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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

Regras de Uso

1º - A utilização gratuita e livre dos materiais produzidos pelo Brasil 61 só será permitida depois que este termo de parceria for aceito pelo usuário, prevendo as seguintes regras:

a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o radialista realize o login no site do Brasil 61 - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

ADENDOS IMPORTANTES SOBRE A PARCERIA

a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

Ao clicar em ACEITO, a emissora aqui cadastrada afirma concordar e estar ciente de todas as condições apresentadas neste Termo de Utilização de Conteúdo.

Covid-19

27/11/2020 12:00h

Agência recebeu dados referentes aos estudos não-clínicos e clínicos das fases I e II da vacina desenvolvida pelas empresas Pfizer/BioNTech

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu os dados referentes aos estudos não-clínicos e clínicos das fases I e II da vacina contra a Covid-19 desenvolvida pelas empresas Pfizer/BioNTech. A documentação foi incluída no processo de submissão contínua iniciado nesta semana.

Dois cachorros são diagnosticados com SARS-CoV-2 no Paraná

Pandemia, eleições municipais e o impacto do pleito nas cidades brasileiras

A Anvisa tem até 20 dias para analisar os documentos, contados a partir da data do protocolo. Segundo a agência reguladora, a submissão contínua ainda não é o pedido de registro da imunização. Pelo procedimento, os dados técnicos deverão ser encaminhados à Anvisa conforme forem gerados.  Dessa maneira, as empresas interessadas no registro de vacinas contra Covid-19 não precisão ter em mãos todos os documentos reunidos para apresentá-los à autarquia. 

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27/11/2020 03:00h

Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) passou de 61,9 para 61,4 pontos em novembro, o que demonstra estabilidade

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O empresário industrial continua confiante, mesmo em meio à pandemia. Foi o que constatou a pesquisa encomendada pela Federação das Indústrias do estado de Tocantins (Fieto) para o mês de novembro. O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) passou de 61,9 para 61,4, o que demonstra estabilidade, mesmo com um leve recuo. 

Foram ouvidas 80 indústrias tocantinenses de pequeno, médio e grande porte entre os dias 3 e 12 de novembro. O ICEI é composto por dois indicadores: o de Condições Atuais, que passou de 52,1 pontos em outubro para 53,7 pontos, e o de Expectativas, que registrou 66,8 pontos em outubro e passou para 65,2 pontos em novembro. 

“O ICEI é um indicador antecedente utilizado para identificar mudanças nas tendências do setor industrial. Ele varia de zero a 100 pontos, sendo que valores acima de 50 pontos indicam confiança do empresário e abaixo disso indicam falta de confiança”, esclarece a coordenadora de pesquisas da Fieto, Gleicilene Bezerra.  

Em 2020, o cenário foi um pouco diferente. O ICEI registrou uma curva mais acentuada no primeiro semestre, puxada pela pandemia do novo coronavírus. A maior queda foi entre os meses de janeiro e maio, quando passou de 63,2 para 41,3, no auge da crise sanitária de escalas globais.

“Com os efeitos causados pela pandemia, com a redução da demanda e da renda, o índice de confiança do empresário no mês de abril apresentou queda de mais de 20 pontos em relação ao mês de janeiro, refletindo na falta de confiança para os seis meses seguintes. No entanto, no mês de julho, o empresário retomou a confiança, sobretudo pelas avaliações positivas quanto às condições atuais e futuras da economia brasileira e de seus negócios, influenciadas pelas medidas do governo federal”, acredita a coordenadora. 

O Índice é apurado mensalmente e é um termômetro para o setor industrial. “É uma importante ferramenta que auxilia empresários na tomada de decisão. Empresários confiantes tendem a investir mais em seus negócios nos meses seguintes”, destaca. 

A pesquisa é confidencial, por isso os nomes das indústrias que responderam às perguntas não são divulgados.

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27/11/2020 00:00h

Em entrevista exclusiva ao portal Brasil61.com, o cientista político Newton Marques falou a respeito das eleições municipais e os impactos do pleito na vida das cidades

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O resultado das eleições de 2020 é um movimento importante para o xadrez político em âmbito federal, onde se posicionam os cargos mais elevados na hierarquia nacional como senadores, deputados federais e presidente da República. No pleito deste ano, sairão eleitos a força motriz da população que está na ponta, lá nos municípios, do menor ao maior deles e onde, muitas vezes, a figura da União é apenas uma presença etérea da qual se tem conhecimento mas não vê fisicamente como a de um prefeito que aperta sua mão.

Em entrevista exclusiva ao portal Brasil61.com, o cientista político Newton Marques, falou a respeito das eleições municipais e os impactos do pleito na vida das cidades. Segundo o cientista político, existem duas formas de avaliar o resultado das eleições. 

“Podemos fazer alguma consideração: a de que os candidatos ao Governo Federal foram os maiores perdedores, assim como os outros partidos que já governaram o Brasil como o PT e o PSDB. Quem ganhou foi o chamado “Centrão”, pois os partidos que se mantiveram mais ao centro foram os que conseguiram sucesso na maior parte dos municípios”, explicou.

Mas se considerarmos apenas os grandes municípios “ou os mais relevantes dos estados, então temos um outro tipo de análise. Com olhar atento ao Sudeste, Sul e Nordeste, temos candidatos simpatizantes ao governo Bolsonaro mas sem demonstrar muito essa aproximação”, continuou.



Sobre a pandemia causada pela Covid-19 e a forma como ela impactou nas urnas, Newton Marques diz acreditar que “tudo o que nós vivemos nesse ano refletiu diretamente nas urnas, principalmente como as figuras políticas se comportaram diante da pandemia, a atuação do Congresso Nacional, como a economia foi gerida. Tudo isso acaba batendo nas eleições locais, nos municípios” destacou.   

De acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mais de 147 milhões de eleitores estavam aptos a participar das Eleições Municipais de 2020, mas o próprio órgão reconhece que houve um número expressivo de pessoas que deixaram de comparecer às urnas. Para Newton Marques, esses números se devem principalmente à Covid-19.

“Pelo número de votos em branco e nulo, nós podemos fazer uma análise de que o eleitorado não concordou com os candidatos, pois geralmente o brasileiro tem boa participação nas votações. Acho que a Covid-19 foi importante para abstenção com baixo número de comparecimento, a doença assustou os eleitores”, afirmou.

Para o cientista político existe uma forma simples de avaliar esse alto número de abstenção, que é verificar os votos. “Se você somar os votos brancos, nulos e abstenções vai chegar a um número elevado. Se pegarmos apenas os votos brancos e nulos podemos dizer que existe um desinteresse no eleitorado, mas quando pegamos apenas a quantidade de abstenções aí vemos que foi a Covid-19 que afastou o eleitor da aglomeração. As pessoas estão com medo”, resumiu.

Mulheres representam 52% do eleitorado brasileiro e são minoria na política

TSE: baixo número de candidatos para eleições deste ano

Dados do TSE apontam que as mulheres representarem mais de 51% da população e mais de 52% do eleitorado brasileiro, mas ainda são minoria na política. Para Newton Marques, apesar de ainda termos baixo número de mulheres e outros grupos sociais nos mandatos “a representatividade nas eleições está indo bem. Tivemos candidatos eleitos com bandeiras contra as discriminações raciais, de gênero e a favor da homoafetividade. Eleição é isso, não é fácil como algumas pessoas podem achar, principalmente nas capitais do País”, comentou.

O cientista político ainda continuou afirmando que “ao mesmo tempo em que existe a parte política mais preconceituosa, misógina e sexista, muitas pessoas contrárias a esse pensamento têm disputado cargos políticos e as eleições nos mostraram que esses cidadãos contam com o apoio de grande parte da população”, ressaltou.

Quando perguntado sobre a eficácia do sistema de votação no Brasil, a urna eletrônica, ou se o retorno do voto impresso é uma pauta interessante, o cientista político afirmou acreditar que “a urna eletrônica veio para ficar e não retornaremos ao voto pela cédula de papel. A tecnologia tem ajudado nos processos eleitorais e é possível manter uma supervisão e diversos cuidados para que se possa evitar as fraudes. Isso não é motivo suficiente para desacreditar nas urnas eletrônicas”, finalizou.   

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27/11/2020 00:00h

O estado já passou dos 120 mil doentes

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O estado da Paraíba já passou dos 140 mil doentes com Covid-19 em casos registrados nos 223 municípios. Um estudo do Laboratório de Inteligência Artificial e Macroeconomia Computacional (Labimec) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) apontou, há quase um mês, que a ocupação dos leitos de Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) na Grande João Pessoa, no Sertão e em toda a Paraíba se mantém alta.
 
A tendência foi calculada com base na média móvel exponencial dos últimos 13 dias anteriores à divulgação do documento, com espaço de tempo médio entre o início de uma hospitalização e de possível óbito por causa da Covid-19. 

Segundo o pesquisador e coordenador do Labimec, Cássio de Nobrega Besarria, o laboratório faz um acompanhamento da doença no estado desde o final de março, juntando informações que geram indicadores como qualidade dos serviços, mobilidade urbana e um deles é justamente a ocupação de leitos de UTI.

“Tratando exatamente desse indicador, o que nós percebemos é que há três semanas ocorre uma evolução na ocupação desses leitos”, afirmou.  



“O impacto disso para os municípios é que muitos deles já encerraram aqueles serviços emergenciais. O hospital de atendimento à Covid-19, daqui de Santa Rita, por exemplo, já foi desativado. Fica a preocupação justamente de se ter uma possível segunda onda e que isso venha impactar mais uma vez esses leitos”, disse o pesquisador.   

Apesar dos dados apresentados pelo Labimec, a secretaria de Saúde da Paraíba informou que desde o início de novembro já havia percebido um aumento crescente no número de casos de pessoas infectadas pela Covid-19. Desta forma, as primeiras ações estratégicas foram em relação aos leitos hospitalares de UTI e de enfermaria, para que todos os doentes possam receber os melhores cuidados. É o que explica a presidente do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde da Paraíba (COSEMS-PB), Soraya Galdino.

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“Atualmente nós estamos com 49% dos leitos de UTI ocupados e 29% de leitos de enfermaria ocupados por todo o nosso estado. Isso é algo que precisa ser monitorado e acompanhado, mas não é preocupante no momento. Também se percebe que apesar de ter havido um número maior de pessoas infectadas, proporcionalmente, existe um número menor de pessoas precisando de internação”, destacou.

De acordo com Soraya Galdino, se forem comparados os números de doentes da primeira onda da pandemia, em abril e maio, para o final de outubro e começo de novembro, é possível perceber que “temos um número maior de infectados, mas com um número menor de pessoas que precisam de cuidados especiais como a internação e, destes, a maioria está recebendo os cuidados na própria rede básica de saúde dos municípios”, ressaltou.

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27/11/2020 00:00h

Representantes dos segmentos acreditam que a derrubada do veto do presidente Jair Bolsonaro pode dar fôlego na batalha contra a crise econômica causada pela pandemia de Covid-19

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A prorrogação da desoneração da folha de pagamento, que atinge 17 setores da economia brasileira, deve proporcionar a manutenção de empregos e a geração de novos postos de trabalho. Representantes dos segmentos acreditam que a derrubada do veto do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) pode dar fôlego na batalha contra a crise econômica causada pela pandemia de Covid-19.

No início de novembro, o Congresso Nacional derrubou veto que impedia a prorrogação da desoneração até o fim do ano que vem para setores como call center, construção civil, tecnologia da informação e têxtil. A principal justificativa do Executivo para o veto, à época, foi a queda na arrecadação, estimada em R$ 9,8 bilhões. 

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No entanto, os parlamentares avaliaram que o benefício que originalmente iria até o fim de dezembro deste ano poderia gerar demissões em meio à crise econômica causada pela pandemia, nos setores que empregam juntos mais de seis milhões de trabalhadores. 

Segundo o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM/AP), foi preciso conscientizar e convencer o governo com argumentos reais da importância da desoneração. “Nós estamos na pandemia, o Brasil está perdendo muitas vidas e a gente não pode perder empregos. Emprego é fundamental para o crescimento econômico, ainda mais em um momento como esse conturbado que nós estamos vivendo”, destacou. 

A desoneração da folha permite ainda que empresas desses setores possam contribuir para a Previdência Social com um percentual que varia de 1% a 4,5% sobre o faturamento bruto, em vez de 20% de contribuição sobre a folha de pagamento.

O coordenador geral de estatísticas e atuária da previdência social, Eduardo Pereira, avaliou os encargos elevados sobre a mão de obra no Brasil. “De fato, para o trabalhador de carteira assinada hoje as alíquotas de contribuição sobre a folha são muito elevadas. A contribuição patronal mais a do empregado está em torno de 30% da folha, que é um percentual extremamente elevado em comparação com qualquer país do mundo. Nos Estados Unidos, por exemplo, a alíquota é de 7,5 para o empregado e 7,5 para o empregador, totalizando 15%”, disse. 

Segundo o economista Newton Marques, a prorrogação da desoneração traz consequências negativas aos cofres públicos, mas que são necessárias para manutenção da atividade econômica.“São três setores envolvidos: os empresários, os empregados e o governo. Todas as vezes que desonera os encargos trabalhistas, isso passa a onerar o governo. E, nesse momento, em que a atividade econômica está em baixa, o governo vai ter que assumir esse ônus. Caso contrário, os trabalhadores ficam desamparados e a atividade econômica vai ficar estagnada”, acredita. 

Retomada

Entre janeiro e agosto deste ano, o Brasil perdeu mais de 849 mil empregos, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério da Economia. Entretanto, apesar da pandemia, os segmentos já demonstram retomada com a abertura líquida de 249 mil vagas de trabalho com carteira assinada.

A construção, o comércio, o setor de serviços e a agropecuária lideraram a criação de postos de trabalho. A ampliação da desoneração para todos os setores da economia permitiria a criação de novos empregos em massa. No entanto, isso traria uma perda de R$ 100 bilhões em arrecadação para a União, o que para o governo só seria possível compensar com a criação de um novo imposto. 

Histórico da desoneração

Criada em 2011, a desoneração da folha de pagamento tem o objetivo de incentivar a manutenção de empregos em 17 setores considerados de alta empregabilidade no país. Em 2018, o Congresso decidiu que, naquele ano, a renúncia fiscal seria prorrogada pela última vez e que acabaria em dezembro de 2020. 

No entanto, os parlamentares decidiram por incluir uma nova prorrogação na Medida Provisória (MP) 936/2020, aprovada em maio, que criou um programa emergencial de manutenção do emprego devido aos impactos econômicos gerados pela pandemia de Covid-19. 

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27/11/2020 00:00h

De acordo com a UFPR estes são os primeiros casos em cães no Brasil. Uma gata também foi diagnosticada no Mato Grosso

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Após nove meses da pandemia do novo coronavírus no Brasil, os primeiros casos de contaminação em animais com a SARS-CoV-2, vírus causador da Covid-19, foram identificados. Dois cachorros, um buldogue francês e um vira-lata, receberam o diagnóstico positivo, em Curitiba, pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). No último mês a equipe de estudo multicêntrico da universidade, que irá examinar amostras de cães e gatos de outras seis capitais, ajudou a Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT) a também diagnosticar uma gatinha com a doença.

Nos casos dos cães, os donos testaram positivo para o vírus em um primeiro momento. A suspeita é de que eles tenham transmitido para os pets em razão do contato próximo, como por dormirem nas mesmas camas. Os sintomas observados nos animais infectados foram secreção nasal e espirros.

De acordo com Alexandre Biondo, professor e coordenador da pesquisa na Universidade Federal do Paraná, os animais podem se infectar pelo vírus, mas isso não se equivale a dizer que eles têm a doença ou são transmissores.

“A Covid-19 é a doença causada pelo SARS-CoV-2. Cães e gatos são considerados resistentes ao vírus, ao contrário de outras espécies animais, como por exemplo os visons e hamsters que são muito sensíveis e podem desenvolver a doença e transmiti-la às pessoas. Os cães são mais resistentes que os gatos e, apesar de nós termos feito a detecção de dois deles em Curitiba, não foram considerados transmissores”, explica.

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O primeiro animal com a doença no mundo foi identificado em março em HongKong, na China. De acordo com a professora Valéria Dutra da UFMT, que identificou a gatinha infectada em Cuiabá, é possível que desde a chegada do vírus outros animais tenham sido infectados, mas sempre com sintomas leves.

“Acredito que identificamos o vírus nos animais só agora porque faz pouco tempo que começamos essas coletas. No início da pandemia a preocupação era com a detecção do vírus em humanos, mas um tempo depois, começamos a pensar nessa possibilidade de saúde única e de testar os animais também. É possível que desde o início da pandemia mais animais possam ter tido contato com esse vírus. Com o decorrer da pesquisa vamos ter ideia da porcentagem de animais infectados na nossa população”, planeja.

Segundo estudos já publicados, gatos podem se infectar e transmitir para outros gatos, mas não há registros para cães. O professor ainda reforça que o contato mais íntimo entre humanos e pets pode infectar os bichinhos, sendo indicado o distanciamento e o uso de máscara em caso de confirmação para tutores que testarem positivo.

A pesquisa

Os dados estão sendo registrados junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Todas as amostras são enviadas para confirmação no TECSA Laboratório Animal, para que sejam testadas em outro laboratório de referência. Apesar dos primeiros resultados positivos, não existe nenhum caso confirmado de cães e gatos transmissores do vírus ou com registro da doença Covid-19.

O objetivo é coletar material de pelo menos 100 animais de cada capital participante do projeto para poder ter o conhecimento da prevalência e se há outros sinais clínicos ainda não identificados.

Quem tiver interesse em participar da pesquisa deve entrar em contato por meio do site da UFPR https://www.ufpr.br/portalufpr/ A equipe de atendimento irá até o domicílio coletar o material dos moradores e também dos animais.

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26/11/2020 14:30h

Apenas as regiões do Extremo-Oeste, Alto Uruguai Catarinense e Foz do Rio Itajaí não foram classificadas na cor vermelha

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A Secretaria de Saúde de Santa Catarina e o governo estadual divulgaram novos dados da matriz de risco potencial para a Covid-19 na unidade da Federação. Das 16 regiões de saúde avaliadas, apenas três delas, Extremo-Oeste, Alto Uruguai Catarinense e Foz do Rio Itajaí, não ficaram no risco gravíssimo – todas as outras 13 foram classificadas na cor vermelha, que é o mais alto nível de risco. Essas três regiões foram classificadas na cor laranja, que significa risco grave. 

Em comparativo com a semana passada, a região do Alto Uruguai catarinense foi a única que desceu um nível na avaliação, do gravíssimo para o grave. Já a região de Xanxerê continua na terceira semana no nível mais preocupante de proliferação do vírus, enquanto Laguna está na segunda semana. 

Candidatos com Covid-19 terão nova chance de fazer o Enem 2020

Fiocruz produzirá vacina contra Covid-19 desenvolvida pela Universidade de Oxford

A Secretaria Estadual de Saúde orienta que os cuidados para diminuir a proliferação do novo coronavírus devem continuar. De acordo com o governo catarinense, a unidade da Federação tem até o momento 337 mil casos confirmados de Covid-19 e 3.561 óbitos. A taxa de ocupação de leitos de UTI da rede pública é de 84,4%. 

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26/11/2020 14:00h

Pesquisa foi baseada em dados do Ministério da Saúde e de cartórios do estado

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Estudo realizado por pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) estima que, até o final do ano, o estado vai contabilizar mais meio milhão de infecções e 13 mil novas mortes em decorrência da Covid-19. A pesquisa foi baseada em projeções baseadas em dados do Ministério da Saúde e nos registros de óbito dos cartórios mineiros. 

Lídia Maria de Andrade, professora do Departamento de Física e coautora do estudo, alega que o cenário previsto na pesquisa pode se concretizar caso as medidas de isolamento e de distanciamento sociais sejam reduzidas. 

Covid-19 causa impacto profundo na economia brasileira

Para a elaboração do estudo foi utilizado um modelo matemático para estimar a subnotificação de casos e de mortes por conta do novo coronavírus. O estudo também concluiu que a população negra, sobretudo os homens, que residem nas regiões mais pobres de Minas Gerais compõe o grupo mais vulnerável

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Saúde
26/11/2020 10:10h

Trabalhadores têm até 31 de dezembro para responder perguntas do estudo

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A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) prorrogou para 31 de dezembro o prazo para o envio das respostas da pesquisa nacional “Análise do Processo de Trabalho da Estratégia Saúde da Família na Pandemia de COVID-19”. Podem participar do estudo profissionais que atuam na pandemia e que integram equipes da Estratégia Saúde da Família (ESF) e dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF). 

A pesquisa é feita pelo Centro de Estudos Estratégicos da Fiocruz, em parceria com a Fiocruz Ceará, Universidade Federal do Ceará (UFC) e a Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Entre outros pontos, o estudo tem o intuito de aferir o acesso das equipes de Saúde da Família aos equipamentos de proteção individual e à testagem, as formas de uso da saúde digital na comunicação com os usuários e a atuação dos conselhos locais de Saúde.

Brasil está analisando casos suspeitos de reinfecção por Covid-19

Os resultados podem contribuir para a formulação de políticas públicas nas esferas municipal, estadual e federal. Para mais informações sobre o estudo, acesse portal.fiocruz.br

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Cultura
26/11/2020 05:00h

Ao todo, 17 segmentos culturais receberão investimentos de R$ 33.635.000,00

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No dia 03 de dezembro encerra o prazo para se inscrever nos editais da Lei de Emergência Cultura Aldir Blanc, oferecidos pela Secretaria de Estado da Cultura (Secult/AL). Essa lei foi criada para que os efeitos da pandemia da Covid-19 fossem reduzidos no setor, então o Congresso Nacional criou a Lei Nº 14.017, de 29 de Junho 2020, que trata sobre ações emergenciais destinadas a cultura e isso se resume em recursos somados no valor de R$ 3 bilhões de reais para promover ações que garantam uma renda emergencial aos trabalhadores do setor e manutenção dos espaços culturais brasileiros durante o período da pandemia.

Ao todo, 17 certames irão investir R$ 33.635.000,00 em diversos segmentos culturais. São eles: música, artesanato, literatura, cultura e manifestação popular, projetos culturais, pontos, coletivos e espaços culturais, artes visual e digital, artes cênicas, patrimônio e audiovisual.

Municípios que não cumprirem prazo da Lei Aldir Blanc devem reverter os recursos ao Estado

Ministério do Turismo libera R$ 2 bilhões para apoiar a cultura de estados e municípios

Os interessados devem acessar os editais disponíveis no site da Secult  e preencher os requisitos e documentações solicitados em cada certame. Os proponentes devem se cadastrar através do sistema online CUCA – Cadastro Único da Cultura Alagoana, no link https://cuca.al.gov.br; ou de forma presencial, de segunda à sexta-feira, das 10h às 14h, na sede da Secretaria de Estado da Cultura, localizada na Praça Marechal Floriano Peixoto, s/n, Centro, Maceió (AL).

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