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Baixar áudioA produção audiovisual da região Centro-Oeste do Brasil ganhou um novo impulso. Através da Política de Arranjos Regionais, o Ministério da Cultura e a Ancine destinaram R$102 milhões para o setor.
Os Arranjos Regionais são uma política de nacionalização do investimento para o audiovisual, que une recursos do Fundo Setorial do Audiovisual, com contrapartidas de estados e municípios.
A parceria visa fortalecer a produção local fora dos grandes centros, financiando cinema, jogos e desenvolvimento regional. Foi graças aos Arranjos Regionais que autores como o diretor Gabriel Mascaro puderam desenvolver seus trabalhos.
Para a ministra da Cultura, Margareth Menezes, essa ação exerce papel fundamental no sentido de estruturar o audiovisual brasileiro e é um passo muito importante nessa caminhada que começou em 2023.
“Havia muita ansiedade após tantos anos de desprezo e perseguição em todos os setores culturais, especialmente no audiovisual que é um setor caro. Não é uma coisa simples construir um filme"
Os recursos podem ser utilizados em diferentes elos da cadeia produtiva, como as ações de difusão, pesquisa, formação, atividades cineclubistas, desenvolvimento de projetos, entre outras. Ainda segundo a ministra, o investimento em cultura traz retorno social e econômico para o país.
“Não há perda de investimento em cultura de nenhuma forma. Ativa a economia, gera emprego e renda, transforma a vida das pessoas, cria oportunidades, combate a violência e abre janelas e portas para as novas gerações”
A secretária do Audiovisual do MinC, Joelma Gonzaga, destaca o volume investido e a adesão dessa iniciativa.
“São 540 milhões do Governo Federal que se juntam a 110 milhões das unidades federativas do Brasil. Uma política de territorialização, de nacionalização do audiovisual do Brasil que vai para todos os elos da cadeia. A gente vai produzir filmes, mas a gente vai distribuir filmes, a gente vai preservar os filmes, a gente vai formar pessoas. Tudo isso nessa política, nessa linha que voltou depois de muito tempo, era muito aguardada e teve a adesão do Brasil inteiro”.
E a cultura brasileira segue avançando, gerando emprego, renda e representando o nosso país.
Para saber mais, visite o site.
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Baixar áudioA produção audiovisual da região Nordeste do Brasil ganhou um novo impulso. Através da Política de Arranjos Regionais, o Ministério da Cultura e a Ancine destinaram R$246 milhões para o setor.
Os Arranjos Regionais são uma política de nacionalização do investimento para o audiovisual, que une recursos do Fundo Setorial do Audiovisual, com contrapartidas de estados e municípios.
A parceria visa fortalecer a produção local fora dos grandes centros, financiando cinema, jogos e desenvolvimento regional. Foi graças aos Arranjos Regionais que autores como o diretor Gabriel Mascaro puderam desenvolver seus trabalhos.
Para a ministra da Cultura, Margareth Menezes, essa ação exerce papel fundamental no sentido de estruturar o audiovisual brasileiro e é um passo muito importante nessa caminhada que começou em 2023.
“Havia muita ansiedade após tantos anos de desprezo e perseguição em todos os setores culturais, especialmente no audiovisual que é um setor caro. Não é uma coisa simples construir um filme"
Os recursos podem ser utilizados em diferentes elos da cadeia produtiva, como as ações de difusão, pesquisa, formação, atividades cineclubistas, desenvolvimento de projetos, entre outras. Ainda segundo a ministra, o investimento em cultura traz retorno social e econômico para o país.
“Não há perda de investimento em cultura de nenhuma forma. Ativa a economia, gera emprego e renda, transforma a vida das pessoas, cria oportunidades, combate a violência e abre janelas e portas para as novas gerações”
A secretária do Audiovisual do MinC, Joelma Gonzaga, destaca o volume investido e a adesão dessa iniciativa.
“São 540 milhões do Governo Federal que se juntam a 110 milhões das unidades federativas do Brasil. Uma política de territorialização, de nacionalização do audiovisual do Brasil que vai para todos os elos da cadeia. A gente vai produzir filmes, mas a gente vai distribuir filmes, a gente vai preservar os filmes, a gente vai formar pessoas. Tudo isso nessa política, nessa linha que voltou depois de muito tempo, era muito aguardada e teve a adesão do Brasil inteiro”.
E a cultura brasileira segue avançando, gerando emprego, renda e representando o nosso país.
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Baixar áudioA produção audiovisual da região Norte do Brasil ganhou um novo impulso. Através da Política de Arranjos Regionais, o Ministério da Cultura e a Ancine destinaram R$95 milhões para o setor.
Os Arranjos Regionais são uma política de nacionalização do investimento para o audiovisual, que une recursos do Fundo Setorial do Audiovisual, com contrapartidas de estados e municípios.
A parceria visa fortalecer a produção local fora dos grandes centros, financiando cinema, jogos e desenvolvimento regional. Foi graças aos Arranjos Regionais que autores como o diretor Gabriel Mascaro puderam desenvolver seus trabalhos.
Para a ministra da Cultura, Margareth Menezes, essa ação exerce papel fundamental no sentido de estruturar o audiovisual brasileiro e é um passo muito importante nessa caminhada que começou em 2023.
“Havia muita ansiedade após tantos anos de desprezo e perseguição em todos os setores culturais, especialmente no audiovisual que é um setor caro. Não é uma coisa simples construir um filme"
Os recursos podem ser utilizados em diferentes elos da cadeia produtiva, como as ações de difusão, pesquisa, formação, atividades cineclubistas, desenvolvimento de projetos, entre outras. Ainda segundo a ministra, o investimento em cultura traz retorno social e econômico para o país.
“Não há perda de investimento em cultura de nenhuma forma. Ativa a economia, gera emprego e renda, transforma a vida das pessoas, cria oportunidades, combate a violência e abre janelas e portas para as novas gerações”
A secretária do Audiovisual do MinC, Joelma Gonzaga, destaca o volume investido e a adesão dessa iniciativa.
“São 540 milhões do Governo Federal que se juntam a 110 milhões das unidades federativas do Brasil. Uma política de territorialização, de nacionalização do audiovisual do Brasil que vai para todos os elos da cadeia. A gente vai produzir filmes, mas a gente vai distribuir filmes, a gente vai preservar os filmes, a gente vai formar pessoas. Tudo isso nessa política, nessa linha que voltou depois de muito tempo, era muito aguardada e teve a adesão do Brasil inteiro”.
E a cultura brasileira segue avançando, gerando emprego, renda e representando o nosso país.
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Baixar áudioA produção audiovisual da região Sudeste do Brasil ganhou um novo impulso. Através da Política de Arranjos Regionais, o Ministério da Cultura e a Ancine destinaram R$75 milhões para o setor.
Os Arranjos Regionais são uma política de nacionalização do investimento para o audiovisual, que une recursos do Fundo Setorial do Audiovisual, com contrapartidas de estados e municípios.
A parceria visa fortalecer a produção local fora dos grandes centros, financiando cinema, jogos e desenvolvimento regional. Foi graças aos Arranjos Regionais que autores como o diretor Gabriel Mascaro puderam desenvolver seus trabalhos.
Para a ministra da Cultura, Margareth Menezes, essa ação exerce papel fundamental no sentido de estruturar o audiovisual brasileiro e é um passo muito importante nessa caminhada que começou em 2023.
“Havia muita ansiedade após tantos anos de desprezo e perseguição em todos os setores culturais, especialmente no audiovisual que é um setor caro. Não é uma coisa simples construir um filme"
Os recursos podem ser utilizados em diferentes elos da cadeia produtiva, como as ações de difusão, pesquisa, formação, atividades cineclubistas, desenvolvimento de projetos, entre outras. Ainda segundo a ministra, o investimento em cultura traz retorno social e econômico para o país.
“Não há perda de investimento em cultura de nenhuma forma. Ativa a economia, gera emprego e renda, transforma a vida das pessoas, cria oportunidades, combate a violência e abre janelas e portas para as novas gerações”
A secretária do Audiovisual do MinC, Joelma Gonzaga, destaca o volume investido e a adesão dessa iniciativa.
“São 540 milhões do Governo Federal que se juntam a 110 milhões das unidades federativas do Brasil. Uma política de territorialização, de nacionalização do audiovisual do Brasil que vai para todos os elos da cadeia. A gente vai produzir filmes, mas a gente vai distribuir filmes, a gente vai preservar os filmes, a gente vai formar pessoas. Tudo isso nessa política, nessa linha que voltou depois de muito tempo, era muito aguardada e teve a adesão do Brasil inteiro”.
E a cultura brasileira segue avançando, gerando emprego, renda e representando o nosso país.
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Baixar áudioA produção audiovisual da região Sul do Brasil ganhou um novo impulso. Através da Política de Arranjos Regionais, o Ministério da Cultura e a Ancine destinaram R$112,5 milhões para o setor.
Os Arranjos Regionais são uma política de nacionalização do investimento para o audiovisual, que une recursos do Fundo Setorial do Audiovisual, com contrapartidas de estados e municípios.
A parceria visa fortalecer a produção local fora dos grandes centros, financiando cinema, jogos e desenvolvimento regional. Foi graças aos Arranjos Regionais que autores como o diretor Gabriel Mascaro puderam desenvolver seus trabalhos.
Para a ministra da Cultura, Margareth Menezes, essa ação exerce papel fundamental no sentido de estruturar o audiovisual brasileiro e é um passo muito importante nessa
caminhada que começou em 2023.
“Havia muita ansiedade após tantos anos de desprezo e perseguição em todos os setores culturais, especialmente no audiovisual que é um setor caro. Não é uma coisa simples construir um filme"
Os recursos podem ser utilizados em diferentes elos da cadeia produtiva, como as ações de difusão, pesquisa, formação, atividades cineclubistas, desenvolvimento de projetos, entre outras. Ainda segundo a ministra, o investimento em cultura traz retorno social e econômico para o país.
“Não há perda de investimento em cultura de nenhuma forma. Ativa a economia, gera emprego e renda, transforma a vida das pessoas, cria oportunidades, combate a violência e abre janelas e portas para as novas gerações”
A secretária do Audiovisual do MinC, Joelma Gonzaga, destaca o volume investido e a adesão dessa iniciativa.
“São 540 milhões do Governo Federal que se juntam a 110 milhões das unidades federativas do Brasil. Uma política de territorialização, de nacionalização do audiovisual do Brasil que vai para todos os elos da cadeia. A gente vai produzir filmes, mas a gente vai distribuir filmes, a gente vai preservar os filmes, a gente vai formar pessoas. Tudo isso nessa política, nessa linha que voltou depois de muito tempo, era muito aguardada e teve a adesão do Brasil inteiro”.
E a cultura brasileira segue avançando, gerando emprego, renda e representando o nosso país.
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Baixar áudioBrasil e Angola firmaram, nesta terça-feira (31), acordos para fortalecer a cooperação entre os dois países, em agenda coordenada pelo Ministério da Cultura (MinC), realizada na Fundação Cultural Palmares (FCP), em Brasília. A iniciativa integra a missão oficial da comitiva do ministro da Cultura de Angola ao Brasil. A cerimônia reuniu autoridades brasileiras e angolanas e formalizou ações nas áreas de cultura e memória, conectando o passado compartilhado à construção de iniciativas conjuntas no presente.
Na ocasião, foram assinados o acordo de cooperação entre a Fundação Biblioteca Nacional (FBN) e o Arquivo Nacional de Angola, o Memorando de Entendimento para cooperação no âmbito da cultura e das artes e a declaração conjunta entre os governos, que reafirma o compromisso com o intercâmbio artístico, a valorização das culturas afrodescendentes e o desenvolvimento de políticas culturais.
A ministra da Cultura, Margareth Menezes, destacou que os acordos consolidam um novo momento nas relações entre Brasil e África, com foco na implementação de ações concretas. “Temos o compromisso de dar materialidade ao que estamos construindo. Estamos formalizando acordos que fortalecem as relações culturais entre Brasil e Angola e inauguram um novo momento dessa parceria, com ações concretas de intercâmbio entre os nossos povos. A cultura nos une, nos fortalece, é espaço de resistência, motor de transformação e nos permite projetar um futuro com mais paz e justiça”, afirmou.
Ao comentar a parceria, o ministro da Cultura de Angola, Filipe Silvino de Pina Zau, destacou a importância de aprofundar a cooperação entre os países. “Temos uma história comum que justifica uma cooperação mais profunda entre Angola e Brasil. Que este momento marque o início de relações culturais ainda mais profícuas, sem perder de vista a justiça reparadora para africanos e afrodescendentes”, afirmou.
Como anfitriã e vinculada ao MinC, a Fundação Cultural Palmares recebeu a cerimônia em um espaço dedicado à valorização da cultura afro-brasileira e das conexões históricas entre Brasil e África. Para o presidente da instituição, João Jorge Rodrigues, a agenda tem caráter histórico e reforça a cultura como elo entre os dois países. “Nós somos angolanos, nós somos brasileiros. É uma ponte de mão dupla que começa agora a se fortalecer, transformando essa relação em um caminho de esperança, de encontro e de construção conjunta.”
No campo da memória e da pesquisa histórica, a Fundação Biblioteca Nacional (FBN) e o Arquivo Nacional de Angola firmaram acordo de cooperação para disponibilizar ao público 108 códices por meio do Projeto Resgate Barão do Rio Branco, da FBN. A iniciativa representa um reforço importante para o estudo da história da escravidão no Brasil e amplia o acesso a fontes documentais fundamentais sobre as relações entre os dois países. O material estará acessível em cerca de 30 dias, no site do projeto.
Para Marco Lucchesi, presidente da Fundação Biblioteca Nacional (FBN), a iniciativa tem forte valor simbólico e reforça o papel da memória na aproximação entre Brasil e África. “Não existe oceano: ele é uma ilusão. O que há é uma ponte simbólica que nos conecta. Temos pressa, porque o futuro precisa ser acionado agora, a partir da memória e das pluralidades que nos constituem”, disse.
O conjunto reúne informações sobre a relação histórica entre Brasil e Angola, entre os séculos XVII e XX, incluindo registros sobre o tráfico de pessoas escravizadas, as atividades comerciais e outros aspectos centrais da formação histórica dos dois países. O conjunto foi originalmente digitalizado por uma equipe de historiadores brasileiros africanistas integrantes do Projeto Acervo Digital Angola-Brasil (PADAB) e segue em constante atualização, atualmente sob a coordenação da professora Crislayne Alfagari (PUC-Rio).
O coordenador do Projeto Resgate Barão do Rio Branco, Luciano Figueiredo, destaca a importância do acordo: “A divulgação desse material será um feito extraordinário, pois dará acesso a documentos únicos que só podiam ser examinados em pesquisas em Angola. O material mostra o drama do tráfico de pessoas escravizadas, as atividades dos comerciantes e outros aspectos. A iniciativa sinaliza a nova vocação do Projeto Resgate e da FBN, que tem entre as suas missões ser um centro de referência, ao ampliar a divulgação da história comum entre Brasil e África”, afirma.
Além da disponibilização dos documentos históricos, a agenda foi marcada pela assinatura do Memorando de Entendimento entre Brasil e Angola para cooperação no âmbito da cultura e das artes. O instrumento estabelece uma base estruturante para a cooperação bilateral no campo da cultura e das artes, consolidando uma agenda comum voltada ao intercâmbio de conhecimentos, à formação e capacitação de profissionais e ao desenvolvimento de ações conjuntas em áreas como a produção cultural, artística, acadêmica e científica.
Entre os eixos prioritários do memorando estão a cooperação em patrimônio cultural material e imaterial, a troca de experiências em documentação, arquivos, conservação e restauração, além do desenvolvimento de pesquisas em acervos bibliográficos e documentais. O acordo também prevê o intercâmbio de artistas, pesquisadores, estudantes e instituições culturais, a participação conjunta em eventos internacionais e a promoção e difusão de obras artísticas e audiovisuais nos dois países.
O memorando contempla ainda ações voltadas à economia criativa, aos direitos autorais e à acessibilidade cultural, incluindo a troca de experiências sobre regulação no ambiente digital e novas tecnologias. Com vigência inicial de cinco anos, o instrumento não prevê transferência direta de recursos, mas estabelece as bases para a construção de projetos conjuntos, fortalecendo políticas culturais compartilhadas e aprofundando os laços históricos entre Brasil e Angola.
Ao encerrar, a ministra Margareth Menezes ressaltou que a cooperação demonstra como cultura, memória e política pública caminham juntas. “Estamos construindo uma política cultural que dialoga com o mundo, mas que também olha para a nossa história com responsabilidade. Essa cooperação é um exemplo de como cultura, memória e política pública caminham juntas”, concluiu.
O Projeto Resgate Barão do Rio Branco é um programa de cooperação arquivística internacional que tem por missão catalogar e reproduzir a documentação histórica manuscrita referente ao Brasil, do período anterior à Independência. Até o momento, o projeto disponibilizou documentos provenientes de países como Portugal, Áustria, Espanha, Holanda, França, Bélgica, Reino Unido e Estados Unidos, com mais de 1 milhão de páginas acessíveis gratuitamente.
Copiar o textoIniciativas são coordenadas pela Secretaria de Formação Artística e Cultural, Livro e Leitura
Baixar áudioFormadores culturais, educadores, coletivos indígenas e gestores públicos têm agora novas ações integradas do Ministério da Cultura voltadas à valorização dos saberes originários e à formação artística no Brasil.
As iniciativas são coordenadas pela Secretaria de Formação Artística e Cultural, Livro e Leitura, a Sefli. Elas incluem apoio à produção de conteúdos indígenas, formação em cultura digital e articulação com universidades federais.
A proposta é reconhecer e fortalecer os modos próprios de ensinar e aprender existentes nos territórios.
Segundo o secretário Fabiano Piúba, a diversidade é a base dessas políticas.
“Uma das diretrizes, premissa das políticas culturais é justamente o da diversidade, né? A diversidade em sua mais vasta plenitude. A partir disso, o Ministério da Cultura desenvolve as suas políticas e não foi diferente no campo da formação artística e cultural.”
Entre as iniciativas está o fortalecimento da revista PIHHY. O nome, em língua originária, significa semente.
A publicação reúne conhecimentos, saberes e artes indígenas produzidos pelos próprios povos indígenas.
A revista também passa a integrar um acervo desenvolvido em parceria com a Universidade Federal de Goiás.
“Ela compreende a criação, a produção, difusão e circulação dos conhecimentos, das ciências, dos saberes e das artes indígenas, realizada pelos próprios povos indígenas do nosso país. E é uma revista que tem sido uma referência importante para produção de conteúdos, mas também da criação de um acervo.”
As ações fazem parte de uma política mais ampla do Ministério da Cultura em parceria com o Ministério da Educação.
A iniciativa dialoga com a Lei 11.645, que trata do ensino das histórias e culturas indígenas e afro-brasileiras nas escolas. Além disso, o MinC apoia o Encontro de Escritores e Artistas Indígenas, realizado no Rio de Janeiro, em parceria com a Universidade Federal Fluminense.
“A comunicação digital também é fundamental para afirmação das ancestralidades, da memória, da identidade, mas também como uma ferramenta de comunicação, e também como um componente ético, estético e político.”
As iniciativas reforçam a formação artística e cultural como política de Estado.
Segundo o Ministério da Cultura, as ações conectam diversidade, educação e território.
Para mais informações, acesse o site.
Copiar o textoMinistério da Cultura realiza o Fórum Brasil Criativo - Região Nordeste, nos dias 7 e 8 de abril
Baixar áudioNos dias 7 e 8 de abril, o Ministério da Cultura realiza o Fórum Brasil Criativo – Região Nordeste.
O encontro acontece em Aracaju, Sergipe, na Universidade Tiradentes, reunindo gestores, especialistas e agentes culturais de toda a região.
A iniciativa é do Ministério da Cultura, por meio da Secretaria de Economia Criativa, em parceria com o Sebrae e instituições públicas e acadêmicas.
O Fórum consolida uma ampla agenda nacional de articulação e fortalecimento do setor. É o que enfatiza a secretária de Economia Criativa do MinC, Cláudia Leitão.
“Eu queria convidar todos vocês a acompanharem conosco o Fórum Brasil Criativo. A Secretaria da Economia Criativa tem andado pelo Brasil por cada região do país, levando uma ótima notícia. Nós estamos construindo uma política nacional de economia criativa e a fala e a escuta é fundamental nesse processo.”
Com o tema “O audiovisual e o potencial estratégico dos seus ecossistemas culturais e criativos”, o fórum vai discutir o papel do setor no desenvolvimento econômico, na geração de renda e na valorização da diversidade cultural brasileira.
O evento é gratuito e aberto ao público. Os interessados devem se inscrever por meio de formulário disponível do site do Ministério da Cultura, no endereço: www.gov.br/cultura/
A programação inclui debates, painéis e o Seminário da Rede de Cultura e Economia Criativa do Nordeste.
O Fórum Brasil Criativo é uma grande troca de experiências e construção de políticas públicas voltadas à economia criativa.
A secretária do MinC comenta sobre a importância dos agentes culturais, empreendedores e gestores públicos de Sergipe participarem do evento.
“A gente precisa dos criativos, dos artistas, a gente precisa dos técnicos, a gente precisa de todos aqueles que trabalham e que estão presentes nesses segmentos da cultura e da economia criativa brasileiras, para que a gente possa construir esse essa possibilidade de um plano que vai na verdade dar concretude à política Brasil criativo”.
Copiar o textoPrazo para envio de propostas termina no dia 30 de abril de 2026
Baixar áudioO programa Rouanet no Interior, do Ministério da Cultura, está no último mês de inscrições. O prazo para envio de propostas termina no dia 30 de abril de 2026.
A iniciativa tem como objetivo ampliar o acesso ao financiamento cultural em municípios de pequeno porte e regiões periféricas, além de capacitar agentes culturais em todas as etapas de um projeto — da elaboração à prestação de contas.
Realizado em parceria com a Neoenergia, por meio do Instituto Neoenergia, e com o Serviço Social da Indústria, o programa também oferece oficinas presenciais e encontros virtuais em diversas regiões do país.
Cada projeto selecionado poderá receber até 200 mil reais para ações nas áreas de artes cênicas, música, artes visuais, patrimônio e humanidades.
Podem participar pessoas jurídicas de natureza cultural sediadas nos territórios contemplados pelo edital, incluindo cidades do interior da Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte, São Paulo e regiões administrativas periféricas do Distrito Federal.
O edital também permite a participação de proponentes sem experiência prévia, incentivando a entrada de novos agentes no setor cultural.
As inscrições devem ser feitas pela plataforma Salic.
Para mais informações, acesse os canais oficiais do Ministério da Cultura.
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Baixar áudioJá estão abertas as inscrições para o Proler Bibliotecas, iniciativa do Ministério da Cultura (MinC) em parceria com a Universidade Federal de Alagoas (UFAL), por meio do Núcleo de Excelência em Tecnologias Sociais (NEES). O programa tem como objetivo fortalecer a leitura, a escrita e a mediação cultural no Brasil, promovendo formação, articulação em rede e mobilização territorial.
A ação é destinada a bibliotecas públicas e comunitárias, unidades prisionais com espaços de leitura e serviços especializados, escritórios sociais e demais serviços de atenção à pessoa egressa do sistema prisional. O processo de inscrição é totalmente digital e segue aberto até 26 de abril. As propostas devem ser enviadas exclusivamente pelo site do Mapa da Cultura, onde também estão disponíveis o edital completo e seus anexos técnicos.
O Proler Bibliotecas oferece um percurso estruturado de formação e mobilização, com cursos, encontros, orientações metodológicas e acompanhamento técnico. As instituições selecionadas terão acesso a uma formação completa, com acompanhamento técnico, materiais literários e pedagógicos por meio do Kit Proler, certificação, Selo Proler Bibliotecas e integração à Rede Proler Bibliotecas, além da possibilidade de publicar suas práticas e dar visibilidade às experiências desenvolvidas.
Ao todo, serão selecionadas 220 bibliotecas públicas, 180 bibliotecas comunitárias, 27 unidades prisionais e 10 serviços especializados. As instituições participantes integrarão uma trilha formativa completa e receberão o Selo Proler, passando a fazer parte de uma rede nacional colaborativa. As experiências desenvolvidas também poderão ganhar visibilidade por meio do Repositório Proler, uma plataforma pública que reunirá boas práticas de todo o país.
Diretor de Livro e Leitura da SEFLI, Jéferson dos Santos Assumção destaca que o Proler funciona como o motor que dá vida às estruturas já existentes. “O Proler Bibliotecas tem o sentido de ser uma espécie de 'software' desse 'hardware'. É um software vivo, que vem das próprias comunidades e atuações, pois temos inúmeras bibliotecas públicas e comunitárias com um trabalho fundamental”, afirma.
"Nosso objetivo é capacitar e articular essa rede, unindo mediadores e bibliotecários, porque é em rede que conseguimos crescer e enfrentar com mais qualidade os desafios de uma sociedade complexa como a brasileira", completa.
A viabilização do projeto conta com a parceria estratégica de instituições de ensino superior, fortalecendo o caráter técnico e acadêmico da política pública. “Para a Ufal, é uma satisfação integrar o Proler Bibliotecas, iniciativa que reforça nosso compromisso com a promoção da leitura e com o fortalecimento das bibliotecas no país. Contribuir para esse projeto, que amplia acesso ao conhecimento e fortalece políticas públicas essenciais, é motivo de alegria para toda a instituição”, observa o pesquisador do NEES Leonardo Marques.
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