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TERMO DE USO E PARCERIA

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

Ministério da Saúde

23/07/2021 04:00h

Segundo estudos com voluntários, os níveis de anticorpos gerados pelo imunizante diminuíram seis meses após a segunda aplicação

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Pesquisadores chilenos que estão realizando um estudo avançado sobre a vacina contra a Covid-19 CoronaVac, desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac, recomendaram a aplicação de uma terceira dose do imunizante. Segundo os estudos com voluntários, os níveis de anticorpos gerados pelo imunizante diminuíram seis meses após a segunda aplicação. 

Um ensaio in vitro para determinar a eficácia da vacina contra a mais contagiosa variante Delta do vírus mostrou ainda uma redução quatro vezes no efeito neutralizante contra a cepa, em comparação com uma redução três vezes relatada anteriormente por cientistas chineses.

O consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), Julival Ribeiro, destacou que nenhuma vacina é 100% eficaz e que o que está sendo discutido agora em todo o mundo é como essas vacinas irão se comportar depois de um determinado período. “Se esses estudos analisarem que a nossa imunidade vai caindo com o decorrer do tempo, vai ter sim que ser aplicada uma dose de reforço para reestimular o nosso sistema imune gerando anticorpos”, afirmou.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) já declarou que faltam evidências científicas contra uma dose de reforço e se manifestou contrária a planos de governos e farmacêuticas nesse sentido.

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Anvisa

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) se pronunciou dizendo acreditar que algumas das vacinas contra a Covid-19 demandarão uma terceira dose. Por enquanto, nenhum imunizante tem esquema com três aplicações. A agência reguladora destacou ainda que as vacinas aprovadas são eficazes e que a população pode confiar em qualquer uma que esteja disponível no posto de saúde.

Segundo a diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Mônica Levi, ainda estamos diante de uma definição de qual é o melhor esquema de vacinação para a Covid-19 com as diversas vacinas em cenários epidemiológicos diferentes. 

“Isso é algo comum no campo das imunizações, quando se acompanha populações vacinadas dentro de cada contexto epidemiológico podem surgir novas evidências que resultem em uma necessidade de aumentar o número de doses preconizadas ou até diminuir”, disse.

A imunologista destacou que isso é normal e acontece sempre, como a vacina da Hepatite B que foi introduzida no mundo todo no esquema de três doses e hoje é aplicada em quatro doses. A vacina contra o HPV também sofreu alteração no esquema vacinal, passando de três doses para duas depois de algum tempo, para os menores de 15 anos. 

“No momento nós não temos dados suficientes para dizer se nós vamos mesmo ter que introduzir a terceira dose ou não, está sendo avaliado para todas as vacinas o papel dessa terceira dose, tanto do ponto de vista laboratorial e imunológico, mas mais importante do que isso a nível de proteção clínica. Às vezes você tem uma queda nos anticorpos, mas isso não representa uma queda na proteção”, afirmou Levi.

Além da CoronaVac, as vacinas da AstraZeneca, Pfizer e Janssen também estão passando por estudos que avaliam a aplicação de doses de reforço, sobretudo por causa da variante Delta. 

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21/07/2021 10:05h

Ministério da Saúde começou a distribuição nesta terça-feira (20). Órgão prometeu enviar mais de 9,3 mi de seringas e agulhas nos próximos dias

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O Ministério da Saúde começou a distribuir nesta terça-feira (20) mais 8,7 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 para todo o País. A expectativa da pasta é entregar essa quantidade para estados e o Distrito Federal até esta quinta-feira (22), reforçando a campanha de vacinação. 
 
Do total, 4,4 milhões de doses são da AstraZeneca/Oxford, produzidas pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Cerca de um milhão de doses da mesma vacina vieram do Consórcio Covax Facility. Além disso, as unidades da federação receberão mais 1,5 milhão de doses da Pfizer/BioNTech e 1,7 milhão de doses da Coronavac, fabricada pelo Instituto Butantan.

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O órgão também anunciou que Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Roraima e Santa Catarina vão receber doses extras para vacinar os brasileiros que moram em regiões de fronteira com os vizinhos sul-americanos. Além dos imunizantes, o Ministério da Saúde vai entregar, nos próximos dias, mais de 9,3 milhões de seringas e agulhas aos estados e DF. 

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20/07/2021 19:00h

De acordo com a pasta a ampliação da vacina para adolescentes permanece em análise na Câmara Técnica Assessora em Imunização e Doenças Transmissíveis

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Alguns estados e municípios já preveem a inclusão de menores de 18 anos na fila da vacinação contra a Covid-19, mesmo sem uma recomendação formal do Ministério da Saúde. De acordo com a pasta a ampliação da vacina para adolescentes permanece em análise na Câmara Técnica Assessora em Imunização e Doenças Transmissíveis. 
 
Segundo o diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Renato Kfouri,  os estados e municípios têm autonomia para tomar esta decisão, mas não é  o recomendado. “É um equívoco vacinar adolescentes saudáveis antes de vacinar o último adulto. Nós não podemos começar a vacinação invertendo prioridades sob pena de deixar os indivíduos com maior risco desprotegidos”, afirmou. 

O Ministério da Saúde reforçou aos estados e municípios que, neste momento, a recomendação é vacinar todos os grupos prioritários definidos no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação com as duas doses, e, gradativamente, a população acima de 18 anos.

Autorização da Anvisa

Até o momento, a Pfizer é a única que tem autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), para uso na faixa de 12 a 18 anos. Para incluir novos públicos na indicação de uma bula o laboratório precisa conduzir estudos que demonstrem a relação de segurança e eficácia para determinada faixa etária.  

Vários países já praticam a vacinação de crianças acima de 12 anos e estudos têm mostrado que há uma excelente resposta imune neste grupo. Apesar da autorização da Pfizer, no Brasil ainda não está ocorrendo efetivamente a vacina em menores de idade.

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A infectologista Ana Helena Germoglio destacou que os estudos sobre os imunizantes começaram pelos grupos prioritários, por isso a demora para liberação de menores, que só está sendo discutida agora. Mesmo sendo um grupo com menos risco de desenvolver a doença de forma grave, a médica afirma que as crianças e adolescentes também precisam ser vacinados, até pelo risco de transmissibilidade.

“Não deixa de ser um público importante de ser vacinado e a gente também tem que lembrar que entre as crianças também existe o público de menores que têm comorbidades e precisam ser imunizados”, disse Germoglio.

Pelo que foi observado até o momento, os eventos adversos em crianças são muito leves e similares aos de outras vacinas destinadas ao público infantil, como dor no local, febre e mal-estar, que passam em seguida. Para a infectologista a faixa etária tem uma boa imunogenicidade, logo mais vacinas devem ser liberadas para o grupo.

De acordo com a Anvisa a solicitação de inclusão de uma nova faixa etária deve ser feita pelo laboratório desenvolvedor da vacina. O laboratório Janssen solicitou autorização para estudo clínico, já autorizado, para uso de suas vacinas com menores de idade. O estudo envolve dois braços de pesquisa, um com pessoas de 12 a 18 anos e outro com menores de 12 anos. 

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20/07/2021 15:45h

Na semana passada, o Ministério da Saúde enviou doses extras para vacinar a população fronteiriça nos estados do Paraná, Rio Grande do Sul, Mato Grosso e Rondônia

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Nesta terça-feira (20), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, participou de um ato de vacinação contra a Covid-19 na população que vive na fronteira de Foz do Iguaçu (PR). Os moradores da região foram incluídos nos grupos prioritários para receber o imunizante.

De acordo com o Ministério da Saúde, na semana passada, foram enviadas doses extras para vacinar, pelo menos, 279 mil brasileiros que vivem em cidades de fronteira nos estados do Paraná, Rio Grande do Sul, Mato Grosso e Rondônia. O Paraná, por exemplo, recebeu doses para vacinar mais de 45 mil pessoas. 

Durante o ato de vacinação, Queiroga destacou que a imunização da população que vive na fronteira é importante para evitar a disseminação do vírus. “É uma estratégia, até para que a gente possa conter as variantes e criar uma espécie de cordão epidemiológico, vacinando a população fronteiriça para evitar que variantes que venham de um outro país possam chegar aqui ao Brasil”.

Nesta semana será enviado um novo lote extra de vacinas para o Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Roraima e Santa Catarina. Esses estados também terão capacidade para imunizar outros 279 mil brasileiros que vivem em municípios de fronteiras.

No Brasil, 90.125.448 pessoas tomaram a primeira dose e quase 34 milhões foram imunizadas com a segunda dose.
 

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20/07/2021 11:10h

Já a quantidade de pessoas recuperadas da doença ultrapassa 18 milhões

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O Brasil registrou mais 15.271 casos e 542 óbitos por Covid-19, nesta segunda-feira (19), de acordo com o mais recente balanço do Ministério da Saúde. Desde o início da pandemia, mais de 19,3 milhões de brasileiros foram infectados pelo novo coronavírus. O número de pessoas que morreram pela doença no País é de 542.756.

Já a quantidade de pessoas recuperadas da doença ultrapassa 18 milhões. Embora não seja o estado com mais vítimas fatais, o Rio de Janeiro possui a maior taxa de letalidade entre as 27 unidades da federação: 5,76%. O índice médio do País é de 2,8%. 

  • Rio de Janeiro - 5,76%
  • São Paulo - 3,42%
  • Amazonas - 3,27%
  • Pernambuco - 3,17%
  • Maranhão - 2,85%
  • Goiás - 2,83%
  • Pará - 2,80%
  • Mato Grosso – 2,60%
  • Minas Gerais – 2,57%
  • Rio Grande do Sul – 2,57%
  • Ceará – 2,56%
  • Paraná – 2,51%
  • Alagoas – 2,50%
  • Mato Grosso do Sul - 2,49%
  • Rondônia – 2,48%
  • Piauí – 2,21%
  • Espírito Santo – 2,20%
  • Sergipe – 2,16%
  • Bahia – 2,15%
  • Distrito Federal – 2,15%
  • Paraíba – 2,15%
  • Acre – 2,05%
  • Rio Grande do Norte – 1,98%
  • Tocantins – 1,66%
  • Santa Catarina – 1,61%
  • Amapá – 1,57%
  • Roraima – 1,54%          

 A nível municipal, a cidade de São Luiz do Paraitinga (SP) registra a maior letalidade da Covid-19 do País: 28,95%. Na sequência, vêm Boa Vista do Gurupi (MA), com 26,67%; Miravânia (MG), com 20%; Paço do Lumiar (MA), que registra 16,53%; e Ribeirão (PE), cujo índice é de 15,94%. 

Covid-19: “Provavelmente vamos precisar, no futuro, de uma terceira dose”, diz infectologista

Brasil imunizou com uma dose 56,2% da população vacinável

Entre os municípios com as menores taxas de letalidade do Brasil, vários têm esse índice cravado em 0%, pois não confirmaram nenhum óbito pela doença até o momento. Entre eles, estão Aricanduva (MG), Boa Esperança do Iguaçu (PR), Campo Azul (MG), Guabiju (RS) e Guarani de Goiás (GO). 
 
Os números têm como base o repasse de dados das secretarias estaduais de saúde ao órgão. Acesse as informações sobre a Covid-19 no seu estado e município no portal brasil61.com/painelcovid

 

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20/07/2021 11:00h

Desses, cinco evoluíram para quadros graves e um para óbito, informa Ministério da Saúde

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O Ministério da Saúde informou que já identificou 110 casos da variante Delta do novo coronavírus no Brasil. Desses, cinco evoluíram para quadros graves e um resultou em morte. A cepa conhecida como variante indiana possui maior taxa de infecção do que o coronavírus original. 
 
O estado que mais registrou casos da variante foi o Rio de Janeiro, com 83 ocorrências. Em seguida, vêm o Paraná (13), Maranhão (6), São Paulo (3), Pernambuco (2), Goiás (2) e Minas Gerais (1). 

Covid-19: “Provavelmente vamos precisar, no futuro, de uma terceira dose”, diz infectologista

Covid-19: aqueles que ficaram para falar

Brasil imunizou com uma dose 56,2% da população vacinável
 
O Ministério da Saúde disse que está dialogando com as secretarias de Saúde para ampliar a vigilância sobre a variante. Uma das medidas adotadas é o sequenciamento genômico para mapear a presença da cepa em cada estado ou município. 
 
No Brasil, a variante Gama, que foi identificada primeiro em Manaus, é a cepa que está em maior circulação. 
 

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19/07/2021 10:35h

Mais de 90 milhões de brasileiros já receberam a primeira dose da vacina contra a Covid-19, o que representa 56,2% da população acima de 18 anos, estimada em 160 milhões de pessoas

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O Brasil imunizou 56,2% da população vacinável com uma dose da vacina contra a Covid-19. Ao todo, 90 milhões de pessoas concluíram a primeira etapa da proteção viral, mais da metade da população acima de 18 anos, estimada em 160 milhões de pessoas. Os números foram alcançados neste domingo (18). 

Destes que receberam a primeira dose, 37,6% também receberam a segunda. O número total de brasileiros completamente imunizados chega a quase 34 milhões, somando aqueles que receberam a proteção de dose única. 

O Ministério da Saúde registra mais de 124 milhões de doses da vacina Covid-19 aplicadas no país e mais de 154 milhões de doses distribuídas a todas as unidades da federação.

Outras 600 milhões de doses de imunizantes de diferentes laboratórios foram encomendados e chegam até o fim de 2021.

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19/07/2021 10:30h

Brasil registra mais de 34 mil casos e 948 mortes em 24h, de acordo com o Ministério da Saúde

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O Brasil registrou mais 34.126 casos e 948 óbitos por Covid-19, neste domingo (18), de acordo com o mais recente balanço do Ministério da Saúde. Desde o início da pandemia, mais de 19,3 milhões de brasileiros foram infectados pelo novo coronavírus. O número de pessoas que morreram pela doença no País é de 542.214. 
 
A média móvel de mortes, que leva em conta os óbitos dos últimos sete dias, está 20% abaixo da registrada há duas semanas, o que indica um recuo desse indicador. Embora não seja o estado com mais vítimas fatais, o Rio de Janeiro possui a maior taxa de letalidade entre as 27 unidades da federação: 5,76%. O índice médio do País é de 2,8%. 
 
Taxa de letalidade nos estados 

  • Rio de Janeiro - 5,76%
  • São Paulo - 3,42%
  • Amazonas - 3,27%
  • Pernambuco - 3,16%
  • Maranhão - 2,85%
  • Goiás - 2,83%
  • Pará - 2,80%
  • Mato Grosso – 2,60%
  • Minas Gerais – 2,57%
  • Rio Grande do Sul – 2,57%
  • Ceará – 2,55%
  • Paraná – 2,51%
  • Alagoas – 2,50%
  • Mato Grosso do Sul - 2,49%
  • Rondônia – 2,48%
  • Piauí – 2,21%
  • Espírito Santo – 2,19%
  • Sergipe – 2,16%
  • Bahia – 2,15%
  • Distrito Federal – 2,15%
  • Paraíba – 2,14%
  • Acre – 2,05%
  • Rio Grande do Norte – 1,98%
  • Tocantins – 1,66%
  • Santa Catarina – 1,61%
  • Amapá – 1,57%
  • Roraima – 1,54%          

 
A nível municipal, a cidade de São Luiz do Paraitinga (SP) registra a maior letalidade da Covid-19 do País: 28,95%. Na sequência, vêm Boa Vista do Gurupi (MA), com 26,67%; Miravânia (MG), com 20%; Paço do Lumiar (MA), que registra 16,74%; e Ribeirão (PE), cujo índice é de 15,94%. 

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Entre os municípios com as menores taxas de letalidade do Brasil, vários têm esse índice cravado em 0%, pois não confirmaram nenhum óbito pela doença até o momento. Entre eles, estão Aricanduva (MG), Boa Esperança do Iguaçu (PR), Campo Azul (MG), Guabiju (RS) e Guarani de Goiás (GO). 
 
Segundo o Ministério da Saúde, pouco mais de 18 milhões de brasileiros se recuperaram da Covid-19. Outros 810 mil estão em acompanhamento. Os números têm como base o repasse de dados das secretarias estaduais de saúde ao órgão. Acesse as informações sobre a Covid-19 no seu estado e município no portal brasil61.com/painelcovid

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18/07/2021 15:10h

Dados do Ministério da Saúde do último sábado (17) apontam mais de 34 mil novos casos em um único dia

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O Brasil registrou 34.339 novos casos e 868 óbitos pela Covid-19 em 24 horas. Os dados foram divulgados pelo Ministério da Saúde no último sábado (17). Desde o início da pandemia, 19.342.448 brasileiros se contaminaram com o coronavírus. Desses, 17.983.275 se recuperam, 817.907 estão em acompanhamento médico e 541.266 vieram a óbito pela doença.

O estado com maior taxa de letalidade é o Rio de Janeiro, com 5,76%, seguido por São Paulo (3,43%), Amazonas (3,27%), Pernambuco (3,16%), Maranhão (2,85%), Goiás (2,83%), Pará (2,79%), Mato Grosso (2,60%), Minas Gerais (2,57%), Rio Grande do Sul (2,57%), Ceará (2,55%), Paraná (2,51%), Alagoas (2,49%) e Mato Grosso do Sul (2,49%). A taxa de letalidade é calculada dividindo-se o número de óbitos pelo número total de casos da doença.

Já entre os estados com menor taxa de letalidade, Roraima lidera com 1,55%, seguido por Amapá (1,57%), Santa Catarina (1,61%), Tocantins (1,66%), Rio Grande do Norte (1,98%), Acre (2,05%), Distrito Federal (2,15%), Paraíba (2,15%), Bahia (2,15%), Sergipe (2,16%), Espírito Santo (2,20%), Piauí (2,21%) e Rondônia (2,48%).

“É um equívoco vacinar adolescentes saudáveis antes de vacinar o último adulto”, diz diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações

Covid-19: nenhum estado apresenta taxa de ocupação de leitos de UTI superior a 90%

A nível municipal, São Luiz do Paraitinga (SP) possui a maior taxa de letalidade do Brasil, com 28,95%. Na sequência vêm Boa Vista do Gurupi (MA), com 26,67% e Miravânia, com 20%. Dezenas de municípios apresentam taxa de letalidade zerada, pois não registraram nenhum óbito pela Covid-19, dentre eles Bodó (RN); Bonito de Minas (MG) e Crixás do Tocantins (TO).

Acesse as informações sobre a Covid-19 no seu estado e município no portal Brasil61.com no link brasil61.com/painelcovid.

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17/07/2021 15:45h

Último boletim do Ministério da Saúde mostra 1.456 novos óbitos em decorrência da Covid-19, registrando mais de 540 mil vidas perdidas

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O último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde mostra 1.456 novos óbitos em decorrência da Covid-19, registrando mais de 540 mil vidas perdidas na pandemia. Ao todo, 540.398 brasileiros morreram por infecção do novo coronavírus. Há ainda 3.460 mortes em investigação, em que a causa do óbito ainda está sendo analisada pelas equipes de saúde. Os números foram divulgados nesta sexta-feira (16). 

O estado do Rio de Janeiro tem a maior letalidade do vírus, ou seja, a maior taxa de mortes entre os que foram infectados. A taxa fluminense chega a 5,77, bem acima do número de Roraima, por exemplo, que registra letalidade de 1,5.

Confira abaixo a taxa de cada estado:

  • Rio de Janeiro - 5,77%
  • São Paulo - 3,43%
  • Amazonas - 3,27%
  • Pernambuco - 3,17%
  • Maranhão - 2,85%
  • Goiás - 2,82%
  • Pará - 2,79%
  • Mato Grosso – 2,60%
  • Rio Grande do Sul – 2,57%
  • Minas Gerais – 2,57%
  • Ceará – 2,56%
  • Paraná – 2,50%
  • Alagoas – 2,49%
  • Mato Grosso do Sul - 2,49%
  • Rondônia – 2,48%
  • Piauí – 2,21%
  • Espírito Santo – 2,20%
  • Sergipe – 2,16%
  • Bahia – 2,15%
  • Paraíba – 2,15%
  • Distrito Federal – 2,15%
  • Acre – 2,05%
  • Rio Grande do Norte – 1,98%
  • Tocantins – 1,66%
  • Santa Catarina – 1,61%
  • Amapá – 1,57%
  • Roraima – 1,55%                

Entre os municípios, São Luiz do Paraitinga (SP) tem a maior letalidade do país: 28,95%. Na sequência, vêm Boa Vista do Gurupi (MA), com 26,67%; Miravânia (MG), com 20%; Paço do Lumiar (MA), que registra 17,72%; e Ribeirão (PE), cujo índice é de 15,94%. 

Do outro lado da lista, entre os municípios com as menores taxas de letalidade do Brasil, várias cidades aparecem com índice de zero, por não ter registrado óbitos, como São Francisco do Brejão (MA), Santa Filomena do Maranhão (MA), Patis (MG), Bonito de Minas (MG) e Massapê do Piauí (PI), todas com mais de 5 mil habitantes.

Acesse aqui os números do seu município e estado: brasil61.com/painelcovid

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