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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

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a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o usuário realize o login no site do Brasil 61 - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

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a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

Covid-19

24/07/2021 16:30h

A iniciativa tem como objetivo ampliar o acesso à vacinação

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A Prefeitura Municipal de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), colocou um ponto de vacinação contra a Covid-19 no RioMar Shopping. A iniciativa tem como objetivo ampliar o acesso à vacinação. 

O ponto fixo está localizado no primeiro piso, próximo à Praça de Eventos Mar e ao lado do Madero, de segunda a domingo, das 8h às 16h.  

Covid-19: pesquisadores recomendam aplicação da terceira dose da Coronavac

Mato Grosso vai premiar municípios com melhores desempenhos na vacinação contra Covid-19

Para receber a vacina é necessário apresentar um documento de identificação com foto, CPF, comprovante de residência de Aracaju. A imunização da primeira dose está liberada para as faixas etárias de 29 a 31 anos.

A faixa etária de 31 poderá se vacinar até o dia 25 de julho. De 30 anos nos dias 26 e 27 e de 29 anos dos dias 18 a 30.

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24/07/2021 15:40h

O Sotrovimab é um anticorpo monoclonal, o prazo de análise do pedido de uso emergencial do medicamento é de 30 dias e não considera o tempo do processo em status de exigência técnica

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu o pedido de uso emergencial do medicamento Sotrovimab, um anticorpo monoclonal para tratamento da Covid-19. O remédio não teve estudos clínicos conduzidos no Brasil até o momento, o estudo que suporta o pedido foi realizado globalmente e recrutou 1062 participantes, sendo 22 em centros de pesquisa brasileiros.

O diretor geral de medicamentos da Anvisa, Gustavo Mendes, explicou a ação do medicamento. “É um anticorpo, que é fabricado em laboratório para fazer a mesma função que um anticorpo produzido naturalmente, ou seja, neutralizar o vírus. E a proposta da empresa é que esse anticorpo consiga prevenir a hospitalização e mortes em até 85% se aplicados naqueles casos leves a moderados”, disse.

Os anticorpos são proteínas produzidas no organismo que ajudam o sistema imunológico a combater vírus, bactérias e câncer por meio do reconhecimento de antígenos. Com o avanço da biotecnologia, foi possível produzir em laboratório anticorpos monoclonais, ou seja, específicos para uma única região do antígeno.

A nova tecnologia tornou os anticorpos monoclonais importantes ferramentas de diagnóstico em diversos exames laboratoriais. Mais recentemente, os anticorpos monoclonais também têm sido aplicados de maneira promissora na terapia de diversas doenças, sendo largamente utilizados para o tratamento de diversos tipos de câncer.

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Covid-19: vacinação para menores de 18 anos ainda aguarda aprovação do Ministério da Saúde

No caso do coronavírus, o medicamento deve ser usado nos primeiros estágios da infecção. A FDA (Food and Drug Administration, autoridade sanitária dos EUA) aprovou o uso emergencial do Sotrovimab em 26 de maio.

Análise e prazo

O prazo de análise do pedido de uso emergencial do medicamento no Brasil é de 30 dias e não considera o tempo do processo em status de exigência técnica, ou seja, quando o laboratório precisa responder questões técnicas feitas pela agência dentro do processo.

Segundo o infectologista do Hospital Anchieta de Brasília, Cesar Carranza, além das vacinas, outros medicamentos que estão no radar para o tratamento do coronavírus são justamente os anticorpos monoclonais. “Os outros medicamentos tem um mecanismo de ação parecido, eles bloqueiam a ação do coronavírus nos primeiros momentos da infecção. Tem o casirivimabe imdevimabe, tem o banlanivimabe etesevimabe. São medicamentos com nomes bastante difíceis até de pronunciar que são as terapias mais promissoras do momento”, afirmou. 

A análise é feita por uma equipe multidisciplinar que envolve especialistas das áreas de Registro, Monitoramento e Inspeção de medicamentos. A equipe vem atuando de forma integrada em todos os processos de avaliação de medicamentos e vacinas para combate à Covid-19.

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23/07/2021 17:40h

O podcast Giro Brasil 61 faz uma seleção dos principais fatos e acontecimentos noticiados pelo Brasil61.com durante a semana

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Nesta sexta-feira (23), vamos falar sobre os principais acontecimentos abordados no portal Brasil61.com durante a semana. 

O governo federal enviou ao Congresso Nacional a segunda fase da reforma tributária. O texto diz respeito a mudanças no Imposto de Renda de pessoas físicas, empresas e investimentos. Sobre saúde, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou que a AstraZeneca realize estudos para avaliar a possibilidade de uma terceira dose da vacina contra a Covid-19. E começando essa edição do podcast, vamos falar sobre o número de pessoas desaparecidas no país e as maiores dificuldades dos familiares. 

Quer saber tudo? Aperte o play e escute o Giro Brasil 61.  

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23/07/2021 11:40h

As cidades que conseguirem superar 90% de cobertura vacinal contra Covid-19 e 80% da Influenza vão dividir cerca de R$ 65 milhões

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O governo do Mato Grosso anunciou que vai premiar os municípios do estado que tiverem maiores índices de vacinação da população contra a Covid-19 e Influenza. 

As cidades que conseguirem superar 90% de cobertura vacinal contra Covid-19 e 80% da Influenza vão dividir cerca de R$ 65 milhões. A primeira premiação, de R$ 2 milhões, será entregue aos municípios líderes do ranking de vacinação no estado em outubro.

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Os premiados serão aquelas cidades com melhores desempenhos no Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações (SIPNI). Os municípios vão concorrer aos prêmios do governo divididos em cinco grupos, de acordo com o número de população, e os três melhores, em cada grupo, serão premiados.  

  • Grupo 1 – Municípios de até 5 mil habitantes – R$ 150 mil
  • Grupo 2 – Municípios de até 10 mil habitantes – R$ 210 mil 
  • Grupo 3 – Municípios de até 15 mil habitantes – R$ 240 mil 
  • Grupo 4 – Municípios de até 30 mil habitantes – R$ 370 mil 
  • Grupo 5 – Municípios de até 60 mil habitantes – R$ 650 mil

Além disso, as cidades mato-grossenses que mais se destacarem na vacinação contra a Covid-19 vão receber selos ouro, prata, bronze e diamante, e premiação superior a R$ 7 milhões, no início de 2022.

Os municípios que tiverem cobertura vacinal superior a 90% da Tríplice Bacteriana Acelular Adulto e aumento de 20% na imunização da hepatite poderão ser premiados com o selo diamante e os três primeiros colocados dividirão prêmio de R$ 4 milhões.

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23/07/2021 10:45h

Pandemia do Brasil deixa marca de 547 mil mortes e 19,5 milhões de pessoas infectadas, até dados do último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde

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O Brasil somou 1.412 novas mortes em 24h, alcançando mais de 547 mil óbitos. A pandemia do país já deixa marca de 19,5 milhões de pessoas infectadas e 547.016 mil mortes, até dados do último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, divulgados nesta quinta-feira (22).

Entre os estados, o Acre é a região com menos óbitos. O local registrou 1.793 vidas perdidas para a Covid-19. Com 136.466 mortes, São Paulo lidera o ranking das estatísticas. Já em relação à taxa de letalidade, ou seja, o índice de óbitos por casos confirmados da doença, o Rio de Janeiro é o estado onde o vírus vem sendo mais letal.

Taxa de letalidade dos estados

  •     Rio de Janeiro - 5,75%
  •     São Paulo - 3,43%
  •     Amazonas - 3,26%
  •     Pernambuco - 3,17%
  •     Maranhão - 2,86%
  •     Goiás - 2,82%
  •     Pará - 2,80%
  •     Mato Grosso – 2,59%
  •     Rio Grande do Sul – 2,57%
  •     Minas Gerais – 2,57%
  •     Ceará – 2,56%
  •     Paraná – 2,51%
  •     Alagoas – 2,51%
  •     Mato Grosso do Sul - 2,50%
  •     Rondônia – 2,48%
  •     Piauí – 2,21%
  •     Espírito Santo – 2,19%
  •     Sergipe – 2,16%
  •     Bahia – 2,15%
  •     Distrito Federal – 2,15%
  •     Paraíba – 2,14%
  •     Acre – 2,06%
  •     Rio Grande do Norte – 1,98%
  •     Tocantins – 1,66%
  •     Santa Catarina – 1,61%
  •     Amapá – 1,57%
  •     Roraima – 1,55%      

Rio de Janeiro e São Paulo seguem com maiores taxas de letalidade por Covid-19 no país

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Covid-19: 279 mil brasileiros que vivem em cidades de fronteiras serão vacinados

Nos municípios brasileiros, a cidade de São Luiz do Paraitinga (SP) registra a maior letalidade da Covid-19 do país: 28,95%. Na sequência, vêm Boa Vista do Gurupi (MA), com 26,67%; Miravânia (MG), com 20%; Paço do Lumiar (MA), que registra 16,65%; e Ribeirão (PE), cujo índice é de 15,88%.

As menores taxas de letalidade do Brasil são de municípios que não confirmaram nenhum óbito de morador em decorrência da Covid-19. Entre eles, estão Aricanduva (MG), Bonito de Minas (MG), Massapê do Piauí (PI), Milagres do Maranhão (MA) e São Francisco do Brejão (MA), por exemplo, todos com mais de 5 mil habitantes e letalidade 0. 

Acesse as informações sobre a Covid-19 no seu estado e município no portal brasil61.com/painelcovid.

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23/07/2021 04:00h

Segundo estudos com voluntários, os níveis de anticorpos gerados pelo imunizante diminuíram seis meses após a segunda aplicação

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Pesquisadores chilenos que estão realizando um estudo avançado sobre a vacina contra a Covid-19 CoronaVac, desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac, recomendaram a aplicação de uma terceira dose do imunizante. Segundo os estudos com voluntários, os níveis de anticorpos gerados pelo imunizante diminuíram seis meses após a segunda aplicação. 

Um ensaio in vitro para determinar a eficácia da vacina contra a mais contagiosa variante Delta do vírus mostrou ainda uma redução quatro vezes no efeito neutralizante contra a cepa, em comparação com uma redução três vezes relatada anteriormente por cientistas chineses.

O consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), Julival Ribeiro, destacou que nenhuma vacina é 100% eficaz e que o que está sendo discutido agora em todo o mundo é como essas vacinas irão se comportar depois de um determinado período. “Se esses estudos analisarem que a nossa imunidade vai caindo com o decorrer do tempo, vai ter sim que ser aplicada uma dose de reforço para reestimular o nosso sistema imune gerando anticorpos”, afirmou.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) já declarou que faltam evidências científicas contra uma dose de reforço e se manifestou contrária a planos de governos e farmacêuticas nesse sentido.

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Covid-19: “Provavelmente vamos precisar, no futuro, de uma terceira dose”, diz infectologista

Anvisa

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) se pronunciou dizendo acreditar que algumas das vacinas contra a Covid-19 demandarão uma terceira dose. Por enquanto, nenhum imunizante tem esquema com três aplicações. A agência reguladora destacou ainda que as vacinas aprovadas são eficazes e que a população pode confiar em qualquer uma que esteja disponível no posto de saúde.

Segundo a diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Mônica Levi, ainda estamos diante de uma definição de qual é o melhor esquema de vacinação para a Covid-19 com as diversas vacinas em cenários epidemiológicos diferentes. 

“Isso é algo comum no campo das imunizações, quando se acompanha populações vacinadas dentro de cada contexto epidemiológico podem surgir novas evidências que resultem em uma necessidade de aumentar o número de doses preconizadas ou até diminuir”, disse.

A imunologista destacou que isso é normal e acontece sempre, como a vacina da Hepatite B que foi introduzida no mundo todo no esquema de três doses e hoje é aplicada em quatro doses. A vacina contra o HPV também sofreu alteração no esquema vacinal, passando de três doses para duas depois de algum tempo, para os menores de 15 anos. 

“No momento nós não temos dados suficientes para dizer se nós vamos mesmo ter que introduzir a terceira dose ou não, está sendo avaliado para todas as vacinas o papel dessa terceira dose, tanto do ponto de vista laboratorial e imunológico, mas mais importante do que isso a nível de proteção clínica. Às vezes você tem uma queda nos anticorpos, mas isso não representa uma queda na proteção”, afirmou Levi.

Além da CoronaVac, as vacinas da AstraZeneca, Pfizer e Janssen também estão passando por estudos que avaliam a aplicação de doses de reforço, sobretudo por causa da variante Delta. 

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23/07/2021 03:00h

Levantamento em parceria com Itaú Social e Unicef ouviu mais de 3,3 mil redes municipais de ensino

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Os gestores municipais de educação apontam que a busca ativa dos estudantes e o suporte para os diretores são as prioridades do segmento em meio à pandemia da Covid-19, aponta estudo da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), divulgado nesta quinta-feira (22). O levantamento — que contou com o apoio do Itaú Social e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) — teve a participação de 3.355 redes municipais de ensino, o equivalente a 60,2% das existentes no país. 
 
A pesquisa buscou informações sobre quatro aspectos: como foi a transição entre os anos letivos de 2020 e 2021; quais foram as estratégias de ensino adotadas este ano; como está o planejamento para o segundo semestre e quais os principais desafios das secretarias municipais de educação. 
 
Para 61% dos respondentes, o suporte aos diretores é a maior prioridade neste momento de atividades predominantemente não presenciais. Quando o assunto é ir atrás dos estudantes que deixaram de ter vínculo com a escola, 59,4% atribuíram grau máximo de prioridade. 
 
A representante do Unicef no Brasil, Florence Bauer, destacou que mais de cinco milhões de crianças e adolescentes estão sem acesso à educação no país por conta da suspensão das aulas presenciais e dificuldades de conectividade para participarem do ensino remoto. Por isso, ela destacou a importância de as redes municipais priorizarem a reintegração desses estudantes ao espaço escolar. 
 
“Sabemos que cinco milhões de meninos e meninas estão sem vínculo ou com vínculo reduzido com a escola.  A volta à educação precisa também de uma busca ativa de cada criança, que precisa de um acolhimento personalizado na escola.  Não é só trazer ela de volta, mas é preciso ajudá-la”, defende. 
 
Questionados sobre os métodos usados para buscar os estudantes que não têm acompanhado as atividades escolares desde o início da pandemia, 71,8% dos gestores responderam que utilizam a estratégia Busca Ativa Escolar. A ferramenta foi desenvolvida pelo Unicef em parceria com a Undime e outras entidades com o objetivo de auxiliar estados e municípios a identificar crianças e adolescentes que estão fora das escolas, ajudando-os a voltar às salas de aula, permanecer e aprender. 
 
Outros 27,5% dos respondentes disseram que usam outra estratégia de reintegração. Apenas 0,7% disseram que não realizam nenhuma ação nesse sentido. “Acho muito importante esse reconhecimento da estratégia da Busca Ativa Escolar. Mais do que um projeto desenvolvido pela Undime e Unicef no Brasil e todo o seu processo, os municípios aderiram, a iniciativa trouxe uma cultura de busca ativa”, comemora Luiz Miguel Garcia, presidente da Undime. 

Especialistas e lideranças educacionais defendem retomada das aulas presenciais

Prevenção a Covid-19 é ampliada nas escolas do país

Apoio a diretores

A gerente de Pesquisa e Desenvolvimento do Itaú Social, Patrícia Mota Guedes, considerou positiva a preocupação das redes municipais com o suporte aos diretores. Para ela, esse apoio será crucial na retomada das aulas presenciais. “Todas as experiências internacionais estão mostrando que as secretarias precisam ter uma estratégia muito mais voltada para apoiar os diretores e dar condições de trabalho aos gestores e professores na retomada”, pontua. 
 
Segundo Patrícia, professores e alunos voltarão ao ambiente escolar com as emoções abaladas e caberá aos diretores administrar essa situação, além dos desafios comumente esperados. “Essa demanda, tudo isso vai chegar para o diretor da escola, assim como a necessidade de pensar e colocar estratégias para recuperar as lacunas de aprendizagem e acelerá-las também. Diretores não podem ser deixados sozinhos. É muito bom que as redes municipais estejam com esse olhar”, disse. 

Avaliação diagnóstica

Embora a conectividade de estudantes e professores e questões relacionadas à infraestrutura das escolas sejam consideradas as maiores dificuldades enfrentadas pelas redes, os dirigentes também destacaram a realização de avaliações diagnósticas como um dos problemas que terão de superar. Cerca de 55% deles consideram que essa é uma dificuldade que varia de grau médio a alto. 
 
“A gente está caminhando para ter um Sistema de Avaliação da Educação Básica no segundo semestre, mas ele não responde à necessidade de apoio às redes de ensino como a avaliação de diagnóstico, que conseguem entender como cada estudante está chegando nesse segundo semestre. Os níveis de aprendizagem vão ser ainda mais desiguais do que eram antes”, exemplifica Patrícia. 

Arte: Brasil 61

Mais dados

Em relação à transição entre os anos letivos, 100% das redes municipais que participaram do estudo afirmaram que concluíram o ano letivo de 2020 até dezembro. Este ano, apenas 1,5% ainda não deu início às atividades. De acordo com o levantamento, 83,8% das escolas iniciaram o ano letivo apenas de forma remota; 15,1% de modo híbrido, isto é, com aulas à distância e presenciais; e somente 1,1% apenas de forma presencial. 

Ao todo, 98,2% dos dirigentes utilizaram o material impresso e 97,5% lançaram mão de orientações pelo WhatsApp como as estratégias de ensino não presenciais mais usadas em 2021. Em relação aos aspectos pedagógicos adotados para o início do calendário letivo, quase 85% destacaram a reorganização curricular com priorização de habilidades e conteúdos; 72,2% citaram a avaliação diagnóstica de lacunas de aprendizagem. 
 
Sobre a vacinação de professores, gestores e demais trabalhadores da educação, 95,1% das redes municipais afirmam que o município já deu início a imunização desses profissionais. Mais de um ano após a suspensão das aulas presenciais, 40,4% das redes ainda estão construindo um protocolo de segurança sanitária para o retorno às aulas presenciais.

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22/07/2021 12:00h

Brasil registra mais de 54 mil casos e 1.424 mortes em 24h, de acordo com o Ministério da Saúde

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O Brasil registrou 54.517 casos e 1.424 óbitos por Covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com a última atualização do Ministério da Saúde. Ao todo, mais de 19,4 milhões de brasileiros foram infectados pelo novo coronavírus. O número de pessoas que morreram pela doença no País é de 545.604. 
 
A média móvel de mortes, que leva em conta os óbitos dos últimos sete dias, está em 1.173, a menor desde o dia 26 de fevereiro. O Rio de Janeiro continua a ser o estado com a maior taxa de letalidade entre as 27 unidades da federação: 5,76%, seguido de São Paulo, Amazonas, Pernambuco e Maranhão. A taxa de letalidade média do Brasil é de 2,8%. 

Covid-19: vacinação para menores de 18 anos ainda aguarda aprovação do Ministério da Saúde

Covid-19: 279 mil brasileiros que vivem em cidades de fronteiras serão vacinados

Taxa de letalidade nos estados

  • Rio de Janeiro - 5,76%
  • São Paulo - 3,43%
  • Amazonas - 3,26%
  • Pernambuco - 3,17%
  • Maranhão - 2,86%
  • Goiás - 2,83%
  • Pará - 2,80%
  • Mato Grosso – 2,59%
  • Rio Grande do Sul – 2,57%
  • Minas Gerais – 2,57%
  • Ceará – 2,56%
  • Paraná – 2,51%
  • Alagoas – 2,51%
  • Mato Grosso do Sul - 2,50%
  • Rondônia – 2,48%
  • Piauí – 2,21%
  • Espírito Santo – 2,19%
  • Sergipe – 2,16%
  • Bahia – 2,15%
  • Paraíba – 2,15%
  • Distrito Federal – 2,15%
  • Acre – 2,06%
  • Rio Grande do Norte – 1,98%
  • Tocantins – 1,66%
  • Santa Catarina – 1,61%
  • Amapá – 1,57%
  • Roraima – 1,55%          

A nível municipal, a cidade de São Luiz do Paraitinga (SP) registra a maior letalidade da Covid-19 do País: 28,95%. Na sequência, vêm Boa Vista do Gurupi (MA), com 26,67%; Miravânia (MG), com 20%; Paço do Lumiar (MA), que registra 16,65%; e Ribeirão (PE), cujo índice é de 15,94%. 
 
Entre os municípios com as menores taxas de letalidade do Brasil, vários têm esse índice cravado em 0%, pois não confirmaram nenhum óbito pela doença até o momento. Entre eles, estão Aricanduva (MG), Boa Esperança do Iguaçu (PR), Campo Azul (MG), Guabiju (RS) e Guarani de Goiás (GO). 
 
Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 18,2 milhões de brasileiros se recuperaram da Covid-19. Outros 722 mil estão em acompanhamento. Os números têm como base o repasse de dados das secretarias estaduais de saúde ao órgão. Acesse as informações sobre a Covid-19 no seu estado e município no portal brasil61.com/painelcovid

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21/07/2021 10:30h

Documento “Orientações gerais de prevenção à Covid-19” tem como objetivo orientar os participantes a respeito dos procedimentos a serem adotados antes e durante os exames aplicados pelo Inep

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O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) lançou o documento “Orientações gerais de prevenção à Covid-19” , que tem como objetivo orientar os participantes a respeito dos procedimentos a serem adotados antes e durante os exames aplicados pelo instituto, como o Enem, Encceja e Enade.

O guia traz instruções sobre o que é permitido levar nos dias de exame e orienta os participantes sobre os procedimentos de segurança sanitária nos locais de prova, entre outros temas. 

O Inep orienta que o participante que tenha tido sintomas de infecção pela Covid-19 na semana anterior ou na véspera da aplicação não compareça ao local de provas. O aluno pode solicitar a reaplicação do exame em data posterior, na Página do Participante, mediante comprovação dos sintomas. 

Todas as provas ficam protegidas em envelopes plásticos e sem contato humano durante um período mínimo de três meses anteriores à aplicação. No dia do exame, o participante deve separar máscaras específicas, cobrindo totalmente o nariz e a boca. Essa proteção facial é obrigatória, exceto para os participantes com transtorno do espectro autista, deficiência intelectual ou sensorial.

O aluno ainda pode levar ao local de prova um frasco de álcool líquido ou em gel, que também será disponibilizado em todas as salas. Luvas transparentes ou semitransparentes também são permitidas, mas todos os equipamentos serão vistoriados. 

Em caso de descumprimento das obrigações, como prevê o edital, ou de infração diante das orientações da equipe de aplicação, o participante será eliminado sem direito à reaplicação.

Confira aqui o documento completo

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21/07/2021 10:15h

São Luiz do Paraitinga (SP), Boa Vista do Gurupi (MA) e Miravânia (MG), são os municípios com maiores taxas de letalidade

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Dados do Ministério da Saúde, organizados no Painel Covid-19 do portal Brasil61.com, mostram 27.592 novos casos da doença e 1.424 óbitos por Covid-19, nesta quarta-feira (21). Desde o início da pandemia, mais de 19,4 milhões de brasileiros foram infectados pelo novo coronavírus. O número de pessoas que morreram pela doença no país é de 544.180. O número de pessoas curadas é superior a 18.124 milhões.

Rio de Janeiro e São Paulo são os estados com maior taxa de letalidade por Covid-19. De acordo com o Painel Covid-19 do portal Brasil 61.com, Roraima e Amapá registram as menores taxas de letalidade entre os estados.

Taxa de letalidade nos estados

  • Rio de Janeiro - 5,76%
  • São Paulo - 3,42%
  • Amazonas - 3,27%
  • Pernambuco - 3,17%
  • Maranhão - 2,85%
  • Goiás - 2,83%
  • Pará - 2,80%
  • Mato Grosso – 2,60%
  • Minas Gerais – 2,57%
  • Rio Grande do Sul – 2,57%
  • Ceará – 2,56%
  • Paraná – 2,51%
  • Alagoas – 2,50%
  • Mato Grosso do Sul - 2,49%
  • Rondônia – 2,48%
  • Piauí – 2,21%
  • Espírito Santo – 2,20%
  • Sergipe – 2,16%
  • Bahia – 2,15%
  • Distrito Federal – 2,15%
  • Paraíba – 2,15%
  • Acre – 2,05%
  • Rio Grande do Norte – 1,98%
  • Tocantins – 1,66%
  • Santa Catarina – 1,61%
  • Amapá – 1,57%
  • Roraima – 1,54%          

O Painel Covid-19 do portal Brasil61.com mostra ainda que entre os municípios do país, São Luiz do Paraitinga (SP) registra a maior letalidade da Covid-19 com 28,95%; Boa Vista do Gurupi (MA) 26,67% e Miravânia (MG) tem 20% de taxa de letalidade.

Taxa de letalidade nos municípios

  • São Luiz do Paraitinga (SP) – 28,95%
  • Boa Vista do Gurupi (MA) – 26,67%
  • Miravânia (MG) – 20%
  • Paço do Limiar (MA) – 16,53%
  • Ribeirão (PE) – 15,94%
  • Capitão Gervásio (PI) – 15,38%
  • São Fidélis (RJ) – 15,10%
  • Sarutaiá (SP) – 15,8%
  • Calmon (SC) – 15%
  • Itati (RS) – 13,75%
  • São Nicolau (RS) – 13,73%
  • Sebastião Barros (PI) – 13,04%
  • Nilópolis (RJ) – 12,92%
  • Lagoa do Sítio (PI) – 12,63%
  • São João de Pirabas (PA) – 12,20%
  • Guiratinga (MT) – 12,19%
  • São João da Ponta (PA) – 12,16%
  • Piracema (MG) – 11,97%
  • Viana (MA) – 11,93%
  • Itaueira (PI) – 11,92%
  • São João do Araguaia (PA) – 11,69%
  • Santo Antônio das Missões (RS) – 11,57%
  • Mesquita (RJ) – 11,54%
  • Tamboril do Piauí  (PI) – 11,11%
  • Terra de Areia (RS) – 10,84%
  • São Braz do Piauí (PI) – 10,64%
  • Escada (PE) – 10,43%

Entre os municípios com as menores taxas de letalidade do Brasil, alguns têm esse índice cravado em 0%, pois não confirmaram nenhum óbito pela doença até o momento. Entre eles, estão Aricanduva (MG), Boa Esperança do Iguaçu (PR), Campo Azul (MG), Guabiju (RS) e Guarani de Goiás (GO). 

Os números têm como base o repasse de dados das secretarias estaduais de saúde ao órgão. Acesse as informações sobre a Covid-19 no seu estado e município no Painel Covid-19 do portal Brasil 61.com

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