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TERMO DE USO E PARCERIA

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a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

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Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

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a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

Ao clicar em ACEITO, a emissora aqui cadastrada afirma concordar e estar ciente de todas as condições apresentadas neste Termo de Utilização de Conteúdo.

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

Ministério da Saúde

17/05/2021 17:30h

Até 16 de maio, mais de 52,7 milhões de doses já haviam sido aplicadas

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O Ministério da Saúde vai entregar mais uma remessa de vacinas contra a Covid-19 na madrugada desta terça-feira (18). Serão 6,4 milhões de doses distribuídas para os estados que solicitaram junto ao órgão.

Estudo aponta maior eficácia da vacina Pfizer com tempo maior de aplicação entre as doses

Estudo da Fiocruz revela que cães e gatos podem se infectar com a Covid-19

Foram 4,7 milhões de doses da AstraZeneca/Oxford/Fiocruz, 1,08 milhão da CoronaVac/Butantan; e 647 mil doses da vacina da Pfizer/BioNTech. As doses do Butantan são destinadas à aplicação da segunda dose, de acordo com as solicitações apresentadas por 12 estados. Outras 15 Unidades Federativas foram atendidas com doses da AstraZeneca/Fiocruz. Já as vacinas da Pfizer são destinadas para a primeira dose de pessoas com comorbidades, gestantes e puérperas com comorbidades, e pessoas com deficiência permanente.

O Ministério da Saúde reforça para que a população tome a segunda dose da vacina contra a Covid-19 mesmo que a aplicação ocorra fora do prazo recomendado pelo laboratório, assegurando a proteção adequada contra a doença.

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17/05/2021 12:20h

Intervalo de 12 semanas gerou resultado mais eficaz em pesquisa. Ministério da Saúde está seguindo a recomendação

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De acordo com estudos realizados no Reino Unido, Israel e Estados Unidos, o intervalo de 12 semanas entre a primeira e a segunda dose da vacina contra a Covid-19 da Pfizer/BioNTech garante efetividade de mais de 80% do imunizante. Esse tempo também foi adotado em recomendação do Ministério da Saúde aos estados e municípios brasileiros.

A pesquisa conduzida no Reino Unido mostrou que o nível de anticorpos gerados após a segunda dose no período de 12 semanas foi três vezes maior do que no intervalo de três semanas, como indicado anteriormente. As recomendações estão sendo reforçadas a cada informe técnico da Secretaria de Vigilância em Saúde, que define as pautas de distribuição de vacinas para os estados.

Anvisa recomenda suspensão da vacina AstraZeneca em gestantes

Estudo da Fiocruz revela que cães e gatos podem se infectar com a Covid-19

O Ministério da Saúde já distribuiu mais de 1,6 milhão de doses da vacina da Pfizer pelo Brasil e mais 628 mil doses devem ser enviadas ainda esta semana. Os imunizantes são fruto do primeiro contrato do governo federal com o laboratório, que prevê 100 milhões de doses até setembro.

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17/05/2021 10:45h

Declaração foi dada neste domingo (16) em uma ação realizada em Botucatu, no interior paulista

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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, estuda uma ampla campanha de testagem em massa da população brasileira para a Covid-19. O anúncio foi feito neste domingo (16) em uma ação realizada em Botucatu, no interior paulista.

O município começou a vacinar a população entre 18 e 60 anos em uma iniciativa que faz parte de estudo inédito sobre a eficácia do imunizante, desenvolvido pela Universidade de Oxford, em parceria com a AstraZeneca e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). 

CPI da Pandemia: ex-ministros Ernesto Araújo e Eduardo Pazuello serão ouvidos na próxima semana

Covid-19: Brasil atinge 50 milhões de doses aplicadas de vacinas

Sobre a interrupção na produção de vacinas contra o coronavírus pelo Instituto Butantan, pela falta do ingrediente farmacêutico ativo (IFA), Queiroga ressaltou que a carência da matéria-prima é mundial e que o Brasil está trabalhando duro para ter mais imunizantes.

Além disso, o ministro destacou que a curva epidemiológica brasileira em relação não só a óbitos como internações hospitalares vem tendo queda e incentivou outras medidas não farmacológicas, como uso de máscaras e distanciamento social.

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17/05/2021 10:30h

Até o momento, o Brasil registra 15,6 milhões de casos confirmados da doença

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No Brasil o número de pessoas curadas da Covid-19 chega a 14.097.287. De acordo com o Ministério da Saúde, a quantidade de pacientes recuperados no país é superior a de pacientes em acompanhamento médico, que somam 1.094.437.

A pasta informa, ainda, que o registro de pessoas que se recuperaram da doença já representa a maioria do total de casos acumulados, ou seja 90,2%. As informações foram atualizadas às 17h deste domingo (16). Os dados são enviados ao ministério pelas secretarias estaduais e municipais de Saúde.

CPI da Covid: Governo não respondeu ofertas de vacinas da Pfizer em agosto de 2020, diz representante da empresa

Decisão do STF deve atingir 3,4 mil patentes da área farmacêutica

Até o momento, o governo federal contratou cerca de 530 milhões de doses de vacina contra a doença para 2021, após acordos com diferentes laboratórios. A informação é de que mais de 85,2 milhões de doses foram distribuídas a todos os estados e o Distrito Federal. Desse total, mais de 52,7 milhões já foram aplicadas.

De acordo com o último balanço, o Brasil registra 15,6 milhões de casos confirmados da Covid-19. Em relação aos óbitos, o Brasil tem 435.751 mortes por coronavírus. Nas últimas 24h, foram registrados 1.036 óbitos nos sistemas oficiais.

O Ministério da Saúde reforça que o uso de máscaras, a higienização das mãos e o distanciamento social são grandes aliados para conter a transmissão do coronavírus.

 

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15/05/2021 04:45h

Ernesto (Relações Exteriores) depõe na terça (18); Pazuello (Saúde) depõe na quarta (19)

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Na próxima semana, a CPI da Pandemia deve ouvir o ex-ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e o ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello. Os dois são considerados peças-chave para esclarecer a condução do governo federal no enfrentamento da crise sanitária da Covid-19.

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“As melhores máscaras são as chamadas N95”, explica pesquisado

A audiência mais esperada é a de Pazuello, pois, dos quatro ministros que comandaram o Ministério da Saúde durante a pandemia, ele foi o que ficou mais tempo no cargo, de maio de 2020 a março de 2021. Além disso, Pazuello estava no comando da pasta quando a Pfizer fez uma oferta de 70 milhões de doses de imunizantes ao Brasil, segundo o presidente regional da empresa na América latina, Carlos Murillo.

Os senadores Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Alessandro Vieira (Cidadania-SE) também apontam que Pazuello precisa explicar a insistência do governo no chamado “tratamento precoce” e a crise de oxigênio em Manaus (AM).

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14/05/2021 17:20h

Ministério da Saúde distribuiu 83 milhões de doses, vacinando cerca de 47% dos grupos prioritários

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Brasil chega a marca de 50 milhões de doses aplicadas de vacinas contra a Covid-19. Com esse número, cerca de 47% dos grupos prioritários estabelecidos no Plano Nacional de Vacinação contra a Covid-19 já foram imunizados.

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Novo lote de vacinas contra a covid-19 começa a ser distribuído nesta quinta-feira (13)

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Até agora, os brasileiros já foram vacinados com 46,7 milhões de doses da CoronaVac/Instituto Butantan, 35,4 milhões da vacina AstraZeneca/Fiocruz e 1,6 milhão da Pfizer/BioNTech. Neste momento, a distribuição de novos lotes de vacinas está destinada para os profissionais de forças de salvamento, segurança e Forças Armadas, além de pessoas com comorbidades, priorizando a faixa etária.

De acordo com o governo federal, o total de vacinas enviadas pelo Ministério da Saúde a todos os estados, possibilita imunizar, com primeira e segunda dose, 100% dos trabalhadores de saúde, idosos e deficientes que vivem em instituições, indígenas que moram em aldeias, povos e comunidades tradicionais ribeirinhas e quilombolas.

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14/05/2021 09:45h

Boletim do Ministério da Saúde mostra 430.417 mortes em decorrência da Covid-19 e 15,4 milhões de brasileiros que já tiveram infecção pelo novo coronavírus

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O último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde mostra que o Brasil alcançou a estatística de mais de 430 mil mortes pela Covid-19. Com 2.383 novos óbitos nas últimas 24 horas, o total de vidas perdidas chegou a 430.417. 

Já o número de contaminados desde o começo da pandemia chega a 15,4 milhões, com 74.592 novos diagnósticos positivos da doença entre os dois últimos boletins. Desse total de infectados, 1 milhão de brasileiros estão com o vírus ativo, em acompanhamento.

O número de pessoas recuperadas da Covid-19 alcançou 13,9 milhões, o que equivale a 90,6% do total de contaminados. Até o momento, 15,9 milhões de brasileiros foram imunizados com a 2ª dose da vacina contra a doença. 

Entre as unidades da federação com mais óbitos, proporcionalmente à população, estão Amazonas, Roraima, Mato Grosso, Rio de Janeiro e Distrito Federal. Por outro lado, Maranhão, Bahia, Alagoas, Pernambuco e Pará são os estados com as menores taxas de óbitos a cada 100 mil habitantes. 

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13/05/2021 10:15h

Segundo dados do Ministério da Saúde, quase 14 milhões de pessoas já recuperaram

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O número total de casos de Covid-19 no Brasil chega a 15.359.397, com a triste marca de 428.034 óbitos pela doença. Em apenas 24 horas, o Brasil registrou 2.494 mortes e 76.692 novos casos. Os dados foram compilados ao final do dia 12 de maio pelo Ministério da Saúde, com informações fornecidas pelas secretarias estaduais de Saúde. 

Entre o total de casos, 13.924.217 pessoas já se recuperaram e 1.007.146 estão em acompanhamento.

Covid-19: entenda a importância da segunda dose da vacina

Ministério da Saúde lança Campanha de Conscientização sobre Medidas Preventivas e Vacinação contra a Covid-19

São Paulo segue na frente com o maior número de óbitos entre os estados (102.356), seguido por Rio de Janeiro (47.052), Minas Gerais (36.495) e Rio Grande do Sul (26.318). Em número de casos, São Paulo também lidera (3.038.240), seguido por Minas Gerais (1.433.481), Rio Grande do Sul (1.018.592) e Paraná (997.645).

Os dados são atualizados diariamente na plataforma Localiza SUS.

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13/05/2021 10:10h

Neste estoque, estão doses da AstraZeneca/Oxford e da CoronaVac

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A partir desta quinta-feira (13), o Ministério da Saúde começa a enviar aos estados um novo lote com 5,7 milhões de doses de vacinas contra a covid-19. Neste estoque, estão doses da AstraZeneca/Oxford e da CoronaVac.

A nova remessa é destinada à segunda dose para trabalhadores da área de saúde e para as faixas etárias de 65 a 69 anos e de 85 a 89 anos, além de povos indígenas, ribeirinhos e comunidades quilombolas e pessoas com deficiência permanente.

SP: vacinação de grávidas e puérperas será retomada na próxima segunda-feira (17)

Covid-19: entenda a importância da segunda dose da vacina

As doses dessa remessa também devem ser destinadas a gestantes e puérperas após a suspensão da aplicação da AstraZeneca/ Oxford com a morte de uma gestante no Rio de Janeiro que recebeu o imunizante. As mulheres deste grupo devem tomar as vacinas CoronaVac e Pfizer.

Diante da falta de doses para a segunda aplicação pela falta de matérias-primas, especialmente no caso da CoronaVac, a orientação do Ministério da Saúde é que as pessoas tomem a segunda dose mesmo que tenha sido ultrapassado o tempo indicado para ela. 

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13/05/2021 04:00h

Ministério da Saúde instrui a população a tomar a segunda dose da vacina mesmo que a aplicação ocorra fora do prazo recomendado pelos laboratórios

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Com o andamento da vacinação contra o coronavírus no país, muitas dúvidas têm surgido a respeito do assunto, principalmente sobre a aplicação da segunda dose da AstraZeneca e da CoronaVac. O tema chegou a apresentar aumento de 100% nas buscas do Google Trends, principalmente nos estados da Bahia, Espírito Santo e Ceará. O portal Brasil61.com recebeu dúvidas de alguns leitores que podem ajudar a entender melhor os prazos, eficácias e efeitos colaterais das vacinas aplicadas no Brasil.

Rita Frazão, Cidade Ocidental (GO) - Qual a importância de tomar a segunda dose da vacina contra a Covid-19? 

O epidemiologista do curso de saúde pública da Universidade de Brasília (UnB), Walter Ramalho, explica que os fabricantes das vacinas chegaram à conclusão de que a imunidade com aplicação de apenas uma dose era muito baixa, por isso, passou-se a testar também duas doses e o aumento da eficácia da vacina foi positivo.

“A ideia é que com duas doses tenhamos a eficácia desejada. A Organização Mundial da Saúde preconiza para a Covid-19 uma imunidade eficaz acima de 50%. As vacinas que nós temos no Brasil giram em torno de 60% a 70% da CoronaVac e da AstraZeneca. Vale lembrar que, com uma dose apenas, a eficácia é muito menor e a conversão para as células de imunidade são baixas.”

Tiago Morais, Goiânia (GO) - Para que serve a segunda dose da vacina? 

“É importante que sigamos as bulas dos laboratórios, porque são elas que garantem a pesquisa que foi feita inicialmente. Portanto, a primeira dose, mais a segunda dose é que vão garantir uma imunidade para as pessoas, contando com a eficácia que o laboratório divulga, e da qual a Anvisa também liberou. Somente com as duas doses nós temos a titulação de anticorpos condizentes com as que o laboratório preconiza”, explica Walter Ramalho.

Giovana Macêdo, Campestre (MA) - Se eu não cumprir a data da segunda dose, o que acontece com a eficácia da vacina? Eu perco os anticorpos que garanti na primeira dose? 

A vacinação contra a Covid-19 estimula o corpo a induzir imunidade contra o vírus SARS-CoV-2 para a prevenção de doenças causadas pelo mesmo. Cada fabricante estipula um intervalo próprio para a segunda aplicação do imunizante. A segunda dose da vacina Oxford/AstraZeneca deve ser aplicada entre 4 e 12 semanas após a primeira dose, e a CoronaVac deve ser aplicada entre 2 a 4 semanas após a injeção da segunda dose.  

A infectologista e professora da Unicamp, Raquel Stucchi explica que ainda não existem dados sobre a diminuição da eficácia caso o indivíduo tome a vacina depois do prazo indicado, mas que apenas duas doses garantem a completa imunização. 

“O importante é que o paciente tome a segunda dose o mais próximo possível da data que estava agendada. Se a vacina estiver em falta, assim que chegar, a pessoa deve procurar o posto de vacinação para completar o esquema de duas doses. A eficácia da vacina e a proteção contra a Covid-19 só é conseguida com duas doses do imunizante e do mesmo fabricante”, explica.

 O Ministério da Saúde divulgou nota técnica que instrui a população a tomar a segunda dose da vacina mesmo que a aplicação ocorra fora do prazo recomendado pelo laboratório. A pasta distribuiu mais de 76.900 milhões de doses para todo o país, o número de vacinados com a primeira dose passou dos 32.200 milhões de pessoas, e os que receberam a segunda somavam mais de 15.500 milhões. São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Bahia são os estados que, até o momento, mais vacinaram. 

Quais os efeitos colaterais das vacinas contra a Covid-19?

Como todo medicamento, a vacina contra o coronavírus pode provocar eventos adversos, dos quais alguns podem exigir atendimento médico. A infectologista Raquel Stucchi, diz que o imunizante da Oxford/AstraZeneca costuma apresentar efeitos colaterais em pessoas mais jovens. 

“Vimos muito em profissionais mais jovens da saúde. Febre acima de 38 graus nas primeiras 48h/72h horas. Pode dar dor no corpo e até diarreia. São efeitos mais frequentes em relação a AstraZeneca. O ideal é manter uma hidratação adequada e medicação para febre. Se houver dor no local da aplicação, fazer uso de compressa fria.”

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Vacinada neste mês com a primeira dose da AstraZeneca, a psicóloga Jéssica Medeiros, de 28 anos, relata que teve diversos efeitos colaterais que só melhoraram três dias após a imunização. “Quando fui vacinada senti o meu braço duro e uma tontura muito forte. No dia seguinte, tive uma fraqueza grande e só conseguia ficar deitada, além de dor de cabeça e enjoo. No segundo dia, o braço passou a doer mais, não conseguia movimentá-lo e os sintomas continuaram. No terceiro dia fiquei com dor de cabeça, e a partir do quarto dia as dores passaram e os sintomas também foram embora.” 

A psicóloga destaca ainda que apesar de estar feliz em receber a imunização, teme passar pela mesma situação quando chegar o momento da aplicação da segunda dose. “Em relação à segunda dose eu vou tomar em agosto, após 86 dias da primeira aplicação. Estou um pouquinho temerosa em relação aos efeitos colaterais que possa sentir, não sei se podem ser piores. Meu único medo é isso, mas com expectativa para tomar o quanto antes”, afirma. 

Os efeitos colaterais mais comuns que a vacina Oxford/AstraZeneca podem trazer são: 

  • Sensibilidade, sensação de calor, coceira ou hematoma (manchas roxas) onde a injeção é administrada; 
  • Sensação de indisposição de forma geral; sensação de cansaço (fadiga);  
  • Calafrio ou sensação febril;
  • Dor de cabeça; enjoos (náusea); 
  • Dor nas articulações ou dor muscular; 
  • Inchaço, vermelhidão ou um caroço no local da injeção; 
  • Febre ou diarreia;
  • Sintomas semelhantes aos de um resfriado como febre acima de 38 °C, dor de garganta, coriza (nariz escorrendo), tosse e calafrios. 

Já os efeitos colaterais menos graves que a vacina CoronaVac pode apresentar são:

  • Cansaço, febre, dor no corpo, diarreia;
  • Náusea, dor de cabeça, enjoo, dor ao engolir;
  • Dor muscular, calafrios, perda de apetite, tosse;
  • Dor nas articulações, coceira, coriza, congestão nasal;
  • Vermelhidão, inchaço, endurecimento e coceira no local da injeção.

Eficácia das vacinas

A eficácia geral da vacina AstraZeneca foi de cerca de 70% (entre 62% e 90%), após a aplicação das duas doses, apresentando o resultado exigido pela Anvisa, acima dos 50%.

A eficácia geral apresentada pelo Instituto Butantan para a CoronaVac nos testes brasileiros foi de 50,38% e mostrou-se 100% eficaz nos casos moderados e graves e 78% eficaz nos casos leves da Covid-19. Ou seja, a aplicação da vacina, quando feita adequadamente em duas doses, tem potencial de redução do número de internações pela doença. 

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