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Baixar áudioDe 19 a 22 de maio, comunidades ribeirinhas e trabalhadores da indústria associados da Colônia de Pescadores Z-13 em Barcarena, no nordeste do Pará, recebem atendimentos da atenção primária na Embarcação Saúde Conectada SESI – Copaíba.
A unidade fluvial faz parte de um projeto desenvolvido pelo Serviço Social da Indústria (SESI), em parceria com o Ministério da Saúde, o Conselho Nacional do SESI (CN-SESI) e a Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA). A iniciativa busca ampliar o acesso aos serviços de saúde para trabalhadores que ainda enfrentam longos deslocamentos pelos rios para conseguir atendimento básico.
Os atendimentos são realizados no Porto do Complexo Comercial de Barcarena, em parceria com a Hidrovias do Brasil. O foco inicial é o acompanhamento e o controle da hipertensão e do diabetes. Para isso, a operação inclui coleta de dados clínicos, aferição da pressão arterial e realização de testes rápidos para identificação de infecções, doenças virais e monitoramento de enfermidades crônicas.
A equipe embarcada é composta por um piloto, um marinheiro, uma enfermeira e duas técnicas de enfermagem. Durante a operação, o SESI vai atuar em alinhamento com a rede municipal de saúde para garantir encaminhamentos complementares aos pacientes atendidos.
Lançada durante a COP30, a Embarcação Saúde Conectada SESI – Copaíba foi projetada para percorrer longas distâncias pela Região Norte com uma estrutura energética limpa e eficiente.
O nome Copaíba faz referência à árvore típica da Amazônia conhecida por suas propriedades medicinais e pela relação histórica com o cuidado e a saúde.
O projeto foi desenvolvido em parceria com a Universidade Federal do Pará (UFPA), que participou da criação de uma embarcação preparada para os desafios característicos dos rios amazônicos. A variação constante do nível das águas, a formação de bancos de areia, a presença de troncos submersos e as longas distâncias percorridas exigiram uma solução capaz de operar com segurança, estabilidade e eficiência em diferentes cenários da navegação fluvial.
O resultado foi um catamarã fluvial — embarcação de dois cascos paralelos e de baixa profundidade submersa, adequada para rios e lagos. Construído em alumínio naval, o Copaíba possui 15 metros de comprimento, seis metros de largura, propulsão 100% elétrica e sistema híbrido de geração de energia.
A estrutura conta ainda com consultório climatizado, estação de telessaúde e conectividade via satélite, permitindo integração com plataformas do Sistema Único de Saúde (SUS) e a realização de teleconsultas em localidades afastadas.
O superintendente de saúde do SESI, Emmanuel Lacerda, afirma que os primeiros dias de operações do barco Copaíba foram um sucesso.
“É um projeto que inauguramos na COP30, que representa uma ação concreta de sustentabilidade e impacto social; uma embarcação que mitiga riscos e emissões de carbono, por ser totalmente elétrica. Mas o mais importante é sua finalidade social de entregar saúde e atenção básica — com custo operacional baixo, compatível com o que há de mais moderno tecnologicamente — para trabalhadores que operam em áreas remotas, ribeirinhas e comunidades.”
Após a etapa na Colônia de Pescadores Z-13, a embarcação seguirá para atendimentos na empresa New Fortress Energy, também em Barcarena, dando continuidade às ações voltadas a trabalhadores da indústria e comunidades da região.
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Copiar o textoO que os lábios podem dizer sobre a sua saúde
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Baixar áudioOs lábios são mais do que uma parte estética do rosto. Como explica o otorrinolaringologista Dr. Ali Mahmoud: “Eles podem ser uma janela para a nossa saúde geral”. Lábios pálidos podem indicar anemia ou pressão baixa. Já a coloração azulada pode ser sinal de cianose, por falta de oxigenação. Manchas escuras podem estar ligadas a causas genéticas, mas também a doenças como melanoma ou alterações hormonais. Manchas brancas podem surgir por infecções, como candidíase, ou lesões pré-cancerígenas. Lábios rachados, quando persistentes, podem indicar carência de vitaminas. Inchaços repentinos podem ser sinais de reações alérgicas graves. Feridas recorrentes indicam herpes labial. Já a queilite angular, comum em diabéticos, causa feridas no canto da boca.
Alterações nos movimentos dos lábios podem ser sinais de paralisia ou AVC.
Consulte um médico sempre que notar alterações.
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Baixar áudioNeste episódio, a Endocrinologista Dra. Manuela Rocha (CRM: 124.995/ SP) explica sobre envelhecimento dos ossos.
Os ossos são estruturas vivas e dinâmicas, que se renovam constantemente e exercem funções necessárias, como sustentar o corpo, proteger órgãos e armazenar minerais essenciais, como o cálcio. Para manter a saúde óssea, é importante ter uma alimentação rica em cálcio, praticar exercícios físicos regularmente e tomar sol de forma moderada para a produção de vitamina D.
Com o envelhecimento, a perda de massa óssea é natural, e a osteoporose pode surgir — uma doença silenciosa que enfraquece os ossos e aumenta o risco de fraturas, principalmente em mulheres após a menopausa e idosos. Como geralmente só é descoberta após uma fratura, a prevenção é fundamental.
Cuidar dos ossos é cuidar da independência, mobilidade e qualidade de vida. Em caso de dúvidas, procure seu médico.
Veja ao vídeo com a explicação do especialista:
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Baixar áudioNesta sexta-feira (15), profissionais do setor industrial de todo o país tiveram a oportunidade de se protegerem contra várias doenças durante o Dia D de Vacinação do Trabalhador da Indústria. A ação foi promovida pelo Serviço Social da Indústria (SESI), em parceria com o Conselho Nacional do SESI (CN-SESI) e o Ministério da Saúde em 25 estados e no Distrito Federal, com foco na prevenção de doenças no ambiente de trabalho.
Durante a ação, foram ofertados imunizantes contra Influenza (gripe), difteria e tétano (dT Adulto), Hepatite B, Febre Amarela e a Tríplice Viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola.
A expectativa da campanha neste ano é ultrapassar a marca de 21 mil doses aplicadas em trabalhadores da indústria em todo o Brasil. Em 2025, a iniciativa registrou 19.735 doses administradas, distribuídas da seguinte forma:
Para o diretor-superintendente do SESI, Paulo Mol, o programa de imunização dos trabalhadores da indústria é uma das iniciativas mais importantes da instituição.
“O trabalhador imunizado é um trabalhador que previne doenças, que vai se ausentar menos do trabalho e vai conseguir de fato estar mais produtivo e mais saudável”, destaca.
A vacinação foi realizada em indústrias, unidades do SESI, unidades móveis e pontos estratégicos definidos pelos Departamentos Regionais participantes da campanha.
O presidente do CN-SESI, Fausto Junior, ressalta que levar a imunização para dentro das indústrias facilita o acesso dos trabalhadores às vacinas, amplia a adesão à campanha e reforça o compromisso do SESI com a promoção de ambientes de trabalho mais saudáveis e seguros.
O diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Éder Gatti, enfatiza que a vacinação segue como uma das principais estratégias de proteção coletiva e individual contra doenças.
“As vacinas são reconhecidas mundialmente como estratégias eficazes para preservar a saúde das pessoas e continuam sendo a principal forma de prevenir casos graves, hospitalizações e mortes por diversas doenças. Além disso, contribuem significativamente para reduzir a disseminação de agentes infecciosos na comunidade”, afirma.
Segundo Gatti, o Ministério da Saúde também tem ampliado os investimentos e as ações para facilitar o acesso da população à imunização em todo o país.
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Baixar áudioTodos os estados e o Distrito Federal apresentam alta incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). É o que revela a nova edição do Boletim InfoGripe, divulgada nesta quinta-feira (14) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Segundo o levantamento, o aumento dos casos ocorre principalmente entre crianças menores de dois anos e está associado, sobretudo, à circulação do vírus sincicial respiratório (VSR).
Nas demais faixas etárias, o número de ocorrências já apresenta sinais de estabilização. Em boa parte da Região Norte — incluindo Amazonas, Roraima, Rondônia e Tocantins — e em alguns estados do Centro-Oeste, como Goiás e Mato Grosso, há indícios de interrupção no crescimento ou até redução das notificações.
O estudo também aponta avanço das hospitalizações por influenza A em todos os estados da Região Sul e em alguns estados do Norte, como Roraima e Tocantins, além de estados do Sudeste, entre eles São Paulo e Espírito Santo.
A pesquisadora do Boletim InfoGripe e do Programa de Computação Científica da Fiocruz, Tatiana Portella, reforça que a vacinação continua sendo a principal forma de prevenir casos graves e mortes causadas pelo VSR e pela influenza A.
“A vacina contra o VSR é aplicada em gestantes a partir da 28ª semana e protege os bebês principalmente durante os seis primeiros meses de vida. Também existem anticorpos monoclonais contra o VSR disponíveis de graça no SUS, que podem ser aplicados em crianças prematuras ou menores de dois anos com comorbidades. Já a vacina anual contra a influenza é destinada aos grupos prioritários, como idosos, gestantes, pessoas com comorbidades e crianças de até 6 anos”, informa.
O rinovírus também tem contribuído para o aumento dos casos de SRAG em estados do Norte, como Amazonas e Amapá; do Sudeste, como Minas Gerais e Rio de Janeiro; e do Sul, incluindo Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
Por outro lado, os casos de SRAG associados à Covid-19 seguem em queda na maior parte do país, com desaceleração do crescimento observada no Ceará e no Maranhão.
Segundo o InfoGripe, diversos estados ainda permanecem em níveis de alerta, risco ou alto risco para SRAG. A lista inclui Acre, Amapá, Amazonas, Bahia, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Paraíba, Pará, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins.
Entre as capitais, 15 registram atividade de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco, com sinal de crescimento na tendência de longo prazo. Estão nessa lista Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), Florianópolis (SC), Macapá (AP), Maceió (AL), Manaus (AM), Palmas (TO), Porto Alegre (RS), Rio Branco (AC), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), São Paulo (SP) e Teresina (PI).
Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, a distribuição dos vírus entre os casos positivos de SRAG foi a seguinte:
Entre os óbitos, a presença dos mesmos agentes foi:
O levantamento do InfoGripe tem como base os dados inseridos no Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe, atualizados até 9 de maio, e é referente à Semana Epidemiológica (SE) 18. Confira outros detalhes no link.
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Copiar o textoA gordura abdominal é mais perigosa do que você imagina
Baixar áudioVocê tem gordura na barriga e já tentou de tudo para perdê-la? Essa famosa “barriguinha de pai” pode parecer inofensiva, mas é um fator de risco importante para várias doenças.
“A gordura visceral é altamente inflamatória e pode causar resistência à insulina, diabetes, colesterol alto, acúmulo de gordura no fígado, pressão alta, infarto e até derrame”, explica o endocrinologista Dr. Márcio Aurélio Silva Pinto (CRM: 112.092/SP | RQE: 29.169).
Mesmo quem não é obeso pode estar em risco. Essa gordura também está associada a alguns tipos de câncer e doenças neurodegenerativas, como a demência.
A boa notícia é que dá para mudar esse cenário com dieta equilibrada, exercícios (musculação + aeróbico) e acompanhamento profissional. Se mesmo com hábitos saudáveis o problema persistir, procure ajuda especializada. Cuidar da saúde é sempre o melhor caminho.
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Copiar o textoVeja dicas rápidas de como evitar
Baixar áudioNo Brasil, uma em cada três pessoas já teve ou tem algum tipo de parasitose intestinal. Infecção por vermes é mais comum do que se imagina e pode causar desde diarreia, náuseas e cólicas até perda de peso e fadiga persistente.
“Os sinais de alerta mais frequentes são alterações intestinais, coceira anal à noite, vermes nas fezes, cansaço fora do normal e até náuseas frequentes”, explica a gastroenterologista Dra. Mayra Marzinotto (CRM: 124.994/SP | RQE: 51.686).
A transmissão ocorre por água ou alimentos contaminados, contato com animais ou até pela pele. Para prevenir, lave bem as mãos, higienize os alimentos, beba água potável, evite carne malcozida e cuide da saúde dos pets. Diante de sintomas suspeitos, procure um médico e nunca se automedique.
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Copiar o textoVeja como saber se você tem alergia alimentar
Baixar áudioA alergia alimentar afeta até 10% das pessoas e acontece quando o sistema imunológico reage de forma exagerada a alimentos inofensivos. É mais comum na infância e a maioria supera com o tempo.
“Os sintomas mais comuns são manchas vermelhas na pele, inchaço nos olhos ou lábios, cólicas, vômitos e diarreia logo após a ingestão de certos alimentos”, explica o Alergista e Imunologista Dr. Marcelo Aun, (CRM: 117.190/SP | RQE: 34.062).
Em bebês, fique atento a dor de barriga frequente, dificuldade para ganhar peso e diarreia persistente. O principal sinal é a relação direta entre os sintomas e o alimento. Se houver falta de ar e dor abdominal intensa junto com lesões na pele, pode ser anafilaxia, um quadro grave que exige atendimento imediato.
O diagnóstico correto é essencial.
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Copiar o textoSaiba qual o impacto da saúde bucal na saúde do coração
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Baixar áudioA endocardite é uma infecção que atinge o revestimento interno do coração ou as válvulas cardíacas, geralmente causada por bactérias, mas também pode ser provocada por fungos. Ela ocorre quando esses micro-organismos entram na corrente sanguínea e se alojam em áreas já danificadas do coração.
Entre os fatores de risco estão: má higiene bucal, procedimentos dentários, doenças de pele, uso de cateteres ou agulhas, além de tatuagens e piercings sem os cuidados adequados.
Os sintomas podem incluir febre, calafrios, cansaço, perda de apetite, inchaço nas pernas e manchas vermelhas na pele. Em casos mais avançados, pode causar insuficiência cardíaca, afetar rins, provocar AVC ou até infarto intestinal.
O diagnóstico é feito com exames de sangue, imagem do tórax, ecocardiograma e avaliação clínica. O tratamento costuma ser feito no hospital com antibióticos por um período prolongado. Em alguns casos, pode ser necessária cirurgia.
Para prevenir, mantenha uma boa higiene bucal, avise seu médico antes de procedimentos invasivos e cuide da saúde do seu coração. Na dúvida, procure um cardiologista.
Copiar o textoRemédios que podem influenciar e como manter o controle
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Baixar áudioAlguns medicamentos podem contribuir para o ganho de peso. Entre eles estão:
Mas, atenção: isso não significa que, ao tomar essas medicações, a pessoa, necessariamente, vai engordar. “Nunca suspenda um remédio por medo de ganhar peso sem antes conversar com o seu médico”, orienta o endocrinologista Rafael Pergher (CRM: 116.112/ SP).
E para quem já emagreceu, manter o peso exige atenção constante. Algumas dicas essenciais são:
Lembre-se: cuidar do peso é cuidar da saúde como um todo. Se tiver dúvidas, procure orientação médica.
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