Médio traz essas possibilidades”, avalia. 

A avaliação que a diretora Cristina e a professora Telma fazem sobre o projeto piloto é de que houve melhora nos resultados dessas turmas em relação àquelas que permaneceram no formato tradicional. “Do ponto de vista dos alunos, eles conseguiram perceber a contextualização dos conteúdos e a importância dos saberes. Conseguimos mensurar o desempenho dessa turma em comparação às turmas tradicionais, e os resultados nos simulados praticados foram superiores”, explica Cristina. 

Vagas

Ainda há vagas para os alunos que desejam se matricular em uma das turmas do Novo Ensino Médio, mais especificamente no Sesi Cambona, por meio do endereço al.sesi.com.br/matriculas-educacao-basica-2021. Para mais informações, basta ligar para o telefone (82) 3021-7374. 

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18/01/2021 00:00h

São mais de 30 cursos nas áreas de artes visuais, artes plásticas, dança, teatro e música, que agora poderão ser acessados de qualquer lugar

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Além das modalidades presenciais, agora os cursos da Escola de Cultura do SESI também estão sendo disponibilizados online, por meio da plataforma Escola de Cultura Digital. São mais de 30 cursos nas áreas de artes visuais, artes plásticas, dança, teatro e música, que agora poderão ser acessados de qualquer lugar, seja para se aperfeiçoar em um hobby ou mesmo começar uma profissão. 
 
Em sua nova proposta de trabalho, a Rede SESI de Cultura entra em 2021 com uma nova estrutura, que vai possibilitar a ampliação da prestação desses serviços, que antes eram apenas ofertados nas unidades físicas. Segundo a gerente de cultura do SESIMINAS, Karla Bittar, os cursos estarão disponíveis em uma plataforma de fácil acesso e interação.
 
“São aulas ao vivo, ministradas pelos próprios professores de cada uma das modalidades, com a participação em tempo real, ou podendo acessar os conteúdos a partir do repositório de aulas, disponíveis na plataforma. Essa é mais uma ação da Rede SESI Cultura para a democratização do acesso e o atendimento ao maior número possível de alunos, tanto em Belo Horizonte quanto no interior”, disse.

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Aluna do centro cultural de dança do SESIMINAS, Virgínia Patrus, de 18 anos, faz ballet há 15 anos. Desde março do ano passado ela está tendo aulas online, por conta da pandemia. Apesar da difícil adaptação, ela ressaltou que o ensino a distância trouxe oportunidade para experiências que não seriam possíveis normalmente.
 
“As aulas remotas abriram espaço para os alunos continuarem a praticar, mesmo com as escolas fechadas, podendo fazer aulas de outros professores e até com profissionais de outros países. Na minha escola, por exemplo, fizemos aula com bailarinos profissionais de São Paulo, do Rio de Janeiro, da Inglaterra e até da Rússia”, contou. 
 
As mensalidades variam de R$ 99 a R$ 440, a depender da modalidade e da carga horária semanal. Todos os cursos ofertados, tanto na modalidade presencial, quanto on-line, estão disponíveis no site e as inscrições podem ser feitas por meio dos canais de atendimento da secretaria dos cursos.
 
Há mais de 20 anos o SESI disponibiliza cursos de formação artística, nas mais diversas modalidades. Por ano, são mais de 2.000 alunos formados e muitos deles iniciam uma profissão a partir dos cursos da Escola de Cultura SESI. Em Minas Gerais são mantidas três unidades específicas para prestar serviços culturais. São elas: Centro Cultural SESIMINAS Belo Horizonte, Centro Cultural SESIMINAS Uberaba e o SESI Museu de Artes e Ofícios, em Belo Horizonte.

Serviço

Contatos para matrículas da Escola de Cultura
Belo Horizonte: (31) 3241-7175
Uberaba: (34) 3322-2021
Whatsapp: (31) 98634-4182
E-mail: sesiculturamg@fiemg.com.br
 

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Educação
14/01/2021 00:00h

São quase duas mil vagas para os ensinos Fundamental e Médio em quatro unidades

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As matrículas para alunos que desejam estudar na Rede Sesi de Educação em Rondônia estão abertas até 27 de janeiro. Ao todo, são 1.940 vagas para os anos iniciais e finais do Ensino Fundamental e para o Ensino Médio em quatro unidades: Cacoal, Pimenta Bueno, Porto Velho e Vilhena.
 
A coordenadora pedagógica do colégio SESI - SENAI Lagoa, em Porto Velho (RO), Juliane Loubach, explica que o planejamento para o ano letivo de 2021 já está em curso e que a tendência é que as aulas sejam remotas, por causa da pandemia da Covid-19.
 
“Não temos nenhum decreto do governo do estado que permita a volta presencial. Com o aumento de casos recentes no estado, acredito que vá voltar realmente de forma remota. A semana pedagógica está prevista para a próxima semana, com toda a preparação dos professores, cadastro dos alunos nos portais, senhas e orientação às famílias. Estamos, também, em processo de entrevista e matrícula de alunos novos, para início das aulas”, detalha. 
 
Por enquanto, sem autorização do governo estadual para que as atividades presenciais voltem, as escolas Sesi se preparam para atender aos protocolos de segurança, caso haja o sinal verde das autoridades. “A nossa unidade já está toda equipada com dispensers de álcool gel, distanciamento das cadeiras nas salas. A escola está pronta para, caso a volta presencial seja autorizada, nós possamos receber os nossos alunos”, afirma a coordenadora. 

Arte: Brasil 61

Novo Ensino Médio

Entre as novidades que a Rede Sesi de Rondônia traz para o ano letivo de 2021 está a criação de mais uma turma com o Novo Ensino Médio. O estado foi um dos cinco primeiros a implantar turmas-piloto da modalidade ainda em 2018 e, agora, vai abrir a oitava turma.
 
De acordo com o Ministério da Educação (MEC), o Novo Ensino Médio é caracterizado pelas aprendizagens comuns e obrigatórias a todos os alunos, conforme as diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Além disso, os estudantes vão poder escolher em quais áreas do conhecimento desejam se aprofundar. Essas áreas compõem os chamados itinerários formativos (Matemática, Linguagens, Ciências Humanas, Ciências da Natureza e Formação Técnica e Profissional). Caberá a cada aluno decidir em qual itinerário se especializar.
 
Jair Coelho, coordenador estadual de Educação do SESI, SENAI e IEL, afirma que as escolas de Rondônia adotaram o modelo previsto pelo Itinerário V, que prioriza a formação técnica e profissional. “O Sistema S é pioneiro nessa questão. Estamos adotando o Itinerário V, em que os nossos alunos cursam o currículo comum da educação básica e, paralelamente, cursam o itinerário V, em que saem concluindo o Ensino Médio e um curso técnico, no nosso caso predominantemente eletrotécnico”, destaca. 

Matrículas

A pré-matrícula para quem deseja estudar na Rede Sesi de Educação em Rondônia pode ser feita pelo site sesi.ro/matriculas/ até 27 de janeiro. Para mais informações, basta ligar para o número 0800 647 3551. 

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13/01/2021 00:00h

Espaço deve ser inaugurado em janeiro, com capacidade para realizar cerca de 800 análises de testes, diariamente

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Goiás ganha reforço no combate à Covid-19. Laboratório de Biologia Molecular, do Instituto Senai de Tecnologia em Alimentos e Bebidas, vai analisar amostras de testes da Covid-19, aumentando a capacidade do estado goiano de realizar testagem em massa na população. O ambiente possui estrutura qualificada para realizar, diariamente, cerca de 800 testes do tipo RT-qPCR, considerado “padrão ouro” pela Organização Mundial da Saúde.

A gerente do Instituto Senai de Tecnologia (IST), Karolline Fernandes, detalha a estrutura do LabMol. “Os ambientes foram planejados especificamente nessa atuação de diagnóstico molecular, para enfrentamento da Covid. Todos os ambientes contam com cabines de segurança biológica; nós temos um ultrafreezer, com capacidade de menos 86 graus, e equipamento moderno para análise de RT-qPCR”, detalha.

O espaço de 130 metros quadrados fica localizado no Setor Vila Nova Canaã, em Goiânia, no prédio do Instituto Senai de Tecnologia, no entanto está aguardando a liberação da Vigilância Sanitária, para início de operação. Segundo a gerente Karolline Fernandes, a expectativa é que a inauguração ocorra ainda no mês de janeiro. 

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Técnica RT-qPRC

Segundo o epidemiologista da Sala de Situação da Universidade de Brasília, Jonas Brant, os testes de RT-qPCR são mais eficientes para detectar o novo coronavírus e têm menores chances de dar um falso negativo, se comparado aos testes rápidos. Ele explica que os testes rápidos e sorológicos conseguem identificar anticorpos contra o vírus no organismo, mas podem levar de 7 a 15 dias para ter um resultado eficiente – tempo que o corpo humano leva para produzir essa defesa.

Já a técnica RT-qPCR é capaz de detectar diretamente a presença do vírus no organismo, como explica a gerente do IST, Karolline Fernandes. “A tecnologia utilizada pelo LabMol consiste na tecnologia de biologia molecular, onde se detecta a presença do vírus, na amostra do paciente. E para fazer essa análise é utilizado um equipamento que se chama amplificador”, explica.

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Onde realizar o teste

O LabMol é um prestador de serviço para os laboratórios de análises clínicas, que fazem a coleta swab nasal (cotonete), para realização do RT-qPCR. Portanto, o espaço do Instituto Senai não realiza o exame diretamente no paciente, mas recebe as amostras enviadas pelos laboratórios credenciados.

A gerente do IST, Karolline Fernandes, recomenda que quem estiver com sintomas, entre 3 e 5 dias, deve procurar os postos públicos e os planos de saúde. Além disso, a população também pode procurar o posto de coleta do SESI, na Avenida Anhanguera, próximo ao Teatro Goiânia. “Essa coleta não precisa ser agendada. A amostra será encaminhada para o LabMol, para fazer a análise, e o resultado é disponibilizado em até 24 horas”, destaca a gerente.

Testagem para retomada da Economia

O epidemiologista da UnB, Jonas Brant, fala sobre a importância da testagem em massa para retomada das atividades econômicas. “O que a gente precisa organizar é o rastreamento dos casos de contatos. A partir de uma pessoa suspeita, vou coletar uma amostra dela, para saber se ela tem Covid, e vou buscar as pessoas com quem ela teve contato, para garantir que essas pessoas fiquem isoladas e possam ser testadas rapidamente. Então, vou criando barreiras para tentar garantir que a doença não se espalhe”, detalha. 

O laboratório do Instituto Senai de Tecnologia faz parte da Rede de Biologia Molecular, cujo objetivo é apoiar diversos setores da economia na retomada segura de suas atividades, como escolas, indústrias, hospitais, universidades, comércio, etc. 

Além disso, o IST criou o Projeto Senai Zero COV, que – com o apoio do Laboratório de Biologia Molecular – vai realizar a testagem de Covid-19 em superfícies de locais de uso comum, como maçanetas, mesas, cadeiras, entre outros. Conforme explica a gerente do IST, Karolline Fernandes, com essa ação, empresas, indústrias e comércio podem agir de forma corretiva e preventiva, para limitar o impacto da transmissão do vírus.

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13/01/2021 00:00h

O “Building Information Modeling” (BIM) é um sistema que permite criar digitalmente um ou mais modelos virtuais precisos de uma construção

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A Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) e o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Ceará (Sinduscon-CE) realizaram uma parceria, por meio do Serviço Social da Indústria (SESI Ceará), para implementar uma nova tecnologia, considerada a espinha dorsal da revolução tecnológica na construção civil brasileira. 

O “Building Information Modeling” (BIM) é um sistema que permite criar digitalmente um ou mais modelos virtuais precisos de uma construção. O objetivo da ferramenta é um planejamento eficaz, banco de dados único, redução de custos e otimização do tempo. 

O projeto busca viabilizar a introdução da Modelagem da Informação da Construção (BIM) no cotidiano das empresas, com o objetivo de alavancar o setor imobiliário do estado. O engenheiro de Segurança do Trabalho do SESI Ceará, Rodrigo Nogueira, avaliou os impactos positivos da iniciativa.

“Com ele você pode planejar melhor suas obras, realizando modelagens e projetos em 3D e ele permite também simular as etapas da construção de uma obra. Com isso você vai conseguir ter um planejamento melhor do cronograma, evitando atrasos, otimizando os custos de sua produção e aproveitando melhor sua mão de obra”, declarou.

O programa piloto surgiu em 2018 em Brasília e está sendo testado em cinco cidades brasileiras. Em Fortaleza, os primeiros workshops devem começar na segunda quinzena de janeiro e devem ter duração de seis meses. Neste primeiro momento, as empresas inscritas beneficiadas são cinco construtoras, cinco escritórios de arquitetura, três de instalações e três de cálculo estrutural.

Segundo o vice-presidente da área de tecnologia do Sinduscon-CE, Jorge Dantas, a expectativa para este ano é que a plataforma colaborativa consiga atingir o máximo da sua implementação, com todos os resultados sendo divulgados abertamente para que chegue à ponta, no caso, os empreendedores de micro, pequenas e médias construtoras do estado.

“As empresas que forem implementadas nesse sistema vão falar todos os seus pontos positivos, negativos e dificuldades de implementação. Então essa situação vai ser trazida para que toda a sociedade, no nosso meio industrial da construção civil, na implementação do BIM, tenha conhecimento e possa aplicar e implementar de forma segura, com poder econômico melhor que uma empresa que trabalhar hoje sozinha”, afirmou.

Sesi disponibiliza plataforma virtual de robótica

Novo Fundeb: Câmara inclui escolas ligadas a igrejas e Sistema S

A parceria pretende alavancar as atividades do setor, buscando melhorias tanto na produtividade, quanto na saúde e segurança do trabalho. A iniciativa foi o desdobramento do desenvolvimento da coletânea BIM da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), seguido por Road Show, em 17 cidades brasileiras. As pesquisas realizadas durante o Road Show indicaram que 81% das empresas participantes tinham interesse em implantar o sistema.
 

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15/12/2020 00:00h

O sistema, chamado Coder Z, ajuda alunos e professores a colocarem em prática os ensinamentos da robótica mesmo no ensino remoto

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A educação a distância se tornou uma realidade cada vez mais comum em 2020. Com a pandemia do novo coronavírus e a necessidade de manter o isolamento social, foi preciso fazer adaptação em diversas áreas. A robótica, um dos carros-chefes do Serviço Social da Indústria (Sesi), não ficou de fora e se encaixou nos novos moldes educacionais. 

Desde novembro, estudantes e professores da entidade já contam com a Coder Z, uma plataforma on-line de programação e simulação que ajuda a colocar em prática os ensinamentos da robótica. Ela utiliza a metodologia STEAM, sigla em inglês para Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática, e atividades gamificadas para incentivar a educação tecnológica e preparar jovens para o futuro.

“A plataforma Coder Z tem um vínculo próximo com a robótica educacional, considerando que ela simula a prática de robôs de Lego. O que a plataforma faz, basicamente, é dispor de vários cenários e os robôs devem executar algumas ações. Essas ações podem ser tanto de realizar algum movimento, atuar naquele ambiente quanto para a leitura de dados”, explica Juliana Fonseca Duarte, especialista em desenvolvimento industrial do SESI. 

Ela adianta que a plataforma é bem intuitiva. “São diversas funcionalidades. Para os professores, temos algumas diferenciadas que facilitam o planejamento e o trabalho em sala de aula, mostrando possíveis soluções de programação para os desafios propostos nos cenários apresentados”, acrescenta Juliana. 

A experiência ajudou muito as aulas do professor de robótica Luis Henrique Cardoso, que leciona na unidade SESI Candeias DR Bahia. Ele conta que com as aulas presenciais, alunos e alunas construíam o robô e só depois partiam para a programação. 

“No ensino remoto, não tínhamos um robô para construir e a programação ficava muito na parte teórica. Não tinha o desafio, não tinha o estímulo para o aluno desenvolver a atividade. Com a plataforma, eu passo a teoria e a atividade vira um desafio, um game, é uma forma lúdica de aprender a programação. O robô que ele vê na plataforma é o mesmo que ele pode construir no presencial. A plataforma veio como uma extensão da sala de aula em relação à programação”, relata o docente. 

Segundo informações do Sesi, entre setembro e outubro, a entidade capacitou quase 300 professores e equipe técnica pedagógica nas 27 unidades federativas do Brasil. A ideia é manter a plataforma disponível quando o ensino presencial retornar.

E ela pode ser acessada por todos os estudantes da instituição, desde que estejam matriculados nos anos finais do ensino fundamental (entre o 6º e o 9 º ano) e no primeiro ano do ensino médio. A estimativa é de que até 90 mil estudantes utilizem a Coder Z.

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Para o professor, a plataforma é uma oportunidade de continuar os estudos, mesmo no período difícil em que o mundo todo vive. Ele lembra que consegue, inclusive, mensurar o nível de aprendizado de estudantes. 

“Conforme o aluno vai alcançando uma pontuação, ele vai sendo desafiado em outras fases. Existe um nível de dificuldade em que começa do mais básico até um mais avançado. À medida que ele vai evoluindo, a própria plataforma vai disponibilizando novas ferramentas, novos blocos, novas possibilidades. Da minha casa, do meu computador, eu consigo acompanhar em qual nível aquele aluno ou turma se encontra. Consigo acompanhar todos os matriculados. A gente consegue analisar a turma que está desenvolvendo um raciocínio mais rápido, um pensamento computacional e aqueles que não conseguem para dar uma atenção maior para eles”, elogia. 

Segundo a especialista Juliana Fonseca Duarte, a plataforma já é utilizada por 24 departamentos regionais. Por enquanto, ela só está disponível internamente para alunos e professores do Sesi. “A plataforma vai continuar aberta mesmo nesse final de ano, para que os alunos deem continuidade aos estudos. A gente entende que não deixar a plataforma disponível seria de alguma forma podar as possibilidades de aprendizado deles”, acredita Juliana.  

E acrescenta: “A robótica impacta na questão emocional e na cognitiva. Em termos emocionais, os alunos passam a trabalhar de forma colaborativa, se envolvem mais com discussões, tornam-se mais críticos e criativos. Em termos cognitivos, eles aprendem a trabalhar com o pensamento computacional, científico e a gente entende que isso tem um impacto forte no mercado de trabalho.”

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Educação
11/12/2020 04:00h

Segunda edição da premiação vai reconhecer iniciativas de docentes voltadas para a melhoria educacional por meio de práticas pedagógicas de sucesso em 2020 e 2021; Vencedor de cada categoria leva R$ 5 mil

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Estão abertas as inscrições para a 2ª Edição do Prêmio Sesi Senai de Boas Práticas na Educação. A iniciativa tem o objetivo de reconhecer professores das instituições pelos esforços voltados para a melhoria educacional, por meio de práticas pedagógicas de sucesso desenvolvidas nos anos de 2020 e 2021, no estado do Piauí.
 
A premiação visa, também, estimular a troca de experiências, a produção de conhecimento, a pesquisa e a inovação em toda a Rede de Educação do Sesi e do Senai. A coordenadora de Educação Básica do Sesi do Piauí, Katia de Araújo Luz, destaca que o prêmio é uma iniciativa para reconhecer os docentes que realizam trabalhos inovadores, além de incentivar a continuidade e o fortalecimento dessas iniciativas.
 
“Os nossos alunos demandam por inovação, por uma sala de aula mais interativa, por uma educação transformadora que priorize o protagonismo juvenil. Iniciativas como essa são exemplos de ações que contribuem para essa mudança na educação não só do Sesi e do Senai, mas na educação como um todo. A partir do momento em que a gente reconhece e estimula, estamos fomentando inovação em sala de aula.”, acredita.

Arte: Brasil 61
 
O prêmio

De acordo com o regulamento, qualquer docente da Educação Básica do Sesi e da Educação Profissional do Senai pode se candidatar ao prêmio. Uma ressalva importante do documento diz que a prática pedagógica deve ser inovadora, criativa e de relevância para a educação das instituições. As inscrições para o prêmio vão até o dia 30 de junho de 2021 e podem ser feitas pelos e-mails: pbpe@sesi-pi.com.br ou pbpe@senai-pi.com.br
 
Uma Comissão Avaliadora formada por membros do Sesi e do Senai do Piauí vai avaliar e selecionar as práticas pedagógicas mais exitosas, com base em sete critérios. Confira abaixo: 
 

  • Clareza e objetividade na apresentação da prática pedagógica implantada;
  • Desenvolvimento e aprofundamento do tema; 
  • Metodologia usada para o desenvolvimento da prática pedagógica; 
  • Grau de inovação pedagógica dessa prática;
  • Relevância e abrangência do tema e dos objetivos; 
  • Potencial de aplicabilidade nas demais Unidades Sesi/Senai; 
  • Resultados alcançados com prática pedagógica. 

Os quatro últimos critérios, inclusive, têm um peso maior na avaliação pela comissão. Um deles, o grau de inovação, foi bastante exigido em um ano de pandemia pelo Covid-19 e aulas à distância. “As novas práticas trazidas em resposta aos desafios da educação remota, das aulas não presenciais, trazidas pela pandemia, terão um olhar pela comissão. Até porque, um dos critérios de avaliação é o grau de inovação. Inovação, reinvenção e transformação foram presenças constantes no âmbito das nossas escolas em 2020”, afirma Katia.

Professora de Matemática e Robótica na Escola Integrada Deputado Morais Souza, Julliette Maria Araújo venceu a primeira edição do prêmio em 2019, na categoria Ensino Fundamental II e Ensino Médio. Ao lado dos alunos, ela desenvolveu um protótipo de Casa Inteligente feita em MDF, onde tudo é automatizado. Portas, janelas, iluminação, elevador… Formada em engenharia civil, ela conta que um dos diferenciais do trabalho foi agregar as diversas áreas do conhecimento.
 
“Tive que utilizar os meus conhecimentos de engenharia, da parte de elétrica, além da parte pedagógica, eu consegui agregar todos esses conhecimentos e unir tudo no nosso projeto da Casa Inteligente, em que nós pegamos os conhecimentos das quatro áreas: Linguagens, Ciências da Natureza, Ciências Humanas e Matemática”, conta. 
 
O projeto já foi apresentado em diversos eventos e se destaca, segundo a professora, por dar protagonismo aos alunos. “Temos uma escola bem grande, em que os nossos alunos têm sede pela tecnologia. Então, a partir do momento que você mostra que algo dá certo, você instiga os demais a também participarem. Isso nos ajuda bastante a trazer esses alunos para nossa disciplina de educação tecnológica”, comemora. 

Prêmios

Ao todo, o prêmio tem quatro categorias: Educação Infantil e Ensino Fundamental I; Ensino Fundamental II e Ensino Médio (Regular e EJA); Formação Inicial e Continuada; e Educação Técnica de Nível Médio. Os vencedores de cada categoria levam R$ 5 mil. Quem ficar em segundo lugar, fatura R$ 3 mil. Aqueles que conquistarem o terceiro lugar levam R$ 1 mil.
 
O resultado final do prêmio está previsto para outubro de 2021, em data e local que ainda vão ser definidos. 

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Meio Ambiente
10/12/2020 14:00h

Pesquisa conseguiu produzir bioplástico a partir da palma forrageira. Ideia é minimizar impacto do plástico no meio ambiente e melhorar renda de produtores do sertão nordestino

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Um projeto desenvolvido por alunos da escola Dionísio Marques de Almeida, do Sesi, na cidade de Patos (PB), vai concorrer na 35ª Mostra Internacional de Ciência e Tecnologia (Mostratec). A equipe formada por Rauanny Silva Alves, Andressa Onassis e Bruno Cézar, sob orientação do professor Rafael Sales Brito, desenvolveu um bioplástico a partir da palma forrageira — planta usada no Sertão Nordestino para alimentar os ruminantes.
 
O projeto de iniciação científica dos estudantes do 3º ano já ganhou repercussão local, porque foi o vencedor da Mostra de Iniciação Científica (MIC) e o escolhido para representar o estado a nível internacional. O objetivo da pesquisa é contribuir com o meio ambiente e ajudar os produtores do semiárido nordestino a obterem mais renda a partir da transformação da fibra da planta em um tipo de plástico. É o que explica Rauanny Silva, 16 anos, uma das integrantes do projeto.
 
“A ideia é produzir o bioplástico, que vai super rentável ao produtor, que vai passar a produzir, além da alimentação do seu gado, o plástico, ou seja, vai aumentar a sua rentabilidade. E é uma planta bastante sustentável, porque a degradação do plástico biodegradável leva meses ou poucos anos, é mínima em comparação com o plástico normal, que leva mais de 400 anos para se degradar”.
 
A estudante diz que a iniciação científica logo no ensino médio foi o que proporcionou o desenvolvimento do projeto, algo que não está ao alcance de boa parte dos estudantes brasileiros. Ela conta que está surpresa com o sucesso da pesquisa e confiante na disputa internacional. “O nosso projeto foi criado no interior da Paraíba. É uma coisa que a gente não esperava. A gente está muito feliz e eufórico confiantes com o nosso projeto, que já passou da fase de testes, o plástico foi produzido”, comemora. 

Orgulho

O professor de Física do Sesi e orientador do projeto, Rafael Sales Brito, se diz muito orgulhoso do trabalho que conseguiu desenvolver junto aos três alunos. Ele lembra que, até conseguirem produzir o plástico a partir da palma forrageira, houve estudo sobre o tema, desenvolvimento de plano de pesquisa, metodologia, entre outras etapas.  Segundo ele, a alegria dos alunos com a participação na Mostratec se explica pelo objetivo da própria pesquisa. “Eles têm o interesse não só da produção de um bioplástico a partir da palma, como também de incentivar os produtores locais a plantarem a planta e conseguirem um pouco mais de renda para as suas famílias”, afirma. 
 
A produção de bioplástico a partir da planta seria um avanço considerável para o meio ambiente. Isso porque o plástico comum é resistente e dura mais tempo antes de se decompor. Além disso, o plástico se fragmenta em pedaços bastante pequenos, o que compromete a vida dos animais, sobretudo aqueles que vivem nos oceanos. Dados divulgados pela ONU apontam que 80% de todo o lixo marinho é composto por plástico. A estimativa é de que até 2050 a quantidade do material supere a de peixes.
 
Rafael destaca que ele e os alunos estão “eufóricos” com os resultados do projeto. “É um evento de importância internacional e um projeto que foi desenvolvido aqui na cidade de Patos, no Sertão da Paraíba, aceito para representar o estado e a nossa cidade nesta feira virtual, promovendo a pesquisa e a iniciação científica. Ver o sucesso dos seus orientandos é algo ímpar, uma sensação incrível. Acompanhar todo esse processo e vê-los desenvolvendo-se e amadurecendo dentro da pesquisa é algo substancial”, celebra.

Mostratec

Realizada anualmente em Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul, a Mostratec é uma feira de ciência e tecnologia internacional. O principal objetivo do evento é estimular estudantes na atividade de iniciação científica e tecnológica, de forma a acelerar o processo de expansão e renovação no quadro de pesquisadores. Este ano, a Mostratec vai ocorrer virtualmente, devido à pandemia da Covid-19, entre os dias 9 e 11 de dezembro. Esta edição vai contar com 229 trabalhos e a participação de estudantes de doze países.

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Educação
04/12/2020 03:00h

Segundo o coordenador de Educação do SESI, SENAI e IEL de Rondônia, Jair Coelho, trata-se de uma metodologia que estimula a criatividade e o raciocínio dos alunos envolvidos

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Para ampliar a capacidade empreendedora e criativa dos alunos, os colégios do SESI e SENAI de Rondônia implementaram uma dinâmica de ensino com a utilização de lego – um brinquedo no qual o conceito se baseia em partes que se encaixam permitindo diversas combinações. A iniciativa faz parte do Programa de Educação Tecnológica Curricular Lego nas unidades da Rede SESI de Educação.

O coordenador de Educação SESI, SENAI e IEL de Rondônia, Jair Coelho, conta que o lego é usado como ferramenta de aprendizagem para os alunos desde às séries iniciais. Segundo ele, trata-se de uma metodologia que estimula a criatividade e o raciocínio dos estudantes envolvidos.  

“A dinâmica empreendida nas escolas do SESI busca explorar ao máximo a ludicidade, a liberdade e a superação de desafios que a ferramenta propicia trabalhar e que resulta na elevação da aprendizagem nas distintas áreas do conhecimento”, explica o coordenador.

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Jair Coelho destaca, ainda, que o material utilizado nas aulas alia a montagem de um brinquedo com novas tecnologias. Na avaliação dele, muitas vezes parte do interesse de cada aluno a criação de um sistema que simula algo que ele viu na rua, em um filme ou uma ideia que ele teve, por exemplo.

“A prática da introdução planejada do recurso lego nas diversas fases de aprendizagem dos alunos das escolas SESI/SENAI é de alcance nacional. Muito bem avaliada por pedagogos, professores, alunos, pais e responsáveis. É um objeto de intensos intercâmbios e saudáveis disputas para novas possibilidades”, pontua.

Durante as aulas, os alunos recebem as instruções de montagem e por meio de perguntas, desafios ou de material guia criam a programação e colocam o robô de lego para funcionar. Depois disso vem os desafios, que podem ser desde adaptar um projeto já montado ou desenvolver um novo. Nesse momento os alunos por meio do trabalho em equipe, pesquisas ou orientação do professor, aprimoram suas habilidades e criam coisas que até mesmo a gente não espera.

Matrículas abertas

De acordo com a instituição, as matrículas estarão abertas até 27 de janeiro de 2021. Ao todo, a Rede SESI de Educação conta com vagas abertas para os colégios SESI de Cacoal (360 vagas); Pimenta Bueno (300 vagas); Porto Velho (800 vagas) e Vilhena (480 vagas).

As vagas são disponíveis para Ensino Fundamental anos iniciais, anos finais e Ensino Médio. O Novo Ensino Médio está com oferta para 2021, exclusivamente para os colégios do SESI Cacoal, Porto Velho e Vilhena. Para mais informações, os interessados podem ligar para o número: 0800-647-3551. Outro canal de acesso é o Portal Sesi.

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