Saúde

23/07/2026 04:50h

Levantamento vai visitar cerca de 140 mil domicílios até novembro e, pela primeira vez, incluirá exames de sangue e urina em parte dos participantes.

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O Ministério da Saúde e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) iniciaram a terceira edição da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), um dos principais instrumentos para mapear as condições de saúde da população brasileira e subsidiar a formulação de políticas públicas.

A coleta de informações será realizada entre julho e novembro de 2026. Ao longo desse período, aproximadamente 1,8 mil entrevistadores do IBGE visitarão cerca de 140 mil domicílios distribuídos em todos os estados e no Distrito Federal. Durante as entrevistas, serão coletadas informações sobre hábitos de vida, doenças crônicas, acesso e utilização dos serviços de saúde, saúde mental, alimentação, prática de atividade física, consumo de álcool e tabaco, entre outros indicadores relacionados à qualidade de vida.

Uma das principais novidades desta edição é a inclusão, pela primeira vez, da coleta de sangue e urina em uma subamostra de 15 mil a 20 mil participantes com 35 anos ou mais, residentes em capitais e regiões metropolitanas. Os exames vão analisar indicadores como hemograma, perfil lipídico, hemoglobina glicada, creatinina, ácido úrico, sódio e potássio, além de sorologia para chikungunya e dosagem de chumbo e mercúrio. Os participantes receberão os resultados gratuitamente.

Segundo o Ministério da Saúde, os dados produzidos pela pesquisa serão fundamentais para orientar o planejamento do Sistema Único de Saúde (SUS), acompanhar a evolução das condições de saúde da população e monitorar metas nacionais e internacionais na área da saúde. A expectativa é que os resultados contribuam para o aperfeiçoamento de políticas públicas e para a definição de estratégias de prevenção e promoção da saúde em todo o país.
 

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21/07/2026 04:20h

Pesquisa do A.C.Camargo Cancer Center e da Nexus revela que, apesar da alta percepção sobre sintomas de alerta, quase metade dos brasileiros adia a procura por atendimento médico

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Uma pesquisa recentemente divulgada revelou que oito em cada dez brasileiros reconhecem como graves sintomas associados ao câncer colorretal, como a presença de sangue nas fezes e alterações persistentes no funcionamento do intestino.

O estudo inédito, realizado pelo A.C.Camargo Cancer Center em parceria com a Nexus – Pesquisa e Inteligência de Dados, também mostrou que, apesar do elevado nível de percepção, quase metade das pessoas que identificam esses sinais demora ou deixa de procurar atendimento médico, evidenciando um descompasso entre o reconhecimento dos sintomas e a busca pelo diagnóstico precoce.

A pesquisa "A saúde do brasileiro, hábitos de vida e o uso de tecnologia em diagnósticos médicos" entrevistou presencialmente 2.015 brasileiros com 16 anos ou mais, distribuídos pelas 27 unidades da Federação. A coleta de dados foi realizada entre 25 e 30 de junho de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.

Entre as principais descobertas, o estudo apontou que 80% dos brasileiros consideram grave a presença de sangue nas fezes ou alterações intestinais que persistam por mais de um mês, sendo que 42% classificam esses sintomas como "muito graves". Esse percentual é ainda maior entre pessoas que já conviveram de perto com casos da doença.

Apesar desse nível de conscientização, o câncer colorretal ainda está distante da realidade da maior parte da população. Apenas 21% dos entrevistados afirmaram conhecer alguém que teve a doença — sendo 15% um parente próximo e 6% um amigo ou conhecido — enquanto 75% disseram nunca ter tido contato com pacientes diagnosticados com esse tipo de câncer.

O levantamento também identificou que, embora 67% dos brasileiros associem sangue nas fezes e alterações intestinais prolongadas ao câncer colorretal, apenas 24% fazem essa associação com convicção. Para outros 43%, a relação existe, mas de forma moderada, indicando que ainda há espaço para ampliar a conscientização sobre os principais sinais de alerta da doença.

O cenário reforça a importância do estudo. Segundo estimativa do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o Brasil deverá registrar 53.810 novos casos de câncer colorretal por ano durante o triênio 2026-2028, tornando a doença o segundo tipo de câncer mais incidente no país.

 

Confira outros dados relevantes evidenciados pela pesquisa:

 

Entre o alerta e a ação

  • Entre as pessoas que já perceberam sangue nas fezes, apenas 59% procuraram atendimento médico imediatamente. Os demais adiaram a busca por ajuda, recorreram à automedicação, utilizaram remédios caseiros ou simplesmente aguardaram o sintoma desaparecer.

Exame preventivo ainda é pouco conhecido

  • 67% dos brasileiros nunca ouviram falar do exame de Pesquisa de Sangue Oculto nas Fezes (PSO), utilizado no rastreamento precoce do câncer colorretal. Apenas 11% já realizaram o exame.

Jovens e homens lideram o desconhecimento

  • O desconhecimento sobre o PSO é ainda maior entre jovens de 16 a 24 anos (85%), homens (76%), pessoas de menor renda (73%) e indivíduos com escolaridade até o ensino fundamental (72%).

Contato com a doença amplia a prevenção

  • Entre pessoas que tiveram ou conhecem alguém com câncer colorretal, a realização do PSO é significativamente maior: 21% já fizeram o exame, contra apenas 8% entre aqueles que nunca tiveram contato com a doença.

Diferenças regionais e socioeconômicas

  • A procura imediata por atendimento médico diante de sintomas é mais frequente entre pessoas com melhor condição financeira (86%), idosos acima de 60 anos (72%), moradores da Região Sudeste (72%) e mulheres (63%, ante 54% dos homens).
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20/07/2026 04:00h

A Psiquiatra Dra. Karina Abunasser Pereira Leite (CRM: 112.072/ SP) explica como identificar os sinais de abstinência de cocaína

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A cocaína é a segunda droga ilícita mais usada no Brasil e, quando o uso é interrompido, surgem sintomas importantes de abstinência.

Sintomas nos primeiros dias:

  • Falta de energia e muita fadiga;
  • Sono e fome excessivos;
  • Sensação de depressão e angústia.

Sintomas nas semanas seguintes:

  • Irritação e ansiedade;
  • Insônia e falta de prazer nas atividades;
  • Problemas de memória e fissura (vontade intensa de usar novamente).

“Esses sintomas são sinais de que o corpo e a mente estão tentando se reorganizar sem a droga”, explica a psiquiatra Dra. Karina Abunasser.

Se você ou alguém próximo está passando por isso, busque ajuda médica.

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19/07/2026 04:55h

Agenda em Lisboa reuniu autoridades brasileiras e portuguesas com foco no fortalecimento da parceria internacional nas áreas de saúde, ciência, tecnologia e inovação

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A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) promoveu uma agenda de cooperação internacional em saúde em Lisboa, Portugal, que resultou na assinatura de novos acordos entre instituições brasileiras e portuguesas para ampliar a colaboração nas áreas de saúde, ciência, tecnologia e inovação. A iniciativa também buscou fortalecer a internacionalização do ecossistema de saúde brasileiro e expandir oportunidades para empresas nacionais no mercado internacional.

Entre os acordos formalizados durante o evento, estão os voltados à ampliação da cooperação científica, tecnológica e institucional entre Brasil e Portugal. Segundo a ApexBrasil, os atos assinados pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) fortalecem as atividades institucionais da fundação no escritório da ApexBrasil em Lisboa. 

A cooperação entre ApexBrasil e Fiocruz foi formalizada por meio de Acordo de Cooperação Técnica. A parceria tem o objetivo de ampliar a cooperação em promoção comercial, atração de investimentos, cooperação científica e internacionalização de instituições e empresas brasileiras do setor de saúde.

A Agência também afirmou que o instrumento consolida a atuação conjunta das instituições na promoção internacional do ecossistema de saúde brasileira. 

Além disso, a Fiocruz e as universidades de Coimbra e de Aveiro também assinaram acordos, bem como um protocolo envolvendo Infarmed e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para ampliar a cooperação regulatória entre Brasil e Portugal.

SUS como diferencial brasileiro

Durante o encontro, o presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller, destacou que o Sistema Único de Saúde (SUS) representa um dos maiores ativos do Brasil e contribui para fortalecer a imagem do país no exterior.

"Esse direito à saúde universal que o Brasil tem, esse desafio que o Brasil se colocou democraticamente de oferecer saúde a todos, de forma gratuita, de forma universal, é um grande ativo que o Brasil tem. Nós, que trabalhamos o Brasil e o que o Brasil tem de melhor, temos muito orgulho disso", afirmou Müller.

Segundo Müller, além de garantir atendimento à população brasileira, o SUS também é reconhecido internacionalmente por acolher estrangeiros que passam pelo país.

"Vocês sempre dizem que o SUS atende 220 milhões de pessoas, ou seja, todos os brasileiros. Nós brincamos que atende mais, porque volta e meia encontramos alguém, um estrangeiro, que foi atendido pelo Sistema Único de Saúde no Brasil. O nosso SUS é universal, atende a todos os brasileiros, mas também atende os estrangeiros que estão lá. Isso dá muito orgulho para a gente”, disse.

Agenda internacional

O evento contou com a participação do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, da ministra da Saúde de Portugal, Ana Paula Martins, além de representantes da Fiocruz, da Anvisa, do Infarmed, das universidades de Coimbra e de Aveiro e de outras instituições parceiras.

Na avaliação do presidente da ApexBrasil, a internacionalização da saúde brasileira vai além da exportação de produtos. Segundo ele, a agenda reúne uma estratégia de construção de parcerias entre empresas, centros de pesquisa, universidades e governos com enfoque em inovação e capazes de gerar oportunidades para o Brasil. 

“O escritório da ApexBrasil em Lisboa foi concebido justamente para aproximar esses atores e transformar cooperação em desenvolvimento, negócios e inserção internacional”, afirmou.

Na avaliação do presidente da Fiocruz, Mario Moreira, os acordos representam um avanço na cooperação bilateral e abrem novas frentes de atuação conjunta entre os dois países.

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19/07/2026 04:05h

Boletim da Fiocruz mostra redução das internações por vírus sincicial respiratório, enquanto influenza A também perde força entre adultos e idosos

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Os casos de vírus sincicial respiratório (VSR), principal causa de bronquiolite em crianças pequenas, apresentam tendência de redução em grande parte do Brasil. No entanto, a circulação do vírus ainda permanece elevada em diversos estados, segundo o novo Boletim InfoGripe, divulgado nesta quinta-feira (16) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O levantamento também aponta queda nas internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) nas tendências de curto e longo prazo, considerando a Semana Epidemiológica 27, entre os dias 5 e 11 de julho.

A análise mostra que a diminuição das hospitalizações por SRAG entre crianças de até 4 anos é impulsionada, principalmente, pela redução dos casos associados ao VSR. Já entre jovens, adultos e idosos, a queda está relacionada à diminuição das internações por influenza A, enquanto, na faixa etária de 5 a 14 anos, a redução ocorre sobretudo em razão da menor circulação do rinovírus.

Apesar do cenário mais favorável, os pesquisadores alertam que o VSR ainda provoca elevado número de casos graves em diversos estados. O crescimento das infecções permanece concentrado na Região Sul, além de Minas Gerais e Maranhão. Em outras unidades da Federação, embora haja sinais de estabilização ou queda, os níveis de circulação do vírus seguem elevados.

No panorama nacional, cinco estados apresentam incidência de SRAG em nível de alerta, risco ou alto risco, com tendência de crescimento nas últimas semanas: Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Outras 17 unidades da Federação continuam registrando incidência elevada de SRAG, porém sem crescimento sustentado.

O boletim também aponta um leve aumento das hospitalizações por Covid-19 no Amazonas, embora a incidência permaneça baixa. Em relação à influenza A, os casos graves continuam elevados em Minas Gerais, Paraná e Roraima, mesmo após o período de sazonalidade da doença em grande parte do país.

Outro destaque do levantamento é o impacto desigual das doenças respiratórias conforme a idade. A maior incidência de SRAG continua concentrada em crianças de até 2 anos, principalmente em decorrência do VSR. Já a maior mortalidade é registrada entre pessoas com 65 anos ou mais, tendo a influenza A como principal agente associado.

Em 2026, o Brasil já contabiliza 115.203 casos de SRAG. Entre as amostras com diagnóstico positivo para vírus respiratórios, o VSR responde pela maior parcela dos registros, seguido por rinovírus, influenza A, influenza B e Sars-CoV-2.

Diante do cenário, a Fiocruz reforça a importância de manter a vacinação em dia e adotar medidas de prevenção, como higienizar frequentemente as mãos, cobrir nariz e boca ao tossir ou espirrar, evitar contato com outras pessoas quando houver sintomas respiratórios e utilizar máscara caso seja necessário sair de casa.

Para acompanhar as próximas semanas epidemiológicas, acesse o Calendário Epidemiológico do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN)
 

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18/07/2026 04:55h

Veja o qual o melhor método para prevenir a gravidez na adolescência

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“Só em 2023, foram mais de 300 mil partos em meninas entre 10 e 19 anos no Brasil”, alerta o pediatra especialista em saúde do adolescente Dr. Benito Lourenço (CRM: 87.729/SP). Isso significa que uma em cada oito gestantes no país ainda é adolescente.

A gravidez nessa fase traz riscos sérios: maior chance de diabetes gestacional, anemia, infecções e complicações no parto. O impacto social também é profundo, já que muitas jovens abandonam os estudos, adiam ou perdem oportunidades profissionais.

Falar apenas sobre camisinha não basta. Apesar de importante, sua taxa de falha é alta quando usada sozinha. Métodos contraceptivos de longa duração, como DIU e implante hormonal, são muito mais eficazes, com taxa de falha inferior a 0,4% ao ano.

Esses métodos estão disponíveis no SUS e podem ser indicados para adolescentes. Informação, diálogo e acesso são essenciais para mudar essa realidade.

Veja ao vídeo com a explicação do especialista:

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16/07/2026 04:20h

PEC cria regras especiais para aposentadoria de agentes comunitários de saúde e de combate às endemias; Confederação Nacional de Municípios afirma que medida pressiona contas das prefeituras

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A aprovação pelo Senado Federal da Proposta de Emenda à Constituição (PEC 14/2021), que estabelece aposentadoria diferenciada para agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias, pode pressionar as contas das prefeituras. O alerta foi dado pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), que estima que a medida poderá gerar um impacto de R$ 70 bilhões nos orçamentos municipais. A proposta aguarda promulgação.

O texto, aprovado com 73 votos favoráveis e apenas um contrário, fixa regras permanentes e transitórias de aposentadoria para as duas categorias, além de disciplinar a contratação desses profissionais. A matéria estende, ainda, as regras aos agentes indígenas e indica a forma como a União custeará o aumento de despesa. 

Na avaliação da CNM, além do impacto econômico, a proposta também apresenta vícios de inconstitucionalidade ao impor aos municípios regras previdenciárias e funcionais com elevado impacto financeiro. Para a entidade, as alterações interferem na autonomia administrativa, orçamentária e previdenciária dos entes locais e comprometem o equilíbrio federativo.

Em nota, a Confederação alertou que entende que, ao reduzir requisitos para aposentadoria, a PEC estabelece hipóteses de integralidade e de paridade, ampliando obrigações dos Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS) sem observar o equilíbrio financeiro e atuarial exigido pela Constituição de forma adequada. 

O presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, afirmou que a aprovação da proposta pode comprometer as finanças dos municípios caso não haja definição de uma fonte de custeio.

"Essa pauta-bomba é uma das principais preocupações do movimento municipalista nos últimos anos e pode significar um colapso na administração local se não for definida a fonte de custeio pelo governo federal e pelo Legislativo. Sem uma fonte federal permanente, suficiente e automática, os novos encargos reduzirão ainda mais o espaço fiscal municipal, podendo comprometer investimentos, serviços assistenciais, contratação de profissionais e a continuidade de políticas essenciais para a população", frisou Ziulkoski.

Transição

Conforme a Agência Senado, a proposta estabelece que a idade mínima para a aposentadoria da categoria aumentará gradualmente até 2041, desde que comprovados 25 anos de contribuição e de exercício na atividade profissional. Confira a regra de transição:

  • 50 anos para mulheres e 52 para homens até o fim de 2030;
  • 52 anos para mulheres e 54 para homens até o fim de 2035;
  • 54 anos para mulheres e 56 para homens até o fim de 2040;
  • 57 anos para mulheres e 60 para homens a partir de 2041. 

Hoje, a aposentadoria dos profissionais da categoria segue a regra geral: no mínimo 62 anos de idade para mulheres e 65 para homens, com pelo menos 15 anos de contribuição no caso do Regime Geral de Previdência Social (RGPS) e 25 anos de contribuição no caso do RPPS.

A regra valerá tanto para quem estiver vinculado ao RPPS, aplicável a servidores públicos, quanto para quem estiver no RGPS, administrado pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Pela proposta, as idades mínimas poderão ser reduzidas em um ano para cada ano de contribuição e de efetivo exercício que exceder os 25 anos exigidos, até o limite de cinco anos.

Outra regra de transição também permite a  aposentadoria para agentes que preencham, de forma cumulativa os seguintes requisitos:

  • idade mínima de 60 anos para mulheres e 63 para homens;
  • 15 anos de contribuição;
  • 10 anos de efetivo exercício na atividade;
  • pontuação mínima resultante da soma da idade com o tempo de contribuição: 83 pontos para mulheres e 86 para homens.

Atividade essencial

A matéria reconhece a atividade dos agentes como essencial ao Sistema Único de Saúde (SUS) e prevê a proibição da contratação temporária ou terceirizada de agentes de saúde, exceto em situações de emergência em saúde pública previstas em lei.
 

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16/07/2026 04:00h

Saiba o que é e quais são os sintomas da condição que atinge 1 em cada 10 pessoas

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A rosácea é uma condição de pele que causa resistência no rosto, afetando 1 em cada 10 pessoas. Os sintomas incluem vasos sanguíneos visíveis, lesões semelhantes às espinhas e avaliação ocular. A causa exata é desconhecida, mas fatores como estresse, álcool, temperaturas extremas e exposição ao sol podem piorar o quadro.

O diagnóstico é clínico e, em casos duvidosos, pode incluir biópsia. Não há cura, mas o controle envolve medicamentos para inflamação e laser para vasos dilatados. Cuidados diários com a pele sensível são essenciais.

Para saber mais, assista ao vídeo sobre Tuberculose do canal do Dr. Ajuda no Youtube.

 

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15/07/2026 04:00h

Neste episódio, o Cardiologista Dr. Bruno Mioto (CRM: 112.007/ SP) explica sobre colesterol.

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Você sabia que o colesterol alto pode ser um grande risco para a saúde e que, na maioria das vezes, não apresenta sintomas? 

No entanto, existem alguns sinais que podem indicar o problema, como manchas ou placas amareladas ao redor dos olhos (xantelasma), nódulos amarelados ou avermelhados na pele (xantomas) e um anel acinzentado ao redor da íris (arco senil). Além disso, dores no peito (angina) podem surgir devido ao acúmulo de placas nas artérias do coração.

Em casos mais graves, o colesterol alto pode causar derrames ou dores nas pernas ao caminhar. Se você notar algum desses sinais, procure um médico e faça seus exames no dia. 

Veja ao vídeo com a explicação do especialista:

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14/07/2026 04:15h

Instrução normativa determina que vacinas utilizadas no Brasil sejam monovalentes e contenham variante LP.8.1 ou antígenos derivados da JN.1

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a atualização da composição das vacinas contra a Covid-19 utilizadas no Brasil para acompanhar as variantes em circulação no país. A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) por meio da Instrução Normativa nº 454/2026. 

A decisão foi aprovada na 12ª Reunião Ordinária Pública da Diretoria Colegiada de 2026.

Pela norma, as vacinas deverão ser monovalentes e conter a cepa LP.8.1 do vírus como antígeno preferencial ou antígenos derivados da cepa JN.1, como XFG ou NB.1.8.1, ou ainda outras formulações que demonstrem ampla resposta de anticorpos neutralizantes ou eficácia contra as variantes do do SARS-CoV-2 em circulação.

Segundo nota publicada pela Anvisa, a diretora da agência, Daniela Marreco, relatou a proposta de nova instrução normativa e destacou que recentemente houve dezenas de registros de casos de síndrome gripal associados à Covid-19. Na avaliação, o dado reforça a necessidade de manutenção de estratégias de vacinação atualizadas no Brasil.

Transição

Os imunizantes fabricados anteriormente, inclusive os já distribuídos pelo país, não deverão ser descartados de forma imediata. 

A Anvisa estabeleceu um prazo de transição e as vacinas registradas e produzidas antes da atualização poderão ser utilizadas por até nove meses a partir da data da aprovação da atualização pela Anvisa, exceto em casos de manifestação contrária da Agência. A regra também vale para as vacinas que já foram distribuídas em território nacional.

Fabricantes

Pela medida, os fabricantes que possuem vacinas com composição diferente da prevista na instrução deverão protocolar um pedido de atualização junto à Anvisa. O protocolo deve conter uma série de dados, como de qualidade, produção e imunogenicidade em modelos animais. Além disso, quando necessário, também será preciso prestar informações de segurança e eficácia, conforme os critérios estabelecidos pela agência e pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

A Instrução Normativa estabelece ainda que, para a decisão da Anvisa quanto à atualização da composição da vacina contra a Covid-19, serão considerados os dados existentes sobre a vacina, quando utilizada em esquemas de imunização primária e como dose de reforço.

A Instrução Normativa nº 454 entrou em vigor na data de sua publicação e revoga a Instrução Normativa nº 429, de março de 2026.
 

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