Saúde

29/05/2026 04:05h

Investimento do Fust busca levar conectividade a unidades básicas de saúde e melhorar o acesso da população a consultas e diagnósticos

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A ampliação do acesso à internet em Unidades Básicas de Saúde de Goiás deve acelerar atendimentos, consultas e exames especializados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), especialmente em municípios mais afastados dos grandes centros.

Até 65 UBS do estado poderão receber conexão de qualidade por meio de um edital lançado pelos ministérios das Comunicações e da Saúde com recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust).

Em Goiás, serão atendidos municípios como Acreúna, Anápolis, Aragarças, Campinorte, Campo Alegre de Goiás, Campos Verdes, Colinas do Sul, Divinópolis de Goiás, Formosa, Goianésia, Guapó, Guarani de Goiás, Hidrolina, Iaciara, Jandaia, Jaupaci, Leopoldo de Bulhões, Mambaí, Moiporá, Novo Gama, Padre Bernardo, Palminópolis, Pirenópolis, Planaltina, Quirinópolis, Rubiataba, Santa Tereza de Goiás, São João d'Aliança, Teresina de Goiás e Trindade.

Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, a medida busca ampliar a telessaúde no SUS em regiões que enfrentam dificuldades de acesso a médicos especialistas e outros serviços de saúde.

“O Governo do Brasil avança na conectividade em áreas essenciais para a população. A saúde pública necessita de informações rápidas, prontuários integrados e atendimento mais ágil. Esse edital vai priorizar as UBS para garantir que médicos, enfermeiros, equipes de saúde e pacientes tenham acesso a uma infraestrutura digital moderna”, destacou.
“A internet precisa estar onde a vida das pessoas acontece de verdade. Hoje, o governo do Brasil avança na conectividade em áreas essenciais para a população. De um lado, a saúde pública, que necessita de informações rápidas, prontuários integrados e atendimento digital. Do outro lado, a inclusão de uma condição fundamental para o acesso a direitos, serviços públicos e oportunidades de cidadania", complementou o ministro.

Agilidade nos atendimentos

A iniciativa faz parte do programa Agora Tem Especialistas, criado para acelerar diagnósticos, reduzir filas e ampliar os atendimentos especializados na rede pública. Segundo o Ministério da Saúde, a expansão da telessaúde pode reduzir em até 30% o tempo de espera por consultas, exames e cirurgias.

Para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a ampliação da conectividade nas unidades básicas deve melhorar a integração de dados entre equipes médicas, facilitar o acesso aos prontuários dos pacientes e ampliar o atendimento remoto em municípios com dificuldade para acesso a especialistas. Segundo ele, a parceria também vai garantir a estrutura tecnológica necessária para o funcionamento dos serviços de telessaúde nas UBS.

“Essa parceria com o Ministério das Comunicações vai garantir para as Unidades Básicas de Saúde não só a conexão com a internet, mas também toda a estrutura interna necessária para permitir a integração dos dados e a comunicação das equipes”, afirmou.

"Quero agradecer por todo o esforço feito pelo Ministério das Comunicações, por exemplo, para garantir internet para telecirurgia, que nós, cada vez mais, trouxemos para do SUS, e pelo trabalho e prioridade que está sendo dada para que essa conexão chegue também às Unidades Básicas de Saúde", enfatizou Padilha.

Além das teleconsultas e dos diagnósticos à distância, a conectividade também deve facilitar o agendamento de consultas, a troca de informações entre profissionais da saúde e a gestão de medicamentos nas unidades.

Com investimento de R$ 104 milhões, o edital do Fust prevê conectar até 3,8 mil UBS em todo o país. As propostas apresentadas por empresas e provedores deverão incluir conexão por fibra óptica ou satélite e a instalação de redes Wi-Fi internas nas unidades de saúde.
 

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27/05/2026 04:00h

Saiba o que é, os sintomas e complicações

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Você sabia que a caxumba pode causar complicações nos testículos, ovários e até meningite? Embora geralmente seja leve, a doença viral é altamente contagiosa e exige atenção.

“Ela causa inchaço no pescoço, dor ao mastigar, febre e mal-estar. Em homens, pode inflamar os testículos, e em gestantes, até provocar aborto,” explica a infectologista Dra. Juliana Framil. O tratamento é sintomático, com repouso e hidratação.

A melhor forma de prevenção é a vacina tríplice viral, disponível gratuitamente no SUS. Mantenha sua vacinação em dia.

Veja o vídeo com a explicação da especialista:

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26/05/2026 04:00h

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Você acorda com gosto amargo na boca e não sabe por quê? O amargor tem cinco causas principais, segundo o Dr. Ali Mahmoud, médico otorrinolaringologista. Veja quais são:

  1. Refluxo gastroesofágico: o ácido do estômago sobe e pode deixar esse gosto ruim, especialmente ao acordar.
  2. Medicamentos como antibióticos, antidepressivos e remédios para pressão que alteram o paladar. 
  3. Problemas no fígado ou na vesícula, que quando não funcionam bem, alteram o sabor da comida. 
  4. Má higiene bucal. Bactérias acumuladas na língua causam esse sabor desagradável. 
  5. A síndrome da boca ardente, que é uma condição neurológica que afeta mulheres principalmente após os 50 anos, causando sabor metálico ou amargor persistente. 

O gosto amargo ocasional é normal, mas se persistir por mais de uma semana, procure um médico. Pode ser sinal de algo que precisa ser tratado. Mantenha boa higiene bocal, evite jejum prolongado e observe se tem relação com medicamentos que está tomando.

Assista ao vídeo completo com a especialista

Para mais informações acesse o site | @doutor.ajuda, nas redes sociais | Acompanhe os conteúdos semanais no canal do Dr. Ajuda, no Youtube 
 

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25/05/2026 04:35h

Ranking do Saneamento 2026 aponta que, desse grupo, 11 cidades têm cobertura de 100%, sendo 7 municípios paulistas; compõem a lista, Barueri (SP), Juiz de Fora (MG), Niterói (RJ), entre outros. Confira o ranking completo

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A 18ª edição do Ranking do Saneamento, realizado pelo Instituto Trata Brasil, em parceria com a GO Associados, mostra que 28 municípios brasileiros atingiram a universalização no abastecimento de água. Desse total, 11 municípios têm cobertura de 100%, com concentração no estado de São Paulo. Já as outras 17 cidades apresentam índices iguais ou superiores a 99% de atendimento, localizadas nas regiões Sul, Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste.

O foco do levantamento são os 100 municípios mais populosos do Brasil e o estudo considera os indicadores mais atuais do Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (SINISA), ano-base 2024, divulgados pelo Ministério das Cidades.

Confira a lista de municípios com 100% de universalização no abastecimento de água:

  • Barueri (SP);
  • Carapicuíba (SP);
  • Curitiba (PR);
  • Diadema (SP);
  • Guarulhos (SP);
  • Itaquaquecetuba (SP);
  • Juiz de Fora (MG);
  • Niterói (RJ);
  • Osasco (SP);
  • Porto Alegre (RS);
  • Santo André (SP).

A lista de melhores municípios no indicador de atendimento total de água também considera as cidades que atingiram percentuais iguais ou superiores a 99% de atendimento. Veja alguns municípios:

  • São Paulo (SP)
  • Goiânia (GO)
  • Campinas (SP)
  • São Bernardo do Campo (SP)
  • Ribeirão Preto (SP)
  • Uberaba (MG)
  • Aracaju (SE)
  • Nova Iguaçu (RJ)
  • Blumenau (SC)

Pelo estudo, o indicador médio de atendimento de água entre os 100 maiores municípios foi de 93,55%. O percentual representa uma queda em comparação aos 93,91% registrados em 2023.

Conforme o estudo, apesar da queda, a maioria dos municípios, sendo 87 dos 100, tem atendimento total de água maior que 80%. A publicação avalia que os dados evidenciam que a maioria dos municípios considerados no Ranking está próxima da universalização do serviço de abastecimento de água.

Municípios com piores índices no atendimento total de água

Os dados do Ranking mostram que as regiões Norte e Nordeste ainda enfrentam desafios para que o abastecimento de água seja universalizado de forma plena e equilibrada entre os municípios do país. 

A capital pernambucana, Recife, atingiu 78,93% em relação ao abastecimento de água. Já Porto Velho (RO), registrou apenas 30,74 % e ocupa a 100ª posição no ranking.

Confira os municípios com os piores percentuais de atendimento:

  • Recife (PE)
  • Paulista (PE)
  • João Pessoa (PB)
  • Macapá (AP)
  • Caucaia (CE)
  • Jaboatão dos Guararapes (PE)
  • Rio Branco (AC)
  • Santarém (PA)
  • Ananindeua (PA)
  • Porto Velho (RO)

A publicação afirma que, como ainda há cidades com índices precários, o cenário evidencia desigualdades no acesso aos serviços. Na avaliação do estudo, os índices reforçam a necessidade de ampliar os investimentos na área, de melhoria na gestão e de priorização do saneamento na agenda pública.
 

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24/05/2026 04:00h

Levantamento da Fiocruz mostra tendência de alta dos casos em 18 estados e reforça importância da vacinação

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A nova edição do Boletim InfoGripe, divulgada nesta quinta-feira (21) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), aponta um aumento contínuo dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em todo país. Segundo o levantamento, o avanço das notificações entre crianças pequenas está associado principalmente ao vírus sincicial respiratório (VSR). Já nas demais faixas etárias, o crescimento dos casos tem sido impulsionado pela influenza A

Segundo o InfoGripe, todas as unidades da federação — com exceção de Rondônia — apresentam incidência de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco. Em 18 estados, o boletim também identificou tendência de crescimento de longo prazo: Acre, Amapá, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Paraíba, Pará, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Roraima, Santa Catarina, Sergipe, São Paulo e Tocantins. 

Entre as capitais, 16 registram atividade de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco, com sinal de crescimento na tendência de longo prazo. São elas: Aracaju (SE), Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Boa Vista (RR), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Macapá (AP), Maceió (AL), Manaus (AM), Natal (RN), Palmas (NA), Porto Alegre (RS), Rio de  Janeiro (RJ) e Salvador (BA). 

VSR e Influenza aumentam hospitalizações

A atualização mostra que os casos de SRAG associados ao VSR seguem em alta na maior parte dos estados do Nordeste e no centro-sul do país. Na Região Norte, o Pará apresenta tendência de crescimento das hospitalizações relacionadas ao vírus, alcançando uma incidência considerada extremamente alta

Nos demais estados do Norte, assim como no Distrito Federal e em Goiás, os casos graves provocados pelo VSR permanecem estáveis ou em queda

O boletim também revela que as internações por influenza A continuam crescendo no Paraná, Rio Grande do Sul e Tocantins. Nos demais estados, a tendência é de queda ou estabilização. Apesar disso, os níveis de hospitalização permanecem elevados em Alagoas, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraíba, São Paulo e Sergipe

Já as ocorrências de SRAG associadas à Covid-19 seguem em baixa na maior parte do país, embora os dados indiquem retomada do crescimento no Ceará e no Maranhão

A pesquisadora do InfoGripe, Tatiana Portella, destaca a importância da vacinação diante do aumento da circulação da influenza A e do VSR. “E mesmo com a baixa circulação da Covid-19, também é importante que a população de risco esteja em dia com as doses de reforço da vacina contra o vírus, já que ele ainda é uma causa importante de óbitos por SRAG entre os idosos”, complementa.

Prevalência dos vírus

Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, a distribuição dos vírus entre os casos positivos de SRAG foi a seguinte:

  • 24,5% de influenza A
  • 4,4% de influenza B
  • 44,5% de VSR
  • 24,4% de rinovírus
  • 2,6% de Sars-CoV-2 (Covid-19)

Entre os óbitos, a presença dos mesmos agentes foi:

  • 51,8% de influenza A
  • 4% de influenza B
  • 11,4% de VSR
  • 15,4% de rinovírus
  • 11,8% de Sars-CoV-2 (Covid-19)

O levantamento do InfoGripe tem como base os dados inseridos no Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe, atualizados até 16 de maio, e é referente à Semana Epidemiológica (SE) 19. Confira outros detalhes no link.

VEJA MAIS:

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23/05/2026 04:00h

Saiba quando suspeitar de berne

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Você já viu aquela espinha com um furinho no meio que não sara e só piora com o tempo? Pode ser um berne, ou miíase furunculoide, causada pela larva da mosca Dermatobia hominis.

"A lesão parece um furúnculo, mas tem um ponto escuro no centro por onde a larva respira e causa dor que piora com o movimento", explica a Dra. Paula Sanchez, Dermatologista (CRM: 144.418/SP).

Outros sinais incluem secreção serosa, sensação de formigamento e ausência de melhora com antibióticos. O tratamento exige a remoção da larva, por compressão ou asfixia com curativo oclusivo.

A prevenção inclui repelente, roupas compridas e evitar acúmulo de lixo, que atrai mosquitos usados pela mosca para depositar seus ovos. Se notar esses sinais, não esprema. Procure um médico para avaliação.

Veja ao vídeo com a explicação do especialista:

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Catamarã oferece consultas e exames a comunidades ribeirinhas e profissionais da indústria associados da Colônia de Pescadores Z-13, em Barcarena

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De 19 a 22 de maio, comunidades ribeirinhas e trabalhadores da indústria associados da Colônia de Pescadores Z-13 em Barcarena, no nordeste do Pará, recebem atendimentos da atenção primária na Embarcação Saúde Conectada SESI – Copaíba

A unidade fluvial faz parte de um projeto desenvolvido pelo Serviço Social da Indústria (SESI), em parceria com o Ministério da Saúde, o Conselho Nacional do SESI (CN-SESI) e a Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA). A iniciativa busca ampliar o acesso aos serviços de saúde para trabalhadores que ainda enfrentam longos deslocamentos pelos rios para conseguir atendimento básico

Os atendimentos são realizados no Porto do Complexo Comercial de Barcarena, em parceria com a Hidrovias do Brasil. O foco inicial é o acompanhamento e o controle da hipertensão e do diabetes. Para isso, a operação inclui coleta de dados clínicos, aferição da pressão arterial e realização de testes rápidos para identificação de infecções, doenças virais e monitoramento de enfermidades crônicas

A equipe embarcada é composta por um piloto, um marinheiro, uma enfermeira e duas técnicas de enfermagem. Durante a operação, o SESI vai atuar em alinhamento com a rede municipal de saúde para garantir encaminhamentos complementares aos pacientes atendidos. 

Tecnologia e sustentabilidade a serviço da saúde 

Lançada durante a COP30, a Embarcação Saúde Conectada SESI – Copaíba foi projetada para percorrer longas distâncias pela Região Norte com uma estrutura energética limpa e eficiente

O nome Copaíba faz referência à árvore típica da Amazônia conhecida por suas propriedades medicinais e pela relação histórica com o cuidado e a saúde. 

O projeto foi desenvolvido em parceria com a Universidade Federal do Pará (UFPA), que participou da criação de uma embarcação preparada para os desafios característicos dos rios amazônicos. A variação constante do nível das águas, a formação de bancos de areia, a presença de troncos submersos e as longas distâncias percorridas exigiram uma solução capaz de operar com segurança, estabilidade e eficiência em diferentes cenários da navegação fluvial. 

O resultado foi um catamarã fluvial — embarcação de dois cascos paralelos e de baixa profundidade submersa, adequada para rios e lagos. Construído em alumínio naval, o Copaíba possui 15 metros de comprimento, seis metros de largura, propulsão 100% elétrica e sistema híbrido de geração de energia

A estrutura conta ainda com consultório climatizado, estação de telessaúde e conectividade via satélite, permitindo integração com plataformas do Sistema Único de Saúde (SUS) e a realização de teleconsultas em localidades afastadas

O superintendente de saúde do SESI, Emmanuel Lacerda, afirma que os primeiros dias de operações do barco Copaíba foram um sucesso. 

“É um projeto que inauguramos na COP30, que representa uma ação concreta de sustentabilidade e impacto social; uma embarcação que mitiga riscos e emissões de carbono, por ser totalmente elétrica. Mas o mais importante é sua finalidade social de entregar saúde e atenção básica — com custo operacional baixo, compatível com o que há de mais moderno tecnologicamente — para trabalhadores que operam em áreas remotas, ribeirinhas e comunidades.”

Após a etapa na Colônia de Pescadores Z-13, a embarcação seguirá para atendimentos na empresa New Fortress Energy, também em Barcarena, dando continuidade às ações voltadas a trabalhadores da indústria e comunidades da região.

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19/05/2026 04:00h

O que os lábios podem dizer sobre a sua saúde

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Os lábios são mais do que uma parte estética do rosto. Como explica o otorrinolaringologista Dr. Ali Mahmoud: “Eles podem ser uma janela para a nossa saúde geral”. Lábios pálidos podem indicar anemia ou pressão baixa. Já a coloração azulada pode ser sinal de cianose, por falta de oxigenação. Manchas escuras podem estar ligadas a causas genéticas, mas também a doenças como melanoma ou alterações hormonais. Manchas brancas podem surgir por infecções, como candidíase, ou lesões pré-cancerígenas. Lábios rachados, quando persistentes, podem indicar carência de vitaminas. Inchaços repentinos podem ser sinais de reações alérgicas graves. Feridas recorrentes indicam herpes labial. Já a queilite angular, comum em diabéticos, causa feridas no canto da boca.

Alterações nos movimentos dos lábios podem ser sinais de paralisia ou AVC.

Consulte um médico sempre que notar alterações.

Veja ao vídeo com a explicação do especialista:

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18/05/2026 04:00h

Os ossos são estruturas vivas e dinâmicas, que se renovam constantemente e exercem funções necessárias, como sustentar o corpo, proteger órgãos e armazenar minerais essenciais, como o cálcio.

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Neste episódio, a Endocrinologista Dra. Manuela Rocha (CRM: 124.995/ SP) explica sobre envelhecimento dos ossos.

Os ossos são estruturas vivas e dinâmicas, que se renovam constantemente e exercem funções necessárias, como sustentar o corpo, proteger órgãos e armazenar minerais essenciais, como o cálcio. Para manter a saúde óssea, é importante ter uma alimentação rica em cálcio, praticar exercícios físicos regularmente e tomar sol de forma moderada para a produção de vitamina D.

Com o envelhecimento, a perda de massa óssea é natural, e a osteoporose pode surgir — uma doença silenciosa que enfraquece os ossos e aumenta o risco de fraturas, principalmente em mulheres após a menopausa e idosos. Como geralmente só é descoberta após uma fratura, a prevenção é fundamental.

Cuidar dos ossos é cuidar da independência, mobilidade e qualidade de vida. Em caso de dúvidas, procure seu médico.

Veja ao vídeo com a explicação do especialista:

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16/05/2026 18:55h

Ação promovida pelo SESI e Ministério da Saúde ocorreu em 25 estados e no DF com foco na prevenção de doenças no ambiente de trabalho

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Nesta sexta-feira (15), profissionais do setor industrial de todo o país tiveram a oportunidade de se protegerem contra várias doenças durante o Dia D de Vacinação do Trabalhador da Indústria. A ação foi promovida pelo Serviço Social da Indústria (SESI), em parceria com o Conselho Nacional do SESI (CN-SESI) e o Ministério da Saúde em 25 estados e no Distrito Federal, com foco na prevenção de doenças no ambiente de trabalho.

Durante a ação, foram ofertados imunizantes contra Influenza (gripe), difteria e tétano (dT Adulto), Hepatite B, Febre Amarela e a Tríplice Viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola

A expectativa da campanha neste ano é ultrapassar a marca de 21 mil doses aplicadas em trabalhadores da indústria em todo o Brasil. Em 2025, a iniciativa registrou 19.735 doses administradas, distribuídas da seguinte forma: 

  • 8.804 aplicações da vacina dT Adulto 
  • 7.286 doses contra Hepatite B
  • 2.594 da Tríplice Viral
  • 1.051 imunizações contra Febre Amarela

Vacinação fortalece saúde no ambiente de trabalho 

Para o diretor-superintendente do SESI, Paulo Mol, o programa de imunização dos trabalhadores da indústria é uma das iniciativas mais importantes da instituição. 

“O trabalhador imunizado é um trabalhador que previne doenças, que vai se ausentar menos do trabalho e vai conseguir de fato estar mais produtivo e mais saudável”, destaca.

A vacinação foi realizada em indústrias, unidades do SESI, unidades móveis e pontos estratégicos definidos pelos Departamentos Regionais participantes da campanha. 

O presidente do CN-SESI, Fausto Junior, ressalta que levar a imunização para dentro das indústrias facilita o acesso dos trabalhadores às vacinas, amplia a adesão à campanha e reforça o compromisso do SESI com a promoção de ambientes de trabalho mais saudáveis e seguros. 

O diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Éder Gatti, enfatiza que a vacinação segue como uma das principais estratégias de proteção coletiva e individual contra doenças.

“As vacinas são reconhecidas mundialmente como estratégias eficazes para preservar a saúde das pessoas e continuam sendo a principal forma de prevenir casos graves, hospitalizações e mortes por diversas doenças. Além disso, contribuem significativamente para reduzir a disseminação de agentes infecciosos na comunidade”, afirma.

Segundo Gatti, o Ministério da Saúde também tem ampliado os investimentos e as ações para facilitar o acesso da população à imunização em todo o país. 

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