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Baixar áudioA quarta-feira será de tempo firme em grande parte da Região Centro-Oeste.
Em Brasília, o céu permanece com poucas nuvens durante todo o dia. Os termômetros variam entre 14°C e 27°C, enquanto a umidade relativa do ar pode cair para 30% nas horas mais quentes.
Em Goiânia, o cenário é semelhante, com máxima de 31°C e umidade mínima de 25%.
Cuiabá terá poucas nuvens pela manhã e à noite, com aumento da nebulosidade durante a tarde. A capital mato-grossense pode registrar até 35°C, com umidade entre 30% e 50%.
A exceção fica por conta de Campo Grande. A capital sul-mato-grossense terá muitas nuvens, possibilidade de chuva pela manhã e pancadas com trovoadas isoladas durante a tarde. As temperaturas variam entre 21°C e 30°C, com umidade entre 30% e 50%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA Região Centro-Oeste terá tempo estável nesta terça-feira (21), com predomínio de céu claro e com poucas nuvens. As temperaturas permanecem elevadas durante a tarde, especialmente em áreas de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Distrito Federal, a previsão é de céu claro ao longo do dia. Em Brasília, os termômetros variam entre 14°C e 26°C.
Em Goiás, o tempo também segue firme, com predomínio de céu claro na capital. Goiânia registra mínima de 15°C e máxima de 30°C. Nas demais regiões, a previsão também é de tempo estável.
Em Mato Grosso, Cuiabá terá poucas nuvens, com temperaturas entre 24°C e 35°C. Nas regiões Norte Mato-grossense, Nordeste Mato-grossense, Sudoeste Mato-grossense, Sudeste Mato-grossense e Centro-Sul Mato-grossense, a previsão também indica predomínio de poucas nuvens.
Já em Mato Grosso do Sul, Campo Grande terá poucas nuvens, com mínima de 21°C e máxima de 32°C. A mesma condição deve prevalecer nas regiões Pantanais Sul-Mato-Grossenses, Centro-Norte de Mato Grosso do Sul, Leste de Mato Grosso do Sul e Sudoeste de Mato Grosso do Sul.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA Região Centro-Oeste terá uma segunda-feira (20) de tempo estável, com variação na cobertura de nuvens entre os estados. O Distrito Federal e Goiás permanecem com predomínio de poucas nuvens, enquanto Mato Grosso e Mato Grosso do Sul apresentam céu com muitas nuvens ao longo do dia, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Distrito Federal, a previsão para Brasília é de poucas nuvens, com temperaturas entre 15°C e 30°C.
Em Goiás, Goiânia também terá poucas nuvens durante o dia. Nas demais áreas do estado, o tempo segue estável, sem previsão de chuva significativa. Os termômetros na capital variam entre 15°C e 30°C.
Em Mato Grosso, Cuiabá terá muitas nuvens, com mínima de 26°C e máxima de 36°C. A condição também se estende às demais regiões, onde a nebulosidade predomina.
Já em Mato Grosso do Sul, a previsão para Campo Grande indica muitas nuvens, com temperaturas entre 19°C e 30°C. Esse cenário de céu encoberto deve predominar em todo o estado.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para este domingo (19), segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), indica predomínio de tempo firme na maior parte da Região Centro-Oeste. O sol aparece entre poucas nuvens em Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso, enquanto Mato Grosso do Sul terá aumento da nebulosidade.
Brasília, Goiânia e Cuiabá terão poucas nuvens ao longo do dia. Em Campo Grande, a previsão é de muitas nuvens, mas sem expectativa de chuva significativa.
As temperaturas seguem elevadas, chegando aos 34°C em Cuiabá, 30°C em Campo Grande, 28°C em Goiânia e 26°C em Brasília.
A umidade relativa do ar merece atenção e varia entre 20% e 85%, principalmente durante a tarde
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoMassa de ar seco mantém o predomínio de poucas nuvens nos estados da região
Baixar áudioA atuação de uma massa de ar seco favorece a estabilidade atmosférica no Centro-Oeste neste sábado (18). A previsão indica predomínio de poucas nuvens em praticamente toda a região, com registro de névoa seca em áreas do Distrito Federal e de Goiás, condição típica do período de estiagem.
No Distrito Federal, a previsão é de poucas nuvens com névoa seca. Em Brasília, os termômetros variam entre 10°C e 26°C. Nas demais áreas do território distrital, o tempo segue estável, sem previsão de chuva.
Em Goiás, também são esperadas poucas nuvens com névoa seca na capital. Em Goiânia, a temperatura mínima prevista é de 15°C, com máxima de 29°C. Nas regiões Norte, Noroeste, Oeste, Leste, Sul e Central do estado, o predomínio é de poucas nuvens ao longo do dia.
Em Mato Grosso, Cuiabá terá poucas nuvens, com temperaturas entre 23°C e 33°C. A mesma condição deve prevalecer nas demais regiões do estado, mantendo o tempo firme.
Em Mato Grosso do Sul, Campo Grande registra poucas nuvens, com mínima de 21°C e máxima de 32°C. Nas demais regiões, a previsão também é de poucas nuvens e ausência de chuva.
Período anormalmente seco, em uma região específica, suficientemente prolongado para que a escassez de água provoque sério desequilíbrio hidrológico.
Suspensão de partículas muito finas de poeira e/ou fumaça no ar. Embora invisíveis individualmente a olho nu, são numerosas o suficiente para reduzir a visibilidade e conferir ao ar um aspecto opaco ou leitoso.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioMais de nove em cada dez municípios brasileiros registraram ao menos um desastre climático entre 1991 e 2024. É o que revela um estudo desenvolvido por cientistas do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), da Universidade de São Paulo (USP) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O levantamento analisou 59.658 ocorrências relacionadas à falta ou ao excesso de chuvas e reforça o avanço dos eventos climáticos extremos no país.
Ao todo, 5.096 dos 5.570 municípios brasileiros foram afetados por pelo menos um desastre no período analisado. As ocorrências foram classificadas em quatro categorias: secas, tempestades, inundações, que incluem alagamentos e enxurradas, e deslizamentos de terra.
O Nordeste concentrou o maior número de municípios atingidos, seguido pelas regiões Sudeste, Sul, Norte e Centro-Oeste. O estudo também mostra que milhares de cidades enfrentaram mais de um tipo de desastre ao longo das últimas três décadas, evidenciando a recorrência desses eventos em diferentes regiões do país.
Os impactos também aparecem nos indicadores sociais e econômicos. Segundo a pesquisa, os eventos climáticos extremos provocaram 4.774 mortes, 3.031 desaparecimentos e afetaram mais de 129,7 milhões de pessoas. As perdas econômicas ultrapassaram US$ 123,8 bilhões, considerando danos à infraestrutura, prejuízos materiais e impactos sobre a atividade econômica.
Na avaliação dos pesquisadores, os desastres climáticos não podem ser compreendidos apenas como fenômenos naturais. O estudo aponta que seus impactos são intensificados pelas mudanças climáticas, pela ocupação de áreas vulneráveis, pela expansão urbana desordenada e por deficiências no planejamento e na gestão pública.
Os cientistas também alertam que os impactos podem ser ainda maiores do que os registrados oficialmente, devido à subnotificação de ocorrências e às limitações dos sistemas de informação. Para os pesquisadores, fortalecer as Defesas Civis municipais, ampliar o monitoramento e aperfeiçoar os sistemas de registro são medidas fundamentais para reduzir os danos causados pelos eventos climáticos extremos e aumentar a capacidade de prevenção e resposta das cidades brasileiras.
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Esta reportagem foi produzida com base em um artigo publicado pela Agência FAPESP, de autoria da jornalista Luciana Constantino
Copiar o textoO tempo segue firme e com céu aberto no Distrito Federal, em Goiás e no Mato Grosso do Sul
Baixar áudioA previsão do tempo para esta sexta-feira (17) indica predomínio de tempo firme na maior parte da Região Centro-Oeste. A atuação de uma massa de ar seco favorece a presença de céu aberto em extensas áreas da região, enquanto a instabilidade fica concentrada no oeste de Mato Grosso, onde há condições para chuva, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Distrito Federal, o dia será de céu claro, com temperaturas entre 10°C e 25°C.
Em Goiás, a previsão também é de tempo firme, com céu aberto em praticamente todo o estado. Na capital, Goiânia, os termômetros variam entre 16°C e 28°C.
Em Mato Grosso, o tempo permanece estável no centro, leste, nordeste e sudeste do estado. Já no oeste mato-grossense, há previsão de muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada. Em Cuiabá, a temperatura varia entre 22°C e 33°C, com predomínio de muitas nuvens e chuva isolada.
Em Mato Grosso do Sul, o céu segue claro em todas as regiões, favorecendo o tempo seco ao longo do dia. Em Campo Grande, a mínima prevista é de 20°C e a máxima chega aos 31°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioAs taxas de juros mais baixas foram o principal fator que levou empresas industriais a buscar crédito nos Fundos Constitucionais de Financiamento (FCFs) entre 2022 e 2025. Levantamento inédito da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que 94% das indústrias que recorreram aos fundos apontaram as condições mais vantajosas de financiamento como a principal motivação para solicitar os recursos.
O resultado contrasta com a Sondagem Especial de Condições de Acesso ao Crédito, divulgada pela CNI em janeiro, na qual o alto custo do crédito foi apontado como o maior obstáculo para a obtenção de financiamento convencional.
A analista de Políticas e Indústria da CNI, Julia Dias, afirma que o elevado patamar das taxas de juros continua sendo um dos principais entraves ao acesso ao crédito no país. Segundo ela, os resultados da pesquisa indicam que os Fundos Constitucionais têm cumprido o papel de reduzir essa dificuldade.
“Contudo, é preciso fazer uma ponderação, porque, quando olhamos as taxas de juros da indústria em comparação com as do setor rural, ainda há uma discrepância. As do setor rural são bem menores. Então, ainda existe abertura para melhoria e equalização dessas taxas de juros”, aponta.
Além dos juros reduzidos, os industriais apontaram como vantagens dos FCFs os prazos de pagamento e de carência (56%) e o relacionamento prévio com o banco operador (24%).
Os Fundos Constitucionais de Financiamento são instrumentos de política pública criados para ampliar o acesso ao crédito e estimular o desenvolvimento econômico das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, historicamente mais dependentes de políticas de incentivo ao investimento.
Na prática, esses fundos oferecem linhas de financiamento com juros mais baixos, prazos mais longos para pagamento e períodos de carência destinados a empresas, produtores rurais e empreendedores que realizam investimentos produtivos nessas regiões. Os recursos podem ser utilizados na compra de máquinas e equipamentos, modernização ou ampliação de fábricas, construção de instalações, projetos de inovação e, em determinadas linhas, capital de giro.
Os fundos são abastecidos com 3% da arrecadação do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), conforme prevê o artigo 159 da Constituição Federal, regulamentado pela Lei nº 7.827/1989.
Atualmente, existem três fundos:
Pela legislação, ao menos 30% dos recursos dos fundos devem ser destinados a empreendedores individuais, micro e pequenas empresas, conforme os critérios da Lei Complementar 123/2006.
Apesar das vantagens, o estudo aponta que a burocracia, as exigências de garantias pelos bancos e o desconhecimento sobre os Fundos Constitucionais ainda restringem o acesso da indústria aos recursos.
Quase quatro em cada dez empresas industriais (38,1%) afirmaram não conhecer os FCFs, indicando que a política pública ainda não alcança plenamente seu público-alvo ou não é suficientemente reconhecida pelos potenciais beneficiários.
A falta de informação e a ausência de necessidade de crédito no período aparecem empatadas como o segundo principal motivo para o não acesso aos fundos, ambas citadas por 28,2% dos entrevistados.
Segundo Julia Dias, a pesquisa também identificou os canais mais eficientes para ampliar a divulgação dos fundos junto ao setor industrial.
“Apareceram alguns canais mais tradicionais, como e-mail marketing e newsletter, e também alguns canais mais modernos, como redes sociais, aplicativos de mensagem e o próprio site dos bancos administradores dos fundos”, explica.
Entre as empresas que conheciam os fundos, mas não solicitaram financiamento, 38,5% apontaram a percepção de excesso de burocracia ou da demora na análise dos pedidos como principal motivo para desistir.
Já entre aquelas que buscaram crédito, 56% avaliaram como razoáveis as exigências de garantias feitas pelos bancos operadores. Outros 38% consideraram que as instituições financeiras foram excessivamente rigorosas, enquanto apenas 6% classificaram os bancos como pouco exigentes.
O levantamento mostra que os recursos dos Fundos Constitucionais foram utilizados, sobretudo, para investimentos estruturantes.
O perfil da demanda difere do observado na última Sondagem Especial de Condições de Acesso ao Crédito, na qual o capital de giro apareceu como a principal finalidade da busca por financiamento.
Para Julia Dias, os resultados demonstram que os Fundos Constitucionais estão sendo utilizados conforme o propósito para o qual foram criados.
“Isso demonstra que há um alinhamento com o objetivo final da política pública, porque esse crédito mais estruturante vai ser utilizado para a melhoria da produtividade das empresas, para incorporação de novas tecnologias e, de forma geral, um aumento da sua competitividade”, afirma.
A pesquisa também revela que 52% das empresas conseguiram contratar, por meio dos FCFs, exatamente o valor de financiamento de que necessitavam. Outras 32% obtiveram crédito, mas em montante inferior ao solicitado, enquanto apenas 4% receberam valor superior ao demandado.
O percentual de empresas que tentaram contratar financiamento, mas não conseguiram aprovar nenhuma operação, foi de 10%, índice inferior ao observado na Sondagem Especial de Condições de Acesso ao Crédito, em que a taxa de insucesso variou entre 19% e 32%.
Entre as empresas que obtiveram recursos, 88,6% avaliaram o impacto do financiamento como positivo ou muito positivo para os negócios.
Os principais benefícios apontados por elas foram:
Os resultados reforçam que os Fundos Constitucionais têm sido utilizados predominantemente para financiar investimentos capazes de elevar a produtividade e ampliar a capacidade produtiva da indústria, contribuindo para o fortalecimento da competitividade das empresas nas regiões atendidas.
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Centro-Oeste, nesta quinta-feira (16), segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), indica predomínio de tempo firme em Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul. Em Mato Grosso, o céu apresenta maior nebulosidade, mas sem previsão de volumes expressivos de chuva. O cenário favorece dias ensolarados, temperaturas elevadas e baixos índices de umidade relativa do ar durante a tarde.
Em Brasília, o dia será de poucas nuvens. Os termômetros variam entre 10°C e 25°C, com umidade entre 30% e 85%.
Em Goiânia, a previsão também é de poucas nuvens, com mínima de 16°C e máxima de 28°C. A umidade relativa do ar oscila entre 30% e 90%, exigindo atenção com a hidratação ao longo do dia.
Em Mato Grosso do Sul, Campo Grande terá céu com poucas nuvens e temperaturas entre 17°C e 33°C. A umidade varia entre 25% e 90%, com baixos índices durante a tarde.
Já em Cuiabá, o céu fica com muitas nuvens, mas o calor permanece. A capital mato-grossense registra mínima de 22°C e máxima de 34°C, enquanto a umidade relativa do ar varia entre 30% e 70%.
O Inmet recomenda atenção aos baixos índices de umidade, especialmente em Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul. A orientação é reforçar a hidratação, evitar atividades físicas nas horas mais quentes do dia e reduzir a exposição prolongada ao sol.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Centro-Oeste, nesta quarta-feira (15), segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), indica predomínio de tempo firme na maior parte dos estados. O sol aparece entre poucas nuvens ao longo do dia, favorecendo a elevação das temperaturas e a redução da umidade relativa do ar, cenário típico do período seco. Apenas áreas do norte de Mato Grosso apresentam maior nebulosidade, mas sem previsão de chuva significativa.
Em Mato Grosso do Sul, o dia será de céu claro a poucas nuvens, com temperaturas em elevação. Em Campo Grande, a mínima prevista é de 11°C e a máxima chega aos 29°C. A umidade relativa do ar pode cair para 20% durante a tarde, exigindo atenção redobrada com a hidratação.
Em Mato Grosso, o tempo também permanece estável. Em Cuiabá, os termômetros variam entre 21°C e 32°C, com predomínio de sol e poucas nuvens. Apesar da presença de nebulosidade em parte do estado, não há previsão de precipitações expressivas.
No Distrito Federal e em Goiás, o cenário também é de tempo seco e ensolarado. Brasília registra temperaturas entre 12°C e 26°C, enquanto Goiânia varia de 15°C a 29°C. A umidade mínima fica entre 35% e 30%, principalmente nas horas mais quentes do dia.
Em toda a região, os índices máximos de umidade variam entre 80% e 95% durante a madrugada e o início da manhã, mas diminuem significativamente à tarde, especialmente em Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal. O Inmet recomenda atenção aos baixos índices de umidade e à maior amplitude térmica, comum nesta época do ano.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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